Q2 2026 Diagnosticos da America SA Earnings Call
Speaker #2: Boa tarde, senhoras e senhores. Sejam bem-vindos à teleconferência da DASA para discussão dos resultados referentes ao segundo trimestre de 2026. Esta teleconferência está sendo gravada e o replay poderá ser acessado no site da companhia, www.dasa3.com.br.
Operator 2: Boa tarde, senhoras e senhores. Sejam bem-vindos à teleconferência da Dasa para a discussão dos resultados referentes ao Q2 de 2026. Essa teleconferência está sendo gravada e o replay poderá ser acessado no site da companhia: www.dasa3.com.br. A apresentação também estará disponível para download. Informamos que todos os participantes estarão apenas ouvindo a teleconferência durante a apresentação e em seguida, iniciaremos a sessão de perguntas e respostas quando mais instruções serão fornecidas. Ressaltamos que as informações contidas nessa apresentação e eventuais declarações que possam ser feitas durante este evento, relativas perspectivas de negócios, projeções e metas operacionais e financeiras da Dasa, constituem-se crenças e premissas da administração da companhia, bem como informações atualmente disponíveis. Considerações futuras não são garantia de desempenho. Elas envolvem riscos, incertezas e premissas, pois se referem a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer.
Speaker #2: A apresentação também estará disponível para download. Informamos que todos os participantes estarão apenas ouvindo a teleconferência durante a apresentação e, em seguida, iniciaremos a sessão de perguntas e respostas, quando mais instruções serão fornecidas.
Speaker #2: Ressaltamos que as informações contidas nesta apresentação e eventuais declarações que possam ser feitas durante este evento, relativas à perspectiva de negócios, projeções e metas operacionais e financeiras da DASA, constituem-se em crenças e premissas da administração da companhia, bem como informações atualmente disponíveis.
Speaker #2: Considerações futuras não são garantia de desempenho; elas envolvem riscos, incertezas e premissas, pois se referem a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer.
Speaker #2: Investidores devem compreender que condições econômicas gerais, condições de mercado e outros fatores operacionais podem afetar o desempenho futuro da DASA. Agora, passo a palavra ao senhor Rafael Lucchezzi, que dará início à apresentação.
Operator 2: Investidores devem compreender que condições econômicas gerais, condições de mercado e outros fatores operacionais podem afetar o desempenho futuro da Dasa. Agora, passo a palavra ao senhor Rafael Lucchesi, que dará início à apresentação. Por favor, senhor Lucchesi, pode prosseguir.
Speaker #2: Por favor, senhor Lucchezzi, pode prosseguir.
Speaker #3: Boa tarde a todos. Obrigado pela presença mais uma vez na nossa teleconferência de resultados. Estou acompanhado aqui do Rafael Bossolani, nosso CFO e diretor de Relações com Investidores.
Rafael Lucchesi: Boa tarde a todos, obrigado pela presença mais uma vez à nossa teleconferência de resultados. Estou acompanhado aqui do Rafael Bossolani, nosso CFO e diretor de relações com investidores, além do nosso time de RI. Eu vou iniciar com uma visão geral do trimestre e na sequência, eu passo para o Bossolani detalhar os resultados financeiros do período. Começando pelo slide 3. Acho que a mensagem que eu gostaria de passar aqui é de consistência e disciplina de execução. Seguimos focados na implementação de um plano bastante detalhado, que além de trazer avanços importantes operacionais e financeiros em 2026, viabilizará o crescimento da companhia nos próximos anos. Conforme já comentamos nos outros calls, nossa prioridade neste momento é disciplina financeira e redução da alavancagem, até pelas condições de custo de capital no país.
Speaker #3: Além do nosso time de RI, eu vou iniciar com uma visão geral do trimestre e, na sequência, passo para o Bossolani detalhar os resultados financeiros do período.
Speaker #3: Começando pelo slide 3, acho que a mensagem que gostaria de passar aqui é de consistência e disciplina de execução. Seguimos focados na implementação de um plano bastante detalhado que, além de trazer avanços importantes operacionais e financeiros em 2026, viabilizará o crescimento da companhia nos próximos anos.
Speaker #3: Conforme já comentamos nos outros calls, nossa prioridade neste momento é disciplina financeira e redução da alavancagem, até pelas condições de custo de capital no país.
Speaker #3: Temos avançado consistentemente nesse caminho. Mas temos também conseguido avanços operacionais bastante significativos em paralelo com a agenda financeira da companhia. Indo para o slide 4, olhando os números do segundo trimestre, tivemos crescimento de 9% em Diagnósticos, sobre uma base já de bom crescimento em 2025.
Rafael Lucchesi: Temos avançado consistentemente nesse caminho, mas temos também conseguido avanços operacionais bastante significativos, em paralelo com a agenda financeira da companhia. Indo para o slide 4. Olhando os números do Q2, tivemos um crescimento de 9% em diagnósticos, sobre uma base já de bom crescimento em 2025. Seguimos com destaque para o segmento premium, serviços de atendimento domiciliar e também crescimento de volume no B2B versus o ano passado. Em custos e despesas, seguimos com uma otimização relevante, que gerou um crescimento de EBITDA acima de 50% neste trimestre, considerando o escopo atual.
Speaker #3: Seguimos com destaque para o segmento premium, serviços de atendimento domiciliar e também crescimento de volume no B2B versus o ano passado. Em custos e despesas, seguimos com uma otimização relevante que gerou crescimento de EBITDA acima de 50% neste trimestre, considerando o escopo atual.
Speaker #3: Como já comentamos algumas vezes, temos crescido nosso volume e receita com CAPEX bastante controlado, utilizando melhor os ativos existentes, com boa alavancagem operacional e, em paralelo, avançando em agendas estruturantes, como a implementação das novas linhas de produção de exames de análises clínicas nos NTOs, que até trouxe algum impacto pontual de custos no segundo tri, e ótimas perspectivas de ganho de produtividade com a digitalização, que devem ser aceleradas pelas oportunidades de inteligência artificial.
Rafael Lucchesi: Como já comentamos algumas vezes, temos crescido nosso volume e receita com Capex bastante controlado, utilizando melhor os ativos existentes, com boa alavancagem operacional e, em paralelo, avançando em agendas estruturantes, como a implementação das novas linhas de produção de exames de análises clínicas nos NTOs, que até trouxe algum impacto pontual de custos no Q2, e ótimas perspectivas de ganho de produtividade com a digitalização, que devem ser acelerados pelas oportunidades de inteligência artificial. Em relação ao caixa, tivemos uma forte geração operacional, que permitiu redução da dívida líquida, mesmo em um trimestre de sazonalidade não tão positiva. Também avançamos de forma importante na gestão de nosso passivo financeiro.
Speaker #3: Em relação ao caixa, tivemos uma forte geração operacional que permitiu a redução da dívida líquida, mesmo em um trimestre de sazonalidade não tão positiva. Também avançamos de forma importante na gestão do nosso passivo financeiro: recentemente, concluímos uma emissão de debêntures que contribui para o alongamento do perfil da dívida da companhia e para o refinanciamento antecipado de obrigações financeiras de curto prazo, ampliando a nossa flexibilidade financeira e reforçando as condições para a continuidade da execução da estratégia.
Rafael Lucchesi: Recentemente concluímos uma emissão de debêntures que contribui para o alongamento do perfil da dívida da companhia e para o refinanciamento antecipado de obrigações financeiras de curto prazo, ampliando a nossa flexibilidade financeira e reforçando as condições para a continuidade da execução da estratégia. Em paralelo, seguimos fortalecendo um dos principais diferenciais da Dasa: inovação na experiência do paciente e excelência médica. Os avanços que tivemos, principalmente no lançamento de novos produtos de utilização de inteligência artificial, foram reconhecidos recentemente com o segundo lugar no prêmio Valor Inovação Brasil 2026, na categoria Serviços Médicos. Gostaria de reconhecer todo o nosso time médico e de tecnologia por mais essa conquista. Vale destacar também a evolução da Rede Américas no trimestre. A operação segue avançando em linha com o plano estratégico estabelecido, refletindo a captura contínua de sinergias e evolução dos indicadores operacionais.
Speaker #3: Em paralelo, seguimos fortalecendo dois dos principais diferenciais da DASA: inovação na experiência do paciente e excelência médica. Os avanços que tivemos, principalmente no lançamento de novos produtos e na utilização de inteligência artificial, foram reconhecidos recentemente com o segundo lugar no prêmio Valor Inovação Brasil 2026, na categoria Serviços Médicos.
Speaker #3: Gostaria de reconhecer todo o nosso time médico e de tecnologia por mais essa conquista. Vale destacar também a evolução da Rede Américas no trimestre.
Speaker #3: A operação segue avançando em linha com o plano estratégico estabelecido, refletindo a captura contínua de sinergias e a evolução dos indicadores operacionais. Esse progresso reforça o potencial de criação de valor do ativo e a qualidade da execução das equipes. Entramos na segunda metade de 2026 reforçando a nossa confiança na capacidade de execução do nosso time e na construção de uma DASA cada vez mais forte, resiliente e preparada para os próximos ciclos de crescimento.
Rafael Lucchesi: Esse progresso reforça o potencial de criação de valor do ativo e a qualidade da execução das equipes. Entramos na segunda metade de 2026 reforçando a nossa confiança na capacidade de execução do nosso time e na construção de uma Dasa cada vez mais forte, resiliente e preparada para os próximos ciclos de crescimento. Com isso, passo agora a palavra para o Bossolani, que vai detalhar os resultados financeiros do trimestre.
Speaker #3: Com isso, passo agora a palavra para o Bossolani, que vai detalhar os resultados financeiros do trimestre.
Speaker #4: Obrigado, Lucchezzi. Boa tarde a todos e obrigado pela participação na nossa teleconferência de resultados do segundo trimestre. O Lucchezzi já falou sobre a nossa visão estratégica e os principais destaques deste trimestre.
Rafael Bossolani: Obrigado, Lucchesi. Boa tarde a todos e obrigado pela participação na nossa teleconferência de resultados do segundo trimestre. Lucchesi já falou sobre a nossa visão estratégica e os principais destaques desse trimestre. Da minha parte, eu vou agora passar pelos resultados financeiros e operacionais que acabaram sustentando a nossa performance do período. A principal mensagem desse trimestre é a qualidade dessa evolução que a gente observa nos resultados. A gente está confirmando uma trajetória de melhora, que a gente apontou no início do ano, com crescimento de resultado, forte expansão de margem e, o mais importante, uma gestão cada vez mais disciplinada do caixa da companhia. Começando agora pela nossa principal operação de diagnósticos no slide 5. Tivemos mais um trimestre de crescimento consistente, com a receita bruta avançando 9.2% em relação ao escopo comparável e chegando a R$ 2.2 bilhões.
Speaker #4: Então, da minha parte, eu vou agora passar pelos resultados financeiros e operacionais, que acabaram sustentando a nossa performance aí do período. A principal mensagem deste trimestre é a qualidade dessa evolução que a gente observa nos resultados. A gente está confirmando uma trajetória de melhora que apontamos no início do ano, com crescimento de resultado, forte expansão de margem e, o mais importante, uma gestão cada vez mais disciplinada do caixa da companhia.
Speaker #4: Então, começando agora pela nossa principal operação de Diagnósticos, no slide de número 5. Tivemos mais um trimestre de crescimento consistente, com a receita bruta avançando 9,2% em relação ao escopo comparável e chegando a R$ 2,2 bilhões.
Speaker #4: Esse crescimento continua sendo puxado pelo aumento de volume, com destaque para a expansão do B2B e do segmento premium. Vale destacar que esse crescimento veio sem necessidade relevante de expansão de capital.
Rafael Bossolani: Esse crescimento continua sendo puxado pelo aumento de volume, com destaque para a expansão do B2B e do segmento premium. Vale destacar que esse crescimento veio sem necessidade relevante de expansão de capital. Do lado da rentabilidade, a margem bruta ajustada foi de 33.2%. Aqui é importante contextualizar a redução de 1.6 ponto percentual que vocês observam. Ela é explicada, em grande parte, pelas realocações contábeis entre custos e despesas, alinhada à nossa nova estrutura organizacional e efeitos pontuais no custo de produção pela implementação dos novos equipamentos nos nossos NTOs. Além disso, parte dessa variação também reflete o efeito de mix, dada a participação crescente do canal B2B nos nossos negócios. Embora o B2B tenha uma margem percentual menor, ele contribui positivamente para o lucro bruto nominal, ajuda na diluição dos custos fixos da nossa plataforma e é um vetor de crescimento eficiente, com baixa necessidade de investimento.
Speaker #4: Do lado da rentabilidade, a margem bruta ajustada foi de 33,2%. Aqui, é importante contextualizar a redução de 1,6 ponto percentual que vocês observam. Ela é explicada, em grande parte, pelas realocações contábeis entre custos e despesas, alinhada à nossa nova estrutura organizacional, e por efeitos pontuais no custo de produção pela implementação dos novos equipamentos nos nossos NTOs.
Speaker #4: Além disso, parte dessa variação também reflete o efeito de mix, dada a participação crescente do canal B2B nos nossos negócios. Embora o B2B tenha uma margem percentual menor, ele contribui positivamente para o lucro bruto nominal, ajuda na diluição dos custos fixos da nossa plataforma e é vetor de crescimento eficiente, com baixa necessidade de investimento.
Speaker #4: Seguimos também avançando nas iniciativas de produtividade e digitalização, otimizando a capacidade instalada e melhorando as jornadas dos nossos pacientes. Isso nos permite continuar crescendo de forma sustentável, com eficiência e retorno atrativo.
Rafael Bossolani: Seguimos também avançando nas iniciativas de produtividade e digitalização, otimizando a capacidade instalada e melhorando a jornada dos nossos pacientes. Isso nos permite continuar crescendo de forma sustentável, com eficiência e retorno atrativo. Indo agora para o slide 6, com o resultado dos hospitais de oncologia do Nordeste, que são representados pelo Hospital da Bahia e pela nossa rede de clínicas AMO. Esse segmento é um bom exemplo da nossa estratégia de buscar um crescimento rentável. A receita bruta apresentou uma redução de 4% para R$ 208 milhões, reflexo de uma reestruturação deliberada do mix de fontes pagadoras, principalmente na operação de oncologia, e de uma maior disciplina comercial no segmento como um todo. O resultado dessa estratégia aparece na rentabilidade. A margem bruta expandiu 1.5 ponto percentual e chegou a 32%.
Speaker #4: Indo agora para o slide 6, com resultados dos hospitais e de oncologia do Nordeste, que são representados pelo hospital na Bahia e pelas nossas redes de clínicas AMO.
Speaker #4: Então, esse segmento é um bom exemplo da nossa trajetória, da nossa estratégia de buscar crescimento rentável. A receita bruta apresentou uma redução de 4%, para R$ 208 milhões, reflexo de uma reestruturação deliberada do mix de fontes pagadoras, principalmente na operação de oncologia, e de uma maior disciplina comercial no segmento como um todo.
Speaker #4: O resultado dessa estratégia aparece na rentabilidade: a margem bruta expandiu 1,5 ponto percentual e chegou a 32%. Essa melhora, mesmo com a receita menor, demonstra o nosso foco na melhora do mix de procedimentos, na redução dos custos dos serviços prestados e na otimização da estrutura operacional.
Rafael Bossolani: Essa melhora, mesmo com a receita menor, demonstra o nosso foco na melhora de mix de procedimentos, na redução dos custos dos serviços prestados e na otimização da estrutura operacional. Na operação hospitalar, seguimos avançando especialmente na gestão dos leitos, na ocupação e na eficiência operacional. No Hospital da Bahia, por exemplo, a taxa de ocupação subiu mais de sete pontos percentuais e o ticket médio cresceu quase 15%. Mais do que acelerar o crescimento a qualquer custo, o foco aqui continua sendo crescer com disciplina e melhorar o retorno. Esse trimestre reforça justamente essa trajetória. Uma operação mais eficiente, mais equilibrada e com perfil de rentabilidade melhor. Passando agora para os resultados de Rede Américas, no slide 7. Antes de entrar nos números, vale só um esclarecimento sobre a comparabilidade.
Speaker #4: Na operação hospitalar, seguimos avançando especialmente na gestão dos leitos, na ocupação e na eficiência operacional. No Hospital da Bahia, por exemplo, a taxa de ocupação subiu mais de 7 pontos percentuais e o ticket médio cresceu quase 15%.
Speaker #4: Então, mais do que acelerar o crescimento a qualquer custo, o foco aqui continua sendo crescer com disciplina e melhorar o retorno. Este trimestre reforça justamente essa trajetória: uma operação mais eficiente, mais equilibrada e com perfil de rentabilidade melhor.
Speaker #4: Passando agora para os resultados de Rede Américas, no slide número 7. Antes de entrar nos números, vale só um esclarecimento sobre a comparabilidade: como a Rede Américas foi constituída a partir do segundo trimestre de 2025, este é o primeiro trimestre em que apresentamos uma comparação com o mesmo período do ano anterior.
Rafael Bossolani: Como a Rede Américas foi constituída a partir do Q2 2025, esse é o primeiro trimestre em que apresentamos uma comparação com o mesmo período do ano anterior. Dito isso, a Joint Venture continua apresentando uma trajetória operacional bastante positiva. No trimestre, a receita líquida cresceu mais de 12% e o EBITDA avançou quase 39% em relação ao Q2 2025, chegando a BRL 441 milhões, com expansão de 2.6 pontos percentuais de margem, atingindo 13.7%. Essa performance reflete a manutenção das iniciativas de integração, a captura de sinergias e uma melhoria no mix de procedimentos. Além disso, seguem em andamento iniciativas estruturantes para melhorar a jornada digital dos pacientes, junto com ações de revisão e condições comerciais e evoluções dos processos ligados ao ciclo da receita.
Speaker #4: Dito isso, a Joint Venture continua apresentando uma trajetória operacional bastante positiva. No trimestre, a receita líquida cresceu mais de 12% e o EBITDA avançou quase 39% em relação ao segundo trimestre de 2025, chegando a R$441 milhões, com expansão de 2,6 pontos percentuais de margem, atingindo 13,7%.
Speaker #4: Essa performance reflete a manutenção das iniciativas de integração, a captura de sinergias e uma melhoria no mix de procedimentos. Além disso, seguem em andamento iniciativas estruturantes para melhorar a jornada digital dos pacientes, junto com ações de revisão de condições comerciais e evoluções dos processos ligados ao ciclo da receita.
Speaker #4: Nesse contexto, temos um amplo programa de revisão de processos e padronização de sistemas, que vem contribuindo para a redução de glosas, para a melhoria operacional e para uma redução gradual do prazo médio de recebimento da Rede Américas.
Rafael Bossolani: Nesse contexto, temos um amplo programa de revisão de processos e padronização de sistemas que vem contribuindo para redução de glosas, para melhoria operacional e para uma redução gradual do prazo médio de recebimento de Rede Américas. Para Dasa, o resultado de Rede Américas é reconhecido via equivalência patrimonial. Embora a última linha contábil ainda tenha um impacto marginalmente negativo, a forte evolução operacional do ativo reforça o valor estratégico e o potencial de geração de valor nessa parceria de longo prazo.
Speaker #4: Para a DASA, o resultado da Rede Américas é reconhecido via equivalência patrimonial. Embora a última linha contábil ainda tenha impacto marginalmente negativo, a forte evolução operacional do ativo reforça o valor estratégico e o potencial de geração de valor nessa parceria de longo prazo.
Speaker #4: Na frente de caixa, a geração operacional totalizou R$ 435 milhões nos primeiros seis meses do ano, refletindo a evolução da rentabilidade operacional e a capacidade da Joint Venture de se autofinanciar, apesar de consumo pontual no trimestre relacionado a eventos específicos de capital de giro.
Rafael Bossolani: Na frente de caixa, a geração operacional totalizou BRL 435 milhões nos primeiros seis meses do ano, refletindo a evolução da rentabilidade operacional e a capacidade da Joint Venture de se autofinanciar, apesar de um consumo pontual no trimestre relacionado a eventos específicos de capital de giro. A dívida financeira líquida encerrou o período em R$ 2.8 bilhões e a alavancagem financeira ficou em 1.69 vezes, praticamente em linha com o trimestre anterior. Passando agora para o slide 8, nas nossas despesas, esse é um ponto que merece destaque. As despesas comerciais, gerais e administrativas, excluindo a depreciação, totalizaram BRL 279 milhões, que representa uma redução nominal de aproximadamente 25% em relação ao escopo comparável do Q2 2025. Essa performance reflete, por um lado, ganhos estruturais na eficiência e uma disciplina bastante forte dos nossos custos. Por outro lado, é importante colocar a comparação em perspectiva.
Speaker #4: A dívida financeira líquida encerrou o período em R$ 2,8 bilhões e a alavancagem financeira ficou em 1,69 vezes, praticamente em linha com o trimestre anterior.
Speaker #4: Passando agora para o slide 8, nas nossas despesas, esse é um ponto que merece destaque. As despesas comerciais, gerais e administrativas, excluindo aqui a depreciação, totalizaram R$279 milhões, o que representa uma redução nominal de aproximadamente 25% em relação ao escopo comparável do segundo trimestre de 2025.
Speaker #4: Essa performance reflete, por um lado, ganhos estruturais na eficiência e uma disciplina bastante forte dos nossos custos. Por outro lado, é importante colocar a comparação em perspectiva: a base do ano passado estava mais pressionada, principalmente pela linha de provisão para devedores duvidosos.
Rafael Bossolani: A base do ano passado estava mais pressionada, principalmente pela linha de provisão para devedores duvidosos. Mas mesmo isolando esse efeito, ainda teríamos uma redução nominal de aproximadamente 15% nas despesas. Então, a mensagem aqui é que estamos, de fato, construindo uma estrutura mais leve e mais eficiente. Já aqui na linha de outras receitas e despesas operacionais, a gente vê um saldo positivo de BRL 8 milhões no trimestre, comparado a BRL 25 milhões positivos na base comparável do ano anterior, que é um reflexo da menor receita de serviços compartilhados no âmbito da formação da JV. De forma geral, portanto, a leitura continua bastante positiva. Seguimos evoluindo na disciplina de despesas, na captura de eficiência operacional, mesmo em um cenário de crescimento da nossa operação. Essa combinação de crescimento, rentabilidade e eficiência nos leva a um EBITDA consolidado aqui no slide número 9.
Speaker #4: Mas, mesmo isolando esse efeito, ainda teríamos uma redução nominal de aproximadamente 15% nas despesas. Então, a mensagem aqui é que estamos, de fato, construindo uma estrutura mais leve e mais eficiente.
Speaker #4: Já aqui na linha de outras receitas e despesas operacionais, a gente vê saldo positivo de R$ 8 milhões no trimestre, comparado a R$ 25 milhões positivos na base comparável do ano anterior, que é reflexo da menor receita de serviços compartilhados no âmbito, de forma geral. Portanto, a leitura continua bastante positiva, seguimos evoluindo na disciplina de despesas, na captura de eficiência operacional, mesmo em cenário de crescimento da nossa operação.
Speaker #4: Essa combinação de crescimento, rentabilidade e eficiência nos leva ao EBITDA consolidado, aqui no slide número 9. O EBITDA atingiu R$ 446 milhões, que foi um crescimento de 53% em relação ao escopo comparável de 2025.
Rafael Bossolani: O EBITDA atingiu R$446 million, que foi um crescimento de 53% em relação ao escopo comparável de 2025. A margem EBITDA expandiu 5.8 pontos percentuais e atingiu 20.1% em relação à receita líquida. Esse crescimento vem da performance operacional de diagnósticos, da melhora da rentabilidade nos hospitais e, de forma bastante relevante, da captura de eficiências e da disciplina de custos que acabamos de mostrar aqui no slide de despesas. Agora passando para o slide número 10, sobre os nossos investimentos. Como antecipamos no último trimestre, o ritmo de investimentos começou a se normalizar ao longo do Q2, acompanhando a execução dos projetos previstos para o ano. Os investimentos totalizaram R$59 million no trimestre, foi um aumento de 43% sobre a base comparável, refletindo principalmente a retomada gradual de iniciativas que haviam apresentado um ritmo de execução mais baixo no início do ano.
Speaker #4: A margem EBITDA expandiu 5,8 pontos percentuais e atingiu 20,1% em relação à receita líquida. Esse crescimento vem da performance operacional de Diagnósticos, da melhora da rentabilidade nos hospitais e, de forma bastante relevante, da captura de eficiências e da disciplina de custos que acabamos de mostrar aqui no slide de despesas.
Speaker #4: Agora, passando para o slide de número 10, sobre os nossos investimentos. Como antecipamos no último trimestre, o ritmo de investimentos começou a se normalizar ao longo do segundo tri, acompanhando a execução dos projetos previstos para o ano.
Speaker #4: Os investimentos totalizaram 59 milhões no trimestre, um aumento de 43% sobre a base comparável, refletindo principalmente a retomada gradual de iniciativas que haviam apresentado ritmo de execução mais baixo no início do ano.
Speaker #4: Mesmo com essa normalização, o nível de CAPEX permanece contido e disciplinado, com uma alocação seletiva de recursos e a priorização de projetos com maior retorno e impacto sobre eficiência, produtividade e na qualidade dos nossos serviços.
Rafael Bossolani: Mesmo com essa normalização, o nível de Capex permanece contido e disciplinado, com uma alocação seletiva de recursos e a priorização de projetos com maior retorno e impacto sobre eficiência, produtividade e na qualidade dos nossos serviços. Os recursos foram direcionados principalmente para tecnologia e para modernização da infraestrutura, iniciativas que aumentam produtividade e melhoram a experiência dos nossos pacientes. A gente segue demonstrando que o nosso modelo de negócio é capaz de crescer sem demandar uma alta intensidade de capital, priorizando sempre projetos com alto potencial de retorno. Então quando a gente olha para o segmento, os investimentos permaneceram concentrados principalmente em diagnóstico e as iniciativas corporativas que são ligadas majoritariamente à tecnologia, à produtividade e à digitalização. É importante destacar também que parte dos investimentos em nossas unidades de atendimento e NTOs está sendo realizada por meio de parcerias estratégicas.
Speaker #4: Os recursos foram direcionados principalmente para a tecnologia e para a modernização da infraestrutura, iniciativas que aumentam a produtividade e melhoram a experiência dos nossos pacientes.
Speaker #4: A gente segue demonstrando que o nosso modelo de negócio é capaz de crescer sem demandar uma alta intensidade de capital, priorizando sempre projetos com alto potencial de retorno.
Speaker #4: Então, quando a gente olha por segmento, os investimentos permaneceram concentrados principalmente em diagnóstico e nas iniciativas corporativas, que são ligadas majoritariamente à tecnologia, à produtividade e à digitalização.
Speaker #4: É importante destacar também que parte dos investimentos em nossas unidades de atendimento e NTOs está sendo realizada por meio de parcerias estratégicas. Isso reduz a necessidade de desembolsos diretos de capital, sem comprometer o ritmo de modernização e expansão da operação.
Rafael Bossolani: Isso reduz a necessidade de desembolsos diretos de capital, sem comprometer o ritmo de modernização e expansão da operação. Então, a lógica aqui continua bastante clara. A gente segue investindo de forma seletiva e disciplinada, priorizando eficiência operacional, produtividade, geração de valor, sempre preservando o nível de serviço dos nossos negócios. Passando agora para o slide 11, de geração de caixa. A geração de caixa operacional passou de R$44 million para R$247 million. Essa performance foi impulsionada pela maior geração operacional, refletindo a expansão do EBITDA e também uma gestão mais eficiente do nosso capital de giro. É importante lembrar que o primeiro semestre do ano é historicamente mais pressionado em capital de giro, principalmente em função da dinâmica de recebimento da operação e de algumas despesas pontuais desse período.
Speaker #4: Então, a lógica aqui continua bastante clara: a gente segue investindo de forma seletiva e disciplinada, priorizando eficiência operacional, produtividade e a geração de valor, sempre preservando o nível de serviço dos nossos negócios.
Speaker #4: Passando agora para o slide 11, de geração de caixa, a geração de caixa operacional passou de R$44 milhões para R$247 milhões. Essa performance foi impulsionada pela maior geração operacional, refletindo a expansão do EBITDA e também uma gestão mais eficiente aqui do nosso capital de giro.
Speaker #4: É importante lembrar que o primeiro semestre do ano é historicamente mais pressionado em capital de giro, principalmente em função da dinâmica de recebimento da operação e de algumas despesas pontuais desse período.
Speaker #4: Mesmo com o crescimento da operação, o nosso ciclo de conversão de caixa reduziu em 7 dias, o que mostra uma melhora estrutural na gestão dos nossos contas a receber e dos nossos estoques.
Rafael Bossolani: Mesmo com o crescimento da operação, o nosso ciclo de conversão de caixa reduziu em sete dias, o que mostra uma melhora estrutural na gestão das nossas contas a receber e dos nossos estoques. Na linha de fluxo de caixa livre, tivemos uma evolução ainda mais relevante. Saímos de um consumo de R$18 million no Q2 2025 para uma geração positiva de R$292 million no Q2 deste ano. É uma melhoria de praticamente R$310 million nesse período. Essa evolução mostra uma melhora estrutural na nossa geração de caixa, que é sustentada por um modelo operacional mais leve, mais eficiente e menos intensivo em capital. Para concluir, avançando para o slide 12, sobre a estrutura de capital da Dasa. Aqui a gente conecta toda essa evolução operacional e a geração de caixa com a nossa estrutura de capital.
Speaker #4: Na linha de fluxo de caixa livre, tivemos uma evolução ainda mais relevante. Saímos de um consumo de R$ 18 milhões no segundo trimestre de 2025 para uma geração positiva de R$ 292 milhões no segundo trimestre deste ano.
Speaker #4: É uma melhoria aqui de praticamente R$ 310 milhões nesse período. Essa evolução mostra uma melhora estrutural na nossa geração de caixa, que é sustentada por um modelo operacional mais leve e mais eficiente, e menos intensivo em capital.
Speaker #4: Para concluir, avançando para o slide 12, sobre a estrutura de capital da DASA, aqui a gente conecta toda essa evolução operacional e a geração de caixa com a nossa estrutura de capital.
Speaker #4: A dívida financeira bruta encerrou o trimestre em R$ 6,4 bilhões, com prazo médio de 3 anos e meio e custo médio de CDI mais 2,14.
Rafael Bossolani: A dívida financeira bruta encerrou o trimestre em BRL 6.4 billion, com prazo médio de três anos e meio e um custo médio de CDI + 2.14. Ao final do período, a nossa posição de caixa e aplicações totalizou R$ 959 million, mantendo uma posição de liquidez adequada para o nosso perfil dos vencimentos. A dívida líquida financeira, consequentemente, após aquisições a pagar, antecipação de recebíveis, encerrou o trimestre em BRL 5.6 billion. Em termos de alavancagem, quando olhamos para o escopo atual e comparável, o indicador encerrou o segundo trimestre de 2026 em 2.9x, abaixo do 3.09x observados no primeiro trimestre de 2026. Portanto, nessa visão comparável, seguimos uma trajetória consistente de redução. É importante esclarecer que a evolução da alavancagem total reportada tem uma tendência diferente e não representa a deterioração da performance operacional da companhia.
Speaker #4: Ao final do período, a nossa posição de caixa e aplicações totalizou R$ 959 milhões, mantendo uma posição de liquidez adequada para o nosso perfil dos vencimentos.
Speaker #4: A dívida líquida financeira, consequentemente, após aquisições a pagar e antecipação de recebíveis, encerrou o trimestre em R$ 5,6 bilhões. Em termos de alavancagem, quando olhamos para o escopo atual e comparável, o indicador encerrou o segundo trimestre de 2026 em 2,9 vezes, abaixo dos 3,09 vezes observados no primeiro trimestre de 2026.
Speaker #4: Portanto, nessa visão comparável, seguimos uma trajetória consistente de redução. E aí é importante esclarecer que a evolução da alavancagem total reportada tem uma tendência diferente e não representa deterioração da performance operacional da companhia. Esse movimento decorre principalmente da composição do EBITDA dos últimos 12 meses, à medida que saem da base de comparação os resultados dos hospitais que migraram para a rede Américas e das operações que foram desinvestidas no ano passado, além dos efeitos contábeis relacionados a esses movimentos.
Rafael Bossolani: Esse movimento decorre principalmente da composição do EBITDA dos últimos 12 meses, à medida que saem da base de comparação os resultados dos hospitais que migraram para a Rede Américas e das operações que foram desinvestidas no ano passado, além dos efeitos contábeis relacionados a esses movimentos. Esse efeito é essencialmente matemático e deve continuar aparecendo nos próximos trimestres, até que o EBITDA LTM passe a refletir integralmente o novo perímetro operacional da companhia no Q4 desse ano. Por isso, quando analisamos a evolução em bases comparáveis, a tendência de desalavancagem permanece bastante clara e sólida. Para fim de covenants, a alavancagem encerrou o trimestre em 3.39x, permanecendo abaixo do limite de 4x previsto nas escrituras das nossas dívidas. A gente também continua avançando na gestão ativa do nosso passivo e do perfil de vencimentos.
Speaker #4: Esse efeito é essencialmente matemático e deve continuar aparecendo nos próximos trimestres, até que o EBITDA LTM passe a refletir integralmente o novo perímetro operacional da companhia no quarto trimestre deste ano.
Speaker #4: Por isso, quando analisamos a evolução em bases comparáveis, a tendência de desalavancagem permanece bastante clara e sólida. Para fins de covenants, a alavancagem encerrou o trimestre em 3,39 vezes, permanecendo abaixo do limite de 4 vezes previsto nas escrituras das nossas dívidas.
Speaker #4: A gente também continua avançando na gestão ativa do nosso passivo e do perfil de vencimentos. Em julho, a gente concluiu a 23ª emissão de debêntures, no montante de R$ 700 milhões, com prazo médio de dois anos.
Rafael Bossolani: Em julho, a gente concluiu a 23ª emissão de debêntures no montante de BRL 700 million, com prazo médio de dois anos. Os recursos foram utilizados para o resgate antecipado da 16ª emissão de debêntures, cujo valor total, já incluindo juros e o prêmio, foi de aproximadamente BRL 708 million. Então, na prática, essa operação refinanciou a obrigação de prazo mais curto, reduziu a concentração dos vencimentos e reforçou a previsibilidade da nossa estrutura de capital, e acaba endereçando integralmente os vencimentos relevantes de 2026 e de 2027. Por fim, a leitura estrutural continua superpositiva. A gente segue avançando na desalavancagem da companhia, apoiada em três grandes pilares: no crescimento e expansão do EBITDA, na geração de caixa e essa gestão ativa dos nossos passivos.
Speaker #4: Os recursos foram utilizados para o resgate antecipado da 16ª emissão de debêntures, cujo valor total, já incluindo juros e o prêmio, foi de aproximadamente R$ 708 milhões.
Speaker #4: Então, na prática, essa operação refinanciou a obrigação de prazo mais curto, reduziu a concentração dos vencimentos, né? E reforçou a previsibilidade da nossa estrutura de capital.
Speaker #4: E acaba endereçando integralmente os vencimentos relevantes de 2026 e de 2027. Então, por fim, a leitura estrutural continua super positiva. A gente segue avançando na desalavancagem da companhia, apoiada aqui em três grandes pilares: crescimento e expansão do EBITDA, na geração de caixa, e essa gestão ativa do nosso passivo.
Speaker #4: Então, a gente observa ali uma melhora na conversão de caixa, que a gente mostrou no slide anterior, que, combinada a um perfil de vencimentos mais equilibrado e compatível com a nossa liquidez, nos dá uma base sólida para continuarmos reduzindo a nossa alavancagem ao longo do tempo.
Rafael Bossolani: A gente observa uma melhora na conversão de caixa, que a gente mostrou no slide anterior, que combinada a um perfil de vencimentos mais equilibrado e compatível com a nossa liquidez, nos dá uma base sólida para a gente continuar reduzindo a nossa alavancagem ao longo do tempo. Com isso, eu encerro a apresentação dos resultados e podemos passar para a sessão de perguntas e respostas.
Speaker #4: Então, com isso, eu encerro a apresentação dos resultados aqui e podemos passar para a sessão de perguntas e respostas.
Speaker #1: Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas para investidores e analistas. Caso deseje fazer alguma pergunta, por favor, pressione o botão "Levantar a mão".
Operator 2: Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas para investidores e analistas. Caso deseje fazer alguma pergunta, por favor, pressione o botão "levantar a mão". Se a sua pergunta for respondida, você poderá sair da fila clicando em "abaixar a mão". Caso deseje fazer uma pergunta por escrito, por favor, digite sua pergunta no campo Q&A, seguido de seu nome e companhia. A nossa primeira pergunta vem do senhor Flavio Yoshida, do Bank of America. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #1: Se a sua pergunta for respondida, você poderá sair da fila clicando em "Abaixar a mão". Caso deseje fazer uma pergunta por escrito, por favor, digite sua pergunta no campo "Q&A", seguida de seu nome e companhia.
Speaker #1: A nossa primeira pergunta vem do senhor Flávio Yoshida, do Bank of America. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #2: Olá, boa tarde. Obrigado pelo espaço para fazer perguntas. Tenho duas aqui do nosso lado. As duas são referentes ao business de diagnóstico, tá? Então, a primeira é com relação ao crescimento, né?
Flavio Yoshida: Olá, boa tarde. Obrigado pelo espaço para fazer perguntas. Tenho duas aqui do nosso lado. As duas são referentes ao business de diagnóstico. A primeira é com relação ao crescimento. A gente viu que o crescimento desacelerou em relação ao último tri. Ainda assim, um patamar bastante bom, mas bem abaixo do que tinha sido o último tri, de crescimento ano contra ano. Então queria entender se teve algum impacto específico ou se foi talvez uma redução de market share, ou se, na verdade, a gente deveria considerar esse patamar do Q2 como talvez um pouco mais recorrente. E a minha segunda pergunta, ainda em diagnóstico, é com relação à margem bruta, que teve essa redução tri a tri. Acho que vocês comentaram um pouco, teve efeito do mix, teve um efeito de classificação e alocação entre linhas.
Speaker #2: Então, a gente viu que o crescimento desacelerou em relação ao último tri, né? Ainda assim, patamar bastante bom, mas bem abaixo do que tinha sido o último tri, né?
Speaker #2: De crescimento ano contra ano. Então, eu queria entender se teve algum impacto específico, se foi talvez uma redução de market share, ou se, na verdade, a gente deveria considerar esse patamar aqui do segundo tri como talvez um pouco mais recorrente, tá?
Speaker #2: E aí, a minha segunda pergunta, ainda em diagnóstico, é com relação à margem bruta, né? Que teve essa redução tri a tri, né? Acho que vocês comentaram um pouco que teve efeito do mix, teve efeito de classificação e alocação entre linhas.
Speaker #2: Então, se vocês pudessem dar um pouco de cor para a gente, quanto que cada um desses efeitos impactou e se o mix, ainda, quanto mais ele pode jogar contra aqui na margem.
Flavio Yoshida: Então se vocês pudessem dar um pouco de cor para a gente, quanto que cada um desses efeitos impactou e se o mix ainda, quanto mais ele pode jogar contra aqui na margem. Obrigado.
Speaker #2: Obrigado.
Speaker #3: Oi, Flávio. Lucrezio falando. Obrigado pelas perguntas. Vou falar de crescimento e passo para o Bossolani falar aqui da margem bruta. Crescimento: bom, como você falou, a gente vem com uma boa taxa de crescimento considerando que é todo orgânico e sem terceiros.
Rafael Lucchesi: Oi, Flávio, Lucchesi falando. Obrigado pelas perguntas. Vou falar de crescimento, eu passo para o Bossolani falar da margem bruta. Crescimento. Como você falou, a gente vem com uma boa taxa de crescimento, considerando que é todo orgânico e same-store sales. A gente até teve uma redução de número de unidades naquele ajuste fino que a gente tem feito, de unidades pequenas e não produtivas, mas basicamente é same-store sales. A gente segue bem nas principais avenidas de crescimento, como segmento premium, como atendimento domiciliar, como volume do B2B. Volume do B2B com crescimento versus ano passado, realmente um pouquinho menor do que a tendência do Q1, mas ainda vindo bem. E acho que tem que considerar também que o Q2 de 2025, a gente também tinha uma base que já tinha tido um crescimento bom versus 2024, considerando a sazonalidade do Q2.
Speaker #3: A gente até teve uma redução de número de unidades naquele ajuste fino que a gente tem feito, de unidades pequenas e não produtivas, mas basicamente é sem estardalhaço.
Speaker #3: A gente segue bem nas principais avenidas de crescimento, como o segmento premium, o atendimento domiciliar e o volume do B2B. O volume do B2B, com o crescimento versus o ano passado, realmente está um pouquinho menor do que a tendência do primeiro trimestre, mas ainda vindo bem.
Speaker #3: E acho que tem que considerar também que o trimestre, o segundo tri de 25, a gente também tinha uma base que já tinha tido um crescimento bom versus 24, considerando a sazonalidade do segundo trimestre, tá?
Speaker #3: Então, considerando todos esses pontos, a gente veio com uma boa taxa de crescimento. Acho que vale falar também, a gente sentiu sim impacto de Copa. A gente tem esse dado bem detalhado.
Rafael Lucchesi: Considerando todos esses pontos, a gente veio com uma boa taxa de crescimento. Acho que vale falar também, a gente sentiu, sim, um impacto de Copa. A gente tem esse dado bem detalhado, tanto nos dias de jogos, apesar de ter sido mais tarde, pegou um pouquinho alguns horários de unidades de atendimento, e nos dias seguintes também, principalmente um pouco no primeiro horário. Então, tem aí um ponto, mais ou menos, até no máximo 1.5 ponto de impacto de Copa que a gente sentiu. Dizendo tudo isso para você, a gente continua superconfiante no crescimento que vem pela frente. Julho vem como um mês de muito bom crescimento, a gente viu acelerando nas últimas semanas. A gente tem outras iniciativas já mapeadas, bastante consistentes, tem bons acordos comerciais, tem crescimento em todos os segmentos.
Speaker #3: Tanto nos dias de jogos, apesar de ter sido mais tarde, pegou pouquinho alguns horários de unidades de atendimento. E nos dias seguintes também, principalmente pouco no primeiro horário.
Speaker #3: Então, tem aí ponto, mais ou menos, até no máximo ponto e meio de impacto de Copa que a gente sentiu. Dizendo tudo isso para você, a gente continua super confiante no crescimento que vem pela frente.
Speaker #3: Julho vem como mês de muito bom crescimento. A gente viu acelerando nas últimas semanas. A gente tem outras iniciativas já mapeadas, bastante consistentes, tem bons acordos comerciais, tem crescimento em todos os segmentos.
Speaker #3: Então, acho que a gente está confiante, apesar desses impactos um pouquinho maiores do segundo tri, confiantes com uma boa taxa para frente, seguindo aí uma rota positiva aqui para a DASA.
Rafael Lucchesi: Então acho que a gente está confiante, apesar desses impactos um pouquinho maiores no Q2, confiantes com uma boa taxa para frente, seguindo uma rota positiva aqui para a Dasa. Passando para o Bossolani, que vai falar da margem bruta.
Speaker #3: Passando para o Bossolani aqui, para falar da margem bruta.
Speaker #4: Oi, Flávio, tudo bem? Obrigado pela pergunta. Eu acho que o primeiro ponto que a gente observa é que essa dinâmica de crescimento de receita associada a uma queda de rentabilidade não implica uma dinâmica diretamente relacionada, tá?
Rafael Bossolani: Oi, Flávio, tudo bem? Obrigado pela pergunta. Eu acho que o primeiro ponto que a gente observa é que essa dinâmica de crescimento de receita associada a uma queda de rentabilidade não implica uma dinâmica diretamente relacionada. A gente teve ali, de fato, uma alocação diferente entre custos de despesas, que representou aproximadamente 1 ponto percentual da receita líquida. Isso reflete evoluções que a gente vem fazendo na nossa estrutura organizacional, com foco em produtividade. Tem um segundo efeito, menos relevante, que está associado a custos duplicados, adicionais e são pontuais, com a implementação de novos equipamentos mais eficientes do NTO. Então você tem um custo inicial ali que acabou sendo duplicado. E terceiro, e menos relevante, a gente tem um efeito associado a um mix de canais, onde a gente observou o crescimento mais forte do nosso B2B.
Speaker #4: Então, assim, a gente teve ali, de fato, uma alocação diferente entre custo e despesas, tá? Que representou aproximadamente 1 ponto percentual da receita líquida, e isso reflete evoluções que a gente vem fazendo na nossa estrutura organizacional, né, com foco em produtividade.
Speaker #4: Tem um segundo efeito, menos relevante, que está associado a custos duplicados, adicionais, e são pontuais, com a implementação de novos equipamentos mais eficientes do NTO.
Speaker #4: Então, você tem custo inicial ali que acabou sendo duplicado. E aí, terceiro, e menos relevante, a gente tem efeito associado ao mix de canais, né, onde a gente observou um crescimento mais forte do nosso B2B, né?
Rafael Bossolani: A gente sabe que o B2B, a margem percentual dele é menor do que alguns canais premiums, mas essa não é uma métrica correta para avaliar a atratividade econômica desse negócio. É um canal que adiciona volume sobre a infraestrutura já instalada, que exige baixo Capex incremental e acaba gerando um lucro bruto incremental, o que contribui para diluição de custos fixos. Então, a nossa prioridade aqui é maximizar a contribuição econômica e retorno sobre o capital, e não necessariamente uma avaliação pontual da margem percentual de cada um dos canais. E quando a gente observa esse efeito, junto com as despesas para rentabilidade total da companhia, a gente vê uma expansão bastante material, excluindo a equivalência patrimonial de acima de 300 basis points. Então é bastante estrutural essa evolução.
Speaker #4: Então, a gente sabe que o B2B, a margem percentual dele é menor do que a de alguns canais premium, mas essa não é uma métrica correta para avaliar a atratividade econômica desse negócio.
Speaker #4: É um canal que adiciona volume sobre a infraestrutura já instalada, exige baixo CAPEX incremental e acaba gerando lucro bruto incremental, o que contribui para a diluição de custos fixos, né?
Speaker #4: Então, a nossa prioridade aqui é maximizar a contribuição econômica e o retorno sobre o capital, né? E não necessariamente uma avaliação pontual ali da margem percentual de cada um dos canais, né?
Speaker #4: E quando a gente observa esse efeito, né, junto com as despesas para rentabilidade total da companhia, a gente vê uma expansão ali bastante material, excluindo ali a equivalência patrimonial, de acima de 300 basis points.
Speaker #4: Essa então é bastante estrutural, essa evolução.
Speaker #2: Está bom. Você, se me permite, só para fazer um follow-up aqui na resposta do Lucrezio. Você comentou, Lucrezio, que julho vem acelerando, né? Você acha que, na verdade, é só um pickup da demanda aí, que você mencionou que teve talvez impacto pelo efeito da Copa, ou você acha que talvez não é só isso e ela até se transbordou aí para o que a gente viu até agora no mês de agosto?
Flavio Yoshida: Tá bom. Se me permite só um follow-up aqui na resposta do Lucchesi. Você comentou, Lucchesi, que julho vem acelerando. Você acha que, na verdade, é só um pickup da demanda que você mencionou que teve talvez um impacto pelo efeito da Copa do Mundo, ou você acha que talvez não é só isso e ela até se transbordou para o que a gente viu até agora do mês de agosto?
Speaker #4: Não, não parece ser.
Rafael Lucchesi: Não parece ser só isso, não, Flávio. Vem bem consistentemente desde o começo de julho. Parece ser uma demanda consistente e, de novo, também reflexo de outras iniciativas de receita que a gente tem trazido. De maneira geral, tendência positiva.
Speaker #3: Só parece ser só isso não, Flávio. Vem bem consistentemente desde o começo de julho. Então, parece ser uma demanda consistente e, de novo, também reflexo de outras iniciativas de receita que a gente tem trazido.
Speaker #3: Então, de maneira geral, a tendência é positiva.
Speaker #2: Está ótimo. Obrigado, pessoal.
Flavio Yoshida: Tá ótimo. Obrigado, pessoal.
Speaker #1: Nossa próxima pergunta vem do senhor Leandro Bastos, do Citi. Por favor, pode prosseguir.
Operator 2: Nossa próxima pergunta vem do senhor Leandro Bastos, do Citi. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #5: Oi, pessoal. Boa tarde. Obrigado. São duas aqui também. A primeira, em Diagnósticos, acho que é até mais um follow-up aqui nesse ponto do Flávio. Assim, eu entendi aqui as explicações de margem bruta, né, e até que uma parte aqui dos ofensores, né, esses custos duplicados, eles deveriam ter natureza mais temporária.
Leandro Bastos: Oi, pessoal, boa tarde. Obrigado. São duas aqui também. A primeira, em Diagnósticos, acho que é até mais um follow-up aqui nesse ponto do Flávio. Eu entendia que as explicações de margem bruta, e até que uma parte aqui dos ofensores, esses custos duplicados, eles deveriam ter natureza mais temporária. Então, se vocês puderem passar um indicador de qual que deve ser, no mix atual, qual que deveria ser uma margem recorrente, margem bruta para diagnóstico, acho que ajudaria no trabalho de modelagem. Esse seria o primeiro ponto. O segundo é mais voltado para Américas. Acho que a gente viu nesse tri uma melhora no EBITDA de margem, mas uma queima de caixa, e uma posição de caixa relativamente baixa para o que é o tamanho da empresa, o tamanho da dívida.
Speaker #5: Então, se vocês puderem aqui passar um indicador, assim, de qual que deve ser, assim, no mix atual, qual que deveria ser uma margem recorrente aqui, margem bruta para diagnóstico, acho que ajudaria no trabalho de modelagem.
Speaker #5: Esse seria o primeiro ponto. O segundo é mais voltado para a Américas, né? Acho que a gente viu, nesse tri, uma melhora no EBITDA, né, assim, de margem.
Speaker #5: Mas uma queima de caixa, né, e caixa, uma posição de caixa relativamente baixa, assim, para o que é o tamanho da empresa, o tamanho da dívida.
Speaker #5: Então, eu queria entender um pouquinho, assim, como que a gente reconcilia, né, esse EBITDA melhor com a dívida líquida aumentando. E como é que vocês pensam, assim, o nível de liquidez, assim, que a empresa deveria ter para rodar confortável?
Leandro Bastos: Eu queria entender um pouquinho como que a gente reconcilia esse EBITDA melhor com a dívida líquida aumentando, e como é que vocês pensam o nível de liquidez que a empresa deveria ter para rodar confortável. São esses dois pontos. Obrigado.
Speaker #5: São esses dois pontos. Obrigado.
Speaker #3: Oi, Leandro. Obrigado pelas perguntas aqui. Vou também responder à primeira e passo a segunda para o Bossolani. Não, a gente não vai falar da tendência de margem bruta, mas a gente pode falar o que foi o impacto do segundo tri.
Rafael Lucchesi: Oi, Leandro, obrigado pelas perguntas. Vou também responder a primeira e passo a segunda para o Bossolani. A gente não vai falar a tendência de margem bruta, mas a gente pode te falar o que foi o impacto do Q2. O Bossolani já falou, entre despesa e custo, tem mais ou menos 1 ponto, nessa mudança de geografia. Essa parte dos NTOs, esse overlap de custo pela implementação das novas linhas, que são mais modernas, mas tem um ramp up, tem mais ou menos meio ponto que impactou nesse trimestre. E a questão do mix entre B2B e B2C, aí acho que dá para você ir projetando em relação ao que o Bossolani falou. Quanto mais aumenta o volume do B2B, ele tem uma margem percentual menor, apesar de ser superpositivo na questão de retorno de investimento e de rentabilidade como um todo.
Speaker #3: Então, o Bossolani já falou ali: entre despesa e custo tem mais ou menos meio ponto. Nessa mudança de geografia, essa parte dos NTOs, esse overlap de custo pela implementação das novas linhas, que são mais modernas, mas têm ramp-up, tem mais ou menos meio ponto que impactou nesse trimestre.
Speaker #3: E a questão do mix, entre B2B e B2C, aí acho que dá para você ir projetando em relação ao que o Bossolani falou, que quando aumenta mais o volume do B2B, ele tem uma margem percentual menor, apesar de ser superpositivo na questão de retorno de investimento e de rentabilidade como um todo.
Speaker #3: Então, acho que com essa ideia de ordem de grandeza dos impactos, você consegue ter uma visão de como deve caminhar a nossa margem bruta aí para frente.
Rafael Lucchesi: Então, acho que com essa ideia de ordem de grandeza dos impactos, você consegue ter uma visão de como deve caminhar a nossa margem bruta aí para frente. Passando aqui para pergunta sobre Américas.
Speaker #3: Está bom? Passando aqui para a pergunta sobre a Américas.
Speaker #4: Oi, Leandro, obrigado pela pergunta. Vou falar um pouquinho da performance de Américas. Primeiro, eu acho que Américas teve uma performance super positiva do ponto de vista de resultado.
Rafael Bossolani: Oi, Leandro, obrigado pela pergunta. Falar um pouquinho da performance de Americas. Primeiro, eu acho que a Americas teve uma performance superpositiva do ponto de vista de resultado, em termos de crescimento, expansão de EBITDA ali na ordem de quase 40% em bases comparáveis. Então é uma operação que vem seguindo o plano financeiro de forma bastante diligente. Quando a gente vê a leitura de um trimestre isolado, ele pode distorcer um pouco essa trajetória, especialmente porque o caixa hospitalar pode ter alguma volatilidade relevante de capital de giro, principalmente relacionada a negociações comerciais que podem afetar o recebimento em um único mês ou em um único período. Quando a gente olha especificamente o Q2, a gente vê um consumo de aproximadamente R$60 milhões de caixa operacional, que é associado exatamente a essa dinâmica de capital de giro do período, quando é um faseamento ali dentro do semestre.
Speaker #4: Em termos de crescimento, expansão de EBITDA ali na ordem de quase 40%, né, em bases comparáveis. Então, é uma operação que vem seguindo o plano financeiro de forma bastante diligente, né?
Speaker #4: Quando a gente vê, assim, a leitura de trimestre isolado, ele pode distorcer um pouco essa trajetória, né, especialmente ali porque o caixa hospitalar pode ter alguma volatilidade relevante de capital de giro, principalmente relacionada a negociações comerciais que podem afetar o recebimento em um único mês ou em um único período, tá?
Speaker #4: Então, quando a gente olha especificamente o segundo trimestre, a gente vê consumo de aproximadamente R$ 60 milhões de caixa operacional, que é associado exatamente a essa dinâmica de capital de giro do período, quando a gente faz o faseamento ali dentro do semestre. E, quando a gente olha o semestre, é uma operação que gerou R$ 435 milhões de caixa operacional, e isso é superimportante porque mostra, apesar dessa volatilidade trimestral, que é uma plataforma que tem capacidade de se financiar operacionalmente.
Rafael Bossolani: Quando a gente olha o semestre, é uma operação que gerou R$435 milhões de caixa operacional, e isso é superimportante porque mostra, apesar dessa volatilidade trimestral, que é uma plataforma que tem capacidade de se financiar operacionalmente. Então, a dívida líquida em 2026, quando comparada ao início do ano, se manteve basicamente ou praticamente em linha ali, em R$2.8 bilhões, ao mesmo tempo que o EBITDA vem crescendo quase 40%. Então a gente naturalmente vê uma desalavancagem bastante grande, quase 1x o EBITDA da companhia. Então, em termos de liquidez, é uma empresa que tem uma posição de liquidez confortável, fechou com quase R$360 milhões de caixa, e a gente está ativamente trabalhando na gestão do passivo dos próximos vencimentos dos períodos, o que pra gente não é um ponto de atenção nesse momento.
Speaker #4: Né? Então, a dívida líquida em 2026, quando ela é comparada ao início do ano, se manteve basicamente ou praticamente em linha ali, em R$ 2,8 bilhões, né? Ao mesmo tempo, o EBITDA vem crescendo ali quase 40%.
Speaker #4: Então, a gente naturalmente vê uma desalavancagem bastante grande, de quase uma vez o EBITDA da companhia, né? Então, em termos de liquidez, é uma empresa que tem uma posição de liquidez confortável, fechou ali com quase R$360 milhões de caixa, e a gente está ativamente trabalhando na gestão do passivo dos próximos vencimentos dos períodos, o que para a gente não é ponto de atenção nesse momento.
Speaker #5: Maravilha, pessoal. Obrigado.
Leandro Bastos: Maravilha, pessoal. Obrigada.
Speaker #1: Nossa próxima pergunta vem do senhor Felipe Amâncio, do Itaú BBA. Por favor, pode prosseguir.
Operator 2: Nossa próxima pergunta vem do senhor Felipe Amancio, do Itaú BBA. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #6: Opa, bom dia, pessoal. São duas perguntas aqui do meu lado. A primeira delas é sobre o segmento premium, né? O que vocês puderem comentar aqui sobre o desempenho da marca alta nesse trimestre.
Felipe Amâncio: Opa, bom dia, pessoal. São duas perguntas aqui do meu lado. A primeira delas é sobre o segmento premium. O que vocês puderem comentar aqui sobre o desempenho da marca Alta nesse trimestre. E também até aproveitando para entender um pouco melhor a cabeça da companhia para expansão dessa marca, se tem alguma geografia em específico aqui com potencial de expansão, que acaba chamando a atenção. A minha segunda pergunta é sobre geração de caixa da Dasa em si. A gente consegue notar aqui a melhora do ciclo de conversão ao longo desses últimos trimestres e também o foco da companhia nesse ponto. Então eu queria pegar um pouco a cabeça de vocês para geração de caixa olhando para esse segundo semestre. Porque, me corrija se eu estiver errado, mas dada a sazonalidade do business, eu imagino que o segundo semestre devia mostrar uma aceleração nesse sentido.
Speaker #6: E também, até aproveitando para entender um pouco melhor a cabeça da companhia para a expansão dessa marca, né? Vocês têm alguma geografia em específico aqui com potencial de expansão que acaba chamando a atenção?
Speaker #6: E a minha segunda pergunta é sobre geração de caixa do DAS em si. A gente consegue notar a melhora do ciclo de conversão ao longo desses últimos trimestres, e também o foco da companhia nesse ponto.
Speaker #6: Então, eu queria pegar um pouco da cabeça de vocês para a geração de caixa, olhando para esse segundo semestre, né? Porque, me corrija se eu estiver errado aqui, mas, dada a sazonalidade do business, eu imagino que o segundo semestre deveria mostrar uma aceleração nesse sentido, né?
Speaker #6: De repente, até sustentar aqui uma queda de dívida líquida no ano, mas enfim. Só queria entender se faz sentido aqui essa hipótese. Obrigado, pessoal.
Felipe Amâncio: De repente, até sustentar uma queda de dívida líquida no ano. Mas enfim, só queria entender se faz sentido essa hipótese. Obrigado, pessoal.
Speaker #3: Oi, Felipe. Lucrezio falando aqui. Sobre o segmento premium, como vocês sabem, a gente não abre esse número, mas a gente segue crescendo no alta, num ritmo bem mais forte do que a nossa média de crescimento.
Rafael Lucchesi: Oi, Felipe. Borches falando. Sobre o segmento premium. Como vocês sabem, a gente não abre esse número, mas a gente segue crescendo no Alta num ritmo bem mais forte do que a nossa média de crescimento e pelos dados de mercado que a gente tem, a gente também tem um ganho importante de mercado no segmento premium. Hoje o Alta está em São Paulo e no Rio. A gente tem, sim, um plano de expansão, mas é um plano de expansão bastante baseado na ocupação das unidades que a gente já tem. Então é um plano de expansão que a gente tem bastante segurança na captura de novas receitas. A gente tem, sim, um mapa de onde a nossa ocupação já está demandando mais metro quadrado.
Speaker #3: E, pelos dados de mercado que a gente tem, a gente também tem ganho importante aqui de mercado no segmento premium. Hoje, o Alta está em São Paulo e no Rio. A gente tem, sim, plano de expansão, mas é um plano de expansão bastante baseado na ocupação das unidades que a gente já tem.
Speaker #3: Então, é plano de expansão que a gente tem bastante segurança na captura de novas receitas. A gente tem, sim, um mapa de onde a nossa ocupação já está demandando mais metro quadrado.
Speaker #3: Como vocês sabem, né, nos últimos trimestres o nosso foco em desalavancagem e em rodar melhor os ativos existentes fez com que a gente tivesse uma expansão bem pequena. Mas, daqui para frente, a gente sabe as áreas de oportunidade e nós estamos planejando, sim, algumas novas unidades em São Paulo e, potencialmente, uma expansão de área e serviços no Rio também — no Rio, menor; em São Paulo, provavelmente maior — para seguir capturando esses ganhos de mercado consistentes aí que a gente tem nos últimos anos.
Rafael Lucchesi: Como vocês sabem, nos últimos trimestres, o nosso foco em desalavancagem e em rodar melhor os ativos existentes, fez com que a gente tivesse uma expansão bem pequena, mas agora para frente a gente sabe as áreas de oportunidade e nós estamos planejando, sim, algumas novas unidades em São Paulo e potencialmente uma expansão de área e serviços no Rio também. No Rio, menor, em São Paulo, provavelmente maior, para seguir capturando esses ganhos de mercado consistentes que a gente tem nos últimos anos. Passando aqui para o Bossolani para falar um pouco do caixa.
Speaker #3: Passando aqui para o Bossolani para falar um pouco do caixa.
Speaker #4: Oi, Felipe. Obrigado pela pergunta. Olhando, assim, dando uma geral no nosso fluxo de caixa, eu acho que é importante a gente separar duas etapas da nossa evolução financeira, tá?
Rafael Bossolani: Oi, Felipe, obrigado pela pergunta. Dando uma geral do nosso fluxo de caixa, eu acho que é importante a gente separar duas etapas da nossa evolução financeira. A primeira eu acho que está ligada à recuperação e à capacidade operacional que a gente tem de gerar caixa. Então, nesse ponto, a gente teve uma evolução bastante relevante. A gente sai de um fluxo de caixa livre negativo do Q2 para quase BRL 300 million positivos no Q2 desse ano. Ou seja, mantendo a nossa disciplina de investimentos, a gente evoluiu, como eu falei, quase BRL 310 million a nossa geração de caixa livre.
Speaker #4: A primeira, eu acho que está ligada à recuperação e à capacidade operacional que a gente tem de gerar caixa. Então, nesse ponto, a gente teve uma evolução bastante relevante, né?
Speaker #4: Então, a gente sai de fluxo de caixa livre negativo do segundo trimestre para quase R$300 milhões positivos no segundo trimestre desse ano, né?
Speaker #4: Ou seja, mantendo ali a nossa disciplina de investimentos, né? Ou seja, a gente evoluiu, como eu falei aqui, quase R$ 310 milhões a nossa geração de caixa livre.
Speaker #4: Acho que a segunda etapa é fazer com que essa geração possa superar de forma consistente o nosso custo financeiro, né?
Rafael Bossolani: Acho que a segunda etapa é fazer com que essa geração possa superar de forma consistente o nosso custo financeiro, que se traduz na redução da dívida líquida. Lembrando que a gente ainda tem uma carga de juros relevante, consequência da estrutura de capital atual e que a gente vem melhorando. A melhora de caixa é uma prioridade superestrutural para companhia. Historicamente, o H1 é mais intensivo em capital giro, enquanto a geração de caixa tende a ser mais favorável na segunda metade do ano. Mesmo assim, Felipe, quando a gente olha a melhora operacional que a gente apresentou nesse trimestre, a gente vê que essa geração de caixa também se traduziu numa redução do nosso saldo de dívida líquida, aproximadamente R$ 23 million. Então é justamente por isso que a gente está olhando cada vez mais para conversão final do caixa na redução da dívida líquida.
Speaker #4: Que se traduz na redução da dívida líquida, né? Então, lembrando que a gente ainda tem uma carga de juros relevante, consequência aqui da estrutura de capital atual e que a gente vem melhorando, né?
Speaker #4: A melhora de caixa é uma prioridade superestrutural para a companhia, né? Historicamente, o primeiro semestre é mais intensivo em capital de giro, né?
Speaker #4: Enquanto a geração de caixa ela tende a ser mais favorável na segunda metade do ano, né? Mesmo assim, Felipe, quando a gente olha a melhora operacional que a gente apresentou nesse trimestre, a gente vê que essa geração de caixa também se traduziu numa redução do nosso saldo do de dívida líquida ali de aproximadamente R$ 23 milhões.
Speaker #4: Então, é justamente por isso que a gente está olhando cada vez mais para a conversão de caixa, para a conversão final do caixa na redução da dívida líquida.
Speaker #4: Então, essa evolução operacional ocorreu e o próximo estágio nosso é fazer com que isso apareça de forma mais evidente no nosso balanço. E lembrando que o segundo semestre tende, sim, a ter uma geração mais positiva e, consequentemente, uma descompressão ali da nossa dívida líquida para o ano.
Rafael Lucchesi: Essa evolução operacional ocorreu, o próximo estágio nosso é fazer que isso apareça de forma mais evidente no nosso balanço. E lembrando que o H2 tende, sim, a ter uma geração mais positiva e, consequentemente, uma descompressão da nossa dívida líquida para o ano.
Speaker #6: Perfeito. Obrigado, pessoal.
Felipe Amâncio: Perfeito. Obrigado, pessoal.
Speaker #1: Nossa próxima pergunta vem do senhor Maurício Cepeda, do Morgan Stanley. Por favor, pode prosseguir.
Operator 2: Nossa próxima pergunta vem do senhor Mauricio Cepeda, do Morgan Stanley. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #4: Oi, Lucrezio. Bossolani, boa tarde. Obrigado pelo espaço. Deixa eu pegar esse gancho aí do que teve na apresentação do investimento seletivo e que até foi comentado na resposta anterior.
Maurício Cepeda: Oi, Lucchesi, Bossolani, boa tarde. Obrigado pelo espaço. Deixa eu pegar esse gancho que teve na apresentação do investimento seletivo, até foi comentado na resposta anterior, mas pegar um pouco mais uma perspectiva de alocação de capital aqui, porque é nítido que vocês estão avançando nessa agenda de desalavancagem, mas faria sentido tentar acelerar a geração de caixa por expansão orgânica, inclusive para desalavancar mais rápido? Ou seja, seria meio que um problema do ovo ou da galinha aqui. De tentar sair da situação, inclusive investindo mais. Foi muito citado aqui que a marca Alta está com uma boa performance, vocês têm outras marcas no Brasil também. Vocês estariam dispostos a esse movimento um pouco mais agressivo nesse sentido? Qual critério de retorno podia ser suficiente para desengar essa expansão, mesmo dentro dessa agenda prioritária de desalavancagem? Obrigado.
Speaker #4: Mas pegar um pouco mais uma perspectiva de alocação de capital aqui. Porque é nítido, né, que vocês estão avançando nessa agenda de desalavancagem, mas faria sentido tentar acelerar a geração de caixa por expansão orgânica, inclusive, né, para desalavancar mais rápido?
Speaker #4: Ou seja, seria meio que o problema do ovo ou da galinha aqui, né? De tentar sair da situação, inclusive investindo aqui, que a marca alta está com uma boa performance.
Speaker #4: Vocês têm outras marcas no Brasil também. Vocês estariam dispostos a esse movimento um pouco mais, digamos, agressivo nesse sentido? Qual critério de retorno poderia ser suficiente para destravar essa expansão, mesmo dentro dessa agenda prioritária de desalavancagem?
Speaker #4: Obrigado.
Speaker #3: Oi, Cepeda. Obrigado pela pergunta. Vamos lá, a gente está realmente super criterioso na aprovação de expansão, até pelo nosso compromisso de desalavancagem. A gente viu que tinha ainda uma boa capacidade instalada para trazer receita dentro dessa capacidade, que é o melhor dos mundos, né?
Rafael Lucchesi: Oi, Cepeda. Obrigado pela pergunta. A gente está realmente supercriterioso na aprovação de expansão, até pelo nosso compromisso de desalavancagem. A gente viu que tinha ainda uma boa capacidade instalada para trazer receita dentro dessa capacidade, que é o melhor dos mundos. Porque aí você acaba até tendo uma alavancagem operacional e diluindo o custo. A gente vem com essa performance crescendo bem nos últimos trimestres, mesmo sem expansão. E a sua pergunta é boa, porque nesse momento a gente está avaliando justamente esse ponto que você trouxe, do quanto a gente pode estar chegando em algumas regiões específicas e em algumas marcas específicas, num ponto que o ramp-up da expansão seria tão positivo que já ajudaria a gente na desalavancagem, na melhora de EBITDA e potencial desalavancagem, e qual retorno a gente precisa esperar desses ramp-ups.
Speaker #3: Porque aí você acaba até tendo uma alavancagem operacional e diluindo o custo. Então, a gente vem com essa performance crescendo bem nos últimos trimestres, mesmo sem expansão.
Speaker #3: E a sua pergunta é boa, porque nesse momento a gente está avaliando justamente esse ponto que você trouxe: o quanto a gente pode estar chegando em algumas regiões específicas e em algumas marcas específicas em um ponto em que o ramp-up da expansão seria tão positivo que já ajudaria a gente na desalavancagem, né?
Speaker #3: Na melhora de EBITDA e potencial de desalavancagem, e qual o retorno a gente precisa esperar desses ramp-ups, tá? Nas nossas análises, essa possibilidade segue sendo uma possibilidade que tem que ter cautela, quer dizer, acertar muito bem esses investimentos para o retorno ser rápido.
Rafael Lucchesi: Nossas análises, essa possibilidade segue sendo uma possibilidade que tem que ter cautela, quer dizer, acertar muito bem esses investimentos para o retorno ser rápido, mas sim, já está aparecendo que algumas expansões específicas passam a contribuir, inclusive, para desalavancagem, se bem feitas e bem implementadas. Dito isso, reforçando a minha resposta de alguma das perguntas anteriores, a gente tem, sim, um plano de expansão de metro quadrado, tanto em unidade existente com novos serviços como algumas novas unidades, e a gente deve começar a mostrar para vocês aqui nos próximos trimestres um caminho um pouco mais nesse sentido. A gente conhece bem o mercado, sabe onde as oportunidades estão. Estamos com alto grau de confiança de que vai contribuir para nossa performance.
Speaker #3: Mas, sim, já está aparecendo que algumas expansões específicas passam a contribuir, inclusive, para a desalavancagem, se bem feitas e bem implementadas. Dito isso, reforçando a minha resposta de algumas das perguntas anteriores, a gente tem, sim, plano de expansão de metro quadrado, tanto em unidade existente com novos serviços quanto em algumas novas unidades.
Speaker #3: E a gente deve começar a mostrar para vocês aqui, nos próximos trimestres, um caminho um pouco mais nesse sentido. E a gente conhece bem, né, o mercado, sabe onde as oportunidades estão.
Speaker #3: Então, com alto grau de confiança de que vai contribuir para a nossa performance.
Speaker #4: Legal, Lucrezio. Obrigado.
Maurício Cepeda: Legal, Lucchesi. Obrigado.
Speaker #1: Nossa próxima pergunta vem do senhor Gustavo Tisseu, da XP Investimentos. Por favor, pode prosseguir.
Operator 2: Nossa próxima pergunta vem do senhor Gustavo Tiseo, da XP Investimentos. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #2: Oi, boa tarde, pessoal. Tudo jóia, Lucrezio? E time, são duas questões aqui do nosso lado também. A primeira, eu queria explorar um pouquinho o Lab2Lab.
Gustavo Tiseo: Boa tarde, pessoal, tudo joia, Lucchesi e time. São duas questões aqui do nosso lado também. A primeira, eu queria explorar um pouquinho o Lab to Lab. Ele vem crescendo bastante. Mas eu queria entender um pouco, quando você olha para o passado, o Álvaro em algum momento parou de ter grandes investimentos e depois, mais recentemente, você voltou. Eu queria entender qual é o grau dele de melhora operacional que você está, o quanto ele pode expandir de margem nesse meio tempo. É só para comparar com o passado. No momento que ele tinha um operacional mais forte lá no passado, mais distante, ele deveria ter uma margem maior. No momento atual, ele já está melhor em termos de margem e maior ou tem muito o que fazer? Só para a gente tentar entender o que dá para expandir de margem de Lab to Lab.
Speaker #2: Ele vem crescendo bastante, ele tem, mas eu queria entender um pouco, quando você olha para o passado, o Álvaro em algum momento parou de ter grandes investimentos e, depois, mais recentemente, você voltou.
Speaker #2: Eu queria entender qual é o grau dele de melhora operacional e, que você está, o quanto ele pode expandir de margem nesse meio tempo.
Speaker #2: É só para comparar com o passado. No momento em que ele tinha operacional mais forte lá no passado, mais distante, ele deveria ter uma margem maior.
Speaker #2: Nesse momento atual, ele já está melhor em termos de margem e maior, ou ainda tem muito o que fazer? Só para a gente tentar entender o que dá para expandir de margem de Lab2Lab.
Speaker #2: E o segundo ponto, eu queria falar um pouco de LP1, porque a gente vem escutando um pouco de que talvez o LP1 já comece a puxar volume de diagnóstico forte.
Gustavo Tiseo: E o segundo ponto, eu queria falar um pouco de GLP-1, que a gente vem escutando um pouco de que talvez o GLP-1 já comece a puxar volume de diagnóstico forte. Vocês têm alguma ideia de se isso está fazendo um volume maior para vocês ou ainda é irrelevante? E se for relevante, quanto que está impactando? Obrigado, pessoal.
Speaker #2: Vocês têm alguma ideia se isso está gerando um volume maior para vocês ou ainda é irrelevante? E, se for relevante, quanto está impactando?
Speaker #2: Obrigado, pessoal.
Rafael Lucchesi: Oi, Gustavo. Falando do B2B. Respondendo de forma direta: não, tem bastante a capturar ainda. Realmente voltou a ter um foco mais importante para o negócio, é um mercado que cresce bem. A gente está bem posicionado, mas precisava de algumas frentes estruturantes, como eu já comentei anteriormente, de integração de sistemas, uso dos nossos NTOs pelo Brasil, uma certa revisão da logística. A gente tem um plano sendo implementado, tanto comercial, como nível de serviço, como utilização dos NTOs, que começa uma captura agora. Então ainda tem bastante coisa pela frente. No passado, realmente, foi um serviço que era tocado mais separado da nossa operação quando a gente comprou lá atrás, depois a gente acabou integrando com a nossa operação como um todo, e isso fez uma diluição de custos importante, mas ele acabou ficando um pouco como um side business aqui dentro.
Speaker #3: Oi, Gustavo. Falando do B2B, respondendo de forma direta: não, tem bastante a capturar ainda, tá? A gente realmente voltou a ter foco mais importante para o negócio.
Speaker #3: É um mercado que cresce bem. A gente está bem posicionado, mas precisava de algumas frentes estruturantes, como eu já comentei anteriormente: integração de sistemas, uso dos nossos NTOs pelo Brasil e uma certa revisão da logística.
Speaker #3: E a gente tem plano sendo implementado tanto comercial como nível de serviço, como utilização dos NTOs, que começa uma captura agora, tá? Então, ainda tem bastante coisa pela frente.
Speaker #3: No passado, realmente ele foi um serviço que era tocado mais separado da nossa operação, quando a gente comprou lá atrás. Depois, a gente acabou integrando com a nossa operação como um todo.
Speaker #3: E isso fez uma diluição de custos importante, mas ele acabou ficando pouco como side business aqui dentro. E a nossa visão agora não é mais essa; é de que pode ser um negócio muito bom, olhado como negócio relevante para a companhia, e estamos tomando as ações para que ele tenha uma performance cada vez melhor e que a gente seja cada vez mais competitivo, trazendo todos os benefícios, tanto de diluição de custos como de incremento de margem.
Rafael Lucchesi: A nossa visão agora não é mais essa, é de que pode ser um negócio muito bom, olhado como um negócio relevante para a companhia, e estamos tomando as ações para que ele tenha uma performance cada vez melhor e que a gente seja cada vez mais competitivo, trazendo todos os benefícios, tanto de diluição de custo como de incremento de margem. Então tem bastante a capturar aqui. Sobre a segunda pergunta, a resposta é não. A gente não tem nenhum dado estatístico já que comprove uma questão de mudança de volume por esse fator. Estamos acompanhando, é uma tendência, mas nenhum dado ainda estatisticamente que comprove uma mudança.
Speaker #3: Então, tem bastante a capturar aqui, tá? Sobre a segunda pergunta, a resposta é não. A gente não tem nenhum dado estatístico já que comprove uma questão de mudança de volume por esse fator.
Speaker #3: Estamos acompanhando. É uma tendência, mas ainda não há dados estatísticos que comprovem uma mudança.
Speaker #2: Bom. Está ótimo, Lucrezio. Obrigado.
Gustavo Tiseo: Tá ótimo, obrigado.
Speaker #1: A sessão de perguntas e respostas está encerrada. As perguntas recebidas por texto serão respondidas posteriormente por e-mail. Gostaríamos de passar a palavra ao senhor Lucrezio para que faça as considerações finais da companhia.
Operator 2: A sessão de perguntas e respostas está encerrada. As perguntas recebidas por texto serão respondidas posteriormente por e-mail. Gostaríamos de passar a palavra ao senhor Lucchesi, para que faça as considerações finais da companhia.
Speaker #3: Agradeço mais uma vez a presença de todos. Acho que a palavra aqui é consistência. A gente vem implementando o nosso plano, com as nossas prioridades claras.
Rafael Lucchesi: Agradecer mais uma vez a presença de todos. Acho que a palavra aqui é consistência. A gente vem implementando o nosso plano, com as nossas prioridades claras. Acho que a gente teve um trimestre, como a gente comentou, com algum impacto de sazonalidade em volume e receita, mas seguindo num forte crescimento. E também falar da esteira de implementação das frentes estruturantes, que continuam muito bem.
Speaker #3: Acho que a gente teve trimestre, como a gente comentou, com algum impacto de sazonalidade em volume e receita, mas seguindo num forte crescimento. E também queria falar da esteira de implementação das frentes estruturantes, que continuam muito bem.
Speaker #3: De novo, a gente sempre fala: estamos focados na entrega do ano. Compromisso muito forte, mas também construindo uma companhia preparada para crescimentos futuros importantes, que esteja bem posicionada estrategicamente, que as nossas vantagens competitivas estejam reforçadas, como qualidade, excelência e inovação.
Rafael Lucchesi: De novo, a gente sempre fala, estamos focados na entrega do ano, que é um compromisso muito forte, mas também construindo uma companhia preparada para crescimentos futuros importantes, que esteja bem posicionada estrategicamente, que as nossas vantagens competitivas sejam reforçadas, como qualidade, excelência e inovação, com número de pacientes crescente, reputação de marcas, enfim, tem uma série de pontos que a gente tem trabalhado incansavelmente aqui para que a Dasa fique cada vez mais forte e otimistas com o que vem pela frente, com os próximos trimestres. A gente tem total convicção que a gente vai conseguir apresentar para vocês resultados cada vez melhores. Então, obrigado a todos, nos vemos no próximo trimestre.
Speaker #3: Com um número de pacientes crescente, a reputação de marcas, enfim, tem uma série de pontos que a gente tem trabalhado incansavelmente aqui para que a DASA fique cada vez mais forte.
Speaker #3: E otimistas com o que vem pela frente, com os próximos trimestres. A gente tem total convicção de que vai conseguir apresentar para vocês resultados cada vez melhores.
Speaker #3: Então, obrigado a todos. Nos vemos no próximo trimestre.
Operator 2: A teleconferência da Dasa está encerrada. Agradecemos a participação de todos e tenham uma boa tarde. Goodbye.
