Q2 2026 Construtora Tenda SA Earnings Call

Speaker #1: Otherwise, just press pound to continue. The meeting has not started. Please wait or try again later. You have joined the meeting as an attendee and will be muted throughout the meeting.

Speaker #2: Rodrigo Osmo, nosso CEO, Marcos, nosso co-CEO, e o Luiz Maurício Garcia, o CFO e DRI. A dinâmica será parecida com as anteriores. O Luiz vai falar as destaques operacionais e financeiras.

[Company Representative] (Tenda): Rodrigo Osmo, nosso CEO, Marcos, nosso Co-CEO, e o Luiz Mauricio Garcia, o CFO e DRI. A dinâmica será parecida com as anteriores. O Luiz vai falar os destaques operacionais e financeiros. Se tiver alguma pergunta, é só levantar a mão que faremos a moderação conforme a ordem das perguntas no momento que eu anotei. Passo a palavra para o Luiz. Luiz, por favor, pode seguir com a apresentação.

Speaker #2: Se tiver alguma pergunta que quiser fazer perguntas, é só levantar a mão que faremos a moderação conforme a ordem das perguntas no Luiz. Luiz, por favor, pode seguir com a apresentação.

Speaker #3: Obrigado, Léo. Bom dia. Vamos dar sequência aqui, então. Bom, começando, a gente teve, nós tivemos mais trimestre muito forte. Veio acima do que nós esperávamos.

Luiz Mauricio Garcia: Obrigado, Léo. Bom dia, vamos dar sequência aqui. Começando, nós tivemos mais um trimestre muito forte, veio acima do que nós esperávamos, e foram muitas coisas aqui que cabe destacar. Nós tivemos um recorde histórico de lançamentos para um Q2, com um volume de BRL 1.8 billion, praticamente. Isso foi um crescimento de 59% em relação ao Q2 2025. O preço médio desse lançamento também foi um destaque. Nós havíamos divulgado ao mercado que entraríamos com uma política de preço um pouco mais forte pra conter a possível pressão inflacionária após março e com isso nós conseguimos chegar no preço de BRL 249 thousand. Isso foi um aumento de 10%, de quase 11%, em relação ao Q2. Também tivemos recorde histórico na receita trimestral e depois a gente entra um pouquinho nos detalhes dessa receita.

Speaker #3: E, por alguns acordos aqui que cabe destacar. Então, nós tivemos recorde histórico de lançamentos para segundo trimestre, com volume de 1 bi e 800, praticamente.

Speaker #3: 59% em relação ao 2T25. O preço médio desse lançamento também foi destaque, nós já vimos divulgada no mercado que entraríamos com uma política de preço pouco mais forte para conter o possível pressão inflacionária após março.

Speaker #3: E, com isso, nós conseguimos chegar num preço de R$ 249 mil, e isso foi aumento, isso foi crescimento de 10%, de quase 11% em relação ao segundo trimestre.

Speaker #3: Também tivemos recorde histórico na receita líquida trimestral. Um pouquinho de detalhes dessa margem. Como consequência, tivemos lucro de R$161 milhões e de R$174 milhões nos 12 meses.

Luiz Mauricio Garcia: Como consequência, tivemos um lucro de BRL 171 million, BRL 171 million no Q4 e BRL 340 million no ano, um crescimento de 43% em relação aos 12 meses. A nossa geração de caixa também foi muito forte, acho que essa é uma combinação interessante. A companhia está crescendo, expandindo market, gerando caixa, e esse é um tripé difícil de ver acontecendo simultaneamente. Tivemos uma geração de caixa de BRL 78 million in Q. Por fim, a B3 anunciou na última segunda-feira, a Tenda já entrando na primeira prévia do Ibovespa, que terá início a partir de setembro. Em lançamentos, como eu coloquei anteriormente, crescemos 59% year-over-year, as vendas 17%, mas in the half 28%.

Speaker #3: A nossa geração também foi muito forte. Acho que essa é uma combinação interessante. Então, a companhia está crescendo, expandindo marcas, gerando caixa, e esse é um tripé difícil de ver acontecendo simultaneamente.

Speaker #3: Então, tivemos uma geração de caixa de R$ 78 milhões no tri. E, por fim, a Tenda também — a Bovespa anunciou, na última segunda-feira, a Tenda já entrando na primeira prévia do Ibovespa, que terá início a partir de setembro.

Speaker #3: Bom, em lançamentos, nós, como eu coloquei já anteriormente, crescemos 59% ano contra ano. As vendas, 17%, mas no semestre, 28%. A venda do segundo tri, ela foi ela teve uma queda de VSO já esperada, em função da estratégia de aumento de preço, mas agora indo para o segundo semestre, o nosso objetivo volta a ser tentar voltar com esse VSO para o patamar de pelo menos 25%, dentro daquele nosso range apontado como o ideal.

Luiz Mauricio Garcia: A venda do Q2 teve uma queda de VSO já esperada, em função da estratégia de aumento de preço, mas agora indo pro H2, o nosso objetivo volta a ser tentar voltar com esse VSO pro patamar pelo menos de 25%, dentro daquele nosso range apontado como o ideal. Sobre o preço também, como já mencionado, acho que o importante destacar aqui foi o aumento do preço raso de 7%. Acho que esse é um ponto importante, pois esse preço raso também acompanhou a nossa estratégia de ganho de preço. Acho que mostrar a qualidade desse ganho de preço não foi só no preço nominal, mas principalmente no preço raso também. Entrando um pouquinho na margem bruta ajustada, eu acho que aqui cabem dois pontos.

Speaker #3: Sobre preço, também, como já mencionado, acho que o importante destacar aqui foi o aumento do preço raso, de 7%. Acho que esse é um ponto importante, pois esse preço raso também acompanhou a nossa estratégia de ganho de preço. Então, acho que mostrar a qualidade desse ganho de preço não foi só no preço nominal, mas principalmente no preço raso também.

Speaker #3: Entrando pouquinho na margem bruta ajustada, eu acho que aqui cabem dois pontos. Primeiro, cabe lembrar, voltando pouquinho para final de 2024 e começo de 2025, quando nós revisamos o nosso provisão de inflação naquele momento para 7%, isso foi bastante questionado pelo mercado, por que a gente estava fazendo aquilo.

Luiz Mauricio Garcia: Primeiro, cabe lembrar, voltando um pouquinho pra final de 2024 e começo de 2025, quando nós revisamos a nossa provisão de inflação naquele momento pra 7%, isso foi bastante questionado pelo mercado, por que a gente estava fazendo aquilo. Essa combinação de uma inflação mais conservadora que a companhia teve desde 2025, somado a um ganho de eficiência e a um ciclo construtivo muito forte, isso tem trazido economias de custo importantes, como vimos agora no Q2. Excluindo as economias de custo, a nossa margem estaria rodando num patamar de 38%, 39%, mas sem dúvida nenhuma, aqui tem um benefício dessas economias. Falando um pouquinho de Aleia, a Aleia também teve um tri de retomada pra uma margem bruta positiva. Isso também é um marco.

Speaker #3: Então, essa combinação de uma inflação mais conservadora, que a companhia teve desde 2025, somado a ganho de eficiência e a ciclo construtivo muito forte, ganho de eficiência muito forte, isso tem trazido economias de custo importantes, como vimos agora no segundo tri.

Speaker #3: Então, excluindo as economias de custo, o nosso a nossa margem estaria rodando num patamar de 38%, 39%, mas sem dúvida nenhuma aqui tem benefício dessas economias.

Speaker #3: E passando aqui também para o falando pouquinho de ALEA, a ALEA já também teve tri de retomada para uma margem bruta positiva, isso também é marco.

Speaker #3: No último dia 30 de junho, nós tivemos uma visita na operação de Ribeirão Preto da ALEA, que é a operação que tem liderado a verticalização de mão de obra, e nós vimos que, em julho, já alcançamos o marco, a meta que era denominada TACT4, que é você ter a execução de quatro casas na pré-montagem, que engloba toda a estrutura de radier, a montagem e o acabamento.

Luiz Mauricio Garcia: No último dia 30 June, nós tivemos uma visita na operação de Ribeirão Preto da Aleia, que é a operação que tem liderado a verticalização de mão de obra, e nós vimos que em julho nós já alcançamos a meta que era denominada Takt 4, que é você ter a execução de 4 casas na pré-montagem, que é toda a estrutura de radier, a montagem e acabamento. O objetivo agora é a gente fazer o rollout disso pra outras manchas construtivas e outras equipes de obra, mas acho que isso aqui também já começa a refletir na melhora da margem bruta da Aleia. Como eu disse, indo pro próximo slide, acho que nós vimos a eficiência de estrutura da Tenda cair um pouquinho quando teve um grande crescimento do número de jogos de forma.

Speaker #3: Então, o objetivo agora é a gente fazer rollout disso para outras obras, mas acho que isso aqui também já começa a refletir na melhora da margem bruta da ALEA.

Speaker #3: Como eu disse, então, indo para o próximo slide, acho que nós vimos a eficiência de estrutura da Tenda cair um pouquinho quando teve grande crescimento do número de jogos de forma. Isso aqui também coincidiu com a entrada da execução da estrutura do Pode Entrar, das obras do Pode Entrar.

Luiz Mauricio Garcia: Isso aqui também combinou com a entrada da execução da estrutura do Pode Entrar, das obras do Pode Entrar, e nós conseguimos recuperar a nossa meta, que pra eficiência de estrutura gira em torno de 97%, e nós estamos novamente num patamar recorde de 99% em percentual de exutas concretadas. Acho que essa eficiência construtiva também reflete naquele ganho, naquela economia de custo de obra que eu mencionei anteriormente, seja pelo menor uso da provisão de inflação, seja pelo não uso parcial da provisão de eventuais. Indo pras despesas de vendas e gerais administrativas, acho que despesas com vendas, naturalmente a gente tem esse ganho de preço, ele em um primeiro momento também reflete numa despesa com venda maior, até que você tenha a diluição disso com o receitamento desses projetos com preços mais altos.

Speaker #3: E nós conseguimos recuperar a nossa meta aqui para a eficiência de estrutura, que gira em torno de 97%, e nós estamos novamente em um patamar recorde de 99% em percentual de dias úteis concretados.

Speaker #3: Então, acho que essa eficiência construtiva aqui, ela também reflete naquele ganho, naquela economia de custo de obra que eu mencionei anteriormente, seja pela menor uso da provisão de inflação, seja pelo menor uso pelo não uso parcial da provisão de eventuais.

Speaker #3: Indo para as despesas de vendas e gerais administrativas, acho que despesas com vendas naturalmente a gente teve, tem esse ganho de preço ele em primeiro momento também reflete numa despesa com venda maior, até que você tenha diluição disso com receitamento desses projetos com preço mais altos.

Speaker #3: Então, é natural que a despesa com venda cresça pouco na frente, mas ainda assim ela se manteve em linha com o patamar histórico, de 7%.

Luiz Mauricio Garcia: É natural que a despesa com venda cresça um pouco na frente, mas ainda assim ela se manteve em linha com o patamar histórico de 7%. Já o G&A, eu acho que cabe destacar aqui, tivemos four eventos principais. Sendo two não recorrentes e two recorrentes. Os two não recorrentes foi um ajuste da provisão de bônus 2025. Lembrando, o bônus do ano anterior é sempre apurado após o fechamento contábil, que esse fechamento contábil normalmente acontece em março, quando acontece a divulgação do resultado do ano anterior. Você tem também a apuração das metas individuais. Essa combinação desses two fatores levaram a uma despesa com bônus 2025 de BRL 11 million acima do previsto. Isso, somado a outros efeitos, representou 0.95 aqui nesse 1.1 de não recorrente aqui no G&A.

Speaker #3: Já o DNA, eu acho que cabe destacar aqui tivemos quatro eventos principais, sendo os dois não recorrentes e dois recorrentes. Os dois não recorrentes foi ajuste da provisão de bônus 2025, lembrando, o bônus do ano anterior ele é sempre apurado após o fechamento contábil, que esse fechamento contábil normalmente ele acontece ali em março, é a divulgação quando acontece a divulgação do resultado do ano anterior.

Speaker #3: E você tem também a apuração das metas individuais. Então, essa combinação desses dois fatores levou a uma despesa com bônus 25 de R$ 11 milhões acima do previsto.

Speaker #3: E isso, somado a outros efeitos, isso representou 0,85 aqui nesse 1,1, de não recorrente aqui no DNA, 0,95, desculpa. E isso e outros eventos, como, por exemplo, o fato da companhia estar transitoriamente com dois CEOs, mas pequenos eventos não recorrentes, também representaram mais 0,15.

Luiz Mauricio Garcia: Outros eventos, como por exemplo, o fato da companhia estar transitoriamente com two CEOs, mais pequenos eventos não recorrentes, também representaram mais 0.15. 1.1, o equivalente aqui, estamos falando de algo como BRL 13 million, foram impactos não recorrentes no EBITDA desse Q2. O patamar teria sido de 7.1. Ainda assim nós tivemos aumentos considerados recorrentes aqui. O que foram esses? Primeiro, o ajuste na provisão do bônus 2026, dado o fato da companhia estar entregando resultados acima do previsto anteriormente. Nós reajustamos a provisão do bônus 2026, isso aqui representou um impacto de BRL 3 million no trimestre, e também, naturalmente, o aumento do quadro decorrente do crescimento da companhia traz outro impacto. Acho que cabe reforçar aqui, esse impacto não recorrente no quarter foi importante.

Speaker #3: Ou seja, então, 1,1, o equivalente aqui, estamos falando de algo como 13 milhões, foi foram impactos não recorrentes no EBITDA desse segundo tri. Então, o patamar teria sido de 7,1.

Speaker #3: Mas ainda assim, nós tivemos aumentos considerados recorrentes aqui. O que foram esses? Primeiro, o ajuste na provisão do bônus 26, dado o fato da companhia estar entregando resultados acima do previsto anteriormente, nós temos nós reajustamos a provisão do bônus 26, isso aqui representou impacto de 3 milhões no trimestre.

Speaker #3: E também, naturalmente, o aumento do quadro decorrente do crescimento da companhia traz outro impacto. Então, mas eu acho que cabe reforçar aqui esse impacto não recorrente no tri foi importante.

Speaker #3: Bom, indo para o próximo slide, acho que nós voltamos para patamar recorde de retorno sobre capital empregado. E também recorde do EBITDA da companhia, em 300 milhões na marca Tenda.

Luiz Mauricio Garcia: Indo para o próximo slide, nós voltamos para um patamar recorde de retorno sobre capital empregado e também recorde do EBITDA da companhia em BRL 300 million na marca Tenda. Indo para Alea, como eu mencionei anteriormente, nós já retomamos parte do crescimento do número de obras. A Alea está com prazo entre lançamento e início de obra dilatado propositalmente, justamente porque o objetivo é avançar na verticalização do processo de mão de obra para depois iniciar essas obras e tem um segundo objetivo aqui, que é iniciar essas obras bem vendidas para reduzir a necessidade de caixa durante a execução. A gente alcançou esses two marcos.

Speaker #3: Indo para a ALEA, como eu mencionei anteriormente, nós já retomamos parte do crescimento no número de obras. A ALEA está com prazo entre lançamento e início de obra dilatado propositalmente.

Speaker #3: É justamente porque o objetivo é avançar na verticalização do processo de mão de obra, para depois iniciar essas obras e ter o segundo objetivo aqui, que é iniciar essas obras bem vendidas, para reduzir a necessidade de caixa durante a execução.

Speaker #3: Então, acho que a gente alcançou esses dois marcos. A ALEA tem vendido muito bem, então temos iniciado obras bem vendidas. E a verticalização da mancha piloto, que é Ribeirão Preto, também tem sido alcançada dentro das metas. Isso reflete um pouco do porquê voltamos a aumentar o volume de obras na ALEA.

Luiz Mauricio Garcia: A Alea tem vendido muito bem, a gente tem iniciado obra bem vendidos e a verticalização da mancha piloto, que é Ribeirão Preto, também tem sido alcançada dentro das metas, isso reflete um pouco do porquê voltamos a aumentar o volume de obras na Alea. Para o H2, também o objetivo é voltar a crescer o lançamento na Alea e nós anunciamos, inclusive nesse release, o início da operação da mancha Campinas. Indo para o absoluto pós-chaves, o que nós chamamos internamente do TCD. Já vimos uma pequena redução dele agora no Q2 e o nosso objetivo aqui passou a ser uma redução desse patamar para frente, não mais um crescimento, acho que decorrente do cenário macro atual, que nós abordaremos mais à frente.

Speaker #3: Para o segundo semestre, também o objetivo é voltar a crescer lançamento na ALEA, e nós anunciamos, inclusive nesse release, o início da operação da mancha Campinas.

Speaker #3: Bom, indo para o absoluto pós-chaves, o que nós chamamos internamente do TCD, já vimos uma pequena redução dele agora no segundo tri, e o nosso objetivo aqui passou a ser uma redução desse patamar para frente, não mais crescimento.

Speaker #3: Acho que decorrente do cenário macro atual, que nós abordaremos mais à frente. E também olhando a evolução das margens brutas da companhia, aqui eu acho que também cabe destacar que no segmento Tenda, principalmente, essa margem bruta rasa de novas vendas, ela não inclui naturalmente o benefício de economia de obra.

Luiz Mauricio Garcia: Olhando a evolução das margens brutas da companhia, eu acho que também cabe destacar que no segmento Tenda, principalmente, essa margem bruta rasa de novas vendas não inclui, naturalmente, o benefício de economia de obra. Acho que por isso que nós vemos aqui um gap importante entre o que está refletido aqui na casa de 37.5% e o que a gente tem reportado, que esse último Q agora foi 40%. Aqui acho que tem dois pontos importantes pra destacar nesse slide do lucro. Primeiro, o crescimento de lucro no Q2 em relação ao Q1 nos últimos 12 meses acumulados, essa média móvel. Tivemos um crescimento de BRL 84 million em um único trimestre e o lucro recorrente do segmento Tenda, que foi de BRL 207 million. Aqui nessa tabela no slide, acho que tem duas considerações importantes, que já faz o gancho pro próximo slide da geração de caixa.

Speaker #3: Acho que por isso que nós vemos aqui gap importante entre o que está refletido aqui, na casa de 37,5, e o que a gente tem reportado que esse último tri agora foi 40%.

Speaker #3: Sobre aqui, acho que tem dois pontos importantes para destacar nesse slide do lucro. Primeiro, o crescimento de lucro no segundo tri em relação ao primeiro nos últimos 12 meses acumulados, essa média móvel.

Speaker #3: Então, tivemos crescimento de 84 milhões em único trimestre. E o lucro recorrente do segmento Tenda, que foi de 207 milhões. Aqui, nessa tabela no slide, acho que tem duas considerações importantes que já faz o gancho para o próximo slide da geração de caixa.

Speaker #3: Nós estamos no lucro recorrente, excluindo não só o efeito do swap, mas também o efeito da provisão de stock option. Justamente porque o swap é o hedge natural para esse pagamento de stock option.

Luiz Mauricio Garcia: Nós estamos no lucro recorrente, excluindo não só o efeito do swap, mas também o efeito da provisão de stock option, justamente porque o swap é um hedge natural pra esse pagamento de stock option. Aqui, essa despesa de stock option é principalmente contábil, com efeito não caixa, e o desembolso em si, grande parte dele, pelo menos até 2028, está hedgeado com esse swap. Acho que isso também ajuda a entender por que nós fizemos agora esse ajuste, não só do swap, mas também da despesa de stock option. Isso aqui já também traz um gancho pro próximo slide, geração de caixa, porque nós vimos aqui na grande maioria das notas dos analistas, excluindo esse benefício do swap. Por outro lado, se excluir o benefício do swap, nós deveríamos voltar então com a despesa do stock option, que é efeito caixa, que a companhia conseguiu mitigar.

Speaker #3: Então, aqui, essa despesa de stock option, ela é principalmente contábil com efeito não caixa, e o desembolso em si, ele tem grande parte dele, pelo menos até 2028, ele está arrediado com esse swap.

Speaker #3: Então, acho que isso também ajuda a entender por que nós fizemos agora esse ajuste, não só do swap, mas também da despesa de stock option.

Speaker #3: E isso aqui já também traz gancho para o próximo slide de geração de caixa, porque nós vimos aqui, na grande maioria das notas dos analistas, excluindo esse benefício do swap.

Speaker #3: Mas, por outro lado, a gente se excluiu o benefício do swap, nós deveríamos voltar então com a despesa do stock option, efeito caixa que a companhia conseguiu mitigar.

Speaker #3: Então, por exemplo, no segundo tri, se nós somarmos pagamento de bônus em cargos o que foi desembolsado, só isso representou algo em torno de 90 milhões.

Luiz Mauricio Garcia: Por exemplo, no Q2, se nós somarmos pagamento de bônus, encargos, o que foi desembolsado, só isso representou algo em torno de BRL 90 million. Ainda assim, teria uma parte adicional em relação a isso, relacionado a stock option, que não seja encargos, que nós conseguimos mitigar tendo essa posição de swap. Ou seja, o que eu quero dizer aqui? O swap traz um efeito não recorrente, mas parcialmente, porque ele é um hedge pro pagamento de stock option da companhia. Eu acho que se a gente for excluir esse efeito aqui também, a gente deveria voltar com o que teria sido o desembolso caixa disso. Além disso, como eu já mencionei, esse Q também foi um Q importante de pagamento, não só de stock option, mas do bônus da companhia como um todo. Isso traz um impacto relevante.

Speaker #3: E a gente conseguiu mitigar ainda assim, teria uma parte adicional em relação a isso, relacionada ao stock option, que não seja em cargos, que nós conseguimos mitigar tendo essa posição de swap.

Speaker #3: Então, ou seja, o que eu quero dizer aqui? O swap, ele traz efeito não recorrente, mas parcialmente, porque ele é hedge para o pagamento de stock option da companhia, e então acho que se a gente for excluir esse efeito aqui também a gente deveria voltar com o que teria sido o desembolso caixa disso.

Speaker #3: Além disso, como eu já mencionei, esse tri também foi tri importante de pagamento não só de stock option, mas do bônus da companhia como todo.

Speaker #3: Então, isso traz impacto relevante. A gente provisiona o bônus ao longo do ano e paga no segundo tri. E terceiro efeito aqui foi também o atraso no recebimento do pós-entrada, em torno de 15 milhões.

Luiz Mauricio Garcia: A gente provisiona o bônus ao longo do ano e paga no Q2. Um terceiro efeito aqui foi também o atraso no recebimento do Pode Entrar, em torno de BRL 15 million. Quando a gente ajusta por todos esses efeitos, a geração de caixa da companhia teria sido muito forte, de fato. Eu acho que essa é uma consideração importante, porque a gente viu muita gente excluindo o benefício do swap, mas não voltando com o que a gente evitou aqui de desembolso caixa. Por fim, já estou chegando aqui na parte final. Estrutura de capital, seguimos com uma estrutura com uma dívida líquida corporativa sobre patrimônio muito conservadora. O nosso custo de dívida segue também num patamar competitivo, praticamente equivalente a 100% CDI, um pouquinho só acima, em função da nossa dívida atrelada à IPCA e também da dívida atrelada à TR.

Speaker #3: Ou seja, então, quando a gente ajusta por todos esses efeitos, a geração de caixa da companhia teria sido muito forte, de fato. Então, eu acho que esse é uma consideração importante, porque a gente viu muita gente excluindo o benefício do stock option, mas não voltando com o benefício do swap, mas não voltando com o que a gente evitou aqui o desembolso caixa.

Speaker #3: Por fim, já estou chegando aqui na parte final, é a estrutura de capital seguimos com uma estrutura, com uma dívida líquida corporativa sobre patrimônio muito conservadora.

Speaker #3: É o nosso custo de dívida, ele segue também no patamar competitivo, praticamente equivalente a 100% do CDI, pouquinho, só acima. Em função da nossa dívida atrelada a IPCA e também da dívida atrelada a TR.

Speaker #3: Lembrando que nós tivemos uma maior despesa financeira esse tri, especificamente aqui teve efeito sazonal da dívida IPCA, uma dívida eu diria hoje no patamar de hoje barata em relação às taxas de mercado, ela está IPCA mais 6,9, mas o IPCA e ele teve impacto maior nesse segundo tri.

Luiz Mauricio Garcia: Lembrando que nós tivemos uma maior despesa financeira esse tri. Especificamente aqui teve um efeito sazonal da dívida IPCA, uma dívida, eu diria hoje, no patamar de hoje, barata em relação às taxas de mercado. Ela está IPCA mais 6.9. O IPCA teve um impacto maior nesse segundo tri. Acho que aqui também teve um efeito sazonal que refletiu na despesa financeira. Para terminar, acho que falar um pouquinho de guidance antes de passar a palavra aqui para o Marcos. Nós, como consequência desse resultado positivo, revisamos todos os guidances do segmento Tenda para cima. De vendas, o ponto médio aumentou em 9.5%, o EBITDA 15%, e em lucro 12.5%. Esse gap entre o aumento do EBITDA e o aumento do lucro reflete justamente o que nós falamos, uma adequação da provisão de bônus e um crescimento do G&A.

Speaker #3: Então, acho que aqui também teve efeito sazonal que refletiu na despesa financeira. E aí, para terminar, acho que falar pouquinho de guidance, antes de passar a palavra aqui para o Marcos.

Speaker #3: Então, nós revisamos como consequência desse resultado positivo, revisamos todos os guidance do segmento Tenda para cima, então de vendas o ponto médio aumentou em 9,5%, EBITDA 15, e em lucro 12,5.

Speaker #3: Esse gap entre o aumento do EBITDA e o aumento do lucro reflete justamente o que nós falamos: uma adequação da provisão de bônus e crescimento do G&A.

Speaker #3: Por isso que tem descasamento aqui entre o crescimento de e outro. No segmento Alea, o guidance de vendas e de fluxo de caixa foram mantidos, acho que isso é importante.

Luiz Mauricio Garcia: Por isso que tem um descasamento aqui entre o crescimento de um e outro. No segmento Alea, o guidance de vendas e de fluxo de caixa foram mantidos, acho que isso é importante, e o guidance do EBITDA teve uma pequena redução de BRL 20 million. Ainda assim, muito mais do que compensado pelo crescimento no segmento Tenda. É isso. Obrigado. Eu passo a palavra aqui para o Marcos.

Speaker #3: E o guidance do EBITDA teve uma pequena redução de 20 milhões, ainda assim muito mais do que compensado pelo crescimento no segmento Tenda. É isso.

Speaker #3: Obrigado. Eu passo a palavra aqui para o Marcos. Bom, bom dia a todos. Prazer estar aqui com vocês a primeira vez. Vou comentar bem rápido só desse começo de integração, que nós estamos seguindo bem à risca o plano que o Rodrigo e o Cláudio explicaram naquele call de transição.

Marcos Cruz: Bom dia a todos. É um prazer estar aqui com vocês a primeira vez. Vou comentar bem rápido só desse começo de integração, que nós estamos seguindo bem à risca o plano que o Rodrigo e o Cláudio explicaram naquele call de transição. Não completei ainda 2 months nessa fase de imersão. Nós combinamos fazer primeiro uma imersão dentro da BU Tenda, que é onde eu tenho investido todo o meu tempo nesse começo. Acho que eu já visitei 80% das regionais, uma quantidade razoável de obras, de operações. Esse período vai até agora final de agosto, e em setembro, efetivamente, a gente faz a transição oficial, e eu começo a atuar como CEO da Tenda, e o Rodrigo segue como CEO da Alea durante mais o período combinado de 9 months.

Speaker #3: Então, eu vou completar — não completei ainda dois meses — nessa fase de imersão. Nós combinamos de fazer primeiro uma imersão dentro da BU Tenda, que é onde eu tenho investido todo o meu tempo nesse começo. Acho que eu já visitei 80% das regionais, é uma quantidade razoável de obras, de operações.

Speaker #3: Esse período, ele vai até agora final de agosto, e aí setembro efetivamente a gente faz a transição oficial, e aí eu começo a atuar como CEO da Tenda, e o Rodrigo segue como CEO da Alea, durante mais o período combinado aí de nove meses, e aí nesses meses subsequentes a setembro, eu vou acompanhar a operação da Alea para a gente também ir realizando essa transição prevista para o meio do ano que vem.

Marcos Cruz: Nesses meses subsequentes a setembro, eu vou acompanhar a operação da Alea para a gente ir também realizando essa transição prevista para o meio do ano que vem. Sim, posso dizer que a transição está muito bem feita, muito suave. Eu, nesse período, estou mais entusiasmado com a tese que me trouxe aqui para a Tenda do que eu estava 2 months atrás. Acho que ainda é cedo para fazer qualquer avaliação mais profunda ou qualquer comentário de direcionamento, o que eu posso adiantar para vocês é que está reforçando as premissas que eu tinha quando eu aceitei o convite, a oportunidade de vir, e realmente muito entusiasmado com a geração de valor que a empresa tem para os próximos anos. Muito feliz com o que eu estou enxergando até agora. Isso aí. Léo.

Speaker #3: Assim, posso dizer que a transição está muito bem feita, muito suave. Eu nesse período, assim, sigo estou mais entusiasmado com a tese que me trouxe aqui para a Tenda do que eu estava dois meses atrás.

Speaker #3: Acho que assim, ainda é cedo para fazer qualquer avaliação mais profunda ou qualquer comentário de direcionamento, mas o que eu posso adiantar para vocês é que está reforçando as premissas que eu tinha quando eu aceitei o convite e a oportunidade de vir, e realmente muito entusiasmado aí com a geração de valor que a empresa tem para os próximos anos.

Speaker #3: Muito feliz com o que eu estou enxergando até agora. Isso aí. Legal. Olá, só uma coisa, você promoveu o Marcos a co-CEO, eu também quero ser co-CEO.

Luiz Mauricio Garcia: Ô Léo, só uma coisa, você promoveu o Marcos a Co-CEO, eu também quero ser Co-CEO.

Marcos Cruz: Se isso é uma promoção.

Speaker #3: Isso é uma promoção. Eu quero ser promover, eu estou nessa também. Exato. Dando início às nossas perguntas, a nossa primeira pergunta vem do Pedro Lobato, do Bradesco.

Luiz Mauricio Garcia: É, se promoveu ele, me acha também.

Marcos Cruz: Nome bonito.

Luiz Mauricio Garcia: É, exato.

[Company Representative] (Tenda): Dando início às nossas perguntas, a nossa primeira pergunta vem do Pedro Lobato, do Bradesco. Pedro, seu microfone está.

Speaker #3: Pedro, seu microfone. Bom dia, pessoal. Obrigado pelo espaço. Umas perguntas aqui em relação ao próximo luto. Então, a primeira, vocês comentaram no release que a ideia daqui para frente é reduzir então o próximo luto.

Pedro Lobato: Bom dia, pessoal. Obrigado pelo espaço. Duas perguntas aqui em relação ao Pró-Soluto. A primeira, vocês comentaram no release que a ideia daqui pra frente é reduzir o Pró-Soluto. Eu queria entender se essa redução vem em termos nominais. O Pró-Soluto por unidade ficou em 24,000, aproximadamente, esse tri, que é meio em linha com o que foi no primeiro tri, mas o preço acabou subindo mais do que isso. Para entender se essa redução vem no percentual por unidade ou também em termos absolutos. E também queria entender um pouco a dinâmica do provisionamento de vocês. Vocês me corrigem aqui se eu falar alguma bobagem, mas o índice de cobertura, olhando pra tabela da carteira de Pró-Soluto pós-chaves, ficou em 24%. Quando a gente olha pra cobertura, por threshold de inadimplência, ela caiu em quase todos os segmentos.

Speaker #3: Eu queria entender se essa redução ela vem em termos nominais aí, então o próximo luto ficou aí em 24 mil aproximadamente esse tri, que é meio em linha, como que foi no primeiro tri, mas o preço acabou subindo mais do que isso.

Speaker #3: Então, para entender se essa redução vem no percentual por unidade ou também em termos absolutos, e aí também queria entender um pouco a dinâmica do provisionamento aí de vocês.

Speaker #3: Então, vocês me corrigem aqui se eu estiver falando, se eu falar alguma bobagem, mas o índice de cobertura então olhando para a tabela da carteira de próximo luto pós-chaves, ficou aí em 24%, mas aí quando a gente olha para a cobertura, por threshold aí de inadimplência, ela caiu em quase todos os segmentos.

Speaker #3: Então, como que a gente deveria relacionar isso também com a margem que a gente viu nesse tri e como vocês esperam que isso se comporte olhando para frente?

Pedro Lobato: Como que a gente deveria relacionar isso também com a margem que a gente viu nesse tri e como vocês esperam que isso se comporte olhando pra frente?

Luiz Mauricio Garcia: Pera, as duas? Vamos lá. Pedro, vamos lá então. Sobre a redução do Pró-Soluto, sim, o nosso objetivo é seguir com essa redução, mas eu diria aqui que sem trazer um impacto na rentabilidade da companhia. Eu acho que é provável que você veja algum impacto, em que você perguntou, em termos absolutos, mas eventualmente ele vai estar sendo compensado pelo preço raso ou qualquer outro fator. Eu acho que ele tende a ser ainda maior em termos percentuais. Acho que você deve ver, num primeiro momento, uma redução até dos dois. Lembrando, eu acho que isso aqui são ciclos longos. Uma redução do Pró-Soluto, lá na frente, tende a refletir também numa menor PDD. Naturalmente, isso não está casado, mas eu acho que a gente tende a ter essa redução acontecendo.

Speaker #3: Vamos lá. Pedro, vamos lá então, sobre a redução do próximo luto, sim, o nosso objetivo é seguir com essa redução, mas eu diria aqui que sem trazer impacto na rentabilidade da companhia.

Speaker #3: Então, eu acho que provável que você veja algum impacto em que você perguntou, em termos absolutos, mas eventualmente ele vai estar sendo compensado por pelo preço raso ou qualquer outro fator.

Speaker #3: Mas eu acho que ele tende a ser ainda maior em termos percentuais. Mas acho que você deve ver, num primeiro momento, uma redução até dos dois.

Speaker #3: Lembrando, eu acho que isso aqui são ciclos longos, mas uma redução do próximo luto, ela lá na frente tende a refletir também numa menor PDD.

Speaker #3: Então, naturalmente isso não está casado, mas eu acho que a gente tende a ter essa redução acontecendo. Mas de novo, num primeiro momento pouco mais no percentual, porque o preço de certa forma ele tem que continuar seguindo a inflação, e menos no absoluto.

Luiz Mauricio Garcia: De novo, num primeiro momento, um pouco mais no percentual, porque o preço, de certa forma, tem que continuar seguindo a inflação, e menos no absoluto. Não descartaria ter alguma redução de absoluto, porque a gente está olhando praça a praça. O que vai até para o seu segundo ponto, da provisão. Só recapitulando. Sobre a provisão de PDD, quando nós iniciamos o ano de 2026, a nossa expectativa era ter uma provisão de PDD em linha também com o que nós tivemos no ano anterior, que foi um pouco mais baixo. Era ter uma provisão na casa de 2.1%, entre 2% e 2.5%, da provisão de PDD sobre receita bruta. E ela rodou em 2.7%. Acho que esse 2.7% reflete duas coisas. Primeiro, reflete um cenário, de fato, mais desafiador. Nós estamos vendo o cenário macro e, consequentemente, alavancagem das famílias, endividamento, etc.

Speaker #3: Mas não descartaria ter alguma redução de absoluto, porque a gente está olhando para essa praça, o que vai até para o seu segundo ponto, da provisão.

Speaker #3: Então, só recapitulando, sobre a provisão de PDD, nós iniciamos esse quando nós iniciamos o ano de 2026, a nossa expectativa era ter uma provisão de PDD em linha também com o que nós tivemos ano passado e que foi no ano anterior, desculpa, que foi pouco mais baixo.

Speaker #3: Então, era para ter uma provisão na casa de 2,1, entre 2 e 2,5 da provisão de PDD sobre receita bruta, o equivalente. E ela rodou em 2,7.

Speaker #3: Acho que esse 2,7, ele reflete duas coisas. Primeiro, ele reflete cenário de fato mais desafiador, nós estamos vendo, cenário macro e consequentemente alavancagem das famílias, endividamento e etc.

Speaker #3: Mas, segundo, também reflete já o início de um conservadorismo maior da nossa parte, que é já manter e se antecipar a esse cenário e manter uma provisão mais alta.

Luiz Mauricio Garcia: Segundo, também reflete já o início de um conservadorismo maior da nossa parte, que é já se antecipar a esse cenário e manter uma provisão mais alta. Para frente, nós estamos assumindo que essa provisão, esse impacto da PDD sobre receita vai estabilizar em 3%, pelo menos num horizonte de curto prazo. A gente ainda vê ele ficando entre o 2.7%, que foi esse tri, e 3%. A gente não espera queda desse patamar no curto prazo.

Speaker #3: Para frente, nós estamos assumindo que essa provisão, esse impacto da PDD sobre receita, ele vai estabilizar em 3%. Nesse, pelo menos num horizonte aqui de curto prazo.

Speaker #3: Então, a gente ainda vê ele ficando entre o 2,7, que foi esse tri, e 3%. Então, a gente não espera queda desse patamar no curto prazo.

Speaker #3: Ótimo. Obrigado, Luiz. Bom dia, pessoal, e bem-vindo aí, Marcos. Boa sorte. Obrigado pela pergunta, Pedro. Nossa próxima pergunta vem do Cambau BTG. Camba, seu microfone está liberado.

Pedro Lobato: Ótimo. Obrigado, Luiz. Bom dia, pessoal, e bem-vindo, Marcos. Boa sorte.

[Company Representative] (Tenda): Obrigado pela pergunta, Pedro. Nossa próxima pergunta vem do Camboa, do BTG. Camba, seu microfone está liberado.

Speaker #3: Pessoal, bom dia. Eu queria primeiro, se vocês pudessem falar um pouquinho da margem bruta, dessas economias de custo que vocês comentaram ali na apresentação, mas entender mesmo o que vocês estão vendo, talvez, tanto de tendência para a economia de obra, se de fato, pelo que eu entendo, vocês reportam essas economias de obra só na entrega. Então, queria entender um pouco se essa safra que vocês estão entregando agora, talvez ano que vem, teve um conservadorismo maior aí por conta do passado na hora de colocar essas gorduras e tudo, e aí se a gente deveria, de fato, ver uma margem bruta um pouco acima do normalizado por mais tempo.

Marcos Luiz Osmo: Oi, pessoal. Bom dia. Eu queria, primeiro, que vocês falassem um pouquinho da margem bruta, essas economias de custo que vocês comentaram ali na apresentação. Entender mesmo o que vocês estão vendo, talvez, tanto de tendência para a economia de obra. Pelo que eu entendo, vocês reportam essas economias de obra só na entrega. Para entender um pouco se essa safra que vocês estão entregando talvez agora, ano que vem, teve um conservadorismo maior por conta do passado, na hora de colocar essas gorduras e tudo. Se a gente deveria, de fato, ver uma margem bruta um pouco acima do normalizado por mais tempo. Também queria entender um pouco desses projetos mais recentes. A gente tem tido uma volatilidade grande de preço de commodities.

Speaker #3: E aí também queria entender pouco talvez nesses projetos mais recentes, a gente tem tido uma volatilidade grande aí de preço de commodities, enfim, mas entender pouco talvez nesses lançamentos mais recentes, se vocês mudaram também de alguma maneira as estimativas de inflação projetada, de provisão de eventuais, esse tipo de coisa, ou se segue na mesma linha.

Marcos Luiz Osmo: Entender um pouco nesses lançamentos mais recentes, se vocês mudaram também, de alguma maneira, as estimativas de inflação projetada, de provisão de eventuais, esse tipo de coisa, ou se segue na mesma linha. A segunda pergunta que eu queria fazer, até aproveitando talvez a primeira interação com o Marcos. Ele comentou que nesses dois meses tem se surpreendido com a companhia, está até mais animado do que quando aceitou o desafio. Eu queria que você pudesse elaborar um pouquinho mais, Marcos. Eu sei que ainda é muito cedo para ter um diagnóstico mais completo, mas se você pudesse falar o que te chamou mais a atenção nesses dois meses de imersão na companhia, o que são talvez os pontos de destaque ou, eventualmente, se tiver alguma parte da operação que você acha que já se sente habilitado a fazer algum diagnóstico de alguma potencial melhoria.

Speaker #3: E a segunda pergunta que eu queria fazer era até aproveitando aí talvez a primeira interação aí com o Marcos, ele comentou aí que enfim, nesses dois meses tem se surpreendido com a companhia, está até mais animado aí do que quando aceitou o desafio.

Speaker #3: Eu queria se você pudesse elaborar pouquinho mais só, Marcos. Eu sei que ainda é muito cedo para ter diagnóstico mais completo, mas se você pudesse falar talvez o que te chamou mais atenção nesses dois meses aí de imersão na companhia, o que são talvez os pontos de destaque ou eventualmente se tiver alguma parte da operação que você acha que já se sente aí habilitado a fazer algum diagnóstico de alguma potencial melhoria, enfim, o que você pode comentar?

Marcos Luiz Osmo: Enfim, o que você pode comentar. Obrigado, bom dia.

Speaker #3: Obrigado, bom dia. Vamos lá, pegar o primeiro? Pego. Obrigado, Camba. Eu vou pegar aqui então a primeira. Camba, eu diria que não é, não foi só conservadorismo, acho que porque o conservadorismo ele o conservadorismo maior, como você trouxe, o conservadorismo acho que ele continua, nós esse ano nós estamos com uma provisão de inflação implícita de 8% para novos lançamentos 7%, e com 4% de eventuais.

Luiz Mauricio Garcia: Vamos lá. Pego primeiro? Pego. Obrigado, Camba. Eu vou pegar aqui então a primeira. Camba, eu diria que não foi só um conservadorismo maior, como você trouxe. O conservadorismo continua. Nós, esse ano, estamos com uma provisão de inflação implícita de 8%, para novos lançamentos 7% e com 4% de eventuais. O que aconteceu? Que está ligado um pouco, sim, a um conservadorismo, mas de novo, ele continua, e ao cenário. Vamos recapitular. Lá atrás, quando nós trouxemos essa nova política pós-pandemia, a gente ainda tinha um mix de empreendimentos térreo mais quatro grande e a gente estava fazendo uma mudança grande em várias praças para o verticalizado, acima de térreo mais quatro. E lembrando, a nossa política ainda é 2% de provisão de eventuais para o térreo mais quatro e 4% para o verticalizado, justamente porque na pandemia, vamos dizer, no pós-pandemia, nós vimos o verticalizado sofrer muito mais.

Speaker #3: O que aconteceu? Que está ligado pouco sim a conservadorismo, mas de novo, ele continua e é o cenário. Então, vamos recapitular. Então, lá atrás, quando nós trouxemos essa nova política pós-pandemia, a gente ainda tinha mix de empreendimentos térreo mais quatro grande, e a gente estava fazendo uma mudança grande para o, em várias praças, para o térreo para o verticalizado, vamos dizer, o acima de térreo mais quatro.

Speaker #3: E lembrando, a nossa política ela era 2%, ela é, ainda é, 2% de provisão de eventuais para o térreo mais quatro e 4% para o verticalizado, justamente porque na pandemia, vamos dizer, no pós-pandemia, nós vimos o verticalizado sofrer muito mais.

Speaker #3: O que aconteceu de lá para cá foi o seguinte, nosso mix de produtos hoje ele é predominantemente o verticalizado. Mesmo praças onde antes você tinha no Rio, tinha muito térreo mais quatro, em várias outras praças, no Nordeste, cada vez menos.

Luiz Mauricio Garcia: O que aconteceu de lá para cá foi o seguinte: nosso mix de produtos hoje é predominantemente o verticalizado. Mesmo praças onde antes você tinha, no Rio, tinha muito térreo mais quatro, em várias outras praças, no Nordeste, cada vez menos. A consequência disso foi que a nossa provisão de eventuais passou a ser predominantemente quatro, em função do mix, mais de 80% hoje é térreo mais quatro. Segundo ponto foi, de fato, uma eficiência muito grande. Eu até trouxe aqui. Quando nós chegamos no final de 2024, que o INCC subiu, se olha o gráfico do INCC, está na página 11 do nosso release, ele acelera final de 2024, e quando chegou entre o final de 2024 e meados de 2025. Naquele momento, nós decidimos subir a provisão de inflação das obras de 2025 em diante para 7%. Estava em 5%, nós subimos para 7%.

Speaker #3: Então, a consequência disso foi que a nossa provisão de eventuais ela passou a ser predominantemente quatro. Em função do mix, mais de 80% hoje é térreo mais quatro.

Speaker #3: Segundo ponto foi uma de fato uma eficiência muito grande. Quando você olha eu até trouxe aqui, quando nós chegamos no final de 2024, que o INCC subiu, você olha o gráfico do INCC, está na página 11 do nosso release, ele acelera final de 2024, e quando chegou no início, entre final de 2024 e meados de 2025, e naquele momento nós decidimos subir a provisão de inflação das obras, 2025 em diante, para 7%, e ela estava em 5%, nós subimos para 7%.

Speaker #3: Mas se você olhar o que aconteceu foi que boa parte dessa puxada do INCC ela foi liderada nesse período por mão de obra. E o nosso modelo ele é justamente menos intensivo em mão de obra.

Luiz Mauricio Garcia: Se você olhar, o que aconteceu foi que boa parte dessa puxada do INCC foi liderada nesse período por mão de obra. O nosso modelo é justamente menos intensivo em mão de obra. Mão de obra implícita no INCC, ou na ordinária estrutural, 45 ou mais. No nosso modelo interno, BRL 33. Nós até vimos na visita à Alea de Ribeirão Preto, que a Alea tem um potencial pra chegar em BRL 22 de custo de mão de obra no canteiro. Ainda não está lá. Esse é o nosso objetivo no full potential da Alea. Eu mencionei aqui three fatos.

Speaker #3: A mão de obra implícita no INCC ou na Alvenaria Estrutural 45 ou mais, e na nossa modelo interno 33. Nós até vimos na visita Léa de Ribeirão Preto, que a Léa tem potencial para chegar em 22 de custo de mão de obra no canteiro.

Speaker #3: Ainda não está lá. Esse é o nosso objetivo no full potential da Léa. Então, ou seja, eu acho que essa combinação de fatores—ou seja, eu mencionei aqui três fatos: de novo, conservadorismo na provisão de inflação, mas que ele se mantém; a mudança do mix de produto, que levou a termos uma provisão de eventuais mais alta, porque o mix passou a ser predominantemente verticalizado; e o INCC, que, nos últimos anos, a mão de obra tem andado cinco pontos percentuais à frente de materiais.

Luiz Mauricio Garcia: De novo, um conservadorismo na provisão de inflação, mas que ele se mantém, a mudança do mix de produto que levou nós termos uma provisão de eventuais mais alta, porque o mix passou a ser predominantemente verticalizado, e o INCC, que nos últimos anos, a mão de obra tem andado 5 percentage points à frente de materiais. Fechou um pouquinho agora de março pra cá, com o início da guerra, mas eu acho que a gente vai voltar pro estrutural. Tudo indica. Isso faz com que essa safra, sim, tenha uma economia maior. Olhando pra frente, nós sempre retroalimentamos os nossos orçamentos. Essa melhor eficiência, os nossos projetos verticalizados tinham four de eventuais, mas porque eles foram os que mais desviaram lá no passado. Hoje, isso não acontece mais. Hoje, os nossos projetos verticalizados não têm mais esse cenário.

Speaker #3: Fechou pouquinho agora de março para cá, com o início da guerra, mas eu acho que a gente vai voltar para o estrutural, tudo indica.

Speaker #3: Então, isso faz com que essa safra sim tenha uma economia maior. Olhando para frente, nós sempre retroalimentamos os nossos orçamentos. Então, essa melhor eficiência, os nossos projetos verticalizados eles tinham quatro de eventuais, mas porque eles foram os que mais desviaram lá no passado.

Speaker #3: Hoje isso não acontece mais. Hoje os nossos projetos verticalizados não têm mais esse cenário. E isso vai sendo retroalimentado. Tanto que nós colocamos na apresentação do call slide ali mostrando a eficiência construtiva, como é que ela está alta.

Luiz Mauricio Garcia: Isso vai sendo retroalimentado, tanto que nós colocamos na apresentação do call um slide mostrando a eficiência construtiva, como ela está alta. Essa melhor eficiência retroalimenta as obras. A tendência é, sim, ter uma economia menor lá na frente. Eu acho que a gente ainda tem uma safra positiva pela frente. Não diria que a ponto de manter 40% de margem. Acho que é um pouco forte, mas a gente ainda enxerga uma safra positiva quanto à economia.

Speaker #3: Então, essa melhor eficiência ela retroalimenta as obras. Então, a tendência é sim ter uma economia menor lá na frente, mas eu acho que a gente ainda tem uma safra positiva pela frente sim.

Speaker #3: Não diria que a ponto de manter 40% de margem, acho que é um pouco forte, mas a gente ainda enxerga uma safra positiva quanto à economia.

Speaker #3: Bom, Cambaúva, de novo, sem nenhuma pretensão de dar uma avaliação estratégica ou diagnóstico, mas tentando sumarizar pouco do que me trouxe para a tenda e do que eu vi nesses dois meses, eu acho que a primeira coisa é o seguinte, a empresa tem conjunto de competências atrelado no modelo de negócios de alta industrialização, e de uma obsessão com custo que é muito forte.

Marcos Cruz: Bom, Camboaúva. De novo, sem nenhuma pretensão de dar uma avaliação estratégica ou um diagnóstico, mas tentando sumarizar um pouco do que me trouxe para Tenda e do que eu vi nesses dois meses, eu acho que a primeira coisa é o seguinte: a empresa tem um conjunto de competências atrelado no modelo de negócios de alta industrialização e de uma obsessão com custo que é muito forte. Me parece que a empresa aprendeu muito naquele período lá de 2021, 2022. Acho que quem passa por uma situação dessa, fica enraizados novos processos e novas mentalidades, que está, de fato, difundindo na empresa inteira. Essa obsessão de retirar mão de obra de canteiro, de ter o menor custo de industrialização e de conseguir ter uma abordagem industrial, acho que primeiro é uma realidade e segundo, a empresa segue investindo com muita coisa para o horizonte.

Speaker #3: Me parece que a empresa aprendeu muito naquele período lá de 2021, 2022, acho que quem passa por uma situação dessa fica enraizado os novos processos e novas mentalidades que está de fato difundindo na empresa inteira, e essa obsessão de ter retirar mão de obra de canteiro, de ter o menor custo de industrialização, e de conseguir ter uma abordagem industrial, acho que primeiro é uma realidade, e segundo a empresa segue investindo com muita coisa para o horizonte.

Speaker #3: Então, eu diria que é uma empresa que investe em P&D de uma forma muito paralela com o que eu via na indústria. Na indústria de manufatura tradicional.

Marcos Cruz: Eu diria que é uma empresa que investe em P&D de uma forma muito paralela com o que eu via na indústria de manufatura tradicional. Eu não tenho dúvida que isso, com o vento que vem para os próximos cinco, 10 anos, a empresa vai colher muito desse benefício. Isso está tanto na BU Tenda quanto na Alea, no conceito inicial da Alea. Você tem um segundo elemento, que também me parece muito forte, que é a questão da força regional. Acho que o fato da empresa estar em 10, 11 praças, acho que a empresa aprendeu a ser local, a ter uma visão centralizada, ter um modelo de negócios, mas ser local do ponto de vista de liderança, de geração de negócios e de ser execução. Eu acho que isso é uma fortaleza muito grande.

Speaker #3: E eu não tenho dúvida que isso com o vento que vem para os próximos cinco, dez anos, a empresa vai colher muito desse benefício.

Speaker #3: E isso está tanto na BU Tenda quanto na BU, na Léa, no conceito inicial da Léa. Você tem segundo elemento que também me parece muito, muito forte, que é a questão da força regional.

Speaker #3: A força regional, acho que o fato da empresa estar em 10, 11 praças, acho que a empresa aprendeu a fazer a ser local a ter uma visão centralizada, ter modelo de negócios, mas ser local do ponto de vista de liderança, de geração de negócios e de ser execução.

Speaker #3: Eu acho que isso é uma fortaleza muito grande este ano. Por exemplo, a empresa lançou, relançou a praça do Paraná de forma muito bem-sucedida. Se olhar o que está sendo feito lá em Curitiba, João Pessoa.

Marcos Cruz: Esse ano, por exemplo, a empresa relançou a praça do Paraná de forma muito bem-sucedida, se olhar o que está sendo feito lá em Curitiba, João Pessoa. Acho que não é ter um número descontrolado de praças ou um número exagerado que você não consiga, mas é ter um número de praças que onde a empresa entra, ela vai entrar para ter uma posição de destaque, ter um conhecimento local e fazer a execução. Eu vejo isso como uma fortaleza muito grande para os próximos anos. Tem um terceiro elemento, só para fechar e não me estender demais, que é: acho que a empresa tem esse domínio da abordagem industrial, da construção de baixo custo, da retirada da mão de obra do canteiro, que dá essa posição de destaque nos pontos mais baixos ou nas faixas mais baixas do programa.

Speaker #3: Então, acho que não é ter número descontrolado de praças ou número exagerado que você não consiga, mas é ter número de praças onde a empresa entra, ela vai entrar para ter uma posição de destaque, ter conhecimento local e fazer uma execução.

Speaker #3: E eu vejo isso como uma fortaleza muito grande para os próximos anos. E tem um terceiro elemento, só para fechar e não me estender demais, que é: acho que a empresa tem esse domínio da abordagem industrial, da construção de baixo custo, da retirada da mão de obra do canteiro, que dá essa posição de destaque nos pontos mais baixos ou nas faixas mais baixas do programa. Agora, a empresa desenvolveu, de fato, nos últimos dezoito meses, muita habilidade do ponto de vista de expansão da faixa de produto, da faixa de atuação, de como olhar o cliente. E aqui não se trata de migração, mas se trata, sim, de expansão.

Marcos Cruz: A empresa desenvolveu, de fato, nos últimos 18 meses, muita habilidade do ponto de vista de expansão da faixa de produto, da faixa de atuação, de como olhar cliente. E aqui não se trata de migração, mas se trata, sim, de expansão. E acho que isso já está começando a aparecer no que a empresa vem comunicando para vocês nos últimos meses, mas eu vejo essa tendência aumentar de forma relevante nos próximos anos. Adicionando os campos de atuação e combinando essa abordagem industrial, fazer as torres verticais, que o Luiz acabou de falar, com custo mais baixo, com produtos diferenciados para diferentes públicos, eu tenho certeza que vai dar uma flexibilidade de atuação realmente única para a empresa. Vou parar aqui nesses três pontos, mas a gente pode expandir mais ao longo dos próximos meses. Obrigado.

Speaker #3: E acho que isso já está começando a aparecer no que a empresa vem comunicando para vocês nos últimos meses, mas eu vejo essa tendência a aumentar de forma relevante aí nos próximos anos, então adicionando os campos de atuação e aí combinando essa abordagem industrial, fazer as torres verticais que o Luiz acabou de falar com o custo mais baixo, com produtos diferenciados para diferentes públicos, eu tenho certeza que vai dar uma flexibilidade de atuação realmente única para a empresa.

Speaker #3: Então, vou parar aqui nesses três pontos, mas a gente pode expandir mais ao longo dos próximos meses. Obrigado. Está ótimo, gente. Obrigado, bom dia a todos.

Luiz Mauricio Garcia: Tá ótimo, gente. Obrigado, bom dia a todos.

Speaker #3: Obrigado pela pergunta, Camba. Nossa próxima pergunta vem do Tainã do UBS. Tainã, seu microfone está liberado. Opa. Bom dia, pessoal. Marco, Luiz, Osmo. Eu queria explorar dois pontos, acho que o primeiro é tamanho da companhia e crescimento para frente.

[Company Representative] (Tenda): Obrigado pela pergunta, Camba. Nossa próxima pergunta vem do Tainá, do UBS. Tainá, seu microfone está liberado.

Marcos Luiz Osmo: Opa, bom dia, pessoal. Marcos Luiz Osmo. Eu queria explorar dois pontos. Acho que o primeiro é tamanho da companhia e crescimento para frente. Neste trimestre, vocês compraram ali pouco mais de BRL 5 billion de terreno na marca Tenda. Se a gente olha um pouquinho o guidance de vendas de vocês, anualizado, dá para entender que H2 tem algum nível de aceleração nessas vendas também, talvez puxado por um lançamento mais forte. E queria entender como isso tudo conversa com o tamanho de operação que vocês estão mirando para a marca Tenda em 2026 e 2027, se tiverem algum número de abertura para número de unidades que vocês pretendem lançar, e quais são os gargalos, eventualmente, para mudar essa dinâmica ou não.

Speaker #3: Nesse trimestre vocês compraram ali pouco mais de 5 bilhões de terreno na marca Tenda, se a gente olha pouquinho ali o guidance de vendas de vocês tem algum nível de aceleração nessas vendas também, talvez puxado aí por lançamento mais forte.

Speaker #3: E aí queria entender como que isso tudo conversa com o tamanho de operação que vocês estão mirando para a marca Tenda em 2026 e 2027, se tiverem algum número de abertura aqui para número de unidades que vocês pretendem lançar, e quais são os gargalos eventualmente aqui para mudar essa dinâmica ou não.

Speaker #3: E a segunda pergunta, acho que é mais entender agora na ponta após os efeitos que a gente pouquinho mais restritiva, como é que vocês estão vendo as vendas agora na ponta?

Marcos Luiz Osmo: A segunda pergunta, acho que é mais entender agora na ponta, após os efeitos que a gente viu em junho, com a Caixa sendo um pouquinho mais restritiva, como é que vocês estão vendo as vendas agora na ponta? Acho que primeiro, se vocês também sentiram essa questão da Caixa sendo mais restritiva e se agora na ponta, o ritmo de contratação teve alguma variação, se já voltou aos patamares normalizados de abril, maio, Q1, ou se ainda tem algum nível de impacto, talvez melhor do que final de junho, mas ainda com algum nível de incômodo em relação à aprovação de crédito e tudo mais. Obrigado, pessoal.

Speaker #3: Se acho que primeiro, se vocês também sentiram essa questão da caixa sendo mais restritiva, e se agora na ponta o ritmo de contratação teve alguma variação, se já voltou aos patamares normalizados ali de abril, maio, primeiro trimestre, ou se ainda tem algum nível aqui de impacto talvez melhor do que final de junho, mas ainda com algum nível aqui de incômodo em relação à aprovação de crédito e tudo mais.

Speaker #3: Obrigado, pessoal. Tá, vamos lá. Tainã, eu acho que vocês acompanharam bem. Acho que entre 2021 e 2024 nós ficamos com nível de manutenção em land bank, e o foco, boa parte desse período, foi renegociar o land bank existente, renegociar fluxo de pagamento e por aí vai.

Luiz Mauricio Garcia: Tá, vamos lá. Tainá, eu acho que vocês acompanharam bem. Acho que entre 2021 e 2024, nós ficamos com nível de manutenção em land bank. O foco, boa parte desse período, foi renegociar o land bank existente, renegociar fluxo de pagamento e por aí vai. A partir de 2024, nós miramos a estratégia para de fato ter opcionalidade no land bank. Ou seja, ter uma esteira de projetos em aprovação, ou seja, toda a esteira, o rito, desde a negociação até a possibilidade de lançamento desse projeto, se tem uma sobra para que a gente, de fato, como está acontecendo esse ano, pudesse aproveitar um momento favorável e acelerar o lançamento, se ele for condizente com o cenário. Como é o caso esse ano, novamente. Acho que o land bank reflete duas coisas.

Speaker #3: A partir de 2024, nós miramos a estratégia para de fato ter opcionalidade no Land Bank, ou seja, ter uma esteira de projetos em aprovação, ou seja, toda a esteira, o rito, desde a negociação até a possibilidade de lançamento desses projetos, ter uma sobra para que a gente de fato, como está acontecendo esse ano, pudesse aproveitar momento favorável e acelerar lançamento se ele for condizente com o cenário, como está sendo como é o caso esse ano, novamente.

Speaker #3: Então, acho que o Land Bank reflete duas coisas. Primeiro, essa vontade de crescer, acho que como o Marcos bem mencionou aqui, essa força regional da Tenda em várias praças, e praças importantes, a gente foca nas principais regiões metropolitanas do país.

Luiz Mauricio Garcia: Primeiro, essa vontade de crescer, acho que como Marcos bem mencionou aqui, essa força regional da Tenda em várias praças, e praças importantes, a gente foca nas principais regiões metropolitanas do país. Nós temos feito isso. Por exemplo, ano passado, nós lançamos segmento Tenda, 22,000, 23,000 unidades e compramos land bank equivalente a 35,000 unidades. Esse ano, o objetivo de compra no segmento Tenda é parecido, nesse patamar de 35,000 unidades também, quanto ao land bank. O objetivo é ter essa opcionalidade e crescer se fizer sentido. Quanto à possibilidade de crescimento, a gente mantém uma dinâmica que nós falávamos lá atrás, que é esse crescimento de 10% a 15%, mas ele é uma combinação de alguma coisa como 5 a 10 número de unidades, 5% de inflação e tem o mix. A gente tem crescido faixa 3, 4.

Speaker #3: Então, nós temos feito isso. Por exemplo, ano passado nós lançamos o segmento Tenda: 22 a 23 mil unidades, e compramos land bank equivalente a 35 mil unidades.

Speaker #3: Esse ano, o objetivo de compra no segmento Tenda é parecido, nesse patamar de 35 mil unidades também, enquanto a Land Bank. Então, o objetivo é ter essa opcionalidade e crescer se fizer sentido.

Speaker #3: Quanto à possibilidade de crescimento, a gente mantém uma dinâmica que nós falávamos lá atrás, que é esse crescimento de 10% a 15%, mas ele é uma combinação de alguma coisa como 5 a 10 número de unidades, 5% de inflação, e tem o mix.

Speaker #3: A gente tem crescido faixa 3, 4. Então, é esse crescimento que a gente enxerga para frente, mas ele vai ser muito em função do cenário.

Luiz Mauricio Garcia: É esse crescimento que a gente enxerga para frente, mas ele vai ser muito em função do cenário. A gente quer estar pronto para crescer se o cenário permitir. O crescimento do land bank reflete exatamente isso.

Speaker #3: A gente quer estar pronto para crescer se o cenário permitir. Acho que o crescimento do land bank reflete exatamente isso. Tainã, falando de caixa, objetivamente o resultado de vendas de julho foi muito parecido com o resultado de vendas de junho, para dizer a verdade, foi até pouco maior.

Rodrigo Osmo: Tainá, falando de caixa, objetivamente, o resultado de vendas de julho foi muito parecido com o resultado de vendas de junho. Na verdade, foi até um pouco maior. A gente teve, sim, uma dorzinha de barriga no começo de julho, com uma mudança no motor de crédito da Caixa, mas a Caixa logo percebeu que isso foi um erro e eles corrigiram. Eu acho que é importante dar um pouco o contexto macro do que está acontecendo. Politicamente, o governo tem interesse em ter um Minha Casa, Minha Vida de enorme sucesso. O governo falando em chegar em 3 milhões de moradias, então é uma vontade política de que isso aconteça.

Speaker #3: A gente teve sim uma dorzinha de barriga no começo de julho, com uma mudança de no motor de crédito da caixa, mas a caixa logo percebeu que isso foi erro e eles corrigiram.

Speaker #3: O que eu acho que é importante é dar um pouco do contexto macro do que está acontecendo. Politicamente, o governo tem interesse em ter o Minha Casa, Minha Vida de enorme sucesso.

Speaker #3: O governo falando em chegar em 3 milhões de moradias, então é uma vontade política de que isso aconteça. Em paralelo, existe sim uma nova portaria do não uma nova portaria, mas uma resolução do BACEN que começou a ter efeito mais forte esse ano, acho que é 4966, se eu não me engano, o número da resolução, que aumenta o grau de provisionamento para inadimplência dos bancos na carteira de crédito imobiliário e a caixa é o maior player de crédito imobiliário do Brasil, disparado, ela precisa fazer ajustes na forma como ela concede crédito.

Rodrigo Osmo: Em paralelo, existe, sim, uma resolução do Bacen que começou a ter efeito mais forte esse ano, acho que é 4.966, se eu me engano, o número da resolução, que aumenta o grau de provisionamento pra inadimplência dos bancos na carteira de crédito imobiliário, e a Caixa é o maior player de crédito imobiliário do Brasil disparado. Ela precisa fazer ajustes na forma como ela concede crédito. Além disso, a gente está vivendo o Brasil, um momento de precariedade financeira muito grande das famílias de menor renda e alta inadimplência. O que existe é uma vontade da Caixa de resolver esse problema, de reduzir o risco de inadimplência da carteira deles, mas de uma forma que não comprometa a volumetria do programa. Nós, como setor, a gente vê isso com muito bons olhos.

Speaker #3: E além disso, a gente está vivendo o Brasil, momento de precariedade financeira muito grande das famílias de menor renda, e alta inadimplência. Então, o que existe é uma vontade da caixa de resolver esse problema de reduzir o risco de inadimplência da carteira deles, mas de uma forma que não comprometa a volumetria do programa.

Speaker #3: Nós, como setor, a gente vê isso com muito bons olhos. Vocês vão lembrar que há muito tempo que a gente fala que, olha, a gente não pode conceder mais financiamento, pelo menos FGTS, do que cabe no balanço deles.

Rodrigo Osmo: Vocês vão lembrar que há muito tempo que a gente fala que a gente não pode conceder mais financiamento pra FGTS do que cabe no balanço deles. A gente não pode matar a galinha dos ovos de ouro. A gente sempre tem uma preocupação de que estruturalmente o programa se sustente e seja sustentável no longo prazo. Atacar a questão da inadimplência do agente financeiro, que é a Caixa, é um tema muito importante. O setor está conversando hoje com a Caixa. É uma conversa muito produtiva, de enorme qualidade técnica, pra gente achar mecanismos de reduzir o risco de inadimplência da carteira imobiliária da Caixa e como é que os agentes, tanto Caixa quanto as incorporadoras, poderiam ajudar com isso. Eu diria que o que aconteceu no começo de julho não é mais a realidade.

Speaker #3: A gente não pode matar a galinha dos ovos de ouro. A gente sempre tem uma preocupação de que, estruturalmente, o programa se sustente e seja sustentável no longo prazo.

Speaker #3: E atacar a questão da inadimplência do agente financeiro, que é a Caixa, é um tema muito importante. Então, o setor está conversando hoje com a Caixa, numa conversa muito produtiva, de enorme qualidade técnica, para a gente achar mecanismos de reduzir o risco de inadimplência da carteira imobiliária da Caixa e como é que os agentes, tanto a Caixa quanto as incorporadoras, poderiam ajudar com isso.

Speaker #3: Então, eu diria que o que aconteceu em começo de julho não é mais a realidade, acho que a gente voltou aos patamares de concessão que existiam no mês passado, no trimestre passado, e agora a gente está junto com a caixa construindo uma solução que a gente não tem nenhuma expectativa que seja uma solução traumática do ponto de vista de concessão de crédito para baixa renda, não.

Rodrigo Osmo: Acho que a gente voltou aos patamares de concessão que existiam no mês passado, no trimestre passado. Agora a gente está junto com a Caixa, construindo uma solução, mas que a gente não tem nenhuma expectativa que seja uma solução traumática do ponto de vista de concessão de crédito pra baixa renda, não.

Speaker #3: Não, muito claro, pessoal. Obrigado, Osmo, Luiz. Obrigado pela pergunta, Tainã. Nossa próxima pergunta vem do Elvis Credendi, do Itaú. Elvis, seu microfone está liberado.

Marcos Luiz Osmo: Muito claro, pessoal. Obrigado, Oz e Luiz.

[Company Representative] (Tenda): Obrigado pela pergunta, Tainá. Nossa próxima pergunta vem do Elvis Credendio, do Itaú. Elvis, seu microfone está liberado.

Speaker #3: Bom dia, pessoal. Dois tópicos aqui do meu lado também. Primeiro, follow-up ainda nessa pergunta da Margem Bruta, porque ficou claro na fala do Luiz que 40% não deveria permanecer, mas tentando olhar mais a médio e longo prazo, a Margem Bruta Novas Vendas, só queria double check com vocês, se de fato já incorpora todos esses itens que vocês foram comentando, o PDD, rodando mais perto de 3%, esse provisionamento de inflação futura e para custos eventuais de 7 e 4, respectivamente, e até quando a gente faz uma conta rápida assim, olhando para essas inflações futuras aí nos próximos dois anos, esse que é o ciclo médio de vocês, e o provisionamento para eventuais custos, dá uma inflação implícita de uns 9.

Elvis Credendio: Bom dia, pessoal. Dois tópicos aqui do meu lado também. Primeiro, um follow-up ainda nessa pergunta da margem bruta. Ficou claro na fala do Luiz que 40% não deveria permanecer. Tentando olhar mais a médio, longo prazo, a margem bruta novas vendas, só queria dar um double check com vocês, se de fato já incorpora todos esses itens que vocês foram comentando. O PDD rodando mais perto de 3%, esse provisionamento de inflação futura e para custos eventuais de sete e quatro, respectivamente. Até quando a gente faz uma conta rápida, olhando para essas inflações futuras nos próximos 2 anos, que é o ciclo médio de vocês, e o provisionamento para eventuais custos, dá uma inflação implícita de uns 9%. Historicamente, acho que nunca rodou nesse nível o INCC, ainda mais vocês que têm menos exposição ao principal ofensor.

Speaker #3: Historicamente, acho que nunca rodou nesse nível o INCC, ainda mais vocês que têm menos exposição ao principal ofensor aí. Então, daria para a gente pensar que, de certa forma, teria alguma economia implícita a longo prazo, mesmo quando a gente olha para essa margem bruta de novas vendas de uns 37% no segmento Tenda?

Elvis Credendio: Daria para a gente pensar que, de certa forma, teria alguma economia implícita a longo prazo, mesmo quando a gente olha para essa margem bruta de novas vendas de uns 37 no segmento Tenda? Entender um pouco onde deveria estabilizar. Dado que tem muito moving part hoje nessa margem bruta do negócio on-site. O segundo ponto seria mais falar sobre o que está implícito no guidance. Quando a gente olha o EBITDA, fica, de certa forma, implícito que no H2, ele praticamente ficaria flat nos próximos 2 trimestres, quando se olha mesmo o topo do guidance. Queria entender o que vocês esperam, de fato, para acontecer ali, ou a margem bruta ceder um pouco mais, ou o G&A e selling foram um pouco mais altos do que no H1.

Speaker #3: Entender um pouco onde deveria estabilizar, dado que tem muito 'moving part' hoje aí nessa margem bruta do negócio on-site. E aí, o segundo ponto seria mais falar sobre o que está implícito no guidance.

Speaker #3: Quando a gente olha o EBITDA, fica de certa forma implícito que no segundo semestre ele praticamente ficaria flat nos próximos dois trimestres, quando você olha mesmo o topo do guidance.

Speaker #3: Queria entender assim, o que vocês esperam de fato para acontecer ali? Ou a Margem Bruta ceder pouco mais, ou o DNA serem pouco mais altos do que no primeiro semestre?

Elvis Credendio: Queria entender o que está embutido aqui de premissa pra, de fato, caminhar pra esse topo do guidance de EBITDA. É isso. Obrigado, pessoal.

Speaker #3: Queria entender o que está embutido aqui de premissa para de fato caminhar para esse topo do guidance de EBITDA. É isso. Obrigado, pessoal. Vamos lá.

Luiz Mauricio Garcia: Vamos lá. Quer falar, Oz? Pode falar. Tá bom. Começa aqui, o Oz me complementa. Sim, Elvis, na margem bruta novas vendas, acho que a gente embute um conservadorismo importante. Ele já prevê lá a PDD 3% da receita acima desse 2.7, que foi o H1. Sim, ele não tem nenhum benefício de economia de custo de obra. Eu acho que seria o cenário mais conservador, se de fato a gente não tiver nenhuma melhoria em relação às entregas. Acho que é isso. Ele é um reflexo: se o cenário piora, e a gente não tem mais nenhuma economia de obra, nem de eventuais, e a PDD, de fato, a que a gente espera, vai pra esse patamar, onde estaria a margem bruta ajustada do segmento Tenda? Estaria nesses 37.5, que é o que está refletindo ali.

Speaker #3: Quer falar ou pode falar? Está bom. Então, eu começo aqui o Osmo complementa. Sim, Elvis, na Margem Bruta Novas Vendas, acho que a gente embute conservadorismo importante.

Speaker #3: Então, ele já prevê lá a PDD 3%, da receita, acima desse 2,7, que foi o primeiro semestre. E sim, ele não tem nenhum benefício de economia de custo de obra.

Speaker #3: Então, eu acho que ali seria o cenário mais conservador se, de fato, a gente não tiver nenhuma melhoria e nenhuma melhoria em relação às entregas.

Speaker #3: Então, acho que é isso. Ele quase que é reflexo, bom, se o cenário piora e a gente não tem mais nenhuma economia de obra, nem de eventuais, e a PDD de fato que a gente espera vai para esse patamar, onde é que estaria a Margem Bruta ajustada do segmento Tenda, estaria nesses 37,5, que é o que está refletindo ali.

Speaker #3: Sobre o seu segundo ponto, que é essa questão do guidance implícito, eu acho que tem aqui alguns pontos. Tem, de novo, essa questão do conservadorismo da expectativa no semestre.

Luiz Mauricio Garcia: Sobre o seu segundo ponto, que é essa questão do guidance implícito. Eu acho que tem aqui alguns pontos. Tem, de novo, essa questão do conservadorismo da expectativa no H2. Como já mencionamos aqui, tanto em não assumir economia de obra quanto a PDD mais alta. Tem um volume conservador aqui, obviamente, isso aqui leva em consideração o cenário, em relação ao que a gente poderia fazer se não tivesse nenhuma restrição de crédito, mas como o Rodrigo acabou de colocar, a gente acredita que esse cenário vá ser fato daqui pra frente. Tem os dois impactos aqui estruturais do G&A. Nós tivemos dois impactos não recorrentes e dois que são recorrentes. Mas o recorrente passa por aumento de estrutura e passa por uma readequação da provisão de bônus 2026, pra que não aconteça o mesmo efeito lá em 2027, quando do pagamento desse bônus relativo a 2026.

Speaker #3: Como já mencionamos aqui, tanto em não assumir economias de obra quanto a PDD mais alta, tem volume conservador aqui em relação ao que obviamente isso aqui leva em consideração ao cenário.

Speaker #3: Em relação ao que a gente poderia fazer se não tivesse nenhuma restrição de crédito, mas como o Rodrigo acabou de colocar, a gente acredita que esse cenário vá ser fato, daqui para frente.

Speaker #3: Então, acho que tem os dois impactos aqui, estruturais do DNA. Nós tivemos dois impactos não recorrentes e dois que são recorrentes.

Speaker #3: Mas o recorrente passa por aumento de estrutura e passa por uma readequação da provisão de bônus 2026, para que não aconteça o mesmo efeito lá em 2027, quando do pagamento desse bônus relativo a 2026.

Speaker #3: E também na linha de contingências, que acho que é outro ponto que nós vimos aqui no segundo tri, também nós assumimos que essa linha de contingência se mantém em e-mail da receita.

Luiz Mauricio Garcia: Também na linha de contingências, que acho que é um outro ponto que nós vimos aqui no Q2, também nós assumimos que essa linha de contingência se mantém em 1.5 da receita. Ali no H1, ela foi abaixo, muito em função do Q1, que foi muito baixo, mas o Q2 teve um aumento importante, mas isso é uma linha sazonal, então pra frente nós também conservadoramente assumimos ela num patamar mais adequado. Sem complementos.

Speaker #3: Então, ali no primeiro semestre ela foi abaixo, muito em função do primeiro tri, que foi muito baixo, mas o segundo tri teve aumento importante.

Speaker #3: Mas isso é uma linha sazonal, então para frente nós também, conservadoramente, assumimos ela em um patamar mais adequado. Então, sem complementos. Está ótimo. Perfeito, pessoal.

Elvis Credendio: Tá ótimo. Perfeito, pessoal. Obrigado e bem-vindo, Marcos.

Speaker #3: Obrigado e bem-vindo, Max. Obrigado. Obrigado pela pergunta, Elvis. Nossa próxima pergunta vem do Igor Altero da XP. Igor, seu microfone está liberado. Oi, pessoal.

[Company Representative] (Tenda): Obrigado. Obrigado pela pergunta, Elvis. Nossa próxima pergunta vem do Ygor Altero, da XP. Ygor, seu microfone está liberado.

Ygor Altero: Oi, pessoal, bom dia, tudo bem? Obrigado pela oportunidade de fazer pergunta. O primeiro ponto que eu queria entender é mais essa questão da Caixa mesmo. Parece que a Caixa vem estudando acabar ou mitigar um pouco mais o Pró-Soluto pós-chave. Talvez aumentando o LTV, aumentando o comprometimento de renda. Queria pegar um pouco da leitura de vocês, como é que vocês veem isso. O segundo ponto é mais com relação à melhoria do Minha Casa, Minha Vida. A gente tem visto na mídia saindo mais ajustes do programa. Entender se vocês acham que faz sentido mais melhorias, se vocês veem espaço pra aumento nas faixas de renda, queda nas taxas de juros. Entender um pouco como que isso poderia também impactar vocês. E o timing que vocês acham que a gente poderia ter essa, talvez é uma reunião extraordinária.

Speaker #3: Bom dia, tudo bem? Obrigado pela oportunidade de fazer pergunta. O primeiro ponto que eu queria entender mais essa questão da caixa mesmo, parece que a caixa vem estudando aí acabar ou mitigar pouco mais ali o pró-soluto pós-chave.

Speaker #3: Então, talvez aí aumentando a LTV, aumentando o comprometimento de renda. Então, eu queria pegar pouco da leitura de vocês como é que vocês veem isso.

Speaker #3: E o segundo ponto é mais com relação a melhorias do Minha Casa Minha Vida. A gente tem visto aí na mídia saírem mais ajustes do programa.

Speaker #3: Então, entender aí o que vocês acham que faz sentido, mais melhorias, quais são as faixas, se vocês veem espaço aí para aumento nas faixas de renda, queda nas taxas de juros.

Speaker #3: Então, entender pouco como que isso poderia também impactar vocês. E o timing que vocês acham que a gente poderia ter essa talvez é uma reunião extraordinária e enfim, entender pouco o cenário de vocês.

Ygor Altero: Enfim, entender um pouco o cenário de vocês. Obrigado

Speaker #3: Obrigado. Bom, Igor, você me deixou numa saia justa aqui, porque você trouxe perguntas muito específicas de negociações que estão rolando hoje com a Caixa.

Rodrigo Osmo: Igor, você me deixou numa saia justa, porque você trouxe perguntas muito específicas de negociações que estão rolando hoje com a Caixa. Eu acho que alguns analistas chegaram a ter conversas com diretores da Caixa. Eu acho que eles abriram algumas dessas informações, por exemplo, essa que o Igor trouxe aqui. Eu, pela sensibilidade da negociação, da gente estar no meio dessas conversas com a Caixa, eu prefiro não ser muito específico com relação ao que seria um desenho de soluções pro problema de inadimplência da Caixa. Você citou algumas alternativas que estão na mesa e que tanto Caixa quanto o setor entendem que são ganha-ganha, que elas reduziriam significativamente o risco da carteira, sem comprometer em nada a capacidade de compra das famílias que são beneficiadas pelo programa. Eu peço desculpas, eu não vou ser superespecífico.

Speaker #3: Eu acho que alguns analistas chegaram a ter conversas com diretores da Caixa e acho que eles abriram algumas dessas informações. Por exemplo, essa que o Igor trouxe aqui. Eu, pela sensibilidade da negociação, por a gente estar no meio dessas conversas com a Caixa, prefiro não ser muito específico em relação ao que seria o desenho de soluções para o problema de inadimplência da Caixa.

Speaker #3: Mas você citou algumas alternativas que estão na mesa e que tanto caixa quanto o setor entendem que são ganha-ganha, que elas reduziriam significativamente o risco da carteira sem comprometer em nada a qualidade, a capacidade de compra das famílias que são beneficiadas pelo programa.

Speaker #3: Mas eu peço desculpas, eu não vou ser super específico. Com relação a melhorias do Minha Casa Minha Vida, vocês leram na mídia várias pedidas que o setor fez.

Rodrigo Osmo: Com relação a melhorias do Minha Casa, Minha Vida, vocês leram na mídia várias pedidas que o setor fez. Abrainc fez, CBIC fez. Eu acho que o setor está no seu papel de tempos em tempos, entender onde que o setor poderia contribuir mais com a formação de moradias, e os pleitos são aqueles que estão no jornal. Se você perguntar pra mim, eu não acho que tem um superespaço de acomodação pra melhorias muito relevantes no programa esse ano. O programa está rodando muito bem. Eu não acho que vai sobrar subsídio esse ano. Qualquer mudança muito radical, certamente engravidaria uma pressão pra novas contratações que eu acho que não tem tanto espaço hoje pra fazer. Obviamente, somos entusiastas de melhorias do programa, mas também somos entusiastas de que essas melhorias sejam sustentáveis. Não achamos que hoje tem espaço pra tantas melhorias relevantes.

Speaker #3: A Brainc fez, a CBIC fez, eu acho que o setor ele está no seu papel de tempos em tempos entender onde que o setor poderia contribuir mais com a formação de moradias e os pleitos são aqueles que estão no jornal.

Speaker #3: Se você perguntar para mim, eu não acho que tem super espaço de acomodação para melhorias muito relevantes no programa esse ano. O programa está rodando muito bem, eu não acho que tem, não vai sobrar subsídio esse ano, eu e qualquer mudança muito radical certamente engravidaria uma pressão para novas contratações que eu acho que não tem tanto espaço hoje para fazer.

Speaker #3: Obviamente, somos entusiastas de melhorias do programa, mas também somos entusiastas de que essas melhorias sejam sustentáveis. Não achamos que hoje tenha espaço para tantas melhorias relevantes.

Speaker #3: Então, quando a gente olha as nossas projeções daqui para frente, elas não consideram nada disso não levam nada disso em consideração. Está claro, está ótimo.

Rodrigo Osmo: Quando a gente olha as nossas projeções daqui pra frente, elas não levam nada disso em consideração.

Ygor Altero: Tá claro, tá ótimo. Se eu só puder então, já que não deu pra responder muito a primeira, um outro ponto que eu queria tocar muito rapidamente.

Speaker #3: Se eu só puder então, já que não deu para responder muito a primeira, outro ponto que eu queria tocar muito rapidamente. Você tem mais Então, me dá esse crédito aí.

Rodrigo Osmo: Você ganhou crédito, você tem mais uma.

Ygor Altero: Me dá esse crédito. A gente tem visto alguns players reclamando da questão de pagamento do Pode Entrar. Entender se vocês estão com algum tipo de dificuldade, enfim, como é que vocês estão vendo essa situação. Obrigado.

Speaker #3: A gente tem visto alguns players reclamando aí da questão de pagamento do pode entrar. Então, se vocês estão com algum tipo de dificuldade, enfim, como é que vocês estão vendo essa situação?

Speaker #3: Obrigado. A cidade de São Paulo está levantando uma dívida para pagar o saldo remanescente do Pode Entrar. Então, efetivamente, tem algumas parcelas, poucas, que estão atrasadas, mas a gente está numa situação bastante confortável aqui na Tenda, porque o grosso, a gente tem o saldo a receber, ele é muito maior do que o saldo a gastar em obras, e a gente está numa posição que é o seguinte: praticamente todas as obras da Tenda vão estar disponibilizadas para entrega dentro deste ano.

Rodrigo Osmo: A cidade de São Paulo está levantando uma dívida para pagar o saldo remanescente do Pode Entrar. Efetivamente tem algumas parcelas, poucas, que estão atrasadas. A gente está numa situação bastante confortável aqui na Tenda, porque o saldo a receber é muito maior do que o saldo a gastar em obras. A gente está numa posição que é o seguinte: praticamente todas as obras da Tenda vão estar disponibilizadas para entrega dentro desse ano. Eu ousaria dizer que a Tenda é a empresa que está, de longe, mais antecipada com relação às entregas do Pode Entrar. Por que isso é importante? Porque à medida em que os recursos forem aparecendo, e eles estão aparecendo, não é que não existe o recurso, existe o manejamento, por exemplo, dentro do próprio orçamento da prefeitura.

Speaker #3: O que é, eu ousaria dizer que a Tenda é a empresa que está, de longe, mais antecipada com relação às entregas do Pode Entrar.

Speaker #3: Por que isso é importante? Porque à medida em que os recursos forem aparecendo, eles estão aparecendo, não é que não existe o recurso, existe remanejamento, por exemplo, dentro do próprio orçamento da prefeitura.

Speaker #3: E aqui eu tenho ex-secretário da Fazenda da Prefeitura de São Paulo que entende bem isso aqui que se juntou a gente. A prefeitura vai privilegiar o pagamento das unidades que estão prontas, porque elas só podem entregar essas unidades para as famílias quitando o valor remanescente que ela tem com a incorporadora.

Rodrigo Osmo: Aqui eu tenho um ex-secretário da Fazenda da Prefeitura de São Paulo, que entende bem isso aqui, que se juntou à gente. A prefeitura vai privilegiar o pagamento das unidades que estão prontas, porque ela só pode entregar essas unidades para as famílias quitando o valor remanescente que ela tem com a incorporadora. Como a gente deve ter todos os nossos projetos prontos para entrega esse ano, a gente entende que a gente está numa posição muito privilegiada para esse recebimento.

Speaker #3: E como a gente deve ter todos os nossos projetos prontos para entrega esse ano, a gente entende que a gente está numa posição muito privilegiada para esse recebimento.

Speaker #3: Ficou claro. Obrigado mais uma vez, Osman. Obrigado pela pergunta, Igor. Nossa próxima pergunta vem do Pedro Peroni, do BOFA. Pedro, seu microfone está liberado.

Ygor Altero: Ficou claro. Obrigado mais uma vez, Osmo.

[Company Representative] (Tenda): Obrigado pela pergunta, Igor. Nossa próxima pergunta vem do Pedro Peroni, do BofA. Pedro, seu microfone está liberado.

Speaker #3: Bom dia, Marcos, Luiz, Osmo, todo o time da Tenda. Obrigado pelo espaço aqui. Do nosso lado, a gente queria entender pouco sobre a questão da VSO.

Pedro Peroni: Bom dia, Marcos, Luiz, Osmo, todo time da Tenda. Obrigado pelo espaço aqui. Do nosso lado, a gente queria entender um pouco sobre a questão da VSO. A gente entende que ela passou por um recuo ao longo desse trimestre, especialmente explicado pelo reflexo da política de precificação e pra mitigar custos. Dado essa percepção de risco inflacionário um pouco mais dissipado a partir desse mês, e considerando um patamar um pouco mais saudável pra companhia de VSO entre 25% and 30%, como vocês enxergam o equilíbrio entre velocidade de vendas e rentabilidade daqui pra frente? A prioridade volta a ser volume ou vocês seguem privilegiando preço e margem? Também entender se existe um limite a partir do qual vocês preferem priorizar um giro mais baixo versus preço. Entender um pouco mais essa dinâmica de VSO versus margem aqui pra vocês, olhando pra frente. Obrigado.

Speaker #3: A gente entende que ela passou por recuo aí ao longo desse trimestre, especialmente explicado pelo reflexo da política de precificação e, enfim, para mitigar custos.

Speaker #3: E dado essa percepção de risco inflacionário pouco mais dissipado a partir desse mês e considerando patamar ali pouco mais saudável para a companhia de ver entre 25% e 30%, como vocês enxergam o equilíbrio entre velocidade de vendas e rentabilidade daqui para frente?

Speaker #3: A prioridade volta a ser volume ou vocês seguem privilegiando preço e margem? E também entender se existe limite a partir do qual vocês preferem priorizar giro mais baixo versus preço.

Speaker #3: Então, entender pouco mais essa dinâmica de VSO versus margem aqui para vocês, olhando para frente. Obrigado. Quer falar, fala. Pedro, a gente tem uma diretriz bem clara, que é o 25% a 30% de VSO, que é o horizonte onde a gente gostaria de trabalhar.

Rodrigo Osmo: Quer falar, Osmo? Fala. Pedro, a gente tem uma diretriz bem clara, que é o 25% and 30% de VSO, que é o horizonte onde a gente gostaria de trabalhar. A gente operou com 24 nesse trimestre, mas abaixo de 25, a gente entende que a gente está comprometendo muito o giro do capital, e acima de 30, a gente está abrindo mão de uma margem desnecessariamente e incorrendo o risco de ter falta de estoque pra uma eventual necessidade num cenário inflacionário. A gente delimitou tecnicamente que é essa banda que a gente quer operar. Por que a gente desceu para baixo de 25, porque a gente estava com pouca visibilidade sobre o cenário inflacionário no segundo trimestre. Hoje, essa visibilidade é muito melhor. A gente entende que estamos muito bem provisionados, estamos assumindo uma provisão de inflação para 8% para esse ano.

Speaker #3: Abaixo de 25% não é, assim, a gente operou com 24% nesse trimestre, mas abaixo de 25% a gente entende que a gente está comprometendo muito o giro do capital, e acima de 30% a gente está com abrindo mão de uma margem desnecessariamente e incorrendo o risco de ter falta de estoque para eventual necessidade num cenário inflacionário.

Speaker #3: Então, a gente delimitou tecnicamente que essa banda que a gente quer operar. Então, obviamente, quando por que a gente desceu para abaixo de 25%?

Speaker #3: Porque a gente estava com pouca visibilidade sobre o cenário inflacionário no segundo trimestre. Hoje essa visibilidade, ela é muito melhor. A gente entende que a gente está muito bem posicionado, a gente está assumindo uma provisão de inflação para 8% para esse ano, e então a gente gostaria de voltar para a banda.

Rodrigo Osmo: A gente gostaria de voltar para a banda. O nosso desejo é que neste trimestre a gente voltasse a entrar nessa banda. Nada muito radical. A gente muito provavelmente vai estar beliscando aqui os 25 e não buscando os 30 nesse trimestre. A ideia é operar nessa banda, sim.

Speaker #3: Então, a nossa, o nosso desejo aqui neste trimestre, a gente voltasse a entrar nessa banda nada muito radical, que a gente vai a gente muito provavelmente vai estar beliscando aqui os 25% e não buscando os 30% nesse trimestre, mas a ideia é operar nessa banda sim.

Luiz Mauricio Garcia: Acho que complementando, vale lembrar que a gente, por decisão, subiu muito o número de lançamentos. Você olha o H1 de 2025 contra 2026, foi um crescimento de 60%. Acho que foi uma decisão acertada da empresa de aproveitar o momento e colocar produto no mercado. Momentaneamente, isso também afeta no cálculo de VSO.

Speaker #3: Acho que complementando, vale lembrar que a gente, por decisão, subiu muito o número de lançamentos. Então, você olha o primeiro semestre de 25% contra 26%, foi crescimento de 60%.

Speaker #3: Acho que a decisão acertada da empresa é de aproveitar o momento e colocar produto no mercado. Então, momentaneamente, isso também afeta no cálculo do VSO.

Rodrigo Osmo: Exatamente.

Speaker #3: Mas entendo isso como positivo. Super claro, pessoal. Obrigado. Obrigado pela pergunta, Pedro. Nossa próxima pergunta vem do Piero do City. Piero, seu microfone está liberado.

Luiz Mauricio Garcia: Eu entendo isso como positivo.

Pedro Peroni: Superclaro, pessoal. Obrigado.

[Company Representative] (Tenda): Obrigado pela pergunta, Pedro. Nossa próxima pergunta vem do Piero, do Citi. Piero, seu microfone está liberado.

[Analyst] (Citi): Bom dia a todos. Bem-vindo, Marcos, e obrigado pelo call. Eu tenho duas perguntas. A primeira é para entender que vocês tiveram esse trimestre um crescimento de preço raso na venda bruta e foi 3% tri a tri. Quando a gente olha a margem bruta das vendas novas, ela ficou flat versus o tri, subiu 10 basis points. Só entender o que explica esse aumento de preço com a margem mais estabilizada, o que mudou talvez de premissa, se foi um pouco dessa mudança de PDD na ponta ou se teve algum outro fator que gerou isso. A segunda em Alea é entender que o guidance foi revisado para uma perda de BRL 70 a 90 milhões no EBITDA, só que o guidance de consumo de caixa foi mantido.

Speaker #3: Bom dia, bom dia a todos. Bem-vindo, Marcos, e obrigado pelo call. Eu tenho duas perguntas. A primeira é para entender o que vocês tiveram esse trimestre, crescimento de preço raso na venda bruta.

Speaker #3: Foi 3%, tri a tri, mas quando a gente olha a margem bruta das vendas novas, ela ficou flat versus o tri. Subiu 10 bips.

Speaker #3: Só entender o que explica esse aumento de preço com a margem mais estabilizada, o que mudou talvez de premissa, se foi pouco dessa mudança de PDD na ponta ou se teve algum outro fator que gerou isso.

Speaker #3: E a segunda em Alea, é entender que o guidance foi revisado para uma perda de 70% a 90 milhões de no EBITDA. Só que o guidance de consumo de caixa, ele foi mantido.

Speaker #3: Então, o que explica essa divergência e o que teve de ganho talvez em capital de giro ou alguma outra linha caixa que teve na Alea, só que isso não foi para o caráter de EBITDA?

[Analyst] (Citi): O que explica essa divergência e o que teve de ganho, talvez em capital de giro, alguma outra linha caixa, que teve na Alea, só que isso não foi a caráter de EBITDA. São esses dois pontos. Muito obrigado.

Speaker #3: Então, são esses dois pontos. Muito obrigado. Quer falar, o primeiro? Quer falar o primeiro? Tá bom. Pedro, Piero, vamos lá. Então, sobre aqui, acho que é sempre importante lembrar o seguinte: essa margem bruta novas vendas, ela olha de fato o mix de venda que aconteceu naquele trimestre.

Rodrigo Osmo: Quer falar o primeiro?

Luiz Mauricio Garcia: Vou falar o primeiro. Piero, vamos lá. Essa margem bruta novas vendas olha de fato o mix de venda que aconteceu naquele trimestre. Com base naquele mix e a expectativa para aqueles projetos e com todas as provisões, o que aconteceu. Quanto ao aumento de preço, eu vou até voltar aqui, acho que vai ficar mais fácil de você entender. A nossa economia de obra está predominantemente em obras sendo entregues. Por quê? Porque é no momento da entrega que a gente tem essa economia das eventuais. Acho que esse aqui é um primeiro ponto quando você está olhando a margem cheia da companhia, que ela traz essa questão. Segundo ponto, quando a gente vai para a margem rasa, primeiro, tem essa questão de mix, mas acho que a resposta principal aqui é isso mesmo que você trouxe.

Speaker #3: Então, com base naquele mix e a expectativa para aqueles projetos e com todas as provisões, o que aconteceu? Enquanto o aumento de preço, eu vou até voltar aqui, acho que vai ficar mais fácil de você entender.

Speaker #3: A nossa economia de obra está predominantemente em obras sendo entregues. Por quê? Porque é no momento da entrega que a gente tem essa economia das eventuais.

Speaker #3: Então, acho que esse aqui é primeiro ponto. Quando você está olhando a margem cheia da companhia, que ela traz essa questão. Segundo ponto, quando a gente vai para a margem rasa, primeiro, tem essa questão de mix, mas acho que a resposta principal aqui é isso mesmo que você trouxe.

Speaker #3: Ela está na provisão do conservadorismo, da provisão que está embutida ali dentro. Então, é isso que reflete nesse fato, de você ver aumento e ele não está sendo refletido nesse aumento de margem.

Luiz Mauricio Garcia: Ela está no conservadorismo da provisão que está embutida ali dentro. É isso que reflete nesse fato, de você ver um aumento e ele não está sendo refletido nesse aumento de margem. Por quê? A nossa inflação implícita hoje está em 8%. Você mencionou um aumento de 7, ano-contra-ano, mas a inflação implícita que nós usamos ali é 8, ali não tem benefício de reversão de eventuais. Acho que é isso mesmo. A gente tem um conservadorismo ainda nas provisões e vocês sabem, nós saímos de uma inflação de 7 para 8 esse ano, com todos os aumentos de provisões que nós fizemos em março e abril, justamente para fazer frente a esse risco inflacionário.

Speaker #3: Por quê? A nossa inflação implícita hoje está em 8%. Ou seja, você mencionou aumento de 7% ano contra ano, mas a inflação implícita que nós usamos ali é 8%.

Speaker #3: Ali não tem benefício de reversão de eventuais. Então, acho que é isso mesmo. A gente tem conservadorismo ainda nas provisões e vocês sabem, nós saímos de uma inflação de 7% para 8% esse ano, com todos os aumentos de provisões que nós fizemos no início, em março e abril, justamente para fazer frente a esse risco inflacionário.

Speaker #3: Então, acho que isso que explica o fato desse aumento de preço não ter se traduzido num aumento de margem bruta da rasa das novas vendas, que foi o que você trouxe, ainda mais alto do que apareceu ali.

Luiz Mauricio Garcia: Acho que isso que explica o fato desse aumento de preço não ter se traduzido no aumento de margem bruta rasa das novas vendas, que foi o que você trouxe, ainda mais alto do que apareceu ali.

Rodrigo Osmo: Acho que também tem uma questão de PDD.

Speaker #3: E acho que também tem uma questão de PDD, que a gente As provisões lá dentro. As provisões lá dentro e mix. O ganho de preço, ele também veio de a gente estar ganhando representatividade.

Luiz Mauricio Garcia: As provisões lá dentro.

Rodrigo Osmo: A provisão lá dentro e mix. O ganho de preço também veio de a gente estar ganhando representatividade. Se a gente for ver o mix de venda do faixa 3 e 4, foi muito representativo nesse trimestre. Isso ajuda em preço também. Piero, com relação a esse descasamento entre caixa EBITDA de Alea, o motivo da redução do EBITDA de Alea, o principal é redução de produção. A gente, para privilegiar a estabilização operacional, reduziu o volume de casas por dia produzidas na companhia, e vai voltar ao patamar anteriormente vislumbrado bem mais para frente. Tem algo muito relevante que saiu do plano, que é Canoas. Canoas eram 1,500 unidades que iam ser produzidas em pouco mais de um ano, lembrando que a operação de Alea esse ano deve produzir próximo de 2,000 unidades.

Speaker #3: Se a gente for ver, o mix de venda do Faixa 3 e 4 foi muito representativo nesse trimestre. Isso ajuda em preço também. Piero, com relação a esse descasamento entre caixa e EBITDA de Alea, o principal motivo da redução do EBITDA de Alea é a redução de produção.

Speaker #3: A gente, para privilegiar a estabilização operacional, reduziu o volume de casas por dia produzidas na companhia e vai voltar ao patamar anteriormente vislumbrado bem mais para frente.

Speaker #3: E tem uma algo muito relevante que saiu do plano, que é canoas. Canoas eram 1.500 unidades, que vão ser produzidas em pouco mais de ano.

Speaker #3: Lembrando que a operação de Alea esse ano deve produzir próximo de 2.000 unidades. Então, sim, canoas era muito relevante para a composição do resultado da companhia.

Rodrigo Osmo: Canoas era muito relevante para a composição do resultado da companhia, mas em uma ótica de privilegiar a estabilidade operacional e não o resultado, a gente chegou à conclusão que Canoas causaria mais fricção nesse momento do que traria de benefício para a companhia. Por que o caixa melhorou? Vocês podem ver que a gente manteve o guidance, mas hoje, se a gente extrapolar o H1, a gente estaria beliscando o topo do guidance, que é uma queima de BRL 60 million. Aqui é uma gestão muito próxima de capital giro. A empresa tem, desde o começo do ano, um war room de caixa semanal, e a gente, dentro desse war room, toma decisões do que maximizaria a geração de caixa da companhia.

Speaker #3: Mas numa ótica de privilegiar a estabilidade operacional e não o resultado, a gente chegou à conclusão que canoas causaria mais fricção nesse momento do que traria de benefício para a companhia.

Speaker #3: Mas por que o caixa melhorou? Vocês podem ver que a gente manteve o guidance, mas hoje se a gente extrapolar o primeiro semestre, a gente estaria beliscando o topo do guidance, que é uma queima de 60 milhões de reais.

Speaker #3: Aqui é uma gestão muito próxima de capital de giro. E a empresa tem, desde o começo do ano, war room de caixa semanal e a gente dentro desse war room a gente toma decisões de o que maximizaria a geração de caixa da companhia.

Speaker #3: Então, você tem desde formas de medição pela caixa econômica, que unidades que você vai vender, aquelas que têm uma maior disponibilidade de caixa, qual que é a ordem produtiva.

Rodrigo Osmo: Você tem desde formas de medição pela Caixa Econômica, que unidades que você vai vender, aquelas que têm uma maior disponibilidade de caixa, qual é a ordem produtiva. Tem várias decisões focadas em minimizar o consumo de caixa da empresa. Realmente, EBITDA e caixa de Alea não estão conversando, porque eles estão em momentos de estabilização muito diferentes. Estava claro. Muito obrigado, pessoal. Bom dia a todos.

Speaker #3: Tem várias decisões focadas em minimizar o consumo de caixa da empresa. Então, realmente EBITDA e caixa de Alea não estão conversando porque eles estão em momentos de estabilização muito diferentes.

Speaker #3: Estava claro. Muito obrigado, viu, pessoal. Bom dia a todos. Obrigado pela pergunta, Piero. Nossa próxima pergunta vem do Mateus Meloni de Santander. Mateus, seu microfone está liberado.

[Company Representative] (Tenda): Obrigado pela pergunta, Piero. Nossa próxima pergunta vem do Mateus Melone, do Santander. Mateus, seu microfone está liberado.

Speaker #3: Opa, bom dia, pessoal. Tudo bom? Obrigado pelo espaço aqui. Do meu lado, é mais dois follow-ups aqui. O primeiro em relação ao próximo produto pós-chaves.

Mateus Melone: Opa, bom dia, pessoal, tudo bom? Obrigado pelo espaço. Do meu lado, é mais 2 follow-ups. O primeiro em relação ao Pró-Soluto pós Chaves. Queria entender um pouco qual é o prazo médio e o prazo máximo que vocês oferecem para os clientes nesse Pró-Soluto pós Chaves. Essa é a primeira. O segundo follow-up é mais em relação ao comentário que o Osmo fez sobre inadimplência da Caixa. Queria entender um pouco se vocês estão vendo a inadimplência um pouco mais elevada em alguma faixa do programa específica ou em alguma região que vocês operam, alguma região mais específica. É mais ter um pouco mais essa granularidade da inadimplência. Do meu lado é isso. Obrigado.

Speaker #3: Queria entender pouco qual que é o prazo médio e o prazo máximo que vocês oferecem para os clientes nesse próximo produto pós-chaves. Essa primeira.

Speaker #3: E a segunda, o segundo follow-up aqui é mais em relação ao comentário que o Osmo fez ali sobre inadimplência, da caixa, enfim. Queria entender pouco se vocês estão vendo aí a inadimplência pouco mais elevada em alguma faixa do programa específica ou em alguma região que vocês operam, alguma região mais específica.

Speaker #3: É mais ter essa pouco mais essa granularidade da inadimplência. Do meu lado é isso. Obrigado. Quer pegar primeiro ou pega o segundo? Quer pegar as duas?

Rodrigo Osmo: Quer pegar a primeira e eu pego a segunda ou quer que eu pegue as duas? Vamos assim. Mateus, o nosso Pró-Soluto pós Chaves tem um prazo hoje, predominantemente na carteira, de 72 meses e ele tem um prazo máximo de 84. O prazo predominante na nossa carteira hoje em vigor, é de até 72 meses pro pós Chaves. Com relação à inadimplência, por faixa, ela segue o óbvio. Faixa 1 tem mais inadimplência que Faixa 2, tem mais inadimplência que Faixa 3 e tem mais inadimplência que Faixa 4. Por outro lado, o spread da Caixa também é maior na Faixa 1 do que na Faixa 2, do que na Faixa 3. Isso está, em tese, bem precificado lá dentro. Com relação a regiões, você tem sim disparidades entre regiões.

Speaker #3: Vamos assim. Mateus, o nosso próximo produto pós-chaves, ele tem prazo hoje predominantemente na carteira de 72 meses e ele tem prazo máximo de 84.

Speaker #3: Mas a carteira hoje, o prazo predominante na nossa carteira hoje em vigor, ele é de até 72 meses para o pós-chaves. Com relação à inadimplência, a inadimplência, ela por faixa, ela segue o óbvio: faixa 1 tem mais inadimplência que faixa 2, que tem mais inadimplência que faixa 3, que tem mais inadimplência que faixa 4.

Speaker #3: Por outro lado, o spread da caixa também é maior na faixa 1 do que é na faixa 2, do que é na faixa 3.

Speaker #3: Então, isso está, em tese, bem precificado lá dentro. Com relação a regiões, você tem sim disparidades entre regiões. Uma região que tem uma inadimplência maior do que a média na caixa é o Rio de Janeiro.

Rodrigo Osmo: Uma região que tem uma inadimplência maior do que a média na Caixa é o Rio de Janeiro, as demais regiões têm um desvio menor com relação à média da Caixa. O Rio, dentro das praças onde a gente atua, é uma praça que tem uma inadimplência mais concentrada.

Speaker #3: E daí as demais regiões têm desvio menor com relação à média da caixa. O Rio, dentro das praças onde a gente atua, é uma praça que tem uma inadimplência mais concentrada.

Speaker #3: Obrigado. Super claro, pessoal. Valeu. Obrigado pela pergunta, Mateus. Nossa próxima pergunta vem do Rafael do Safra. Rafa, seu microfone está liberado. Vocês estão me ouvindo?

Mateus Melone: Obrigado, super claro, pessoal. Valeu.

[Company Representative] (Tenda): Obrigado pela pergunta, Mateus. Nossa próxima pergunta vem do Rafael, do Safra. Rafa, seu microfone está liberado.

[Analyst] (Safra): Estão me ouvindo? Desculpa. Acho que agora foi. Perdão. Eu tenho dois pontos também que eu queria abordar. O primeiro: um follow-up nessa questão da inadimplência do Pró-Soluto entre Chaves e ver até se isso já começa a conversar um pouco com esse mix de vendas que vocês reportaram no tri, que a gente viu uma participação do faixa 1 bem mais baixa, ficou um pouco acima dos 25%, e vocês estavam rodando num patamar muito mais alto. Se isso até pode ser uma proxy, dado essa exposição do faixa 1 a uma deterioração de crédito pegaria um pouco mais lá e se vocês têm essa vontade, talvez, de operar nas faixas mais altas, que poderia ter uma inadimplência menor.

Speaker #3: Desculpa. Acho que agora foi aqui. Perdão. Eu tenho dois pontos também, que eu queria abordar. O primeiro, follow-up nessa questão da inadimplência do próximo produto entre chaves.

Speaker #3: E ver até se isso já começa a conversar pouco com esse mix de vendas que vocês reportaram no tri, que a gente viu uma participação do faixa 1 bem mais baixa.

Speaker #3: Ficou pouco acima dos 25%. E vocês estavam rodando num patamar muito mais alto. E se isso até pode ser uma proxy dado esse essa exposição do faixa 1 a uma deterioração de crédito, pegaria pouco mais lá.

Speaker #3: E se vocês têm essa vontade talvez de operar nas faixas mais altas que poderia ter uma inadimplência menor, e a segunda mudando aqui pouco de assunto, eu queria ver se vocês podiam comentar pouco como que está o andar ali da reforma tributária, se vocês já estão sentindo o setor pouco mais preparado, se vocês já sabem no período de transição ali em 2027 que obras que vocês já vão adotar a reforma, quais outros vocês ainda vão continuar no RET, qualquer andar que teve desde a nossa última da última conversa.

[Analyst] (Safra): A segunda, mudando um pouco de assunto, eu queria ver se vocês podiam comentar um pouco como que está o andar da reforma tributária, se vocês já estão sentindo o setor um pouco mais preparado, se vocês já sabem, no período de transição ali em 2027, que obras que vocês já vão adotar a reforma, quais outras vocês ainda vão continuar no RET, qual que era o andar que teve desde a nossa última conversa. Obrigado.

Speaker #3: Obrigado. Pego a você pega a dois. Tudo bom, Rafael? A resposta à tua pergunta é não. A redução do faixa 1 não tem nada a ver com uma maior restrição de crédito da caixa econômica ou uma maior aversão a risco da Tenda com relação à qualidade da carteira.

Rodrigo Osmo: Pego a um, você pega a dois? Tá. Tudo bom, Rafael? A resposta da tua pergunta é não. A redução do faixa 1 não tem nada a ver com uma maior restrição de crédito da Caixa Econômica ou uma maior aversão a risco da Tenda com relação à qualidade da carteira. Foi uma coisa episódica. Vocês podem ver que se vocês pegarem o gráfico que a gente tem no release com relação às vendas por faixa, você tem acho que duas grandes tendências. Uma é o faixa 3 e 4 crescendo quase que trimestre a trimestre, e isso deve ser uma tendência que deve se manter, o faixa 3, 4 vai ganhar representatividade no nosso portfólio. A outra é que faixas 1 e 2 têm uma volatilidade muito grande entre trimestres. Isso tem a ver com vários fatores, mudança de faixa de renda, tem empreendimentos específicos.

Speaker #3: Foi uma coisa episódica. Vocês podem ver que, se vocês pegarem o gráfico que a gente tem no release com relação às vendas por faixa, você tem, acho que, duas grandes tendências.

Speaker #3: Uma é o faixa 3 e 4 crescendo quase que trimestre a trimestre. E isso deve ser uma tendência que deve se manter. A gente o faixa 3 e 4 vai ganhar representatividade no nosso portfólio.

Speaker #3: E a outra é que faixas 1 e 2 têm uma volatilidade muito grande entre trimestres. E isso tem a ver com vários fatores mudança de faixa de renda.

Speaker #3: Tem empreendimento específicos. A gente realmente foi bem atípico esses 27% de participação do faixa 1 dentro do nosso portfólio de vendas no segundo tri.

Rodrigo Osmo: Realmente foi bem atípico esses 27% de participação do faixa 1 dentro do nosso portfólio de vendas no Q2. Isso é abaixo do que a gente está imaginando que vai acontecer de forma recorrente. A gente acredita que essa participação deveria voltar próximo dos 40%, que era a tendência antes dessa anomalia aqui de Q2. Não esperamos ficar nesse patamar de 27% daqui pra frente, não.

Speaker #3: Isso é abaixo do que a gente está imaginando que vai acontecer de forma recorrente. A gente acredita que essa participação deveria voltar lá para o próximo dos 40%, que é o que a gente estava que era a tendência antes dessa anomalia aqui do segundo trimestre.

Speaker #3: Então, não esperamos ficar nesse patamar de 27 daqui para frente, não. Vamos lá, Rafael. Sobre reforma, a gente está a gente segue bem ativo nesse tema.

Luiz Mauricio Garcia: Vamos lá, Rafael. Sobre reforma, a gente segue bem ativo nesse tema. Nós temos uma reunião semanal com a Receita Federal sobre esse tema, uma reunião semanal com a Caixa Econômica também sobre o tema, mas naturalmente é um processo que vai um dia após o outro. Por exemplo, na semana passada, a Receita já divulgou a normativa com a nova data, quando se torna obrigatória a emissão da nota com as descrições lá do CBS, enfim, seguindo-se todo o modelo novo a partir de 1 December. Esse modelo ainda não foi publicado.

Speaker #3: Nós temos uma reunião semanal com a Receita Federal sobre esse tema, uma reunião semanal com a Caixa Econômica também. Sobre o tema, mas naturalmente é processo que ele vai dia após o outro.

Speaker #3: Por exemplo, na semana passada, a Receita já divulgou a normativa com a nova data, quando se torna obrigatória a emissão da nota com as descrições lá do CBS, enfim, seguindo todo o modelo novo a partir de 1o de dezembro.

Speaker #3: Mas esse modelo ainda não foi publicado. Exatamente como é que vai ser, tem split payment, que é já ter o recolhimento, então vão ter discriminações na nota.

Luiz Mauricio Garcia: Exatamente como é que vai ser, tem o split payment, que é já ter o recolhimento, então vão ter discriminações na nota, que é o que a gente chama do modelo da nota, que vai ser divulgado pela Receita, como ela quer que isso aconteça, até pra preparar futuramente pro split payment, que é o recolhimento já no momento do pagamento, que ele ainda não foi definido. Tem uma série de ajustes, esse é um exemplo de vários, mas tem uma série de temas que a gente está acompanhando de perto. A gente já está numa fase bem avançada, já temos um motor de crédito interno pronto e a gente agora só customiza isso pra cada projeto.

Speaker #3: Que é o que a gente chama do modelo da nota que vai ser divulgado pela Receita como ela quer que isso aconteça, até para preparar futuramente para o split payment, que é o recolhimento já no momento do pagamento.

Speaker #3: Que ele ainda não foi definido. Então, ou seja, tem uma série de ajustes. Esse é exemplo de vários. Mas tem uma série de temas que a gente está acompanhando de perto.

Speaker #3: A gente já está numa fase bem avançada, já temos motor de crédito interno pronto e a gente agora só customiza isso para cada projeto.

Speaker #3: A primeira leitura, os projetos de RET1, esses não vão fazer sentido ter uma migração imediata. Mas, mesmo a migração do RET, a primeira leitura da Receita Federal é que, uma vez aderido ao RET, que você já aderiu a regime especial de tributação, você não poderia voltar para o novo regime tributário.

Luiz Mauricio Garcia: A primeira leitura, os projetos de RET 1, esses não vão fazer sentido ter uma migração imediata, mas mesmo a migração do RET, a primeira leitura da Receita Federal é que uma vez aderido ao RET, que você já aderiu a um regime especial de tributação, você não poderia voltar pro novo regime tributário. Todos os nossos projetos nascem no lucro real. Uma vez que ele foi pro RET, ele não poderia fazer uma segunda mudança pro novo regime tributário. Ou seja, tem uma série de conversas que a gente está tendo, o que gera uma certa incoerência. Você vai ter um recolhimento, os seus fornecedores vão ter todo um encargo maior pelo crédito, que você tomaria esse crédito e não poderia utilizar. Enfim, eu acho que tem muita conversa pela frente daqui até dezembro.

Speaker #3: Então, ou seja, são só os projetos que nascem todos os nossos projetos nascem no lucro real. Mas uma vez que ele foi para o RET, ele não poderia fazer uma segunda mudança para o novo regime tributário.

Speaker #3: Então, ou seja, tem uma série de conversas que a gente está tendo. O que já é uma certa incoerência, porque você vai ter o recolhimento, os seus fornecedores vão ter todo um encargo maior pelo crédito que você tomaria, esse crédito não poderia utilizar.

Speaker #3: Mas, enfim, eu acho que tem muita conversa pela frente. Daqui até dezembro, falta pouco tempo, mas ainda tem muita água para rolar. Mas a gente está se preparado está se preparando para seja qual for o cenário e a gente o objetivo número como você bem mencionou, é ter a clareza de que caminhos seguir para cada projeto.

Luiz Mauricio Garcia: Falta pouco tempo, mas ainda tem muita água pra rolar, mas a gente está se preparando pra seja qual for o cenário e o objetivo número um, como você bem mencionou, é ter a clareza de que caminho seguir pra cada projeto. Acho que esse que é o nosso principal objetivo, e isso passa por ter um motor parrudo em sistema, que a gente consiga simular cada projeto e ter uma definição precisa pra cada projeto por onde seguir.

Speaker #3: Acho que esse que é o nosso principal objetivo e isso passa por ter motor parrudo, em sistema, que a gente consiga simular cada projeto e ter uma definição precisa para cada projeto por onde seguir.

Rodrigo Osmo: Perfeito. Está ótimo, pessoal. Obrigado, bom dia.

Speaker #3: Não, perfeito. Está ótimo, pessoal. Obrigado, viu? Bom dia. Obrigado pela pergunta, Rafa. Nossa próxima pergunta vem do Igor Machado do Goldman Sachs. Igor, seu microfone está liberado.

[Company Representative] (Tenda): Obrigado pela pergunta, Rafa. Nossa próxima pergunta vem do Igor Machado, do Goldman Sachs. Igor, teu microfone está liberado.

Speaker #3: Bom dia, pessoal. Obrigado pelo espaço aqui para fazer as perguntas. São duas do nosso lado. A primeira seria em relação ao reajuste de preço, o custo de construção.

Igor Machado: Bom dia, pessoal. Obrigado pelo espaço aqui para fazer as perguntas. São duas do nosso lado. A primeira seria em relação ao reajuste de preços, custo de construção, follow up aqui. A companhia tem essa postura mais cautelosa, que vocês já mencionaram. A gente viu essas preocupações em relação ao estouro do INCC com relação à guerra, mas no fim das contas, no primeiro momento, essa pressão acabou não se materializando. A possibilidade ainda existe. Queria entender aqui melhor quais seriam os gatilhos para um novo reajuste de preço nesse momento, entender quais indicadores vocês estão olhando para trigar esse possível aumento de preço. Qual seria o cenário mais próximo que vocês estão vendo para os próximos meses? O segundo ponto seria em relação à geração de caixa.

Speaker #3: Falou aqui. Então, a companhia tem essa postura mais cautelosa, que vocês já mencionaram. E a gente viu aí essas preocupações em relação ao estouro do NCC, com relação à guerra.

Speaker #3: Mas no fim das contas, no primeiro momento, essa pressão acabou não se materializando. Mas a possibilidade ainda existe. Então, queria entender que melhor quais seriam os gatilhos para novo reajuste de preço nesse momento.

Speaker #3: Entender quais indicadores vocês estão olhando para esse possível para trilhar esse possível aumento de preço. Qual seria o cenário mais próximo que vocês estão vendo para os próximos meses?

Speaker #3: E o segundo ponto seria em relação à geração de caixa. A gente sabe que não tem aqui guidance específico da operação de Tenda. Mas queria entender melhor se a expectativa de vocês é que a conversão do lucro líquido em geração de caixa no segundo semestre vai aumentar o quanto vocês estão esperando dessa conversão de lucro para caixa.

Igor Machado: A gente sabe que não tem aqui um guidance específico da operação de Tenda, queria entender melhor se a expectativa de vocês é que a conversão do lucro líquido em geração de caixa no H2 vai aumentar. O quanto vocês estão esperando dessa conversão de lucro para caixa e se isso aumenta, como vocês estão buscando uma VSO maior. É isso do meu lado. Obrigado.

Speaker #3: E se isso aumenta como vocês estão buscando uma VSO maior. É isso do meu lado. Obrigado. Pega o primeiro, você pega o segundo. Tudo bom, Igor?

Luiz Mauricio Garcia: Peguei a primeira, você pega a segunda.

Rodrigo Osmo: Tudo bom, Igor? É difícil dizer qual é o gatilho. A gente não tem uma política de gatilho para revisão de preço. O que a gente tem é uma leitura do mercado constante. Qualquer momento que a gente ou já vislumbre um custo esperado maior ou o cenário se mostra um cenário mais incerto, como foi o Q2, a nossa política é: Cara, nesse momento vamos retrair, vamos privilegiar a margem, primeiro para criar um colchão e segundo para a gente ter estoque para poder vender mais caro, caso isso venha a ser uma necessidade. Ficou muito claro essa ação nossa no Q2. O momento agora é um momento de maior visibilidade, se o contexto macro, eu não sei definir exatamente de antemão o que seria uma mudança no contexto macro, se deteriorar, a gente tiver menos visibilidade, a gente volta para essa postura mais conservadora.

Speaker #3: É difícil dizer qual é o gatilho. A gente não tem uma política de gatilho para revisão de preço. O que a gente tem é uma leitura do mercado constante.

Speaker #3: Então, em qualquer momento que a gente ou já vislumbre custo esperado maior ou o cenário se mostra cenário mais incerto, como foi o segundo trimestre, a nossa política é, cara, nesse momento vamos retrair, vamos privilegiar a margem primeiro para criar colchão e segundo para a gente ter estoque para poder vender mais caro caso isso venha a ser uma necessidade.

Speaker #3: Ficou muito claro essa ação nossa no segundo tri. O momento agora é momento de maior visibilidade. Mas se o contexto macro, e eu não sei definir exatamente de antemão o que seria uma mudança no conceito no contexto macro, se deteriorar a gente tiver menos visibilidade, a gente volta para essa postura mais conservadora.

Speaker #3: Posso complementar aqui na linha do que eu vi nesses meses, Igor? É que esse é processo contínuo, Rodrigo. Ele é ongoing semana a semana e empreendimento a empreendimento.

Luiz Mauricio Garcia: Posso complementar na linha do que eu vi nesses meses, Igor? É que esse é um processo contínuo, não é, Rodrigo? Ele é ongoing, semana a semana e empreendimento a empreendimento. Não são grandes eventos, acho que é um processo.

Speaker #3: Então, não são grandes eventos. Acho que é processo. É, a gente tem uma rotina de gestão que privilegia essas discussões. E elas acontecem semana a semana.

Rodrigo Osmo: A gente tem uma rotina de gestão que privilegia essas discussões. Elas acontecem semana a semana.

Speaker #3: Eu acho que é último comentário nesse ponto é que acho que o Igor colocou a pressão talvez não tenha se materializado na ordem de grandeza prevista, mas o aumento de custo ocorreram.

Luiz Mauricio Garcia: Acho que um último comentário nesse ponto é que acho que o Igor colocou, a pressão talvez não tenha se materializado na ordem de grandeza prevista, mas aumentos de custo ocorreram.

Rodrigo Osmo: Lembrando, a gente começou o ano falando que a gente estava conservador com inflação 7% lá na virada do ano.

Speaker #3: Então, a gente teve É, lembrando, a gente começou o ano falando que a gente estava conservador com inflação, 7% lá na virada do ano.

Speaker #3: Entramos no segundo tri mirando 8. Bateu desespero em algumas em alguns analistas falando: "Pô, mas será que vai para 10?" A gente decidiu tirar pressão de vendas para se preparar para eventual cenário de 10.

Luiz Mauricio Garcia: Entramos no Q2 mirando 8%. Bateu um desespero em alguns analistas: "Mas será que vai para 10%?" A gente decidiu tirar a pressão de vendas para se preparar para um eventual cenário de 10%. Hoje a gente enxerga que 8% de inflação para 2026 está com uma visibilidade bastante boa. Igor, sobre o fluxo de caixa, acho que a gente não tem um guidance específico sobre isso para o ano, nem para o H2. Mas o que a gente pode dizer é: quando você olha qualquer série longa, nós fizemos essa análise desde 2009, o início do programa Minha Casa, Minha Vida. Qualquer série longa que você faça uma média móvel de três a cinco anos, a Tenda tem a segunda melhor conversão de caixa do setor. Lá atrás, chegou em alguns momentos a ser até a melhor.

Speaker #3: Hoje a gente enxerga que 8% de inflação para 2026 está com uma visibilidade bastante boa. Isso. Bom, Igor, sobre o fluxo de caixa, eu acho que a gente não tem guidance específico sobre isso.

Speaker #3: Você sabe, para o ano, nem para o segundo semestre. Mas o que a gente pode dizer é quando você olha qualquer série longa, qualquer uma, nós fizemos essa análise desde 2009.

Speaker #3: O início do programa Minha Casa Minha Vida. Então, qualquer série longa que você faça uma média móvel de 3 a 5 anos, a Tenda, ela tem a segunda melhor conversão de caixa do setor.

Speaker #3: Lá atrás, chegou, em alguns momentos, a ser até a melhor. E, recentemente, tiveram empresas que abriram capital mais recentemente, então a gente não consegue trazer essa série lá de trás.

Luiz Mauricio Garcia: Recentemente, tiveram empresas que abriram capital mais recente, a gente não consegue trazer essas séries lá de trás. A gente tem a segunda melhor conversão de lucro/caixa. Quando a gente olha as variáveis para isso, que é uma VSO saudável, nesse patamar que nós miramos. Um ciclo construtivo curto e, consequentemente, bem vendido. Que a VSO reflete sobre isso. Não empregar capital em terreno antes do lançamento. Ter uma disciplina para seja permuta ou pagamentos parcelados após o lançamento, que predominem isso. Todas essas principais variáveis e um Pró-Soluto sob controle. De novo, o nosso Pró-Soluto lá no passado chegou a 14%, ele está em 10% e nós miramos reduzir. Acho que são variáveis todas que ajudam nesse ciclo de conversão, entre outras. Mas mencionei aqui algumas.

Speaker #3: Então, a gente tem a segunda melhor conversão de lucro caixa. Então, e quando a gente olha as variáveis para isso, que é uma VSO saudável, nesse patamar que nós miramos.

Speaker #3: ciclo construtivo curto e consequentemente bem vendido, que é a VSO reflete sobre isso. Não empregar capital em terreno antes do lançamento. Então, ter uma disciplina para seja permuta ou pagamentos parcelados após o lançamento.

Speaker #3: O que predomina em isso. Então, todas essas principais variáveis e próximo luto sobre controle, de novo, a gente o nosso próximo luto lá no passado chegou a 14%, ele está em 10, nós miramos reduzir.

Speaker #3: Acho que são variáveis todas que ajudam nesse ciclo de conversão. Entre outras, mas enfim, mencionei aqui algumas. Então, como a gente espera manter todas essas variáveis em patamares saudáveis, ou seja, que contribuem positivamente para essa conversão, a gente acredita que a companhia tem tudo para se manter pelo menos em segundos, aqui, entre as empresas de baixa renda listadas em bolsa, nessa conversão de lucro em caixa.

Luiz Mauricio Garcia: Como a gente espera manter todas essas variáveis em patamares saudáveis, ou seja, que contribuem positivamente para essa conversão, a gente acredita que a companhia tem tudo para se manter, pelo menos em segundo, entre as empresas de baixa renda listadas em bolsa, nessa conversão de lucro em caixa. A gente espera manter uma boa conversão, como tem acontecido. Eu queria citar mais um elemento importante nessa conversão, que é o conservadorismo contábil. Que é o nosso lucro, ele de fato, talvez até tenha um upside risk maior do que um downside risk. É um lucro que a gente tem uma bastante convicção dele.

Speaker #3: A gente espera manter uma boa conversão como tem acontecido. Eu queria citar mais elemento importante nessa conversão, que é o conservadorismo contábil. Que é o nosso lucro, ele de fato talvez até tenha upside risk maior do que downside risk.

Speaker #3: Então, não é lucro que a gente tem bastante convicção dele. Super claro, pessoal. Obrigado. Obrigado pela pergunta, Igor. Não havendo mais perguntas, passo a palavra para o Osman, para Não tem mais?

Igor Machado: Super claro, pessoal. Obrigado.

[Company Representative] (Tenda): Obrigado pela pergunta, Igor. Não havendo mais perguntas, passo a palavra para o Osmo.

Luiz Mauricio Garcia: Não tem mais?

Speaker #3: Para as considerações finais. Bom, gente, acho que tem duas grandes manchetes aqui. A primeira, o Marcos. Acho que esse é o último call que o Marcos, ele está só como principal espectador.

[Company Representative] (Tenda): Para as considerações finais.

Luiz Mauricio Garcia: Bom, gente, acho que tem duas grandes manchetes aqui. A primeira, o Marcos. Acho que esse é o último call que o Marcos está só como principal espectador. No próximo, acho que ele vai ter um protagonismo muito maior. Ele está sedento pra ter esse protagonismo maior. CEO que é CEO não aguenta ficar só sentado assistindo. Acho que a gente vai ouvir o Marcos falar muito mais na próxima. Eu acho que a segunda grande mensagem é: não só o resultado foi muito bom do trimestre, mas eu acho que mais importante do que o resultado financeiro, foi a qualidade do resultado. Quando a gente olha os números financeiros da DRE e da geração de caixa, eles são números muito sólidos, mas o que está por trás desse número é um desempenho operacional muito bom.

Speaker #3: No próximo, acho que ele vai ter protagonismo muito maior. Ele está sedento para ter esse protagonismo maior. CEO que é CEO não aguenta ficar só sentado assistindo.

Speaker #3: Então, acho que a gente vai ouvir falar muito mais. O Marcos vai falar muito mais na próxima. E eu acho que a segunda grande mensagem é não só o resultado foi muito bom do trimestre, mas eu acho que o mais importante do que o resultado financeiro foi a qualidade do resultado.

Speaker #3: Quando a gente olha os números financeiros da DRE, e da geração de caixa, eles são números muito sólidos, mas o que está por trás desse número é desempenho operacional muito bom.

Luiz Mauricio Garcia: A gente revisou o guidance de vendas para cima, a gente tem ganhado preço raso, mais importante do que o preço nominal, o preço raso. Principalmente, a qualidade da execução das obras. Tem um gráfico que a gente colocou no release, que eu acho que talvez seja o gráfico mais importante da comunicação, que é a eficiência da estrutura. Como vocês viram, a gente tem um grau de provisão que a gente considera conservador, e a gente está assumindo que a gente pode ter desvios operacionais e a gente tem conseguido executar com uma qualidade muito grande. Esses 99.3% de eficiência na estrutura é um número excepcional, que a gente nunca conseguiu na história da companhia, e depois da gente ter crescido muito, de 30 jogos de forma no Q1 de 2025 para 42 jogos de forma no Q4 de 2025.

Speaker #3: A gente revisou o guidance de vendas para cima, a gente tem ganhado preço, preço raso, mais do que o mais importante do que o preço nominal, o preço raso.

Speaker #3: Mas principalmente a qualidade da execução das obras. Tem gráfico que a gente colocou no release, que eu acho que talvez seja o gráfico mais importante da comunicação, que é a essência da estrutura.

Speaker #3: A gente como vocês viram, a gente está tem grau de provisão que a gente considera conservador, e a gente está assumindo que a gente pode ter desvios operacionais, e a gente tem conseguido executar com uma qualidade muito grande.

Speaker #3: Esses 99,3% de eficiência na estrutura, é número excepcional. Que a gente nunca conseguiu na história da companhia, e depois da gente ter crescido muito de 30 jogos de forma no primeiro trimestre de 25 para 42 jogos de forma no quarto tri de 25.

Speaker #3: Então, assim, a empresa cresceu muito rápido, e conseguiu manter uma eficiência operacional importante. E a outra acho que tema que permeou bastante desse call foi o conservadorismo contábil da Tenda nos seus números.

Luiz Mauricio Garcia: A empresa cresceu muito rápido e conseguiu manter uma eficiência operacional importante. Acho que um tema que permeou bastante desse call foi o conservadorismo contábil da Tenda nos seus números. Quando eu falo da qualidade dos números, ele está amparado em uma eficiência operacional muito grande, a execução da operação mesmo, e numa contabilidade que a gente entende que é uma contabilidade, óbvio que se o contexto mudar, a gente revê, mas a gente não enxerga nenhum grande fantasma aqui no armário. A gente aumentou a PDD nesse trimestre de 2% para 3%. A gente está com uma provisão de inflação que a gente sempre teve num viés um pouco mais conservador do que o mercado ao longo desse ano, e hoje a gente entende que os 8% são bastante razoáveis.

Speaker #3: Então, quando eu falo da qualidade dos números, ele está amparado em uma eficiência operacional muito grande. A execução da operação mesmo, e de uma contabilidade que a gente entende que é uma contabilidade óbvio que vão assim, o seu contexto mudar, a gente prevê, mas ele a gente não enxerga nenhum grande fantasma aqui no armário.

Speaker #3: Então, a gente aumentou a PDD nesse trimestre de 2 para 3%, a gente teve está com uma provisão de inflação que a gente sempre teve num viés pouco mais conservador do que o mercado ao longo desse ano, e hoje a gente entende que os 8% são bastante razoáveis.

Luiz Mauricio Garcia: A gente viu uma safra importante de entregas de obras nesse trimestre, que vieram junto com elas uma reversão de provisão de eventuais, que a gente segura 50% dessa provisão de eventuais até o término da obra, o que mostrou que ex post a gente teve um conservadorismo legal nessas obras. Eu acho que foi um resultado muito consistente. Estamos muito felizes com o resultado desse trimestre. Acho que é isso. Muito bem. Obrigado a todos.

Speaker #3: E a gente viu uma safra importante de entregas de obras nesse trimestre, que vieram junto com elas uma reversão de provisão de eventuais. A gente segura 50% dessa provisão de eventuais até o término da obra, o que mostrou que, expostos, a gente teve conservadorismo legal nessas obras.

Speaker #3: Então, eu acho que foi um resultado muito, muito consistente. Estamos muito felizes com o resultado desse trimestre. Acho que é isso. Muito bem. Obrigado a todos.

[Company Representative] (Tenda): Obrigado, Osmo. Obrigado, Marcos. Obrigado, Luiz. Obrigado a todos pela participação no nosso call. Nós iremos encerrar a nossa transmissão.

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