Q2 2026 Marcopolo SA Earnings Call

Speaker #1: You have joined the meeting as an attendee and will be muted throughout the meeting.

Speaker #2: And won't you you? Oh, won't you look? Sunday only happens raining.

Speaker #2: Won't Bom dia a todos.

Operator 2: Bom dia a todos. Sejam bem-vindos à reunião APIMEC Brasil 2026 da Marcopolo, referente aos resultados do Q2 de 2026. A apresentação e os comentários sobre os resultados serão apresentados pelos senhores André Armaganijan, CEO Pablo Motta, CFO e Diretor de Relações com Investidores, e Eduardo Wierich, Gerente Jurídico e de Relações com Investidores. Representando a APIMEC, participará o senhor Ricardo Tadeu Martins, Presidente Executivo. Destacamos que a ferramenta de tradução simultânea está disponível na plataforma. Para acessar, basta clicar no botão "Interpretation", na parte inferior da tela, e escolher o idioma de preferência. Essa conferência está sendo gravada e ficará disponível no site de Relações com Investidores da companhia: ri.marcopolo.com.br, assim como a apresentação aqui exposta. A sessão de perguntas e respostas será exclusiva para os participantes que estão presentes na reunião APIMEC.

Speaker #1: bem-vindos à reunião APIMEC Brasil 2026 da Marcopolo referente aos resultados do 2o trimestre de 2026. A apresentação e os comentários sobre os resultados serão apresentados pelos senhores André Maganijan, CEO; Pablo Mota, CFO e diretor de relações com investidores; e Eduardo Uirit, gerente jurídico e de relações com Sejam investidores.

Speaker #1: Representando a APIMEC, participará o presidente executivo. Destacamos que a ferramenta de tradução simultânea está disponível na plataforma. Para acessar, basta clicar no botão "Interpretation" na parte inferior da tela e escolher o idioma de preferência.

Speaker #1: Esta conferência está sendo gravada e ficará disponível no site de relações com investidores da companhia. RI.MARCOPOLO.COM.BR. Assim como a apresentação aqui exposta. A sessão de perguntas e respostas será exclusiva para os participantes que estão presentes na reunião APIMEC.

Speaker #1: Antes de prosseguir, aproveitamos para reforçar que as declarações prospectivas têm como base as crenças e suposições da administração da Marcopolo e as informações atuais disponíveis para a companhia.

Operator 2: Antes de prosseguir, aproveitamos para reforçar que as declarações prospectivas têm como base as crenças e suposições da administração da Marcopolo e as informações atuais disponíveis para a companhia. Essas declarações podem envolver riscos e incertezas, tendo em vista que dizem respeito a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer. Investidores, analistas e jornalistas devem levar em conta que eventos relacionados ao ambiente macroeconômico, ao segmento e a outros fatores podem fazer com que os resultados sejam materialmente diferentes daqueles expressados nas respectivas declarações prospectivas. Daremos início à apresentação passando a palavra ao senhor Ricardo. Por favor, Ricardo, pode prosseguir.

Speaker #1: Essas declarações podem envolver riscos e incertezas, tendo em vista que dizem respeito a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer.

Speaker #1: Investidores, analistas e jornalistas devem levar em conta que eventos relacionados ao ambiente macroeconômico, aos segmentos e a outros fatores podem fazer com que os resultados sejam materialmente diferentes daqueles expressos nas respectivas declarações prospectivas.

Speaker #1: Daremos início à apresentação, passando a palavra ao senhor Ricardo. Por favor, Ricardo, pode prosseguir.

Speaker #3: Bom, muito bom dia a todos, a todas. Para mim é sempre uma emoção, momento muito importante das reuniões APIMEC, justamente porque eu procuro sempre exaltar e reforçar as reuniões APIMEC, justamente porque é fórum independente, aquele que todos podem ter acesso, sejam analistas, gestores, investidores, potenciais acionistas.

Ricardo Tadeu Martins: Muito bom dia a todos, a todas. Para mim é sempre uma emoção, um momento muito importante das reuniões APIMEC, justamente porque eu procuro sempre exaltar e reforçar as reuniões APIMEC, justamente porque é um fórum independente, aquele que todos podem ter acesso, sejam analistas, gestores, investidores, potenciais acionistas. É uma reunião que sempre está aberta para que todos tenham a oportunidade de conhecer a empresa e trocar informações com todos aqui presentes. Esta reunião, especificamente, é bem especial porque são 25 anos de relacionamento com a Marcopolo, justamente porque nós, da APIMEC, privilegiamos sempre a informação. O glamour, o local, isso não tem envolvimento para nós. Na realidade, é a informação.

Speaker #3: Então, é uma reunião que sempre está aberta para que todos tenham a oportunidade de conhecer a empresa, de trocar informações com todos aqui presentes.

Speaker #3: E esta reunião, especificamente, é bem especial porque são 25 anos de relacionamento com a Marcopolo. Justamente porque nós, da APIMEC, privilegiamos sempre a informação.

Speaker #3: Então, o glamour, o local, isso não tem envolvimento para nós. Na realidade, é a informação. E a Marcopolo, durante os anos todos, fez por merecer e serve também como exemplo para que todas as empresas do mercado de capitais brasileiro, sejam elas abertas ou não, façam esse tipo de evento, porque justamente é uma forma de a gente divulgar todo esse trabalho que a área de relações com investidores faz.

Ricardo Tadeu Martins: A Marcopolo, durante os anos todos, fez por merecer e serve também como exemplo pra que todas as empresas do mercado de capitais brasileiro, sejam elas abertas ou não, façam esse tipo de evento, porque justamente é uma forma de a gente divulgar todo esse trabalho que a área de relações com investidores faz. Um trabalho árduo, um trabalho de amplo comprometimento de toda a equipe, não só o RI, mas também até do chão de fábrica, sempre costuma estar ali presente, até nas visitas que são proporcionadas pela Marcopolo. Então eu queria chamar o André, o CEO da Marcopolo, pra que a gente possa fazer esse reconhecimento e comemorar esses 25 anos de relacionamento, nosso Selo Esmeralda, um dos mais altos que nós temos na APIMEC. André, receba o nosso selo como gratidão, como exemplo da APIMEC para com o mercado, e o mercado sempre agradece. Muito obrigado.

Speaker #3: Trabalho árduo, trabalho de amplo comprometimento de toda a equipe, não só de RI, mas também até do chão de fábrica, sempre costuma estar ali presente, até nas visitas que são proporcionadas pela Marcopolo.

Speaker #3: Então, eu queria chamar o André, o CEO da Marcopolo, para que a gente possa fazer esse reconhecimento e comemorar esses 25 anos de relacionamento.

Speaker #3: Nosso selo Esmeralda, dos mais altos que nós temos na APIMEC. André, receba o nosso selo como gratidão, como exemplo da APIMEC para com o mercado, e o mercado sempre agradece.

Speaker #3: Muito obrigado.

Speaker #4: Muito obrigado. Obrigado. Ricardo, obrigado. Obrigado a todos por poder estar aqui com vocês. Obrigado à APIMEC. É uma história de consistência. Vamos continuar consistentes aqui, apresentando a nossa empresa, falando sobre estratégia, sobre futuro e sobre o momento atual da companhia.

Pablo Freitas Motta: Muito obrigado. Ricardo, obrigado. Obrigado a todos, prazer estar aqui com vocês. Obrigado APIMEC. É uma história de consistência. Vamos continuar consistentes aqui, apresentando a nossa empresa, falando sobre estratégia, sobre futuro e sobre o momento atual da companhia. Acho que é um grande fórum, grande debate e um prazer receber, mais uma vez, um prêmio de vocês.

Speaker #4: Acho que é grande fórum, grande debate. E prazer receber mais uma vez prêmio de vocês.

Speaker #3: Muito obrigado, mais uma vez, André.

Ricardo Tadeu Martins: Obrigado. Mais uma vez, André, muito obrigado. Obrigado por estar aqui. Muito obrigado.

Speaker #4: Muito obrigado. Obrigado.

Speaker #3: Obrigado, muito obrigado. Bom dia. É um prazer, novamente, estarmos aqui na agenda da APIMEC, apresentando os nossos resultados. Graciados aí pelo prêmio dos 25 anos.

Pablo Freitas Motta: Bom dia. É um prazer, novamente, a gente estar aqui na agenda da APIMEC, apresentando os nossos resultados. Graciado pelo prêmio dos 25 anos. É importante pra nós, acho que mais do que nunca, a informação e poder estar compartilhando dados do nosso dia a dia, é sempre uma forma de a gente poder gerar essa relação de confiança e esse ganha-ganha, não só da empresa ouvindo dos seus investidores, mas também os seus investidores podendo, de certa forma, cada vez mais explorar todos os nossos negócios, explorar as nossas operações, e a gente poder estar nesse contexto desdobrando um pouco do que está dentro do nosso dia a dia. Trazendo aqui pros nossos dados relativos a esse Q2. Aqui a gente tem as informações. Sem o passador, mas olhando em termos de receita líquida, nós temos o Q2 com uma receita líquida consolidada de BRL 2.3 bilhões.

Speaker #3: Importante para nós, acho que mais do que nunca, é a informação e poder estar compartilhando dados do nosso dia a dia. É sempre uma forma de a gente poder gerar essa relação de confiança e esse ganha-ganha, não só da empresa ouvindo dos seus investidores, mas também dos seus investidores podendo, de certa forma, cada vez mais explorar todos os nossos negócios, explorar as nossas operações.

Speaker #3: A gente poder estar nesse contexto aí desdobrando pouco do que está dentro do nosso dia a dia. Então, trazendo aqui para os nossos dados relativos a esse segundo trimestre, então aqui a gente tem as informações só.

Speaker #3: Bom, sem aqui o passador, mas olhando em termos de receita líquida, nós temos o segundo trimestre com uma receita líquida consolidada de 2,3 bilhões.

Speaker #3: Tem crescimento aqui de aproximadamente 3% em termos de receita consolidada. Nós estamos falando aqui do ponto de vista de micros, crescimento de receita no segmento de micros de 122%.

Pablo Freitas Motta: Tem um crescimento aqui de aproximadamente 3% em termos de receita consolidada. Nós estamos falando aqui do ponto de vista de micros, um crescimento de receita no segmento de micros de 122%. Esse dado a gente destaca um pouco mais na sequência, do que isso acabou trazendo em termos de mix e acabou trazendo em termos de rentabilidade para nossa operação. Esse mix acabou fazendo com que, de fato, 42% fosse preenchido por esse total de micros nesse Q2. A gente tem o nosso market share que no final do Q2 chegou a 48.3%, isso operação Brasil. A gente sai de um cenário de 46% no Q1 para 48% no Q2, um resultado líquido de BRL 271 million e um ROIC de 23%.

Speaker #3: Esse dado aqui a gente destaca um pouco mais na sequência, do que isso acabou trazendo em termos de mix e acabou trazendo em termos de rentabilidade para a nossa operação.

Speaker #3: Esse mix acabou fazendo com que, de fato, 42% ele fosse preenchido por esse total de micros nesse trimestre. A gente tem o nosso market share, que no final do segundo trimestre ele chegou a 48,3%.

Speaker #3: Isso operação Brasil. A gente sai de cenário de 46 no primeiro trimestre para 48 no segundo trimestre. resultado líquido de 271 milhões e ROIC de 23%.

Speaker #3: Acho que aqui de pontos importantes que já acaba desdobrando depois na sequência em termos de resultados, a gente tem esse cenário de ter mix mais leve nesse segundo trimestre.

Pablo Freitas Motta: Acho que de pontos importantes, que já acaba desdobrando depois na sequência, em termos de resultados, a gente tem esse cenário de ter um mix mais leve nesse Q2. A gente vê que esse volume de micros acabou, de fato, tomando uma representatividade bastante grande dentro do nosso negócio. E aqui são operações que a gente já vem conversando, especialmente Caminho da Escola e Ministério da Saúde. A gente teve aproximadamente 1,500 carros entregues ao longo desse ano, mas com uma maior concentração desses produtos nesse Q2. Esse ponto acaba trazendo, de fato, alguns impactos do ponto de vista de rentabilidade.

Speaker #3: A gente vê que esse volume de micros acabou, de fato, tomando uma representatividade bastante grande dentro do nosso negócio. E aqui são operações que a gente já vem conversando, especialmente Caminhos da Escola e Ministério da Saúde.

Speaker #3: A gente teve aproximadamente aí 1.500 carros entregues ao longo desse ano, mas com uma maior concentração desses produtos nesse segundo trimestre. Esse ponto ele acaba trazendo de fato alguns impactos do ponto de vista de rentabilidade.

Speaker #3: A gente sabe que são operações que já têm preços definidos, e a gente teve, de fato, nesse ponto de vista inflacionário, que acabou consumindo um pedaço da rentabilidade do nosso negócio.

Pablo Freitas Motta: A gente sabe que são operações que já têm preços definidos e a gente teve, de fato, nesse Q2, um impacto um pouco maior do ponto de vista inflacionário, que acabou consumindo um pedaço da rentabilidade do nosso negócio e, consequentemente, trouxe um nível de margem EBITDA, especialmente para um patamar um pouco abaixo daquilo que a gente vinha entregando até então. Mas acho que tem uma foto interessante da produção brasileira de ônibus e faz sentido aqui a gente explorar um pouco mais o ponto de vista do que vem acontecendo dentro do segmento ao longo desses últimos anos e também o que aconteceu no confronto entre H1 2025 versus o H1 2026. Quando a gente olha nos números totais, nesse H1 2025, nós tivemos aqui aproximadamente 13,145 ônibus que foram produzidos.

Speaker #3: E, consequentemente, trouxe nível de margem EBITDA, especialmente para patamar pouco abaixo daquilo que a gente vinha entregando até então. Mas acho aqui tem uma foto interessante da faz sentido aqui a gente explorar pouco mais o ponto de vista de o que vem acontecendo dentro do segmento.

Speaker #3: Ao longo desses últimos anos, e também o que aconteceu no confronto entre primeiro semestre de 25 versus o primeiro semestre de 26. Então, quando a gente olha nos números totais, nesse primeiro semestre de 25, nós tivemos aqui aproximadamente 13.145 ônibus que foram produzidos.

Pablo Freitas Motta: No H1 2026, nós temos 13,830, esse crescimento de 5%. O que é o ponto importante aqui para a gente estar olhando quando a gente abre esses números de uma maneira mais granular? Vimos ali atrás o reflexo dos micros dentro do nosso negócio. Quando a gente olha na realidade da produção brasileira, a gente vê que ano contra ano, nós temos aí um aumento bastante expressivo no crescimento de micros, aproximadamente 2,000 ônibus a mais, em termos de produção de micros do ano de 2026 contra o ano de 2025. Quando a gente olha para o segmento de urbanos e o segmento de rodoviários, a gente vê nesses dois segmentos uma retração do ano de 2025 contra o ano de 2026. No segmento de urbanos, uma retração próxima dos 15%, no segmento de rodoviários, uma retração próxima dos 18% e 19%.

Speaker #3: No primeiro semestre de 26, nós temos 13.830. Esse crescimento de 5%. O que é o ponto importante aqui para a gente estar olhando quando a gente abre esses números de uma maneira mais granular?

Speaker #3: Então, nós tivemos, vimos ali atrás o reflexo dos micros dentro do nosso negócio. Quando a gente olha na realidade da produção brasileira, a gente vê que ano contra ano nós temos aí aumento bastante expressivo no crescimento de micros.

Speaker #3: Aproximadamente 2.000 ônibus a mais em termos de produção de micros do ano de 26 contra o ano de 25. E quando a gente olha para o segmento de urbanos e o segmento de rodoviários, a gente vê nesses dois segmentos uma retração no ano de 25 contra o ano de 26.

Speaker #3: Então, no segmento de urbanos, uma retração próxima dos 15%. No segmento de rodoviários, uma retração próxima dos 18, 19%. Então, a gente vê mercado que nesses dois segmentos acaba sendo bastante impactado e segmento de micro que compensa fazendo com que de fato haja esse crescimento de 5%.

Pablo Freitas Motta: A gente vê um mercado que nesses dois segmentos acaba sendo bastante impactado e um segmento de micro que compensa, fazendo com que, de fato, haja esse crescimento de 5%, mas na prática, mostrando que grandes renovações de ônibus não estão acontecendo este ano versus aquilo que vinha acontecendo no ano passado ou em anos anteriores. Quando a gente olha nesse contexto, a gente vê, na prática, que a gente sempre sai de um cenário de 2010 a 2014, com aquele cenário PSI muito incentivado. Mas aqui o que sempre vale a pena a gente destacar é que a demanda de ônibus histórica, para fins de manutenção de frota, manutenção de idade média, girava, principalmente nesse ponto aqui mais escuro, que é o mercado interno, na casa dos 23,000 a 25,000 ônibus/ano.

Speaker #3: Mas, na prática, mostrando que de fato há grandes renovações de ônibus não estão acontecendo neste ano, versus aquilo que vinha acontecendo no ano passado ou em anos anteriores.

Speaker #3: E aí, quando a gente olha nesse contexto, a gente vê na prática a gente sempre sai de cenário de 2010 a 2014 com aquele cenário IPSI muito incentivado.

Speaker #3: Mas aqui, o que sempre vale a pena a gente destacar é que a demanda de ônibus histórica, para fins de manutenção de frota, manutenção de idade média, ela girava principalmente nesse ponto aqui mais escuro, que é o mercado interno, na casa dos 23 a 25 mil ônibus ao ano.

Speaker #3: E o que a gente vê é que desde o momento em que a gente tem toda a discussão daquele cenário recessivo no Brasil, essa demanda ela vem envelhecendo.

Pablo Freitas Motta: O que a gente vê é que desde o momento em que a gente tem toda a discussão daquele cenário recessivo no Brasil, essa demanda vem envelhecendo. A gente fala que hoje a frota gira na casa desses 11.3 years. Ela não vem tendo renovações significativas ao longo do tempo. Na prática, a gente vê que a renovação não é suficiente para manter a idade média desde o ano de 2015. E quanto a esse contexto, a gente olha, especialmente aqui nesse pós-pandemia, que operadores, quando a gente olha para o segmento de urbanos, começaram a buscar renegociações dos seus contratos. Aqui a gente teve o efeito Dilma, entre 2014 and 2015, com os ajustes de tarifas e from 2014 to 2015 until 2022, 2023, a gente vê que, de fato, essas tarifas não foram reajustadas.

Speaker #3: Então, a gente fala que hoje é uma demanda que ela gira na casa dos 11,3 anos. A frota, desculpa, ela gira na casa desses 11,3 anos.

Speaker #3: Ela não vem dando renovações significativas ao longo do tempo. Na prática, a gente vê que a renovação não é suficiente para manter a idade média desde o ano de 2015.

Speaker #3: E quanto a esse contexto, a gente olha especialmente aqui nesse pós-pandemia, que operadores, quando a gente olha para o segmento de urbanos, começaram a buscar renegociações dos seus contratos.

Speaker #3: Aqui a gente teve o efeito Dilma. Entre 2014 e 2015, com os ajustes de tarifas, de 2014 a 2015 até 2022, 2023, a gente vê que de fato essas tarifas não foram reajustadas.

Speaker #3: Então, quando olha para o segmento de urbanos, a gente vê efetivamente demandas cada vez mais aumentando do ponto de vista de demanda reprimida. E as nossas expectativas para 2024 e 2025 eram que esse movimento de compra dos urbanos acabasse ganhando corpo.

Pablo Freitas Motta: Quando olha para o segmento de urbanos, a gente vê efetivamente demandas cada vez mais aumentando do ponto de vista de demanda reprimida. As nossas expectativas para 2024 and 2025 era que esse movimento de compra dos urbanos acabasse ganhando corpo. Depois o André vai trazer um pouco mais de detalhes a respeito de perspectivas, mas vale só trazer esse histórico, porque efetivamente, quando 2025, num ano onde as taxas de juros para renovação de ônibus urbanos estão aí disponíveis em patamares bastante subsidiados, estamos falando aí de 8% to 10% ao ano para uma renovação de frota de urbanos, a gente vê que aqui começa a ter renegociações de tarifas por parte dos municípios, começa a ter um certo fôlego para o operador começar a avaliar essa renovação.

Speaker #3: Então, acho que aqui vale depois o André vai trazer pouco mais de detalhes a respeito de perspectivas. Mas vale só trazer esse histórico, porque efetivamente quando 25, num ano onde as taxas de juros para renovação de ônibus urbanos estão aí disponíveis, em patamares bastante subsidiados, estamos falando aí de 8 a 10% ao ano, para uma renovação de frota de urbanos, a gente vê que aqui começa a ter renegociações de tarifas por parte dos municípios.

Speaker #3: Começa a ter certo fôlego para o operador começar a avaliar essa renovação. Porém, esse efeito diesel, impacto da guerra, e todas essas incertezas acaba fazendo com que esse operador, como a gente viu no histórico, de 25 para 26, acabe reduzindo o volume de compra e, consequentemente, o nosso volume de produção.

Pablo Freitas Motta: Esse efeito diesel, impacto da guerra e todas essas incertezas acabam fazendo com que esse operador, como a gente viu no histórico, de 2025 para 2026, acabe reduzindo o volume de compra e, consequentemente, o nosso volume de produção em aproximadamente 15%. A gente vê um segmento de urbanos com uma demanda reprimida bastante significativa. Segmento de rodoviários, a gente vê, de fato, também uma renovação maior acontecendo nesse período de 2021 to 2024, leve queda em 2025 e chega para 2026 também com uma queda maior nesse segmento, 18% aproximadamente, aquilo que foi produzido em 2026 versus o H1 de 2025. Isso também demonstra que esses dois segmentos que são muito relevantes, em valor agregado, acabam, de fato, tendo um arrefecimento.

Speaker #3: Em aproximadamente aí 15%. Então, a gente vê segmento de urbanos com uma demanda reprimida bastante significativa, segmento de rodoviários a gente vê de fato também uma renovação maior acontecendo nesse período de 21 a 24, leve queda em 2025 e chega para 26 também com uma queda maior nesse segmento, 18% aproximadamente naquilo que foi produzido em 26 versus o primeiro semestre de 25.

Speaker #3: E isso também demonstra que esses dois segmentos que são muito relevantes em valor agregado acabam de fato tendo arrefecimento segmento de rodoviários muito mais atrelado aos efeitos de taxa de juros, que acabam estando de certa forma num cenário onde aquela expectativa de queda não se materializa.

Pablo Freitas Motta: Segmento de rodoviários, muito mais atrelado aos efeitos de taxa de juros, que acabam estando, de certa forma, num cenário onde aquela expectativa de queda não se materializa e, consequentemente, há uma postergação de renovação. Acho que esse contexto mostra os desafios que a gente acaba efetivamente enfrentando ao longo de cada um desses anos, mas também mostra que a demanda reprimida por ônibus no Brasil acaba sendo muito significativa. Quando a gente pega segmento de rodoviários, nas rodagens de média e longa distância, a gente vê que basicamente, nos dados da ANTT, mais de 50% dos ônibus que hoje estão sendo operados nesse segmento possuem de 6 anos pra cima. Quando a gente pega e abre um pouco mais esses dados, a gente vê que aproximadamente 30% está em 6 a 10 anos e 17% está acima dos 10 anos.

Speaker #3: E, consequentemente, há uma postergação de renovação. Então, acho que esse contexto aqui mostra os desafios que a gente acaba efetivamente enfrentando ao longo de cada um desses anos, mas também mostra que a demanda reprimida por ônibus no Brasil acaba sendo muito significativa. Quando a gente olha para o segmento de rodoviários, nas rotas de média e longa distância, a gente vê que, basicamente, nos dados da ANTT, mais de 50% dos ônibus que hoje estão sendo operados nesse segmento possuem de 6 anos para cima.

Speaker #3: E quando a gente pega e abre um pouco mais esses dados, a gente vê que aproximadamente 30% está em 6 a 10 anos, e 17% está acima dos 10 anos.

Speaker #3: Então, tem uma demanda reprimida de ônibus rodoviário, tem uma demanda reprimida e aumentou ainda mais de ônibus urbano. E o que a gente vem trabalhando dentro desse contexto que é muito do reflexo desse segundo trimestre, é o aumento que acontece em função dos micros que ganham relevância, especialmente em função aí das operações de caminhos da escola.

Pablo Freitas Motta: Tem uma demanda reprimida de ônibus rodoviário, tem uma demanda reprimida, e aumentou ainda mais, de ônibus urbano, e o que a gente vem trabalhando dentro desse contexto, que é muito do reflexo desse Q2, é o aumento que acontece em função dos micros, que ganham relevância, especialmente em função das operações de Caminhos da Escola e Ministério da Saúde. No ano, uma concentração maior de Ministério da Saúde, que ajuda efetivamente a suportar a nossa flexibilidade e a nossa entrega. Quando a gente olha em termos de produção, a Marcopolo entregou aproximadamente 4,100 unidades dentro desse Q2. A gente vê, como eu comentei, esse aumento em função dos micros aqui no Brasil, que sai de 2,700 pra 13,300 em termos de unidades produzidas. A gente tem exportações com um leve incremento: 354 contra 344.

Speaker #3: E Ministério da Saúde, no ano, uma concentração maior de Ministério da Saúde. Para que ajuda efetivamente a estar suportando a nossa flexibilidade e a nossa entrega.

Speaker #3: E aí, quando a gente olha então em termos de produção, a Marcopolo, ela entregou aproximadamente 4.100 unidades dentro desse segundo trimestre. A gente vê, como eu comentei, esse aumento em função dos micros aqui no Brasil, que sai de 2.700 para 13.300 em termos de unidades produzidas.

Speaker #3: A gente tem exportações com uma leve também leve incremento, 354 contra 344. Exportações mercados alternativos, mercado do Peru, mercado do Chile e demandando forte nesse segundo trimestre.

Pablo Freitas Motta: Exportações, mercados alternativos, mercado do Peru, mercado do Chile, demandando forte nesse Q2. A gente vê, e depois o André traz mais detalhes a respeito de Argentina, que também foi uma alavanca de crescimento e nesse ano não vem se materializando em grandes volumes. Nas nossas operações internacionais, a gente tem uma queda significativa em termos de produção, com uma concentração muito grande na questão de Argentina e também na operação do México, e depois a gente traz maiores informações das operações. A gente vê, e também nesses dois mercados, cenário macro impactando bastante a demanda, trazendo, por consequência, um cenário mais complexo nesse curto prazo, mas em ambos mercados também, com fotos ou fotografias similares àquilo que nós vimos agora da operação Brasil, com uma demanda reprimida, que aumenta ainda mais, visto que nos últimos anos não houve grandes renovações nesses mercados.

Speaker #3: A gente vê e depois o André traz mais detalhes a respeito de Argentina. E também foi uma alavanca de crescimento e nesse ano não vem se materializando em grandes volumes.

Speaker #3: E, nas nossas operações internacionais, a gente tem uma queda significativa em termos de produção, com uma concentração muito grande na questão da Argentina e também na operação do México.

Speaker #3: E depois ali a gente traz maiores informações das operações, mas a gente vê que também nesses dois mercados cenário macro impactando bastante a demanda, trazendo por consequência cenário mais complexo nesse curto prazo, mas em ambos mercados também com fotos ou fotografias similares àquilo que a gente vimos agora da operação Brasil, com uma demanda reprimida que ela ainda ela aumenta ainda mais, visto que nos últimos anos não houve grandes renovações nesses mercados.

Speaker #3: Do ponto de vista de Austrália, nós temos crescimento de 22,5%. E essa é uma operação que vem de maneira muito consistente, entregando valor ela tem uma carteira longa e na sequência a gente traz maiores detalhes dessa operação.

Pablo Freitas Motta: Do ponto de vista de Austrália, nós temos um crescimento de 22.5%. Essa é uma operação que vem de maneira muito consistente, entregando valor. Ela tem uma carteira longa e, na sequência, a gente traz maiores detalhes dessa operação. Isso nos leva pra um contexto onde a gente vê o quanto, de fato, a gente tem tido nesse aumento do primeiro, do segundo, mas num mix, que a gente vê que é um mix mais leve, um mix de carros micros. Aqui a gente tem a fotografia desse impacto. Quando a gente olha pros micros, no ano passado eles representaram aproximadamente 8% da receita. Agora, eles estão trazendo 17.7% da receita, a representatividade do segmento, isso olhando principalmente pras operações Brasil.

Speaker #3: Então, isso nos leva para contexto onde a gente vê o quanto de fato a gente tem tido nesse aumento do primeiro para o segundo, mas num mix que a gente vê que ele é mix mais leve, mix de carros micros.

Speaker #3: E aqui a gente tem a fotografia desse impacto. Então, quando a gente olha para os micros, no ano passado eles representaram aproximadamente 8% da receita.

Speaker #3: Agora eles estão trazendo 17,7% da receita. A representatividade do segmento, isso olhando principalmente para as operações Brasil. A gente fala aqui dos urbanos, que está se sustentando em termos percentuais de representatividade.

Pablo Freitas Motta: A gente fala aqui dos urbanos, que está se sustentando em termos percentuais de representatividade, e os rodoviários, 29.4%, quando ano passado nós tivemos um mix bastante pesado no segundo trimestre, chegando e alcançando próximo dos 40% de receita. Isso nos demonstra um pouco da queda daquilo que nós vimos, e vamos ver na sequência, relativo à nossa rentabilidade, principalmente quando a gente fala em margem EBITDA. Do ponto de vista de operações internacionais, a gente vê a relevância que a gente acaba trazendo pra operação da Australia, uma operação que foi também reestruturada e encaixou num bom momento em termos de demanda de mercado, em termos de renovação de frota por parte das autoridades australianas. Isso está nos trazendo um segmento que hoje, nas operações internacionais, representa aproximadamente 20% to 24% daquilo que é a nossa receita consolidada. Somente a Australia está representando 63%.

Speaker #3: E os rodoviários, 29,4, quando ano passado nós tivemos um mix bastante pesado no segundo trimestre, chegando e alcançando próximo dos 40% de receita. Isso nos demonstra um pouco da queda daquilo que nós vimos e vamos ver na sequência, relativo aí à nossa rentabilidade, principalmente quando a gente fala em margem EBITDA.

Speaker #3: Do ponto de vista de operações internacionais, a gente vê a relevância que a gente acaba trazendo para a operação da Austrália, uma operação que foi também reestruturada e encaixou num bom momento em termos de demanda de mercado, em termos de renovação de frota por parte das autoridades australianas.

Speaker #3: E isso está nos trazendo segmento que hoje nas operações internacionais representa aproximadamente 20%, 24% daquilo que são o nossa receita consolidada. Somente a Austrália está representando 63%.

Speaker #3: Então, a força dessa operação dentro do grupo mais aqui acho que o principal ponto de oportunidade é o fato de a Argentina e México terem de certa forma perdido a sua relevância, mas perdido em função desse cenário macro que acaba fazendo com que a demanda que nós tivemos principalmente na Argentina no ano passado ela não esteja se materializando nesse ano, mas ali efetivamente sendo processo de construção para cenário mais sustentável de médio e longo prazo.

Pablo Freitas Motta: A força dessa operação dentro do grupo, mas aqui acho que o principal ponto de oportunidade é o fato de Argentina e México terem, de certa forma, perdido a sua relevância, mas perdido em função desse cenário macro, que acaba fazendo com que a demanda que nós tivemos, principalmente na Argentina no ano passado, não esteja se materializando nesse ano, mas efetivamente sendo um processo de construção pra um cenário mais sustentável de médio e longo prazo. Nos comentários, depois, o André traz mais detalhes. Falando em termos de números. A gente vê naquilo que eu falei em termos de receita líquida, esse crescimento de 3%. A gente olha pra operação Brasil Naquilo que é a receita, um crescimento de 11.3%, nas nossas exportações, 16.2%, e nas receitas do exterior, uma queda de 16%. Isso na análise trimestre contra trimestre.

Speaker #3: Nos comentários depois o André ele traz mais detalhes. E aí, falando então em termos de números, a gente vê então naquilo que eu falei em termos de receita líquida, esse crescimento de 3%.

Speaker #3: A gente olha para a operação Brasil naquilo que é a receita, crescimento de 11,3%. Nas nossas exportações, 16,2. E nas receitas do exterior, uma queda de 16%.

Speaker #3: Isso na análise trimestre contra trimestre, quando a gente vem para a foto de ano, então a gente olha a operação Brasil com crescimento de 5,1%.

Pablo Freitas Motta: Quando a gente vem pra foto de ano, a gente olha a operação Brasil com crescimento de 5.1%, as receitas de exportações com 5.8%, e as receitas relativas às operações internacionais com 7.2% de queda. Do ponto de vista de lucro bruto, margem bruta com uma queda de 3.8 percentage points, trimestre contra trimestre, EBITDA 3 percentage points e lucro líquido uma queda de 2.5 percentage points. Aqui, novamente, dentro do destaque, a gente demonstrou esse efeito que os micros, a representatividade deles dentro do contexto do mercado atual e no nosso mix. Isso em função, especialmente desses contratos que a gente estava executando, que acabaram efetivamente tendo um impacto inflacionário mais nesse curto prazo, mais concentrado especialmente nesse segundo trimestre, nos trouxeram aqui pra uma rentabilidade, uma queda de margem EBITDA. Somado a isso, claro, também o efeito dos rodoviários. A gente viu a queda de representatividade.

Speaker #3: As receitas de exportações com 5,8. E as receitas relativas às operações internacionais com 7,2% de queda. Do ponto de vista de lucro bruto, margem bruta com uma queda de 3,8 pontos percentuais, trimestre contra trimestre.

Speaker #3: EBITDA caiu 3 pontos percentuais e o lucro líquido teve uma queda de 2,5 pontos percentuais. Aqui, novamente, dentro do destaque, a gente demonstrou esse efeito, que os micros e a representatividade deles dentro do contexto do mercado atual.

Speaker #3: E no nosso mix, isso em função especialmente desses contratos que a gente estava executando que acabaram efetivamente tendo impacto inflacionário mais nesse curto prazo mais concentrado especialmente nesse segundo trimestre.

Speaker #3: Nos trouxeram aqui para uma rentabilidade, uma queda de margem EBITDA. Somado a isso, claro, também o efeito dos rodoviários. A gente viu a queda de representatividade. O ano passado foi um ano concentrado em volumes representativos de Argentina no segundo trimestre.

Pablo Freitas Motta: O ano passado foi um ano concentrado em volumes representativos de Argentina no segundo trimestre, que acabaram agora não se materializando. Isso fez com que a nossa margem EBITDA e o nosso lucro líquido fossem impactados dentro dos percentuais que a gente acabou de comentar. Eu acho que dentro desse contexto, esses são os números da Marcopolo. Eu passo agora aqui pro André, pra gente falar sobre desempenho e perspectiva, e depois eu fico à disposição pras perguntas.

Speaker #3: Que acabaram agora não se materializando e isso fez com que a nossa margem EBITDA e o nosso lucro líquido fossem impactados dentro dos percentuais que a gente acabou de comentar.

Speaker #3: Eu acho que dentro desse contexto esses são os números da Marcopolo. Eu o desempenho prospectiva e depois eu fico à disposição para as perguntas.

Speaker #2: Bom dia, pessoal. Prazer estar aqui de novo com todos vocês. Alguns rostos conhecidos, pessoas novas, grande prazer. Depois vão ter a oportunidade de conversar pouquinho, de responder perguntas.

André Vidal Armaganijan: Bom dia, pessoal. Prazer estar aqui de novo com todos vocês. Alguns rostos conhecidos, pessoas novas, grande prazer. Depois vamos ter a oportunidade de conversar um pouquinho, de responder perguntas, mas aqui passando de uma forma rápida, falando de cada um dos três segmentos. Segmento rodoviário, sim, um segmento que teve uma retração importante. É interessante mostrar que a Marcopolo continua desenvolvendo novos produtos, continua fortalecendo o segmento, principalmente double decker. Nós vamos falar um pouquinho sobre a LAT.BUS, um grande evento que a gente vai ter na próxima semana, onde a gente continua fomentando inovações e tecnologias em nossos produtos, mas o mercado caiu. O mercado vem se reduzindo no tempo. Taxas de juros elevadas, o Pablo Motta já comentou muito bem. Taxas elevadas por muito tempo, crédito consumido, e os nossos operadores, por um lado, querendo renovar, isso é importante dizer.

Speaker #2: Mas aqui passando de uma forma rápida, falando de cada dos três segmentos. Segmento rodoviário, sim. É segmento que teve uma retração importante. É interessante mostrar que a Marcopolo continua desenvolvendo novos produtos, continua fortalecendo o segmento, principalmente de double decker.

Speaker #2: Nós vamos falar pouquinho sobre a Latbus, grande evento que a gente vai ter na próxima semana, onde a gente continua fomentando inovações em tecnologias em nossos produtos.

Speaker #2: Mas o mercado caiu. O mercado vem se reduzindo no tempo. Taxas de juros elevados. O Pablo já comentou muito bem. Taxas elevadas por muito tempo.

Speaker #2: Crédito consumido. E os nossos operadores por lado querendo renovar. Isso é importante dizer. A gente vê nas conversas que a gente tem a frota envelhecendo, o custo de manutenção aumentando e hoje o operador cada vez menos com as suas frotas ajustadas querem ter produto que fique em tempo de manutenção muito alto, que não tenha alto uptime.

André Vidal Armaganijan: A gente vê nas conversas que a gente tem a frota envelhecendo, o custo de manutenção aumentando, e hoje o operador cada vez menos, com as suas frotas ajustadas, querem ter um produto que fique em tempo de manutenção muito alto, que não tenha um alto uptime. Ou seja, o produto tem que estar circulando o tempo todo e é isso que a gente está focando como empresa nos nossos novos desenvolvimentos. Sem dúvida, o mercado mais apertado, a gente recuperando um pouco de share, crescendo e voltando aos patamares que nós tínhamos, mas, ao mesmo tempo, a frota envelhecendo, que é o tema que o Pablo Motta trouxe muito bem aqui. Quando a gente fala em ANTT, quase 20% da frota com mais de 20 anos, isso é, de novo, o que eu sempre trago nas conversas, oportunidades futuras de renovação de frota.

Speaker #2: Ou seja, o produto tem que estar circulando o tempo todo, e é isso que a gente está focando como empresa nos nossos novos desenvolvimentos.

Speaker #2: Mas, sem dúvida, o mercado mais apertado. A gente recuperando um pouco de share, crescendo e voltando aos patamares que nós tínhamos. Mas, ao mesmo tempo, a frota envelhecendo, que é o tema que o Pablo trouxe muito bem aqui quando a gente fala em NTT: quase 20% da frota com mais de 20 anos.

Speaker #2: Isso é, de novo, o que eu sempre trago nas conversas: oportunidades futuras de renovação de frota. Então, o represamento dessa renovação tem gerado oportunidades futuras, razões pelas quais a empresa continua investindo, continua olhando para os seus carros-chefe, principalmente o double decker.

André Vidal Armaganijan: O represamento dessa renovação tem gerado oportunidades futuras, razões pela qual a empresa continua investindo, continua olhando pros seus carros-chefe, principalmente o double decker. O Mover vem como um ponto positivo no Q3. A gente enxerga nesse programa, pelas taxas de juros subsidiadas, uma oportunidade de vendas ocorrendo no Q3 pelo programa. E hoje nós estamos no processo de construir o Q4. Se vocês nos perguntarem como é que está a nossa carteira até o final do Q3 construída, construindo o Q4, que é um trimestre sazonal, onde a gente espera uma continuidade de renovação de frota. Quando a gente fala em urbano, o Pablo Motta também já deu uma boa pincelada aqui. Claro que diesel impacta o sistema. Vocês sabem que motoristas e diesel são dos maiores custos de um operador.

Speaker #2: O MOV vem como um ponto positivo no terceiro tri. Então, a gente enxerga nesse programa, pelas taxas de juros subsidiadas, uma oportunidade de vendas ocorrendo no terceiro trimestre pelo programa.

Speaker #2: E hoje nós estamos num processo de construir o quarto trimestre. Então se vocês nos perguntarem como é que está a nossa carteira, carteira até o final do terceiro tri construída, construindo o quarto trimestre, que é trimestre sazonal onde a gente espera uma continuidade de renovação de frota.

Speaker #2: Quando a gente fala em urbano, o Pablo também já deu uma boa pincelada aqui. Claro que diesel, afeta o nosso impacto ao sistema. Vocês sabem que motoristas e diesel são dos maiores custos de operador.

Speaker #2: Então a gente enxerga sem dúvida esse impacto refletindo na não renovação momentânea dessa frota. Tivemos também custos de materiais, provenientes ou reflexo da guerra.

André Vidal Armaganijan: A gente enxerga, sem dúvida, esse impacto refletindo na não renovação momentânea dessa frota. Tivemos também custos de materiais provenientes, ou reflexo da guerra. E isso, sim, quando a gente olha pra tudo aquilo que o Pablo Motta explicou da viabilidade do modelo econômico-financeiro atual, muitas vezes essa conta não fecha, mas aí entram novas ações, novos movimentos feitos pelo governo. É o Marco Legal do Transporte Público, trazendo cada vez mais previsibilidade pro sistema, trazendo mais segurança jurídica. Foi sancionado recentemente, a gente vai enxergar aí nesse próximo, até o H1 do ano que vem, um processo de implementação do programa, um framework muito bem definido, que traz esta viabilidade econômica-financeira maior pro sistema, que vai permitir trazer uma maior segurança e, consequentemente, maior renovação de frota.

Speaker #2: E isso sim, quando a gente olha para tudo aquilo que o Pablo explicou da instabilidade do modelo econômico, da viabilidade do modelo econômico-financeiro atual, muitas vezes essa conta não fecha.

Speaker #2: Mas aí entram novas ações, novos movimentos feitos pelo governo. É o marco legal do transporte público. Trazendo cada vez mais previsibilidade para o sistema.

Speaker #2: Trazendo mais segurança jurídica. Foi sancionado recentemente. Então a gente vai enxergar aí nesse próximo até o primeiro semestre do ano que vem processo de implementação do programa, framework muito bem definido, que traz esta viabilidade econômica financeira maior para o sistema que vai permitir trazer uma maior segurança e consequentemente maior renovação de frota.

Speaker #2: É com esse viés que a empresa continua olhando para investimentos futuros para ter soluções para embarcar nessa mudança de perspectiva positiva de mercado futuro.

André Vidal Armaganijan: É com esse viés que a empresa continua olhando pra investimentos futuros, pra ter soluções, pra embarcar nessa mudança de perspectiva positiva de mercado futuro. Urbanos elétricos, continua crescendo? É uma pergunta que sempre vem pra mesa. Como é que vocês estão nos elétricos? O meu comentário é sempre muito similar, que o desejo de renovação de frota é sempre maior do que tem acontecido, mas os números reais também sempre melhores que os anteriores. Então, a renovação de frota elétrica tem aumentado. Pra nós é um prazer quando a gente anda aqui em São Paulo e começa a ver os nossos ônibus circulando elétricos aqui, acabamos de ver um no caminho. É um mercado que a gente não atuava. Novas portas foram abertas. Temos mais de 250 ônibus elétricos vendidos só aqui em São Paulo.

Speaker #2: Urbanos, elétricos. Continua crescendo. É uma pergunta que sempre vem para a mesa. Como é que vocês estão nos elétricos? O meu comentário é sempre muito similar que o desejo de renovação de frota ele é sempre maior do que tem acontecido, mas os números reais também sempre melhores que os anteriores.

Speaker #2: Então, a renovação de frota elétrica tem aumentado? Para nós, é um prazer quando a gente anda aqui em São Paulo e começa a ver os nossos ônibus circulando elétricos aqui.

Speaker #2: Acabamos de ver no caminho. É mercado que a gente não atuava. Então novas portas foram abertas. Temos mais de 250 ônibus elétricos vendidos só aqui em São Paulo.

Speaker #2: A Marcopolo ganhou bastante relevância a partir do momento que ela trabalha com distintas alternativas para o produto elétrico. Então a gente vem desenvolvendo soluções com os nossos parceiros tradicionais de chassis.

André Vidal Armaganijan: A Marcopolo ganhou bastante relevância a partir do momento que ela trabalha com distintas alternativas pro produto elétrico. A gente vem desenvolvendo soluções com os nossos parceiros tradicionais de chassis e temos desenvolvido soluções também com a solução integral da Marcopolo. É um segmento que vai continuar crescendo e a gente vê uma oportunidade de continuar desenvolvendo soluções de zero emissão e de baixa emissão pra esse segmento. Falando em micros, acho que Pablo destacou bastante o tema de micro-ônibus. Sem dúvida, o programa Caminho da Escola foi um fator muito relevante pra nós no H1. Ponto positivo. A beleza de ter um portfólio bastante amplo de produtos. No momento que você tem um rodoviário urbano mais lento, você tem o micro ajudando. Claramente, da forma que o produto é precificado lá atrás, você tem um impacto na rentabilidade, como Pablo bem falou.

Speaker #2: E vemos temos desenvolvido soluções também com a solução integral da Marcopolo. Então é segmento que vai continuar crescendo. E a gente vê uma oportunidade de continuar desenvolvendo soluções de zero emissão e de baixa emissão para esse segmento.

Speaker #2: E falando em micros, acho que o Pablo destacou bastante o tema de micro-ônibus. Sem dúvida o programa Caminho da Escola foi fator muito relevante para nós no primeiro semestre.

Speaker #2: Ponto positivo. É a beleza de ter portfólio bastante amplo de produtos. No momento que você tem rodoviário urbano mais lento você tem micro ajudando.

Speaker #2: Claramente da forma que o produto é precificado lá atrás você tem impacto na rentabilidade como o Pablo bem falou. Mas é programa importante para nós.

André Vidal Armaganijan: É um programa importante pra nós, um programa que traz um bom volume pra empresa. Vamos lembrar que a última licitação, a Fase 13, que nós ganhamos, o ganho foi expressivo pra empresa. A gente enxerga que os resultados devem começar a aparecer de vendas no Q4. A gente está hoje exatamente com o processo de homologação desses produtos, mas é um produto que vem com uma relevância e um volume importante pra nossa organização e claramente precificado no momento ali, pós início de guerra, já com preços ajustados, alinhados aos novos custos de mercado. Aqui, claro, só mostrando os dados, no Q2 2026, Marcopolo entregou 443 unidades ao Caminho da Escola e 1,246 no Ministério da Saúde. Indo aqui pro próximo slide, vamos falar um pouquinho sobre as operações internacionais. Um grupo que tem uma representatividade importante na Marcopolo.

Speaker #2: programa que traz bom volume para a empresa. Vamos lembrar que a última licitação a fase 13 que nós ganhamos o ganho foi expressivo para a empresa.

Speaker #2: A gente enxerga que os resultados devem começar a aparecer de vendas no quarto trimestre. A gente está hoje exatamente com o processo de homologação desses produtos.

Speaker #2: Mas é produto que vem com uma relevância e volume importante para a nossa organização. E claramente precificado no momento ali pós-início de guerra. Então já com preços ajustados alinhados aos novos custos de mercado.

Speaker #2: Aqui claro só mostrando os dados no segundo tri de 26. A Marcopolo entregou 443 unidades ao Caminho da Escola. E 1.246 no Ministério da Saúde.

Speaker #2: Indo aqui para o próximo slide. Vamos falar pouquinho sobre as operações internacionais. grupo que tem uma representatividade importante na Marcopolo. A gente fala que em média ali 25% da receita de uma forma recorrente vem dessas operações.

André Vidal Armaganijan: A gente fala que em média, 25% da receita, de uma forma recorrente, vem dessas operações, 25% a 30%. A gente teve algumas operações mais impactadas, operações relevantes pra nós, eu vou segmentar aqui. A operação Volgren é a nossa grande operação positiva, é a operação que vem trazendo resultados já expressivos, não só no ano de 2026, como foi no ano de 2025, e já estamos construindo o ano de 2027. A Marcopolo hoje já está, vamos lembrar que ali a gente faz contratos de longo prazo com o governo, vendas de longo prazo, a gente já tem vendas sendo feitas pro período do ano que vem. Posição muito forte da empresa, líder de mercado, mais de 50 anos de presença naquele mercado, líder no segmento urbano. Comemoramos recentemente, estivemos na feira, a gente continua avançando nos novos investimentos e novos produtos daquele mercado.

Speaker #2: 25% a 30%. A gente teve algumas operações mais impactadas, operações relevantes para nós. Eu vou segmentar aqui. Então, a operação Tavol Green é a nossa grande operação positiva.

Speaker #2: É a operação que vem trazendo resultados já expressivos não só no ano de 26 como foi no ano de 25. E já estamos construindo o ano de 27.

Speaker #2: A Marcopolo hoje já está. Vamos lembrar que ali a gente faz por contratos de longo prazo com o governo, vendas de longo prazo. E a gente já tem vendas sendo feitas para o período do ano que vem.

Speaker #2: Posição muito forte da empresa. Líder de mercado. Mais de quase mais de 50 anos de presença naquele mercado. Líder no segmento urbano. Comemoramos recentemente.

Speaker #2: Tivemos uma feira. A gente continua avançando nos novos investimentos e novos produtos daquele mercado. Então além do nosso ônibus tradicional urbano nós temos uma solução elétrica.

André Vidal Armaganijan: Além do nosso ônibus tradicional urbano, nós temos uma solução elétrica. Celebramos a entrega do ônibus de número 500 elétrico na Austrália. A gente desenvolveu uma solução de ônibus rodoviário, então o nosso flagship do segmento rodoviário, que é o G8, passa a ser vendido também naquele mercado. E temos um ônibus rodoviário leve que a gente também atua nesse mercado. Uma posição bastante forte da empresa e a gente vem preservando essa posição, claro, investindo na operação, desenvolvendo novos produtos, aumentando os nossos centros de serviço e a nossa proximidade com o cliente. É um trabalho relevante para nós, que dá uma sustentabilidade boa, não só para esse ano, como para o próximo ano. Argentina, uma operação tradicionalmente muito forte para nós. Eu sempre trago para a mesa aqui a importância e a relevância da marca Marcopolo naquele segmento.

Speaker #2: Celebramos a entrega ali do ônibus de número 500 elétrico na Austrália. A gente desenvolveu uma solução de ônibus rodoviário. Então o nosso flagship do segmento rodoviário que é o G8 passa a ser vendido também naquele mercado.

Speaker #2: E temos ônibus ali de rodoviário leve que a gente também atua nesse mercado. Então uma posição bastante forte da empresa. E a gente vem preservando essa posição.

Speaker #2: Claro, investindo na operação, desenvolvendo novos produtos, aumentando os nossos centros de serviço e a nossa proximidade com o cliente. É um trabalho relevante para nós, que dá uma sustentabilidade boa não só para este ano como para o próximo ano.

Speaker #2: Argentina uma operação tradicionalmente muito forte para nós. Uma operação eu sempre trago para a mesa aqui a importância e a relevância da marca Marcopolo naquele segmento.

Speaker #2: É uma operação que demanda muitos ônibus de dois pisos. Onde nós somos líderes nesse segmento. A renovação não vem acontecendo. É fato que no ano passado ela sim aconteceu.

André Vidal Armaganijan: É uma operação que demanda muitos ônibus de dois pisos, onde nós somos líderes nesse segmento. A renovação não vem acontecendo. É fato que no ano passado ela, sim, aconteceu e por isso deu um resultado, um boom importante para nós, mas ao mesmo tempo consumiu todo o crédito dos nossos operadores, o que dificultou a renovação neste ano. A gente vê medidas positivas acontecendo naquele mercado, a facilitação de crédito voltando à tona. O que a gente não perdeu nesse momento, que é o mais importante aqui, foi a proximidade com o cliente. A Marcopolo não deixou, eu acho que tem dois pontos muito importantes aqui: não deixar a nossa presença. A empresa que independente das altas e baixas, ela sabe trabalhar com a produção local versus a produção que ela tem no Brasil para trazer essa complementaridade, mas não perdeu a proximidade com o cliente.

Speaker #2: E por isso deu resultado boom importante para nós. Mas ao mesmo tempo consumiu ali todo o crédito dos nossos operadores. O que dificultou a renovação neste ano.

Speaker #2: A gente vê medidas positivas acontecendo naquele mercado. A facilitação de crédito voltando à tona. E o que a gente não perdeu nesse momento que é o mais importante aqui foi a proximidade com o cliente.

Speaker #2: Então a Marcopolo não deixou eu acho que tem dois pontos muito importantes aqui. Não deixar a nossa presença. Então a empresa que independente das altas e baixas ela sabe trabalhar com a produção local versus a produção que ela tem no Brasil.

Speaker #2: Para trazer essa complementaridade. Mas não perdeu a proximidade com o cliente. Então estamos próximos. Novas cotações começam a surgir. Volumes menores. Mas com entendimento muito claro do que tem por vir.

André Vidal Armaganijan: Estamos próximos, novas cotações começam a surgir, volumes menores, mas com um entendimento muito claro do que tem por vir e a gente espera, a partir do próximo ano, um volume maior de vendas. É claro que a empresa também é muito disciplinada, vou falar sobre a disciplina na nossa gestão de uma forma geral e na alocação de capitais. A gente já fez ajustes na operação relevantes. A operação da Argentina, vocês viram aí no release os impactos dos ajustes, foram feitas exatamente com esse viés: não perder a oportunidade de entregar esta demanda, que deve voltar no futuro do mercado argentino, mas deixar a operação ajustada e saudável. Fizemos esse ajuste também na África do Sul, uma operação também que sofreu o impacto de queda de receita, e a gente ajusta e vem ajustando a operação. A operação do México.

Speaker #2: E a gente espera, a partir do próximo ano, um volume maior de vendas. É claro que a empresa também é muito disciplinada. Eu vou falar sobre a disciplina na nossa gestão, de uma forma geral.

Speaker #2: E na locação de capitais. A gente já fez ajustes na operação relevantes. Então a operação da Argentina vocês viram aí no release os impactos dos ajustes.

Speaker #2: Foram feitas exatamente com esse viés. Não perdeu a oportunidade de entregar esta demanda que deve voltar no futuro do mercado argentino. Mas deixar a operação ajustada e saudável.

Speaker #2: Fizemos esse ajuste também na África do Sul. Uma operação também que sofreu impacto aí de queda de receita. E a gente ajusta e vem ajustando a operação.

Speaker #2: A operação do México a gente vem contando uma história já há algum tempo de que a operação mais afetada principalmente pelas incertezas e questões de acordo comercial com os Estados Unidos.

André Vidal Armaganijan: A gente vem contando uma história, já há algum tempo, de que é a operação mais afetada, principalmente, pelas incertezas e questões de acordo comercial com os Estados Unidos. É fato, eu estive no México em fevereiro e conversando com os operadores, dos mercados todos que a gente atua, a gente vê o mexicano o mais preocupado, o mais incerto e com menor visão de longo prazo. Por outro lado, a gente vê o movimento que a gente tem feito, de testar novos produtos, de lançar o G8 em novos clientes, em frotas relevantes e alguma intenção de renovação futura. Ali a gente está preparando o terreno, desenvolvemos novos carros.

Speaker #2: É fato eu estive no México em fevereiro e conversando com os operadores. Dos mercados todos que a gente atua a gente vê o mexicano o mais preocupado.

Speaker #2: O mais incerto. E com menor visão de longo prazo. Por outro lado a gente vê o movimento que a gente tem feito de testar novos produtos.

Speaker #2: De lançar o G8 em novos clientes. Em frotas relevantes. E alguma intenção de renovação futura. Então ali a gente está preparando o terreno. Desenvolvemos novos carros.

Speaker #2: Vamos lembrar que a gente levou a produção do G8, que era exportada do Brasil para o mercado mexicano. E a gente está se preparando, como a gente já fez no passado.

André Vidal Armaganijan: Vamos lembrar que a gente levou a produção do G8, que era exportado do Brasil para o mercado mexicano, e a gente está se preparando, como a gente já fez em passado, olhando para frente e se preparando para uma retomada gradual de mercado. Muito próximo dos clientes. O mercado hoje, para vocês terem uma ideia, está próximo dos níveis da pandemia. Para vocês terem uma ideia do nível de queda do mercado mexicano. Aí volta o tema que eu sempre trago para a mesa. Continuamos olhando para investimentos, continuamos próximos do mercado e continuamos vendo a frota envelhecendo, gerando oportunidade futura de renovação. A operação da Colômbia, a Superpolo, vou falar da China rapidamente. A operação da Colômbia tem tido resultados consistentes. Vem a licitação agora do TransMilenio. A gente tem levado alguns bons resultados, a gente tem se posicionado muito bem.

Speaker #2: Olhando para frente. E se preparando para uma retomada gradual de mercado. Muito próximo dos clientes. O mercado hoje para vocês terem uma ideia está próximo dos níveis da pandemia.

Speaker #2: Para vocês terem uma ideia do nível de queda do mercado mexicano. Mas aí volta o tema que eu sempre trago para a mesa: continuamos olhando para investimentos.

Speaker #2: Continuamos próximos do mercado. E continuamos vendo a frota envelhecendo gerando oportunidade futura de renovação. E a operação da Colômbia a Super Polo. Vou falar da China rapidamente.

Speaker #2: A China a operação da Colômbia tem tido resultados consistentes. Vem a licitação agora do Transmilenio. A gente tem levado alguns bons resultados. A gente tem se posicionado muito bem.

Speaker #2: Vamos lembrar que o Transmilenio quando se renova estamos falando daqui ônibus articulados e biarticulados. Ônibus com bons níveis de receita. E nós temos posicionamento e alguns resultados já positivos destas licitações.

André Vidal Armaganijan: Vamos lembrar que o TransMilenio, quando se renova, estamos falando aqui de ônibus articulados e biarticulados, ônibus com bons níveis de receita, e nós temos um posicionamento e alguns resultados já positivos destas licitações. Então vocês devem ver também uma operação contribuindo de forma positiva para a Marcopolo. A China, uma operação menor. A China é uma operação, como eu já falei para vocês, estratégica, com foco não em grande geração de receitas, mas ser um grande centro de inovação, tecnologia e novos desenvolvimentos e um centro de global sourcing da empresa. Falando um pouquinho sobre desempenho e perspectivas. Pablo falou sobre mix. Como eu falo, esse portfólio amplo afeta, sem dúvida, depende do que marca mais naquele trimestre o nosso resultado, mas nos traz o benefício, também, de conseguir jogar com as nossas fábricas, cada vez mais flexíveis, com a mão de obra preparada.

Speaker #2: Então, vocês devem ver também ali uma operação contribuindo de forma positiva para a Marcopolo. E a China é uma operação menor. A China é uma operação, como eu já falei para vocês.

Speaker #2: Estratégica. Com foco não em grandes geração de receitas. Mas ser grande centro de inovação tecnologia. E novos desenvolvimentos. E centro de Global Sourcing da empresa.

Speaker #2: Falando pouquinho sobre desempenho e perspectivas. Pablo falou sobre mix. A gente claramente temos aí como eu falo esse portfólio amplo. Permite afeta sem dúvida depende do que marca mais naquele trimestre o nosso resultado.

Speaker #2: Mas nos traz o benefício também de conseguir jogar com as nossas fábricas. Cada vez mais flexíveis. Com a mão de obra preparada. A gente consegue dimensionar bem o tamanho da mão de obra com as altos e baixos de cada desses segmentos.

André Vidal Armaganijan: A gente consegue dimensionar bem o tamanho da mão de obra, com os altos e baixos de cada um desses segmentos. A gente enxerga que o mix claramente nos afetou de uma forma importante em termos de rentabilidade, mas foi também um fator de proteção, de manutenção, de produção dentro da nossa empresa. Sazonalidade, a gente vem falando muito. Agora, Q4, qual é o desenho? Q3, falamos que o governo deve ajudar, temos uma carteira fechada para o Q3. Q4 é acompanhar o que o Pablo trouxe muito para a mesa. A gente está olhando a frota envelhecendo, custo de manutenção como um tema importante. A gente continua investindo, vou falar aqui, em LAT.BUS. É a empresa se preparando para um futuro de retomada. Real, claramente, nos afeta. Grande empresa exportadora, nos afeta em competitividade, nos afeta em quantidade de reais trazidos para as nossas operações.

Speaker #2: E a gente enxerga que o mix claramente nos afetou de uma forma importante em termos de rentabilidade, mas foi também fator aí de proteção, de manutenção de produção dentro da nossa empresa.

Speaker #2: Sazonalidade a gente vem falando muito. Agora, quarto trimestre, qual que é o desenho? Terceiro tri falamos que o mover deve ajudar. Temos uma carteira fechada para o terceiro tri.

Speaker #2: Quarto tri é acompanhar. É acompanhar o que o Pablo trouxe muito para a mesa. A gente está olhando a frota envelhecendo. Custo de manutenção como tema importante.

Speaker #2: E a gente continua investindo. Vou falar aqui em Latbus. É a empresa se preparando para futuro de retomada. Real claramente nos afeta. Grande empresa exportadora.

Speaker #2: Nos afeta em competitividade. Nos afeta em quantidade de reais trazidos para as nossas operações. Isso tem impacto sem dúvida. A gente vem falando da relevância de mercado brasileiro mais lento olhar para o mercado externo.

André Vidal Armaganijan: Isso tem um impacto, sem dúvida. A gente vem falando da relevância de um mercado brasileiro mais lento, olhar para o mercado externo. Pablo citou dois bons exemplos aqui, Chile e Peru, são dois mercados que têm se movimentado bem. Sem dúvida, a desvalorização afeta o nosso resultado. Continuamos muito fortes, muito firmes e relevantes em termos de participação de mercado nos países em que a gente atua fora do Brasil, principalmente América Latina, África, com projetos especiais, e aqueles mercados, principalmente, da Austrália. Continuamos focados na geração de valor, eficiência e competitividade. A empresa está olhando para cliente e para dentro. A gente está olhando para a competitividade da empresa, está olhando para a nossa disciplina interna, está olhando para a nossa crescente profissionalização nas mais diversas áreas da empresa.

Speaker #2: Pablo citou dois bons exemplos aqui. Chile e Peru são dois mercados que têm se movimentado bem. Só que sem dúvida a desvalorização afeta o nosso resultado.

Speaker #2: Mas continuamos muito forte. Muito firmes. E relevantes em termos de participação de mercado. Nos países em que a gente atua fora do Brasil. Principalmente América Latina.

Speaker #2: África com projetos especiais. E aqueles mercados principalmente da Austrália. Continuamos focado na geração de valor. Eficiência e competitividade. A empresa está olhando para cliente.

Speaker #2: E para dentro. A gente está olhando para competitividade da empresa. Está olhando para a nossa disciplina interna. Está olhando para a nossa crescente profissionalização nas mais diversas áreas da empresa.

Speaker #2: Começa pelo trabalho de retomada internacional. E todo o trabalho que foi feito de recuperação do mercado brasileiro. Mas estamos olhando também para o nosso cliente.

André Vidal Armaganijan: Começa pelo trabalho de retomada internacional e todo o trabalho que foi feito de recuperação do mercado brasileiro, estamos olhando também pro nosso cliente. Estamos olhando pro mercado mais complicado e mais complexo pros nossos clientes e como é que nós podemos oferecer um produto mais alinhado com as expectativas desse mercado. Vem a LAT.BUS. LAT.BUS acontece na semana que vem, de 11 a 13 de agosto. Convido aqui todos vocês a participarem. É hoje a maior feira de ônibus da América Latina. Ela ganhou extrema relevância no mercado. Todos os players vão estar presentes, todos os encarroçadores, todos os fabricantes de chassis, clientes permanentes de diversos mercados vêm pra cá e vocês vão ver novidades da Marcopolo.

Speaker #2: Estamos olhando para mercado mais complicado. E mais complexo para os nossos clientes. E como é que nós podemos oferecer produto mais alinhado com as expectativas desse mercado.

Speaker #2: Vem a Latbus. Latbus acontece na semana que vem de 11 a 13 de agosto. Convido aqui todos vocês a participarem. É hoje a maior feira de ônibus da América Latina.

Speaker #2: Ela ganhou extrema relevância no mercado. Todos os players vão estar presentes. Todos os encarroçadores. Todos os fabricantes de chassis. Clientes permanentes de diversos mercados vêm para cá.

Speaker #2: E vocês vão ver novidades da Marcopolo. Quando eu falo em investimentos, a gente está falando em entender o momento do nosso operador, a preocupação em ter uma frota disponível e circulante o tempo todo.

André Vidal Armaganijan: Quando eu falo em investimentos, a gente está falando em entender o momento do nosso operador, a preocupação em ter uma frota disponível e circulante o tempo todo, o cuidado com manutenção de produto, o conforto do passageiro pra trazer um ambiente cada vez melhor e de maior atratividade pro passageiro. Vamos lembrar o trabalho que a Marcopolo fez lá atrás na pandemia, onde a gente teve momentos extremamente difíceis, que as pessoas não queriam andar de ônibus, e a empresa provedora de soluções, buscando alternativas em biossegurança, maior separação entre poltronas. A gente vem fazendo esse mesmo trabalho. Vocês vão ver novos lançamentos, algumas evoluções, alguns novos produtos, com esse viés de realmente atender melhor o nosso operador, atender melhor o nosso passageiro e trazer uma maior competitividade pra nós, muito foco em inovação, tecnologia.

Speaker #2: Cuidado com manutenção de produto. O conforto do passageiro, para trazer um ambiente cada vez melhor e de maior atratividade para o passageiro. Vamos lembrar o trabalho que a Marcopolo fez lá atrás, na pandemia.

Speaker #2: Onde a gente teve um momento extremamente difícil, em que as pessoas não queriam andar de ônibus e a empresa provedora de soluções buscava alternativas em biossegurança.

Speaker #2: Maior separação entre poltronas. Então a gente vem fazendo esse mesmo trabalho. Vocês vão ver aí novos lançamentos. Algumas evoluções. Alguns novos produtos. Com esse viés.

Speaker #2: De realmente atender melhor o nosso operador, atender melhor o nosso passageiro e trazer aí uma maior competitividade para nós. Muito foco em inovação, tecnologia.

Speaker #2: Mas além disso a empresa tem trabalhado como protagonista. Não só no segmento de produto. Mas realmente no fomento do setor. Então nós vamos ter aqui na Latbus diversas discussões.

André Vidal Armaganijan: Além disso, a empresa tem trabalhado como protagonista, não só no segmento de produto, mas realmente no fomento do setor. Nós vamos ter aqui na LAT.BUS diversas discussões pra fomentar o setor, seja relações com instituições financeiras, seja com entidades e associações de transporte. É o nosso propósito ali. Vamos falar sobre Reforma Tributária, não é, Pablo? Diversos temas pra justamente trazer mais soluções, ser protagonista pra fazer esse setor movimentar, porque, como o Pablo trouxe bem, ela vem represando essa renovação e a gente quer destravar isso da forma mais protagonista possível. Por fim, a disciplina na alocação de capitais. Vocês viram a forma de atuação da empresa, vocês viram os resultados, vocês viram os nossos percentuais de SG&A e outros gastos da empresa. A empresa realmente entrou no outro patamar. Ela trabalha de forma extremamente disciplinada para se manter nesse patamar.

Speaker #2: Para fomentar o setor. Seja relações com instituições financeiras. Seja com entidades e associações de transporte. O nosso propósito ali. E vamos falar sobre reforma tributária.

Speaker #2: Pablo. Diversos temas. Para justamente trazer mais soluções. Ser protagonista. Para fazer esse setor movimentar. Porque como o Pablo trouxe bem. Ela vem represando essa renovação.

Speaker #2: E a gente quer destravar isso da forma mais protagonista possível. E por fim a disciplina na locação de capitais. Vocês viram a forma de atuação da empresa.

Speaker #2: Vocês viram os resultados. Vocês viram a nossa os nossos percentuais de SG&A e outros gastos da empresa. É a empresa se ela realmente entrou no outro patamar.

Speaker #2: E ela trabalha de forma extremamente disciplinada para se manter neste patamar. Então todas as ações que a gente tem feito seja ajuste na operação de África.

André Vidal Armaganijan: Todas as ações que a gente tem feito, seja ajuste na operação de Africa, da Argentina, do próprio México, que eu não comentei, ações que foram tomadas no Brasil, é pra preservar a operação que a gente construiu, principalmente ali naquele período de fim de pandemia e pós-pandemia. Ela deu um turnaround muito importante, a gente não quer perder isso, e a gente vem trabalhando de forma extremamente disciplinada pra manter com controles permanentes, controle de custos e despesas. Investimento, já falei bastante, a gente segue investindo, foi uma estratégia positiva. Vamos lembrar que na pandemia, no G8, o lançamento dele foi num momento difícil, mas foi um lançamento pra trazer de novo soluções pro operador e o passageiro de volta pro setor. Essa estratégia da empresa permanece. Vocês vão ver novas soluções da empresa na LAT.BUS.

Speaker #2: Da Argentina. Do próprio México. Que eu não comentei. Ações que foram tomadas no Brasil. É para preservar a operação que a gente construiu. Principalmente ali naquele período de fim de pandemia.

Speaker #2: E pós-pandemia. Ela deu turnaround muito importante. A gente não quer perder isso. E a gente vem trabalhando de forma extremamente disciplinada. Para manter aí com controle os permanentes.

Speaker #2: Controle de custos e despesas. Investimento já falei bastante. A gente segue investindo. Foi uma estratégia positiva. Vamos lembrar que na pandemia no G8 o lançamento dele foi no momento difícil.

Speaker #2: Mas foi lançamento para trazer de novo soluções. Para o operador. E o passageiro de volta para o setor. Essa estratégia da empresa permanece. Vocês vão ver ali soluções novas soluções da empresa na Latbus.

Speaker #2: E a reforma tributária. Eu vou deixar o tempo para não trazer o Pablo de volta aqui para o palco. Como nós vamos ter uma agora sessão de perguntas e respostas.

André Vidal Armaganijan: A Reforma Tributária, eu vou deixar o tempo pra não trazer o Pablo de volta aqui pro palco. Como nós vamos ter agora a sessão de perguntas e respostas, vou deixar o maior especialista no assunto falar sobre esse assunto. Não vou comentar nada sobre a reforma e a gente trata desse tema agora nessa segunda parte da nossa conversa. Prazer estar aqui com vocês, fico aberto aqui pras perguntas. Bom vê-los e mais uma vez fica o convite a participarem da nossa LAT.BUS na próxima semana. Obrigado, pessoal.

Speaker #2: Vou deixar uma hora especialista no assunto falar sobre esse assunto. Não vou comentar nada sobre a reforma. E a gente trata desse tema agora nessa segunda parte da nossa conversa.

Speaker #2: Prazer estar aqui com vocês. Fico aberto aqui para as perguntas. Bom vê-los. E mais uma vez fica o convite a participarem da nossa Latbus na próxima semana.

Speaker #2: Obrigado pessoal.

Eduardo Wierich: Alô. Eu vou agradecer quando forem fazer as perguntas pra se identificarem, falarem qual a instituição que vocês estão representando, e eu vou pedir que limitem, por favor, a duas perguntas.

Speaker #1: Alô. Eu vou agradecer se, quando forem fazer as perguntas, puderem se identificar, falando qual a instituição que estão representando. E eu vou pedir que limitem, por favor, a duas perguntas.

Gabriel Chinem: Bom dia, pessoal. Gabriel Chinem aqui do Santander. Obrigado pela oportunidade. Minha pergunta é mais voltada pra questão do perfil de mix, que a gente viu aqui agora no Q2, mas eu queria explorar um pouquinho mais sobre o H2 como um todo. Q3, a gente viu no que vocês comentaram ali, uma concentração que deve ser baixa ou nula de Caminho da Escola, um Ministério da Saúde, talvez com volume baixo ou inexistente, por conta da não confirmação de pedidos até o momento. Eu queria entender um pouco mais sobre como que fica essa distribuição do mix com base no que a gente vai ver do Mover, relacionado ao rodoviário. Um segundo ponto, que é mais voltado ao lado de mão de obra.

Speaker #2: Obrigado pessoal. Gabriel Tinen aqui do Santander. Obrigado pela oportunidade. Primeira pergunta é mais voltada aqui para a questão do perfil de mix. Que a gente viu aqui agora no segundo trimestre.

Speaker #2: Mas eu queria explorar pouquinho mais sobre o segundo semestre como todo. Terceiro tri a gente viu no que vocês comentaram ali. Uma concentração que deve ser baixa ou nula de caminho da escola.

Speaker #2: O Ministério da Saúde talvez com volume baixo ou inexistente por conta da não confirmação de pedidos até o momento. E eu queria entender pouco mais sobre como que fica essa distribuição do mix com base no que a gente vai ver do MOV relacionado ao rodoviário.

Speaker #2: E uma segunda segundo ponto que é mais voltado ao lado de mão de obra. Se vocês puderem comentar como é que vocês estão ajustados do lado de ganho de eficiência.

Gabriel Chinem: Se vocês puderem comentar como é que vocês estão ajustados do lado de ganho de eficiência e também um pouco o lado de pressão inflacionária, assim como a gente viu no ano passado, o reajuste que teve do Sindicato dos Metalúrgicos, se a gente vai ver isso de novo acontecendo agora nesse ano. Obrigado, pessoal.

Speaker #2: E também pouco se o lado de pressão inflacionária também. Assim como a gente viu no ano passado o reajuste que teve do sindicatos metalúrgicos.

Speaker #2: Se a gente vai ver isso de novo acontecendo agora nesse ano. Obrigado pessoal.

Speaker #1: Gabriel. Obrigado pelas perguntas. Mix. Vamos separar aqui como a gente falou. Primeiro o primeiro semestre muito forte em micro-ônibus. Agora no processo de homologação do caminho da escola.

André Vidal Armaganijan: Gabriel, obrigado pelas perguntas. Mix, vamos separar aqui, como a gente falou, H1 muito forte em micro-ônibus, agora no processo de homologação do Caminho da Escola, isso deve gerar alguma venda a partir do Q4. A gente não está vendo um grande crescimento de micros no Q3. Vamos lembrar que a gente tem o Volare, é um segmento importante, onde a empresa tem uma market share alta, mais de 60% de participação, mas a gente vê um movimento muito forte tendo acontecido no H1 pelos dois programas, Caminho da Escola e Caminho da Saúde. Urbano, como a gente vem falando. Urbano, a gente realmente tinha uma expectativa maior de renovação esse ano, ela não vem acontecido na velocidade que a gente espera.

Speaker #1: Isso deve gerar alguma venda a partir do quarto trimestre. Então a gente não está vendo grande crescimento de micros no terceiro trimestre. Vamos lembrar que a gente tem o Volare.

Speaker #1: É segmento importante. É onde a empresa tem uma participação de mercado alta. Ali mais de 60% de participação. Mas a gente vê movimento ali muito forte.

Speaker #1: Tendo acontecido no primeiro semestre. Pelos dois programas. Caminho da escola e saúde. Urbano. Urbano como a gente vem falando. Urbano a gente realmente tinha uma expectativa maior de renovação esse ano.

Speaker #1: Ela não vem acontecido na velocidade que a gente espera. Por outro lado a gente vê programas relevantes. E eu falei menos mas é bom que você perguntou me ajuda a lembrar e falar agora.

André Vidal Armaganijan: Por outro lado, a gente vê programas relevantes e eu falei menos, mas é bom que você perguntou, me ajuda a lembrar e falar agora, quando você fala do Marco Legal do Transporte Público, da estruturação do sistema, você começa a ver soluções em cidades onde foram implementados programas similares ao marco regulatório do transporte, onde a gente tem um sistema estruturado, com tarifa técnica, tarifa pública, sistemas funcionando muito bem. São o caso de Goiânia, o caso de São Paulo. São dois bons exemplos, onde você vê uma retomada do mercado, onde você vê a quantidade de passageiros no sistema já nos mesmos níveis que se tinha no pré-pandemia e onde você enxerga soluções alternativas vindo ao sistema. Ali a gente vai ter ônibus urbanos, elétricos, ônibus a gás, ônibus a diesel. Sistemas mais estruturados, a gente percebe uma renovação importante.

Speaker #1: Quando você fala do marco legal transporte público. Da estruturação do sistema. Você começa a ver soluções em cidades onde foram implementados programas similares ao marco regulatório do transporte.

Speaker #1: Onde a gente tem sistema estruturado. Com tarifa técnica. Tarifa pública. Sistemas funcionando muito bem. São o caso de Goiânia. O caso de São Paulo.

Speaker #1: São dois bons exemplos. Onde você vê uma retomada do mercado, onde você vê a quantidade de passageiros no sistema já nos mesmos níveis que se tinha no pré-pandemia.

Speaker #1: E aonde você enxerga soluções alternativas vindo ao sistema. Então ali a gente vai ter ônibus urbanos. Elétricos. Ônibus a gás. Ônibus a diesel. Então sistemas mais estruturados.

Speaker #1: A gente percebe uma renovação importante. Claro que isso também traz mais o passageiro para o sistema. E isso obviamente gera maior receita para o sistema.

André Vidal Armaganijan: Claro que isso também traz mais o passageiro pro sistema e isso obviamente gera maior receita pro sistema. Por isso que a gente olhando pra tudo isso, a gente continua trabalhando em distintas propulsões como alternativas e pensando em soluções não só pro operador Disponibilidade de produto, mas também pro passageiro. Esse movimento com o Marco Legal do Transporte Público, deve começar a gerar um crescimento, mas é gradual, porque o processo de renovação realmente não vai ser tão rápido. O segmento rodoviário, a gente enxerga da forma que eu coloquei aqui: o Mover como uma ajuda no Q3, e o Q4, ainda em construção. Como é que vai ser esse Q4? Vai depender muito do momento de cada operador e da movimentação de passageiros.

Speaker #1: Então, por isso que a gente, olhando para tudo isso, continua olhando e trabalhando em distintas propulsões como alternativas e pensando em soluções não só para o operador.

Speaker #1: Disponibilidade de produto. Mas também para o passageiro. Então esse movimento com o marco legal no transporte urbano. Deve começar a gerar crescimento. Mas é gradual.

Speaker #1: Isso. Porque o processo de renovação ele realmente não vai ser não vai ser tão rápido. O segmento rodoviário. A gente enxerga da forma que eu coloquei aqui.

Speaker #1: O mover como uma ajuda no terceiro trimestre. E o quarto trimestre ainda em construção. Como é que vai ser esse quarto trimestre? Vai depender muito do momento de cada operador.

Speaker #1: E da movimentação de passageiros. A gente sabe que naturalmente o quarto trimestre é trimestre onde há movimento maior de passageiros. Mas de novo. O operador ele vai renovar se ele tiver melhores condições para renovar.

André Vidal Armaganijan: A gente sabe que, naturalmente, o Q4 é um trimestre onde há um movimento maior de passageiros, mas de novo, o operador vai renovar se ele tiver melhores condições pra renovar, se ele tiver conseguindo fazer a liberação das frotas antigas, que eles precisam vender pra compra de novas frotas. Ele está em construção. Aqui, realmente, a nossa linha está muito focada no Q3, já com a carteira praticamente fechada, e essas diferenças que a gente teve no Q1, principalmente pelo ônibus Caminho da Escola e Caminhos da Saúde. Sobre pessoas, eu começo e passo pra você, Pablo. A gente está com um cuidado especial com a nossa operação. A gente sabe, e a gente já vem falando sobre isso, que tem um espaço pra continuar melhorando a nossa eficiência. A gente vem trazendo isso pra mesa.

Speaker #1: Se ele estiver conseguindo fazer a liberação das frotas antigas que eles precisam vender para compra de novas frotas, então ele está em construção. Aqui, realmente, a nossa linha está muito focada no terceiro trimestre, já com a carteira praticamente fechada.

Speaker #1: E esses balanços esses diferenças que a gente teve no primeiro trimestre. Principalmente pelo ônibus caminho da escola e caminho da saúde. Sobre pessoas eu começo eu passo para você Pablo.

Speaker #1: A gente está com cuidado especial com a nossa operação. A gente sabe e a gente já vem falando sobre isso. Que tem espaço para continuar melhorando a nossa eficiência.

Speaker #1: A gente vem trazendo isso para a mesa. Não é processo rápido. É processo bastante gradual. A gente tem tido sim expectativas de maior ganho de eficiência.

André Vidal Armaganijan: Não é um processo rápido, é um processo bastante gradual. A gente tem tido, sim, expectativas de maior ganho de eficiência e os resultados ainda menores. É sempre um upside pra organização, mas a gente não chegou nos níveis que a gente espera. Deve acontecer de forma rápida? Eu acredito que não. Eu acredito que ela vai crescendo gradualmente. A gente está com muita atenção e temos reuniões frequentes pra estar olhando essa previsibilidade de demanda e como é que está o nosso corpo de colaboradores na empresa. Esse é um cuidado que a gente olha com muita atenção, como olhamos na Australia, como olhamos, principalmente, na Argentina, que eu mencionei, no Mexico e na África do Sul. Então é um cuidado, é uma disciplina grande da empresa nesse sentido.

Speaker #1: E os resultados ainda menores. É sempre upside para a organização. Mas a gente não chegou nos níveis que a gente espera. Deve acontecer de forma rápida.

Speaker #1: Eu acredito que não. Eu acredito que ela vai crescendo gradualmente. A gente está com muita atenção e temos reuniões frequentes para estar olhando essa previsibilidade de demanda.

Speaker #1: E como é que está o nosso corpo de colaboradores na empresa. Esse é cuidado que a gente olha com muita atenção. Como olhamos na Austrália.

Speaker #1: Como olhamos principalmente na Argentina. Que eu mencionei. No México. Na África do Sul. Então é cuidado. É uma disciplina grande da empresa. Nesse sentido.

Speaker #2: E obrigado pela pergunta Gabriel. E complementando. Quando a gente fala do ponto de vista de eficiência. Mão de obra. Num contexto onde tu tem mix.

Pablo Freitas Motta: Obrigado pela pergunta, Gabriel. Complementando. Quando a gente fala do ponto de vista de eficiência, mão de obra, num contexto onde tu tens um mix, com a flexibilidade que nós estamos tendo e com essa variação de mix entre um trimestre e o outro, efetivamente a gente tem um desafio adicional. Então quando a gente prepara a nossa linha de montagem, ou se prepara previamente pra um segmento mais de urbanos ou rodoviários, e o segmento de micros ganha corpo, é um nível diferente de capacitação, é um nível diferente de montagem. Então isso acaba trazendo um grau de complexidade adicional, e é mais um desafio que a gente vem lidando.

Speaker #2: Com a flexibilidade que nós estamos tendo. E com essa variação de mix entre trimestre e o outro. Efetivamente a gente tem desafio adicional. Então quando a gente prepara a nossa linha de montagem.

Speaker #2: Ou você se prepara previamente para segmento mais de urbanos ou rodoviários. E o segmento de micros ganha corpo. É um nível diferente de capacitação, é um nível diferente de montagem.

Speaker #2: Então isso acaba trazendo grau de complexidade adicional. E é mais desafio que a gente vem lidando. Eu acho que dentro do segmento o que a gente acaba que foi pouco do comentário que o André trouxe.

Pablo Freitas Motta: Eu acho que dentro do segmento, que foi um pouco do comentário que o André trouxe quando falou de Argentina, quando falou de Mexico e a África do Sul, com pequenos ajustes em termos de estrutura, é porque quando tu tens um mix que acaba demandando um volume de horas menor, de fato acaba que ajustes são necessários pra que se consiga a manutenção do processo produtivo. Então é realmente pra não ter pessoas sobrando e a gente tendo dificuldade de estar endereçando todas as tarefas. Eu acho que esse é um ponto importante. Falando do ponto de vista de dissídio, a gente vê que fechou agora recentemente o dissídio, especialmente lá em Caxias do Sul, ficou em 5.5%, o reajuste agora, com mais 0.5% em dezembro. Então esse foi o dissídio acordado pela categoria na região.

Speaker #2: Quando falou de Argentina. Quando falou de México. E África do Sul. Com pequenos ajustes. Em termos de estrutura. É porque quando tu tem mix.

Speaker #2: Que acaba demandando volume de horas menor. De fato acaba que ajustes são necessários. Para que se consiga a manutenção do processo produtivo. Então é realmente para não ter pessoas sobrando.

Speaker #2: E a gente tendo dificuldades de estar buscando estar endereçando todas as tarefas. Eu acho que esse é ponto importante. Falando do ponto de vista de dissídio.

Speaker #2: A gente vê que fechou agora recentemente o dissídio, especialmente lá em Caxias do Sul. Ficou em 5,5% o reajuste agora, com mais 0,5% em dezembro.

Speaker #2: Então esse foi o dissídio acordado pela categoria na região. Isso já estava em linha com aquilo que nós vínhamos já previamente trabalhando. Do ponto de vista de prestação.

Pablo Freitas Motta: Isso já estava em linha com aquilo que nós vínhamos já previamente trabalhando do ponto de vista de precificação, do ponto de vista de carteira. Nesse sentido, já havia sido digerido dentro do nosso processo de custeio, em linha com aquilo que foi negociado.

Speaker #2: Do ponto de vista de carteira. Então nesse sentido. Já havia sido digerido dentro do nosso processo de custeio em linha com aquilo que foi negociado.

Speaker #3: Bom dia, pessoal. Luiza do Banco Safra aqui. Nos dados de mercado, a gente está vendo uma aceleração ali nas vendas de caminhão e até implementos rodoviários ali no último mês.

[Analyst] (Banco Safra): Bom dia, pessoal. Luísa, do Banco Safra. Nos dados de mercado, a gente está vendo uma aceleração nas vendas de caminhão e até implementos rodoviários nos últimos meses. Parece que está bastante ligado a alguma demanda do Mover também, mas a dinâmica de ônibus parece que não está acompanhando ainda. Dá pra interpretar isso como falta de programa do Caminho da Escola nesse último mês? Tentar entender com vocês o cronograma do que a gente deveria ver pra frente. Também, Pablo, eu queria aproveitar que deixou o gancho pra Reforma Tributária e perguntar qual a sua visão pra esse tema.

Speaker #3: Nos últimos meses, parece que está bastante ligado a alguma demanda do MOV também, mas a dinâmica de ônibus parece que não está acompanhando ainda.

Speaker #3: Dá para interpretar isso como falta de programa do caminho da escola nesse último mês assim? E tentar entender com vocês o cronograma assim. Do que a gente deveria ver para frente.

Speaker #3: E aí também Pablo. Eu queria aproveitar e deixar o gancho aí para a reforma tributária. E perguntar qual a sua visão aí para esse tema.

Speaker #2: Não excelente. Acho que parte desse desses dados que vêm dos caminhões. Eles acabam se dando muito em cima de emplacamento. Então a gente vê na prática.

Pablo Freitas Motta: Excelente. Acho que parte desses dados que vêm dos caminhões, eles acabam se dando muito em cima de emplacamento. A gente vê, na prática, o nosso segmento foi muito impactado agora em termos de emplacamento, com os veículos que são destinados ao Ministério da Saúde. Esse programa, Caminhos da Saúde, nós entregamos mais de 1,500 ônibus e boa parte desses produtos ainda não foram emplacados. Quando a gente olha os dados de emplacamento do setor, a gente vê um reflexo muito grande da falta de ter sido emplacado. É um processo que está em construção. A gente vê prefeituras, municípios adquirindo, mas ainda desenhando o processo de estar colocando esse veículo em circulação nesses municípios. Aí tem um atraso em função desse ponto. De fato, o Mover, a verba que havia sido destinada pro ônibus foi integralmente consumida, os BRL 2 billion.

Speaker #2: O nosso segmento. Ele foi muito impactado agora em termos de emplacamento. Com os veículos que estão destinados ao Ministério da Saúde. Esses programas caminhos da saúde.

Speaker #2: Nós entregamos mais de 1.500 ônibus. E boa parte desses produtos ainda não foram emplacados. Então quando a gente olha os dados de emplacamento do setor.

Speaker #2: A gente vê reflexo muito grande da falta de ter sido emplacado. É processo que está em construção. A gente vê prefeituras. Municípios adquirindo. Mas ainda desenhando o processo de estar colocando esse veículo em circulação nesses municípios.

Speaker #2: Então aí tem atraso em função desse ponto, mas, de fato, assim, o MOV, ele, a verba que havia sido destinada para o ônibus, ela foi integralmente consumida.

Speaker #2: Os 2 bilhões. No programa eram 21 bilhões. E aí tinham mais 2 para veículos caminhoneiros autônomos. E os outros 17 eram geral. Então parte de alguns financiamentos de ônibus também se utilizaram do recurso daqueles 17 bilhões que eram destinados para todos os produtos.

Pablo Freitas Motta: No programa eram BRL 21 billion. Tinha mais BRL 2 billion para veículos caminhoneiros autônomos e os outros BRL 17 billion era geral. Parte de alguns financiamentos de ônibus também se utilizaram do recurso daqueles BRL 17 million que era destinado para todos os produtos. A gente vê que, na prática, boa parte dos operadores utilizaram do programa e, diferentemente do caminhão, que é muitas vezes pronta entrega, no ônibus a gente tem que fabricar o chassi e depois encaminhar ele pra encarroçadora pra que nós montemos a carroceria sobre esse chassi. O ciclo operacional acaba sendo muito maior do que o ciclo operacional do caminhão. Isso também justifica parte do delay, no que se refere ao ônibus, além da questão dos emplacamentos, como eu comentei ali há pouco. Do ponto de vista de Reforma Tributária, o que a gente está vendo dentro do nosso segmento?

Speaker #2: Então a gente vê que na prática. Boa parte dos operadores utilizaram do programa. E diferentemente do caminhão. Que ele é muitas vezes pronta entrega.

Speaker #2: No ônibus a gente tem que fabricar o chassi. E depois encaminhar ele para encarroçadora. Para que nós montemos a carroceria sobre esse chassi. Então o ciclo operacional.

Speaker #2: Ele acaba sendo muito maior do que o ciclo operacional do caminhão. Então, isso também justifica parte do delay no que se refere ao ônibus.

Speaker #2: Além da questão dos emplacamentos que eu como eu comentei ali há pouco. Do ponto de vista de reforma tributária. O que a gente está vendo dentro do nosso segmento.

Speaker #2: A gente vem. Nós somos segmento que. Dentro do histórico. Ele sempre foi muito incentivado. O transporte como direito social acabou trazendo. Uma carga tributária para o segmento.

Pablo Freitas Motta: Nós somos um segmento que, dentro do histórico, sempre foi muito incentivado. O transporte como direito social acabou trazendo uma carga tributária pro segmento menor do que a grande maioria dos demais segmentos. Nesse contexto de se buscar uma neutralização, por parte de arrecadação do governo, acabou sendo feito um balanceamento das alíquotas. Quando a gente olha do ponto de vista de produto, a carga tributária sobre o nosso produto irá aumentar. A gente tende a ter um reflexo agora na virada do ano, já de um PIS e Cofins, que deverá ser mais alto. O PIS Cofins do ônibus hoje é 6.02%. A gente ouve o governo falar que na substituição do PIS e Cofins pela CBS, algo em torno de 9% to 10%. Esse gap vai ser o aumento que vai refletir sobre os nossos preços na virada do exercício.

Speaker #2: Menor do que a grande maioria dos demais segmentos. Nesse contexto de se buscar uma neutralização. Por parte de arrecadação do governo. Acabou sendo feito balanceamento das alíquotas.

Speaker #2: Então quando a gente olha do ponto de vista de produto. A carga tributária sobre o nosso produto. Ela irá aumentar. Então a gente tende a ter reflexo agora na virada do ano.

Speaker #2: Já de PIS e COFINS. Que ele deverá ser mais alto. O PIS COFINS do ônibus hoje é 6,02. E a gente ouve o governo falar que na substituição do PIS.

Speaker #2: E COFINS pela CBS. Algo em torno de 9%, 10%. Então esse gap vai ser o aumento que vai estar refletindo sobre os nossos preços.

Speaker #2: Na virada do exercício, do ponto de vista do operador, o operador do segmento de ônibus, fretamento, rodoviário, ele foi mantido dentro de um cenário de regime.

Pablo Freitas Motta: Do ponto de vista do operador, o operador do segmento de ônibus, fretamento rodoviário, foi mantido dentro de um cenário de regime no qual ele não deve ter aumento do seu custo tributário. Apesar de ele pagar o ônibus mais caro, esse crédito ele recupera, e ele deverá ter uma operação neutra dentro do regime que se desenhou pros operadores rodoviários. Pro segmento de urbanos, foi criado um regime que é uma isenção. Deveria ser um regime mais benéfico do que o atual. Acho que muito da discussão da Reforma Tributária se deu em cima do segmento de transporte, mas o que a gente vê é que o segmento de transporte urbano, por alguns dispositivos que hoje estão em discussão, inclusive por operadores e pelas associações junto ao governo, deverá ter um reflexo de aumento de custo.

Speaker #2: No qual ele não deve ter aumento no seu custo tributário. Então, apesar de ele pagar o ônibus mais caro, esse crédito ele recupera. E ele deverá ter uma operação neutra dentro do regime que se desenhou para os operadores rodoviários.

Speaker #2: Para o segmento de urbanos, foi criado um regime que é uma isenção. Deveria ser um regime mais benéfico do que o atual. Acho que muito da discussão da reforma tributária.

Speaker #2: Se deu em cima do segmento de transporte. Mas o que a gente vê é que o segmento de transporte urbano, por alguns dispositivos, que inclusive por operadores.

Speaker #2: E pelas associações junto ao governo. Deverá ter reflexo de aumento de custo. Então é pouco disso que a gente está discutindo quando fala de marco legal de transporte.

Pablo Freitas Motta: É um pouco disso que a gente está discutindo quando fala de Marco Legal do Transporte, falando do segmento de urbanos, é que a gente tem basicamente uma grande transição do segmento. Ele vai ter que rediscutir tarifa, porque na prática tem aumento de diesel, vai ter que rediscutir tarifa, porque tem esse efeito tributário, e isso, por consequência, deverá fazer com que se haja um equilíbrio econômico-financeiro dos contratos, visto que o sistema vem se degradando muito nos últimos anos. Em termos de reflexo tributário, fretamento tende a ser neutro, pros urbanos tende a ter um custo e está sendo trabalhado com o governo pra que esse custo seja mitigado. E do lado de Marcopolo, aumenta o impacto, em função desse aumento de alíquotas.

Speaker #2: Falando do segmento de urbanos. É que a gente tem aí basicamente uma grande transição do segmento. Ele vai ter que rediscutir tarifa. Porque na prática tem aumento de diesel.

Speaker #2: Vai ter que rediscutir tarifa. Porque tem esse efeito tributário. E isso por consequência. Deverá fazer com que se haja equilíbrio econômico financeiro dos contratos.

Speaker #2: Visto que o sistema vem se degradando muito nos últimos anos. Então, em termos de reflexo tributário, fretamento tende a ser neutro. Para os urbanos, tende a ter custo.

Speaker #2: E está sendo trabalhado com o governo para que esse custo seja mitigado. E do lado de Marcopolo. Aumenta o impacto. Em função desse aumento de alíquotas.

Speaker #1: Tudo bem pessoal. Bom dia. Obrigado por pegarem a pergunta. Sou o Kieffer do City Group. Eu queria fazer duas aqui. Acho que a primeira.

[Analyst] (Citigroup): Tudo bem, pessoal? Bom dia. Obrigado por pegarem a pergunta. Sou o Kiefer do Citigroup. Eu queria fazer duas aqui. Acho que a primeira é explorar um pouco a parte da rentabilidade. Acho que é um trimestre que foi marcado muito por micros mais fortes, 42% do volume total. A gente viu a margem bruta indo pra quase quatro pontos percentuais abaixo no comparável ano contra ano, o EBITDA indo pra por volta de 14%. A companhia se tornando, obviamente, um pouco mais complexa, com mais programas, produtos, ela fica naturalmente suscetível a esse tipo de variabilidade. A pergunta é o que dá pra esperar desse ciclo. Esse seria, talvez, o ponto mais baixo do ciclo ou não?

Speaker #1: Explorar pouco. Da parte da rentabilidade. Acho que trimestre que foi marcado muito. Por micos mais fortes. 42% do volume total. A gente viu a margem bruta lindo para quase 4 pontos percentuais abaixo no comparável ano contra ano.

Speaker #1: O EBITDA indo para por volta de 14%. A companhia se tornando obviamente pouco mais complexa. Com mais programas. Produtos. Ela fica naturalmente suscetível a esse tipo de variabilidade.

Speaker #1: A pergunta que é: o que dá para esperar desse ciclo? Esse seria talvez o ponto mais baixo do ciclo, ou não? Em outras palavras...

[Analyst] (Citigroup): Em outras palavras, dado esse volume mais forte em micro, a gente consegue ter uma expectativa de range pro próximo semestre ou 2027, imaginando que não vai voltar a ter esse peso tão grande quanto foi nesse tri. Essa é a primeira pergunta, de entender um pouco de pra onde vai a rentabilidade. A segunda, em Argentina. Acho que é uma região ainda promissora, mas passando talvez por um período de ajuste. A gente viu a receita indo de BRL 400 million pra por volta de BRL 200 million. Mas reportando prejuízo, no trimestre, quando a gente pega a linha de lucro. Vocês comentaram sobre estrutura de custo da operação, tendo um ajuste de despesas.

Speaker #1: Dado esse volume mais forte em micro, a gente consegue ter uma expectativa de range para o próximo semestre ou 2027, imaginando que não vai voltar a ter esse peso.

Speaker #1: Tão grande quanto foi. Nesse tri. Então essa é a primeira pergunta. De entender pouco de para onde vai a rentabilidade. E a segunda em Argentina.

Speaker #1: Acho que. É uma região ainda promissora. Mas passando talvez por período. De ajuste. A gente viu ali a margem. Perdão. A receita indo de 400 para por volta de 200 milhões.

Speaker #1: Mas. Reportando prejuízo. No trimestre ali. Quando a gente pega a linha de lucro. Vocês comentaram ali sobre estrutura de custo. Da operação. Enfim. Tendo ajuste ali de despesas.

Speaker #1: Eu queria entender. Se esse ajuste de quadro de pessoal que vocês reportam ali. Foi de fato o que motivou. Prejuízo para a operação nesse tri.

[Analyst] (Citigroup): Eu queria entender se esse ajuste de quadro de pessoal que vocês reportam foi, de fato, o que motivou prejuízo pra operação nesse tri, até porque me parece que a estrutura de custos é a mais pesada dentre as operações internacionais. Eu queria entender se mesmo nesse nível de receita, que é mais baixo, mas ainda no patamar relativamente alto versus o histórico da companhia, se dá pra gente esperar uma retomada de lucro pra frente, dada a relevância e importância dessa geografia pra companhia. São essas duas. Obrigado.

Speaker #1: Até porque me parece que a estrutura de custos é a mais pesada dentre as operações internacionais. Então eu queria entender se mesmo nesse nível de receita que é mais baixo.

Speaker #1: Mas ainda no patamar, relativamente alto, versus o histórico da companhia. Se dá para a gente esperar uma retomada de lucro para frente, enfim, dada a relevância.

Speaker #1: A importância dessa geografia para a companhia. São essas duas. Obrigado.

Speaker #2: Então excelente. Obrigado pelas perguntas. Vamos começar falando pouco sobre nível de margem bruta consolidado. Então efetivamente assim. O trimestre. Quando a gente olha no consolidado.

Pablo Freitas Motta: Excelente. Obrigado pelas perguntas. Vamos começar falando um pouco sobre nível de margem bruta consolidado. Efetivamente, o trimestre, quando a gente olha no consolidado, essa queda que acabou acontecendo, se deu, sim, olhando pra operação Brasil, em função de um volume maior de micros. Somado a isso, nós temos esse efeito inflacionário, eram preços que haviam sido estabelecidos em períodos pretéritos, sem reajustes. Isso acabou consumindo um pedaço da rentabilidade desse segundo trimestre. O que a gente vê em termos de cenário é a construção do terceiro trimestre dentro do que a gente tem comentado. Dentro desse contexto, está bastante desafiador do ponto de vista de operações, como tu comentaste, relevantes, como foi a Argentina, como também foi o México, porque o México e a Argentina acabaram prejudicando o consolidado em termos de margem bruta também.

Speaker #2: Essa queda que acabou acontecendo se deu, sim, olhando para a operação Brasil, em função de volume maior de micros. Somado a isso, nós temos esse efeito.

Speaker #2: Inflacionário. Eram preços que haviam sido estabelecidos em períodos pretéritos. Sem reajustes. Então isso. Acabou consumindo pedaço da rentabilidade. Desse segundo trimestre. O que a gente vê.

Speaker #2: Em termos de cenário. A construção do terceiro trimestre. Dentro do que a gente tem comentado. Dentro desse contexto. Que está bastante desafiador. Do ponto de vista de operações.

Speaker #2: Como tu comentaste. Relevantes. Como foi a Argentina. Como também foi o México. Porque o México e a Argentina. Acabaram prejudicando o consolidado em termos de margem bruta também.

Speaker #2: Ou não. Ter negócios em volumes como nós tínhamos em 2025. Isso. Quando a gente consolida esses números, acaba, consequentemente, fazendo com que todos os nossos indicadores…

Pablo Freitas Motta: O não ter negócios em volumes como nós tínhamos em 2025, isso, quando a gente consolida esses números, acaba consequentemente fazendo com que todos os nossos indicadores sejam prejudicados. O que a gente vê dentro do contexto de se esse é o ponto de inflexão ou não? Eu acho que é muito do que foi comentado, que o Q4 a gente ainda está construindo. O Q3, apesar de ter negócios que a gente começa já a ter uma visibilidade maior em função do Mover, a gente tem ainda cenários nessas operações internacionais que não são muito claros do ponto de vista de recuperação da demanda.

Speaker #2: Eles sejam prejudicados. E o que a gente vê. Dentro do contexto de. Se esse é o ponto de inflexão. Ou não. Eu acho que é muito do que foi comentado.

Speaker #2: Que. O quarto trimestre. A gente ainda está construindo. O terceiro trimestre. A gente. Apesar de ter negócios que a gente começa já a ter uma visibilidade maior em função do MOV.

Speaker #2: A gente tem ainda cenários nessas operações internacionais. Que não são. Muito claros do ponto de vista de recuperação. Da demanda. Então desse contexto. O que a gente olha.

Pablo Freitas Motta: Desse contexto, o que a gente olha é que efetivamente a gente está dentro desse semestre, ainda com alguns desafios para serem endereçados dentro das operações Brasil, especialmente quando fala do Q4, e das operações internacionais ao longo ainda também do próprio Q3. Isso nos coloca numa situação onde a gente, olhando para os nossos indicadores de rentabilidade, ainda depende de algumas variáveis se materializarem. Não dá pra cravar que esse Q2 foi o pior dentro das expectativas de série histórica, mas o que dá pra, de certa forma, enxergar do lado de vista positivo, é que nesse Q3 a gente já vem com um mix mais pesado. O que ajuda é diluir mais custos e ajuda a melhorar também a alavancagem operacional. Quando a gente olha do ponto de vista, entrando na discussão sobre mercados, especialmente como o mercado argentino.

Speaker #2: É que efetivamente. A gente está dentro desse semestre. Ainda com alguns desafios. Para serem endereçados. Dentro das operações Brasil. Especialmente quando fala do quarto trimestre.

Speaker #2: E das operações internacionais. Ao longo ainda também do próprio terceiro trimestre. E isso. Nos coloca numa situação onde a gente. Olhando para a nossa.

Speaker #2: Nossos indicadores de rentabilidade. A gente ainda depende de algumas variáveis se materializarem. Então. Não dá para cravar que esse. Segundo trimestre. Ele foi. O pior dentro das expectativas de série histórica.

Speaker #2: Mas o que dá para, de certa forma, enxergar do lado, do ponto de vista positivo, é que nesse terceiro trimestre a gente já vem com um mix mais pesado.

Speaker #2: O que ajuda é diluir mais custos e isso também contribui para melhorar a alavancagem operacional. Quando a gente olha do ponto de vista—entrando na discussão sobre mercados.

Speaker #2: Como especialmente com o mercado argentino. O mercado argentino. Se a gente for analisar do ponto de vista. De geração de negócios. Muito hoje depende de crédito.

Pablo Freitas Motta: O mercado argentino, se a gente for analisar do ponto de vista de geração de negócios, muito hoje depende de crédito. A gente vê que os ajustes que foram iniciados pelo Milei lá em 2023, começam a dar uma sustentabilidade do ponto de vista cambial e até começando a dar cenários de já ter um controle monetário um pouco mais na mão. A gente vê que do ponto de vista de crédito, o crédito ainda não está ainda disponível nos volumes que precisaria para que os negócios acontecessem. Hoje deve estar girando na casa de 10% a 15% do PIB, volume de crédito naquele país. Isso a gente sabe que é um patamar bastante baixo. A gente vê que os clientes têm vindo nos procurar, têm conversado conosco para entender de fato de produto e a gente está construindo soluções.

Speaker #2: Então a gente vê que os ajustes. Que foram iniciados pelo Milei. Lá em 2023. Eles começam a dar uma sustentabilidade do ponto de vista.

Speaker #2: Cambial. E até começando a dar cenários de. Já ter controle monetário pouco mais na mão. A gente vê que do ponto de vista de crédito.

Speaker #2: O crédito ainda. Não está num segmento. Não está ainda disponível. Nos volumes que. Precisaria para que os negócios acontecessem. Hoje deve estar girando na casa de 10 a 15% do PIB.

Speaker #2: Volume de crédito naquele país. E isso. A gente sabe que é patamar bastante baixo. E a gente vê que. Os clientes. Eles têm vindo nos procurar.

Speaker #2: Têm conversado conosco. Para entender de fato. De produto. E a gente está construindo soluções. A gente começa a ver bancos também. Se aproximando mais.

Pablo Freitas Motta: A gente começa a ver bancos também se aproximando mais nesse ambiente já um pouco mais estável, macroeconômico da Argentina. As expectativas são muito boas. É um mercado que desde 2018, quando fala de rodoviários, não faz grandes renovações. Fez o ano passado, mas era um mercado que renovava de 600 a 700 ônibus por ano. Quando a gente vê que a demanda está reprimida, volume de passageiros que utilizam muito os sistemas de transporte na Argentina está se sustentando, a gente deve estar enxergando, pelo menos na medida em que esse ambiente de crédito estiver mais favorável, uma recuperação muito forte do setor. Voltando a um pouco daquilo que a gente viu no ano passado. As expectativas são muito boas em relação à Argentina e para nós é um time de ajuste. A gente está vendo o cenário cada dia que passa, melhor.

Speaker #2: Nesse ambiente. Já pouco mais estável. Macroeconômico da Argentina. E as expectativas. Elas são muito boas. É segmento. mercado que desde 2018. Quando fala de rodoviários.

Speaker #2: Não faz grandes renovações. Fez o ano passado. Mas era mercado que renovava de 600 a 700 ônibus por ano. Então quando a gente vê.

Speaker #2: Que a demanda. Ela está reprimida. O volume de passageiros. Que utilizam muito o sistema de transporte. Na Argentina. Está se sustentando. A gente deve estar enxergando aí.

Speaker #2: Pelo menos. Na medida em que esse ambiente de crédito estiver mais favorável. Uma recuperação muito forte do setor. Voltando a pouco daquilo que a gente viu no ano passado.

Speaker #2: Então as expectativas. Elas são muito boas em relação à Argentina. E para nós é time de ajuste. A gente está vendo o cenário. Cada dia que passa.

Speaker #2: Melhor. Do ponto de vista dos clientes. Estarem com mais confiança. E sentarem conosco. Para já estar conversando sobre negociações.

Pablo Freitas Motta: Do ponto de vista dos clientes, estarem com mais confiança e sentarem conosco para já estar conversando sobre negociações.

Speaker #1: Opa. Bom dia. Lucas Lag da XP. Obrigado pelo apresentação. Pelo espaço. São dois pontos do meu lado. Acho que o primeiro. Pensando ainda em rentabilidade.

Lucas Laghi: Opa, bom dia. Lucas Laghi, da XP. Obrigado pela apresentação, pelo espaço. São two pontos do meu lado. Acho que o primeiro, pensando ainda em rentabilidade, mas não falando necessariamente de margem, mais do que leva para a margem. A nossa percepção é que Marcopolo é um ativo meio que short delta de inflação. Você precifica um produto pensando no ciclo de produção desse ônibus. Se a inflação acelera acima daquilo que você tinha precificado, você perde margem. Se o contrário acontece, você ganha margem. Acho que foi o que aconteceu até no pós-pandemia. Hoje, dado que vocês já fecharam a carteira para o Q3, estão trabalhando agora para Q4, e no contexto inflacionário que a gente está vendo para tudo, acho que guerra, no fim, conflito é inflacionário, a gente viu pressão de tudo quanto é insumo.

Speaker #1: Mas. Não falando necessariamente de margem. Mais da. Acho que do que leva. Para a margem. Porque a nossa percepção é que o Marcopolo é ativo.

Speaker #1: Meio que short delta de inflação. Você precifica. produto pensando no ciclo de produção desse ônibus. Inflação acelera. Acima daquilo que você tinha precificado. Você perde margem.

Speaker #1: Se o contrário acontece, você ganha margem, que acho que foi o que aconteceu até no pós-pandemia ali. Então, hoje, dado que vocês já fecharam a carteira para o terceiro tri...

Speaker #1: Estão trabalhando agora para o quarto trimestre. E no contexto inflacionário que a gente está vendo para tudo. Acho que guerra. No fim. É conflito.

Speaker #1: É inflacionário. A gente viu pressão de tudo quanto é insumo. No fim. Como que está. Nas negociações com os clientes. Se o apetite do cliente do frutista.

Lucas Laghi: No fim, como que está nas negociações com os clientes, se o apetite do cliente, do frotista, a tomar essa inflação e no fim do dia, você passar essa pressão de insumo para o cliente. Pensando na capacidade que você vê da Marcopolo e da indústria em absorver essa pressão inflacionária que a gente está vendo pelo lado de insumo, principalmente dado que vocês estão nesse momento de construção de carteira de Q4. Acho que pensar em que ponto que a gente está dessa assimetria de inflação e impacto de rentabilidade que isso possa ter nos próximos trimestres. Aí, naturalmente, levando em consideração o sentimento da indústria que vocês veem hoje. Um segundo ponto é em relação à China. Acho que a competição com o produto chinês. No Brasil, hoje a gente não vê uma competição acirrada.

Speaker #1: A tomar essa inflação. E no fim do dia você passar esse. Essa pressão de insumo para o cliente. Mas pensando na capacidade que você vê da Marcopolo e da indústria em absorver essa pressão inflacionária que a gente está vendo pelo lado de insumo.

Speaker #1: Principalmente dado que vocês estão nesse momento de construção de carteira de quarto tri. Então acho que. Pensar que ponto que a gente está desse.

Speaker #1: Vamos dizer dessa assimetria de inflação e impacto de rentabilidade que isso possa ter nos próximos trimestres. E aí naturalmente levando em consideração. O sentimento da indústria que vocês veem hoje.

Speaker #1: E o segundo ponto. É em relação à China. Acho que a competição com o produto chinês. No Brasil. Hoje a gente não vê uma competição acirrada.

Speaker #1: Acho que hoje é mais parceiro do que competidor para vocês. Mas enfim. Vocês conhecem bem o modelo de negócio dos chineses. Acho que o André.

Lucas Laghi: Acho que hoje é mais um parceiro do que um competidor para vocês. Enfim, vocês conhecem bem o modelo de negócios chineses. Acho que o André esteve lá há algum tempo para falar com os players de lá. Pensando nesse modelo de negócio que vocês enxergam dos chineses, dá para pensar neles como um competidor em algum momento? Vocês continuam enxergando estruturalmente como um parceiro? Enfim, mais entender o risco aqui de competição com China, que no fim acaba não só exportando deflação pro mundo inteiro, mas cada vez mais presente nas cadeias produtivas fora da China. Acho que é entender um pouco esses dois pontos. Obrigado.

Speaker #1: Acho que você teve lá algum tempo, falar com os players lá. Então, pensando nesse modelo de negócio que vocês enxergam dos chineses, dá para pensar.

Speaker #1: Neles. Como competidor em algum momento. Vocês continuam enxergando estruturalmente como parceiro. Enfim. Mas entender o risco aqui de competição com a China. Que no fim.

Speaker #1: Acaba. Não só exportando deflação para o mundo inteiro. Mas. Cada vez mais presente nas cadeias produtivas aí fora da China. Então acho que entender pouco esses dois pontos.

Speaker #1: Obrigado. Legal Lucas. Obrigado pela pergunta. Pelas perguntas. Vamos começar pela China. Depois eu passo inflação para o Pablo. A gente tem aproveitado na verdade.

André Vidal Armaganijan: Legal, Lucas. Obrigado pelas perguntas. Vamos começar pela China, depois eu passo inflação pro Pablo. A gente tem aproveitado, na verdade, esse crescimento do chinês pra tê-lo como parceiro de chassi. Esse realmente tem sido o nosso desenho. O que a gente percebeu no tempo: em alguns mercados, o chinês realmente entrou com uma solução completa, mas nos principais mercados onde existe uma produção de ônibus, que é um grande setor gerador de emprego, esse movimento foi transitando de uma solução completa pra um fornecimento de chassi. A gente viu isso acontecer, por exemplo, no México. A gente vê esse movimento permanente já desde o início na Colômbia. Claro, quando você pega um mercado como o chileno, que é um mercado sem uma indústria nacional de ônibus, aí você não vê esse movimento tão forte, você vê o ônibus completo entrando.

Speaker #1: Esse crescimento do chinês. Para tê-lo como parceiro de chassi. Essa é realmente tem sido o nosso desenho. O que a gente percebeu no tempo.

Speaker #1: Alguns mercados. O chinês realmente entrou com uma solução completa. Mas nos principais mercados. Onde existe uma produção de ônibus. Que é grande setor gerador de emprego.

Speaker #1: Esse movimento foi. Transitando de uma solução completa. Para fornecimento de chassi. Então a gente viu isso acontecer. Por exemplo. No México. A gente vê esse movimento permanente.

Speaker #1: Já desde o início. Na Colômbia. E claro. Quando você pega mercado como o chileno. Que é mercado. Sem uma indústria nacional. De ônibus. Aí você não vê esse movimento tão forte.

Speaker #1: Você vê o ônibus completo entrando. Então. A gente aproveitou esse movimento de entrada do chinês. Para tê-lo como parceiro. Em alguns mercados. Então quando a gente olha ali.

André Vidal Armaganijan: A gente aproveitou esse movimento de entrada do chinês pra tê-lo como parceiro em alguns mercados. Quando a gente olha ali e fala assim, a Marcopolo vendeu hoje mais de 1,500 ônibus elétricos, você vai ver que parte dessa solução é própria, é a menor parte, uma parcela um pouco maior europeia e a maior parte chinesa. A verdade é essa. A grande história de vendas de ônibus elétricos, se a gente falar em volume, os grandes volumes estão hoje crescendo no Brasil, mas eles estão na Colômbia e na Austrália, e são dois mercados que a gente vem vendendo solução chinesa. A gente vem trabalhando, até com a nossa presença na fábrica da China, pra pensar em alternativas de soluções completas, carroceria Marcopolo, chassi chinês, pra vendas em alguns mercados. Isso tem acontecido.

Speaker #1: E fala assim. A Marcopolo vendeu. Mais de. Hoje é mais de 1.500 ônibus elétricos. Você vai ver que parte dessa solução. É própria. Menor parte.

Speaker #1: Uma parcela pouco maior. Europeia. E a maior parte é chinesa. É a verdade é essa. A grande história de. Vendas de ônibus elétricos. Se a gente falar em volume.

Speaker #1: Os grandes volumes estão hoje. Claro. Crescendo no Brasil. Mas eles estão na Colômbia. E na Austrália. E são dois mercados. Que a gente vem vendendo solução chinesa.

Speaker #1: E a gente vem trabalhado. Vem trabalhando até com a nossa presença na fábrica. Da China. Para pensar em alternativas de soluções. Completas. Carroceria Marcopolo.

Speaker #1: Chassi. Chinês. Para vendas em alguns mercados. Isso tem acontecido. Então. A gente vê o chinês. O movimento dele. Foi sim movimento. Gradual de uma busca de entrada em diversos mercados.

André Vidal Armaganijan: A gente vê o chinês, o movimento dele foi, sim, um movimento gradual de uma busca de entrada em diversos mercados, só que o trabalho de defesa da indústria nacional em todos os países que têm produção de carrocerias é muito grande. Dali que a gente viu, Lucas, essa estratégia de transição deles de: ok, não ofereço mais o produto completo e passo a oferecer a carroceria. Fora isso, o que a gente tem trabalhado, Lucas? Alternativas, porque a gente viu que a eletrificação por si só, não se aplica pelas barreiras que surgem, gargalo na infraestrutura de recarga e assim por diante. É aí que a Marcopolo começa a trazer outras soluções.

Speaker #1: Só que o trabalho de defesa da indústria nacional, em todos os países que têm produção de carroceria, é muito grande o processo. Daí que a gente viu, Lucas.

Speaker #1: Essa estratégia de transição deles. De ok. Não ofereço mais o produto completo. E passo a oferecer. A carroceria. Fora isso. O que a gente tem trabalhado Lucas.

Speaker #1: Alternativas. Porque a gente viu que a eletrificação por si só. Ela não se aplica. Pelas barreiras que surgem. Em gargalo. Na infraestrutura de recarga.

Speaker #1: Recarga e assim por diante. E aí que a Marcopolo começa a trazer outras soluções. Quando a gente vê ônibus a gás circulando. Em São Paulo.

André Vidal Armaganijan: Quando a gente vê um Ônibus Híbrido circulando em São Paulo, um Ônibus Híbrido circulando em Goiânia, quando você começa a ver a discussão do híbrido, que a gente já trouxe esse produto pra mesa, e não é novidade, porque nós já apresentamos um micro-ônibus híbrido a etanol, a gente começa a mostrar pro mercado que existem outras soluções voltadas à descarbonização, que muitas delas vão favorecer os produtores de componentes nacionais, porque você tem diversos componentes nacionais, e aí, sim, você tem uma gama interessante de soluções. A forma que a gente está olhando esse mercado é, sem dúvida, fortalecer essa competição chinesa, é, sem dúvida, aproveitar a parte de parcerias na solução de chassis, é, sem dúvida, continuar um trabalho de defesa das indústrias onde nós temos fábricas. Eu não comentei a Austrália, mesmo processo.

Speaker #1: Ônibus a gás circulando. Em Goiânia. Quando você começa a ver. A discussão do híbrido. Que a gente já trouxe esse produto para a mesa.

Speaker #1: E não é novidade. Porque nós já apresentamos. microônibus híbrido. A etanol. A gente começa. A mostrar para o mercado. Que existem outras soluções. Voltadas à descarbonização.

Speaker #1: Que muitas delas. Vão favorecer. Os produtores de componentes nacionais. Porque você tem diversos componentes nacionais. E aí sim. Você tem uma gama. Interessante de soluções.

Speaker #1: Então. A forma que a gente está olhando. Esse mercado. É sem dúvida. Fortalecer. E essa competição chinesa. É sem dúvida. Aproveitar. A parte de parcerias.

Speaker #1: Na solução de chassis. É sem dúvida. Continuar trabalho de defesa. Das indústrias. Onde nós temos fábricas. Eu não comentei a Austrália. É o mesmo processo.

Speaker #1: Na Austrália. A gente tem. Três operações. Onde a gente continuamente. Para vender. Para governo. A gente tem a questão de conteúdo local. O mercado americano.

André Vidal Armaganijan: Na Austrália, a gente tem three operações onde a gente continuamente, pra vender pra governo, a gente tem a questão de conteúdo local. O mercado americano, cada vez mais fortalecendo a questão do conteúdo local. Existe também esse movimento de uma forma globalizada, de uma defesa desses mercados, pra que as indústrias que são relevantes nesse segmento funcionem. E aí o nosso desenho é sempre o mesmo também. Toda vez que um fabricante pensar em produzir carrocerias no Brasil, ele vai passar pelo mesmo processo e as mesmas complexidades que nós temos, o mesmo custo país, a mesma dificuldade de contratação de mão de obra, que isso é sempre um fator que eu trago também, é uma dificuldade, mas, ao mesmo tempo, uma barreira de crescimento. A gente vê gradualmente os fabricantes de carroceria cuidando muito da sua capacidade produtiva pela dificuldade de crescê-la de forma rápida.

Speaker #1: Cada vez mais fortalecendo a questão do conteúdo local. Então, existe também esse movimento, de uma forma globalizada, de uma defesa desses mercados, para que as indústrias...

Speaker #1: Que são relevantes. Nesse segmento. Funcionem. E aí o nosso desenho. É sempre o mesmo também. Toda vez que você. Que fabricante. Pensar em produzir.

Speaker #1: Carrocerias. No Brasil. Ele vai passar pelo mesmo processo. E as mesmas complexidades. Que nós temos. O mesmo custo país. A mesma dificuldade. De contratação de mão de obra.

Speaker #1: Que isso. É sempre fator que eu trago também. É uma. É uma. É uma dificuldade. Mas ao mesmo tempo. Uma barreira de crescimento. Então a gente vê gradualmente.

Speaker #1: Os fabricantes de carroceria cuidam muito da sua capacidade produtiva, pela dificuldade de crescer de forma rápida. Então, o chinês é dessa forma que a gente enxerga.

André Vidal Armaganijan: O chinês é dessa forma. Me estendi um pouco aqui, Lucas, mas enxergamos como um parceiro e um cuidado que a gente tem que ter, fortalecendo a presença onde nós estamos. E a Marcopolo definiu isso no passado, há muito tempo. Se você olhar os grandes mercados consumidores de ônibus, são mercados onde a gente tem fábrica. Se você olhar que os grandes mercados de ônibus, as grandes cidades são São Paulo, Bogotá, Buenos Aires, Cidade do México, em todos esses países nós temos fábrica. Austrália, com fábricas que exigem o conteúdo local. Esse tem sido o movimento. Só pra complementar United States e Europe. A gente vê nos United States o mercado também cada vez mais fechado nesse sentido, a utilização dos Federal Funds pra compra de ônibus públicos, protegendo e exigindo que seja uma produção local não chinesa.

Speaker #1: Me estendi pouco aqui. Lucas. Mas é. Enxergamos como. Como parceiro. E cuidado. Que a gente tem que ter. Fortalecendo. A presença. Onde nós estamos.

Speaker #1: E a Marcopolo definiu isso. No passado. Há muito tempo. Se você olhar. Os grandes mercados. Consumidores de ônibus. São mercados. Onde a gente tem fábrica.

Speaker #1: Se você olhar. Que os grandes mercados de ônibus. As grandes cidades. São. São Paulo. Bogotá. Buenos Aires. Cidade do México. Em todos esses países.

Speaker #1: Nós temos fábrica. Austrália. Com fábricas. Que exige o conteúdo local. Então esse tem sido o movimento. A gente vê nos Estados Unidos. Só para complementar.

Speaker #1: Estados Unidos e Europa. A gente vê, nos Estados Unidos, o mercado também cada vez mais fechado nesse sentido. A utilização dos Federal Funds para compra de ônibus.

Speaker #1: Públicos. Protegendo. E exigindo. Que seja uma produção local. Não chinesa. E a gente vê movimentos na Europa. Também acontecendo. No sentido de. Cuidado. Com a segurança.

André Vidal Armaganijan: A gente vê movimentos na Europa também acontecendo no sentido de cuidado com a segurança cibernética, segurança toda digital dos seus ônibus, exigindo algumas soluções, algumas certificações locais. Acho que nesse sentido, a Marcopolo surge pela amplitude de portfólio, pela presença global, além da parceria com os chineses, também uma solução para os europeus que querem defender a sua posição em chassis. Muitos deles fizeram a transição de venda de ônibus completo para só produtores de chassis. Aí eles precisam de um encarroçador forte, um encarroçador que tenha uma situação financeira positiva e que esteja gradualmente investindo em P&D e novos produtos. É aí que a Marcopolo aparece. Por isso o nosso movimento de crescimento para a Europa, justamente para ser um viabilizador, claro, não só das vendas da nossa carroceria, mas das vendas dos chassis dos nossos players.

Speaker #1: Segurança cibernética. Segurança. Toda digital. Dos seus ônibus. Exigindo algumas soluções. Algumas certificações locais. Então. Acho que nesse sentido. A Marcopolo surge. Pela amplitude. De portfólio.

Speaker #1: Pela presença global. Além da parceria com os chineses. Também uma solução. Para os europeus. Que querem defender. A sua posição. Em chassis. Muitos deles.

Speaker #1: Fizeram a transição. De venda de ônibus completo. Para só produtores de chassis. E aí eles precisam. De encarroçador forte. encarroçador. Que tem uma situação financeira positiva.

Speaker #1: E que esteja. Gradualmente. Investindo. Em P&D. Em novos produtos. E aí que a Marcopolo aparece. Por isso. O nosso movimento de crescimento. Para a Europa.

Speaker #1: Justamente. Para ser viabilizador. Claro. Não só das vendas. Da nossa carroceria. Mas das vendas. Dos chassis. Dos nossos. Players. Então. De olho. É tema grande.

André Vidal Armaganijan: Estamos de olho, é um tema grande, a gente está sempre cuidando para transformar essas eventuais ameaças em oportunidades para a empresa. Paulo, você pode falar.

Speaker #1: A gente está. Sempre. Cuidando. Para. Transformar. Essas. Eventuais. Ameaças. Em oportunidades. Para a empresa. Pablo. Claro. E falando pouco sobre o ambiente. Inflacionário. Efetivamente.

Pablo Freitas Motta: Claro. Falando um pouco sobre o ambiente inflacionário, efetivamente, a gente começa a ver que todo esse impacto de custos começa com o diesel, isso desencadeia dentro de toda a nossa cadeia de fornecedores, as demandas de reajustes aparecem. O que a gente tem trabalhado, acho que esse é um grande ponto e foi comentado ali anteriormente, que é esse cenário de a empresa continuar investindo e buscando cada vez mais soluções melhores para os nossos clientes. Isso vai ser fatos, quando a gente acabar agora divulgando os lançamentos dentro da LAT.BUS. A empresa está buscando soluções de produto, soluções de materiais, que possam trazer para o nosso cliente, uma melhora dentro do uptime do produto, disponibilidade dentro da questão de gerar valor para o passageiro final, que acaba se utilizando desse serviço.

Speaker #1: A gente começa a ver que. Todo esse impacto. De custos. Começa com o diesel. Isso desencadeia. Dentro de todo. A nossa cadeia de fornecedores.

Speaker #1: As demandas. De reajustes. Elas. Elas aparecem. E o que a gente tem trabalhado. Acho que esse é grande ponto. E foi comentado ali anteriormente.

Speaker #1: Que é. Esse cenário de. A empresa. Continuar. Investindo. E buscando. Cada vez. Mais. Soluções. Melhores. Para os nossos clientes. Então. O que a gente tem.

Speaker #1: E isso. Vai ser. Fatos. Quando a gente acabar. Agora. Divulgando. Os lançamentos. Dentro. Latibus. É. A empresa está buscando. Soluções de produto. Soluções de materiais.

Speaker #1: Que possam trazer. Para. O nosso. Cliente. Uma melhora. Dentro do uptime. Do produto. Disponibilidade. Dentro da questão. De gerar valor. Para. O passageiro final.

Speaker #1: Que acaba. Se utilizando. Desses serviços. E isso. Dentro. De contexto. Onde a gente não está. Então. Trabalhando. Só com. Uma. Elasticidade. Elasticidade. Ilimitada. Dos preços.

Pablo Freitas Motta: Isso dentro de um contexto onde a gente não está trabalhando só com uma elasticidade ilimitada dos preços, pensando só em ajustes inflacionários. A gente está pensando, de fato, dentro de um processo onde a gente mantém as nossas práticas de precificação, mas que, na prática, a gente também, cada vez mais agregue valor na ponta para o nosso cliente, que ele possa continuar prestando um serviço de qualidade para o passageiro final. As práticas que a gente vem adotando desde a pandemia, de carteiras mais curtas, com reajustes contínuos de preço, elas se mantêm. A gente está cada vez mais entendendo que não é só dentro de um contexto de elasticidade ilimitada. É num contexto onde a gente consiga também, com os investimentos que nós temos feito, cada vez mais gerar valor no produto e que isso, por consequência, justifique um premium price para o produto Marcopolo.

Speaker #1: Pensando só. Em ajustes. Inflacionários. A gente está pensando. De fato. Dentro de processo. Onde a gente mantém. As nossas práticas. De precificação. Mas que.

Speaker #1: Na prática, a gente também, cada vez mais, agrega valor na ponta para o nosso cliente, para que ele possa continuar apreciando um serviço de qualidade para o passageiro final.

Speaker #1: Então. As práticas. Que a gente vem adotando. Des. Da pandemia. De carteiras. Mais curtas. Com reajustes. Contínuos. De preço. Elas. Se mantêm. E a gente está.

Speaker #1: Cada vez mais. Entendendo. Que não é só. Dentro de contexto. De elasticidade. Ilimitada. É num contexto. Onde a gente consiga. Também. Com os investimentos.

Speaker #1: O que nós temos feito, cada vez mais, é gerar valor no produto e, que isso, por consequência, justifique o premium price para o produto Marcopolo. Bom dia.

Pedro Tinel: Bom dia, obrigado por pegar a minha pergunta. Pedro Tinel, aqui do Itaú. A primeira delas, eu queria explorar um pouco o que vocês comentaram no resultado do Q2 sobre o atraso da homologação ali, Caminho da Escola, Ministério da Saúde, mais para o Q4, a gente ter um pouco mais de entrega. Minha dúvida é: nesse período eleitoral, vocês acreditam que isso deve acontecer ou talvez a gente tenha um postergamento, a gente vá talvez pra 2027 esses pedidos? Eu queria ver um pouco a visão de vocês, historicamente, o que isso pode acabar afetando essas entregas. Uma segunda pergunta, pensar o cenário competitivo. Rodoviário um pouquinho mais pressionado, como que os competidores de vocês têm se movimentado. A indústria hoje tem rodado com patamar de margem maiores do que o histórico. Como que vocês enxergam esse cenário pra frente? Obrigado, pessoal.

Speaker #1: Obrigado. Por pegar a minha pergunta. Pedro Tineu. Aqui do Itaú. A primeira delas. Eu queria explorar pouco. O que vocês comentaram. No resultado. Do segundo trimestre.

Speaker #1: Sobre. O atraso. Da homologação. Ali. Caminho da escola. Ministério da saúde. Mais para o quarto trimestre. A gente tem pouco mais de entrega. Minha dúvida é.

Speaker #1: Nesse período eleitoral, vocês acreditam que isso deve acontecer ou, talvez, a gente tenha posterioridade, a gente vá talvez para 2027 esses pedidos? Eu queria ver um pouco.

Speaker #1: A visão de vocês. Historicamente. O que isso pode acabar. Afetando. Essas entregas. E uma segunda pergunta. Pensar no cenário competitivo. Rodoviário. pouquinho mais pressionado.

Speaker #1: Como que os competidores de vocês têm se movimentado? A indústria hoje tem rodado com patamar de margem maiores do que o histórico. Como que vocês enxergam?

Speaker #1: Esse cenário. Para frente. Obrigado. Pessoal. Obrigado. Pela pergunta. Pedro. Em relação. A. Caminho da escola. Eu acho que vale a pena. Recuperar pouco. O histórico.

Eduardo Wierich: Obrigado pela pergunta, Pedro. Em relação a Caminho da Escola, eu acho que vale a pena recuperar um pouco o histórico. O que parece um atraso no Q3, ele tem origem na postergação da licitação, que primeiramente ia ser realizada no Q4 2025. Isso acabou acontecendo três vezes e jogou a licitação pra maio e, na sequência, a gente entra numa regularidade dos prazos normais do processo. Tem um processo de homologação dos veículos, que é natural. Com relação às eleições, não deveria ter um problema de você iniciar as entregas no Q4 e mesmo continuar o processo de homologação. Como foi destacado antes, a homologação está acontecendo nesse momento. A gente está passando pela aprovação dos veículos, os modelos Volare, inclusive, já foram homologados. Já estão disponíveis, na sequência, pra prefeituras, estados e mesmo a União, se tiver interesse em fazer as adesões.

Speaker #1: Atraso. Que parece. atraso. No terceiro trimestre. Ele tem origem. Na postergação. Da licitação. Que. Primeiramente. Ia ser realizado. No quarto trimestre. De 2025. Isso.

Speaker #1: Acabou. Acontecendo. Três vezes. E jogou. A licitação. Para maio. E. Na sequência. A gente entra. Num. Uma regularidade. Dos prazos. Normais. Do processo. Tem Processo.

Speaker #1: De homologação. Dos veículos. Que é natural. Com relação. Às eleições. Não deveria ter. problema. De você. Iniciar. As entregas. No quarto trimestre. E. Mesmo.

Speaker #1: Continuar. O processo. De homologação. Como. Foi destacado. Antes. A homologação. Está. Acontecendo. Nesse momento. A gente está passando. Pela aprovação. Dos veículos. Os modelos.

Speaker #1: Rolar. Inclusive. estão. Disponíveis. Na sequência. Para. Prefeituras. Estados. E mesmo. A união. Se tiver. Interesse. Em. Fazer. As adesões. Então. Na sequência. Disso. Acontecendo.

Eduardo Wierich: Na sequência disso, acontecendo a homologação, e deve acontecer em breve, a gente deveria ter as entregas normais no Q4, não deveria prejudicar, de forma substancial, o Q4.

Speaker #1: A homologação. E deve. Acontecer. Em breve. A gente teve. Deveria ter. As entregas. Normais. No quarto trimestre. Não deveria. Prejudicar. De forma. Substancial. O quarto trimestre.

Speaker #1: Acho que só, complemento aí. Do ponto de vista do caminho da escola, o que normalmente as eleições acabam trazendo de impactos é o ciclo financeiro.

Pablo Freitas Motta: Acho que só um complemento do ponto de vista do Caminho da Escola. O que normalmente as eleições acabam trazendo de impactos é o ciclo financeiro. A gente acaba tendo restrições de liberações de recursos, especialmente quando a demanda do município acaba vindo através de emenda parlamentar, porque a liquidação desses contratos acaba se dando apenas após o período eleitoral. A gente vê ali, como o Eduardo comentou, o processo de homologação deve encerrar até meados agora do mês de agosto, isso especialmente pra aqueles produtos Volare, o Fase 1 e Fase 3. Fase 2 ainda tem discussões. Como vocês bem sabem, vocês estão acompanhando, o TCU foi envolvido em discussões envolvendo a questão do trâmite. Até agora foram demonstrados todos os procedimentos que foram executados, mas isso ainda não tem uma clareza de quando se encerra esse trâmite processual.

Speaker #1: Então. A gente. Acaba. Tendo. Restrições. De liberações. De recursos. Especialmente. Quando. A demanda. Do município. Acaba. Vindo. Através. De emenda. Parlamentar. Porque. A liquidação.

Speaker #1: Desses contratos. Acaba. Se dando. Apenas. Após. O período. Eleitoral. Então. A gente vê. Ali. Como o Eduardo. o. Comentou. O processo. De homologação. Ele.

Speaker #1: Leve. Encerrar. Até. Meados. Agora. Do mês de agosto. Isso. Especialmente. Para. Aqueles. Produtos. Volare. O fase 1. E fase 3. Fase 2. Ainda. Tem.

Speaker #1: Discussões. Como vocês bem sabem, vocês estão acompanhando, o TCU está, foi envolvido em discussões envolvendo a questão do trâmite. Até agora, foi demonstrado toda...

Speaker #1: Os procedimentos. Que foram. Executados. Mas isso. Ainda. Não tem. Uma clareza. De. Quando. Se encerra. Esse trâmite. Processual. O que a gente vê. Na prática.

Pablo Freitas Motta: O que a gente vê na prática é: um e três, encaminhados pra pelo menos até meados de agosto, está sendo finalizado. Impacto eleitoral é no ciclo financeiro, mais diretamente.

Speaker #1: É. 1. E 3. Encaminhados. Para pelo menos. Até. Meados de agosto. Está. Sendo. Finalizado. Impacto. Eleitoral. É. No ciclo financeiro. Mais diretamente. Pedro. Obrigado.

André Vidal Armaganijan: Pedro, obrigado pela pergunta. Falando sobre o cenário competitivo, o que a gente observa? Sem dúvida, a indústria vem se reduzindo. Paulo comentou lá atrás, os 18% e 20% no rodoviário urbano. O mercado tem visto isso e tem começado a fazer ajustes. É fato que algumas empresas, em alguns momentos, pararam produção, deram férias coletivas na metade do ano, isso foi anunciado por algumas empresas, e ajustes começam a acontecer. Eu acho que o cenário positivo dessa história é um pouco o aprendizado de cada uma das empresas. As empresas, no tempo, até pra, claro, melhorar as suas rentabilidades, entenderam a famosa relação entre a curva de oferta e demanda, e viram a necessidade de ajustar, não ter aquele excesso de capacidade. Foi aquilo que aconteceu lá atrás.

Speaker #1: Pela pergunta. Falando. Sobre o cenário. Competitivo. O que a gente observa. Sem dúvida. A indústria. Vem. Se reduzindo. Paulo. Comentou. Lá atrás. Aos 18.

Speaker #1: 20%. No rodoviário. Urbano. E o mercado. Tem visto. Isso. E tem. Começado. A fazer. Ajustes. É fato. Que algumas. Empresas. Em alguns. Momentos. Pararam.

Speaker #1: Produção. Deram. Férias. Coletivas. Aí. Na metade. Do ano. Isso foi. Anunciado. Por algumas. Empresas. E. Ajustes. Começam. A acontecer. Eu acho que. O cenário.

Speaker #1: Positivo. Dessa história. É pouco. O aprendizado. De cada uma. Das empresas. As empresas. No tempo. Até. Para. Claro. Melhorar. As suas. Rentabilidades. Elas. Entenderam.

Speaker #1: A necessidade. A famosa. Relação. Entre. A curva. De oferta. E demanda. E. Viram. A necessidade. De. Ajustar. Não ter. Aquele. Excesso. De capacidade. Foi.

Speaker #1: Aquilo. Que aconteceu. Lá atrás. As empresas. Com o cenário. Potencialmente. Positivo. De crescimento. Fizeram. Grandes. Investimentos. Expandiram. Fábricas. Num período. Lá atrás. De maior.

André Vidal Armaganijan: As empresas, com cenário potencialmente positivo de crescimento, fizeram grandes investimentos, expandiram fábricas, num período, lá atrás, de maior disponibilidade de mão de obra, e isso gerou um excesso de capacidade, a demanda não veio. Hoje, esse mercado vem se ajustando de alguma maneira e as empresas estão olhando pra isso. Na verdade, eu me lembro em algumas conversas que nós tivemos, nós falamos sobre isso pra todo o mercado, que existia uma necessidade desta correção da relação oferta e demanda, e as empresas saberem trabalhar no sentido de preservar a rentabilidade. Isso tem acontecido. A gente tem visto isso, principalmente os nossos concorrentes no segmento rodoviário. Claro, outro comentário que eu já trouxe num dos fóruns nossos, a preocupação da Marcopolo em manutenção da sua participação de mercado.

Speaker #1: Disponibilidade de mão de obra, e isso gerou excesso de capacidade. A demanda não veio. Hoje, esse mercado vem se ajustando de alguma maneira.

Speaker #1: E as empresas estão olhando para isso. A gente, na verdade, eu me lembro em algumas conversas que nós tivemos, nós falamos sobre isso para todo o mercado.

Speaker #1: Que. Existia. Uma necessidade. Desta. Correção. Ali. Da. Relação. Oferta. E demanda. E as empresas. Saberem. Trabalhar. No sentido. De preservar. A rentabilidade. Então. Isso.

Speaker #1: Tem acontecido, tá? A gente tem visto isso principalmente nos nossos concorrentes ali no segmento rodoviário. E, claro, eu... Outro comentário que eu já trouxe.

Speaker #1: Em um dos fóruns nossos, a preocupação da Marcopolo é a manutenção da sua participação de mercado. Então, se a gente olha na nossa história recente, a gente...

André Vidal Armaganijan: Se a gente olha na nossa história recente, a gente tinha perdido alguma participação no segmento rodoviário e, como a gente já comentou hoje, a gente recuperou essa participação. A Marcopolo também não quer abrir mão de uma presença relevante nos segmentos que ela atua. Ela vai fazer isso, claro, com estratégias comerciais, ela vai fazer isso claramente com tecnologias, produtos sendo desenvolvidos, inovando e trazendo soluções pro momento atual do mercado. A concorrência hoje começa e tem feito alguns ajustes. O segmento rodoviário, a gente preserva uma boa participação, crescente versus o trimestre passado num mercado menor. Acho que o movimento positivo de todos os players do mercado é nesse sentido.

Speaker #1: Tinha. Perdido. Alguma. Participação. No segmento. Rodoviário. E. Como a gente. Já. Comentou. Hoje. A gente. Recuperou. Essa. Participação. Então. A Marcopolo. Também. Não quer.

Speaker #1: Abrir mão de uma presença relevante no segmento que ela atua, ela vai fazer isso, claro, com estratégias comerciais. Ela vai fazer isso, claramente, com...

Speaker #1: Tecnologia. Produtos. Sendo. Desenvolvidos. Inovando. E trazendo. Soluções. Para o momento. Atual. Do mercado. Então. A concorrência. Hoje. Começa. E tem feito. Alguns. Ajustes. O segmento.

Speaker #1: Rodoviário. A gente. Preserva. Uma boa. Participação. Crescente. Versus. O trimestre. Passado. No mercado. Menor. O segmento. E acho que. O movimento. Positivo. De todos.

Speaker #1: Os players. Do mercado. Nesse sentido. No segmento. Urbano. É segmento. Que. Sim. Se a gente. Olhar. O mercado. Hoje. Que tem. Rodado. Mais. É.

André Vidal Armaganijan: No segmento urbano, é um segmento que, sim, se a gente olhar o mercado hoje, que tem rodado mais é São Paulo, nosso maior concorrente que está aqui tem tido uma participação importante nesse segmento, e aí, sim, a Marcopolo tem um share um pouco menor. Não temos visto grandes ajustes hoje nesse concorrente, fruto deste movimento de mercado em São Paulo, da eletrificação e todo o processo. Os demais players, tem um terceiro viés, que é o terceiro segmento, que é o micro-ônibus. Quando a Marcopolo ganha um programa como o Caminho da Escola, no volume que ela ganhou, ela tira muito produto das fábricas dos nossos concorrentes.

Speaker #1: São Paulo. Nosso. Maior. Concorrente. Que está. Aqui. Tem tido. Uma. Participação. Importante. Nesse. Segmento. E aí. Sim. A Marcopolo. Tem Share. pouco. Menor. Não vê.

Speaker #1: Não temos. Visto. Grandes. Ajustes. Hoje. Nesse. Concorrente. Fruto. Deste. Movimento. De mercado. Em. São Paulo. Da. Eletrificação. E tudo. Processo. Mas. Os demais. Players.

Speaker #1: Tem. Aí. terceiro. Viés. Que é o. Que é o. Terceiro. Segmento. Que é o. Micro ônibus. Quando. A Marcopolo. Ganha. a. programa. Como. Caminho.

Speaker #1: Da. Escola. No volume. Que ela. Ganhou. Ela. Tira. Muito. Produto. Das. Fábricas. Dos. Nossos. Concorrentes. Então. Acho que. Com. Essa. Visibilidade. De cenário. Mais.

André Vidal Armaganijan: Acho que com essa visibilidade de um cenário mais desafiador, que a gente comentou aqui, com esse cenário de Caminho da Escola, praticamente todo com a Marcopolo, é natural que a gente veja movimentos de ajuste dos nossos concorrentes, porque você normalmente mantém uma estrutura maior quando você tem uma previsibilidade já de crescimento no curto prazo. Imagino que o movimento continue sendo esse gradual ajuste e a Marcopolo, sim, trabalhando pra preservar sua participação no mercado, num mercado hoje mais apertado.

Speaker #1: Desafiador. Que. A gente. Comentou. Aqui. Com. Esse. Cenário. De. Caminho. Da. Escola. Praticamente. Todo. Com. A Marcopolo. É. Natural. Que. A gente. Veja. Movimentos.

Speaker #1: De ajustes dos nossos concorrentes, porque você normalmente mantém uma estrutura maior quando você tem uma previsibilidade já de crescimento no curto prazo. Imagino que...

Speaker #1: O movimento. Continue. Sendo. Este. Gradual. Ajuste. E a Marcopolo. Sim. Trabalhando. Para. Preservar. A sua. Participação. De mercado. Num mercado. Hoje. Mais. Mais. Apertado.

Speaker #1: Nós vamos. Para a nossa. Última. Pergunta. Bom dia. Tudo bem. Andressa. Do. BSBB. Obrigada. Pelo espaço. Eu. Tenho. Uma pergunta. Enfim. Talvez. Olhando. pouco.

Eduardo Wierich: Nós vamos pra nossa última pergunta.

[Analyst] (UBS): Bom dia, tudo bem? Andressa do BNDES. Obrigada pelo espaço. Tenho uma pergunta, talvez olhando um pouco mais pra frente. Acho que pra 2027, o Caminho da Escola já dá um bom colchão do que esperar de volume pra Marcopolo, mas acho que pensando um pouco no segmento do rodoviário, que a gente ainda está tentando olhar pro Q4, essa questão da construção de carteira e, ao mesmo tempo, a gente não vê no horizonte uma expectativa de queda de juros, que é algo que ajudaria, um macro ainda desafiador. Por outro lado, quando a gente pensa no passageiro. Você tem aquele que pode estar ficando mais pobre, não vai viajar, mas também tem a migração do avião pro ônibus.

Speaker #1: Mais. Para frente. Acho que. Para. 2027. O caminho. Da. Escola. Já. Dá. pouco. Bom. Colchão. Aí. Do que. Esperar. De. Volume. Para. Marcopolo. Mas.

Speaker #1: Acho que. Pensando. pouco. No segmento. Do. Rodoviário. Que a gente. Ainda. Está. Tentando. Olhar. Para. O quarto. Tri. Nessa. Questão. Da. Construção. De. Carteira.

Speaker #1: E. Ao mesmo tempo. A gente. Não vê. No horizonte. Enfim. Uma expectativa. De. Queda. De juros. Que é algo que. Ajudaria. macro. Ainda. Ainda.

Speaker #1: Desafiador. Mas. Por outro lado. Quando a gente pensa. No passageiro. Você. Tem. Aquele. Que pode. Estar. Ficando. Mais. Pobre. Não vai. Viajar. Mas também.

Speaker #1: Tem. A migração. Do. Avião. Para. O ônibus. Como que vocês têm enxergado. O operador. Diante de tudo isso. Em termos de. Perspectiva. De. Juros.

[Analyst] (UBS): Como que vocês têm enxergado o operador diante de tudo isso, em termos da perspectiva de juros, essa perspectiva de demanda e como que isso poderia impactar na decisão dele de renovação de frota, pensando de agora para frente nesse cenário macro, enquanto a gente não tem uma mudança.

Speaker #1: Dessa perspectiva de demanda, e como que isso poderia impactar na decisão dele de renovação de frota, pensando, acho que de agora para frente, nesse...

Speaker #1: Cenário. Macro. Enquanto. A gente. Não tem. Uma mudança. O que. A gente. Enxerga. Obrigado. Pela pergunta. Que existe. Esse. Interesse. Grande. Dos. Operadores. Renovarem.

André Vidal Armaganijan: O que a gente enxerga, obrigado pela pergunta, é que existe esse interesse grande dos operadores renovarem. O que eles estão só olhando é o timing para essa renovação, a gente falou um pouco sobre isso. Toda vez que a frota envelhece, os custos para o operador aumentam. Hoje, os operadores têm as suas frotas mais ajustadas e eles não podem ter o ônibus parado. Se você for fazer uma análise de um dos grandes prós para um operador, é o uptime, a disponibilidade do produto de forma recorrente. O que a Marcopolo tem feito? Ela tem trabalhado inovações, e a gente vai apresentar algumas delas na LAT.BUS, com esse enfoque. Como é que eu ajudo a melhorar o custo operacional do nosso cliente? Melhorar o custo operacional, a competitividade do nosso cliente, porque a gente sabe que a situação é mais apertada.

Speaker #1: O que eles estão só olhando é o timing para essa renovação, porque toda vez que a gente falou pouco sobre isso, toda vez que...

Speaker #1: A frota. Envelhece. Os custos. Para. Operador. Aumenta. Hoje. Os operadores. Tem. As suas. Frotas. Mais. Ajustadas. E eles. Não podem. Ter. O ônibus. Parado.

Speaker #1: Se você. For. Fazer. Uma análise. De. dos grandes. Prontos. Para. Operador. O uptime. A disponibilidade. Do. Produto. De forma. Recorrente. O que. A Marcopolo.

Speaker #1: Tem. Feito. Ela. Tem. Trabalhado. Inovações. E a gente. Vai. Apresentar. Algumas. Delas. Na late bus. Com. Esse. Enfoque. Como é que. Eu ajudo. A melhorar.

Speaker #1: O custo operacional do nosso cliente. Melhorar o custo operacional, a competitividade do nosso cliente, porque a gente sabe que a situação está mais apertada. Então...

André Vidal Armaganijan: Claro que esses movimentos da empresa têm esse viés, e para mim, são duas frentes que andam em paralelo. É a Marcopolo buscando soluções, aquele exemplo que eu trouxe do BioSafe, e é o custo operacional piorando com a degradação da frota atual. Esse é o movimento. Claro que você, quando conversa com todos eles estão olhando: Como é que eu vou vender o meu ônibus usado? Por outro lado, a gente tem visto vários clientes falando: Olha, você falou um pouco sobre o aéreo. Como é que eu trago maior valor para o nosso passageiro? A gente vai olhar sempre as ações da Marcopolo focadas no operador, focadas no passageiro. E no operador é custo de manutenção, é melhoria do uptime, da disponibilidade do ônibus, e passageiro para trazer maior atratividade.

Speaker #1: Claro. Que. Esses. Movimentos. Da. Empresa. Eles. Tem. Esse. Viés. E para mim. São. Duas. Duas. Frentes. Que. Entram. Em paralelo. A Marcopolo. Buscando. Soluções.

Speaker #1: Aquele. Exemplo. Que eu. Trouxe. Do. Bio. Safe. E é. O custo. Operacional. Piorando. Com. A degradação. Da. Frota. Atual. Esse é o movimento. Claro.

Speaker #1: Que. Você. Quando. Conversa. Com. Todos. Eles. Eles. Estão. Olhando. Como é que. Eu. Como é que. Eu. Vou. Vender. O meu. Ônibus. Usado. Por outro lado.

Speaker #1: A gente tem visto vários clientes falando: "Olha, como é que eu trago..." Você falou um pouco sobre o aéreo. Como é que eu trago maior...

Speaker #1: Valor. Para. O nosso. Passageiro. Então. A gente. Vai. Olhar. Sempre. As ações. Da. Marcopolo. Focadas. No. Operador. Focadas. No. Passageiro. Focada. E no. Operador.

Speaker #1: É custo de manutenção, é redução, é melhoria do uptime, da disponibilidade do ônibus e passageiro, para trazer maior atratividade. E a gente vai estar...

André Vidal Armaganijan: A gente vai olhar, claro, para o motorista, que tem que ter um ambiente seguro e agradável de operação. O nosso desenho e o nosso trabalho, como eu falei, a empresa não abriu mão de continuar investindo, é se preparar para essa retomada do mercado, porque o segmento exige sempre um ponto de inflexão positiva. Ele terá esse ponto. A mobilidade é cada vez mais complexa, o sistema de transporte público e o rodoviário facilitam e criam um melhor ambiente para essa mobilidade. A bandeira da descarbonização é sempre positiva. A gente já fala que o nosso produto naturalmente despolui mais o ambiente versus diversos carros na rua. O desenho, se a gente esticar essa curva, é positivo. A grande questão que fica na mesa aqui é o quando. Essa é a grande questão, é o quando. O que a empresa faz nesse contexto?

Speaker #1: Olhando. Para. Claro. Para. O motorista. Que. Tem. Que. Tem. O ambiente. Seguro. E. Agradável. De. Operação. Então. O nosso. Desenho. E o nosso. Trabalho.

Speaker #1: Como eu falei. A empresa. Não. Abriu. Mão. De. Continuar. Investindo. É. Se. Preparar. Para. Essa. Retomada. O mercado. Porque. O segmento. Exige. Sempre. ponto.

Speaker #1: De. Inflexão. Positiva. Ele. Ele. Terá. Esse. Ponto. A mobilidade. É. Cada vez. Mais. Complexa. O sistema. De. Transporte. Público. E o rodoviário. Facilitam. E criam.

Speaker #1: Melhor. Ambiente. Para. Essa. Mobilidade. A bandeira. Da. Descarbonização. É. Sempre. Positiva. A gente. Já. Fala. Que. O nosso. Produto. Naturalmente. Polui. Mais. O ambiente.

Speaker #1: Versus. Diversos. Carros. Na rua. Então. O desenho. Se a gente. Esticar. Essa. Essa. Curva. Ele. É. Positivo. A grande. Questão. Que. Fica. Na mesa.

Speaker #1: Que. É. O quando. Essa. É. A grande. Questão. É. O quando. O que. A empresa. Faz. Nesse. Contexto. Se. Disciplina. Na questão. De. Dessa.

André Vidal Armaganijan: Se disciplina na questão dessa alocação de capitais, cada vez mais, trabalha essas alternativas de olhar pra mercados que estão em situações melhores pra balancear os piores, e isso aconteceu com o micro-ônibus, e continua trazendo soluções, não só em produtos, mas esse protagonismo em trabalhar com bancos, com entidades governamentais, pra realmente a retomada do setor. Esse é um movimento que a gente já fez lá atrás e é um caminho crescente e natural da empresa. Já vou te passar. É difícil cravar aqui quando o mercado vai retomar. O que a gente vê é esse represamento e esse movimento que nós temos feito de prover soluções.

Speaker #1: Locação. De. Capitais. Cada vez. Mais. Trabalha. Essas. Alternativas. De. Olhar. Para. Que. Mercados. Que. Estão. Em. Situações. Melhores. Para. Balancear. Os. Piores. E isso.

Speaker #1: Aconteceu. Com. Micro. Ônibus. Continua. Trazendo. Soluções. Não. Só. Em. Produtos. Mas. Esse. Protagonismo. Em. Trabalhar. Com. Bancos. Com. Entidades. Governamentais. Para. Realmente. A retomada.

Speaker #1: Do setor, esse é um movimento que a gente já fez lá atrás e é o caminho crescente natural da empresa. É difícil cravar. Já vou te...

Speaker #1: Passar. É. Difícil. Cravar. Aqui. O quando. O mercado. Vai. Retomar. O que. A gente. Vê. Esse. Represamento. E esse. Movimento. Que. Nós. Temos. Feito.

Speaker #1: De. Prover. Soluções. E aí. Vale. Retomar. Aquele. Gráfico. Que. O Pablo. Apresentou. No início. Que. A gente. Tanto. Mostra. Sempre. Nas nossas. Apresentações. Onde.

Eduardo Wierich: Aí vale retomar aquele gráfico que o Pablo apresentou no início, que a gente tanto mostra sempre nas nossas apresentações, onde mostra o volume de Brasil em mais ou menos 20,000 ônibus, e o volume de renovação sendo 24. Quando a gente fala em recuperação de resultados, turnaround da companhia a partir de 2022, a gente olha que se deu com uma taxa de juros muito alta. O cliente, naqueles volumes que a gente viu ali de 2024, 2025, comprando 20,000 ônibus no Brasil, com taxa de juros de 18%, 20% pra financiar o carro. A gente não imagina que o cliente se sinta super estimulado a fazer uma grande renovação de frota com esse patamar de taxa de juros.

Speaker #1: Mostra. Lá. O volume. De. Brasil. Em. Mais ou menos. 20.000. Ônibus. E o volume. De. Renovação. Sendo. 24. Quando. A gente. Fala. Em. Recuperação.

Speaker #1: De. Resultados. Turnaround. Da. Companhia. A partir. De. 2022. A gente. Olha. Que. Se deu. Com. Margem. Com. Uma. Taxa de juros. Muito alta. O cliente.

Speaker #1: Naqueles volumes que a gente viu ali de 2024, 2025, comprando 20.000 ônibus do Brasil, com taxa de juros de 18%, 20% para financiar o carro.

Speaker #1: A gente. Não. Imagina. Que. O cliente. Se sinta. Super. Estimulada. Fazer. Uma. Grande. Renovação. De. Frota. Com. Esse. Patamar. De. Taxa de juros. Então.

Eduardo Wierich: Aqueles 20,000 ali é exatamente aquilo que é o mínimo daquilo que ele precisa pra comprar num cenário bastante estressado de taxa de juros, mas na atividade dele, normal. Não foi uma atividade excepcionalmente boa na parte dele também. Aquilo ali seria o mínimo, esses 20,000 ônibus seriam o mínimo. Quando a gente fala de quando acontece, é voltar pra, no mínimo, esses 24,000, talvez 25,000 ônibus, num ambiente onde a gente tenha uma condição melhor de financiamento, uma segurança maior de tomada de decisão pra investir. Sim, a gente vai pra última pergunta.

Speaker #1: Aquele. 20.000. Ali. É. Exatamente. Aquilo. Que. É. O mínimo. Daquilo. Que. Ele. Precisa. Para. Comprar. Num cenário. Bastante. Estressado. De. Taxa de juros. Mas.

Speaker #1: Na atividade. Dele. Normal. Não foi. Uma. Atividade. Excepcionalmente. Boa. Na parte. Dele. Também. Então. Aquilo. Ali. Seria. O mínimo. Esses. 20.000. Ônibus. Seria. O mínimo.

Speaker #1: E quando. A gente. Fala. De. Quando. Acontece. É. Voltar. Para. No mínimo. Esses. 24. Talvez. 25.000. Ônibus. Num ambiente. Onde. A gente. Tem. Uma.

Speaker #1: Condição. Melhor. De. Financiamento. Uma. Segurança. Maior. De. Tomada. De. Decisão. Para. Investir. Agora. Sim. A gente. Vai. Para. Última. Pergunta. É. Obrigada. Heloísa Cruz.

Heloísa Cruz: Obrigada, Heloísa Cruz, da South Street Stocks. Eu tenho duas perguntas. Acho que a primeira delas seria em relação à alocação de capital. Quando você olha em termos de liquidez, vocês estão bem confortáveis, ainda que o Q3 possa não ser muito bom, mas um lucro razoável, e isso abre espaço pra eventualmente uma recompra. Seguindo com recompra, eventualmente, a gente poderia ver o controlador com um percentual que permitiria vocês migrarem pra um novo mercado. Essa é uma pergunta. A outra pergunta, eu vejo vocês falando muito sobre ônibus elétrico.

Speaker #1: Da. Soft3 Toxos. A minha. Pergunta. Eu tenho. Duas. Perguntas. Acho que. A primeira. Delas. Seria. Em relação. À. Alocação. De. Capital. Então. Quando você.

Speaker #1: Olha. Em termos de. Liquidez. Vocês estão. Bem. Confortáveis. Ainda que. O terceiro. Trimestre. Possa. Não ser. Muito. Bom. Mas. O lucro. Razoável. E isso.

Speaker #1: Abre espaço para, eventualmente, uma recompra. Até para seguir, assim, seguindo com recompra, eventualmente a gente poderia ver o controlador com percentual que permitiria vocês.

Speaker #1: Migrarem. Para. Novo. Mercado. Essa é. Uma. Pergunta. E a outra. Pergunta. Eu vejo. Vocês. Falando. Muito. Sobre. O ônibus. Elétrico. E assim. Apesar disso.

Heloísa Cruz: Apesar de isso vir crescendo no Brasil, pensando no volume de transporte, até transporte de ônibus, que várias vezes é um transporte mais local, se não faria sentido, você falou rapidamente sobre ir para biocombustíveis, e o que eu queria entender é como isso está caminhando e como está a aceitação. A gente vem num cenário em que o etanol está em excesso no Brasil, então a competitividade do etanol está muito alta, especialmente se você não precisar passar pelo posto, que está com uma margem muito alta no produto. Você tem a discussão do biodiesel, que tem alguns problemas técnicos e algumas reclamações, e a próxima etapa da cadeia, que seria o diesel verde. Se der, só desenvolver um pouquinho esses dois temas, eu agradeço. Obrigada.

Speaker #1: Vir. Crescendo. No Brasil. E pensando. No volume. De. Transporte. Até. Transporte. De. Ônibus. Que. Várias vezes. É. Transporte. Mais. Local. Se não. Faria. Sentido.

Speaker #1: E você. Falou. Rapidamente. Sobre. Ir. Para. Bio. Combustíveis. E o que. Eu queria. Entender. Como é que. Isso. Está. Sendo. Está. Caminhando. E como é que.

Speaker #1: Está. Aceitação. A gente. Vem. Num cenário. Em que. A gente. Está. Indo. Que. O etanol. Está. Em. Excesso. No Brasil. Então. A competitividade. De.

Speaker #1: Etanol. Está. Muito alta. Especialmente. Se você. Não precisa. Passar. Pelo posto. Que. Está. Com. Uma margem. Muito alta. No produto. E você. Tem. A discussão.

Speaker #1: Do biodiesel, que tem alguns problemas técnicos e algumas reclamações. E a próxima etapa da cadeia, que seria o diesel verde. Então, se puder, só...

Speaker #1: Desenvolver. pouquinho. Esses. Dois. Temas. Eu agradeço. Obrigada. Excelente. Pergunta. Então. Eu começo. Falando. Da. Alocação. De. Capital. Em termos. Práticos. O que. A gente.

Pablo Freitas Motta: Uma excelente pergunta. Eu começo falando da alocação de capital. Em termos práticos, o que a gente vem trabalhando e a gente vem mantendo os nossos alinhamentos aqui junto com vocês e também dentro daquilo que a gente tem de políticas internas. Hoje a nossa premissa é a gente trabalhar dentro de um contexto de payout de 50% do resultado. Gira em torno disso, a gente vem mantendo isso ao longo dos últimos anos. Isso também é uma premissa para esse ano. Trabalhar dentro desse payout através de outros modais, como é o caso de recompra, isso pelo menos não foi discutido ainda. São cenários que eu entendo que, dentro das discussões junto ao conselho, poderão aparecer, mas na prática, hoje, o payout é de 50% e dentro do formato de JCP e dividendos. Esse, pelo menos, é o contexto.

Speaker #1: Vem. Trabalhando. E a gente. Vem. Mantendo. As nossas. Nossos. Alinhamentos. Aqui. Junto. Com. Vocês. E também. Dentro. Daquilo. Que. A gente. Tem. De. Políticas.

Speaker #1: Internas. A gente. Hoje. A nossa. Premissa. É. A gente. Trabalhar. Dentro. De Contexto. De. Payout. De. 50%. Do. Resultado. Gira. Em. Torno. Disso. E a gente.

Speaker #1: Vem mantendo isso ao longo dos últimos anos. Isso também é uma premissa para esse ano: trabalhar dentro desse payout, através de outras modais, como é o caso.

Speaker #1: De. Recompra. Isso. Pelo menos. Não foi. Discutido. Ainda. São cenários. Que. Eu entendo. Que. Dentro. Das. Discussões. Junto. Ao. Conselho. Poderão. Aparecer. Mas. Na prática.

Speaker #1: Hoje. O payout. É. De. 50%. E dentro. Do. Formato. De. JCP. E dividendos. Esse. Pelo menos. É. O contexto. E mantendo. Claro. Também. A nossa.

Pablo Freitas Motta: Mantendo, claro, também o nosso Capex, que a gente também vem sustentando. Esse ano já foram mais de BRL 120 million alocados, algo em torno de pelo menos BRL 200 million é o esperado, BRL 350 million para o ano. A gente vem também dentro desse mesmo contexto, mantendo a nossa estratégia de investimentos, como a gente vem, de certa forma, compartilhando com vocês em todas as nossas conversas. Passo aqui para o André para a gente falar um pouco sobre etanol e outros materiais.

Speaker #1: O nosso. Capex. Que. A gente. Também. Vem. Sustentando. A gente. Esse ano. Já. Foram. Mais. 120. Milhões. Alocados. Algo. Em. Torno. De. Pelo menos.

Speaker #1: 200. Milhões. É. O esperado. 350. Para o ano. Então. A gente. Vem. Também. Dentro. Desse. Mesmo. Contexto. Mantendo. A nossa. Estratégia. De. Investimentos. Como.

Speaker #1: A gente. Vem. De certa forma. Compartilhando. Com. Vocês. Em. Todas. As nossas. Conversas. Passo. Aqui. Para. André. Para. A gente. Falar. pouco. Sobre. Etanol.

Speaker #1: E outro. Materiais. Obrigado. Pela pergunta. Realmente. O elétrico. Veio. Seguirá. Será. caminho. Natural. Em diversos. Mercados. Do mundo. A grande questão. Sempre. É. A velocidade.

André Vidal Armaganijan: Obrigado pela pergunta. Realmente, o elétrico veio, seguirá, é um caminho natural em diversos mercados do mundo. A grande questão sempre é a velocidade de implementação e a profundidade, porque surgem outras alternativas. É isso que está acontecendo, e é isso que a gente tem visto, porque o elétrico entrou e tiveram algumas barreiras. A principal delas começou com financiamento, a diferença de preço de produto, e terminou com a infraestrutura de recarga não disponível. A necessidade de colocar uma subestação na garagem do operador para atender mais do que 50 ônibus em uma garagem, isso veio para a mesa. Algumas soluções para facilitar isso, o BESS, outras soluções ajudam, sem dúvida ajudam, mas a gente vê outras regiões buscando outras formas de defender essa bandeira da descarbonização.

Speaker #1: Implementação e a profundidade. Porque surgem outras alternativas. E é isso que está acontecendo, e é isso que a gente tem visto. Porque o elétrico.

Speaker #1: Entrou. Tiveram. Algumas. Barreiras. A principal. Delas. Começou. Com. Financiamento. A diferença. De. Preço. De. Produto. E terminou. Com. A infraestrutura. De. Recarga. Não. Disponível.

Speaker #1: A necessidade. De colocar. Uma. Subestação. Na garagem. Do. Operador. Para. Atender. Mais. Do que. 50. Ônibus. Numa garagem. Então. Isso. Veio. Para. Mesa. Algumas.

Speaker #1: Soluções. Para. Facilitar. Isso. O BES. Outras. Soluções. Ajudam. Sem dúvida. Ajudam. Mas. A gente. Vê. Outras. Regiões. Buscando. Outras. Formas. De. Defender. Essa. Bandeira.

Speaker #1: Da. Descarbonização. E é aí. Que. A Marcopolo. Entra. Com. As distintas. Soluções. Porque. Não é. Mais. Uma. Questão. De. Tentar. Prever. Qual. Será. O futuro.

André Vidal Armaganijan: Aí que a Marcopolo entra com as distintas soluções, porque não é mais uma questão de tentar prever qual será o futuro, é entender que pela nossa dinâmica de atuação global e a nossa variedade de portfólio, a gente vai precisar atuar nas diferentes soluções. É isso. O que tem de positivo nesse contexto? Vamos lembrar que na nossa essência, nós somos um encarroçador de ônibus, então muitas das soluções de propulsão também são disponibilizadas pelo fabricante de chassi. Se você me falar: "E o biodiesel?" Tá, biodiesel, nós temos soluções com parceiros nossos pra botar um ônibus Marcopolo em cima de uma solução biodiesel e colocar esse produto pra rodar.

Speaker #1: É entender que, pela nossa dinâmica de atuação global e a nossa variedade de portfólio, a gente vai precisar atuar nas diferentes soluções. É isso.

Speaker #1: O que. Tem. De. Positivo. Nesse. Contexto. Que. Vamos. Lembrar. Que. Na nossa. Essência. Nós somos. Encarroçador. De. Ônibus. Então. Muitas. Das. Soluções. De. Propulsão.

Speaker #1: Também. São. Disponibilizadas. Pelo. Fabricante. Chassi. Então. Se você. Me falar. E o biodiesel. Tá. Biodiesel. Nós temos. Soluções. Com. Parceiros. Nossos. Para. Botar. Ônibus.

Speaker #1: Marcopolo. Em cima. De. Uma. Solução. Biodiesel. E colocar. Esse. Produto. Para. Rodar. Agora. Tem. outro lado. Que. A gente. Começa. A falar. Sim. Mas.

André Vidal Armaganijan: Tem um outro lado que a gente começa a falar: "Sim, mas existem alternativas, dependendo do mercado e da matriz energética do país, mais interessantes pra serem trabalhadas." Antes de chegar no Brasil, passa pela Argentina. Grande reserva de gás natural, Vaca Muerta. Ali tem uma oportunidade, já está se vendo no mercado argentino, no segmento urbano, um movimento de transição, não do diesel pro elétrico, mas do diesel pro gás, pela matriz do país. Aí você olha pro Brasil e fala: "E o que nós temos no Brasil?" O etanol, que você bem comentou. O etanol hoje, como uma solução do ônibus híbrido, que a gente apresentou já o nosso micro-ônibus híbrido, não é novidade, esse produto já apareceu no mercado.

Speaker #1: Existem. Alternativas. Dependendo. Do. Mercado. E da. Matriz. Energética. Do. País. Mais. Interessante. Para. Serem. Trabalhadas. Então. Antes. De chegar. No Brasil. Passa. Pela. Argentina.

Speaker #1: Grande. Reserva. De. Gás. Natural. Vaca. Muerta. Ali. Tem. Uma. Oportunidade. Já. Está. Se vendo. No mercado. Argentino. No segmento. Urbano. movimento. De. Transição. Não.

Speaker #1: Do. Diesel. Para. Elétrico. Mas. Do. Diesel. Para. O gás. Por. Pela. Matriz. Do. País. E aí. Você. Olha. Para. O Brasil. E fala. E o que.

Speaker #1: Nós temos. No Brasil. O etanol. Que você. Bem. Comentou. Então. O etanol. Hoje. Como. Uma. Solução. Do. Ônibus. Híbrido. Que. A gente. Apresentou. Já.

Speaker #1: O nosso. Micro. Ônibus. Híbrido. Não é. Novidade. Esse. Produto. Já. Apareceu. No mercado. Ele. É. Produto. Onde. Eu. Utilizo. Toda. Propulsão. Dele. Elétrica. Então.

André Vidal Armaganijan: Ele é um produto onde eu utilizo toda a propulsão dele elétrica, ele é um ônibus que se move de forma elétrica, mas ele é carregado por um motorzinho pequeno a etanol, que é um range extender, que é o que faz o papel, esse motor apenas carrega a bateria e ele se move eletricamente. Qual que é o benefício disso? Eu comentei lá atrás que parte do elétrico não acontece pela falta de infraestrutura de recarga. Você não precisa de uma infraestrutura de recarga, você precisa de um posto de gasolina ali, um posto de etanol pra abastecer o teu produto. Quando você coloca esse produto pra rodar em canaviais, em regiões produtoras de cana-de-açúcar, a competitividade do etanol é tão alta que o TCO, o custo de propriedade do produto, é infinitamente melhor do que uma solução elétrica.

Speaker #1: Ele. É. Ônibus. Que. Se. Move. De. Forma. Elétrica. Mas. Ele. É. Carregado. Por. Motorzinho. Pequeno. A etanol. Que. É. Range. Extender. Que. É. O que.

Speaker #1: Faz o papel desse motor. Apenas carrega a bateria e ele se move eletricamente. Qual é o benefício disso? Eu comentei lá atrás que parte do...

Speaker #1: Elétrico não acontece pela falta de infraestrutura de recarga. Você não precisa de infraestrutura de recarga, você precisa de posto de gasolina ali, posto de...

Speaker #1: Etanol. Para. Abastecer. O teu. Produto. E quando. Você. Coloca. Esse. Produto. Para. Rodar. Em. Canaviais. Em. Regiões. Produtoras. De. Cana de açúcar. A competitividade.

Speaker #1: Do. Etanol. É. Tão. Alta. Que. O TCO. O custo. De. Propriedade. Do. Produto. É. Infinitamente. Melhor. Do que. Uma. Solução. Elétrica. Ele. Des. Polui.

André Vidal Armaganijan: Ele despolui de mesma forma, porque o produto, quando eu estou produzindo o etanol, a cana-de-açúcar absorve o gás carbônico. Na vida completa do produto, não é só na vida de rodagem do produto, mas na vida completa, desde a produção da cana-de-açúcar até o descarte do produto, a gente diz que esse é um produto carbono neutro, sem a necessidade de uma infraestrutura de recarga, despoluindo de mesma forma e com o custo de propriedade muito melhor do que um elétrico, dependendo do custo que você tem do etanol nessa região. A gente vai trabalhar as mais diferentes frentes, a gente já tem trabalhado, a gente precisa trabalhar dessa forma e a gente vai trabalhar nesse contexto de também aproveitar as nossas parcerias estratégicas com fabricantes de chassi, que têm desenvolvido soluções descarbonizáveis no seu contexto. Acho que essa é a linha da empresa.

Speaker #1: i. De. Mesma. Forma. Porque. O produto. Quando. Eu. Estou. Produzindo. O etanol. Cana de açúcar. Absorve. O gás. Carbônico. Então. Na vida. Completa. Do.

Speaker #1: Produto. Não é. Só. Na vida. De. Rodagem. De. Produto. Mas. Na vida. Vida completa. Desde. A produção. Da. Cana de açúcar. Até. O descarte.

Speaker #1: Do. Produto. A gente. Diz. Que. Esse. É. produto. Carbono. Neutro. Sem. A necessidade. De. Infraestrutura. De. Recarga. É. Des. Poluindo. De. Mesma. Forma. E com.

Speaker #1: O custo. De. Propriedade. Muito. Melhor. Do que. Elétrico. Dependendo. Da. Zona. Que. Você. O custo. Que. Você. Tem. Do. Etanol. Nessa. Região. Então. A gente.

Speaker #1: Vai. Trabalhar. Mais. Diferentes. Frentes. A gente. Já. Tem. Trabalhado. A gente. Precisa. Trabalhar. Dessa. Forma. E a gente. Vai. Trabalhar. Nesse. Contexto. De. Também.

Speaker #1: Aproveitar as nossas parcerias estratégicas com fabricantes de chassi, que têm desenvolvido soluções descarbonizáveis no seu contexto. Então, acho que essa é a linha da...

Speaker #1: Empresa. Vocês vão ver. Algumas. Alguns. Lançamentos. Interessantes. Da. Nossa. Organização. Da. Nossa. Organização. Principalmente. Na. Latibus. Fica aqui. De novo. O convite. Prestarem. Presentes.

André Vidal Armaganijan: Vocês vão ver alguns lançamentos interessantes da nossa organização, principalmente na LAT.BUS. Fica aqui, de novo, o convite pra estarem presentes de 11 a 13 de agosto, semana que vem, aqui em São Paulo. Essa vai ser a linha da empresa. Vai ser uma linha, como eu falei antes, a descarbonização por si só acontece quando você deixa o automóvel e anda de ônibus, e é ainda mais incentivada com essas soluções de energias limpas que a gente tem trazido pro mercado. Obrigado pela pergunta.

Speaker #1: De 11 a 13 de agosto, semana que vem, aqui em São Paulo. E essa vai ser a linha da empresa, e vai ser.

Speaker #1: Uma linha, como eu falei antes: a descarbonização, por si só, acontece quando você deixa o automóvel, anda de ônibus, e ainda mais, é incentivada com...

Speaker #1: Essas. Soluções. De. Energias. Limpas. Que. A gente. Tem. Trazido. Para o mercado. Obrigado. Pela. Pergunta. Eu vou. Só. Comentar. Também. Que. Time. De arri.

Eduardo Wierich: Eu vou só comentar também que o time de RI vai estar presente na LAT.BUS, fazer a visita lá nos estandes. A gente fica à disposição também pra atendê-los durante o evento.

Speaker #1: Vai estar presente na Latibus. Então, fazer a visita lá nos estandes. A gente fica à disposição também para atendê-los durante o evento, tá bom.

André Vidal Armaganijan: Bom, pessoal, obrigado pela presença. Obrigado novamente aqui por toda essa parceria junto à APIMEC. 25 anos, de fato, é um diferencial e a gente sabe a importância desse relacionamento, a importância de cada vez mais prover o mercado com informações das mais transparentes e consistentes. Nós continuamos aqui à disposição, junto com o nosso time de RI e também dentro das nossas agendas, que periodicamente a gente acaba fazendo em conjunto. Novamente aqui agradecer a presença de todos. Foi mais um trimestre e estamos juntos aí agora dentro desses próximos trimestres. Muito obrigado. Passo a palavra aqui pra gente fazer o encerramento.

Speaker #1: Pessoal. Então. Acho que. Obrigado. Pela. Presença. Obrigado. Novamente. Aqui. Por. Todo. Essa. Parceria. Junto. À. Pimec. 25. Anos. De fato. É. Diferencial. E a gente sabe.

Speaker #1: A importância. Desse. Relacionamento. A importância. De. Cada vez. Mais. Proveu. O mercado. Com. Informações. Mais. Transparentes. E. Consistentes. Nós. Continuamos. Aqui. À disposição. Junto.

Speaker #1: Com. O nosso. Time. De arri. E também. Dentro. Das. Nossas. Agendas. Que. Periodicamente. A gente. Acaba. Fazendo. Em conjunto. E novamente. Aqui. Agradecer. A presença.

Speaker #1: De. Todos. Foi Mais. Trimestre. E a gente. Vamos juntos. Aí. Agora. Dentro. Desses. Próximos. Trimestres. Muito obrigado. Passo a palavra. Aqui. Para. A gente.

Speaker #1: Fazer. O encerramento. Muito. Obrigado. Muito. Obrigado. Pablo. Bom. Muito. Obrigado. Pablo. Obrigado. André. Também. Obrigado. Eduardo. Eu só. Queria. Fazer. Uma. Menção. Rápida. Sobre.

Ricardo Tadeu Martins: Muito obrigado, Pablo. Está funcionando? Bom, muito obrigado, Pablo. Obrigado, André, também. Obrigado, Eduardo. Eu só queria fazer uma menção rápida sobre um questionário de avaliação que está na mesa de vocês, junto com o material, que é justamente ele que embasa, que fundamenta um prêmio que nós temos, que chama Prêmio Qualidade, que justamente avalia a questão da informação. Por favor, preencham esse questionário pra que a gente possa então fazer jus a tudo que foi nos transmitido aqui através dessa excelente reunião. Mais uma vez eu agradeço. Muito obrigado.

Speaker #1: Questionário. De. Avaliação. Que. Está. Na mesa. De. Vocês. Junto. Com. Material. Que. É. Justamente. Ele. Que. Embasa. Que. Fundamenta. Prêmio. Nós temos. Que. Chama.

Speaker #1: Qualidade, prêmio, qualidade, que justamente avalia essa questão da informação. Então, por favor, preencham esse questionário para que a gente possa, então, fazer jus a isso.

Speaker #1: Tudo. Que. Foi. Nos. Transmitido. Aqui. Através. Dessa. Excelente. Reunião. Mais. Uma vez. Eu agradeço. Muito. Obrigado. A conferência. Está. Encerrada. Agradecemos. A participação. De.

Operator 2: A conferência está encerrada. Agradecemos a participação de todos e tenham um bom dia. Goodbye.

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