Q2 2026 C&A Modas SA Earnings Call
Speaker #2: Bom dia. Sejam bem-vindos à videoconferência da C&A referente aos resultados do 2o trimestre de 2026. Estão presentes hoje Paulo Correa, CEO da C&A, e Laurence Beltrão Gomes, CFO e DRI.
[Company Representative] (C&A): Bom dia. Sejam bem-vindos à videoconferência da C&A referente aos resultados do Q2 2026. Estão presentes hoje Paulo Correa, CEO da C&A, e Laurence Beltrão Gomes, CFO e DRI. Essa apresentação e o release de resultados já estão disponíveis na central de resultados do site de RI. Informamos também que esse evento está sendo gravado e traduzido simultaneamente para o inglês. Basta clicar no botão Interpretação para acessar o áudio. A gravação dessa videoconferência também ficará disponível em nosso site de RI. Depois da apresentação, teremos a sessão de perguntas e respostas. Para fazer a sua pergunta por áudio, basta apertar o botão de levantar a mão para entrar na fila, ou se preferir, escreva sua pergunta diretamente no ícone de Q&A, na parte inferior da tela.
Speaker #2: Essa apresentação e o release de resultados já estão disponíveis na central de resultados do site de RI. Informamos também que esse evento está sendo gravado e traduzido simultaneamente para o inglês.
Speaker #2: Basta clicar no botão "Interpretação" para acessar o áudio. A gravação dessa videoconferência também ficará disponível em nosso site de RI. Depois da apresentação, teremos a sessão de perguntas e respostas.
Speaker #2: Para fazer a sua pergunta por áudio, basta apertar o botão de levantar a mão para entrar na fila, ou, se preferir, escreva a sua pergunta diretamente no ícone de Q&A na parte inferior da tela.
Speaker #2: Antes de prosseguir, gostaríamos de esclarecer que eventuais declarações que possam ser feitas durante esta videoconferência relativas perspectivas de negócios da C&A (projeções, metas operacionais e financeiras) constituem, sim, crenças e premissas da administração da companhia, bem como informações atualmente disponíveis para a C&A.
[Company Representative] (C&A): Antes de prosseguir, gostaríamos de esclarecer que eventuais declarações que possam ser feitas durante esta videoconferência relativas perspectivas de negócios da C&A, projeções, metas operacionais e financeiras, constituem-se em crenças e premissas da administração da companhia, bem como informações atualmente disponíveis para a C&A. Considerações futuras não são garantias de desempenho e envolvem riscos, incertezas e premissas, pois se referem a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer. Investidores e analistas devem compreender que condições gerais, condições do setor e outros fatores operacionais podem afetar os resultados futuros da C&A e podem conduzir a resultados que diferem materialmente daqueles expressos em tais condições futuras. Agora, passo a palavra para o Paulo, que iniciará a apresentação.
Speaker #2: Considerações futuras, não são garantias de desempenho, e envolvem riscos e incertezas e premissas pois se referem a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer.
Speaker #2: Investidores e analistas devem compreender que condições gerais, condições do setor e outros fatores operacionais podem afetar os resultados futuros da C&A e podem conduzir a resultados que diferem materialmente daqueles expressos em tais condições futuras.
Speaker #2: Agora, passo a palavra para o Paulo, que iniciará a apresentação.
Speaker #3: Bom dia a todos e a todas. Obrigado por estarem presentes aqui em mais uma divulgação de resultados da C&A. Vamos começar nossos destaques do 2o trimestre, que acho que reforçam o impacto da execução da nossa estratégia de energia.
Paulo Correa Junior: Bom dia a todos e a todas. Obrigado por estarem presentes aqui em mais uma divulgação de resultados da C&A. Vamos começar nossos destaques do Q2, que acho que reforçam o impacto da execução da nossa estratégia Energia. Mesmo num ambiente complexo pro consumo, acho que a gente entregou um crescimento de receita líquida de 5.6% no trimestre, impulsionado pela boa performance da nossa coleção de inverno. A Copa do Mundo, que começou no dia 11 June, afetou o fluxo de clientes durante todo o evento. Foi um evento mais longo e com mais mobilização do que em outras edições. Com isso, a gente observou um ritmo de vendas nas últimas semanas do mês de junho abaixo do esperado.
Speaker #3: Mesmo num ambiente complexo para o consumo, acho que a gente entregou crescimento de receita líquida de 5,6% no trimestre, impulsionado pela boa performance da nossa coleção de inverno.
Speaker #3: A Copa do Mundo, que começou no dia 11 de junho, afetou o fluxo de clientes durante todo o evento. Foi evento mais longo e com mais mobilização do que em outras edições.
Speaker #3: E, com isso, a gente observou ritmo de vendas nas últimas semanas do mês de junho abaixo do esperado. Ainda assim, a companhia entregou Same Store Sales de vestuário de 4,1% em cima de uma base de comparação bastante forte do segundo trimestre de 2025, em que a gente cresceu 17%.
Paulo Correa Junior: Ainda assim, a companhia entregou um same store sales de vestuário de 4.1% em cima de uma base de comparação bastante forte no Q2 2025, em que a gente cresceu 17%. Ao mesmo tempo, alcançamos uma margem bruta de vestuário recorde para esse Q2, de 59.1%, uma expansão de 0.6 percentage point em relação ao Q2 2025. Vale destacar que esse é o 20th trimestre consecutivo de expansão da margem bruta de vestuário, um resultado histórico que reforça a disciplina e a efetividade da nossa gestão comercial. O digital também foi um dos grandes destaques desse trimestre. A gente aumentou a nossa receita em 33.3%, comparado com o Q2 2025. Atingimos 7.7% na participação das vendas de mercadoria, uma evolução de 1.8 percentage points.
Speaker #3: Ao mesmo tempo, alcançamos uma margem bruta de vestuário recorde para este 2º trimestre, de 59,1%, uma expansão de 0,6 ponto percentual em relação ao 2º tri de 2025.
Speaker #3: Acho que vale destacar que esse é o 20º trimestre consecutivo de expansão da margem bruta de vestuário, resultado histórico que reforça a disciplina e a efetividade da nossa gestão comercial.
Speaker #3: O digital também foi dos grandes destaques desse trimestre. A gente aumentou a nossa receita em 33,3% comparado com o 2o tri de 2025, atingimos 7,7% na participação das vendas de mercadoria, uma evolução de 1,8 pontos percentuais.
Speaker #3: Como resultado dessa combinação de crescimento com rentabilidade, também tivemos lucro líquido ajustado recorde para esse 2º tri, totalizando R$130 milhões. Além disso, em linha com a nossa estratégia Energia C&A, seguimos investindo nas principais alavancas de crescimento, incluindo reformas, novas lojas, logística e tecnologia, além do lançamento da nossa primeira loja ACE.
Paulo Correa Junior: Como resultado dessa combinação de crescimento com rentabilidade, também tivemos um lucro líquido ajustado recorde para esse Q2, totalizando BRL 130 million. Além disso, em linha com nossa estratégia Energia C&A, seguimos investindo nas principais alavancas de crescimento, incluindo reformas, novas lojas, logística e tecnologia, além do lançamento da nossa primeira loja ACE. Nossa disciplina de alocação de capital também se materializou com o plano de recompra de ações, que já está com aproximadamente 85% de execução, sendo BRL 64 million recomprados apenas nesse trimestre. Por fim, nosso ROIC alcançou aproximadamente 20% nos últimos 12 months, um patamar que segue acima do nosso custo de capital e que reflete o nosso compromisso com a geração de valor, no longo prazo, para nossa companhia. No próximo slide, queria compartilhar com vocês os principais avanços do Energia C&A nesse trimestre, que segue no seu último ano de execução. Começando pelo pilar produto.
Speaker #3: Nossa disciplina de alocação de capital também se materializou com o plano de recompra de ações que já está com aproximadamente 85% de execução sendo 64 milhões recomprados apenas nesse trimestre.
Speaker #3: Por fim, nosso ROIC alcançou aproximadamente 20% nos últimos 12 meses, patamar que segue acima do nosso custo de capital, e que reflete o nosso compromisso com a geração de valor no longo prazo para a nossa companhia.
Speaker #3: No próximo slide, queria compartilhar com vocês os principais avanços do Energia C&A nesse trimestre, que segue no seu último ano de execução. Começando pelo pilar produto: test and learn continua funcionando como motor de renovação contínua das nossas coleções.
Paulo Correa Junior: Test and Learn continua funcionando como motor de renovação contínua das nossas coleções. A gente vem testando cápsulas menores, a gente vem aprendendo cada vez mais rápido com a resposta da nossa cliente e a gente escala apenas aquilo que está performando bem. Foi exatamente essa metodologia que nos trouxe uma maior assertividade na escalada dos produtos de inverno nesse trimestre, que apresentou temperaturas médias ligeiramente mais altas em comparação ao ano passado. A evolução da nossa estrutura logística vem contribuindo naturalmente para a precisão na locação e na distribuição de produto para as 341 lojas, permitindo ter uma capacidade de distribuição cada vez mais granular e, nesse momento, outros processos estão sendo automatizados, que irão não só ampliar a capacidade de processamento, mas também vai aumentar a velocidade de distribuição dos nossos produtos. Um pilar central da nossa estratégia é a jornada de lojas.
Speaker #3: A gente vem testando cápsulas menores, a gente vem aprendendo cada vez mais rápido com a resposta da nossa cliente, e a gente escala apenas aquilo que está performando bem.
Speaker #3: E foi exatamente essa metodologia que nos trouxe uma maior assertividade na escalada dos produtos de inverno nesse trimestre, que apresentou temperaturas médias ligeiramente mais altas em comparação ao ano passado.
Speaker #3: A evolução da nossa estrutura logística vem contribuindo naturalmente para a precisão na alocação e na distribuição de produto para as 341 lojas, permitindo ter uma capacidade de distribuição cada vez mais granular. Nesse momento, outros processos estão sendo automatizados, o que não só irá ampliar a capacidade de processamento, mas também vai aumentar a velocidade de distribuição dos nossos produtos.
Speaker #3: pilar central da nossa estratégia é a jornada de lojas. E aqui o conceito energia continua sendo o motor dessa transformação. Nossa primeira loja energia foi a flagship do Shopping Center Norte, em São Paulo, ano passado.
Paulo Correa Junior: Aqui o conceito Energia continua sendo o motor dessa transformação. Nossa primeira loja Energia foi a flagship do Shopping Center Norte, em São Paulo, ano passado. A gente ali testou esse novo conceito e esse modelo operacional, que resultou em ganhos consistentes de fluxo, de conversão e, principalmente, venda metro quadrado. A partir desse piloto, a gente desenvolveu alguns versionamentos com níveis diferentes de investimento e a gente começou a expansão desse conceito Energia. Nesse trimestre, a gente inaugurou two novas lojas em Santa Catarina, já com esse conceito, e a gente seguiu com outras three inaugurações para andamento para o Q3, onde a gente vai trazer esse mesmo conceito. Também avançamos com novas two flagships. Em agosto, a gente vai abrir uma delas na Avenida Paulista, um dos endereços mais simbólicos de São Paulo.
Speaker #3: A gente ali testou esse novo conceito e esse modelo operacional, que resultou em ganhos consistentes de fluxo, de conversão e, principalmente, venda metro quadrado.
Speaker #3: E a partir desse piloto, a gente desenvolveu alguns versionamentos com níveis diferentes de investimento, e a gente começou a expansão desse conceito energia. Nesse trimestre, a gente inaugurou duas novas lojas em Santa Catarina, já com esse conceito, e a gente seguiu com outras três inaugurações para andamento e para o terceiro trimestre, onde a gente vai trazer esse mesmo conceito.
Speaker #3: Também avançamos com novas duas flagships. Em agosto, a gente vai abrir uma delas na Avenida Paulista, dos endereços mais simbólicos de São Paulo. E agora, depois de amanhã, vamos reinaugurar nossa loja do Barra Shopping no Rio de Janeiro, uma outra loja icônica dentro do nosso parque de lojas, já dentro do conceito energia.
Paulo Correa Junior: Depois de amanhã, vamos reinaugurar nossa loja do Barra Shopping, no Rio de Janeiro, uma outra loja icônica dentro do nosso parque de lojas, já dentro do conceito energia. Em paralelo à expansão, também estamos acelerando o plano de reformas e a gente concluiu duas reformas nesse trimestre, entre elas a do Shopping Ibirapuera, e além disso, temos outras 18 obras em andamento nesse momento. Conforme spoiler do nosso último call de resultados, a gente lançou a marca ACE, que foi um marco histórico pra gente. A marca nasce com uma proposta complementar à da C&A. É uma moda esportiva, integrada ao dia a dia, que está nessa intersecção entre moda, performance e esse lifestyle de athleisure.
Speaker #3: Em paralelo à expansão, também estamos acelerando o plano de reformas, e a gente concluiu duas reformas nesse trimestre, entre elas a do Shopping Ibirapuera. Além disso, temos outras 18 obras em andamento nesse momento.
Speaker #3: Conforme spoiler do nosso último call de resultados, a gente lançou a marca Ace, que foi marco histórico para a gente. A marca nasce com uma proposta complementar à da C&A.
Speaker #3: É uma moda esportiva integrada ao dia a dia, que está nessa intersecção entre moda, performance e esse lifestyle de athleisure. Essa iniciativa está acompanhando uma transformação estrutural que está acontecendo no mercado, que está impulsionada por esse interesse cada vez maior dos nossos consumidores por este segmento, e essa é uma das tendências mais relevantes do varejo de moda hoje em dia.
Paulo Correa Junior: Essa iniciativa está acompanhando uma transformação estrutural que está acontecendo no mercado, que está impulsionada por esse interesse cada vez maior dos nossos consumidores por este segmento, e essa é uma das tendências mais relevantes do varejo de moda hoje em dia. A C&A atua nesse segmento há décadas, com credibilidade e aprendizado acumulado através da ACE. Agora a gente dá um passo além. A marca ganha uma identidade exclusiva, ao mesmo tempo que ela se beneficia dessa estrutura e desse conhecimento construído pela C&A ao longo desse período. A coleção da ACE traz peças femininas e masculinas com uma ênfase enorme em tecidos tecnológicos e um design mais minimalista. A gente vai ter mais duas lojas em operação até o final deste mês, avançando nessa fase de testes pra gente poder validar o potencial de expansão, sempre dentro do mesmo conceito de testar e escalar.
Speaker #3: A C&A atua nesse segmento há décadas, com credibilidade e aprendizado acumulado através da Ace. E agora a gente dá passo além. A marca ganha uma identidade exclusiva, ao mesmo tempo que ela se beneficia dessa estrutura e desse conhecimento construído pela C&A ao longo desse período.
Speaker #3: A coleção da Ace traz peças femininas e masculinas, com uma ênfase enorme em tecidos tecnológicos e design mais minimalista. A gente vai ter mais duas lojas em operação até o final deste mês, avançando nessa fase de testes para a gente poder validar o potencial de expansão sempre dentro do mesmo conceito de testar e escalar, e esse modelo na nossa opinião tem todos os elementos para se tornar uma frente relevante de crescimento para a companhia como todo.
Paulo Correa Junior: Esse modelo, na nossa opinião, tem todos os elementos pra se tornar uma frente relevante de crescimento para a companhia como um todo. Passando pra jornada online, a gente segue focado em evoluir consistentemente a experiência da cliente em nossos canais digitais, tornando a jornada cada vez mais simples, intuitiva e eficiente. Essa evolução começa pela descoberta dos produtos, com uma navegação com mais conteúdo de moda, a gente vem fazendo essa evolução em toda a jornada de compra. Acho que um dos destaques que a gente já compartilhou é esse Conversational Commerce, que é uma iniciativa que ganha evolução e relevância com os nossos clientes cada vez mais. A integração também entre os canais físico e digital também segue avançando.
Speaker #3: Passando para a jornada online, a gente segue focado em evoluir consistentemente a experiência da cliente em nossos canais digitais. Tornando a jornada cada vez mais simples e intuitiva, e eficiente.
Speaker #3: E essa evolução começa pela descoberta dos produtos, com uma navegação com mais conteúdo de moda e a gente vem fazendo essa evolução em toda a jornada de compra.
Speaker #3: Acho que dos destaques que a gente já compartilhou é esse conversational commerce, que é uma iniciativa que ganha evolução e relevância com os nossos clientes cada vez mais.
Speaker #3: A integração também entre os canais físico e digital também segue avançando. O store mode, que é esse formato que a gente estabeleceu, ele fortalece a conexão da cliente com as nossas lojas.
Paulo Correa Junior: O Store Mode, que é esse formato que a gente estabeleceu, fortalece a conexão da cliente com as nossas lojas Em que você pode usar o aplicativo dentro do ponto de venda pra localizar produtos e ampliar as possibilidades de compra durante a visita. O conjunto dessas iniciativas contribuiu pro crescimento de mais de 33% da receita do site e app no trimestre, o que trouxe uma participação de quase 8% das vendas totais da companhia. Por fim, num pilar de marca e relacionamento, seguimos avançando com força na nossa jornada de transformação pra tornar a C&A uma marca cada vez mais relevante na vida dos nossos clientes. A gente vive num ambiente hoje que tendências e comportamentos evoluem numa velocidade cada vez maior, estar conectado aos nossos clientes é fundamental pra gente se manter sempre um passo à frente.
Speaker #3: Em que você pode usar o aplicativo dentro do ponto de venda para localizar produtos e ampliar as possibilidades de compra durante a visita. O conjunto dessas iniciativas contribuiu para o crescimento de mais de 33% da receita do site app no trimestre, o que trouxe uma participação de quase 8% das vendas totais da companhia.
Speaker #3: Por fim, no pilar de marca e relacionamento, seguimos avançando com força na nossa jornada de transformação para tornar a C&A uma marca cada vez mais relevante na vida das nossas clientes.
Speaker #3: A gente vive num ambiente hoje que tendências e comportamentos evoluem numa velocidade cada vez maior, e estar conectado às nossas clientes é fundamental para a gente se manter sempre passo à frente.
Speaker #3: E é justamente essa conexão que nos permite capturar oportunidades e, ao mesmo tempo, fortalecer a relevância da marca de uma forma consistente ao longo do tempo.
Paulo Correa Junior: É justamente essa conexão que nos permite capturar oportunidades, ao mesmo tempo fortalecer a relevância da marca de uma forma consistente ao longo do tempo. A gente foi novamente parceiro do Todo Mundo no Rio, dessa vez lá com o show da Shakira. Em setembro, vamos participar do Rock in Rio, que são dois dos maiores palcos do país, que ampliam nossa visibilidade e fortalecem nossa conexão com milhões de consumidores. Nesse contexto, seguimos também celebrando com muito orgulho os 50 anos da C&A no Brasil. Esse mês de agosto é o marco oficial dessa celebração. Essas iniciativas todas reforçam o papel da C&A como uma marca conectada, presente nos momentos que mais importam para nossos clientes, e capaz de construir essa relevância de uma maneira contínua e consistente. Com isso, encerro a minha seção e passo a palavra ao Laurence, que vai detalhar nosso desempenho financeiro nesse trimestre.
Speaker #3: A gente foi novamente parceira do Todo Mundo no Rio, dessa vez lá com o show da Shakira, em setembro vamos participar do Rock in Rio, que são dois dos maiores palcos do país, que ampliam nossa visibilidade e fortalecem nossa conexão com milhões de consumidores.
Speaker #3: Nesse contexto, seguimos também celebrando, com muito orgulho, os 50 anos da C&A no Brasil. Este mês de agosto é o marco oficial dessa celebração.
Speaker #3: Essas iniciativas todas reforçam o papel da C&A como uma marca conectada, presente, nos momentos que mais importam para nossas clientes. E capaz de construir essa relevância de uma maneira contínua e consistente.
Speaker #3: Com isso, encerro a minha sessão e passo a palavra ao Laurence, que vai detalhar nosso desempenho financeiro neste trimestre.
Speaker #2: Obrigado, Paulo. Bom dia a todos. Começando então aqui pela receita líquida de mercadorias, nós registramos aqui mais um trimestre de crescimento. A receita líquida de vestuário alcançou R$ 1,9 bilhão no trimestre, crescimento de 5,6% em relação ao segundo trimestre de 2025.
Laurence Beltrão Gomes: Obrigado, Paulo. Bom dia a todos. Começando pela receita líquida de mercadorias, nós registramos mais um trimestre de crescimento. A receita líquida de vestuário alcançou BRL 1.9 billion no trimestre, um crescimento de 5.6% em relação ao Q2 2025, e foi acompanhado por um crescimento do same store sales de 4.1%, mesmo diante de uma base de comparação bastante forte de 17% no ano anterior. Aqui, uma visão de dois anos, a receita líquida de vestuário acumulou um crescimento de aproximadamente 24%, demonstrando a força da nossa proposta de valor e a efetividade das iniciativas da estratégia Energia C&A. Esse desempenho foi impulsionado, principalmente pela boa performance da coleção de inverno, construída a partir da metodologia do Test and Learn, além da evolução contínua da gestão comercial.
Speaker #2: E foi acompanhado por crescimento do same store sales de 4,1%, mesmo diante de uma base de comparação bastante forte de 17% no ano anterior.
Speaker #2: Aqui, uma visão de dois anos: a receita líquida de vestuário acumulou crescimento de aproximadamente 24%, demonstrando a força da nossa proposta de valor e a efetividade das iniciativas da estratégia Energia C&A.
Speaker #2: Esse desempenho foi impulsionado principalmente pela boa performance da coleção de inverno, construída a partir da metodologia do test and learn, além da evolução contínua da gestão comercial.
Laurence Beltrão Gomes: Em mercadorias, vale lembrar que o menor ritmo de crescimento é impactado pela desmobilização da operação de telefonia, que foi concluída no ano passado. Além disso, a categoria de beleza também enfrentou um ambiente um pouquinho mais desafiador aqui no trimestre. Passando para falar um pouquinho do digital, o site e o aplicativo continuaram apresentando um desempenho bastante consistente e seguem como uma das principais alavancas de crescimento da companhia. A receita líquida do digital atingiu BRL 154 million no trimestre, um crescimento de 33% em relação ao Q2 2025, marcando o tenth quarter consecutivo de expansão anual. Com isso, a participação do digital nas vendas de mercadorias atingiu aproximadamente 7.8%, um aumento de quase two percentage points versus o ano anterior.
Speaker #2: Em mercadorias, vale lembrar que o menor ritmo de crescimento é impactado pela desmobilização da operação de telefonia que foi concluída no ano passado. Além disso, a categoria de beleza também enfrentou ambiente pouquinho mais desafiador aqui no trimestre.
Speaker #2: Passando para falar pouquinho do digital, o site, o aplicativo continuaram apresentando desempenho bastante consistente, seguem como uma das principais alavancas de crescimento da companhia.
Speaker #2: A receita líquida do digital atingiu R$154 milhões no trimestre, um crescimento de 33% em relação ao segundo trimestre de 2025, marcando o 10º trimestre consecutivo de expansão anual.
Speaker #2: Com isso, a participação do digital nas vendas de mercadorias atingiu aproximadamente 7,8%, aumento de quase 2 pontos percentuais versus o ano anterior. Esse crescimento também reflete os investimentos que temos realizado na evolução da experiência digital, incluindo avanços das ferramentas de inteligência artificial e da jornada conversacional, que vem aumentando o engajamento e a taxa de conversão.
Laurence Beltrão Gomes: Esse crescimento também reflete os investimentos que temos realizado na evolução da experiência digital, incluindo avanços das ferramentas de inteligência artificial e da jornada conversacional, que vêm aumentando o engajamento e a taxa de conversão. Também seguimos fortalecendo a omnicanalidade do modelo de negócios, ampliando a disponibilidade de estoque e a conveniência de compra, o que também contribuiu para tornar a experiência omnicanal cada vez mais relevante para as nossas clientes. Nessa página eu mostro a margem bruta. Margem bruta de vestuário do trimestre atingiu 59.1%, uma expansão de 0.6 percentage point em relação ao mesmo período do ano passado, marcando o 20th quarter consecutivo de crescimento na comparação anual. Esse resultado reflete a combinação de disciplina comercial, maior assertividade dos produtos de moda e a evolução de ferramentas analíticas que têm sido desenvolvidas dentro do hub de inteligência comercial.
Speaker #2: Também, a gente seguiu fortalecendo a omnicanalidade do modelo de negócios, ampliando a disponibilidade de estoque e a conveniência de compra, o que também contribuiu para tornar a experiência omnicanal cada vez mais relevante para as nossas clientes.
Speaker #2: Na próxima nessa página aqui, eu mostro aqui a margem bruta de vestuário do trimestre atingiu 59,1%, uma expansão de 0,6 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano passado, marcando o 20o trimestre consecutivo de crescimento na comparação anual.
Speaker #2: Esse resultado reflete a combinação de disciplina comercial, maior assertividade dos produtos de moda e a evolução de ferramentas analíticas que têm sido desenvolvidas dentro do hub de inteligência comercial.
Speaker #2: Também o trabalho comentado da ferramenta e metodologia do Test and Learn, que, aliado ao amadurecimento dos algoritmos de precificação e à valorização do real, também contribuíram aqui positivamente para essa expansão da margem bruta do vestuário no período.
Laurence Beltrão Gomes: Também o trabalho comentado, a ferramenta, a metodologia do Test and Learn, que aliado ao amadurecimento dos algoritmos de precificação e a valorização do real também contribuíram positivamente para essa expansão da margem bruta do vestuário no período. Nas despesas operacionais, faço alguns comentários importantes. A falta de diluição de despesas aqui é um efeito da mudança de mix da receita líquida total, que eu logo vou explicar. Começando pelo SG&A pré-IFRS, que cresceu 2.7%, foi um crescimento bem abaixo da inflação do período. As despesas com vendas cresceram, principalmente, em função da abertura de novas lojas. São 11 novas lojas a mais em relação ao mesmo período do ano passado, e do aumento dos investimentos em marketing, especialmente aqueles associados às iniciativas de fortalecimento da marca.
Speaker #2: Nas despesas operacionais, aqui faço alguns comentários importantes. A falta de diluição de despesas aqui é efeito da mudança de mix da receita líquida ao total, que eu logo vou explicar.
Speaker #2: Mas começando pelo SG&A pré e FRS, que cresceu 2,7%, foi crescimento bem abaixo da inflação do período. As despesas com vendas cresceram principalmente em função da abertura de novas lojas, são 11 novas lojas a mais em relação ao mesmo período do ano passado, e do aumento dos investimentos em marketing, especialmente aqueles associados às iniciativas de fortalecimento da marca.
Speaker #2: Por outro lado, as despesas gerais e administrativas apresentaram redução de 6,4%, refletindo ganhos de eficiência operacional e também menor provisão relacionada ao plano de incentivo de longo prazo.
Laurence Beltrão Gomes: As despesas gerais e administrativas apresentaram redução de 6.4%, refletindo ganhos de eficiência operacional e também menor provisão relacionada ao plano de incentivo de longo prazo. Ainda assim, observamos uma pressão de aproximadamente 0.6 percentage point na relação SG&A sobre receita líquida, que é explicada, principalmente, por dois efeitos de comparabilidade, ou seja, base de comparação em relação à receita líquida total. Primeiro é o encerramento da parceria da GSI com o Bradescard, que reduziu a receita de serviços financeiros comparado ao ano anterior. O segundo é a conclusão da desmobilização da operação de telefonia, que também reduziu a receita de mercadorias quando comparado ao Q2 de 2025.
Speaker #2: Ainda assim, observamos uma pressão de aproximadamente 0,6 ponto percentual na relação SG&A sobre receita líquida e que é explicada principalmente por dois efeitos de comparabilidade.
Speaker #2: Ou seja, base de comparação em relação à receita líquida total. Primeiro, é encerramento da parceria da JV com o Bradescar, que reduziu a receita de serviços financeiros comparado ao ano anterior.
Speaker #2: E o segundo é a conclusão da desmobilização da operação de telefonia, que também reduziu a receita de mercadorias quando comparado ao segundo trimestre de 2025.
Speaker #2: Quando a gente ajusta esses dois efeitos de comparação, observamos que a companhia teria entregado aproximadamente 0,8 ponto percentual de diluição de despesas no trimestre evidenciando a nossa atenção e rigoroso controle no gerenciamento de despesas operacionais.
Laurence Beltrão Gomes: Quando a gente ajusta esses dois efeitos de comparação, observamos que a companhia teria entregado aproximadamente 0.8 percentage point de diluição de despesas no trimestre, evidenciando a nossa atenção e rigoroso controle no gerenciamento de despesas operacionais. Passando para o C&A Pay, como temos mencionado ultimamente, seguimos enxergando o Pay como uma importante ferramenta de relacionamento e fidelização. Neste trimestre, a receita do Pay atingiu BRL 93.4 million, um crescimento de 9.4% em relação ao Q2 de 2025. Essa evolução foi impulsionada, principalmente, pelo maior desempenho da modalidade de parcelado com juros. A penetração do C&A Pay alcançou 28.2% das vendas do varejo, uma leve expansão de 0.3 percentage points, mantendo-se em um patamar saudável.
Speaker #2: Passando para o C&A Pay, como temos mencionado ultimamente, seguimos enxergando o Pay como uma importante ferramenta de relacionamento e fidelização. Nesse trimestre, a receita do Pay atingiu 93,4 milhões, crescimento de 9,4% em relação ao segundo trimestre de 2025.
Speaker #2: Essa evolução, ela foi impulsionada principalmente pelo maior desempenho da modalidade de parcelado com juros. A penetração do C&A Pay alcançou 28,2% das vendas do varejo, uma leve expansão de 0,3 pontos percentuais mantendo-se em patamar saudável.
Speaker #2: A nossa carteira de até 360 dias encerrou o trimestre em 978 milhões, crescimento de 10,2% em relação ao ano anterior, e que veio acompanhado de uma melhora consistente dos indicadores de qualidade da carteira.
Laurence Beltrão Gomes: A nossa carteira de até 360 dias encerrou o trimestre em BRL 978 million, um crescimento de 10.2% em relação ao ano anterior, e que veio acompanhado de uma melhora consistente dos indicadores de qualidade da carteira. Outro destaque aqui foi a redução de mais de 25% das despesas com vendas da operação financeira, refletindo ganhos de eficiência e flexibilidade também do modelo operacional dessa operação. Essa combinação entre o crescimento e assertividade na concessão de crédito do Pay permitiu que o resultado operacional do negócio atingisse BRL 15.4 million. Na próxima página, eu comento um pouquinho mais aqui, dando zoom sobre a inadimplência. A mensagem principal dessa página é a continuidade da melhora dos indicadores de crédito. O NPL acima de 90 dias encerrou o trimestre em 13.4%, uma redução expressiva de 3.7 percentage points em relação ao Q2 de 2025.
Speaker #2: Outro destaque aqui foi a redução de mais de 25% das despesas com vendas da operação financeira, refletindo ganhos de eficiência e flexibilidade também do modelo operacional dessa operação.
Speaker #2: Essa combinação entre o crescimento e a assertividade na concessão de crédito do Pay permitiu que o resultado operacional do negócio atingisse 15,4 milhões. Na próxima página, eu comento pouquinho mais aqui dando zoom sobre a inadimplência e aqui a mensagem principal aqui dessa página é a continuidade da melhora dos indicadores de crédito, o NPL acima do de 90 dias encerrou o trimestre em 13,4%, uma redução expressiva de 3,7 pontos percentuais em relação ao segundo trimestre de 2025.
Speaker #2: A formação de NPL também seguiu melhorando e atingiu 4% da carteira. Além disso, mantivemos também níveis bastante confortáveis de cobertura superiores a 113%. Na próxima página, comento aqui sobre o EBITDA, o EBITDA ajustado pré e FRS 16 totalizou 307 milhões no trimestre, com margem de 14,7%.
Laurence Beltrão Gomes: A formação de NPL também seguiu melhorando e atingiu 4% da carteira. Mantivemos também níveis bastante confortáveis de cobertura superiores a 113%. Na próxima página, comento aqui sobre o EBITDA. O EBITDA ajustado pré-IFRS 16 totalizou BRL 307 million no trimestre, com margem de 14.7%. Temos observado aqui uma pequena redução da margem quando comparado ao ano passado, é importante destacar que essa dinâmica está diretamente relacionada aos efeitos de comparabilidade da receita líquida total de 2025, que eu comentei na página anterior, isso limitou a diluição de despesas operacionais. Passando para o lucro líquido ajustado, nessa próxima página. Nosso lucro líquido ajustado atingiu BRL 130 million no trimestre. Esse resultado representa um crescimento de 4.3% em relação ao Q2 2025 e um novo recorde para um Q2 of C&A.
Speaker #2: Embora temos observado aqui uma pequena redução da margem quando comparada ao ano passado, é importante destacar que essa dinâmica ela está diretamente relacionada aos efeitos de comparabilidade da receita líquida total de 2025, que eu comentei na página anterior e isso limitou a diluição de despesas operacionais.
Speaker #2: Passando aqui para o lucro líquido ajustado, nessa próxima página, nosso lucro líquido ajustado atingiu então 130 milhões no trimestre, esse resultado ele representa crescimento de 4,3% em relação ao segundo trimestre de 2025 e novo recorde para segundo trimestre da C&A.
Speaker #2: A margem líquida ajustada alcançou 6,2%, uma expansão de 0,2 ponto percentual, e o resultado demonstra a capacidade da companhia de combinar crescimento e expansão de margem bruta disciplina financeira e eficiência operacional.
Laurence Beltrão Gomes: A margem líquida ajustada alcançou 6.2%, uma expansão de 0.2 percentage point, o resultado demonstra a capacidade da companhia de combinar crescimento, expansão de margem bruta, disciplina financeira e eficiência operacional. Próxima página, mostro aqui a foto dos investimentos. Neste trimestre, nós investimos aproximadamente BRL 120 million, um crescimento de 6.6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os recursos foram direcionados principalmente pra expansão e modernização da rede de lojas, pra evolução da cadeia de suprimentos e também à continuidade das iniciativas de transformação digital. Entre os destaques do período estão as inaugurações de novas lojas Energia C&A, a primeira loja ACE e o avanço do programa de reforma de lojas. Próxima página, comento então sobre o capital de giro.
Speaker #2: Próxima página, mostro aqui a figura, a foto dos investimentos, aqui principalmente nesse trimestre nós investimos aproximadamente 120 milhões de reais, crescimento de 6,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Speaker #2: Os recursos foram direcionados principalmente para expansão e modernização da rede de lojas, para evolução da cadeia de suprimentos e também a continuidade das iniciativas de transformação digital.
Speaker #2: Entre os destaques aqui do período estão as inaugurações de novas lojas energia, a primeira loja ACE e o avanço do programa de reforma de lojas.
Speaker #2: Próxima página, comento então sobre o capital de giro, nós então observamos aqui aumento de aproximadamente 19 dias no ciclo de conversão de caixa em relação ao segundo trimestre de 2025, sendo o principal ofensor aumento de 18 dias nos dias de estoque na comparação anual.
Laurence Beltrão Gomes: Nós observamos um aumento de aproximadamente 19 days no ciclo de conversão de caixa em relação ao Q2 2005, sendo o principal responsável um aumento de 18 days nos dias de estoque na comparação anual. Essa variação nos dias de estoque possui four componentes principais. First, que explica aproximadamente metade desse aumento nos dias de estoques, é a saída de telefonia. Essa categoria apresenta um giro significativamente superior ao vestuário, ou seja, ela estruturalmente tem dias de estoque menor. O segundo fator foi uma base baixa de estoques de vestuário observada na saída do Q2 2025, em função de uma venda muito forte de inverno no ano passado. Terceiro, a venda abaixo do esperado durante a parte do mês de junho, em função do menor fluxo causado pela Copa do Mundo.
Speaker #2: Essa variação nos dias de estoque possui quatro componentes principais. Primeiro, é que ele explica aproximadamente metade desse aumento dos dias de estoques, é a saída de telefonia.
Speaker #2: Essa categoria ela apresenta giro significativamente superior ao vestuário, ou seja, ela estruturalmente tem dias de estoque menor. O segundo fator foi uma base baixa de estoques de vestuário observada na saída do segundo trimestre de 2025 em função de uma venda muito forte de inverno no ano passado.
Speaker #2: Terceiro, a venda abaixo do esperado durante a parte do mês de junho em função do menor fluxo causado pela Copa do Mundo e por fim uma aceleração também do plano de expansão e a abertura de lojas que naturalmente exige uma preparação antecipada e maior cobertura de estoques.
Laurence Beltrão Gomes: Por fim, uma aceleração também do plano de expansão e a abertura de lojas que naturalmente exige uma preparação antecipada e maior cobertura de estoques. Na outra dimensão, no contas a receber, tivemos um aumento de three days associado principalmente à maior participação dos planos de parcelado com juros dentro do C&A Pay. Esse efeito foi parcialmente compensado por um aumento de two days no prazo médio de pagamento a fornecedores. O ciclo de caixa no trimestre teve aumento de 19 days e que acreditamos, já caminha para uma normalização ainda dentro deste ano. Próxima página, sobre alocação de capital, comento um pouco sobre o retorno sobre o capital investido. Mesmo em um trimestre marcado por maior volume de investimentos e uma pressão temporária no capital de giro, nós encerramos o período com o ROIC dos últimos 12 months LTM de aproximadamente 20%.
Speaker #2: Na outra dimensão, no contas a receber, tivemos aumento de três dias associado aqui principalmente à maior participação dos planos de parcelado com juros dentro do C&A Pay.
Speaker #2: Esse efeito ele foi parcialmente compensado por aumento de dois dias no prazo médio de pagamento a fornecedores. Com isso, o ciclo de caixa no trimestre teve aumento de 19 dias e que acreditamos já caminha para uma normalização ainda dentro deste ano.
Speaker #2: Próxima página, sobre alocação de capital, comento pouco sobre o retorno sobre o capital investido, mesmo em trimestre aqui marcado por maior volume de investimentos, uma pressão temporária no capital de giro, nós encerramos aqui o período com ROIC dos últimos 12 meses, LTM de aproximadamente 20%.
Speaker #2: E esse é patamar que permanece significativamente acima do custo de capital da companhia e demonstra a disciplina na alocação de recursos. A gente continua priorizando projetos com elevado potencial de retorno, o que reforça a nossa capacidade de gerar valor de forma sustentável ao longo do tempo.
Laurence Beltrão Gomes: Esse é um patamar que permanece significativamente acima do custo de capital da companhia e demonstra a disciplina na alocação de recursos. A gente continua priorizando projetos com elevado potencial de retorno, que reforça a nossa capacidade de gerar valor de forma sustentável ao longo do tempo. Próxima e última página, falando sobre a dívida líquida e alavancagem. Aqui eu gostaria de comentar um pouquinho sobre a nossa posição financeira. Nós seguimos o processo de desalavancagem. A dívida bruta encerrou o trimestre em BRL 952 million, uma redução de 26% em relação ao ano anterior. Ao mesmo tempo, mantivemos uma posição de caixa robusta de BRL 782 million.
Speaker #2: Próxima e última página, falando sobre a dívida líquida e alavancagem, aqui eu gostaria de comentar pouquinho aqui sobre a nossa posição financeira. Nós seguimos o processo de desalavancagem, a dívida bruta encerrou o trimestre em 952 milhões, uma redução de 26% em relação ao ano anterior, ao mesmo tempo mantivemos uma posição de caixa robusta de 782 milhões de reais.
Speaker #2: Com isso, alavancagem permaneceu em apenas 0,2 vezes EBITDA sobre dívida líquida, o que é dos níveis, é dos níveis mais baixos da história recente da companhia, mesmo incluindo aqui nesse número a execução do programa de recompra de ações do qual já executamos 85% e que representou aproximadamente 65 milhões de reais em recompras de ações da C&A dentro do segundo trimestre de 2026.
Laurence Beltrão Gomes: Com isso, a alavancagem permaneceu em apenas 0.2x EBITDA sobre dívida líquida, é um dos níveis mais baixos da história recente da companhia, mesmo incluindo aqui nesse número a execução do programa de recompra de ações, do qual já executamos 85% e que representou aproximadamente BRL 65 million em recompras de ações da C&A dentro do Q2 de 2026. Essa estrutura financeira sólida permite continuar investindo no crescimento da companhia, permite avançar na execução da Energia C&A e, ao mesmo tempo, permite capturar oportunidades de aumentar o retorno aos acionistas. Com esses comentários, eu encerro a minha apresentação dos números e convido a todos agora pra sessão de perguntas e respostas.
Speaker #2: Essa estrutura financeira sólida ela permite continuar investindo no crescimento da companhia, permite avançar na execução da energia C&A e ao mesmo tempo ela permite capturar oportunidades de aumentar o retorno aos acionistas.
Speaker #2: Então, com esses comentários aqui, eu encerro a minha apresentação dos números e convido a todos agora para a sessão de perguntas e respostas.
Speaker #1: Obrigada. Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas. Para fazer sua pergunta por áudio, basta clicar em levantar a mão para entrar na fila.
[Company Representative] (C&A): Obrigada. Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas. Para fazer sua pergunta por áudio, basta clicar em levantar a mão para entrar na fila. Ou se preferir, escreva sua pergunta diretamente no ícone de Q&A, na parte inferior da tela. A nossa primeira pergunta vem do senhor Luiz Guanais, do BTG Pactual. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #1: Ou, se preferir, escreva sua pergunta diretamente no ícone de Q&A na parte inferior da tela. A nossa primeira pergunta vem do senhor Luiz Guanais, do BTG Pactual.
Speaker #1: Por favor, pode prosseguir.
Speaker #3: Bom dia, Paulo. Bom dia, Laurence. Eu acho que uma pergunta aqui do nosso lado, se vocês pudessem comentar pouquinho sobre a dinâmica de margem bruta, que foi dos highlights do trimestre, highlight positivo, se vocês pudessem comentar sobre o posicionamento de preços e o posicionamento de coleções na pirâmide de produtos e aí como é que vocês estão vendo a competição ao longo dos últimos meses também.
Luiz Guanais: Bom dia, Paulo. Bom dia, Laurence. Eu acho que uma pergunta aqui do nosso lado, se vocês pudessem comentar um pouquinho sobre a dinâmica de margem bruta, que foi um dos highlights do trimestre, um highlight positivo. Se vocês pudessem comentar sobre posicionamento de preços e o posicionamento de coleções na pirâmide de produtos, e como é que vocês estão vendo a competição ao longo dos últimos meses também. Obrigado
Speaker #3: Obrigado.
Speaker #4: Guanais, bom dia. Obrigado pela tua pergunta. Cara, sim, eu acho que a dinâmica de margem bruta permanece bastante consistente em relação ao que a gente vinha fazendo.
Paulo Correa Junior: Guanais, bom dia. Obrigado pela tua pergunta. Eu acho que a dinâmica de margem bruta permanece bastante consistente em relação ao que a gente vinha fazendo. O posicionamento de preços também continua sendo estável em relação ao que a gente sempre praticou, um posicionamento competitivo, um posicionamento completamente montado em cima das principais categorias, um monitoramento contínuo das principais categorias e posicionamento de preço de cada um. O Q2 foi um trimestre que tem dois eventos, tanto Mães quanto Namorados, que foram bons eventos, o que traz sempre uma dinâmica de ofertas específicas para esses dois eventos. Eu acho que a gente foi bem competitivo nesse sentido, e ao mesmo tempo conseguimos dar um passo à frente na gestão da margem como um todo.
Speaker #4: O posicionamento de preços também continua sendo estável em relação ao que a gente sempre praticou, posicionamento competitivo, posicionamento completamente montado em cima das principais categorias, o monitoramento contínuo das principais categorias e o posicionamento de preços de cada Então, no segundo trimestre, foi trimestre que tem dois eventos, tanto mães quanto namorados, que foram bons eventos.
Speaker #4: O que traz sempre uma dinâmica de ofertas específicas para esses dois eventos e eu acho que a gente foi bem competitivo nesse sentido. E ao mesmo tempo conseguimos dar passo à frente na gestão da margem como todo.
Speaker #4: Então, eu acho que foi uma dinâmica consistente, nenhuma grande mudança em relação ao que a gente vinha fazendo e o resultado eu acho que foi bastante positivo também.
Paulo Correa Junior: Eu acho que foi uma dinâmica consistente, nenhuma grande mudança em relação ao que a gente vinha fazendo e o resultado eu acho que foi bastante positivo também.
Luiz Guanais: Tá ótimo, Paulo, super obrigado pela resposta.
Speaker #3: Está ótimo, Paulo. Super obrigado pela resposta.
Speaker #1: Nossa próxima pergunta vem do senhor Victor Rogatis, do Itaú BBA. Por favor, pode prosseguir.
[Company Representative] (C&A): Nossa próxima pergunta vem do senhor Victor Rogatis do Itaú BBA. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #3: Bom dia, pessoal. Rogastin aqui. Duas perguntas aqui do nosso lado. A primeira, Paulo, acho que não tem como fugir muito da pergunta da dinâmica da evolução de vendas ao longo agora do segundo semestre.
Victor Rogatis: Bom dia, pessoal. Rogatinho aqui. Two perguntas aqui do nosso lado. A primeira, Paulo, acho que não tem como fugir muito da pergunta da dinâmica da evolução de vendas ao longo agora do H2. Acho que é um tema que, conversando aqui com os investidores, tem mais preocupado. Essa potencial desaceleração macro, juros mais altos por mais tempo. Existe um ceticismo maior, sim, em relação ao varejo agora para o H2. Especificamente no mês de julho, quando a gente olha os dados aqui do IDAT, a gente viu, em geral, uma desaceleração mais importante da economia. É o que é, enfim, acho que não tem como fugir muito, o que vocês puderem dividir em relação a julho, quando comparado, obviamente, ao desempenho do Q2, acho que seria super legal para esclarecer esse ponto. Essa é a primeira pergunta.
Speaker #3: Acho que é tema que conversando aqui com os investidores tem mais preocupado essa potencial de aceleração macro, juros mais alto por mais tempo, então existe ceticismo maior sim em relação ao varejo agora para o segundo semestre.
Speaker #3: E especificamente no mês de julho, quando a gente olha os dados aqui do IDATE, a gente viu em geral uma desaceleração mais importante da economia.
Speaker #3: É o que é, mas enfim, acho que não tem como fugir muito o que vocês puderem dividir em relação a julho quando comparado, obviamente, ao desempenho do segundo trimestre, acho que seria super legal para esclarecer esse ponto.
Speaker #3: Essa é a primeira pergunta. E a segunda, Laurence, esse ponto do estoque, acho que ficou super claro na apresentação, mas só para ter claro, assim, quanto que dessa piora de estoque você acredita que a gente já vê normalizando terceiro tri barra quarto tri e quando você diz normalizar, Laurence, é voltar para o patamar histórico de estoque, ou seja, em algum momento a gente deveria ver uma liberação de capital de giro de estoque e quanto disso na sua visão poderia eventualmente trazer algum, entre aspas, risco de margem bruta de, enfim, você ter que vender de repente com uma margem pouco pior ou coisa do gênero.
Victor Rogatis: A segunda, Laurence, esse ponto do estoque, acho que ficou super claro na apresentação, mas só para ter claro, quanto dessa piora de estoque você acredita que a gente já vê normalizando Q3/Q4? Quando você diz normalizar, Laurence, é voltar para o patamar histórico de estoque, ou seja, em algum momento a gente deveria ver uma liberação de capital de giro de estoque e quanto disso, na sua visão, poderia eventualmente trazer algum, entre aspas, risco de margem bruta de você ter que vender de repente com uma margem um pouco pior ou coisa do gênero. Acho que é super legal esclarecer esse ponto também. São essas two. Obrigado, pessoal.
Speaker #3: Acho que é super legal esclarecer esse ponto também. São essas duas. Obrigado, pessoal.
Speaker #4: E assim, obrigado pela sua pergunta. Cara, primeiro em relação ao segundo semestre, eu acho que eu comentei pouco, cara, se você, acho que dos indicadores que mais correlacionam para a gente com relação à performance de vendas tem a ver com o fluxo.
Paulo Correa Junior: Rogatinho, obrigado pelas suas perguntas. Primeiro, em relação ao H2, eu acho que eu comentei um pouco. Acho que um dos indicadores que mais correlacionam para a gente com relação à performance de vendas tem a ver com fluxo. Se você pensasse num gráfico de fluxo, é muito claro o que aconteceu pré-Copa, num determinado nível, Copa do Mundo num nível mais baixo e que pegou quase 20 days em junho e mais quase 20 days em julho. Logo após Copa do Mundo, e eu estou falando aqui até inclusive essa semana, a gente vê a volta do fluxo no mesmo patamar pré-Copa. Eu acho que é interessante também, em cima das análises que vocês têm, que é um indicador muito legal que vocês têm, que é o IDAT. Eu acho que esse fenômeno Copa do Mundo também impactou o varejo de alguma forma.
Speaker #4: E o que a gente, se você pensasse num gráfico de fluxo é muito claro o que aconteceu pré-copa num determinado nível, copa do mundo num nível mais baixo e que pegou quase 20 dias em junho e mais quase 20 dias em julho, e aí logo após copa do mundo e a gente está falando aqui até inclusive essa semana, a gente vê a volta do fluxo no mesmo patamar pré-copa.
Speaker #4: Então, eu acho que é interessante também em cima das análises que vocês têm e que o indicador muito legal que vocês têm que é o IDATE, eu acho que esse fenômeno copa do mundo também impactou o varejo de alguma forma então não sei se a conta deve cair só na atividade econômica, acho que tem uma dinâmica específica de consumo diferente nesse período.
Paulo Correa Junior: Não sei se a conta deve cair só na atividade econômica. Acho que tem uma dinâmica específica de consumo diferente nesse período. A gente viu, de fato, nas primeiras semanas de julho, o mesmo impacto que a gente viu no final de junho. O nosso crescimento no trimestre seria certamente maior se não houvesse Copa do Mundo, não só no Q2, como também no Q3. Teve um impacto, sim, não dá para negar. Eu também tenho a mesma preocupação que você no que diz respeito à atividade econômica, também traz muita certeza a dinâmica própria de eleições desse final de ano, o que isso pode gerar de mudança de comportamento de consumo. A gente tem um olhar bastante positivo olhando para o semestre.
Speaker #4: A gente viu de fato nas primeiras semanas de julho o mesmo impacto que a gente viu no final de junho. A nossa nosso crescimento do trimestre seria certamente maior se não houvesse copa do mundo.
Speaker #4: Não só no Q2, como também no Q3. Então, teve impacto sim, não dá para negar, mas eu também tenho a mesma preocupação que você no que diz respeito à atividade econômica mas também traz muita certeza a dinâmica própria de eleições desse final de ano, o que isso pode gerar de mudança de comportamento de consumo mas a gente tem olhar bastante positivo olhando para o semestre, tá, cara?
Paulo Correa Junior: Quando a gente olha, primeiro, o nível de preparação que a gente está fazendo com relação às nossas coleções, percepção de valor, evolução de produto, consistência dos produtos-chave, e junto com essa retomada de fluxo que acaba acontecendo logo após o fim da Copa, nos dá não uma euforia, mas um sentimento positivo de que a gente pode avançar de uma maneira consistente até o final do ano. Obviamente, o contexto macro a gente não controla, nós vamos estar superatentos, mas acho que é importante trazer esse elemento. Com relação aos estoques, me permite começar aqui e Laurence pode pular. Quando a gente fala de normalização, é dentro dessa estratégia que a gente está falando. Tem muito moving parts aqui na conversa, porque primeiro, no ano passado, o Q3 ainda teve o efeito do assunto de telefonia celular.
Speaker #4: Assim, quando a gente olha primeiro o nível de preparação que a gente está fazendo com relação às nossas coleções, percepção de valor, evolução de produto, consistência dos produtos chaves, e junto com esse essa retomada de fluxo que acaba acontecendo logo após o fim da copa, nos dá não uma euforia, mas sentimento positivo de que a gente pode avançar de uma maneira consistente até o final do até o final do ano.
Speaker #4: Obviamente o contexto macro a gente não controla não, vamos estar super atentos, mas eu acho que é importante trazer esse elemento. Com relação aos estoques, cara, me permite começar aqui e Laurence pode pular aqui.
Speaker #4: Quando a gente fala de normalização, é dentro dessa estratégia que a gente está falando, né? Tem muito moving parts aqui na conversa, porque primeiro, no ano passado o Q3 ainda teve o efeito do assunto de telefonia celular.
Speaker #4: Então, isso de alguma forma continua atrapalhando uma comparabilidade pura do nosso nível de estoque desse ano contra o nível de estoque do ano passado.
Paulo Correa Junior: Isso, de alguma forma, continua atrapalhando uma comparabilidade pura do nosso nível de estoque desse ano contra o nível de estoque do ano passado. O outro elemento tem a ver também com a própria a participação dos produtos importados. Quando você faz um movimento de pequeno aumento do produto importado, ele começa a contar a partir do momento que ele é embarcado, então isso de alguma forma também sensibiliza o estoque. O mix de importados e nacionais também é um outro fator que muda um pouco essa conta de dias de estoque. Mas eu acho que a pergunta no final do dia, como você trouxe no final, acho que esse é o ponto, se a gente espera um impacto na margem bruta negativo para o H2, a gente não vê isso por enquanto.
Speaker #4: O outro elemento tem a ver também com a própria participação dos produtos importados, né? Porque, quando você faz movimento de pequeno aumento do produto importado, ele começa a contar a partir do momento que ele é embarcado. Então, isso de alguma forma também sensibiliza o estoque. Então, o mix de importados e nacionais também é outro fator que muda pouco essa conta de dias de estoque.
Speaker #4: Mas eu acho que a pergunta, no final do dia, como você trouxe no final, acho que esse é o ponto. Se a gente espera impacto na margem bruta, negativo, para o segundo semestre, a gente não vê isso por enquanto, cara.
Speaker #4: De verdade, a gente entende que tem nível bastante controlado e bastante claro e saudável de estoque que a gente está nesse momento e as as ferramentas que a gente tem de gestão de precificação e gestão de distribuição mais granular devem nos ajudar bastante nessa jornada de segundo semestre na gestão da margem.
Paulo Correa Junior: De verdade, a gente entende que tem um nível bastante controlado, claro e saudável de estoque, que a gente está nesse momento, e as ferramentas que a gente tem de gestão de precificação e gestão de distribuição mais granular, devem nos ajudar bastante nessa jornada de H2 na gestão da margem. No final do dia, eu não vejo, nesse momento, uma ameaça clara à dinâmica de margem bruta para o H2.
Speaker #4: Então, no final do dia, eu não vejo nesse momento uma ameaça clara a uma dinâmica de margem bruta para o segundo semestre.
Speaker #2: Se eu puder complementar, talvez só complementar aqui, eu acho que a gente tem também fator do câmbio, acho que o câmbio ajuda também na margem bruta, acho que a gente tem bom volume também de produtos importados nesse segundo semestre também.
Laurence Beltrão Gomes: Se eu puder complementar aqui. Eu acho que a gente tem também um fator do câmbio, acho que o câmbio ajuda também na margem bruta. Acho que a gente tem um bom volume também de produtos importados nesse H2. Também só reforçar, eu acho que a gente também teve um reforço de estoques de inverno. Era planejado ter uma saída mais robusta no Q2. O ano passado tivemos uma venda muito forte, faltou produto no Q3, faltou produto de inverno. Esse ano a gente fez algo diferente, mas considerando, obviamente, também o Q3, as condições do mercado e também considerando, já prevendo também um ambiente promocional, um ambiente bastante competitivo.
Speaker #2: E também só reforçar, eu acho que a gente também teve reforço de estoques de inverno a gente era planejado ter uma saída mais robusta no segundo trimestre, acho que a gente foi o ano passado tivemos uma venda muito forte faltou produto no terceiro trimestre, faltou produto de inverno então esse ano a gente fez algo diferente, mais considerando obviamente também o Q3, as condições do mercado e também considerando já prevendo também ambiente promocional, ambiente bastante competitivo.
Speaker #2: Então, é o que a gente tem visto e a gente tem comentado sobre isso ao longo do ano, a sensibilidade de preço, a questão da competitividade, a importância da competitividade e o posicionamento relativo de preço.
Laurence Beltrão Gomes: É o que a gente tem visto, e a gente tem comentado sobre isso ao longo do ano, a sensibilidade de preço, a questão da competitividade, a importância da competitividade e o posicionamento relativo de preço. Dito isso, acho que a gente tem oportunidades aqui desta normalização de eventos comerciais que vão acontecer no H2 e também de acordo com o próprio planejamento comercial, que já previa também um ambiente mais difícil no sentido de precificação. Importante que a gente vem tendo, através dessas ferramentas, precificação dinâmica, toda essa evolução na capacidade analítica, a gente tem tido um domínio importante na gestão da margem bruta. Eu acho que isso também vai ser importante nesse H2, nesse ambiente de sensibilidade a preço. Como o Paulo comentou, e eu reforço, a gente não vê uma situação de não garantir resiliência da margem bruta no H2.
Speaker #2: Então, dito isso, acho que a gente tem oportunidades aqui desta normalização de eventos comerciais que vão acontecer no segundo semestre e também de acordo com essa o próprio planejamento comercial que já previa também ambiente mais difícil no sentido de precificação, né?
Speaker #2: Importante que a gente vem tendo através dessas ferramentas precificação dinâmica, toda essa evolução na capacidade analítica, a gente tem tido domínio importante na gestão da margem bruta e eu acho que isso também vai ser importante nesse segundo semestre, nesse ambiente de sensibilidade a preço, mas como o Paulo comentou e eu reforço, a gente não vê uma situação de não garantir resiliência da margem bruta no segundo semestre.
Laurence Beltrão Gomes: Apenas para reforçar esse ponto.
Speaker #2: Apenas para reforçar esse ponto.
Speaker #1: Super claro. Laurence, Paulo, muito obrigado pelas respostas.
Victor Rogatis: Superclaro. Laurence, Paulo, muito obrigado pelas respostas.
Speaker #3: Nossa próxima pergunta vem do senhor Pedro Pinto, do Bradesco BBI. Por favor, pode prosseguir.
[Company Representative] (C&A): Nossa próxima pergunta vem do senhor Pedro Pinto, do Bradesco BBI. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #5: Bom dia, Paulo, Laurence,
Pedro Pinto: Bom dia, Paulo, Laurence, obrigado pelo espaço. Eu também vou fazer duas aqui do meu lado. A primeira delas é querer entender um pouco melhor as alavancas de produtividade para frente. Vocês bem mencionam das reformas, de algumas categorias que estão indo superbem, mas vocês também colocaram no release ontem que o conjunto de iniciativas já atingiu 80% de execução da Energia C&A. Eu queria pensar um pouco nos próximos passos para seguir destravando essa produtividade agora que as iniciativas de dispersão, de precificação e afins já aproximam um pouco da maturidade. Isso pensando em uma janela um pouco mais longa, como conseguir garantir essa produtividade, esse same store sales acima de inflação por mais tempo. Esse é o primeiro aspecto. O segundo que eu queria debater é em relação à alocação de capital.
Speaker #1: obrigado pelo espaço. Eu também vou fazer duas aqui do meu lado. A enfim, entender pouco melhor as alavancas de produtividade para frente. Vocês bem mencionam das reformas, né?
Speaker #1: De algumas categorias que estão indo super bem, mas vocês também colocaram no release ontem que o conjunto de iniciativas ela já atingiu 80%, né?
Speaker #1: De execução do Energia C&A. Então, eu queria pensar pouco dos próximos passos para seguir destravando essa produtividade agora que as iniciativas de dispersão, de precificação e afins, elas já aproximam pouco da maturidade.
Speaker #1: Isso pensando pouco de enfim, numa janela pouco mais longa, como conseguir garantir essa produtividade e esse same store acima de inflação por mais tempo, tá?
Speaker #1: Esses são os primeiros aspectos. O segundo que eu queria debater é em relação à alocação de capital. Vocês também sempre exploram esse ponto e aí pensando no orçamento do ano, vocês teriam mais ou menos uns 500 milhões de capex para ser feito no segundo semestre.
Pedro Pinto: Vocês também sempre exploram esse ponto, pensando no orçamento do ano, vocês teriam mais ou menos uns BRL 500 million de Capex para ser feito no segundo semestre. A gente bem discutiu já nesse call que o ambiente de consumo e juros, não sei se muda de alguma forma a discussão sobre essa alocação. Não sei se pivotar parte disso para buyback, por exemplo, poderia ser uma alternativa. Eu queria entender quão vivo esse debate dentro da companhia. Obrigado.
Speaker #1: E a gente bem discutiu já nesse call que o ambiente de consumo e juros, não sei se muda de alguma forma a discussão sobre essa alocação.
Speaker #1: Não sei se pivotar a partir disso para buyback, por exemplo, né? Seria poderia ser uma alternativa. Eu queria entender o quão viva enfim, quão vivo esse debate aí dentro da companhia.
Speaker #1: Obrigado.
Speaker #4: Pedro, obrigado pelas tuas perguntas, cara. Vou começar pela primeira do same store sales e o Laurence toca a parte do alocação de capital. Cara, as alavancas de produtividade, ainda estão em implementação, né?
Paulo Correa Junior: Pedro, obrigado pelas tuas perguntas. Vou começar pela primeira do same store sales e o Laurence toca a parte da alocação de capital. As alavancas de produtividade ainda estão em implementação. Por exemplo, vou dar uma muito concreta. A gente falou: tem, nesse instante, 20 lojas sendo reformadas. Isso traz, no curto prazo, algum pênalti. A loja produz mais nesse período durante a reforma, o que é normal, mas isso traz um upside claro a partir do momento que a loja reabre full. Isso para a gente é good news. No final, o que a gente está imaginando é que essas 20 lojas, que são lojas importantes, a gente começou por lojas importantes, que têm uma participação maior na venda total da C&A. Isso vai trazer, na nossa opinião, uma alavanca importante agora para o Q4, estamos falando ainda de 2026, especificamente.
Speaker #4: Então, por exemplo, vou dar uma muito concreta. A gente falou, tem nesse instante 20 lojas sendo reformadas. Isso traz no curto prazo algum penalty, então a loja produz mais nesse período durante a reforma, o que é normal, mas isso traz upside claro a partir do momento que a loja reabre full.
Speaker #4: Então, isso para a gente é good news. No final, o que a gente está imaginando é que essas 20 lojas que são lojas importantes a gente começou por lojas importantes então que têm uma participação maior na venda total da C&A, isso vai trazer na nossa opinião uma alavanca importante agora para o Q4, pensando estamos falando ainda de 2026 especificamente.
Speaker #4: Agora, com relação à evolução dessa estratégia de energia, eu no final desse call eu vou fazer comunicado. Eu acho que vai ser interessante porque nós vamos dar mais clareza dessa sua pergunta de uma maneira mais estruturada, bastante em breve.
Paulo Correa Junior: Com relação à evolução dessa estratégia Energia, no final desse call, eu vou fazer um comunicado. Eu acho que vai ser interessante, porque nós vamos dar mais clareza dessa sua pergunta de uma maneira mais estruturada, bastante em breve. A ideia é realmente poder investir um pouco mais de tempo nesse assunto, fora daqui do call, em que a gente possa falar mais de quais são os próximos passos para construir produtividade dentro da C&A, e a gente quer discutir isso com vocês como um todo.
Speaker #4: Então, a ideia é realmente poder investir um pouco mais de tempo nesse assunto fora daqui do call, em que a gente possa falar mais sobre quais são os próximos passos para construir produtividade dentro da C&A, e a gente quer discutir isso com vocês como um todo.
Speaker #2: Pedro, em relação à segunda parte da pergunta, aqui na C&A acho que o mais importante aqui é que a gente tem uma estratégia, estamos executando a estratégia Energia C&A, ou seja, esse direcionamento estratégico e todo o foco da companhia de execução dessas iniciativas, né?
Laurence Beltrão Gomes: Pedro, em relação à segunda parte da pergunta, na C&A, acho que o mais importante é que a gente tenha uma estratégia. Estamos executando a estratégia Energia C&A, ou seja, esse direcionamento estratégico, todo o foco da companhia de execução dessas iniciativas, que é a construção de ferramentas pra capturar valor e aumentar o valor da companhia nos próximos anos. São investimentos estruturantes que a gente vem fazendo, que a gente já testou, como as reformas, como a loja energia nova. São investimentos que, com certeza, trarão retorno no curto, médio prazo, e também alguns investimentos estruturantes que vão ser capturados um pouco mais no longo prazo. O que eu quero dizer é que essa clareza estratégica, a convicção estratégica e a execução do plano continuam. Acho que a convicção continua.
Speaker #2: Que é a construção de ferramentas para capturar valor e aumentar o valor da companhia nos próximos anos, né? Então, são investimentos estruturantes que a gente vem fazendo, que a gente já testou como as reformas, como a loja Energia Nova, são investimentos que com certeza trarão retorno no curto, médio prazo.
Speaker #2: E também alguns investimentos estruturantes que vão também ser capturados pouco mais no longo prazo. O que eu quero dizer que essa clareza estratégica, a convicção estratégica e a execução do plano continuam, né?
Speaker #2: Continuam. Acho que a convicção ela continua. Então, esse é o primeiro ponto da resposta, da primeira parte da resposta da sua pergunta. Que a gente vai continuar e tem oportunidades claríssimas de buscar oportunidades de aumento de venda por metro quadrado, de eficiência, dentro da C&A.
Laurence Beltrão Gomes: Esse é o primeiro ponto da primeira parte da resposta da sua pergunta, que a gente vai continuar e tem oportunidades claríssimas de aumento de venda por metro quadrado, de eficiência dentro da C&A. Segundo, vamos evitar aumentar a dívida. Pelo contrário, acho que a direção que a gente tem é de reduzir dívida bruta, não incorrer em despesas financeiras, reduzir ao máximo as despesas financeiras no contexto atual, do nível atual de taxas de juros no Brasil. Essa é uma variável importante da gente continuar nesse caminho. Claro, primeiro, a execução da estratégia, execução do Capex. Segundo, reduzir a dívida bruta, reduzir despesas financeiras. E, por último, sim, nós vamos ter condições agora, com balanço forte, com geração de caixa, a gente não vai deixar oportunidades que a gente tiver de aumentar o retorno ao acionista ou através de buyback ou através de aumento do payout.
Speaker #2: Segundo, vamos evitar aumentar a dívida; pelo contrário, acho que a direção que a gente tem é de reduzir dívida bruta e não incorrer em despesas financeiras, reduzir ao máximo as despesas financeiras no contexto atual do nível atual de taxas de juros no Brasil.
Speaker #2: Então, essa é uma variável importante da gente continuar nesse caminho, claro, primeiro a estratégia, a execução da estratégia, execução do capex, segundo reduzir a dívida bruta, reduzir despesas financeiras.
Speaker #2: E por último, sim, nós vamos ter condições agora, com balanço forte agora, com geração de caixa, a gente não vai deixar oportunidades de que a gente tiver de retorno de aumentar o retorno sobre retorno ao acionista através ou através de buyback ou através de aumento do payout.
Speaker #2: Como você falou, eu acho que é muito dinâmico, a gente acompanha isso toda semana. Mas eu diria que os investimentos estruturantes e investimentos de captura de valor vão ser preservados para execução da estratégia Energia C&A.
Laurence Beltrão Gomes: Como você falou, eu acho que é muito dinâmico. A gente acompanha isso toda semana, mas eu diria que os investimentos estruturantes, investimentos de captura de valor, vão ser preservados para a execução da estratégia Energia C&A.
Speaker #1: Ficou claríssimo. Obrigado, Paulo. Obrigado, Laurence.
Pedro Pinto: Ficou claríssimo. Obrigado, Paulo. Obrigado, Laurence.
Speaker #3: Nossa próxima pergunta vem do senhor Felipe Rached, do Goldman Sachs. Por favor, pode prosseguir.
[Company Representative] (C&A): Nossa próxima pergunta vem do senhor Felipe Rached, do Goldman Sachs. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #1: Oi, pessoal. Bom dia. Obrigado por pegarem minha pergunta. Peço desculpa por insistir no ponto de vendas. A pergunta do Gastin foi bastante focada nas expectativas para o segundo semestre.
Felipe Rached: Oi, pessoal, bom dia. Obrigado por pegarem minha pergunta. Peço desculpa por insistir no ponto de vendas. A pergunta do Guanais foi bastante focada nas expectativas pro H2, mas eu queria explorar um pouco mais em detalhe a performance do mês de junho, especificamente, onde talvez vocês possam dar um pouco mais de abertura. Ficou claro o impacto negativo em tráfego ocasionado pela Copa, mas eu queria entender melhor como foi o fluxo e a performance de vendas nos dias nos quais não teve jogo do Brasil. Especialmente comparado com abril e maio. A ideia é tentar separar um pouco melhor o quanto da desaceleração de junho veio efetivamente por Copa do Mundo e o quanto pode ter sido eventualmente ocasionado por outros fatores. O que vocês puderem dar de detalhes sobre esse tema, acho que seria bastante interessante. Obrigado.
Speaker #1: Mas eu queria explorar um pouco mais em detalhe a performance do mês de junho, especificamente, onde talvez vocês possam dar um pouco mais de abertura. Ficou claro o impacto negativo em tráfego ocasionado pela Copa, mas eu queria entender melhor como foi o fluxo e a performance de vendas nos dias nos quais não teve jogo do Brasil, né?
Speaker #1: Especialmente comparado com abril e maio. A ideia é tentar separar um pouco melhor o quanto da aceleração de junho veio efetivamente por Copa do Mundo e o quanto pode ter sido eventualmente ocasionado por outros fatores.
Speaker #1: Então, o que vocês puderem dar de detalhes sobre esse tema, acho que seria bastante interessante. Obrigado.
Speaker #4: Felipe, obrigado pela tua pergunta, cara. Só quando a gente fala aqui, eu acho que eu tentei dar exatamente esse detalhe maior, que é o seguinte: a gente olha agregado na semana.
Paulo Correa Junior: Felipe, obrigado pela tua pergunta. Quando a gente fala aqui, eu acho que eu tentei dar exatamente esse detalhe maior, que é o seguinte: a gente olha agregado na semana. Obviamente, quando teve jogo do Brasil, tem um spike, em termos de diferença de fluxo. Se você olhar o pacote semanal, desde a semana que começou a Copa, a gente vê uma diferença claríssima em relação ao patamar de crescimento de fluxo que a gente vinha tendo em todo o Q2, e o momento em que começou a Copa do Mundo. Eu estou na minha sexta Copa do Mundo dentro daqui da C&A. Eu realmente nunca tinha visto um comportamento deste tipo, porque antigamente era exatamente nos jogos do Brasil, tinha um spike muito grande, mas nos outros dias era muito próximo do normal. Não aconteceu isso esse ano.
Speaker #4: Obviamente, quando teve jogo do Brasil, tem spike em termos de diferença de fluxo. Mas se você olhar o pacote semanal desde a semana que começou a Copa, a gente vê uma diferença claríssima em relação ao patamar de crescimento de fluxo que a gente vinha tendo em todo o segundo trimestre e o momento em que começou a Copa do Mundo.
Speaker #4: E eu estou na minha sexta Copa do Mundo dentro aqui da C&A. Eu realmente nunca tinha visto comportamento deste tipo, porque antigamente era exatamente nos jogos do Brasil, tinha spike muito grande mas nos outros dias era muito próximo do normal.
Speaker #4: Não aconteceu isso esse ano. O que a gente viu mesmo nos dias que não tinha o jogo do Brasil, mas estava acontecendo Copa do Mundo, seja por coincidência dos horários, né?
Paulo Correa Junior: O que a gente viu, mesmo nos dias que não tinha o jogo do Brasil, mas estava acontecendo Copa do Mundo, seja por coincidência dos horários, o horário comercial com os horários dos jogos, seja pela disponibilidade digital da Copa do Mundo na mão de todo mundo. De alguma forma, isso trouxe impacto em todas as semanas da Copa do Mundo. Não foi uma semana específica com ou sem jogo do Brasil. Mesmo depois que o Brasil foi eliminado, em julho, a gente viu o mesmo comportamento de queda de fluxo naquela semana do que estava acontecendo pré Copa do Mundo. O mais interessante, que eu diria, é logo após a Copa do Mundo, a gente vê uma retomada desse fluxo.
Speaker #4: O horário comercial com os horários dos jogos, seja pela disponibilidade digital da Copa do Mundo na mão de todo mundo, de alguma forma isso trouxe impacto em todas as semanas, da Copa do Mundo.
Speaker #4: Não foi uma semana específica, com ou sem jogo do Brasil. Mesmo depois que o Brasil foi eliminado, em julho, a gente viu o mesmo comportamento de queda de fluxo naquela semana do que estava acontecendo pré-Copa do Mundo.
Speaker #4: E o mais interessante, que eu diria, é logo após a Copa do Mundo, a gente vê uma retomada desse fluxo. Então, para a gente ficou muito claro o nível de correlação que teve entre Copa do Mundo e fluxo e, obviamente, fluxo para a gente é indicador importante e driver de vendas e de produtividade das lojas.
Paulo Correa Junior: Pra gente ficou muito claro o nível de correlação que teve entre Copa do Mundo e fluxo e obviamente, fluxo pra gente é um indicador importante e driver de vendas e produtividade das lojas.
Speaker #1: Excelente, muito claro. Obrigado, Paulo.
Felipe Rached: Excelente, muito claro. Obrigado, Paulo.
Speaker #3: Nossa próxima pergunta vem da senhora Dani Eiger, da XP. Por favor, pode prosseguir.
[Company Representative] (C&A): Nossa próxima pergunta vem da senhora Dani Eiger, da XP. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #5: Oi, bom dia, Paulo. Bom dia, Laurence. Obrigada por pegar minha pergunta. Eu tenho uma pergunta só, que na verdade é meio duas, que elas estão conectadas, é assim: a gente comentou aqui dessa questão dinâmica de consumo, acho que você também falou em alguns momentos, né, Paulo, da questão de competição, de competitividade, né?
Danniela Eiger: Oi, bom dia, Paulo. Bom dia, Laurence. Obrigada por pegar minha pergunta. Eu tenho uma pergunta só, na verdade, meio duas, que elas estão conectadas. A gente comentou aqui dessa questão dinâmica de consumo, acho que você também falou em alguns momentos, Paulo, da questão de competitividade. E aí a gente vê, enfim, toda aquela dinâmica de destaxação de blusinhas, que talvez agora vire taxação depois, possivelmente das eleições. Mas meu ponto aqui é entender um pouquinho o que vocês vão monitorar e talvez o que faria vocês mudarem de ideia em relação à composição de crescimento e margem. Você e o Laurence falaram que estão bastante tranquilos em relação à resiliência de margem pro H2. Entendo que isso, em termos de fatores exógenos.
Speaker #5: E aí a gente vê, enfim, toda aquela dinâmica de destaxação de blusinhas, que talvez agora vire taxação depois possivelmente das eleições. Mas meu ponto aqui é entender pouquinho como que vocês vão o que que vocês vão monitorar e talvez o que faria vocês mudarem de ideia em relação à composição de crescimento e margem, né?
Speaker #5: Você falou que você está bastante, você e o Laurence, bastante tranquilos em relação à resiliência de margem para o segundo semestre. Entendo que isso em termos de fatores vamos dizer exógenos, né?
Speaker #5: Mas se por uma aventura vocês entenderem que talvez faça sentido dado que vocês estão conseguindo evoluir tão bem e tão consistente, né, a margem, de repente abrir mão pouquinho dela para trazer mais crescimento, para ser mais competitivo, enfim, eu queria entender o que que faria vocês eventualmente considerarem essa possibilidade.
Danniela Eiger: Se por uma ventura vocês entenderem que talvez faça sentido, dado que vocês estão conseguindo evoluir tão bem e tão consistente a margem, de repente abrir mão um pouquinho dela pra trazer mais crescimento, pra ser mais competitivo, enfim, eu queria entender o que faria vocês eventualmente considerarem essa possibilidade. É ver um impacto em fluxo? É, de repente, alguma análise mais lateral de competição? Acho que seria bacana só pra gente monitorar um pouquinho uma eventual mudança de estratégia de posicionamento de preço. Obrigada.
Speaker #5: É ver impacto em fluxo, é de repente alguma análise mais lateral de competição? Acho que seria bacana só para a gente monitorar pouquinho uma eventual mudança de estratégia, de posicionamento de preço.
Speaker #5: Obrigada.
Speaker #4: Obrigado pela pergunta, Dani. Cara, não está no nosso radar uma mudança estratégica mais fundamental em relação a posicionamento de preços, tá? Independente do assunto taxa das blusinhas.
Paulo Correa Junior: Obrigado pela pergunta, Dani. Cara, não está no nosso radar uma mudança estratégica mais fundamental em relação a posicionamento de preços. Independente do assunto taxa das blusinhas. A gente tem um radar nosso aqui que a gente fica monitorando o que está acontecendo em termos de comportamento do consumidor, nível de interesse por cada marca, nível de preferência por cada marca, e a gente monitora isso mês a mês, tentando entender os grandes movimentos que podem estar acontecendo entre os diferentes competidores. O que a taxa das blusinhas, de alguma maneira, traz no primeiro momento, certamente algum impacto tem. Na verdade, eu acho que o maior dos impactos é esse desequilíbrio que é provocado em favor de um competidor estrangeiro específico, e que isso realmente não faz o menor sentido, a gente não consegue entender isso como uma cena sustentável olhando pro longo prazo.
Speaker #4: A gente tem um radar nosso aqui, que a gente fica monitorando o que está acontecendo em termos de comportamento do consumidor, nível de interesse por cada marca, nível de preferência por cada marca, e a gente monitora isso mês a mês, tentando entender os grandes movimentos que podem estar acontecendo entre os diferentes competidores.
Speaker #4: O que a taxa das blusinhas de alguma maneira traz no primeiro momento, certamente algum impacto tem, né? Mas o que é, na verdade, eu acho que o maior dos impactos é esse desequilíbrio que é provocado em favor de competidor estrangeiro específico e que isso realmente não faz o menor sentido e a gente não consegue entender isso como uma cena sustentável olhando para o longo prazo.
Paulo Correa Junior: O mais interessante também, Dani, que eu também gosto de reforçar, é o seguinte: apesar disso, nosso crescimento no online foi de mais de 33%. Também é uma outra evidência que talvez a gente esteja falando de corridas que obviamente têm algum tipo de correlação, mas essa correlação não é de um pra um, está longe de ser um pra um. Eu acho que é importante sempre pontuar esse contexto, que tem que ter uma estratégia clara de posicionamento de preço e de proposta de valor. Qual o valor que você está colocando pra aquele preço? Esse é o ponto. A disputa de preço unicamente, não é assim que o algoritmo do consumidor funciona. O algoritmo do consumidor funciona olhando pra preço como possibilidade. A partir da possibilidade, entra aí o algoritmo de qual valor que cada produto está oferecendo.
Speaker #4: O mais interessante também, Dani, que eu também gosto de reforçar é o seguinte: apesar disso, nosso crescimento no online foi de mais de 33%.
Speaker #4: Então, também é uma outra evidência que talvez a gente esteja falando de corridas que obviamente têm algum tipo de correlação, mas essa correlação não é de para está longe de ser para Então, eu acho que esse é importante você pontuar esse contexto, que assim, tem que ter uma estratégia clara de posicionamento de preço e de proposta de valor.
Speaker #4: Qual é o valor que você está colocando para aquele preço? E aí esse é o ponto, né? A disputa de preço unicamente não é assim que o algoritmo do consumidor funciona.
Speaker #4: O algoritmo do consumidor funciona olhando para preço como possibilidade. A partir da possibilidade, entra aí o algoritmo de qual o valor que cada produto está oferecendo.
Speaker #4: E o nosso jogo é o jogo do valor. Nosso jogo é o jogo de melhorar o produto, de tornar ele mais versátil, e para que de fato essa percepção de valor seja cada vez mais forte.
Paulo Correa Junior: O nosso jogo é o jogo do valor. Nosso jogo é o jogo de melhorar o produto, de tornar ele mais versátil e pra que, de fato, essa percepção de valor seja cada vez mais forte, e não só a busca especificamente daquele target de preço, aquela faixa de preço específica. Óbvio que a gente carrega muitas categorias, algumas categorias são mais ou menos sensíveis a essas faixas de preço. De verdade, o que a gente tenta ter é uma consistência de evolução de percepção de valor. Esse é o jogo que a gente está jogando, esse é o jogo que a gente vai continuar jogando. A gente pode, não estruturalmente, mas sim conjunturalmente, atacar uma ou outra categoria pra crescer uma determinada dinâmica de oportunidade comercial específica. Estruturalmente, a gente vai continuar na nossa jornada de construção de valor.
Speaker #4: E não só a busca especificamente daquele target de preço, aquela faixa de preço específica. Óbvio que a gente carrega muitas categorias. Algumas categorias são mais ou menos sensíveis a essas faixas de preço, mas, de verdade, o que a gente tenta ter é uma consistência de evolução de percepção de valor.
Speaker #4: Esse é o jogo que a gente está jogando, esse é o jogo que a gente vai continuar jogando. A gente pode não estruturalmente mas sim conjunturalmente atacar uma ou outra categoria para crescer uma determinada dinâmica de oportunidade comercial específica, mas estruturalmente a gente vai continuar na nossa jornada de construção de valor ou seja, por isso que a gente está falando que em termos de margem bruta se essa competitividade tiver que ser investimento para mudança dessa atratividade dos nossos produtos, isso não está no nosso radar nesse momento.
Paulo Correa Junior: Em termos de margem bruta, se essa competitividade tiver que ser investimento para mudança dessa atratividade do nosso produto, isso não está no nosso radar nesse momento. A gente está olhando na dimensão da consistência da construção de valor, seja no ambiente da loja, seja na exposição dos produtos, seja na construção específica do produto.
Speaker #4: A gente está olhando na dimensão da consistência da construção de valor, seja no ambiente da loja, seja na exposição dos produtos, seja na construção específica do produto.
Speaker #5: Excelente, super claro. Obrigada pela resposta.
Danniela Eiger: Excelente, superclaro. Obrigada pela resposta.
Speaker #3: Nossa próxima pergunta vem do senhor João Soares, do Citi. Por favor, pode prosseguir.
[Company Representative] (C&A): Nossa próxima pergunta vem do senhor João Soares, do Citi. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #2: Bom dia, pessoal. Eu vou aproveitar essa pergunta que eu acho que é uma pergunta importante, Paulo, quando a gente olha o filme aqui desde o quarto trimestre, né?
João Pedro Soares: Bom dia, pessoal. Eu vou aproveitar essa pergunta, que eu acho que é uma pergunta importante, Paulo. Quando a gente olha o filme aqui desde o Q4, acho que teve a situação uma demanda maior de produtos de primeiro preço. Eu queria entender um pouco se esse diagnóstico já foi completamente consertado. Você deixou bem claro que com a entrada das MS e com essa isenção do imposto federal, você não deveria mexer na sua proposta de valor, na sua estratégia de preço. Acho que é importante a gente tentar entender, nesse momento, dado que você está bem consistente em falar assim: Eu estou agregando a qualidade nos produtos, deveria aumentar preço. A gente deveria ver essa trajetória inflexionando daqui pra frente, demanda de primeiro preço ainda pode ser um problema, dado o contexto todo, a conjuntura que a gente está vivendo, vocês mesmos comentaram.
Speaker #2: Acho que teve a situação de uma demanda maior de produtos de primeiro preço, eu queria entender pouco assim se esse diagnóstico, isso aqui já foi completamente consertado, né?
Speaker #2: E se você deixou bem claro que com a entrada das remessas e com essa isenção do imposto federal, você não deveria mexer na sua proposta de valor aqui na sua estratégia de preço.
Speaker #2: Mas acho que é importante a gente tentar entender, assim, nesse momento, dado que você está bem consistente, falar assim: "Eu estou agregando qualidade aqui nos produtos, deveria aumentar preço". A gente deveria ver essa trajetória inflexionando daqui pra frente. Demanda de primeiro preço ainda pode ser um problema, dado o contexto todo, a conjuntura que a gente está vivendo, né?
Speaker #2: Vocês mesmos comentaram, então acho que é importante a gente entender pouquinho melhor como é que está a tua cabeça olhando para o segundo semestre, essa nesse quesito, né?
João Pedro Soares: Acho que é importante a gente entender um pouquinho melhor como é que está tua cabeça olhando pro segundo semestre, nesse quesito da qualidade, da necessidade de aumentos adicionais de preço, de ambiente competitivo, só pra gente amarrar aqui. Desculpa insistir nisso. O último ponto, também insistir na questão do estoque, Laurence, esse ponto da normalização dos estoques. Você falou que metade do aumento que aconteceu nesse trimestre foi por causa do Fashiontronics. Olhando pro segundo semestre, você já tem a base do Fashiontronics que você foi descontinuando, então deveria haver uma evolução de estoque positiva, pelo menos no ano contra ano, a gente não deveria ver aumentos relevantes drivados por esse fator. Eu só queria entender um pouco essa cabeça, essa normalização, que pra mim não ficou muito claro. Obrigado.
Speaker #2: Da qualidade, da necessidade de aumentos adicionais de preço, de enfim, ambiente competitivo, só para a gente amarrar aqui. Desculpa insistir nisso. E o último ponto é também insistir na questão do estoque.
Speaker #2: Laurence, esse ponto da normalização dos estoques, né? A gente, você falou que metade do aumento que aconteceu nesse trimestre foi por causa do Fashiontronics, né?
Speaker #2: Olhando para o segundo semestre, você já tem a base do Fashiontronics que você foi descontinuando, então deveria haver uma evolução de estoque positiva, pelo menos no ano contra ano a gente não deveria ver aumentos relevantes drivados por esse fator, né?
Speaker #2: Só queria entender pouco essa cabeça, essa normalização aqui que é para não ficar muito claro. Obrigado.
Speaker #4: João, obrigado pela tua pergunta, cara. Vamos voltar nessa discussão do preço, cara, para tentar esclarecer pouco melhor então esse contexto. Como eu te falei, quando eu estava falando antes para a Dani, assim, no final do dia a gente tem uma estratégia e uma estrutura de preço categoria por categoria.
Paulo Correa Junior: João, obrigado pela tua pergunta. Vamos voltar nessa discussão do preço pra tentar esclarecer um pouco melhor esse contexto. Como eu estava falando antes pra Dani, no final do dia, a gente tem uma estratégia e uma estrutura de preço categoria por categoria. A gente monitora preços do que está acontecendo na concorrência o tempo inteiro. Baseado nisso, a gente estabelece as nossas faixas de preço e proposta de valor que cada uma das faixas de preço dessa vai carregar, em termos de cada categoria e cada produto, especificamente. O que está acontecendo é essa dinâmica. O que eu falo, o valor da etiqueta, do preço, especificamente, traz a possibilidade ou não do consumidor nesse contexto. O valor do produto traz um movimento diferente do consumidor em termos de conversão. Exemplificando essa história.
Speaker #4: A gente monitora preços do que está acontecendo na concorrência o tempo inteiro. E baseado nisso, a gente estabelece as nossas faixas de preço e a proposta de valor que cada uma das faixas de preço dessa vai carregar.
Speaker #4: Em termos de cada categoria, em cada produto em especificamente. O que está acontecendo é essa dinâmica, o que eu falo, o valor da etiqueta, do preço especificamente, ela traz a possibilidade ou não do consumidor nesse contexto.
Speaker #4: Porém, o valor do produto ele traz o movimento diferente do consumidor em termos de conversão. Então, exemplificando essa história, se você chega lá em produto que é extremamente forte nosso, e que tem tido crescimento bastante significativo, são produtos que a gente chama lá a nossa camiseta de algodão peruano, que eu recomendo para qualquer que está assistindo o call aqui, que é realmente no meu ponto de vista o melhor produto de camiseta básica do mercado.
Paulo Correa Junior: Um produto que é extremamente forte nosso e que tem tido um crescimento bastante significativo, é o produto que a gente chama de camiseta de algodão peruano, que eu recomendo pra qualquer um que está assistindo o call, que é realmente, no meu ponto de vista, o melhor produto de camiseta básica do mercado. Ele é um produto que tem um preço médio maior do que uma camiseta básica que vai estar sendo vendida em outros players com foco absolutamente no preço. Por que esse produto cresce tanto dentro da C&A nesse momento? Porque nós estamos falando, de fato, de um valor que foi agregado, o conjunto de modelagem, qualidade, tecido, textura, tato que você tem do produto e a consistência e apresentação no ponto de venda, fazem um conjunto de obra que trazem essa percepção de valor pra cima. Vale a pena aquele investimento.
Speaker #4: Ele é produto que tem preço médio maior do que uma camiseta básica que vai estar sendo vendida em outros players com foco absolutamente no preço.
Speaker #4: Só que por que que esse produto cresce tanto dentro da C&A nesse momento? Porque nós estamos falando de fato de valor que foi agregado, o conjunto de modelagem, qualidade, tecido, textura, tato que você tem do produto, e a consistência, a apresentação no ponto de venda, fazem conjunto de obra que trazem essa percepção de valor para cima.
Speaker #4: Então vale a pena aquele investimento. E lembra que eu tenho falado já há bastante tempo, vários trimestres, em contexto mais competitivo, o vestuário vira mais investimento.
Paulo Correa Junior: Lembra que eu tenho falado já há bastante tempo, vários trimestres, em um contexto mais competitivo, o vestuário vira mais investimento. Mais importante ainda a versatilidade do produto, o nível de moda muito exagerado pode ser um problema, um impeditivo de conversão nesse momento. De novo, eu volto pros conceitos básicos nossos. A gente está tentando olhar categoria por categoria essas estruturas de preço e tentando fazer a discussão de valor com cada vez mais força, com cada vez mais robustez, pra poder, de fato, competir nesse jogo, não pelo preço absoluto. O preço absoluto, dependendo do player que a gente estiver falando, é muito complicado de você competir, porque o cara vai tocar um nível de qualidade ou um nível de valor muito mais baixo do que a gente está oferecendo. Não é essa a estratégia de posicionamento da C&A.
Speaker #4: Então mais importante ainda é a versatilidade do produto, o nível de moda muito exagerado pode ser problema ou impeditivo de conversão nesse momento. Então, de novo, eu volto para os conceitos básicos nossos.
Speaker #4: A gente está tentando olhar categoria por categoria essas estruturas de preço e tentando fazer a discussão de valor com cada vez mais força, com cada vez mais robustez, para poder de fato competir nesse jogo não pelo preço absoluto.
Speaker #4: O preço absoluto dependendo do player que a gente estiver falando é muito complicado de você competir. Porque o cara vai tocar nível de qualidade ou nível de valor muito mais baixo do que a gente está oferecendo não é essa estratégia de posicionamento da C&A.
Speaker #4: Então a ideia que está por trás é exatamente de construir essa consistência em termos de valor de produto. Percepção de qualidade, apresentação no ponto de venda, e a sensação de estar fazendo uma boa compra, verdadeiro bom investimento do produto que ela está comprando.
Paulo Correa Junior: A ideia que está por trás é exatamente de construir essa consistência em termos de valor de produto, percepção de qualidade, apresentação no ponto de venda e a sensação de estar fazendo uma boa compra, um verdadeiro bom investimento do produto que ela está comprando. Se quiser falar de estoque.
Speaker #4: Você quiser falar do estoque.
Speaker #1: sim, sim. A segunda parte da pergunta em relação aos dias de estoque, né? Acho que o que foi comentado os celulares têm estruturalmente dias de estoques menores, giro maior.
Laurence Beltrão Gomes: Sim. A segunda parte da pergunta em relação aos dias de estoque. Acho que o que foi comentado, os celulares têm, estruturalmente, dias de estoque menor, um giro maior. No Q3 não vai ter mais base de comparação, praticamente se elimina, ou seja, fica a mesma base de comparação em termos de produto. Mesmo assim, a gente inicia a normalização já no próximo trimestre, já dentro do Q3 e chegando na normalização no final do ano. Acho que essa é a mensagem, já no Q3 começa a normalizar e normalizamos no final de Q4. Isso também como consequência, o próprio free cash flow que a gente estima no H2, um free cash flow muito parecido, muito em linha com o last year, mas mais concentrado no Q4.
Speaker #1: E no Q3 não vai ter mais base de comparação praticamente se elimina ou seja, fica a mesma base de comparação em termos de produto.
Speaker #1: Mesmo assim a gente começa então a inicia a normalização já no próximo trimestre, já dentro do Q3 e chegando na normalização no final do ano.
Speaker #1: Então acho que essa é a mensagem já no Q3, começa a normalizar e normalizamos no final de Q4, bem como isso também como consequência também o próprio free cash flow também que a gente estima em segundo semestre free cash flow muito parecido, muito em linha com o last year, também mas mais concentrado no quarto trimestre.
Speaker #1: Então essa é assim a visibilidade e a estimativa que a gente tem aqui para os próximos meses em relação a essa melhora nos dias de estoques aqui da companhia.
Laurence Beltrão Gomes: Essa é a visibilidade e a estimativa que a gente tem pros próximos meses em relação a essa melhora nos dias de estoque da companhia no Q3.
Speaker #1: No Q3.
Speaker #2: Desculpa, desculpa preciosismo, Laurence, mas só para ficar claro, quando você fala de normalização tem algum benchmark aqui para a gente ter na cabeça ou a gente deveria olhar o ano passado como referência para normalização, né?
João Pedro Soares: Desculpe o preciosismo, Laurence, mas só para ficar claro: quando você fala de normalização, tem algum benchmark pra gente ter na cabeça ou a gente deveria olhar o ano passado como referência pra normalização? Ou seja, quando você atinge normalização, é que você atingiu o prazo igual do ano passado ou menor. Qual é a referência que a gente pode ter?
Speaker #2: Ou seja, quando você atinge normalização é que você atingiu o prazo igual do ano passado ou enfim menor assim. Qual é a referência que a gente pode ter?
Speaker #1: Números parecidos com o ano passado, né? A companhia também ela eu acho que também dias de estoque também tem a ver com a venda, tem a ver com o custo da mercadoria vendida, mas muito próximo da venda.
Laurence Beltrão Gomes: Números parecidos com o ano passado. Dias de estoque também tem a ver com a venda, tem a ver com o custo da mercadoria vendida, mas muito próximo da venda e considerando o crescimento da companhia também. Considerando também esse efeito de lojas novas que estão entrando, mas eu acho que a melhor referência é o próprio histórico da companhia.
Speaker #1: E considerando o crescimento da companhia também, né? Então considerando também esse efeito de lojas novas que estão entrando, mas eu acho que você pode ver o histórico é a melhor referência, o melhor referência é o próprio histórico da companhia.
Speaker #2: Maravilha, obrigado.
João Pedro Soares: Maravilha, obrigado.
Speaker #3: Nossa próxima pergunta vem da senhora Isabela Lamas do UBS. Por favor, pode prosseguir.
[Company Representative] (C&A): Nossa próxima pergunta vem da senhora Isabela Lamaz, do UBS. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #5: Boa tarde, agora já, né? Obrigada aí, Paulo, Laurence, pelo espaço. Vou tentar ser breve aqui pelo horário. A gente tinha dois pontos, tá? Primeiro ponto no varejo, acho que é onde a gente ainda não exporou tanto.
Isabela Lamaz: Boa tarde, agora já. Obrigada, Paulo, Laurence, pelo espaço. Vou tentar ser breve aqui pelo horário. A gente tinha dois pontos. Primeiro ponto no varejo, que é onde a gente ainda não explorou tanto. Seria pra saber um pouco mais dessa evolução do online, que vocês aceleraram sequencialmente, a penetração agora já chegando perto dos 8%. Se puderem comentar um pouco mais dos drivers disso, onde que vocês ainda veem capabilities pra melhorar e continuar evoluindo. Como que vocês estão vendo hoje, estão trabalhando hoje a rentabilidade desse online em comparação com o físico. Se tem um pouquinho mais de incentivo em performance, como é que está a estratégia mesmo nessa dinâmica, e como que isso agrega ou pesa um pouquinho nas margens. O outro ponto, já entrando no C&A Pay, já que dá pra gente desenvolver mais.
Speaker #5: Seria para saber pouco mais ali dessa evolução do online que vocês aceleraram sequencialmente, né? A penetração agora já chegando perto dos 8%. Então, se puderem comentar pouco mais dos drivers disso, onde que vocês ainda veem capabilities para melhorar e continuar evoluindo.
Speaker #5: E aí, como que vocês estão vendo hoje, vocês estão trabalhando hoje a rentabilidade desse online em comparação com o físico, tá? Você tem pouquinho mais de incentivo em performance, como é que vocês estão?
Speaker #5: Como é que está essa estratégia mesmo nessa dinâmica, né? E como que isso ali agrega ou pesa pouquinho nas margens? E aí o outro ponto já é entrando o C&A Pay, né?
Speaker #5: Já que a gente dá para a gente desenvolver mais, chamou até a atenção positivamente, porque vocês aceleraram, né? crescimento de carteira ali 360, tá em duplo dígito, ao mesmo tempo que vocês tiveram uma queda relevante em NPL.
Isabela Lamaz: Chamou até atenção positivamente, porque vocês aceleraram um crescimento de carteira ali 360, em duplo dígito, ao mesmo tempo que vocês tiveram uma queda relevante em NPL e com uma cobertura que parece bastante saudável. A gente queria entender como é que vocês estão vendo. Sabemos que vocês continuam com a visão cautelosa. O macro completamente incerto ainda, a gente não sabe como é que vai ser eleição, juros, enfim, mas vocês veem algum pequeno espaço pra acelerar, manutenção mesmo desse ritmo, enfim, como é que está a cabeça pensando nos possíveis cenários daqui pra frente? Seriam essas duas. Muito obrigada pelo espaço.
Speaker #5: E com uma cobertura que parece assim bastante saudável. Então, a gente queria entender assim, como é que vocês estão vendo, né? Sabemos que vocês continuam com a visão cautelosa, né?
Speaker #5: Acho que o macro completamente incerto ainda, a gente não sabe como é que vai ser a eleição, juros, enfim. Mas vocês veem algum pequeno espaço para acelerar?
Speaker #5: É manutenção mesmo desse ritmo? Enfim, como é que está a cabeça aí pensando nos possíveis cenários daqui para frente? Seriam essas duas e muito obrigada pelo espaço.
Speaker #4: Oi, Isabela, obrigado pelas tuas perguntas. Online, né? Você falou: quais são as grandes alavancas que vêm trazendo esse crescimento para a gente? Eu acho que tem algumas delas, tá?
Paulo Correa Junior: Oi, Isabela, obrigado pelas tuas perguntas. Online. Você falou quais são as grandes alavancas que vêm trazendo esse crescimento pra gente. Tem algumas delas. Primeiro, isso faz parte da nossa estratégia de energia e da nossa decisão de avançar nessa dinâmica omnicanal do consumidor. Isso fez com que a gente venha investindo já há algum tempo na melhoria das experiências dessas jornadas omni. Tudo isso que a gente tem comentado, isso tem feito uma mudança muito significativa no que diz respeito ao nível de conversão do nosso site e do nosso app. Esse Conversational Commerce, você chegar lá e procurar: "Então, vou ter uma festa nesse final de semana, o que eu poderia usar?" E você ter uma conversa que é exatamente pra onde está acontecendo o jogo, de agentificação dessa jornada de compra, primeiro. Dois, você ter o Home for You.
Speaker #4: Primeiro, isso faz parte da nossa estratégia de energia e da nossa decisão de avançar nessa dinâmica omnicanal do consumidor. Então, isso fez com que a gente venha investindo já há algum tempo na melhoria das experiências dessas jornadas OMNI.
Speaker #4: Então, tudo isso que a gente tem comentado, isso tem feito uma mudança muito significativa no que diz respeito ao nível de conversão do nosso site e do nosso app.
Speaker #4: Esse conversational commerce, você chegar lá e procurar então usar? E você ter uma conversa que é exatamente para onde está acontecendo o jogo, né?
Speaker #4: De agentificação dessa jornada de compra. Primeiro. Dois, você ter o Home For You. Então, de algum jeito, você chega na página; baseado, se você entra logado, você consegue ver sugestões e página que tenha mais a ver com você.
Paulo Correa Junior: De algum jeito, você chega na página, baseado se você entra logado, você consegue ver sugestões e páginas que têm mais a ver com você. Isso também facilita o processo de conversão. Três, todo o trabalho que a gente vem fazendo em termos de construir uma inteligência de cada consumidor, da história de cada consumidor aqui na C&A. Todo o nosso trabalho de CRM e mensageria pros nossos consumidores, cada vez mais personalizado, cada vez mais focado, também trazendo mais conversão, trazendo mais fluxo e trazendo mais conversão. Essa dinâmica de evolução da proposta em si, da jornada online, está sendo, pra mim, o grande divisor de águas entre o que acontecia antes e o que está acontecendo depois. Mais recentemente, também estamos trazendo uma intensificação da participação das lojas físicas nessa jornada.
Speaker #4: Então, isso também facilita o processo de conversão. Três, todo o trabalho que a gente vem fazendo em termos de construir uma inteligência de cada consumidor da história de cada consumidor aqui na C&A.
Speaker #4: Então, todo o nosso trabalho de CRM e mensageria para os nossos consumidores, cada vez mais personalizado, personalizado, cada vez mais focado também trazendo mais conversão, trazendo mais fluxo e trazendo mais conversão.
Speaker #4: Então, essa dinâmica de evolução da proposta em si, da jornada online, está sendo para mim o grande divisor de águas entre o que está acontecendo antes e o que está acontecendo depois.
Speaker #4: Mais recentemente, também estamos trazendo uma intensificação da participação das lojas físicas nessa jornada. E eu acho que isso a gente ainda está no começo, ainda tem muita água para rolar nesse sentido.
Paulo Correa Junior: Isso a gente ainda está no começo, ainda tem muita água pra rolar nesse sentido, esse é um outro elemento que também traz um espectro muito maior e uma dependência menor de investimento, que conecta com a tua pergunta da rentabilidade, que é: a rentabilidade sempre é muito questionada desse canal, porque se você precisa muito de mídia pra poder trazer tráfego, no final da conta, no bottom line, fica mais desafiadora essa conversa. À medida que você tem a loja física trabalhando junto com a loja online, à medida que você tem uma capacidade de ser mais granular e mais assertivo na mensagem e no estímulo que você faz de cada consumidor.
Speaker #4: E eu acho que esse é outro elemento que também traz espectro muito maior e uma dependência menor de investimento que conecta com a tua pergunta da rentabilidade, que é a rentabilidade sempre é muito questionada desse canal, porque se você precisa muito de mídia para poder trazer tráfego, aí no final da conta no bottom line fica mais desafiador essa conversa.
Speaker #4: À medida que você tem a loja física trabalhando junto com a loja online, à medida que você tem uma capacidade de ser mais granular e mais assertivo na mensagem e no estímulo que você faz a cada consumidor.
Speaker #4: E juntando com a segunda parte da sua pergunta, que é o Pay, ao mesmo tempo trabalhando de verdade a sua base de clientes do C&A Pay, e tentando trazer personalização e relevância para as histórias, porque a gente fala: se você vai lá, compra com o Pay, você volta lá pelo menos cinco vezes no aplicativo para pagar a sua prestação.
Paulo Correa Junior: Juntando com a segunda parte da sua pergunta, que é o C&A Pay, ao mesmo tempo, trabalhando de verdade a sua base de clientes do C&A Pay e tentando trazer personalização e trazendo relevância pras histórias, porque a gente fala: se você vai lá, compra com o C&A Pay, você volta lá five times, pelo menos, no aplicativo pra pagar sua prestação. São five opportunities de ouro pra a C&A falar sobre o que ela tem pra você, especificamente, naquele momento. Quanto mais assertivo, quanto mais direcionado, granular você for nessa oferta, maior é a chance de você converter. Isso tudo ajuda demais na rentabilidade da história. A rentabilidade vai avançando também pra que você dependa cada vez menos desse tráfego pago. Aumentar a base de aplicativos é uma consequência de aumentar o C&A Pay também.
Speaker #4: São cinco oportunidades de ouro para a C&A falar sobre o que ela tem para você, especificamente naquele momento, e quanto mais assertivo, quanto mais direcionado, mais granular você for nessa oferta, maior é a chance de você converter. E isso tudo ajuda demais na rentabilidade da história.
Speaker #4: Então, a rentabilidade vai avançando também para que você dependa cada vez menos desse tráfego pago. Isso aumentar a base de aplicativos, é uma consequência de aumentar o Pay também.
Speaker #4: Então, cada vez que você aumenta o Pay, você automaticamente aumenta o seu mal que aumenta a sua possibilidade de trazer tráfego com nível de custo muito menor.
Paulo Correa Junior: Cada vez que você aumenta o C&A Pay, você automaticamente aumenta o seu MAU, que aumenta a sua possibilidade de trazer um tráfego com um nível de custo muito menor. Essa é a conjuntura que vem trazendo para o online essa evolução, e a gente espera continuar nessa evolução. Também, ao mesmo tempo, essa dinâmica que você trouxe do C&A Pay, em que a gente vem acelerando a participação exatamente por a capacidade de ter esse diálogo contínuo e bem granular e bem focado de mensagem com esses consumidores que são base do C&A Pay. Não sei se, Laurence, você complementaria?
Speaker #4: Então, essa é a conjuntura que vem trazendo para o online essa evolução e a gente espera continuar nessa evolução. E também, ao mesmo tempo, essa dinâmica que você trouxe do Pay, em que a gente vem acelerando a participação exatamente por a capacidade de ter esse diálogo contínuo e bem granular e bem focado de mensagem com esses consumidores que são base do Pay.
Speaker #4: Não sei se, Laurence, queria suplementaria?
Speaker #2: Essa mesma é muito mais complemento mesmo de o foco continua sendo a recorrência, continua sendo o spending dos clientes atuais. Eu acho que o que a gente tem feito é ter domínio maior cada vez maior e das alavancas mensurar todos os estímulos que a gente dá e iniciativas e o retorno tanto de spending, mas qual é a reação nessa operação quando a gente mexe algumas alavancas, tá?
Laurence Beltrão Gomes: É muito mais um complemento. O foco continua sendo a recorrência, continua sendo o spending dos clientes atuais. Eu acho que o que a gente tem feito é ter um domínio cada vez maior das alavancas e mensurar todos os estímulos que a gente dá, iniciativas e o retorno, tanto de spending, mas qual é a reação nessa operação quando a gente mexe algumas alavancas. Eu acho que continua sendo isso, o foco na recorrência, o foco no domínio dessa operação. A gente continua com a disciplina nos nossos modelos de concessão de crédito, que ainda, de acordo com o cenário macro, todas as variáveis que tem nesse modelo nos indica e nos orienta ainda uma postura conservadora, cautelosa em relação à concessão. Enquanto isso, a gente vem fazendo testes.
Speaker #2: Então, eu acho que esse continua sendo isso, o foco na recorrência, o foco no domínio dessa operação, a gente continua com a disciplina nos nossos modelos de concessão de crédito, que ainda de acordo com o cenário macro, todo as variáveis que tem nesse modelo nos indica e nos orienta ainda uma postura conservadora, cautelosa em relação à concessão, mas enquanto isso a gente vem fazendo testes de iniciativas, de algumas produtos pontuais, ou condições de pagamento, taxas diferentes, tentando clusterizar ou estímulos diferentes para clientes diferentes, ou seja, tendo uma atuação mais granular de acordo com a segmentação desses clientes, no Pay.
Laurence Beltrão Gomes: Testes de iniciativas, de alguns produtos pontuais ou condições de pagamento, taxas diferentes, tentando clusterizar ou estímulos diferentes pra clientes diferentes, ou seja, tendo uma atuação mais granular de acordo com a segmentação desses clientes no C&A Pay. Enquanto isso, eu acho que enquanto a gente tem essa postura cautelosa, conservadora em relação à concessão de crédito, a gente está muito focado pra dentro de como que a gente melhora a nossa eficiência comercial, eficiência operacional nessa operação.
Speaker #2: Então, enquanto isso, eu acho que enquanto a gente tem essa postura cautelosa, conservadora, em relação à concessão de crédito, a gente está muito focado em dentro para dentro de como que a gente melhora a nossa eficiência comercial, eficiência operacional nessa operação.
Speaker #1: Claríssimo, muito obrigada.
[Company Representative] (C&A): Claríssimo, muito obrigada. Nossa próxima pergunta vem do Senhor Joseph Giordano, do JP Morgan. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #3: Nossa próxima pergunta vem do senhor Joseph Giordano, do JP Morgan. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #5: Olá, boa tarde a todos. Boa tarde, Paulo. Laurence, obrigado pela pergunta. Queria explorar pouquinho mais os tópicos do início até pedir pouquinho mais de granularidade aqui.
Joseph Giordano: Olá, boa tarde a todos, boa tarde, Paulo e Laurence. Obrigado pela pergunta. Queria explorar um pouquinho mais os tópicos do início, pedir um pouquinho mais de granularidade aqui, pra tentar entender o que vocês enxergam como um ciclo de caixa sustentável e conversão de EBITDA em caixa ao longo do ano. Entendo que isso aqui flutua, tem essa questão de importação, FOB, CIF, isso acaba impactando um pouco a estrutura da linha de estoques, mas eu queria entender de vocês como é que vocês enxergam a conversão de EBITDA em caixa nesse ano e o que seria o regime de estabilidade daqui pra frente, se existe algum tipo de meta nesse aspecto. Obrigado.
Speaker #5: Para tentar entender o que vocês enxergam como ciclo de caixa sustentável e conversão de dívida em caixa ao longo do ano. Entendo que isso aqui flutua, tem essas questões de importação, FOB, CIF, isso acaba impactando pouco a estrutura da linha de estoques, mas eu queria entender de vocês como é que vocês enxergam a conversão de dívida em caixa nesse ano e o que seria o regime de estabilidade daqui para frente, se existe algum tipo de meta nesse aspecto.
Speaker #5: Obrigado.
Speaker #4: Bom, eu acho que Joseph, obrigado pela pergunta. Aqui de novo, eu acho que é pouco da resposta anterior. Acho que temos a prioridade da execução da estratégia nas iniciativas muito claras, voltadas para capturar as oportunidades.
Laurence Beltrão Gomes: Joseph, obrigado pela pergunta. Aqui, de novo, eu acho que é um pouco da resposta anterior. Temos a prioridade da execução da estratégia, iniciativas muito claras voltadas pra capturar as oportunidades. De outro lado, acho que a gente vive num contexto de juros muito altos. É importante proteger o bottom line, evitando despesas financeiras aqui nesse ponto. Também, dado o contexto que a gente tem visto no mercado de capitais e o preço da ação, eu acho que também existem oportunidades aqui. A recompra de ação é uma alocação de capital importante, principalmente em momentos de grande pressão, de grande incerteza e grande distorção no preço da ação. Eu acho que isso depende muito. O alvo exato é um alvo móvel.
Speaker #4: De outro lado, acho que a gente vive num contexto de juros muito altos, então é importante proteger o bottom line, evitando despesas financeiras aqui nesse ponto.
Speaker #4: E também, dado o contexto que a gente tem visto no mercado, o mercado de capitais e o preço da ação eu acho que também existem oportunidades aqui a recompra de ação, ela é uma alocação de capital importante, principalmente em momentos de grande pressão, de grande incerteza e grande distorção no preço da ação.
Speaker #4: Então, eu acho que isso depende muito. O alvo exato é um alvo móvel, porque, primeiro, é importante a gente não sacrificar o longo prazo ou não deixar as oportunidades que vão trazer ganhos e valor no longo prazo, sacrificando o curto.
Laurence Beltrão Gomes: Porque primeiro, é importante a gente não sacrificar o longo prazo ou não deixar as oportunidades que vão trazer ganhos e valor no longo prazo, sacrificando o curto. Por isso que é importante essa estratégia de longo prazo que a gente tem para ter as convicções e priorizações na alocação de capital. Obviamente, isso depende da performance da companhia, depende da geração de caixa da companhia. Isso tudo vai também ditar o ritmo e vai ditar a magnitude e a nossa aceitação desses níveis de capital de giro. A gente pode investir em capital de giro, pode investir mais em Capex, pode investir mais em recompra ou payout, dependendo do momento, principalmente porque hoje a gente tem uma boa geração de caixa e tem um balanço forte.
Speaker #4: Então, por isso que é importante essa estratégia de longo prazo que a gente tem para ter as convicções e priorizações aqui na alocação de capital.
Speaker #4: E, obviamente, isso depende da performance da companhia, depende da geração de caixa da companhia, isso tudo vai também ditar o ritmo e vai ditar a magnitude e a nossa também aceitação desses níveis de capital de giro.
Speaker #4: A gente pode investir em capital de giro, pode investir mais em CAPEX, pode investir mais em recompra ou payout, dependendo do momento, principalmente porque hoje a gente tem uma boa geração de caixa e tem balanço forte.
Speaker #4: Mas de novo, o que vai ditar isso é esse equilíbrio ou essa ponderação entre execução da estratégia, manter endividamento baixo e não deixar de capturar oportunidades de retorno ao acionista.
Laurence Beltrão Gomes: De novo, o que vai ditar isso é esse equilíbrio ou essa ponderação entre execução da estratégia, manter endividamento baixo e não deixar de capturar oportunidades de retorno ao acionista.
Speaker #5: Perfeito, obrigado.
Joseph Giordano: Perfeito, obrigado.
Speaker #3: Nossa próxima pergunta vem do senhor Eric Wang, do Santander. Por favor, pode prosseguir.
[Company Representative] (C&A): Nossa próxima pergunta vem do senhor Eric Wang, do Santander. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #5: Boa tarde, Paulo, Laurence. Duas perguntas rápidas aqui do meu lado. Acho que a primeira, olhando pouco mais para o lado de despesas, acho que a gente seguiu vendo aí uma disciplina bem relevante.
Eric Wang: Boa tarde, Paulo e Laurence. Duas perguntas rápidas aqui do meu lado. Acho que a primeira olhando um pouco mais pro lado de despesas. Acho que a gente seguiu vendo uma disciplina bem relevante. Pensando um pouco mais no H2 agora, que querendo ou não, tem um pouquinho mais de abertura, entender como que a gente poderia olhar pra essa linha, se vocês enxergam aí uma certa flexibilidade pra um eventual cenário de vendas que se prove um pouco mais desafiador. Aí como que isso poderia conversar com margens, margem EBITDA, principalmente. A outra, voltando aqui, um follow-up, desculpa a gente voltar de novo nesse ponto da venda, mas entender um pouquinho melhor, se a gente pega junho, especificamente, que já teve o início dos impactos de Copa do Mundo, também é um mês que tem a sazonalidade importante de Dia dos Namorados.
Speaker #5: Mas pensando um pouco mais no segundo semestre agora, que, querendo ou não, tem um pouquinho mais de aberturas e tudo mais, entender como que a gente poderia olhar para essa linha, se vocês enxergam aí uma certa flexibilidade para eventual cenário de vendas que se prove um pouco mais desafiador.
Speaker #5: E aí, como que isso poderia conversar com margens? Margem EBITDA principalmente. E a outra, acho que voltando aqui follow-up, até desculpa, a gente voltar de novo nesse ponto da venda, mas entender pouquinho melhor se a gente pega junho especificamente, que já teve início ali dos impactos de Copa do Mundo, também é mês que tem a sazonalidade importante de anos namorados.
Speaker #5: Então, se a gente olha agora para o segundo semestre especificamente, é o terceiro tri que julho a gente não tem nenhuma sazonalidade tão relevante, poderia ter impacto pouco pior, ou eventualmente dado que a sazonalidade.
Eric Wang: Se a gente olha agora para o segundo semestre, especificamente o Q3, que julho a gente não tem nenhuma sazonalidade tão relevante, poderia ter um impacto um pouco pior, ou eventualmente, dado que a sazonalidade mais relevante é em agosto, de Pais, uma coisa poderia compensar a outra, mas entender se tem algum específico dessa questão de sazonalidade que poderia pesar um pouco mais ou menos, por essa questão de mudança tão relevante de fluxo por conta da Copa. Obrigado.
Speaker #5: Mais relevante é em agosto, de paz, uma coisa poderia compensar a outra. Mas entender se tem algum específico aí dessa questão de sazonalidade que poderia pesar pouco mais ou menos por essa questão aí de mudança tão relevante de fluxo por conta da Copa.
Speaker #5: Obrigado.
Speaker #2: Deixa eu começar pela segunda pergunta, você pega o CSGN em seguida, só para estar quente aqui. O Eric, obrigado pela tua pergunta, cara. O impacto na prática é como eu te falei, ele é, a gente está sempre olhando proporcional ao ano anterior.
Paulo Correa Junior: Deixa eu começar pela segunda pergunta, aí você pega o Sergio e Gené em seguida, está quente aqui. Eric, obrigado aí pela tua pergunta. O impacto, na prática, como te falei, a gente está sempre olhando proporcional ao ano anterior. Tanto no fluxo, quanto na conversão, quanto na venda, a gente vai tentando entender qual é o impacto de cada um. Cada semana no ano, tem um histórico de relevância no total da venda do negócio. E essa variação percentual positiva ou negativa versus o ano anterior, é que vai formando esse nível de conversão, esse nível de same-store sales que a gente está falando.
Speaker #2: Então, tanto no fluxo quanto na conversão, quanto na venda, a gente vai tentando entender qual que é o impacto de cada Então, tem cada semana no ano, tem histórico de relevância no total da venda do negócio.
Speaker #2: E essa variação percentual positiva ou negativa versus o ano anterior é que vai formando então esse nível de conversão, esse nível de semi-store sales que a gente está falando.
Speaker #2: Então, voltando na tua pergunta específicamente, o que aconteceu naquela, nos primeiros 20, nos últimos 20 dias de junho e nos primeiros 20 dias de julho, foi uma comparabilidade em termos de fluxo e de vendas diferente do que estava acontecendo pré-Copa do Mundo e o que está acontecendo agora depois da Copa do Mundo.
Paulo Correa Junior: Voltando na tua pergunta, especificamente, o que aconteceu nos últimos 20 dias de junho e nos primeiros 20 dias de julho, foi uma comparabilidade em termos de fluxo e de vendas, diferente do que estava acontecendo pré Copa do Mundo e o que está acontecendo agora depois da Copa do Mundo. Como eu falei, teve uma desaceleração nesse período, no Q2, assim como teve uma desaceleração naqueles primeiros dias de julho. Pós esse momento, a gente vê uma normalização desse efeito do fluxo e uma outra evolução em termos de same-store sales. É isso que aconteceu, pelo menos no nosso caso aqui, na forma como a gente vem medindo isso, e a gente viu isso ao longo de 340 lojas no país como um todo. Não é uma medida desprezível, de jeito nenhum. Acho que é bem precisa, bem acurada.
Speaker #2: Então, tem como eu falei, teve uma desaceleração nesse período no segundo trimestre, assim como teve uma desaceleração naqueles primeiros dias de julho. Pós esse momento, a gente vê uma normalização desse efeito do fluxo e uma outra evolução em termos de semi-store sales.
Speaker #2: Então, é isso que aconteceu pelo menos no nosso caso aqui, na forma como a gente vem medindo isso e a gente viu isso ao longo de 340 lojas no país como todo.
Speaker #2: Então, não é uma medida desprezível de jeito nenhum. Acho que é bem, eu acho que é bem precisa, bem acurada. Então, essa é a diferença que tem antes e depois, e o durante Copa do Mundo.
Paulo Correa Junior: Essa é a diferença que tem antes e depois, e o durante Copa do Mundo.
Speaker #4: Bem, em relação às despesas operacionais do segundo semestre, eu acho que é bom antes da assim, só como introdução, acho que a gente tem aqui ritual de gestão muito fortes e muito granulares aqui no sentido de acompanhamento de todas as despesas.
Laurence Beltrão Gomes: Em relação às despesas operacionais do H2, só como uma introdução, acho que a gente tem aqui rituais de gestão muito fortes e muito granulares no sentido de acompanhamento de todas as despesas, de todos os pacotes. Faz isso com bastante frequência. Eu acho que também a natureza do próprio contexto dos últimos 2 years, a gente esse ano também construiu um budget já mapeando oportunidades de se num possível cenário um pouco mais desafiador, a gente pudesse já apertar alguns botões no sentido de ajustar a estrutura de despesas, lembrando que a C&A é uma empresa em transformação, a execução da estratégia, levando a C&A pra um lugar melhor.
Speaker #4: De todos os pacotes, faz isso com uma recorrência com bastante frequência. Eu acho que também a natureza do próprio contexto dos últimos dois anos, a gente também, esse ano também construiu budget também já mapeando também oportunidades de se, num possível cenário, pouco mais desafiador, a gente pudesse já apertar alguns botões no sentido de ajustar, estrutura de despesas, lembrando que a CEA é uma empresa em transformação, a execução da estratégia levando a CEA para lugar melhor.
Speaker #4: Algumas despesas vêm na frente dos ganhos, mas o que a gente tem feito também é um trabalho de buscar funding na revisão de todas as estruturas de despesas, na revisão não só de processos, mas também de atividades, e como não só eliminar, mas também otimizar processos e atividades em toda a companhia.
Laurence Beltrão Gomes: Algumas despesas vêm na frente dos ganhos, mas o que a gente tem feito também é um trabalho de buscar funding na revisão de todas as estruturas de despesas, na revisão não só de processos, mas atividades, e não só eliminar, mas também otimizar processos e atividades em toda a companhia. Dito isso, eu acho que aquilo que a gente espera pro H2 é uma leve diminuição de despesas em relação ao Q2 2025, mais concentrada no Q4, em função de um Q3 que ainda tem investimentos em marketing pontuais relacionados à Rock in Rio e ao aniversário de 50 years da C&A. Basicamente, essa é a nossa visão aqui pro H2.
Speaker #4: Então, dito isso, eu acho que aqui o que a gente espera para o segundo semestre é uma leve diminuição de despesas em relação ao segundo trimestre de 2025, mas concentrada no quarto trimestre, em função de terceiro trimestre que ainda tem investimentos em marketing pontuais relacionados a Rock in Rio e ao aniversário de 50 anos da CEA.
Speaker #4: Então, basicamente, essa é a nossa visão aqui para o segundo semestre.
Speaker #3: Boa. Eu só complementar aqui, Laurence, eu acho que esse é ponto super importante de desse investimento consciente de marca que a gente está fazendo no terceiro trimestre.
Paulo Correa Junior: Só pra complementar aqui, Laurence, eu acho que esse é um ponto superimportante desse investimento consciente de marca que a gente está fazendo no Q3, tanto porque ele simboliza esses nossos 50 years no Brasil e ao mesmo tempo também temos eventos específicos. E só pra complementar, eu estava olhando aqui minhas anotações, Eric. 2 coisas que eu acho que ajudam a gente nesse H2 também. Primeiro, pensando agora nesse período, a gente entrou conscientemente, comprado e planejado pra isso Com uma coleção de inverno, que a gente entende que o inverno tem uma performance de vendas até September significativa, a gente está mais preparado pra aproveitar esse período de inverno até o final de September. Então isso é uma história positiva também nesse sentido.
Speaker #3: Tanto porque ele simboliza esses nossos 50 anos no Brasil e ele, ao mesmo tempo, também temos eventos específicos. E só para complementar, eu estava olhando aqui anotações, Eric, duas coisas que eu acho que ajudam a gente nesse segundo semestre também.
Speaker #3: Primeiro, pensando agora nesse período, a gente entrou conscientemente, comprado e planejado para isso, com uma coleção de inverno, que a gente entende que o inverno ele tem uma performance de vendas até setembro significativa.
Speaker #3: A gente está mais preparado para aproveitar esse período de inverno até o final de setembro. Então, isso é uma história positiva também nesse sentido.
Speaker #3: E, obviamente, como a gente falou agora há pouco, essas festividades, essa visibilidade da marca nesse mês de agosto também deveria ser fator de visibilidade, de awareness maior da C&A dentro desse período.
Paulo Correa Junior: Obviamente, como a gente falou agora há pouco, essas festividades, essa visibilidade da marca nesse mês de August, também deveria ser um fator de visibilidade, de awareness maior da C&A dentro desse período. Então são 2 alavancas adicionais àquelas que a gente falou antes de gestão propriamente dita de categorias, como a gente mencionou.
Speaker #3: Então, são duas alavancas adicionais àquelas que a gente falou antes de gestão propriamente dita de categorias como a gente mencionou.
Speaker #5: Então, perfeito. Obrigado aí pelas respostas.
Eric Wang: Perfeito, obrigado pelas respostas.
Speaker #1: Encerramos, nesse momento, a sessão de perguntas e respostas. Passo a palavra para o Paulo para as considerações finais.
[Company Representative] (C&A): Encerramos nesse momento a sessão de perguntas e respostas. Passo a palavra para o Paulo, para as considerações finais.
Speaker #2: Bom, gente, obrigado a todos pela participação. Antes de encerrar, eu queria convidar todos para o nosso Investors Day, que vai acontecer no dia 26 de agosto às 9 horas da manhã, com transmissão ao vivo no nosso site de RI.
Paulo Correa Junior: Well, gente, obrigado a todos pela participação. Antes de encerrar, eu queria convidar todos para o nosso Investors Day, que vai acontecer no dia 26 August 2024, às 9:00AM, com transmissão ao vivo no nosso site de RI. Isso complementa aquela pergunta de o que vem depois do Energia. A resposta dessa pergunta vai ficar mais completa e mais clara para todos no dia 26 August 2024, em que a gente quer mostrar um pouco qual é a nossa continuação e nosso caminho de construção de valor da companhia. Obrigado mais uma vez pela participação no nosso call de resultado do Q2. Um agradecimento especial, sempre, ao time C&A. Esse resultado é sempre de vocês. Aquele coração tradicional aqui dentro, a gente se encontra na C&A. Valeu, gente.
Speaker #2: Isso complementa aquela pergunta de o que vem depois do Energia. Essa resposta dessa pergunta vai ficar mais completa e mais clara para todos no dia 26 de agosto, em que a gente quer mostrar um pouco qual é a nossa continuação e nosso caminho de construção de valor da companhia.
Speaker #2: Obrigado mais uma vez pela participação no nosso call de resultados do segundo tri. agradecimento especial sempre ao time CEA, esse resultado é sempre de vocês.
Speaker #2: Aquele coração tradicional aqui dentro, a gente se encontra na CEA. Valeu, gente.
Speaker #1: Para as perguntas que ficaram pendentes, por favor, entre em contato com o time de RI. A videoconferência da CEA está encerrada. Agradecemos a participação de todos e tenham uma boa tarde.
[Company Representative] (C&A): Para as perguntas que ficaram pendentes, por favor, entre em contato com o time de RI. A videoconferência da C&A está encerrada. Agradecemos a participação de todos e tenham uma boa tarde. Goodbye.
