Q2 2026 Fleury SA Earnings Call
Operator 2: Senhoras e senhores, por favor, aguardem. A conferência iniciará em instantes.
Speaker #2: Leonardo, the senhores, por favor, aguardem. A conferência iniciará em instantes.
Operator 1: This meeting is being recorded
Speaker #1: This meeting is being recorded.
Speaker #2: Bom dia a todos e todas. Gostaria de dar as boas-vindas a vocês na teleconferência de resultados do Grupo Fleury, no 2o trimestre de 2026.
Renato de Oliveira Braun: Bom dia a todos e todas. Gostaria de dar as boas-vindas a vocês na teleconferência de resultados do Grupo Fleury, no 2T26. Estão presentes hoje conosco a senhora Jeane Tsutsui, Presidente da Companhia, senhor José Filippo, Diretor-executivo de Finanças, e senhor Renato Braun, Diretor de RI. Queria aproveitar para informar que este evento está sendo gravado e que também estamos disponibilizando tradução simultânea para o inglês. Primeiro, vamos fazer a apresentação dos resultados da empresa e, em seguida, iniciaremos a sessão de perguntas e respostas. Ao final dessa sessão, a senhora Jeane fará considerações finais. Todos os números que vamos citar aqui hoje são comparados ao mesmo período do ano de 2025, exceto quando especificado, e foram arredondados para o milhar mais próximo. Antes de prosseguir, gostaria de esclarecer que esta apresentação pode conter informações sobre eventos futuros.
Speaker #2: Estão presentes hoje conosco a senhora Jeane Tsutsui, presidente da companhia, senhor José Filippo, diretor executivo de finanças, e senhor Renato Braun, diretor de RI.
Speaker #2: Queria aproveitar para informar que este evento está sendo gravado e que também estamos disponibilizando tradução simultânea para o inglês. Primeiro, vamos fazer a apresentação dos resultados da empresa, e em seguida iniciaremos a sessão de perguntas e respostas.
Speaker #2: Ao final desta sessão, a senhora Jeane fará considerações finais. Todos os números que vamos citar aqui hoje são comparados ao mesmo período do ano de 2025, exceto quando especificado, e foram arredondados para o número mais próximo.
Speaker #2: Antes de prosseguir, gostaria de esclarecer que esta apresentação pode conter informações sobre eventos futuros. Tais informações não são apenas fatos históricos, mas refletiriam os desejos e as expectativas da direção da companhia.
Renato de Oliveira Braun: Tais informações não são apenas fatos históricos, mas refletiriam os desejos e as expectativas da direção da companhia. As palavras "acredita", "espera", "planeja", "prevê", "estima", "projeta", "almeja" e similares pretendem identificar afirmações que necessariamente envolvem riscos conhecidos e desconhecidos. Riscos conhecidos incluem incertezas, que não são limitadas ao impacto da competitividade dos preços e serviços. Entre as incertezas estão também a aceitação dos serviços no mercado, transações de serviço da companhia e de seus competidores, aprovação regulamentar, flutuação da moeda, mudanças no mix de serviços oferecidos e outros riscos descritos nos relatórios da companhia. Agora, gostaria de passar a palavra para a senhora Jeane Tsutsui.
Speaker #2: As palavras "acredita", "espera", "planeja", "prevê", "estima", "projeta", "almeja" e similares pretendem identificar afirmações que, necessariamente, envolvem riscos conhecidos e desconhecidos. Riscos conhecidos incluem incertezas, que não são limitadas ao impacto da competitividade dos preços e serviços.
Speaker #2: Entre as incertezas estão também a aceitação dos serviços no mercado, transações de serviço da companhia e de seus competidores, aprovação regulamentar, flutuação da moeda, mudanças no mix de serviços oferecidos e outros riscos descritos nos relatórios da companhia.
Speaker #2: Agora, gostaria de passar a palavra para a senhora Jeane Tsutsui.
Speaker #3: Bom dia a todas e todos. Sejam bem-vindos ao call de divulgação de resultados do 2º trimestre do Grupo Fleury. Na agenda de hoje, vamos começar apresentando uma visão geral da nossa estratégia e de como fortalecemos o Fleury ao longo dos últimos anos.
Jeane Tsutsui: Bom dia a todas e todos. Sejam bem-vindos ao call de divulgação de resultados do Q2 do Grupo Fleury. Na agenda de hoje, vamos começar apresentando uma visão geral da nossa estratégia e de como fortalecemos o Fleury ao longo dos últimos anos. Em seguida, vamos detalhar a nossa unidade de negócios Lab-to-Lab, que vem apresentando excelentes resultados ao mesmo tempo em que aumenta o acesso à saúde no Brasil. Finalmente, passaremos para os destaques financeiros do trimestre. No 2T26, a companhia apresenta uma combinação de crescimento significativo de receita, elevação das margens e aumento do lucro líquido. Trata-se de um conjunto de indicadores positivos que se traduz em geração de valor para acionistas e demais stakeholders. No slide five, mostramos, mais uma vez, a composição de serviços que completam a jornada de cuidado ambulatorial do Grupo Fleury e que vem trazendo resultados.
Speaker #3: Em seguida, vamos detalhar a nossa unidade de negócios Lab2Lab, que vem apresentando excelentes resultados, ao mesmo tempo em que aumenta o acesso à saúde no Brasil.
Speaker #3: Finalmente, passaremos para os destaques financeiros do trimestre. No 2T26, a companhia apresenta uma combinação de crescimento significativo de receita, elevação das margens e aumento do lucro líquido.
Speaker #3: Trata-se de um conjunto de indicadores positivos que se traduzem em geração de valor para acionistas e demais stakeholders. No slide 5, mostramos, mais uma vez, a composição de serviços que completam a jornada de cuidado ambulatorial do Grupo Fleury, e que vem trazendo resultados.
Speaker #3: Temos uma rede de medicina diagnóstica B2C, formada por unidades de atendimento de diferentes marcas que atuam no segmento premium e intermediário e básico. Essa rede se mantém em constante expansão, seja de forma orgânica ou por meio de aquisições, e está presente em 14 estados.
Jeane Tsutsui: Temos uma rede de medicina diagnóstica B2C, formada por unidades de atendimento de diferentes brands que atuam nos segmentos premium, intermediário e básico. Essa rede se mantém em constante expansão, seja de forma orgânica ou por meio de aquisições, e está presente em 14 states. Da mesma forma, o negócio de medicina diagnóstica B2B atende hospitais e laboratórios parceiros em todo o país. O Grupo Fleury também tem ofertas voltadas à prevenção e ao cuidado contínuo da saúde, indo além da medicina diagnóstica, como serviços de vacinação, check-up, telemedicina, bem como consultas e tratamentos ambulatoriais em diversas especialidades médicas. O slide six apresenta a participação de cada uma das nossas unidades de negócio que integram a jornada do paciente. A medicina diagnóstica B2C responde por 70% da receita total, com 583 units de atendimento e 34 brands regionais. O atendimento móvel responde por 8% da receita do grupo.
Speaker #3: Da mesma forma, o negócio de medicina diagnóstica B2B atende hospitais e laboratórios parceiros em todo o país. O Grupo Fleury também tem ofertas voltadas à prevenção e ao cuidado contínuo da saúde, indo além da medicina diagnóstica, como serviços de vacinação, check-up, telemedicina, bem como consultas e tratamentos ambulatoriais em diversas especialidades médicas.
Speaker #3: O slide 6 apresenta participação de cada uma das nossas unidades de negócio, que integram a jornada do paciente. A medicina diagnóstica B2C responde por 70% da receita total, com 583 unidades de atendimento e 34 marcas regionais.
Speaker #3: O atendimento móvel responde por 8% da receita do grupo. A medicina diagnóstica B2B representa 21% da receita total, com presença nacional. Hoje, temos mais de 9.300 clientes no Lab2Lab e atuamos com serviços de diagnóstico em mais de 35 hospitais.
Jeane Tsutsui: A medicina diagnóstica B2B representa 21% da receita total, com presença nacional. Hoje temos mais de 9,300 clients no Lab-to-Lab e atuamos com serviços diagnósticos em mais de 35 hospitals. Os Novos Elos já correspondem a 9% da receita, reunindo five specialties médicas, 10 brands, 29 units de atendimento e serviços como telemedicina e infusões. No slide seven, destacamos a trajetória de crescimento consistente e diversificação da receita do Grupo Fleury, com um CAGR de 13.7% per year de 2012 until o 2T26, quando tivemos uma receita de BRL 9.5 billion no LTM, com expansão importante em todas as marcas. Esse crescimento veio acompanhado de outro pilar da nossa estratégia: a diversificação de receitas, tanto por unidades de negócio quanto por região, que pode ser observada no right side of the slide, o que nos confere maior resiliência e oportunidade de avanço em diferentes mercados.
Speaker #3: Os novos elos já correspondem a 9% da receita, reunindo cinco especialidades médicas, dez marcas, vinte e nove unidades de atendimento e serviços como telemedicina e infusões.
Speaker #3: No slide 7, destacamos a trajetória de crescimento consistente e diversificação da receita do Grupo Fleury, com CAGR de 13,7% ao ano de 2012 até o 2T26, quando tivemos uma receita de 9,5 bilhões de reais no LTM, com expansão importante em todas as marcas.
Speaker #3: Esse crescimento veio acompanhado de outro pilar da nossa estratégia: a diversificação de receitas, tanto por unidades de negócio quanto por região, que pode ser observada no lado direito do slide.
Speaker #3: O que nos confere maior resiliência e oportunidade de avanço em diferentes mercados. Passamos agora para o maior detalhamento do nosso serviço de Lab2Lab, no slide 9.
Jeane Tsutsui: Passamos agora para o maior detalhamento do nosso serviço de Lab-to-Lab no slide nine. Impulsionado pela combinação de negócios com o Pardini em 2023, o modelo do Lab-to-Lab tem evoluído de forma contínua. Hoje atendemos, entre pequenos laboratórios, hospitais e órgãos públicos, mais de 9,300 clientes. Esse avanço é explicado por um conjunto de iniciativas que aumentaram a nossa capacidade produtiva, a descentralização e regionalização das operações, assim como o aumento da complexidade do portfólio oferecido e a eficiência na prestação de serviços a esses parceiros. Dos quase 369 million de exames processados pelo Grupo Fleury em 2025, 47% foram responsabilidade do Lab-to-Lab, cujo mercado endereçável é de BRL 9 billion. Atualmente, o Lab-to-Lab conta com 16 áreas técnicas localizadas em 10 estados. Juntas, elas atendem a clientes espalhados por 2,200 cidades, cobrindo cerca de 80% da população brasileira.
Speaker #3: Impulsionado pela combinação de negócios com parte em 2023, o modelo do Lab2Lab tem evoluído de forma contínua. Hoje, atendemos entre pequenos laboratórios e hospitais e órgãos públicos, mais de 9.300 clientes.
Speaker #3: Esse avanço é explicado por um conjunto de iniciativas que aumentaram a nossa capacidade produtiva: a descentralização e regionalização das operações, assim como o aumento da complexidade do portfólio oferecido e a eficiência na prestação de serviços a esses parceiros.
Speaker #3: Dos quase 369 milhões de exames processados pelo Grupo Fleury em 2025, 47% foram responsabilidade do Lab2Lab, cujo mercado endereçável é de R$ 9 bilhões.
Speaker #3: Atualmente, o Lab2Lab conta com 16 áreas técnicas localizadas em 10 estados. Juntas, elas atendem a clientes espalhados por 2.200 cidades, cobrindo cerca de 80% da população brasileira.
Speaker #3: Desde 2024, investimos 41 milhões de reais na ampliação de 8 destas 16 unidades, e na abertura de 2 novas áreas técnicas: uma no do Brooklin, em São Paulo, e outra em Farrapos, no Rio Grande do Sul, a primeira dedicada exclusivamente ao Lab2Lab na região Sul.
Jeane Tsutsui: Desde 2024, investimos BRL 41 million na ampliação de oito dessas 16 unidades e na abertura de duas novas áreas técnicas, uma no Núcleo Técnico Operacional no bairro do Brooklin, em São Paulo, e outra em Farrapos, no Rio Grande do Sul, a primeira dedicada exclusivamente ao Lab-to-Lab na região Sul. Com a expansão, aumentamos nossa capacidade de produção anual em 30%, sendo que só na área técnica, no Brooklin, acrescentamos capacidade potencial de 84 million de exames por ano. Hoje, operamos mais de 430 rotas, que totalizam 93,000 km percorridos diariamente. O Lab-to-Lab Pardini oferece mais de 9,000 tipos de exames, um portfólio montado graças a investimentos constantes em pesquisa e desenvolvimento e acordos com empresas internacionais, alguns deles com exclusividade. Parte desses exames é de alta especialização e chega aos laboratórios das redes particular e pública sem a necessidade de infraestrutura local ou deslocamento dos pacientes.
Speaker #3: Com a expansão, aumentamos nossa capacidade de produção anual em 30%, sendo que só na área técnica no Brooklin acrescentamos capacidade potencial de 84 milhões de exames por ano.
Speaker #3: Hoje, operamos mais de 430 93.000 km percorridos diariamente. O Lab2Lab Pardini oferece mais de 9.000 tipos de exames, portfólio montado graças a investimentos constantes em pesquisa e desenvolvimento, e acordos com empresa internacionais, alguns deles com exclusividade.
Speaker #3: Parte desses exames é de alta especialização e chega aos laboratórios das redes particular e pública, sem a necessidade de infraestrutura local ou deslocamento dos pacientes.
Speaker #3: dos acordos mais recentes foi com a Foundation Medicine, empresa afiliada à Roche. A partir de agora, o Grupo Fleury passa a ser o responsável pela comercialização e logística dos testes Foundation One, de oncologia de precisão.
Jeane Tsutsui: Um dos acordos mais recentes foi com a Foundation Medicine, empresa afiliada à Roche. A partir de agora, o Grupo Fleury passa a ser o responsável pela comercialização e logística dos testes FoundationOne de oncologia de precisão. O slide 11 mostra uma visão geral dos resultados financeiros do trimestre, que confirmam a solidez da nossa estratégia de crescimento e geração de valor. Tivemos um forte crescimento de 14.4% em nossa receita bruta, que alcançou BRL 2.5 billion. O grande destaque do trimestre foi a unidade de negócio B2C, que cresceu 15%. É um número que atesta a confiança das nossas marcas junto à comunidade médica e aos clientes em todas as regiões em que atuamos. Excluindo o efeito inorgânico das aquisições de Confiance e Laboratórios São Lucas, em São Paulo, e do Hemolab, em Minas, o crescimento orgânico do B2C foi de 11.6% no período.
Speaker #3: O slide 11 mostra uma visão geral dos resultados financeiros do trimestre, que confirmam a solidez da nossa estratégia de crescimento e geração de valor.
Speaker #3: Tivemos forte crescimento de 14,4% em nossa receita bruta, que alcançou R$2,5 bilhões. O grande destaque do trimestre foi a unidade de negócio B2C, que cresceu 15%.
Speaker #3: É número que atesta a confiança das nossas marcas, junto à comunidade médica e aos clientes em todas as regiões em que atuamos. Excluindo o efeito inorgânico das aquisições de confiança e laboratórios São Lucas, em São Paulo, e do hemolab em Minas, o crescimento orgânico do B2C foi de 11,6% no período.
Speaker #3: A marca Fleury, que completou 100 anos em 2026, cresceu 12% em comparação com o 2T25. No mercado de São Paulo, as demais marcas registraram aumento de receita de 27,7% ou 12,9% de forma orgânica.
Jeane Tsutsui: A marca Fleury, que completou 100 anos em 2026, cresceu 12% em comparação com o 2T25. No mercado de São Paulo, as demais marcas registraram um aumento de receita de 27.7% ou 12.9% de forma orgânica. No Rio de Janeiro e em Minas Gerais, as operações B2C avançaram 8.9% e 19.2% respectivamente. Nas demais regiões do país, o crescimento foi de 10.2%. O B2B cresceu 12.2% no trimestre e Novos Elos 15.9%, demonstrando a consistência dos resultados em cada uma das nossas unidades de negócio. No trimestre, o EBITDA totalizou BRL 612.9 million, com crescimento de 15.2% e margem de 26.5%, um crescimento de 18 basis points sobre o mesmo período de 2025. O lucro líquido foi de BRL 221.8 million, com um notável crescimento de 45.7% e margem líquida de 9.6%, 205 basis points acima do 2T25.
Speaker #3: No Rio de Janeiro e em Minas Gerais, as operações B2C avançaram 8,9% e 19,2%, respectivamente. Nas demais regiões do país, o crescimento foi de 10,2%.
Speaker #3: O B2B cresceu 12,2% no trimestre e novos elos 15,9%, demonstrando a consistência dos resultados em cada uma das nossas unidades de negócio. No trimestre, o EBITDA totalizou 612,9 milhões de reais, com crescimento de 15,2% e margem de 26,5%, crescimento de 18 pontos base sobre o mesmo período de 2025.
Speaker #3: O lucro líquido foi de 221,8 milhões de reais, com notável crescimento de 45,7% e margem líquida de 9,6%, 205 pontos base acima do 2T25.
Speaker #3: Finalmente, nosso ROIC foi de 17,8%, 380 pontos base acima do segundo trimestre de 2023, quando realizamos a combinação de negócios entre Grupo Fleury e Pardini.
Jeane Tsutsui: Finalmente, nosso ROIC foi de 17.8%, 380 basis points acima do Q2 2023, quando realizamos a combinação de negócios entre Grupo Fleury e Pardini. Passo agora a palavra ao José Filippo, Diretor-Executivo de Finanças e Relações com Investidores, que comentará com mais detalhes a nossa performance financeira.
Speaker #3: Passo agora a palavra ao José Filippo, diretor-executivo de Finanças e Relações com Investidores, que comentará com mais detalhes a nossa performance financeira.
Speaker #1: Obrigado, Jeane. Bom dia a todos. Vamos agora apresentar em mais detalhes o desempenho econômico-financeiro do Grupo Fleury no segundo trimestre de 2026 e no ano.
José Antonio de Almeida Filippo: Obrigado, Jeane. Bom dia a todos. Vamos agora apresentar em mais detalhes o desempenho econômico-financeiro do Grupo Fleury no Q2 2026 e no ano. Começando pelo slide 18, vimos que a receita bruta do Grupo Fleury atingiu BRL 2.5 billion no Q2 2026, um crescimento de 14.4% em relação ao mesmo período de 2025. No mesmo período, o crescimento orgânico alcançou 12.1%. Como já comentado, esse desempenho é consequência de números bastante fortes em todas as unidades de negócio do trimestre. No semestre, a receita bruta alcançou BRL 4.9 billion, com expansão de 12.3% em relação ao ano de 2025. Passando para o slide 13, detalhamos os resultados da unidade B2C. A receita das unidades de atendimento foi de BRL 1.8 billion no trimestre, com expansão de 15%. Sem considerar as aquisições nos últimos 12 meses, o crescimento foi de 11.6%.
Speaker #1: Começando pelo slide 18, vemos que a receita bruta do Grupo Fleury atingiu 2,5 bilhões de reais no segundo trimestre de 2026, crescimento de 14,4% em relação ao mesmo período de 2025.
Speaker #1: No mesmo período, o crescimento orgânico alcançou 12,1%. Como já comentado, esse desempenho é consequência de números bastante fortes em todas as unidades de negócio do trimestre.
Speaker #1: No semestre, a receita bruta alcançou 4,9 bilhões de reais, com expansão de 12,3% em relação ao ano de 2025. Passando para o slide 13, detalhamos os resultados da unidade B2C.
Speaker #1: A receita das unidades de atendimento foi de R$1,8 bilhão no trimestre, com expansão de 15%. Sem considerar as aquisições nos últimos 12 meses, o crescimento foi de 11,6%.
Speaker #1: A marca Fleury teve crescimento de 12% no período, marcado por ganho de market share, expressando a sua resiliência no segmento premium. Apresentamos boa performance orgânica em todas as regiões, com destaque para a expansão de 12,9% nas demais marcas de São Paulo, e 14,3% em Minas Gerais.
José Antonio de Almeida Filippo: A marca Fleury teve crescimento de 12% no período, marcado por ganho de market share e expressando a sua resiliência no segmento premium. Apresentamos boa performance orgânica em todas as regiões, com destaque para a expansão de 12.9% nas demais marcas de São Paulo e 14.3% em Minas Gerais. O efeito das aquisições de Confiance e Laboratórios São Lucas em São Paulo e Hemolab em Minas impulsionou ainda mais o resultado nesses dois estados. Outras praças como o Rio e as demais regionais tiveram um bom ritmo de crescimento orgânico. No slide 14, destacamos o desempenho da unidade B2B, que cresceu 12.2% no trimestre e alcançou receita de BRL 545 million. O segmento Lab-to-Lab teve forte ganho de share of wallet em exames básicos. Em hospitais, a expansão foi acelerada pelo aumento de casos de influenza no período. No ano, a receita da unidade B2B foi de BRL 1.052 billion.
Speaker #1: O efeito das aquisições de confiança e laboratórios São Lucas, em São Paulo, e hemolab em Minas, impulsionou ainda mais o resultado nesses dois estados.
Speaker #1: Outras praças, como o Rio e as demais regionais, tiveram bom ritmo de crescimento orgânico. No slide 14, destacamos o desempenho da unidade B2B, que cresceu 12,2% no trimestre, e alcançou receita de 545 milhões de reais.
Speaker #1: O segmento Lab2Lab teve forte ganho de share of wallet em exames básicos. Em hospitais, a expansão foi acelerada pelo aumento de casos de influenza no período.
Speaker #1: No ano, a receita da unidade B2B foi de 1,052 bilhão de reais. No próximo slide, slide 15, apresentamos o desempenho da receita de novos elos, que cresceu 15,9% no trimestre, atingindo 201,8 milhões de reais.
José Antonio de Almeida Filippo: No próximo slide 15, apresentamos o desempenho da receita de Novos Elos, que cresceu 15.9% no trimestre, atingindo BRL 201.8 million. Tivemos uma boa performance em todas as linhas, sobretudo de infusões de medicamentos não oncológicos. No ano, a receita de Novos Elos foi de BRL 395.8 million. Passando para o slide 16, vemos que o lucro bruto cresceu 22% no trimestre, alcançando BRL 644 million, com uma margem de 27.8%, um aumento de 173 basis points no período. No ano, o lucro bruto alcança BRL 1.272 billion. A alavancagem operacional a partir do crescimento da receita permitiu a diluição do custos fixos, resultando em impacto positivo na margem, somada à menor depreciação com maturidade de investimentos de Capex realizados em períodos anteriores. No próximo slide 17, vemos que as despesas operacionais foram de BRL 252.4 million no trimestre, um crescimento de 14.2%.
Speaker #1: Tivemos uma boa performance em todas as linhas, sobretudo de infusões de medicamentos não oncológicos. No ano, a receita de novos elos foi de R$ 395,8 milhões.
Speaker #1: Passando para o slide 16, vemos que o lucro bruto cresceu 22% no trimestre, alcançando 644 milhões de reais, com uma margem de 27,8%, aumento de 173 basis points no período.
Speaker #1: No ano, o lucro bruto alcança 1,272 bilhão de reais. A alavancagem operacional a partir do crescimento da receita permitiu a diluição de custos fixos, resultando em impacto positivo na margem.
Speaker #1: Somada à menor depreciação, com maturidade de investimento de capex realizados em períodos anteriores. No próximo slide, slide 17, vemos que as despesas operacionais foram de 252,4 milhões de reais no trimestre, crescimento de 14,2%.
Speaker #1: No período, a relação de despesas operacionais e receita líquida se manteve estável em 10,9%. A estabilidade nas despesas gerais e administrativas foi reflexo da disciplina da companhia no controle de custos.
José Antonio de Almeida Filippo: No período, a relação entre despesas operacionais e receita líquida se manteve estável em 10.9%. A estabilidade nas despesas gerais e administrativas foi reflexo da disciplina da companhia no controle de custos. A já mencionada redução da depreciação e amortização reflete a menor necessidade de investimentos com a maturidade das iniciativas de TI e digital. Passando para o slide 18, o EBITDA do Grupo Fleury aumentou 15.2% no trimestre, alcançando BRL 612.9 million, com margem de 26.5%, 18 basis points acima do Q2 2025. No acumulado do ano, o EBITDA alcançou BRL 1.218 billion, com margem de 26.9%. No slide 19, o lucro líquido teve forte alta de 45.7% no trimestre, alcançando BRL 221.8 million, com margem líquida de 9.6%.
Speaker #1: A já mencionada redução da depreciação e amortização reflete a menor necessidade de investimentos com a maturidade das iniciativas de TI e digital. Passando para o slide 18, o EBITDA do Grupo Fleury aumentou 15,2% no trimestre, alcançando R$ 612,9 milhões, com margem de 26,5%.
Speaker #1: 18 basis points acima do segundo trimestre de 2025. No acumulado do ano, o IBISTA alcançou 1,218 bilhão de reais, com margem de 26,9%. No slide 19, o lucro líquido teve forte alta de 45,7% no trimestre, alcançando 221,8 milhões de reais, com margem líquida de 9,6%.
Speaker #1: Além do bom desempenho operacional, o lucro líquido refletiu a menor despesa financeira, somada à menor alíquota efetiva de imposto de renda, que foi de 21,8%, devido à apropriação de gastos em inovação e à maior elegibilidade da Lei do Bem.
José Antonio de Almeida Filippo: Além do bom desempenho operacional, o lucro líquido refletiu a menor despesa financeira, somada à menor alíquota efetiva de imposto de renda, que foi de 21.8%, pela apropriação de gastos em inovação e maior elegibilidade da Lei do Bem. A margem líquida no Q2 2026 foi 205 basis points superior à do mesmo período no ano de 2025. No slide 20, mostramos os investimentos de Capex, que somaram BRL 75.7 million no Q2 2026. Apesar de refletir a distribuição desigual do longo do ano, o total investido apresenta uma queda de 46.5% em relação a 2025, motivada pela volta do nosso perfil histórico de investimentos com maior foco na expansão de oferta e capacidade das áreas técnicas. Vale lembrar que a companhia vem de um ciclo forte de investimentos em tecnologia, que agora se reflete em produtividade e ganhos operacionais.
Speaker #1: A margem líquida no segundo trimestre de 2026 foi 205 basis points superior à do mesmo período no ano de 2025. No slide 20, mostramos os investimentos de capex, que somaram R$ 75,7 milhões no segundo trimestre de 2026.
Speaker #1: Apesar de refletir a distribuição desigual ao longo do ano, de 46,5% em relação a 2025, motivada pela volta do nosso perfil histórico de investimentos, com maior foco na expansão de oferta e capacidade das áreas técnicas.
Speaker #1: Vale lembrar que a companhia vem de ciclo forte de investimentos em tecnologia, que agora se reflete em produtividade, ganhos operacionais. Passando para o slide 21, apresentamos a geração de caixa operacional, que totalizou 695,8 milhões de reais no segundo trimestre de 2026.
José Antonio de Almeida Filippo: Passando para o slide 21, apresentamos a geração de caixa operacional, que totalizou BRL 695.8 million no Q2 2026, um aumento de 42.9% em relação ao ano anterior. No ano, a geração operacional de caixa alcança BRL 960.4 million. O cash conversion nos últimos 12 meses foi de 100.5% do EBITDA, em mais uma demonstração da capacidade de geração de caixa do grupo. No próximo slide 22, vemos a evolução do nosso ROIC, que vem crescendo de forma consistente nos últimos três anos e alcançou 17.8% em June 2026. Desde 2023, o ROIC cresceu 380 basis points, uma evidência da disciplina na alocação de capital. A alavancagem se manteve estável em 1.1x, abaixo dos limites estabelecidos pelos nossos instrumentos de dívida.
Speaker #1: aumento de 42,9% em relação ao ano anterior. No ano, a geração operacional de caixa alcança 960,4 milhões de reais. O cash conversion nos últimos 12 meses foi de 100,5% do IBITDA, em mais uma demonstração da capacidade de geração de caixa do grupo.
Speaker #1: No próximo slide, o slide 22, vemos a evolução do nosso ROIC, que vem crescendo de forma consistente nos últimos 3 anos e alcançou 17,8% em junho de 2026.
Speaker #1: Desde 2023, o ROIC cresceu 380 basis points, uma evidência da disciplina na alocação de capital. A alavancagem se manteve estável em 1,1 vezes. Abaixo dos limites estabelecidos pelos nossos instrumentos de dívida.
Speaker #1: Passando para o slide 23, destacamos nosso cronograma de amortização de debêntures, financiamentos e aquisições, e a nossa posição de caixa no fim do trimestre, que somava R$ 2 bilhões.
José Antonio de Almeida Filippo: Passando para o slide 23, destacamos nosso cronograma de amortização de debêntures, financiamentos e aquisições, e a nossa posição de caixa no fim do trimestre, que somava BRL 2 billion, suficientes para honrar todos os pagamentos de dívida até 2028, expressando a confortável posição financeira do grupo. Antes de iniciarmos a sessão de perguntas e respostas, passo a palavra para a Jeane para a conclusão da apresentação. Obrigado.
Speaker #1: Suficientes para honrar todos os pagamentos de dívida até 2028, expressando a confortável posição financeira do grupo. Antes de iniciarmos a sessão de perguntas e respostas, passo a palavra para a Jeane, para a conclusão da apresentação.
Speaker #1: Obrigado.
Speaker #2: Obrigada, Filippo. Consistência é o atributo que melhor define os resultados financeiros entregues pelo Grupo Fleury. Esta consistência de resultados é consequência de uma boa execução da estratégia estabelecida em 2021, com crescimento orgânico associado a aquisições estratégicas, que nos permitiu dobrar a receita desde então, ganho de eficiência e diferenciação de nossos serviços, além de disciplina na alocação de capital.
Jeane Tsutsui: Obrigada, Filippo. Consistência é o atributo que melhor define os resultados financeiros entregues pelo Grupo Fleury. Essa consistência de resultados é consequência de uma boa execução da estratégia estabelecida em 2021, com crescimento orgânico associado a aquisições estratégicas, que nos permitiu dobrar a receita desde então, ganho de eficiência e diferenciação de nossos serviços, além de disciplina na alocação de capital. Como vimos, o principal motor de expansão de receita foi a medicina diagnóstica B2C, e novamente a marca Fleury foi destaque. No ano em que comemora seu centenário, a marca Fleury mostra excepcional vitalidade, expressa tanto na capacidade de renovação da operação como nos resultados apresentados. Em sintonia com os efeitos de mudanças demográficas e comportamentais, inauguramos em maio a Unidade Marco 100, em São Paulo.
Speaker #2: Como vimos, o principal motor de expansão de receita foi a medicina diagnóstica B2C e, novamente, a marca Fleury foi destaque. No ano em que comemora seu centenário, a marca Fleury mostra excepcional vitalidade, expressa tanto na capacidade de renovação da operação como nos resultados apresentados.
Speaker #2: Em sintonia com os efeitos de mudanças demográficas e comportamentais, inauguramos em maio a unidade Marco 100 em São Paulo. Além de oferecer o portfólio completo de exames diagnósticos, a unidade Marco 100 sedia o Fleury Life Care, conjunto de serviços voltados à longevidade saudável e baseado na melhor ciência disponível.
Jeane Tsutsui: Além de oferecer o portfólio completo de exames diagnósticos, a Unidade Marco 100 sedia o Fleury Lifecare, um conjunto de serviços voltados à longevidade saudável e baseado na melhor ciência disponível. Esses diferenciais competitivos da marca Fleury, aliados à reputação junto ao cliente final e ao relacionamento com a comunidade médica, têm sido fundamentais para a sustentação do crescimento. No fim do trimestre, demos mais um importante passo na consolidação de medicina diagnóstica B2C em São Paulo, com o fechamento da aquisição do Femme, cujos resultados passarão a ser reportados a partir do 3T26. Com foco na saúde da mulher e portfólio completo de exames de análises clínicas e imagem, o Femme possui 12 unidades de atendimento e uma marca altamente reconhecida por médicos, ginecologistas e clientes, por sua qualidade e acolhimento.
Speaker #2: Esses diferenciais competitivos da marca Fleury aliados à reputação junto ao cliente final e ao relacionamento com a comunidade médica têm sido fundamentais para a sustentação do crescimento.
Speaker #2: No fim do trimestre, demos mais importante passo na consolidação de medicina diagnóstica B2C em São Paulo, com o fechamento da aquisição do FEMI, cujos resultados passarão a ser reportados a partir do 3T26.
Speaker #2: Com foco na saúde da mulher e portfólio completo de exames de análises clínicas e imagem, o FEMI possui 12 unidades de atendimento e uma marca altamente reconhecida por médicos ginecologistas e clientes, por sua qualidade e acolhimento.
Speaker #2: Além da expansão em todas as áreas onde atuamos com unidades de atendimento, vale destacar o expressivo crescimento do nosso serviço de Lab to Lab e novos elos.
Jeane Tsutsui: Além da expansão em todas as áreas onde atuamos com unidades de atendimento, vale destacar o expressivo crescimento do nosso serviço de Lab-to-Lab e Novos Elos. O posicionamento estratégico do Grupo Fleury, com oferta de soluções que contribuem para a prevenção, promoção de saúde e acompanhamento ambulatorial de pacientes com doenças crônicas, nos permite conciliar a evolução dos negócios com a sustentabilidade do sistema de saúde. O crescimento consistente apresentado pelo Grupo Fleury é acompanhado por disciplina em custos, que resultou em aumento do lucro bruto, da margem EBITDA e da geração de caixa. O forte resultado operacional gerou o aumento significativo do lucro líquido da companhia neste trimestre. Temos realizado a expansão dos negócios da companhia e aquisições, mantendo a alavancagem em patamar estável de 1.1, adequado para o momento de juros ainda elevados.
Speaker #2: O posicionamento estratégico do Grupo Fleury, com oferta de soluções que contribuem para a prevenção, promoção de saúde e acompanhamento ambulatorial de pacientes com doenças crônicas, nos permite conciliar a evolução dos negócios com a sustentabilidade do sistema de saúde.
Speaker #2: O crescimento consistente apresentado pelo Grupo Fleury é acompanhado por disciplina em custos, o que resultou em aumento do lucro bruto, da margem EBITDA e da geração de caixa.
Speaker #2: O forte resultado operacional gerou aumento significativo do lucro líquido da companhia neste trimestre. Temos realizado expansão dos negócios da companhia, aquisições, mantendo a alavancagem em patamar estável de 1,1, adequado para o momento de juros ainda elevados.
Speaker #2: Encerro esta apresentação com uma mensagem de agradecimento a toda a nossa equipe pelo desempenho do Grupo Fleury no segundo trimestre de 2026. Seguiremos nossa trajetória, fortalecendo o Grupo Fleury como um dos líderes do setor de saúde no Brasil e gerando valor aos nossos acionistas.
Jeane Tsutsui: Encerro essa apresentação com uma mensagem de agradecimento a toda a nossa equipe pelo desempenho do Grupo Fleury no Q2 2026. Seguiremos nossa trajetória fortalecendo o Grupo Fleury como um dos líderes do setor de saúde no Brasil e gerando valor aos nossos acionistas. Passamos agora para a sessão de perguntas e respostas.
Speaker #2: Passamos agora para a sessão de perguntas e respostas.
Speaker #1: Senhoras e senhores, iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas. Para fazer uma pergunta, por favor, clique no botão "Levantar a mão". Para retirar sua pergunta da fila, clique no botão "Abaixar a mão".
Operator 3: Senhoras e senhores, iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas. Para fazer uma pergunta, por favor, clique no botão "levantar a mão". Para retirar sua pergunta da fila, clique no botão "abaixar a mão". Gostaria de passar a palavra para o senhor Renato Braun, que coordenará a sessão.
Speaker #1: Gostaria de passar a palavra para o senhor Renato Braun, que coordenará a sessão.
Speaker #3: Obrigado. Antes de começar uma sessão de perguntas e respostas, a Jeane gostaria de fazer comentário. Por favor, Jeane.
Renato de Oliveira Braun: Obrigado. Antes de começar uma sessão de perguntas e respostas, a Jeane gostaria de fazer um comentário. Por favor, Jeane.
Speaker #2: Obrigada, Renato. Só lembrando que ontem nós também comunicamos ao mercado o pagamento de JCP no valor de R$ 217 milhões, que corresponde a 40 centavos por ação.
Jeane Tsutsui: Obrigada, Renato. Só lembrando que ontem nós também comunicamos ao mercado o pagamento de JCP no valor de BRL 217 million, que corresponde a BRL 0.40 por ação. Nós consideramos a data ex no dia 12 August, com pagamento no dia 2 October. Obrigada, Renato. Vamos agora à sessão de perguntas e respostas.
Speaker #2: Nós consideramos a data Excel no dia 12 de agosto, com pagamento no dia 2 de outubro. Obrigada, Renato. Vamos agora à sessão de perguntas e respostas.
Speaker #3: Obrigado, Jeane. A primeira pergunta é do Itaú BBA. Felipe Amâncio, por favor, Felipe.
Renato de Oliveira Braun: Obrigado, Jeane. A primeira pergunta é do Itaú BBA, Felipe Amâncio. Por favor, Felipe.
Speaker #4: Opa, bom dia, pessoal. São duas perguntas aqui do meu lado, e as duas sobre a marca Fleury. Primeiro é que a gente viu mais crescimento bem forte aqui na marca premium, e o que eu acho que chama também a atenção é que a gente tem visto os planos de saúde tomando, na verdade, uma direção até contrária, com uma estratégia de planos cada vez mais fechados, cada vez mais regionais também.
Felipe Amancio: Opa, bom dia, pessoal. São duas perguntas aqui do meu lado, e as duas sobre a marca Fleury. Primeiro, a gente viu mais um crescimento bem forte aqui na marca premium. O que eu acho que chama também a atenção é que a gente tem visto os planos de saúde tomando, na verdade, uma direção até contrária, com uma estratégia de planos cada vez mais fechados, cada vez mais regionais também. Eu queria entender primeiro como que a companhia tem conseguido desempenhar tão bem nessa marca, se de repente Bradesco tem ganhado relevância aqui, o fato dos produtos terem menos reembolso para diagnóstico ajuda, se GLP-1 tem criado alguma demanda, enfim, o que vocês puderem trazer de insight aqui sobre essa performance, eu acho que ajudaria bem.
Speaker #4: Então, eu queria entender primeiro como que a companhia tem conseguido desempenhar tão bem nessa marca. Se, de repente, Bradesco tem ganhado relevância aqui, o fato dos produtos terem menos reembolso para diagnóstico, ajuda, se GLP tem trazido alguma demanda, enfim, o que vocês puderem trazer de insight aqui sobre essa performance, eu acho que ajudaria bem.
Speaker #4: E a minha segunda pergunta é que eu queria entender se, depois desses últimos resultados, a gente já pode começar a discutir novo patamar de crescimento da marca para frente.
Felipe Amancio: A minha segunda pergunta é que eu queria entender se depois desses últimos resultados, a gente já pode começar a discutir um novo patamar de crescimento da marca para frente. Se faz sentido pensar que ao invés de um crescimento que a gente pensava que deveria ser mais por volta de 5% e 6%, a marca conseguiria sustentar um crescimento mais por volta do high single. Por favor. Obrigado, pessoal.
Speaker #4: Se faz sentido pensar que, ao invés de crescimento que a gente pensava que deveria ser mais por volta de 5%, , 6%, a marca conseguiria sustentar crescimento mais por volta do high single.
Speaker #4: Por favor. Obrigado, pessoal.
Speaker #2: Obrigada, Felipe, pelas perguntas. Bom dia. Realmente, a marca Fleury é excepcional em termos de resultados; nós vemos que uma marca de 100 anos permanece com grande vitalidade, e a gente tem feito uma série de iniciativas na marca Fleury, que resultam, então, nesse crescimento de 12% no 2T26 e 12% nos seis meses de 2026.
Jeane Tsutsui: Obrigada, Felipe, pelas perguntas. Bom dia. Realmente, a marca Fleury é excepcional em termos de resultados. Nós vemos que uma marca de 100 anos permanece com uma grande vitalidade, e a gente tem feito uma série de iniciativas na marca Fleury que resultam nesse crescimento de 12% no 2T26 e 12% nos seis meses de 2026. Lembrando que na marca Fleury a gente tem enfatizado o crescimento de metro quadrado, nós aumentamos 8.3% em metragem quadrada no ano de 2026 versus o 2025. Expandimos também serviços no metro quadrado, que nos leva a um aumento de receita por metro quadrado da marca Fleury. Outro ponto importante são as inovações. Nós lançamos novos produtos e serviços, principalmente na marca Fleury, e nós temos os centros integrados. O ano passado lançamos o Centro Integrado de Neurologia e de Endometriose.
Speaker #2: Lembrando que, na marca Fleury, a gente tem enfatizado o crescimento de metro quadrado. Então, nós aumentamos 8,3% em metragem quadrada no ano de 2026 versus 2025. Expandimos também serviços no metro quadrado, o que nos leva a aumento de receita por metro quadrado da marca Fleury.
Speaker #2: Outro ponto importante são as inovações. Nós lançamos novos produtos e serviços, principalmente na marca Fleury, e nós temos os centros integrados, o ano passado lançamos o Centro Integrado de Neurologia, de Endometriose, esse ano nós lançamos em maio a nova unidade Marco 100, que tem o serviço completo de medicina diagnóstica, mas também o Centro de Longevidade Saudável, com serviço de Fleury Life Care.
Jeane Tsutsui: Este ano, nós lançamos em maio a nova unidade, a Unidade Marco 100, que tem o serviço completo de medicina diagnóstica, mas também o Centro de Longevidade Saudável com serviço de Fleury Lifecare. A marca Fleury vem em um contínuo crescimento. O ano passado, Felipe, ela cresceu 7.7%. Se olhamos o CAGR da marca Fleury de 2012 até o 2T26 LTM, o CAGR da marca Fleury foi 9.1%. Claro que nós sabemos que o mercado premium, o segmento premium é resiliente, mas também não tem um aumento muito grande do número de vidas. A gente tem conseguido ganhar market share graças à qualidade do atendimento, graças ao bom relacionamento com os médicos prescritores. Eu sempre costumo dizer que nós não entregamos resultados, nós entregamos solução diagnóstica. A discussão de casos complexos cada vez mais é importante para isso. Nós temos algumas tendências.
Speaker #2: Ou seja, a marca Fleury vem num contínuo crescimento. No ano passado, Felipe, ela cresceu 7,7%. Se olharmos o CAGR da marca Fleury de 2012 até o 2T26, LTM, o CAGR da marca Fleury foi de 9,1%.
Speaker #2: Claro que nós sabemos que o mercado premium, o segmento premium, ele é resiliente, mas também não tem aumento muito grande do número de vidas.
Speaker #2: Mas a gente tem conseguido ganhar market share graças à qualidade do atendimento, graças ao bom relacionamento com os médicos, prescritores. Eu sempre costumo dizer que nós não entregamos resultados, nós entregamos solução diagnóstica, e a discussão de casos complexos, cada vez mais, é importante para isso.
Speaker #2: Nós temos algumas tendências. Você citou, por exemplo, o uso de análogos de GLP-1. Nós sabemos que, hoje, a população brasileira tem 12,9% de diabéticos tipo 2 e 30% de pacientes com obesidade.
Jeane Tsutsui: Você citou, por exemplo, o uso de análogos de GLP-1. Nós sabemos que hoje a população brasileira tem 12.9% de diabéticos type 2, 30% de pacientes com obesidade. O tratamento dessas duas situações de síndrome metabólica efetivamente reduz doença cardiovascular, morte por doença cardiovascular, se associado à mudança de hábitos, se associado a exercício e alimentação saudável. Claro que a gente não tem uma medida direta de uso de medicamentos com realização de exames, mas o cuidado preventivo é fundamental e é exatamente nesse ponto que a marca Fleury, com a sua amplitude de oferta, consegue abranger. De uma maneira geral, estamos confiantes não só naquilo que a gente entrega pro nosso cliente, pro médico, mas também com a parceria de fontes pagadoras, mostrando que cada vez mais serviços de qualidade e prevenção são fundamentais.
Speaker #2: O tratamento dessas duas situações de síndrome metabólica efetivamente reduz doença cardiovascular, morte por doença cardiovascular, se associado à mudança de hábitos, se associado a exercício.
Speaker #2: E alimentação saudável. Claro que a gente não tem uma medida direta, de uso de medicamentos com realização de exames, mas o cuidado preventivo é fundamental e é exatamente nesse ponto que a marca Fleury, com a sua amplitude de oferta, ela consegue abranger.
Speaker #2: Então, de uma maneira geral, estamos confiantes não só naquilo que a gente entrega para o nosso cliente, para o médico, mas também com a parceria de fontes pagadoras, mostrando que cada vez mais serviços de qualidade e prevenção são fundamentais. E nós estamos confiantes que a marca Fleury, que tem 100 anos, continuará tendo papel relevante na saúde brasileira.
Jeane Tsutsui: Nós estamos confiantes que a marca Fleury, que tem 100 anos, continuará tendo um papel relevante na saúde brasileira.
Felipe Amancio: Perfeito, Jeane. Muito obrigado. Bom dia.
Speaker #4: Perfeito, Jean. Muito obrigado. Bom dia.
Speaker #3: Próxima pergunta do BTG, Maria Eduarda Rezende, por favor.
Renato de Oliveira Braun: Próxima pergunta do BTG, Maria Eduarda Rezende, por favor.
Speaker #5: Oi, pessoal, tudo bem? Vocês me escutam?
Maria Eduarda Rezende: Oi, pessoal, tudo bem? Vocês me escutam?
Speaker #2: Escutamos sim, Maria Eduarda. Bom dia.
Jeane Tsutsui: Escutamos sim, Maria Eduarda. Bom dia.
Speaker #5: Bom dia, Jean. Tudo bem? Eu tenho duas perguntas aqui do meu lado também. A primeira é sobre a depreciação, o nível recorrente parece ter caído, tri contra tri, de 230 para agora mais próximo de 215.
Maria Eduarda Rezende: Bom dia, Jeane. Tudo bem? Eu tenho duas perguntas aqui do meu lado também. A primeira é sobre a depreciação. O nível recorrente parece ter caído tri contra tri, de 230 pra agora mais próximo de 215, que até contribuiu um pouco pra expansão de margem bruta. A minha pergunta é se a gente deveria pensar isso como sendo um nível recorrente pra frente e o quanto dessa queda está relacionado à maturação dos investimentos em TI, tecnologia e inovação digital que vocês fizeram ano passado. A segunda pergunta é sobre a alíquota efetiva, que também caiu bastante ano contra ano, agora mais próximo de 21%. Eu queria saber o quanto dessa queda está relacionada à maior elegibilidade à Lei do Bem. Se esse patamar, agora mais próximo de 21%, também deveria ser recorrente pra frente.
Speaker #5: Que até contribuiu pouco para a expansão de margem bruta. A minha pergunta é se a gente deveria pensar isso como sendo nível recorrente para está relacionada à maturação dos investimentos em TI, tecnologia, inovação digital que vocês fizeram ano passado.
Speaker #5: E a segunda pergunta é sobre a alíquota efetiva, que também caiu bastante ano contra ano, agora mais próximo de 21%. Eu queria saber o quanto dessa queda está relacionada à maior elegibilidade à Lei do Bem, e se esse patamar, agora mais próximo de 21%, também deveria ser recorrente para frente, e se houve algum benefício relacionado à Lei do Bem, mais concentrado agora no primeiro semestre.
Maria Eduarda Rezende: Se houve algum benefício relacionado à Lei do Bem, mais concentrado agora no primeiro semestre. Tá bom? Obrigada.
Speaker #5: Está bom? Obrigada.
Speaker #4: Oi, Maria Eduarda. Bom dia. Em relação ao ponto da depreciação, eu gostaria de começar indicando o CAPEX. A gente está vendo o perfil do CAPEX desse ano e você vê menos relativamente menos participação dos aspectos TI digital, embora ainda seja importante, obviamente, dentro dos investimentos que nós fazemos.
José Antonio de Almeida Filippo: Oi, Maria Eduarda, bom dia. Em relação ao ponto da depreciação, eu gostaria de começar indicando o Capex. A gente está vendo o perfil do Capex desse ano, você vê relativamente menos participação dos aspectos TI e digital, embora ainda seja importante, obviamente, dentro dos investimentos que nós fazemos. Isso indica, e você mencionou de certa forma na sua pergunta, uma maturidade dos investimentos, das soluções, das facilidades que foram implementadas no grande investimento que nós tivemos nos últimos anos, exatamente nesse segmento do nosso Capex. Então tende a haver um perfil mais parecido com esse quando a gente olha pra frente. Consequentemente, ele também reflete na depreciação, porque alguns desses investimentos eles amortizavam numa velocidade superior a tipicamente equipamentos ou mesmo benfeitorias, que têm um prazo mais longo de amortização.
Speaker #4: Isso indica, e você mencionou de certa forma na sua pergunta, uma maturidade dos investimentos, das soluções ou das facilidades que foram implementadas no grande investimento que nós tivemos nos últimos anos exatamente nesse segmento do nosso CAPEX.
Speaker #4: Então, a gente tem tende a ver perfil mais parecido com esse quando a gente olha para frente. Consequentemente, ele também reflete na depreciação, porque alguns desses investimentos, eles amortizavam uma velocidade superior à tipicamente equipamentos ou mesmo benfeitorias que têm prazo mais longo de amortização.
Speaker #4: Então, esses investimentos que agora estão mais maduros, eles tinham uma velocidade de depreciação maior, por isso que você já vê o reflexo apontado aqui.
José Antonio de Almeida Filippo: Esses investimentos que agora estão mais maduros, tinham uma velocidade de depreciação maior, por isso que você já vê o reflexo apontado aqui. De certa forma, é isso que está refletido. Você comentou que aparece bem no lucro bruto. O lucro bruto também foi influenciado pela diluição de despesas fixas. O crescimento da receita, como já destacado pela Jeane aqui nessa apresentação, causa uma diluição, o que também merecia. É uma combinação que eu acho que está servindo aqui positivamente. Quanto à alíquota efetiva de imposto, nós estamos aqui na mesma alíquota do Q1, 21.8%. A gente lineariza ao longo do ano, que é uma combinação da variação que se faz quanto a, por exemplo, você mencionou também isso, aspectos de Lei do Bem.
Speaker #4: Então, de certa forma, isso que está aparece bem no lucro bruto, mas o lucro bruto também foi influenciado pela diluição de despesas fixas.
Speaker #4: O crescimento da receita, como já destacado pela Jeane aqui no início da apresentação, faz uma diluição, o que também beneficia.
Speaker #4: Então, é uma combinação que eu acho que está servindo aqui positivamente. Quanto à alíquota efetiva de imposto, nós estamos aqui na mesma alíquota do primeiro trimestre, 21,8%.
Speaker #4: A gente lineariza ao longo do ano e é uma combinação da avaliação que se faz quanto a, por exemplo, você mencionou também isso, aspectos de Lei do Bem, enquadramentos de iniciativas digitais que estão associadas a isso também, a gente consegue fazer, além do JCP, que acabamos de anunciar JCP, nós temos feito isso nos anos anteriores, esse ano estamos repetindo e mantendo essa tendência.
José Antonio de Almeida Filippo: Enquadramentos de iniciativas digitais que estão associadas a isso, também a gente consegue fazer, além do JCP, que acabamos de anunciar um JCP. Nós temos feito isso nos anos anteriores. Esse ano estamos repetindo e mantendo essa tendência. Isso faz também com que os cálculos da alíquota efetiva sejam considerados e consequentemente, você tem uma linearização. Obviamente que ao longo do ano a gente vai calibrando isso, mas a premissa sempre é de que a linearização vai se manter pra frente. Qualquer coisa que tenha necessidade, a gente ajusta, mas esse é o perfil. É dessa forma que a gente está vendo. As considerações são, resumindo pra taxa efetiva, os aspectos de diferimentos, capitalizações e também enquadramentos de Lei do Bem de algumas dessas iniciativas
Speaker #4: Isso faz também com que os cálculos da alíquota efetiva sejam considerados e, consequentemente, você tem uma linearização. Obviamente que ao longo do ano a gente vai calibrando isso, mas a premissa sempre é de que a linearização vai se manter para frente, qualquer coisa que tenha necessidade a gente ajusta, mas esse é o perfil.
Speaker #4: Então, é dessa forma que a gente está vendo e, portanto, as considerações são e estão resumindo para a taxa efetiva, dos aspectos de ferimentos, capitalizações e também enquadramentos da Lei do Bem de algumas dessas iniciativas.
Speaker #5: Certinho, Filippo. Obrigada.
Jeane Tsutsui: Certinho, Filippo. Obrigada.
Speaker #3: A próxima pergunta do Citi, Renan Prata, por favor.
Renato de Oliveira Braun: A próxima pergunta do Citi, Renan Prata. Por favor.
Speaker #4: Opa. Bom dia. Bom dia, pessoal. Vocês me escutam?
Renan Prata: Opa, bom dia, pessoal. Vocês me escutam?
Speaker #2: Bom dia, Renan. Escutamos sim.
Jeane Tsutsui: Bom dia, Renan. Escutamos sim.
Speaker #4: Perfeito. Obrigado, Jean. Obrigado pelo espaço. São duas perguntas aqui do nosso lado, bem rapidinho. A primeira, até aproveitando aqui a fala do Filippo de CAPEX, a gente viu até CAPEX desacelerando ou pouco menor nesse primeiro semestre.
Renan Prata: Perfeito. Obrigado, Jeane. Obrigado pelo espaço. São duas perguntas aqui do nosso lado, bem rapidinho. A primeira, até aproveitando a fala do Filippo de Capex, a gente viu um Capex desacelerando ou um pouco menor nesse H1. Queria entender um pouco dessa dinâmica pro H2, se a gente deve esperar alguma aceleração. Eu acho que o Filippo já adiantou um pouco do perfil, que não deve ser tão pesado em TI e digital, mas entender um pouco desse run rate de Capex aqui pra frente. A segunda, entender um pouco se teve, tanto positivo quanto negativo, algum efeito calendário nesse Q2.
Speaker #4: Então, assim, queria entender um pouco dessa dinâmica para o segundo semestre. Se a gente deve esperar alguma aceleração, eu acho que o Filippo já adiantou um pouco do perfil, que não deve ser tão pesado em TI e digital, mas, assim, entender um pouco desse run rate de CAPEX daqui para frente.
Speaker #4: E a segunda, assim, entender pouco se teve tanto positivo quanto negativo algum efeito calendário nesse segundo tri, assim, entendo que teve a Copa do Mundo ali, talvez não tenha impactado tanto, mas assim, pensando na marca Fleury, especificamente, vocês sentiram algum impacto da COP que pode até ter, assim, postergado pouco dos exames para esse terceiro tri ou foi alguma coisa mais neutra e sem efeitos específicos agora desse trimestre mais recente?
Renan Prata: Entendo que teve a Copa do Mundo, talvez não tenha impactado tanto, mas pensando na marca Fleury, especificamente, vocês sentiram algum impacto da Copa do Mundo que pode até ter postergado um pouco dos exames para esse Q3, ou foi alguma coisa mais neutra e sem efeitos específicos agora desse trimestre mais recente? Então é isso, pessoal. Obrigado.
Speaker #4: Então é isso, pessoal. Obrigado. Renan, eu vou começar, depois a Jean complementa, mas em relação ao CAPEX, eu já tinha dado uma provocada na pergunta anterior, mas aí reforçando, a gente tem aí perfil desse ano que vai ser pouco menos carga do que diz respeito ao percentual da parte de TI digital.
José Antonio de Almeida Filippo: Renan, eu vou começar, depois a Jeane complementa, mas em relação ao Capex, eu já tinha dado uma provocada na pergunta anterior, mas reforçando. A gente tem um perfil desse ano que vai ser um pouco menos carga do que diz respeito ao percentual da parte de TI e digital. Sem deixar de continuar o nosso programa de capacitação e de implementação das soluções digitais, que são muito importantes para produtividade e para nossa contenção de custos. O que acontece no Capex, talvez aqui algum comentário do que acumulou até agora. Primeiro, a gente teve um menor carry over de 2025, acho que esse é um fator que acaba influenciando o início do ano, e nós temos, tipicamente, a nossa gestão de alocação de capital e priorização de caixa.
Speaker #4: Sem deixar de continuar o nosso programa de capacitação e de implementação das soluções digitais, que são muito importantes para a produtividade e para os nossos contenção de custos.
Speaker #4: Mas o que acontece no CAPEX, talvez aqui algum comentário do que acumulou até agora. Primeiro, a gente teve menor carryover de 2025, acho que isso é fator que acaba influenciando no início do ano, e nós temos, tipicamente, a nossa gestão de alocação de capital e priorização de caixa.
Speaker #4: Então, isso acabou se refletindo aqui pela necessidade, dentro do cronograma de implantação do CAPEX aprovado. Nós temos sempre uma aprovação de CAPEX para o ano, mas, quando a gente vai iniciar a execução de qualquer item, a gente revisita os cálculos para ver se ele ainda está atualizado, para a gente poder seguir ou não dentro da prioridade.
José Antonio de Almeida Filippo: Isso acabou se refletindo aqui pela necessidade, dentro do cronograma de implantação do Capex aprovado, nós temos sempre uma aprovação de um Capex para o ano, mas quando a gente vai iniciar a execução de qualquer item, a gente revisita os cálculos para ver se ele ainda está atualizado para a gente poder seguir ou não dentro da prioridade. Isso acontece o tempo todo. Dentro desses primeiros 6 months, a gente acabou fazendo talvez um pouco menos dentro do ciclo do ano. Acredito que o ciclo do ano não vai ser refletido dessa maneira. A gente tende a ter uma aceleração, não dramática, mas alguma aceleração ao longo do H2, pela própria natureza. Historicamente, nosso ciclo tem sido mais ou menos assim, onde a gente investe um pouco mais do meio para frente do ano, por conta da própria natureza do negócio.
Speaker #4: Isso acontece o tempo todo. Então, dentro desse primeiro seis meses, a gente acabou fazendo talvez pouco menos dentro do ciclo do ano. Acredito que o ciclo do ano, ele não vai ser refletido dessa maneira.
Speaker #4: A gente tende a ter uma aceleração não dramática, mas alguma aceleração ao longo do segundo semestre pela própria natureza historicamente do nosso ciclo tem sido mais ou menos assim.
Speaker #4: Onde a gente investe pouco mais do meio para frente do ano, por conta da própria natureza do negócio. Então, eu acredito que isso está refletido aqui, na nossa priorização e gestão de alocação de capital, e a gente deve ter esse ano CAPEX que vai estar pouco mais balanceado entre os típicos três componentes, que é aspectos ligados a TI digital, aspectos ligados a renovação de equipamentos e as benfeitorias do terceiro ponto das nossas unidades.
José Antonio de Almeida Filippo: Eu acredito que isso está refletido na nossa priorização e gestão de alocação de capital, e a gente deve ter esse ano um Capex que vai estar um pouco mais balanceado entre os típicos 3 components, que é aspectos ligados à TI e digital, aspectos ligados à renovação de equipamentos e as benfeitorias, o third point, das nossas unidades. Talvez essa é a forma que a gente vai ver o perfil do ano.
Speaker #4: Talvez dessa forma que a gente vai ver o perfil do ano.
Jeane Tsutsui: Renan, eu vou dar continuidade à sua pergunta sobre o efeito calendário que nós tivemos no Q2 2026. Na verdade, quando a gente olha os dias de operação, não houve uma diferença entre o Q2 2026 e o Q2 2025 significativa. Claro que a gente teve a Copa do Mundo e havia um questionamento sobre o efeito da Copa do Mundo neste ano, mas também já havíamos mencionado que olhando as Copas do Mundo anteriores, esse ano, particularmente, a gente tinha jogos mais no final do dia, inclusive no sábado, no fim do dia, então o efeito seria menor e realmente nós vimos um impacto mínimo da Copa do Mundo. Infelizmente, o Brasil não passou pras quartas de final, então não houve quase impacto. É importante a gente mencionar que o Q2 2025, ou seja, o ano passado, a gente teve um efeito calendário maior quando comparado com o ano de 2024.
Speaker #2: Renan, eu vou dar continuidade aqui à sua pergunta sobre o efeito calendário que nós tivemos em 2026. Na verdade, quando a gente olha os dias de operação, não houve uma diferença entre 2026 e 2025 significativa.
Speaker #2: Claro que a gente teve a Copa do Mundo, e havia questionamento sobre o efeito da Copa do Mundo neste ano, mas também já havíamos mencionado que, olhando as Copas do Mundo anteriores, este ano, particularmente, a gente tinha jogos mais no final do dia, inclusive no sábado, no fim do dia.
Speaker #2: Então, o efeito seria menor e realmente nós vimos impacto mínimo da Copa do Mundo. Infelizmente, o Brasil não passou para as quartas de final e, então, não houve quase impacto.
Speaker #2: É importante a gente mencionar que 2023, ou seja, o ano passado, a gente teve efeito calendário maior quando comparado com o ano de 2024.
Speaker #2: Então, nós acompanhamos muito de perto esse efeito, aquela época a gente, inclusive, havia mencionado: "Olha, vai ter efeito calendário." A gente está sendo muito disciplinado com relação a despesas e foi o que aconteceu.
Jeane Tsutsui: Nós acompanhamos muito de perto esse efeito. Àquela época, a gente inclusive havia mencionado: "Olha, vai ter um efeito calendário, a gente está sendo muito disciplinado com relação a despesas", e foi o que aconteceu. Esse ponto é importante porque olhando agora os trimestres que vêm pela frente, a gente também não tem um efeito muito grande com relação ao calendário. Isso também é algo que nós acompanhamos de perto. Agora, lembrando, Renan, que além do efeito calendário, a gente realmente fez uma série de estruturação com relação aos nossos negócios. Equipes muito focadas pra tentar capturar o máximo de market share, atender bem os nossos clientes. Como eu mencionei anteriormente, aumento de unidades, que vieram pelo próprio crescimento inorgânico, mas também o crescimento orgânico.
Speaker #2: Esse ponto é importante porque, olhando agora, os trimestres que vêm pela frente, a gente também não tem efeito muito grande com relação ao calendário.
Speaker #2: Então, isso também é algo que nós acompanhamos de perto. Agora, lembrando, Renan, que, além do efeito calendário, a gente realmente fez uma série de estruturações com relação aos nossos negócios.
Speaker #2: Equipes muito focadas para tentar capturar o máximo de market share, atender bem os nossos clientes. Como eu mencionei anteriormente, aumento de unidades, que vieram pelo próprio crescimento inorgânico, mas também pelo crescimento orgânico.
Speaker #2: E ao longo do tempo, a gente teve — o Filippo mencionou no passado — fizemos investimentos em TI digital. Então, nós temos, por exemplo, aumento no agendamento digital, ou seja, a gente tem efetivamente ações que nos levam a aumentar o market share e sempre estamos acompanhando o efeito calendário, mas realmente não teve impacto grande nesse 2T26.
Jeane Tsutsui: Ao longo do tempo, o Filippo mencionou, no passado fizemos investimentos em TI e digital, nós temos, por exemplo, um aumento no agendamento digital, ou seja, a gente tem efetivamente ações que nos levam a aumentar o market share e sempre estamos acompanhando o efeito calendário, mas realmente não teve um impacto grande nesse Q2 2026. Obrigada, Renato, pelas perguntas.
Speaker #2: Obrigada, Renan, pelas perguntas.
Speaker #4: Obrigado, Jean. Obrigado, Filippo. Bom dia.
Renan Prata: Obrigado, Jeane. Obrigado, Felipe. Bom dia.
Speaker #1: A próxima pergunta da XP, Gustavo Tiseu, por favor.
Renato de Oliveira Braun: A próxima pergunta é da XP, Gustavo Tyseu, por favor.
Speaker #5: Obrigado. Bom dia, pessoal. Tudo jóia? Bom dia, Jeane, Renato. Filippo, obrigado pela disponibilidade. Eu queria explorar pouquinho mais o crescimento. Eu sei que o pessoal já tocou nesse assunto, mas se puder perdão, se puder tocar pouquinho do que é esperado para o segundo semestre, porque de fato o primeiro semestre do ano passado foi pouco mais calmo e vocês entregaram crescimento muito forte nesse primeiro semestre de 2026.
Gustavo Tiseo: Bom dia, pessoal. Tudo joia? Bom dia, Jeane, Renato, Felipe. Obrigado pela disponibilidade. Eu queria explorar um pouquinho mais o crescimento. Eu sei que o pessoal já tocou nesse assunto, mas se puder tocar um pouquinho do que é esperado pro H2, porque de fato o H1 do ano passado foi um pouco mais calmo e vocês entregaram um crescimento muito forte nesse H1 de 2026. Eu acho que agora a gente chega no momento que inverte um pouco. O H2 do ano passado foi bem forte. Você tem uma comparação um pouco mais difícil. Se eu puder falar um pouquinho, qual que é a dinâmica, a expectativa do que a gente pode esperar pro H2 tendo essa visão.
Speaker #5: Só que acho que agora a gente chega num momento que inverte pouco. O segundo semestre do ano passado foi bem forte e aí você tem uma comparação um pouco mais difícil.
Speaker #5: Se eu puder falar um pouquinho, qual que é a dinâmica, a expectativa do que a gente pode esperar para o segundo semestre, tendo essa visão. E eu acho que esse é o principal ponto.
Gustavo Tiseo: Eu acho que esse é o principal ponto e o pessoal já tocou também, mas na questão da alíquota, você tem alguma perspectiva pro final do ano? Vocês comentaram que no ano deveria fechar pra um nível mais razoável perto de 21%, 22%, mas tem uma expectativa do que dá pra fazer nos próximos trimestres, uma visibilidade do que deveria acontecer, mais ou menos? Acho que são essas duas perguntas. Obrigado, pessoal.
Speaker #5: E pouquinho, o pessoal já tocou também, mas na questão da alíquota, você tem alguma perspectiva para o final do ano? Vocês comentaram que no ano deveria fechar para nível mais razoável, perto de 21, 22, mas tem uma expectativa do que dá para fazer nos próximos trimestres?
Speaker #5: Uma visibilidade do que deveria acontecer mais ou menos? Acho que são essas duas perguntas. Obrigado, pessoal.
Speaker #2: Obrigada, Tiseu, pelas perguntas. Tiseu, você sabe que a gente não dá guidance, mas vamos lá. Com relação àquilo que a gente está fazendo, primeiro, os negócios estão muito preparados, os negócios, as diferentes marcas, para a gente capturar toda a demanda possível e a gente vem mostrando ao longo do tempo ganho de market share em diferentes regiões.
Jeane Tsutsui: Obrigada, Tyseu, pelas perguntas. Tyseu, você sabe que a gente não dá guidance, mas vamos lá. Com relação àquilo que a gente está fazendo, Primeiro, os negócios estão muito preparados, as diferentes marcas, pra gente capturar toda a demanda possível. A gente vem mostrando ao longo do tempo o ganho de market share em diferentes regiões. Como eu mencionei anteriormente, a gente tem feito mudanças em algumas unidades, com maior oferta de serviços pra aumentar a receita por metro quadrado.
Speaker #2: Como eu mencionei anteriormente, a gente tem feito mudanças em algumas unidades, com maior oferta de serviços para aumentar a receita por metro quadrado. A gente também adicionou de forma inorgânica quase 55 unidades.
Jeane Tsutsui: A gente também adicionou, de forma inorgânica, quase 55 unidades, agora com o Confiança em Campinas e região, trazendo 25 unidades, três unidades do LSL em Rio Claro e região, 15 unidades do Hemolab e a partir do Q3 2026, nós passaremos a contar também com a receita do Femme, que a gente fechou no dia 29 May e nesse resultado do Q2 não tem receita de Femme, a gente vai passar a contar com a receita de Femme no Q3. Estamos confiantes, porque tem essa questão de dias de operação, que quando a gente olha o H2 2026 versus o H2 2025, nós não temos uma diferença significativa nos dias de operação. Nesse sentido, nós estamos confiantes.
Speaker #2: Agora, com confiança em Campinas e região, trazendo 25 unidades, três unidades do LSL em Rio Claro e região, 15 unidades do Emolab e a partir de 3026, nós passaremos a contar também com a receita do FEMI, que a gente fechou no dia 29 de maio e nesse resultado do 2T não tem receita de FEMI.
Speaker #2: A gente vai passar a contar com a receita de FEMI no terceiro trimestre. Então, estamos confiantes porque tem essa questão de dias de operação que, quando a gente olha o segundo semestre de 2026 versus o segundo semestre de 2025, não temos uma diferença significativa nos dias de operação.
Speaker #2: Então, nesse sentido, nós estamos confiantes. Eu gostaria também de lembrar que, em termos de lab to lab, no ano passado nós expandimos a capacidade produtiva e já estamos capturando um crescimento importante do lab to lab: aumento do número de clientes parceiros, aumento de market share, uma vez que a gente colocou capacidade produtiva no Rio Grande do Sul. Somos os únicos a ter uma área totalmente dedicada ao lab to lab.
Jeane Tsutsui: Eu gostaria também de lembrar que em termos de Lab-to-Lab, o ano passado nós expandimos capacidade produtiva e já estamos capturando um crescimento importante do Lab-to-Lab, o aumento do número de clientes parceiros, o aumento de market share, uma vez que a gente colocou capacidade produtiva no Rio Grande do Sul, somos os únicos a ter uma área totalmente dedicada ao Lab-to-Lab. Aqui no Brooklin, que você conhece, Tyseu, também a gente tem uma área técnica com uma linha de automação, com última tecnologia e ao longo do tempo, a gente olha pro Lab-to-Lab também como uma alavanca de crescimento de volume, receita, diluição de custos fixos. Portanto, aquele investimento que nós fizemos, inclusive em Novos Elos, em novas unidades, o investimento em expansão orgânica também está gerando frutos.
Speaker #2: Aqui no Brooklin, que você conhece, Tiseu, também a gente tem uma área técnica com uma linha de automação, com a última tecnologia. E, ao longo do tempo, a gente olha para o lab to lab também como uma alavanca de crescimento de volume, receita, diluição de custos fixos. Portanto, aquele investimento que nós fizemos, inclusive em novos elos, em novas unidades, o investimento em expansão orgânica também está gerando frutos.
Speaker #2: Então, olhando para o segundo semestre, nós estamos confiantes com um bom desempenho; nós estamos preparados, com um bom nível de atendimento. No começo do ano, fizemos, inclusive, uma mudança física do nosso CAC para poder melhorar as condições dos nossos colaboradores.
Jeane Tsutsui: Olhando para o H2, nós estamos confiantes com bom desempenho, nós estamos preparados com bom nível de atendimento. No começo do ano fizemos inclusive uma mudança física do nosso CAC, pra poder melhorar as condições dos nossos colaboradores e no atendimento ao cliente e o agendamento digital vem muito bem, como nós falamos anteriormente. Estamos confiantes no H2 2026. Com relação à alíquota efetiva, eu vou passar a palavra pro Felipe.
Speaker #2: E no atendimento ao cliente, e o agendamento digital, vêm muito bem, como nós falamos anteriormente. Então, estamos confiantes no segundo semestre de 2026. Com relação à alíquota efetiva, eu vou passar a palavra para o Filippo.
Speaker #4: Pois não. Tiseu, na verdade, da maneira como a gente opera e a gente vai ali, como dissemos, linearizando a alíquota de imposto, a gente sempre assume que essa é a melhor visão para o ano.
José Antonio de Almeida Filippo: Pois não. Tyseu, na verdade, da mesma maneira como a gente opera e a gente vai, como dissemos, linearizando a alíquota de imposto, a gente sempre assume que essa é a melhor visão pro ano. A visão da linearização olha o ano como um todo e as projeções. Nesse momento, a melhor visão que nós temos é essa projeção. É lógico que você vai calibrando isso na medida em que você tem os enquadramentos pra você poder fazer as deduções, o nível de PIV é importante também. Nós falamos sobre JCP, deferimento de tecnologia e produtividade ligada à TI. Isso é feito ao longo do ano. Não há hoje, nesse momento, uma expectativa que ela mude.
Speaker #4: Ela, a visão da linearização, ela olha o ano como um todo e as projeções. Então, nesse momento, a melhor visão que nós temos é essa projeção.
Speaker #4: É lógico que você vai calibrando isso na medida em que você tem os enquadramentos para você poder fazer as deduções. O nível de PIB é importante também.
Speaker #4: Nós falamos sobre o JCP, ferimento de tecnologia e produtividade acima ligado a TI. Então, isso é feito ao longo do ano. Não há hoje, nesse momento, uma expectativa que ela mude.
José Antonio de Almeida Filippo: Também não é garantia que ela fique desse jeito, porque é necessário que a gente entenda, que a gente faça a avaliação exatamente da performance desses componentes, como é que eles vão ter a sua evolução durante o ano. No ano passado, talvez essa seja um pouco do que você está trazendo, a nossa alíquota efetiva foi 20.8%, realmente. No final do ano, por conta da própria performance e alguns investimentos, a gente acabou ajustando no final. Isso pode acontecer, mas não é certo. Neste momento, a melhor visão que nós temos é que a alíquota efetiva utilizada até aqui, seja a que vai permanecer até o final do ano.
Speaker #4: Mas ela também não é garantia de que ela fique desse jeito, porque é necessário que a gente entenda e faça a avaliação exatamente da performance e desses componentes, como é que eles vão ter a sua evolução durante o ano.
Speaker #4: No ano passado, talvez isso seja um pouco do que você está trazendo, a nossa alíquota efetiva foi 20,8%. Realmente, e no final do ano, por conta da própria performance e alguns investimentos, a gente acabou ajustando no final.
Speaker #4: Isso pode acontecer, mas não é certo. Na verdade, neste momento, a melhor visão que nós temos é que a alíquota efetiva utilizada até aqui seja a que vai permanecer até o final do ano.
Speaker #5: Perfeito, pessoal. Muito obrigado pelas respostas.
Gustavo Tiseo: Perfeito, pessoal. Muito obrigado pelas respostas.
Speaker #1: A próxima pergunta do Santander, Caio Moscardini, por favor.
Renato de Oliveira Braun: A próxima pergunta é do Santander. Caio Moscardini, por favor.
Speaker #4: Oi, pessoal. Bom dia. Obrigado por pegar minha pergunta. Aqui é a Jeane. Até tocou um pouco sobre o lab to lab, então eu queria tentar explorar um pouco mais a parte do B2B, que voltou a crescer em níveis de dois dígitos.
Caio Moscardini: Oi, pessoal, bom dia. Obrigado por pegar minha pergunta. A Jeane tocou um pouco sobre o Lab-to-Lab. Queria tentar explorar um pouco mais a parte do B2B, que voltou a crescer em níveis de dois dígitos. Você consegue clarificar um pouco quão relevante foi o crescimento do Lab-to-Lab para vocês conseguirem atingir esses dois dígitos e como que foi a performance dos hospitais também? Porque pelo que a gente tem observado, hospitais de menor complexidade têm sofrido um pouco mais em ocupação. Queria pegar um pouco com vocês essa visão. A segunda pergunta, quando a gente olha a depreciação, eu sei que vocês comentaram um pouquinho, mas se a gente anualizar o que foi no Q2, a gente está falando de uma depreciação de uns BRL 860 million, anualizada.
Speaker #4: Você consegue clarificar um pouco o quão relevante foi o crescimento do lab to lab para vocês conseguirem atingir esses dois dígitos e como foi a performance dos hospitais também?
Speaker #4: Porque, pelo que a gente tem observado, hospitais de menor complexidade têm sofrido pouco mais em ocupação. Então, eu queria pegar pouco com vocês essa visão.
Speaker #4: E a segunda pergunta, quando a gente olha a depreciação, eu sei que vocês comentaram pouquinho, mas se a gente anualizar o que foi no segundo tri, a gente está falando de uma depreciação aí de uns 860 milhões.
Speaker #4: Anualizada. Esse é um bom número para a gente estimar para o próximo ano, ou vocês acham que a depreciação deveria ser um pouquinho acima do que isso?
Caio Moscardini: Esse é um bom número pra gente estimar pro próximo ano ou vocês acham que a depreciação deveria ser um pouquinho acima do que isso? São essas perguntas. Obrigado.
Speaker #4: São essas perguntas. Obrigado.
Speaker #2: Oi, Caio. Bom dia, tudo bem? Obrigada pelas perguntas, Caio. Caio, com relação ao lab to lab, realmente nós fizemos uma expansão significativa com relação à capacidade produtiva, e isso vem desde 2024.
Jeane Tsutsui: Oi, Caio, bom dia, tudo bem? Obrigada pelas perguntas. Caio, com relação ao Lab-to-Lab, realmente nós fizemos uma expansão significativa com relação à capacidade produtiva. Isso vem desde 2024. Por exemplo, fizemos reforma em Solução em Santa Catarina, expandimos Rio Grande do Sul, expandimos de forma significativa um andar inteiro só para o Lab-to-Lab aqui em São Paulo e temos planos de continuar expandindo o Lab-to-Lab. Quando a gente olha os 12.2% do 2T26, ele é um crescimento maior, ou seja, o Lab-to-Lab tem um desempenho maior realmente, maior do que estava vindo anteriormente e deve estabilizar nesse patamar mais alto na nossa visão. Um ponto importante. O ano passado, a gente falava que o primeiro semestre do ano de 2025, nós sofremos em base comparativa, porque o primeiro semestre de 2024 a gente tinha tido, por uma questão regulatória, um volume muito alto de toxicologia.
Speaker #2: Por exemplo, nós fizemos reforma e ampliamos a solução em Santa Catarina, expandimos no Rio Grande do Sul, expandimos de forma significativa — um andar inteiro só para o Lab to Lab aqui em São Paulo — e temos planos de continuar expandindo o Lab to Lab.
Speaker #2: Então, quando a gente olha os 12,2% do 2T26, ele é um crescimento maior, ou seja, o lab-to-lab tem desempenho realmente maior do que estava vindo anteriormente. Deve estabilizar nesse patamar mais alto, na nossa visão.
Speaker #2: Ponto importante: o ano passado a gente falava que o primeiro semestre do ano de 2025 nós sofremos em base comparativa, porque o primeiro semestre de 2024 a gente tinha tido, por uma questão regulatória, volume muito alto de toxicologia.
Speaker #2: Isso entrou em run rate, ou seja, hoje a toxicologia vem crescendo também, coisa que no ano passado a gente viu decréscimo de toxicologia. E lembrando que agora, na toxicologia, nós temos uma nova regulamentação que também exige o teste toxicológico para as carteiras A e B de primeira vez.
Jeane Tsutsui: Isso entrou em run rate, ou seja, hoje a toxicologia vem crescendo também, coisa que o ano passado a gente via um decréscimo de toxicologia, e lembrando que agora na toxicologia, nós temos uma nova regulamentação que também exige o teste toxicológico para as carteiras A e B de primeira vez. De uma maneira geral, nós estamos muito confiantes no Lab-to-Lab, lembrando que aqueles projetos de integração que nós falamos no início da combinação de negócios pra utilização de outras áreas técnicas, que eram originalmente de Fleury, que era o Projeto X, conectando os sistemas. Eles realmente nos permitiram a utilização de áreas técnicas originais de Fleury pra processamento de exames do Lab-to-Lab. Um exemplo é o próprio Rio de Janeiro, outro exemplo é Recife. Nós temos, ao longo do tempo, além dessa capacidade produtiva, um número maior de rotas, um fortalecimento no relacionamento com o cliente.
Speaker #2: Então, de uma maneira geral, nós estamos muito confiantes no lab to lab. Lembrando que aqueles projetos de integração que nós falamos no início da combinação de negócios, para utilização de outras áreas técnicas que eram originalmente do Fleury, que era o projeto X, conectando os sistemas, eles realmente nos permitiram a utilização de áreas técnicas originais do Fleury para processamento de exames do lab to lab. Exemplo é o próprio Rio de Janeiro, outro exemplo é Recife.
Speaker #2: Então, nós temos ao longo do tempo, além dessa capacidade produtiva, um número maior de rotas, fortalecimento no relacionamento com o cliente. Tanto é que nós aumentamos o número de laboratórios parceiros, e a nossa visão é que este é um negócio muito importante para a empresa.
Jeane Tsutsui: Tanto é que nós aumentamos o número de laboratórios parceiros e a nossa visão é que este é um negócio muito importante pra empresa. Hoje o B2B corresponde a 21% da receita. Hospitais também, a gente teve um desempenho maior, a gente citou a questão de influenza, com maior ocupação dos leitos hospitalares. Estamos confiantes. Lembrando que o Lab-to-Lab é um negócio onde você tem uma margem estruturalmente menor do que o B2C, mas você não precisa investir em unidades de atendimento. O ROIC é bastante interessante. Esse mix, trazer mais volume para as nossas áreas técnicas, nos ajuda a diluir os custos de processamento e nos dar, inclusive, competitividade para o B2C. Essa combinação de negócios que nós temos é uma combinação muito saudável, portanto, estamos otimistas com relação a olhar pro futuro.
Speaker #2: Hoje, o B2B corresponde a 21% da receita. Hospitais também, a gente teve desempenho maior, a gente citou a questão de influenza, com maior ocupação dos leitos hospitalares.
Speaker #2: Então, estamos confiantes. Lembrando que o lab to lab é um negócio onde você tem uma margem estruturalmente menor do que o B2C, mas você não precisa investir em unidades de atendimento.
Speaker #2: Então, o ROIC é bastante interessante. Esse mix, trazendo mais volume para as nossas áreas técnicas, nos ajuda a diluir os custos de processamento e nos dá, inclusive, competitividade para o B2C.
Speaker #2: Então, essa combinação de negócios que nós temos é uma combinação muito saudável. Portanto, estamos otimistas com relação a olhar para o futuro, lembrando que, hoje, o país ainda é bastante fragmentado em termos de medicina diagnóstica.
Jeane Tsutsui: Lembrando que hoje o país ainda é bastante fragmentado em termos de medicina diagnóstica. Nós temos mais de 22,000 laboratórios no país e o Lab-to-Lab nos permite dar acesso à saúde e também nos permite ter um modelo de negócio bastante sustentável, atingindo, como a gente atinge hoje, quase 80% da população brasileira, indo a 2,200 municípios, com uma logística bastante eficiente. Tem aqui um propósito da empresa de ampliar o acesso à saúde. Conseguimos rapidamente disponibilizar os exames que o Fleury sempre foi reconhecido por um portfólio diferenciado e especializado, conseguimos levar esse portfólio. Inclusive eu citei a nossa parceria com Foundation Medicine. A gente passa a comercializar e fazer a logística dos exames de FoundationOne, que são para tumores sólidos, para parte de biópsia líquida em sangue ou mesmo para câncer da parte hematológica.
Speaker #2: Nós temos mais de 22 mil laboratórios no país. E o lab to lab nos permite dar acesso à saúde e também nos permite ter um modelo de negócio bastante sustentável, atingindo, como a gente atinge hoje, quase 80% da população brasileira, indo a 2.200 municípios com uma logística bastante eficiente.
Speaker #2: Então, tem aqui o propósito da empresa de ampliar o acesso à saúde. Conseguimos rapidamente disponibilizar os exames que o Fleury sempre foi reconhecido por seu portfólio diferenciado e especializado.
Speaker #2: Então, conseguimos levar esse portfólio. Inclusive, eu citei a nossa parceria com a Foundation Medicine. A gente passa a comercializar e fazer a logística dos exames FoundationOne, que são para tumores sólidos, para a parte de biópsia líquida em sangue ou mesmo para câncer da parte hematológica.
Speaker #2: Esse é o tipo de exame que rapidamente a gente disponibiliza para regiões distantes do país. Então, a gente beneficia o paciente, beneficia o médico de uma maneira geral.
Jeane Tsutsui: Esse é um tipo de exame que rapidamente a gente disponibiliza para regiões distantes do país. A gente beneficia o paciente, beneficia o médico e, de uma maneira geral, temos um negócio bastante saudável. Olhando para o Lab-to-Lab, a gente pretende manter esse patamar mais alto de crescimento do Lab-to-Lab.
Speaker #2: Temos um negócio bastante saudável e, olhando para o lab to lab, a gente pretende manter esse patamar mais alto de crescimento do lab to lab.
Speaker #4: O Caio, em relação à depreciação, obviamente que ela reflete aí a nossa base de ativos e as regras de amortização e depreciação dessa base.
José Antonio de Almeida Filippo: Caio, em relação à depreciação, obviamente que ela reflete a nossa base de ativos e as regras de amortização e depreciação dessa base. É sempre bom lembrar que a gente continua sendo muito disciplinado na alocação de capital. O custo de capital está muito elevado e a gente tem sido muito rigoroso em termos dessas decisões. Essa dinâmica vai aparecer na base de ativos que vai depreciar. Eu acho que hoje a nossa operação não requer nem mais, nem menos investimento do que tem sido feito, tem sido praticado. Obviamente, que o direcionador de receita tem uma importância, mas eu entendo que ele esteja apropriado ao nível de investimento que nós temos para fazer frente a isso.
Speaker #4: Sempre bom lembrar que a gente continua sendo muito disciplinado na alocação de capital. O custo de capital está muito elevado e a gente tem sido muito rigoroso em termos dessas decisões.
Speaker #4: Então, essa dinâmica vai aparecer na base de ativos que vai depreciar. Eu acho que hoje a nossa operação não requer nem mais nem menos investimento do que tem sido feito.
Speaker #4: Tem sido praticado. Obviamente que o direcionador de receita tem uma importância, mas eu acho e entendo que está apropriado ao nível de investimento que nós temos para fazer frente a isso.
Speaker #4: Portanto, em resumo, eu acho que os níveis atuais, de certa forma, refletem o padrão e não há nenhuma indicação de que eles possam mudar, em termos de perfil, quando a gente olha para frente.
José Antonio de Almeida Filippo: Portanto, em resumo, eu acho que os níveis atuais, de certa forma, refletem o padrão e não tem uma indicação que ele possa mudar em termos de perfil quando a gente olha para frente.
Speaker #1: Está ótimo. Obrigado, pessoal.
Caio Moscardini: Tá ótimo. Obrigado, pessoal.
Speaker #3: A próxima pergunta, da Goldman Sachs, Danilo Valígura, por favor.
Renato de Oliveira Braun: A próxima pergunta da Goldman Sachs, Danilo Valigura, por favor.
Speaker #1: Bom dia, Jeane, Filippo, Renato, obrigado pelo espaço. São dois pontos do nosso lado. Primeiro, em relação à margem, eu entendo que essa margem mais ou menos flat ano contra ano da companhia tem impacto detrator devido à margem das aquisições recentes, que eu imagino que operam numa margem menor do que a consolidada.
Danilo Valigura: Bom dia, Jeane, Filippo, Renato, obrigado pelo espaço, são duas do nosso lado. Primeira em relação à margem, eu entendo que essa margem mais ou menos flat ano contra ano da companhia tem um impacto detrator devido à margem das aquisições recentes, que eu imagino que rodam numa margem menor do que a consolidada. Vocês conseguiriam ajudar a gente a quantificar o que seria a margem consolidada madura da companhia, desconsiderando o Femme? A segunda em relação à expansão orgânica. Diante do crescimento que a companhia tem tido e a captura de market share, faz sentido a gente pensar em potenciais aberturas de mais unidades além do Marco 100 ou ainda tem espaço pra aproveitar o metro quadrado existente? Obrigado.
Speaker #1: Vocês conseguiriam ajudar a gente a quantificar o que seria a margem consolidada madura da companhia, desconsiderando o FEMI? E a segunda, em relação à expansão orgânica: diante do crescimento que a companhia tem tido e a captura de market share, faz sentido a gente pensar em potencial de abertura de mais unidades além do marco de 100, ou ainda tem espaço para aproveitar o metro quadrado existente?
Speaker #1: Obrigado.
Speaker #2: Obrigada, Danilo. Bom dia. Obrigada pelas perguntas. Danilo, você tem razão no seguinte aspecto: a gente sempre tem falado sobre o mix, que vem mudando pouco ou tendo influência na nossa margem. De um lado, nós temos alguns negócios com margem menor, por exemplo, eu acabei de citar o Lab to Lab, com uma margem estruturalmente menor do que o B2C, ou mesmo alguns negócios como as aquisições que fizemos, que são aquisições menores, focadas em análises clínicas, mas que ao longo do tempo a gente integra, a gente captura essa energia e consegue melhorar o negócio ao longo do tempo.
Jeane Tsutsui: Obrigada, Danilo, bom dia, obrigada pelas perguntas. Danilo, você tem razão no seguinte aspecto: a gente sempre tem falado sobre o mix mudando um pouco ou tendo influência da nossa margem. De um lado, nós temos alguns negócios com margem menor, por exemplo, eu acabei de citar o Lab-to-Lab com uma margem estruturalmente menor do que o B2C, ou mesmo alguns negócios como as aquisições que fizemos, que são aquisições menores, focadas em análises clínicas, mas que ao longo do tempo a gente integra, a gente captura sinergia e a gente consegue melhorar o negócio ao longo do tempo. Lembrando que a margem do H1 de 2026 não tem resultado de Femme.
Speaker #2: Então, lembrando que a margem do primeiro semestre de 2026 não tem resultado de FEMI. Da mesma forma, FEMI é ativo, com uma marca muito forte, muito bem posicionado aqui em São Paulo.
Jeane Tsutsui: Da mesma forma, Femme é um ativo com uma marca muito forte, muito bem posicionado aqui em São Paulo e ao longo do tempo nós temos um plano muito estruturado de integração e de captura de sinergias. A gente mencionou que no momento da aquisição que a gente teria sinergias significativas. A gente não abre todos os números detalhados. O importante é a gente pensar no conjunto. Ou seja, mesmo com negócios com margens diferentes ou uma mudança do mix, a gente tem trabalhado pra manter essa margem saudável. Nós tivemos no acumulado dos seis meses de 2026 uma margem de 26.9, levemente superior aos 26.7 do ano passado.
Speaker #2: E ao longo do tempo, nós temos um plano muito estruturado de integração e de captura de sinergias. A gente mencionou que, no momento da aquisição, teríamos sinergias significativas.
Speaker #2: A gente não abre todos os números detalhados, mas o importante é a gente pensar no conjunto. Ou seja, mesmo com negócios com margens diferentes, ou uma mudança do mix, a gente tem trabalhado para manter esta margem saudável.
Speaker #2: Nós tivemos, no acumulado dos seis meses de 2026, uma margem de 26,9%, levemente superior aos 26,7% do ano passado. Então, mesmo com mudança de mix, que tenderia a puxar a margem para baixo, a gente tem trabalhado com ganhos de eficiência e uma série de iniciativas que estão em curso e que vão, inclusive, ganhar maturidade ao longo do tempo.
Jeane Tsutsui: Mesmo com mudança de mix, que tenderia a puxar a margem pra baixo, a gente tem trabalhado com ganhos de eficiência, uma série de iniciativas que estão em curso e que vão inclusive ganhar maturidade ao longo do tempo. Também nós olhamos muito para o ROIC. Ou seja, apesar de nós termos negócios com margem um pouco menor, a necessidade de capital de alguns negócios de B2C que estão em outros segmentos, diferente do segmento premium ou mesmo Lab-to-Lab, precisa de um investimento menor. Tanto é que em termos de alocação de capital, a gente mostra o nosso ROIC trimestre a trimestre subindo. Eu mencionei 380 base points desde a combinação de negócios com o Pardini.
Speaker #2: E também nós olhamos muito para o ROIC. Ou seja, apesar de nós termos negócios com margem um pouco menor, a necessidade de capital de alguns negócios de B2C que estão em outros segmentos, diferente do segmento premium, ou mesmo lab to lab, precisa de investimento menor.
Speaker #2: Tanto é que, em termos de alocação de capital, a gente mostra o nosso ROIC trimestre a trimestre subindo. Eu mencionei 380 basis points desde a combinação de negócios com o Quartz.
Speaker #2: Então, olhamos para top line, para a rentabilidade. Claro que margem importa, mas principalmente para o ROIC da empresa. Tanto é que nós continuamos com bom desempenho operacional, gerando lucro, com nível de alavancagem elevado, fazendo uma gestão combinada entre todos os fatores.
Jeane Tsutsui: Olhamos para o top line, para a rentabilidade, claro que margem importa, principalmente para o ROIC da empresa, tanto é que nós continuamos com bom desempenho operacional, gerando lucro, com níveis de alavancagem elevado, fazendo uma gestão combinada entre todos os fatores. Com relação à expansão orgânica, sim, temos oportunidades. Inclusive a gente vem aproveitando espaço de metro quadrado em algumas unidades. Eu sempre lembro que no passado a gente abriu algumas unidades com espaço pra ampliação. Agora, quando essas unidades estão bastante cheias, a gente vem ampliando o metro quadrado. Abertura de novas unidades sempre é possível, com olhar muito cuidadoso com relação a onde faz sentido, inclusive para as operadoras. Muitas vezes nós conversamos e temos uma parceria forte com as operadoras pra ver regiões onde você não tem um atendimento adequado, onde a gente pode fazer eventualmente uma abertura de unidade.
Speaker #2: Com relação à expansão orgânica, sim, temos oportunidades. Inclusive, a gente vem aproveitando espaço de metro quadrado em algumas unidades. Eu sempre lembro que, no passado, a gente abriu algumas unidades com espaço para ampliação. Agora, quando essas unidades estão bastante cheias, a gente vem ampliando o metro quadrado. A abertura de novas unidades sempre é possível, com um olhar muito cuidadoso com relação a onde faz sentido. Inclusive, para as operadoras, muitas vezes nós conversamos e temos uma parceria forte com as operadoras para ver regiões onde você não tem atendimento adequado, onde a gente pode fazer, eventualmente, uma abertura de unidade. Mas eu lembro também que as aquisições nos trazem unidades, nos trazem metro quadrado. O próprio FEMI tem uma taxa de ocupação com oportunidades de aumentarmos a ocupação do metro quadrado. Então, é sempre essa visão conjunta que nos dá.
Jeane Tsutsui: Eu lembro também que as aquisições nos trazem unidades, nos trazem metro quadrado. O próprio Femme tem uma taxa de ocupação com oportunidades de aumentarmos a ocupação do metro quadrado. É sempre essa visão conjunta que nos dá. Um outro ponto é que o atendimento móvel, que hoje é responsável por 8% da nossa receita, corresponde aproximadamente 71 unidades de atendimento que a gente não precisou abrir, não precisou usar a Eucatex, porque a gente faz o atendimento na casa, no escritório ou onde for possível. A nossa visão: continuaremos muito atentos, aproveitando as oportunidades de expansão orgânica, de crescimento orgânico, onde nós Tivemos qualquer oportunidade e obviamente também fazendo uma integração muito adequada pra captura de sinergias e aproveitamento do metro quadrado que vem com essas aquisições. Obrigada, Danilo.
Speaker #2: outro ponto é que o atendimento móvel que hoje é responsável por 8% da nossa receita corresponde aproximadamente 71 unidades de atendimento que a gente não precisou abrir não precisou usar aí o CAPEX porque a gente faz o atendimento na casa no escritório ou onde for possível.
Speaker #2: Então, a nossa visão é continuarmos muito atentos, aproveitando as oportunidades de expansão orgânica, de crescimento orgânico onde tivermos qualquer oportunidade e, obviamente, também fazendo uma integração muito adequada para captura de sinergias e aproveitamento do metro quadrado que vem com essas aquisições.
Speaker #2: Então obrigada, Danilo.
Speaker #1: Super claro. Obrigado, Jean.
Danilo Valigura: Super claro. Obrigado, Jeane.
Speaker #3: A próxima pergunta é do Morgan Stanley. Maurício Cepeda, por favor.
Renato de Oliveira Braun: A próxima pergunta do Morgan Stanley, Maurício Cepeda, por favor.
Speaker #4: Oi, Jean, Filippo, Renato, bom dia. Obrigado pelo espaço. A gente tem duas perguntas também. A primeira é sobre o cenário competitivo. A performance de vocês está claramente muito boa, vocês estão tendo bastante crescimento de volume.
Mauricio Cepeda: Oi, Jeane, Filippo, Renato. Bom dia, obrigado pelo espaço. A gente tem duas perguntas também. A primeira é cenário competitivo. A performance de vocês está claramente muito boa, vocês estão tendo bastante crescimento de volume. Se pudesse comentar um pouco sobre market share, qual que é a relação dessa performance que vocês estão tendo com o cenário competitivo, basicamente de onde esse volume está vindo e se isso tem alguma relação com o enfraquecimento de algum player específico. Pelo menos o que a gente vê é que a Dasa tem estado bem mais forte. De onde pode estar vindo esse volume e quão duradoura vocês acham que pode ser essa onda de penetração de mercado? Essa é a primeira pergunta. A segunda é sobre oncologia. A gente falou disso no trimestre passado, mas aparentemente desde lá têm surgido mais oportunidades devido ao aparente enfraquecimento da Oncoclínicas.
Speaker #4: Se pudesse comentar um pouco sobre market share. Qual que é a relação dessa performance que vocês estão tendo com o cenário competitivo? Basicamente, de onde esse volume está vindo?
Speaker #4: E se isso tem alguma relação com o enfraquecimento de algum player específico? Pelo menos o que a gente vê é que a DASA tem estado bem mais forte então de onde pode ter está vindo esse volume?
Speaker #4: E com duradoura vocês acham que pode ser essa onda de penetração de mercado? Então essa é a primeira pergunta. A segunda a gente é sobre oncologia.
Speaker #4: A gente falou disso no trimestre passado, mas aparentemente desde lá têm surgido mais oportunidades devido ao aparente enfraquecimento da Oncoclínicas. Então, se vocês de alguma forma... houve alguma mudança na conversa de vocês com os outros sócios da Croma para aumentar a velocidade do modelo de negócio em oncologia?
Mauricio Cepeda: Se de alguma forma houve alguma mudança na conversa de vocês com os outros sócios da Croma para aumentar a velocidade do modelo de negócio em oncologia. Obrigado.
Speaker #4: Obrigado.
Speaker #2: Bom dia, Cepeda. Obrigada pelas perguntas. Cepeda, você tem razão. A gente tem crescido bastante em volume, além do crescimento da receita. A gente observa aí crescimento de 17% no volume do B2C.
Jeane Tsutsui: Bom dia, Cepeda. Obrigada pelas perguntas. Cepeda, você tem razão, a gente tem crescido bastante em volume. Além do crescimento da receita, a gente observa um crescimento de 17% no volume do B2C, também um crescimento de 21% no volume do B2B, ou seja, ao longo do tempo, claro que tem um perfil de maior análises clínicas em relação à imagem. A gente tem avançado mais em análises clínicas, inclusive os three ativos que nós adquirimos, o Confiance, o LSL e o Hemolab, são ativos de análises clínicas, portanto trazem mais volume. Assim como no Lab-to-Lab, a gente também tem crescido, não só naqueles exames mais especializados ou imuno-hormônios, mas também com essa capacidade produtiva avançada em apoio total, então traz mais volume, exames mais simples. Esse volume é muito interessante, Cepeda, você sabe que dilui os nossos custos e isso é um driver importante.
Speaker #2: Também crescimento de 21% no volume do B2B. Ou seja, ao longo do tempo, claro que tem perfil aí de maior análises clínicas em relação à imagem.
Speaker #2: Então a gente tem avançado mais em análises clínicas. Inclusive os três ativos que nós adquirimos o Confiance, o LSL e o Hemolab são ativos de análises clínicas.
Speaker #2: Portanto, trazem mais volume e, assim como no lab to lab, a gente também tem crescido não só naqueles exames mais especializados ou em imunohormônios, mas também com essa capacidade produtiva avançada em apoio total. Então, traz mais volume, exames mais simples.
Speaker #2: Então, esse volume é muito interessante, Cepeda. Você sabe que dilui os nossos custos, e isso é um driver importante. Agora sim, estamos ganhando market share.
Jeane Tsutsui: Agora, sim, estamos ganhando market share nos diferentes mercados onde nós atuamos. Nós acompanhamos esse market share, seja São Paulo, Rio e mesmo em Minas, a gente tem ganhado market share. É difícil de saber de onde vem. Esperamos que todos os concorrentes também se estruturem, mas lembrando que o mercado de medicina diagnóstica ainda é fragmentado e nós temos, além dos grandes players, nós temos vários pequenos players que nem sempre têm conseguido avançar de forma tão consistente como nós. Nós acreditamos, Cepeda, que essa tendência tende a aumentar. Medicina diagnóstica é muito importante, contribui pra sustentabilidade do sistema. Essa visão de prevenção, fazer mais prevenção, mais diagnóstico precoce pra que você mantenha o crônico sob cuidado, ela é fundamental.
Speaker #2: Nos diferentes mercados onde nós atuamos nós acompanhamos esse market share seja São Paulo, Rio, e mesmo em Minas a gente tem ganhado market share.
Speaker #2: É difícil de saber de onde vem, e esperamos que todos os concorrentes também se estruturem, mas lembrando que o mercado de medicina diagnóstica ainda é fragmentado e nós temos, além dos grandes players, vários pequenos players que nem sempre têm conseguido avançar de forma tão consistente como nós.
Speaker #2: Então nós acreditamos Cepeda que essa tendência ela tende a aumentar medicina diagnóstica é muito importante contribui para a sustentabilidade do sistema essa visão de prevenção fazer mais prevenção mais diagnóstico precoce para que você mantenha o crônico sob cuidado ela é fundamental.
Speaker #2: Medicina diagnóstica mantém os 20% em relação ao custo total da saúde suplementar e tem papel fundamental na decisão médica no controle do paciente crônico na prevenção.
Jeane Tsutsui: Medicina diagnóstica mantém os 20% em relação ao custo total da saúde suplementar e tem um papel fundamental na decisão médica, no controle do paciente crônico, na prevenção. Portanto, a gente acredita que com essa mudança demográfica, o aumento de doenças crônicas, esse volume vai continuar crescendo ao longo do tempo. Claro que a gente tem que ser eficiente e continuar entregando um bom serviço de qualidade. Cepeda, em relação à oncologia, é uma especialidade importante, sim. Nós temos os dados do INCA que mostram que por ano você tem 781,000 novos casos. Se você tirar a pele não melanoma, isso fica em torno de 500,000 novos casos. Com o envelhecimento da população, é algo que tende a aumentar.
Speaker #2: Portanto a gente acredita que com essa mudança demográfica o aumento de doenças crônicas esse volume vai continuar crescendo ao longo do tempo e claro que a gente tem que ser eficiente e continuar entregando bom serviço de qualidade.
Speaker #2: Cepeda em relação a oncologia é uma especialidade importante sim. Nós temos os dados do INCA que mostram que por ano você tem 781 mil novos casos se você tirar pele não melanoma isso fica em torno de 500 mil novos casos com envelhecimento da população é algo que tende a aumentar existem algumas estimativas que hoje a principal causa de morte no mundo e no Brasil é cardiovascular mas ao longo do tempo a doença oncológica vai ganhando representatividade nisso.
Jeane Tsutsui: Existem algumas estimativas que hoje a principal causa de morte no mundo e no Brasil é cardiovascular, mas ao longo do tempo, a doença oncológica vai ganhando representatividade nisso. Eu lembro que nós, como Grupo Fleury, já temos uma atuação muito importante em oncologia em termos de diagnósticos. Nós oferecemos todos os tipos de exames, análises clínicas, imagem, anatomia patológica. Nós somos um dos maiores players de anatomia patológica do país. Em termos de imagem, nós temos centros integrados, como o Centro da Mulher, que faz o diagnóstico de câncer de mama de forma muito rápida. Nós temos o Centro Integrado da Tireoide, que combina exames de imagem com anatomia patológica pra dar um direcionamento muito rápido. Não só exames de prevenção, mas também de direcionamento de tratamento.
Speaker #2: E eu lembro que nós, como Grupo Fleury, já temos uma atuação muito importante em oncologia em termos de diagnósticos. Então, nós oferecemos todos os tipos de exames: análises clínicas, imagem, anatomia patológica. Nós somos um dos maiores players de anatomia patológica do país. Em termos de imagem, nós temos centros integrados, como o Centro da Mulher, que faz o diagnóstico de câncer de mama de forma muito rápida.
Speaker #2: Nós temos o Centro Integrado da Tireoide que combina exames de imagem com anatomia patológica para dar direcionamento muito rápido. E não só exames de prevenção mas também de direcionamento de tratamento nós temos portfólio amplo de genômica desenvolvimento de painéis inclusive uma DIV com Einstein para esforços de P&D conjuntos para posicionamento muito forte.
Jeane Tsutsui: Nós temos um portfólio amplo de genômica, desenvolvimento de painéis, inclusive uma JV com o Einstein pra esforços de P&D conjuntos pra um posicionamento muito forte, oferecendo exames de ponta para direcionar aquilo que a gente chama de medicina de precisão, ou seja, o tratamento direcionado pra uma determinada alteração. Recentemente, eu já mencionei a parceria com a Roche pra sermos os representantes dos testes de FoundationOne, que são muito reconhecidos pelos oncologistas para direcionamento de tratamento em pacientes com casos mais complexos de tumores sólidos. Croma continua com o seu plano de negócios, ele vem crescendo. A Croma hoje tem quatro unidades de atendimento, três em São Paulo, uma no Rio. Estamos fazendo ramp up de Croma. Lembrando que Croma é a nossa JV com a BP e com a Atlântica Hospitais.
Speaker #2: Oferecendo exames de ponta para direcionar aquilo que a gente chama de medicina de precisão, ou seja, o tratamento direcionado para uma determinada alteração. E, recentemente, eu já mencionei a parceria com a Roche para sermos os representantes dos testes de FoundationOne, que são muito reconhecidos pelos oncologistas para direcionamento de tratamento em pacientes com casos mais complexos de tumores sólidos.
Speaker #2: Croma, continua com o seu plano de negócios ele vem crescendo a Croma hoje tem quatro unidades de atendimento três em São Paulo uma no Rio.
Speaker #2: Estamos fazendo o ramp-up de Croma. Lembrando que Croma é a nossa divisão, com a BP e com o Atlântico Hospitais. E, de uma maneira geral, nós estamos confiantes em, cada vez mais, ter uma atuação em termos de oncologia, dando todo o suporte para os oncologistas.
Jeane Tsutsui: De uma maneira geral, nós estamos confiantes em termos de cada vez mais ter uma atuação em termos de oncologia, dando todo o suporte para os oncologistas. Obrigada, Cepeda.
Speaker #2: Obrigada Cepeda.
Speaker #4: Obrigado Jaime.
Mauricio Cepeda: Obrigado, Jeane.
Speaker #1: A próxima pergunta é do Jefferies, Antônio Cardoso, por favor.
Renato de Oliveira Braun: A próxima pergunta é do Jefferies. Antônio Cardoso, por favor.
Speaker #4: Jaime, Felipe, Renato, obrigado pela oportunidade de fazer uma pergunta. Eu tenho duas aqui, deixa eu começar pela primeira. Eu queria entender esse crescimento no B2B, especificamente lab to lab.
Antônio Pedro Cardoso: Jeane, Felipe, Renato, obrigado pela oportunidade de fazer uma pergunta. Eu tenho duas aqui. Deixa eu começar pela primeira. Eu queria entender esse crescimento no B2B, especificamente Lab-to-Lab. O quanto vem de novos clientes, novos laboratórios usando a Fleury, com mais capacidade produtiva que vocês têm, as expansões que vocês fizeram, e o quanto vem de mesmos clientes utilizando mais, aumentando a utilização dos serviços. Enfim, queria uma ideia desse mix do crescimento de volume no B2B. A segunda pergunta, é um follow-up para essa, eu espero que vocês respondam essa e eu faço. Obrigado.
Speaker #4: O quanto vem de novos clientes novos laboratórios usando a Fleury com mais capacidade produtiva que vocês têm as expansões que vocês fizeram e o quanto vem de mesmos clientes utilizando mais aumentando a utilização dos serviços.
Speaker #4: Enfim queria uma ideia desse mix aqui do crescimento de volume no B2B. E a segunda pergunta é follow-up para essa eu espero vocês responderem essa eu faço.
Speaker #4: segundo. Obrigado.
Speaker #2: Obrigada Antônio. Tudo bem? Obrigada pela pergunta. Antônio é mix das duas coisas. Onde nós colocamos mais capacidade produtiva como no Rio Grande do Sul a gente foi capaz de trazer novos clientes.
Jeane Tsutsui: Obrigada, Antônio, tudo bem? Obrigada pela pergunta. Antônio, é um mix das duas coisas. Onde nós colocamos mais capacidade produtiva, como no Rio Grande do Sul, a gente foi capaz de trazer novos clientes, porque, como eu mencionei anteriormente, o Lab-to-Lab tem também uma questão de turnaround time. Ou seja, para os exames mais simples, é importante que você tenha áreas técnicas que consigam dar o resultado do exame de forma mais rápida, como um hemograma, por exemplo. Quando nós colocamos uma nova capacidade produtiva numa região, além daqueles exames com perfil de imunohormônio, a gente consegue fazer aquilo que a gente chama de apoio total e atender a necessidade do cliente local.
Speaker #2: Porque como eu mencionei anteriormente o lab to lab tem também uma questão de turnaround time. Ou seja para os exames mais simples é importante que você tenha áreas técnicas que consiga dar o resultado do exame de forma mais rápida como hemograma por exemplo.
Speaker #2: Quando nós colocamos uma nova capacidade produtiva em uma região, além daqueles exames com perfil de imunohormônio, a gente consegue fazer aquilo que a gente chama de apoio total e atender à necessidade do cliente local.
Speaker #2: Lembrando que com a combinação de negócios expandindo vocês conhecem a área técnica de Vespasiano que é uma área técnica muito grande com grande capacidade produtiva mas ao longo do tempo a gente também descentralizou e passou a atuar de uma forma muito rápida reduzindo o tempo de liberação dos exames em algumas regiões.
Jeane Tsutsui: Lembrando que com a combinação de negócios, expandindo, vocês conhecem a área técnica de Vespasiano, que é uma área técnica muito grande, com grande capacidade produtiva, mas ao longo do tempo a gente também descentralizou e passou a atuar de uma forma muito rápida, reduzindo o tempo de liberação dos exames em algumas regiões. Isso trouxe novos clientes. Ao mesmo tempo, Antônio, a gente aumentou o nosso portfólio. A gente passou a disponibilizar todo o portfólio que a gente tinha de exames, também no Grupo Fleury, para os mesmos clientes. Isso nos permite aumentar o volume dos mesmos clientes. Esse crescimento de Lab-to-Lab e a nossa visão é que nós vamos seguir com capacidade produtiva regional. Nós, inclusive, vamos investir em mais áreas técnicas regionais para que a gente possa continuar ganhando market share do Lab-to-Lab, Antônio. Pois não, você queria fazer uma segunda pergunta.
Speaker #2: Isso trouxe novos clientes ao mesmo tempo Antônio a gente aumentou o nosso portfólio. Então a gente passou a disponibilizar todo o portfólio que a gente tinha de exames também no Grupo Fleury para os mesmos clientes.
Speaker #2: Isso nos permite, então, aumentar o volume dos mesmos clientes. Então, esse crescimento de lab to lab, e a nossa visão é que nós vamos seguir com capacidade produtiva regional.
Speaker #2: Nós inclusive vamos investir em mais áreas técnicas regionais para que a gente possa continuar ganhando market share do lab to lab Antônio. Pois não.
Speaker #2: Você queria fazer uma segunda pergunta.
Antônio Pedro Cardoso: Obrigado. É um follow-up. Obrigado, Jeane. O follow-up é o seguinte: a demanda pelo Lab-to-Lab vem de uma demanda maior também por serviço diagnóstico que esses players estão tendo. Como está overall o mercado, a saúde financeira desses players independentes menores, e o quanto, possivelmente uma melhor saúde financeira, dado mais volume para o lado deles, dificulta ou não aquisições de players independentes pequenos, como vocês costumam fazer e faz parte do playbook da Fleury?
Speaker #4: Obrigado. É follow-up. Obrigado. Obrigado Jaime. O follow-up aqui é o seguinte. O lab to lab a demanda pelo lab to lab vem de uma demanda maior também por serviços diagnóstico que esses players estão tendo.
Speaker #4: Então como está overall assim o mercado a saúde financeira desses players independentes menores e o quanto possivelmente uma melhor saúde financeira dado mais volume para o lado deles dificulta ou não aquisições de players independentes pequenos como vocês costumam fazer e faz parte do playbook da Fleury.
Speaker #2: Oi, Antônio. Com relação legal, com relação ao lab to lab, sim, nós temos uma maior demanda de serviços diagnósticos dos pequenos players, e aí tem um fator interessante.
Jeane Tsutsui: Oi, Antônio. Legal. Com relação ao Lab-to-Lab, sim, nós temos uma maior demanda de serviços diagnósticos dos pequenos players, e aí tem um fator interessante. Primeiro, maior terceirização. Em 2018, esse nível de terceirização era em torno de 25%. Hoje, a gente já vê o ano passado em torno de 30%, e olhando para frente, esse percentual passa a aumentar. Eu vou dar um exemplo. Em urocultura, uma simples mudança de estabilidade de amostra fez com que a gente aumentasse bastante essa demanda de urocultura, inclusive nós investimos em ampliação de microbiologia lá na área técnica de Vespasiano. Por quê? Porque para alguns exames não faz tanto sentido o pequeno laboratório processar localmente.
Speaker #2: Primeiro maior terceirização. Em 2018 esse nível de terceirização era em torno de 25%. Hoje a gente já vê o ano passado em torno de 30%.
Speaker #2: E, olhando para frente, esse percentual passa a aumentar. Eu vou dar um exemplo. Em urocultura, uma simples mudança de estabilidade de amostra fez com que a gente aumentasse bastante essa demanda de urocultura. Inclusive, nós investimos em ampliação de microbiologia lá na área técnica de Vespasiano.
Speaker #2: Por quê? Porque para alguns exames não faz tanto sentido o pequeno laboratório processar localmente se nós formos competitivos em termos de preço pelo volume e também de turnaround time. Ele tende a terceirizar, ao mesmo tempo que o lab to lab ajuda esse pequeno laboratório local a manter uma saúde financeira.
Jeane Tsutsui: Se nós formos competitivos em termos de preço pelo volume e também de turnaround time, ele tende a terceirizar, ao mesmo tempo que o Lab-to-Lab ajuda esse pequeno laboratório local a manter uma saúde financeira, porque ele amplia o portfólio, ele passa a receber mais, seja da prefeitura local, lembrando que a saúde é muito fragmentada e ela é municipalizada. Muitas vezes esses laboratórios recebem até do pagador local ou da prefeitura. A gente mantém uma saúde financeira. Agora lembrando, Antônio, em termos de número, nós temos mais de 22,000 laboratórios no país, é muito fragmentado. Nós fizemos aquisições o ano passado de três e agora do Fhemme, ou seja, quatro players. Nossas aquisições tendem a se manter olhando muito para o aspecto estratégico, para o aspecto cultural e a nossa disciplina econômico-financeira. Certamente nós podemos caminhar com as duas coisas.
Speaker #2: Porque ele amplia o portfólio. Ele passa a receber mais seja da prefeitura local lembrando que a saúde ela é muito fragmentada e ela é municipalizada.
Speaker #2: Então muitas vezes esses laboratórios recebem até do pagador local ou da prefeitura. Então a gente mantém uma saúde financeira. Agora lembrando Antônio em termos de número nós temos mais de 22 mil laboratórios no país.
Speaker #2: É muito fragmentado. Nós fizemos aquisições no ano passado de três e agora do FEMI, ou seja, quatro players. As nossas aquisições tendem a se manter olhando muito para o aspecto estratégico, para o aspecto cultural e para a nossa disciplina econômico-financeira.
Speaker #2: E certamente nós podemos caminhar com as duas coisas. Aquisição de players que obedeçam a esses critérios e nós somos muito disciplinados. Ou sendo muito parceiro dos menores e oferecendo serviços.
Jeane Tsutsui: Aquisição de players que obedeçam a esses critérios, e nós somos muito disciplinados, ou sendo muito parceiro dos menores e oferecendo serviços. Não são conflitantes. A gente vê uma oportunidade de realmente expandir o nosso serviço de Lab-to-Lab para todo o Brasil. Hoje a gente cobre 2,200 municípios, lembrando que o Brasil tem mais de 5,000 municípios. Tem oportunidade, sim, pela maior terceirização e também pela amplitude do país em termos de fragmentação de medicina diagnóstica. Obrigada, Antônio.
Speaker #2: Então, não são conflitantes. A gente vê uma oportunidade de realmente expandir o nosso serviço de lab to lab para todo o Brasil. Hoje, a gente cobre 2.200 municípios, lembrando que o Brasil tem mais de 5 mil municípios.
Speaker #2: Então, tem oportunidade, sim, pela maior terceirização e também pela amplitude do país em termos de fragmentação de medicina diagnóstica. Obrigada, Antônio.
Speaker #4: Obrigado a você. Ficou muito claro. Parabéns, pessoal. Até a próxima.
Antônio Pedro Cardoso: Obrigado a você, ficou muito claro. Parabéns, pessoal. Até a próxima.
Speaker #2: Obrigada.
Jeane Tsutsui: Obrigada.
Speaker #1: A próxima pergunta do Safra. Thiago Marlon por favor.
Renato de Oliveira Braun: A próxima pergunta do Safra. Thiago Magro, por favor.
Speaker #5: Bom dia pessoal. Vocês conseguem me escutar?
Thiago Magro: Bom dia, pessoal, vocês conseguem me escutar?
Speaker #2: Oi Thiago. Bom dia. Conseguimos sim.
Jeane Tsutsui: Oi, Thiago, bom dia, conseguimos sim.
Speaker #5: Maravilha. Então obrigado por pegarem a minha pergunta aqui. Parabéns pelo resultado. Mais trimestre aqui de uma entrega bastante consistente. crescimento vindo bastante forte. Margem expandindo.
Thiago Magro: Maravilha. Obrigado por pegarem a minha pergunta. Parabéns pelo resultado. Mais um trimestre de uma entrega bastante consistente. Um crescimento vindo bastante forte, margem expandindo, geração de caixa. É justamente porque esse conjunto veio tão bom, que o ponto que a gente queria entender melhor é a dinâmica de despesas. A alavancagem operacional apareceu bem no custo, mas no SG&A, quando a gente tira o D&A da conta, tirando a depreciação e amortização, o movimento aqui foi um pouco diferente. O SG&A parece ter acelerado perto de 17% no contra ano e acelerou na comparação versus o Q1. Eu queria entender o que pode estar puxando essa linha, se tem algum componente mais pontual desse trimestre ou se é algum reforço de estrutura que pode ter vindo para ficar. Essa é a minha pergunta. Muito obrigado, pessoal, de novo, parabéns pelos resultados.
Speaker #5: Geração de caixa. E é justamente porque esse conjunto veio tão bom aqui que o ponto que a gente queria entender melhor é a dinâmica de despesas.
Speaker #5: A alavancagem operacional apareceu bem no custo aqui, mas no SG&A, quando a gente tira o D&A da conta, tirando a depreciação e amortização, o movimento aqui foi pouco diferente.
Speaker #5: O SG&A parece ter acelerado perto de 17% ano contra ano aqui. E acelerou na comparação versus o primeiro trimestre. Então eu queria entender o que pode estar puxando essa linha aqui.
Speaker #5: Se tem algum componente mais pontual desse trimestre ou se é algum reforço de estrutura que pode ter vindo para ficar. Então, essa é a minha pergunta aqui.
Speaker #5: Muito obrigado pessoal e de novo parabéns pelos resultados.
Speaker #3: Oi Thiago. Tudo bem? Em relação ao D&A se a gente for olhar ele tem no sequencial ele está constante. Obviamente que apesar da característica do D&A ser uma natureza pouco mais de despesa fixa o fato de você estar com crescimento alguma coisa também reflete ali de certa maneira.
José Antonio de Almeida Filippo: Oi, Thiago, tudo bem? Em relação ao G&A, se a gente for olhar, no sequencial, ele está constante. Obviamente que apesar da característica do G&A ser uma natureza um pouco mais de despesa fixa, o fato de você estar com crescimento, alguma coisa também reflete ali, de certa maneira. Tem um padrão aqui. A própria maturação de alguns investimentos que nós fizemos gera uma necessidade de você fazer a operação operacional disso. Isso acaba gerando processos, com a facilidade que foi criada com a rotina digital, mas você tem processos também que acabam sendo necessários pra você fazer a operação e gestão disso. Ele não tem uma tendência, não vemos nenhuma mudança de perfil. Eu acho que pode ter aqui alguma geografia específica, mas não é isso. No sequencial, ele tem se mantido.
Speaker #3: Então tem padrão aqui. A própria maturação de alguns investimentos que nós fizemos ele gera uma necessidade de você fazer a operação operacional disso. Isso acaba gerando processos com a facilidade que foi criada com a rotina digital mas você tem processos também que acabam sendo necessários.
Speaker #3: Para você fazer aí a operação e gestão disso aí. Então ele não tem uma tendência não vemos nenhuma mudança de perfil. Eu acho que pode ter aqui alguma geografia específica mas não é isso no sequencial ele tem se mantido e eu acredito que ele não seja não tenha nenhuma razão para a gente pensar que esse número seja muito diferente do que do padrão que ele tem de mais uma vez.
José Antonio de Almeida Filippo: Eu acredito que não tenha nenhuma razão pra gente pensar que esse número seja muito diferente do padrão que ele tem. Mais uma vez, embora seja com uma natureza fixa, ele acaba sendo influenciado pelo próprio volume, pelo próprio crescimento do negócio.
Speaker #3: Embora seja com uma natureza fixa ele acaba sendo influenciado pelo próprio volume pelo próprio crescimento do negócio.
Speaker #5: Perfeito Filippo. Super claro. Muito obrigado.
Thiago Magro: Perfeito, Filippo, super claro. Muito obrigado.
Speaker #1: A próxima pergunta é do Bank of America. Flávio Yoshida, por favor.
Renato de Oliveira Braun: A próxima pergunta do Bank of America, Flávio Yoshida, por favor.
Speaker #4: Olá, pessoal, bom dia. Vocês já comentaram, mas eu queria voltar aqui no tema do retrofit do Fleury. Acho que depois de muito tempo sem expansão do metro quadrado da marca Fleury, esse é o segundo tri consecutivo com expansão.
Flávio Yoshida: Olá, pessoal, bom dia. Eu queria voltar aqui no tema do retrofit de Fleury. Depois de muito tempo sem expansão do metro quadrado da marca Fleury, esse é o segundo Q consecutivo com expansão. Vocês comentaram do retrofit em Jundiaí, Campinas, também da nova Unidade Marco 100. Eu queria entender se vocês ainda enxergam outras oportunidades para crescer a área dentro das unidades já existentes. Dado que o credenciamento de novos PCs da marca sempre é um desafio, ou se foi algo mais pontual. O crescimento da receita por metro quadrado, a marca Fleury cresceu 5%. Eu queria entender um pouco o quanto, na verdade, isso tem ajudado o crescimento, se tem um ramp up dessa nova área para acontecer.
Speaker #4: Vocês comentaram aí do retrofit em Jundiaí Campinas também da nova unidade Marco 100. Mas eu queria entender se vocês ainda enxergam outras oportunidades para crescer a área dentro das unidades já existentes.
Speaker #4: Dado que o credenciamento de novos PSCs da marca sempre é um desafio, ou se foi algo mais pontual. Então, quando a gente vê assim o crescimento da receita por metro quadrado, a gente vê que a marca Fleury cresceu 5%.
Speaker #4: Então eu queria entender pouco assim o quanto na verdade isso tem ajudado o crescimento. Se tem ramp up aí dessa nova área para acontecer.
Speaker #4: Então só para entender pouco mais aí de oportunidades e de ramp up dessa nova área de Fleury. E aí minha segunda pergunta é com relação a M&A.
Flávio Yoshida: Só para entender um pouco mais de oportunidade e de ramp up dessa nova área de Fleury. A minha segunda pergunta é com relação a M&A. Vocês têm sido bem ativos em M&A nos últimos anos. Dado o cenário que a gente tem de juros ainda em patamares elevados, talvez cada vez mais difícil de achar ativos bons a serem comprados. Eu queria entender um pouco o cenário que vocês enxergam, como é que está a cabeça de vocês. Obrigado.
Speaker #4: Vocês têm sido bem ativos em M&A nos últimos anos. Dado o cenário aí que a gente tem de juros ainda em patamares elevados, talvez ativos cada vez mais difíceis de achar, ativos bons a serem comprados.
Speaker #4: Queria entender pouco aí o cenário que vocês enxergam como é que está a cabeça de vocês. Obrigado.
Speaker #2: Oi Flávio. Tudo bem? Obrigada pelas perguntas. Eu vou começar com o Marcos Fleury e depois o Filippo acrescenta aí a visão com relação a M&A.
Jeane Tsutsui: Oi, Flávio, tudo bem? Obrigada pelas perguntas. Eu vou começar com marca Fleury, depois o Filippo acrescenta a visão com relação a M&A. Marca Fleury, Flávio, a gente vem fazendo retrofit de unidades e esses retrofits são muito importantes. A gente tem um padrão de comunicação da marca Fleury, ao mesmo tempo que a gente sempre busca oportunidades. Mencionamos, por exemplo, a unidade do J.K., onde a gente liberou um andar inteiro, 17% de incremento de metro quadrado e o incremento mais significativo de receita. Mais recentemente, a gente fez Jundiaí, Campinas, onde também tivemos um incremento do metro quadrado e a Unidade Marco 100. Temos mais oportunidades e vamos continuar investindo no retrofit de marca Fleury em algumas outras unidades, Flávio. Tem um ramp up.
Speaker #2: Marcos Fleury Flávio sim a gente vem fazendo retrofit de unidades e esses retrofits eles são muito importantes a gente tem padrão de comunicação da marca Fleury ao mesmo tempo que a gente sempre busca oportunidades mencionamos por exemplo a unidade do JK onde a gente liberou andar inteiro 17% de incremento de metro quadrado e o incremento mais significativo de receita e mais recentemente a gente fez Jundiaí Campinas onde também tivemos aí incremento do metro quadrado e a unidade Marco 100.
Speaker #2: Temos mais oportunidades, sim, e vamos continuar investindo no retrofit da marca Fleury em algumas outras unidades, Flávio. E tem ramp-up. Como você mencionou, nós crescemos em 8,3% a metragem quadrada da marca Fleury no 2T26 versus 2T25, e 5% a receita desse metro quadrado.
Jeane Tsutsui: Como você mencionou, nós crescemos em 8.3% a metragem quadrada de marca Fleury 2T26 versus 2T25, e 5% a receita desse metro quadrado, porque algumas unidades ainda estão em ramp up. A própria unidade Campinas, que nós fizemos esse retrofit no começo do ano e está vindo super bem, e a Unidade Marco 100, que é uma unidade ampla, com portfólio completo de medicina diagnóstica, com novo centro, que está em fase de ramp up, porque nós inauguramos a Unidade Marco 100 agora em maio. A gente espera que haja um ramp up, assim como outras oportunidades para continuar fortalecendo a marca Fleury, que é uma marca extremamente relevante.
Speaker #2: Porque algumas unidades ainda estão em ramp up. A própria unidade Campinas que nós fizemos esse retrofit no começo do ano e está vindo super bem e a unidade Marco 100 que é uma unidade ampla com portfólio completo de medicina diagnóstica com novo centro que está em fase de ramp up porque nós inauguramos a unidade Marco 100 agora em maio.
Speaker #2: Então a gente espera que haja ramp up assim como outras oportunidades para continuar fortalecendo a marca Fleury que é uma marca extremamente relevante. outro aspecto Flávio além da metragem quadrada da disponibilização de serviços muitas vezes a gente traz exames de análises clínicas que podem ser coletados nas unidades mas também no atendimento móvel assim como ampliamos o portfólio do atendimento móvel com as inovações que nós temos em termos de análises clínicas uma equipe de P&D o tempo inteiro trazendo essas inovações.
Jeane Tsutsui: Um outro aspecto, Flávio, além da metragem quadrada, da disponibilização de serviços, muitas vezes a gente traz exames de análises clínicas, que podem ser coletados nas unidades, mas também no atendimento móvel, assim como ampliamos o portfólio do atendimento móvel com as inovações que nós temos em termos de análises clínicas, uma equipe de P&D o tempo inteiro trazendo essas inovações. Eu não preciso necessariamente aumentar o metro quadrado pra aumentar a oferta de serviços. A marca Fleury é referência realmente em termos de vanguarda de medicina diagnóstica. Por fim, a gente vem mantendo um Net Promoter Score bastante alto na marca Fleury, o nível de satisfação dos clientes, e eu não poderia deixar de mencionar a questão da excelência médica que nós temos.
Speaker #2: Então, eu não preciso necessariamente aumentar o metro quadrado para aumentar a oferta de serviços, e a marca Fleury é referência, realmente, em termos de vanguarda de medicina diagnóstica.
Speaker #2: E por fim a gente vem mantendo net promoter score bastante alto na marca Fleury o nível de satisfação dos clientes e eu não poderia deixar de mencionar a questão da excelência médica que nós temos.
Speaker #2: Os nossos médicos de marca Fleury discutem os casos eles têm posicionamento muito relevante e são referência em termos de resolução de casos complexos para toda a comunidade médica e isso é muito importante mencionar no ano que a gente comemora aí o centenário da marca Fleury.
Jeane Tsutsui: Os nossos médicos de marca Fleury discutem os casos, eles têm um posicionamento muito relevante e são referência em termos de resolução de casos complexos pra toda a comunidade médica. Isso é muito importante mencionar no ano que a gente comemora o centenário da marca Fleury. Passando agora pro Filippo.
Speaker #2: Passando agora para o Filippo.
Speaker #4: Flávio, em relação a M&A, você acompanha?
José Antonio de Almeida Filippo: Flávio, em relação à M&A, você acompanha o nosso caso, a gente tem um crescimento que sempre foi pautado de uma combinação de aspectos de crescimento orgânico com inorgânico. Obviamente que o orgânico é sempre maior, mas é uma característica que historicamente tem sido na construção da nossa evolução de receita. O mercado de medicina, especialmente de medicina diagnóstica, é muito fragmentado, o que nos dá chance da gente continuar observando e explorando isso. Nós temos uma área de M&A que é muito estruturada, que tem uma capacidade de originação. A gente estuda um número expressivo de ativos. Tem exatamente o funil que acaba gerando uma quantidade que vai se filtrando pra poder ter negociações e conversas. É assim que a gente continua. A gente olha aspectos estratégicos, que seriam ligados à geografia, ao perfil do ativo, que tipo de exame que tem aquele ativo.
Speaker #3: No nosso caso, a gente tem aí um crescimento que sempre foi pautado em uma combinação de aspectos de crescimento orgânico com inorgânico. Obviamente, o orgânico é sempre maior, mas é uma característica que historicamente tem sido presente na construção da nossa evolução de receita.
Speaker #3: O mercado de medicina especialmente de medicina diagnóstica é muito fragmentado o que nos dá chance da gente continuar observando e explorando isso. Nós temos uma área de M&A que é muito estruturada que tem uma capacidade de originação a gente estuda número expressivo de ativos e tem aí exatamente o funil que acaba gerando uma quantidade que vai se filtrando para poder ter negociações e conversas e é assim que a gente continua a gente olha aspectos.
Speaker #3: Aspectos estratégicos que seriam ligados aí a geografia ao perfil do ativo que tipo de cliente de exame que tem aquele ativo. Obviamente os aspectos econômico-financeiros isso é muito importante.
José Antonio de Almeida Filippo: Obviamente, os aspectos econômico-financeiros, isso é muito importante, está presente, e aspectos culturais, porque nós temos um programa de integração que faz parte de todo esse processo de M&A, de integração rápida e consistente pra gente poder capturar valor exatamente nos ganhos que isso proporciona. Essa dinâmica se mantém. Ultimamente, o hit rate está muito mais em medicina diagnóstica, que é a característica dos ativos. A gente tem conseguido fazer mais. Nos últimos anos, conseguimos fazer algumas operações e a gente vai continuar olhando. Acho que isso que é um pouco da dinâmica. Como sempre, com muita disciplina, atendendo os requisitos que eu mencionei, mas olhando essa possibilidade que nós temos uma estrutura de capital que também nos permite fazer esses avanços.
Speaker #3: Está presente e aspectos culturais porque nós temos programa de integração que faz parte desse todo esse processo de M&A de integração rápida. E consistente para a gente poder capturar valores exatamente nos ganhos que isso proporciona.
Speaker #3: Então, essa dinâmica se mantém. Ultimamente, o hit rate está muito mais em medicina diagnóstica, que é a característica dos ativos. A gente tem conseguido fazer mais.
Speaker #3: Nos últimos anos, conseguimos fazer algumas operações e a gente vai continuar olhando. Acho que esse é um pouco da dinâmica e, como sempre, com muita disciplina, atendendo aos requisitos que eu mencionei, mas olhando essa possibilidade de que nós temos uma estrutura de capital que também nos permite fazer esses avanços.
Speaker #3: A gente continua olhando e, se atendidos os critérios e podendo fazer o negócio, a gente vai continuar olhando essas possibilidades, mas é difícil a gente antecipar o que possa acontecer.
José Antonio de Almeida Filippo: A gente continua olhando e se atendidos os critérios e podendo fazer o negócio, a gente vai continuar olhando essas possibilidades, mas é difícil a gente antecipar o que pode acontecer. É só uma questão de realmente ter uma capacidade de continuar olhando isso e na medida da possibilidade, fazer as aquisições, normalmente pequenas aquisições, mas esse é o nosso perfil.
Speaker #3: É só uma questão de realmente ter uma capacidade de continuar olhando isso e, na medida da possibilidade, fazer as aquisições, normalmente pequenas aquisições, mas esse é o nosso perfil.
Speaker #4: Está ótimo. Obrigado pessoal.
Flávio Yoshida: Tá ótimo. Obrigado, pessoal.
Speaker #1: Senhoras e senhores encerramos neste momento a sessão de perguntas e respostas. Gostaria de passar a palavra à senhora Jeane Tsutsui para as considerações finais.
Operator 3: Senhoras e senhores, encerramos neste momento a sessão de perguntas e respostas. Gostaria de passar a palavra à senhora Jeane Tsutsui para as considerações finais.
Speaker #2: Muito obrigada por estarem conosco neste call. Reforço o nosso foco em oferecer serviços de medicina diagnóstica de qualidade em todo o país, com disciplina na gestão dos negócios, na alocação de capital e na geração de valor aos acionistas e demais stakeholders.
Jeane Tsutsui: Muito obrigada por estarem conosco neste call. Eu reforço o nosso foco em oferecer serviços de medicina diagnóstica de qualidade em todo o país, com disciplina na gestão dos negócios, na locação de capital e geração de valor aos acionistas e demais stakeholders. Estamos confiantes na execução da estratégia estabelecida em 2021, com pilares de crescimento, eficiência e diferenciação, fortalecendo cada vez mais o Grupo Fleury como um dos líderes no setor de saúde no Brasil. Agradeço a dedicação de todos os nossos colaboradores e médicos e a confiança dos nossos clientes, parceiros, conselho de administração e acionistas. Boa tarde, espero vocês para a próxima divulgação de resultados do Q3 2026. Um grande abraço.
Speaker #2: Estamos confiantes na execução da estratégia estabelecida em 2021 com pilares de crescimento eficiência e diferenciação. Fortalecendo cada vez mais o grupo Fleury como dos líderes no setor de saúde no Brasil.
Speaker #2: Agradeço a dedicação de todos os nossos colaboradores e médicos, e a confiança dos nossos clientes, parceiros, Conselho de Administração e acionistas. Boa tarde e espero vocês para a próxima divulgação de resultados do terceiro trimestre de 2026.
Speaker #2: grande abraço.
Speaker #1: A teleconferência do grupo Fleury está encerrada. Agradecemos a presença de todos e desejamos ótimo dia. Obrigado.
Operator 3: A teleconferência do Grupo Fleury está encerrada. Agradecemos a presença de todos e desejamos um ótimo dia. Obrigado.
Operator 1: Goodbye
