Q2 2026 Movida Participacoes SA Earnings Call

Operator 2: Bom dia e bem-vindos à teleconferência da Movida para a discussão dos resultados referentes ao Q2 2026. Estão presentes hoje conosco os senhores Gustavo Moscatelli, CEO, Daniela Sabbag, CFO e IRO, e Camila Francischelli, diretora de RI. Este evento está sendo transmitido via Zoom e pode ser acessado no site da companhia, em ri.movida.com.br. Informamos que todos os participantes estarão apenas assistindo o evento durante a apresentação e, em seguida, os participantes poderão também enviar suas perguntas na plataforma. As mesmas serão respondidas pela administração durante essa teleconferência ou pela equipe de relações com investidores da Movida após o término da teleconferência. Gostaria de lembrá-los que o conteúdo apresentado será feito na língua portuguesa, com tradução simultânea para o inglês.

Speaker #1: Bom dia e bem-vindos à teleconferência da Movida para a discussão dos resultados referentes ao 2o trimestre de 2026. Estão presentes hoje conosco os senhores Gustavo Moscatelli, CEO; Daniela Sabag, CFO e IRO; e Camila Franceschelli, diretora de RI.

Speaker #1: Este evento está sendo transmitido via Zoom e pode ser acessado no site da companhia, em ri.movida.com.br. Informamos que todos os participantes estarão apenas assistindo ao evento durante a apresentação e, em seguida, os participantes poderão também enviar suas perguntas na plataforma.

Speaker #1: As mesmas serão respondidas pela Administração durante essa teleconferência ou pela equipe de Relações com Investidores da Movida após o término da teleconferência. Gostaria de lembrá-los que o conteúdo apresentado será feito na língua portuguesa, com tradução simultânea para o inglês.

Speaker #1: Para aqueles que desejarem acompanhar o áudio dessa apresentação em inglês, é possível escolher o idioma através do ícone "Interpretation", que fica na parte inferior à direita da plataforma.

Operator 2: Para aqueles que desejarem acompanhar o áudio dessa apresentação em inglês, é possível escolher o idioma através do ícone Interpretation, que fica na parte inferior à direita da plataforma. For those that don't speak Portuguese and want to listen this presentation in English, it is possible by pressing the Interpretation button present on the bottom right corner of the platform and choosing the language properly. A partir de agora, os participantes já estão liberados para enviar perguntas por meio da plataforma Zoom. Vocês precisam apenas clicar no botão de Q&A, localizado na parte inferior da tela, e digitar a sua pergunta. Antes de prosseguir, gostaríamos de esclarecer que eventuais declarações que possam ser feitas durante essa teleconferência, relativas às perspectivas de negócios da companhia, projeções e metas operacionais e financeiras, constituem-se em crenças e premissas da diretoria da Movida, bem como em informações atualmente disponíveis para a companhia.

Speaker #1: For those that don't speak Portuguese and want to listen to this presentation in English, it is possible by pressing the "Interpretation" button, present on the bottom right corner of the platform, and choosing the language properly.

Speaker #1: A partir de agora, os participantes já estão liberados para enviar perguntas por meio da plataforma Zoom. Vocês precisam apenas clicar no botão de Q&A localizado na parte inferior da tela e digitar a sua pergunta.

Speaker #1: Antes de prosseguir, gostaríamos de esclarecer que eventuais declarações que possam ser feitas durante essa teleconferência relativas às perspectivas de negócios da companhia projeções e metas operacionais e financeiras constituem-se em crenças e premissas da diretoria da Movida, bem como em informações atualmente disponíveis para a companhia.

Operator 2: Considerações futuras não são garantias de desempenho, envolvem riscos, incertezas e premissas, pois se referem a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer. As condições econômicas gerais, condições da indústria e outros fatores operacionais podem afetar os resultados futuros da empresa e podem conduzir a resultados que diferem materialmente daqueles expressos em tais considerações futuras. Os resultados que serão discutidos constam no earnings release e na planilha de fundamentos disponíveis no site de RI da companhia. Gostaria agora de passar a palavra ao senhor Gustavo Moscatelli. Por favor, senhor Gustavo, pode prosseguir.

Speaker #1: Considerações futuras não são garantias de desempenho. Envolvem riscos, incertezas e premissas, pois se referem a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer.

Speaker #1: As condições econômicas gerais, condições da indústria e outros fatores operacionais podem afetar os resultados futuros da empresa e podem conduzir a resultados que diferem materialmente daqueles expressos em tais considerações futuras.

Speaker #1: Os resultados que serão discutidos constam no "Earnings Release" e na planilha de fundamentos disponíveis no site de RI da companhia. Gostaria agora de passar a palavra ao senhor Gustavo Moscatelli.

Speaker #1: Por favor, senhor Gustavo, pode prosseguir.

Gustavo Moscatelli: Bom dia a todos e sejam muito bem-vindos à teleconferência de resultados do Q2 de 2026 da Movida. Gostaria de começar agradecendo à nossa gente, mais de 6 mil colaboradores, pela dedicação e qualidade na execução das entregas dos nossos resultados. Iniciando pelo slide 3, apresentamos os principais indicadores que mostram a continuidade da nossa evolução no H1 do ano, sempre pautada nos ganhos de eficiência operacional e na experiência do cliente. Começando pelo RAC, a tarifa média alcançou BRL 165 no Q2, uma alta de 7% frente ao ano passado, sustentando uma recomposição consistente de preços. Esse crescimento veio acompanhado de uma taxa de ocupação de 76%, representando um aumento de 2 pontos percentuais, evidenciando a melhora na eficiência do capital investido. Como resultado, o volume de diárias atingiu 7.4 milhões, um crescimento de 22% em relação ao Q2 de 2025.

Speaker #3: Bom dia a todos e sejam muito bem-vindos à teleconferência de resultados do 2º trimestre de 2026 da Movida. Gostaria de começar agradecendo à nossa gente, mais de 6.000 colaboradores, pela dedicação e qualidade na execução das entregas dos nossos resultados.

Speaker #3: Iniciando pelo slide 3, apresentamos os principais indicadores que mostram a continuidade da nossa evolução no 1o semestre do ano, sempre pautada nos ganhos de eficiência operacional e na experiência do cliente.

Speaker #3: Começando pelo RAC, a tarifa média alcançou 165 reais no 2o trimestre, uma alta de 7% frente ao ano passado, sustentando uma recomposição consistente de preços.

Speaker #3: Esse crescimento veio acompanhado de uma taxa de ocupação de 76%, representando aumento de 2 pontos percentuais, evidenciando a melhora na eficiência do capital investido.

Speaker #3: Como resultado, o volume de diárias atingiu 7,4 milhões, crescimento de 22% em relação ao 2º trimestre de 2025, uma adição de mais de 1 milhão de diárias, representando a continuidade de nosso ganho de market share em relação ao mercado.

Gustavo Moscatelli: Uma adição de mais de 1 milhão de diárias, representando a continuidade de nosso ganho de market share em relação ao mercado. A base desta evolução é a experiência do cliente. No trimestre, 88% dos clientes foram atendidos em até 10 minutos, refletindo nossa dedicação em garantir um nível de serviço superior para quem escolhe a Movida. Essa melhoria operacional tem impacto direto na percepção de valor e permite elevar tarifas de forma sustentável, como comprovado pela capacidade da Movida em combinar crescimento simultâneo de diárias, ocupação e preço. No GTF, seguimos avançando com foco em rentabilidade e previsibilidade. O yield mensal da carteira total dos contratos vigentes de longo prazo, passou de 3% ao mês para 3.2% ao mês no Q2 de 2026.

Speaker #3: A base desta evolução é a experiência do cliente. No trimestre, 88% dos clientes foram atendidos em até 10 minutos, refletindo nossa dedicação em garantir nível de serviço superior para quem escolhe a Movida.

Speaker #3: Essa melhoria operacional tem impacto direto na percepção de valor e permite elevar tarifas de forma sustentável, como comprovado pela capacidade da Movida em combinar crescimento simultâneo de diárias, ocupação e preço.

Speaker #3: No GTF, seguimos avançando com foco em rentabilidade e previsibilidade. O yield mensal da carteira total dos contratos vigentes de longo prazo passou de 3% ao mês para 3,2% ao mês no 2º trimestre de 2026.

Speaker #3: Já os novos contratos firmados no trimestre apresentam yield de 3,7% ao mês, o que sustenta a trajetória crescente com a convergência gradual dos contratos vigentes para níveis superiores.

Gustavo Moscatelli: Já os novos contratos firmados no trimestre, apresentam yield de 3.7% ao mês, o que sustenta a trajetória crescente com a convergência gradual dos contratos vigentes para níveis superiores. Como resultado, a receita por carro atingiu BRL 3,289, uma expansão de 12% frente ao mesmo trimestre do ano passado. O backlog de receita chegou a BRL 9.8 bilhões, um crescimento de 40% na comparação anual, reforçando a visibilidade dos resultados futuros. Falando agora de seminovos, mantivemos estabilidade e consistência. A margem EBITDA permaneceu em 1.1%, refletindo um giro saudável do ativo e a continuidade da idade média da frota em níveis ideais. Seguimos avançando na estratégia de focar as vendas no varejo, com a expansão da rede de lojas para 124 lojas, ampliando a capilaridade e eficiência operacional.

Speaker #3: Como resultado, a receita por carro atingiu 3.289 reais, uma expansão de 12% frente ao mesmo trimestre do ano passado. O backlog de receita chegou a 9,8 bilhões de reais, crescimento de 40% na comparação anual, reforçando a visibilidade dos resultados futuros.

Speaker #3: Falando agora de seminovos, mantivemos estabilidade e consistência. A margem EBITDA permaneceu em 1,1%, refletindo giro saudável do ativo e a continuidade da idade média da frota em níveis ideais.

Speaker #3: Seguimos avançando na estratégia de focar as vendas no varejo, com a expansão da rede de lojas para 124 lojas ampliando a capilaridade e eficiência operacional.

Speaker #3: O giro de estoque avançou 55% em relação ao ano anterior, refletindo uma menor desmobilização devido à alta demanda do rent-a-car e à assertividade da gestão do estoque com evolução da participação no varejo.

Gustavo Moscatelli: O giro de estoque avançou 55% em relação ao ano anterior, refletindo uma menor desmobilização devido à alta demanda do Rent a Car e assertividade da gestão do estoque, com evolução da participação do varejo. Passando agora para o slide 4, conforme já publicado via fato relevante, apresentamos a superação do guidance de lucro líquido com que nos comprometemos em nossa última divulgação de resultados. Nosso lucro líquido do Q2 foi de BRL 136 milhões, mais que o dobro do lucro do Q2 do ano passado. Uma evolução que foi alcançada mesmo em um ambiente de taxa de juros elevado, reforçando que a evolução dos resultados é baseada em ganhos operacionais e pela qualidade da execução do nosso planejamento estratégico. Seguindo agora para o slide 5, apresentamos mais um trimestre com novos recordes sequenciais na receita líquida, no EBITDA, no EBT e no ROIC da companhia.

Speaker #3: Passando agora para o slide 4, conforme já publicado via fato relevante, apresentamos a superação do guidance de lucro líquido com que nos comprometemos em nossa última divulgação de resultados.

Speaker #3: Nosso lucro líquido do 2º trimestre foi de R$ 136 milhões, mais que o dobro do lucro do 2º tri do ano passado, uma evolução que foi alcançada mesmo em um ambiente de taxa de juros elevada, reforçando que a evolução dos resultados é baseada em ganhos operacionais e na qualidade da execução do nosso planejamento estratégico.

Speaker #3: Seguindo agora para o slide 5, apresentamos mais trimestre com novos recordes sequenciais na receita líquida no EBITDA no EBIT e no ROIC da companhia, a melhora operacional ao longo do ano resultou em uma transformação consistente dos principais indicadores de rentabilidade.

Gustavo Moscatelli: A melhora operacional ao longo do ano resultou em uma transformação consistente dos principais indicadores de rentabilidade. No Q2, alcançamos uma receita líquida de BRL 3.8 bilhões, um EBITDA de BRL 1.7 bilhão, um EBT de BRL 1 bilhão e um lucro líquido de BRL 136 milhões, o maior lucro trimestral dos últimos quatro anos. Como resultado, também da disciplina da alocação de capital, alcançamos um ROIC recorde de 16.7%, um avanço de 4 pontos percentuais em relação ao Q2 do ano passado. Analisando apenas as linhas de locação, vemos evoluções ainda mais expressivas. A frota operacional da Movida avançou 10% em comparação ao mesmo período do ano passado, enquanto a receita líquida de locação cresceu 21%, renovando mais um recorde. No mesmo período, o EBITDA e o EBT de locação aumentaram 23% e 30%, respectivamente, ambos também os maiores já registrados pela companhia.

Speaker #3: No 2o tri, alcançamos uma receita líquida de 3,8 bilhões de reais. EBITDA de 1,7 bilhão, EBIT de 1 bilhão e lucro líquido de 136 milhões de reais, o maior lucro trimestral dos últimos 4 anos.

Speaker #3: Como resultado, também da disciplina da alocação de capital, alcançamos ROIC recorde de 16,7%, um avanço de 4 pontos percentuais em relação ao 2º tri do ano passado.

Speaker #3: Analisando apenas as linhas de locação, vemos evoluções ainda mais expressivas. A frota operacional da Movida avançou 10% em comparação ao mesmo período do ano passado, enquanto a receita líquida de locação cresceu 21%, renovando mais um recorde.

Speaker #3: No mesmo período, o EBITDA e o EBIT de locação aumentaram 23% e 30%, respectivamente, ambos também os maiores já registrados pela companhia. Agora, passando para o slide número 6, mostramos um pouco mais da evolução dos resultados financeiros consolidados.

Gustavo Moscatelli: Agora, passando para o slide número 6, mostramos um pouco mais da evolução dos resultados financeiros consolidados. A receita líquida foi de BRL 3.8 bilhões no Q2, com destaque para a receita de locação, que cresceu 21%. Vale ressaltar novamente que a nossa frota cresceu apenas 10% na comparação anual, demonstrando que continuamos capturando ganhos de preço e produtividade. O EBITDA alcançou BRL 1.7 bilhão no tri, uma expansão de 22% versus o Q2 do ano passado, com margem EBITDA expandindo 1 ponto percentual e alcançando 72.8%. O EBT do Q2 atingiu pela primeira vez a marca de BRL 1 bilhão. Expandindo 29% frente ao mesmo período do ano passado, com expansão de 2.9 pontos percentuais na margem de locação, alcançando 44.4%. Com esses avanços, elevamos o patamar dos nossos resultados, alcançando BRL 136 milhões de lucro no trimestre. Agora, vou seguir para o slide número 7.

Speaker #3: A receita líquida foi de R$ 3,8 bilhões no 2º tri, com destaque para a receita de locação, que cresceu 21%. Vale ressaltar novamente que a nossa frota cresceu apenas 10% na comparação anual, demonstrando que continuamos capturando ganhos de preço e produtividade.

Speaker #3: O EBITDA alcançou R$ 1,7 bilhão no tri, uma expansão de 22% versus o 2º tri do ano passado, com margem EBITDA expandindo 1 ponto percentual e alcançando 72,8%.

Speaker #3: O EBIT do 2º tri atingiu pela primeira vez a marca de R$ 1 bilhão, expandindo 29% frente ao mesmo período do ano passado, com expansão de 2,9 pontos percentuais na margem de locação, alcançando 44,4%.

Speaker #3: Com esses avanços, elevamos o patamar dos nossos resultados, alcançando R$ 136 milhões de lucro no trimestre. Agora, vou seguir para o slide número 7.

Gustavo Moscatelli: Apresentamos a evolução da nossa margem EBITDA das atividades de locação desde 2017, mostrando que chegamos, de maneira sustentável, nos melhores resultados operacionais desde o IPO da companhia. Os resultados apresentados evidenciam a evolução estrutural da rentabilidade da companhia, suportada por iniciativas contínuas de otimização operacional, ganhos de eficiência e maior retorno sobre o capital investido. No RAC, a margem EBITDA atingiu 68.9%, e no GTF, 77.9%. Ambas as margens são recorde e benchmark no setor. Em conjunto, os indicadores demonstram a capacidade da Movida de sustentar elevados patamares de rentabilidade, mesmo em diferentes ciclos de mercado, fortalecendo a geração de caixa e a criação de valor para os acionistas. Passando agora para o slide número 8, apresentamos o resultado do trabalho contínuo e das evoluções implementadas pela companhia, refletido no retorno sobre o capital investido.

Speaker #3: Apresentamos a evolução da nossa margem EBITDA das atividades de locação desde 2017, mostrando que chegamos de maneira sustentável nos melhores resultados operacionais desde o IPO da companhia.

Speaker #3: Os resultados apresentados evidenciam a evolução estrutural da rentabilidade da companhia, suportada por iniciativas contínuas de otimização operacional, ganhos de eficiência e maior retorno sobre o capital investido.

Speaker #3: No RAC, a margem EBITDA atingiu 68,9% e, no GTF, 77,9%. Ambas as margens são recorde e benchmark no setor. Em conjunto, os indicadores demonstram a capacidade da Movida de sustentar elevados patamares de rentabilidade mesmo em diferentes ciclos de mercado, fortalecendo a geração de caixa e a criação de valor para os acionistas.

Speaker #3: Passando agora para o slide número 8, apresentamos o resultado do trabalho contínuo e das evoluções implementadas pela companhia, refletido no retorno sobre o capital investido.

Speaker #3: O ROIC atingiu 16,7% no 2º tri, avanço de 4 pontos percentuais em relação ao 2º tri de 2025, e chegando a nível que supera em 5,7 pontos percentuais o nosso custo da dívida.

Gustavo Moscatelli: O ROIC atingiu 16.7% no Q2, um avanço de 4 pontos percentuais em relação ao Q2 de 2025 e chegando a um nível que supera em 5.7 pontos percentuais o nosso custo da dívida. Do lado operacional, seguimos capturando ganhos de eficiência em toda a operação. Além do EBT ter ultrapassado a marca de BRL 1 bilhão pela primeira vez, a taxa de ocupação total alcançou 78.6%, um avanço de 2.6 pontos percentuais em relação ao ano anterior, evidenciando o uso mais eficiente da frota e a melhor alocação de capital. Passando agora para o slide 9, mostramos a estabilização de nossas taxas de depreciação. No segmento do RAC, o patamar foi mantido em cerca de BRL 7.2 mil por carro por ano, e em GTF, BRL 11 mil por carro por ano. Do lado direito, trazemos a evolução do giro da nossa frota nesse mesmo período.

Speaker #3: Do lado operacional, seguimos capturando ganhos de eficiência em toda a operação, além do EBIT ter ultrapassado a marca de 1 bilhão de reais pela primeira vez, a taxa de ocupação total alcançou 78,6%, avanço de 2,6 pontos percentuais em relação ao ano anterior, evidenciando o uso mais eficiente da frota e a melhor alocação de capital.

Speaker #3: Passando agora para o slide 9, mostramos a estabilização de nossas taxas de depreciação. No segmento do RAC, o patamar foi mantido em cerca de R$ 7,2 mil por carro por ano, e em GTF, R$ 11 mil por carro por ano.

Speaker #3: Do lado direito, trazemos a evolução do giro da nossa frota nesse mesmo período. Até junho de 2026, já havíamos renovado 99% da frota total que possuíamos em dezembro de 2023, com a margem EBITDA estável em cerca de 12%, comprovando nossa consistência e assertividade do valor residual do nosso imobilizado.

Gustavo Moscatelli: Até junho de 2026, já havíamos renovado 99% da frota total que possuíamos em dezembro de 2023, com a margem EBITDA estável em cerca de 1.2%, comprovando nossa consistência e assertividade do valor residual do nosso mobilizado. Vamos agora para o slide número 10, onde trazemos um detalhamento do perfil da nossa frota, com a composição dos veículos que temos em cada faixa de preço e categoria. Separamos a frota em quatro grupos, de forma a dar maior clareza e granularidade nas informações do perfil da nossa frota. O primeiro grupo representa 84% da frota da Movida. São carros do segmento de entrada, com valor residual médio unitário de BRL 73 mil em junho de 2026. Esses carros continuarão a ser depreciados até o momento da desmobilização, quando terão valor residual médio de BRL 66 mil, considerando as taxas de depreciação vigentes.

Speaker #3: Vamos agora para o slide número 10, onde trazemos o detalhamento do perfil da nossa frota, com a composição dos veículos que temos em cada faixa de preços e categoria.

Speaker #3: Separamos a frota em quatro grupos, de forma a dar maior clareza e granularidade nas informações do perfil da nossa frota. O primeiro grupo representa 84% da frota da Movida.

Speaker #3: São carros do segmento de entrada, com valor residual médio unitário de 73 mil reais em junho de 2026. Esses carros continuarão a ser depreciados até o momento da desmobilização, quando terão valor residual médio de 66 mil reais, considerando as taxas de depreciação vigentes.

Speaker #3: Os carros chineses zero-quilômetro disponíveis no mercado dessa categoria possuem valor médio de R$130 mil, o que representa valor cerca de 97% superior aos carros da Movida deste segmento.

Gustavo Moscatelli: Os carros chineses 0 km disponíveis no mercado dessa categoria possuem valor médio de BRL 130 mil, o que representa um valor cerca de 97% superior aos carros da Movida deste segmento. Se observarmos os outros três grupos de carros, temos a mesma dinâmica favorável devido à estratégia assertiva de mix de compra de carros focada em carros de menor ticket médio. Com isso, fica evidente a diferença do mercado endereçável para a venda da nossa frota, confirmando a segurança no valor residual dos nossos carros com as devidas taxas de depreciação. Avançando agora para o slide número 11, apresentamos o novo guidance de lucro líquido para o Q3 de 2026. A projeção reflete, mais uma vez, a consistência das melhorias dos nossos indicadores operacionais e da qualidade do nosso nível de serviço, que vem impulsionando resultados cada vez mais sólidos.

Speaker #3: Se observarmos os outros três grupos de carros, temos a mesma dinâmica favorável devido à estratégia assertiva de mix de compra de carros, focada em carros de menor ticket médio.

Speaker #3: Com isso, fica evidente a diferença do mercado endereçável para a venda da nossa frota, confirmando a segurança no valor residual dos nossos carros, com as devidas taxas de depreciação.

Speaker #3: Avançando agora para o slide número 11, apresentamos o novo guidance de lucro líquido para o 3o trimestre de 2026. A projeção reflete mais uma vez a consistência das melhorias dos nossos indicadores operacionais e da qualidade do nosso nível de serviço, que vem impulsionando resultados cada vez mais sólidos.

Speaker #3: Para o 3º tri, estimamos lucro líquido entre 130 e 150 milhões de reais. Isso mostra a confiança que temos em nossa operação e representa crescimento, considerando o ponto médio do guidance, de 100% em relação ao lucro do 3º tri do ano passado, dobrando ano a ano assim como fizemos no 2º tri.

Gustavo Moscatelli: Para o Q3, estimamos um lucro líquido entre BRL 130 e BRL 150 milhões. Isso mostra a confiança que temos em nossa operação e representa um crescimento, considerando o ponto médio do guidance, de 100% em relação ao lucro do Q3 do ano passado, dobrando ano a ano, assim como fizemos no Q2. Quando olhamos para o resultado esperado dos nove meses de 2026, podemos enxergar um lucro de BRL 400 milhões, superando em 26% o lucro do ano completo de 2025. Agora, passo a palavra para a nossa diretora de RI, Camila.

Speaker #3: Quando olhamos para o resultado esperado dos 9 meses de 2026, podemos enxergar lucro de R$400 milhões, superando em 26% o lucro do ano completo de 2025.

Speaker #3: Agora, passo a palavra para a nossa diretora de RI, Camila.

Camila Francischelli: Obrigada, Moscatelli. Bom dia a todos. Nos próximos slides, damos mais detalhes das linhas de negócio. No slide 13, começando pelo RAC, destacamos o volume de 7.4 milhões de diárias no Q2 de 2026, que avançou 22% frente ao ano passado, com adição de mais de 1.3 milhão de diárias no período. Temos ganhado market share de maneira consistente, o que comprova o reconhecimento dos nossos clientes do nível de serviço superior que entregamos. Isso fica ainda mais evidente quando combinado à elevação de 7% da tarifa do RAC, que atingiu BRL 165 no Q2 de 2026, frente ao ano anterior. A taxa de ocupação operacional foi de 76.2% no Q2, um aumento de 2 pontos percentuais versus o ano passado, enquanto a taxa de ocupação total avançou ainda mais, 5 pontos percentuais, alcançando 66%.

Speaker #2: Obrigada, Moscatelli. Bom dia a todos. Nos próximos slides, damos mais detalhes das linhas de negócio. No slide 13, começando pelo RAC, destacamos o volume de 7,4 milhões de diárias no 2o tri de 2026, que avançou 22% frente ao ano passado, com a adição de mais de 1,3 milhão de diárias no período.

Speaker #2: Temos ganhado market share de maneira consistente, o que comprova o reconhecimento dos nossos clientes do nível de serviço superior que entregamos. Isso fica ainda mais evidente quando combinado à elevação de 7% da tarifa do RAC, que atingiu 165 reais no 2o trimestre de 2026 frente ao ano anterior.

Speaker #2: A taxa de ocupação operacional foi de 76,2% no 2º tri, aumento de 2 pontos percentuais versus o ano passado. Enquanto a taxa de ocupação total avançou ainda mais, 5 pontos percentuais, alcançando 66%.

Camila Francischelli: Este desempenho reforça a disciplina e capacidade da Movida de gerar valor através da melhor utilização do capital investido. No slide 14, apresentamos os demais resultados de RAC. No primeiro gráfico, apresentamos a receita líquida, que totalizou BRL 1.1 billion no Q2 2026, um crescimento de 30.4% frente ao Q2 2025. A frota média operacional cresceu em ritmo inferior, de 19.6% na mesma comparação, chegando a 108,000 carros neste trimestre, reforçando a mensagem de eficiência do slide anterior. Tivemos, portanto, um avanço de 9.1% na receita por carro no trimestre, atingindo uma média de BRL 3,740 por mês, com yield estável em 4.3%. O EBITDA atingiu BRL 758 million no trimestre, crescimento de 30.8% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem EBITDA atingiu o nível recorde de 68.9% no período, um avanço de 0.2 ponto percentual frente ao Q2 2025.

Speaker #2: Este desempenho reforça a disciplina e a capacidade da Movida de gerar valor através da melhor utilização do capital investido. No slide 14, apresentamos os demais resultados de RAC.

Speaker #2: No primeiro gráfico, apresentamos a receita líquida, que totalizou R$ 1,1 bilhão no 2º trimestre de 2026, um crescimento de 30,4% frente ao 2º tri de 2025.

Speaker #2: A frota média operacional cresceu em ritmo inferior, de 19,6% na mesma comparação, chegando a 108 mil carros neste trimestre, reforçando a mensagem de eficiência do slide anterior.

Speaker #2: Tivemos, portanto, avanço de 9,1% na receita por carro no trimestre, atingindo uma média de R$ 3.740 por mês, com yield estável em 4,3%. O EBITDA atingiu R$ 758 milhões no trimestre.

Speaker #2: Crescimento de 30,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem EBITDA atingiu o nível recorde de 68,9% no período, avanço de 0,2 ponto percentual frente ao 2º tri de 2025.

Camila Francischelli: Mesmo frente à sazonalidade do setor, que tende a beneficiar outros trimestres devido à maior demanda de férias escolares. Consequentemente, o EBITDA por carro seguiu a mesma trajetória positiva, chegando à média de BRL 2,322 por mês no tri, alta de 9.4% frente ao ano passado. Passando para o slide 16, mostramos os principais destaques operacionais de gestão e terceirização de frotas. Encerramos o Q2 com uma frota média operacional de mais de 130,000 carros, crescimento de 3.6% em relação ao Q2 2025. O backlog de receita, que contabiliza os valores futuros de contratos operacionais, totalizou BRL 9.8 billion no Q2 2026, uma expansão de mais de 40% frente ao mesmo período do ano anterior, refletindo prazos mais longos dos contratos em backlog e reforçando a previsibilidade da operação.

Speaker #2: Mesmo diante da sazonalidade do setor, que tende a beneficiar outros trimestres devido à maior demanda durante as férias escolares, o EBITDA por carro seguiu a mesma trajetória positiva, chegando à média de R$ 2.322 por mês no trimestre, uma alta de 9,4% em relação ao ano passado.

Speaker #2: Passando para o slide 16, mostramos os principais destaques operacionais de gestão e terceirização de frotas. Encerramos o 2º trimestre com uma frota média operacional de mais de 130 mil carros, crescimento de 3,6% em relação ao 2º tri de 2025.

Speaker #2: O backlog de receita, que contabiliza os valores futuros de contratos operacionais, totalizou R$ 9,8 bilhões no 2º tri de 2026, uma expansão de mais de 40% frente ao mesmo período do ano anterior.

Speaker #2: Refletindo prazos mais longos dos contratos em backlog e reforçando a previsibilidade da operação. O yield médio do 2º tri foi de 3,2% ao mês, e ele segue em uma tendência de crescimento à medida em que a frota é renovada.

Camila Francischelli: O yield médio do Q2 foi de 3.2% ao mês e ele segue em uma tendência de crescimento à medida em que a frota é renovada. O yield dos novos contratos adicionados neste trimestre foi de 3.7% ao mês, mantendo a elevada qualidade da carteira. No slide 17, passamos para os resultados financeiros de GTF. A receita líquida atingiu BRL 1.2 billion no trimestre, um crescimento de 15.5% em relação ao Q2 do ano passado, enquanto a frota média operacional avançou 3.6% no mesmo período. Apresentamos, portanto, um novo recorde na receita mensal por carro, que foi de BRL 3,289 por mês no Q2, alta de 11.5% na comparação anual. O EBITDA do Q2 2026 apresentou um crescimento de 18% frente ao mesmo período do ano passado, chegando a BRL 895 million, representando 53% do EBITDA de aluguel consolidado do período.

Speaker #2: Já o Yield dos novos contratos adicionados neste trimestre foi de 3,7% ao mês, mantendo a elevada qualidade da carteira. No slide 17, passamos para os resultados financeiros de GTF.

Speaker #2: A receita líquida atingiu R$ 1,2 bilhão no trimestre, crescimento de 15,5% em relação ao segundo trimestre do ano passado, enquanto a frota média operacional avançou 3,6% no mesmo período.

Speaker #2: Apresentamos, portanto, novo recorde na receita mensal por carro, que foi de R$ 3.289 por mês no 2º trimestre, alta de 11,5% na comparação anual.

Speaker #2: O EBITDA do 2º trimestre de 2026 apresentou crescimento de 18% frente ao mesmo período do ano passado, chegando a R$ 895 milhões, representando 53% do EBITDA de aluguel consolidado do período.

Camila Francischelli: A margem EBITDA avançou 1.8 ponto percentual no trimestre e atingiu 77.9%, chegando ao seu maior nível histórico este trimestre, assim como em RAC. Consequentemente, o EBITDA por carro também expandiu para uma média de BRL 2,281 por mês, o que representa um aumento de 14.1% frente ao ano passado. A seguir, no slide 19, apresentamos os indicadores de seminovos. A receita líquida no Q2 2026 foi de BRL 1.5 billion, com venda de 19,400 carros. O volume de carros vendidos neste trimestre reflete também a alta demanda do RAC, já que mantivemos parte da frota que seria desmobilizada em operação e com níveis elevados de rentabilidade, como acabamos de mostrar. Este movimento é comprovado no gráfico ao lado, onde mostramos que o giro do estoque de seminovos foi, em média, 55% mais eficiente este trimestre do que havia sido no Q2 2025.

Speaker #2: A margem EBITDA avançou 1,8 ponto percentual no trimestre e atingiu 77,9%, chegando ao seu maior nível histórico neste trimestre, assim como em RAC. Consequentemente, o EBITDA por carro também expandiu, para uma média de R$2.281 por mês, o que representa aumento de 14,1% frente ao ano passado.

Speaker #2: A seguir, no slide 19, apresentamos os indicadores de seminovos. A receita líquida no 2º trimestre de 2026 foi de R$ 1,5 bilhão, com venda de 19,4 mil carros.

Speaker #2: O volume de carros vendidos neste trimestre reflete também a alta demanda do RAC, já que mantivemos parte da frota que seria desmobilizada em operação e com níveis elevados de rentabilidade, como acabamos de mostrar.

Speaker #2: Este movimento é comprovado no gráfico ao lado, onde mostramos que o giro do estoque de seminovos foi, em média, 55% mais eficiente neste trimestre do que havia sido no 2º tri de 2025.

Camila Francischelli: A margem EBITDA foi de 1.1% este trimestre, mostrando a mesma consistência dos últimos oito trimestres, auxiliada também pela maior participação de canais de varejo no ano de 2026. O mercado de seminovos segue estável, com a tabela FIPE do nosso estoque de carros apresentando desvalorização média mensal de 0.3% no Q2 de 2026, comparado a 0.4% no mesmo período do ano anterior. Em julho de 2026, a tendência se manteve a mesma, com desvalorização média mensal em 0.3%. Passo agora a palavra para Daniela, nossa CFO. Daniela.

Speaker #2: A margem EBITDA foi de 1,1% este trimestre, mostrando a mesma consistência dos últimos 8 trimestres. Auxiliada também pela maior participação de canais de varejo no ano de 2026.

Speaker #2: O mercado de seminovos segue estável, com a tabela CIP do nosso estoque de carros apresentando desvalorização média mensal de 0,3% no 2º trimestre de 2026, comparado a 0,4% no mesmo período do ano anterior.

Speaker #2: Em julho de 2026, a tendência se manteve a mesma, com desvalorização média mensal em 0,3%. Passo agora a palavra para a Daniela, nossa CFO.

Speaker #2: Daniela?

Daniela Sabbag Papa: Obrigada, Camila, e bom dia a todos. Começo agora pelo slide 21. As iniciativas de gestão financeira que conduzimos nos últimos trimestres resultaram no cronograma de dívida que apresentamos neste primeiro gráfico. O caixa do Q2 de 2026 foi de BRL 3.4 bilhões. Nossa dívida líquida foi de BRL 17.2 bilhões no Q2, com custo médio de CDI +1.8% ao ano e prazo médio de 3.9 anos. Nas últimas duas semanas, concluímos captações que totalizaram BRL 1.6 bilhão, reforçando a nossa estratégia de gestão de passivos e alongamento do perfil da dívida. Foi realizada a rolagem bilateral de debêntures no montante de BRL 1.140 bilhão, que estendeu os vencimentos de 2028 para 2033, ampliando em três anos o prazo dessa dívida, que originalmente tinha um custo superior. Também concluímos a rolagem bilateral de um empréstimo 4131, no valor de BRL 500 milhões, com prazo de até três anos.

Speaker #3: Obrigada, Camila, e bom dia a todos. Começo agora pelo slide 21. As iniciativas de gestão financeira que conduzimos nos últimos trimestres resultaram no cronograma de dívida que apresentamos neste primeiro gráfico.

Speaker #3: O caixa do 2º trimestre de 2026 foi de R$ 3,4 bilhões. Nossa dívida líquida foi de R$ 17,2 bilhões, no 2º tri, com custo médio de CDI mais 1,8% ao ano e prazo médio de 3,9 anos.

Speaker #3: Nas últimas duas semanas, concluímos captações que totalizaram R$ 1,6 bilhão, reforçando a nossa estratégia de gestão de passivos e alongamento do perfil da dívida. Foi realizada a rolagem bilateral de debêntures no montante de R$ 1,140 bilhão, que estendeu os vencimentos de 2028 para 2033, ampliando em 3 anos o prazo dessa dívida, que originalmente tinha custo superior.

Speaker #3: Também concluímos a rolagem bilateral de empréstimo 4131 no valor de 500 milhões de reais, com prazo de até 3 anos. Essas operações contribuíram para o alongamento do perfil da dívida, mantendo condições financeiras competitivas.

Daniela Sabbag Papa: Essas operações contribuíram para o alongamento do perfil da dívida, mantendo condições financeiras competitivas. Como resultado, observamos um cronograma de amortização ainda mais equilibrado e pulverizado ao longo dos próximos anos, reduzindo as concentrações de vencimentos. Com as operações já concluídas, a companhia endereçou integralmente as necessidades de refinanciamento de 2026 e aproximadamente 65% dos vencimentos de 2027. O saldo remanescente referente a 2027, encontra-se em estágio avançado de negociação, com conclusão prevista nos próximos meses. Seguindo para o slide 22, trazemos nossa alavancagem, índice de cobertura e a dinâmica de pagamento a fornecedores. Ao lado esquerdo do slide, destacamos a redução da nossa alavancagem, medida pela dívida líquida sobre EBITDA, que passou de 2.9 vezes para 2.66 vezes no período. Se anualizarmos os resultados do trimestre, a alavancagem seria de 2.46 vezes.

Speaker #3: Como resultado, observamos um cronograma de amortização ainda mais equilibrado e pulverizado ao longo dos próximos anos, reduzindo as concentrações de vencimentos. Com as operações já concluídas, a companhia endereçou integralmente as necessidades de refinanciamento de 2026 e aproximadamente 65% dos vencimentos de 2027. O saldo remanescente referente a 2027 encontra-se em estágio avançado de negociação, com conclusão prevista para os próximos meses.

Speaker #3: Seguindo para o slide 22, trazemos nossa alavancagem, índice de cobertura e a dinâmica de pagamento a fornecedores. Ao lado esquerdo do slide, destacamos a redução da nossa alavancagem, medida pela dívida líquida sobre EBITDA, que passou de 2,9 vezes para 2,66 vezes no período.

Speaker #3: Se anualizarmos os resultados do trimestre, a alavancagem seria de 2,46 vezes. Do lado direito, mostramos a cobertura do nosso imobilizado líquido em relação à dívida líquida, que aumentou para 1,42 vezes no 2º trimestre de 2026, com mais de R$7 bilhões a mais em valor de carros frente ao valor da dívida.

Daniela Sabbag Papa: Do lado direito, mostramos a cobertura de nosso imobilizado líquido em relação à dívida líquida, que aumentou para 1.42 vezes no Q2 de 2026, com mais de BRL 7 bilhões a mais em valor de carros frente ao valor da dívida. No gráfico abaixo, mostramos o saldo de valores a pagar para montadoras, que foi reduzido em quase BRL 500 milhões neste trimestre para BRL 5 bilhões. Passo agora a palavra novamente ao Gustavo.

Speaker #3: No gráfico abaixo, mostramos o saldo de valores a pagar para montadoras, que foi reduzido em quase 500 milhões de reais neste trimestre, para 5 bilhões de reais.

Speaker #3: Passo agora a palavra novamente ao Gustavo.

Gustavo Moscatelli: Obrigado, Daniela. Seguindo para o último slide da apresentação, destacamos que os resultados recordes que entregamos neste trimestre têm como base sólida a evolução contínua da satisfação dos nossos clientes e da nossa eficiência operacional. Como primeira iniciativa dentro do RAC, seguimos investindo na antecipação das necessidades dos nossos clientes e na gestão de preços. Como por exemplo, o nosso projeto com a Meta, que lançamos no Q2 deste ano. Somos a primeira empresa do setor no mundo a ter um agente na plataforma Meta Business Agents, que irá transformar a experiência de aluguel de carros no mundo. Desenvolvemos um agente de IA que funciona como um verdadeiro atendente da Movida no WhatsApp, oferecendo o máximo de conveniência para nossos clientes. Em GTF, continuamos fortalecendo a qualidade do serviço prestado, com aumento de 9 pontos percentuais no NPS em 2026 versus 2025.

Speaker #1: Obrigado, Daniela. Seguindo para o último slide da apresentação, destacamos que os resultados recordes que entregamos neste trimestre têm como base sólida a evolução contínua da satisfação dos nossos clientes e da nossa eficiência operacional.

Speaker #1: Como primeira iniciativa dentro do RAC, seguimos investindo na antecipação das necessidades dos nossos clientes e na gestão de preços, como, por exemplo, o nosso projeto com a meta que lançamos no segundo trimestre deste ano.

Speaker #1: Somos a primeira empresa do setor no mundo a ter agente na plataforma Meta Business Agent que irá transformar a experiência de aluguel de carros no mundo.

Speaker #1: Desenvolvemos um agente de IA que funciona como um verdadeiro atendente da Movida no WhatsApp, oferecendo o máximo de conveniência para nossos clientes. Em GTF, continuamos fortalecendo a qualidade do serviço prestado, com aumento de 9 pontos percentuais no NPS em 2026 versus 2025.

Speaker #1: Ao mesmo tempo, seguimos observando a expansão do yield da carteira de contratos vigentes, à medida que eles convergem para o yield de 3,7% ao mês dos novos contratos, o que representa uma importante alavanca para a evolução dos resultados futuros.

Gustavo Moscatelli: Ao mesmo tempo, seguimos observando a expansão do yield da carteira de contratos vigentes, à medida que eles convergem para o yield de 3.7% ao mês dos novos contratos, o que representa uma importante alavanca para a evolução dos resultados futuros. Em seminovos, seguimos ampliando nossa capilaridade com a abertura de 12 lojas no H1 deste ano. Essa expansão fortalece nossa estratégia de aumento gradual da participação do varejo nas vendas de veículos, contribuindo para a evolução da rentabilidade da operação e para um processo cada vez mais eficiente na desmobilização da frota. Do lado da eficiência operacional, seguimos avançando na verticalização da manutenção por meio da expansão dos Pit Stops.

Speaker #1: Em seminovos, seguimos ampliando nossa capilaridade com abertura de 12 lojas no 1o semestre deste ano. Essa expansão fortalece nossa estratégia de aumento gradual da participação do varejo nas vendas de veículos, contribuindo para a evolução da rentabilidade da operação e para processo cada vez mais eficiente na desmobilização da frota.

Speaker #1: Do lado da eficiência operacional, seguimos avançando na verticalização da manutenção por meio da expansão dos pit stops. Além de elevar a qualidade do serviço prestado aos nossos clientes, essa iniciativa já vem gerando ganhos relevantes de produtividade, com redução de 25% nos custos de manutenção em comparação aos provedores externos e potencial de adicionar até 1 ponto percentual à margem EBITDA da companhia ao longo do tempo.

Gustavo Moscatelli: Além de elevar a qualidade do serviço prestado aos nossos clientes, essa iniciativa já vem gerando ganhos relevantes de produtividade, com redução de 25% nos custos de manutenção em comparação aos provedores externos e potencial de adicionar até 1 ponto percentual à margem EBITDA da companhia ao longo do tempo. Essas iniciativas têm contribuído para a expansão consistente da nossa base de clientes. Nos últimos 12 meses, adicionamos mais de 730 mil novos clientes no Rent a Car, um crescimento de 16%, alcançando o recorde de 2.7 milhões de inscritos em nosso programa de fidelidade. Esse reconhecimento também se reflete na satisfação dos clientes. Em junho, atingimos um NPS recorde de 88%, reforçando a qualidade do serviço e a assertividade da nossa estratégia.

Speaker #1: Essas iniciativas têm contribuído para a expansão consistente da nossa base de clientes. Nos últimos 12 meses, adicionamos mais de 730 mil novos clientes no Rent a Car, um crescimento de 16%, alcançando o recorde de 2,7 milhões de inscritos em nosso programa de fidelidade.

Speaker #1: Esse reconhecimento também se reflete na satisfação dos clientes. Em junho, atingimos NPS recorde de 88%, reforçando a qualidade do serviço e a assertividade da nossa estratégia.

Speaker #1: Para encerrar, gostaria de reforçar que estamos muito felizes com as entregas até aqui. Mas o que nos deixa mais empolgados é ver as diversas alavancas que ainda temos a conquistar para seguir nessa trajetória de geração de valor.

Gustavo Moscatelli: Para encerrar, gostaria de reforçar que estamos muito felizes com as entregas até aqui, mas o que nos deixa mais empolgados é ver as diversas alavancas que ainda temos a conquistar para seguir nessa trajetória de geração de valor. Agradeço mais uma vez ao nosso time, que trabalha todos os dias com dedicação e inconformismo para elevar nossos níveis de serviço e eficiência operacional. A nossos clientes, acionistas e fornecedores, meu sincero agradecimento pela confiança e parceria de sempre. Agora, podemos abrir a sessão de perguntas e respostas. Obrigado.

Speaker #1: Agradeço mais uma vez ao nosso time, que trabalha todos os dias com dedicação e conformismo para elevar nossos níveis de serviço e eficiência operacional.

Speaker #1: A nossos clientes, acionistas e fornecedores, meu sincero agradecimento pela confiança e parceria de sempre. Agora, podemos abrir a sessão de perguntas e respostas. Obrigado.

Operator 2: Obrigada. A teleconferência agora está aberta para perguntas, inicialmente apenas de analistas e investidores. Portanto, se analistas ou investidores tiverem uma pergunta, por favor, cliquem no botão "Levantar a Mão", na barra inferior de sua tela agora ou a qualquer tempo após esse anúncio. Se em algum momento sua dúvida for respondida antes de chegar a sua vez, pressione a tecla "Abaixar a Mão" para sair da fila de espera. Pedimos que quando fizerem suas perguntas, falem próximos do receptor do aparelho para que todos possam ouvi-los com clareza. Os participantes também podem enviar perguntas por escrito através da plataforma. Basta clicar no botão Q&A, localizado na barra inferior da tela e digitar a sua pergunta. Por favor, aguardem enquanto recebemos as perguntas de analistas e investidores. A primeira pergunta vem de Guilherme Mendes, da JP Morgan.

Speaker #2: Obrigada. A teleconferência agora está aberta para perguntas, inicialmente apenas de analistas e investidores. Portanto, se analistas ou investidores tiverem uma pergunta, por favor, cliquem no botão "Levantar a mão" na barra inferior de sua tela agora ou a qualquer tempo após esse anúncio.

Speaker #2: Se em algum momento sua dúvida for respondida antes de chegar a sua vez, pressione a tecla "Abaixar a mão" para sair da fila de espera.

Speaker #2: Pedimos que, quando fizerem suas perguntas, falem próximos ao receptor do aparelho para que todos possam ouvi-los com clareza. Os participantes também podem enviar perguntas por escrito através da plataforma.

Speaker #2: Basta clicar no botão Q&A, localizado na barra inferior da tela, e digitar a sua pergunta. Por favor, aguardem enquanto recebemos as perguntas de analistas e investidores.

Speaker #2: A primeira pergunta vem de Guilherme Mendes, do JPMorgan.

Guilherme Mendes: Oi, pessoal, obrigado. Bom dia. Bom dia, Mosca, Dani e Camila. Obrigado pelo espaço. O primeiro ponto é um follow-up nesse dado que vocês mostraram sobre a composição da frota e a comparação com os chineses. Olhando para frente, pensando nos novos lançamentos que os chineses estão anunciando, se vocês de alguma maneira estão preocupados com esses lançamentos e se a depreciação hoje, de alguma maneira, já reflete também essa expectativa futura. Um segundo ponto sobre a adição líquida do tri, que foi forte. Só confirmar o entendimento, com base até com o que foi a venda de seminovos no Q2, em função da demanda forte do RAC, se essa adição líquida foi para sustentar uma demanda de férias mais forte e se a gente já deveria começar a ver uma redução de frota no decorrer do terceiro trimestre. Obrigado.

Speaker #4: Oi, pessoal. Obrigado. Bom dia. Bom dia, Mosca, Dani, Camila. Obrigado pelo espaço aqui. O primeiro ponto é um follow-up nesse dado que vocês mostraram sobre a composição da frota e a comparação com os chineses.

Speaker #4: Olhando para frente, pensando nos novos lançamentos que os chineses estão anunciando, se vocês de alguma maneira estão preocupados com esses lançamentos e se a depreciação hoje de alguma maneira já reflete também essa expectativa futura.

Speaker #4: E o segundo ponto sobre a adição líquida do TRI, que foi forte, só queria confirmar o entendimento, inclusive com base no que foi a venda de seminovos.

Speaker #4: No 2Q, em função da demanda forte do RAC, se essa adição líquida foi para sustentar uma demanda de férias mais forte e se a gente já deveria começar a ver uma redução no decorrer de frota, no decorrer do terceiro trimestre.

Speaker #4: Obrigado.

Gustavo Moscatelli: Bom dia, Gui. É o Moscatelli falando. Obrigado pela participação e pelas perguntas. Começando aqui pelo slide número 10, sobre a composição da frota e os novos entrantes chineses, principalmente. A gente decidiu dar uma abertura com bastante granularidade para mostrar, de fato, qual é a nossa percepção de risco e de posicionamento de mix de frota nesse mercado. Você lembra bem, você acompanha bem de perto, a gente fez uma mudança significativa no mix da frota ao longo dos últimos dois anos, muito focada em carros no segmento que a gente chamou de entrada, que são os carros mais populares, que hoje estão no nosso balanço num ticket médio de BRL 73 mil, que é muito diferente dos carros que têm disponíveis hoje no mercado brasileiro, falando dos chineses, como você comentou.

Speaker #5: Bom dia, Gui. É o Moscatelli falando. Obrigado pela participação e pelas perguntas. Começando aqui pelo slide número 10 sobre a composição da frota, e os novos entrantes chineses, principalmente.

Speaker #5: A gente decidiu, ao dar uma abertura com bastante granularidade, para mostrar de fato qual é a nossa percepção de risco e de posicionamento de mix de frota nesse mercado.

Speaker #5: Você lembra bem, você acompanha bem de perto. A gente fez uma mudança significativa no mix da frota ao longo dos últimos dois anos, muito focada em carros no segmento que a gente chamou de entrada, que são os carros mais populares, que hoje estão no nosso balanço num ticket médio de R$ 73 mil, que é muito diferente dos carros que têm disponíveis hoje no mercado brasileiro.

Speaker #5: Falando dos chineses, como você comentou, a gente colocou aqui os preços que têm para mostrar que de fato o mercado endereçável do consumidor é muito diferente e isso na nossa visão não gera nenhuma pressão no valor residual.

Gustavo Moscatelli: Então a gente colocou aqui os preços que tem para mostrar que, de fato, o mercado endereçável do consumidor é muito diferente e isso, na nossa visão, não gera nenhuma pressão no valor residual. Que é o que a gente está vendo nas margens nos últimos trimestres. Olhando para frente, sem sombra de dúvidas, vão chegar novos modelos. Eu acho que os modelos que vão chegar mais no curto prazo estão mais nas categorias premium, ou seja, carros acima de BRL 140 mil, que é o que a gente chama de premium aqui na nossa frota, que representa menos de 4% da nossa frota.

Speaker #5: Que é o que a gente está vendo nas margens nos últimos trimestres. Olhando para frente, sem sombra de dúvidas, vão chegar novos modelos. Eu acho que os modelos que vão chegar mais no curto prazo estão mais nas categorias premium, ou seja, carros acima de R$ 140 mil, que é o que a gente chamou de premium aqui na nossa frota.

Speaker #5: Que representa menos de 4% da nossa frota. Então a gente está bem acompanhando bem de perto esses movimentos com as montadoras. Mas a depreciação que está hoje vigente na frota me dá toda a segurança de que a gente está com a depreciação correta para fazer a venda no final do ciclo do ativo, com a margem próxima de 1%, que é o que a gente está reportando já tem quase dois anos.

Gustavo Moscatelli: Então a gente está acompanhando bem de perto esses movimentos das montadoras, mas a depreciação que está hoje vigente na frota me dá toda a segurança de que a gente está com a depreciação correta para fazer a venda no final do ciclo do ativo, com a margem próxima de 1%, que é o que a gente está reportando já tem quase 2 anos. Acho que tem um outro dado importante, a gente trouxe a quantidade de carros que a gente vendeu nos últimos 2 anos. A gente vendeu toda a frota que a gente tinha em dezembro de 2023, durante 2 anos, sem fazer nenhuma interna.

Speaker #5: Então, acho que tem outro dado importante: a de carros que a gente vendeu nos últimos dois anos. A gente vendeu toda a frota que a gente tinha em dezembro de 2023 durante dois anos, sem fazer nenhum impairment.

Gustavo Moscatelli: Isso acho que mostra o quão granular e o quão assertivo a gente está sendo no mix de compra e na taxa de depreciação que a gente acompanha mensalmente da frota inteira da companhia, é uma das atividades, um dos temas que eu olho mais de perto aqui dentro. Então sim, a taxa de depreciação está considerando esses novos entrantes. A gente fez questão de dar mais cor e mais granularidade, dado que esse é um tema recorrente nos últimos meses aqui no setor. O segundo ponto da adição líquida de frota, você viu um volume surpreendente de diárias. A gente cresceu 22% o volume esse trimestre. Trimestre passado a gente cresceu 18% e no Q4 a gente cresceu também duplo dígito, cerca de 15%. Então, de fato, a companhia vem ganhando market share, se olhar os outros concorrentes, ou sem crescimento ou crescimento muito baixo.

Speaker #5: Isso acho que mostra o quão granular e o quão assertivo a gente está sendo no mix de compra e na taxa de depreciação que a gente acompanha mensalmente da frota inteira da companhia, uma das atividades, uma dos temas que eu olho mais de perto aqui dentro.

Speaker #5: Então, sim, a taxa de depreciação está considerando esses novos entrantes. A gente fez questão de dar mais cor e mais granularidade, dado que esse é tema recorrente nos últimos meses aqui no setor.

Speaker #5: O segundo ponto da adição líquida de frota, acho que você viu volume, acho que surpreendente de diárias. A gente cresceu 22% o volume esse trimestre, no trimestre passado a gente cresceu 18% e no quarto tri a gente cresceu também duplo dígito.

Speaker #5: Cerca de 15%. Então, de fato, a companhia vem ganhando market share se olhar os outros concorrentes ou sem crescimento ou crescimento muito baixo. Então, de fato, a gente vem ganhando market share e isso tem como consequência a gente replanejar a nossa frota.

Gustavo Moscatelli: Então, de fato, a gente vem ganhando market share e isso tem como consequência a gente replanejar a nossa frota. E em julho, como você comentou, tem uma alta sazonalidade. Então além da gente ter esse crescimento já realizado no segundo trimestre, a gente decidiu adicionar 18 mil carros na frota para passar o mês de julho, mas no final de julho a gente já fez uma desmobilização grande. Tanto é que a venda de julho foi bem superior do que a média mensal do segundo tri, dado essa desmobilização e essa aceleração na venda que a gente já viu em julho e estamos vendo no começo de agosto. Então é uma estratégia, sim, de atender esses clientes que estão vindo para Movida. E por isso desse volume crescente de diárias. A gente está ganhando muito market share.

Speaker #5: E em julho, como você comentou, tem uma alta sazonalidade. Então, além de a gente ter esse crescimento já realizado no segundo trimestre, a gente decidiu adicionar 18 mil carros na frota para passar o mês de julho, mas no final de julho a gente já fez uma desmobilização grande. Tanto é que a venda de julho foi bem superior ao que a média mensal do segundo tri, dado essa desmobilização e essa aceleração na venda que a gente já viu em julho e estamos vendo no começo de agosto.

Speaker #5: Então, é uma estratégia sim de atender esses clientes que estão vindo para a Movida, e por isso desse volume crescente de diárias. A gente está ganhando muito market share.

Gustavo Moscatelli: Então, naturalmente, a reprogramação da frota para você ter a melhor utilização do capital investido, onde você consegue extrair mais valor, é o que a gente tem feito todo trimestre. Acho que seria até irresponsável da nossa parte, fazer a desmobilização maior do que a gente tem de demanda no aluguel. A alocação do capital investido acho que está sendo feita da melhor forma e por isso que você está vendo os resultados e o retorno da companhia crescente todo trimestre.

Speaker #5: Então, naturalmente, a reprogramação da frota para você ter a melhor utilização do capital investido onde você consegue extrair mais valor é o que a gente tem feito todo trimestre.

Speaker #5: Então, eu acho que seria até irresponsável da nossa parte fazer a desmobilização maior do que a gente tem de demanda no aluguel. Então, a alocação do capital investido, eu acho que está sendo feita da melhor forma, e por isso que você está vendo esses resultados e o retorno da companhia crescente todo trimestre.

[Analyst]: Obrigado.

Speaker #5: Obrigado, Gui.

Guilherme Mendes: Legal, Mosca, ficou bastante claro. Obrigado, bom dia.

Speaker #4: Legal, Moscat, ficou bastante claro. Obrigado, bom dia.

Operator 2: A próxima pergunta vem de Lucas Barbosa, do Santander.

Speaker #2: A próxima pergunta vem de Lucas Barbosa, do

Lucas Barbosa: Bom dia, Moscatelli, Dani, Camila, parabéns pelos resultados, obrigado pela oportunidade. A minha pergunta é sobre a idade média do RAC. Ela subiu ao longo dos últimos tris, mesmo com a expansão de frota do RAC desse tri. A minha pergunta é: em que idade média vocês imaginam que deve estabilizar a frota do RAC e se esse aumento de idade média pode ter algum efeito nos custos de manutenção e disponibilidade/utilização de frota nos próximos tris? Muito obrigado.

Speaker #4: Bom dia, Moscatelli, Dani, Camila. Parabéns pelos resultados. Obrigado pela oportunidade. A minha pergunta é sobre a idade média do RAC. Ela subiu ao longo dos últimos três, mesmo com a expansão de frota do RAC desse tri.

Speaker #4: A minha pergunta é: em que idade média vocês imaginam que deve se estabilizar a frota do RAC e se esse aumento de idade média pode ter algum efeito nos custos de manutenção e disponibilidade/utilização de frota nos próximos três?

Speaker #4: Muito obrigado.

Gustavo Moscatelli: Oi, Lucas. Obrigado pela pergunta. A idade média da frota do RAC foi em 12 meses e meio, ou quase mês entre o por conta dessa estratégia que eu comentei de segurar um pouco as Movida demandada, demanda forte na locação do RAC. Uma idade média ótima que a gente persegue aqui é entre 10.5 e 12. A gente passou agora no segundo tri, mas julho já voltou pra baixo de 12. Então você vai ver a gente navegando entre que é uma frota com idade média ótima, que você consegue ter um bom custo de manutenção e o ativo ficar saudável, dado o tamanho da companhia que a gente tem.

Speaker #5: Oi, Lucas. Aqui, obrigado pela. A frota do RAC foi em 12 meses e meio, quase um mês a mais, por conta dessa estratégia que eu comentei de segurar um pouco a desmobilização, dada a demanda forte na locação do RAC.

Speaker #5: A nossa idade média ótima que a gente persegue aqui é entre 10 e meio e 12. A gente passou agora no segundo tri, mas julho já voltou para baixo de 12.

Speaker #5: Então, você vai ver a gente navegando entre a frota com idade média ótima, que você consegue ter bom custo de manutenção, e o uso do ativo fica saudável, dado o tamanho da companhia que a gente tem.

Gustavo Moscatelli: A gente não vê nenhuma pressão em custos, pelo contrário, você viu ganho de margem, não vindo só pelo top line da receita, mas também por uma gestão de custos, com uma economia, principalmente no custo de manutenção, muito forte, dado as iniciativas que a gente comentou aqui na apresentação. A gente não vê isso pressionando. Obviamente, a gente olha e balanceia para tentar achar o ponto ótimo. E, por enquanto, estou bem confortável com esses 12 meses que a gente tem de idade na frota do RAC.

Speaker #5: Então, a gente não vê nenhuma pressão em custos. Pelo contrário, você viu aí ganho de margem não vindo só pelo top line da receita, mas também por uma gestão de custos.

Speaker #5: Com uma economia, principalmente no custo de manutenção, muito forte, dado as iniciativas que a gente comentou aqui na apresentação. Então, a gente não vê isso pressionando.

Speaker #5: Obviamente, a gente olha e balanceia para tentar achar o ponto ótimo e, por enquanto, estou bem confortável com esses 12 meses que a gente tem de idade na frota do RAC.

Lucas Barbosa: Perfeito, Mosca. Super obrigado e bom dia.

Speaker #4: Perfeito, Moscat. Super obrigado e bom dia.

Operator 2: A próxima pergunta vem de Filipe Nielsen, do Citi.

Speaker #2: A próxima pergunta vem de Felipe Nilsen, do Citi.

Filipe Nielsen: Oi, pessoal. Bom dia, obrigado pelo espaço, parabéns pelos resultados. Eu tenho um ponto aqui sobre a questão de aluguel e demanda. Queria entender um pouco como vocês estão fazendo esse equilíbrio de utilização, precificação e volumetria, dado que vocês já expandiram bastante a utilização. Este trimestre a gente viu bastante expansão nesse fator. A precificação continua indo bem, mas a gente está num ambiente macro que ainda causa uma certa cautela. Então queria entender, principalmente dado que vocês estão expandindo também para essa alta sazonalidade, como que vocês estão vendo elasticidade de preço e se essa utilização deve estabilizar um pouco mais ao longo dos próximos trimestres ou se vocês veem mais espaço para crescer ela. Obrigado.

Speaker #6: Oi, pessoal. Bom dia. Obrigado pelo espaço. Parabéns aí pelos resultados. Eu tenho ponto aqui sobre mais a questão de aluguel e demanda, queria entender pouco como vocês estão fazendo esse equilíbrio de utilização/precificação e volumetria dado que vocês já expandiram bastante a e a gente viu bastante expansão nesse fator.

Speaker #6: A precificação, ela continua indo bem, mas a gente está num ambiente macro que ainda causa uma certa cautela. Então, queria entender principalmente dado que vocês estão expandindo também para essa alta sazonalidade, como que vocês estão vendo ela se dar de preço e se essa utilização deve estabilizar pouco mais ao longo dos próximos espaço para crescer ela.

Speaker #6: Obrigado.

Gustavo Moscatelli: Oi, Filipe, bom dia. Moscatelli aqui. Obrigado pela participação e pelas perguntas. Sem sombra de dúvidas, o ganho de market share através do volume de diárias, muito superior aos demais players do mercado, é algo que de fato chama a atenção. Mas pra gente, acho que isso é sempre o objetivo e sempre foi: aumentar a base de clientes com rentabilidade. Esses dois pontos que você trouxe são fundamentais. A gente não cresceu comprando mercado, pelo contrário, como você comentou, a gente cresceu 22% o volume de diárias, crescendo a tarifa acima da média do mercado também, com 7%. A taxa de ocupação, tri contra tri, cresceu 2.1 pontos percentuais. Mas ela ainda está em 76.2%. Por que eu gostaria de enfatizar aqui? Essa taxa de ocupação, na minha cabeça, deveria sim ter um upside aqui de 3 a 4 pontos percentuais.

Speaker #5: Oi, Felipe, bom dia. Moscatelli aqui, obrigado pela participação e pelas perguntas. Sem sombra de dúvidas, o ganho de market share através aqui do volume de diárias é muito superior aos demais players do mercado.

Speaker #5: É algo que de fato chama atenção, mas para a gente, acho que esse é sempre o objetivo e sempre foi: aumentar a base de clientes com rentabilidade.

Speaker #5: E esses dois pontos que você trouxe são fundamentais. A gente não cresceu comprando mercado, pelo contrário, como você comentou, a gente cresceu 22% no volume de diárias, crescendo a tarifa acima da média do mercado também, com 7%, e a taxa de ocupação tri contra tri cresceu 2,1 pontos percentuais.

Speaker #5: Mas ela ainda está em 76,2%. Por que eu gostaria de enfatizar aqui? Essa taxa de ocupação, na minha cabeça, ela deveria sim ter upside aqui de 3 a 4 pontos percentuais.

Gustavo Moscatelli: Ou seja, com a mesma frota que a gente tem hoje, sem precisar aumentar volume de frota, a gente deveria ser capaz de gerar muito mais receita por carro e aumentar muito mais a rentabilidade com esse capital investido que a gente tem disponível no balanço da companhia. Então tem muito upside, na minha visão, com esta frota que a gente tem, sem precisar entrar nessa questão de aumentar a quantidade de frota. Sem sombra de dúvidas, a análise do ponto de vista de risco é algo que a gente faz com toda a parcimônia possível. O ambiente macro a gente sabe que ainda está com uma taxa de juros elevada, com muita volatilidade. Então a gente não pretende aumentar o risco na companhia e não é isso que a gente está fazendo.

Speaker #5: Ou seja, com a mesma frota que a gente tem hoje, então, sem precisar aumentar o volume de frota, a gente deveria ser capaz de gerar muito mais receita por carro e aumentar muito mais a rentabilidade com esse capital investido que a gente tem disponível no balanço da companhia.

Speaker #5: Então, tem muito upside, na minha visão, com essa frota que a gente tem, sem precisar entrar nessa questão de aumentar a quantidade de frota.

Speaker #5: E, sem sombra de dúvidas, a análise do ponto de vista de risco é algo que a gente faz com toda a parcimônia possível. O ambiente macro, a gente sabe que ainda está com uma taxa de juros elevada, com muita volatilidade.

Speaker #5: Então, a gente não pretende aumentar o risco na companhia e não é isso que a gente está fazendo. Pelo contrário, a alavancagem está super estabilizada no melhor nível que vocês já viram que a companhia já entregou acho que desde o IPO, então a gente está operando com a menor alavancagem e com índices de operacionais muito superiores também ao que a gente já apresentou.

Gustavo Moscatelli: Pelo contrário, a alavancagem está superestabilizada, no melhor nível que vocês já viram, que a companhia já entregou, acho que desde o IPO. A gente está operando com a menor alavancagem e com índices operacionais muito superiores também ao que a gente já apresentou. Então a operação está muito saudável. Toda essa alavancagem que a gente fez foi através do operacional da companhia. Isso mostra que, de fato, a estratégia está correta. O ROIC, você viu batendo 16.7%. Está gerando muito valor e, consequentemente, a gestão de risco da companhia fica muito mitigada com esses resultados. A gente olha, sim, o ambiente macro, sem sombra de dúvidas. A gente está bastante cauteloso. A gente não pretende ter uma frota média no ano maior do que a do ano passado, que foi o que a gente falou no começo do ano.

Speaker #5: Então, a operação está muito saudável. Toda a desalavancagem que a gente fez foi através do operacional da companhia, então isso mostra que, de fato, a estratégia está correta.

Speaker #5: O ROIC que você viu batendo 16,7%, então está gerando muito valor e, consequentemente, a gestão de risco da companhia fica muito mitigada com esses resultados.

Speaker #5: Então, a gente olha, sim, o ambiente macro, sem sombra de dúvidas. A gente está bastante cauteloso, a gente não pretende ter uma frota média no ano maior do que a do ano passado, que é o que a gente falou no começo do ano.

Gustavo Moscatelli: Agora, as sazonalidades a gente precisa operar pra aproveitar esses momentos. Julho é um momento excepcional e foi um resultado maravilhoso no mês de julho. Tanto é que a gente antecipou um pouco aqui e soltou um guidance pro Q3. Você vai ter esses ups and downs na frota por conta desses períodos sazonais.

Speaker #5: Agora, a sazonalidade, a gente precisa operar para aproveitar esses momentos. E julho é momento excepcional e foi resultado maravilhoso no mês de julho, tanto é que a gente antecipou pouco aqui e soltou guidance para o terceiro tri.

Speaker #5: E você vai ter esses ups and downs na frota por conta dessas desses períodos sazonais.

Filipe Nielsen: Perfeito, ficou bem claro. Obrigado.

Speaker #6: Perfeito, ficou bem claro. Obrigado.

Camila Francischelli: A próxima pergunta vem de Jens Spiess, do Morgan Stanley.

Speaker #2: A próxima pergunta vem de James Spice, do Morgan Stanley.

Jens Spiess: Hello. Sorry, I was muted. Just have a question on the mix going forward. Do you plan to have a similar mix as you currently have in terms of entry level versus premium SUVs and so on? Just to get a sense of how your fleet might evolve over time. Thank you.

Speaker #4: Hello, sorry—I was muted. Yeah, just have a question on the mix going forward. Do you plan to have a similar mix as you currently have in terms of entry-level versus premium SUVs, and so on?

Speaker #4: Just to get a sense of how your fleet might evolve over time. Thanks.

Camila Francischelli: Oi, pessoal, só traduzindo aqui. Ele fez uma pergunta sobre o nosso mix para frente, o mix da nossa frota. Se a gente espera ter o mesmo mix entre carros de entrada, premium e SUV que a gente tem atualmente na frota. Agora vou passar para o Moscatelli responder.

Speaker #1: Oi, pessoal. Só traduzindo aqui, ele fez uma pergunta sobre o nosso mix, para frente, o mix da nossa frota. Se a gente espera ter o mesmo mix entre carros de entrada, premium e SUV, que a gente tem atualmente na frota.

Speaker #1: Agora vou passar para o Moscatel responder.

Gustavo Moscatelli: Hi, Jens. Here is Gustavo. Thank you for your question. I will speak in Portuguese, but you have a real-time translation, okay? Bom, com relação ao mix da frota, acho que ficou bem claro que o nosso posicionamento estratégico dos últimos 2 anos colocou a gente num posicionamento diferenciado no mercado hoje, com 84% da frota, Jens, com preço médio no nosso balanço de BRL 73 mil. Isso traz bastante segurança, não só pra nós, obviamente, que estamos aqui todos os dias vendo isso, mas pra vocês do mercado, que mostra um preço muito diferente dos novos entrantes, ou seja, sem nenhuma pressão no nosso valor residual pra qualquer eventual ajuste.

Speaker #5: Hi, James. This is Gustavo. Thank you for the question. I always speak in Portuguese, but you have real-time translation, okay? Bom, com relação ao mix da frota, acho que ficou bem claro que o nosso posicionamento estratégico dos últimos dois anos colocou a gente, acho que, num posicionamento diferenciado no mercado hoje, com 84% da frota, James, com preço médio no nosso balanço de R$73,000.

Speaker #5: Isso acho que traz bastante segurança não só para nós, obviamente, que estamos aqui todos os dias vendo isso, mas para vocês do mercado, que mostra preço muito diferente dos novos entrantes.

Speaker #5: Ou seja, sem nenhuma pressão no nosso valor residual, para qualquer eventual ajuste. A nossa estratégia daqui para frente é continuar sim com pelo menos 84% da frota com esse mix de carros de mais entrada, porque a gente entende que neste mix a gente tem uma exposição muito menor a qualquer volatilidade de novos entrantes.

Gustavo Moscatelli: A nossa estratégia daqui pra frente é continuar assim, com pelo menos 84% da frota com esse mix de carros de mais entrada, porque a gente entende que neste mix a gente tem uma exposição muito menor a qualquer volatilidade de novos entrantes. Não só pelo ticket médio, mas pelos modelos e a característica que é usado esses carros. Depois, o mercado endereçável na venda do carro, que são clientes que compram carros de BRL 66 mil. Então está muito longe de tudo que tem disponível no mercado hoje. Os preços mais baratos são por volta de BRL 120 a BRL 130 mil. Então nosso posicionamento é esse e vai continuar sendo, talvez até com uma priorização ainda maior no segmento de entrada dos carros que a gente comentou aqui.

Speaker #5: Não só pelo ticket médio, mas pelos modelos e a característica de como são usados esses carros. E depois, o mercado endereçável na venda do carro, que são clientes que compram carros de R$ 66.000.

Speaker #5: Então, está muito longe de tudo que tem disponível no mercado hoje. Os preços mais baratos são por volta de R$120 a R$130 mil.

Speaker #5: Então, o nosso posicionamento é esse e vai continuar sendo. Talvez até com uma priorização ainda maior no segmento de entrada dos carros que a gente comentou aqui.

Jens Spiess: Okay, perfect. Thank you.

Speaker #4: Okay, perfect. Thank you.

Camila Francischelli: A próxima pergunta vem de Gabriel Rezende, do Itaú BBA.

Speaker #2: A próxima pergunta vem de Gabriel Rezende, do Itaú BBA.

Gabriel Rezende: Oi, Moscatelli, Dani, Camila, obrigado pelo espaço aqui. Eu queria só fazer um follow-up aqui na discussão de frota, Moscatelli. Só para confirmar que a questão do use of proceeds que a companhia teve do BNDES nesse trimestre, parece então que foi direcionado para compra de carros. Só entender como que a companhia enxerga o processo de alavancagem para os próximos trimestres, dado que o aporte já aconteceu e como que isso deveria impactar eventualmente o financeiro da companhia. Um segundo ponto, só também explorando aqui as premissas por trás do guidance aqui para o Q3, o seu comentário de que a frota não deveria crescer na dinâmica ano contra ano, quando a gente pensa no ano fechado, implica aqui em uma aceleração de vendas nos próximos trimestres, Moscatelli?

Speaker #5: Se ela for.

Speaker #4: Oi, Moscatelli, Dani, Camila. Obrigado pelo espaço aqui. Eu queria só fazer um follow-up na discussão de frota, Moscatelli. Só para confirmar se a questão do use of proceeds que a companhia teve ali do BNDES nesse trimestre parece, então, que foi direcionada para compra de carros. Só queria entender como a companhia enxerga o processo de alavancagem nos próximos trimestres.

Speaker #4: Dado que o aporte já aconteceu e como que isso deveria impactar eventualmente o financeiro da companhia. E aí, segundo ponto, só também explorando aqui as premissas por trás do guidance aqui para o terceiro trimestre, o seu comentário de que a frota não deveria crescer na dinâmica ano contra ano, quando a gente pensa no ano fechado.

Speaker #4: Implica aqui uma aceleração de vendas nos próximos trimestres, Moscatelli, pensando aqui dentro da dinâmica de compra de carros, quanto, eventualmente, manutenção ali dos 10, 12 meses de idade ótima da frota.

Gabriel Rezende: Pensando aqui tanto numa dinâmica de compra de carros quanto eventualmente uma retenção ali dos 10, 12 meses de idade ótima da frota. Obrigado.

Speaker #4: Obrigado.

Gustavo Moscatelli: Oi, Gabriel, bom dia. Moscatelli aqui. Obrigado pela participação e pelas perguntas. Com relação à use of proceeds do aumento de capital, a gente fez o aumento de capital para reforçar a estrutura de capital da companhia e manter a alavancagem em patamares saudáveis. Como você está vendo, eu já comentei, 2.6x é a menor alavancagem que a gente já teve desde o IPO da companhia. Então ele foi utilizado para pagar dívidas de curto prazo, foi utilizado também para pagar fornecedores. De forma geral, para reforçar a estrutura de capital da companhia. A gente vê a alavancagem com uma tendência decrescente até o final do ano. Se você acompanhou provavelmente o detalhe da divulgação, você viu uma concentração de pagamento de fornecedores no Q2, o que usualmente é no Q1.

Speaker #5: Melhorar pouco de. Oi, Gabriel. Bom dia, Moscateli aqui. Obrigado pela participação e pelas perguntas. Com relação a use of proceeds, do homem de capital, a gente fez homem de capital para reforçar a estrutura de capital da companhia e manter a alavancagem em patamares saudáveis como você está vendo aí, eu já comentei, 2,6%, 2,6 vezes.

Speaker #5: É a menor alavancagem que a gente já teve desde o IPO da companhia. Então, ele foi utilizado para pagar dívidas de curto prazo e foi utilizado também para pagar fornecedores.

Speaker #5: Então, de forma geral, para reforçar a estrutura de capital da companhia. A gente vê alavancagem como a tendência decrescente até o final do ano.

Speaker #5: Se você acompanhou, provavelmente, o detalhe da divulgação, você viu uma concentração de pagamento de fornecedores no segundo trimestre, o que usualmente é no primeiro tri.

Gustavo Moscatelli: Mas como a gente teve um alongamento maior da linha de fornecedores nas últimas negociações, o prazo ficou mais longo, as compras do final do ano passado, ao invés da gente pagar no Q1, a gente pagou a maioria delas no Q2. Por isso que você não viu a alavancagem caindo no Q2. Mas a gente vê, isso você não tem daqui para frente, então a gente vê a alavancagem, sim, com tendência de queda até o final do ano. Que é uma das nossas prioridades estratégicas aqui: a alavancagem da companhia. Embora, como já comentei, ela está no menor patamar histórico. O segundo ponto, com relação à idade média da frota e aceleração de vendas, sem sombra de dúvidas, a gente vê o maior volume de vendas, eu já comentei até, julho foi maior do que a média mensal do Q2.

Speaker #5: Mas, como a gente teve um alongamento maior da linha de fornecedores nas últimas negociações, o prazo ficou mais longo. As compras do final do ano passado, ao invés de a gente pagar no primeiro tri, a gente pagou a maioria delas no segundo tri.

Speaker #5: Por isso que você não viu a alavancagem caindo no segundo tri. Mas a gente vê isso, você não tem isso daqui para frente, então a gente vê alavancagem sim com tendência de queda até o final do ano.

Speaker #5: Que é uma das nossas prioridades estratégicas aqui, a alavancagem da companhia. Embora, como já comentei, ela esteja no menor patamar histórico.

Speaker #5: O segundo ponto, com relação à idade média da frota e aceleração de vendas, sem sombra de dúvida, a gente vê o maior volume de vendas.

Speaker #5: Eu já comentei, até julho foi maior do que a média mensal do segundo tri. A gente vê volume de vendas maior e a gente tem algumas desmobilizações também mais concentradas no segundo semestre do segmento de ETFs.

Gustavo Moscatelli: A gente vê um volume de vendas maior. A gente tem algumas desmobilizações também mais concentradas no segundo semestre do segmento de GTF. A gente deve ter, sim, um volume maior. Não posso falar muito em números aqui por conta de guidances e formalidades, mas como eu já comentei, reforço, julho já foi um mês maior do que a média do Q2 e dado o fim da sazonalidade de julho, a gente acelerou já a desmobilização, então isso vai ter mais carros também disponíveis, isso vai trazer um volume maior de vendas, o que é natural, como eu já comentei, essas acelerações pós altas sazonalidades.

Speaker #5: Então, a gente deve ter sim volume maior, não posso falar muito em números aqui porque por conta de guidance e formalidades, mas como eu já comentei, reforço, julho já foi mês maior do que a média do segundo tri e dado o fim da sazonalidade de julho, a gente acelerou já a desmobilização.

Speaker #5: Então, você vai ter mais carros também disponíveis, e isso vai trazer um volume maior de vendas, o que é natural. Assim como eu já comentei, essas acelerações pós-alta sazonalidade.

Gabriel Rezende: Tá claro. Obrigado, Moscatelli.

Speaker #4: Está claro. Obrigado, Moscateli.

Operator 2: A próxima pergunta vem de André Ferreira, do Bradesco BBI.

Speaker #2: A próxima pergunta vem de André Ferreira, do Bradesco BBI.

André Ferreira: Oi, bom dia, Moscatelli, Dani, Camila, time. Obrigado pelos passos, parabéns pelo resultado. Eu queria cobrir com vocês alguns pontos que a gente viu em custos e despesas. Primeiro, a gente viu o custo de manutenção por carro melhorando sim ano contra ano. E eu queria entender ao que vocês mais atribuem. O quanto é só um menor preparo de seminovos e o quanto é manutenção de frota por iniciativas como, por exemplo, Pit Stop. O outro ponto de custos, queria entender o SG&A, mais ou menos 1 ponto a mais da receita de seminovos tri contra tri, mas também teve a contrapartida na margem bruta melhorando mais ou menos o mesmo ponto. Então queria entender o que vocês atribuem a essa representatividade maior do SG&A. E um segundo ponto não relacionado aqui, a tarifa do GTF segue muito forte. Acho que 12% ano contra ano.

Speaker #4: Oi, bom dia, Moscateli. Dani, Camila, time, obrigado pelo espaço. Parabéns pelo resultado. Eu queria cobrir com vocês alguns pontos que a gente viu em custos e despesas.

Speaker #4: Primeiro, a gente viu o custo de manutenção por carro melhorando single digit ali ano contra ano. E eu queria entender a que vocês mais atribuem isso.

Speaker #4: Então, o quanto é só menor preparo de seminovos e o quanto é manutenção de frota por iniciativas como, por exemplo, pit stop. O outro ponto de custos, queria entender o S&A mais ou menos 1, a mais da receita de seminovos tri contra tri.

Speaker #4: Mas também teve a contrapartida na margem bruta melhorando mais ou menos o mesmo ponto. Então, eu queria entender a que vocês atribuem essa representatividade maior do S&A.

Speaker #4: E o segundo ponto não relacionado aqui é a tarifa dos ETFs, que segue muito forte. Acho que 12% ali ano contra ano. Eu queria entender o que vocês entendem que deveria ser o nível para o terceiro e quarto tri.

André Ferreira: Eu queria entender o que vocês entendem que deveria ser o nível para Q3 e Q4. Obrigado.

Speaker #4: Obrigado.

Gustavo Moscatelli: Oi, André. Moscatelli, bom dia. Obrigado pela participação e pelas perguntas. Com relação ao custo de manutenção, eu comentei um pouco aqui na apresentação e vou reforçar. Além do preço, que a gente tem falado muito, e da ocupação, a questão da manutenção é uma prioridade estratégica nossa e a gente está muito focado em achar quais são as metodologias para fazer o custo de manutenção dos nossos carros de uma forma mais eficiente possível. A mais eficiente, além do custo, é a disponibilidade do carro. Você comentou uma iniciativa que tem trazido uns resultados num curto prazo e de uma forma muito acelerada, que são os Pit Stop. A gente também abriu alguns centros de preparação, que são responsáveis por fazer a preparação dos carros para desmobilizar o carro para os seminovos. A gente está com uma iniciativa de comprar peças direto da indústria.

Speaker #5: Oi, André, Moscateli, bom dia. Obrigado pela participação e pelas perguntas. Com relação ao custo de manutenção, eu comentei pouco aqui na apresentação e vou reforçar.

Speaker #5: A gente, além do preço, que a gente tem falado muito, da ocupação, a questão da manutenção é uma prioridade estratégica nossa, e a gente está muito focado em achar quais são as metodologias para fazer o custo de manutenção dos nossos carros de uma forma mais eficiente possível.

Speaker #5: E a mais eficiente, além do custo, é a disponibilidade do carro. Então, você comentou uma iniciativa que tem trazido uns resultados de curto prazo e de uma forma muito acelerada, que são os pit stops.

Speaker #5: A gente também abriu alguns centros de preparação que são responsáveis por fazer a preparação dos carros para desmobilizar o carro para o seminovos. A gente está com uma iniciativa de comprar peças direto da indústria.

Speaker #5: Então, assim, tem muita coisa que está começando a transparecer no resultado, que é o que chamou a atenção. O que eu posso te falar é que tem muito mais para absorver.

Gustavo Moscatelli: Tem muita coisa que está começando a transparecer no resultado, que é o que chamou a atenção. O que eu posso falar é que tem muito mais para absorver. Eu tenho certeza, por tudo que está em andamento, que esse número ainda vai cair de uma forma significativa nos próximos trimestres. Acho que esse é o começo de uma jornada aqui, de um foco muito grande em custo de manutenção, que passa por verticalização, como comentei, compra de peças, e um trabalho muito forte em disponibilidade da frota. O segundo ponto do SG&A de seminovos, isso daqui é bem objetivo. A gente abriu quase 15 lojas no semestre, muitas delas concentradas no Q2. A gente teve um gasto quase que não recorrente na abertura dessas lojas, que ainda estão num processo de amadurecimento para ter as vendas compatíveis com a despesa.

Speaker #5: Eu tenho certeza, por tudo que está em andamento, que esse número ainda vai cair de uma forma significativa nos próximos trimestres. Então, acho que esse é o começo de uma jornada aqui de foco muito grande em custo de manutenção, que passa por verticalização, como eu comentei, compra de peças, e trabalho muito forte em disponibilidade da frota.

Speaker #5: O segundo ponto do SGN de seminovos, isso daqui é bem objetivo. A gente abriu quase 15 lojas no semestre, e muitas delas concentradas no segundo tri.

Speaker #5: Então, a gente teve gasto quase que não recorrente na abertura dessas lojas, que ainda estão num processo de amadurecimento. Para ter as vendas compatíveis com a despesa.

Speaker #5: Então, isso naturalmente vai voltar em um ou dois trimestres para os primeiros patamares que você estava vendo antes, a questão de diluição de despesa, dado o volume que vai vir dessas lojas novas.

Gustavo Moscatelli: Isso naturalmente vai voltar em um ou dois trimestres para os mesmos patamares que você estava vendo antes, a questão de diluição de despesa, dado o volume que vai vir dessas lojas novas. Por último, do GTF, a tarifa cresceu e vai crescer ainda mais. Você viu o volume de contrato assinado no Q2 e o yield desses contratos é muito superior ao da carteira. Isso vai fazer com que a rentabilidade do negócio e o ticket médio, como você comentou, aumente na mesma proporção à medida que a gente vai desmobilizando esses contratos mais antigos com ticket médio menor e colocando esses contratos com uma rentabilidade muito maior, como você conseguiu na apresentação. Acho que vale também reforçar que a gente está aumentando o yield do GTF, que são contratos de longo prazo, ao mesmo tempo que a taxa de juros está caindo.

Speaker #5: E, por último, do GTF, a tarifa cresceu e vai crescer ainda mais. Você viu o volume de contratos assinados no segundo trimestre e o yield desses contratos é muito superior ao da carteira.

Speaker #5: Então, isso vai fazer com que a rentabilidade do negócio e o ticket médio, como você comentou, aumentem na mesma proporção à medida que a gente vai desmobilizando esses contratos mais antigos, com ticket médio menor, e colocando esses contratos com uma rentabilidade muito maior, como você viu na apresentação.

Speaker #5: Acho que vale também reforçar que a gente está aumentando o yield do GTF, que são contratos de longo prazo, ao mesmo tempo em que a taxa de juros está caindo.

Speaker #5: Então, essa combinação também vai trazer resultado e retorno muito superior ao que a gente tem hoje reportado aqui na Companhia.

Gustavo Moscatelli: Então essa combinação também vai trazer um resultado e um retorno muito superior ao que a gente tem hoje reportado aqui na companhia.

André Ferreira: Tá claro, Moscatelli. Obrigado, bom dia.

Speaker #4: Está claro, Moscateli. Obrigado, bom dia.

Operator 2: A próxima pergunta vem de Alberto Valerio, da UBS.

Speaker #2: A próxima pergunta vem de Alberto Valério, da UBS.

Alberto Valerio: Bom dia, Camila, Dani, Mosca. Obrigado pela oportunidade de fazer a pergunta. Tenho duas aqui do meu lado. Voltando na estratégia que vocês estão assumindo nesse Q2, que foi também parecida com a da competidora, de aumentar os carros. Queria entender um pouquinho mais racional. Você acabou de mencionar na pergunta passada que você está vendo aí uma taxa de juros caindo, seria uma aposta numa melhora da economia? Ou seria talvez uma dificuldade dos competidores, vocês estão vendo um buraco para preencher esse espaço, ou por último, seria talvez uma demanda maior que vocês estão esperando para a próxima temporada? Essa é a minha primeira pergunta. A segunda pergunta está na estratégia de focar um pouco mais no RAC do que no Fleet. Eu acho que um ano atrás a gente falava que o Fleet talvez daria um retorno melhor, mas agora parece que inverteu.

Speaker #4: Bom dia, Camila, Dani, Mosca. Obrigado pela oportunidade de fazer a pergunta. Tenho duas aqui do meu lado. Voltando na estratégia que vocês estão assumindo nesse segundo tri, que foi também parecida com a da competidora.

Speaker #4: Sobre aumentar os carros, eu queria entender um pouquinho mais o racional. Você acabou de mencionar, na pergunta passada, que está vendo uma taxa de juros caindo.

Speaker #4: Seria uma aposta em uma melhora da economia? Ou seria, talvez, uma dificuldade dos competidores e vocês estão vendo um buraco para preencher esse espaço? Ou, por último, seria talvez uma demanda maior que vocês estão esperando para a próxima temporada?

Speaker #4: Essa é a minha primeira pergunta. A segunda pergunta está na estratégia de focar um pouco mais no rack do que no fleet. Eu acho que, ano atrás, a gente falava que o fleet talvez daria retorno melhor, mas agora parece que inverteu.

Alberto Valerio: Tanto a gente vê alguns carros do fleet sendo migrado para o RAC. Não só na compra do RAC, mas alguns casos que vocês ativam no fleet indo para o RAC, e também o ticket médio que vocês estão mais aptos a pagar no RAC. Antes era um ticket médio menor, agora um ticket médio maior, muito parecido com o da competidora. Queria saber um pouquinho desse racional, dessa mudança estratégica de aumentar a frota nesse momento, por que nesse momento, e também por conta dessas divisões. Obrigado pela oportunidade mais uma vez.

Speaker #4: A gente vê alguns carros do RAC sendo migrados do Fleet, sendo migrados para o RAC, não só na compra no RAC, mas alguns carros que você desativa no Fleet e não para o RAC.

Speaker #4: E também o ticket médio que vocês estão mais aptos a pagar no RAC. Antes era um ticket médio menor, agora é um ticket médio maior, muito parecido com o da competidora.

Speaker #4: Então, eu queria saber um pouquinho desse racional, dessa mudança estratégica de aumentar a frota nesse momento. Por que nesse momento? E também por conta dessas divisões aí.

Speaker #4: Obrigado pela oportunidade, mais uma vez.

Gustavo Moscatelli: Oi, Alberto. Bom dia, obrigado pelas perguntas. A primeira pergunta com relação à taxa de juros, a gente sempre teve e mantém uma postura bastante conservadora com relação ao ambiente macro. A gente sabe o quão duro está ainda com a taxa de juros no patamar que está, e a gente não conta com uma redução de taxa de juros na gestão da companhia. O que eu mencionei é: a gente saiu de 15% para 14% e ao mesmo tempo a gente cresceu o yield do business. Isso naturalmente tem um efeito muito positivo. Com relação à adição de frota, uma questão de aproveitar a sazonalidade mesmo. Assim como foi feito em dezembro, para as férias do verão, sempre é feito para julho, nas férias de julho.

Speaker #5: Oi, Alberto. Bom dia. Obrigado pelas perguntas. A primeira pergunta, com relação à taxa de juros, a gente sempre teve e mantém uma postura bastante conservadora com relação ao ambiente macro.

Speaker #5: A gente sabe o quão duro está ainda, com a taxa de juros no patamar que está. E a gente não conta com uma redução de taxa de juros na gestão da companhia.

Speaker #5: Então, o que eu mencionei é: a gente saiu de 15% para 14% e, ao mesmo tempo, a gente cresceu o yield do business. Então, isso naturalmente tem efeito muito positivo.

Speaker #5: E aí, com relação à adição de frota, é uma questão de aproveitar a sazonalidade mesmo. Assim como foi feito em dezembro, para as férias de verão, sempre é feito para julho, nas férias de julho.

Speaker #5: Então, ambiente de alta sazonalidade, com uma rentabilidade muito boa, com ticket médio maior, alta ocupação, e, dado que a gente viu uma demanda muito grande no rent a car no segundo trimestre, com uma rentabilidade muito forte, a gente achou uma atuação correta aumentar a frota sem adicionar risco na companhia.

Gustavo Moscatelli: Um ambiente de alta sazonalidade, com uma rentabilidade muito boa, com ticket médio maior, alta ocupação, e dado que a gente viu uma demanda muito grande no Rent a Car, no segundo trimestre, com uma rentabilidade muito forte, a gente achou uma situação correta aumentar a frota sem adicionar risco na companhia. Acho que esse é um ponto crucial aqui nessa questão, Alberto. A gente continua com a alavancagem que está, a gestão da dívida continua sendo feita, o custo da dívida está num patamar supersaudável, cronograma de vencimentos está no longo prazo, os bancos continuam apoiando a companhia. Depois do segundo tri, a gente já captou mais de BRL 1.6 billion com prazo de 7 anos, com custo médio até abaixo do que a gente tinha no custo médio total da dívida. Acho que está tudo sendo olhado e com bastante controle e bastante diligência.

Speaker #5: Acho que esse é ponto crucial aqui nessa questão, Alberto. A gente continua com a alavancagem onde está, a gestão da dívida continua sendo feita, o custo da dívida está num patamar super saudável, cronograma de vencimentos está no longo prazo, os bancos continuam apoiando a companhia, depois do segundo tri a gente já captou mais de 1,6 bi com prazo de sete anos, com custo médio até abaixo do que a gente tinha no custo médio total da dívida.

Speaker #5: Então, acho que está tudo sendo olhado com bastante controle e bastante diligência. E o segundo ponto entre RAC e Fleet, acho que os números falam por si só.

Gustavo Moscatelli: O segundo ponto, entre RAC e fleet, acho que os números falam por si só. Você viu a rentabilidade do RAC, se for dos concorrentes, eu vou focar aqui mais na gente, mas a gente cresceu 22% o volume de diárias, o concorrente cresceu 6%. A gente cresceu 7% a tarifa, o concorrente cresceu 5%. Acho que a estratégia é bastante diferente, porque os resultados também são bastante diferentes. O que eu posso falar é: a gente vai utilizar todos os valores que a gente tem disponíveis aqui do capital investido, com alocação para gerar o maior retorno, com menor risco para os nossos acionistas e para todos os stakeholders. Que eu acho que é o que está sendo feito pelo time todo aqui, os resultados acho que refletem isso.

Speaker #5: Você viu a rentabilidade do rack, você falou dos concorrentes. Eu vou focar aqui mais na gente, mas a gente cresceu 22% no volume de diárias, o concorrente cresceu 6%.

Speaker #5: A gente cresceu 7% a tarifa, o concorrente cresceu 5%. Então, acho que as estratégias são bastante diferentes, porque os resultados também são bastante diferentes.

Speaker #5: Então, o que eu posso falar é: a gente vai utilizar todos os valores que a gente tem disponíveis aqui do capital investido, com a alocação, para gerar o maior retorno com menor risco para os nossos acionistas e para todos os stakeholders.

Speaker #5: Que eu acho que é o que está sendo feito pelo time todo aqui, os resultados acho que refletem isso.

Alberto Valerio: Perfeito, obrigado.

Speaker #4: Perfeito, obrigado.

Operator 2: A próxima pergunta vem de Rogério Araújo, do Bank of America.

Speaker #2: A próxima pergunta vem de Rogério Araújo, do Bank of America.

Rogério Araújo: Olá, Moscatelli, Camila, obrigado pela oportunidade. Eu tenho uma questão só que eu queria explorar melhor. O competidor principal de vocês tem feito um catch-up de volume vendido de carro nos últimos trimestres para recuperação do ciclo do ativo, e a Movida tem ido numa direção contrária. Vocês estão com ciclo de venda na faixa de 24 meses, que é bem aquém daqueles 14, 15 que a gente via no passado. Duas perguntas aqui: qual é o ciclo que vocês estão perseguindo e qual é o nível normalizado de venda e capacidade de venda da companhia hoje? Muito obrigado.

Speaker #4: Olá, Moscatelli, Camila, obrigado pela oportunidade. Eu tenho uma questão só que eu queria explorar melhor. O competidor principal de vocês tem feito catch-up de volume vendido de carro nos últimos trimestres.

Speaker #4: Para recuperação do ciclo do ativo, a Movida tem ido numa direção contrária. Vocês estão com ciclo de venda na faixa de 24 meses, que é bem aquém daqueles 14, 15 que a gente viu no passado.

Speaker #4: Duas perguntas aqui: qual é o ciclo que vocês estão perseguindo e qual é o nível normalizado de venda e capacidade de venda da companhia hoje?

Speaker #4: Muito obrigado.

Gustavo Moscatelli: Oi, Rogério, bom dia, obrigado pela participação e pelas perguntas. A gente esticou um pouco o ciclo no Q2, como você comentou, você está absolutamente correto, para atender a quantidade de clientes que está migrando para Movida. Eu já falei algumas vezes aqui do volume de diárias, cresceu 22%, então de fato a gente trouxe, tem um dado aqui, mais de 700 mil novos CPFs na Movida nos últimos 12 meses. Então a gente de fato esticou um pouco o ciclo, por isso que a idade média da frota do RAC está 12 meses e meio, como eu comentei. A gente pretende voltar esses 12 meses e meio para próximo de 11 meses. Eu comentei que a gente acha que entre 10.5 e 12 é o ideal, então a gente deve navegar aí num curto espaço de tempo, dos 12.5 para 11 meses.

Speaker #5: Oi, Rogério, bom dia. Obrigado pela participação e pelas perguntas. A gente esticou pouco o ciclo no segundo trimestre, como você comentou, você está absolutamente correto.

Speaker #5: Para atender a quantidade de clientes que está migrando para a Movida. Eu já falei algumas vezes aqui do volume de diárias, cresceu 22%. Então, de fato, teve a gente trouxe até dado aqui, mais de 700 mil novos CPFs na Movida nos últimos 12 meses.

Speaker #5: Então, a gente de fato esticou pouco o ciclo, por isso que a idade média da frota do rack foi para 12 meses e meio.

Speaker #5: Como eu comentei, a gente pretende voltar esses 12 meses e meio para próximo de 11 meses. Eu comentei aqui que, para a gente, acho que entre 10 e meio e 12 é o ideal. Então, a gente deve navegar, num curto e médio espaço de tempo, dos 12 e meio para 11 meses.

Gustavo Moscatelli: E como você viu, mesmo com essa elevação um pouquinho da idade média, a gente não teve nenhuma pressão de custo nem de margem. Muito menos de disponibilidade da frota. Então a gente conseguiu ocupar mais a frota, com ticket médio maior, com um nível de satisfação dos clientes ainda melhor. A operação, de fato, absorveu talvez esse um mês a mais de idade média do que a gente tinha há pouco tempo atrás, por eficiências operacionais. Agora, a gente reduzindo isso de novo para uns meses, isso deve dar mais uma alavanca de geração de resultado, naturalmente, por você ter uma idade mais nova. A gente deve navegar por aí.

Speaker #5: E, como você viu, mesmo com essa elevação um pouquinho da idade média, a gente não teve nenhuma pressão de custo, nem de margem, e muito menos de disponibilidade da frota.

Speaker #5: Então, a gente conseguiu ocupar mais a frota, com ticket médio maior, com nível de satisfação dos clientes ainda melhor. Então, a operação de fato absorveu talvez esse mês a mais de idade média do que a gente tinha, pouco tempo atrás.

Speaker #5: Por eficiências operacionais. Agora, a gente reduzindo isso de novo para uns meses, isso deve dar mais uma alavanca de geração de resultado, naturalmente, para você ter uma idade mais nova.

Speaker #5: Então, a gente deve navegar por aí. Não sei se eu...

Rogério Araújo: E se eu puder um follow-up, se puder transmitir a idade média, na verdade, em ciclo do ativo. Em quantos meses você pretende vender esse veículo? O que é o nível normalizado hoje na cabeça de vocês? E também quantos carros a mais vocês acreditam que conseguiriam vender com a estrutura hoje de seminovos, sem precisar dar descontos, aumentar depreciação? Obrigado.

Speaker #4: Se eu puder fazer um follow-up, se você puder transmitir a idade média, na verdade, em ciclo do ativo, qual é? Em quantos meses você pretende vender esse veículo?

Speaker #4: O que é o nível normalizado hoje na cabeça de vocês? E também, quantos carros a mais vocês acreditam que conseguiriam vender com a estrutura hoje de seminovos, sem precisar dar descontos ou aumentar a depreciação?

Speaker #4: Obrigado.

Gustavo Moscatelli: Maravilha. Rogério, o ciclo total fica entre 21 e 23 meses, para a idade média da frota ficar por volta de 11 meses. Esse é o ciclo total do carro na frota. Capacidade instalada, há três, quatro trimestres atrás, a gente estava vendendo por volta de 24, 25 mil carros por trimestre, sem considerar essas lojas novas que a gente abriu esse ano. A gente tem uma capacidade instalada entre 25 e 30 mil. Do ponto de vista de infraestrutura, a gente está super bem posicionado. A gente também adicionou uma estrutura nova de varejo, que são os auto shoppings, que têm custo muito baixo de operação, a gente já comentou isso em algumas divulgações. Do ponto de vista de infraestrutura e capacidade instalada, acho que a gente está bem servido. E obviamente, vamos operar e utilizar essa infraestrutura nos momentos corretos.

Speaker #5: Maravilha. Rogério, o ciclo total, então, deve ficar entre 21 e 23 meses, para a idade média da frota ficar por volta de 11 meses.

Speaker #5: Então, esse é o ciclo total do carro na frota. E capacidade instalada, a gente, há três, quatro trimestres atrás, estava vendendo por volta de 24, 25 mil carros.

Speaker #5: Por trimestre, sem considerar essas lojas novas que a gente abriu este ano. Então, a gente tem uma capacidade instalada entre 25 e 30 mil.

Speaker #5: Então, acho que do ponto de vista de infraestrutura, a gente está super bem posicionado. A gente também adicionou uma estrutura nova, de varejo, que são os autoshoppings, que tem custo muito baixo de operação, a gente já comentou isso em algumas divulgações.

Speaker #5: Então, acho que do ponto de vista de infraestrutura e capacidade instalada, acho que a gente está bem servido. E, obviamente, vamos operar e utilizar essa infraestrutura nos momentos corretos.

Gustavo Moscatelli: E só para reforçar, a gente deve ter o movimento de redução da idade média de pelo menos um mês e meio, que no ciclo, como você perguntou, dá por volta de 21, 22 meses.

Speaker #5: E só para reforçar, então, a gente deve ter o movimento de redução da idade média de pelo menos mês e meio, que no ciclo, como você perguntou, dá por volta de 21, 22 meses.

Rogério Araújo: Ficou bem claro, Mosca. Muito obrigado. Parabéns pelas entregas.

Speaker #4: Ficou bem claro, Mosca. Muito obrigado. Parabéns pelas entregas.

Gustavo Moscatelli: Obrigado, Rogério.

Speaker #5: Obrigado, Rogério.

Operator 2: A próxima pergunta vem de Pedro Bruno, da XP.

Speaker #2: A próxima pergunta vem de Pedro Bruno, da XP.

Speaker #4: Bom dia, pessoal. Obrigado pelo espaço. Duas perguntas aqui. A primeira, com relação ao GTF, eu queria saber se vocês poderiam dar um pouco de visibilidade com relação a como vocês estão enxergando o perfil de utilização dos contratos.

Pedro Bruno: Bom dia, pessoal, obrigado pelo espaço. Duas perguntas aqui. A primeira com relação ao GTF. Eu queria, se vocês pudessem dar um pouco de visibilidade com relação a como vocês estão enxergando o perfil de utilização dos contratos. A gente vê os yields crescentes, mas se possível, queria ouvir de vocês o yield crescente no contexto de utilização e perfil, vamos dizer assim, de mix desses contratos, para entender se tem alguma mudança do ponto de vista de estratégia, se é algo mais parecido com o mix que a gente não vê, na verdade, porque a gente tem obviamente essa dificuldade de enxergar. Então ouvir um pouco mais vocês com relação a mix no contexto desse aumento de yield. E a segunda pergunta, deixa eu já colocar, que é bem simples, só com relação ao guidance que vocês deram para o Q3, só de forma mais genérica e ampla.

Speaker #4: A gente vê os yields crescentes, mas, se possível, eu queria ouvir de vocês o yield crescente no contexto de utilização e perfil, vamos dizer assim, de mix desses contratos, para entender se tem alguma mudança do ponto de vista de estratégia, se é algo mais parecido com o mix que a gente já... a gente não vê, na verdade, porque a gente tem, obviamente, essa dificuldade de enxergar.

Speaker #4: Então, ouvir um pouco mais de vocês com relação ao mix no contexto desse aumento de yield. E a segunda pergunta, deixa eu já colocar, que é bem simples: é só com relação ao guidance que vocês deram para o terceiro trimestre. Só de forma mais genérica e ampla, os 130 a 150 milhões de expectativa de lucro para o terceiro trimestre é muito próximo, quando você olha para o meio desse range, do nível entregue no segundo trimestre. E tem uma sazonalidade que a gente sabe que é forte do terceiro tri, que já foi bastante comentada aqui.

Pedro Bruno: Os 130 a 150 milhões de expectativa de lucro para o Q3, ele é muito próximo, se olhar para o meio desse range, muito parecido com o nível entregue no Q2 e tem uma sazonalidade que a gente sabe que é forte do Q3, já foi bastante comentado aqui. Só entender o que poderia estar implícito nesse número relativamente parecido com o do Q2, quando eventualmente a gente teria expectativa de ver uma sazonalidade mais forte, ainda intensificada também pela operação na Europa. São esses dois pontos. Obrigado.

Speaker #4: Só entender o que poderia estar implícito nesse número relativamente parecido com o do segundo trimestre, quando, eventualmente, a gente teria expectativa de ver uma sazonalidade mais forte, ainda intensificada também pela operação na Europa.

Speaker #4: São esses dois pontos. Obrigado.

Gustavo Moscatelli: Oi, Pedro. Bom dia, obrigado pelas perguntas. Começando pelo perfil do GTF. A gente não teve nenhuma mudança no perfil de utilização e no mix de posicionamento ou de tamanho de clientes ou de setor da economia. De fato, teve um trabalho forte de reprecificação e de mais diligência na contratação dos novos negócios. A nossa frota de veículos de frotas dedicadas, com operações especiais, se manteve por volta de 40 mil carros. O que cresceu mesmo são as frotas mais comerciais para os clientes que têm uma utilização por volta de 2,500 km por mês, ou seja, que têm controle de custo muito próximo do que a gente tem na média do resto da frota.

Speaker #5: Oi, Pedro, bom dia. Obrigado aqui pelas perguntas. Começando pelo perfil do GTF, a gente não teve nenhuma mudança no perfil de utilização, nem no mix de posicionamento, tamanho de clientes ou setor da economia.

Speaker #5: Então, de fato, teve trabalho forte de reprecificação e de mais diligência na contratação dos novos negócios. A nossa frota de veículos de frotas dedicadas, com operações especiais, ele se manteve por volta de 40 mil carros.

Speaker #5: Então, o que cresceu mesmo são as frotas mais comerciais para os clientes. Que tem uma utilização por volta de 2.500 quilômetros por mês. Ou seja, ele tem controle de custo muito próximo do que a gente tem na média do resto da frota.

Speaker #5: Então, a gente não teve nenhuma mudança de mix que explique essa mudança do yield, a não ser de fato acho que o modelo de precificação e uma diligência muito mais rigorosa do que era feito antes.

Gustavo Moscatelli: A gente não teve nenhuma mudança de mix que explique essa mudança do yield, a não ser, de fato, acho que um modelo de precificação e uma diligência muito mais rigorosa do que era feito antes. O segundo ponto, com relação ao guidance. Sem sombra de dúvidas, a gente vê upside nesse número. A gente, de fato, tem tido uma abordagem mais conservadora e cautelosa para ter upside, ter sempre uma notícia positiva nas divulgações de resultado, dado o ambiente macroeconômico volátil que todos comentaram. Para a gente nortear todos que não estão dentro da companhia, pelo menos para vocês terem um norte de que esse range a companhia está segura de entregar. Só reforçando, esse range a gente entrega 400 milhões de lucro, que é mais do que o ano passado inteiro, que foi 310 milhões de lucro. É um volume muito maior em apenas nove meses.

Speaker #5: O segundo ponto com relação ao guidance, sem sombra de dúvidas, a gente vê upside nesse número. A gente, de fato, tem tido uma abordagem mais conservadora e cautelosa para de fato ter upside, ter sempre uma notícia positiva nas divulgações de resultado dado o ambiente macroeconômico volátil que todos comentaram.

Speaker #5: Então, para a gente nortear, todos que não estão dentro da companhia, pelo menos para vocês terem note de que esse range a companhia está segura de entregar, e só reforçando, esse range a gente entrega 400 milhões de lucro, que é mais do que o ano passado inteiro, que foi 310 milhões de lucro.

Speaker #5: Então, volume muito maior em apenas nove meses. Mas mesmo assim, a gente dado que a gente já até tem julho fechado, esse número com certeza tem upside.

Gustavo Moscatelli: Mas mesmo assim, dado que a gente até tem julho fechado, esse número com certeza tem upside e o time está focado e trabalhando forte para entregar mais do que isso. Então under promise and over delivery aqui é o que a gente percebe, pelo menos.

Speaker #5: E o time está focado e trabalhando forte aqui para entregar mais do que isso. Então, under promise e over delivery aqui é o que a gente persegue, Pedro.

Pedro Bruno: Joia, muito obrigado.

Speaker #4: Joia. Muito obrigado.

Operator 2: Obrigada. Isso conclui a sessão de perguntas e respostas hoje. Gostaria de convidar o senhor Gustavo Moscatelli para prosseguir com as suas observações finais. Por favor, fique à vontade.

Speaker #2: Obrigada. Isso conclui a sessão de perguntas e respostas hoje. Gostaria de convidar o senhor Gustavo Moscatelli para prosseguir com as suas observações finais. Por favor, fique à vontade.

Gustavo Moscatelli: Queria agradecer a participação de todos aqui na conferência de resultados do Q2. Queria começar, de novo, agradecendo todo o time da Movida, o conselho de administração, que apoia toda a diretoria, e todos os investidores, analistas, que acompanham a gente de perto e contribuem para o nosso desenvolvimento. Queria reforçar que aqui na Movida a gente está num momento empresarial muito diferente da maior parte das empresas do setor. Eu sempre falo que acho que a maior felicidade que a gente tem hoje é de ter, de fato, a companhia com uma gestão na nossa mão. A gente sabe, de fato, onde estão as alavancas e o que a gente precisa fazer para melhorar a companhia, e como mitigar o risco no ambiente de alta volatilidade macroeconômica, que a gente não tem nenhum controle.

Speaker #5: Bom, queria agradecer a participação de todos aqui na conferência de resultados do segundo trimestre. Queria começar de novo agradecendo todo o time da Movida, o conselho de administração que apoia toda a diretoria, e todos os investidores, analistas, que acompanham a gente de perto e contribuem para o nosso desenvolvimento.

Speaker #5: Queria reforçar que aqui na Movida a gente está em um momento empresarial muito diferente da maior parte das empresas do setor. Eu sempre falo que acho que a maior felicidade que a gente tem hoje é de ter, de fato, a companhia com uma gestão na nossa mão.

Speaker #5: A gente sabe de fato onde estão as melhorar a companhia. E como mitigar o risco num ambiente de alta volatilidade macroeconômica que a gente não tem nenhum controle.

Speaker #5: Então, estou muito feliz com o que a gente entregou. De resultado nesse trimestre, no semestre como todo. Mostra uma geração de valor forte para a companhia.

Gustavo Moscatelli: Então eu estou muito feliz com o que a gente entregou de resultado nesse trimestre, no semestre como um todo. Mostra uma geração de valor forte para a companhia. Queria também agradecer a confiança do BNDES, que se tornou um acionista da companhia relevante, de referência. Que sejam muito bem-vindos no desenvolvimento da companhia. E colocar todo o time aqui à disposição, para quem tiver dúvidas, quiser fazer algum comentário, o time todo de RI e eu, particularmente, ficamos à disposição de todos vocês, para a gente continuar essa jornada, que tem muito mais para ser desenvolvido e entregue, graças à nossa estratégia central, que são os nossos clientes. A companhia colocou isso, de fato, em prática, de atender os clientes de uma forma diferente, de tratar cliente como a prioridade zero da companhia.

Speaker #5: Queria também agradecer à confiança do BNDES, que se tornou acionista da companhia, relevante, de referência. Que sejam muito bem-vindos no desenvolvimento da companhia. E colocar todo o time aqui à disposição para quem tiver dúvidas ou quiser fazer algum comentário.

Speaker #5: O time todo de RI e eu particularmente fico à disposição de todos vocês para a gente continuar essa jornada que tem muito mais para ser desenvolvida e entregue.

Speaker #5: Graças à nossa estratégia central, que é: quem são os nossos clientes. A companhia colocou isso, de fato, em prática, de atender os clientes de uma forma diferente, de tratar o cliente como a prioridade zero da companhia.

Gustavo Moscatelli: E todas as decisões estratégicas que a gente discutiu aqui têm como princípio melhorar a experiência dos clientes, é isso que a gente vê com crescimento de 22% em volume de diárias num trimestre. Liderando o setor no crescimento e com rentabilidade. Pra finalizar, mais uma vez, muito obrigado pela participação de todos. Contem com a gente pra qualquer informação adicional e ficamos à disposição até a próxima teleconferência. Muito obrigado.

Speaker #5: E todas as decisões estratégicas que a gente discutiu aqui têm como princípio melhorar a experiência dos clientes e é isso que a gente vê com o crescimento de 22% em volume de diárias num trimestre.

Speaker #5: Liderando o setor no crescimento e com rentabilidade. Então, para finalizar, mais uma vez, muito obrigado pela participação de todos. Contem com a gente para qualquer informação adicional.

Speaker #5: E ficamos à disposição até a próxima teleconferência. Muito obrigado.

Operator 2: Isso conclui a teleconferência de hoje da Movida. Muito obrigada pela participação e tenha um bom dia. Goodbye.

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