Q2 2026 Alpargatas SA Earnings Call
Speaker #1: You have joined the meeting as an attendee and will be muted throughout the meeting.
Speaker #2: Bom dia a todos. E obrigado por aguardarem. Sejam muito bem-vindos à videoconferência de divulgação dos resultados do 2º trimestre de 2026 da Alpargatas. Destaco que, para aqueles que precisarem de tradução simultânea, temos essa ferramenta disponível na plataforma. Para acessar, basta clicar no botão "Interpretation" através do ícone do globo na parte inferior da tela e escolher o seu idioma de preferência, português ou inglês.
Speaker #2: Para aqueles ouvindo a videoconferência em inglês, há a opção de mutar o áudio original em português, clicando em "Mute Original Audio". Informamos que esta videoconferência está sendo gravada e será disponibilizada no site de RI da companhia: ri.alpargatas.com.br.
Speaker #2: Onde se encontra disponível o material completo da nossa divulgação de resultados? É possível fazer o download da apresentação também no ícone de chat, inclusive em inglês.
Speaker #2: Durante a apresentação da companhia, todos os participantes estarão com o microfone desabilitado. Em seguida, daremos início à sessão de perguntas e respostas. Para fazer perguntas, clique no ícone "Q&A" na parte inferior de sua tela e escreva sua pergunta para entrar na fila.
Speaker #2: Ao ser anunciado, uma solicitação para ativar seu microfone aparecerá na tela, e então você deve ativar o seu microfone para fazer perguntas. Orientamos que as perguntas sejam feitas todas de uma única vez.
Speaker #2: Ressaltamos que as informações contidas nesta apresentação e eventuais declarações que possam ser feitas durante a videoconferência, relativas às perspectivas de negócios, projeções e metas operacionais e financeiras da Alpargatas, constituem-se em crenças e premissas da administração da companhia.
Speaker #2: Bem como em informações atualmente disponíveis. Considerações futuras não são garantias de desempenho; elas envolvem riscos, incertezas e premissas, pois se referem a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer.
Speaker #2: Investidores devem compreender que condições econômicas gerais, condições de mercado e outros fatores operacionais podem afetar o desempenho futuro da Alpargatas e conduzir a resultados que diferem materialmente daqueles expressos em tais considerações futuras.
Speaker #2: Hoje, contamos com as presenças dos executivos da companhia: o senhor Liel Miranda, diretor-presidente; o senhor Andre Natal, vice-presidente financeiro e de Relações com Investidores; e a senhora Melina Rodrigues, diretora de Relações com Investidores.
Speaker #2: Agora, passarei a palavra ao senhor Liel.
Speaker #3: Bom dia a todos. Muito obrigado pela participação. Acho que começamos com um slide que já é conhecido de todos vocês, que nós temos apresentado em todos os trimestres.
Speaker #3: Onde a gente mostra a nossa estratégia e os indicadores, ou os resultados, que corroboram o sucesso da estratégia que a gente está perseguindo. O primeiro deles, o primeiro pilar, é a contínuo crescimento no Brasil, onde a gente ainda tem muita oportunidade para ganhar participação de mercado em todos os canais.
Speaker #3: O canal especializado, principalmente, mas o alimentar moderno, e onde a gente vem mostrando bons resultados e com isso a gente tem visto crescimento do nosso sell-out.
Speaker #3: O segundo grande pilar é o modelo de crescimento internacional, onde nós temos três geografias, cada uma delas em um estágio de desenvolvimento, mas estamos em todas elas com modelos de negócios definidos e perseguindo o crescimento.
Speaker #3: Na Europa, a gente já tem o modelo estabelecido, uma marca um pouco mais estabelecida, e a gente está acelerando o crescimento. Nos Estados Unidos, nós fizemos a mudança do modelo de negócio, uma parceria com a Istma, e isso permitiu que a gente acessasse mais varejos, aumentando a nossa distribuição, o que deve trazer melhoria da nossa participação de mercado, associada a uma redução de custos.
Speaker #3: E nos mercados distribuidores, o nosso foco continua sendo nos principais mercados e nesses mercados a gente tem, através dos nossos distribuidores, também conseguido acelerar o nosso crescimento nos mercados prioritários.
Speaker #3: Marketing e portfólio são fundamentais na nossa estratégia, porque grande pilar desse crescimento, presente e futuro, é a construção da marca global de Havaianas. É a relevância que a gente tem dessa marca, que precisa continuar crescendo e sendo desenvolvida.
Speaker #3: E, por último, no último trimestre, a estratégia combina esses três pilares de crescimento com uma estratégia de disciplina tanto de execução quanto financeira, quanto de custos e despesas.
Speaker #3: A gente vem também demonstrando melhorias nas nossas margens e melhorias no nosso retorno sobre o capital. Então, acho que a combinação desses quatro pilares tem sido a nossa estratégia, e essa estratégia vem sendo perseguida há vários trimestres.
Speaker #3: E esse foi mais um trimestre onde a gente demonstrou que o nosso progresso, os nossos passos, continuam indo na direção certa, em todos eles. Eu vou passar para o André para detalhar todos os nossos resultados.
Speaker #4: Bom, bom dia. Elaborando um pouco agora, então, sobre os nossos volumes. Os nossos volumes globais tiveram um crescimento importante nesse trimestre, de 9% globalmente. Essa performance é bastante ancorada pelo crescimento do Brasil, que foi também de 9%, dada a relevância da região para os nossos resultados.
Speaker #4: Mas a gente teve uma combinação muito favorável de volumes também no mercado internacional, onde a gente viu também uma expansão importante, sobretudo na Europa, que é o pico da temporada. E a gente teve mais um trimestre de crescimento de duplo dígito, bastante considerável, aqui, 21%.
Speaker #4: Lembrando que no primeiro trimestre a gente havia apresentado algo como 18% de crescimento na Europa, a gente repete uma performance mais ou menos parecida, e isso consolida aí um primeiro semestre bastante forte para a Europa, que era um indicador importante, dada a prioridade que essa região tem nos nossos planos de expansão, enfim, no posicionamento da marca e assim por diante.
Speaker #4: A região que a gente chama de mercados distribuidores é uma região bastante ampla aí, que abarca a América Latina, África, Oriente Médio, Ásia, enfim, todo o resto do mundo.
Speaker #4: É uma região que também voltou a ter crescimento aí de duplo dígito, mesmo apesar de uma parte dessa região ter sido naturalmente afetada aí pelas questões geopolíticas, mas a gente teve uma mais do que compensando esse movimento, o crescimento da Ásia, da América Latina, que fizeram esse resultado aqui de 12%, se possível.
Speaker #4: Quando a gente olha para os Estados Unidos, o que pese a gente apresentar pontualmente no trimestre uma retração de 30%, essa retração não tem nada a ver com a performance da região, muito pelo contrário. Ela tem a ver com a mudança de modelo que o Liel mencionou e que a gente vem discutindo já com o mercado há bastante tempo, que justamente transfere a nossa sazonalidade, o pico sazonal agora para o quarto e primeiro trimestres, em detrimento do segundo e terceiro, como era o nosso ciclo de negócios anterior.
Speaker #4: Então, aqui nas comparações anuais ao longo de 2026, a gente tem uma base de comparação com o modelo diferente, portanto, gera esses descompassos aqui do ponto de vista de comparação percentual.
Speaker #4: Mas, no slide seguinte, a gente mostra a visão semestral, que eu acho que dá uma janela um pouco mais longa e permite a gente observar esses movimentos de maneira um pouco menos contaminada pela sazonalidade individual de cada trimestre. E aqui a gente vê os Estados Unidos, por exemplo, performando 40% de crescimento.
Speaker #4: Vale dizer, depois de vários anos com volumes praticamente estáveis nessa região, a gente já começa a ver os primeiros sintomas aqui dessa transição que fez de modelo, com crescimento muito relevante de 40% até aqui.
Speaker #4: Então, é uma com outros sintomas que a gente pode discutir, da abertura de portas, entrada em varejos que a gente não estava antes, em canais que a gente era pouco representativo.
Speaker #4: Então, é isso aqui é a tradução desses sintomas mais importantes aí do negócio que a gente está conseguindo executar agora. Então, no geral, como eu já tinha dito, a Europa cresce 20, a IDM pela combinação aí com o primeiro trimestre que tinha sido mais difícil a gente tem uma certa estabilidade, o Brasil numa atuada aqui de 8% em média.
Speaker #4: Então, isso mostra, assim, de novo, mesmo no semestre fechado, a gente também globalmente cresceu 9%, que nos parece um crescimento interessante. E depois a gente pode discutir também os efeitos que isso traz para o nosso gain de escala, nossas margens.
Speaker #4: Então, é bastante importante o resultado que a gente está vivenciando agora. Passando para o seguinte, a gente fala pouquinho aqui do fluxo de caixa.
Speaker #4: A gente tem aqui uma geração positiva de caixa mais uma vez. Essa geração positiva, já são aí muitos trimestres de geração positiva, praticamente aí, com exceção de um trimestre negativo, mas muito tempo já de geração positiva, o que, obviamente, torna a companhia sempre num movimento de muita geração de caixa e muita desalavancagem gradual no tempo, como o gráfico da direita mostra.
Speaker #4: Vale destacar que, nesse trimestre em particular, essa geração que a gente está apresentando já é líquida do pagamento que a gente fez como última parcela, o último ajuste de valor do deal com a Awazes, que foi feito lá nos anos 2021.
Speaker #4: Então, isso agora tem aqui uma geração ainda assim, mesmo apesar desse pagamento que a gente fez, dessa quitação, a gente tem uma geração bastante positiva ainda.
Speaker #4: A alavancagem permaneceu estável, num lugar que a gente considera bastante confortável do ponto de vista de risco, de estrutura de capital. Em torno de 0,5, mas sempre com uma tendência da companhia ser geradora de caixa e, ao longo do tempo, ser um negócio que automaticamente se desalavanca e que, em princípio, vem permitindo aí, ao longo dos últimos tempos, a gente fazer distribuições.
Speaker #4: A gente também fez a quitação do JCP ao longo desse trimestre, o que também, obviamente, ajuda a conter essa alavancagem no lugar em que ela ficou, pelo efeito caixa que produziu.
Speaker #4: Passando para o seguinte, a gente mostra aqui o capital de giro, e a gente adicionou também uma informação do ciclo de caixa, para que a gente possa fazer tracking não só financeiro, mas também em qualidade desse working capital.
Speaker #4: Esse a gente vê uma estabilidade foi exatamente o mesmo número do primeiro para o segundo trimestre, então não teve uma variação muito relevante, tem consumo de caixa sazonalmente aqui a gente teve recebimento grande, uma queda dos recebíveis do Brasil, porque é o momento justamente que a gente estava recebendo vendas que foram feitas em períodos anteriores.
Speaker #4: Por outro lado, a gente tem uma emissão nova de recebíveis bastante importante na Europa, até motivada pelo crescimento de volumetria que a gente mostrou aí nos slides anteriores.
Speaker #4: Então, a performance também, esse crescimento acaba demandando algum capital na emissão de recebíveis. Quando a gente olha para a direita, o capital, o CAPEX, ele foi bastante em linha com o que foi o valor feito no ano passado. Está dentro dos nossos planos aqui do orçamento de capital aprovado na última assembleia.
Speaker #4: E a gente vem em uma trajetória que é muito similar à de anos anteriores, onde o primeiro semestre vai gradualmente rampando o nível de CAPEX, o segundo semestre normalmente espera-se que seja mais alto e, assim, vai bater lá com o nosso plano de orçamento de capital.
Speaker #4: Quer dizer, esse é o limite que a gente tem aprovado em assembleia e a gente vai respeitar esse limite. Seguindo adiante, a gente começa a olhar a performance do Brasil.
Speaker #4: O Brasil teve uma performance também bastante forte de volume. A gente já mostrou o crescimento de 9% no trimestre, ele é motivado por uma expansão do sell-out para 13% ano contra ano.
Speaker #4: Que é uma expansão bastante considerável, uma expansão de duplo dígito, dado o nível de penetração da categoria que já existe no Brasil e o tamanho que a gente tem, a relevância que a gente tem na categoria no Brasil.
Speaker #4: Naturalmente, crescer 13% é uma performance realmente importante e esse crescimento já nos coloca em termos de volume num patamar bastante próximo daquele que a gente havia verificado lá em 2021, no segundo trimestre, como está nesse gráfico à esquerda, verde, onde a gente pode ver que os nossos volumes já chegam mais perto daqueles volumes que a gente tinha naquela ocasião.
Speaker #4: Então, ainda tem alguma escala aqui, alguma diferença de efeito de escala, a pior, mas, por outro lado, quando a gente olha aí a nossa receita líquida por par, que está nessas bolinhas à esquerda, a gente consegue ver uma evolução bastante importante ao longo dos anos dessa receita líquida por par.
Speaker #4: A gente de 2023 para cá, tem tomado bastante cuidado assim, tem feito qualquer movimento com muita cautela. Então, esse aumento que a gente vê aqui de 7% da receita por parte ano contra ano, ele é aumento que não é simplesmente repasse de preço de 7%.
Speaker #4: A gente não é assim que a gente vem trabalhando, mas esse é fruto de uma combinação, claro, dos repasses de preços, mas combinados, sim, com o efeito de mix importante; sobretudo, mix de produtos que a gente vem conseguindo, ao longo do tempo, gradualmente e cautelosamente minimizar o mix de vendas, sobretudo crescendo em canais cujo preço médio, o mix, são mais ricos e, portanto, isso vem nos ajudando a conseguir fazer uma evolução da receita maior do que o nível de inflação corrente.
Speaker #4: Quando a gente olha para o gráfico da direita, e vale dizer que a gente fez esse movimento aqui, pelo menos na informação que a gente tem, que é do canal alimentar, a gente fez um ganho importante aqui de cerca de 2 pontos percentuais de market share, que também é uma métrica que mostra um pouco da performance comercial que a gente vem conseguindo na região.
Speaker #4: Quando a gente olha à direita, a gente vê a comparação do CELIN com o sell-out. Isso é uma métrica que, em janelas longas, há casamento dessas duas métricas.
Speaker #4: A gente não tem intenção alguma de fazer volumes que sejam inflados e que gerem problema posterior de estoque demasiado nos canais. Então, aqui a gente fez, na verdade, ao longo desse tri, uma desestocagem de volume que a gente havia, taticamente, estocado a mais na cadeia no primeiro trimestre, e agora, no segundo, a gente devolve ou reduz uma parte desse volume.
Speaker #4: E quando a gente olha no último gráfico à direita, numa visão um pouco mais longa dos últimos 12 meses, o CELIN e o sell-out — lembrando que aqui o sell-out é sempre uma métrica, é uma estimativa, a gente não tem uma visão absolutamente precisa do sell-out, mas é uma composição de fontes de informação que a gente usa — mas seguindo aí a métrica que a gente vem utilizando, a gente tem uma leve estocagem, na média, de 2,4 milhões de pares, que também é compatível com o fato de que o mercado está crescendo.
Speaker #4: Quer dizer, a gente crescendo o nosso sell-out 13%, naturalmente isso demanda também um pouco mais de nível de estoque na própria cadeia. Então, acho que é um slide que demonstra bastante uma performance comercial importante, tanto em termos de qualidade do mix quanto em termos de expansão volumétrica, quanto também em termos de uma gestão disciplinada do nosso estoque na cadeia, para que a gente garanta estoque saudável o tempo todo e, nos momentos certos, taticamente, fazendo mais e menos estocagens.
Speaker #4: Passando para o seguinte, a gente vai olhar a margem bruta no Brasil, e ela tem uma evolução também importante, positiva em relação ao ano anterior.
Speaker #4: É bastante positiva em relação a anos, a outros anos para trás. Como a gente pode ver aqui nessa série histórica dos últimos cinco anos, seis anos, a gente está com o melhor ponto, o melhor segundo trimestre em termos de margem.
Speaker #4: Mesmo, apesar do efeito que eu mencionei há pouco, de uma ligeira compressão de escala em relação a cinco anos, seis anos atrás. Então, isso mostra que, de fato, ao longo do tempo, a gente ganhou muito mais eficiência e aí tem vários elementos por trás disso.
Speaker #4: Tem a eficiência fabril, eficiência logística, enfim, todos os tipos de eficiência. O próprio DNA, que não está aqui, mas tem uma parte que é administrativa também, dentro da nossa operação industrial, que também ficou mais eficiente.
Speaker #4: Então, a combinação de muitos efeitos aqui gera uma operação muito mais eficiente hoje quase 10 pontos aí ou 10 pontos percentuais maior de margem bruta, o que é resultado que é bastante saudável quando a gente olha o lucro bruto por par aí nas bolinhas, ele é aí aproximadamente o dobro do que era 5 anos atrás.
Speaker #4: Então, essa é uma evolução importante, mesmo de novo, apesar do efeito escala. Passando para o seguinte, a gente vai então ver as despesas e a gente tem ponto quebrado aqui para vocês verem as despesas na parcela nas parcelas fixa, variável e marketing separadamente.
Speaker #4: Do ponto de vista da despesa variável, a gente vem aí praticamente flat, vem em linha com anos anteriores, mas já um pouco mais baixo do que os valores que a gente havia chegado lá em 2023.
Speaker #4: Mas, pontualmente, o marketing foi um pouco mais alto nesse trimestre. A gente não faz a administração do marketing buscando encaixá-los de maneira homogênea nas janelas trimestrais.
Speaker #4: Isso não é a melhor forma da gente fazer essa gestão e, portanto, não é isso que a gente faz. A gente faz uma gestão com base no calendário global que a gente tem de marketing e isso respeita os eventos importantes, as ativações que a gente precisa fazer, as colabs, enfim.
Speaker #4: Então, obviamente aqui no segundo trimestre tem uma concentração maior sobretudo por conta da Copa do Mundo e algumas colabs que a gente também executou no período e que levaram esse marketing a 10% da receita.
Speaker #4: Em média, quando a gente olha em janelas mais longas, a gente vem respeitando, no Brasil, algo como 7% a 8% de despesa de marketing em relação à receita.
Speaker #4: O que significa que a gente fez aqui nesse semestre pontualmente 2 pontos percentuais a mais. A despesa fixa, ela tem uma, ela é bastante mais eficiente do que alguns anos atrás, mas ela tem uma ligeira alta aqui nesse trimestre, tem uma concentração aqui sobretudo ligada a essa questão da remuneração da folha.
Speaker #4: Mas que a gente continuamente, esse é o esforço permanente da companhia, e vai buscando maneiras de offsetar esses efeitos que sempre vêm também. Você tem sempre alguns ofensores do lado da despesa, mas, no geral, a gente vê uma operação que vai ganhando cada vez mais eficiência, que é o que se traduz no gráfico da direita.
Speaker #4: O gráfico da direita mostra a nossa margem EBITDA, que é ligeiramente assim na casa decimal, ela é pouquinho maior do que a do segundo tri do ano passado, então ela é para segundos trimestres talvez uma margem recorde aqui na nossa série histórica, mas ela naturalmente vale destacar novamente o fato de que a gente fez marketing pouco mais elevado do que o nível recorrente que a gente vem fazendo.
Speaker #4: Então, mesmo apesar desse nível maior, a gente faz uma margem ali ligeiramente melhor do que ano atrás e muito melhor do que vários anos atrás.
Speaker #4: Então, a gente, essa evolução aí de 11 pontos para 20 pontos percentuais é bastante importante. A gente, enfim, obviamente está fazendo isso mesmo com os efeitos de escala que eu mencionei.
Speaker #4: Então, é um resultado importante, pelos referenciais que a gente tinha anteriormente, e novamente a gente está confortável com esses níveis e sempre quer buscar continuar melhorando a companhia.
Speaker #4: Então, vamos seguir trabalhando para isso. No slide seguinte, a gente passa então ao internacional, que também, como eu já disse, teve uma performance importante em volume, mesmo compensando aí o efeito sazonal dos Estados Unidos pela mudança do modelo.
Speaker #4: Mesmo com isso, esse crescimento quer dizer, melhora pouco o fator escala, mas é importante notar o gráfico de barras à esquerda, que é que mostra que a gente está aí quase 3 milhões e meio de pares menores do que a gente já foi lá em 2021, enfim, e isso é uma compressão de escala importante.
Speaker #4: A gente está falando de 3,5 milhões, num universo de 7,7 milhões. Então, é realmente uma diferença de escala muito relevante. E, mesmo apesar dela, a gente vai ver nos próximos slides aqui que a gente vem conseguindo também, como no Brasil, fazer uma compensação do ponto de vista de margem de rentabilidade.
Speaker #4: Quando a gente passa então para o próximo gráfico, a gente vê aqui que o nível de margem bruta já se recupera em relação aos referenciais daquele momento lá de 2021, onde a gente tinha volumes bastante maiores.
Speaker #4: É uma evolução sequencial importante também, 3 pontos percentuais. A gente teve ali os momentos de 2023 que foram, como todo mundo aqui acompanhou, momentos mais difíceis de compressão de volume, perda de escala e a rentabilidade ainda pressionada.
Speaker #4: E a gente agora consegue se recolocar em nível de margem bruta bastante importante aí no relativo com a nossa série histórica. De novo, mesmo apesar de 3 milhões e meio de pares a menos.
Speaker #4: Então, obviamente, isso nos traz, enfim, uma oportunidade aqui de seguir trabalhando para crescer os nossos volumes, sobretudo em mercados prioritários no mercado internacional, para que a gente consiga ir recuperando também o efeito escala dentro desses números.
Speaker #4: No slide seguinte, a gente olha então a performance de despesas na área internacional como um todo, que está aqui bastante favorável. Evolução sequencial importante aqui, as despesas de marketing voltam a patamar aí da ordem de 14%, que a gente também entende ser um patamar saudável, dado que tem várias regiões em que a gente está construindo marca, tem regiões em que a gente está fortalecendo. A gente acredita que tem muito potencial de expansão.
Speaker #4: Os níveis de despesa variáveis despesas variáveis está caindo também, chegou aqui a 15% da receita, é assim recupera aí os melhores momentos da série histórica, pelo menos desse dessa janela aqui.
Speaker #4: E, sobretudo, as despesas fixas. Aqui tem uma contribuição claramente importante dos Estados Unidos, porque a virada de modelo faz com que a gente tenha um modelo de operação muito mais leve do ponto de vista de despesa, muito mais eficiente.
Speaker #4: Então, isso nos ajuda muito a trazer patamar de rentabilidade dessa operação para outro lugar, que é o que a gente vê na direita. Então, o gráfico aqui de margem EBITDA nos recoloca de novo ali muito próximos daquele nível de 2021, ali de 30%.
Speaker #4: A gente fez 29 agora, uma evolução muito grande sequencial. A gente saiu de chegou a ter menos 1% de margem e viemos nessa nessa trajetória aí bastante linear e com uma inclinação bem bem rápida e bem alta para a gente se recolocar num bom patamar de margem e mesmo em margem por par a gente teve efeito aí de escala negativo, mas efeito de rentabilidade eficiência muito grande que mais do que compensou o efeito da escala e isso que nos leva a esse EBITDA por par mais alto do que anos atrás.
Speaker #4: E a gente vai seguir trabalhando de novo, crescendo em regiões prioritárias que têm margem importante, que a gente vai conseguir tudo dando certo. A gente vai conseguir seguir crescendo nessas regiões.
Speaker #4: Passando adiante, então, a gente vê o resultado da Roth. A Roth teve uma expansão de margem bruta nesse trimestre. A gente chega a 67%.
Speaker #4: Essa margem tem efeito one-off aí do mesmo jeito que a anterior tinha efeito one-off negativo de impacto de tarifas. A gente teve agora efeito positivo da recuperação do refund dessas tarifas concentradas aí no segundo trimestre.
Speaker #4: Não fosse esse efeito, a gente estaria em 62% de margem bruta, que também é resultado até um pouquinho acima do que a gente fez ano atrás, nesse mesmo trimestre.
Speaker #4: Então, é resultado de margem bruta ok, considerável. No entanto, a margem EBITDA ela tem uma ligeira compressão aqui quando a gente olha na visão de últimos 12 meses.
Speaker #4: Ela é pouco menor ano contra ano quando olha a janela só do trimestre. Olhando LTM, ela também é ligeiramente menor do que o que a gente via no 1T.
Speaker #4: Então, isso, enfim, tem uma performance, sobretudo acho que é um gap de performance, sobretudo no online, e que a gente vem, enfim, trabalhando junto com a administração para entender e diagnosticar e ver os planos de ação que a gente vai colocar em curso para fazer reignite aqui a performance do online, sobretudo, mas, no geral, a gente não vê nenhuma mudança muito substancial na trajetória da companhia.
Speaker #4: Eu acho que esse era o meu último slide e a gente agora gostaria de agradecer a atenção de todos e abrir aí para as perguntas que tiverem.
Speaker #1: Agora, começaremos a sessão de perguntas e respostas. Lembrando que, para fazer perguntas, vocês devem clicar no ícone de Q&A na parte inferior da tela e escrever a sua pergunta para entrar na fila.
Speaker #1: Ao ser anunciado, uma solicitação para ativar seu microfone aparecerá na tela e então você deve ativar o seu microfone para fazer perguntas. Solicitamos por gentileza que as perguntas sejam feitas todas de uma única vez.
Speaker #1: Vamos à nossa primeira pergunta. É da Dani Aiger, analista da XP. Dani, pode prosseguir.
Speaker #2: Oi, bom dia, Natal. Liel, obrigada por pegar a minha pergunta e parabéns aí pelos resultados. Eu tenho duas aqui do meu lado. A primeira é sobre a dinâmica de matéria-prima.
Speaker #2: Eu acho que é um ponto que tem sido sempre muito questionado, tanto para a gente quanto para vocês, e até o papel acho que reflete essa preocupação em relação a toda essa volatilidade de petróleo.
Speaker #2: Eu acho que esse foi um tema que, inclusive, se não me engano, eu perguntei no trimestre passado e vocês até tinham feito uma certa antecipação de compras, que vocês até falaram que não tinha sido tão relevante, mas de fato tinha sido feita.
Speaker #2: Então, entender um pouquinho como isso contribuiu para a margem no trimestre, enfim, e como vocês também estão vendo esses próximos trimestres e toda essa gestão aí desse lado mais da matéria-prima, e também como que a gente separa isso de câmbio.
Speaker #2: Então, entender um pouquinho mais sobre essa dinâmica de pressão do lado da matéria-prima. E uma segunda, que está de certa forma conectada a ela, mas também eu acho que abrange um pouco mais, é um pouco sobre a estratégia de repasse de preço.
Speaker #2: Pelo que você falou, Natal, vocês estão vendo bastante cuidadosos nesse ponto e grande parte da receita por par está sendo muito mais drivada por mix, tanto de canal quanto de produto.
Speaker #2: Mas entender como que vocês estão enxergando o espaço eventual para repassar preço ou eventualmente até uma necessidade para ser mais competitivo dado o momento mais desafiador do macro Brasil.
Speaker #2: Obrigada.
Speaker #3: Obrigado, Dani, aí pelas perguntas. Eu vou tentar te responder aqui as duas. De fato, você perguntou, acho que mais gente perguntou e a gente tem recebido muito essa pergunta.
Speaker #3: A gente fez muito esforço, assim, para tentar esclarecer todos os efeitos mitigatórios que existem. Eu acho que, assim, a nossa sensação é que, de fato, existe pouco de reação exacerbada aí em relação a essa questão.
Speaker #3: Óbvio que ela é uma questão importante, ela afeta a nossa matéria-prima, mas a nossa matéria-prima é apenas uma parte do nosso custo, e dentro das matérias-primas, a borracha é apenas uma parte.
Speaker #3: E a gente tem estoque, enfim, tem aquilo que eu já mencionei, na própria maneira que a gente forma preço dentro dos contratos que a gente compra essa matéria-prima, existe uma parcela fixa bem relevante que também atua como efeito mitigatório. E o ponto que você mencionou agora é super relevante.
Speaker #3: A gente também havia pontuado isso lá atrás, que era o efeito do câmbio, que normalmente, quando existe aumento da tensão que afeta o petróleo para cima, também acaba acontecendo efeito contrário disso no câmbio. E isso acaba que também atua como efeito compensatório aqui, dado que a gente compra uma matéria-prima dolarizada.
Speaker #3: Então, de fato, eu acho que o resultado agora, de alguma maneira, a gente espera que ele ponha uma evidência concreta daquilo que a gente vem explicando há bastante tempo e explicou no último call. A gente acha que agora, com os números, consegue mostrar que esse efeito de fato está muito mitigado.
Speaker #3: Quer dizer, a gente tem uma evolução positiva de margem bruta mesmo apesar de todos esses efeitos. A gente é óbvio que também a gente tem efeito da nossa escala, a nossa escala operacional vem crescendo porque a gente vem crescendo volumes.
Speaker #3: Isso também nos ajuda nesse efeito todo. Então, falando particularmente da questão dos estoques, de fato a gente veio ao longo dos trimestres ainda se beneficiando pouco de uma ligeira enfim de preço que ainda não estava afetado pela guerra.
Speaker #3: Os preços começaram, como a gente antecipou lá atrás os primeiros cargas que a gente receberia com preços pouco mais contaminados já com a questão geopolítica foram em junho.
Speaker #3: Então, ainda com pouco efeito, mas felizmente quando a gente voltou a ter esses efeitos a gente também viu as questões geopolíticas se de alguma maneira se acomodarem.
Speaker #3: O petróleo voltar para patamar bem diferente daquele que vinha. Ele chegou a bater 110, cento e perto de 120 dólares e voltou aí para patamares bem diferentes.
Speaker #3: E a gente é claro que a gente não tem pretensão de fazer nenhuma de ter nenhuma opinião sobre o preço para frente, mas o que a gente viu foi que acabou arrefecendo pouco essa questão e ela traz de volta o preço.
Speaker #3: Quando a gente olha assim na ponta hoje os preços de entrada de matéria-prima eles estão muito em linha com o estoque que a gente já tem.
Speaker #3: Quer dizer, a gente não vê nenhuma pressão muito grande nas cargas que estão começando a que vão chegar nos próximos meses. Quer dizer, a gente tem aqui muito teve muito pouco tempo de preços afetados por essa questão porque a gente já tinha estoque, porque a gente já tinha se beneficiado de preço melhor e o pouco soluço que a gente teve aqui de preços ele já voltou para o lugar.
Speaker #3: Então, de certa maneira, a gente tem talvez ali pequeno uptick de preços, mas que eles já se acomodam muito parecidos com o estoque médio que a gente tem hoje dentro de casa.
Speaker #3: Então, a gente não vê assim uma dinâmica muito diferente se pegar e claro que pontualmente a gente pode ter alguma coisa, mas janelas mais longas se pegar semestre a gente não vê a menos que obviamente tenha uma mudança muito grande de cenário.
Speaker #3: Mas a gente não vê muita diferença de preços do que a gente está recebendo hoje no spot do mercado. Do ponto de vista de ambiente para preços, é o que eu te falei, a gente vem sendo muito cauteloso esse movimento aqui de preço de 7,5 no Brasil, por exemplo, ele é enfim tem perto aí de dois pontos percentuais disso que são efeito de mix.
Speaker #3: Não tem nenhuma relação com repasse de preço nas mesmas coisas. E também o repasse de preço não é uma repasse de inflação puro e linear para todos os produtos.
Speaker #3: A gente está fazendo isso de uma maneira muito mais, vamos dizer, informada, com base em dados, com análise, com pesquisa de mercado, tentando ver sempre as oportunidades.
Speaker #3: Claro que sempre existem alguns itens e, eventualmente, até onde a gente precisa fazer correções, mas, no geral, a gente não está vendo nenhuma pressão para o outro lado, de a gente precisar fazer algum tipo de acomodação.
Speaker #3: Está aí sell out de 13%. Acho que é uma evidência de que não é esse o caso. A gente não está vendo nenhuma nenhuma pressão para que a gente faça enfim uma movimento muito brusco.
Speaker #3: Nem também tem nenhuma pretensão de fazer aumentos exagerados daqui para frente. A gente vai seguir exatamente do mesmo jeito. Acho que aqui a gente o que a gente tem tentado fazer é ter sempre portfólio e mix de canais, crescimento de canais que nos faça merecer na perspectiva do consumidor ter preço médio melhor, mas nunca sendo meramente repasse de preços e enfim essa vai continuar sendo a nossa postura em relação a isso.
Speaker #3: Muito cautelosa e disciplinada. A gente acredita que existe sim elasticidade. Eu acho que essa tese de que a elasticidade é muito baixa que a gente pode repassar preços quando quiser ela não é verdadeira.
Speaker #3: Ela já se mostrou falha no passado. E o que a gente faz hoje, ao invés de negar a existência dessa elasticidade, é medir essa elasticidade e tomar a decisão com base nela.
Speaker #3: Eu acho que isso muda muito a forma de fazer, e eu acho que nos leva para uma capacidade de fazer isso que está nos resultados de hoje, que é preços, em média, 7,5% maiores, mas com sell-out crescendo 13%, e não com quedas importantes de volume como a gente já viveu no passado.
Speaker #3: Então esse é pouco da disciplina que a gente quer continuar tendo e que espera que enfim que continue dando certo. Excelente. Super claro. Obrigada.
Speaker #3: A nossa próxima pergunta é do João Soares, analista Cellsite do Citi. João pode prosseguir. Bom dia Liel Natal. Golaço de resultado novamente. Eu tenho duas aqui.
Speaker #3: Eu queria entender assim primeiro esse sell out do Brasil chamou muita atenção. A gente está vendo o sell out rodando num patamar bem inferior a esse.
Speaker #3: Low single digit, teve trimestre que estava flat. E aí, nesse trimestre, eles entregaram 13% de crescimento de sell out. Então, eu queria entender assim: isso aqui, o quanto é sustentável?
Speaker #3: Pelo menos imaginar que esse sell out vai rodar em outro patamar, dados os efeitos dos investimentos que vocês têm feito para a marca. Enfim, queria ouvir um pouco dessa dinâmica aqui.
Speaker #3: E olhando também o quanto que isso representa de ganho de share. Enfim acho que é bem interessante ouvir pouco mais sobre isso. E outra pergunta assim que chama muita atenção.
Speaker #3: Estava fazendo uma conta aqui. Vocês entregaram uma margem, a última vez que vocês entregaram uma margem no internacional perto desse patamar foi com volume muito superior.
Speaker #3: Vocês entregaram uma margem parecida com 2,21 com 31% a menos de volume. Então assim eu queria ouvir pouco sei que vocês não gostam de passar pouco uma visão mais médio prazo dessa da rentabilidade do internacional.
Speaker #3: Mas, assim, está claramente rodando em um outro patamar. Tem efeito da dinâmica comercial nos Estados Unidos. Mas, assim, se vocês pudessem passar para a gente, pelo menos, como é que a gente deve imaginar esse potencial.
Speaker #3: Uma margem pode chegar num patamar parecido com o que é o Brasil. Tem uma noção de timing disso. Isso é super importante pessoal. Bom obrigado João.
Speaker #3: Começando pela primeira do sell out do Brasil. Na verdade, a gente sabe que o sell out é variável. No ano passado, a gente teve trimestres de crescimento de high single digit.
Speaker #3: Teve semestres de não crescimento. E essa é a realidade do mercado. O segundo trimestre foi trimestre positivo. Porque a gente teve Copa do Mundo Havaianas é muito associada ao sentimento de brasilidade.
Speaker #3: A gente atuou de forma muito mais efetiva. O nosso TIF estava acima de 80%. Então, a gente garantiu e encontrou os produtos em todos os canais no momento certo.
Speaker #3: E uma terceira coisa é que a gente vem melhorando a nossa performance. Esse sell out de 13% ele é consequência de a gente estar executando melhor no canal especializado.
Speaker #3: A gente está executando melhor no canal alimentar moderno. Que são dois canais onde a gente tem uma participação de mercado menor. E portanto tem mais oportunidade para crescimento.
Speaker #3: E teve uma terceira variável que é estrutural. Onde a gente tem uma participação de mercado muito grande no canal alimentar tradicional. Que a gente abastece via distribuidores e atacadistas.
Speaker #3: E esse canal diferente de anos anteriores. Ou de semestres anteriores. Ele recuperou participação. Ele não perdeu importância no mercado como todo. Então quando você combina todas essas variáveis.
Speaker #3: Uma variável pontual que foi a Copa do Mundo que ajuda a gente a estar presente na cabeça e no pés dos consumidores. Uma variável mais fundamental que é a nossa melhor execução.
Speaker #3: Do ponto de vista de TIF displays, abastecimento, visibilidade no ponto de venda, nos canais mais importantes, e essa terceira variável que é quando a gente tem canal tão importante.
Speaker #3: A gente teve uma boa performance. E o sell out se reúne em market share. Então quando a gente não tem uma mensuração do market share do canal especializado.
Speaker #3: Mas quando a gente olha no canal Altar, que é medido pela Nielsen, portanto absolutamente válido para o mercado como um todo, a gente ganhou quase 2% de participação de mercado.
Speaker #3: Exatamente por isso. Porque o nosso sell out está acima do crescimento da categoria. Porque vem com todas essas variáveis positivas. A gente não dá guidance.
Speaker #3: Não tentamos adivinhar o futuro. Então, a gente está trabalhando muito forte para que o segundo semestre seja positivo. Mas a gente não saberia precisar o nível de sell out que a gente pode esperar para o segundo semestre.
Speaker #3: Eu acho que essa é a melhor resposta que você pode ter. O melhor indicativo. É que é a melhoria da nossa execução. No ponto de venda.
Speaker #3: Via o TIF. Via display. Via comunicação. É que vem ajudando a gente a crescer. E isso não é crescimento pontual do Q2. Ele já vem acontecendo nos últimos trimestres.
Speaker #3: Isso em relação ao volume sell out Brasil. Em relação à margem internacional. Também não é uma coisa pontual. A gente já vem trabalhando na melhoria da margem internacional.
Speaker #3: De ambas. Do Brasil e internacional. Há vários trimestres. E esse trimestre a gente teve. Além de toda a racionalização de custos. Que a gente vem fazendo nos últimos dois anos.
Speaker #3: Além da melhor execução para crescimento de volume, que a gente também experimentou, a mudança de modelo nos Estados Unidos teve uma contribuição significativa, porque a gente carregava custos.
Speaker #3: Com pessoas, com warehouse, com estrutura organizacional nos Estados Unidos, que desde o primeiro trimestre a gente conseguiu eliminar. E agora, na verdade, a gente opera via distribuidor.
Speaker #3: Com uma com custo. Ou com uma margem nos Estados Unidos. Muito mais positiva. Então também não é one off. Também não é fenômeno pontual.
Speaker #3: Eu acho que ela é a evolução do que a gente vem fazendo ao longo dos últimos dois anos. Quando a gente olha para frente.
Speaker #3: Obviamente a gente não dá guidance. E a gente não tenta prever o futuro. Mas como você mesmo falou. A gente agora tem uma grande oportunidade.
Speaker #3: De recuperar a escala que a gente já teve. Com uma operação muito mais eficiente. E a gente acredita. Que com todos os esforços que nós estamos fazendo.
Speaker #3: A gente deveria ser capaz de recuperar. O volume que a gente já teve no passado. No mercado internacional. O que deve contribuir. Para a nossa rentabilidade no futuro.
Speaker #3: Teria alguma? Não. Acho que o que eu adicionaria. É que nos planos que a gente se coloca aqui. E nas análises que a gente faz de mercado.
Speaker #3: De oportunidade. Sobretudo no mercado internacional. Nessa tua última pergunta. Eu acho que a gente tem muita clareza. Do tamanho da oportunidade. De fazer crescimento.
Speaker #3: Que ele vai estar over index em mercados com alta margem e com alto price point, pelo posicionamento que a marca tem. Então, sobretudo, o mercado americano.
Speaker #3: E o mercado europeu. A gente acredita que vão ter taxas de crescimento mais altas do que a média global da companhia. E isso deveria nos ajudar.
Speaker #3: Ao longo do tempo. Não só a descomprimir o efeito escala do internacional. Mas sobretudo também. Fazer isso. Em mercados que já têm em média margem maior.
Speaker #3: Isso a gente não vai dar nenhuma projeção sobre isso. Nenhum guidance sobre isso. Mas eu acho que é direcionalmente. O que a gente acredita.
Speaker #3: É que as grandes oportunidades de captura e monetização do mercado internacional estão ainda mais concentradas nessa geografia. E isso deveria também ser muito positivo.
Speaker #3: Para esse efeito. Que você viu de margem. Então isso é o que está pouco na nossa no nosso planejamento. E é o que a gente está trabalhando para conseguir fazer.
Speaker #3: Só uma pergunta. follow up aqui. Sim. Dado o OTIF que vocês estão entregando hoje. E só ver o volume da Europa. Você vê que com certeza melhorou muito a relação com os key accounts lá.
Speaker #3: O que é o potencial da Europa agora? Dá para a gente imaginar, enfim, volume, uma escala maior do que vocês tiveram no passado? Mais key accounts?
Speaker #3: Mais países. Enfim. O que a gente pode imaginar ali. Ô João. Veja bem. A gente. A gente fez uma análise. E no final do ano passado.
Speaker #3: Exatamente sobre isso. E aí não foi sobre a Europa. Foi sobre o mercado internacional como todo. Essa análise. A gente tentou ser o mais máximo possível.
Speaker #3: Baseado em dados, em fatos, em análise mercadológica, em entender o tamanho da demanda, onde a demanda está, por país, por canal, por price point.
Speaker #3: Por. Assim. A maior quebra possível que a gente pudesse olhar. Para que a gente não tivesse uma ambição internacional. Meramente de fazer muitos pares.
Speaker #3: Mas que a gente soubesse exatamente. Ou pelo menos. Aproximadamente. Aonde buscar esses espaços de crescimento. Talvez a mensagem. A gente. Obviamente não vai abrir números específicos.
Speaker #3: Sobre esse potencial. Mas talvez a grande conclusão disso é que o mercado internacional é grande o suficiente para a gente quase poder acreditar em qualquer número.
Speaker #3: É a questão. É só a gente ajustar o timing para uma execução bem feita. Eu acho que esse é o grande desafio.
Speaker #3: É sempre muito tentador. Quando você olha o mercado, que é mais de 1,5 bilhão de pares. Princípio mais forte. Pelo menos, ela é top of mind.
Speaker #3: Na maior parte desses mercados, é sempre muito tentador você querer fazer muito crescimento de volume num espaço super curto. E, eventualmente, a execução pode ficar comprometida.
Speaker #3: Então, o desafio aqui é a gente calibrar esse crescimento exatamente com isso. O que você está vendo nesse trimestre é pouco do efeito dessa disciplina.
Speaker #3: A gente está fazendo um crescimento importante, de duplo dígito na Europa. Mas com disciplina, com a capacidade de entregar, sem ferir a relação com o cliente.
Speaker #3: E justamente. Entrando nos canais. Entrando nos key accounts. Abrindo de novo. Portas que a gente. Tinha perdido. Então. Esse é o caminho que a gente tem.
Speaker #3: Quando a gente fala especificamente da Europa. A gente tem awareness de marca muito grande. Já estabelecido. Então a coisa mais óbvia a fazer. E é o que a gente já está fazendo agora.
Speaker #3: É adensando a nossa distribuição, garantindo o correto abastecimento dos canais que a gente precisa estar para a gente monetizar de maneira mais eficiente e eficaz.
Speaker #3: É esse awareness. É claro que também existem algumas outras geografias que a gente pode ir adicionando a esse pacote, que seria uma segunda derivada dessa expansão.
Speaker #3: Então. O que a gente olha para frente. É uma trajetória. Bastante promissora. De expansão. Porque a gente tem tanto muito espaço. Quando a gente olha o nosso share.
Speaker #3: Ainda, apesar do tamanho da marca, o nosso share é muito baixo. Então, a gente tem muito espaço para monetizar melhor o awareness de marca.
Speaker #3: Que a gente já construiu. Em boa parte dessa geografia. Mas tem também muito espaço. Para entrar em outras geografias. Que também tem mercado promissor.
Speaker #3: E, às vezes, até grande. Mas que a gente, nesses, precisa construir um pouco mais o nosso awareness. Mas, ainda assim, tem um mercado muito grande.
Speaker #3: Potencial. Para isso. E a gente vai. Vai seguir trabalhando para executar. Mas sempre com o cuidado. Da disciplina. Da execução. Para a gente não ter.
Speaker #3: Aquela volatilidade. De volumes. Que a gente viveu no internacional. Nos últimos 10 anos. A gente quer daqui para frente. Ter uma construção. Realmente. Muito.
Speaker #3: Bem. Pensada. E calibrada. E executada. Excelente. Obrigado pessoal. A nossa próxima pergunta. É do Joseph Giordano. Do JP Morgan. Joseph. Pode prosseguir com a pergunta.
Speaker #3: Olá. Bom dia a todos. Obrigado pela pergunta. Queria explorar. Dois pontos. Aqui. Acho que bem pontuais. Acho que. Voltar. Nessa questão internacional. O resultado.
Speaker #3: Talvez. É o grande driver de crescimento da companhia. Tentar explorar. pouco. Como é que. Deveria pensar. Nos econômicos. Da operação dos Estados Unidos. Com a nova parceria.
Speaker #3: Não sei se é cedo para compartilhar, talvez, algum tipo de expectativa de volume. Mas parece tudo bem explorar um pouco o relacionamento com os clientes na Europa.
Speaker #3: Então. A gente vem de anos. Atribulados. O volume. Volta em V. Tem uma reparação em V. Então. Queria entender. De vocês. Se vocês enxergam.
Speaker #3: Ainda há espaço para ganhar share dos clientes que estavam fora e estão voltando para o Brasil. Aqui, quando a gente olha, já está com share.
Speaker #3: Gera alta. Mais alta ainda. Quase 80%. No canal. Alimentar. Eu queria entender. Se vocês enxergam mais espaço aqui. E como a gente deveria pensar.
Speaker #3: Esses novos canais. Então. Vocês colocam. Como componente de mix. fator relevante de preço. E margem. Para o tri. Eu queria entender. Como a gente deveria ver a evolução desses novos canais.
Speaker #3: No contexto. E se isso aqui implica. Em novos produtos. Ou até mesmo novas categorias. Obrigado. O Joseph. Obrigado. Pelas perguntas. Eu vou começar falando aqui.
Speaker #3: Do US. Aí o Léo. Segue aí. Falando dos outros pontos. Que você perguntou. O que acontece. No modelo. Do US. É que a gente passa.
Speaker #3: A ter. Os dois grandes drivers. Que a gente buscou. Com essa parceria. Eram justamente. Equacional. De lado. A despesa. A gente tem. ponto de partida.
Speaker #3: Muito mais enxuto, do ponto de vista de DNA local. A gente tinha warehouse, a gente tinha operação direta, a gente tinha escritório, a gente tinha todo.
Speaker #3: Todo backoffice. Enfim. Toda estrutura. Organizacional. Montada. Para uma operação direta. Mas para volume. tamanho de negócio. Que não justificava isso. Então a gente tinha o objetivo.
Speaker #3: De antes de mais nada. Se tornar muito mais enxuto. Nesse lado. De DNA. E do outro lado. A gente tinha expectativa. De que a parceria.
Speaker #3: Também poderia. Nos alavancar. Em termos de crescimento. Então essa combinação. De estar muito melhor. Distribuído. E com isso. Crescer top line. E ao mesmo tempo.
Speaker #3: Em que você consegue reduzir drasticamente a despesa. Era exatamente o que a gente estava como expectativa com essa virada de modelo. E isso é exatamente o que está acontecendo.
Speaker #3: Então. O que passa a acontecer. Daqui para frente. Já está pouco traduzido. Aí nos números. E a gente vai seguir. Esperamos. Vendo. Esse tipo de.
Speaker #3: De dinâmica. A gente vai. Ter. Uma despesa. Que é muito mais eficiente. E aí você viu. O tamanho da queda de despesa. Do internacional.
Speaker #3: Ela é muito associada a essa virada também dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, a gente está vendo... a gente... eu não vou te dar nenhum número.
Speaker #3: Para frente. Porque a gente não. A gente mesmo. Tem uma certa dificuldade. De saber. Quanto. A cada ano. Porque é movimento. Não é movimento.
Speaker #3: De same store sales. É movimento. Também. De ampliação. De distribuição. Então é movimento. Muito mais difícil. De prever. Em quantas portas. Mais. A gente vai estar.
Speaker #3: A cada ano, daqui para frente, e quanto mais de espaço dentro das mesmas portas a gente vai conquistar pela performance do ano anterior. Então, tudo isso.
Speaker #3: Tem uma componente. De incerteza. Grande. Para a gente. Para o nosso parceiro. conforto. De compartilhar. Essas expectativas. Mas o que eu posso te dizer.
Speaker #3: É. Do início. Dessa parceria. Até aqui. O que a gente está vendo. É. Primeiro sintoma. A abertura. De portas. Muito relevante. Sobretudo. Nos canais.
Speaker #3: Que a gente. Justamente. Tinha. gap. De presença. A gente não entrava. Nos canais. Mais esportivos. A gente não entrava. No que a gente chama.
Speaker #3: Lá, de midstream. Em todas as grandes varejistas que têm, são cadeias que têm centenas, às vezes milhares, de lojas e que vendiam zero.
Speaker #3: Havaianas. E a gente. Passou. Eles conseguiram. Abrir. De fato. Essas portas. Então. A gente conseguiu. O check the box. Nessa. Nessa. Expectativa. De. Estar.
Speaker #3: Melhor distribuído. E a performance de sell-through, que é o que seria a venda da Eastman para os nossos... para, antes, eram nossos clientes.
Speaker #3: Agora. O nosso. Cliente. Direto. É a própria. Eastman. E eles. Vendem. Para. Os nossos. Antigos. Clientes. São os varejistas. E para novas. Portas. Que eles abriram.
Speaker #3: Essa comparação entre o nosso sell-in do ano passado para esses varejistas e o que eles estão vendendo agora para esses mesmos varejistas e outros.
Speaker #3: É crescimento, muito importante, é crescimento alinhado com o que você viu de crescimento do nosso Sell-in. Então esse nosso crescimento de volume, ele não está.
Speaker #3: Sendo. Meramente. Uma. Estocagem. Ou uma. Empurrada. De volumes. Para. Eastman. Ela é. De fato. O que o volume. Que a Eastman. Está. Vendendo. Para.
Speaker #3: O varejo. E com boas perspectivas. Eu diria. Assim. Quer dizer. Vários. Desses. Clientes. Que abriram. Portas. Para. A gente. Colocaram. A gente. Em algumas.
Speaker #3: Às vezes, em algumas centenas de portas. Mas eles têm outras centenas de portas onde eles estavam nos testando. E provavelmente, na próxima temporada, vão querer.
Speaker #3: Nos. Colocar. Em todas. As portas. Então. Existe. Sempre. Ainda. Uma. Vamos dizer. ganho. De tração. A gente espera. Na medida. Que a gente vai.
Speaker #3: Entrando. Em certas portas. E performando. Bem. Como a gente. Acredita. Que está. Isso. Deveria. Nos. Dando. E nos. Dando. Tração. Para. Abrir. Outras portas.
Speaker #3: Ou. Nos mesmos. Clientes. Ou. Em novos. Clientes. Então. Assim. A perspectiva. A performance. Até aqui. Está. Muito. Muito. Importante. A gente tem. crescimento. De.
Speaker #3: Duplo dígito. Muito alto. Até aqui. Na sequência. De. Quatro anos. De estagnação. Do nosso. Volume. A gente. Está. Crescendo. Aí. Você viu. 40%. O nosso.
Speaker #3: Cellin. O Cell True. Não está. Muito. Diferente. Disso. Então. A gente está. De fato. Conseguindo. Alcançar. O mercado. Lá. Na ponta. A gente tem.
Speaker #3: Visitado. O mercado. Também. Lá. A execução. De preço. Está. Muito boa. Então. A gente está. Assim. Em princípio. Vendo. movimento. Muito. Estrutural. E funcionando.
Speaker #3: Dentro. Das. Expectativas. Que a gente criou. Agora. Daqui para frente. A gente vai seguir. Trabalhando. Sem dar número. E. Torcendo. Que a gente continue.
Speaker #3: Ganhando. Tração. Nesse mercado. Que é mercado. Enorme. mercado. De mais. Do que 140 milhões. De pares. E a gente tem. Percentual. Muito pequeno. Mas uma marca.
Speaker #3: Muito respeitada lá, muito conhecida, muito desejada. Mas com essa má distribuição, a gente deve conseguir monetizar melhor, muito melhor, nos Estados Unidos. Vou passar.
Speaker #3: Aqui, para o Léo terminar os outros pontos. Obrigado, Joseph. Bom, em relação à Europa, eu acho que é sempre importante lembrar, como você falou.
Speaker #3: Todos os problemas que a gente enfrentou em 2023 e 2024, onde o mercado, a gente perdia volume, e isso fazia com que os clientes comprassem.
Speaker #3: Para. Para o ano seguinte. Baseado. Na venda. Daquele. Ano. Que era. Menor. Então. O grande ponto. De inflexão. Foi. No ano passado. Em 2025.
Speaker #3: Que. Através. De uma. Melhoria. Do OTIF. Abertura. De. Portas. Uma. Presença. Nas lojas. Mais. Efetivas. A gente. Conseguiu. Reverter. Essa tendência. Depois. De 2 anos.
Speaker #3: De queda. E a gente cresceu single digits. Mas a gente viu o crescimento em 2025. Esse foi o grande ponto de inflexão, porque permitiu.
Speaker #3: Com que. Os clientes. Colocassem. Pedidos. Para. 2026. Já. Assumindo. Uma. Melhor. Performance. E algum. Nível. De crescimento. O 2026. Está. Se mostrando. Ainda. Melhor.
Speaker #3: Do que eles esperavam, porque a gente estava falando de high single digits de crescimento em 2025, e até agora a gente está observando double digits.
Speaker #3: De crescimento. Então. A única coisa. Que. A gente. Pode. Dizer. Que. A gente. Continua. Executando. Bem. E garantindo. O abastecimento. E garantindo. Que. A nossa.
Speaker #3: Presença. Nas lojas. Está. De forma. Muito. Efetiva. O sell out. Está. Vindo. Com. 20%. De crescimento. Como a gente. Mostrou. Até agora. O que.
Speaker #3: Deve. Sinalizar. Para os nossos. Clientes. Na Europa. E. Não só. Para os clientes. Que. Compram. Hoje. Mas. Para aqueles. Que. Poderiam. Ser. Nova. Abertura.
Speaker #3: De portas. Para. Colocar. Pedidos. Para. 2027. Ainda. Melhores. A gente. Não. Obviamente. Não sabe. O número. A gente. Vai ter. Alguma. Visibilidade. Só. No quarto.
Speaker #3: Trimestre. Mas. Teoricamente. É isso. Que. Deveria. Acontecer. A gente. Deve ter. Tido. Ponto de inflexão. Em 2025. E a. Forma. De. 2026. Reforma. Até agora.
Speaker #3: Reforça. Essa. Tendência. De crescimento. E a gente. Vai. Trabalhar. Para. Que. 2020. Para. Coletar. Os pedidos. Em. Q4. E garantir. Que. 2027. Continue. Nessa.
Speaker #3: Trajetória. Em relação ao Brasil, acho que, como é que a gente vê a oportunidade do Brasil? A gente já falou disso e faz parte.
Speaker #3: Da. Nossa. Estratégia. O canal. Alimentar. A gente. Tem. De fato. Uma. Participação. De. Mercado. Muito. Grande. Próximo. De. 80%. Só que. Quando. Você. Quebra.
Speaker #3: O canal alimentar tem uma grande parte dele que é o alimentar moderno: cash & carry, os atacarejos, supermercados, onde a nossa participação de mercado...
Speaker #3: Ainda. Abaixo. De. 70%. E enquanto. No. Canal. Tradicional. Ela é. Acima. De. 80. Então. Essa. É. Uma. Grande. Oportunidade. E a gente. Vem. Perseguindo.
Speaker #3: Essa. Oportunidade. O crescimento. Vem. Acontecendo. Nos últimos 2 anos. A gente. Vem. Crescendo. 4. 3. 4%. De. Participação. De. Mercado. No. Canal. Moderno. Então.
Speaker #3: A gente. Ainda. Vê. Espaço. De. Crescimento. No. Alimentar. Não. No. Todo. Mas. Especificamente. No. Alimentar. Moderno. Que é. Grande. E cresce. No. Brasil. Então.
Speaker #3: A gente. Cresce. No. Canal. Que. Mais. Cresce. No. Alimentar. E no. Especializado. Aí. É. Grande. Mar. De. Oportunidade. Porque. Aí. A gente. Tem. Uma.
Speaker #3: Participação de mercado muito abaixo do que a gente experimenta no canal alimentar. A gente tem participação de aproximadamente 30% a 40%. A gente não tem a mesma.
Speaker #3: Precisão. No. Canal. Especializado. Porque. A gente. Não tem. Instituto. Como. Nilson. Que. Opera. No. Canal. Alimentar. Mas. Baseado. Em. Todas. As estimativas. Nas melhores.
Speaker #3: Estimativas. Que. A gente. Tem. O nosso. Market share. É. Significante. Significativamente. Menor. Do que. No. Alimentar. Então. Nesse. Canal. E o canal. Como. Todo.
Speaker #3: É. Tão. Grande. Quanto. O alimentar. Então. No. Canal. Especializado. A gente. É. Enorme. Potencial. Para. Com. Execução. Correta. Que. Quais eram. As barreiras. Para.
Speaker #3: Crescer. No. Especializado. Histórica. A gente. Não. Conseguia. Entregar. On. Time. Em. Full. Nosso. OTIF. Era. Muito. Baixo. A gente. Está. Melhorando. Significativamente. A gente.
Speaker #3: Já está operando acima de 80, e a gente vai continuar trabalhando para chegar em OTIFs ainda melhores, para servir o canal especializado na hora.
Speaker #3: Certa, com produto certo, na quantidade certa. Isso vai continuar trazendo oportunidade para crescimento. A segunda coisa é que a gente não tinha uma boa...
Speaker #3: Presença em loja. Então, a gente vem colocando grande foco em melhorar nossa distribuição, em melhorar a presença da marca Havaianas no canal especializado. E o...
Speaker #3: Portfólio. Aonde. A gente. Era. Muito. Concentrado. Em. No. Canal. Em. Portfólio. Adequado. Para. Canal. Alimentar. Mas. Nos últimos 2 anos. A gente. Vem. Lançando.
Speaker #3: Vários produtos que têm uma aderência muito maior para o canal especializado. Então, a gente acredita que a combinação de OTIF, execução de loja e...
Speaker #3: Portfólio. Vão. Continuar. Trazendo. Oportunidade. De. Crescimento. No. Canal. Especializado. Por. Muito. Por. Muito. Tempo. Porque. A gente. Tem. Grande. Gap. Para. Buscar. De. Participação.
Speaker #3: De. Mercado. Contra. Os. Nossos. Concorrentes. Nesse. Canal. Espero. Respondido. Aí. Perfeito. Super. Obrigado. Nossa. Última. Pergunta. É. Do. Vinícius. Estranho. Analista. Do. UBS. Vinícius.
Speaker #3: Pode. Prosseguir. Bom dia. Liel. Bom dia. Natal. Bom dia. Marina. Queria. Explorar. pouquinho. Aqui. Mais. O mercado. Internacional. De uma. Perspectiva. De. Margem. Bruta.
Speaker #3: Se vocês. Puderem. Comentar. pouco. O que. Vocês. Enxergam. De. e. Contribuição. Aqui. De. Mites. De. Geografias. Pensando. Aqui. pouquinho. Margem. Bruta. De. Europa. Estados.
Speaker #3: Unidos. Em. Mercados. De. Distribuidores. A gente. Queria. pouquinho. Aqui. Esse. Efeito. Mix. E. Eventualmente. Uma maneira. De. Margem. Também. Para. Outros. Fatores. E também.
Speaker #3: Pouquinho. A margem bruta do canal especializado no Brasil. Como é que vocês enxergam essa contribuição de mix aqui na evolução da margem bruta consolidada?
Speaker #3: Da companhia. Obrigado, Vinícius. Obrigado pelas perguntas. Bom dia. Deixa eu tentar tratar aqui. Veja bem, do lado do internacional, a gente, de fato, tem.
Speaker #3: Uma. Expansão. De. Margem. Aliás. Nas 2. Geografias. No Brasil. E. No exterior. A gente. Teve. Uma. Expansão. Grande. Margem. Bruta. Essa. Essa. Margem. Bruta.
Speaker #3: Ela tem. Uma evolução. De. Mix. Que você. Pergunta. Corretamente. Ela tem. Uma evolução. De. Mix. Importante. Porque. A gente. Teve. Crescimento. Bastante. Grande. Na Europa.
Speaker #3: Que é. Crescimento. Que. Nos. Traz. Uma. Quer dizer. É. Uma. Região. Que. Nos. Traz. Uma. Margem. Bruta. Em. Média. Maior. Pelo. Posicionamento. De. Preço.
Speaker #3: Enfim, pelo mix que a gente vende. Por outro lado, a gente tem dois outros efeitos que, na verdade, um que ajuda e um...
Speaker #3: Que. Atrapalha. 1. Que. Ajuda. É. O fato. De. O mercado. Em. Geral. Que. Teve. Uma. Queda. Que. É. O mercado. Do. Middle East. África.
Speaker #3: É o mercado que, tipicamente, a gente opera com margem bruta menor. E esse é o mercado que foi mais afetado com a questão geopolítica.
Speaker #3: Etc. Então. O mercado. Que. Trouxe. Uma. Queda. Do. Selim. Nesse. Nesse. Período. Do. Segundo. Trimestre. Em. Comparação. Quer dizer. O IBM. Cresce. 12%. De.
Speaker #3: Volume. Mas ele. Cresce. Sobretudo. Concentrado. Na América Latina. E Ásia. Onde. A margem. É. pouco. Melhor. Do que. A gente. Vê. No. Região. Meia.
Speaker #3: Então. É. Uma. Combinação. De. Europa. Crescendo. Muito bem. Mais de 20%. Com. Meia. Caindo. Representatividade. Então. Esse. Mix. De. Margem. Ele. É. Favorável. Por.
Speaker #3: Esse aspecto, o contraponto disso que eu estou dizendo é que, nos Estados Unidos, a gente tem agora uma margem bruta menor nesse modelo até.
Speaker #3: Complementando. pouco. Da. Resposta. Que. Eu. Já. Tinha. Dado. Aqui. Na pergunta. Anterior. Aqui. Do. Joseph. A margem. Bruta. Nos. Estados. Unidos. Pelo. Novo. Modelo.
Speaker #3: Ela tende a ser menor porque, justamente, a gente tem uma margem bruta que acomoda, agora, preço, que acomoda a margem do distribuidor do nosso.
Speaker #3: Parceiro. Comercial. E a partir disso. A gente. Fica. Com. A margem. Bruta. Menor. Mais. Com. Efeito. De. Ebítida. Melhor. Porque. A despesa. Cai. Mais.
Speaker #3: Do que. Proporcionalmente. Mas. Como. Os. Estados. Unidos. Agora. Também. Pelo menos. Uma. Evolução. Trimestral. Ele. Cai. Em relação. Ao. Que foi. O primeiro. Tri.
Speaker #3: Esse efeito de puxar a margem bruta para baixo também se diminui. Então, assim, o ponto que a gente parou no segundo tri é ponto.
Speaker #3: Interessante. Porque. É. ponto. Em que. Os. Estados. Unidos. Não teve. volume. Tão grande. Pela. Sazonalidade. Os. Estados. Unidos. É. Margem. Geografia. Que. Ano. Contra.
Speaker #3: Ano. Tem. Margem. Menor. Por causa. Da. Mudança. De. Modelo. Mas. Tri. Contra. Tri. Não. Ela. Tem. Menor. Representatividade. Em. Puxar. A margem. Para baixo.
Speaker #3: E, por outro lado, a gente tem essa combinação favorável aí de Europa para cima, com MEIA para baixo. Isso também nos ajuda na composição de margem.
Speaker #3: Pensando. pouco. Mais. Para frente. O que. A gente. Imagina. É. Que. Ao longo dos anos. Pelo menos. Dentro. De. Como. A gente. Está. Planejando.
Speaker #3: A nossa. Nossa. Visão. De. Crescimento. A gente. Vai. Continuar. Tendo. Crescimento. Que é. Over. Index. Na europa. E nos. Estados. Unidos. Claro. Que tem.
Speaker #3: Outras geografias também prioritárias dentro da Ásia, enfim, de outras geografias da América Latina. Mas, assim, quando a gente olha a composição de mix no tempo...
Speaker #3: Ela. Tende. A ser. Uma. Composição. Que. Deveria. Se. Primeiro. Usado. Do ponto de vista. De. Margem. Sobretudo. Margem. Ebítida. Porque. Você. Sai. Desse. Efeito.
Speaker #3: Da. Diferença. De. Modelo. De. Estados. Unidos. Mas quando. Você. Olha. O perfil. De. Composição. De. Margem. Deveria. Ser. Margem. Com. Evolução. Favorável. Se. A gente.
Speaker #3: Tiver. Certo. Sobre. Esse. Espaço. De. Crescimento. Na europa. Estados. Unidos. Quando a gente. Olha. Aqui. Para o brasil. Na tua. Segunda. Pergunta. No geral.
Speaker #3: A gente. Vê. Margem. Melhores. No. Especializado. No entanto. Nesse. Trimestre. Em particular. O crescimento. Especializado. Foi. pouco. Menor. Do que. O crescimento. De. Outros.
Speaker #3: Canais. Do. Alimentar. O leal. Comentou. Mais cedo. Do como. Nesse. Trimestre. A gente. Viu. O tradicional. Que é. Canal. Super. Relevante. Para a gente.
Speaker #3: Onde. A gente. Tem. Chef. Muito. Alto. Esse. Canal. Teve. Crescimento. Maior. Então. A gente. Aqui. Tem. Menos. Esse. Efeito. De. Canal. Quando a gente.
Speaker #3: Olha, aquele, aquela expansão de net sales por parque que eu comentei, ela é uma expansão que está muito mais ligada ao mix de produtos do que...
Speaker #3: Necessariamente. Ao. Mix. De. Canal. O mix de canal. Tem. Contribuição. Muito. Pequena. Nesse. Tri. Em. Particular. Quando a gente. Compara. Com. ano. Atrás. A evolução.
Speaker #3: De. Preço. Não está. Justificada. Por. Crescimento. Porque. O crescimento. Especializado. Foi. Positivo. Mas ele. Foi. Menor. Do que. O crescimento. Que. A gente. Viu.
Speaker #3: Nos. 2. Sub. Canais. Do. Alimentar. Tá. Então. Eu acho que. Aqui. No internacional. Sim. Tem. Algum. Efeito. Desse. Mix. Melhor. Mas. No. Brasil. Acho que.
Speaker #3: Não, acho que a gente tem, de fato, uma priminização do mix de consumo, e isso ajudou a gente a fazer essa expansão de...
Speaker #3: Margem. Também. Obviamente. Tem. O efeito. Da. Escala. crescimento. De. 9%. Selim. Ajuda. A ganhar. Margem. Bruta. Tá bom. Espero. Que. Você. Tenha. Que. Eu tenha.
Speaker #3: Conseguido. Ser. Claro. Aí. Nos. Efeitos. Super. Claro. Obrigado. Natal. A sessão de perguntas e respostas está encerrada. E com isso também finalizamos a videoconferência de resultados referentes ao segundo trimestre de 2026 da Alpargatas.
Speaker #3: O departamento de relações com investidores está à disposição para responder às demais dúvidas e questões. Muito obrigado aos participantes. E tenham ótimo dia. Goodbye.
