Q2 2026 Guararapes Confeccoes SA Earnings Call
[Analyst] (UBS): Minha relação com o mar começou muito cedo, através do meu pai, que surfava com a tampa do isopor que ele vendia os peixes. Um certo dia eu cheguei no meu quarto e tinha uma prancha de verdade na minha cama. Comprou a primeira prancha e trocou por peixe. Aquilo ali mostrava o quanto ele queria e o quanto ele desejava realizar os meus sonhos. Quando eu olho pra trás, eu vejo a nossa história e isso me orgulha. Isso me dá forças pra continuar. Na minha vida, graças a Deus, eu já tive grandes conquistas e grandes momentos, mas nada se compara a ser pai, a viver esse amor de verdade. O meu pai é a minha maior fonte de inspiração. É um cara que eu carrego tanto na minha memória como no meu coração, pra todos os lugares do mundo. Ria com quem te inspira. Riachuelo.
Speaker #2: Minha relação com o mar começou muito cedo. Através do meu pai, eu surfava com a tampa de isopor com que ele vendia os peixes. Certo dia, eu cheguei no meu quarto e tinha uma prancha de verdade na minha cama.
Speaker #2: Comprou a primeira prancha e trocou por peixe. Aquilo ali mostrava o quanto ele queria e o quanto ele desejava realizar meus sonhos. Eu olho para trás, vejo a nossa história e isso me orgulha.
Speaker #2: Isso me dá forças para continuar na minha vida, graças a Deus. Eu já tive grandes conquistas e grandes momentos, mas nada se compara a ser pai e a viver esse amor de verdade com meu pai.
Speaker #2: Ele é a minha maior fonte de inspiração. E é um cara que eu carrego tanto na minha memória como no meu coração. Para todos os lugares do mundo.
Speaker #2: Ria. Com quem te inspira. Riachuelo.
Speaker #3: Olá, boa tarde a todos. Obrigado por estarem conosco aqui na nossa videoconferência de resultados do segundo trimestre de 2026. Foi mais um trimestre de evolução e, para contar um pouco mais sobre nossa estratégia e tudo o que estamos fazendo, eu estou aqui com o André Farber, nosso CEO; com o Luís Cafruni, nosso CFO; e também com o Francisco Santos, que é o executivo à frente das operações da Midway Financeira.
[Company Representative] (Guararapes Confecções): Olá, boa tarde a todos. Obrigada por estarem conosco aqui na nossa videoconferência de resultados do Q2 de 2023. Foi mais um trimestre de evolução e para contar um pouco mais sobre nossa estratégia e tudo que estamos fazendo, eu estou aqui com o André Farber, nosso CEO, com o Miguel Cafruni, nosso CFO, e também com o Francisco Santos, que é o executivo à frente das operações da Midway Financeira. A dinâmica vai ser a mesma dos calls anteriores, então nós vamos começar com uma apresentação e, na sequência, faremos a sessão de perguntas e respostas. Lembrando que para fazer pergunta, basta clicar no ícone "levantar mão" para entrar na fila, ou então pode mandar por escrito no ícone Q&A. Antes de passar a palavra pro André, vou só fazer algumas considerações. Essa apresentação está sendo gravada e conta com tradução simultânea.
Speaker #3: A dinâmica vai ser a mesma dos calls anteriores, então nós vamos começar com uma apresentação e, na sequência, faremos a sessão de perguntas e respostas.
Speaker #3: Lembrando que, para fazer perguntas, basta clicar no ícone 'levantar a mão' para entrar na fila, ou então pode mandar por escrito no ícone Q&A.
Speaker #3: Antes de passar a palavra para o André, vou só fazer algumas considerações. Esta apresentação está sendo gravada e conta com tradução simultânea. A apresentação será em português, e a versão em inglês está disponível no site de RI.
[Company Representative] (Guararapes Confecções): A apresentação será em português e a versão em inglês está disponível no site de RI. Eventuais declarações sobre projeções ou perspectivas refletem expectativas da administração, mas elas não garantem resultados futuros. Era isso, agora eu passo a palavra para o André.
Speaker #3: E, eventuais declarações sobre projeções ou perspectivas refletem expectativas da administração, mas elas não garantem resultados futuros. Era isso e agora eu passo a palavra para o André.
Speaker #2: Muito obrigado, Isa. Boa tarde, pessoal. Prazer estar aqui com vocês hoje. Obrigado por estarem na nossa call aqui do segundo trimestre. Mais uma vez, vocês vão ver que a gente veio com resultados muito fortes e muito robustos.
André Farber: Muito obrigado, Isa. Boa tarde, pessoal. Um prazer estar aqui com vocês hoje. Obrigado por estarem na nossa Q2 call. Mais uma vez vocês vão ver que a gente veio com resultados muito fortes, muito robustos. Eu completei nesse trimestre 3 years de empresa, um processo profundo de transformação, onde a gente simplificou nossos negócios, trouxe muito mais foco e vem trazendo cada vez resultados melhores. Vocês vão ver hoje que a estratégia continua bastante consistente. A gente está trazendo uma continuidade, nenhuma mudança de rota, mas à medida que a gente vai gerando os resultados, a gente fica cada vez mais confiante, mas também, ao mesmo tempo, temos uma sensação de que estamos só começando, que o melhor está por vir, que tem muita coisa boa vindo pela frente. Esse é o slide que mostra nossa jornada de transformação, desde que eu cheguei na companhia.
Speaker #2: Eu completei, nesse trimestre, três anos de empresa. É um processo profundo de transformação, onde a gente simplificou nossos negócios, a gente trouxe muito mais foco e a gente vem trazendo, cada vez, resultados melhores.
Speaker #2: Vocês vão ver hoje que a estratégia continua bastante consistente. A gente está trazendo uma continuidade, nenhuma mudança de rota. Mas, à medida que a gente vai gerando os resultados, ficamos cada vez mais confiantes e, ao mesmo tempo, temos a sensação de que estamos só começando, que o melhor está por vir, que tem muita coisa boa vindo pela frente.
Speaker #2: Então, esse é o slide que mostra a nossa jornada de transformação. Desde que eu cheguei na companhia, nesse momento a gente está entrando numa nova fase, eu diria, fase dois de transformação, que é uma fase de profunda transformação da nossa experiência.
André Farber: Nesse momento, a gente está entrando numa nova phase, eu diria a phase 2 de transformação, que é uma phase de profunda transformação da nossa experiência. A gente inaugurou em April this year, a gente reformou, na verdade, a loja do Barigui, que já recebe esse novo formato de loja, a nova marca, tudo que a gente acredita da evolução da Riachuelo do futuro. Estamos nos preparando agora no H2, a partir de August, pra fazer 7 reformas e também abrir 14 lojas nesse novo formato. A Riachuelo que a gente vai ver daqui pra frente, e já com pouco mais de 20 pontos desse jeito, é uma Riachuelo nova, com um novo formato, com uma nova experiência. Esse trimestre também foi um trimestre importante, onde a gente fez uma evolução do nosso estudo organizacional.
Speaker #2: A gente inaugurou em abril deste ano, a gente reformou, na verdade, a loja do Barigui, que já recebe esse novo formato de loja.
Speaker #2: A nova marca é tudo o que a gente vê para o futuro. E estamos nos preparando agora, no segundo semestre, a partir de agosto, para fazer sete reformas e também abrir 14 lojas nesse novo formato.
Speaker #2: Então, a Riachuelo que a gente vai ver daqui para frente é já com pouco mais de 20 pontos desse jeito, com uma Riachuelo nova, com novo formato, com uma nova experiência.
Speaker #2: Esse trimestre também foi um trimestre importante, onde a gente fez uma evolução da nossa estrutura organizacional. A diretoria executiva de Moda agora foi dividida em dois.
André Farber: A diretoria executiva de moda agora foi dividida em 2, tudo isso pra dar mais foco, mais senioridade. A gente quebrou as diretorias em 2, a criação da diretoria masculina e também a diretoria de moda feminina e infantil. Mostro o nosso slide de resultados. De novo, como eu falei, um trimestre muito robusto, de muita consistência, de resultados, na verdade, em todas as linhas muito bons. Continuamos sustentando um crescimento same-store, aqui em vestuário, de quase 8%. Fizemos isso com crescimento também muito relevante de margem. A gente vê que a nossa margem atingiu 59.2%, +1.9 versus o mesmo trimestre do ano passado. Essa combinação aqui sempre muito potente pra melhorar nosso resultado de EBITDA, que é o próximo número. A gente vê que o EBITDA de mercadorias atingiu um nível histórico aqui de 17%.
Speaker #2: Tudo isso para dar mais foco, mais senioridade. Então, a gente quebrou as diretorias em duas: a criação da diretoria masculina e também a diretoria de moda feminina e infantil.
Speaker #2: E com isso, então, agora eu mostro nosso slide de resultados. De novo, como eu falei, trimestre muito robusto, de muita consistência, de resultados, na verdade, em todas as linhas, muito bons.
Speaker #2: Continuamos sustentando crescimento sem precedentes aqui em vestuário, de quase 8%. Fizemos isso com crescimento também muito relevante de margem. Então, a gente vê que a nossa margem atingiu 59,2%, mais 1,9 ponto percentual versus o mesmo trimestre do ano passado.
Speaker #2: Então, essa combinação aqui é sempre muito potente para melhorar nossos resultados de EBITDA, que é o próximo número. Então, a gente vê que o EBITDA de mercadorias atingiu nível histórico aqui, 17%.
Speaker #2: Acho que é o resultado mais forte de todos os tempos aqui da Riachuelo em mercadorias para o segundo trimestre. Também com crescimento de 15% em termos absolutos para o mesmo trimestre do ano anterior.
André Farber: Acho que o resultado mais forte de todos os tempos aqui da Riachuelo em mercadorias no Q2. Também com um crescimento de 15% em termos absolutos pro mesmo trimestre do ano anterior. Nós continuamos evoluindo na operação da Midway, com resultados bastante consistentes, bastante sólidos. A Midway foi mais um trimestre de evolução, 7% de crescimento de EBITDA versus o mesmo trimestre do ano anterior. Com isso, a combinação dos 2 EBITDAs, aqui tem o EBITDA consolidado da companhia, que atingiu BRL 461 million, um crescimento de praticamente 13% e uma margem EBITDA consolidada de 17%. Como eu falei, um avanço muito grande. Esse avanço aqui de +1.4 versus o mesmo trimestre do ano anterior. A gente tem se proposto também a crescer EBITDA, mas crescer ainda mais o lucro, a nossa conversão de EBITDA em lucro tem sido muito forte.
Speaker #2: Nós continuamos evoluindo na operação da Midway, com resultados bastante consistentes, bastante sólidos. Então, a Midway teve mais um trimestre de evolução, 7% de crescimento de EBITDA versus o mesmo trimestre do ano anterior.
Speaker #2: E com isso, a combinação dos dois EBITDAs aqui tem o EBITDA consolidado da companhia, que atingiu R$ 461 milhões, crescimento de praticamente 13% e uma margem EBITDA consolidada de 17%.
Speaker #2: Então, como eu falei, avanço muito grande. Esse avanço aqui de 1,4% versus o mesmo trimestre do ano anterior. E a gente tem se proposto também a crescer EBITDA, mas crescer ainda mais o lucro.
Speaker #2: Então, a nossa conversão de EBITDA em lucro tem sido muito forte e, enquanto o EBITDA cresceu 17%, 13%, nosso lucro cresceu 36%. Atingimos aqui também recorde histórico para o segundo tri da companhia, número de R$168 milhões.
André Farber: Enquanto o EBITDA cresceu 13%, o nosso lucro cresceu 36%. Atingimos aqui também um recorde histórico para o Q2 da companhia, um número de BRL 168 million. Vou entrar um pouquinho mais no detalhe em alguns desses números aqui. Primeiro, same-store sales vestuário, são 12 quarters consecutivos de crescimento. Quando a gente olha para o último quarter aqui, como eu falei, cresceu quase 8%, mas quando a gente olha a série histórica, quando a gente já coloca o Q2 2025, a combinação do 15.8 com o 7.8 é um crescimento de 25% em 2 years. Se a gente for um pouquinho mais além, a gente vê aqui para 2024, o crescimento desses 3 years é um crescimento de 35%.
Speaker #2: Então, vou entrar um pouquinho mais no detalhe em alguns desses números aqui. Primeiro, sem a história, seja de vestuário. São 12 trimestres consecutivos de crescimento. Quando a gente olha para o último tri aqui, a gente, como eu falei, cresceu quase 8%, mas, quando a gente olha a série histórica, quando a gente já coloca o segundo trimestre de 2025, a combinação do 15,8% com o 7,8% é crescimento de 25% em dois anos.
Speaker #2: Se a gente foi pouquinho mais além, a gente vê aqui para 2024 o crescimento desses três anos é crescimento de 35%. Então, isso é fruto de todo o trabalho que a gente tem feito, de todo o foco, de tornar a nossa moda cada vez melhor, de tornar a nossa experiência cada vez melhor, de tornar nossos processos cada vez melhores.
André Farber: Isso é fruto de todo o trabalho que a gente tem feito, de todo o foco, de tornar nossa moda cada vez melhor, de tornar nossa experiência cada vez melhor, de tornar nossos processos cada vez melhores. O resultado está aqui, e com muito orgulho a gente mostra 12 quarters de evolução. A gente tem feito isso evoluindo a margem. A nossa margem aqui também bateu um nível recorde de 59%. Acho que nunca antes a Riachuelo tinha chegado no Q2 nessa margem de vestuário. Estamos muito orgulhosos. Foi um crescimento de 1.9% versus o Q2 do ano passado. A gente está fazendo essas melhoras de margem como um reloginho suíço. Fizemos 1.9 de melhora no Q2 2025 e também tínhamos feito 1.9 de melhora no Q2 2024.
Speaker #2: E o resultado está aqui e com muito orgulho aqui a gente mostra 12 trimestres de evolução. A gente tem feito isso, evoluindo a margem.
Speaker #2: Então, a nossa margem aqui também bateu nível recorde de 59%. Acho que nunca antes a Riachuelo tinha chegado, no segundo trimestre, nessa margem de vestuário.
Speaker #2: Estamos muito orgulhosos. Foi crescimento de 1,9% versus o segundo tri do ano passado. E a gente está fazendo essas melhoras de margem como um reloginho suíço.
Speaker #2: Então, fizemos 1,9% de melhora no segundo trimestre de 25 e também tínhamos feito 1,9% de melhora no segundo trimestre de 24. Então, quando a gente olha ao longo desse nosso processo de transformação em três anos, é uma melhora de margem de vestuário da companhia em quase seis pontos percentuais, 5,7%.
André Farber: Quando a gente olha ao longo desse nosso processo de transformação, em 3 years, é uma melhora de margem de vestuário da companhia em quase 6 percentage points, 5.7. Isso nos torna muito mais fortes. Tudo que a gente vende com muito mais saúde, com muito mais qualidade. A gente pode investir mais, investir mais em marketing, investir mais em loja, investir em tudo que faz o nosso negócio cada vez mais forte, criando esse círculo virtuoso. Combinação muito potente, crescimento 12 quarters consecutivos, com também crescimento de margem ao longo desses 3 years, tem tornado nosso negócio cada vez mais forte.
Speaker #2: Isso nos torna muito mais fortes e muito mais. Tudo o que a gente vende, vende com muito mais saúde, com muito mais qualidade. A gente pode investir mais: investir mais em marca, investir mais em loja, investir em tudo que faz o nosso negócio cada vez mais forte, criando esse círculo virtuoso.
Speaker #2: Então, combinação muito potente: crescimento, 12 trimestres consecutivos, com também crescimento de margem ao longo desses três anos. Isso tem tornado o nosso negócio cada vez mais forte.
Speaker #2: Se a gente for para o próximo slide, a gente volta para a nossa estratégia. Como eu falei no começo, na abertura, não tem cavalo de pau.
André Farber: Se a gente for para o próximo slide, a gente volta para a nossa estratégia, como eu falei no começo, na abertura, não tem cavalo de pau, esse slide aqui já fica até um pouco repetitivo, mas é importante para que vocês compartilhem com a gente a visão de que a gente continua buscando a nossa melhora dentro dos pilares que já foram estabelecidos. Nosso primeiro pilar da estratégia é experiência, evolução de marca, evolução de produto, evolução de loja, evolução das nossas jornadas. A gente tem um ponto muito importante, que é a evolução do footprint. Aqui tem a reforma de lojas, abertura de novas lojas. Como eu falei lá no começo, nessa nova fase da transformação, a gente vem com um pacote de reforma e abertura de lojas que vão transformar a experiência da Riachuelo e também trazer mais receita.
Speaker #2: Esse slide aqui já fica até um pouco repetitivo, mas é importante para que vocês compartilhem com a gente a visão de que a gente continua buscando a nossa melhora dentro dos pilares que já foram estabelecidos.
Speaker #2: Então, nosso primeiro pilar da estratégia é experiência: evolução de marca, evolução de produto, evolução de loja, evolução das nossas jornadas. A gente tem um ponto muito importante, que é a evolução do footprint.
Speaker #2: Aqui tem a reforma de lojas, abertura de novas lojas. Como eu falei lá no começo, essa nova fase da transformação, a gente vem com pacote de reforma e abertura de lojas, que vão transformar a experiência da Riachuelo e também trazer mais receita.
Speaker #2: A essência da moda, que é a melhor operação dentro da nossa cadeia, é a integração com a fábrica, uma melhor precificação, modelos mais robustos.
André Farber: A essência da moda, que é a melhor operação dentro da nossa cadeia, a integração com a fábrica, uma melhor precificação, modelos mais robustos, tem nos trazido essa margem, que a gente já tem visto aqui historicamente, vai continuar nos trazendo melhoras de margem ao longo dos próximos tris. Nosso quarto pilar é a continuidade da evolução da Midway, a melhora do resultado da Midway, a Midway lançando novos produtos e continuando melhorando os produtos que ela já tem, então é o full potential da nossa financeira. O quinto pilar é o do nosso retorno de capital. A gente já ao longo do tempo diminuiu a nossa dívida, nós vendemos o Midway. O sucesso da nossa estratégia é medido pela nossa ambição. A nossa ambição é formada por esses seis indicadores aqui.
Speaker #2: Tem nos trazido essa margem que a gente já tem visto aqui historicamente e vai continuar nos trazendo melhoras de margem ao longo dos próximos três.
Speaker #2: Nosso quarto pilar é a continuidade da evolução da Midway, a melhora do resultado da Midway, a Midway lançando novos produtos e continuando a melhorar os produtos que ela já tem.
Speaker #2: Então, é o Full Potential da nossa financeira. E o quinto pilar é o da nossa estrutura de capital. A gente já, ao longo do tempo, diminuiu a nossa dívida, nós vendemos o Midway.
Speaker #2: O sucesso da nossa estratégia é medido pela nossa ambição. A nossa ambição é formada por esses seis indicadores aqui. Acho que a gente já tem mostrado esse slide para vocês desde o nosso Investor Day, em dezembro do ano passado.
André Farber: Acho que a gente já tem mostrado esse slide pra vocês desde o nosso Investor Day, em dezembro do ano passado. É um pouco repetitivo, mas mostra a consistência que a gente tem buscado. Podem anotar, nós vamos continuar buscando essa evolução aqui nesses números, acho que é isso que vai entregar muito mais valor pra Riachuelo ao longo do tempo. Como eu falei no começo, a gente entra nessa nova fase, uma nova fase de evolução da experiência. Ontem foi um dia especial pra gente. A gente inaugurou a reforma do Shopping Barigui, que é a loja full do novo formato, em abril desse ano. A gente tinha feito a parte de cima da loja, que é a parte do masculino. Agora a gente fez a parte de baixo, também inauguramos ontem, a do feminino.
Speaker #2: Então, é um pouco repetitivo, mas mostra a consistência que a gente tem buscado. Então, podem anotar: nós vamos continuar buscando essa evolução aqui nesses números.
Speaker #2: Acho que é isso que vai entregar muito mais valor para a Riachuelo ao longo do tempo. E, como eu falei, no começo a gente entra nessa nova fase, uma nova fase de evolução da experiência.
Speaker #2: E eu queria, aí ontem foi um dia especial pra gente. A gente inaugurou a nossa loja, a reforma do Shopping Barigui, que é a loja full do novo formato, em abril desse ano.
Speaker #2: A gente tinha feito a parte de cima da loja, que é a parte do masculino. Agora a gente fez a parte de baixo também e inauguramos ontem.
Speaker #2: A do feminino. E eu queria, antes de chamar o Miguel aqui para falar mais os números, mostrar para vocês como é que tem sido essa evolução, como é que a nossa loja está ficando, para que vocês conheçam um pouco mais o nosso negócio.
André Farber: Eu queria, antes de chamar o Miguel aqui pra falar mais dos números, mostrar pra vocês como é que tem sido essa evolução, como é que a nossa loja está ficando, pra que vocês conheçam um pouco mais do nosso negócio. O Miguel já volta na sequência, antes de eu chamar o vídeo. Queria agradecer vocês mais uma vez e eu volto aqui pro Q&A.
Speaker #2: Já vou, o Miguel já volta na sequência. Antes de eu chamar o vídeo, já queria agradecer a vocês mais uma vez e eu volto aqui para o Q&A.
Speaker #1: O novo conceito da Riachuelo acaba de ganhar um novo capítulo. Com a inauguração do piso feminino, Curitiba se torna a primeira loja do Brasil no modelo full.
[Company Representative] (Guararapes Confecções): O novo conceito da Riachuelo acaba de ganhar um novo capítulo. Com a inauguração do piso feminino, Curitiba se torna a primeira loja do Brasil no modelo full. Um espaço onde moda, arquitetura, tecnologia e atendimento trabalham juntos pra criar uma nova experiência. A primeira de muitas da nova fase da Riachuelo.
Speaker #1: Espaço onde moda, arquitetura, tecnologia e atendimento trabalham juntos para criar uma nova experiência. A primeira de muitas da nova fase da Riachuelo.
Speaker #2: Obrigado, André. Boa tarde a todos, prazer estar aqui com vocês. Queria começar falando com o nosso desempenho de mercadorias. E para dar mais clareza e transparência, de onde tem vindo esse ganho consistente, essa expansão consistente, margem bruta que a gente está fazendo, por aí 11 trimestres consecutivos, nesse tri a gente atingiu uma margem histórica, como o André já falou, de mais de 59%, praticamente metade dessa expansão de praticamente 2,6% continua vindo da gente operar melhor nosso modelo, a gente buscar eficiências, capturar eficiência na cadeia e na nossa fábrica.
Miguel Cafruni: Obrigado, André. Boa tarde a todos, prazer estar aqui com vocês. Queria começar falando sobre o nosso desempenho de mercadorias e pra dar mais clareza e transparência de onde tem vindo esse ganho consistente, essa expansão consistente de margem bruta que a gente tem que estar fazendo, por aí 11 trimestres consecutivos. Nesse tri, a gente atingiu uma margem histórica, como o André já falou, de mais de 59%. Praticamente metade dessa expansão de praticamente 2 pontos percentuais, continua vindo da gente operar melhor nosso modelo, a gente buscar eficiências, recapturar eficiências na cadeia e na nossa fábrica. E a gente também vê as outras duas verticais de iniciativas fortes que a gente está fazendo, tanto de produto, com foco em produtos modais, performando melhor. A nossa coleção de inverno de mix penetrou muito bem no Q2, teve muita consistência e foi muito bem assertiva.
Speaker #2: E a gente também vê as outras duas verticais, iniciativas fortes que a gente está fazendo, tanto de produto com foco em produtos modais performando melhor. A nossa coleção de inverno e mix penetrou muito bem no segundo trimestre, teve muita consistência e foi muito assertiva.
Speaker #2: Também incorporou mais meio ponto de margem no nosso negócio. E mais 0,4 pontos percentuais de margem vindo de melhor uso da nossa estratégia de pricing, melhor gestão da cadeia e dos nossos níveis de markdown.
Miguel Cafruni: Também incorporou mais meio ponto de margem no nosso negócio e mais 0.4 pontos percentuais de margem vindo de uso melhor da nossa estratégia de pricing, melhor gestão da cadeia e dos nossos níveis de markdown. Passando pro EBITDA de mercadorias, a gente atingiu um nível histórico, como a gente também já comentou pra vocês. Foram mais de 340 milhões de EBITDA no trimestre. Se a gente for voltar um pouco alguns trimestres pra trás, a gente vê uma evolução sequencial muito forte, muito consistente, uma margem EBITDA de 17%, quase 2 pontos de expansão de margem EBITDA no trimestre, também um recorde importante pra gente, e nominalmente o tri cresce 15%.
Speaker #2: Passando para a unidade de mercadorias, a gente atingiu nível histórico, como a gente também já comentou para vocês. Foram mais de R$ 340 milhões de EBITDA no trimestre. Se a gente for voltar alguns trimestres para trás, a gente vê uma evolução sequencial muito forte, muito consistente.
Speaker #2: Uma margem EBITDA de 17%, quase dois pontos de expansão de margem EBITDA no trimestre, também recorde importante para a gente. E, nominalmente, o tri cresce 15%. A gente segue muito forte no principal segmento de mercadoria, muito impulsionado pelo que a gente falou de uma consistência de top line, uma expansão de margem bruta, bom controle de despesa, o EBITDA respondendo muito forte, muito bem também.
Miguel Cafruni: A gente segue muito forte no principal segmento de mercadoria, muito impulsionado pelo que a gente falou, uma consistência de top line, uma expansão de margem bruta, um bom controle de despesa, o EBITDA respondendo muito forte, muito bem também. A gente passa agora pro nosso segmento de serviços financeiros, começando pela carteira de crédito. No trimestre, a gente atingiu 6.2 bilhões na carteira. Segue performando com muita eficiência. Esse percentual aqui é o quanto a gente extrai de receita sobre a carteira. Vocês veem que a gente segue num patamar muito sólido. O crescimento mais forte vem dos produtos que a gente vem investindo e acelerando o crescimento da carteira com melhor ROI. Basicamente, os números de empréstimo aqui dentro da carteira atingiu 1.1 bilhão, superou a marca de 1 bilhão no trimestre. Passo agora pros nossos índices de inadimplência. Vou falar também pra frente da SPD.
Speaker #2: A gente passa agora para o nosso segmento de serviços financeiros. Começando pela carteira de crédito, no trimestre a gente atingiu R$ 6,2 bilhões na carteira, que segue performando com muita eficiência.
Speaker #2: Esse percentual aqui é o quanto a gente extrai de receita sobre a carteira. Vocês veem que a gente segue muito em um patamar muito sólido.
Speaker #2: O crescimento mais forte vem dos produtos em que a gente vem investindo e acelerando o crescimento da carteira com melhor ROI. Basicamente, os números de empréstimo aqui, dentro da carteira, atingiram R$ 1,1 bilhão, superando a marca de R$ 1 bilhão no trimestre.
Speaker #2: Passando agora para os nossos índices de inadimplência. Eu vou falar também, mais à frente, da FPD. A inadimplência, tanto de cartão quanto de empréstimo, segue muito controlada.
André Farber: A inadimplência, tanto de cartão quanto de empréstimo, seguem muito controladas. A gente está bastante diligente, segue muito responsável nossa gestão da carteira. A gente vem cada vez mais refinando nossos modelos, a senioridade do time, reforçando nossas equipes do time da Midway. E a gente vem também trabalhando em patamares de níveis históricos, tanto no curto prazo, a de cartão, que são as duas linhas cinzas
Speaker #2: A gente está bastante diligente, segue muito responsável na nossa gestão da carteira. A gente vem cada vez mais refinando nossos modelos, a senioridade do time, reforçando nossas equipes do time da Midway.
Speaker #2: E a gente vê também patamares, trabalhando patamares e níveis históricos, tanto no curto prazo, a de cartão, que são as duas linhas cinzas, quanto a de empréstimos, que é a carteira inclusive que vem crescendo, quanto as de longo prazo, de empréstimos e a de cartão também, dentro de uma normalidade e sazonalidade aqui e, comparando períodos contra períodos, a gente vê também níveis muito controlados e muito responsáveis e, na nossa opinião, o próximo slide é o que mais reforça esse ponto.
Miguel Cafruni: Quanto à de empréstimos, que a carteira inclusive vem crescendo, quanto às de longo prazo, de empréstimos e a de cartão também, dentro de uma normalidade de sazonalidade e comparando períodos contra períodos, a gente vê também níveis muito controlados e muito responsáveis. Na nossa opinião, o próximo slide é o que mais reforça esse ponto, que é o ponto SPD. Pra reforçar como a gente segue muito responsável e diligente, operando a maneira como a gente opera o nosso braço de serviços financeiros, a gente sempre traz pra você esse comportamento na hora das safras, o índice de SPD. Pra gente, isso reflete muito a qualidade dos nossos modelos de crédito, a maturidade da maneira que a gente gere a nossa financeira.
Speaker #2: O que é o ponto da FPD? E, para reforçar, como a gente segue muito responsável, diligente, operando da maneira como a gente opera o nosso prazo de serviços financeiros, a gente sempre traz para você esse comportamento das nossas safras, o índice de FPD. Para a gente, isso reflete muito a qualidade dos nossos modelos de crédito, a maturidade da maneira com que a gente gere a nossa financeira.
Speaker #2: E em cartões, se a gente olhou no slide passado, as curvas, a gente vê aqui na FPD melhor índice histórico de comportamento desse indicador, 3,5%.
Miguel Cafruni: Em cartões, que a gente olhou no slide passado as curvas, a gente vê aqui na SPD um melhor índice histórico de comportamento desse indicador, 13,5%. Quando a gente faz, de novo, olha o filme, olha os períodos anteriores, a gente vê um comportamento muito bom e muito consistente também desse indicador. Da mesma forma, a carteira de empréstimo, que está acelerando, está crescendo, mas dentro do nosso apetite, dentro dos nossos modelos refinados de crédito, também com comportamento muito consistente, muito bom. Passo agora pro nosso desempenho consolidado, onde a gente olha o grupo como um todo novamente. Começando pelo EBITDA consolidado da companhia. É um número muito potente, muito poderoso. São mais de BRL 460 million de EBITDA no trimestre. Crescimentos nos nossos dois segmentos, 15% basicamente no braço de mercadorias e 7,2% nos serviços financeiros.
Speaker #2: E quando a gente faz, de novo, olha o filme, olha os períodos anteriores, a gente vê comportamento muito bom, muito consistente também nesse indicador.
Speaker #2: Da mesma forma, a carteira de empréstimo, que está acelerando, está crescendo dentro do nosso apetite, dentro dos nossos modelos refinados de crédito, também com comportamento muito consistente e muito bom.
Speaker #2: Passo agora para o nosso desempenho consolidado, onde a gente olha o grupo como um todo novamente. Começando pelo EBITDA consolidado da companhia, é um número muito potente, muito poderoso.
Speaker #2: São mais de R$ 460 milhões de EBITDA no trimestre. Crescimento dos nossos dois segmentos: 15%, basicamente, no braço de mercadorias e 7,2% nos serviços financeiros.
Speaker #2: Margem também recorde de mais de 17% de margem EBITDA consolidada, expansão de quase um ponto e meio percentual de margem EBITDA. E, novamente, quando a gente olha desde o começo da transformação, a gente lá no comecinho tinha EBITDA menos da metade desse número. É muito forte, muito consistente.
Miguel Cafruni: Margem também recorde de mais de 17% de margem EBITDA consolidada, expansão quase um ponto e meio de margem EBITDA. Novamente, quando a gente olha desde o começo da transformação, a gente lá no comecinho tinha um EBITDA de menos da metade desse número. É muito forte, muito consistente, e a gente segue nessa jornada de transformação, batendo recordes, entregando de forma muito responsável os resultados e continuando nessa jornada. Passando pro nosso slide de lucro, a gente tem muito orgulho também de como o nosso lucro vem rampando. Como André comentou, a gente vem cada vez mais trabalhando em iniciativas de converter mais EBITDA em lucro. Nesse trimestre, a gente viu que o EBITDA cresceu perto de 13%. O lucro cresceu 36%, atingindo quase BRL 170 million no trimestre.
Speaker #2: E a gente segue nessa jornada de transformação, batendo recordes, entregando de forma muito responsável os resultados e continuando nessa jornada. Então, passando para o nosso slide de lucro, a gente tem muito orgulho também de como o nosso lucro vem rampando.
Speaker #2: Como o André comentou, a gente vem cada vez mais trabalhando em iniciativas de converter mais EBITDA em lucro. Nesse trimestre, a gente viu que o EBITDA cresceu perto de 13%, o lucro cresceu 36%, atingindo quase R$170 milhões no trimestre.
Speaker #2: Novamente, pegando o filme e olhando a evolução dos últimos três anos, é uma evolução muito forte, muito positiva. E aí a gente traz aqui também um slide onde mostra o nosso lucro LTM de todos os segundos trimestres dos últimos anos.
Miguel Cafruni: Novamente, pegando o filme e olhando a evolução de últimos 3 anos, é uma evolução muito forte, muito positiva. A gente traz aqui também um slide onde mostra o nosso lucro LTM de todos os Q2s dos últimos anos. Aqui uma mensagem importante é reforçar que a gente, no LTM do Q2 agora, a gente quebra a barreira dos BRL 500 million. É um lucro de BRL 530 million acumulado nos últimos 12 meses do Q2. É um lucro maior do que o ano passado inteiro, onde a gente ainda tinha o shopping que contribuía positivamente pro nosso negócio. São 60%, basicamente, de crescimento quanto ao LTM do Q2 de 2025. Isso nos orgulha muito, a gente trabalhar num novo patamar, um outro patamar de lucro da companhia, de rentabilidade, de retorno, e a gente segue muito confiante que a gente vai continuar forte nessa jornada.
Speaker #2: E aqui é uma mensagem importante: reforçar que a gente, no LTM do segundo tri agora, a gente quebra a barreira dos 500 milhões. É lucro de 530 milhões acumulado nos últimos 12 meses no segundo trimestre.
Speaker #2: É lucro maior do que o ano passado inteiro, quando a gente ainda tinha o shopping, que contribuía positivamente para o nosso negócio. São basicamente 60% de crescimento em relação ao LTM do segundo tri de 25.
Speaker #2: Isso nos orgulha muito. A gente trabalha em um novo patamar, em outro patamar de lucro da companhia, de rentabilidade, de retorno, e a gente segue muito confiante de que vai continuar forte nessa jornada.
Speaker #2: Passando agora para o fluxo de caixa, é trimestre também de geração de caixa. Traz mais um trimestre com uma geração importante no caixa operacional da companhia.
Miguel Cafruni: Passando agora pro fluxo de caixa, é um trimestre também de geração de caixa. Traz mais um trimestre com uma geração importante no caixa operacional da companhia. No trimestre, a gente gerou mais de BRL 130 million de caixa operacional. Como a gente vem conversando com vocês desde o Investor Day, reforçando retomada de investimento, atração de investimentos que são importantes pro longo prazo do negócio. Nesse trimestre, a gente direcionou grande parte, até mais o caixa operacional, praticamente, na nova automação do nosso CD, que a gente tem falado com vocês no Investor Day. A gente segue muito seguro que está investindo em frentes que nos proporcionam cada vez mais um longo prazo mais saudável, mais consistente do negócio também pra frente. O próximo slide reforça isso, porque a gente segue muito estável, muito controlado, dentro do que a gente se propôs também a nível de alavancagem financeira.
Speaker #2: No trimestre, a gente gerou mais de R$ 130 milhões de caixa operacional. E, como a gente vem conversando com vocês desde o Investor Day, reforçando a retomada de investimento, aceleração de investimentos, que são importantes para o longo prazo do negócio.
Speaker #2: Nesse trimestre, a gente direcionou grande parte, até mais do que o caixa operacional, praticamente na nova automação do nosso CD, que a gente tem falado com vocês do Inversor Day.
Speaker #2: E a gente segue muito seguro, quem está investindo em frentes que nos proporcionam, cada vez mais, um longo prazo mais saudável, mais consistente do negócio também para frente.
Speaker #2: Próximo slide. Reforça isso, porque a gente segue muito estável, muito controlado, dentro do que a gente se propôs também a nível de alavancagem financeira.
Speaker #2: Quando a gente ajusta a nossa alavancagem aqui, em função da JCP, que no ano passado foi paga no terceiro trimestre, aqui a gente está com uma alavancagem super controlada, super estável, meio ponto de vez de EBITDA de alavancagem, uma dívida líquida que anda muito consistente em função da aceleração dos investimentos que a gente está fazendo e que a gente versou, que a gente vai continuar nessa direção.
Miguel Cafruni: Quando a gente ajusta a nossa alavancagem aqui em função do JCP, que no ano passado foi pago no Q3, aqui a gente está com a alavancagem supercontrolada, superestável, meio ponto de DDA alavancagem, uma dívida líquida que anda muito consistente em função da aceleração dos investimentos que a gente está fazendo e que a gente conversou que a gente ia continuar nessa direção. Aqui também a nível de dívida, a gente mostra uma companhia rentável, lucrativa, com dívida controlada e que nos dá sustentação pra continuar investindo e continuar colhendo frutos de longo prazo também do nosso negócio. Eu queria finalizar aqui a minha parte. Vou me juntar agora de novo com o André, com a Isa e com o Fran, pra nossa sessão de Q&A.
Speaker #2: Então, aqui também, a nível de dívida, a gente mostra uma companhia rentável, lucrativa, com dívida controlada, e que nos dá sustentação para continuar investindo e continuar colhendo frutos no longo prazo também do nosso negócio.
Speaker #2: Aí eu queria finalizar aqui a minha parte. Vou me juntar agora de novo ao André, com a Ise e com o Fran, para nossa sessão de Q&A.
Speaker #1: Obrigada, Miguel. Bom, vamos começar então agora a nossa sessão de perguntas e respostas. E a primeira pergunta vem da Dani, da XP. Oi, Dani, tudo bem?
[Company Representative] (Guararapes Confecções): Obrigada, Miguel. Vamos começar então agora a nossa sessão de perguntas e respostas. A primeira pergunta vem da Dani, da XP. Oi, Dani, tudo bem? Pode fazer sua pergunta.
Speaker #1: Pode fazer sua pergunta.
Speaker #3: Oi, bom dia Isa, bom dia Fran, André, Miguel. Obrigada por pegarem a minha pergunta. Eu tenho duas aqui do meu lado e, primeiro, parabéns pelo excelente resultado, muito legal o caminho que vocês estão construindo aí.
[Analyst] (XP): Oi, bom dia, Isa, bom dia, Fran, André, Miguel, obrigada por pegar minha pergunta. Eu tenho duas aqui do meu lado e primeiro parabéns pelo mais um excelente resultado, muito legal o caminho que vocês estão construindo aí. Minha primeira pergunta é em relação à evolução de mix de produto. Aí não só olhando o vestuário, que claramente vocês falam bastante da evolução de proposta de valor, mas olhando pra companhia como um todo. A gente tem visto ali os números consolidados de crescimento, tendo alguns impactos da desmobilização ou redução, enfim, de algumas categorias. Entender um pouquinho como vocês estão pensando esse caminho, em termos também de talvez timing, de até quando a gente pode imaginar que esse ajuste de sortimento pese mais nessa primeira linha, apesar de ele estar mais do que se compensando ali na rentabilidade.
Speaker #3: Minha primeira pergunta é em relação à evolução do mix de produto. E aí, não só olhando o vestuário, que claramente vocês falam bastante da evolução da proposta de valor, mas olhando para como a companhia, como um todo.
Speaker #3: A gente tem visto ali os números consolidados de crescimento, tendo alguns impactos da desmobilização ou redução, enfim, de algumas categorias. Então, queria entender um pouquinho como vocês estão pensando esse caminho, em termos também, talvez, de timing, de até quando a gente pode imaginar que esse ajuste de sortimento pese mais nessa primeira linha, apesar de ele estar mais do que se compensando ali na rentabilidade.
Speaker #3: Mas seria bacana a gente entender um pouquinho como pensar nessa evolução. E aí a minha segunda é em relação ao working capital. Eu queria entender do lado de vocês como vocês estão pensando também essa linha evoluindo para frente. Vocês comentaram ali do estoque, de vocês estarem um pouquinho mais preparados ali para o inverno, mas enfim, o que a gente pode pensar também de evoluções aí nos próximos trimestres.
[Analyst] (XP): Seria bacana a gente entender um pouquinho como pensar nessa evolução. A minha segunda é em relação ao working capital. Eu queria entender do lado de vocês, como vocês estão pensando também essa linha evoluindo para frente. Vocês comentaram ali do estoque, de vocês estarem um pouquinho mais preparados ali para inverno, mas enfim, o que a gente pode pensar também de evoluções aí nos próximos trimestres. Obrigada
Speaker #3: Obrigada.
Speaker #2: Quer pegar o working capital? Depois eu pego o sortimento, nessa sequência? Obrigado, Dani, pela pergunta. Obrigado por responder a segunda. Eu faço a primeira.
Miguel Cafruni: Quer pegar o working capital, depois eu pego o sortimento? Tá bom. Obrigado, Danniela, pela pergunta. O Guiá vai responder a segunda, eu faço a primeira. Perdão, achei que você ia responder primeiro no começo. Tudo bem, Danniela, obrigado pela tua pergunta. Sobre o working capital, a gente desde o começo da transformação também vem sendo bem diligente, vem buscando uma eficiência. A gente acompanha um percentual importante que é a demanda de capital sobre a receita e a gente vê esse percentual com mais de 5 a 6 pontos de evolução nos últimos anos, saindo de 18%, 19% para 13%. Nesse trimestre, se a gente separar um pouco os efeitos, a gente vê mercadorias, vestuário, gerando caixa operacional, inclusive até as working capital na combinação do todo, e uma demanda mais pelo avanço da carteira da Midway em produtos com ROI, supersaudáveis.
Speaker #2: Tudo bem, Dani, obrigado pela tua pergunta. Sobre o working capital, a gente, desde o começo da transformação, também vem sendo bem diligente, vem buscando uma eficiência.
Speaker #2: A gente acompanha um percentual importante, que é a demanda de capital sobre a receita, e a gente vê esse percentual com mais de 5 a 6 pontos de evolução nos últimos anos, saindo de 18, 19 para 13.
Speaker #2: Nesse trimestre, se a gente separa um pouco os efeitos, a gente vê mercadorias, vestuário, gerando caixa operacional, inclusive através do working capital, na combinação do todo.
Speaker #2: É uma demanda mais pelo avanço da carteira da Midway em produtos com ROI super saudáveis. A gente imagina para frente uma sequência desse patamar aí, como eu comentei, ali perto de 13% da receita, buscando eficiência, mas mirando muito em fazer com qualidade, da maneira certa. A gente não vê uma necessidade, a gente vê o estoque cada vez mais com qualidade, o equilíbrio entre mix antigo e novo; a gente está sendo muito assertivo no que a gente vem trazendo.
Miguel Cafruni: A gente imagina para frente uma sequência desse patamar, como eu comentei, perto de 13% da receita, buscando eficiência, mas mirando muito em fazer com qualidade, da maneira certa. O stock está cada vez mais com qualidade, o equilíbrio entre mix antigo e novo, a gente está sendo muito assertivo no que a gente vem trazendo, e a gente deve manter uma sequência de evolução, eventualmente um trimestre ou outro isso é um pouco mais positivo ou eventualmente um pouco mais neutro, mas a gente imagina, sim, uma sequência para frente, não na magnitude dos anos anteriores, onde a gente limpou bastante, conseguiu muita eficiência, mas ainda a gente vê um espaço para continuar acompanhando e continuar evoluindo também no working capital da companhia. Entregue agora, não é? Sim.
Speaker #2: E a gente deve manter uma sequência de evolução, eventualmente um trimestre ou outro sendo um pouco mais positivo ou eventualmente um pouco mais neutro, mas a gente imagina sim uma sequência para frente, não na magnitude dos anos anteriores, onde a gente limpou bastante, conseguiu muita eficiência. Mas ainda a gente vê espaço para continuar acompanhando e continuar evoluindo também no working capital da companhia.
Speaker #2: Entrei agora, né? Sim, falando sobre o mix de categorias, acho que, quando você olha para a nossa estratégia, a nossa estratégia, a gente tem batido muito no ponto de ter foco, de ter disciplina e de que a gente é obcecado por moda, pelo produto.
André Farber: Falando sobre o mix de categorias, acho que quando você olha para nossa estratégia, a gente tem batido muito no ponto de ter foco, de ter disciplina e de que a gente é obcecado por moda, pelo produto. Isso também foi para estratégia de gestão de categoria. Acho que o primeiro lugar que a gente mexeu de forma mais contundente foi na desmobilização do negócio de tecnologia. Quando esse processo começou há um ano e meio atrás, tecnologia significava mais de 5% das vendas da companhia, mas com uma margem bem baixa, e hoje ele já está abaixo de 2%, mas ainda tem um tanto para desmobilizar. A gente também entendeu que o negócio de casa dentro das lojas Riachuelo, a gente tem o negócio de casa dentro da loja Riachuelo e a gente tem as lojas casa standalone.
Speaker #2: Isso também foi para a estratégia de gestão de categorias. Acho que o primeiro lugar que a gente mexeu de forma mais contundente foi na estratégia, na desmobilização do negócio de tecnologia. Então, quando esse processo começou, há um ano e meio atrás, tecnologia significava mais de 5% das vendas da companhia, mas com uma margem bem baixa.
Speaker #2: E hoje ele já está abaixo de 2%, mas ainda tem tanto para desmobilizar. A gente também entendeu que o negócio de casa dentro das lojas Riachuelo... A gente tem negócio de casa dentro da loja Riachuelo e a gente tem as lojas Casa stand alone.
Speaker #2: As lojas Casa stand alone têm tido uma performance excelente, estão crescendo, cada vez mais saudáveis, então a gente continua investindo, olhando para melhorar cada vez mais esse negócio. Mas dentro da loja Riachuelo, a gente viu que o nosso foco também deveria ser moda, e a gente começou a fazer ajustes de mix, onde a gente tira o espaço de Casa e dá para a moda, e isso também gera essa mudança que promove o crescimento da moda.
André Farber: As lojas casa standalone têm tido uma performance excelente, estão crescendo, cada vez mais saudáveis. A gente continua investindo, olhando para melhorar cada vez mais esse negócio. Dentro da loja Riachuelo, a gente viu que o nosso foco também deveria ser moda e a gente começou a fazer ajustes de mix, onde a gente tira espaço de casa e dá para moda. Isso também gera essa mudança que promove o crescimento da moda, com muito mais margem. Quando você vê, a moda tem muito mais margem, tanto que casa, tanto que a tecnologia. A nossa margem de moda cresceu 1.9%, a margem combinada de mercadorias cresceu até acima de 3%. 3.1%. Essa é a potência dessa mudança estratégica, com foco muito grande na categoria moda, que tem mais margem, que fez também com que o nosso EBITDA crescesse muito.
Speaker #2: Com muito mais margem. Então, quando você vê a nossa moda ter muito mais margem, tanto que casa, tanto que a tecnologia. Então, a nossa margem de moda cresceu 1,9%, mas a margem combinada de mercadorias cresceu até acima de 3%, 3,1%.
Speaker #2: Então, essa é a potência dessa mudança estratégica, com foco muito grande nessas categorias, na categoria moda, que tem mais margem, e que fez também com que o nosso EBITDA crescesse muito.
Speaker #2: A gente vê ainda que esse processo continua por mais tempo, por mais até a gente fazer a transição total, é mais dois anos. Ainda tem um tiquinho de tecnologia, ainda tem mais transição para ser feita de casa.
André Farber: A gente vê ainda que esse processo continua por mais um tempo. Até a gente fazer a transição total é mais um, dois anos, ainda tem um tiquinho de tecnologia, ainda tem mais transição para ser feita de casa. A gente acredita que os números vão continuar se comportando dessa forma, com a gente melhorando muito o resultado combinado da companhia.
Speaker #2: Mas a gente acredita que os números vão continuar se comportando dessa forma, quando a gente está melhorando muito o resultado combinado da companhia.
[Analyst] (XP): Está superclaro. Obrigada pelas respostas. Parabéns de novo pelo resultado.
Speaker #3: Está super claro. Obrigada pelas respostas e parabéns de novo pelo resultado.
Speaker #1: Obrigada a você pela pergunta, Dani. A nossa próxima pergunta vem do Erick, do Santander. Oi, Erick, tudo bem? Pode seguir.
[Company Representative] (Guararapes Confecções): Obrigado a você pela pergunta, Danniela. A nossa próxima pergunta vem do Erick, do Santander. Oi, Erick, tudo bem? Pode seguir.
Speaker #5: Boa tarde, pessoal. Obrigado por pegarem a nossa pergunta e parabéns pelo resultado. Acho que no release vocês trazem bastante pontos ali sobre a evolução da margem bruta de vestuário, mas acho que, se puderem ajudar a gente a entender um pouco melhor, talvez o breakdown, quais dentro das alavancas tiveram principal impacto e contribuíram mais para essa expansão.
[Analyst] (Santander): Boa tarde, pessoal. Obrigado por pegar nossa pergunta e parabéns pelo resultado. No release vocês trazem bastante pontos sobre a evolução de margem bruta de vestuário, se puder ajudar a gente a entender um pouco melhor, talvez o breakdown, quais dentro das alavancas talvez tiveram o principal impacto, contribuíram mais para essa expansão. Eventualmente ajudar a gente a pensar um pouco mais, conectando com as ambições que vocês trouxeram no Investor Day, de expansão de margem bruta de vestuário. Esse tri foi um patamar de expansão bem relevante. Até entender um pouco se isso muda eventualmente, o que vocês entendem de potencial dentro daquele contexto de ambições, ou se até dado as questões de ambiente competitivo, vocês entendem que parte disso até poderia ser usado para um pouco mais de foco em preços, dado o nível de expansão que vocês estão conseguindo apresentar.
Speaker #5: E, eventualmente, ajudar a gente a pensar um pouco mais, conectando com as ambições que vocês trouxeram no Investor Day, de expansão da margem bruta de vestuário.
Speaker #5: Esse trio foi patamar de expansão bem relevante. Então, até entender um pouco se isso muda eventualmente o que vocês entendem de potencial dentro daquele contexto de ambições, ou se até, dado as questões de ambiente, combustível, enfim, vocês entendem que parte disso até poderia ser usado para um pouco mais de foco em preço, dado o nível de expansão que vocês estão conseguindo apresentar.
Speaker #5: E outra, um pouquinho mais do lado de Midway, só para entender um pouquinho mais como é que vocês estão com a cabeça ali para os outros produtos.
[Analyst] (Santander): Outra um pouquinho mais do lado de Midway. Só entender um pouquinho mais como é que vocês estão com a cabeça para os produtos outros. Não tanto focado na venda dentro de casa, mas, por exemplo, ainda teve um pouquinho já de consignado esse tri. Entender um pouco mais como é que vocês estão vendo em termos de oportunidade, de crescimento mesmo. Seriam essas duas perguntas. Obrigado.
Speaker #5: Acho que ainda é tanto focado na venda dentro de casa, mas, por exemplo, teve pouquinho já de consignado esse trimestre. Então, entender um pouco mais como é que vocês estão vendo em termos de oportunidade de crescimento mesmo. Seriam essas duas perguntas.
Speaker #5: Obrigado.
Speaker #2: Erick, tudo bem? Obrigado pela tua pergunta. Vou pegar a primeira sobre a margem bruta aqui, o breakdown de cada alavanca. Aí passo a bola para o Frankfurt falar sobre a Midway.
André Farber: Erick, tudo bem. Obrigado pela tua pergunta. Vou pegar primeiro sobre a margem bruta, o breakdown de cada alavanca. Passo a bola para o Fran, o Fran fala sobre a Midway. Sobre margem bruta, novamente a gente traz aquele slide onde a gente busca demonstrar com muita clareza de onde tem vindo essa expansão de margem sequencial já há 11 trimestres. Desse tri em específico, desses 1.9 percentage points, basicamente metade dele continua vindo de uma evolução no nosso modelo operacional, no fortalecimento cada vez mais da cadeia integrada, um projeto de Make or Buy, projeto da gente deixar o negócio cada vez mais leve, eficiente, ágil, rápido, de escolher bem o produto, posicioná-lo na loja. Essa jornada de eficiência e produtividade vindo da fábrica também, de navegarmos em um share cada vez mais saudável do que vende bem, tem margem na fábrica.
Speaker #2: Sobre margem bruta, a gente trouxe aquele, novamente a gente traz aquele slide onde a gente busca demonstrar com muita clareza de onde tem vindo essa expansão de margem sequencial já há 11 trimestres.
Speaker #2: Nesse trio em específico, desses 1,9%, basicamente metade dele continua vindo de uma evolução no nosso modelo operacional, no fortalecimento cada vez mais da cadeia integrada, projetos de make or buy, projetos de a gente deixar o negócio cada vez mais leve, eficiente, ágil, rápido, e escolher bem o produto, posicionar na loja, essa jornada de eficiência e produtividade vindo da fábrica também, de navegar no share cada vez mais saudável, do que vende bem, tem margem na fábrica.
Speaker #2: A gente teve outros dois efeitos importantes no trimestre também. O primeiro sobre o mix de produto, nós nos preparamos muito melhor este inverno do que no inverno passado.
Miguel Cafruni: A gente teve outros dois efeitos importantes no tri também. O primeiro sobre mix de produto. Nós nos preparamos muito melhor esse inverno do que no inverno passado. A coleção está muito assertiva, bem precificada, bem desenvolvida. O time de produto mandou muito bem, isso foi muito assertivo e trouxe incremento de margem, apoiado também pelo efeito de um dólar mais competitivo e mais favorável nessa coleção de inverno versus do passado. Também o foco na moda, foco em todos os modais. A gente vem cada vez entregando uma moda com mais qualidade, com conexão com o consumidor. Do 1.9, metade no meio e dividido um pouco entre os dois outros efeitos.
Speaker #2: Gente, a coleção está muito assertiva, bem precificada, bem desenvolvida. O time de produto mandou muito bem, isso foi muito assertivo. Isso nos trouxe incremento de margem, apoiado também pelo efeito de dólar mais competitivo e mais favorável nessa coleção de inverno versus o passado.
Speaker #2: E também o foco na moda, foco em produtos modais. A gente vem, cada vez mais, entregando uma moda com mais qualidade, com conexão com o consumidor.
Speaker #2: Então, do 1,9, metade no meio, e dividido um pouco entre os dois outros efeitos. O terceiro efeito é o fato de estarmos cada vez mais avançando com o uso de inteligência, com o uso de dados, na nossa estratégia de pricing, de caracterização das lojas, de uma estratégia in season de markdown, buscando ser muito inteligente, muito assertivo na condução desses processos.
Miguel Cafruni: O terceiro efeito é o efeito da gente estar cada vez mais avançando com o uso de inteligência, com o uso de dados, na nossa estratégia de pricing, de terceirização das lojas, de uma estratégia in-season de markdown, buscando ser muito inteligente, muito assertivo na condução desses processos. A gente entende que algumas alavancas já estão mais próximas da metade. De 0 a 10, entre 6 e 8, outras estão ainda no começo. Isso faz com que, no combinado, a gente tenha muita confiança, muita segurança que a gente deve continuar rampando margem, continuar expandindo margem, muito alinhado à ambição que você falou, que a gente tem comentado. Eventualmente, um trimestre ou outro, esse número pode navegar um pouco para cima, como agora, ou como no Q1. A gente segue muito disciplinado em extrair o full potential de cada alavanca.
Speaker #2: A gente entende que algumas das alavancas já estão mais próximas da metade do caminho, de 0 a 10, entre 6 e 8; outras ainda estão no começo. Isso faz com que, no combinado, a gente tenha muita confiança e muita segurança de que deve continuar rampando margem, continuar expandindo margem, muito alinhado à ambição que você falou — que a gente já tinha comentado. Eventualmente, em um trimestre ou outro, esse número pode navegar um pouco para cima, como agora ou como no primeiro trimestre. A gente segue muito disciplinado em extrair o full potential de cada alavanca. Essa disciplina faz com que a gente não olhe, hoje, e agora, até pelo que a gente vem fazendo em produto, uma necessidade de devolver isso para o preço. A gente tem fortalecido a marca, fortalecido nossa experiência nos canais; isso também tem garantido, consistentemente, uma evolução sequencial de same-store.
Miguel Cafruni: Essa disciplina faz com que a gente não olhe hoje, agora, até pelo que a gente vai fazer no produto, uma necessidade de devolver isso para o preço. A gente tem fortalecido a marca, fortalecido nossa experiência nos canais, isso também tem consistentemente garantido uma evolução sequencial de same-store. Por ora, a gente vai continuar extraindo e capturando o full potential das alavancas na margem. A gente acredita que isso deve continuar ainda por alguns ciclos. Passando para você agora.
Speaker #2: Então, por hora, a gente vai continuar extraindo e capturando o full potential das alavancas da margem, e a gente acredita que isso deve continuar ainda por alguns ciclos.
Speaker #2: Agora, passando para o Fernando.
Speaker #4: Erick, obrigado pela pergunta. Falando um pouco dos produtos que a gente chama de adjacentes, acho que o primeiro, você vê crescimento intencional ali da operação de empréstimo. O empréstimo hoje é o nosso produto de melhor HAROC, então a gente olha o comportamento das novas safras vindo super bem, no menor nível histórico de FPD, a inadimplência super controlada. Você percebe até um pouquinho de receita crescendo levemente abaixo da carteira, isso é até pelo perfil melhor de clientes que a gente tem atraído. A gente deixa um pouquinho de yield na mesa, mas em troca de maior qualidade, então a gente está bem satisfeito e deve manter esse pace para frente. Então, a operação de empréstimo vai super bem.
Francisco Santos: Erick, obrigado pela pergunta. Falando um pouco dos produtos que a gente chama de adjacentes, acho que primeiro você vê um crescimento intencional da operação de empréstimo. O empréstimo hoje é o nosso produto de melhor ROIC. A gente olha o comportamento das novas safras vindo super bem, no menor nível histórico de FPD, a inadimplência supercontrolada. Você percebe até um pouquinho de receita crescendo levemente abaixo da carteira, isso é até pelo perfil melhor de clientes que a gente tem atraído. A gente deixa um pouquinho de yield na mesa, mas em troca de maior qualidade. A gente está bem satisfeito e devemos manter esse pace para frente. A operação de empréstimo vai super bem. Em relação ao consignado, que você mencionou, a gente está ainda em fase inicial do produto. Ele representa um percentual baixo da nossa carteira, por enquanto.
Speaker #4: Em relação ao consignado que você mencionou, a gente ainda está em fase inicial do produto. Ele representa um percentual baixo da nossa carteira por enquanto. É momento ainda de refinar um pouco o modelo e a operação. Os primeiros resultados são positivos, a gente está feliz com o que está vendo, vê grande potencial nesse produto, mas, de qualquer forma, o ramp-up deve ser bem gradual, a gente vai olhando e ajustando risco-retorno. Mas os primeiros sinais são positivos, a gente olha com bastante potencial para esse produto.
Francisco Santos: É um momento ainda de refinar um pouco o modelo, a operação. Os primeiros resultados são positivos, a gente está feliz com o que a gente está vendo. Vê grande potencial nesse produto, mas de qualquer forma, o ramp up deve ser bem gradual, a gente olhando ali, ajustando risco/retorno, mas os primeiros sinais são positivos. A gente olha com bastante potencial para esse produto. Obrigado pela pergunta.
Speaker #4: Obrigado pela pergunta.
Speaker #5: Ótimo, obrigado pelas respostas.
[Analyst] (Santander): Ótimo, obrigado pelas respostas.
[Company Representative] (Guararapes Confecções): A nossa próxima pergunta vem do Gastin, do Itaú. Oi, Gastin, tudo bem?
Speaker #1: A nossa próxima pergunta vem do Gachin, do Itaú. Oi, Gachin, tudo bem?
Speaker #6: Oi, bom dia! Bom dia, Isa, bom dia, pessoal. Eu tenho duas perguntas aqui. A primeira, eu vou voltar nesse tema da margem bruta, que eu acho que foi um dos grandes destaques—na verdade, tem sido um dos destaques nos últimos resultados. Ficou super claro, Miguel, na sua resposta, o ponto das alavancas, mas eu queria entender o estágio de captura do full potential dessas alavancas.
[Analyst] (Itaú): Oi, bom dia. Bom dia, Isa. Bom dia, pessoal. Eu tenho duas perguntas aqui. A primeira, eu vou voltar nesse tema da margem bruta, que acho que foi um dos grandes destaques. Na verdade, tem sido um dos destaques nos últimos resultados. Ficou super claro, Miguel, na sua resposta, o ponto das alavancas, mas eu queria entender o estágio de captura do full potential dessas alavancas. Então é isso. A gente sempre tenta colocar isso todo trimestre, em todo trimestre vocês continuam evoluindo, mas o ponto é esse. Numa escala, se você pudesse definir de 0 a 100, onde vocês acham que vocês ainda estão? Ainda tem muito por vir dessa parte de margem bruta? Acho que essa é a primeira dúvida. A segunda, acho que um tema legal também, André, que você comentou sobre o inverno, eu acho que é legal conectar os fatos.
Speaker #6: Então, é isso. A gente sempre tenta colocar isso todo trimestre, em todo trimestre vocês continuam evoluindo, mas o ponto é esse: numa escala, se você pudesse definir de 0 a 100 ali, onde vocês acham que ainda estão?
Speaker #6: Ainda tem muito por vir nessa parte de margem bruta? Acho que essa é a primeira dúvida. E a segunda, acho que tem uma legal também, André, que você comentou sobre o inverno. Eu acho que é legal conectar os fatos.
Speaker #6: Ano passado, se a gente voltar 12 meses aqui, vocês foram 100% transparentes. Ponto: a gente não operou bom o inverno em 2025, e vocês se prepararam para fazer o inverno bem melhor este ano.
[Analyst] (Itaú): Ano passado, se a gente voltar 12 meses aqui, vocês foram 100% transparentes no ponto que a gente não operou um bom inverno em 2025. Vocês se prepararam pra fazer um inverno bem melhor esse ano. Por outro lado, isso gera uma base de comparação um pouco mais tranquila pra vocês esse ano. A minha percepção é que vocês investiram mais em produtos de inverno esse ano. A minha pergunta é: agora que basicamente acabou o inverno, mas acho que ainda teve algumas vendas ao longo desse Q3, isso foi um destaque positivo pra vocês? Vocês conseguiram se alavancar ainda mais no final desse inverno em relação ao ano passado? A receita de produtos invernais é algo que foi bem relevante, continua sendo relevante também entrando no Q3? São essas duas coisas que eu queria entender. Obrigado, pessoal.
Speaker #6: Por outro lado, isso gera uma base de comparação um pouco mais tranquila para vocês esse ano, e a minha percepção é que vocês investiram mais em produtos de inverno esse ano.
Speaker #6: A minha pergunta é: agora que a gente basicamente acabou o inverno, mas acho que ainda teve algumas vendas ao longo desse terceiro tri, isso foi destaque positivo para vocês?
Speaker #6: Vocês conseguiram se alavancar ainda mais no final desse inverno em relação ao ano passado? A receita de produtos invernais é algo que foi bem relevante e continuou sendo relevante também entrando no terceiro tri?
Speaker #6: São essas duas coisas que eu queria entender. Obrigado, pessoal.
Speaker #2: Obrigado, Gachin. Acho que ajudam muito as suas perguntas para a gente explicar um pouquinho mais o negócio. Eu acho que sim, no ano passado o inverno não foi muito bom, a gente se preparou melhor, acho que parte do crescimento que a gente está tendo este ano tem a ver com uma melhora do inverno, sim. Ainda temos dias frios pela frente, então acho que a gente ainda vai conseguir conquistar mais resultados nos próximos meses.
Francisco Santos: Obrigado, Gastin. Acho que ajuda muito as suas perguntas pra gente explicar um pouquinho mais o negócio. Eu acho que sim, ano passado o inverno não foi muito bom, a gente se preparou melhor. Acho que parte do crescimento que a gente está tendo esse ano tem a ver com uma melhora do inverno, sim. Ainda temos dias frios pela frente, então acho que a gente ainda vai conseguir conquistar mais resultado nos próximos meses.
Speaker #2: Mas também, esse ano, a gente teve pouco do... sempre tem efeitos diferentes dependendo de onde você está. Então, a gente teve efeito Copa — a gente estima que, neste ano, a gente perdeu três pontos percentuais no tri, no segundo tri, pelo efeito Copa. Então, aquilo que a gente ganhou do inverno, a gente entregou pouco na Copa. Aí, você pode voltar ano que vem e falar: 'Não, mas agora eu quero os três de volta da Copa', mas aí vão aparecer outros efeitos, e assim a gente vai manejando o negócio. Por isso que eu falei que a pergunta é boa, porque ela ajuda a dar mais cor em como a gente maneja o negócio. Sempre aparece alguma coisa diferente, sempre a gente está tendo que se preparar.
André Farber: Também sempre tem efeitos diferentes dependendo de onde você está. A gente teve o efeito Copa. A gente estima que nesse ano a gente perdeu 3 percentage points no Q2 pelo efeito Copa. Aquilo que a gente ganhou do inverno, a gente entregou um pouco na Copa. Aí você pode voltar o ano que vem e falar: "não, mas agora eu quero 3 de volta da Copa", aí vão aparecer outros efeitos e assim a gente vai manejando o negócio. Por isso que eu falei que é uma pergunta boa, porque ela ajuda a dar mais cor em como a gente maneja o negócio. Sempre aparece alguma coisa diferente, sempre a gente está tendo que se preparar.
Speaker #2: E acho que, para a gente, a palavra-chave aqui é a gente ter uma moda mais rápida, mais integrada, com a fábrica mais participativa, com os nossos fornecedores também mais perto, com processos melhores. Esse é o nosso terceiro pilar de eficiência da moda.
André Farber: Acho que pra gente a palavra-chave aqui é a gente ter uma moda mais rápida, mais integrada, com a fábrica mais participativa, com os nossos fornecedores também mais perto, com processos melhores. É o nosso terceiro pilar de eficiência da moda. A gente vê sempre uma oportunidade de estar melhorando, e a gente deu um pouco de cor aí nas suas perguntas. Na parte de margem, se o Miguel depois quiser falar um pouco mais, fique à vontade, eu queria também falar assim: a gente vem há muitos trimestres entregando esse crescimento de margem. Ele é fruto de muitas ações, é uma diversidade bem grande, não cabe em duas mãos, não tem bala de prata, é a somatória de diversas ações. A gente sempre tem essa pergunta: "e agora, acabou?
Speaker #2: Então a gente vê sempre uma oportunidade de estar melhorando, e a gente deu um pouco de cor aí nas suas perguntas. Na parte de margem, se o Miguel depois quiser até falar um pouco mais, ele pode ficar à vontade, mas eu queria também falar assim: a gente vem há muitos trimestres entregando esse crescimento de margem. Ele é fruto de muitas ações, é uma diversidade bem grande—não cabe em duas mãos, não tem bala de prata. É a somatória de diversas ações.
Speaker #2: A gente sempre tem essa pergunta: 'E agora, acabou? Vocês vão ter mais potencial de crescimento?' E, como eu falei aqui durante a apresentação, a gente cresceu 1,9 por três anos seguidos, 5,7 em três anos. A gente ainda vê oportunidade, como o Miguel bem falou. Tem algumas que a gente já explorou bem e que a gente está de 6 a 8, mas aí a gente sempre entende alguma coisa nova. Eu acho que ainda a margem da Riachuelo tem espaço para andar. É difícil a gente chegar hoje e falar: 'Nossa, o ano que vem vai ser mais 1,9.' Acho que seria ótimo número de novo, mas não dá para prometer isso. Mas eu vejo que ainda tem muito trabalho a ser feito. A empresa não está no seu full potential ainda.
André Farber: Vocês vão ter mais potencial de crescimento?" Como eu falei aqui durante a apresentação, a gente cresceu 1.9 por 3 years seguidos, 5.7 em 3 years. A gente ainda vê oportunidade. Como o Miguel bem falou, tem algumas que a gente já explorou bem, que a gente está de 6 a 8, aí a gente sempre entende alguma coisa nova. Eu acho que ainda a margem da Riachuelo tem espaço pra andar. É difícil a gente chegar hoje e falar: "nossa, o ano que vem vai ser mais 1.9". Acho que seria um ótimo número de novo, não dá pra prometer isso, eu vejo que ainda tem muito trabalho a ser feito. A empresa não está no seu full potential ainda.
Speaker #2: Perfeito.
Speaker #6: Excelente, André. Não, muito claro. Obrigado pelas respostas.
[Analyst] (Itaú): Excelente, André. Muito claro. Obrigado pela resposta.
Speaker #1: E você, Gachin? A nossa próxima pergunta vem do João, do Citi. Oi, João, tudo bem?
[Company Representative] (Guararapes Confecções): Você, Gastin. A nossa próxima pergunta vem do João, do Citi. Oi, João, tudo bem?
Speaker #7: Tudo bem, Isa, obrigado aí, e parabéns aí a todos pelo por mais trimestre aí de crescimento bem robusto. Eu tenho algumas perguntas aqui, acho que a primeira aqui, André, é entender a tua cabeça aqui para, navegar esse ambiente que está sei que eu não assim, o foco aqui é Riachuelo, não ficar falando sobre o ambiente competitivo, mas dado que a gente teve uma mudança relevante em maio com a isenção do imposto federal para cross border, no passado a gente percebeu uma desafio aí de várias empresas do setor para lidar com esse ambiente de preço, tirou pouco a capacidade de repassar custo quando necessário, enfim.
[Analyst] (Citigroup): Tudo bem, Isa, obrigado e parabéns a todos por mais um trimestre de crescimento bem robusto. Eu tenho algumas perguntas aqui. Acho que a primeira aqui, André, é entender a tua cabeça para navegar esse ambiente. Sei que o foco aqui é Riachuelo, não ficar falando sobre o ambiente competitivo, mas dado que a gente teve uma mudança relevante em May, com a isenção do imposto federal para cross-border. No passado, a gente percebeu um desafio de várias empresas do setor para lidar com esse ambiente de preço, tirou um pouco a capacidade de repassar custo quando necessário, enfim. Eu queria ouvir um pouco como é que vocês estão olhando para se diferenciar a proposta de valor, para garantir que isso não afete a dinâmica, a trajetória que vocês estão conseguindo fazer bem consistente em vestuário.
Speaker #7: Eu queria ouvir um pouco de como é que vocês estão olhando para se diferenciar a propósito de valor, para garantir que, enfim, isso não afete aqui a dinâmica, a trajetória que vocês estão conseguindo fazer bem consistente aqui em vestuário.
Speaker #7: E o segundo ponto é: queria, acho que ficou clara a questão de custo aqui, Miguel, mas só queria ver se há quais low hanging fruits adicionais que a gente poderia ver, tanto na fábrica quanto, enfim... Não sei se tem algum aspecto aqui de precificação dinâmica que a gente poderia ver também para trazer ganhos adicionais aqui de margem bruta de vestuário. Sabemos que tem FX que favorece. Enfim, queria ouvir um pouco dos moving parts aqui para margem bruta e entender o que é oportunidade ainda, não fácil de capturar, mas que, enfim, ainda existe aqui de low hanging fruit.
[Analyst] (Citigroup): O segundo ponto, acho que ficou clara a questão de custo aqui, Miguel, mas só queria ver quais low hanging fruits adicionais que a gente poderia ver, tanto na fábrica. Não sei se tem algum aspecto de precificação dinâmica que a gente poderia ver também para trazer ganhos adicionais de margem bruta de vestuário. Sabemos que tem effects que favorecem, enfim, queria ouvir um pouco dos moving parts para margem bruta e entender o que é oportunidade ainda, não fácil de capturar, mas que ainda tem existente de low hanging fruit. Obrigado.
Speaker #7: Obrigado.
Speaker #2: Legal. Obrigado, João. Como está a nossa cabeça, minha cabeça, do time, a do conselho? Acho que a Riachuelo é uma empresa que ela tem 79 anos, o ano que vem a gente vai fazer 80, é uma empresa que sempre olha para o futuro de forma otimista, sempre quer investir na sua evolução, então a gente já passou por uma série de diferentes momentos da economia, empresa sempre está investindo em ser melhor, então assim, a cabeça da empresa ela aponta para isso, para sempre estar investindo no futuro, por isso a gente continua investindo em equipes, em desenvolvimento de pessoas, em desenvolvimento de loja, no nosso portfólio de produtos, na nossa fábrica, em tecnologia, no CD, então a gente continua acreditando que esse mindset de crescimento é o que nos fortalece para também que independente do que aconteça, a gente esteja preparado e a gente esteja mais forte.
André Farber: Legal. Obrigado, João. Como está a nossa cabeça? A minha cabeça, a do time, a do conselho. Acho que a Riachuelo é uma empresa que tem 79 anos, ano que vem já faz 80. É uma empresa que sempre olha para o futuro de forma otimista, sempre quer investir na sua evolução. A gente já passou por uma série de diferentes momentos da economia e a empresa sempre está investindo em ser melhor. A cabeça da empresa aponta para isso, para sempre estar investindo no futuro. A gente continua investindo em equipes, em desenvolvimento de pessoas, em desenvolvimento de loja, no nosso portfólio de produtos, na nossa fábrica, em tecnologia, no CD. A gente continua acreditando que esse mindset de crescimento é o que nos fortalece para também que, independente do que aconteça, a gente esteja preparado e a gente esteja mais forte.
Speaker #2: Por outro lado, a gente também sabe que tem que estar preparado para eventuais mudanças econômicas que possam acontecer, e a melhor forma de estar preparado é estando com nossos músculos mais fortes, isso se dá com a margem maior. Então, as próprias iniciativas do primeiro ponto, o que a gente faz nesse primeiro ponto para fortalecer a empresa acaba nos deixando mais fortes. A gente tem uma visão de longo prazo, mas também tem uma flexibilidade de curso. Então, a nossa cabeça opera assim, e a gente acha que, se tiver que fazer qualquer mudança adaptativa ali, a gente está preparado. A gente tem uma estrutura ágil e veloz, mas continua olhando para o futuro de forma otimista.
André Farber: Por outro lado, a gente também sabe que a gente tem que estar preparado para eventuais mudanças econômicas que possam acontecer e a melhor forma de estar preparado é estando com nossos músculos mais fortes, com a margem maior. As próprias iniciativas do primeiro ponto, que a gente faz o primeiro ponto para fortalecer a empresa acaba nos deixando mais fortes. A gente tem uma visão de longo prazo, mas também tem uma flexibilidade do curto. A nossa cabeça opera assim, a gente acha que se tiver que fazer qualquer mudança adaptativa ali, a gente está preparado, a gente tem uma estrutura ágil e veloz, mas continuamos olhando para o futuro de forma otimista. Ainda falando um pouco sobre a taxa das blusinhas, a gente tem crescido há 12 trimestres consecutivos.
Speaker #2: Ainda falando um pouco sobre a taxa das blusinhas, a gente tem crescido há 12 trimestres consecutivos. A criação do Remessa Conforme foi em agosto de 2024, então a gente já vinha crescendo por 4 ou 5 trimestres antes, e agora a gente cresceu de novo após a criação. A gente acha que existe uma assimetria tributária no Brasil, isso não deveria estar acontecendo no longo prazo, os mercados não podem conviver com essas assimetrias. Mas mesmo assim, com as assimetrias desses 12 trimestres que a gente viveu, 5 ou 6, a gente tem conseguido sustentar crescimento. Então, esse fator específico, a gente acha que mesmo tendo uma desvantagem competitiva, vamos dizer assim, a gente continua conseguindo fortalecer nosso modelo, se tornar mais relevante ao consumidor e sustentar crescimento. Então, essa é a nossa cabeça, a gente não tem outra opção também, a gente não pode parar e seguiremos assim. Mas, ao mesmo tempo, com essa esperança de que a assimetria em algum momento se feche, porque ela não é justa.
André Farber: A criação do Remessa Conforme foi em agosto de 2024, a gente já vinha crescendo por quatro, cinco trimestres antes. Agora a gente cresceu de novo após a criação. A gente acha que tem uma assimetria tributária no Brasil, isso não deveria acontecer no longo prazo, os mercados não podem ver as assimetrias disso. Mesmo assim, com assimetrias dos 12 trimestres que a gente viveu, cinco, seis a gente tem conseguido sustentar crescimento. Esse fator específico a gente acha que, mesmo tendo uma desvantagem competitiva, vamos dizer assim, a gente continua conseguindo fortalecer nosso modelo, se tornar mais relevante ao consumidor e sustentar crescimento. Essa é a nossa cabeça, a gente não tem outra opção também, a gente não pode parar e seguiremos assim, ao mesmo tempo, com essa esperança de que a assimetria em algum momento se feche, porque ela não é justa.
Speaker #2: E aí passo para o Miguel para falar um pouquinho mais sobre custos, essa segunda parte da sua pergunta.
André Farber: Aí passo para o Miguel falar um pouquinho mais sobre custos, essa segunda parte da sua pergunta.
Speaker #4: Boa. Obrigado, João, pela pergunta. A gente já não vê mais low hanging fruits há certo tempo. A gente já vem aí há 11 trimestres consecutivos de margem. Eu vejo que a gente tem uma dinâmica aqui muito forte, uma disciplina muito forte na companhia, que é de agenda, de metodologia, de disciplinas de execução, da gente ficar se desafiando a cada passo que uma alavanca vai chegando, como a gente falou ali entre 6 e 8. A gente pensa: poxa, qual vai ser a próxima onda? Como a gente vai continuar extraindo e buscando o full potential dessa margem? A gente tem cada vez mais focado nisso. Isso faz com que a gente tenha muita confiança, como o André falou. São mais de duas mãos cheias de iniciativas, de frentes de trabalho, de grupos focados para isso: a gente conseguir extrair não só da nossa fábrica, mas da cadeia como um todo. Obviamente que muito vem da nossa fábrica, pelo foco dessa cadeia integrada verticalizada, que a gente conversa bastante com vocês. E o que não vem da fábrica é nessa ponta mais do varejo, buy to sell out, que é na parte de precificação, de markdown. A gente vem experimentando e testando, desde o ano passado, algumas clusterizações diferentes, algumas metodologias, algoritmos, dados, AI de como precificar, olhando sell through, olhando janelas específicas de markdowns. Ao invés de fazer de maneira muito agressiva, ao longo por SKU ao longo do período, às vezes até no começo da season. Então, a gente tem muita confiança de que vai continuar extraindo ganhos de margem sequenciais e vê isso para o futuro também. Eventualmente não na magnitude de um trimestre ou outro, mas a gente perto, alinhado à ambição que a gente falou, a gente segue muito disciplinado e muito confiante que tem margem para perseguir. Entre alavancas de precificação, de markdown, ainda coisas na cadeia e na fábrica, de eficiência e produtividade na nossa fábrica, em fortalecer cada vez mais nossa proposta de valor nos produtos como o D Ultra, que eu estou usando aqui, André também. Então, a gente ainda segue muito confiante, mas com muita disciplina, pé no chão e responsabilidade, que temos coisa para buscar ainda em margem bruta.
Miguel Cafruni: Boa. Obrigado, João, pela pergunta. A gente já não vê mais low hanging fruits há um certo tempo. A gente já vem há 11 trimestres consecutivos de margem. Eu vejo que a gente tem uma dinâmica muito forte, uma disciplina dentro da companhia, que é de agenda, de metodologia, de disciplina de execução, da gente ficar se desafiando a cada passo que uma alavanca vai chegando, como a gente falou ali, entre six e eight. Poxa, qual vai ser a próxima onda? Como a gente vai continuar extraindo e buscando o full potential dessa margem? A gente tem cada vez mais focado nisso. Isso faz com que a gente tenha muita confiança. Como André falou, são mais de duas mãos cheias de iniciativas, de frentes de trabalho, de grupos focados pra gente conseguir extrair, não só da nossa fábrica, mas da cadeia como um todo.
Miguel Cafruni: Obviamente que muito vem da nossa fábrica, pelo foco dessa cadeia integrada, verticalizada, que a gente conversa bastante com vocês. O que não vem da fábrica é nessa ponta mais do varejo, buy to sell out, que é na parte de precificação, de markdown. A gente vem experimentando e testando desde o ano passado algumas classificações diferentes, algumas metodologias, algoritmos, dados, AI, de como precificar, olhando sell through, olhando janelas específicas de markdowns, ao invés de fazer de maneira muito agressiva por SKU ao longo do período, às vezes até no começo da season. A gente tem muita confiança de que vai continuar extraindo ganhos de margens sequenciais, e vê isso pro futuro também.
Miguel Cafruni: Eventualmente, não a magnitude de um trimestre ou outro, mas alinhado à ambição que a gente falou, a gente segue muito disciplinado e muito confiante que tem margem pra perseguir entre alavancas de precificação, de markdown, ainda coisa na cadeia e na fábrica, de eficiência e produtividade da nossa fábrica, em fortalecer cada vez mais o nosso valor nos produtos, como o The Ultra que eu estou usando aqui, André também. A gente ainda segue muito confiante, mas com muita disciplina, pé no chão e responsabilidade, que temos coisa pra buscar ainda em margem bruta.
Speaker #3: Desculpa, talvez low hanging fruit não tenha sido o termo correto Miguel, desculpa, mas na verdade eu estava tentando me referir é que assim, nesse trimestre teve quase ponto percentual de ganho de margem bruta só de captura interna, então assim, talvez não seja low hanging fruit, mas assim, de trabalhos internos dentro de casa, de oportunidades sendo poderia ver uma trajetória ainda seguindo essa quase metade do ganho de margem bruta vindo de captura interna, se esse nível de, essa grandeza de oportunidade ainda está lá.
[Analyst] (Citigroup): Desculpa, talvez low hanging fruit não tenha sido o termo correto, Miguel, desculpa, mas na verdade, eu estava tentando me referir que nesse trimestre teve quase 1 ponto percentual de ganho de margem bruta só de captura interna. Talvez não seja low hanging fruit, mas de trabalhos internos dentro de casa, de oportunidades. Se poderia ver uma trajetória ainda seguindo essa, quase metade do ganho de margem bruta vindo de captura interna. Se essa grandeza de oportunidade ainda está lá. Era isso que eu queria dizer, mas acho que ficou claro tua resposta. Se me permitir, pessoal, um ponto que o pessoal tem perguntado aqui. Eu não gosto de ficar perguntando de curto prazo, mas a gente teve uma discussão boa aqui com o concorrente de vocês sobre julho, efeito de Copa, etc.
Speaker #3: Era isso que eu queria dizer, mas acho que ficou claro, tua resposta. Se me permitir, pessoal, um ponto assim que o pessoal tem perguntado aqui é: eu não gosto de ficar perguntando de curto prazo, mas assim, a gente teve uma discussão boa aqui com o corrente de vocês sobre julho, efeito de Copa, etc. Mas assim, vocês veem alguma mudança, enfim, ou deveríamos olhar algum efeito aqui não recorrente no começo do terceiro trimestre? Enfim, desculpa, que o pessoal está bem, essa pergunta está sendo bem relevante.
[Analyst] (Citigroup): Vocês veem alguma mudança, ou deveríamos olhar algum efeito não recorrente no começo do Q3? Desculpa, essa pergunta tem sido bem relevante.
Speaker #2: É, obrigado, João. Mas, assim, a gente não fala e nem pode falar do resultado do terceiro tri, mas o que a gente acha que pode compartilhar é que a Copa teve efeito. A gente percebeu, quando a Copa começou, uma queda de fluxo nas lojas, e ela foi até o final. Obviamente, quando o Brasil saiu, melhorou um pouquinho, mas só foi voltar ao normal depois do dia da final, que foi dia 19 de julho.
André Farber: Obrigado, João. A gente nem pode falar do resultado do Q3, o que a gente pode compartilhar é que a Copa teve um efeito. A gente percebeu quando a Copa começou, uma queda de fluxo nas lojas e ela foi até o final. Obviamente, quando o Brasil saiu, melhorou um pouquinho, só foi voltar ao normal depois do dia da final, que foi 19 July. Sim, a Copa teve um efeito, tanto lá em junho, como agora em julho, como vocês viram nos nossos resultados, a gente continua nessa mesma toada. A boa notícia é que quando a gente vê que a Copa terminou, o mundo voltou a ser como ele era. Acho que isso dá pra compartilhar. Sim, foram 40 days de Copa, com muito interesse, é normal, a cada 4 years a gente passa isso.
Speaker #2: Então sim, a Copa teve efeito, tanto lá em junho como agora em julho, mas como você viu nos nossos resultados, a gente continua aí nessa mesma toada. A boa notícia é que quando a gente vê que a Copa terminou, o mundo voltou a ser como era. Então acho que isso dá para compartilhar. Mas sim, foram 40 dias de Copa, com muito interesse, então é normal, a cada quatro anos a gente passa por isso.
[Analyst] (Citigroup): Maravilha, senhores. Muito obrigado e parabéns novamente.
Speaker #3: Maravilha, senhores. Muito obrigado e parabéns novamente.
Speaker #1: Obrigada. A nossa próxima pergunta vem da Isabela, do UBS. Oi Isa, tudo bem?
[Company Representative] (Guararapes Confecções): Obrigada. A nossa próxima pergunta vem da Isabela, do UBS. Oi, Isa, tudo bem?
[Analyst] (UBS): Oi, Isa. Oi, time, tudo bem? Parabéns aí, obrigada pelo espaço aqui para a pergunta. Sei que já exploramos muito, vocês estão cansados de falar sobre a margem bruta, mas eu preciso fazer um follow up aqui, que é porque realmente foi um nível bem forte. É uma dúvida bem pontual, bem direta. Não está surpreendendo para cima? Será que a gente não está vendo uma oportunidade ainda maior, mais rápido, talvez, do que o esperado? Eu queria ver a expectativa mesmo, porque está muito claro que ainda tem muitas frentes, que ainda tem muito o que fazer internamente, tem frente de operação, tem frente de produto, frente de precificação, enfim. Isso está vindo além do que vocês esperavam?
Speaker #5: Oi, Isa. Oi, time, tudo bem? Parabéns aí, obrigada pelo espaço aqui para a pergunta. Sei que já exploramos sobre a margem bruta, mas eu preciso fazer um follow-up aqui porque realmente foi um nível bem forte e aí é uma dúvida bem pontual, bem direta.
Speaker #5: Não está surpreendendo para cima. Será que a gente não está vendo ali uma oportunidade ainda maior, ou mais rápido, talvez, do que o esperado? Eu queria ver assim, a expectativa mesmo, porque está muito claro que ainda tem muitas frentes, que ainda tem muito o que fazer ali internamente. Tem frentes de operação, tem frentes de produto, frentes de precificação, enfim. Mas isso não está vindo?
Speaker #5: Está vindo além do que vocês esperavam? Porque eu me lembro bem lá do Investor Day, aquele ritmo ali, a ideia de vocês. Vocês estão trabalhando para entregar pelo menos ali uma evolução consistente de ponto por ano, mas nesse primeiro semestre já veio um ritmo bem forte.
[Analyst] (UBS): Eu me lembro bem do Investor Day, a ideia de vocês que estão trabalhando para entregar pelo menos uma evolução consistente de 1 ponto por ano, mas nesse primeiro semestre já veio um ritmo bem forte. O Miguel falou, claro, tem as sazonalidades, às vezes é um pouco mais, às vezes um pouco menos, mas parece que tem vindo um resultado muito satisfatório. Eu queria saber mesmo é nessa perspectiva ali de algo que vocês estão atingindo, se está acelerando, se está mais rápido, se vocês estão descobrindo que tem mais oportunidades do que até o anteriormente imaginado nessa frente. Uma pergunta agora direcionada para o Franco. Acho que é um ponto legal da gente explorar mais na Midway, pegar um pouco essa frente, que vocês continuam acelerando o crescimento bom de carteira.
Speaker #5: Miguel falou: claro, tem a sazonalidade, às vezes é um pouco mais, às vezes é um pouco menos, mas, assim, parece que tem vindo um resultado muito satisfatório. Eu queria saber mesmo é, nessa perspectiva ali, o que vocês estão atingindo, se está acelerando, se está mais rápido, se vocês estão descobrindo que tem mais oportunidades do que anteriormente imaginavam.
Speaker #5: Nessa frente. E aí, uma pergunta agora direcionada ali para o Frank. Acho que é um ponto legal da gente explorar mais ali na Midway, pegar um pouco essa frente. Vocês continuam acelerando ali, crescimento bom de carteira, patamares de NPL seguem saudáveis, se a gente compara ali com o que isso já foi no histórico e, principalmente, pensando no cenário macro que a gente está. Mas, é claro, é muito importante entender um pouco melhor de vocês como é que está essa dinâmica, dado que, por mais que o empréstimo pessoal ou consignado — que é uma frente nova — esteja crescendo bastante, por ser ainda, digamos, bem no início dessa jornada, vocês têm ainda muito espaço para crescer nisso. A carteira de cartões, realmente, é ali cinco vezes maior ainda, então ela tem um peso muito grande.
[Analyst] (UBS): Patamares de NPL seguem saudáveis, se a gente compara com o que isso já foi no histórico e principalmente pensando no cenário macro que a gente está. É claro, é muito importante entender um pouco melhor de vocês como é que está essa dinâmica, dado que por mais que o empréstimo pessoal, o consignado, que é uma frente nova, está crescendo bastante por estar no início dessa jornada. Vocês têm ainda muito espaço para crescer nisso. A carteira de cartões realmente é 5 vezes maior ainda, então ela tem um peso muito grande. É onde a gente vê um pouquinho da deterioração dos NPLs. Eu queria entender mesmo, se vocês puderem dar de detalhamento de como é que está sendo a evolução disso, além do que vocês já abrem para a gente, do menos de 90 que está controlado.
Speaker #5: E é onde a gente vê um pouquinho da deterioração dos NPLs. Então, assim, queria entender mesmo o que vocês puderem dar de detalhamento de como é que está sendo a evolução disso, além do que vocês já abrem para a gente, do menos de 90 que está controlado. Mas, assim, como é que está na ponta esse NPL formation? A gente vê que vocês ainda crescem essa carteira de cartões, mid single, desacelerou tri contra tri, então talvez já seja reflexo de que talvez valha dar uma pequena freada no pessoal. Como é que está a qualidade dos cohorts novos aí que vocês têm pegado? Enfim, índice de cobertura, que vocês puderem dar para a gente, se está satisfatório, se tem um pouco de folga, meio que realmente entender para passar um pouco mais de segurança da cautela e da incerteza que a gente vai ter nos próximos meses, macro, eleições, enfim. Seriam esses dois pontos, pessoal. Muito obrigada.
[Analyst] (UBS): Como é que está na ponta esse NPL formation? A gente vê que vocês ainda crescem essa carteira de cartões mid-single digit. Desacelerou tri contra tri, talvez já seja um reflexo de que talvez vá dar uma pequena freada no pessoal, como é que está a qualidade dos cohorts novos que vocês têm pegado. Enfim, índice de cobertura, que vocês puderem dar para a gente se está satisfatório, se tem um pouco de folga. Meio que realmente entender para passar um pouco mais de segurança, dada a cautela e a incerteza que a gente vai ter nos próximos meses. Macro, eleições, enfim, seriam esses 2 pontos, pessoal. Muito obrigada.
Speaker #2: Luiz, você quer falar? Eu já deixei você mais pelo tamanho da pergunta. Mas só para refletir mais pontualmente, obrigado pela outra pergunta, Isa.
Miguel Cafruni: Isa, você quer falar? Eu ia deixar você, mais pelo tamanho da pergunta. Respondendo mais pontualmente, obrigado pela outra pergunta, Isa. Sobre margem, foi um trimestre muito bom, sem dúvida, como você comentou, 1.9 pontos de expansão. A gente vê potencialmente uma continuidade dessa expansão. Potencialmente também não nessa magnitude. Foi um trimestre realmente muito bom, muito forte. Eu diria que pra frente é algo mais próximo da nossa ambição. A gente segue muito disciplinado em cada vez mais buscar as alavancas, mas eu diria que é algo mais perto dessa evolução da ambição. Foi um trimestre muito forte mesmo, a gente teve alguns outros efeitos, como você bem falou, inverno, alguns outros efeitos, às vezes, da própria base, inclusive do last year, na própria fábrica, na nossa própria cadeia.
Speaker #2: Sobre margem, foi um trimestre muito bom, sem dúvida, como você comentou, 1,9 pontos de expansão. A gente vê potencialmente uma continuidade dessa expansão, potencialmente também não nessa magnitude. Foi um trimestre realmente muito bom, muito forte. Eu diria que, para frente, é algo mais próximo da nossa ambição. A gente segue muito disciplinado em cada vez mais buscar as alavancas, mas eu diria que é algo mais perto dessa evolução da ambição. Foi um trimestre muito forte mesmo. A gente teve alguns outros efeitos, como você bem falou: inverno, alguns outros efeitos às vezes da própria base, inclusive do ano passado, na própria fábrica e na nossa própria cadeia. Para frente, a gente olha algo mais perto da ambição, mas contínuo, consistente, e ainda com espaço para a gente continuar rampando.
Miguel Cafruni: Pra frente, a gente olha algo mais perto da ambição, contínuo, consistente e ainda com espaço pra gente continuar rampando. Aí, passo pro Franco, pra sequência da resposta da Midway.
Speaker #2: E aí passo para o Frank essa sequência da resposta da Midway.
Speaker #4: O Isa, eu vou pegar aqui o tema de cartões, mais especificamente, acho que é bom ponto, a pergunta. Separando pouco as novas safras, a gente vê as FPDs controladas num menor nível histórico ali, chegando perto de 3% de FPD, mantendo nível até decente de concessão, assim, então a gente está feliz que a gente tem modelado bem, eu venho falado isso nos últimos anos, a gente tem modelado bem, atraído cliente com perfil de risco melhor, isso vai oxigenando a base, diferente do empréstimo que tem duration menor a carteira, a carteira de cartões ela tem duration mais longo, tem clientes que estão com a gente há muito tempo, mas a gente percebe o NPL curto super controlado, é bom indicador, mas mesmo no longo, que está pouco mais pressionado, se a gente quebra ele pouco, por exemplo, até 180 dias, a gente já vê eles comportando quase de forma estável, então tem de fato pouquinho mais de pressão desse cliente que está com atraso acima de 180 dias, que vende safras mais antigas, mas que essa safras elas vêm perdendo participação na nossa carteira.
Francisco Santos: Isa, vou pegar aqui o tema de cartões, mais especificamente. Acho que é um bom ponto a pergunta. Separando um pouco as novas safras. A gente vê as FPDs controladas num menor nível histórico, chegando perto de 3% de FPD, mantendo um nível até decente de concessão. A gente está feliz que a gente tem modelado bem. Eu venho falando isso nos últimos anos. A gente tem modelado bem, atraído um cliente com perfil de risco melhor. Isso vai oxigenando a base.
Francisco Santos: Diferente do empréstimo, que tem um duration menor a carteira, a carteira de cartões tem um duration mais longo, tem clientes que estão com a gente há muito tempo, mas a gente percebe o NPL curto supercontrolado, é um bom indicador, mas mesmo no longo, que está um pouco mais pressionado, se a gente quebra ele um pouco, por exemplo, até 180 dias, a gente já vê ele se comportando quase de forma estável. Tem, de fato, um pouquinho mais de pressão desse cliente que está com atraso acima de 180 dias, que vem de safras mais antigas, mas que essas safras vêm perdendo participação na nossa carteira. A gente vê as safras agora dos anos recentes chegando a performar quase 30% melhor do que as que a gente tinha anteriormente.
Speaker #4: Então a gente vê as safras agora dos anos recentes performando, chega a performar quase 30% melhor do que as que a gente tinha anteriormente.
Speaker #4: Então, a gente segue nesse crescimento meio pareado com a inflação, praticamente, no crescimento da carteira de cartões, melhorando a qualidade das safras, melhorando a precificação, rentabilidade. Então, a gente vê que ele está adequado para o cenário. Assim, nada mudando, a gente acredita que pode ser um bom pace para a gente ir oxigenando a carteira, enquanto a gente olha o cenário macro eventualmente melhorando mais pra frente.
Francisco Santos: A gente segue nesse crescimento meio pareado com inflação, praticamente, o crescimento da carteira de cartões, melhorando a qualidade das safras, melhorando precificação, rentabilidade. A gente vê que ele está adequado pro cenário. Nada mudando, a gente acredita que pode ser um bom pace pra gente ir oxigenando a carteira enquanto a gente olha o cenário macro, eventualmente melhorando mais pra frente. Está bom? Obrigado.
Speaker #4: Está bom? Obrigado.
Speaker #5: Super claro, obrigada pessoal. Boa tarde.
[Analyst] (UBS): Super claro. Obrigada, pessoal. Boa tarde.
Speaker #1: Obrigada a você. A nossa próxima pergunta vem do Nicolas, do JP. Oi, Nico, tudo bem? Pode fazer sua pergunta.
[Company Representative] (Guararapes Confecções): Obrigada você. A nossa próxima pergunta vem do Nicolas, do JPMorgan. Oi, Nico, tudo bem? Pode fazer sua pergunta.
Speaker #6: Oi, tudo bem Inissa? Obrigado pelo espaço, pessoal, obrigado pelo tempo e pelo call. Para pegar a nossa pergunta, eu tinha aí, infelizmente, mais uma de margem bruta, mas queria entender esse negócio aí da fábrica: normalmente, o que vocês desenvolvem para o mercado? E a diferença de margem entre uma peça fabricada por vocês versus uma de third party era entre 6 e 8 pontos. Eu queria entender como que isso talvez tenha mudado ao longo dos últimos trimestres nessa fábrica, até mostrar outra vez uma eficiência maior. A margem bruta tem mostrado isso; eu queria entender se talvez hoje a fábrica está mais perto do topo desse range, ou se, de fato, vocês têm destravado melhoras além do que talvez entre esses 6 e 8 pontos.
[Analyst] (JPMorgan): Oi, tudo bem, Isa? Obrigado pelo espaço, pessoal. Obrigado pelo tempo e pelo call. Pegar nossa pergunta, eu tinha aí, infelizmente, mais uma de margem bruta, mas queria entender um negocinho da fábrica. O que normalmente se tem falado no mercado é que a diferença de margem entre uma peça fabricada por vocês versus uma de um third party era entre 6 e 8 pontos. Eu queria entender como que isso talvez tenha mudado ao longo desses últimos trimestres. Essa fábrica tem mostrado talvez uma eficiência maior. A margem bruta tem mostrado isso. Eu queria entender se talvez hoje a fábrica está mais perto do topo desse range ou de fato vocês têm destravado melhoras além do que talvez entre 6 e 8 pontos. A segunda pergunta que eu tenho é sobre o pilar do capital structure. Vocês falaram que tem algumas iniciativas.
Speaker #6: E a segunda pergunta que eu tenho é sobre o pilar do capital destruction. Vocês falaram que têm aí algumas iniciativas, queria um pouco explorar talvez nos próximos semestres ou no próximo ano o que a gente poderia esperar para esse pilar em específico.
[Analyst] (JPMorgan): Queria explorar, talvez no próximo semestre, o próximo ano, o que a gente poderia esperar para esse pilar em específico. Obrigado.
Speaker #6: Obrigado.
Speaker #4: Oi, Nicolas. O André aqui. Obrigado pela pergunta. Vou começar com a da fábrica e passo depois para o Miguel falar de estrutura de capital.
André Farber: Oi, Nicolas. André aqui. Obrigado pela pergunta. Vou começar com a da fábrica e passo depois para o Miguel para falar de estrutura de capital. Bom, a gente tem trabalhado cada vez melhor a integração da fábrica com o nosso comercial, com a ponta. A gente veio de, no primeiro ciclo, aumentar muito o volume da fábrica, isso per se já trouxe muito mais margem para a própria fábrica, ela já tinha mais margem, ela cheia tem mais margem ainda.
Speaker #4: Bom, a gente tem trabalhado cada vez melhor a integração da fábrica com o nosso comercial, com a ponta. A gente veio, no primeiro ciclo, aumentar muito o volume da fábrica e isso, por si, já trouxe muito mais margem para a própria fábrica. Ela já tinha mais margem, cheia tem mais margem ainda.
Speaker #4: Eu diria que o número ele continua sendo 6 a 8, não é, não mudou muito, e a gente tem feito agora o que a gente está chamando internamente de make versus buy, fazendo ajuste mais fino do que a gente manda para a fábrica e o que a gente não manda para a fábrica, em função de qualidade, de custo, e isso é ajuste muito fino, porque a nossa a gente tem muito produto, tem mais de 100 mil SKUs, então grande parte do trabalho de evolução ela está centrada nisso agora.
André Farber: Eu diria que o número continua sendo seis a oito, não mudou muito, a gente tem feito agora o que a gente está chamando internamente de make versus buy, fazendo um ajuste mais fino do que a gente manda para a fábrica e o que a gente não manda para a fábrica, em função de qualidade, de custo, isso é um ajuste muito fino, porque a gente tem muito produto, tem mais de 100,000 SKUs, grande parte do trabalho de evolução está centrada nisso agora. A gente ainda acredita, olhando para frente, que ainda pode ter um trabalho de gerar mais eficiência na fábrica, eu diria que nesse último ciclo aqui agora foi mais o make versus buy do que eficiência na fábrica. A gente ainda vê oportunidade de, conforme você planeja melhor, você está mais azeitado, a fábrica opera até melhor, com mais margem.
Speaker #4: A gente ainda acredita, olhando para frente, que ainda pode ter trabalho de gerar mais eficiência na fábrica, mas eu diria que, nesse último ciclo aqui agora, foi mais o make versus buy do que eficiência na fábrica.
Speaker #4: Então, a gente ainda vê oportunidade de, conforme você planeja melhor, você está mais ajeitado, a fábrica opera até melhor, com mais margem. Então, acho que, dando um pouco de cor aí, de sensação do que a gente está fazendo, eu acho que a gente ainda tem oportunidade e, hoje, está vindo mais por essa escolha de que produto vai para a fábrica e qual não vai.
André Farber: Acho que dando um pouco de cor, de sensação do que a gente está fazendo, eu acho que a gente ainda tem oportunidade hoje está vindo mais por essa escolha de que produto vai para a fábrica e qual não vai. Acho que o Miguel pode elaborar um pouco a pergunta de estrutura de capital.
Speaker #4: Acho que o Miguel pode elaborar um pouco a pergunta de estrutura de capital?
Speaker #2: Perfeito.
Miguel Cafruni: Perfeito. Obrigado, Nico, pela sua pergunta. Como a gente fala, o quinto pilar da nossa estratégia é sobre a estrutura de capital. A gente tem trabalhado muito forte em buscar melhorias no nosso ROIC, não só via operação, via NOPAT, mas também na base de capital, na estrutura de capital, na base de capital empregada. A gente fez dois grandes movimentos ano passado. O primeiro grande movimento foi a venda do shopping. Um shopping que ajudou a gente a monetizar e a botar pra fora e focar no nosso core, um ativo importante, gerador de valor, contributivo pro negócio, e saiu super bem especificado. Esse foi um movimento importante que a gente fez no ano passado.
Speaker #4: Obrigado, Nicolas, pela sua pergunta. Como a gente fala lá, o quinto pilar da nossa estratégia é sobre estrutura de capital, a gente tem trabalhado muito forte em buscar melhorias no nosso ROI, que não só via operação, via no pátio, mas também da base de capital na estrutura de capital, na base de capital empregada, a gente fez dois grandes movimentos no passado, o primeiro grande movimento foi a venda do shopping, shopping que ajudou a gente a monetizar e a botar para fora e focar no nosso core, ativo importante, gerador de valor, contributivo para o negócio, e saiu super bem precificado, então esse foi movimento importante que a gente fez no ano passado, também no final do ano passado a gente fez liability management grande de todas as nossas dívidas, e pegou todas as debentures e emitiu uma debenture nova, saindo de custo de DI mais 2,40, 2,45 eventualmente uma delas, para DI mais 0,95, e também sendo uma eficiência muito boa, e além da eficiência no custo, a gente também reposicionando a companhia em patamares de lucratividade muito saudável, uma boa parte disso praticamente metade disso a gente defende no textil, então tem uma eficiência importante aqui vindo de estrutura de capital, a gente ainda tem outras frentes na base de capital para atuar, como girar melhor ativos, créditos fiscais que a gente tem no nosso ativo, monetizando, usando isso para desonerar menos o caixa e dentro do nosso modelo operacional, a gente também começou no passado a lançar o nosso primeiro FIDC da companhia, que ele vem ganhando corpo e esse ano é ano de full potential, que isso ajuda muito, então a gente tem te dando algumas cores, alguns exemplos de que a gente segue também aqui com muitas alavancas dentro desse quinto pilar, assim como a gente tem muitas alavancas em todos os pilares, e a gente deve continuar melhorando o nosso ROIC e continuar, como o André também comentou, cada vez mais buscando conversão de EBITDA e lucro, e tem muita coisa para fazer ainda também aqui principalmente na base de capital, além, como a gente já falou, da parte vindo operacional do no pátio.
Miguel Cafruni: Também no ano passado, a gente fez um liability management grande de todas as nossas dívidas, pegou todas as debêntures e emitiu uma debênture nova, saindo de um custo de DI mais 2.40%, 2.45%, eventualmente uma delas, pra DI mais 0.95%, também sendo uma eficiência muito boa. Além da eficiência no custo, a gente também reposicionando a companhia em patamares de lucratividade muito saudável. Uma boa parte disso, praticamente metade disso, a gente defende no tax shield, tem uma eficiência importante aqui vindo de estrutura de capital. A gente ainda tem outras frentes na base de capital pra atuar, como girar melhor ativos, créditos fiscais que a gente tem no nosso ativo, monetizando, usando isso pra desonerar menos o caixa e dentro do nosso modelo operacional.
Miguel Cafruni: A gente também começou no ano passado a lançar o nosso primeiro FIDC da companhia, que vem ganhando corpo e esse ano é um ano de full potential, que isso ajuda muito. A gente tem, te dando algumas cores, alguns exemplos de que a gente segue também aqui com muitas alavancas dentro desse quinto pilar, assim como a gente tem muitas alavancas em todos os pilares, e a gente deve continuar melhorando nosso ROIC e continuar, como o André também comentou, cada vez mais buscando conversão de EBITDA e lucro. Tem muita coisa pra fazer ainda também aqui, principalmente na base de capital, além, como a gente já falou, da parte vindo operacional do NOPAT.
Speaker #6: Obrigado, muito claro. Obrigado, André. Obrigado, Miguel.
[Analyst] (JPMorgan): Obrigado, muito claro. Obrigado, André. Obrigado, Miguel.
[Company Representative] (Guararapes Confecções): A nossa próxima pergunta vem do Ian, do BTG. Oi, Ian, tudo bem?
Speaker #1: A nossa próxima pergunta vem do Ian, do BTG. Oi, Ian, tudo bem?
Speaker #6: Oi Isa, tudo bem? Boa tarde, André, Miguel, Francisco. São duas perguntas do meu lado. Eu acho que meus colegas já exauriram boa parte dos temas aqui, mas eu queria fazer duas perguntas para sair um pouco fora da caixa.
[Analyst] (BTG): Oi, Isa, tudo bem? Boa tarde, André, Miguel, Francisco. São duas perguntas do meu lado. Acho que os meus colegas já exauriram boa parte dos temas aqui, eu queria fazer duas perguntas para sair um pouco fora da caixa. A primeira delas, falando um pouco mais sobre o novo conceito de loja, o Incrivelmente Brasil. Queria entender se vocês podem dar um pouco mais de cor sobre quais são as primeiras descobertas desse novo modelo, qual o nível de produtividade que vocês conseguem chegar e de margem, se é que a gente já pode falar disso dentro desse novo conceito. Explorando um pouco o tema de investimentos, alocação de capital, queria entender um pouco quais são os investimentos que vocês estão fazendo hoje dentro do CD.
Speaker #6: A primeira delas, falando um pouco mais sobre o novo conceito de loja, Incrivelmente Brasil, queria entender se vocês podem dar um pouco mais de cor sobre quais são as primeiras descobertas desse novo modelo, qual o nível de produtividade que vocês conseguem enxergar e de margem, se é que a gente já pode falar disso dentro desse novo conceito.
Speaker #6: E explorando um pouco o tema de investimentos e alocação de capital, queria entender um pouco quais são os investimentos que vocês estão fazendo hoje dentro do CD.
Speaker #6: Lembro de vocês falarem de automação, mas queria entender quais são as adições ali de infraestrutura e, talvez, até qual é a etapa que vocês estão desses investimentos hoje no CD de São Paulo.
[Analyst] (BTG): Lembro de vocês falarem de automação, queria entender quais são as adições de infraestrutura e talvez até qual é a etapa que vocês estão desses investimentos hoje no CD de São Paulo. Obrigado, pessoal.
Speaker #6: Obrigado pessoal.
Speaker #4: Legal, Ian. Senti falta de uma pergunta de margem, mas é isso. Eu quero falar de margem, então. Mas eu vou falar um pouquinho do novo conceito.
André Farber: Legal, Ian. Senti falta de uma pergunta de margem.
Miguel Cafruni: Eu quero falar de margin.
André Farber: Vamos falar um pouquinho do novo conceito.
[Analyst] (BTG): Vocês podem falar se quiser.
Speaker #6: Vocês podem falar se quiser.
André Farber: A gente acredita muito que a empresa cria diferencial via produto, via experiência, e a loja é algo central. A gente trabalhou o ano passado inteiro nos pilares da nossa marca. Relaçamos a marca em October, November do last year and desenvolvemos uma loja conceito em December, que é o que a gente chamou de loja pop-up, aqui em São Paulo, em Pinheiros. Essa loja foi a primeira loja do que a gente acredita ser o futuro da Riachuelo, a loja onde a nossa experiência vai se revelar nos próximos anos. Não existia uma loja naquele local, a gente abriu uma loja num formato diferente, 250 sq m. A gente tem uma dificuldade de comparar, a gente tem um feedback quali muito bom do consumidor e também alguns números bastante bons, ainda sem conseguir comparar.
Speaker #4: A gente acredita muito que a empresa cria diferencial via produto, via experiência, e a loja é algo central. A gente trabalhou o ano passado inteiro nos pilares da nossa marca, relançamos a marca em outubro, novembro do ano passado, e desenvolvemos uma loja conceito em dezembro, que é o que a gente chamou de loja pop-up aqui em São Paulo, em Pinheiros.
Speaker #4: Essa loja foi a primeira loja do que a gente acredita ser o futuro da Riachuelo, a loja onde a nossa experiência vai se revelar ao longo dos próximos anos.
Speaker #4: É uma loja que não existia, uma loja naquele local. Então, a gente abriu uma loja em um formato diferente, 250 metros quadrados. Então a gente tem uma dificuldade de comparar, mas a gente tem feedback qualitativo muito bom do consumidor e também alguns números bastante bons, mas ainda sem conseguir comparar.
Speaker #4: E aí, em abril deste ano, a gente fez a primeira reforma e, na verdade, a gente fez metade da reforma, que foi passar o masculino, reformar o masculino do shopping Barigui em Curitiba, e agora, ontem, reinauguramos o feminino. Então, estamos no começo desse processo.
André Farber: Em abril deste ano, a gente fez a primeira reforma. Na verdade, a gente fez metade da reforma, que foi reformar o masculino do Shopping Barigui, em Curitiba, e agora, ontem, reinauguramos o feminino. Estamos no começo desse processo. Os resultados do masculino, que foi reformado, têm sido muito bons. Como é um ponto só, prefiro não entrar nos números. Agora, a partir de ontem, já consegui medir também os resultados desse novo formato no feminino. Estamos bastante animados, estamos vendo feedback positivo, e neste segundo semestre a gente entra em um piloto expandido. São 7 reformas que vão acontecer ao longo desses meses e a gente vai poder voltar ao longo do tempo, entendendo cada vez melhor, com mais pontos de observação, qual vai ser o impacto dessa loja.
Speaker #4: Os resultados do masculino que foi reformado têm sido muito bons. Como é ponto, só prefiro não entrar nos números, e agora, a partir de ontem, já consegui medir também os resultados desse novo formato no feminino.
Speaker #4: Estamos bastante animados. Estamos vendo o feedback positivo e, nesse segundo semestre, a gente entra num piloto expandido: são sete reformas que vão acontecer ao longo desses meses e a gente vai poder voltar, ao longo do tempo, entendendo cada vez melhor, com mais pontos de observação, qual vai ser o impacto dessa loja. Mas eu acredito muito que essa loja vai promover uma experiência melhor com nossos produtos, com a nossa marca, e acho que a gente tende a ter bastante crescimento. Mas vamos aqui trabalhar e cruzar os dedos para que a gente consiga mostrar resultados positivos ao longo dos próximos tri.
André Farber: Eu acredito muito que essa loja vai promover uma experiência melhor com nossos produtos, com a nossa marca, e acho que a gente tende a ter bastante crescimento. Mas vamos trabalhar e cruzar os dedos para que a gente consiga mostrar resultados positivos ao longo dos próximos tris. Miguel, se quiser falar um pouquinho sobre a logística, poderia falar também. Mas deixa a gente se revezar um pouquinho.
Speaker #4: Miguel, se quiser falar um pouquinho sobre a logística, poderia falar também, mas deixa eu me revezar aqui um pouquinho. Claro, posso responder. Sobre margem ou sobre logística?
Miguel Cafruni: Posso responder. Sobre margem ou sobre logística? Sobre logística. Falando da infra do CD, Ian, obrigado pela sua pergunta. A gente versou também sobre isso com vocês desde o Investor Day. A gente já tem um CD superautomatizado. Ele opera assim há mais de 10 anos, push and pull, por SKU, mas a gente vem rampando volumes, acelerando a companhia de maneira muito forte nos últimos anos. A gente viu que em dado momento do futuro, lá por 2028, 2029, principalmente pelo crescimento muito forte do digital, e a gente centralizou o estoque do digital para sair via CD Guarulhos, a gente precisava dar um salto maior dessa automação para ficar mais ágil, mais veloz, operar melhor a parte entre cabide, entre cacharia. A gente está, a nível de investimento, na segunda etapa. A gente fez um pedaço menor do que essa agora do Q2, no ano passado.
Speaker #4: Sobre logística. Falando da infra do CD, Ian, obrigado pela tua pergunta. A gente versou também sobre isso com vocês desde o Investor Day. A gente já tem CD super automatizado, ele opera assim há mais de dez anos, push and pull, por SKU. Mas a gente vem rampando o volume, acelerando a companhia de maneira muito forte nos últimos anos, e a gente viu que, em dado momento do futuro, lá por 2028, 2029, principalmente pelo crescimento muito forte do digital, e a gente centralizou o estoque do digital para sair via CD Guarulhos, a gente precisava dar salto maior dessa automação para ficar mais ágil, mais veloz, operar melhor a parte entre cabide, entre caixaria. A gente está, a nível de investimento, na segunda etapa. A gente fez um pedaço menor do que essa agora do segundo tri, no ano passado. Tem essa etapa agora do segundo tri, que foram perto de 200 e alguma coisa, 220, 230 milhões. Tem uma parte, falando que vem ainda, isso está em construção. A gente ainda não está usufruindo nada dessa nova agilidade, eficiência e rapidez do CD Guarulhos. A gente deve começar a usufruir isso.
Miguel Cafruni: Tem essa etapa agora do Q2, que foram perto de BRL 200 e alguma coisa, BRL 220, BRL 230 million. Tem uma parte para o ano que vem ainda. Isso está em construção, a gente ainda não está usufruindo nada dessa nova agilidade, eficiência e rapidez do CD Guarulhos. A gente deve começar a usufruir isso a partir do H2 e com mais pujança, 2028, Q4 2027, 2028. É nesta etapa que a gente está, de investimento na segunda parte. Tem uma parte ano que vem ainda, que também é menor que a deste ano, um pouco maior que a do primeiro do ano passado. A nível de usufruto, zero ainda, vai começar potencialmente Q4 ou mês de 2028.
Speaker #4: A partir do segundo semestre e assim com mais pujância 28, vai quarto tri, 28, quarto tri, 27, 28, então é nessa etapa que a gente está, de investimento na segunda parte, tem uma parte ano que vem ainda que também é menor que a desse ano, pouco maior que a do primeiro do ano passado, e a nível de usufruto é zero ainda, vai começar potencialmente quarto tri, começo do ano que vem, começo de 28, está bom?
Speaker #6: Perfeito pessoal, muito obrigado.
[Analyst] (BTG): Perfeito, pessoal. Muito obrigado.
Speaker #1: Obrigada a você. A nossa próxima pergunta vem do Lorenzo, do Bradesco. Oi, Lorenzo, tudo bem?
[Company Representative] (Guararapes Confecções): Obrigada você. A nossa próxima pergunta vem do Lorenzo, do Bradesco. Oi, Lorenzo, tudo bem?
Speaker #6: Tudo bem, boa tarde, André, Miguel, Francisco, obrigado pelo espaço, pela pergunta. São dois temas que a gente queria explorar aqui do nosso lado. O primeiro é entender um pouco mais a cabeça de vocês para SG&A, olhando para frente, e aí principalmente SG&A de mercadorias.
[Analyst] (Bradesco): Tudo bem, Isa. Boa tarde, André, Miguel, Francisco. Obrigado pelo espaço e pela pergunta. São dois temas que a gente queria explorar aqui do nosso lado. A primeira, entender um pouco mais a cabeça de vocês pra SG&A, olhando pra frente, e principalmente SG&A de mercadorias. Quando que a gente pode esperar uma diluição mais forte de despesa? Até quando vai esse ciclo de reforço de estrutura? O segundo tema que a gente queria explorar é em cartão. A gente viu o cartão Riachuelo, inclusive pagamento à vista também, ganhando participação nas vendas, independentemente de cartão de terceiro.
Speaker #6: Quando que a gente pode esperar uma diluição mais forte de despesa? Até quando vai esse ciclo de reforço de estrutura? E o segundo tema que a gente queria explorar é em cartão: a gente viu o cartão Riachuelo, inclusive pagamento à vista também, ganhando participação nas vendas em detrimento de cartão de terceiros, e a gente queria entender um pouco melhor os drivers dessa melhora de proposta de valor que justificaram esse aumento de penetração, se tem algum patamar target que vocês almejam alcançar, e se os drivers para alcançar esse patamar, se houver, são os mesmos que vocês já vêm fazendo ou se tem algo novo que a gente pode esperar aqui.
[Analyst] (Bradesco): A gente queria entender um pouco melhor os drivers dessa melhora de proposta de valor que justificaram esse aumento de penetração, se tem algum patamar target que vocês almejam alcançar e se os drivers pra alcançar esse patamar, se houver, são os mesmos que vocês já vêm fazendo ou se tem algo novo que a gente pode esperar aqui. Obrigado, pessoal.
Speaker #6: Obrigado pessoal.
Speaker #4: Posso começar? Obrigado, Lorenzo, pela tua pergunta. Falando de SG&A, de diluição, lá no começo dessa transformação a gente fez um primeiro reposicionamento. A gente ganhou no primeiro ano, ali, primeiro ano e meio — ano e meio — entre um ponto e meio de alavancagem. A gente setou e entendeu que esse patamar é saudável para a gente continuar mirando em consistência, em longo prazo. A gente olha aqui muito longo prazo. Seria muito simples a gente falar, poxa, vamos capturar no curto, para focar no curto prazo, e a gente não está fazendo isso. De maneira muito disciplinada, pé no chão e, deliberada assim, intencional, a gente está devolvendo para continuar plantando sementes que vão garantir aquela nossa ambição de continuar acelerando a cadeia da moda, produto, experiência. A gente recém relançou, no passado, fez a nossa revitalização da marca Riachuelo e agora está começando essa nova jornada, como o André comentou, de levar isso para a experiência no ponto de venda. A gente não mira no curto prazo ganho de diluição — não porque a gente não vê eficiência, mas porque a gente mira numa consistência de longo prazo, na continuidade, de a gente continuar capturando esses same-store, capturando essa ambição de evoluir a companhia. E colocou num patamar que a gente acha hoje ajustável para que, no futuro, a gente continue acelerando o negócio para frente de maneira muito saudável e consistente. E aí o ganho de margem, o resto, vem. Proibidar, que também está rampando, também está acelerando — a gente vê essa configuração atual, por alguns ciclos, já são vencedoras, 12 trimestres, e a gente vê que ela vai se manter vencedora também por alguns ciclos para frente.
Miguel Cafruni: Posso começar? Obrigado, Lorenzo, pela tua pergunta. Falando de SG&A, de diluição, lá no começo dessa transformação, a gente fez um primeiro reposicionamento. A gente ganhou no primeiro ano, primeiro ano e meio, entre um a 1.5 de alavancagem. A gente setou e entendeu que esse patamar é um patamar saudável pra gente continuar mirando em consistência, em longo prazo. A gente olha aqui muito longo prazo. Seria muito simples a gente falar que vamos captar no curto pra focar no curto prazo, e a gente não está fazendo isso. De maneira muito disciplinada, pé no chão e deliberada, intencional, a gente está devolvendo pra continuar plantando sementes que vão garantir aquela nossa ambição de continuar acelerando a cadeia da moda, produto, experiência.
Miguel Cafruni: A gente recém relançou ano passado a revitalização da marca Riachuelo e agora está começando essa nova jornada, como o André comentou, de levar isso pra experiência ponto de venda. A gente não mira no curto prazo um ganho de diluição, não porque a gente não vê eficiência, mas porque a gente mira numa consistência de longo prazo, na continuidade da gente continuar capturando esse same-store, capturando essa ambição de evoluir a companhia e colocando num patamar que a gente ache hoje ajustável pra que no futuro a gente continue acelerando o negócio pra frente de maneira muito saudável e consistente. E aí, o ganho de margem, o resto, vem pro EBITDA, que também está rampando, também está acelerando. A gente vê essa configuração atual por alguns ciclos. Já são vencedoras há 12 trimestres, a gente vê que ela vai se manter vencedora também por alguns ciclos pra frente.
André Farber: O slide da ambição mostra o que a gente mira, o que a gente está valorizando e o que a gente acredita. Ele fala de centro de serviços de vestuário, fala da expansão de margem, ele não fala de diluição de G&A. Só corrobora isso que o Miguel acabou de falar, mas ele fala de conversão de lucro em EBITDA. As alavancas que a gente acredita, que a gente está trabalhando e que vão produzir muito valor. Concordo 200% com o que foi falado aqui.
Speaker #2: Slide da ambição. Ele mostra o que a gente mira e o que a gente está valorizando, que a gente acredita. E aí, ele fala de semi-store, ou seja, de vestuário; ele fala da expansão de margem; ele não fala de diluição de G&A.
Speaker #2: E aí só corrobora isso que o Miguel acabou de falar, mas ele fala de conversão de lucro em EBITDA. Então, assim, as alavancas que a gente acredita, que a gente está trabalhando e que vão produzir muito valor.
Speaker #2: E aí concordo 200% com o que eu falei aqui.
Speaker #3: Do lado do cartão, acho que tem... Na verdade, a gente não tem uma meta de participação, a gente não mira número, “precisamos ter a participação do cartão num número X.”
Francisco Santos: Do lado do cartão, na verdade, a gente não tem uma meta de participação. A gente não mira um número, precisamos ter a participação do cartão no número X. O que a gente faz é ir melhorando a experiência e também melhorando os modelos de crédito pra que a gente consiga aprovar melhor cliente com perfil de risco melhor. Isso, consequentemente, vai aumentando a aprovação. O que a gente vê, que é um bom sinal, o cliente do cartão acaba tendo uma recorrência melhor na loja, ele acaba voltando mais, seja na loja, seja no e-commerce. Então também é bom quando a gente aumenta. O que a gente pode dizer dessa melhora de participação, ela vem muito de melhora de experiência na loja. Hoje, você entrar na loja e comprar com o cartão Riachuelo é muito mais fácil do que era antes.
Speaker #3: O que a gente faz é ir melhorando a experiência e também melhorando os modelos de crédito, para que a gente consiga aprovar melhor cliente, cliente com perfil de risco melhor. Isso, consequentemente, vai aumentando a aprovação.
Speaker #3: O que a gente vê, que é um bom sinal, é que o cliente do cartão acaba tendo uma recorrência melhor na loja; ele acaba voltando mais, seja na loja, seja no e-commerce. Então, também é bom quando a gente aumenta o que a gente pode dizer dessa melhora de participação. Ela vem muito de melhora de experiência na loja. Hoje, você entrar na loja e comprar com o cartão Riachuelo é muito mais fácil do que era antes. Você não precisa ter mais o cartão; pode comprar dando seu CPF, eventualmente validando com biometria facial. Então, a gente tem evoluído muito a experiência de compra do cliente. Isso faz também com que o cliente, que esteja ali com uma boa proposta de valor, com o programa de cashback muito arrumado, se veja motivado a usar o cartão, coisa que ele não fazia antes. Então, tem benefício nisso.
Francisco Santos: Você não precisa ter mais o cartão, você pode comprar dando seu CPF, eventualmente validando com biometria facial. A gente tem evoluído muito a experiência de compra do cliente, e isso faz também que o cliente que esteja ali com uma boa proposta de valor, o programa de cashback muito arrumado, ele se veja motivado a usar o cartão, o que ele não fazia antes. Tem um benefício nisso. Segundo, são os modelos de crédito, você vê FPD do cartão no menor nível histórico, que possibilita também que a gente vá aprovando um pouco mais de cliente. A gente não tenha que, pelo cenário macro, travar um pouco a concessão. Eu acho que essas duas coisas combinadas, um bom modelo de crédito com uma boa proposta de valor, faz com que a participação do cartão vá subindo e tem benefício tanto pra Midway quanto pro varejo.
Speaker #3: Seguindo são os modelos de crédito, CVFPD do cartão ali no menor nível histórico, o que possibilita também que a gente vá aprovando um pouco mais de clientes. A gente não tem aqui, pelo cenário macro, travar pouco a concessão.
Speaker #3: Então, acho que essas duas coisas combinadas — bom modelo de crédito, uma boa proposta de valor — faz com que a participação do cartão vá subindo, e tem benefício tanto para a Midway quanto para o varejo. Mas a gente não tem alvo desse número; na verdade, é consequência. Mas a gente está feliz que ela tem levemente crescido, e isso ajuda também nos dois negócios.
Francisco Santos: A gente não tem um alvo desse número. Na verdade, é consequência. A gente está feliz que ela tem levemente crescido, isso ajuda também nos dois negócios.
Speaker #6: Super claro, muito obrigado pelas respostas.
[Analyst] (Bradesco): Superclaro. Muito obrigado por todas as respostas.
Speaker #1: Obrigada a você, Lorenzo. Bom, encerramos por aqui a nossa sessão de perguntas e respostas. Qualquer pergunta adicional que vocês tenham, nós todos, o time de RI, estamos à disposição. E agora eu passo a palavra para o André para as considerações finais.
[Company Representative] (Guararapes Confecções): Obrigada a você, Lorenzo. Bom, encerramos por aqui a nossa sessão de perguntas e respostas. Qualquer pergunta adicional que vocês tenham, nós todos do time de RI estamos à disposição. Agora eu passo a palavra pro André para as considerações finais.
Speaker #2: Obrigado, Isa. Bom, em primeiro lugar agradecê-los mais uma vez por estarem aqui conosco, por estarem aqui nos ajudando a evoluir a companhia, acho que foi mais trimestre de resultados excelentes, a gente está muito orgulhoso disso, como eu falei no começo, sinto que a gente está entrando em uma nova fase da transformação, a primeira fase da transformação foi muito focada em ajustar a companhia, evolução dos times, uma evolução cultural, evolução de muitos processos, e agora a gente vai começar a ver uma Riachuelo diferente, com novas lojas, com novo formato de loja, com reformas e aberturas, aonde eu vejo que a gente vai catapultar a nossa experiência, então estou muito ansioso para essa nossa nova fase, eu acho que ela vai trazer resultados muito positivos, eu vejo o nosso time bastante mais maduro, e alinhado para fazer isso acontecer, e tem sentimento genuíno de que já fizemos muito, mas que estamos só começando, que tem muita coisa boa por vir, seguimos firmes e fortes aqui, sonhando com o futuro, trabalhando duríssimo, e nos vemos aí no próximo trimestre, muito obrigado mais uma vez aí pela participação de vocês.
André Farber: Obrigado, Isa. Em primeiro lugar, agradecê-los mais uma vez por estarem aqui conosco, por estarem aqui nos ajudando a evoluir a companhia. Acho que foi mais um trimestre de resultados excelentes, a gente está muito orgulhoso disso. Como eu falei no começo, sinto que a gente está entrando numa nova fase da transformação. A primeira fase da transformação foi muito focada em ajustar a companhia, evolução dos times, uma evolução cultural, evolução de muitos processos. Agora a gente vai começar a ver uma Riachuelo diferente, com novas lojas, com novo formato de loja, com reformas e aberturas, onde eu vejo que a gente vai catapultar a nossa experiência. Estou muito ansioso pra essa nossa nova fase. Eu acho que ela vai trazer resultados muito positivos. Eu vejo o nosso time bastante mais maduro e alinhado pra fazer isso acontecer.
André Farber: Tem um sentimento genuíno de que já fizemos muito, mas que estamos só começando, que tem muita coisa boa por vir. Seguimos firmes e fortes aqui, sonhando com o futuro, trabalhando duríssimo e nos vemos no próximo trimestre. Muito obrigado mais uma vez pela participação de vocês.
Operator: Goodbye
