Q2 2026 Oceanpact Servicos Maritimos SA Earnings Call

Flávio Andrade: Tuca, a voz tá correta aí?

Speaker #1: Kuka voi stoppaa kohdeltani?

Haroldo Solberg: Tá boa.

Speaker #2: Tá boa.

Operator: Bom dia a todos, sejam bem-vindos à videoconferência da Oceanpact, durante a qual serão comentados os resultados do Q2 de 2026 da companhia. No momento, todos os participantes estão conectados apenas como ouvintes e mais tarde será aberta a sessão de perguntas e respostas, quando então serão dadas as instruções para participarem. Cabe lembrar que essa teleconferência está sendo gravada e a gravação estará disponível no website de RI da companhia, no endereço ri.oceanpact.com. A apresentação dos slides que será utilizada está também disponível no site de relações de investidores da companhia, assim como no site da CVM, cvm.gov.br. Antes de prosseguir, eu gostaria de esclarecer que eventuais declarações que possam ser feitas durante esta videoconferência, relativas às perspectivas dos negócios, constituem-se previsões baseadas nas atuais expectativas da administração. Essas expectativas estão sujeitas a mudanças em função das condições macroeconômicas, riscos de mercado e outros fatores.

Speaker #3: Bom dia a todos. Sejam bem-vindos à videoconferência da Oceanpact durante a qual serão comentados os resultados do 2o trimestre de 2026 da companhia. momento: todos os participantes estão conectados apenas como ouvintes, e mais tarde será aberta a sessão de perguntas e respostas, quando então serão dadas as instruções para participarem.

Speaker #3: Cabe lembrar que essa teleconferência está sendo gravada, e a gravação estará disponível no site do website de RI da companhia no endereço ri.oceanpact.com. A apresentação de slides que será utilizada está também disponível no site de Relações de Investidores da companhia, assim como no site da CVM.

Speaker #3: CVM.gov.br. Antes de prosseguir, eu gostaria de esclarecer que eventuais declarações que possam ser feitas durante esta videoconferência relativas às perspectivas dos negócios constituem-se previsões baseadas nas atuais expectativas da administração.

Speaker #3: Essas expectativas estão sujeitas a mudanças, em função das condições macroeconômicas, riscos de mercado e outros fatores. Conosco hoje estão os senhores Flávio Andrade, diretor-presidente, CEO; Haroldo Solberg, diretor-vice-presidente e diretor-geral do segmento de embarcações; Adriano Ranieri, diretor-geral do segmento de serviços; e Eduardo de Toledo, diretor financeiro e de Relações com Investidores.

Operator: Conosco hoje estão os senhores Flávio Andrade, Diretor-Presidente e CEO, Haroldo Solberg, Diretor Vice-Presidente e Diretor-Geral do Segmento de Embarcações, Adriano Ranieri, Diretor-Geral do Segmento de Serviços e Eduardo de Toledo, Diretor Financeiro e de Relações com Investidores. Inicialmente, os executivos farão comentários sobre o desempenho da Oceanpact no trimestre e no H1 do ano. Em seguida, estarão disponíveis pra responder as questões que eventualmente sejam formuladas. Eu passo então agora a palavra para o Flávio. Por favor, Flávio, pode seguir.

Speaker #3: Inicialmente, os executivos farão comentários sobre o desempenho da Oceanpact no trimestre e nos 6 primeiros meses do ano, e em seguida estarão disponíveis para responder às questões que eventualmente sejam formuladas.

Speaker #3: Eu passo então agora a palavra para o Flávio, por favor. Flávio, pode seguir.

Speaker #2: Obrigado, Doris. Bom dia a todos. É prazer estar aqui mais uma vez comentando com o mercado nossos resultados. Do 2o trimestre de 2026 agora, e a gente não pode começar sem mencionar acontecimentos de depois do fim do 2o trimestre, que foram a aprovação da superintendência geral do CAD para a operação de combinação de negócios da Oceanpact com a CBO.

Flávio Andrade: Obrigado, Doris. Bom dia a todos. É um prazer estar aqui mais uma vez comentando com o mercado nossos resultados do Q2 2026 agora. A gente não pode começar sem mencionar acontecimentos de depois do fim do Q2, que foram a aprovação da Superintendência-Geral do CADE para operação de combinação de negócios da Oceanpact com a CBO. 27 July, a gente teve essa aprovação sem restrições, abrindo um prazo de 15 dias para manifestação de terceiros ou avocação pelo Tribunal do CADE. A gente está muito empolgado nessa reta final da aprovação completa e caminho para o closing. Tivemos também, agora no final de July, a gente divulgou ao mercado a informação da aquisição do estaleiro DOC Brasil. Um estaleiro aqui do Rio, na verdade, São Gonçalo. Um estaleiro onde a gente já costuma docar de vez em quando nossas embarcações, a CBO também.

Speaker #2: Então, dia 27 de julho, a gente teve essa aprovação sem restrições, abrindo então prazo de 15 dias para manifestação de terceiros ou a vocação pelo terminal do Tribunal do CAD.

Speaker #2: Então, a gente está muito empolgado aí nessa reta final da aprovação completa e caminho para o closing aí. Tivemos também, agora no final de julho, a gente divulgou a mercado a informação da aquisição dos estaleiros Dock Brasil.

Speaker #2: Estaleiro aqui do Rio, na verdade, São Gonçalo, estaleiro onde a gente já costuma docar de vez em quando nossas embarcações, a CBO também. E essa aquisição vai permitir para a gente maior controle para conseguir ter obras mais rápidas, mais seguras, conseguindo assim aumento na nossa utilização da frota, no fim das contas, na nossa taxa de utilização.

Flávio Andrade: Essa aquisição vai permitir para a gente um maior controle para conseguir ter obras mais rápidas, mais seguras, conseguindo assim um aumento na nossa utilização da frota, no fim das contas, na nossa taxa de utilização. Vamos passar para os resultados do trimestre aí no próximo slide, por favor. Bom, a gente teve um aumento na diária líquida média para BRL 225 thousand por dia, um crescimento de 27% em relação ao mesmo quarter do ano passado. A receita líquida de BRL 736 million, um crescimento de 45%, o EBITDA ajustado de BRL 256 million, com crescimento de 84%, e um lucro líquido de BRL 56 million. Eu vou passar a palavra para o Haroldo, que vai comentar os resultados do Vessels segment.

Speaker #2: Mas vamos passar então para os resultados do trimestre. No próximo slide, por favor. Bom, a gente teve então aumento aí na diária líquida média para 225 mil reais por dia, crescimento de 27% em relação ao mesmo trimestre do ano passado.

Speaker #2: A receita líquida de 736 milhões, aí crescimento de 45%. O EBITDA ajustado de 256 milhões, com crescimento de 84%. E lucro líquido de 56 milhões.

Speaker #2: Eu vou passar, então, a palavra para o Haroldo, que vai comentar, então, os resultados do segmento de embarcações.

Speaker #1: Obrigado, Flávio. Bom dia a todos. Vou falar sobre os principais destaques operacionais do 2o trimestre de 2026 para o segmento de embarcações. Começando pelo mapa de taxa de ocupação de 2026, nós fechamos o 2o trimestre com 76%, uma evolução importante em relação ao 1o trimestre e estamos prevendo também o crescimento ainda maior até o fim do ano, com a conclusão das mobilizações contratuais.

Haroldo Solberg: Obrigado, Flávio. Bom dia a todos. Vou falar sobre os principais destaques operacionais do Q2 2026, do Vessels segment. Começando pelo mapa de taxa de ocupação de 2026, nós fechamos o Q2 com 76%, uma evolução importante em relação ao Q1, estamos prevendo também um crescimento ainda maior até o fim do ano, com a conclusão das mobilizações contratuais. Voltando ao Q2, tivemos como principais acontecimentos do período, em laranja no mapa, tivemos 3 embarcações em mobilização para novos contratos, o Meros, Timbebas e Rochedo de São Paulo. Em rosa, tivemos 4 embarcações em manutenção ao longo do quarter, o Parcel das Feiticeiras, Badejo, Macaé e Ilha de Santana. Em azul, tivemos 4 embarcações em docagem, o Fernando de Noronha, Dimobray, Macaé e Rochedo de São Pedro. Em amarelo, a Ilha de Tinharé e a Ilha das Flechas ficaram sem contrato.

Speaker #1: Voltando ao 2o trimestre, tivemos como principais acontecimentos do período, em laranja no mapa, tivemos 3 embarcações em mobilização para novos contratos, o Merus, Tibebas e Rochedo de São Paulo.

Speaker #1: Em rosa, tivemos 4 embarcações em manutenção ao longo do trimestre, o Parcel das Feiticeiras, Badejo, Macaé e Santana. Já em azul, tivemos 4 embarcações em docagem, o Fernando de Noronha, de Mobraia, Macaé e Rochedo de São Pedro.

Speaker #1: E em amarelo, o Ilha de Tinharé e o Ilha das Flechas ficaram sem contrato. Cabe destacar que tomamos a decisão de vender essas 2 embarcações: o Tinharé e o Flechas, e as negociações estão bem encaminhadas, por isso vemos no mapa que as 2 estão em branco, a partir de julho.

Haroldo Solberg: Cabe destacar que tomamos a decisão de vender essas 2 embarcações, a Tinharé e a Flechas, as negociações estão bem encaminhadas, por isso vemos no mapa que as 2 estão em branco a partir de July. Para o ano de 2026, a nossa projeção é de fecharmos a taxa de ocupação em 78%. Próximo. Entrando agora no detalhamento da taxa de ocupação de 76% do Q2, podemos ver no gráfico à esquerda que o impacto dos dias sem contrato foi de 6 pontos percentuais, as mobilizações representam 7 pontos percentuais, as docagens 4 pontos percentuais. O downtime operacional ficou em 7 pontos percentuais, devido às paradas para manutenção realizadas no período que eu já mencionei anteriormente.

Speaker #1: Para o ano de 2026, a nossa projeção é de fecharmos a taxa de ocupação em 78%. Próximo. Entrando agora no detalhamento da taxa de ocupação de 76% do 2o trimestre, podemos ver no gráfico à esquerda que o impacto dos dias sem contrato foi de 6 pontos percentuais, as mobilizações representam 7 pontos percentuais, as docagens 4 pontos percentuais.

Speaker #1: Já o downtime operacional ficou em 7 pontos percentuais devido às paradas para manutenção realizadas no período, que eu já mencionei anteriormente. No gráfico à direita, podemos observar uma redução do número de dias ocupados em relação ao 2o trimestre de 2025, passando de 1.763 dias para 1.600 dias.

Haroldo Solberg: No gráfico à direita, podemos observar uma redução do número de dias ocupados em relação ao Q2 2025, passando de 1,763 dias para 1,600 dias, em virtude do maior volume de mobilizações contratuais e de dias sem contrato no Q2 deste ano. Quanto à diária líquida média, ela cresceu de BRL 177 mil no Q2 2025 para BRL 225 mil no Q2 2026, um aumento de 27%, devido principalmente aos novos contratos de longa duração com a Petrobras, como o HTS Ilha do Mosqueiro, que iniciou em 2025, os RSV Parcel dos Reis, Parcel do Bandolim, Parcel das Paredes e Parcel das Timbebas, que iniciaram neste ano de 2026, e do HTS Rochedo de São Paulo, que também começou em 2026. Next.

Speaker #1: Em virtude do maior volume de mobilizações contratuais e de dias sem contrato no 2o trimestre desse ano. Quanto à diária líquida média, ela cresceu de 177 mil reais no 2o tri de 2025 para 225 mil reais no 2o trimestre de 2026, aumento de 27%, devido principalmente aos novos contratos de longa duração com a Petrobras, como o ATS Veiga do Mosqueiro, que iniciou em 2025.

Speaker #1: Os RSVs Parcel do Reis, Mandolim e Paredes e Tibebas, que iniciaram nesse ano de 2026, e do HTS Rochedo de São Paulo, que também começou em 2026.

Speaker #1: Próximo. Passando agora para os resultados do segmento de embarcações, vale destacar em primeiro lugar que fizemos uma nova parceria para a operação de uma embarcação estrangeira aqui no Brasil, que resultou em uma receita líquida de R$ 38 milhões neste 2º trimestre de 2026.

Haroldo Solberg: Passando agora para os resultados do Vessels Segment, vale destacar, em primeiro lugar, que fizemos uma nova parceria para a operação de uma embarcação estrangeira aqui no Brasil, que resultou em uma receita líquida de BRL 38 million neste Q2 2026. Olhando para o gráfico à esquerda, podemos ver que a receita líquida, excluindo essa parceria, foi de BRL 361 million, um aumento de 15% em relação ao mesmo período de 2025, em função do aumento das diárias, conforme eu mencionei no slide anterior. No gráfico à direita, vemos que o EBITDA do trimestre sai de BRL 82 million para BRL 151 million e a margem EBITDA do período passou de 26% para 42%. Passo a palavra agora para o Adriano Ranieri, Diretor-Geral do Segmento de Serviços.

Speaker #1: Olhando para o gráfico à esquerda, podemos ver que a receita líquida excluindo essa parceria foi de 361 milhões, aumento de 15% em relação ao mesmo período de 2025, em função do aumento das diárias conforme eu mencionei no slide anterior.

Speaker #1: E no gráfico à direita, vemos que o EBITDA do trimestre sai de 82 milhões para 151 milhões, e a margem EBITDA do período passou de 26% para 42%.

Speaker #1: Passo a palavra agora para o Adriano Ranieri, diretor do segmento de Serviços.

Speaker #3: Obrigado, Haroldo. Bom dia a todos. Vou apresentar agora os números do 2º trimestre de 2026 do segmento de serviço. Começando pela unidade de subsídio Alciense, que atingiu a receita de R$ 301 milhões.

Adriano Ranieri: Obrigado, Haroldo. Bom dia a todos. Vou apresentar agora os números do Q2 2026 do Segmento de Serviços. Começando aí pela unidade de Subsea e Geociência, que atingiu a receita de BRL 301 million, mais do que dobrando em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Os destaques em Subsea para esse crescimento foram a receita de mobilização do projeto de descomissionamento da Trident, as receitas do descomissionamento da boia de Congo, já finalizados, e uma maior produtividade no nosso serviço de inspeção de amarras. Já em Geociência, os nossos destaques foram o projeto de levantamento geofísico em águas profundas para a Petrobras Colombia e a maior produtividade no nosso programa de monitoramento ambiental para a Petrobras no Brasil, visto que a gente trabalhou com 2 embarcações neste trimestre.

Speaker #3: Mais do que dobrando, em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Os destaques em subsídio para esse crescimento foram a receita de mobilização do projeto de descomissionamento da Trident, as receitas do descomissionamento da boia de Congo, já finalizados, e uma maior produtividade no nosso serviço de inspeção de amarras.

Speaker #3: Já em Geociência, os nossos destaques foram o projeto de levantamento geofísico em águas profundas para a Petrobras Colômbia, e a maior produtividade no nosso programa de monitoramento ambiental para a Petrobras no Brasil, visto que a gente trabalhou com 2 embarcações nesse trimestre.

Speaker #3: A unidade de Oil Spill Response, que teve receita de 51 milhões de reais, aumento de 38% em relação ao mesmo trimestre do ano passado.

Adriano Ranieri: A unidade de Oil Spill Response teve receita de BRL 51 million, um aumento de 38% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. Esse crescimento veio tanto da nossa área de offshore, com os novos contratos de equipamentos de aluguel especializado para resposta à emergência, como da nossa área portuária, com novos contratos e um acionamento para atendimento de emergência. Já nossa área de consultoria, logística e demais áreas, a gente atingiu a receita de BRL 46 million, um crescimento de 32% em relação ao Q2 2025. Esse crescimento foi puxado pela nossa unidade de logística e por novos contratos na OceanPact Tech, aquela é a nossa startup de desenvolvimento de veículos autônomos e não tripulados. Please proceed. Well, o Segmento de Serviços obteve receita consolidada de BRL 396 million, um crescimento de 88% em relação ao Q2 2025.

Speaker #3: Esse crescimento veio tanto da nossa área de offshore, com os novos contratos de equipamentos de aluguel especializado para resposta a emergências, como da nossa área portuária, com novos contratos e acionamento para atendimento de emergência.

Speaker #3: Já a nossa área de consultoria, logística e demais áreas, a gente atingiu a receita de 46 milhões de reais, crescimento de 32% em relação ao 2T de 2025.

Speaker #3: Esse crescimento foi puxado pela nossa unidade de logística, e por novos contratos na Oceanpact Tech, aquela é a nossa startup de desenvolvimento de veículos autônomos e não tripulados.

Speaker #3: Pode passar, por favor. Bom, o segmento de serviços obteve receita consolidada de 396 milhões de reais, crescimento de 88% em relação ao 2T de 2025.

Speaker #3: Atingiu EBITDA de R$105 milhões, crescimento de 84%, com margem de 26%. Reforço que esse nível de margem ocorre devido aos projetos de descomissionamento e de Geociência, uma vez que estes possuem custos com embarcação.

Adriano Ranieri: Atingiu um EBITDA de BRL 105 million, crescimento de 84%, com margem de 26%. Reforço que esse nível de margem ocorre devido aos projetos de descomissionamento e da Geociência, uma vez que estes possuem custos com embarcação. Obrigado. Passo agora a palavra pro Edu.

Speaker #3: Obrigado. Passo agora a palavra para o Edu.

Speaker #2: Obrigado, Adriano. Bom dia a todos. Prazer estar com vocês aqui novamente, para comentar os resultados do 2o trimestre de 2026. Começando pelos nossos números consolidados, receita líquida atingiu 736 milhões de reais no trimestre, crescimento em bases comparáveis de 38% em relação ao mesmo trimestre anterior.

Eduardo de Toledo: Obrigado, Adriano. Bom dia a todos. Prazer estar com vocês aqui novamente pra comentar os resultados do Q2 de 2026. Começando pelos nossos números consolidados. Receita líquida atingiu BRL 736 million no trimestre, um crescimento em bases comparáveis de 38% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Em relação ao nosso EBITDA, ele foi de BRL 256 million no trimestre, um crescimento de 84% em relação ao mesmo período do ano anterior, e a nossa margem EBITDA evoluiu de 27% pra 37%. Próximo, por favor.

Speaker #2: Em relação ao nosso EBITDA, ele foi de 256 milhões de reais no trimestre, crescimento de 84% em relação ao mesmo período anterior. E a nossa margem EBITDA, evoluiu de 27% para 37%.

Speaker #2: Próximo, por favor. Falando agora dos nossos custos, eles foram de 414 milhões no 2o trimestre de 2026, uma evolução em bases comparáveis de 21% em relação ao mesmo trimestre do ano passado.

Eduardo de Toledo: Falando agora dos nossos custos, eles foram de BRL 414 million no Q2 2026, uma evolução em bases comparáveis de 21% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. Em relação ao nosso G&A, ele foi de BRL 66 million no trimestre e dessa forma representou 9% da receita consolidada. O nosso CapEx atingiu BRL 198 million no trimestre, sendo que BRL 116 million desses BRL 198 se referem a mobilizações contratuais e a crescimento da companhia. Próximo, por favor. Falando agora da nossa posição financeira, nós terminamos o trimestre com caixa de BRL 364 million e uma dívida líquida de BRL 1.459 billion. Esse maior consumo de caixa no trimestre se deve, principalmente, à elevação da receita. Ao elevar a receita, você tem obviamente uma contas a receber maior. Se deve também ao pré-pagamento da B35.

Speaker #2: Em relação ao nosso G&A, ele foi de 66 milhões de reais no trimestre, e dessa forma representou 9% da receita consolidada. O nosso CAPEX atingiu 198 milhões de reais no trimestre, sendo que 116 milhões desses 198 se referem a mobilizações contratuais e a crescimento da companhia.

Speaker #2: Próximo, por favor. Falando agora da nossa posição financeira, nós terminamos o trimestre com caixa de R$ 364 milhões e uma dívida líquida de R$ 1.459 milhões.

Speaker #2: Esse maior consumo de caixa no trimestre se deve principalmente à elevação da receita. Então, ao elevar a receita, você tem aí, obviamente, contas a receber maior.

Speaker #2: Isso se deve também ao pré-pagamento da Debênture 5. Nós decidimos pré-pagar a Debênture 5 e fizemos uma captação inferior a esse pré-pagamento. E, por fim, temos a questão dos impostos.

Eduardo de Toledo: Nós decidimos pré-pagar a B35 e fizemos uma captação inferior a esse pré-pagamento. Por fim, temos a questão dos impostos. Nós temos a questão da entrega da ECF e a gente só pode usar os impostos retidos pra outros impostos federais após a entrega da ECF, que se deu agora em julho. A partir do Q3, a gente consegue consumir de uma forma mais importante esses impostos retidos pelos nossos clientes. Por fim, falando da relação de Dívida/EBITDA, que é o nosso principal covenant, ele atingiu 1.91 no trimestre, o que nos dá uma boa margem de segurança em relação aos nossos limites. Esses eram os pontos que eu queria destacar. Devolvo a palavra agora pro Flávio.

Speaker #2: Nós temos a questão da entrega da ISF, e a gente só pode usar os impostos retidos para outros impostos federais após a entrega da ISF, que se deu agora em julho.

Speaker #2: Então, a partir do 3T, a gente consegue consumir de uma forma mais importante esses impostos retidos pelos nossos clientes. Por fim, falando da relação dívida líquida e EBITDA, que é o nosso principal covenant, ele atingiu 1,91 no trimestre, o que nos dá uma boa margem de segurança em relação aos nossos limites.

Speaker #2: Esses eram os pontos que eu queria destacar. Devolvo a palavra agora para o Flávio.

Flávio Andrade: Obrigado, Eduardo. Comentando aqui o backlog, ele ficou mais ou menos estável. Teve o consumo natural com a execução dos contratos e tivemos a adição desse contrato importante de pull out, que sozinho é cerca de BRL 450 million, mais alguns outros contratos de embarcações e serviços, totalizando essa soma de BRL 550 million no nosso backlog. Vamos no próximo, por favor. Aqui nessa parte que a gente comenta destaques da sustentabilidade e da inovação, a gente publicou pela quarta vez consecutiva o nosso relatório de sustentabilidade, sendo que dessa vez, além dos impactos que a nossa atividade gera, que a gente sempre demonstra, a gente também está apresentando como as mudanças no contexto global e os diferentes cenários podem criar riscos e oportunidades pro nosso negócio.

Speaker #1: Obrigado, Eduardo. Bom, comentando aqui o backlog, ele ficou mais ou menos estável, teve o consumo natural com a execução dos contratos, e tivemos aí a adição desse contrato importante de pull-out, que sozinho é cerca de R$ 450 milhões, mais alguns outros contratos de embarcações e serviços, totalizando essa soma aí de R$ 550 milhões no nosso backlog.

Speaker #1: Vamos no próximo, por favor. Bom, aqui nessa parte que a gente comenta aí destaques da sustentabilidade e da inovação, a gente publicou pela quarta vez consecutiva aqui o nosso relatório de sustentabilidade, sendo que dessa vez, além dos impactos que a nossa atividade gera, que a gente sempre demonstra, a gente também está apresentando como as mudanças no contexto global e os diferentes cenários podem criar riscos e oportunidades para o nosso negócio.

Speaker #1: É a chamada no jargão do setor técnico aí a dupla materialidade, que é nome pouco difícil de entender, mas basicamente é isso, deveria ser assim, materialidade de mão dupla, então a gente olha o que a gente está causando e olha os riscos e oportunidades que o ambiente traz para dentro da gente, e isso está apresentado nas normas, nos padrões que a gente tem esse relatório com a seguração independente.

Flávio Andrade: É a chamada, no jargão do setor técnico, a dupla materialidade, que é um nome um pouco difícil de entender, mas basicamente é isso. Deveria ser assim, materialidade de mão dupla. Então a gente olha o que a gente está causando e olha os riscos e oportunidades que o ambiente traz pra dentro da gente. E isso está apresentado nas normas, nos padrões que a gente tem esse relatório com a asseguração independente. Aqui na propulsão assistida que eu estou mostrando essa imagem, é uma vela que ajuda a economizar combustível. É a primeira vez que a gente usa isso num supply boat, no caso, um oil recovery. Essas velas, vocês já devem estar acostumados a ver em navios grandes. A Vale usa nos navios dela, uma parecida com essa.

Speaker #1: Bom, aqui na propulsão assistida que eu estou mostrando essa imagem aí, é uma vela que ajuda a economizar combustível. É a primeira vez que a gente usa isso num supply boat, no caso, oil recovery.

Speaker #1: Essas velas vocês já devem estar acostumados a ver em navios grandes, a Vale usa nos navios dela uma parecida com essa, essa a gente desenvolveu em parceria com fornecedor estrangeiro, adaptou para esse uso num supply boat, e tivemos sucesso muito grande nos testes, mostrando uma economia média de 10% no consumo de combustível.

Flávio Andrade: Essa a gente desenvolveu em parceria com um fornecedor estrangeiro, adaptou pra esse uso num supply boat e tivemos um sucesso muito grande nos testes, mostrando uma economia média de 10% no consumo de combustível. Isso é bastante. No pico, em algumas situações, pode ir a 30% e 40% em situações muito específicas, mas no período de 1 mês a gente consegue uma economia de cerca de 10%. O outro projeto que a gente menciona é mais um projeto de previsão oceânica de eventos extremos, agora a gente fazendo isso num cubo tridimensional, entendendo correntes, atmosfera e essa intercessão toda. É outro projeto com a chamada verba de pesquisa, desenvolvimento e inovação pelas regras dos contratos de concessão da ANP. As petroleiras têm que investir isso aqui no Brasil e a gente é parceiro de diversas nesses projetos. Esse projeto é com a Karoon. Vamos no próximo, por favor.

Speaker #1: Isso é bastante. No pico, em algumas situações, pode ir a 30%, 40% em situações muito específicas, mas no período de mês a gente consegue uma economia de cerca de 10%.

Speaker #1: O outro projeto que a gente menciona é mais projeto de previsão oceânica de eventos extremos, agora a gente fazendo isso num cubo tridimensional, entendendo, correntes, atmosfera e essa interseção toda.

Speaker #1: É outro projeto com a chamada verba de pesquisa e desenvolvimento e inovação pelas regras dos contratos de concessão da ANP, as petroleiras têm que investir isso aqui no Brasil, e a gente é parceiro de diversas nesses projetos.

Speaker #1: Esse projeto é com a Carum. Vamos no próximo, por favor. Bom, comentando essa aquisição que eu mencionei lá no início da DOK Brasil, a gente tem aqui uma imagem do dique flutuante que a DOK Brasil tem, o que ele é.

Flávio Andrade: Comentando essa aquisição que eu mencionei lá no início, da DOC Brasil, a gente tem aqui uma imagem do dique flutuante que a DOC Brasil tem. O que ele é? Ele é como se fosse uma embarcação que afunda, o nosso navio entra, ela boia de novo, o navio fica no seco pra poder receber o serviço de maneira idêntica a que ele receberia num dique seco normal cavado na terra. Ele é mais flexível porque ele também pode fazer operações de load out pra terra, ou seja, servir como um elevador de navio. Você levanta o navio, escorrega ele pra espaços em terra. Então a gente tem nesse estaleiro três vagas pra ele Para estacionar navios em terra, para fazer as obras em terra com mais calma, mais a vaga dentro do dique e três vagas flutuando de atracação no cais.

Speaker #1: Ele é como se fosse uma embarcação que afunda o nosso navio, entra, ela boia de novo, o navio fica no seco, para poder receber os serviços de maneira idêntica à que ele receberia num dique seco normal cavado na terra.

Speaker #1: Ele é mais flexível porque ele também pode fazer operações de loadout para a terra, ou seja, servir como elevador de navio. Você levanta o navio, escorrega ele para espaços em terra.

Speaker #1: Então, a gente tem, nesse estaleiro, três vagas para ele estacionar navios em terra, para fazer as obras em terra com mais calma, mais a vaga dentro do dique, e três vagas flutuando de atracação no cais.

Speaker #1: Então foi uma oportunidade mais que a gente acha muito importante para a gente conseguir ter o controle sobre o nosso comando de obras mais rápidas, mais bem feitas, entregando no fim das contas uma maior taxa de utilização para a nossa frota.

Flávio Andrade: Foi uma oportunidade, mas que a gente acha muito importante para a gente conseguir ter o controle sob o nosso comando, de obras mais rápidas, mais bem feitas, entregando, no fim das contas, uma maior taxa de utilização para a nossa frota. É isso. Vamos no próximo, por favor. Menciona alguns destaques. Não vou entrar no detalhe disso. Acho que uma coisa importante é que essa nova unidade nossa vai ser tocada pelo fundador dela mesmo. Carlos Boecke, engenheiro naval, foi quem idealizou isso, vai continuar tocando essa operação para a gente e a gente vai continuar atendendo terceiros. Não é uma estrutura fechada nossa para garantir uma ocupação ótima do estaleiro, ainda mais com as melhorias que a gente vai trazer de qualidade, a gente vai manter a operação também para terceiros. Vamos no próximo, por favor.

Speaker #1: Mas é isso, vamos ao próximo, por favor. E aí menciono alguns destaques. Não vou entrar no detalhe disso. Acho que uma coisa importante é que essa nova unidade nossa vai ser tocada pelo fundador dela mesmo, o Carlos Boecchi, engenheiro naval, que foi quem idealizou isso. Ele vai continuar tocando essa operação para a gente, e a gente vai continuar atendendo terceiros.

Speaker #1: A gente não é uma estrutura fechada nossa, para garantir uma ocupação ótima do estaleiro, ainda mais com as melhorias que a gente vai trazer de qualidade e tudo, a gente vai ter esse vai manter a operação também para terceiros.

Speaker #1: Vamos no próximo, por favor. Bom, eu acho que nessas considerações finais, a gente tem que a coisa mais importante que acontece na companhia é a combinação de negócios com a CBO, eu acho que a gente já falou até no passado, a assembleia geral dos debenturistas aprovou em maio essa mudança na alavancagem de 2,5 para 3 vezes, tive da liquidebit até dezembro de 27, caindo para 2,75 depois disso, aprovou também a alavancagem que permite a distribuição de dividendos além do mínimo estatutário, então isso subiu de 2 vezes dívida liquidebit para 2,5, ou seja, estando abaixo de 2,5 a gente pode distribuir 100% do lucro como dividendo, se a gente assim entender, quiser.

Flávio Andrade: Bom, eu acho que nessas considerações finais, a coisa mais importante que acontece na companhia é a combinação de negócios com a CBO. Eu acho que a gente já falou até no passado. A Assembleia Geral dos Debenturistas aprovou em maio essa mudança na alavancagem de 2.5 para three times dívida líquida/EBITDA até December 2027, caindo para 2.75 depois disso. Aprovou também a alavancagem que permite a distribuição de dividendos além do mínimo estatutário. Isso subiu de two times dívida líquida/EBITDA para 2.5, ou seja, estando abaixo de 2.5, a gente pode distribuir 100% do lucro como dividendo, se a gente assim entender e quiser. Como eu já mencionei, a Superintendência-Geral do CADE aprovou em 27 July, a gente está nesse período aguardando manifestação de terceiros ou a vocação pelo tribunal do caso.

Speaker #1: Como eu já mencionei, a superintendência geral do CAD aprovou em 27 de julho, a gente está nesse período aguardando manifestação de terceiros ou a vocação pelo tribunal do caso, esse prazo se encerra, acho que dia 12 de agosto, depende da contagem aí, dia 11 ou 12, e é isso, estamos aqui prontos para as perguntas.

Flávio Andrade: Esse prazo se encerra, acho que 12 August, depende da contagem, 11 or 12. É isso. Estamos aqui prontos para as perguntas. Muito obrigado.

Speaker #1: Muito obrigado.

Speaker #2: Vamos iniciar então agora a sessão de perguntas e respostas. Para fazer uma pergunta, utilize o botão do Q&A do aplicativo, clicando no ícone localizado na parte inferior da sua tela.

Operator: Vamos iniciar agora a sessão de perguntas e respostas? Para fazer uma pergunta, utilize o botão do Q&A do aplicativo, clicando no ícone localizado na parte inferior da sua tela. Caso queira participar por áudio, apenas escreva nesse campo do Q&A que gostaria de fazer uma pergunta e o seu microfone será aberto posteriormente, quando o seu nome for anunciado. A pergunta pode também ser enviada por escrito, sendo digitada diretamente nesse campo de Q&A. Primeira pergunta vai ser de Monique Greco, da Itaú BBA, para ser feita por voz.

Speaker #2: Caso queira participar por áudio, apenas escreva nesse campo do Q&A que gostaria de fazer uma pergunta. E o seu microfone será aberto posteriormente quando o seu nome for anunciado.

Speaker #2: A pergunta pode também ser enviada por escrito. Sendo digitada diretamente nesse campo de Q&A, Q&A. Primeira pergunta vai ser de Monique Greco, do Itaú BBA, vai ser feita por voz.

Speaker #3: Oi, pessoal, bom dia. Obrigada pela oportunidade de fazer perguntas. Eu vou fazer duas aqui. Primeiro, eu queria tocar nesse ponto da venda das duas embarcações, Ilha de Tinharé e Ilha das Flechas, se vocês puderem comentar pouco a motivação da venda, prazo, expectativas aqui eventualmente de magnitude de valores.

Monique Greco: Oi, pessoal, bom dia. Obrigada pela oportunidade de fazer perguntas. Eu vou fazer duas aqui. Primeiro, eu queria tocar nesse ponto da venda das duas embarcações, Ilha de Tinharé e Ilha das Flechas. Se vocês puderem comentar um pouco a motivação da venda, prazo, expectativas, eventualmente de magnitude de valores. A segunda pergunta é: que tipo de demanda vocês acham que pode vir dos projetos da Petrobras que estão tendo FID recentemente e também dos que estão na rua? Os SEAP 1 e 2, Búzios 12, Revit Albacora. Se a gente puder colocar aqui numa linha do tempo que pode ter de bid adicional vindo de Petrobras por conta desses novos projetos. Obrigada.

Speaker #3: E a segunda pergunta é: que tipo de demanda vocês acham que pode vir dos projetos da Petrobras que estão tendo FID recentemente? E também dos que estão na rua, os CEAPs 1 e 2, Búzios 12, Revite Albacora, se a gente puder colocar aqui numa linha do tempo o que pode ter de bid adicional vindo de Petrobras por conta desses novos projetos.

Speaker #3: Obrigada.

Speaker #1: Obrigado, Monique. Bom, comentando aqui a decisão da venda dessas embarcações menores, eu acho que isso já faz parte da nossa estratégia antiga. A gente busca embarcações de oportunidade, embarcações que a gente acha que vão ter bastante trabalho para frente, que valham a pena para a gente.

Flávio Andrade: Obrigado, Monique. Comentando aqui a decisão da venda dessas embarcações menores, eu acho que isso já faz parte da nossa estratégia antiga. A gente busca embarcações de oportunidade, embarcações que a gente acha que vão ter bastante trabalho para frente, que valham a pena para a gente. Nesse caso, a gente está vendendo duas das menores embarcações que a gente tem. A gente não está 100%, eu acho que sacramentado, não sei se a gente pode mencionar valores. Não é uma venda pelo valor, não é que ofereceram um valor muito grande para a gente e a gente resolveu vender. Não é esse caso. Poderia ser, mas não é.

Speaker #1: Nesse caso, a gente está vendendo duas das menores embarcações que a gente tem. A gente não está 100%, eu acho, sacramentado. Não sei se a gente pode mencionar valores. São embarcações que não têm... não é uma venda pelo valor, não é que ofereceram um valor muito grande para a gente e a gente resolveu vender, não é esse caso.

Speaker #1: Poderia ser, mas não é. Esse é o caso que a gente acha que quer focar em embarcações maiores e ainda mais agora com a combinação de negócios com a CBO, a gente acha que tem mais a ganhar com embarcações maiores porque toda embarcação, independente do tamanho dela, a cada dois anos e meio e a cada cinco anos, ela tem aquelas docagens intermediárias ou especiais onde existe investimento importante.

Flávio Andrade: Esse é o caso que a gente acha que é focado em embarcações maiores, ainda mais agora com a combinação de negócios com a CBO, a gente acha que tem mais a ganhar com embarcações maiores, porque toda embarcação, independente do tamanho dela, a cada dois anos e meio e a cada cinco anos, ela tem aquelas docagens intermediárias ou especiais, onde existe um investimento importante. Eu acho que a gente vai preferir fazer esse tipo de investimento, tentando buscar embarcações maiores, em contratos maiores do que essas embarcações menores. Quando surgem oportunidades interessantes, a gente optou por esse caminho. Sobre as oportunidades dos RFIs da Petrobras, a gente tem muita demanda aparente que vai vir para descomissionamento, então a gente está prestando atenção nesses EPCs, nesses EPCIs e tudo que aparece aí, tem a demanda secundária pra gente.

Speaker #1: Então eu acho que a gente vai preferir fazer esse tipo de investimento. Tentando buscar embarcações maiores em contratos maiores do que essas embarcações menores, então quando surge uma oportunidade interessante, a gente optou por esse caminho.

Speaker #1: Sobre as oportunidades aí dos RFIs da Petrobras, a gente tem muita demanda aparente, que vai vir, para descomissionamento, então a gente está prestando atenção, e nesses EPCs, nesses IPCAs e tudo que aparece aí, tem a demanda secundária para a gente, a gente adaptou esses navios, o de descomissionamento, o parcel dos meros, a gente adaptou para recolhimento de linhas e lançamento de linhas em águas isso com esse navio em águas profundas, para isso precisa daqueles PLSVs grandões que a gente não dispõe.

Flávio Andrade: A gente adaptou esses navios, o de descomissionamento, o Parcel dos Meros, a gente adaptou pra recolhimento de linhas e lançamento de linhas em águas rasas. A gente não está pronto pra fazer isso com esse navio em águas profundas, pra isso precisa daqueles PLSV grandões que a gente não dispõe. A gente nesses projetos maiores entra com supply boat, com anchor handlers, apoiando as EPCistas grandes aí, Subsea 7, Technip, Saipem, quem for ganhar esses projetos.

Speaker #1: Então a gente, nesses projetos maiores, entra com supply boats, com anchor handlers, apoiando as EPCistas grandes aí, subse servant, technip, quem for, saipen, quem for ganhar.

Speaker #1: Esses projetos.

Speaker #3: Obrigada.

Monique Greco: Obrigada.

Operator: Nossa próxima pergunta é de Vicente Falanga, do Bradesco BBI, também será feita por voz.

Speaker #2: Nossa próxima pergunta Vicente Falanga, do Bradesco BBI, também será feita por voz.

Vicente Falanga: Bom dia, Flávio, Eduardo, obrigado por pegarem minhas perguntas. Eu tinha algumas aqui. Primeiro, qual confiança vocês têm na geração de caixa, nos resultados esperados pro H2 desse ano, 2026? Nosso entendimento é que o CapEx deveria começar a cair. Queria entender a perspectiva de vocês de geração de caixa. Aqui eu não falo da companhia combinada, aqui olhando só o Oceanpact. A segunda, se vocês pudessem falar um pouquinho mais sobre o racional da aquisição do estaleiro. Queria entender se vocês estão vislumbrando mais manutenções depois da fusão, ou é mais para ter um controle melhor de frota no quesito manutenção, enfim, ou vocês estão vendo mais eventuais contratos rampando. Enfim, mais uma visão estratégica do porquê da aquisição. Se me permitirem uma última, como que evoluiu nas discussões das entregas de sinergia, apesar do closing ainda não ter acontecido?

Speaker #4: Bom dia, Flávia Eduardo, obrigado por pegarem minhas perguntas. Eu tinha algumas aqui, primeiro, qual confiança vocês têm aí na geração de caixa nos resultados aí esperados para o segundo semestre desse ano, 2026, no nosso entendimento é que o CAPEX deveria começar a cair, queria entender a perspectiva de vocês de geração de caixa.

Speaker #4: Aqui eu não falo da companhia combinada, aqui eu olhando só o Oceanpact, a segunda é se vocês pudessem falar pouquinho mais sobre o racional da aquisição do estaleiro, queria entender se vocês estão vislumbrando aí mais manutenções, depois da fusão, ou é mais para ter controle melhor de frota aí, no quesito manutenção, enfim, ou vocês estão vendo mais eventuais contratos rampando, enfim, mais a visão estratégica do porquê da aquisição.

Speaker #4: E se me permitirem uma última, como que evoluiu nas discussões das entregas de sinergias. Apesar do closing ainda. Ainda não ter acontecido.

Speaker #1: Desculpa Falanga, apareceu uma fala paralela no fim dessa última pergunta, você podia repetir, por favor? A última.

Flávio Andrade: Desculpa, Falanga, apareceu uma fala paralela no fim dessa última pergunta. Você podia repetir, por favor? A última.

Vicente Falanga: Claro. O que evoluiu nas discussões de entrega de sinergia, apesar, obviamente, do closing não ter saído? Queria entender se evoluiu mais esse quesito. Obrigado.

Speaker #4: Claro, claro. Não, o que evoluiu aí nas discussões de entrega de sinergia aí, apesar obviamente do closing não ter saído, queria entender se evoluiu mais aí esse quesito.

Speaker #4: Obrigado.

Speaker #1: Está bom, obrigado. Eu vou responder as duas últimas e deixo a primeira depois para o Eduardo comentar. Em relação à geração de caixa, eu posso até dar uma palhinha na parte prática.

Flávio Andrade: Tá bom, obrigado. Eu vou responder as duas últimas e deixo a primeira depois pro Eduardo comentar em relação à geração de caixa. Eu posso até dar uma palinha na parte prática disso. Vamos lá. Em relação às sinergias, a gente não divulgou essa questão de sinergias, mas é claro que a gente usou esse tempo todo, de aguardo da aprovação do CADE, pra estudar o que é possível, tudo que dentro da regra a gente podia entrar, então bater melhores práticas, procedimentos, espelhar num lado e no outro, aquilo que a gente falou desde o início, que a gente tem competências muito complementares nas duas companhias. Com certeza, a gente vai saber trabalhar melhor dos dois lados isso daqui pra frente.

Speaker #1: Disso. Mas vamos lá, em relação às sinergias, a gente não divulgou essa questão de sinergias, mas é claro que a gente usou esse tempo todo de aguardo da aprovação do Cade para estudar o que é possível, tudo que dentro da regra a gente podia entrar. Então, bater melhores práticas, procedimentos, espelhar de um lado e no outro aquilo que a gente falou desde o início, que a gente tem competências muito complementares nas duas companhias.

Speaker #1: Então, com certeza, a gente vai saber trabalhar melhor dos dois lados, isso daqui para frente. Em relação ao estaleiro, assim, o que a CBO já tem estaleiro e a gente já entendeu que isso é uma vantagem para ela, mas o estaleiro que ela tem faz reparos flutuando, ela não tem a capacidade de docar o navio, de botar o navio em seco.

Flávio Andrade: Em relação ao estaleiro, a CBO já tem um estaleiro e a gente já entendeu que isso é uma vantagem pra ela, mas o estaleiro que ela tem faz reparos flutuando, ela não tem a capacidade de docar o navio, de botar o navio em seco. Apareceu essa oportunidade da DOC Brasil, que é uma empresa que tinha mais de 50% na mão de fundos private equity e que já tinham chegado no período final de investimento e eles contrataram assessores pra vender essa companhia. A última empresa que tinha um dique flutuante no Rio de Janeiro e prestava serviço pra terceiros e foi vendida, levou o dique embora. Duas coisas: a gente não queria que esse dique fosse embora, juntando a nossa operação com a CBO, isso ficou ainda mais claro que a gente podia se beneficiar de ter o controle completo da obra.

Speaker #1: Apareceu essa oportunidade da Dock Brasil, que é uma empresa que tinha 50%, mais de 50% na mão de fundos de private equity, e que já tinham chegado no período final de investimento e eles colocaram contrataram assessores para vender.

Speaker #1: Essa companhia é a última empresa que tinha dique flutuante no Rio de Janeiro e prestava serviço para terceiros, e foi vendida. Levou o dique embora.

Speaker #1: Então a gente, duas coisas, a gente não queria que esse dique fosse embora. Mas juntando a nossa operação com a CBO, isso ficou ainda mais claro que a gente podia se beneficiar de ter o controle completo da obra.

Speaker #1: Então, se a gente fizer a nossa própria obra, a gente vai conseguir melhorar e encurtar esse tempo, baratear o custo e acelerar, aumentando a taxa de ocupação da nossa frota.

Flávio Andrade: Se a gente fizer a nossa própria obra, a gente vai conseguir melhorar, encurtar esse tempo, baratear o custo e acelerar, aumentando a taxa de ocupação da nossa frota. O resultado acho que vai ser muito bom. Foi unânime lá, o time da CBO gostou muito da nossa sugestão e claro que a gente precisou da aprovação deles pra fazer essa aquisição, porque nos acordos a gente não pode mudar o curso normal dos negócios nesse período. Eles deram de acordo, a gente fez a aquisição e está muito contente. Sobre o nível de CapEx, eu vou deixar o Eduardo comentar nos números possíveis de se falar, sim, o nosso CapEx de atualizações não tem grandes previsões, a gente deve diminuir esse gasto em relação ao primeiro semestre, apareceram novas oportunidades.

Speaker #1: Então o resultado, acho que vai ser muito bom, a gente está então foi unânime lá, o time da CBO gostou muito da nossa sugestão, e claro que a gente precisou da aprovação deles para fazer essa aquisição, porque nos acordos a gente não pode mudar o curso normal dos negócios, nesse período.

Speaker #1: Então eles deram de acordo, a gente fez a aquisição e está muito contente. Sobre o nível de CAPEX, eu vou deixar o Eduardo comentar nos números, possíveis de se falar, mas sim, a gente, o nosso CAPEX de atualizações não tem grandes previsões, a gente deve diminuir esse gasto em relação ao primeiro semestre, mas apareceram novas oportunidades.

Speaker #1: Então, a gente está investindo em ROVs para o contrato de pull-out, e vai fazer adaptação do Parcel das Feiticeiras, para também poder recolher linhas.

Flávio Andrade: A gente está investindo em ROVs pro contrato de pull out e vai fazer a adaptação do Parcel das Feiticeiras pra também poder recolher linhas, nesse caso, em águas mais profundas, que é o contrato esse que eu mencionei de BRL 450 million com a Petrobras, que vai ser executado em um ano. Eu queria que o Eduardo comentasse aí em mais detalhes sua pergunta.

Speaker #1: Nesse caso, em águas mais profundas. Que é o contrato esse que eu mencionei de 450 milhões com a Petrobras, que vai ser executado em ano.

Speaker #1: Mas eu queria que o Eduardo comentasse aí em mais detalhes a sua pergunta. É joia.

Vicente Falanga: Joia.

Speaker #2: Obrigado, Falanga. Enfim, acho que temos — eu comentei durante a própria apresentação — o primeiro semestre, além, obviamente, da questão de CAPEX, tem essa questão de capital de giro.

Eduardo de Toledo: Obrigado, Falanga. Acho que eu comentei durante a própria apresentação, o primeiro semestre, além obviamente da questão de CapEx, tem essa questão de capital de giro. Que é uma questão, vamos dizer assim, da gente ter subido a rampa de operações. Quer dizer, se você comprar a receita do Q4 do ano passado para o Q2 desse ano, tem um crescimento muito significativo, e isso gera um contas a receber mais alto. Mas isso, obviamente, a partir do momento que você estabiliza nesse novo patamar, você não tem uma necessidade adicional disso. Além disso, tem essa questão de impostos. A Petrobras faz um recolhimento de IR contribuição forte no nosso faturamento, e a gente tem que aguardar a conclusão da ECF, que é tipicamente em July, o prazo limite é em July, para a gente poder usar esses tributos federais em quaisquer tributos.

Speaker #2: Que é uma questão, vamos dizer assim, da gente ter subido a rampa de operações. Quer dizer, se você comparar a receita do quarto trimestre do ano passado com o segundo trimestre deste ano, tem um crescimento muito significativo, e isso gera, enquanto vocês receberam, mais alto.

Speaker #2: Mas isso obviamente a partir do momento que você estabiliza nesse novo patamar, você não tem uma necessidade adicional disso. Além disso, tem essa questão de impostos.

Speaker #2: A gente tem, a Petrobras faz recolhimento de IR e contribuição forte no nosso faturamento, e a gente tem que aguardar a conclusão da ECF, que é tipicamente em julho, o prazo limite é em julho, para a gente poder usar esses tributos federais em quaisquer tributos.

Speaker #2: Aí a gente passa a ter, no segundo semestre, consumo importante disso, porque a gente pode usar para recolhimento de PIS e COFINS, por exemplo, a partir do segundo semestre.

Eduardo de Toledo: A gente passa a ter no H2 um consumo importante disso, porque a gente pode usar para recolhimento de PIS e Cofins, por exemplo, a partir do H2. Além disso, acho que do ponto de vista de CapEx, isso que o Flávio mencionou, tivemos obviamente um CapEx importante no H1, mas no H2 também vamos ter CapEx importantes, especialmente agora com a questão do pagamento de DOC Brasil, e tem essa oportunidade que surgiu do pull out e que está nos levando a investir no Parcel das Feiticeiras ainda nesse H2, para preparar ele para esse contrato de pull out. Mas novamente, tem muitas oportunidades que já estão aparecendo para tanto Feiticeira como Meros, para também colocar linhas, como o Flávio colocou, ou outras oportunidades de comissionamento.

Speaker #2: E além disso, enfim, acho que aí do ponto de vista de CAPEX, é isso que o Flávio mencionou, tivemos obviamente CAPEX importante no primeiro semestre, mas no segundo semestre também vamos ter CAPEX importantes aí, especialmente agora com a questão de, obviamente, do pagamento de Dock Brasil, e tem essa oportunidade que surgiu aí do pull-out, e que está nos levando a investir no parcel das feiticeiras ainda nesse segundo semestre, para preparar ele para esse contrato de pull-out, mas novamente tem muitas oportunidades que já estão aparecendo para tanto feiticeira como meros, para também colocar linhas como o Flávio colocou, ou o próprio outras oportunidades de comissionamento, novamente esse é mercado bem interessante e a gente está, enfim, muito empolgado aí com esse mercado, com as oportunidades que estão surgindo, já estão se materializando aí para a gente.

Eduardo de Toledo: Novamente, esse é um mercado bem interessante e a gente está muito empolgado com esse mercado, com as oportunidades que estão surgindo e já estão se materializando para a gente.

Speaker #3: Obrigado, pessoal.

Flávio Andrade: Obrigado, pessoal.

Speaker #2: Temos uma pergunta agora de Rodrigo Almeida, do BPG, que também será feita por voz.

Operator: Temos uma pergunta agora de Rodrigo Almeida, do BTG, que também será feita por voz.

Speaker #4: Bom dia, Flávio, bom dia a todos aqui do time da Oceanpact. Eu queria talvez fazer dois follow-ups aqui. O primeiro, talvez tentar explorar um pouco com vocês o que vocês fizeram com Meros e, para trás, a gente agora está fazendo com Feiticeiras também.

Rodrigo Reis de Almeida: Bom dia, Flávio. Bom dia a todos aqui do time da Oceanpact. Eu queria talvez fazer dois follow-ups aqui. O primeiro é talvez tentar explorar um pouco com vocês o que vocês fizeram com o Meros e pra trás, a gente agora está fazendo com o Feiticeiras também. Me parece ser uma solução bem interessante aqui pra eventualmente até destravar mais esse comissionamento da Petrobras em águas rasas. Então queria pegar um pouco com vocês aqui, se vocês estão vendo a oportunidade de continuar fazendo esse tipo de adaptação, talvez se a gente olhar 2027, se vocês veem outras oportunidades. Esse é um ponto, talvez outro ponto aqui é se essa solução está trazendo um custo muito mais interessante pra Petrobras do que colocar um PLSV pra fazer o descomissionamento em águas rasas, por exemplo.

Speaker #4: Me parece ser uma solução bem interessante aqui para eventualmente até destravar mais descomissionamento da Petrobras em águas rasas. Então, queria pegar pouco com vocês oportunidade de continuar fazendo esse tipo de adaptação, talvez se a gente olhar 2027, se vocês veem outras oportunidades, esse é ponto, talvez outro ponto aqui é se isso faz, essa solução, você está trazendo custo muito mais interessante para a Petrobras do que colocar PLSV para fazer descomissionamento em águas rasas, por exemplo.

Speaker #4: Então, eu queria entender se isso é algo que a Petrobras tem visto, junto com vocês, se vocês têm conversado com eles e têm tentado abrir novo, vamos dizer assim, novo nicho de mini PL, vamos chamar aqui de mini PLSV, essas adaptações.

Rodrigo Reis de Almeida: Eu queria entender se isso é algo que a Petrobras tem visto junto com vocês, se vocês têm conversado com eles e têm tentado abrir um novo nicho, vamos chamar aqui de mini PLSV, essas adaptações. Pra entender um pouco melhor como é que vocês conseguem desenvolver esse mercado ainda mais daqui pra frente. E ainda dentro dessa pergunta, desse contexto desses serviços de descomissionamento, se tem oportunidades, se vocês conseguem talvez até adaptar algum dos HTS, que eventualmente vem com a frota da CBO pra fazer esse tipo de serviço, também se faz sentido pensar nessa forma, se tem algum mercado pra acessar aqui nesses serviços com essa formatação aqui, talvez HTS com ROV, alguma coisa do tipo. Essa é a primeira pergunta. A segunda pergunta, eu queria voltar um pouco na questão da fusão.

Speaker #4: Então, para entender pouco melhor como é que vocês conseguem desenvolver esse mercado ainda mais daqui para frente, e ainda dentro dessa pergunta, desse contexto aqui desses serviços, de descomissionamento, se tem a oportunidade, se vocês conseguem talvez até adaptar algum dos HTS que eventualmente vem com a frota da CBO para fazer esse tipo de serviço também, se faz sentido pensar nessa forma, se tem algum mercado para acessar aqui nesses serviços com essa formatação aqui, talvez HTS com ROV, alguma coisa do tipo.

Speaker #4: Então, essa é a primeira pergunta. A segunda pergunta: eu queria voltar um pouco na questão da fusão. A gente comentou pouco aqui, eu só queria tentar entender com vocês o que é que vocês estão tentando adiantar aqui do ponto de vista de sinergias. Imagino que vocês já estão trabalhando na integração; se vocês puderem dar para a gente uma noção do que é que vocês já estão fazendo aqui, de estudos e coisas do tipo, que podem talvez adiantar o processo de integração das companhias e, eventualmente, a captura de sinergias.

Rodrigo Reis de Almeida: A gente comentou um pouco aqui, eu só queria tentar entender com vocês o que vocês estão tentando adiantar aqui no ponto de vista de sinergias. Imagino que vocês já estão trabalhando na integração, se vocês puderem dar pra gente uma noção do que vocês já estão fazendo aqui, de estudos e coisas do tipo, que podem talvez adiantar o processo de integração das companhias e eventualmente captura de sinergias. Obrigado.

Speaker #4: Obrigado.

Speaker #1: Valeu, obrigado, Rodrigo. Vamos lá por partes aqui. Antes de mais nada, sim, a gente está muito contente com os resultados iniciais dessa adaptação que a gente fez no Meros, colocando os RDS nele, que são aqueles sistemas com carretéis, tensionadores, toda a preparação para conseguir, com o ROV, pescar as linhas lá no fundo do mar, puxar e enrolar num carretel para depois transbordar para a terra essas linhas do descomissionamento.

Flávio Andrade: Valeu, obrigado, Rodrigo. Vamos lá por partes aqui. Antes de mais nada, sim, a gente está muito contente com os resultados iniciais dessa adaptação que a gente fez no Meros, colocando os RDS nele, que são aqueles sistema com carretéis, tensionadores, toda a preparação pra conseguir, com o ROV, pescar as linhas lá no fundo do mar, puxar e enrolar num carretel pra depois transbordar pra terra essas linhas do descomissionamento. Essa solução, de fato, pra águas rasas, com esse navio desse tamanho, navio perto de 100 meters, com capacidade pra 80 people a bordo, com uma estabilidade adequada pra fazer esse tipo de serviço, pegando two carretéis com, sei lá, 250 tons de linhas recolhidas do mar, um guindaste com 150 tons de capacidade. A gente tinha um navio, vamos dizer, pré-pronto pra receber esse upgrade e conseguir fazer isso.

Speaker #1: Então, essa solução de fato para águas rasas, com esse navio desse tamanho, navio perto de 100 metros, com capacidade para 80 pessoas a bordo, com uma estabilidade adequada para fazer esse tipo de serviço, pegando dois carretéis com, sei lá, 250 toneladas de linhas recolhidas do mar, guindaste com 150 toneladas de capacidade.

Speaker #1: Então, a gente tinha navio, vamos dizer, pré-pronto para receber esse upgrade e conseguir fazer isso. A gente tem o Feiticeiro também, que também vai ser muito capaz, vai ficar muito parecido com o Meros, a gente vai ter dois navios parecidos, capazes de fazer isso.

Flávio Andrade: A gente tem o Feiticeiras também, que também vai ser muito capaz, vai ficar muito parecido com o Meros. A gente vai ter two navios parecidos, capazes de fazer isso. Melhor do que isso pra gente, é que a gente tem os RSV normais que fazem o trabalho de preparação, porque como até o Adriano mencionou na fala dele, a gente teve um resultado muito bom nos serviços nesse tri que a gente está apresentando hoje. Porque a gente teve a mobilização da Trident. Agora a gente vai ter, nesse third tri, um período onde o trabalho não aparece tanto, porque a gente está usando outros navios pra fazer a preparação dessas linhas no fundo do mar, e o acordo é ganhar por linha recolhida. Ao fazer esse trabalho no fundo do mar com mais eficiência, com embarcações menores, a gente vai ter ganhos de produtividade muito altos.

Speaker #1: E melhor do que isso para a gente, é que a gente tem os RSVs normais, que fazem o trabalho de preparação, porque, como até o Adriano mencionou na fala dele, a gente teve um resultado muito bom nos serviços nesse tri, que a gente está apresentando hoje, porque a gente teve a mobilização da Trident.

Speaker #1: Agora a gente vai ter, nesse trabalho não aparece tanto, porque a gente está usando outros navios, para fazer a preparação dessas linhas no fundo do mar.

Speaker #1: E a gente, o acordo é ganhar por linha fazer esse trabalho no fundo do mar com mais eficiência e com embarcações menores, a gente vai ter ganhos de produtividade muito altos, porque em vez de usar o meros ou o feiticeiro para fazer esse rearranjo, a gente pode usar o badejo, o abrolhos, outras embarcações menores nossas, que possam adiantar o trabalho da embarcação grande.

Flávio Andrade: Em vez de usar o Meros ou o Feiticeiras pra fazer esse rearranjo, a gente pode usar o Badejo, Abrolhos, outras embarcações menores nossas que possam adiantar o trabalho da embarcação grande. A gente acha que esse nosso kit, juntando com a expertise, nossa área de consultoria, nosso pessoal de logistics e nossa área de embarcações, a gente fica muito bom e muito competitivo, trazendo vantagem, sim, pra Petrobras. A gente entendeu a demanda da Trident, entendeu a demanda da Petrobras e sugeriu uma solução. Dos dois, eles entendem muito do assunto também. Essa nossa solução não saiu da nossa cabeça e a gente botou pra rodar. Foi debatida extensivamente com consultores externos, pessoal do cliente. A gente chegou a esse desenvolvimento em conjunto.

Speaker #1: Então, a gente acha que esse nosso kit juntando com a expertise da nossa área de consultoria, nosso pessoal de logística, e nossa área de embarcações, a gente fica muito bom e muito competitivo trazendo vantagens, sim, para a Petrobras.

Speaker #1: Eu acho que a gente não fez isso. A gente entendeu a demanda da Trident, entendeu a demanda da Petrobras, sugeriu uma solução. Agora, dos dois, eles entendem muito do assunto também.

Speaker #1: Então, essa nossa solução não saiu da nossa cabeça, e a gente botou para rodar, foi debatida, extensivamente, com consultores externos, pessoal do cliente, então a gente chegou a esse desenvolvimento em conjunto.

Speaker #1: Então, a resposta final para a sua pergunta, eu acho que sim. A Petrobras vai gostar disso, quando a gente estiver fazendo o pullout, e a gente vai poder competir com esse kit, que a gente tem, em outras oportunidades.

Flávio Andrade: A resposta final pra sua pergunta, eu acho que sim, a Petrobras vai gostar disso quando a gente estiver fazendo o pull out e a gente vai poder competir com esse kit que a gente tem em outras oportunidades. Não acho que a gente vá sair fazendo barcos desse tipo. Eu acho que ter two preparados pra isso já vai estar de bom tamanho, pra gente poder atender nosso mercado, ainda mais se a gente otimizar com essa parte do pre-trabalho, que não precisa de um barco tão preparado assim pra fazer esse trabalho inicial, porque esses campos mais antigos têm, às vezes, o que eles chamam, meio que de brincadeira e meio à vera, de espaguete. Lá embaixo, tem um certo emaranhado de linhas.

Speaker #1: Não acho que a gente vai sair fazendo barcos desse tipo. Eu acho que ter dois preparados para isso já vai estar de bom tamanho.

Speaker #1: Para a gente poder atender nosso mercado ainda mais se a gente otimizar com essa parte do trabalho do pré-trabalho, que não precisa de barco tão preparado assim, para fazer esse trabalho inicial, porque esses campos mais antigos têm o que, às vezes, o que eles chamam meio que de brincadeira e meio à vera, de espaguete, lá embaixo.

Speaker #1: Tem certo emaranhado de linhas. Então, a gente tem que entender o emaranhado, traçar o planejamento certo de por onde vai puxar, por que ponta, o que já está limpo, o que já está sem óleo. É todo um trabalho de engenharia, planejamento, engenharia e execução.

Flávio Andrade: A gente tem que entender o emaranhado, traçar um planejamento certo de por onde vai puxar, por que ponta, o que já está limpo, o que já está sem óleo. É todo um trabalho de engenharia, planejamento, engenharia e execução. Indo pra um outro pedaço da sua pergunta, embora eu não ache, de antemão, que a gente possa transformar um HTS num barco de descomissionamento puro, dotar os HTSs de ROVs é um caminho que a Petrobras está seguindo. Ela tem feito isso, a CBO já tem um barco desse tipo, claro, com um ROV de terceiros, mas a gente tem interesse em explorar essas possibilidades, com certeza. Eu acho que o HTS fica mais eficiente se ele tiver o ROV próprio dele. A gente tem interesse, sim. No comentário da integração, eu estava respondendo a pergunta do Falanga, a gente contratou a Gradus pro PMI.

Speaker #1: Mas, indo para outro pedaço da sua pergunta, embora eu não ache de antemão que a gente possa transformar HTS em um barco de descomissionamento puro, dotar os HTS de ROVs é um caminho que a Petrobras está seguindo.

Speaker #1: Então, ela tem feito isso. A CBO já tem barco desse tipo, claro, ROV de terceiros, mas a gente tem interesse em explorar essas possibilidades, com certeza.

Speaker #1: Eu acho que o HTS fica mais eficiente se ele tiver o ROV próprio dele. Então, a gente tem interesse, sim. No comentário aí da integração, eu estava respondendo à pergunta do Falanga. A gente contratou a Grados para o PMI, o trabalho foi muito bom, está no superfim, terminou praticamente o trabalho dessa fase. A gente vai fazer com eles também, com a ajuda deles, o orçamento base zero para 2027 e para esse finzinho de ano.

Flávio Andrade: O trabalho foi muito bom, está no super fim, terminou praticamente o trabalho dessa fase. A gente vai fazer com eles também, com a ajuda deles, o orçamento base zero pra 2027 e pra esse finzinho de ano. A gente quer capturar todas as oportunidades de forma organizada, bem feita, bem planejada, de forma que no dia do closing, cada um já saiba onde vai sentar, quem vai ser seu chefe, como vai ser sua estrutura. A gente se dá muito bem com o pessoal da CBO, a integração com os novos futuros diretores estatutários, o Marcos Tinti e o Marcelo, são muito boas, supercolaborativo e superalinhado no que é o caminho pra companhia combinada. Bem como as conversas, claro, dentro do que pode ser conversado a essa altura, com o futuro conselho, também são muito boas. A gente está muito animado e todo mundo está muito animado.

Speaker #1: Então, a gente quer capturar todas as oportunidades de forma organizada, bem feita, bem planejada, de forma que, no dia do closing, cada um já saiba onde vai sentar, quem vai ser seu chefe, como vai ser sua estrutura.

Speaker #1: A gente, como se dá muito bem com o pessoal da CBO, a integração com os novos futuros diretores estatutários, o Marcos Tinti e o Marcelo, é muito boa, super colaborativos, super alinhados no que é o caminho para a companhia combinada.

Speaker #1: Então, bem como as conversas, claro, dentro do que pode ser conversado a essa altura, com o futuro conselho também, são muito boas. A gente está muito animado, e todo mundo está muito animado.

Speaker #1: Não vemos a hora de sair essa aprovação. Final. Final.

Flávio Andrade: Não vemos a hora de sair essa aprovação final.

Rodrigo Reis de Almeida: Perfeito, obrigado, Flávio.

Speaker #2: Perfeito. Obrigado, Flávio.

Speaker #3: Lembrando que, para fazer perguntas, é só clicar no ícone do Q&A, que tem o Enem, na parte inferior da tela, seja digitando a pergunta diretamente no campo que se abre ou solicitando a participação por áudio.

Operator: Lembrando que para fazer perguntas, é só clicar no ícone do Q&A, Q and A, na parte inferior da tela, seja digitando a pergunta diretamente no campo que se abre ou solicitando a participação por áudio. Como não temos mais perguntas no momento, vamos passar a palavra para o Eduardo, por favor, para os seus comentários finais, Eduardo.

Speaker #3: Como não temos mais perguntas, no momento eu vou passar a palavra então para o Eduardo, por favor, para os seus comentários finais, Eduardo.

Speaker #1: Está joia. Obrigado, obrigado a todos. Queria voltar um pouco só na pergunta do Falanga, que eu acabei não falando sobre resultados. Eu falei um pouco sobre capital de giro, falei um pouco sobre Capex, mas não falei sobre resultados.

Eduardo de Toledo: Tá joia. Obrigado a todos. Queria voltar um pouco só na pergunta do Falanga, que eu acabei não falando sobre resultados. Eu falei um pouco sobre capital de giro, falei um pouco sobre CapEx, mas não falei sobre resultados. Em relação ao Q3, a nossa expectativa é de um EBITDA menor do que foi o Q2. O Q2 tem alguns fatores muito pontuais. O Adriano mencionou o comissionamento do Meros para Trident, isso tinha uma receita importante associada. Teve o final do descomissionamento da bóia, BSR, enfim, tem algumas coisas pontuais. E você tem, obviamente, na hora que você começa o contrato da Trident efetivamente, toda essa preparação para o recolhimento de linhas que o Flávio mencionou. Isso faz com que o nosso Q3, a nossa expectativa, é um número em linha com o Q3 do ano passado. Portanto, inferior a esse Q2.

Speaker #1: Em relação ao 3T, a nossa expectativa é de EBITDA menor do que foi o 2T, o 2T tem alguns fatores aí muito pontuais, o Adriano mencionou o comissionamento do meros para a Trident, isso tinha uma receita importante associada.

Speaker #1: Teve aí o final do descomissionamento da DOIA, BSR, enfim, tem algumas coisas pontuais, e você tem, obviamente, na hora que você começa o contrato da Trident, efetivamente, você tem toda essa preparação, para o recolhimento de linhas, que o Flávio mencionou, então isso faz com que o nosso 3T, a nossa expectativa, é número em linha com o 3T do ano passado.

Speaker #1: Então, portanto, inferior a esse 2T. Mas, de qualquer forma, é um número importante, a navegação evoluindo, enfim, serviços é que têm um pouco mais de volatilidade de resultados.

Eduardo de Toledo: De qualquer forma, é um número importante, a navegação evoluindo, enfim, serviços é que tem um pouco mais de volatilidade de resultados. Já no Q4, indo mais para uma velocidade de cruzeiro, vamos dizer assim, em relação ao descomissionamento, e a própria evolução também da navegação, mais um trimestre, a nossa visão já é um número maior, um número intermediário, vamos dizer assim, entre Q2 e Q3. Só para dar um pouco uma visão do nosso sentimento em relação aos nossos resultados para os próximos trimestres. Para isso, devolvo a palavra agora para o Flávio para as considerações finais.

Speaker #1: E já no 4T, aí já tomando mais, vamos dizer assim, já indo mais para uma velocidade de cruzeiro, vamos dizer assim, em relação ao descomissionamento e à própria evolução também da navegação, num mais trimestre, aí a nossa visão já é número maior, enfim, já aí um número intermediário, vamos dizer assim, entre 2T e 3T.

Speaker #1: Então, só para dar um pouco uma visão aí, um pouco do nosso sentimento em relação aos nossos resultados para os próximos trimestres.

Speaker #3: Para isso, devolvo a palavra agora para o Flávio, aí para as considerações finais.

Speaker #1: Obrigado. Obrigado, Eduardo. Obrigado a todos. Eu acho que estamos aí na contagem para essa aprovação final e essa integração que vai ser muito bacana.

Flávio Andrade: Obrigado, Eduardo. Obrigado a todos. Eu acho que estamos na contagem para essa aprovação final e essa integração, que vai ser muito bacana eu acho que para nós, para os clientes, para os funcionários, para os colaboradores, para os fornecedores. Vai ser um troço muito bacana mesmo a gente está muito animado. Obrigado a todos e até a próxima oportunidade.

Speaker #1: Eu acho que, para nós, para os clientes, para os funcionários, para os colaboradores, para os fornecedores, vai ser um troço muito bacana mesmo. E a gente está muito animado.

Speaker #1: Obrigado aí a todos, e até a próxima oportunidade.

Operator: Encerramos então aqui a videoconferência da Oceanpact. Agradecemos a participação de todos. Tenham um bom dia. Obrigada.

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