Q2 2026 Cury Construtora e Incorporadora SA Earnings Call

Operator 2: Bom dia, senhoras e senhores. Sejam bem-vindos à videoconferência da Cury Construtora para discussão dos resultados referentes ao Q2 de 2026. Esta videoconferência está sendo gravada e o replay poderá ser acessado no site da companhia em www.ri.cury.net. A apresentação também está disponível para download. Informamos que todos os participantes estarão apenas assistindo à videoconferência durante a apresentação e em seguida iniciaremos a sessão de perguntas e respostas, quando mais instruções serão fornecidas. Antes de prosseguir, aproveito para reforçar que as declarações prospectivas têm como base as crenças e suposições da administração da Cury e as informações atuais disponíveis para a companhia. Essas declarações podem envolver riscos e incertezas, tendo em vista que dizem respeito a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer.

Speaker #2: Bom dia, senhoras e senhores. Sejam bem-vindos à videoconferência da Cury Construtora para a discussão dos resultados referentes ao 2o trimestre de 2026. Esta videoconferência está sendo gravada e o replay poderá ser acessado no site da companhia.

Speaker #2: Em www.ry.cury.net. A apresentação também está disponível para download. Informamos que todos os participantes estarão apenas assistindo à videoconferência durante a apresentação. E em seguida iniciaremos a sessão de perguntas e respostas.

Speaker #2: Quando mais instruções serão fornecidas. Antes de prosseguir, aproveito para reforçar que as declarações prospectivas têm como base as crenças e suposições da administração da Cury.

Speaker #2: E as informações atuais disponíveis para a companhia. Essas declarações podem envolver riscos e incertezas. Tendo em vista que dizem respeito a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer.

Speaker #2: Investidores, analistas e jornalistas devem levar em conta que eventos relacionados ao ambiente macroeconômico, ao segmento e outros fatores podem fazer com que os resultados sejam materialmente diferentes daqueles expressados nas respectivas declarações prospectivas.

Operator 2: Investidores, analistas e jornalistas devem levar em conta que eventos relacionados ao ambiente macroeconômico, ao segmento e outros fatores podem fazer com que os resultados sejam materialmente diferentes daqueles expressados nas respectivas declarações prospectivas. Estão presentes nesta videoconferência o senhor Leonardo Mesquita, copresidente-executivo, senhor Paulo Cury, copresidente de engenharia, senhor João Carlos Mazzuco, Diretor Financeiro e o senhor Ronaldo Cury, Diretor de Relações com Investidores. Gostaria agora de passar a palavra ao senhor Ronaldo Cury, que dará início à apresentação. Por favor, senhor Ronaldo, pode prosseguir.

Speaker #2: Estão presentes nesta videoconferência o senhor Leonardo Mesquita, co-presidente executivo; senhor Paulo Cury, co-presidente de engenharia; senhor João Carlos Mazzuco, diretor financeiro; e o senhor Ronaldo Cury, diretor de relações com investidores.

Speaker #2: Gostaria agora de passar a palavra ao senhor Ronaldo Cury, que dará início à apresentação. Por favor, senhor Ronaldo, pode prosseguir.

Speaker #3: Bom dia a todos. Muito obrigado mais uma vez pelo interesse na Cury e por acompanharem a nossa teleconferência de resultados do 2o trimestre de 2026.

Ronaldo Cury: Bom dia a todos. Muito obrigado mais uma vez pelo interesse na Cury e por acompanharem a nossa teleconferência de resultados do Q2 de 2026. Hoje, representando a Cury, temos, além de mim, Leonardo Mesquita, nosso copresidente-executivo, Paulo Cury, nosso copresidente de engenharia, e João Mazzuco, nosso CFO. Ao longo da apresentação, comentaremos sobre os principais destaques do desempenho operacional e financeiro da Cury e, ao final, abriremos para a sessão de perguntas e respostas. A seguir, temos a mensagem da administração.

Speaker #3: Hoje, representando a Cury, temos, além de mim, Leonardo Mesquita, nosso co-presidente executivo, Paulo Cury, nosso co-presidente de engenharia, e João Mazzuco, nosso CFO. Ao longo da apresentação, comentaremos sobre os principais destaques do desempenho operacional e financeiro da Cury e, ao final, abriremos para a sessão de perguntas e respostas.

Speaker #3: A seguir, temos a mensagem da administração.

Speaker #4: Bom dia a todos. O 1o trimestre de 2026 foi marcado por resultados operacionais robustos, refletindo a consistência da estratégia da companhia e a disciplina de sua execução.

Leonardo Mesquita da Cruz: Bom dia a todos. O primeiro trimestre de 2026 foi marcado por resultados operacionais robustos, refletindo a consistência da estratégia da companhia e a disciplina de sua execução. Mantivemos elevados níveis de lançamentos, vendas e forte geração de caixa, reforçando os diferenciais do nosso modelo de negócios. Ao longo do segundo semestre, o ambiente macroeconômico permaneceu desafiador, influenciado por incertezas e tensões geopolíticas. Diante desse cenário, seguimos atuando com disciplina, priorizando a proteção das nossas margens. Nos indicadores financeiros, registramos receita líquida recorde, impulsionada pelos avanços consistentes na produtividade das obras e pelo foco contínuo em eficiência ao longo de toda a operação. Esse direcionamento também se refletiu na aceleração do repasse de registros, elevando as despesas comerciais no período, mas contribuindo de forma decisiva para a forte geração de caixa. Como resultado, a conversão do lucro percentual Cury em caixa operacional atingiu 72% nos últimos 12 meses.

Speaker #4: Mantivemos elevados níveis de lançamentos, vendas e forte geração de caixa, reforçando os diferenciais do nosso modelo de negócios. Ao longo do 2o semestre, o ambiente macroeconômico permaneceu desafiador, influenciado por incertezas e tensões geopolíticas.

Speaker #4: Diante desse cenário, seguimos atuando com disciplina, priorizando a proteção das nossas margens. Nos indicadores financeiros, registramos receita líquida recorde, impulsionada pelos avanços consistentes na produtividade das obras e pelo foco contínuo em eficiência ao longo de toda a operação.

Speaker #4: Esse direcionamento também se refletiu na aceleração dos repasses de registros, elevando as despesas comerciais no período, mas contribuindo de forma decisiva para a forte geração de caixa, como resultado, a conversão do lucro percentual Cury em caixa operacional atingiu 72% nos últimos 12 meses.

Speaker #4: Seguimos fiéis aos pilares que sustentam nossa trajetória: seleção criteriosa de terrenos, uso estratégico do modelo de crédito associativo e excelência na execução, sempre com foco na geração de caixa e na rentabilidade.

Leonardo Mesquita da Cruz: Seguimos fiéis aos pilares que sustentam nossa trajetória: seleção criteriosa de terrenos, uso estratégico do modelo de crédito associativo e excelência na execução, sempre com foco na geração de caixa e na rentabilidade. Tivemos ótimo desempenho comercial em julho, com destaque para os lançamentos Saudosa Praça XI, na região central do Rio de Janeiro, com VGV de BRL 171 milhões e venda acima de 80%, e Cidade Guarapiranga, Zona Sul de São Paulo, com VGV de BRL 375 milhões, com mais de 40% das unidades vendidas, reforçando a solidez da demanda pelos nossos produtos e a assertividade da nossa estratégia comercial. Como parte da evolução da nossa agenda ESG, publicamos em 7 de agosto a quarta edição do Relatório de Sustentabilidade e lançamos o novo site de sustentabilidade da companhia, ampliando a transparência sobre as nossas iniciativas e reforçando nosso compromisso com a criação de valor sustentável no longo prazo.

Speaker #4: Tivemos ótimo desempenho comercial em julho, com destaque para os lançamentos saudosa praça 11 na região central do Rio de Janeiro com VGV de 171 milhões e venda acima de 80%, e Cidade Guarapiranga, zona sul de São Paulo, com VGV de 375 milhões, com mais de 40% das unidades vendidas reforçando a solidez da demanda pelos nossos produtos e a assertividade da nossa estratégia comercial.

Speaker #4: Como parte da evolução da nossa agenda ESG, publicamos em 7 de agosto a 4a edição do relatório de sustentabilidade e lançamos o novo site de sustentabilidade da companhia, ampliando a transparência sobre as nossas iniciativas e reforçando nosso compromisso com a criação de valor sustentável no longo prazo.

Speaker #4: A remuneração dos nossos acionistas permanece como uma prioridade da nossa estratégia de alocação de capital, refletida na distribuição de dividendos anunciada hoje, que demonstra nossa capacidade de transformar em criação de valor.

Leonardo Mesquita da Cruz: A remuneração dos nossos acionistas permanece como uma prioridade da nossa estratégia de alocação de capital, refletida na distribuição de dividendos anunciada hoje, que demonstra nossa capacidade de transformar resultados operacionais e geração de caixa em criação de valor. Passo agora a palavra para Ronaldo Cury.

Speaker #4: Passo agora a palavra para o Ronaldo Cury.

Ronaldo Cury: A partir de agora, vamos explorar os destaques de nosso desempenho operacional e financeiro do Q2 2026. Alcançamos recorde de produção com 5,737 unidades, marca histórica de BRL 26.1 bilhões em land bank e uma geração de caixa operacional de BRL 144.9 milhões. Nosso 29º trimestre consecutivo de geração de caixa positiva. Tivemos recorde de receita líquida no valor de BRL 1.7 bilhão, margem bruta ajustada de 39.8%, lucro líquido parte Cury de BRL 270.5 milhões e nosso ROE atingiu 73.6% nesse trimestre. Agora irei trazer mais detalhes de nossos resultados operacionais. No período, lançamos 11 empreendimentos com VGV de BRL 2.3 bilhões, tendo aumento de 1.4% ante o Q2 2025 e uma redução de 14.7% frente ao Q1 2026. No acumulado dos 6 meses de 2026, atingimos BRL 4.9 bilhões em lançamento, uma redução de 2.1% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Speaker #5: A partir de agora,

Speaker #3: vamos explorar os destaques de nosso desempenho operacional e financeiro do 2o trimestre de 2026. Alcançamos recorde de produção com 5.737 unidades, marca histórica de 26,1 bilhões de reais em Land Bank e uma geração de caixa operacional de 144,9 milhões de reais; nosso 29o trimestre consecutivo de geração de caixa positiva.

Speaker #3: Também tivemos recorde de receita líquida no valor de R$1,7 bilhão, margem bruta ajustada de 39,8%, lucro líquido parte Cury de R$270,5 milhões, e nosso ROE atingiu 73,6% nesse trimestre.

Speaker #3: Agora, irei trazer mais detalhes de nossos resultados operacionais. No período lançamos 11 empreendimentos com VGV de 2,3 bilhões, tendo aumento de 1,4% ante o 2o trimestre de 2025 e uma redução de 14,7% frente ao 1o trimestre de 2026.

Speaker #3: No acumulado dos 6 meses, de 2026, atingimos 4,9 bilhões em lançamento, uma redução de 2,1 em relação ao mesmo período do ano anterior. No próximo slide, destacamos os principais empreendimentos lançados no período.

Ronaldo Cury: No próximo slide, destacamos os principais empreendimentos lançados no período. Live Água Branca, na Zona Oeste de São Paulo, lançado em abril, com VGV de BRL 343 million, com mais de 60% das unidades vendidas. Luzes do Rio, Condomínio Lamparina, lançado em abril, na região do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, totalizando VGV de BRL 139 million, com 68% das suas unidades vendidas. Novo Mundo Carrão 2, lançado em abril, na região Leste de São Paulo, com VGV de BRL 424 million, com mais de 80% das unidades vendidas. No que se refere às vendas líquidas, nesse trimestre, atingimos o valor de BRL 2 billion, tendo redução de 9.5% ante ao mesmo período de 2025 e de 11.2% frente ao primeiro trimestre de 2026.

Speaker #3: Lá em Água Branca, na zona oeste de São Paulo, lançado em abril, com VGV de 343 milhões, com mais de 60% das unidades vendidas; Luzes do Rio, condomínio Lamparina, lançado em abril, na região do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, totalizando VGV de 139 milhões com 68% das suas unidades vendidas.

Speaker #3: Novo Mundo Carrão 2, lançado em abril, na região leste de São Paulo, com VGV de 424 milhões, com mais de 80% das unidades vendidas.

Speaker #3: No que se refere às vendas líquidas neste trimestre, atingimos o valor de R$ 2 bilhões, tendo redução de 9,5% ante ao mesmo período de 2025 e de 11,2% frente ao 1º trimestre de 2026.

Speaker #3: Além disso, nossa VSO líquida no trimestre foi de 40,5%, 4,6 pontos percentuais menor do que o 1o trimestre de 2026, e 7 pontos percentuais menor do que o 2o trimestre de 2025.

Ronaldo Cury: Além disso, nossa VSO líquida no trimestre foi de 40.5%, 4.6 pontos percentuais menor do que o primeiro trimestre de 2026 e 7 pontos percentuais menor do que o segundo trimestre de 2025. No acumulado de 6 meses de 2026, as vendas líquidas atingiram BRL 4.4 billion, redução de 0.4% frente ao mesmo período do ano anterior. A VSO líquida nos 6 meses de 2026 foi de 59.1%. Passando para o próximo slide, o preço médio de vendas no segundo trimestre de 2026 atingiu o patamar de BRL 331 thousand por unidade, representando um aumento de 1.7% em relação ao primeiro trimestre de 2026 e 6.9% em relação ao segundo trimestre 2025. Nos últimos 6 meses, o preço médio atingiu BRL 328 thousand por unidade, representando um aumento de 5.8% ante ao mesmo período no ano passado.

Speaker #3: No acumulado de 6 meses de 2026, as vendas líquidas atingiram 4,4 bilhões, redução de 0,4% frente ao mesmo período do ano anterior. A VSO líquida nos 6 meses de 2026 foi de 59,1%.

Speaker #3: Passando para o próximo slide, o preço médio de vendas no 2o trimestre de 2026 atingiu o patamar de 331 mil reais por unidade, representando aumento de 1,7 em relação ao 1o trimestre de 2026 e 6,9% em relação ao 2o trimestre de 2025.

Speaker #3: Nos últimos 6 meses, o preço médio atingiu 328 mil por unidade, representando aumento de 5,8 ante ao mesmo período no ano passado. Nesse trimestre, 95,8% das vendas realizadas possuíam preço unitário de venda até 600 mil reais.

Ronaldo Cury: Nesse trimestre, 95.8% das vendas realizadas possuíam um preço unitário de venda até BRL 600 thousand. Em relação ao land bank de terrenos, encerramos o segundo trimestre de 2026 com recorde de BRL 26 billion em VGV potencial, correspondendo a 84,055 unidades. Atualmente, o land bank de terrenos da Cury é composto por BRL 19.2 billion localizados em São Paulo e BRL 6.8 billion no Rio de Janeiro. Finalizamos os indicadores operacionais com a geração de caixa, atingindo BRL 144.9 million no trimestre, o 29º trimestre consecutivo de geração de caixa positivo. Já nos últimos 6 meses, atingimos a marca de BRL 238.2 million, 84.5% acima do mesmo período do ano passado. Com isso, passo a palavra para o nosso CFO, João Mazzuco. João, por favor, pode prosseguir.

Speaker #3: Em relação ao Banco de Terrenos, encerramos o 2o trimestre de 2026 com recorde de 26 bilhões de reais em VGV potencial, correspondendo a 84.055 unidades, atualmente o Banco de Terrenos da Cury é composto por 19,2 bilhões localizados em São Paulo e 6,8 bilhões no Rio de Janeiro.

Speaker #3: Finalizamos os indicadores operacionais com a geração de caixa, atingindo 144,9 milhões no trimestre; o 29o trimestre consecutivo de geração de caixa positivo. Já nos últimos 6 meses, atingimos a marca de 238,2 milhões, 84,5% acima do mesmo período do ano passado.

Speaker #3: Com isso, passo a palavra para o nosso CFO, João Mazzuco. João, por favor, pode prosseguir.

Speaker #2: Bom dia a todos. Começamos destacando nossa receita líquida, no trimestre atingimos 1,7 bilhão de reais, representando crescimento de 4,8% em relação ao 1o trimestre de 2026 e 25,5% comparado ao 2o trimestre de 2025.

João Carlos Mazzuco: Bom dia a todos. Começamos destacando nossa receita líquida. No trimestre, atingimos BRL 1.7 billion, representando crescimento de 4.8% em relação ao primeiro trimestre de 2026 e 25.5% comparado ao segundo trimestre de 2025. Nos últimos 6 meses, a receita líquida atingiu BRL 3.3 billion, crescimento de 28.9% frente ao mesmo período no ano anterior. No próximo slide, registramos um recorde em nosso lucro bruto, que atingiu BRL 668.4 million no segundo trimestre de 2026. Uma alta de 25.5% em relação ao mesmo período de 2025 e 6.1% em relação ao primeiro trimestre de 2026. Nossa margem bruta atingiu 39.5% no trimestre, uma redução de 0.1 pontos percentuais em relação ao segundo tri de 2025 e um aumento de 0.5 pontos percentuais em relação ao primeiro tri de 2026.

Speaker #2: Nos últimos seis meses, a receita líquida atingiu R$ 3,3 bilhões, crescimento de 28,9% frente ao mesmo período no ano anterior. No próximo slide, registramos recorde em nosso lucro bruto, que atingiu R$ 668,4 milhões no 2º trimestre de 2026, uma alta de 25,5% em relação ao mesmo período de 2025 e de 6,1% em relação ao 1º trimestre de 2026.

Speaker #2: Nossa margem bruta atingiu 39,5% no trimestre, uma redução de 0,1 pontos percentuais em relação ao 2o tri de 2025 e aumento de 0,5 pontos percentuais em relação ao 1o tri de 2026.

Speaker #2: Nos últimos 6 meses, houve aumento no lucro bruto de 28,8% em relação ao mesmo período de 2025, acompanhado pela estabilidade na margem bruta. No próximo slide, destacamos o lucro líquido 100% que atingiu 311,2 milhões no 2o trimestre de 2026, 16,5% acima do mesmo período de 2025 e redução de 11,4% em relação ao 1o tri de 2026 também.

João Carlos Mazzuco: Nos últimos 6 meses, houve um aumento no lucro bruto de 28.8% em relação ao mesmo período de 2025, acompanhado pela estabilidade na margem bruta. No próximo slide, destacamos o lucro líquido 100%, que atingiu BRL 311.2 million no Q2 de 2026, 16.5% acima do mesmo período de 2025 e redução de 11.4% em relação ao Q1 de 2026 também. A margem líquida do trimestre atingiu 18.4%, redução de 1.4 pontos percentuais em relação ao Q2 de 2025 e redução de 3.4 pontos percentuais em relação ao Q1 de 2026. Nos últimos 6 meses, apropriamos um lucro de BRL 662.4 million, o que representa um crescimento de 32.3% em relação ao período equivalente um ano atrás. No slide 18, mostramos o lucro líquido atribuível à Cury.

Speaker #2: A margem líquida do trimestre atingiu 18,4%, redução de 1,4 pontos percentuais em relação ao 2o tri de 2025 e redução de 3,4 pontos percentuais em relação ao 1o tri de 2026.

Speaker #2: Nos últimos 6 meses, apropriamos lucro de 662,4 milhões, o que representa crescimento de 32,3% em relação ao período equivalente a ano atrás. No slide 18, mostramos o lucro líquido atribuível à Cury, esse indicador atingiu 270,5 milhões no 2o trimestre de 2026, registrando crescimento de 14,3% em relação ao 2o tri de 2025 e uma redução de 10,7% em relação ao 1o tri de 2026, com a margem líquida tendo atingido 16%, redução de 1,6 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado e 2,8 pontos percentuais menor que o 1o tri de 2026.

João Carlos Mazzuco: Esse indicador atingiu BRL 270.5 million no Q2 de 2026, registrando crescimento de 14.3% em relação ao Q2 de 2025 e uma redução de 10.7% em relação ao Q1 de 2026. Com a margem líquida tendo atingido 16%, redução de 1.6 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado e 2.8 pontos percentuais menor que o Q1 de 2026. Nossa atividade nos últimos 6 meses gerou um lucro de BRL 573.3 million, representando um crescimento de 27.3% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem líquida atingiu 17.4%, redução de 0.2 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior. Ainda em 2026, o nosso retorno sobre o patrimônio líquido na forma do ROE atingiu 73.6% nos últimos 12 meses. Por fim, destacamos o perfil de nosso endividamento financeiro.

Speaker #2: Nossa atividade nos últimos 6 meses gerou lucro de 573,3 milhões, representando crescimento de 27,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem líquida atingiu 17,4%, redução de 0,2 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior, ainda em 2026.

Speaker #2: O nosso retorno sobre o patrimônio líquido, na forma do ROE, atingiu 73,6% nos últimos 12 meses. Por fim, destacamos o perfil do nosso endividamento financeiro.

Speaker #2: Fechamos o trimestre com uma dívida bruta total de R$ 1,3 bilhão e com uma posição de caixa de R$ 1,6 bilhão, o que se traduz em caixa líquido de R$ 290,6 milhões.

João Carlos Mazzuco: Fechamos o trimestre com uma dívida bruta total de BRL 1.3 billion e com uma posição de caixa de BRL 1.6 billion, o que se traduz em um caixa líquido de BRL 290.6 million. Muito obrigado e volto a palavra à operadora.

Speaker #2: Muito obrigado e volto a palavra ao operador.

Operator 2: Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas para investidores e analistas. Caso deseje fazer uma pergunta, por favor, clique em levantar a mão. Se a sua pergunta for respondida, você pode sair da fila clicando em abaixar a mão. Nossa primeira pergunta vem do Ygor Altero da XP. Ygor, seu microfone está liberado.

Speaker #1: Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas. Para investidores e analistas. Caso desejem fazer uma pergunta, por favor, cliquem em "Levantar a mão". Se a sua pergunta for respondida, você pode sair da fila clicando em "Abaixar a mão".

Speaker #1: Nossa primeira pergunta vem do Igor Altero, da XP. Igor, seu microfone está liberado.

Speaker #3: Oi, pessoal, bom dia. Dois pontos aqui do nosso lado. Primeiro, entender um pouco com vocês esse cenário mais cauteloso de Brasil, a alavancagem das famílias, maior restrição de caixa.

Ygor Altero: Oi, pessoal, bom dia. Dois pontos aqui do nosso lado. Primeiro, entender um pouco com vocês esse cenário mais cauteloso de Brasil, alavancagem das famílias, maior restrição da Caixa, se isso poderia levar a companhia a rever um pouco o lançamento de 2026, talvez um pouco mais para BRL 9 billion do que para BRL 9.5 billion, ou se não muda absolutamente nada hoje com o que vocês estão vendo. E de agenda de melhorias do Minha Casa, Minha Vida, a gente tem visto notícias falando de queda de juros, faixa três, faixa quatro, onde a companhia tem uma exposição relevante. Então eu queria entender se essas melhorias poderiam levar vocês a pensarem em revisitarem tamanho de companhia, pensando para 2027. Se de repente vocês poderiam lançar mais em 2027. A gente está vendo que o land bank de vocês também está crescendo bastante. Então entender como é que está a cabeça nesses pontos.

Speaker #3: Se isso poderia levar a companhia a rever pouco o lançamento de 2026, talvez pouco mais para 9B do que para 9,5, ou se não muda absolutamente nada.

Speaker #3: Hoje, como vocês estão vendo. E de agenda, de melhorias do Minha Casa Minha Vida, a gente tem visto notícias falando de queda de juros faixa 3, faixa 4, onde a companhia tem uma exposição relevante.

Speaker #3: Então, eu queria entender se essas melhorias poderiam levar vocês a pensarem em revisitarem tamanho de companhia, aí pensando em para 2027, se de repente vocês poderiam lançar mais em 2027.

Speaker #3: A gente está vendo que o Land Banking de vocês também está crescendo bastante. Então, entender como é que está a cabeça nesses pontos. Obrigado.

Ygor Altero: Obrigado.

Speaker #4: Bom dia, bom dia a todos, bom dia, Igor. Obrigado pela pergunta. Eu acho, Igor, assim, acho que a sua pergunta já tem pouco da resposta.

João Carlos Mazzuco: Bom dia a todos. Bom dia, Ygor. Obrigado pela pergunta. Acho que a sua pergunta já tem um pouco da resposta. Acho que a gente está aqui observando um pouco como serão as vendas. A gente teve um mês de julho muito bom por conta dos lançamentos terem ido muito bem. Agora começa agosto, acho que é isso, observar como o ambiente vai continuar, se a gente vai continuar tendo um volume de vendas interessante para que a gente possa aumentar ou adequar o volume de lançamentos desse ano que vem. A outra questão do Minha Casa pode ser, sim, um fator importante para a gente nesse momento para melhoria da condição de financiamento de nossos clientes, que pode fazer com que a gente hoje consiga colocar mais projetos se as condições que vierem forem interessantes para impulsionar, principalmente alguns tipos de produto.

Speaker #4: Acho que a gente está aqui observando pouco como serão as vendas. A gente teve aí mês de julho muito bom por conta dos lançamentos terem ido muito bem. Agora começa agosto.

Speaker #4: Eu acho que é isso, observar como o ambiente vai continuar, se a gente vai continuar tendo volume de vendas interessante para que a gente possa aumentar ou adequar o volume de lançamentos desse ano ao ano que vem.

Speaker #4: E a outra questão do Minha Casa pode ser, sim, fator importante para a gente nesse momento, para melhoria aí da condição de financiamento dos nossos clientes, que pode fazer com que a gente hoje consiga colocar mais projetos, se as condições que vierem forem interessantes para impulsionar, principalmente alguns tipos de produto.

Speaker #4: Eu acho que, Igor, a gente está trabalhando, sim, para ter uma eficiência aqui de lançamentos muito próxima às nossas vendas, que vão ser o grande fator.

João Carlos Mazzuco: Eu acho que, Ygor, a gente está trabalhando sim para ter uma eficiência de lançamentos muito próxima às nossas vendas, que vão ser o grande fator. Acho que hoje, como você também mencionou o land bank, a gente está bem mais preparado para um eventual momento de melhora, com mais projetos em condição de aprovação em diversas regiões, tanto de Rio quanto de São Paulo, para que a gente pudesse aproveitar um momento melhor. Mas agora é hora de observar realmente e acompanhar nossas vendas para que a gente se mantenha com a eficiência que a gente vem tido nos últimos trimestres.

Speaker #4: E acho que hoje, a gente, como você também mencionou o Land Bank, a gente está bem mais preparado para um eventual momento de melhora, com mais projetos em condição de aprovação em diversas regiões, tanto do Rio quanto de São Paulo, para que a gente possa aproveitar um momento melhor.

Speaker #4: Mas agora é hora de observar realmente e acompanhar nossas vendas aí, para que a gente se mantenha aí com a eficiência que a gente vem tendo nos últimos trimestres.

Ygor Altero: Está claro, Léo. Obrigado.

Speaker #3: Está claro, Léo. Obrigado.

Operator 2: Nossa próxima pergunta vem do Pedro Lobato, do Bradesco BBI. Pedro, seu microfone está liberado.

Speaker #1: Nossa próxima pergunta Nossa próxima pergunta vem do Pedro Lobato, do Bradesco BBI. Pedro, seu microfone está liberado.

Pedro Lobato: Bom dia, pessoal. Obrigado pelo espaço. São duas perguntas aqui do nosso lado. A primeira, se vocês puderem detalhar como é que foi a dinâmica de margem nesse tri. No tri passado, a gente teve essa revisão em vários orçamentos que acabou penalizando a margem e ela já voltou nesse tri no comparativo com o primeiro. Então, só para entender mesmo se nesse tri é esse impacto de aumento de preço e o novo projeto entrando com uma margem melhor do que o anterior, que já impactou na margem reportada, ou como que está essa dinâmica que vocês estão vendo. A segunda, a gente tem visto um noticiário bem forte sobre a questão da Caixa. Seja a questão das entrevistas, dessa preocupação com a inadimplência.

Speaker #3: Bom dia, pessoal. Obrigado pelo espaço. São duas perguntas aqui do nosso lado. A primeira, se vocês pudessem detalhar aí como é que foi a dinâmica de margem nesse tri.

Speaker #3: Então, no tri passado a gente teve essa revisão em parte dos orçamentos aí, que acabou penalizando a margem, e ela já voltou nesse tri no comparativo com o primeiro.

Speaker #3: Então, só para entender mesmo se nesse tri é esse impacto de aumento de preço e o novo projeto entrando com uma margem melhor do que o anterior, que já impactou na margem reportada.

Speaker #3: Ou, enfim, como que está essa dinâmica que vocês estão vendo? E a segunda, assim: a gente tem visto no noticiário aí bem forte sobre a questão da Caixa, seja a questão das entrevistas, dessa preocupação aí com a inadimplência.

Speaker #3: Queria entender se vocês, na visão de vocês, têm alguma perspectiva aí de alguma mudança nas dinâmicas, seja de mudança de LTV, de regra de aprovação. Como é que vocês estão com essa cabeça aí?

Pedro Lobato: Queria entender se, na visão de vocês, tem alguma perspectiva de alguma mudança nas dinâmicas, seja de mudança de LTV, de regras de aprovação, como é que vocês estão com essa cabeça. Obrigado.

Speaker #3: Obrigado.

João Carlos Mazzuco: Pedro, bom dia, João Mazzuco aqui. Sobre margem, também acho que parte da sua pergunta eu já contei a resposta também. O ajuste, claro, que a gente fez no primeiro tri, tende a puxar a margem um pouco para baixo. Então, a gente voltou aos patamares normais, os patamares que a gente vinha reportando no ano passado. Eu diria que daqui para frente, é isso que a gente espera, manutenção dessa margem bruta nesses patamares de 39.5%. Sempre gosto de dizer entre 39% e 40%. Por quê? Porque oscilação de margem tri a tri sempre vai ser normal. Tem um tri, eventualmente, que os lançamentos carregam umas margens melhores por conta de localização, por conta de produto, e isso sempre traz um peso relevante para a margem apropriada naquele trimestre. Em outros, talvez uns produtos com uma margem um pouco mais carregada para baixo.

Speaker #4: Pedro, bom dia. João Mazzuco aqui. Sobre margem, também acho que parte da sua pergunta eu já respondi. O ajuste, claro, que a gente fez no primeiro tri tende a puxar a margem um pouco para baixo.

Speaker #4: Então, a gente voltou aos patamares normais, os patamares que a gente vinha reportando aí no ano passado. E eu diria que daqui para frente, isso que a gente espera, manutenção dessa margem bruta aí nesses patamares de 39,5, sempre a gente gosta de dizer: "Vai, sempre entre 39 e 40".

Speaker #4: Por quê? Porque oscilação de margem, tri a tri, sempre vai ser normal. Eu tenho tri eventualmente que os lançamentos carregam umas margens melhores, por conta de localização, por conta de produto.

Speaker #4: E isso sempre traz peso relevante para a margem apropriada naquele trimestre. Em outros, talvez uns produtos com uma margem pouco mais carregada para baixo, mas hoje, cenário de custos, se mantendo como está atualmente, que eu acho que tem grande ponto de interrogação aqui, a guerra continua, ninguém sabe qual que vai ser no desdobramento, mas numa premissa de que o cenário de custo se mantenham, a nossa margem deve se manter aí como ponto médio, digamos assim, nesses 39,5 com oscilando pouco para cima e pouco para baixo.

João Carlos Mazzuco: Mas hoje, cenário de custos se mantendo como está atualmente, que eu acho que tem um grande ponto de interrogação aqui. A guerra continua, ninguém sabe qual que vai ser o desdobramento, mas numa premissa de que os cenários de custo se mantenham, a nossa margem deve se manter como ponto médio desses 39.5%, oscilando um pouco para cima e um pouco para baixo.

Leonardo Mesquita da Cruz: É o Léo. Vou pegar aqui a segunda. Com relação à Caixa, primeiro, o que é interessante, vou falar da visão Cury com relação a isso. Essa questão da entrevista, por exemplo, no Rio de Janeiro a gente já vem fazendo entrevista desde janeiro. Então já era uma realidade que a gente já conhecia e já vinha trabalhando. Isso foi se expandindo para outras regiões e não acho que isso seja um problema operacional. Acho que a gente, como tem estrutura, até leva uma certa vantagem em relação aos pequenos, por ter uma estrutura de empresa em uma relação com a Caixa que permite que isso seja feito de forma ágil. Mas eu acho que é um processo, de certa forma, o que a gente tem enxergado aqui, Pedro, é a Caixa se adequando também a uma nova realidade.

Speaker #2: Com relação, Pedro, eu vou pegar aqui, é o Léo. Vou pegar aqui a segunda. Com relação à Caixa, eu acho que, primeiro, o que é interessante aí — vou falar da visão Cury com relação a isso.

Speaker #2: Essa questão da entrevista, por exemplo, no Rio de Janeiro a gente já vem fazendo entrevista desde janeiro, então já era uma realidade que a gente já conhecia e já vinha trabalhando.

Speaker #2: Com relação a isso, foi se expandindo para outras regiões, e não acho que isso seja problema operacional. Acho que a gente, como tem estrutura, até leva uma certa vantagem em relação aos pequenos por ter uma estrutura de empresas, aí, com relação com a Caixa, que permite que isso seja feito de forma ágil.

Speaker #2: Mas eu acho que é processo de certa forma que a gente tem enxergado aqui, Pedro, é a caixa que se adequando também a uma nova realidade.

Speaker #2: A gente vê aí por exemplo, você tem algumas profissões hoje que antes eram quase que passavam despercebida pela caixa econômica, hoje tem normativos novos da caixa falando dessas novas profissões.

Leonardo Mesquita da Cruz: A gente vê, por exemplo, você tem algumas profissões hoje que antes passavam despercebidas pela Caixa Econômica. Hoje tem normativos novos da Caixa falando dessas novas profissões. Eu acho que principalmente quando a gente trata da renda informal, ela faz com que a Caixa esteja em um momento de maior atenção e readequação da sua política de crédito para talvez até se modernizar em relação a essas novas atividades. São novos trabalhos, eu acho que isso é importante. Isso pode causar em alguns momentos, como causou lá no final de junho, alguns ajustes que passam às vezes um pouco do ponto, eles voltam para normalidade. E hoje a Caixa, inclusive, tem um grupo de trabalho com o setor falando um pouco disso.

Speaker #2: Eu acho que principalmente quando a gente trata da renda informal, ela faz com que a caixa esteja aí num momento de maior atenção e readequação da sua política de crédito para talvez até se modernizar em relação a essas novas atividades, esse novo são novos trabalhos.

Speaker #2: Eu acho que isso é importante. Isso pode causar em alguns momentos como causou lá no final de junho alguns ajustes que passam às vezes pouco do ponto.

Speaker #2: Eles voltam para a normalidade. E hoje a Caixa, inclusive, tem grupo de trabalho com o setor, falando pouco disso. Acho que a gente está tentando aqui do nosso lado, enquanto setor, contribuir o máximo para que a política de crédito da Caixa, e a gente, como as empresas aqui que são componentes da BREM, que talvez sejam grande volume que abastecem esse mercado, a gente tem aqui uma quantidade de dados históricos muito grande até para ajudar nesse desenho de uma política que esteja mais condizente com a realidade hoje das pessoas. Seja por conta, assim, hoje a gente tem fenômenos diferentes do que a gente tinha no passado.

Leonardo Mesquita da Cruz: A gente tentando aqui do nosso lado, enquanto setor, contribuir o máximo para que a política de crédito da Caixa e a gente, como as empresas que são componentes da ABRAINC, talvez sejam o grande volume que abastecem esse mercado. A gente tem aqui uma quantidade de dados históricos muito grande até para ajudar nesse desenho de uma política que esteja mais condizente com a realidade hoje das pessoas. Hoje a gente tem fenômenos diferentes do que a gente tinha no passado. Então você tem, de fato, questões, como eu falei, profissões novas, você tem outros fatores, como se fala muito em relação à Bet, como isso impacta em alguns casos. Então acho que isso a gente tem trabalhado junto com a Caixa. A gente sempre fala que a Caixa saudável significa que nós também ficaremos saudáveis e que o mercado ficará saudável.

Speaker #2: Então, você tem de fato questões como eu falei, profissões novas, você tem outros fatores como se fala muito em relação a BET, como isso impacta em alguns casos.

Speaker #2: Então, acho que isso a gente tem trabalhado junto com a caixa, é sempre com uma forma acho que o que a gente sempre fala aqui, a caixa saudável significa que nós também ficaremos saudáveis e que o mercado ficará saudável.

Speaker #2: Então, acho que é importante para todos esse trabalho e constante de melhoria de análise e avaliação de crédito.

Leonardo Mesquita da Cruz: Então, acho que é importante para todos esse trabalho constante de melhoria de análise e avaliação de crédito.

Speaker #3: Está á ótimo. Obrigado, Léo, João. Bom dia.

Pedro Lobato: Ótimo, obrigado, Léo. João, bom dia.

Operator 2: Nossa próxima pergunta vem da Ana Júlia, da UBS. Ana, seu microfone está liberado.

Speaker #1: Nossa próxima pergunta vem da Ana Júlia da UBS. Ana, seu microfone está liberado.

Ana Júlia: Oi, pessoal. Bom dia, obrigada pelo espaço. A gente tem uma dúvida mais na parte de despesa comercial. Essa linha veio um pouco mais pesada do que a gente estava esperando. A gente queria entender se vocês pudessem abrir um pouco para a gente o que de fato motivou isso. Se vocês acabaram vendo ali realmente um esforço comercial um pouco mais forte, pensando eventualmente talvez nesses eventos de Copa, esse cenário um pouco mais difícil para venda pensando na Copa especificamente e também pensando nas vendas de julho. Essa performance de vendas, se houve alguma necessidade de um esforço comercial mais forte ou se foi uma coisa mais pontual mesmo, se a gente pode esperar que essa linha volte para os 9% daqui para frente. E uma segunda pergunta, que é um pouco mais específica, foi no resultado financeiro, aqueles BRL 18 milhões na despesa financeira, na linha de outros.

Speaker #5: Oi, pessoal. Bom dia. Obrigada aqui pelo espaço. A gente tem uma dúvida aqui, mas na parte de despesa comercial, essa linha vem pouco mais pesada do que pelo menos do que a gente estava esperando.

Speaker #5: E a gente queria entender assim, se vocês pudessem abrir pouco para a gente o que de fato motivou isso, se vocês acabaram vendo ali realmente esforço comercial pouco mais forte pensando ali eventualmente talvez nesses eventos de Copa.

Speaker #5: Esse cenário pouco mais difícil para venda pensando na Copa, especificamente, e também assim, até pensando nas vendas de julho, essa performance de venda se houve alguma necessidade de esforço comercial mais forte ou se foi uma coisa mais pontual mesmo, se a gente pode esperar que essa linha volte ali para os 9% daqui para frente.

Speaker #5: E aí uma segunda pergunta que é pouco mais específica aqui foi no resultado financeiro, aqueles 18 milhões ali na despesa financeira, na linha de outros, se vocês puderem dar pouco de abertura do que drivou nessa linha pouco mais pesada, só para ajudar pouco a gente entender como pensar nessa linha para frente.

Ana Júlia: Se vocês puderem dar um pouco de abertura do que gravou nessa linha um pouco mais pesada, só para ajudar um pouco a gente entender como pensar nessa linha para frente. São essas duas do nosso lado. Obrigada.

Speaker #5: São essas duas do nosso lado. Obrigada.

Leonardo Mesquita da Cruz: Oi, Ana Júlia, é o Léo aqui. Vou pegar a primeira e a segunda o João complementa aqui. Com relação à despesa comercial, eu acho que a gente teve um efeito aqui que é o seguinte: a gente primeiro teve um mês de março muito forte de repasse. Nos próximos meses, abril, maio, junho, foram meses muito fortes de repasse. O que acontece quando a gente tem um mês de repasse forte? A gente também teve um trimestre muito forte de registro, o que também gerou uma despesa acima e te confesso que é uma despesa que, quando ela vem por esse motivo, a gente olha até com prazer, porque significa que nossos empreendimentos estão sendo bem repassados e também registrados, o que garante uma evolução da nossa obra com geração de caixa e é sempre o que a gente prioriza. Então a gente priorizou muito esse tipo de gasto.

Speaker #2: Oi, Ana Júlia. É o Léo aqui. Eu vou pegar a primeira e a segunda o João complementa aqui, tá? Com relação à despesa comercial, eu acho que ali a gente teve efeito aqui que é o seguinte, a gente primeiro teve mês de março muito forte de repasse.

Speaker #2: Então, e aí isso nos próximos meses aí, abril, maio, junho, a gente também teve foi mês muito forte de repasse. E a gente acabou tem o que acontece quando a gente tem mês de repasse forte?

Speaker #2: A gente também teve um trimestre muito forte de registro, o que também gerou uma despesa acima, e te confesso que é uma despesa que a gente olha — até quando ela vem por esse motivo, a gente olha até com prazer — porque significa que os nossos empreendimentos estão começando, estão sendo bem repassados e também registrados, o que garante aí uma evolução da nossa obra com geração de caixa, e é sempre o que a gente, na verdade, prioriza.

Speaker #2: Então, a gente priorizou muito esse tipo de gasto e quando também você tem que lembrar também que o nosso modelo tem muito de comissão que está atrelada ao repasse.

Leonardo Mesquita da Cruz: Você tem que lembrar também que o nosso modelo tem muito de comissão que está atrelada ao repasse, então isso acabou dando um gatilho maior para essa despesa. A gente também imagina que isso deve ficar, quando a gente olha o semestre, muito mais para o que a gente está olhando quando olha o semestre do que o trimestre. Mas se por acaso tivermos agora também essa surpresa positiva de um grande volume de repasses, não deixaria de antecipar o máximo possível que pudermos em nossos registros, porque isso significa que a nossa perspectiva de geração de caixa melhora. Então, se for por esse motivo, de novo, que a gente tiver algum pico, não vemos isso como nenhum problema. Vou passar aqui para o João, para a segunda questão da parte financeira.

Speaker #2: Então, isso acabou dando um gatilho maior para essa despesa. A gente também imagina que isso deve ficar aí, quando a gente olha o semestre, deve ficar muito mais para o que a gente está olhando quando olha o semestre do que o trimestre, tá?

Speaker #2: E mais, se por acaso tivermos agora também essa surpresa positiva de grande volume de repasses, não teria também, não deixaria de antecipar o máximo possível que pudermos em nossos registros, porque isso significa que a nossa perspectiva de geração de caixa melhora.

Speaker #2: Então, se for por esse motivo de novo que a gente tiver algum pico, não teremos nenhum, não vemos isso como nenhum problema. Vou passar aqui para o João, para a segunda questão da parte financeira.

João Carlos Mazzuco: Léo, só complementar aqui também essa primeira. A gente teve um crescimento da receita, o crescimento dessa receita foi muito por conta de andamento de obra, porque às vezes as vendas se mantiveram até estáveis tri a tri. Quando você tem maior andamento de obra, você conhece mais as despesas com comissão, porque as despesas de comissão, primeiro, se eu repassei bastante, eu aumento o meu estoque de comissões a apropriar. Quando eu ando mais obra, eu aproprio também essas comissões. Então foram dois efeitos, teve o efeito do maior número de registro e teve o efeito de maior andamento de obra, que acaba gerando um aumento também na apropriação de comissões sobre vendas. Mas o Léo já respondeu também, é de se esperar que a gente olhe o semestre, os 8,7 próximo aos 9, que você mesmo comentou, é isso que a gente tem que olhar daqui para frente.

Speaker #4: É. E Léo, se eu me permite, só complementar aqui também essa primeira, a gente tem aí, você vê, a gente teve crescimento da receita, crescimento dessa receita foi muito por conta de andamento de obra, porque às vezes as vendas se mantiveram até estar estáveis tri a tri.

Speaker #4: Quando você tem maior andamento de obra, você reconhece mais as despesas com comissão, porque as despesas de comissão primeiro, se eu repassei bastante, eu aumento o meu estoque de comissões apropriar.

Speaker #4: Quando eu ando mais obra, eu aproprio também essas comissões. Então, foram dois efeitos: teve o efeito do maior número de registros e teve o efeito de maior andamento de obra, que acaba gerando aumento também na apropriação de comissões sobre vendas.

Speaker #4: Mas o Léo já respondeu também. É de se esperar, assim, que a gente olha o semestre, os 8,7, próximo aos 9 aí que você mesmo comentou. É isso que a gente tem que olhar daqui para frente.

Speaker #4: Em relação ao resultado financeiro, que isso está ligado diretamente Ana, alguns obrigações contratuais por atraso na entrega de algumas unidades. Então, tivemos algumas entregas para clientes em algumas obras que ultrapassaram o prazo contratual e a gente tem sempre como prática aqui antecipadamente procurar esses clientes, notificar os clientes de uma forma ampla, propondo os acertos devidos por conta dessas entregas atrasadas.

João Carlos Mazzuco: Em relação ao resultado financeiro, isso está ligado diretamente a algumas obrigações contratuais por atraso na entrega de algumas unidades. Tivemos algumas entregas para clientes em algumas obras que ultrapassaram o prazo contratual e a gente tem sempre como prática aqui, antecipadamente, procurar esses clientes, notificar os clientes de uma forma ampla, propondo os acertos devidos por conta dessas entregas atrasadas. A gente teve esse desembolso no trimestre vinculado a isso. O aumento dessa despesa financeira está atrelada justamente a essas obrigações contratuais. Foram cinco obras nessa condição, e a pergunta é: como é que isso vai se comportar daqui para frente, naturalmente. A gente tem quatro obras ainda sendo monitoradas, muito próximo pela engenharia, por nós aqui, e já avaliando o que pode vir a incorrer ainda nesses próximos meses.

Speaker #4: E aí a gente teve esse desembolso no trimestre vinculado a isso. Então, aumento dessa despesa financeira, está muito está atrelada a justamente essas obrigações contratuais.

Speaker #4: A gente tem foram cinco obras nessa condição, a gente e a pergunta é como é que isso vai se comportar daqui para frente, naturalmente.

Speaker #4: Então, a gente tem quatro obras ainda sendo monitoradas, muito próximo pela engenharia, por nós aqui, e já avaliando o que pode vir a incorrer ainda nesses próximos semestres.

Speaker #4: Próximos meses. É importante a gente dizer também, a gente está tendo ganho de produtividade, de produção muito forte na engenharia, basta você ver o que eu acabei de falar.

João Carlos Mazzuco: É importante a gente dizer também que a gente está tendo um ganho de produtividade, de produção muito forte na engenharia. Basta você ver o que eu acabei de falar. A receita veio

Speaker #4: Assim, a receita veio principalmente de andamento de obra. As vendas não cresceram. Então, a engenharia está com uma produção muito crescente e com foco aí muito grande nessas obras também que estão próximas a serem entregues que correm o risco de atraso na entrega de unidades.

Leonardo Mesquita da Cruz: Principalmente de andamento de obra. As vendas não cresceram. A engenharia está com uma produção muito crescente e com foco muito grande nessas obras também que estão próximas a serem entregues, que correm o risco de atraso na entrega de unidades. A gente está monitorando isso e acompanhando o que pode vir a mais aqui de ajustes nessa despesa financeira nos próximos trimestres.

Speaker #4: Então, a gente está monitorando isso e acompanhando o que pode vir a mais aqui de ajustes nessa despesa financeira nos próximos trimestres.

Ana Júlia: Perfeito, super claro. Obrigada, pessoal.

Speaker #5: Perfeito, super claro. Obrigada, pessoal.

Operator 2: Nossa próxima pergunta vem do Fany Oreng, da Santander. Seu microfone está liberado. Fany, seu microfone está liberado.

Speaker #1: Nossa próxima pergunta vem do Feni Oren, da Santander. Seu microfone está liberado.

Fanny Oreng: Estão me ouvindo? Alô?

Speaker #5: Estão me ouvindo? Alô?

Speaker #4: Estamos ouvindo.

Leonardo Mesquita da Cruz: Estamos te ouvindo, Fany.

Speaker #5: Ai, desculpa, João. Vamos lá então. Bom dia, pessoal. Bom dia, Léo. Bom dia, João, Nádia, Ronaldo. Vamos lá. Eu tenho duas perguntas. Primeira pergunta: vocês lançaram agora pra ação 11, pelo que eu entendi foi um sucesso. Queria entender qual o potencial que vocês veem dessa nova área.

Fanny Oreng: Desculpa, João. Vamos lá então. Bom dia, pessoal. Bom dia, Léo, bom dia, João, Nadia, Ronaldo. Eu tenho duas perguntas. Primeira pergunta: vocês lançaram agora a Praça Onze, pelo que eu entendi, foi um sucesso. Queria entender qual o potencial que vocês veem dessa nova área. Vocês acham que é uma região que pode se tornar tão relevante quanto o Porto ou seria algo mais parecido, eventualmente, só para base comparável, com Niterói? Então se vocês pudessem dar uma cor para a gente disso. Segundo ponto também que eu queria entender, Léo, como é que você está vendo a dinâmica de demanda dentro dos stands? Acho que tem muita gente preocupada hoje em dia com a alavancagem do consumidor. Queria entender se vocês observaram uma redução no fluxo de cliente, se alguma coisa desse tipo está acontecendo e como é que vocês estão vendo também o ambiente competitivo.

Speaker #5: Vocês acham que é uma região que pode se tornar tão relevante quanto o porto ou seria algo mais parecido eventualmente só para base comparável com Niterói?

Speaker #5: Então, se vocês pudessem dar uma cor para a gente disso. Segundo ponto, também queria entender, Léo, como é que você está vendo a dinâmica de demanda dentro dos estandes?

Speaker #5: Acho que tem muita gente preocupada, hoje em dia, com a alavancagem do consumidor, e aí queria entender se vocês observaram uma redução no fluxo de cliente, se alguma coisa desse tipo está acontecendo e como é que vocês estão vendo também o ambiente competitivo.

Speaker #5: Acho que, principalmente na cidade de São Paulo, a gente escuta bastante outras empresas reclamando tanto da competição por terreno como da competição nos empreendimentos, também na cidade de São Paulo.

Fanny Oreng: Acho que principalmente na cidade de São Paulo, a gente escuta bastante outras empresas reclamando tanto da competição por terreno, como da competição nos empreendimentos também na cidade de São Paulo. Seria interessante também se você puder dar uma cor nisso. Seria isso. Obrigada, pessoal.

Speaker #5: Então, seria interessante também se você podesse dar uma cor nisso. Seria isso. Obrigada, pessoal.

Leonardo Mesquita da Cruz: Bom dia, Fany, tudo bem? Seguinte, Praça Onze, eu até confesso que foi um lançamento que a gente teve um resultado até acima do que a gente esperava. É uma situação que a gente teve que atrasar um mês por conta de toda a questão da legislação. É uma região que quem mora hoje no Rio sabe que está tendo uma perspectiva de investimento muito grande, muito similar ao que aconteceu no Porto, por questões de investimento em museu, investimento em mudança em novos equipamentos ali na região. A gente acredita, sim, que pode ser uma região que vai ter uma atratividade muito grande. Acho que ainda tem alguns passos para destravar os terrenos da região, que começa agora a ter um volume maior de análise por parte da prefeitura, mas a gente está acompanhando com bons olhos.

Speaker #3: Bom dia, Fani. Tudo bem? Seguinte, para a ação 11, eu até confesso que teve foi lançamento que do que a gente esperava, entendeu? É uma situação que a gente teve que atrasar aí um mês por conta de toda a questão da legislação. A gente está numa região que, quem mora hoje no Rio, sabe que está tendo uma perspectiva de investimento muito grande, muito similar ao que aconteceu no Porto, por questões de investimento em museu, investimento em mudança, em novos equipamentos ali na região.

Speaker #3: E a gente acredita, sim, que vai ser uma região que vai ter uma atratividade muito grande. Acho que ainda tem alguns passos aí para destravar os terrenos da região, que começa agora a ter um volume maior de análise por parte da prefeitura, mas a gente está acompanhando aí com bons olhos.

Leonardo Mesquita da Cruz: Mas eu acho que esse lançamento também, Fany, além disso, o que a gente vem vendo agora é quase que uma segunda fase, uma segunda etapa do que vem acontecendo, não só no Porto, mas complementando com Praça Onze, o centro do Rio. Eu acho que hoje está muito claro no Rio que está tendo um movimento, que quando você vai no Porto hoje, a sensação já é de um bairro com moradores, com comércio começando a chegar. Então a gente está vivendo hoje uma nova etapa, que traz até algumas perspectivas diferentes. O próprio centro do Rio, que há quatro anos atrás, três anos atrás, tinha preços muito baixos, hoje você já vê lançamentos saindo a BRL 14 mil, BRL 15 mil o metro. Então eu acho que aquela região, todo esse processo de revitalização começa a ganhar cara.

Speaker #3: Mas eu acho que esse também, Fani, eu acho que o que é além disso, o que a gente vem vendo agora é quase que uma segunda fase de uma segunda etapa do que vem acontecendo, não só no porto, mas complementando com praça 11 e o centro do Rio.

Speaker #3: Eu acho que hoje está muito claro, no Rio, que está tendo movimento. O que hoje a gente está—quando você vai no Porto hoje, a sensação já é de bairro, com moradores, com comércio começando a chegar. Então, a gente está vivendo hoje uma nova etapa, que traz até algumas perspectivas diferentes.

Speaker #3: E o próprio Centro do Rio, que há quatro anos atrás, três anos atrás, tinha preços muito baixos, hoje você já vê lançamento saindo a R$14 mil, R$15 mil o metro.

Speaker #3: Então, eu acho que naquela região toda, esse processo de revitalização começa a ganhar cara. E eu acho que a gente, principalmente olhando bastante na Praça 11, está muito, muito bem posicionado para também surfar.

Leonardo Mesquita da Cruz: Eu acho que a gente, principalmente, olhando bastante na Praça Onze, a gente está muito bem posicionado para também surfar, eu acho que talvez essa segunda onda agora dessa região, que deixa de ser uma aposta e passa a ser um vetor de crescimento claro da cidade. Com relação à demanda, eu acho que sim, Fany, demanda a gente tem visto, sim, um volume até interessante de pessoas. A gente pode ter tido alguns eventos, pode ter sido Copa do Mundo, algumas situações que geraram algum tipo de diminuição, mas no geral, eu não diria que o problema está na demanda. Eu acho que sim, tem uma análise maior, eu acho que uma preocupação maior com crédito.

Speaker #3: Eu acho que talvez essa segunda onda agora, dessa região que passa, deixa de ser uma aposta e passa a ser vetor de crescimento claro da cidade.

Speaker #3: Com relação à demanda, eu acho que sim, Fani. A gente demanda, a gente está... a gente tem visto, sim, volume até interessante de pessoas.

Speaker #3: A gente pode ter tido alguns eventos aí, pode ter sido Copa do Mundo ou algumas situações que geraram ali algum tipo de diminuição, mas, no geral, eu não diria que o problema está na demanda.

Speaker #3: Eu acho que sim, tem uma análise maior, eu acho que uma preocupação maior com crédito. Então, hoje a gente até tem se questionado aqui até para uma busca de aumentar o volume dos nossos estandes, para que a gente consiga suprir caso algum problema, de ter que botar mais gente para tentar manter a velocidade de vendas no patamar que a gente gosta.

Leonardo Mesquita da Cruz: Hoje a gente até tem se questionado aqui até para uma busca de aumentar o volume dos nossos stands para que a gente consiga suprir, caso algum problema de ter que botar mais gente para tentar manter a velocidade de vendas no patamar que a gente gosta. A gente tem buscado soluções e medidas para que isso aconteça. Acho que o desejo das pessoas ainda continua muito claro. Com relação à competição, principalmente, por exemplo, agora julho deixou muito claro para a gente a nossa estratégia, quase que filosofia, quase que mantra, de ter localizações privilegiadas, se posicionar bem. Talvez isso até seja uma discussão nossa. Hoje a gente tem um momento que até gera, Paulo, um pouco mais de complexidade para nossa engenharia por ter um produto talvez um pouco melhor que os nossos concorrentes diretos.

Speaker #3: A gente tem buscado soluções e medidas para que isso aconteça. Acho que o desejo das pessoas ainda continua muito claro. E com relação à competição, principalmente por exemplo agora julho, deixou muito claro para a gente que a nossa estratégia hoje a nossa estratégia hoje não, na verdade a nossa estratégia é quase que filosofia, quase que mantra que de ter localizações privilegiadas se posicionar bem ter produto talvez isso até uma discussão nossa e talvez assim hoje a gente tem momento até gera Paulo pouco mais de complexidade para a nossa engenharia por ter produto talvez pouco melhor que os nossos concorrentes diretos.

Speaker #3: A gente sabe aqui alguns concorrentes nossos diretos que vieram do médio alta renda eles vêm com produtos de realmente de baixíssima renda e a gente vem com produtos já bem mais bem localizados e com uma infraestrutura melhor.

Leonardo Mesquita da Cruz: A gente sabe que alguns concorrentes nossos diretos que vieram do médio e alta renda vêm com produtos realmente de baixíssima renda, e a gente vem com produtos já mais bem localizados e com uma infraestrutura melhor. Eu acho que nos possibilita ter um diferencial nesse momento. Eu acho que isso para a gente tem sido cada vez mais claro, que essa estratégia é assertiva e a gente, principalmente em ambientes que ficam um pouco mais conturbados e mais competitivos, ter uma localização melhor e um produto melhor nos coloca numa situação melhor de atração para os nossos clientes.

Speaker #3: Eu acho que nos possibilita ter um diferencial nesse momento. Então, eu acho que isso, para a gente, tem sido cada vez mais claro, que essa estratégia é assertiva e que, principalmente em um ambiente que fica um pouco mais conturbado e mais competitivo, ter uma localização melhor e um produto melhor nos coloca numa situação melhor de atração para os nossos clientes.

Fanny Oreng: Superclaro, Léo. Obrigada. Só um follow-up rapidinho. Você está vendo aí Q3, vendas acelerando, então. Entendi que os primeiros lançamentos do trimestre foram bem positivos. Eu acho que você também teve lançamentos agora em agosto. Está vindo em linha com o que você esperava?

Speaker #5: Super claro, Léo. Obrigada. Só follow-up rapidinho e você continua você está vendo aí terceiro tri vendas acelerando então porque a gente sabe acho que entendi que os primeiros lançamentos do trimestre foram bem positivos, mas acho que você também teve lançamentos agora em agosto.

Speaker #5: E está vindo em linha com o que você esperava?

Speaker #3: Olha, assim, Fani, é que eu diria que assim, eu não consigo ainda te precisar. Agosto, que a gente está começando agora a soltar os lançamentos.

Leonardo Mesquita da Cruz: Olha, Fany, eu diria que eu não consigo ainda te precisar agosto, que a gente está começando agora a soltar os lançamentos. Dificilmente, por exemplo, no Rio, a gente está lançando agora um projeto que é em Ramos. Eu não vou ter a mesma velocidade que eu tive no Praça Onze, que foi muito fora da curva. Não deve ser a mesma velocidade. Em São Paulo, a gente tem um lançamento aqui na Vila Guilherme que está apontando que vai muito bem. Tem um outro no Ipiranga que a gente está começando. Eu acho que é natural. Por isso que eu fico um pouco receoso quando a gente fica comentando, achando que qualquer mudança em 15 dias é uma mudança mercadológica.

Speaker #3: Mas acho que é natural ter assim. Dificilmente, por exemplo, no Rio, a gente está lançando agora um projeto que é em Ramos.

Speaker #3: Eu não vou ter a mesma velocidade que eu tive no praça 11 que foi muito fora da curva. não deve ser a mesma velocidade.

Speaker #3: Em São Paulo a gente tem lançamento aqui na Vila Guilherme que está apontando que vai muito bem. Então, tem outro na Ipiranga que a gente está começando.

Speaker #3: Então, assim, eu acho que é natural. Por isso que eu fico um pouco receoso quando a gente fica comentando, achando que qualquer mudança em 15 dias é uma mudança mercadológica.

Speaker #3: A gente entende até esse questionamento de vocês muito por conta do que está acontecendo no macro isso faz com que a gente ache que a qualquer momento alguma coisa pode acontecer.

Leonardo Mesquita da Cruz: A gente entende até esse questionamento de vocês, muito por conta do que está acontecendo no macro. Isso faz com que a gente ache que a qualquer momento alguma coisa pode acontecer. Mas o natural do nosso negócio é que seja uma coisa um pouco sazonal mesmo, empreendimentos que saem da curva, que vão um pouco menos. A demanda continua boa, mas é natural que esses lançamentos tenham aí uma variação e a gente, às vezes, acerte exatamente no ponto, no preço e no produto que a gente está colocando e às vezes tenha uma velocidade um pouco menor. Mas, de fato, a gente tem aí um início de trimestre, considerando agosto, ainda bem interessante. Qual o ponto que eu gostaria de reforçar aqui? Qual o nosso foco hoje?

Speaker #3: Mas o natural do nosso negócio é que seja uma coisa pouco sazonal. Mesmo empreendimentos que saem da curva, que vão um pouco menos, a demanda continua boa.

Speaker #3: Mas é natural que esses lançamentos têm aí uma variação e a gente às vezes acerte exatamente no ponto e no preço e no produto que a gente está colocando e às vezes tem uma velocidade pouco menor.

Speaker #3: Mas, de fato, a gente tem aí início de trimestre, com agosto ainda sendo bem interessante. Mas qual o ponto que eu gostaria de reforçar aqui?

Speaker #3: Qual o nosso foco hoje? Nosso foco hoje é a gente conseguir principalmente trabalhar com força de venda e muita assertividade no que a gente tem disponível.

Leonardo Mesquita da Cruz: Nosso foco hoje é a gente conseguir, principalmente, trabalhar com força de venda e muita assertividade no que a gente tem disponível. A gente quer que os nossos lançamentos vão bem, mas também a gente está trabalhando muito o nosso estoque para que a gente consiga, principalmente daqui para o final do ano, vender, repassar e registrar, para que as nossas obras continuem girando com volume de unidades repassadas e registradas num elevado nível, que nos permita continuar a nossa política de geração de caixa. Esse é o grande objetivo nosso aqui, para que a gente gire sempre com um volume de unidades muito bem repassadas.

Speaker #3: A gente quer que os nossos lançamentos vão bem, mas também a gente está trabalhando muito no nosso estoque para que a gente consiga, principalmente daqui para o final do ano, vender, repassar e registrar, para que as nossas obras continuem girando com volume de unidades repassadas e registradas em um elevado nível, que nos permita continuar a nossa política de geração de caixa.

Speaker #3: Esse é o grande objetivo nosso aqui para que a gente gire sempre com volume de unidades muito bem repassadas.

Speaker #5: Perfeito. Léo, super obrigada.

Fanny Oreng: Perfeito, Léo. Super obrigada.

Operator 2: Nossa próxima pergunta vem do Victor Tapia, do Bank of America. Victor, seu microfone está liberado.

Speaker #1: Nossa próxima pergunta vem do Victor Tapia do Bank of America. Victor, seu microfone está liberado.

Victor Tapia: Bom dia, pessoal. O primeiro ponto que eu queria fazer aqui, até na resposta do Léo dessa última pergunta. Eu estou entendendo que a demanda está aí, o cenário para vendas está bem melhor do que o mercado financeiro pintou aí nesses seis primeiros meses. Tudo em relação a custo, à venda, acho que está parecendo ser mais barulho do que algum impacto muito negativo. Mas aí, Léo, na tua resposta, você colocou que o que mais te preocupa é o crédito. Se eu entendi direito, também você colocou que a saída, a solução que vocês estão tentando colocar para isso é aumentar o fluxo no estande para, de certa forma, aumentar o funil, pegar um cara que tem uma renda um pouco maior. Mas o que é essa preocupação, de fato, com o crédito?

Speaker #2: Bom dia, pessoal. O primeiro ponto que eu queria fazer aqui, até em resposta ao Léo nessa última pergunta, é o seguinte: eu estou entendendo que a demanda está aí, o cenário para vendas está bem melhor do que o mercado financeiro pintou nesses seis primeiros meses.

Speaker #2: Tudo em relação a custo, a venda acho que foi mais está parecendo ser mais barulho do que algum impacto muito negativo. Mas aí, Léo, na tua resposta você colocou aí o que mais te o que mais te preocupa é o crédito.

Speaker #2: E se eu entendi direito, também você colocou que a saída, a solução que vocês estão tentando colocar para isso, é aumentar o fluxo no estande para, de certa forma, aumentar o funil, pegar o cara que tem uma renda um pouco maior.

Speaker #2: Mas o que é, de fato, essa preocupação com o crédito? Assim, essa restrição recente que teve aí da Caixa e que está sendo ajustada, ou você está falando de um cenário mais amplo de endividamento das famílias e, obviamente, do consumidor?

Victor Tapia: Essa restrição que teve aí recente da Caixa e que está sendo ajustada, ou você está falando de um cenário mais amplo de endividamento das famílias e, obviamente, do consumidor? Existe também uma intenção de, além de aumentar o fluxo, vocês também aumentarem um pouco mais o pro soluto? Tem alguma outra condição comercial que vocês estão pensando também para contornar essa preocupação que você colocou, Léo? Esse é o primeiro ponto. O segundo é mais na geração de caixa. De novo, dado todos os barulhos que aconteceram, a gente enxerga aqui patamares de geração de caixa ainda bem fortes, bem robustos. Nesse cenário que a gente tem hoje, de um menor crescimento operacional que vocês estão passando, vocês veem alguma possibilidade ou algum cenário que dá para aumentar a distribuição que vocês já vêm fazendo?

Speaker #2: E aí, existe também uma intenção de, além de aumentar o fluxo, vocês aumentarem um pouco mais o pró-soluto? Tem alguma outra condição comercial que vocês estão pensando também para contornar essa preocupação que você colocou, Léo?

Speaker #2: Esse é o primeiro ponto. O segundo é mais aqui na geração de caixa. Também assim, de novo, assim, dado todos os barulhos que aconteceram, a gente enxerga aqui patamares de geração de caixa ainda bem fortes, bem robustos.

Speaker #2: E nesse cenário que a gente tem hoje de menor crescimento operacional que vocês estão passando, vocês veem aí alguma possibilidade ou algum cenário que dá para aumentar a distribuição que vocês já vêm fazendo?

Speaker #2: Assim, existe algum cenário em que sobra mais caixa aí, dado que está tudo indo também, acho que melhor do que o mercado estava esperando nesses primeiros seis meses?

Victor Tapia: Existe algum cenário que sobra mais caixa, dado que está tudo indo melhor do que o mercado estava esperando nesses primeiros seis meses? São esses os dois pontos.

Speaker #2: São esses os dois pontos.

Leonardo Mesquita da Cruz: Bom dia, Tapia. Eu vou pegar a primeira aqui e vou passar para o João a segunda. A nossa preocupação hoje, Victor, a gente acompanha o dia a dia do macro. Vamos voltar um pouco. A gente começou o trimestre com notícias de uma inflação que podia vir de uma guerra muito maior, então a gente se preparou para um cenário talvez muito pior. A gente fez revisão, imputou preço, se preparou para uma turbulência que podia vir pela frente e talvez possa vir ainda pela frente. Esse é o problema hoje, a gente trabalha com uma estabilidade maior do que a gente tinha em momentos atrás. Então a gente começou um ano que parecia ter muito forte de vendas e a gente começou a ter uma série de incertezas, acho que não é só para Cury, qualquer empresário no país vive isso.

Speaker #3: Bom dia, Tapia. Eu vou pegar a primeira aqui e vou passar para o João a segunda. Eu acho que, assim, a nossa preocupação hoje, Victor, é que a gente tem... a gente olha, assim, a gente acompanha o dia a dia do nosso macro.

Speaker #3: Assim, vamos voltar um pouco. A gente começou o trimestre com notícias ali de uma inflação que podia vir, de uma guerra muito maior, então a gente se preparou para um cenário talvez muito pior.

Speaker #3: Então a gente fez revisão, a gente pegou imputou preço, se preparou para uma turbulência que podia vir pela frente e talvez possa vir ainda pela frente.

Speaker #3: A gente aqui esse é o problema. Hoje a gente trabalha com uma estabilidade maior do que a gente tinha em momentos atrás. Então a gente começou ano que parecia ter muito forte ali de vendas e a gente começou a ter uma série de incertezas que para qualquer acho que não é só para Cury, para qualquer empresário no país ele vive isso.

Speaker #3: E a gente acompanha e vê. O nosso cliente não é diferente de todos os clientes, de todos os bancos e de todo o varejo, do qual a gente vê que existe sim, hoje, as famílias estão mais endividadas, e isso é meio claro.

Leonardo Mesquita da Cruz: A gente acompanha e vê, o nosso cliente não é diferente de todos os clientes, de todos os bancos e de todo o varejo, do qual a gente vê que existe, sim, hoje, as famílias estão mais endividadas e isso é meio claro. A gente ciente disso, o que a gente está fazendo? Já que a gente tem uma boa demanda, a gente também tem que ser mais seletivo. A gente tem que tentar trazer o máximo de clientes para poder pegar sempre o melhor cliente. Eu acho que o nosso objetivo aqui, nossa preocupação, olhando o que está acontecendo, não adianta a gente aqui ficar falando em mais. A gente já tem um volume de estoque que a gente entende como bom para ser trabalhado, ser vendido, repassado, girar, registrar. Nossa preocupação é fazer com que isso seja feito da forma mais saudável possível.

Speaker #3: Então, a gente, ciente disso, o que a gente está fazendo? A gente tem que ser, sim, já que a gente tem uma boa demanda, a gente também tem que ser mais seletivo.

Speaker #3: A gente tem que tentar daí tentar trazer o máximo de cliente para poder pegar sempre o melhor cliente. Então assim, eu acho que o nosso objetivo aqui, nossa preocupação é olhando o que está acontecendo a gente não adianta a gente aqui ficar falando em mais, mais, mais.

Speaker #3: A gente já tem volume de estoque que a gente entende como bom para ser trabalhado ser vendido repassado girar registrar então nossa preocupação é fazer com que isso seja feito da forma mais saudável possível.

Speaker #3: Então vendo o ambiente macro vendo tudo que está acontecendo a gente sim tem que se precaver e tem que tomar medidas para que a gente possa estar o mais saudável possível nesse momento.

Leonardo Mesquita da Cruz: Vendo o ambiente macro, vendo tudo que está acontecendo, a gente sim, tem que se precaver e tem que tomar medidas para que a gente possa estar o mais saudável possível nesse momento. A principal que a gente enxerga, já vou aqui passando até um pouco da bola para o João, é a gente gerar caixa. De que forma a gente pode melhorar a geração de caixa? O que a gente está vendo? Vou te dar um exemplo aqui que a gente fez em julho. A gente pegou aqui vários empreendimentos que a gente sabe que tem muita liquidez, que estavam com clientes. O cara demorou um pouco mais para repassar, estava demorando, 10 clientes num, 15 no outro, 20 no outro.

Speaker #3: E a principal que a gente enxerga, já vou aqui passando até um pouco da bola para o João, é a gente gerar caixa. Então, de que forma a gente pode melhorar a geração de caixa?

Speaker #3: O que que a gente está vendo? Já, exemplo aqui que a gente fez em julho: a gente pegou aqui vários empreendimentos que a gente sabe que têm muita liquidez, que estavam com clientes que não estavam... O cara demorou um pouco mais para repassar, estava demorando.

Speaker #3: É 10 clientes em um, 15 no outro, 20 no outro. A gente foi atrás disso para destratar quem não estava repassando, porque são unidades líquidas que a gente sabe que a gente vende, que a gente repassa e que a gente registra ainda dentro do tri.

Leonardo Mesquita da Cruz: A gente foi atrás disso para destratar quem não estava repassando, porque são unidades líquidas que a gente sabe que a gente vende, a gente repassa, a gente registra ainda dentro do tri. A gente quer é ter os nossos empreendimentos, mais uma vez, saudáveis, girando, com o maior volume de repasse e registro. Até já dando uma bola aqui para o João, mas o nosso objetivo é sempre esse, a gente girar da forma mais pura e clássica do crédito associativo. Tocando as obras com o maior volume de repasse possível.

Speaker #3: Então a gente quer é ter os nossos empreendimentos mais uma vez saudáveis girando com o maior volume de repasse e registro. Então até já dando aqui já uma bola aqui para o João, mas é o nosso objetivo é sempre esse.

Speaker #3: A gente girar da forma mais pura e clássica do crédito associativo. Entendeu? Fazendo com tocando as obras com o maior volume de repasse possível.

Speaker #2: É, Tapia, seguindo na resposta. Assim, aumentar a nossa distribuição... nossa distribuição está muito limitada e, até pelo nosso PL — pelo meu aumento de PL — a gente tem aqui uma restrição grande. Tem todo o benefício aí de trabalhar com esse PL baixo, ou baixo emprego de capital próprio. Isso se traduz nos nossos ROIs aí, que estão todos familiarizados.

João Carlos Mazzuco: Tapia, seguindo na resposta aqui. Aumentar a nossa distribuição. A nossa distribuição está muito limitada, até pelo nosso PL, pelo meu aumento de PL, a gente tem aqui uma restrição grande, tem todo o benefício de trabalhar com esse PL baixo emprego de capital próprio, isso se traduz nos nossos ROEs que estão todos familiarizados. Crescer menos em termos de lançamento e vendas, não quer dizer, necessariamente, que eu vou liberar mais caixa. A gente não tem essa relação direta por conta de necessidade de capital de giro. Crescer menos hoje, em vendas, num primeiro momento, não está se traduzindo em crescer menos em evolução de obra. A engenharia ainda está crescendo para entregar esses 30% de crescimento que a gente vinha tendo nos anos anteriores, e isso aumenta a minha geração de caixa.

Speaker #2: Então assim, o crescer menos em termos de lançamento e vendas não quer dizer necessariamente que eu vou liberar mais caixa. A gente não tem essa relação aí direta aí por conta de necessidade de capital de giro.

Speaker #2: O crescer menos hoje assim em vendas num primeiro momento não está traduzindo em crescer menos em evolução de obra. A engenharia ainda está crescendo.

Speaker #2: Para integrar esses 30% de crescimento que a gente vinha tendo nos anos anteriores, e isso aumenta a minha geração de caixa. Então, eu vou continuar expandindo geração de caixa de uma forma muito forte, porque é das minhas obras em andamento que vem predominantemente a minha geração de caixa.

João Carlos Mazzuco: Então eu vou continuar expandindo geração de caixa de uma forma muito forte, porque é das minhas obras em andamento que vem, predominantemente, a minha geração de caixa. Agora, também eu tenho uma restrição de PL aqui, hoje a gente já distribui num limite quase de conversão de caixa que eu tenho. A resposta é continuar crescendo a nossa geração de caixa com o crescimento da operação, principalmente com o crescimento na engenharia, mas distribuindo dentro do limite que o meu balanço permite. O que seria esse limite? O que a gente vem praticando até hoje, sempre buscando os meus

Speaker #2: Agora, também eu tenho uma restrição de PL aqui. Hoje a gente já distribui aí num limite, quase de conversão aí de caixa que eu tenho.

Speaker #2: Então, a resposta é continuar crescendo a nossa geração de caixa com o crescimento da operação, principalmente com o crescimento da engenharia, mas distribuindo dentro do limite que o meu balanço permite.

Speaker #2: O que que seria esse limite? O que a gente vem praticando até hoje. Os meus sempre buscando aí os meus 70, 80% do exercício anterior que é onde as duas coisas se convergem.

João Carlos Mazzuco: 70%, 80% do exercício anterior, que é onde as duas coisas se convergem: a conversão de caixa e a minha capacidade de balanço. Essa vai continuar sendo a nossa meta daqui pra frente. Como eu sempre respondi também no passado e a gente tem praticado, ninguém vai ficar sentado num excesso de caixa desnecessariamente. Oportunisticamente, se a gente vir oportunidades pra fazer distribuições adicionais, a gente vai fazer isso. Mas como número indicativo, é manter os níveis de distribuição que a gente vem praticando nesses últimos anos.

Speaker #2: A conversão de caixa e a minha capacidade de balanço. Então, essa vai continuar sendo a nossa meta daqui para frente. Como eu sempre respondi também no passado, a gente tem praticado: ninguém vai ficar sentado aí num excesso de caixa desnecessariamente.

Speaker #2: Então, oportunisticamente, se a gente vê oportunidades para fazer distribuições adicionais, a gente vai fazer isso. Mas, assim, como número indicativo, é manter os níveis de distribuição que a gente vem praticando nesses últimos anos.

João Carlos Mazzuco: Tá certo, pessoal. Obrigado, bom dia.

Speaker #1: Está certo, pessoal. Obrigado, bom dia.

Operator 2: Nossa próxima pergunta vem do Andre Mazzini, da Citi. André, seu microfone está liberado.

Speaker #4: Nossa próxima pergunta vem do André Mazzini, do Citi. André, seu microfone está liberado.

Andre Mazzini: Bom dia, Léo, João, Ronaldo, Nádia. Duas perguntas. A primeira é sobre como está indo a introdução da forma de alumínio em alguns projetos, como está essa proporção entre alvenaria estrutural e forma, que é algo mais recente para a companhia. Já fizeram lá atrás, mas estão voltando agora. Essa é a primeira. A segunda, sobre margem bruta do resultado apropriado, a REF aumentou para 43.5% versus 42.9% no Q1. Se essa melhora reflete principalmente novos projetos vendidos com margens mais altas ou revisões favoráveis de projetos existentes, se tem alguma coisa a ver com os novos projetos de forma, se eles estão vindo acima da média em termos de margem. Obrigado.

Speaker #1: Bom dia, Léo, João, Ronaldo, Nádia. Duas perguntas. A primeira é sobre como está indo a introdução da forma de alumínio em alguns projetos. Como está essa proporção entre alvenaria estrutural e a forma, que é algo mais recente para a companhia?

Speaker #1: Já fizeram lá atrás, mas estão voltando agora. Essa é a primeira. E a segunda, sobre a margem bruta do resultado apropriado, a REF. Aumentou para 43,5% versus 42,9% no primeiro tri.

Speaker #1: Se essa melhora reflete principalmente novos projetos vendidos com margens mais altas, ou revisões favoráveis nos projetos existentes. Tem alguma coisa a ver com os novos projetos, de forma?

Speaker #1: Se eles estão vindo acima da média em termos de margem. Obrigado.

Speaker #2: André, bom dia. Paulo, quanto à forma, a gente está em fase de contratação de forma. O lançamento está previsto do primeiro projeto nosso para o final deste ano.

Paulo Sérgio Beyruti Curi: André, bom dia. Paulo. Quanto à forma, a gente está em fase de contratação de forma. O lançamento do primeiro projeto nosso está previsto para o final desse ano e a gente deve iniciar a obra no começo do ano que vem. Até a gente ter números mais reais, a gente não vai acelerar o processo. O que eu posso dizer é: existem mais uma ou duas obras que a gente também vai fazer o teste da forma de alumínio, e a gente entendendo que é um processo que está trazendo uma margem boa para a empresa e uma capacidade boa de produção, a gente vai seguir em frente e acelerar. Acho que o outro ponto é do João.

Speaker #2: E a gente deve iniciar a obra no começo do ano que vem. Até a gente ter números mais reais, a gente não vai acelerar o processo.

Speaker #2: O que a gente, o que eu posso dizer é: existem mais uma ou duas obras que a gente também vai fazer o teste da forma de alumínio.

Speaker #2: E a gente entendendo que é um processo que está trazendo uma margem boa para a empresa e uma capacidade boa de produção, a gente vai seguir em frente e acelerar.

Speaker #2: Acho que é o outro ponto. Acho que é do João.

João Carlos Mazzuco: Acho que é. Mazzini, bom dia. A primeira opção que você nos deu é praticamente novos projetos vendidos com margem mais altas. O lançamento é um momento extremamente relevante das nossas vendas. Se você até comparar quanto que foi venda de lançamento do Q2 como o Q1, no Q2 eu tive uma proporção maior de vendas de lançamentos. É nesses lançamentos que a gente está buscando, sempre que possível, sair com margem mais forte e à medida que eu tenho boa resposta do mercado a esses lançamentos, isso puxa a minha margem REF. É exatamente isso, a gente não vem apropriando ganhos de orçamento que pudessem melhorar minha margem REF, ou não é a questão das formas, como o Paulo já respondeu, mas é justamente o peso das vendas dos lançamentos no todo, que por definição, vendas novas é o que impacta a minha margem REF mesmo.

Speaker #3: A margem, Mazzini, bom dia. É a primeira opção que você nos deu aí. É praticamente novos projetos vendidos com margens mais altas. O lançamento é um momento extremamente relevante das nossas vendas.

Speaker #3: Você até compara quanto que foi venda de lançamento do segundo tri com o primeiro tri. No segundo tri eu tive uma proporção maior de vendas de lançamentos.

Speaker #3: É nesses lançamentos que a gente está buscando sempre que possível sair com margem mais forte. E à medida que eu tenho boa resposta do mercado a esses lançamentos isso puxa a minha margem REF.

Speaker #2: É exatamente isso. A gente não vem apropriando ganhos aí de orçamento que pudessem melhorar minha margem REF, ou não é a questão das formas, como o Paulo já respondeu.

Speaker #2: Mas é justamente o peso das vendas dos lançamentos no todo que, por definição, vendas novas é o que impacta a minha margem REF mesmo.

Andre Mazzini: Perfeito, obrigado, Paulo e João. Bom dia.

Speaker #1: Perfeito. Obrigado, Paulo e João. Bom dia.

Operator 2: Nossa próxima pergunta vem do Elvis Credendio, do Itaú BBA. Seu microfone está liberado.

Speaker #4: Nossa próxima pergunta vem do Elvis Credendio. Do Itaú BBA. Seu microfone está liberado.

Speaker #1: Bom dia, pessoal. Eu queria abordar dois tópicos aqui. O primeiro é sobre custo de construção. No primeiro semestre, a gente teve um susto ali com relação aos custos de materiais.

Elvis Credendio: Bom dia, pessoal. Eu queria abordar dois tópicos aqui. O primeiro sobre custo de construção. No H1, a gente teve um susto com relação aos custos de materiais. Eu queria entender de vocês como que tem evoluído isso, os efeitos de segunda ordem, se de fato aquilo que preocupava vocês está se concretizando ou não. E se quando a gente olha para orçamentação de vocês tinham revisado, eu acho que 8% de inflação ao ano para cada um dos projetos de vocês. Queria entender se de fato vocês mantêm essas premissas hoje, considerando esse novo cenário, a evolução desse cenário, para ser mais exato, e o que vocês precisariam ver, de fato, para revisar de volta para os patamares de inflação anteriores. Se sentirem mais confortáveis em assumirem as mesmas premissas anteriores. O segundo ponto é mais sobre vendas de maneira mais estrutural.

Speaker #1: Queria entender de vocês como que tem evoluído isso. Os efeitos de segunda ordem, se de fato aquilo que preocupava vocês está se concretizando ou não.

Speaker #1: E se quando a gente olha para a orçamentação de vocês vocês tinham revisado acho que 8% de inflação ao ano para cada dos projetos de vocês.

Speaker #1: Queria entender se de fato vocês mantêm essas premissas hoje. Considerando esse novo cenário a evolução desse cenário para ser mais exato. E como que vocês imaginam o que vocês precisariam ver de fato para revisar de volta para os patamares de inflação anteriores.

Speaker #1: Sentir mais confortáveis em assumirem as mesmas premissas anteriores. Aí, o segundo ponto é mais sobre vendas de maneira mais estrutural, porque vocês até comentaram sobre a venda de julho recuperando.

Elvis Credendio: Vocês até comentaram, venda de julho recuperando. Tivemos esses impactos pontuais ao longo do Q2, mas entender do lado de vocês o que vocês discutem internamente, se tem alguma coisa que preocupa, seja endividamento das famílias, seja uma competição um pouco maior. São Paulo, que é a principal praça de vocês, a gente vê várias empresas entrando no Minha Casa, Minha Vida. Se tem alguma coisa que de fato preocupa vocês, a ponto de diluir essa demanda e mudar um pouco a rota de crescimento. Ou se não, vocês se sentem confortáveis dada a qualidade do produto. É isso. Obrigado. Bom dia.

Speaker #1: Tivemos esses impactos pontuais ao longo do segundo tri. Mas queria entender do lado de vocês, o que vocês discutem internamente, se tem alguma coisa que preocupa.

Speaker #1: Seja endividamento das famílias. Seja uma competição pouco maior. São Paulo que é a principal praça de vocês. A gente vê vários empresas entrando no Minha Casa Minha Vida.

Speaker #1: O que de fato é, se tem alguma coisa que de fato preocupa vocês, a ponto de diluir essa demanda e mudar um pouco a rota de crescimento.

Speaker #1: Ou se não, vocês se sentem confortáveis dada a qualidade do produto. É isso. Obrigado. Bom dia.

Paulo Sérgio Beyruti Curi: Elvis, bom dia. Paulo. Vou começar falando da inflação. No começo do ano, a gente teve essa turbulência com os preços de materiais por causa da guerra. Depois disso, a gente entrou num período de acomodação. Aquilo que a gente previu como aumento estabilizou no patamar. Não temos falta de insumo, nem falta de mão de obra hoje. Acho que está bem equacionado, mas os preços mais ou menos se mantiveram naquele patamar que a gente previu. Então pressão inflacionária extra não estamos tendo nesse momento, mas a gente está muito atento, porque infelizmente a guerra não acabou. A gente está de olho para saber como que vai ser os próximos passos disso. Deixa eu passar para o Léo aqui.

Speaker #2: Elvis, bom dia, Paulo. Vou começar falando da inflação. No começo do ano a gente teve essa turbulência com os preços. Materiais por causa da guerra.

Speaker #2: A gente, depois disso, entrou num período de acomodação, posso te dizer. Então, aquilo que a gente previu como aumento, estabilizou, num patamar.

Speaker #2: Não temos falta de insumo nem falta de mão de obra hoje. Acho que está bem equacionado. Mas os preços mais ou menos se mantiveram naquele patamar que a gente previu.

Speaker #2: Então não estamos pressão inflacionária extra. Não estamos tendo nesse momento. Mas a gente está muito atento. Porque infelizmente a guerra não acabou. Então a gente está de olho para saber como que vai ser os próximos passos disso.

Speaker #2: Pode passar para o Léo aqui.

Speaker #1: Com relação à segunda, Elvis. Sim, eu acho que o que preocupa a gente assim... A gente, acho que a gente é naturalmente preocupado todo dia aqui, brincadeira à parte.

Leonardo Mesquita da Cruz: Com relação à segunda, Elvis, o que preocupa a gente. Acho que a gente é naturalmente preocupado todo dia aqui, brincadeira à parte, mas eu acho que esse tipo de situação, Elvis, nos traz um reforço dessa visão do quanto a gente tem que se preocupar na aquisição e renovação dos nossos produtos e empreendimentos. Hoje, tudo isso que a gente está vendo, tentativas de players irem para o segmento econômico, e a dificuldade que é se adequar a uma realidade de empreendimento do crédito associativo, de repasse, de registro, a dificuldade que é se adequar ao produto, à linguagem equivocada de achar que está tratando um cliente que tem que ser um produto que é preço.

Speaker #1: Mas eu acho que a gente tem, eu acho que esse tipo de situação, Elvis, nos traz reforço dessa visão do quanto a gente tem que se preocupar na aquisição e renovação dos nossos produtos e empreendimentos.

Speaker #1: Então, hoje, cada vez, tudo isso que a gente está vendo são tentativas de players irem para o segmento econômico. E aí ele tem que se adequar à dificuldade, que é se adequar a uma realidade do empreendimento, que é do crédito associativo.

Speaker #1: De repasse de registro, de a dificuldade que é ele se adequar ao produto. A linguagem equivocada de achar que está tratando cliente, que tem que ser produto, que é preço, preço, preço.

Speaker #1: Então isso reforça que a gente tem que ter uma conexão aqui muito grande com o nosso cliente, que é através de ter excelente localização.

Leonardo Mesquita da Cruz: Isso reforça que a gente tem que ter uma conexão muito grande com o nosso cliente, que é através de ter excelente localização, de ter um produto legal, mantendo a nossa força de vendas sempre bem subsidiada e cada vez estando à frente de tudo que o mercado acaba indicando como uma nova tendência, eu acho que a Cury acaba sendo um indicador muito grande. Mas eu acho que cada vez mais também, pela complexidade e grandeza dos empreendimentos, e aí falando principalmente de São Paulo, acho que o Rio também, pela grandeza e complexidade, vai ficando muito claro que os pequenos e médios, principalmente, têm muita dificuldade de enfrentar esses momentos de qualquer tipo de instabilidade vira um grande problema.

Speaker #1: De ter produto legal, mantendo a nossa força de venda sempre bem subsidiada e, cada vez mais, estando à frente de tudo que o mercado acaba indicando como uma nova tendência.

Speaker #1: Eu acho que a Cury acaba sendo indicador muito grande. Mas eu acho que cada vez mais também, pela complexidade e grandeza dos empreendimentos. E aí, falando principalmente de São Paulo, acho que o Rio também, pela grandeza e complexidade.

Speaker #1: Vai ficando muito claro que os pequenos e médios, principalmente, têm muita dificuldade de enfrentar esses momentos. Qualquer tipo de instabilidade vira um grande problema.

Speaker #1: Então, quando você tem uma estrutura boa, por exemplo — a gente citou aqui hoje o ponto de entrevista, que para a gente foi algo natural, de quem já fazia e de quem, rapidamente assim, a gente nem notou isso como problema.

Leonardo Mesquita da Cruz: Por exemplo, a gente citou aqui hoje um ponto de entrevista que para a gente foi algo natural de quem já fazia e de quem rapidamente, a gente nem notou isso como um problema, e a gente escutou de concorrentes no mercado, principalmente pequenos e médios, como se isso tivesse sendo uma bomba atômica. A gente trata isso de uma forma muito natural, porque temos operação e equipe para fazer isso, inclusive no livro já fazíamos. Eu acho que a preocupação nossa, nesse momento de um pouco mais de estabilidade, é o quanto a gente consegue ainda se tornar mais eficiente da porta para dentro, que a gente hoje vem buscando cada vez mais. A gente não consegue mudar algumas coisas macro, e a gente vai passar por um período ainda de incerteza natural do momento.

Speaker #1: E a gente escutou de concorrentes no mercado, principalmente pequenos e médios, como se isso tivesse sendo uma bomba atômica. E a gente trata isso de uma forma muito natural porque temos operação e equipe para fazer isso e, inclusive, no Rio, já fazíamos.

Speaker #1: Então, eu acho que a preocupação nossa nesse momento de um pouco mais de estabilidade é o quanto a gente consegue ainda se tornar mais eficiente da porta para dentro.

Speaker #1: Porque a gente hoje vem buscando cada vez mais. A gente não consegue mudar algumas coisas macro aí e a gente vai passar por um período ainda de incerteza, natural do momento.

Speaker #1: E é o que a gente quer. É a única coisa que a gente pode fazer, olhando para dentro, é se tornar cada vez mais eficiente.

Leonardo Mesquita da Cruz: A única coisa que a gente pode fazer olhando para dentro é se tornar cada vez mais eficiente. A sua pergunta para o Paulo, é o seguinte, a gente olha como as coisas mudam. A Cury começou o ano sendo muito questionada muito mais em relação à nossa capacidade de engenharia do que efetivamente à nossa força de vendas. Hoje, talvez essa certa instabilidade nos permitiu aumentar nossa produtividade na engenharia, aproveitar o momento para que a gente conseguisse também estar preparado para caso, lá na frente, o mercado melhore, que se venham condições novas do Minha Casa, Minha Vida.

Speaker #1: Acho até que a gente aqui, como a sua pergunta para o Paulo, é o seguinte: a gente olha como as coisas mudam. A gente começou — a Cury começou o ano aqui sendo muito questionada com relação, muito mais em relação à nossa capacidade de engenharia.

Speaker #1: Do que, efetivamente, a nossa questão, a nossa força de vendas. Hoje, talvez essa certa instabilidade nos permitiu aumentar nossa produtividade na engenharia. Aproveitar o momento para que, com isso, a gente conseguisse também estar preparado para, caso lá na frente, o mercado melhore.

Speaker #1: Venham, porque se venham condições novas do Minha Casa Minha Vida. A gente hoje tem um land bank talvez mais bem preparado, uma engenharia que se aproveitou desse período também e vem se reestruturando.

Leonardo Mesquita da Cruz: A gente hoje tem um land bank talvez mais bem preparado, uma engenharia que se aproveitou desse período também e vem se reestruturando, e a gente tem visto aqui nossos índices de produtividade aumentando de forma muito elevada, porque o mercado acaba também tendo, a gente vê aí o médio alto de uma diminuição, que de certa forma nos ajuda. Então acho que a gente está tentando desse momento um pouco mais conturbado, olhar mais para dentro de casa para ficar mais eficiente. O nosso mercado, economia, tem momentos melhores e piores, para que tendo um momento um pouco mais estável, mais tranquilo de economia e de condições mercadológicas, a gente possa aproveitar.

Speaker #1: E a gente tem visto aqui nossos índices de produtividade aumentando de forma muito elevada, porque o mercado acaba também tendo... a gente vê aí, no médio prazo, uma diminuição, que de certa forma nos ajuda.

Speaker #1: Então acho que a gente está tentando desse momento pouco mais conturbado olhar mais para dentro de casa para ficar mais eficiente para que a gente possa o nosso mercado tem momentos melhor mercado economia momentos melhores e piores.

Speaker #1: Para que tendo momento pouco mais estável e mais tranquilo de economia e de condições mercadológicas a gente possa aproveitar. Eu acho que esse é o nosso grande objetivo aqui hoje.

Leonardo Mesquita da Cruz: Eu acho que esse é o nosso grande objetivo aqui hoje, estar bem eficiente, bem leve, eu diria, para que a gente possa passar por momentos estáveis, se vierem, e que a gente consiga no momento mais estável poder voltar à nossa rota de crescimento normal.

Speaker #1: Estar bem eficiente e bem leve, eu diria, para que a gente possa passar por momentos estáveis, se vierem, e que a gente consiga, no momento mais estável, poder voltar à nossa rota de crescimento normal.

João Carlos Mazzuco: Elvis, só complementando aqui, endereçando a tua questão sobre o orçamento, sobre os índices de inflação futura que a gente pratica também. Vamos manter conforme os ajustes que a gente fez e reportamos a vocês amplamente no mercado no trimestre passado.

Speaker #2: O Elvis, só complementando aqui e endereçando a tua questão sobre o orçamento, sobre os índices de inflação futura que a gente pratica também. Vamos manter conforme os ajustes que a gente fez e reportamos aí a vocês, amplamente, para o mercado no trimestre passado.

Speaker #2: Tem muita incerteza ainda, muita coisa acontecendo, e é muito cedo a gente falar em cantar vitória contra a inflação. Inflação tem toda uma dinâmica própria.

João Carlos Mazzuco: Tem muita incerteza ainda, muita coisa acontecendo e é muito cedo para a gente cantar vitória contra a inflação. A inflação tem toda uma dinâmica própria. Você tem uma situação que não está resolvida do conflito no Oriente Médio. Então se a gente tiver ganhos em termos de inflação futura, a gente vai se apropriar desses ganhos lá na frente, mas o momento ainda é de uma certa cautela. Fizemos os ajustes no tratamento das nossas viabilidades, vamos continuar com esse mesmo tratamento, por enquanto.

Speaker #2: Você tem aí uma situação que não está resolvida lá do conflito no Oriente Médio. Então se a gente tiver ganhos em termos de inflação futura a gente vai se apropriar desses ganhos lá na frente.

Speaker #2: Mas no momento ainda é de uma certa cautela que então fizemos os ajustes aí no tratamento das nossas viabilidades. Vamos continuar com esse mesmo tratamento.

Speaker #2: Por enquanto.

Elvis Credendio: Excelente, João, Paulo, Léo. Obrigado e bom dia.

Speaker #1: Excelente João Paulo. Leo obrigado e bom dia.

Operator 2: Nossa próxima pergunta vem do Rafael Reder, da Safra. Rafael, seu microfone está liberado.

Speaker #3: Nossa próxima pergunta vem do Rafael Heather da Safra. Rafael seu microfone está liberado.

Rafael Reder: Bom dia, pessoal, tudo bem? Eu queria só retomar um pouco o assunto da competição na compra de terreno. Acho que vocês comentaram já um pouco, mas se for pegar esse tri, vocês ainda conseguiram aumentar o land bank e a gente vê das outras empresas falando que está tendo, por esses melhores terrenos, uma disputa bastante alta. Queria ver se vocês sentiram alguma diferença. E nesse ponto, eu lembro no começo do ano, a gente estava conversando bastante também sobre aquelas melhorias no plano de intervenção urbana lá do Arco Tietê e do Arco de Pinheiros. Queria saber se tiveram alguma novidade, talvez até abrir um leque novo de espaço, de oportunidade de aquisição de terrenos. Obrigado.

Speaker #4: Bom dia pessoal. Tudo bem? Eu queria só retomar assunto da competição. Na compra de terreno. Acho que vocês comentaram já pouco mas se eu for pegar esse triste ainda conseguiram aumentar o Land Bank e a gente vê das outras empresas falando que está tendo por esses melhores terrenos uma disputa bastante alta.

Speaker #4: Queria ver se vocês sentiram alguma diferença, e nesse ponto eu lembro que no começo do ano a gente estava conversando bastante também sobre aquelas melhorias no plano de intervenção urbana, lá do Arco do Tietê e do Arco de Pinheiros.

Speaker #4: Queria saber se tiveram alguma novidade talvez até abrir leque novo assim de espaço de oportunidade de aquisição de terrenos. Obrigado.

Speaker #1: Bom dia Rafael. Eu acho que assim não essa melhora aí eu acho que não veio exatamente desse ponto. Veio sim acho que a gente como eu falei a gente está em regiões que a gente conhece bem.

Leonardo Mesquita da Cruz: Bom dia, Rafael. Eu acho que essa melhora não veio exatamente desse ponto. Como eu falei, a gente está em regiões que a gente conhece bem e consegue também entender quando a gente está diante de algumas oportunidades. Então eu acho que esse aumento, por exemplo, veio de algumas aquisições recentes de terrenos que a gente já conhecia há muito tempo, já estava olhando há muito tempo, namorando, e talvez tenha chegado o momento certo, a condição certa, para que a gente pudesse aproveitar. Então o que a gente hoje tem visto é que, de fato, quando a gente está falando de pequenos e médios terrenos, acaba tendo uma competição maior, porque esse competidor que vocês falam que está querendo entrar no programa, ele também não quer entrar com grandes projetos.

Speaker #1: E consegue também entender quando a gente está diante de algumas oportunidades. Então eu acho que esse aumento aí por exemplo ele veio de algumas aquisições recentes de terrenos que a gente já conhecia há muito tempo já estava olhando há muito tempo namorando.

Speaker #1: E talvez tenha chegado o momento certo a condição certa para que a gente pudesse aproveitar. Então o que a gente hoje tem visto é que de fato quando a gente está falando de pequenos e médios terrenos acaba tendo uma competição maior porque acaba esse competidor que vocês falam que está querendo entrar no programa ele também não quer entrar com projetos com grandes projetos.

Speaker #1: Então a gente hoje vê também principalmente em áreas de média para maiores talvez a gente não esteja nessa competição tão acirrada aí porque não são tantas as empresas que têm capacidade de absorção e de pegar terrenos com volume maior.

Leonardo Mesquita da Cruz: Então a gente hoje vê, principalmente em áreas de média para maiores, que talvez a gente não esteja nessa competição tão acirrada, porque não são tantas as empresas que têm capacidade de absorção e de pegar terrenos com um volume maior. Então a gente, nesses negócios, quando eles chegam num ponto de atratividade que a gente entende que realmente tem uma oportunidade, a gente tem tentado, nesses casos, sim, ser bem mais assertivo, porque eu acho que a gente já tem um land bank que nos permite ser bem cirúrgico e ir na região que a gente entende que teria potencial de melhorar a nossa velocidade de vendas, onde hoje a gente, dentro da cidade de Rio e São Paulo, a gente sabe que a gente vai precisar para 2028, já diria que em 2027, praticamente tudo a gente já tem dentro de casa.

Speaker #1: Então a gente nesses negócios quando eles chegam num ponto de atratividade que a gente entende que é realmente tem uma oportunidade a gente tem tentado nesses casos sim ser bem mais assertivo porque eu acho que a gente já tem Land Bank que nos permite ser bem cirúrgico e ir na região que a gente entende que tem que teria potencial de melhorar a nossa velocidade de vendas.

Speaker #1: Aonde hoje a gente dentro da cidade de Rio e São Paulo a gente sabe que a gente vai precisar para 2028 já diria que 2027 a gente é grande parte já tem grande parte não praticamente tudo a gente já tem dentro de casa.

Speaker #1: Então, a gente consegue hoje ser bem cirúrgico e assertivo, e por isso acaba acontecendo também, como se tivesse hoje, sinceramente, um trimestre que não tivesse uma oportunidade dessa, não seria nenhum problema para a gente hoje.

Leonardo Mesquita da Cruz: Então a gente consegue hoje ser bem cirúrgico e assertivo e por isso acabam acontecendo. Sinceramente, se tivesse um trimestre que não tivesse uma oportunidade dessa, não seria nenhum problema para a gente hoje. Eu acho que a gente consegue hoje enxergar e acompanhar até os terrenos que hoje a gente quer, que a gente entende que vão ter uma localização diferenciada e um custo que vai nos colocar numa condição, principalmente de competição, muito mais apropriada para enfrentar qualquer tipo de momento.

Speaker #1: Eu acho que a gente consegue hoje enxergar e acompanhar até os terrenos que hoje a gente quer, que a gente entende que vão ter uma localização diferenciada e custo que vai nos colocar numa condição, principalmente de competição, muito mais apropriada para enfrentar qualquer tipo de momento.

Speaker #4: Não, perfeito. Só dos planos de intervenção, teve alguma novidade, aquelas melhorias assim que a gente estava esperando?

Rafael Reder: Perfeito. Só dos planos de intervenção, tiveram alguma novidade? Aquelas melhorias que a gente estava esperando?

Leonardo Mesquita da Cruz: De Pinheiros, a gente acabou tendo, em relação a Pinheiros, uma situação que eu diria que a gente teve um ganho muito expressivo num determinado terreno grande que a gente tem dentro de casa, que até nos coloca numa situação de não precisar hoje atacar diretamente aquela região, porque a gente acabou tendo um ganho muito expressivo num determinado terreno. Então isso nos favoreceu e a gente vai, obviamente, desenvolver esse negócio que a gente comprou lá atrás numa condição muito melhor do que a gente tinha, mas isso foi já devidamente apropriado aqui dentro do nosso land bank.

Speaker #1: Assim, teve de Pinheiros, a gente já tem, acabou tendo em relação a Pinheiros uma situação que até, eu diria, que a gente teve um ganho muito expressivo em um determinado terreno grande que a gente tem dentro de casa.

Speaker #1: É assim que até nos coloca numa situação de não precisar ali hoje atacar diretamente aquela região, porque a gente acabou tendo um ganho muito expressivo em um determinado terreno. Então, isso nos favoreceu e a gente vai, obviamente, desenvolver esse negócio que a gente comprou lá atrás, numa condição muito melhor do que a gente tinha. Mas aí, isso foi já devidamente apropriado aqui dentro do nosso Land Bank.

Rafael Reder: Perfeito, super claro. Obrigado, pessoal. Bom dia.

Speaker #4: não é perfeito. Super claro. Obrigado viu pessoal. Bom dia.

Operator 2: Nossa próxima pergunta vem do Jorel Guilloty, da Goldman Sachs. Jorel, seu microfone está liberado.

Speaker #3: Nossa próxima pergunta vem do Jorel Guilote. Da Goldman Sachs. Jorel seu microfone está liberado.

Speaker #4: Bom dia a todos. Tenho duas perguntas aqui. A primeira é vocês poderiam dar update de como vocês veem a preparação de seus fornecedores para a transição para o IVA a partir de 2027.

Jorel Guilloty: Bom dia a todos, eu tenho duas perguntas aqui. A primeira é: vocês poderiam dar um update de como vocês veem a preparação de seus fornecedores para a transição para o IVA a partir de 2027? A outra coisa que eu queria entender, no caso de Minha Casa, Minha Vida, ou que dentro do programa decidam reduzir o juro para grupos três e quatro, eu queria entender o que vocês fariam, porque isso obviamente melhoraria o affordability dos compradores, mas eu queria saber se você estaria mais disposto a subir preço, se esse for o caso, ou se o foco seria mais em acelerar a velocidade de vendas. Seria isso. Obrigado.

Speaker #4: E a outra coisa que queria entender, no caso de que Minha Casa Minha Vida, ou que dentro do programa, decidam ir e reduzir o juro para grupos 3 e 4.

Speaker #4: Eu queria entender como você que vocês fariam. Porque isso obviamente melhoraria o affordability dos compradores mas eu queria saber se vocês estariam mais dispostos a subir preço se isso for o caso ou se o foco seria mais em acelerar a velocidade de vendas.

Speaker #4: Seria isso. Obrigado.

João Carlos Mazzuco: João, tudo bom? Falar sobre a preparação de fornecedores. A gente sabe, você deve estar acompanhando aqui como nós, como o setor como um todo, que existem muitas incertezas em relação à implementação da reforma tributária. O que a gente fez aqui, a gente criou um grupo de trabalho interno, trouxemos consultores externos, temos inclusive tido também reuniões periódicas com os nossos pares, concorrentes, trocando ideias, como cada um está endereçando as questões da reforma tributária. Uma das iniciativas nossas é justamente em relação aos fornecedores. Fizemos um amplo levantamento com apoio dessa consultoria, dos regimes tributários desses fornecedores, como isso se transformará na transição no novo regime. Já estamos em processo de conduzir conversas com esses fornecedores, principalmente os pequenos fornecedores. Porque os grandes fornecedores estão muito mais preparados, eles saberão como se posicionar.

Speaker #1: Jorel tudo bom? Falar sobre a preparação de fornecedores. A gente sabe você deve estar acompanhando aqui como nós como o setor como todo. Que existem muitas incertezas em relação a esse a implementação da reforma tributária.

Speaker #1: O que a gente fez aqui a gente criou grupo de trabalho interno trouxemos consultores externos temos inclusive tido também reuniões periódicas com os nossos pares aí e concorrentes para ver como eles trocando ideias como cada está endereçando todas as questões da reforma tributária.

Speaker #1: E uma das iniciativas nossas é justamente em relação aos fornecedores. Fizemos amplo levantamento aí com apoio das consultoria dos regimes tributários desses fornecedores e que isso como isso se transformará na transição aí no novo regime.

Speaker #1: E já estamos aí em processo de conduzir conversas com esses fornecedores principalmente os pequenos fornecedores. Porque os grandes fornecedores eles vão estar estão muito mais preparados aí eles saberão como se posicionar.

Speaker #1: Eu acho que é o pequeno que a gente tem que ter aí trabalho corpo a corpo. Então é isso que a gente está fazendo dentro ainda das limitações que existem aí das incertezas que existem o que eu posso te adiantar aqui a nossa leitura e a leitura assim acho que do setor como todo esse setor de imóveis voltados a classe econômica imóveis aí com ticket médio como o nosso aí na faixa de 300 a 350 mil reais é que a reforma irá nos beneficiar.

João Carlos Mazzuco: Eu acho que é o pequeno que a gente tem que ter um trabalho corpo a corpo. Então é isso que a gente está fazendo dentro ainda das limitações que existem, das incertezas que existem. O que eu posso te adiantar aqui, a nossa leitura e a leitura do setor como um todo, esse setor de imóveis voltados à classe econômica, imóveis com um ticket médio como o nosso, na faixa de R$ 300 mil a R$ 350 mil, é que a reforma irá nos beneficiar. Então o que a gente está fazendo é tudo que está ao nosso alcance para virar a chave, a gente já está pronto para migrar para esse novo regime. O que a gente tem que fazer aqui é: não posso deixar de migrar para o novo regime por questões operacionais, por questões sistêmicas. É aí que a gente está se resguardando.

Speaker #1: Então, o que a gente está fazendo é tudo que está ao nosso alcance para virar a chave. A gente já está pronto para migrar para esse novo regime.

Speaker #1: O que a gente tem que fazer aqui é: não posso deixar de migrar para o novo regime por questões operacionais ou por questões sistêmicas. E é aí que a gente está se resguardando.

João Carlos Mazzuco: Então seria isso que a gente está fazendo, isso está parte muito forte da nossa agenda aqui interna, para que a gente se beneficie o quanto antes desse novo regime.

Speaker #1: Então seria isso o que a gente está fazendo isso está parte muito forte da nossa agenda aqui interna. Para que a gente se beneficie o quanto antes.

Speaker #1: Desse novo

Speaker #2: Ô Léo, aqui em relação à segunda pergunta, eu acho que tem situações aí. A gente, por exemplo, saindo, vamos supor que saia em agosto, em setembro. A gente tem produto para lançar agora no Porto em setembro, que seria um produto muito, assim, muito claro, de produto de faixa 4.

Leonardo Mesquita da Cruz: Léo, em relação à segunda pergunta, eu acho que tem duas situações. A gente, por exemplo, como saia em agosto, início de setembro, a gente tem um produto para lançar agora no Porto em setembro, que seria um produto muito claro de um produto de faixa quatro. Então, ia ter um bom teste para a gente entender os impactos desse efeito do novo programa. Mas eu também acho que tem um dever de casa no primeiro momento, também, é que esse cliente do faixa quatro, principalmente, é um cliente que hoje, em muitos momentos, opta ficar numa tabela direta e para repassar um pouco mais à frente, não se sentindo talvez tão atrativo o repasse com a taxa hoje vigente.

Speaker #2: Então é até bom teste para a gente entender ali os impactos desse efeito do novo programa. Mas eu também acho que tem dever de casa num primeiro momento, também, é que esse cliente do Faixa 4, principalmente, ele é o cliente que hoje, em muitos momentos, opta por ficar numa tabela direta e para repassar um pouco mais à frente, não se sentindo talvez tão atrativo o repasse com a taxa hoje vigente.

Speaker #2: Tendo uma taxa mais atrativa acho que o primeiro dever de casa é levar isso a conhecimento de todos os nossos clientes também que já tem dentro da tabela direta tentar seguindo aqui a nossa linha de fazer mais repasses mais registros geração de caixa eu acho que também pode ser uma primeira alternativa nossa que é dar conhecimento para todos esses clientes para que eles possam com essa nova taxa entender que sim é uma oportunidade a gente ter repasse nesse momento.

Leonardo Mesquita da Cruz: Tendo uma taxa mais atrativa, acho que o primeiro dever de casa é levar isso a conhecimento de todos os nossos clientes também, que já estão dentro da tabela direta, tentar seguindo aqui a nossa linha de fazer mais repasses, mais registros, geração de caixa, eu acho que também pode ser uma primeira alternativa nossa aqui é dar conhecimento para todos esses clientes, para que eles possam, com essa nova taxa, entender que sim, é uma oportunidade a gente ter um repasse nesse momento. Então acho que tem dois trabalhos, um de venda, no primeiro momento entender qual é o ganho que a gente vai ter na ponta e o segundo é para dentro de casa também poder pegar o que a gente já tem e transformar em repasse.

Speaker #2: Então, acho que tem dois trabalhos aí de venda: no primeiro momento, entender qual é o ganho que a gente vai ter na ponta, e o segundo é, para dentro de casa, também poder pegar o que a gente já tem e transformar em repasse.

Jorel Guilloty: Entendi. Um follow-up rapidinho aqui. Só para entender, você como Cury, estaria mais disposto a fazer a transição para o IVA ou ficar no RET no próximo ano?

Speaker #4: Entendi. follow up rapidinho aqui. Então só para entender vocês estariam você como Cury estariam mais disposto a fazer a transição para o IVA ou ficar no RETI no próximo ano?

João Carlos Mazzuco: Não, mais disposto a fazer a transição para o IVA, claramente. Todas as simulações que a gente fez. O que a gente tem feito? É o que todo mundo tem feito. Fizemos simulações, diversos estágios de projetos já em fase final, projetos em fase de lançamento, projetos com ticket médio mais alto, mais baixo. Todas essas simulações, tudo indica que a gente vai se beneficiar do novo regime. Então a resposta é simples, João. Estamos dispostos a migrar e migrar na primeira oportunidade.

Speaker #1: Não. Mais disposto a fazer a transição para o IVA, claramente. Assim, todo índice, todas as simulações que a gente fez, o que a gente tem feito é o que todo mundo tem feito.

Speaker #1: Tendo feito, fizemos simulações em diversos estágios de projetos, projetos já em fase final, projetos com ticket médio mais alto, mais baixo, e todas essas simulações, tudo indica que a gente vai se beneficiar do novo regime.

Speaker #1: Então a resposta é simples Jorel. Estamos dispostos a migrar e migrar na primeira oportunidade.

Jorel Guilloty: Tá bom. Obrigado.

Speaker #4: Tá boa. Obrigado.

Operator 2: Nossa próxima pergunta vem do Marcelo Motta, da JP Morgan. Marcelo, seu microfone está liberado.

Speaker #3: Nossa próxima pergunta vem do Marcelo Mota da JP Morgan. Marcelo seu microfone está liberado.

Marcelo Motta: Oi, bom dia. Dois pontos também. O primeiro, fazer mais um follow-up naquela questão dos atrasos de obra e das obras que a Cury está monitorando. Vocês comentaram 4 projetos, só entender se 5 projetos tiveram impacto de BRL 18 million, então faz sentido pensar que 4 projetos é um impacto 20% menor ou talvez esses projetos já são maiores. Então quando a gente pensar em VGV, não necessariamente é essa relação. Só ver quais detalhes vocês podem comentar sobre esses projetos. E também, o que causou esses atrasos? É mão de obra, complexidade de engenharia, não sei se é alguma coisa relacionada com permits, só para fechar um pouco essa questão. O segundo ponto é dos minoritários ali dentro de participação nos lançamentos.

Speaker #5: Oi. Bom dia. Dois pontos também. Aqui o primeiro você fazer mais follow up aqui naquela questão dos atrasos de obra e das obras que a Cury está monitorando.

Speaker #5: Só que vocês comentaram quatro projetos. Só para entender se esses cinco projetos tiveram impacto de R$18 milhões, então faz sentido pensar que quatro projetos é um impacto 20% menor, ou talvez esses projetos já são maiores. Então, quando a gente pensa em VGV, não necessariamente é essa a relação.

Speaker #5: Então só ver quais detalhes vocês podem comentar aí sobre esses projetos e também o que causou esses atrasos é mão de obra complexidade de engenharia não sei se é alguma coisa relacionada com permits enfim só para fechar pouco essa questão e o segundo ponto é dos minoritários ali dentro de participação nos lançamentos.

Marcelo Motta: Vocês tinham comentado no call passado que a ideia era voltar para aqueles 90%, 95% participação Cury em lançamento, esse tri acabou sendo um pouco abaixo disso, ali também perto dos 85%, 86%. Não sei se depende mais uma questão pontual, mas só entender se depende alguma mudança de estratégia, tem um pouco mais de parceiro ou pelo mix de lançamento, algum tipo de projeto acaba tendo mais parceiro que o normal. São esses 2 pontos, gente. Obrigado.

Speaker #5: Vocês tinham comentado no qual passado que a ideia era voltar para aqueles 90 95% participação Cury em lançamento esse tri acabou sendo pouco abaixo disso ali também perto do 35 86 não sei se depende mais uma questão pontual mas só entender se depende alguma mudança de estratégia tem pouco mais de parceiro ou pelo mix de lançamento algum tipo de projeto acaba tendo mais parceiro que o normal.

Speaker #5: São esses dois pontos, gente. Obrigado.

Paulo Sérgio Beyruti Curi: Mota, é o Paulo, bom dia. Começando pelo atraso que você colocou. A gente reportou, o João começou falando hoje, 5 obras impactaram em atraso de 90 obras que a gente tem. Foram pequenos atrasos que a gente teve e daqui para frente a gente está monitorando muito de perto 4 obras que a gente entende que são obras que têm a possibilidade de, se acontecer, vai ser um pequeno atraso. Não tendo um impacto muito grande nos nossos números. O que impactou realmente foi mão de obra e um pouco de equipamento também. A gente pegou o momento de crescimento do mercado, com um grande demanda de material e mão de obra, e a gente não conseguiu recuperar essas obras a tempo. Elas tinham um prazo também muito apertado, a gente vinha com uma produtividade muito boa antes, que a gente projetou que ia continuar.

Speaker #1: Mota é o Paulo bom dia. Começando pelo atraso que você colocou a gente reportou o João começou falando hoje cinco obras impactaram em atraso de 90 obras que a gente tem.

Speaker #1: Foram pequenos atrasos que a gente teve e daqui para frente a gente está monitorando muito de perto quatro obras. Que a gente entende que são obras que possível tem a possibilidade de se acontecer vai ser pequeno atraso.

Speaker #1: Não teve impacto muito grande nos nossos números. O que impactou realmente foi mão de obra e um pouco de equipamento também. A gente pegou um momento de crescimento do mercado com problema de demanda de material e mão de obra e a gente não conseguiu recuperar essas obras a tempo.

Speaker #1: Elas tinham um prazo também muito apertado, e a gente vinha com uma produtividade muito boa antes, que a gente projetou que ia continuar. Então acabou pegando a gente numa contramão.

Paulo Sérgio Beyruti Curi: Acabou pegando a gente numa contramão. As obras agora, com a melhora de produtividade que a gente tem tido. Uma ideia para você ter, Mota. Em São Paulo, nos 6 primeiros meses, a gente melhorou em 20% em relação ao ano passado e no Rio de Janeiro, 30% a nossa produtividade. Então isso nos dá um conforto de que essas obras, tem chance da gente recuperar os prazos delas e que nas outras obras, daqui para frente, a gente seguir o rumo natural da empresa, de não ter nenhum problema de atraso nas nossas obras. Agora eu vou passar aqui para o Léo e para o João.

Speaker #1: Isso já está as obras agora com a melhora de produtividade que a gente tem tido uma ideia para você ter Mota em São Paulo no seis primeiros meses a gente melhorou em 20% em relação ao ano passado e no Rio de Janeiro 30% a nossa produtividade.

Speaker #1: Então, isso nos dá conforto de que essas obras têm chance de a gente recuperar os prazos delas e, nas outras obras daqui para frente, a gente seguir o rumo natural da empresa, de não ter nenhum problema de atraso nas nossas obras.

Speaker #1: Agora eu vou passar aqui para o Léo e para o João.

Speaker #2: Eu vou em relação aos lançamentos Mota eu acho que é uma questão assim faz parte do negócio assim a gente de fato tem aí uma proporção mais próxima aí de 90% mas acabou que o que a gente teve nesse primeiro momento naquela restrição que a gente teve lá no início do ano em São Paulo acabou que os nossos lançamentos que estavam mais disponíveis eram lançamentos que tinham sócio.

Leonardo Mesquita da Cruz: Em relação aos lançamentos, Mota, eu acho que é uma questão que faz parte do negócio. A gente, de fato, tem aí uma proporção mais próxima de 90%, mas o que a gente teve nesse primeiro momento? Naquela restrição que a gente teve lá no início do ano, em São Paulo, acabou que os nossos lançamentos que estavam mais disponíveis eram lançamentos que tinham sócio. Agora, a gente subiria até um pouco mais a questão dos lançamentos nesse tri, só que são coisas do nosso negócio e, na verdade, isso não pode ser um norteador para as nossas decisões aqui, principalmente comerciais. A gente teve um lançamento, por exemplo, com a EZTec, agora em julho, que ele estava previsto para lançar uma fase dele nesse trimestre, a gente lançou já as 2 fases em julho, de tão forte que foi o lançamento.

Speaker #2: E agora assim a gente até teria pouco uma melhora até subiria até pouco mais a questão dos lançamentos nesse tri só que aí é uma assim são coisas do nosso negócio e a gente tem que na verdade isso não é não pode ser norteador para nossas decisões aqui principalmente comerciais.

Speaker #2: A gente teve lançamento, por exemplo, com a Ezetec agora em julho, que estava previsto para lançar uma fase dele nesse trimestre. A gente lançou já as duas fases em julho, de tão forte que foi o lançamento.

Speaker #2: Então, isso vai aumentar pouco a participação de sócio no trimestre, mas faz parte do jogo. Então, a gente tem aqui mais ou menos esse número de 90%, mas pode acontecer uma situação como essa que estou relatando em julho, que fez uma antecipação nossa aí de uma fase de lançamento acontecer por conta da força que o lançamento teve, e a gente, sempre que tiver isso, vai aproveitar.

Leonardo Mesquita da Cruz: Então, isso vai aumentar um pouco a participação de sócios no trimestre, mas faz parte do jogo. A gente tem mais ou menos esse número de 90%, mas pode acontecer uma situação como essa que eu estou relatando em julho, que fez uma antecipação nossa de uma fase de lançamento acontecer, por conta da força que o lançamento teve e a gente sempre que tiver isso vai aproveitar. Mas, no geral, se a gente for olhar do ano, deve se aproximar, sim, nesses 90%, só se vai que algum lançamento que tenha sócio acabe tendo que antecipar alguma coisa e se for por esse motivo, não teria problema nenhum que o nosso percentual baixe um pouco, porque o que tem que ser respeitado é a realidade da ponta lá e não se tem ou não sócio, entendeu?

Speaker #2: Mas, no geral, se a gente for olhar do ano, deve se aproximar assim desses 90%, só se, vai que algum lançamento que a gente tenha sócio, acabe tendo que antecipar alguma coisa. E, se for por esse motivo, não teria problema nenhum que o nosso percentual baixe um pouco, porque o que tem que ser respeitado é a realidade da ponta lá, e não se tem ou não sócio.

Speaker #2: Entendeu?

Paulo Sérgio Beyruti Curi: Mota, só complementando então os seus questionamentos. Reforçando, a gente está monitorando muito próximo aqui a engenharia, com todos os esforços para evitar que a gente tenha problema nessas 4 obras adicionais que a gente mencionou. E se vier a ter problema, acho que o impacto financeiro vai ser da mesma ordem de magnitude que a gente reportou ao longo desse primeiro semestre. E no primeiro indício, primeira confirmação de que se irá atrasar nessas obras, a gente estará pronto para provisionar já qualquer impacto financeiro que fique claro, irá ocorrer. Mas estamos falando da mesma ordem de magnitude do que tivemos até o momento.

Speaker #1: Mota, só complementando então os seus questionamentos, assim a gente reforçando: a gente está monitorando muito de perto aqui, a engenharia com todos os esforços para evitar que a gente tenha problema nessas quatro obras adicionais que a gente mencionou. E, se vier a ter problema, acho que o impacto financeiro vai ser da mesma ordem de magnitude que a gente reportou ao longo desse primeiro semestre.

Speaker #1: E no primeiro indício, assim, primeira confirmação de que, se houver atraso nessas obras, a gente estará pronto para provisionar já qualquer impacto financeiro que, fique claro, irá ocorrer.

Speaker #1: Mas estamos falando da mesma ordem de magnitude do que tivemos até o momento.

Marcelo Motta: Super claro, gente. Obrigado. Bom dia.

Speaker #5: Super claro, gente. Obrigado. Bom dia.

Operator 2: A sessão de perguntas e respostas está encerrada. Encerramos a videoconferência da Cury Construtora. Agradecemos a participação de todos e tenham uma boa tarde.

Speaker #3: A sessão de perguntas e respostas está encerrada. Encerramos a videoconferência da Cury Construtora agradecemos a participação de todos e tenham uma boa tarde.

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