Q2 2026 Vamos Locacao de Caminhoes, Maquinas e Equipamentos SA Earnings Call
Operator 2: Bom dia, senhoras e senhores. Sejam bem-vindos à videoconferência da Vamos para a discussão dos resultados referentes ao Q2 de 2026. Estão presentes nessa videoconferência o senhor Christian Hahn, CEO, o senhor José Cezário, CFO e DRI, e o senhor Rodrigo Faria, atual diretor de RI não estatutário e, a partir do próximo dia 17, novo CFO e DRI interino da Vamos. Esta videoconferência está sendo gravada e o replay poderá ser acessado no site da companhia: ri.grupovamos.com.br. A apresentação já está disponível para download nas versões português e inglês. Informamos que todos os participantes estarão apenas assistindo à videoconferência durante a apresentação e, em seguida, iniciaremos a sessão de perguntas e respostas, quando mais instruções serão fornecidas.
Speaker #2: Bom dia, senhoras e senhores. Sejam bem-vindos à videoconferência da Vamos para a discussão dos resultados referentes ao 2º trimestre de 2026. Estão presentes nesta videoconferência o senhor Christian Hahn, CEO; o senhor José Cesário, CFO e DRI; e o senhor Rodrigo Faria, atual diretor de RI não estatutário e, a partir do próximo dia 17, novo CFO e DRI interino da Vamos.
Speaker #2: Esta videoconferência está sendo gravada e o replay poderá ser acessado no site da companhia. Ri ponto grupovamos ponto com ponto br. A apresentação já está disponível para download nas versões português e inglês.
Speaker #2: Informamos que todos os participantes estarão apenas assistindo à videoconferência durante a apresentação, e em seguida iniciaremos a sessão de perguntas e respostas quando mais instruções serão fornecidas.
Speaker #2: Antes de prosseguir, aproveitamos para esclarecer que eventuais declarações que possam ser feitas durante esta teleconferência relativas às perspectivas de negócios da companhia projeções e metas operacionais e financeiras constituem-se em crenças e premissas da diretoria da Vamos, bem como em informações atualmente disponíveis para a companhia.
Operator 2: Antes de prosseguir, aproveitamos para esclarecer que eventuais declarações que possam ser feitas durante esta teleconferência, relativas às perspectivas de negócio da companhia, projeções e metas operacionais e financeiras, constituem-se em crenças e premissas da diretoria da Vamos, bem como em informações atualmente disponíveis para a companhia. Considerações futuras não são garantias de desempenho, envolvem riscos, incertezas e premissas, pois se referem a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer. As condições econômicas gerais, condições da indústria e outros fatores operacionais podem afetar os resultados futuros da empresa e podem conduzir a resultados que diferem materialmente daqueles expressos em tais considerações futuras. Gostaria agora de passar a palavra ao senhor Christian Hahn, que dará início à apresentação. Por favor, senhor Christian, pode prosseguir.
Speaker #2: Considerações futuras não são garantias de desempenho. Envolvem riscos, incertezas e premissas, pois se referem a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer.
Speaker #2: As condições econômicas gerais, as condições da indústria e outros fatores operacionais podem afetar os resultados futuros da empresa e podem conduzir a resultados que diferem materialmente daqueles expressos em tais considerações futuras.
Speaker #2: Gostaria agora de passar a palavra ao senhor Christian Hahn, que dará início à apresentação. Por favor, senhor Christian, pode prosseguir.
Speaker #3: Bom dia a todos e sejam bem-vindos à nossa teleconferência de resultados do 2º tri de 2026. Gostaria de agradecer ao Conselho de Administração da Vamos e a todos os nossos colaboradores.
Christian Hahn: Bom dia a todos e sejam bem-vindos à nossa teleconferência de resultados do Q2 de 2026. Gostaria de agradecer ao Conselho de Administração da Vamos e a todos os nossos colaboradores. É uma grande felicidade estar à frente da Vamos. Tenho mais de 25 anos de experiência no segmento de pesados, incluindo caminhões, ônibus, máquinas e equipamentos, sendo oito deles na Simpar, onde comecei como diretor-executivo das concessionárias de caminhões da Vamos. Fui responsável por expandir e desenvolver a maior rede de ativos seminovos pesados do país. No último ano, estava na Automob, responsável por todas as concessionárias de pesados. Assumo a presidência da Vamos com a missão de executar e fazer o simples com excelência, dando continuidade à expansão e desenvolvimento do nosso negócio e avançando nas oportunidades de geração de valor através do crescimento sustentável, sempre com integridade, transparência e compromisso com nossos clientes, investidores e parceiros.
Speaker #3: É uma grande felicidade estar à frente da Vamos. Tenho mais de 25 anos de experiência no segmento de pesados, incluindo caminhões, ônibus, máquinas e equipamentos.
Speaker #3: Sendo 8 deles na Simpar, onde comecei como diretor executivo das concessionárias de caminhões da Vamos. Fui responsável por expandir e desenvolver a maior rede de ativos seminovos pesados do país.
Speaker #3: No último ano, estava na Automobi, responsável por todas as concessionárias de pesados. Assumo a presidência da Vamos com a missão de executar e fazer o simples com excelência, dando continuidade à expansão e desenvolvimento do nosso negócio e avançando nas oportunidades de geração de valor através do crescimento sustentável, sempre com integridade, transparência e compromisso com nossos clientes e investidores e parceiros.
Speaker #3: Tenho aqui ao meu lado o Rodrigo Faria, que assume interinamente como CFO da companhia e que muitos de vocês já conhecem de anos envolvidos com o nosso setor.
Christian Hahn: Tenho aqui ao meu lado Rodrigo Faria, que assume interinamente como CFO da companhia e que muitos de vocês já conhecem de anos envolvido com o nosso setor. Começando a nossa apresentação no slide 2, gostaria de destacar alguns pontos sobre o momento atual da Vamos. Temos lideranças experientes, reorganizamos as diretorias com foco nas equipes comerciais, de operações e seminovos. Temos demanda resiliente por locação de ativos novos e diversificação de ativos. Oportunidade crescente na locação de ativos usados, com o produto Sempre Novo, oferecendo preço competitivo e opção de locação com prazos menores. Expansão do mercado de locação de empilhadeiras, com alta demanda dos clientes por garantia de disponibilidade, previsibilidade de custo e serviços de manutenção. Extensão de contratos como solução e melhor custo-benefício para os clientes.
Speaker #3: Começando a nossa apresentação no slide 2, gostaria de destacar alguns pontos sobre o momento atual da Vamos. Temos lideranças experientes, reorganizamos as diretorias, com foco nas equipes comerciais de operações e seminovos.
Speaker #3: Temos demanda resiliente por locação de ativos novos e diversificação de ativos. Oportunidade crescente na locação de ativos usados, com o produto sempre novo, oferecendo preço competitivo e opção de locação com prazos menores.
Speaker #3: Expansão do mercado de locação de empilhadeiras, com alta demanda dos clientes por garantia de disponibilidade, previsibilidade de custo e serviços de manutenção. Extensão de contratos como solução e melhor custo-benefício para os clientes.
Speaker #3: Área de operações com preparação e manutenção que recuperam e alongam a vida útil dos ativos para novos ciclos de locação. Estrutura nacional de seminovos em expansão e atuante também como canal de venda de locação.
Christian Hahn: Área de operações com preparação e manutenção que recuperam e alongam a vida útil dos ativos para novos ciclos de locação. Estrutura nacional de seminovos em expansão e atuante também como canal de venda de locação. Crescimento sustentado pela própria geração de caixa operacional com crescente contribuição das vendas de ativos e expansão de EBITDA de locação. Sobre o resultado consolidado do trimestre, o nosso lucro líquido, que depois de quatro trimestres, voltou a alcançar o montante de três dígitos, totalizando BRL 101 milhões e com crescimentos sequenciais, quando comparado ao Q3 de 2025, resultando em um aumento de 100% nesse período. Seguimos reduzindo nossos estoques de ativos, tanto novo, como usado. Nos últimos 12 meses, desempenhamos uma redução de expressivos 30%.
Speaker #3: E crescimento sustentado pela própria geração de caixa operacional, com crescente contribuição das vendas de ativos e expansão de EBITDA de locação. Sobre o resultado consolidado do trimestre, o nosso lucro líquido, que depois de 4 trimestres voltou a alcançar montante de 3 dígitos, totalizando 101 milhões de reais, e com crescimento sequenciais quando comparado ao 3o tri de 2025, resultando em aumento de 100% nesse período.
Speaker #3: Seguimos reduzindo nossos estoques de ativos, tanto novos como usados, e, nos últimos 12 meses, alcançamos uma redução expressiva de 30%. Junto à melhora operacional e à recuperação da nossa lucratividade, reduzimos organicamente a nossa dívida em R$ 436 milhões, excluindo pagamento de dividendos e o aumento de capital privado de R$ 600 milhões, concluído no final de maio.
Christian Hahn: Junto à melhora operacional e recuperação da nossa lucratividade, reduzimos organicamente a nossa dívida em BRL 436 milhões, excluindo o pagamento de dividendos e o aumento de capital privado de BRL 600 milhões, concluído no final de maio. Nossa alavancagem, para fins de covenants, também segue em queda, beneficiada pelo aumento do EBITDA dos últimos 12 meses, com reduções de 0.4 vez em relação a junho de 2025 e de 0.2 vez em relação a março deste ano, totalizando três vezes em junho de 2026. Patamar inicialmente esperado para alcançarmos organicamente apenas em dezembro de 2026, conforme divulgado em nosso guidance. Sobre as nossas taxas de retorno, quando analisamos o Q2 de 2026, chegamos a patamares maiores do que os performados nos últimos 12 meses para o ROIC, o ROIC Spread e o ROE, demonstrando que o movimento de inflexão para esses indicadores já está em andamento.
Speaker #3: Nossa alavancagem para fins de covenants também segue em queda, beneficiada pelo aumento do EBITDA dos últimos 12 meses, com reduções de 0,4x em relação a junho de 2025 e de 0,2x em relação a março deste ano, totalizando 3x em junho de 2026.
Speaker #3: Patamar é inicialmente esperado para alcançarmos organicamente apenas em dezembro de 2026, conforme divulgado em nosso guidance. Sobre as nossas taxas de retorno, quando analisamos o 2º tri de 2026, chegamos a patamares maiores do que os performados nos últimos 12 meses para o ROIC, o ROIC spread e o ROE, demonstrando que o movimento de inflexão para esses indicadores já está em andamento.
Speaker #3: Passando para o slide 3, na locação, entre as diversas melhorias de indicadores, destaco: a ocupação da frota em 89%, crescendo 5,1 pontos percentuais em 12 meses; o robusto CAPEX contratado de R$ 1,6 bilhão, aumento anual de 60%; forte queda de 37% na inadimplência e de 48% no volume de ativos retomados ou devolvidos antecipadamente, comprovando que estamos conseguindo melhorar a qualidade da nossa base de clientes.
Christian Hahn: Passando para o slide 3, na locação, entre as diversas melhorias de indicadores, destaco: a ocupação da frota em 89%, crescendo 5.1 pontos percentuais em 12 meses, o robusto CapEx contratado de BRL 1.6 billion, aumento anual de 60%, forte queda de 37% na inadimplência e de 48% no volume de ativos retomados ou devolvidos antecipadamente, comprovando que estamos conseguindo melhorar a qualidade da nossa base de clientes. Um crescimento de 11% do nosso EBITDA, perfazendo uma margem de 88%, 1.9 ponto percentual maior do que o desempenhado no Q2 de 2025. Em seminovos, crescemos em 30% o volume de vendas em quantidade de ativos, com resultado direto na redução de nossos estoques de ativos usados, em 23%, e de 55% do total de implementos rodoviários, ativos esses com grande concentração proveniente do setor de transporte de grãos, responsável pela grande maioria das retomadas dos ativos dos últimos anos.
Speaker #3: Crescimento de 11% do nosso EBITDA, perfazendo uma margem de 88%; 1,9 ponto percentual maior do que o desempenhado no 2º tri de 2025. Em seminovos, crescemos em 30% o volume de vendas em quantidade de ativos, com resultado direto na redução de nossos estoques de ativos usados em 23%.
Speaker #3: É de 55% do total de implementos rodoviários, ativos esses com grande concentração proveniente do setor de transporte de grãos, responsável pela grande maioria das retomadas dos ativos dos últimos anos.
Speaker #3: Também entregamos mais trimestre com margens positivas e até pouco maior que nos últimos trimestres. E abrimos mais uma loja própria de seminovos na cidade de Serra, no estado do Espírito Santo, totalizando 23 lojas distribuídas pelo Brasil.
Christian Hahn: Também entregamos mais um trimestre com margens positivas e até um pouco maior que nos últimos trimestres. Abrimos mais uma loja própria de seminovos na cidade de Serra, no estado do Espírito Santo, totalizando 23 lojas distribuídas pelo Brasil. Indo para o slide 5, apresento a evolução da nossa frota, tanto em valor de mobilizado bruto, como em quantidade de ativos. Como já percebido há alguns trimestres, a expansão da frota tem sido reduzida devido à menor necessidade de compra de ativos novos, dadas as oportunidades que a locação de ativos usados tem nos proporcionado para maior extração de valor da frota existente. Com isso, nosso mobilizado bruto apresentou um crescimento de 1.8% na comparação do Q2 de 2026 versus o Q2 de 2025, enquanto que em unidades, a frota apresentou uma redução de 2.5%.
Speaker #3: Indo para o slide 5, apresento a evolução da nossa frota, tanto em valor de mobilizado bruto como em quantidade de ativos. Como já percebido há alguns trimestres, a expansão da frota tem sido reduzida devido à menor necessidade de compra de ativos novos, dadas as oportunidades que a locação de ativos usados tem nos proporcionado para maior extração de valor da frota existente.
Speaker #3: Com isso, nosso mobilizado bruto apresentou crescimento de 1,8% na comparação do 2º tri de 2026 versus o 2º tri de 2025, enquanto que, em unidades, a frota apresentou uma redução de 2,5%.
Speaker #3: Seguindo por ordem de maior proporção, nossa frota de caminhões que inclui também cavalos mecânicos e implementos tem sido a classe de ativos que mais tem sido reduzida em quantidade através da venda de seminovos.
Christian Hahn: Seguindo por ordem de maior proporção, nossa frota de caminhões, que inclui também cavalos mecânicos e implementos, tem sido a classe de ativos que mais tem sido reduzida em quantidade através da venda de seminovos. Em paralelo, essa mesma classe foi a que apresentou aumento de preços nos últimos anos, devido à migração tecnológica de Euro 5 para Euro 6. Os ativos da linha amarela e verde, por sua vez, apresentam quedas em ambas as comparações, devido ao momento atual do ciclo do agronegócio e a redução da nossa exposição ao segmento sucroalcooleiro. Por fim, quero chamar a atenção de vocês para a forte performance do segmento de empilhadeiras, com crescimento de dois dígitos em quantidade e em valor do mobilizado bruto. Isso se deve à demanda crescente por esse tipo de ativo proveniente de operações de intralogística no país.
Speaker #3: Em paralelo, essa mesma classe foi a que apresentou aumento de preços nos últimos anos devido à migração tecnológica de Euro 5 para Euro 6.
Speaker #3: Os ativos da linha amarela e verde, por sua vez, apresentam quedas em ambas as comparações, devido ao momento atual do ciclo do agronegócio e à redução da nossa exposição ao segmento sucroalcooleiro.
Speaker #3: Por fim, quero chamar a atenção de vocês para a forte performance do segmento de empilhadeiras, com crescimento de dois dígitos em quantidade e em valor do mobilizado bruto.
Speaker #3: Isso se deve à demanda crescente por esse tipo de ativo proveniente de operações de intralogística no país. Outro detalhe importante é que temos aumentado ainda mais nossa exposição a empilhadeiras elétricas, que possuem preço médio de compra de cerca de 20 a 25% maior do que as empilhadeiras de combustão, mas que em compensação geram menores custos de manutenção e de abastecimento, compensando muitas vezes a preferência de nossos clientes por elas.
Christian Hahn: Outro detalhe importante é que temos aumentado ainda mais nossa exposição a empilhadeiras elétricas, que possuem um preço médio de compra de cerca de 20% a 25% maior do que as empilhadeiras de combustão, mas que, em compensação, geram menores custos de manutenção e de abastecimento, compensando, muitas vezes, a preferência de nossos clientes por elas. Indo para o próximo slide, e ainda falando do quanto a locação de empilhadeiras tem se mostrado positivo, destaco que a Vamos é líder nesse mercado, com 6.6 mil ativos, representando um investimento de BRL 1.3 billion. Este é um ativo que comumente tem prazos de locações mais longos, com médias acima de cinco anos, podendo ser estendido até 10 anos, o que minimiza a relevância dos resultados de venda do ativo na TIR. Essa particularidade implica que os contratos de locação desses ativos demandem maior contratação de serviços de manutenção, implicando em yields maiores.
Speaker #3: Indo para o próximo slide, e ainda falando do quanto a locação de empilhadeiras tem se mostrado positiva, destaco que a Vamos é líder nesse mercado.
Speaker #3: Com 6,6 mil ativos, representando investimento de 1,3 bi. Este é ativo que comumente tem prazos de locações mais longos, com médias acima de 5 anos, podendo ser estendido até 10 anos, o que minimiza a relevância dos resultados de venda do ativo na TIR.
Speaker #3: Essa particularidade implica que os contratos de locação desses ativos demandem maior contratação de serviços de manutenção, implicando em yields maiores. Atualmente, a receita de locação de empilhadeiras tem apresentado crescimento acima da locação da companhia, o que resulta em ganho de representatividade e, consequentemente, em diversificação da receita de locação.
Christian Hahn: Atualmente, a receita de locação de empilhadeiras tem apresentado crescimento acima da locação da companhia, o que resulta em ganho de representatividade e, consequentemente, de diversificação da receita de locação. Seguindo para o slide 7, apresentamos o CapEx contratado, que no Q2 de 2026 totalizou BRL 1.6 billion, com crescimento de 59.6% em relação ao Q2 de 2025, fazendo com que no acumulado dos seis primeiros meses do ano, invertêssemos a queda anual apresentada no Q1 para um crescimento de 13.4%. Conforme descrito em nosso guidance para o ano de 2026, a menor demanda do setor sucroalcooleiro este ano será mais que compensada pela demanda diversificada de outros setores que possuem sazonalidade diferente, o que de fato ocorreu no Q2 de 2026, marcado pela forte demanda do setor de e-commerce, proveniente de um cliente que é um dos líderes no segmento.
Speaker #3: Seguindo para o slide 7, apresentamos o CAPEX contratado, que no 2º tri de 2026 totalizou R$ 1,6 bi, com crescimento de 59,6% em relação ao 2º tri de 2025, fazendo com que, no acumulado dos 6 primeiros meses do ano, invertêssemos a queda anual apresentada no 1º tri para um crescimento de 13,4%.
Speaker #3: Conforme descrito em nosso guidance para o ano de 2026, a menor demanda do setor sucroalcooleiro este ano será mais que compensada pela demanda diversificada de outros setores, que possuem sazonalidade diferente. Isso de fato ocorreu no 2º tri de 2026, marcado pela forte demanda do setor de e-commerce, proveniente de cliente que é um dos líderes do setor. A demanda foi bem diversificada setorialmente.
Christian Hahn: Excluindo esse setor, a demanda foi bem diversificada setorialmente. Com relação à redução do tier do CapEx contratado no Q2 de 2026, ela é basicamente explicada pela maior concentração de clientes contratantes e menores prazos. Por sua vez, o produto Sempre Novo segue com demanda aquecida, beneficiado pela maior diversificação dos ativos usados disponíveis para locação, apresentando volume de contratação estável ao recorde desempenhado no Q1 de 2026. A combinação da contratação deste produto, somado às extensões de contratos, fez com que a representatividade de ativos usados no CapEx contratado do Q2 de 2026 chegasse a 27%, abaixo do maior patamar já registrado, de 44% no Q1 de 2026. Isso se deve, exclusivamente, ao perfil de contratação de ativos novos do setor de varejo e e-commerce, percebida nesse trimestre. Excluindo esse setor, a representatividade de contratação de ativos usados teria sido de 42%.
Speaker #3: Com relação à redução do TIR do CAPEX contratado no 2º tri de 2026, ela é basicamente explicada pela maior concentração de clientes contratantes e menores prazos.
Speaker #3: Por sua vez, o produto Sempre Novo segue com demanda aquecida, beneficiado pela maior diversificação dos ativos usados disponíveis para a locação, apresentando volume de contratação estável ao recorde desempenhado no 1o tri de 2026.
Speaker #3: A combinação da contratação deste produto, somada às extensões de contratos, fez com que a representatividade de ativos usados no CAPEX contratado do 2º tri de 2026 chegasse a 27%, abaixo do maior patamar já registrado, de 44%, no 1º tri de 2026.
Speaker #3: Isso se deve exclusivamente ao perfil de contratação de ativos novos do setor de varejo e e-commerce, percebida nesse trimestre. Excluindo esse setor, a representatividade de contratação de ativos usados teria sido de 42%.
Speaker #3: Já o CAPEX implantado do 2o tri de 2026, totalizou 975 milhões, crescimento de 4,7% em relação ao 2o tri de 2025. No acumulado do semestre, o total implantado foi de 2 bi, 10,1% menor em relação ao mesmo período de 2025, devido ao ano de 2026 ter apresentado maior contratação no 2o tri, enquanto que em 2025 isso ocorreu no 1o tri.
Christian Hahn: Já o CapEx implantado do Q2 2026 totalizou BRL 975 milhões, crescimento de 4.7% em relação ao Q2 de 2025. No acumulado do semestre, o total implantado foi de BRL 2 bilhões, 10.1% menor em relação ao mesmo período de 2025, devido ao ano de 2026 ter apresentado maior contratação no Q2, enquanto que em 2025, isso ocorreu no Q1. Adicionalmente, a maior contratação de ativos novos demanda, naturalmente, de maiores prazos de implantação e por isso podemos estimar que o CapEx implantado apresentará aceleração nos próximos trimestres à medida que recebamos os ativos das montadoras. Agora no slide 8, apresentamos a evolução das retomadas e devoluções antecipadas de ativos.
Speaker #3: Adicionalmente, a maior contratação de ativos novos demanda naturalmente de maiores prazos de implantação, e por isso podemos afirmar que o CAPEX implantado apresentará aceleração nos próximos trimestres à medida que recebamos os ativos das montadoras.
Speaker #3: Agora, no slide 8, apresentamos a evolução das retomadas e devoluções antecipadas de ativos. Este trimestre apresentou fortes quedas nos volumes de ativos retomados, de 48,1% em relação ao 2º tri de 2025, e de 13,7% em relação ao volume ajustado do 1º tri de 2026.
Christian Hahn: Este trimestre apresentou fortes quedas dos volumes de ativos retomados de 48.1% em relação ao Q2 de 2025 e de 3.7% em relação ao volume ajustado do Q1 de 2026, perfazendo o melhor patamar desde o Q3 de 2023. O seu montante anualizado representou 4.1% da média do imobilizado bruto da frota, o menor nível desde o Q1 de 2023 e acumulando já três trimestres consecutivos abaixo do patamar de 5.5% desempenhado no ano de 2025. Adicionalmente, a diversificação de ativos retomados segue melhorando quando comparado ao histórico da companhia desde 2023. Esse aspecto é importante na contribuição de um melhor mix de ativos usados que serão disponibilizados para locação do produto Sempre Novo e para a venda de seminovos.
Speaker #3: Perfazendo o melhor patamar desde o 3º tri de 2023. O seu montante analisado representou 4,1% da média do imobilizado bruto da frota, o menor nível desde o 1º tri de 2023, e acumulando já 3 trimestres consecutivos abaixo do patamar de 5,5% desempenhado no ano de 2025.
Speaker #3: Adicionalmente, a diversificação de ativos retomados segue melhorando quando comparado ao histórico da companhia desde 2023. Esse aspecto é importante na contribuição de melhor mix de ativos usados, que serão disponibilizados para a locação do produto Sempre Novo, e para a venda de seminovos.
Speaker #3: Sobre a concentração pouco maior no setor de transportes de carga geral, antecipamos que os ativos que atendem este setor costumam ser mais padronizados, o que também contribui para a liquidez tanto na locação como na venda.
Christian Hahn: Sobre a concentração um pouco maior no setor de transportes de carga geral, antecipamos que os ativos que atendem este setor costumam ser mais padronizados, o que também contribui para a liquidez, tanto na locação como na venda. Indo agora para o último gráfico desse slide, mostramos que a companhia segue reduzindo seu nível de inadimplência, com quedas de 37% em relação ao Q2 de 2025 e de 12.2% em relação ao Q1 de 2026, e alcançando uma representatividade de 2.1% da receita líquida de locação. A companhia vem endurecendo as tratativas com clientes em inadimplência, tendo mais rigor e agilidade na retomada dos ativos, algo somente possível com a evolução da nossa estrutura de seminovos e o desenvolvimento do produto Sempre Novo.
Speaker #3: Indo agora para o último gráfico desse slide, mostramos que a companhia segue reduzindo seu nível de inadimplência, com quedas de 37% em relação ao 2º tri de 2025 e de 12,2% em relação ao 1º tri de 2026, e alcançando uma representatividade de 2,1% da receita líquida de locação.
Speaker #3: A companhia vem endurecendo as tratativas com clientes em inadimplência, tendo mais rigor e agilidade na retomada dos ativos, algo somente possível com a evolução da nossa estrutura de seminovos e o desenvolvimento do produto Sempre Novo.
Speaker #3: Isso vem nos permitindo limpar a base de clientes, em adição à conquista de novos contratos que são aprovados com maior nível de diligência do nosso departamento de crédito.
Christian Hahn: Isso vem nos permitindo limpar a base de clientes, em adição à conquista de novos contratos, que são aprovados com maior nível de diligência do nosso departamento de crédito. Agora, no slide 9, mostramos que também seguimos reduzindo nossos estoques de ativos ociosos, sejam novos ou usados. Esse ganho de eficiência tem sido entregue tanto pela locação como pela venda de ativos. Na locação, consumimos BRL 739 milhões de estoques ao implantarmos BRL 3.2 billion, ao passo que compramos apenas BRL 2.5 billion, resultado direto dos importantes avanços na locação de ativos usados e menor necessidade de compra de ativos novos. Na venda de ativos, consumimos BRL 1 billion dos estoques ao vendermos BRL 2 billion através do aumento de nossa estrutura de seminovos, enquanto recebemos apenas BRL 951 million provenientes do término dos contratos. Beneficiado pelo alto volume de extensões de contratos.
Speaker #3: Agora no slide 9, mostramos que também seguimos reduzindo nossos estoques de ativos ociosos, sejam novos ou usados. Esse ganho de eficiência tem sido entregue tanto pela locação como pela venda de ativos.
Speaker #3: Na locação, consumimos R$ 739 milhões de estoques ao implantarmos R$ 3,2 bilhões, ao passo que compramos apenas R$ 2,5 bilhões. Resultado direto dos importantes avanços na locação de ativos usados e menor necessidade de compra de ativos novos.
Speaker #3: Na venda de ativos, consumimos R$1 bilhão dos estoques ao vendermos R$2 bilhões através do aumento de nossa estrutura de seminovos, enquanto recebemos apenas R$951 milhões provenientes do término dos contratos, beneficiados pelo alto volume de extensões de contratos.
Speaker #3: Com isso, o consumo dos estoques através de locação e venda foi de 1,8 bi em 12 meses, o equivalente a 59% do saldo de junho de 2025.
Christian Hahn: Com isso, o consumo dos estoques, através de locação e venda, foi de BRL 1.8 billion em 12 meses, o equivalente a 59% do saldo de junho de 2025, e suficiente para zerar o estoque de Sempre Novo, que era de BRL 1.6 billion. Por fim, as retomadas e devoluções antecipadas de ativos adicionaram BRL 871 million aos estoques, mas conforme já antecipamos, este número vem reduzindo aos poucos. Como resultado desse fluxo, o saldo total de nossos estoques é de BRL 2.1 billion em junho de 2026, o menor nível desde o Q3 de 2022 e 30% menor quando comparado a junho de 2025, com destaque para a queda de 32% dos estoques de produto Sempre Novo. No slide 10, mostramos a redução dos estoques de ativos novos e seminovos e seus respectivos prazos médios de giro.
Speaker #3: Isso foi suficiente para zerar o estoque de Sempre Novo, que era de R$ 1,6 bilhão. Por fim, as retomadas e devoluções antecipadas de ativos adicionaram R$ 871 milhões aos estoques, mas, conforme já antecipamos, este número vem reduzindo aos poucos.
Speaker #3: Como resultado desse fluxo, o saldo total de nosso estoques é de 2,1 bi, em junho de 2026, o menor nível desde o 4o tri de 2022 e 30% menor quando comparado a junho de 2025, com destaque para a queda de 32% dos estoques de produto Sempre Novo.
Speaker #3: No slide 10, mostramos a redução dos estoques de ativos novos e seminovos e seus respectivos prazos médios de giro. Analisando apenas o estoque de ativos novos no gráfico superior, alcançamos o montante de 327 milhões em junho de 2026, o menor nível desde 2020, e com o menor prazo médio de giro de estoque da história.
Christian Hahn: Analisando apenas o estoque de ativos novos no gráfico superior, alcançamos o montante de BRL 327 million em junho de 2026, o menor nível desde 2020 e com o menor prazo médio de giro de estoque da história: 1.6 mês. Considerando apenas os ativos usados em estoque no gráfico logo abaixo, houve redução para um saldo de BRL 1.8 billion, o menor desde o Q3 de 2024, e contribuindo para a maior otimização dos prazos dos estoques para oito meses, quando consideramos os volumes de implantação de Sempre Novo e de venda de ativos desempenhados no Q2 de 2026. Na próxima página, estamos trazendo para vocês uma abertura dos estoques de ativos usados por tipo de ativo.
Speaker #3: 1,6 mês. Considerando apenas ativos usados em estoque no gráfico logo abaixo, houve redução para saldo de R$ 1,8 bi, o menor desde o 3º tri de 2024, contribuindo para a maior otimização dos prazos dos estoques para 8 meses, quando consideramos os volumes de implantação de Sempre Novo e de venda de ativos desempenhados no 2º tri de 2026.
Speaker #3: Na próxima página, estamos trazendo para vocês uma abertura dos estoques de ativos usados por tipo de ativo. Começo destacando o tamanho do estoque em quantidade de ativos, que em junho de 2025 atingiu o pico de 8.492 ativos, dos quais havia uma elevada concentração de implementos, sendo 44,1% passando para 24,7% da frota em ano.
Christian Hahn: Começo destacando o tamanho do estoque em quantidade de ativos, que em junho de 2025 atingiu o pico de 8,492 ativos, dos quais havia uma elevada concentração de implementos, sendo 44.1%, passando para 24.7% da frota em um ano. Quando agrupamos os tipos de ativos em dois grupos, que são caminhões, cavalos e implementos, e o outro grupo, máquinas e equipamentos, percebemos a elevada discrepância que havia entre o mix do estoque de ativos usados em junho de 2025 e que foi ajustado para um mix mais adequado à nossa frota total. O mesmo ocorre quando fazemos a análise considerando o valor do imobilizado bruto desses estoques na parte de baixo do slide. No slide 12, apresentamos as evoluções da taxa de ocupação da frota e do ativo imobilizado locado.
Speaker #3: Quando agrupamos os tipos de ativos em dois grupos que são caminhões, cavalos e implementos, e outro grupo máquinas e equipamentos, percebemos a elevada discrepância que havia entre o mix do estoque de ativos usados em junho de 2025 e que foi ajustado para mix mais adequado à nossa frota total.
Speaker #3: O mesmo ocorre quando fazemos análise considerando o valor do imobilizado bruto desses estoques na parte de baixo do slide. No slide 12, apresentamos as evoluções da taxa de ocupação da frota e do ativo imobilizado locado.
Speaker #3: Encerramos o 2o tri de 2026 com 89% de ocupação, o melhor nível desde 2020, e sendo este o 4o trimestre consecutivo de aumento da ocupação, com ganho acumulado de 5% no período.
Christian Hahn: Encerramos o Q2 de 2026 com 89% de ocupação, o melhor nível desde 2020, e sendo este o quarto trimestre consecutivo de aumento da ocupação, com ganho acumulado de 5% no período. Isso deixa a companhia bem encaminhada para atingir o seu guidance de 90% em dezembro, dado que ainda restam seis meses para o fim do ano para conquistarmos um ponto percentual de ocupação. Por sua vez, o imobilizado bruto locado cresceu 8.1% versus o Q2 de 2025, acima do crescimento de 2% do imobilizado bruto total. Na página 13, reforçamos a diversificação da receita de locação e sua menor concentração nos maiores clientes. Do ponto de vista setorial, seguimos tendo demanda bem distribuída de diversos setores da economia e que tem contribuído positivamente para a contínua diluição de setores os quais temos maior exposição, como por exemplo, de açúcar e álcool.
Speaker #3: Isso deixa a companhia bem encaminhada para atingir o seu guidance de 90% em dezembro, dado que ainda restam 6 meses para o fim do ano para conquistarmos ponto percentual de ocupação.
Speaker #3: Por sua vez, o imobilizado bruto locado cresceu 8,1% versus o 2º tri de 2025, acima do crescimento de 2% do imobilizado bruto total. Na página 13, reforçamos a diversificação da receita de locação e sua menor concentração nos maiores clientes.
Speaker #3: Do ponto de vista setorial, seguimos tendo demanda bem distribuída de diversos setores da economia e que têm contribuído positivamente para a contínua diluição de setores os quais temos maiores posição, como por exemplo, de açúcar e álcool.
Speaker #3: Ao olharmos para as tabelas do meio desse slide, especificamente na comparação entre junho de 2026 e junho de 2025, vemos diversos setores ganhando participação na receita da companhia, como logística, serviços, transporte de combustíveis, varejo e e-commerce, limpeza urbana, entre outros.
Christian Hahn: Ao olharmos para as tabelas do meio desse slide, especificamente na comparação entre junho de 2026 e junho de 2025, vemos diversos setores ganhando participação na receita da companhia, como logística, serviços, transporte de combustíveis, varejo e e-commerce, limpeza urbana, entre outros. Em paralelo, ao analisarmos o gráfico no canto direito do slide, vemos que os nossos 100 maiores clientes também estão perdendo representatividade à medida que novos clientes são conquistados todos os dias, contribuindo diretamente para o crescimento diversificado da receita para o patamar recorde de BRL 1.1 billion. Indo para o slide 14, falamos dos resultados financeiros de locação. No Q2 de 2026, a receita líquida de serviços foi de BRL 1.1 billion, novo recorde, e 8.6% superior ao Q2 de 2025, e sustentada pela maior taxa de ocupação, recorde de frota alugada, aumento dos yields marginais e reajuste de preços dos contratos.
Speaker #3: Em paralelo, ao analisarmos o gráfico no canto direito do slide, vemos que os nossos sem maiores clientes também estão perdendo representatividade à medida que novos clientes são conquistados todos os dias, contribuindo diretamente para o crescimento diversificado da receita para o patamar recorde de R$ 1,1 bi.
Speaker #3: Indo para o slide 14, falamos dos resultados financeiros de locação. No 2o tri de 2026, a receita líquida de serviços foi de 1,1 bi, novo recorde, e 8,6% superior ao 2o tri de 2025 e sustentada pela maior taxa de ocupação, recorde de frota alugada, aumento dos yields marginais e reajuste de preços dos contratos.
Speaker #3: O EBITDA de serviços de locação somou R$957 milhões, alta de 11% em relação ao 2º tri de 2025, explicada pelo aumento da receita, controle de custos e despesas.
Christian Hahn: O EBITDA de serviços de locação somou BRL 957 million, alta de 11% em relação ao Q2 de 2025, explicada pelo aumento da receita, controle de custos e despesas. Olhando agora para a margem EBITDA de serviços de locação, os 88% do Q2 de 2026 apresentou expansão de 1.9 pontos percentuais em relação ao Q2 de 2025, e estável em relação ao Q1 de 2026. Na comparação sequencial, a margem EBITDA poderia ter sido maior, não fosse o menor reconhecimento de créditos de PIS/Cofins, por conta do menor volume de compra de ativos no Q2 de 2026. Falando agora da depreciação da frota, no gráfico inferior à esquerda, houve estabilidade nos níveis de depreciação, tanto para caminhões quanto para máquinas e equipamentos, deixando inalterada a taxa de depreciação implícita consolidada no segundo tri de 2026, em relação ao primeiro tri de 2026, em 6.2% do imobilizado bruto.
Speaker #3: Olhando agora para a margem EBITDA de serviços de locação, os 88% do 2º tri de 2026 apresentaram expansão de 1,9 ponto percentual em relação ao 2º tri de 2025 e ficaram estáveis em relação ao 1º tri de 2026.
Speaker #3: Na comparação sequencial, a margem EBITDA poderia ter sido maior não fosse o menor reconhecimento de créditos de PIS/Cofins por conta do menor volume de compra de ativos no 2o tri de 2026.
Speaker #3: Falando agora da depreciação da frota, no gráfico inferior à esquerda, houve estabilidade nos níveis de depreciação tanto para caminhões quanto para máquinas e equipamentos, deixando inalterada a taxa de depreciação implícita consolidada no 2º tri de 2026 em relação ao 1º tri de 2026.
Speaker #3: Em 6,2% do imobilizado bruto. Destaco que ao analisarmos a depreciação do 2o tri de 2026, incluindo também as despesas, nos encontramos dentro do nosso guidance para o ano.
Christian Hahn: Destaco que ao analisarmos a depreciação do segundo tri de 2026, incluindo também as despesas, nos encontramos dentro do nosso guidance para o ano. Já o EBT de serviços, foi de BRL 666 million no segundo tri de 2026, com crescimento de 8.8% versus o segundo tri de 2025 e com margem EBT de 61.2%. Passando agora para o slide 15, gostaria de destacar os nossos crescimentos de dois dígitos, tanto na quantidade de ativos vendidos, quanto na receita de venda de seminovos. Em relação à quantidade vendida, ela cresceu 30% em relação ao segundo tri de 2025. Desempenho superior ao apresentado pelo mercado brasileiro de venda de caminhões, ônibus e implementos novos, segundo dados públicos da Fenabrave e ANFIR, e pelo mercado brasileiro de venda de ativos usados de caminhões e ônibus, de acordo com a Fenauto, para o mesmo período analisado.
Speaker #3: Já o EBIT de serviços foi de 666 milhões no 2o tri de 2026, com crescimento de 8,8% versus o 2o tri de 2025 e com margem EBIT de 61,2%.
Speaker #3: Passando agora para o slide 15, gostaria de destacar os nossos crescimentos de dois dígitos, tanto na quantidade de ativos vendidos quanto na receita de venda de seminovos.
Speaker #3: Em relação à quantidade vendida, ela cresceu 30% em relação ao 2o tri de 2025, desempenho superior ao apresentado pelo mercado brasileiro de venda de caminhões/ônibus e implementos novos, segundo dados públicos da Fenabrave e Anfir, e pelo mercado brasileiro de venda de ativos usados de caminhões e ônibus, de acordo com a Fenalto para o mesmo período analisado.
Speaker #3: Em relação à receita, totalizou-se R$ 358 milhões, um incremento de 10,6% em relação ao 2º tri de 2025. Já o 1º semestre acumulou uma receita de R$ 684 milhões.
Christian Hahn: Em relação à receita, totalizou 358 milhões, um incremento de 10.6% em relação ao Q2 de 2025. Já o H1 acumulou uma receita de 684 milhões. Em paralelo, houve outro fator, neste caso positivo, que limitou o potencial de aceleração de venda de seminovos, que foi a demanda aquecida pela locação de ativos usados, tanto pelo produto Sempre Novo, como pela maior ocorrência de extensão de contratos pelos nossos clientes. Esses aspectos, aliados à melhor ocorrência de retomada e devolução antecipada de ativos, reduzem o tamanho esperado de estoques de ativos usados e a necessidade de maiores crescimentos de venda. No final das contas, a companhia está focada em melhorar a ocupação da sua frota, seja por locação ou venda. Sobre a margem das vendas, e conforme já falado, seguimos com margens positivas e baixa volatilidade, o que nos deixa confortável com o atual ritmo de depreciação.
Speaker #3: Em paralelo, houve outro fator, neste caso positivo, que limitou o potencial de aceleração de venda de seminovos, que foi a demanda aquecida pela locação de ativos usados, tanto pelo produto sempre novo como pela maior ocorrência de extensão de contratos pelos nossos clientes. Esses aspectos, aliados à melhor ocorrência de retomada e devolução antecipada de ativos, reduzem o tamanho esperado de estoques de ativos usados e a necessidade de maiores crescimentos de venda.
Speaker #3: No final das contas, a companhia está focada em melhorar a ocupação da sua frota, seja por locação ou venda. Sobre a margem das vendas, e conforme já falado, seguimos com margens positivas e baixa volatilidade, o que nos deixa confortáveis com o atual ritmo de depreciação.
Speaker #3: No último gráfico, inferior à direita, abrimos o mix de venda de seminovos. Aqui quero destacar que, se somarmos a quantidade de implementos e cavalos mecânicos, chegamos a uma representatividade de 50% das nossas vendas no 2º tri de 2026.
Christian Hahn: No último gráfico inferior à direita, abrimos o mix de venda de seminovos. Aqui quero destacar que se somarmos a quantidade de implementos e cavalos mecânicos, chegamos a uma representatividade de 50% das nossas vendas no Q2 de 2026. Um aumento de 9 pontos percentuais em relação ao Q2 de 2025. Passo agora a palavra para o nosso CFO, Rodrigo Faria, para apresentar mais detalhes dos resultados financeiros consolidados.
Speaker #3: aumento de 9 pontos percentuais em relação ao 2º tri de 2025. Passo agora a palavra para o nosso CFO, Rodrigo Faria, para apresentar mais detalhes dos resultados financeiros consolidados.
Speaker #2: Bom dia a todos. Muito obrigado, Christian. Bem-vindo de volta à sua casa. Te desejo muito êxito e sucesso em seu novo desafio. Indo agora para o slide 17, falaremos dos resultados financeiros consolidados.
Rodrigo Araujo de Faria: Bom dia a todos. Muito obrigado, Christian. Bem-vindo de volta à sua casa. Te desejo muito êxito e sucesso em seu novo desafio. Indo agora para o slide 17, falaremos dos resultados financeiros consolidados. A receita líquida consolidada cresceu 10.8% em relação ao 2T25, com as contribuições dos crescimentos de todos os segmentos, conforme já apresentado. Sobre o segmento da indústria, o ano de 2026 tem apresentado crescimento dos volumes, tanto da venda de implementos da Truckvan, como de projetos de customização da BMB. O EBITDA consolidado do 2T26, de 972 milhões, foi recorde e cresceu 8.4% em relação ao 2T25, enquanto o EBT totalizou 676 milhões e aumento de 5.7% no mesmo período. No 2T26, a despesa financeira líquida foi de 547 milhões, 3% e 1.1% maior em relação ao 2T25 e ao 1T26, respectivamente, devido à maior despesa associada ao Finame.
Speaker #2: A receita líquida consolidada cresceu 10,8% em relação ao 2º tri de 2025, com as contribuições dos crescimentos de todos os segmentos, conforme já apresentado.
Speaker #2: Sobre o segmento da indústria, o ano de 2026 tem apresentado crescimento dos volumes tanto da venda de implementos da Truckvan como de projetos de customização da BMB.
Speaker #2: O EBITDA consolidado do 2º tri de 2026, de R$ 972 milhões, foi recorde e cresceu 8,4% em relação ao 2º tri de 2025, enquanto o EBIT totalizou R$ 676 milhões, um aumento de 5,7% no mesmo período.
Speaker #2: No 2o tri de 2026, a despesa financeira líquida foi de 547 milhões, 3% e 1,1% maior em relação ao 2o tri de 2025 e ao 1o tri de 2026, respectivamente.
Speaker #2: Devido à maior despesa associada ao Fnami. Essa linha é indexada à taxa de longo prazo usada pelo BNDES, composta pela variação do IPCA somada a uma taxa de juros real fixa baseada nos títulos públicos NTN-B de 5 anos, e que, no 2º tri de 2026, apresentou variação acima do IPCA.
Rodrigo Araujo de Faria: Essa linha é indexada à taxa de longo prazo usada pelo BNDES, composta pela variação do IPCA, somada a uma taxa de juros real fixa, baseada nos títulos públicos NTN-B de 5 anos, e que no 2T26 apresentou variação acima do IPCA. Essa maior despesa mais que compensou os efeitos positivos nas reduções da dívida líquida e da alavancagem, e também da taxa básica de juros em 25 basis points. Como resultado do crescimento do EBT acima das despesas financeiras líquidas, o lucro líquido do 2T26 apresentou um crescimento de 22% em relação ao 2T25, totalizando 101 milhões, o dobro do reportado no 3T25, período que marcou o ponto de inflexão de nosso lucro, passando a apresentar crescimentos sequenciais de dois dígitos por três trimestres consecutivos.
Speaker #2: Essa maior despesa mais que compensou os efeitos positivos nas reduções da dívida líquida e da alavancagem, e também da taxa básica de juros em 25 bps.
Speaker #2: Como resultado do crescimento do EBIT acima das despesas financeiras líquidas, o lucro líquido do 2o tri de 2026 apresentou crescimento de 22% em relação ao 2o tri de 2025, totalizando 101 milhões, o dobro do reportado no 3o tri de 2025, período que marcou o ponto de inflexão de nosso lucro, passando a apresentar crescimento sequenciais de dois dígitos, por três trimestres consecutivos.
Speaker #2: Por fim, destaco também que o montante de R$ 101 milhões já praticamente se equivale ao lucro do 1º tri de 2025, mesmo com o CDI médio 1,4 ponto percentual maior, demonstrando que a companhia consegue crescer seu lucro sem depender de quedas nas taxas de juros.
Rodrigo Araujo de Faria: Por fim, destaco também que o montante de BRL 101 million já praticamente se equivale ao lucro do Q1 2025, mesmo com CDI médio 1.4 pontos percentuais maior, demonstrando que a companhia consegue crescer seu lucro sem depender de quedas nas taxas de juros. No slide 18, falaremos das taxas de retorno. O ROIC realizado nos últimos 12 meses, em junho de 2026, foi de 13.9%, enquanto o custo da dívida após impostos ficou em 10.4%, resultando no ROIC Spread de 3.5 pontos percentuais. Já o ROE foi de 10.7%. Quando analisado o Q2 2026, trimestre com melhor ocupação dos últimos 12 meses, esses retornos mostram que suas respectivas inflexões para cima já se iniciaram, totalizando 14.4% de ROIC, quatro pontos percentuais positivos de ROIC Spread e 13.7% de ROI. Isso considerando as margens de seminovos já normalizadas, ocupação ainda em processo de otimização e CDI médio elevado em 14.5%.
Speaker #2: No slide 18, falaremos das taxas de retorno. O ROIC realizado nos últimos 12 meses, em junho de 2026, foi de 13,9%, enquanto o custo da dívida após impostos ficou em 10,4%.
Speaker #2: Resultando no ROIC spread de 3,5 pontos percentuais. Já o ROI foi de 10,7%. Quando analisado o 2o tri de 2026, trimestres com melhor ocupação dos últimos 12 meses, esses retornos mostram que suas respectivas inflexões para cima já se iniciaram, totalizando 14,4% de ROIC, 4 pontos percentuais positivos de ROIC spread, e 13,7% de ROI, isso considerando as margens de seminovos já normalizadas, ocupação ainda em processo de otimização e CDI médio elevado em 14,5%.
Speaker #2: Agora, no slide 19, apresentamos a geração de caixa e a movimentação da dívida líquida. Como podemos ver, a companhia gerou R$ 436 milhões de caixa operacional à medida que aumentou sua ocupação de frota, controlou seus custos e despesas, desempenhou robusto volume de venda de seminovos, realizou baixo volume de compra de ativos e reduziu sua alavancagem de forma orgânica.
Rodrigo Araujo de Faria: Agora no slide 19, apresentamos a geração de caixa e a movimentação da dívida líquida. Como podemos ver, a companhia gerou BRL 436 million de caixa operacional à medida que aumentou sua ocupação de frota, controlou seus custos e despesas, desempenhou robusto volume de venda de seminovos, realizou baixo volume de compra de ativos e reduziu sua alavancagem de forma orgânica. No entanto, é importante ressaltar que com o aumento de compras de ativos novos previstos para atender o CapEx contratado maior no segundo trimestre de 2026, haverá aumento do pagamento de compra de veículos nos próximos trimestres, mas que esses investimentos também trarão geração de caixa maior de locação assim que forem implantados. Adicionalmente, a companhia vem realizando gradualmente a redução de seus saldos de cessão de recebíveis, que foi ainda mais intensificado com o aumento de capital privado de BRL 598.6 million.
Speaker #2: No entanto, é importante ressaltar que, com o aumento de compra de ativos novos previstos para atender o CAPEX contratado maior no 2º trimestre de 2026, haverá aumento do pagamento de compra de veículos nos próximos trimestres, mas esses investimentos também trarão geração de caixa maior de locação assim que forem implantados.
Speaker #2: Adicionalmente, a companhia vem realizando gradualmente a redução de seus saldos de cessão de recebíveis, que foi ainda mais intensificada com o aumento de capital privado de R$ 598,6 milhões.
Speaker #2: Indo agora para o slide 20, começando pelo primeiro gráfico, informo que seguimos realizando novas captações e pré-pagamentos de dívidas com o intuito de otimizar nosso cronograma de amortização de dívida e estamos atentos a oportunidades do mercado que nos permitam melhorar as torres de vencimento de dívida em 2027 e 2028.
Rodrigo Araujo de Faria: Indo agora para o slide 20, começando pelo primeiro gráfico, informo que seguimos realizando novas captações e pré-pagamentos de dívidas com o intuito de otimizar nosso cronograma de amortização de dívida. Estamos atentos a oportunidades do mercado que nos permitam melhorar as torres de vencimento de dívida em 2027 e 2028. Sobre a alavancagem, seguimos reduzindo-a de forma constante à medida que a dívida líquida apresente redução, como ocorrido neste trimestre, e aumentemos o EBITDA consistentemente. Nossa alavancagem para fins de covenant foi de 3.0 vezes em junho de 2026, menor patamar desde 2021 e em linha com a nossa estratégia de desalavancagem gradual e orgânica, combinada com o crescimento sustentável do nosso negócio.
Speaker #2: Sobre a alavancagem, seguimos reduzindo-a de forma constante à medida que a dívida líquida apresenta redução, como ocorreu neste trimestre, e aumentamos o EBITDA consistentemente.
Speaker #2: Nossa alavancagem para fins de covenants foi de 3,0 vezes em junho de 2026, menor patamar desde 2021 e em linha com a nossa estratégia de desalavancagem gradual e orgânica, combinada com o crescimento sustentável do nosso negócio.
Speaker #2: Destacamos que, com o foco na redução da cessão de recebíveis, estes saldos já apresentam uma redução de 38% em relação ao seu pico em setembro de 2025, e combinada à redução da dívida líquida covenant, ajudou a reduzir o índice de alavancagem abrangente de 3,67 vezes para 13,24 vezes no mesmo período.
Rodrigo Araujo de Faria: Destacamos que com o foco na redução da cessão de recebíveis, este saldo já apresenta uma redução de 38% em relação ao seu pico em setembro de 2025, que combinada à redução da dívida líquida covenant, ajudou a reduzir o índice de alavancagem abrangente de 3.67 vezes para 3.24 vezes no mesmo período. Por último, destaco que a relação de cobertura do valor da frota versus a dívida líquida está em 1.34 vezes, melhor do que nos últimos trimestres. Com isso, finalizo aqui a minha apresentação e devolvo a palavra ao Cris para as considerações finais.
Speaker #2: Por último, destaco que a relação de cobertura do valor da frota versus a dívida líquida está em 1,34 vezes, melhor do que nos últimos trimestres.
Speaker #2: Com isso, finalizo aqui a minha apresentação e devolvo a palavra ao Cris para as considerações finais.
Speaker #1: Seguindo para o último slide, gostaria de reforçar o que temos informado já há alguns trimestres: nossa geração de lucro e desalavancagem depende, principalmente, das nossas entregas e eficiência operacional.
Christian Hahn: Seguindo para o último slide, gostaria de reforçar o que temos informado já há alguns trimestres. Nossa geração de lucro e desalavancagem depende, principalmente, das nossas entregas e eficiência operacional, sendo eficiente na ocupação da frota, aumentando a receita por ativo, controlando custos e despesas, aumentando a venda de seminovos e desenvolvendo novos produtos, contribuindo para uma menor necessidade de CapEx líquido e se desalavancar de forma natural. Estamos confiantes que chegamos ao segundo semestre operacionalmente ainda melhor do que o começo do ano e por isso estamos, mais uma vez, reiterando nosso guidance. Temos ainda muito a extrair de valor dos nossos ativos e isso é prioridade número 1 de todos nós aqui. Obrigado. Passamos agora à sessão de perguntas e respostas. Podemos começar.
Speaker #1: Sendo eficiente na ocupação da frota, aumentando a receita por ativo, controlando custos e despesas, aumentando a venda de seminovos e desenvolvendo novos produtos, contribuindo para uma menor necessidade de CAPEX líquido e se desalavancar de forma natural.
Speaker #1: Estamos confiantes de que chegaremos ao segundo semestre operacionalmente ainda melhores do que no começo do ano e, por isso, estamos mais uma vez reiterando nosso guidance.
Speaker #1: Temos ainda muito a extrair de valor dos nossos ativos e isso é prioridade número 1 de todos nós aqui. Obrigado, e passamos agora à seção de perguntas e respostas.
Speaker #1: Podemos começar.
Speaker #3: Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas para investidores e analistas. Caso queira fazer alguma pergunta, por favor, pressione o botão "Reação" e, em seguida, clique em "Levantar a mão".
Operator 2: Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas para investidores e analistas. Caso queira fazer alguma pergunta, por favor, pressione o botão "Reação" e em seguida clique em "Levantar a mão". Se a sua pergunta for respondida, você pode sair da fila clicando em "Abaixar a mão". Caso queira fazer uma pergunta por escrito, por favor, digite a sua pergunta no campo Q&A, seguido de seu nome e sua companhia. A primeira pergunta vem de Guilherme Mendes, da J.P. Morgan.
Speaker #3: Se a sua pergunta for respondida, você pode sair da fila clicando em "Abaixar a mão". Caso queira fazer uma pergunta por escrito, por favor, digite a sua pergunta no campo "Q&A", seguida de seu nome e sua companhia.
Speaker #3: A primeira pergunta vem de Guilherme Mendes, do JPMorgan.
Speaker #4: Oi, pessoal. Obrigado pelo espaço aqui. Bom dia. Meu primeiro coloco é a nova gestão da companhia. Primeiramente, queria desejar boa sorte tanto para o Cris, para o Rodrigo nos novos cargos.
Guilherme Mendes: Oi, pessoal, obrigado pelo espaço. Bom dia. Meu primeiro call com a nova gestão da companhia. Primeiramente, queria desejar boas sorte tanto para o Cris, para o Rodrigo nos novos cargos e também para o Cezaro nos novos desafios. Queria entender com vocês as prioridades da nova gestão, se alguma coisa muda na estratégia ou seria mais uma visão de continuidade. Um segundo ponto sobre as retomadas, a gente viu uma melhora importante nos últimos 3 sequencialmente. Se puderem dar uma cor de como tem vindo o ritmo de retomadas agora nessa primeira metade do Q3, ajudaria bastante. Obrigado.
Speaker #4: E também para o Cezário nos novos desafios. E queria entender com vocês as prioridades da nova gestão, se alguma coisa muda na estratégia ou seria mais uma visão de continuidade.
Speaker #4: E segundo ponto sobre as retomadas: a gente viu uma melhora importante nos últimos três, sequencialmente. Se puderem dar uma cor de como tem vindo o ritmo de retomadas agora nessa primeira metade do 3T, ajudaria bastante.
Speaker #4: Obrigado.
Speaker #5: Obrigado, Guilherme, pela pergunta. Prazer falar contigo. Bom, a empresa já vinha num ritmo muito interessante, e a ideia do nosso trabalho é dar continuidade a tudo que foi muito bem feito na companhia, fazendo mais e melhor, com eficiência operacional, cuidando bastante sempre do custo da companhia, da gestão dos nossos ativos, do giro do nosso estoque e acelerando entregas, seja ela vendendo ou alugando.
Christian Hahn: Obrigado, Guilherme, pela pergunta. Prazer falar contigo. A empresa já vinha num ritmo muito interessante e a ideia do nosso trabalho é dar continuidade a tudo que foi muito bem feito na companhia, fazendo mais e melhor com eficiência operacional, cuidando bastante sempre do custo da companhia, da gestão dos nossos ativos, do giro dos nossos estoques e acelerando entregas, seja ela vendendo ou alugando. Isso vai ajudar a aumentar a nossa taxa de ocupação, além de trazer inovações, que também é um dos nossos intuitos daqui para frente. Seja em forma de venda diferente, seja na locação de curto prazo, que a gente já tem feito. Prazos de 12, 24 meses e por que não, prazos menores ainda, 6 meses, 1 mês, diárias de locação, é coisa que a gente vai trazer logo na sequência.
Speaker #5: Isso vai ajudar a aumentar a nossa taxa de ocupação, além de trazer inovações que também é dos nossos intuitos daqui para frente. Seja em forma de venda diferente, seja na locação, de curto prazo, que a gente já tem feito prazos de 12, 24 meses e, por que não, prazos menores ainda, 6 meses, 1 mês, diárias de locação.
Speaker #5: É coisa que a gente vai trazer logo na sequência. E tornar nossos pontos de lojas, que a gente já tem hoje, 23 espalhadas pelo Brasil, como pontos de entrega e devolução de ativos alugados também, que também seria uma novidade aí para frente.
Christian Hahn: E tornar nossos pontos de lojas, que a gente já tem hoje 23 espalhados pelo Brasil, como pontos de entrega e devolução de ativos alugados também, que também seria uma novidade aí para frente. Então a missão é executar bastante o que nós temos aqui de planejamento, aumentando essa taxa nossa de ocupação, que é a principal métrica nossa hoje, para construir receita e desalavancar a companhia. Oi, Gui. Obrigado. Bom dia. Da parte de retomada, a gente não tem visto nada diferente do que está sendo visto no Q2. Sem atualizações aqui para trazer para o mercado nesse momento, está cedo. A gente está ainda entrando agora no mês de agosto. Temos um segundo semestre que ainda vai passar por juros altos, que pode ser algum desafio para a economia.
Speaker #5: Então, a missão é executar bastante o que nós temos aqui de planejamento, aumentando essa nossa taxa de ocupação, que é aí a principal métrica nossa hoje, para construir receita e desalavancar a companhia.
Speaker #5: Oi, Gui.
Speaker #2: Obrigado, bom dia. Bom, da parte de retomada, a gente não tem visto nada diferente do que está sendo visto no 2º tri. Sem atualizações aqui para trazer para o mercado nesse momento.
Speaker #2: Está cedo, a gente está ainda entrando agora no mês de agosto. Temos o segundo semestre, que ainda vai passar por juros altos, o que pode ser algum desafio para a economia.
Christian Hahn: Mas a gente não tem visto, pelo menos na nossa carteira, nenhum problema de piora de stock, cliente, nada que valha a pena trazer para mercado agora.
Speaker #2: Mas a gente não tem visto pelo menos na nossa carteira nenhum problema aqui de piora de score de cliente, nada que valha a pena trazer para o mercado agora.
Speaker #4: Legal, pessoal. Bastante claro. Obrigado. Bom dia.
Guilherme Mendes: Legal, pessoal, bastante claro. Obrigado, bom dia.
Speaker #3: Próxima pergunta vem de Felipe Nilsen, do Citi.
Operator 2: Próxima pergunta vem de Filipe Nielsen, do Citi.
Speaker #4: Oi, pessoal. Bom dia. Obrigado pelo espaço e queria também desejar boa sorte à nova gestão. As minhas perguntas acho que são mais focadas em seminovos. Eu queria entender um pouquinho como é essa cabeça de alocação para vocês chegarem na utilização no final do ano entre venda de ativos e alocação em aluguel de usados.
Filipe Nielsen: Oi, pessoal. Bom dia, obrigado pelo espaço e queria também desejar boa sorte à nova gestão. As minhas perguntas acho que são mais focadas em seminovos. Eu queria entender um pouquinho como que é essa cabeça de alocação para vocês chegarem na utilização no final do ano entre venda de ativos e alocação em aluguel de usados. Como que isso evolui no segundo semestre. Se é uma questão de uns seminovos que não está evoluindo tanto por conta do Move Brasil, como vocês trouxeram no release, ou se é mais uma questão de vocês vendo melhor retorno no aluguel do usado e preferindo não vender tanto nesse momento. E já trazendo também para o ponto de condição de venda, como que isso tem evoluído. Acho que também é interessante o primeiro call com o Christian, dada a experiência dele.
Speaker #4: Como que isso evolui no segundo semestre? Se é uma questão de seminovos, que não está evoluindo tanto por conta do MOV Brasil, como vocês trouxeram no release, ou se é mais uma questão de vocês verem melhor retorno no aluguel do usado e preferirem não vender tanto nesse momento.
Speaker #4: E aí, já trazendo também para o ponto de condição de venda, como que isso tem evoluído. E acho que também é interessante o primeiro call com o Cristian, dada a experiência dele, o que ele já tem visto na empresa, nesse segmento, como que ele pode, como que você pode melhorar, ajudar a trazer coisas novas e acelerar essa avenida dos seminovos na Vamos.
Filipe Nielsen: O que ele já tem visto na empresa, nesse segmento, como que você pode melhorar, ajudar a trazer coisas novas e acelerar essa avenida dos seminovos na Vamos. Obrigado.
Speaker #4: Obrigado.
Speaker #5: Obrigado, Felipe. Prazer falar contigo. Felipe, começando pela 2a pergunta, afinal, a gente sempre reforça que nós estamos aqui num país totalmente o principal meio de transporte rodoviário.
Christian Hahn: Obrigado, Filipe. Prazer falar contigo. Filipe, começando pela segunda pergunta final. A gente sempre reforça que nós estamos aqui num país onde o principal meio de transporte é rodoviário, então é uma relevância muito grande dentro do nosso país. Isso traz muitas oportunidades para o negócio que nós estamos inseridos. Hoje, a penetração dos produtos, seja a nossa locadora ou as demais, ainda é muito pequena frente ao que se vende de caminhões novos no país. Cerca de 6% a 7% do que é vendido no país atualmente por ano, é destinado à locação. Isso em mercados maduros chega a ser 25% a 30%. Se eu falar de usados, a gente tem os dados aqui de transferências de veículos, que é como a gente tenta medir o mercado de usados, são próximos a 300 mil veículos anuais comercializados seminovos. Uma penetração baixíssima também no volume de locação.
Speaker #5: Então, é uma relevância muito grande dentro do nosso país. Isso traz muitas oportunidades para o negócio em que nós estamos inseridos. Hoje, a penetração dos produtos, seja a nossa locadora ou as demais, ainda é muito pequena frente ao que se vende de caminhões novos no país.
Speaker #5: Cerca de 6 a 7% do que é vendido no país atualmente, por ano, é destinado à locação. Isso, em mercados maduros, chega a ser 25%, 30%.
Speaker #5: Se eu falar de usados, a gente tem os dados aqui de transferências de veículos, que é como a gente tenta medir aqui o mercado de usados.
Speaker #5: São próximos a 300 mil veículos anuais comercializados seminovos, com uma penetração baixíssima também no volume de locação. Então, a gente vê uma grande avenida, de fato, para esse tipo de produto.
Christian Hahn: Então a gente vê uma grande avenida, de fato, para esse tipo de produto. Já entrando na tua primeira pergunta. Essa oportunidade que a gente vê do ativo usado também ser locado, ele tem um preço competitivo, dá para fazer num menor prazo. Ele pode ser utilizado tanto numa locação nova, como numa extensão de contrato. Em determinados países também tem ativos que são utilizados já há 10 anos. Aqui a gente tem ainda o costume de utilizar 5, 6 anos e já renovar a frota. Tem ativos que têm essa durabilidade de estender o prazo com qualidade. Isso não quer dizer que a gente diminui, por conta disso, a questão da venda dos ativos nas lojas. Nós temos lojas hoje com 23 pontos, com mais 4 para serem inauguradas dentro do ano. Lojas que ainda não chegaram no seu amadurecimento total.
Speaker #5: Já entrando na tua primeira pergunta. Então, essa oportunidade que a gente vê do ativo usado também ser locado, ele tem preço competitivo? Dá para fazer num menor prazo?
Speaker #5: E ele pode ser utilizado tanto numa locação nova como numa extensão de contrato. Em determinados países também tem ativo que são utilizados já há 10 anos.
Speaker #5: Aqui a gente ainda tem o costume de utilizar 5, 6 anos e já renovar a frota. E tem ativos que têm essa durabilidade de estender o prazo com qualidade.
Speaker #5: Isso não quer dizer que a gente diminui, por conta disso, a questão da venda dos ativos nas lojas. Nós temos lojas hoje com 23 pontos, com mais 4 para serem inaugurados dentro do ano.
Speaker #5: E lojas que ainda não chegaram no seu amadurecimento total. Então, tem muito a crescer e explorar nesse mercado e geograficamente no país, além da diversificação que a gente tem hoje dos nossos ativos.
Christian Hahn: Então tem muito a crescer e explorar nesse mercado geograficamente no país, além da diversificação que a gente tem hoje dos nossos ativos. Não são só caminhões e carretas. Temos também a linha agro, linha amarela, a intralogística tem sido muito importante. O seminovo, nós vamos explorar ele sempre dessas duas maneiras: ou na venda, ou na locação, ou na extensão. Vamos aproveitar todas essas avenidas e com diferentes prazos. É nesse formato que a gente trabalha forte no seminovo.
Speaker #5: Não são só caminhões e carretas. Temos também a linha agro, linha amarela, a intralogística, que tem sido muito importante. Então, o seminovo nós vamos explorar sempre dessas duas maneiras.
Speaker #5: Ou na venda, ou na locação, ou na extensão. Então, vamos aproveitar todas essas avenidas e com diferentes prazos. Então, é nesse formato que a gente trabalha forte no seminovo.
Speaker #2: Só complementando aqui, o Cris, o Felipe. O nosso foco é ocupação. Como é que a gente por que ocupação? Porque ocupação é resumo de tudo.
Rodrigo Araujo de Faria: Só complementando aqui o Cris, Filipe. Nosso foco é ocupação. Por que ocupação? Porque ocupação é o resumo de tudo. Ou eu vou gerar caixa alugando um ativo, que hoje, se ele está ocioso, eu tenho o custo financeiro dele sem a entrada de caixa, e eu vou passar a cobrir essa despesa financeira com o caixa da locação, ou eu vou vender e vou pagar a dívida equivalente à compra desse veículo com o caixa da venda do ativo. Quando você olha para seminovos, é importante ver o que se tem de stock para vender. Seguindo essa linha de raciocínio, se você olhar para o que a gente entregou no primeiro semestre, tanto do Sempre Novo quanto nas extensões, e você analisar o primeiro semestre, seja no CapEx contratado, seja no CapEx incompletado, você vai ver que a gente está até acima do que está no guidance.
Speaker #2: Ou eu vou gerar caixa alugando o ativo, que hoje, se ele está ocioso, eu tenho o custo financeiro dele sem a entrada de caixa, e eu vou passar a cobrir essa despesa financeira com a taxa de alocação.
Speaker #2: Ou eu vou vender, e eu vou pagar a dívida equivalente à compra desse veículo com o caixa da venda do ativo. Quando você olha para seminovos, é importante ver o que se tem em estoque para vender.
Speaker #2: E seguindo essa linha de raciocínio, se você olhar para o que a gente entregou no 1º semestre, tanto do Sempre Novo quanto nas extensões, e você analisar o 1º semestre, seja no capex contratado, seja no capex implantado, você vai ver que a gente está até acima do que está no guidance.
Speaker #2: O que mostra que a gente está recebendo menos ativos nos termos dos contratos do que era o esperado. E eu estou alugando mais os ativos que estão usados.
Rodrigo Araujo de Faria: O que mostra que a gente está recebendo menos ativos nos termos de contratos do que era esperado, e eu estou alugando mais os ativos que estão usados, ou seja, a destinação desse veículo da frota que eu tinha, que poderia ir para venda, ele está sendo alugado de alguma forma. E reduz o tamanho de frota para ser vendida no seminovo. Se a gente tivesse algum problema de ocupação
Speaker #2: Ou seja, a destinação desse veículo da frota que eu tinha, que eu poderia ir para a venda, ele está sendo alugado de alguma forma.
Speaker #2: E aí reduz o tamanho de frota para ser vendida no seminovo. Então, se a gente tivesse algum problema de ocupação, talvez seria ponto de discussão.
Rodrigo Araujo de Faria: Talvez seria um ponto de discussão, mas na verdade, não. A ocupação está até melhor do que a gente poderia imaginar para junho. Falta aí apenas 1 ponto percentual para a gente atingir o ponto médio do guidance de 90%. Faltam seis meses para alcançar isso. A gente já está aí há quatro, cinco trimestres adicionando ocupação de quase 1 ponto percentual por tri. Então a gente está numa trajetória boa aqui. Seminovos vai contribuir, mas a gente tem outras avenidas para contribuir, isso que é o que o Cris falou. Vamos olhar todas as frentes aqui juntas, e o que importa, de fato, é a ocupação.
Speaker #2: Mas, na verdade, não. Então, a ocupação está até melhor do que a gente poderia imaginar para junho. A gente falta aí apenas um ponto percentual para atingir o ponto médio do guidance de 90%.
Speaker #2: Faltam seis meses para alcançar isso. A gente já está aí há quatro, cinco trimestres adicionando ocupação de quase um ponto percentual por trimestre. Então, a gente está numa trajetória boa aqui, que seminovos vai contribuir, mas a gente tem outras avenidas para contribuir com isso, que é o que o Cris falou.
Speaker #2: Vamos olhar todas as frentes aqui juntas e o que importa de fato é a ocupação.
Speaker #4: Perfeito. Muito obrigado, pessoal.
Filipe Nielsen: Perfeito. Muito obrigado, pessoal.
Speaker #1: A próxima pergunta vem do André Ferreira, do Bradesco BBI.
Operator 2: A próxima pergunta vem de André Ferreira, do Bradesco BBI.
Speaker #2: Oi, bom dia, pessoal. Obrigado pelo espaço. Parabéns pelo resultado. Queria, primeiro de tudo, dar boas-vindas ao Cristian e agradecer também a parceria do Cezar nos últimos anos.
André Ferreira: Oi, bom dia, pessoal. Obrigado pelo espaço. Parabéns pelo resultado. Queria, primeiro de tudo, dar boas-vindas ao Christian, agradecer também a parceria do Cesar nos últimos anos e desejar sucesso nos novos desafios tanto para o Cesar quanto para o Rodrigo. Duas perguntas aqui do meu lado. Primeiro, um follow-up de seminovos, se o ritmo a partir de julho acelerou versus o Q2, passado o Move Brasil. E também ainda em seminovos na margem, caminhões com margem de 9%, se uma normalização do mix, que nem vocês mostraram ali no slide que tem melhorado, tenderia a trazer a margem de seminovos para cima no consolidado. O segundo ponto sobre o contrato de e-commerce, só confirmando que ali no percentual da receita, esse segmento tem menos de 5% do consolidado. Então teve uma concentração na contratação, mas não tem uma concentração relevante na receita, correto? Obrigado.
Speaker #2: E desejar sucesso nos novos desafios, tanto para o Cezar quanto para o Rodrigo. Mas, assim, duas perguntas aqui do meu lado. Primeiro, follow-up de seminovos.
Speaker #2: Se o ritmo a partir de julho acelerou versus o 2º tri passado, Move Brasil. E também nos seminovos, na margem, com caminhões com margem de 9%.
Speaker #2: Se uma normalização do mix, que nem vocês mostraram ali no slide, tem melhorado, tenderia a trazer a margem de seminovos para cima no consolidado.
Speaker #2: E o segundo ponto, sobre o contrato de e-commerce, só confirmando que ali no percentual da receita esse segmento tem menos de 5% do consolidado.
Speaker #2: Então, assim, teve uma concentração na contratação, mas não tem uma concentração relevante na receita, correto? Obrigado.
Speaker #5: Bom, primeiramente, André, muito obrigado pela pergunta. Bom, o ritmo de julho na venda de seminovos foi bom. Vem pouquinho acima do que vinha vindo nos últimos meses.
Christian Hahn: Primeiramente, André, muito obrigado pela pergunta. O ritmo de julho na venda de seminovos foi bom. Vem um pouquinho acima do que vinha vindo nos últimos meses e com tendência de subida. A gente viu o efeito Move Brasil nos últimos meses, porém foi um programa muito utilizado por veículos novos. Os próprios bancos ofereceram muito para clientes frotistas, e esse valor foi rapidamente ocupado, principalmente para demandas de veículos novos. A gente viu isso muito pouco afetar na liberação de crédito para usados. A verba esgotou rápido. Então, na parte de seminovos, já não se fala muito mais nessa questão da taxa oferecida pelo Move, até pelo término, praticamente, do recurso do programa. A gente imagina um ritmo melhor. Sazonalmente, o Q3 é um trimestre sempre muito forte para seminovos e estamos aí com bastante produto, diversificação, igual você comentou nos produtos que a gente vende.
Speaker #5: E com tendência de subida. A gente viu o efeito Move Brasil nos últimos meses, porém foi uma taxa programa muito utilizado por veículos novos.
Speaker #5: Os próprios bancos ofereceram muito para clientes frotistas, e essa taxa e esse valor foram rapidamente ocupados, principalmente para demandas de veículos novos. A gente viu isso muito pouco afetar na liberação de crédito para usados.
Speaker #5: E também a verba esgotou rápido. Então, na parte de seminovos, já não se fala muito mais nessa questão da taxa oferecida pelo Move, até pelo término, praticamente, do recurso do programa.
Speaker #5: Então, a gente imagina ritmo melhor. Sazonalmente, o 3º tri é trimestre sempre muito forte para seminovos. E estamos aí com bastante produto, diversificação, igual você comentou nos produtos que a gente vende.
Speaker #5: Falando de margem também, que você perguntou um pouquinho, a margem não é um negócio que a gente tende a crescer, a aumentar. A gente quer depreciar o produto para alocação no valor correto, para ser vendido depois no final, encerrar o ciclo dele ou estender o contrato, igual a gente tem feito em alguns casos aqui.
Christian Hahn: Falando de margem também, que você perguntou um pouquinho. A margem não é um negócio que a gente tende a crescer, a aumentar. A gente quer depreciar o produto para locação no valor correto, para ser vendido depois, no final, encerrar o ciclo dele ou estender o contrato igual a gente tem feito em alguns casos aqui. Não é uma preocupação em subir a margem, voltar a patamares que eram aí há três, quatro anos atrás, que eu acho que estava um pouquinho fora. A nossa ideia, de fato, é depreciar ele e utilizar ele da melhor maneira. Só complementando aqui o Cris. André, e aliás, obrigado pela mensagem no começo da pergunta. Se você for reparar, confirma isso aqui o slide 11 da apresentação, você vai ver que o estoque de ativos usados caiu 23%, mas o estoque de implementos caiu 55%.
Speaker #5: Então, não é uma preocupação em subir a margem ou estar em patamares que eram há três, quatro anos atrás, que eu acho que estava um pouquinho fora.
Speaker #5: A nossa ideia, de fato, é depreciá-lo e utilizá-lo da melhor maneira.
Speaker #2: Só complementando aqui, Cris, André, e aliás, obrigado pela mensagem no começo da pergunta. Se você for reparar, a gente abriu, no confirmar, se está aqui o slide 11 da apresentação, você vai ver que a frota caiu, o estoque de ativos usados caiu 23%, mas o estoque de implementos caiu 55%.
Speaker #2: E o implemento, ele tem ticket médio menor, e você não pode esperar margens tão boas quanto a gente está tendo de venda para caminhão, por exemplo.
Rodrigo Araujo de Faria: O implemento tem um ticket médio menor e você não pode esperar margens tão boas quanto a gente está tendo de venda para caminhão, por exemplo. Um dos motivos, o Euro VI pegou só caminhão. Caminhão e cavalo. Não existiu Euro VI para implemento, o que faz com que normalização de margens desses ativos se dê mais rápido do que caminhão. O mercado de implemento, por exemplo, está difícil. Você vê dados da ANFIR, dados dos fabricantes. A gente está conseguindo aqui reduzir quase pela metade o estoque em 12 meses, que é um estoque considerado crítico, porque quase que na totalidade desse estoque que você vê aqui, ele veio do transporte do grão, onde tem granel e basculante, e esse tipo de ativo estava caindo aí até pouco tempo atrás, 40% ano contra ano, até final do ano passado.
Speaker #2: Dos motivos, o Euro 6 pegou só caminhão—caminhão e cavalo. Então, não existiu o Euro 6 para implemento, o que faz com que a normalização de margens desses ativos se dê mais rápido do que caminhão.
Speaker #2: E o mercado de implementos, por exemplo, está difícil. Você vê dados da ANFIR, dados dos fabricantes. A gente está conseguindo aqui reduzir quase pela metade esse estoque em 12 meses, que é um estoque considerado crítico, porque ele veio quase que na totalidade desse estoque que você vê aqui, ele veio do transporte do grão, onde tem graneleiro e do basculante.
Speaker #2: E esse tipo de ativo estava caindo aí até pouco tempo atrás, 40% ano contra ano, até final do ano passado. Começou a melhorar um pouquinho esse ano, porque a safra veio um pouquinho melhor.
Christian Hahn: Começou a melhorar um pouquinho esse ano, porque a safra vem um pouquinho melhor. Isso é um dos fatores que explicam, não a totalidade dele, o que é movimentação de margem. A gente não tem visto também uma questão de preocupação com depreciação em margem, que a gente possa fazer algum movimento. Até inclusive a depreciação desse segundo trimestre, ele vem muito parecido com o primeiro tri. Isso pode ter alguma volatilidade, de acordo com os ativos que vão entrar, vão sair, vão ser vendidos. A gente não está preocupado com isso. Do Move Brasil, é importante destacar um ponto. A gente já teve algumas discussões com o mercado, onde o pessoal entendeu que o Move Brasil poderia canibalizar a venda do seminovo por uma venda de 0 km. Não acho que é isso. O público do seminovo com zero são perfis diferentes, usos diferentes, créditos diferentes.
Speaker #2: Mas a gente tem isso, e dos fatores que explicam não a totalidade dele, o que é movimentação de margem. A gente não tem visto também uma questão de preocupação com depreciação em margem, que a gente possa fazer algum movimento.
Speaker #2: Até, inclusive, a depreciação desse 2º trimestre vem muito parecida com o 1º tri. E isso pode ter alguma volatilidade de acordo com os ativos que vão entrar, vão sair, vão ser vendidos.
Speaker #2: Então, a gente não está preocupado com isso. Do Move Brasil, é importante destacar ponto. A gente já teve algumas discussões com o mercado, onde o pessoal entendeu que o Move Brasil poderia canibalizar a venda do seminovo por uma venda de zero quilômetro.
Speaker #2: Não acho que é isso. O público do seminovo e do zero são perfis diferentes, usos diferentes, créditos diferentes. O que a gente sentiu mais do Move Brasil foi uma predisposição do potencial comprador em esperar mais tempo para executar a compra, tomar a decisão da compra, porque ele quis esperar para saber se ele seria contemplado pelo programa.
Rodrigo Araujo de Faria: O que a gente sentiu mais do Move Brasil foi uma predisposição do potencial comprador em esperar mais tempo para executar a compra, tomar a decisão da compra, porque ele quis esperar para saber se ele seria contemplado pelo programa, e não foi. Alguns dados não oficiais que a gente consegue pela imprensa, mostra que foi algo como 98%, 99% consumido para compra de zero quilômetro. Então quem esperou para comprar um usado pelo Move Brasil, esperou, o Move Brasil acabou, tiveram duas fases dele, e essa pessoa não conseguiu o crédito. Então ele volta para a mesa agora para comprar o seminovo sem o Move Brasil. Isso acabou impactando a gente um pouco nas vendas de maio, um pouco mais forte no mês de junho. Abril foi o melhor mês de vendas do ano até agora.
Speaker #2: E não foi. Alguns dados não oficiais que a gente consegue aqui pela imprensa mostram que foi algo como 98%, 99% consumido para compra de zero quilômetro.
Speaker #2: Então, quem esperou para comprar usado pelo Move Brasil, esperou o Move Brasil acabar, tiveram duas fases dele, e essa pessoa não conseguiu o crédito.
Speaker #2: Então, ele volta para a mesa agora para comprar o seminovo sem o Move Brasil. Isso acabou impactando a gente ali pouco nas vendas de maio, pouco mais forte no mês de junho.
Speaker #2: Abril foi o melhor mês de vendas do ano até agora. A gente já vê julho começando a melhorar, como a gente descreveu nos materiais, até o momento.
Rodrigo Araujo de Faria: A gente já vê julho começando a melhorar, como a gente descreveu nos materiais até o momento. Eu acho que é importante destacar que no ano passado, o Q3 de 2025 respondeu por 30% das vendas do ano. Para a gente descobrir o que vai ser o ano de 2026, a gente vai ter que esperar o terceiro tri para ter certeza do que vai acontecer.
Speaker #2: E eu acho que é importante destacar que, no ano passado, o 3º trimestre de 25 respondeu por 30% das vendas do ano. Então, pra gente descobrir o que vai ser o ano de 26, a gente vai ter que esperar o 3º tri para ter certeza do que vai acontecer.
André Ferreira: Tá ótimo, pessoal, obrigado. Só rapidinho da concentração, o e-commerce da receita hoje não passa de 5%, é isso?
Speaker #1: Tá ótimo, pessoal. Obrigado. E só rapidinho, da concentração ali, o e-commerce da Receita hoje não passa de 5%, é isso?
Speaker #2: É, o e-commerce a gente abriu essa informação aqui na página da apresentação, na parte da Receita. É a página 13. É que aqui ele está... vamos lá, varejo, e-commerce... é que ele está como 9º maior setor.
Rodrigo Araujo de Faria: É, o e-commerce, a gente abriu essa informação aqui na página da apresentação, na parte da receita, é a página 13. O varejo e-commerce está como nono maior setor. Ele é responsável hoje por 4.8% da nossa receita. Os 37% que a gente anunciou é apenas do CapEx contratado do Q2, então no ano ele é diluído, mas o e-commerce vem para contribuir, porque com certeza ele vai conseguir puxar esse 4.8 para cima. Quando você vê nesse mesmo slide, na tabela do meio, você tem setores aqui que estão puxando um pouco mais, eles crescem mais que a receita da companhia. Logística primeiro, serviço segundo, transporte de combustível terceiro e varejo e e-commerce como quarto. Aqui é 12 meses. Então o varejo e e-commerce está crescendo 1.3 pontos percentuais em representatividade da receita da companhia.
Speaker #2: Ele é responsável hoje por 4,8% da nossa receita. Os 37% que a gente anunciou são apenas do CAPEX contratado do 2º trimestre. Então, no ano, ele é diluído.
Speaker #2: Mas o e-commerce ele vem para contribuir, porque com certeza ele vai conseguir puxar esse 4,8 para cima. Quando você vê nesse mesmo slide na tabela do meio, você tem setores aqui que estão puxando pouco mais, eles crescem mais que a receita da companhia.
Speaker #2: Logística primeiro, serviços segundo, transporte e combustível em terceiro, e varejo e e-commerce como quarto. E aqui é em 12 meses. Então, o varejo e e-commerce está crescendo 1,3 pontos percentuais em representatividade da receita da companhia.
Speaker #2: Isso vai fazer com que outros setores, esses setores que eu falei, esses quatro primeiros, eles vão diluir outros setores, e esses outros setores que estão sendo diluídos não necessariamente estão caindo em receita, eles só estão crescendo menos que a receita, dado que a minha receita está crescendo mais que a economia, está crescendo mais que a inflação.
Rodrigo Araujo de Faria: Isso vai fazer com que esses setores que eu falei, esses quatro primeiros, eles vão diluir outros setores. Esses outros setores que estão sendo diluídos, não necessariamente eles estão caindo a receita, eles só estão crescendo menos que a receita, dado que a minha receita está crescendo mais que a economia, está crescendo mais que a inflação. Eu estou tendo muita adição de cliente novo, eu estou diluindo 100 maiores clientes. A gente está tendo demanda realmente de tudo que é lado, para qualquer tipo de ativo, seja ele novo, seja ele usado. Se esse potencial cliente se enquadrar naquilo que a gente entende como crédito, risco do crédito, TIR adequada, preço, liquidez do ativo que a gente quer trabalhar, obviamente a gente vai trazer para dentro, porque vai ser benéfico para todo o resultado futuro.
Speaker #2: Eu estou tendo muita adição de cliente novo, eu estou diluindo os 100 maiores clientes, então a gente está tendo demanda realmente de tudo que é lado para qualquer tipo de ativo, seja ele novo, seja ele usado.
Speaker #2: E se esse potencial cliente se enquadrar naquilo que a gente entende como risco de crédito, tira adequada, preço, liquidez do ativo que a gente quer trabalhar, obviamente a gente vai trazer para dentro, porque vai ser benéfico para todo o resultado futuro.
André Ferreira: Tá. Obrigado, pessoal. Bom dia.
Speaker #1: Tá. Obrigado, pessoal. Bom dia.
Speaker #3: A próxima pergunta vem de Alberto Valério, da UBS.
Operator 2: A próxima pergunta vem de Alberto Valerio, da UBS.
Speaker #1: Bom dia. Cristian Rodrigo, obrigado pela oportunidade. Parabéns aí pela nova posição. Boa sorte para vocês. Também agradecer ao Cezar pelas interações que tivemos ao longo desses anos.
Alberto Valerio: Bom dia, Christian, Rodrigo, obrigado pela oportunidade. Parabéns pela nova posição. Boa sorte para vocês. Também agradecer ao Cesar pelas interações que tivemos ao longo desses anos. Eu queria fazer uma pergunta aqui sobre o que eu acho que ainda preocupa um pouco os investidores, mas antes da pergunta, a gente parece que passou pelo pior. A gente vê o CapEx contratado subindo. A gente vê retomadas caindo, o balanço da empresa melhorou com a injeção de capital. Parece que o pior já passou, a gente está no ponto de inflexão. Dois pontos ainda eu acho que preocupam a turma. Primeiro, de depreciação. Eu pego lá do ITR de vocês, o ativo que vocês venderam, depreciado e comparado pelo valor que vocês venderam. E a gente vê esse spread aumentando ou o desconto aumentando. De 20 para 24, foi 7% o ano passado.
Speaker #1: Queria fazer uma pergunta aqui sobre o que eu acho que ainda preocupa pouco os investidores, mas, antes da pergunta, a gente parece que passou pelo pior, não é?
Speaker #1: A gente vê aí CAPEX contratado subindo, a gente vê retomadas caindo. O balanço da empresa melhorou com a injeção de capital. Parece que o pior já passou, a gente está num ponto de inflexão.
Speaker #1: Dois pontos ainda eu acho que preocupam, que é a turma. Primeiro, de depreciação, a gente vê aí, eu pego o lado ITR de vocês, o ativo que vocês venderam depreciado e comparado pelo valor que vocês venderam.
Speaker #1: E a gente vê esse spread aumentando, ou o desconto aumentando. De 20 para 24, foi 7% no ano passado. Onde que a gente deve parar e em que velocidade a gente deve parar?
Alberto Valerio: Onde que a gente deve parar e que velocidade que a gente deve parar? Essa é minha primeira pergunta. A segunda pergunta seria sobre custo de refinanciamento. Como que vocês estão vendo o pipe da Vamos até o final do ano que vem? A gente tem visto algumas empresas vim a mercado e o spread para o CDI aumentando mais recentemente. Queria ver como é que vocês estão vendo isso, se chegar a sondar, o custo aumentaria um pouco, não aumentaria, e qual que é a necessidade de financiamento. Obrigado pela oportunidade mais uma vez.
Speaker #1: Essa é a minha primeira pergunta. A segunda pergunta seria sobre custo de refinanciamento. Como que vocês estão vendo aí o pipe da Vamos até o final do ano, e para o ano que vem?
Speaker #1: A gente tem visto algumas empresas virem a mercado e o spread com o CDI aumentando mais recentemente. Queria ver como é que vocês estão vendo isso, se chegar a sondar, o custo aumentaria pouco, não aumentaria?
Speaker #1: E qual que é a necessidade de financiamento aí? Obrigado pela oportunidade, mais uma vez.
Speaker #2: Roberto, obrigado aí pela mensagem. E aqui, respondendo, vou pegar as duas perguntas, tá? Depreciação, se você for acompanhar o nosso gráfico lá de depreciação implícita na página 14 da apresentação, você vai ver que a gente já está há quase cinco trimestres na parte de máquinas e equipamentos com uma depreciação que não está mais mudando tanto, tá?
Rodrigo Araujo de Faria: Alberto, obrigado pela mensagem. Aqui respondendo, vou pegar as duas perguntas. Depreciação, se você for acompanhar o nosso gráfico de depreciação implícita na página 14 da apresentação, você vai ver que a gente já está há quase cinco trimestres na parte de máquinas e equipamentos, com uma depreciação que não está mais mudando tanto. Está ali entre 10.5% e 11.5%. Vai flutuar aqui, vai depender do mix que eu vou ter dentro da máquina e equipamentos. Lembrando que aqui eu tenho empilhadeira, tenho linha verde, tenho linha amarela, então os preços são muito voláteis. Dependendo do que eu posso mudar o mix da frota. No caminhão, a gente ainda está em processo de normalização dessa taxa de depreciação. Você vê que nesse range que a gente coloca nesse gráfico, a gente sai de 2.8% anualizado no primeiro Q3 de 2024 para 4.8%, então praticamente dobrando aqui em dois anos.
Speaker #2: Ali entre 10 e 10,5% e 11,5%. Vai flutuar aqui, vai depender do mix que eu vou ter dentro da máquina. E equipamentos, lembrando que aqui eu tenho empilhadeira, tenho linha verde, tenho linha amarela, então os preços são muito voláteis.
Speaker #2: Dependendo do que eu posso mudar o mix da frota, tá? No caminhão, a gente ainda está em processo de normalização dessa taxa de depreciação. Você vê que nesse range que a gente coloca nesse gráfico, a gente sai de 2,8% anualizado no primeiro tri de 24 para 4,8%, então praticamente dobrando aqui em 2 anos.
Speaker #2: Isso aqui vai continuar subindo. Hoje a gente precifica os novos contratos depreciando caminhão na faixa ali de 7%, tá? Não necessariamente essa depreciação é econômica, isso é uma depreciação contábil, que a gente tenta botar uma gordura de margem, disseminar obras para o futuro, mas ela poderia chegar a 7% sim.
Rodrigo Araujo de Faria: Isso aqui vai continuar subindo. Hoje a gente precifica os novos contratos depreciando o caminhão na faixa de 7%. Não necessariamente essa depreciação é econômica, essa é uma depreciação contábil que a gente tenta botar uma gordura de margem de seminovos para o futuro, mas ela poderia chegar a 7%, sim. Com os 11% de máquinas, pegando uma proporção de 20% máquina e 80% caminhão, você deveria pegar essa taxa implícita combinada de 6.2%, ela em algum momento vai chegar em 7.5%, algo por volta disso. Quando isso vai acontecer? Não sabemos. Depende da velocidade que a gente vai renovar a frota, comprando novos ativos e vendendo os antigos. Eu deveria esperar uma normalização quando tivesse, talvez, 100% dos meus caminhões já Euro 6. Eu também não sei quando vai acontecer. A sua outra pergunta era de a captação.
Speaker #2: E, com os 11% aqui de máquinas, pegando uma proporção de 20% máquina e 80% caminhão, você deveria pegar essa taxa implícita combinada de 6,2%. Ela, em algum momento, vai chegar ali em 7,5%, algo por volta disso, tá?
Speaker #2: Quando isso vai acontecer? Não sabemos. Depende da velocidade com que a gente vai renovar a frota, comprando novos ativos e vendendo os antigos. Eu deveria esperar uma normalização quando eu tivesse talvez 100% dos meus caminhões já Euro 6, o que eu também não sei quando vai acontecer, tá?
Speaker #2: Essa outra pergunta era de captação, não é? Se você for olhar as novas debêntures, a gente coloca isso no material — na verdade, no release. Tem uma tabela lá em que a gente coloca as novas captações, todas as captações que a gente tem.
Rodrigo Araujo de Faria: Se você folhear das novas debêntures, a gente coloca isso no material, na verdade, do release, tem uma tabela lá que a gente coloca as novas captações, todas as captações que a gente tem. Se você for olhar, por exemplo, a 15ª debênture, que foi a última debênture que a gente emitiu, que foi em 23 março 2026, nós captamos a CDI + 2.17. Pouco tempo antes, na 13ª, fizemos CDI + 2.25, 11ª CDI + 2.35, mas já são emissões um pouco mais antigas. Hoje a gente tem oportunidade de refinanciamento de dívida já existente, onde eu vou rolar a dívida com o mesmo credor. Geralmente, tem sido uma conversa mais constante em bilaterais. A gente também tem na mesa a capacidade de absorver mais Finame. Quando isso vai acontecer, qual tamanho, eu não posso te falar hoje, porque eu não tenho essa informação.
Speaker #2: Se você for olhar, por exemplo, a 15ª debênture, que foi a última debênture que a gente emitiu, que foi em 23 de março de 2026, nós captamos a CDI mais 2,17, tá?
Speaker #2: Pouco tempo antes, na 13ª, fizemos CDI mais 2,25; na 11ª, CDI mais 2,35, mas já são emissões um pouco mais antigas, tá? Hoje a gente tem oportunidade de refinanciamento de dívida já existente, onde eu vou rolar a dívida com o mesmo credor. Geralmente, tem sido uma conversa mais constante em bilaterais.
Speaker #2: A gente também tem, na mesa, capacidade de absorver mais FINAME. Quando isso vai acontecer, qual o tamanho, eu não posso te falar hoje porque eu não tenho essa informação.
Rodrigo Araujo de Faria: A gente não tem visto aqui, marginalmente, risco de aumentar o custo médio ponderado da nossa dívida, que está rodando aí em CDI + 1.7 na média. O Finame traz isso para baixo, umas debêntures bilaterais puxam mais para a média. Eu não estou vendo nenhum tipo de pressão com relação a isso. Aproveitando aqui, a gente teve recentemente a atualização dos nossos ratings pelas principais agências de risco. Eles reiteraram os nossos ratings, nosso e do grupo inteiro, mantendo perspectiva estável. A gente está num caminho de desalavancagem, geração de caixa que você está vendo. Isso pode contribuir lá na frente, mas a gente não conta com isso, não.
Speaker #2: E a gente não tem visto aqui, marginalmente, risco de aumentar o custo médio ponderado da nossa dívida, que está rodando aí em CDI mais 1,7 na média, tá?
Speaker #2: O FINAME traz isso para baixo, umas debêntures bilaterais puxam mais para a média. Então, assim, eu não estou vendo nenhum tipo de pressão com relação a isso.
Speaker #2: E, aproveitando aqui, a gente teve recentemente atualização dos nossos ratings pelas principais agências de risco. Eles reiteraram os nossos ratings, nosso e do grupo inteiro, mantendo perspectivas estáveis, tá?
Speaker #2: E a gente está num caminho aqui de desalavancagem, geração de caixa, que você está vendo. Isso pode contribuir lá na frente, mas a gente não conta com isso, não, tá?
Speaker #1: Perfeito, ficou bem claro, Rodrigão. Boa sorte aí, abraço.
Alberto Valerio: Perfeito, ficou bem claro, Rodrigão. Boa sorte aí. Um abraço.
Speaker #2: Obrigado, abraço.
Rodrigo Araujo de Faria: Obrigado, abraço.
Speaker #3: A próxima pergunta vem de Rogério Araújo, do Bank of America. Rogério, seu microfone está liberado.
Operator 2: A próxima pergunta vem de Rogério Araújo, do Bank of America. Rogério, seu microfone está liberado.
Speaker #1: Alô, vocês me escutam?
Rogério Araújo: Alô, vocês me escutam?
Speaker #2: Oi, Rogério, a gente está te ouvindo.
Rodrigo Araujo de Faria: Rogério, a gente está te ouvindo.
Speaker #1: Opa, beleza, obrigado. Minha pergunta para o Cristian, se vocês não ouviram, desculpem, desejar boa sorte aqui para o Rodrigo e para o Cristian. Os desafios.
Rogério Araújo: Opa, beleza. Obrigado. Minha pergunta é para o Christian. Se vocês não ouviram, desculpem. Desejar boa sorte aqui para o Rodrigo e para o Christian nos desafios. Minha pergunta vai para o Christian. Você está chegando agora, Christian, com uma bagagem bem relevante do mercado de caminhões. A gente gostaria de ouvir sua leitura sobre esse ciclo de preços de caminhões no Brasil. Nos últimos 5 anos, o preço de caminhão subiu mais de 120% e esse movimento chegou a permitir venda de seminovos bem acima de preço pago, com margens elevadas, uma realidade até na Vamos, até 1 ano atrás. Só que mais recentemente, essa margem se aproximou de zero. Nossa expectativa é uma normalização gradual do ciclo de preço de caminhão ao longo do ano que vem. Nesse contexto, se você puder compartilhar com a gente três pontos aqui.
Speaker #1: Minha pergunta vai para o Cristian, você está chegando agora, Cristian, com uma bagagem meio irrelevante aí no mercado de caminhões, a gente gostaria de ouvir sua leitura sobre esse ciclo de preços de caminhões no Brasil nos últimos 5 anos, preço de caminhão subiu mais de 120%, e esse movimento chegou a permitir venda de seminovos aí bem acima de preço pago com margens elevadas aí, uma realidade até na Vamos, até ano atrás.
Speaker #1: Só que mais recentemente essa margem ela se aproximou de zero, nossa expectativa é uma normalização gradual do ciclo de preço de caminhão ao longo do ano que vem.
Speaker #1: Nesse contexto, você poder compartilhar com a gente 3 pontos aqui? Primeiro, como é que você enxerga essa acomodação de margem de seminovos da Vamos já em 26?
Rogério Araújo: Primeiro, como é que você enxerga essa acomodação de margem de seminovos da Vamos já em 2026? É algo mais pontual, ligado à concentração de determinados ativos, ou é uma tendência mais abrangente? O segundo, o seu grau de confiança nos preços de vendas estimados para frota desses caminhões ao longo de 2026, 2027. E o terceiro, se você avalia o nível atual de depreciação dos ativos na frota, eles estão alinhados para essa margem continuar sendo próxima de zero frente a essa expectativa de normalização. É isso. Muito obrigado.
Speaker #1: É algo mais pontual ligado à concentração aí de determinados ativos? Ou é uma tendência mais abrangente? O segundo, o seu grau de confiança nos preços de vendas estimados aí para a frota desses caminhões ao longo de 26, 27?
Speaker #1: E o terceiro, se você avalia o nível atual de depreciação dos ativos na frota, eles estão alinhados aí para essa margem continuar sendo próxima de zero, frente a essa expectativa de normalização?
Speaker #1: É isso. Muito obrigado.
Speaker #2: Obrigado, Rogério, pela pergunta. Rogério, vamos lá. A gente pegar o histórico, do mercado de caminhões, e ele linka muito com a história da Vamos na chegada do mercado, quando começou a ficar mais forte em 2019, 2020, e veio o efeito da pandemia, e lá atrás então começou a disparada do preço no mercado de caminhões.
Rodrigo Araujo de Faria: Obrigado, Rogério, pela pergunta. Rogério, vamos lá. Se a gente pegar o histórico do mercado de caminhões, ele linka muito com a história da Vamos na chegada do mercado. Quando começou a ficar mais forte, em 2019, 2020, e veio o efeito da pandemia.
Christian Hahn: E lá atrás começou a disparada do preço no mercado de caminhões. A Vamos teve um benefício naquele primeiro momento, porque ela comprou produtos em 2019, 2020, e aquele boom de produtos que a Vamos conseguiu locar naquele momento. Quando ele voltou para a venda do seminovo, voltou naquela condição de compra lá atrás, com o preço defasado, que gerou margens próximas a 26%, 30% no período de 2022, 2023, nas nossas vendas de seminovos. Depois, além da subida de preço e da falta de produto pela virada do Euro 5 para o Euro 6, o preço também deu uma disparada, de fato, e que nos últimos anos deu uma estabilizada. Ele subiu, teve reajuste pontual ao longo do ano, mas não tão drástico quanto nos anos anteriores. Eu acredito, sim, numa acomodação dos preços ao longo desse ano.
Speaker #2: A Vamos teve benefício naquele primeiro momento em que ela comprou produtos ali em 2019, 2020, e aquele boom de produtos que a Vamos conseguiu locar naquele momento. Quando ele voltou para a venda do seminovo, ele voltou naquela condição de compra lá atrás, com o preço defasado, e gerou margens próximas a 26% a 30% no período de 2022, 2023, nas nossas vendas de seminovos.
Speaker #2: Depois veio, além da subida de preço e da falta de produto pela virada do Euro, do Euro 5 para o Euro 6, o preço também deu uma disparada de fato, e nos últimos anos ele deu uma estabilizada. Ele subiu, teve o reajuste pontual ao longo do ano, mas não tão drástico quanto nos anos anteriores. E eu acredito, sim, numa acomodação dos preços ao longo desse ano, tá?
Speaker #2: Com relação à confiança no nosso preço de venda, sim, a gente tem confiança no preço de venda dos nossos ativos seminovos, com a depreciação justa que o Rodrigo já comentou também na pergunta anterior.
Christian Hahn: Com relação à confiança no nosso preço de venda, sim, a gente tem a confiança no preço de venda dos nossos ativos seminovos, com a depreciação justa que o Rodrigo já comentou também na pergunta anterior. Então a gente entende que tem depreciado da maneira mais próxima à correta do mercado para dar a margem na hora da venda de 0,1%, igual está no momento atual. Não é o nosso interesse em voltar a ter margens muito grandes no seminovo, visto o momento atual do mercado. Além disso, teve também a questão que ajuda a manter um pouco a margem, a questão da diversificação dos nossos ativos. A gente teve uma concentração muito grande de implementos rodoviários. Muita coisa que retornou do agro. Isso atrapalhou um pouquinho a margem, mas caminhão e cavalo mecânico sempre ajudou a equilibrar essa margem.
Speaker #2: Então, a gente entende que tem depreciado da maneira mais próxima à correta do mercado para dar a margem ali na hora da venda de zero, 1%, igual está no momento atual.
Speaker #2: Não é o nosso interesse em voltar a ter margens muito grandes aí no seminovo, visto o momento atual do mercado. Além disso, teve também a questão que faz, ajuda a manter pouco a margem, a questão da diversificação dos nossos ativos.
Speaker #2: A gente teve uma concentração muito grande de implementos rodoviários, muita coisa que retornou aí do agro. Isso atrapalhou um pouquinho a margem, mas caminhão e cavalo mecânico sempre ajudaram a equilibrar essa margem.
Speaker #2: Então, isso que a gente vê aqui no cenário atual do nosso mercado, que a gente entende aí hoje, a queda no mercado de caminhões está próxima a 9%. A gente até pode melhorar um pouquinho, mas vai ficar muito próximo disso. É um mercado que está passando por um momento de reajuste, as montadoras até com uma certa dificuldade já de entrega de equipamentos.
Christian Hahn: Isso que a gente vê aqui no cenário atual do nosso mercado, que a gente entende hoje. A queda no mercado de caminhões está próxima a 9%. A gente espera que possa melhorar um pouquinho, mas vai ficar muito próximo disso. É um mercado que está passando por um momento de reajuste. As montadoras estão com uma certa dificuldade já de entrega de equipamentos. Então a gente acredita que o mercado também vai ficar estável na questão de preço e quantidade de mercado hoje.
Speaker #2: Então, a gente acredita que o mercado também vai ficar estável na questão de preço e quantidade de mercado hoje.
Speaker #1: Está bem claro, Cristian. Muito obrigado.
Rogério Araújo: Está bem claro, Christian, muito obrigado.
Speaker #2: Eu que agradeço, Rogério.
Christian Hahn: Eu que agradeço, Rogério.
Speaker #3: A próxima pergunta vem de Pedro Tinel, do Itaú BBA.
Operator 2: A próxima pergunta vem de Pedro Tíneo, do Itaú BBA.
Speaker #4: Bom dia, pessoal. Primeiramente, queria desejar aqui também sucesso nessa nova jornada, Cris, Rodrigo. E aí, duas perguntas aqui do nosso lado. Acho que, primeiramente, eu queria só entender aqui a aceitação desse "seminovo". A gente tem notado que tem melhorado um pouquinho aqui a tendência, só queria ver se vocês conseguem fazer um recap do que mudou, de fato, de lá pra cá, porque esse segmento não performava como a gente tem visto agora. E se vocês esperam que, talvez, ele performe ainda melhor, conforme a gente tenha uma diversificação ainda maior desses ativos retomados.
Pedro Tíneo: Bom dia, pessoal. Primeiramente, queria desejar também sucesso nessa nova jornada, Cris, Rodrigo. Duas perguntas aqui do nosso lado. Primeiramente, eu queria só entender a aceitação desse Sempre Novo. A gente tem notado que tem melhorado um pouquinho a tendência. Só ver se vocês conseguem fazer um recap do que mudou, de fato, de lá para trás para agora, que esse segmento não performava como a gente tem visto. E se vocês esperam que talvez ele performe ainda melhor, conforme a gente tem aqui uma diversificação ainda maior desses ativos retomados. E acho que um segundo ponto que eu queria pegar aqui com vocês também. Vocês comentaram aqui um pouquinho sobre a geração de caixa, também parcialmente focando em redução à antecipação de recebível.
Speaker #4: E aí, acho que segundo ponto que eu queria pegar aqui com vocês também, vocês comentaram aqui pouquinho sobre a geração de caixa também parcialmente ali focando em redução à antecipação de recebível, só para eu pegar o que vocês estão vendo de oportunidade nisso para frente e ver também o que a gente pode esperar para o final do ano.
Pedro Tíneo: Só para eu pegar o que vocês estão vendo de oportunidade nisso para frente e ver também o que a gente pode esperar para o final do ano. Obrigado, pessoal.
Speaker #4: Obrigado, viu, pessoal.
Speaker #1: Pedro, obrigado pela pergunta. Vamos lá, vou explorar aqui a questão da aceitação do Sempre Novo. É um produto que a gente acredita muito e que já está funcionando muito bem, e a tendência é aumentar muito mais a participação do Sempre Novo na nossa receita.
Christian Hahn: Pedro, obrigado pela pergunta. Vamos lá. Vou explorar aqui a questão da aceitação do Sempre Novo. É um produto que a gente acredita muito e que já está funcionando muito bem, e a tendência é de aumentar muito mais a participação do Sempre Novo na nossa receita. É um foco, é uma missão que nós temos aqui muito grande e é o que tem ajudado muito a melhorar a nossa taxa de ocupação. O produto Sempre Novo é um conceito novo. Então ele é um ativo seminovo, que volta para uma locação, normalmente num prazo mais curto. Isso dá possibilidades para o cliente. É uma opção a mais. Imagina que antigamente você tinha uma locação no mínimo de 60 meses, era o normal do mercado. Hoje a gente consegue fazer isso em 12, em 24 meses e com custo acessível, porque aquele produto já foi utilizado quatro, cinco anos.
Speaker #1: É foco, é uma missão, que nós temos aqui muito grande, e é o que tem ajudado muito a melhorar a nossa taxa de ocupação.
Speaker #1: O produto sempre novo, ele é conceito novo, então ele é ativo seminovo, que volta para uma locação normalmente em um prazo mais curto. Isso dá possibilidades para o cliente.
Speaker #1: É uma opção a mais. Imagina que, antigamente, você tinha ali uma locação no mínimo de 60 meses, era o normal do mercado. Hoje, a gente consegue fazer isso em 12, em 24 meses, e com custo acessível, porque aquele produto já foi utilizado 4, 5 anos. E outro trabalho que a gente tem feito é a preparação desse ativo.
Christian Hahn: E um outro trabalho que a gente tem feito é a preparação desse ativo. Então esse ativo volta para dentro de casa. Nós temos um time dedicado, temos uma central hoje em Guarulhos que prepara esse ativo, dá uma manutenção e dá uma sobrevida muito boa para o cliente ter a segurança também em locar esse produto e ter disponibilidade no seu trabalho, no dia a dia. Então esse é um mercado que a gente está trabalhando muito bem, tem um nicho de cliente muito interessante que utiliza esse produto. Estamos abrindo isso para diversificação, não só para o caminhão, mas assim como também o implemento que vai junto, o próprio cavalo mecânico, uma máquina de linha amarela, um produto no agro também que consegue ter mais uma vida de trabalho.
Speaker #1: Então, esse ativo volta para dentro de casa. Nós temos time dedicado, temos uma central hoje em Guarulhos que prepara esse ativo, dá manutenção e proporciona uma sobrevida muito boa para o cliente ter a segurança também em locar esse produto e ter a disponibilidade no seu trabalho no dia a dia.
Speaker #1: Então, esse é um mercado que a gente está trabalhando muito bem. Tem nichos de clientes muito interessantes que utilizam esse produto. Estamos abrindo isso para diversificação, não só para o caminhão, mas também para o implemento que vai junto, para o próprio cavalo mecânico, uma máquina de linha amarela, e produto no agro também, que consegue ter mais uma vida de trabalho.
Speaker #1: Então, assim, é produto aí que estamos confiando bastante e já está sendo bem aceito pelo mercado, com tendência de melhorar muito ainda ao longo desse ano.
Christian Hahn: Então é um produto que estamos confiando bastante, já está sendo bem aceito pelo mercado, com tendência de melhorar muito ainda ao longo desse ano. E isso numa locação nova e também numa própria extensão de contrato. Extensão de contrato, então o cliente fica cinco anos, depois pode ficar mais 12 meses ou mais 24, até porque o cliente conhece a vida daquele ativo. O cliente estava com ele e ele tem a opção de estender um pouquinho mais. Outra coisa, numa questão como de uma intralogística, também é um produto que tem uma durabilidade muito grande. Então o aluguel médio desse produto é acima de cinco anos, já de médio, mas tem produtos de oito, nove, 10 anos, que costumam ter vida útil de trabalho.
Speaker #1: E isso numa locação nova e também numa própria extensão de contrato. Extensão de contrato, então, o cliente fica 5 anos, depois pode ficar mais 12 meses ou mais 24, até porque o cliente conhece a vida daquele ativo, o cliente estava com ele e aí ele tem a opção de estender um pouquinho mais.
Speaker #1: Outra coisa, numa questão como de uma intralogística também, é produto que tem uma durabilidade muito grande. Então, aluguel médio desse produto é acima de 5 anos já de média, mas tem produtos de 8, 9, 10 anos, que costumam ter vida útil de trabalho.
Speaker #1: Então, o Sempre Novo é um negócio que a gente vai continuar falando sempre e vai continuar sendo um produto cada vez mais de destaque dentro da companhia.
Christian Hahn: Então o Sempre Novo é um negócio que a gente vai continuar falando sempre e vai continuar sendo um produto cada vez mais de destaque dentro da companhia.
Rodrigo Araujo de Faria: Oi, Pedro, tudo bom? Obrigado pelas perguntas. Da parte da gestão de caixa, a gente vai continuar fazendo. A ideia aqui pra dívida é um liability management, que envolve não só melhorar o prazo, mas também mudar um pouco o mix da dívida que a gente tem hoje, e isso envolve redução de cessão. Você pode esperar nos próximos trimestres que a gente vai continuar reduzindo a cessão pela não renovação daquilo que está vencendo. Temos outras oportunidades. A gente está atento ao que o mercado secundário de dívida pode nos oferecer. Depende de liquidez. A gente, infelizmente, não consegue comprar tudo que a gente quer pela falta de oferta, às vezes, mas a gente está atento, sim, porque a gente quer endereçar justamente as torres de 2027 e 2028, que a gente tem pela frente.
Speaker #2: Oi, Pedro. Tudo bom? Obrigado aí pelas perguntas. Da parte da gestão de caixa, a gente vai continuar fazendo a ideia aqui para a dívida é ability management que envolve não só melhorar o prazo, mas também mudar pouco o mix da dívida que a gente tem hoje, e isso envolve redução de sessão, a gente pode esperar aí nos próximos trimestres que a gente vai continuar reduzindo a sessão pela não renovação daquilo que está vencendo, temos outras oportunidades, a gente está atento ao que o mercado secundário de dívida pode nos oferecer, depende de liquidez, aí a gente, infelizmente, não consegue comprar tudo que a gente quer pela falta de oferta, às vezes, mas a gente está atento sim, porque a gente quer endereçar principalmente as torres de 2027 e 2028, que a gente tem pela frente, a gente teve o caixa aí do aumento de capital que já foi colocado em serviço, como a gente você pode ver na divulgação de resultado, e a gente tem melhorado o caixa da companhia pela locação e pela venda dos ativos.
Rodrigo Araujo de Faria: A gente teve o caixa do aumento de capital, que já foi colocado em serviço, como você pode ver na divulgação de resultado, e a gente tem melhorado o caixa da companhia pela locação e pela venda dos ativos. Eu acho que é importante só ressaltar que essa geração de caixa que a gente teve no Q2, também ainda foi um pouco beneficiada porque a gente ainda, até junho, estava comprando pouco ativo zero quilômetro. A gente deve acelerar um pouco mais essas compras até o final do ano, até pelo CapEx contratado e pelo perfil de contratação do zero um pouco maior. E isso vai fazer com que a gente tenha um pouco mais de compra no fluxo de caixa de ativos até o final do ano. É importante ressaltar que nos últimos anos, o CapEx contratado era mais concentrado no primeiro tri.
Speaker #2: Eu acho que é importante só ressaltar que essa geração de caixa que a gente teve no segundo trimestre também ainda foi pouco beneficiada, porque a gente, até junho, ainda estava comprando pouco ativo zero quilômetro.
Speaker #2: A gente deve acelerar pouco mais essas compras até o final do ano, até pelo CACES contratado e pelo perfil de contratação do zero pouco maior, e isso vai fazer com que a gente tenha pouco mais ali de compra no fluxo de caixa de ativos até o final do ano, e é importante ressaltar que nos últimos anos, o CAPEX contratado ele era mais concentrado no primeiro tri, esse ano ele vai ser pouco diferente, você tem do histórico da companhia desde que ela foi listada, ele foi mais forte no segundo, então o movimento que você vai ver de consumo de caixa, que geralmente no final do ano já é pouquinho menor, esse ano já vai ser pouquinho diferente.
Rodrigo Araujo de Faria: Esse ano ele vai ser um pouco diferente. Você tem o histórico da companhia desde que ela foi listada. Ele foi mais forte no segundo. Então o movimento que você vai ver de consumo de caixa, que geralmente no final do ano já é um pouquinho menor, esse ano já vai ser um pouquinho diferente. Mas é só uma questão de programa, nada além disso. Mesmo assim, a gente vê com tranquilidade aquela vantagem do ano ficando bem aí, o que a gente tem falado de guidance pro resto do ano, até dezembro.
Speaker #2: Mas é só uma questão de cronograma, nada além disso. E mesmo assim a gente vê com tranquilidade a alavancagem, o ano ficando bem aí o que a gente tem falado de guidance para o resto, do ano até dezembro.
Speaker #4: Perfeito, pessoal. Obrigado, viu?
Pedro Tíneo: Perfeito, pessoal. Obrigado.
Speaker #5: A próxima pergunta vem de Afonso Pereira, da Sicredi Asset.
Operator 2: A próxima pergunta vem de Afonso Pereira, da Sicredi Asset.
Afonso Pereira: Oi, pessoal. Bom dia. Obrigado por pegar a minha pergunta e sucesso aí para a nova gestão. Queria ouvir de vocês, como está se comportando a taxa de ocupação por categoria de ativos. Vocês comentaram que empilhadeira tem performado bem. Então qual que é a diferença em pontos percentuais delas para os caminhões, cavalo, implementos, enfim. Essa é a primeira. A segunda é só um follow-up do impacto do Move Brasil, se puderem comentar o que notaram na locação. É isso. Obrigado.
Speaker #6: Oi, pessoal, bom dia. Obrigado por pegarem a minha pergunta. Isso, esquece aí para a nova gestão. Queria ouvir de vocês como está se comportando a taxa de ocupação por categoria de ativos.
Speaker #6: Vocês comentaram que empilhadeira tem performado bem, então qual que é a diferença entre pontos percentuais delas para os caminhões, cavalos, elementos, enfim? Essa é a primeira.
Speaker #6: E a segunda é só follow-up do impacto dos Móveis Brasil. Se puderem comentar o que notaram na locação. É isso, obrigado.
Rodrigo Araujo de Faria: Opa, bom dia. A taxa de ocupação a gente não abre por tipo de ativo. Então eu fico limitado a te responder essa pergunta.
Speaker #2: Opa, bom dia. A taxa de ocupação a gente não abre por tipo de ativo. Então, assim, eu fico limitado a te responder essa pergunta.
Afonso Pereira: Do impacto do Move em locação?
Speaker #6: E do impacto dos móveis em locação?
Rodrigo Araujo de Faria: O Move não teve impacto na locação. O que o Move trouxe pra gente foi impacto mais na postergação de venda. Dados importantes pra se ter em mente, pra comprovar um pouco do que a gente está falando. O Move Brasil, na primeira fase, foram BRL 10 billion, na segunda fase foram BRL 21 billion, só que desses BRL 21 billion, BRL 1 billion era destinado para autônomos. Então vamos botar aqui BRL 20 billion na conta. Total de BRL 30 billion. Ano passado, foram vendidos 122,000 caminhões no Brasil. Se você considerar que o ticket médio de compra de um caminhão no Brasil fica por volta de BRL 800,000, BRL 900,000 hoje em dia, multiplicando por 122,000 unidades, você chegaria algo na faixa de BRL 97 billion a BRL 100 billion de receita de venda de caminhões zero quilômetro no Brasil.
Speaker #2: O móvel não teve impacto na locação. O que o móvel trouxe para a gente foi impacto mais na postergação de venda. Dados importantes para se ter em mente, para comprovar um pouco do que a gente está falando.
Speaker #2: O Móvel Brasil, na primeira fase, foram R$10 bilhões; na segunda fase, foram R$21 bilhões. Só que, desses R$21 bilhões, R$1 bilhão era destinado para autônomos, então vamos colocar aqui R$20 bilhões na conta.
Speaker #2: O total é de R$30 bilhões. Ano passado, foram vendidos 122 mil caminhões no Brasil. Se você considerar que o ticket médio de compra de caminhão no Brasil fica por volta de R$800 mil, R$900 mil hoje em dia, multiplicando por 122 mil unidades, você chegaria a algo na faixa de R$97 a R$100 bilhões de receita de venda de caminhões zero quilômetro no Brasil.
Speaker #2: 30 bilhões equivale a 30%. Então, 30% deveria ser algo na faixa de vendas de 4 meses do ano. Então, o mercado brasileiro foi consumido, mas ele não aumentou a demanda de compra do zero, ele facilitou o crédito e permitiu com que a venda do zero quilômetro fosse consumida com naturalidade. Tanto que, se você olhar os dados da Fenabrave que a gente traz nos nossos materiais, os emplacamentos de caminhões zero quilômetro estão exatamente iguais ao do ano passado.
Rodrigo Araujo de Faria: BRL 30 billion equivale a 30%. Então 30% deveria ser algo na faixa de vendas de quatro meses do ano. O Move Brasil foi consumido, mas ele não aumentou a demanda de compra do zero. Ele facilitou o crédito e permitiu com que a venda do zero quilômetro fosse consumida com uma naturalidade. Tanto que se você olhar os dados da Fenabrave, que a gente traz nos nossos materiais, os emplacamentos de caminhões zero quilômetro estão exatamente iguais do ano passado. Então o Move Brasil não fez crescer o zero, o que poderia gerar uma competição em relação à locação. Ele basicamente cumpriu seu objetivo de facilitar o acesso e baratear o financiamento da compra do zero daquilo que já deveria ser esperado, tendo em comparação ao que foi no ano passado.
Speaker #2: Então, o Móvel Brasil não fez crescer o zero, o que poderia gerar uma competição em relação à locação. Basicamente, ele cumpriu o seu objetivo de facilitar o acesso e baratear o financiamento da compra do zero, daquilo que já deveria ser esperado em comparação ao que foi no ano passado.
Afonso Pereira: Tá certo, bem claro. Obrigado, Rodrigo. Sucesso.
Speaker #3: Mas aí quem vende provavelmente.
Speaker #6: Está certo. Bem claro. Obrigado, Rodrigo. E sucesso.
Speaker #3: Ele está replicando, não é?
Speaker #2: Obrigado. Pessoal, a gente tem várias perguntas aqui na lista de perguntas dos analistas por voz; pelo telefone já acabaram, mas a gente tem várias perguntas aqui no chat.
Rodrigo Araujo de Faria: Obrigado. Pessoal, a gente tem várias perguntas aqui na lista dos analistas por voice, pelo telefone. Já acabaram, mas a gente tem várias perguntas aqui no chat. Eu vou só pegar uma, que é do Lucas Barbosa, nosso analista de transporte lá do Santander. Lucas, obrigado pela pergunta. Ele fala assim: "Bom dia, Cris e Rodrigo, parabéns pelos resultados e obrigado pela oportunidade. Eu tenho uma dúvida sobre os seminovos futuro. Num cenário de agri desafiador nos próximos 12, 18 meses, quanto vocês poderiam ser afetados nos seminovos?" "A frota disponível para venda e frota que será desmobilizada possui uma parcela relevante de caminhões pesados e extras pesados, setores que poderiam ser impactados por um agro pressionado?
Speaker #2: Eu vou só pegar uma que é do Lucas Barbosa, nosso analista de Transporte lá do Santander. Lucas, obrigado pela pergunta. Ele fala assim: "Bom dia, Cris e Rodrigo, parabéns pelos resultados e obrigado pela oportunidade."
Speaker #2: Eu tenho uma dúvida sobre o CN Novos Futuro. Num cenário de agro desafiador nos próximos 12 a 18 meses, quanto vocês poderiam ser afetados no CN Novos? A frota disponível para venda e a frota que será desmobilizada possui uma parcela relevante de caminhões pesados e extra pesados?
Speaker #2: Setores que poderiam ser impactados por agro pressionado?
Speaker #7: Lucas, respondendo à sua pergunta, o agro vem aí já há uns três anos, passando por uma dificuldade muito grande, mas a gente não tem dúvida de que vai voltar.
Christian Hahn: Lucas, respondendo à sua pergunta. O agro vem já há uns três anos passando por uma dificuldade muito grande, que a gente não tem dúvida que vai voltar. O agro, pelo país que a gente está, as regiões que a gente conhece do Brasil como celeiro do mundo, vai voltar. Está demorando um pouquinho, de fato, mas vai voltar. As principais demandas que a gente tinha desse segmento retornaram. A gente teve uma forte devolução disso em 2023, 2024, produtos que no seminovos a gente endereçou muito bem. Quando a gente vê ali, principalmente, e eu citei num slide anterior, no início da apresentação, os produtos que voltaram de transporte de grãos, que foram para o Centro-Oeste. Então muito cavalo mecânico 6x4, muita carreta graneleira, e muito disso já foi vendido. Então hoje nós temos contratos pontuais.
Speaker #7: O agro, pelo país que a gente está, as regiões que a gente conhece do Brasil como celeiro aí do mundo, ele vai voltar. Está demorando um pouquinho de fato, mas ele vai voltar.
Speaker #7: As principais demandas que a gente tinha desse segmento retornaram, a gente teve uma forte devolução disso e, em 2023, 2024, produtos que no CN Novos a gente endereçou muito bem.
Speaker #7: Quando a gente vê ali, principalmente, e eu citei em um slide anterior, no início da apresentação, os produtos que voltaram ali de transporte de grãos, que foram para o Centro-Oeste.
Speaker #7: Então, muito cavalo mecânico 6x4, muita carreta graneleira, e muito disso já foi vendido. Então, hoje nós temos contratos pontuais quando a gente fala do agro, nem tanto focado no agro, mas muito focado, às vezes, no mercado de suco ou colheita.
Christian Hahn: Quando a gente fala do agro, nem tanto focado no agro, mas muito focado, às vezes, no mercado sucroalcooleiro. Um negócio que a gente já tem uma expertise também em trabalhar. A gente entende que boa parte desses ativos já tiveram uma demanda, já tiveram uma venda na seminovos, já tiveram uma nova realocação. A gente não teve novos grandes contratos nesse segmento, pelo menos nos últimos 18 meses.
Speaker #7: Então, é um negócio que a gente já tem uma expertise também em trabalhar. Então, a gente entende que boa parte desses ativos já tiveram uma demanda, já tiveram uma venda na CN Novo, já tiveram uma nova realocação.
Speaker #7: E não, a gente não teve novos grandes contratos nesse segmento aí, pelo menos nos últimos 18 meses.
Speaker #2: E só complementar aqui o Cris, agro envolve vários setores. A companhia, nos últimos anos, ficou pouco marcada pelo agro, mas o agro que a gente teve problema foi transporte de grãos, que hoje tem uma participação bem pequena de relevância para a companhia.
Rodrigo Araujo de Faria: Só complementar aqui o Cris. Agro envolve vários setores. A companhia, nos últimos anos, ficou um pouco marcada pelo agro, mas o agro que a gente teve problema foi transporte de grãos, que hoje tem uma participação bem pequena de relevância para a companhia. Eu quero destacar que se fala muito do sucro, mas o sucro teve contratação de CapEx no primeiro tri e no segundo tri. Inclusive, no segundo tri, ele foi o segundo setor que mais contratou e no primeiro tri foi o setor que mais contratou. Então a gente está tendo demanda sim do agro. O agro não parou. Ele pode ter alguma volatilidade aqui, mas a gente, por enquanto, não tem sentido nada.
Speaker #2: E eu quero destacar que se fala muito do SUCO, mas o SUCO teve contratação de CAPEX no primeiro tri e no segundo tri; inclusive, no segundo tri, ele foi o segundo setor que mais contratou, e, no primeiro tri, foi o setor que mais contratou.
Speaker #2: Então, a gente está tendo demanda aí, sim, do agro. O agro não parou. Ele pode ter alguma volatilidade aqui, mas a gente, por enquanto, não tem sentido nada.
Speaker #1: Informamos que as demais perguntas por escrito o time de RI vai endereçar após o call. Agora, encerro a sessão de perguntas e respostas e passo a palavra para o senhor Cristian Ram, para que faça as considerações finais da companhia.
Operator 2: Informamos que as demais perguntas por escrito, o time de RI vai endereçar após o call. Agora eu encerro a sessão de perguntas e respostas e passo a palavra para o senhor Christian Hahn, para que faça as considerações finais da companhia.
Speaker #2: Primeiro, agradeço a todos que participaram da nossa teleconferência. Minha primeira, estou muito feliz com tudo que apresentamos, mas também ciente de que teremos, aí pela frente, muito trabalho. Não vai faltar dedicação e muita vontade de cumprir os nossos compromissos.
Christian Hahn: Primeiro, agradeço a todos que participaram da nossa teleconferência, minha primeira. Muito feliz com tudo que apresentamos, mas também ciente que teremos pela frente muito trabalho. Não vai faltar dedicação e muita vontade de fazer os nossos compromissos. Focado muito na nossa eficiência operacional, nossa gestão de custo, gestão dos nossos ativos, os giros dos nossos estoques, ampliar a geração do nosso caixa e muita responsabilidade na governança da empresa. Com foco muito grande em acelerar as nossas entregas, seja vendendo, seja alugando, fazendo receita com o nosso estoque e trazendo produtos novos.
Speaker #2: Focados muito na nossa eficiência operacional, na nossa gestão de custos, gestão dos nossos ativos, nos giros do nosso estoque, em ampliar a geração do nosso caixa e em muita responsabilidade na governança da empresa.
Speaker #2: Com foco muito grande em acelerar as nossas entregas, seja vendendo, seja alugando, fazendo receita com o nosso estoque e trazendo produtos novos. Cada vez mais, trazendo produtos novos também voltados para a locação, modalidades novas de vendas nas nossas lojas de CN Novos, e seguindo muito forte, diversificando nossa receita não só em caminhões e implementos, mas também nos diversos mercados de pesados que a gente tem oportunidade, seja no agro, no suco ou colheita, no florestal, na logística de transporte, na parte de intralogística ou empilhadeiras. Centros de distribuição crescendo nas regiões metropolitanas trazem muitas oportunidades, e lembrando que reforçamos o nosso time comercial, seja nas diretorias de locação como nas nossas diretorias de CN Novos, que também é um foco muito grande que nós vamos dar para frente, sempre focados em melhorar a nossa taxa de ocupação.
Christian Hahn: Cada vez mais trazendo produtos novos, também voltado para locação, modalidades novas de vendas nas nossas lojas de seminovos e seguindo muito forte, diversificando nossa receita, não só em caminhões e implementos, mas também nos diversos mercados de pesados que a gente tem oportunidade, seja ele no agro, no sucroalcooleiro, no florestal, na logística de transporte, na parte de intralogística com empilhadeiras, centro de distribuições crescendo nas regiões metropolitanas trazem muitas oportunidades. Lembrando que reforçamos nosso time comercial, seja nas diretorias de locação, como nas nossas diretorias de seminovos, que também é um foco muito grande que nós vamos dar para frente, sempre focado em melhorar a nossa taxa de ocupação. Meu muito obrigado a todos. Uma boa tarde.
Speaker #2: Muito obrigado a todos. Uma boa tarde.
Speaker #1: A videoconferência da Vamos está encerrada. Agradecemos a participação de todos e tenham uma boa tarde.
Operator 2: A videoconferência da Vamos está encerrada. Agradecemos a participação de todos e tenham uma boa tarde. Goodbye
