Q2 2026 MRV Engenharia e Participacoes SA Earnings Call
Speaker #1: Senhoras e senhores, bom dia. Obrigada por aguardarem e sejam bem-vindos à teleconferência para analistas e investidores da MRV sobre os resultados do 2º trimestre de 2026.
Speaker 1: Senhoras e senhores, bom dia. Obrigada por aguardarem e sejam bem-vindos à teleconferência para analistas e investidores da MRV sobre os resultados do Q2 de 2026. Estão presentes os senhores presidentes Rafael Menin e Eduardo Fischer, e o senhor diretor-executivo de Finanças e RI, Ricardo Paixão. Informamos que todos os participantes estarão apenas ouvindo a conferência durante a apresentação da empresa. Em seguida, iniciaremos a sessão de perguntas e respostas, quando mais instruções serão fornecidas. Para abrir a videoconferência de resultados do Q2 de 2026, passo a palavra para o presidente, senhor Rafael Menin.
Speaker #1: Estão presentes os senhores presidentes Rafael Menin e Eduardo Fischer, e o senhor diretor-executivo de finanças e RI, Ricardo Paixão. Informamos que todos os participantes estarão apenas ouvindo a conferência durante a apresentação da empresa.
Speaker #1: Em seguida, iniciaremos a sessão de perguntas e respostas, quando mais instruções serão fornecidas. Para abrir a videoconferência de resultados do 2o trimestre de 2026, passo a palavra para o presidente, senhor Rafael Menin.
Speaker #2: Bom dia a todos. Obrigado pela presença e, mais call de resultados da MRV. O 2o trimestre confirmou aquilo que temos calls: a estratégia de simplificação do MRV Call está entregando resultado nas duas frentes mais importantes.
Speaker 2: Bom dia a todos. Obrigado pela presença em mais um call de resultados da MRV. O Q2 confirmou aquilo que temos repetido nos últimos calls. A estratégia de simplificação da MRV&Co está entregando resultado nas duas frentes mais importantes: rentabilidade crescente na operação brasileira e desalavancagem acelerada por meio da reciclagem de ativos das subsidiárias. Começo pelo número que resume o semestre. A MRV&Co gerou BRL 470 milhões de caixa. Na MRV Corporação, a margem bruta atingiu 31.2%, o maior patamar dos últimos sete anos, e ainda abaixo da margem bruta de novas vendas, hoje perto de 35%, um gap que será fechado ao longo dos próximos trimestres. A receita líquida dos últimos 12 meses atingiu BRL 10.8 bilhões e as vendas líquidas somaram BRL 10.3 bilhões no mesmo período, um recorde histórico. Receita, EBITDA e lucro seguem crescendo a cada trimestre.
Speaker #2: Rentabilidade crescente na operação brasileira e desalavancagem acelerada por meio da reciclagem de ativos da subsidiária. Começo pelo número que resume o semestre: a MRV gerou R$470 milhões de caixa.
Speaker #2: Na MRV Incorporação, a margem bruta atingiu R$ 31,2%, o maior patamar dos últimos 7 anos. E ainda abaixo da margem bruta de novas vendas hoje, perto de R$ 35%.
Speaker #2: gap que será fechado ao longo dos próximos trimestres. A receita líquida dos últimos 12 meses atingiu R$ 10,8 bilhões e as vendas líquidas somaram R$ 10,3 bilhões no mesmo período.
Speaker #2: recorde histórico. Receita/EBITDA e lucro seguem crescendo, a cada trimestre. Esses números são resultado de uma série de iniciativas que cada área de negócio executou e continua implementando.
Speaker 2: Esses números são resultado de uma série de iniciativas que cada área de negócio executou e continua implementando. Continuamos adicionando outras medidas que resultarão no aumento contínuo na rentabilidade e na geração de caixa. No desenvolvimento imobiliário, praticamente todo o land bank é comprado via permuta e os terrenos são cada vez mais eficientes, originados com margens superiores às das vendas feitas neste trimestre. Esperamos também que o estoque pago de terrenos caia BRL 200 milhões neste ano de 2026. Na produção, convertemos a complexidade da construção em uma operação industrial com padronização e sequenciamento. É uma operação madura. Nos últimos cinco anos, construímos 185 mil apartamentos e hoje temos um pace de 170 apartamentos por dia útil, com o menor risco de execução do setor. O nosso custo variou bem abaixo da inflação nos últimos anos e acreditamos fortemente que conseguiremos adicionar ainda mais eficiência nos próximos anos.
Speaker #2: Continuamos adicionando outras medidas que resultarão no aumento contínuo na rentabilidade e na geração de caixa. No desenvolvimento imobiliário, praticamente todo o Land Bank é comprado via permuta.
Speaker #2: E os terrenos são cada vez mais eficientes, originados com margens superiores às das vendas feitas neste trimestre. Esperamos também que o estoque pago de terrenos caia 200 milhões neste ano de 2026.
Speaker #2: Na produção, convertemos a complexidade da construção em uma operação industrial com padronização e sequenciamento. É uma operação madura, nos últimos 5 anos construímos 185 mil apartamentos, e hoje temos PACE de 170 apartamentos por dia útil.
Speaker #2: Com menor risco de execução do setor. O nosso custo variou bem abaixo da inflação nos últimos anos, e acreditamos fortemente que conseguiremos adicionar ainda mais eficiência nos próximos anos.
Speaker #2: No comercial, preço e pro soluto tiveram uma grande evolução até aqui. Os preços seguem sendo reajustados no mínimo em linha com a inflação. Protegendo a margem bruta futura.
Speaker 2: No comercial, preço e Pro Soluto tiveram uma grande evolução até aqui. Os preços seguem sendo reajustados, no mínimo, em linha com a inflação, protegendo a margem bruta futura. No Pro Soluto, o foco agora está no crédito pós-chaves. O principal foco atual do comercial está no aumento das vendas brutas e, consequentemente, no volume de repasses. O fortalecimento continuado da Superhouse e a manutenção do Canal Imobi são as alavancas principais para atingirmos esses objetivos. A equalização entre repasse e produção terá como consequência uma aceleração da evolução da rentabilidade e, principalmente, um novo padrão de geração de caixa. Nas subsidiárias, o trimestre foi marcado por eventos relevantes. A Luggo assinou um MoU para a venda dos seus três empreendimentos já construídos, no valor de BRL 166 milhões. Esses ativos foram vendidos acima do valor contábil.
Speaker #2: E no pro soluto, o foco agora está no crédito pós-chaves. O principal foco atual do comercial está no aumento das vendas brutas e consequentemente no volume de repasses.
Speaker #2: O fortalecimento continuado da super house e a manutenção do canal imóvel são as alavancas principais para atingirmos esses objetivos. A equalização entre repasse e produção terá como consequência uma aceleração da evolução da rentabilidade e, principalmente, novo padrão de geração de caixa.
Speaker #2: Na subsidiárias, o trimestre foi marcado por eventos relevantes. A Lugo assinou MOU para a venda dos seus 3 empreendimentos já construídos, no valor de R$ 166 milhões.
Speaker #2: E esses ativos foram vendidos acima do valor contábil. Já a Urba entregou o melhor 2o trimestre de vendas de sua história, com crescimento de 50% em relação ao ano passado.
Speaker 2: A Urba entregou o melhor segundo trimestre de vendas de sua história, com crescimento de 50% em relação ao ano passado e uma margem bruta de 47.3%. Passando para a nossa subsidiária americana, a Resia, fizemos dois anúncios muito importantes. Em junho, a venda dos empreendimentos Ten Oaks e Resia Rayzor Ranch por $139 million, transação já liquidada no mês de julho. Agora em agosto, anunciamos a venda de ativos adicionais por $170 million. Com isso, chegamos a BRL 2 billion de vendas no ano, que representarão BRL 1.5 billion de geração de caixa para a MRV&Co. Uma redução de 30% da alavancagem frente ao fim de 2025. Seguimos com total convicção na estratégia e no caminho para construir a melhor MRV da história. Agradeço ao nosso time pelo trabalho nessa jornada. Agora passo a palavra ao Kaká.
Speaker #2: E uma margem bruta de 47,3%. Passando para a nossa subsidiária americana, a Resia, fizemos dois anúncios muito importantes. Em junho, a venda dos empreendimentos Tenokes e Razor Ranch por R$ 139 milhões (transação já liquidada no mês de julho).
Speaker #2: E agora, em agosto, anunciamos a venda de ativos adicionais por R$ 170 milhões. Com isso, chegamos a R$ 2 bilhões de vendas no ano, que representarão R$ 1,5 bilhão de geração de caixa para a MRV Call.
Speaker #2: É uma redução de 30% da alavancagem frente ao fim de 2025. Seguimos com total convicção na estratégia e no caminho para construir a melhor MRV da história.
Speaker #2: Agradeço ao nosso time pelo trabalho nessa jornada. Agora passo a palavra ao Kaká.
Speaker #3: Bom dia a todos. Obrigado, Rafael. Começo falando pouco mais sobre a operação da MRV Incorporação, que segue evoluindo e os dados do 2o trimestre mostram isto.
Speaker 3: Bom dia a todos. Obrigado, Rafael. Começo falando um pouco mais sobre a operação da MRV Incorporação, que segue evoluindo e os dados do segundo trimestre mostram isto. Tivemos BRL 2.75 billion de vendas líquidas, 11.3% superior ao Q1 de 2026, BRL 2.95 billion de VGV lançado no trimestre, em linha com o primeiro trimestre deste ano, e produzimos 10,900 unidades, 12% superior ao trimestre passado. Essa combinação de crescimento de vendas e produção impactou positivamente nos indicadores financeiros. A ROL fechou o Q2 de 2026 em BRL 2.75 billion, crescimento de 9% contra o Q2 de 2025, e de 7.4% na comparação com o Q1 desse ano. O indicador de despesas comerciais e gerais e administrativas, o SG&A, sobre ROL, teve uma melhora de 1 ponto percentual no H2 2026 versus um H2 2025, alcançando 14.2% nos primeiros seis meses do ano.
Speaker #3: Tivemos 2,75 bilhões de vendas líquidas (11,3% superior ao 1o T de 2026), 2,95 bi de VGV lançado no trimestre em linha com o 1o trimestre deste ano, e produzimos 10.900 unidades (12% superior ao trimestre passado).
Speaker #3: Esta combinação de crescimento de vendas e produção impactou positivamente nos indicadores financeiros. A Hall fechou o 2o T de 2026 em 2,75 bilhões, crescimento de 9% contra o 2o T de 2025, e de 7,4% na comparação com o 1o T deste ano.
Speaker #3: O indicador de despesas comerciais e gerais e administrativas, o SG&A, sobre Hall, teve uma melhora de 1 ponto percentual no S26 versus S25, alcançando 14,2% nos primeiros 6 meses do ano.
Speaker #3: O lucro líquido ajustado seguiu evoluindo no comparativo anual. No 2o T de 2026, alcançamos 155 milhões de reais, uma alta de 17% na comparação trimestral e de 28% na comparação anual.
Speaker 3: O lucro líquido ajustado seguiu evoluindo no comparativo anual. No Q2 de 2026, alcançamos BRL 155 million, uma alta de 17% na comparação trimestral e de 28% na comparação anual. No semestre, o lucro líquido ajustado somou BRL 288 million, ante BRL 139 million acumulados nos primeiros seis meses de 2025. Passando agora para os indicadores de balanço, ressalta a geração de caixa ajustada de BRL 149 million, crescimento de 27% comparado ao Q1 de 2026, e reversão da queima de caixa do Q2 de 2025 de BRL 36 million. No semestre, a geração de caixa somou BRL 266 million, ante queima de BRL 87 million no H2 2025. O indicador dívida líquida EBITDA anualizado da operação Brasil caiu para 1.08x. Redução de 15% contra 1.27x do Q2 de 2025 e de 45% contra o Q2 de 2024, quando era de quase 2x.
Speaker #3: No semestre, o lucro líquido ajustado somou 288 milhões de reais, antes 139 milhões, acumulados no 1o 6 meses de 2025. Bom, passando agora para os indicadores de balanço, ressalto a geração de caixa ajustada de 149 milhões de reais, crescimento de 27% comparado a 1o T de 2026, e reversão da queima de caixa do 2o T de 2025 de 36 milhões de reais.
Speaker #3: No semestre, a geração de caixa somou 266 milhões, antes de queima de 87 milhões no S25. O indicador dívida líquido/EBITDA anualizado da operação Brasil caiu para 1,08 vezes, redução de 15% contra 1,27 vezes do 2o T de 2025 e de 45% contra o 2o T de 2024, quando era de quase 2 vezes.
Speaker #3: Falando agora sobre a subsidiária norte-americana, a Resia segue firme em seu plano de desalavancagem, com vendas aceleradas de seus empreendimentos mesmo antes da estabilização.
Speaker 3: Falando agora sobre a subsidiária norte-americana. A Resia segue firme em seu plano de desalavancagem, com vendas aceleradas de seus empreendimentos mesmo antes da estabilização. Em junho, anunciamos as vendas dos empreendimentos legados Ten Oaks e Resia Rayzor Ranch, pelo valor combinado de $139 milhões, já liquidada em julho. Em seguida, no dia 6 de agosto, anunciamos a assinatura dos contratos de compra e venda para alienação do último projeto legado, o Memorial, além de mais cinco terrenos por um valor total de $170 milhões, com a liquidação prevista para os próximos meses. Somadas às vendas já anunciadas no ano, a redução total da dívida líquida da Resia soma $290 milhões, dos quais $62 milhões recebidos no Q1 2026, $87 milhões recebidos no Q3 2026 e $141 milhões a serem recebidos nos próximos meses. Para fechar, gostaria de passar para alguns indicadores consolidados.
Speaker #3: Em junho, anunciamos as vendas dos empreendimentos legados Tenokes e Razor Ranch pelo valor combinado de R$ 139 milhões, já liquidada em julho. Em seguida, no dia 6 de agosto, anunciamos a assinatura dos contratos de compra e venda para eliminação do último projeto legado, o Memorial.
Speaker #3: Além de mais 5 terrenos por valor total de R$ 170 milhões, com a liquidação prevista para os próximos meses. Somadas as vendas já anunciadas no ano, a redução total da dívida líquida da Resia soma R$ 290 milhões, dos quais R$ 62 milhões recebidos no 1o T de 2026, R$ 87 milhões recebidos no 3o T de 2026 e R$ 141 milhões a serem recebidos nos próximos meses.
Speaker #3: Para fechar, gostaria de passar por alguns indicadores consolidados. A MRV Inco. teve geração de caixa de R$ 467 milhões no semestre, e com isso a dívida líquida consolidada caiu de 6,3 bilhões de reais no fim de 2025 para R$ 5,9 bilhões em 30/06.
Speaker 3: A MRV&Co teve geração de caixa de BRL 467 milhões no semestre e com isso, a dívida líquida consolidada caiu de BRL 6.3 bilhões no fim de 2025 para BRL 5.9 bilhões em 30 June. A geração de caixa proveniente das vendas dos projetos Ten Oaks e Resia Rayzor Ranch, cujos recursos foram recebidos em julho. Somada à geração de caixa da venda de ativos da Luggo de BRL 150 milhões e ainda aos BRL 719 milhões de geração das vendas proveniente da venda do projeto Memorial e dos cinco terrenos anunciados em 6 August, levarão a dívida líquida para BRL 4.6 bilhões, uma redução de quase 30% versus o fim de 2025. O indicador de cobertura de dívidas, medido pela dívida líquida mais imóveis a pagar sobre patrimônio líquido, melhorou, fechando em 0.57 vez, contra o limite superior de 0.65. Passamos agora para a sessão de perguntas e respostas. Obrigado.
Speaker #3: A geração de caixa proveniente das vendas dos projetos Tenokes e Razor Ranch, cujos recursos foram recebidos em julho, somada à geração de caixa da venda de ativos da Lugo de R$ 150 milhões, e ainda aos R$ 719 milhões de geração das vendas provenientes da venda do projeto Memorial e dos 5 terrenos anunciados em 6/08, levarão a dívida líquida para R$ 4,6 bi, uma redução de quase 30% versus o fim de 2025.
Speaker #3: indicador de covenant de dívidas, medido pela dívida líquida mais imóveis a pagar, sobre o patrimônio líquido, melhorou. Fechando em 0,57 vezes. Contra o limite superior de 0,65.
Speaker #3: Passamos agora para a seção de perguntas e respostas. Obrigado.
Speaker #1: Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas. Caso deseje fazer alguma pergunta, por favor, pressione o botão "levantar a mão". Se a sua pergunta for respondida, você pode sair da fila clicando sobre "abaixar a mão".
Speaker 2: Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas. Caso deseje fazer alguma pergunta, por favor, pressione o botão "levantar a mão". Se a sua pergunta for respondida, você pode sair da fila clicando sobre "abaixar a mão". Nossa primeira pergunta vem do senhor Gustavo Cambauva, do BTG Pactual. Por favor, senhor Gustavo, pode prosseguir.
Speaker #1: Nossa primeira pergunta vem do senhor Gustavo Cambaúva, do BTG Pactual. Por favor, senhor Gustavo. Pode prosseguir.
Speaker 4: Oi, bom dia a todos. Eu queria fazer duas perguntas aqui. A primeira em relação à Resia. Vocês anunciaram uma série de vendas de ativos. Eu queria entender um pouquinho, até na dinâmica de vocês agora terem vendido alguns ativos antes mesmo da estabilização, entender um pouquinho o que talvez mudou no racional da companhia. Quer dizer, entender se a ideia aqui é liquidar o mais rápido possível mesmo, eventualmente, mesmo que não capture o máximo de preço, esperando a locação total dos projetos. E também eu queria entender um pouquinho como é que vocês estão vendo a questão do imobilizado que vocês têm ali, e os ativos que faltam.
Speaker #4: Oi, bom dia a todos. Eu queria fazer duas perguntas aqui. A primeira em relação à Resia, vocês anunciaram uma série de vendas de ativos.
Speaker #4: E aí eu queria entender um pouquinho, até na dinâmica de vocês agora terem vendido alguns ativos antes mesmo da estabilização. Entender um pouquinho o que talvez mudou no racional da companhia, quer dizer, se entender se a ideia aqui é liquidar o mais rápido possível mesmo, eventualmente mesmo que não capture o máximo de preço, esperando a alocação total dos projetos.
Speaker #4: E também eu queria entender pouquinho como é que vocês estão vendo a questão do imobilizado que vocês têm ali e os ativos que faltam, quanto tempo talvez, dado não sei se de fato dá para falar que mudou a cabeça, mas se vocês realmente acham que vamos dizer, com essa nova estratégia de vender tudo antes da estabilização, se a gente pode imaginar que o processo de investimento total aqui vai ser mais rápido, se vocês têm aí talvez horizonte para o desenvolvimento total, entender mais pouquinho isso na Resia.
Speaker 4: Não sei se de fato dá para falar que mudou a cabeça, mas se vocês realmente acham que com essa nova estratégia de vender tudo antes da estabilização, se a gente pode imaginar que o processo de desinvestimento total vai ser mais rápido, se vocês têm talvez um horizonte para o desinvestimento total, entender mais um pouquinho isso na Resia. Eu tenho uma pergunta aqui também em relação à operação do Brasil. O Rafael até falou um pouquinho na abertura, esse processo todo de simplificação da companhia, de saída de algumas praças, de redução de KPIs, redução do número de tipologias que vocês fazem, número de jogo de forma, etc.
Speaker #4: E aí eu tenho uma pergunta aqui também em relação ao Brasil, à operação do Brasil. O Rafael até falou um pouquinho ali na abertura, esse processo todo de, vamos dizer, simplificação da companhia, de saída de algumas praças, de redução de KPIs, desculpa, redução do número de tipologias que vocês fazem, número de jogo de forma, etc.
Speaker 4: Entender um pouquinho o quanto que vocês já estão vendo disso de impacto na operação, seja em margem bruta dos projetos, por conta dessa simplificação, ou também redução de SG&A, de estrutura, enfim, o que dá já para falar um pouquinho talvez dos benefícios que vocês estão colhendo com essa simplificação da operação? Obrigado, bom dia.
Speaker #4: Entender um pouquinho o quanto que vocês já estão vendo disso, de talvez impacto na operação, seja em margem bruta dos projetos por conta dessa simplificação ou também redução de G&A, de estrutura, enfim, o que dá já para falar um pouquinho, talvez, dos benefícios aí que vocês estão colhendo com essa simplificação da operação.
Speaker #4: Obrigado, bom dia.
Speaker #2: Cambaúva, bom dia. Vamos começar aqui pela Resia. A Resia anunciou nesse ano já uma venda de R$ 400 milhões. valor muito importante. E só essas vendas anunciadas terão como impacto uma redução de 28% na alavancagem da MRV, número superimportante.
Speaker 2: Mauro, bom dia. Vamos começar pela Resia. A Resia anunciou este ano já uma venda de $400 milhões. Um valor muito importante. Só essas vendas anunciadas terão como impacto uma redução de 28% na alavancagem da MRV. É um número super importante, mas obviamente, a gente está priorizando caixa, em relação ao valor do ativo. Se a gente tivesse optado por fazer uma venda mais cadenciada ou num timing mais propício ao que o mercado deve evoluir nos próximos trimestres. Você citou o caso do ativo vendido não estabilizado, é um terreno que a gente vendeu num processo mais acelerado. É claro que a gente deixa dinheiro na mesa, mas, por outro lado, nós vamos ter uma geração de caixa só nesses ativos de BRL 1.5 bilhão, que é muito dinheiro, é muito representativo. O próximo ativo a ser vendido deve ser o Golden Glades.
Speaker #2: Mas, obviamente, a gente está priorizando o caixa em relação ao valor do ativo. Se a gente fizesse, ou se a gente tivesse optado por fazer uma venda mais cadenciada ou no timing mais propício ao que o mercado deve evoluir nos próximos trimestres, você citou aí o caso do ativo vendido não estabilizado, terreno que a gente vendeu num processo mais acelerado, é claro que a gente deixa dinheiro na mesa, mas, por outro lado, nós vamos ter uma geração de caixa só nesses ativos de 1,5 bilhão de reais, que é muito dinheiro, é muito representativo.
Speaker #2: O próximo ativo a ser vendido deve ser o Golden Glades. Esse é um ativo diferente dos outros porque ele tem uma performance de aluguel muito boa, tem NOI positivo, está em um mercado muito forte, com pouca oferta e muita demanda. Então, muito em breve, a gente deve começar o processo de marketing do ativo, o que não significa que a venda acontecerá neste ano.
Speaker 2: Esse é um ativo diferente dos outros, porque ele tem uma performance de aluguel muito boa, tem um NOI positivo. Ele está no mercado muito forte, com pouca oferta e muita demanda. Então muito em breve a gente deve começar o processo de marketing do ativo, o que não significa que a venda acontecerá ainda este ano. Pode ser que a gente consiga fazer, sim, a venda dele ainda no ano de 2026, mas não dá para cravar. Nós temos ainda três terrenos que não foram vendidos. Que eu chamaria de uma cauda longa e provavelmente essa cauda mais longa, terrenos, esses outros ativos, uma parte importante deverá ser liquidada ao longo do ano de 2027. Ou seja, do que a gente se propôs a vender. A gente tem sido muito vocal nos últimos trimestres, que a prioridade é caixa. A maior parte vai acontecer neste ano.
Speaker #2: Pode ser que a gente consiga fazer sim a venda dele ainda no ano de 2026, mas não dá para cravar. Nós temos ainda dois terrenos, três terrenos que não foram vendidos, que eu chamaria de uma cauda longa, e provavelmente essa cauda mais longa, terrenos, esses outros ativos, é uma parte importante e deverá ser liquidada ao longo do ano de 2027, ok?
Speaker #2: Ou seja, do que a gente se propôs a vender, a gente tem sido muito vocal aí nos últimos trimestres que a prioridade é caixa. A maior parte vai acontecer neste ano e vai ficar valor residual menor para o ano de 2027.
Speaker 2: E vai ficar um valor residual menor para o ano de 2027. Talvez sobre um último ativo, que não dá para cravar que a gente vai vender no ano de 2027, que é o North City, na cidade de Dallas. Esse ativo não está consolidado no nosso balanço. No momento da venda, o resultado que nós temos como o investimento no equity acontecerá. Mas isso talvez aconteça só no ano de 2028. Agora falando em relação ao Brasil. Você perguntou da construção, mas a gente vem avançando na construção, no departamento de produção, no comercial e também no DI. A gente tentou ser bem didático no MRV Day, a gente falou novamente na apresentação, que todas as três áreas de negócio estão avançando a cada trimestre.
Speaker #2: E aí talvez sobre último ativo, que não dá para cravar que a gente vai vender no 2027, no ano de 2027, que é o New North Town, que é ativo que a gente não está consolidado, que não está consolidado com o North City, na cidade de Dallas.
Speaker #2: Esse ativo não está consolidado no nosso balanço, e aí no momento da venda, o resultado que nós temos como o investimento no equity, ele acontecerá?
Speaker #2: Mas esse talvez aconteça só no ano de 2028, no começo de 2028. Agora, falando em relação à Brasil, você perguntou da construção, mas a gente vem avançando na construção, no departamento de produção, no comercial e também no DI.
Speaker #2: A gente foi muito a gente tentou ser bem didático no MRV DI, a gente falou novamente aí na apresentação, que todas as três áreas de negócio estão avançando a cada trimestre, acho que dado relevante é o nosso custo de construção nos últimos três anos, ele subiu muito pouco por volta de 3%, numa inflação de quase 20%.
Speaker 2: Acho que um dado relevante é o nosso custo de construção nos últimos 3 anos, ele subiu muito pouco, por volta de 3%, numa inflação de quase 20%. Então dá para entender a magnitude do que já foi feito. Mas olhando para frente, a gente ainda enxerga oportunidades importantes na produção, no comercial. O comercial tem como foco maior acelerar o volume de vendas. O DI também vem comprando terrenos cada vez mais eficientes, majoritariamente em permuta. Então eu estou muito convicto que o que foi feito nos últimos 3 anos, o que a gente está fazendo e o que está no pipeline de projetos a serem executados por essas três áreas de negócio, vai nos colocar no melhor patamar da indústria em relação à qualidade operacional.
Speaker #2: Então, dá para entender a magnitude do que já foi feito. Mas e olhando para frente, a gente ainda enxerga oportunidades importantes na produção, no comercial.
Speaker #2: Aí o comercial tem como foco maior acelerar o volume de vendas, o DI também vem comprando terrenos cada vez mais eficientes e majoritariamente em permuta.
Speaker #2: Então, assim, eu estou muito convicto que foi feito nos últimos três anos que a gente está fazendo e o que está no pipeline de projetos a serem executados por essas três áreas de negócio, vão nos colocar no melhor patamar da indústria em relação à qualidade operacional.
Speaker #2: E vale lembrar aí também que a gente, a única empresa que opera numa escala de fato grande e dispersa nacionalmente, de uma forma muito madura.
Speaker 2: Vale lembrar também que a gente é a única empresa que opera numa escala, de fato, grande e disperso nacionalmente de uma forma muito madura. Ninguém faz 40 mil unidades por ano há 10 anos como a MRV. A gente deu uma derrapada ali no Covid? Demos. É óbvio, já falamos muitas vezes. Mas de 2, 3 anos para cá, o dever de casa feito pelo nosso time e o que está sendo desenvolvido por nós, eu tenho uma convicção absoluta que a MRV voltará a ser a melhor empresa do setor. Já é a maior, continua sendo a maior. Os nossos desafios operacionais são muito menores que qualquer empresa do segmento de home builder no Brasil. Então é questão de tempo para a gente voltar a entregar resultados maravilhosos em relação à rentabilidade, retorno sobre o capital investido, geração de caixa, uma alavancagem muito baixa.
Speaker #2: Ninguém faz 40 mil unidades por ano há 10 anos como MRV. A gente deu uma derrapada ali no COVID, demos, é óbvio, já falamos muitas vezes, mas de dois, três anos para cá, por dever de casa, feito pelo nosso time.
Speaker #2: E o que está sendo desenvolvido por nós, eu tenho uma convicção absoluta que a MRV voltará a ser a melhor empresa do setor, já é maior, continua sendo a maior, e os nossos desafios operacionais são muito menores de qualquer empresa do segmento home builder no Brasil.
Speaker #2: Então, é questão de tempo para a gente voltar a entregar resultados maravilhosos em relação à rentabilidade, retorno sobre o capital investido, geração de caixa, uma alavancagem muito baixa.
Speaker #2: Então, eu, Eduardo e o nosso time, a gente está absolutamente convicto de que, a cada trimestre, os resultados vão ser melhores e, muito em breve, a MRV voltará a ser, com boa vantagem, a melhor empresa do setor de habitação econômica do Brasil.
Speaker 2: Então eu, Eduardo, e o nosso time, a gente está absolutamente convicto que a cada trimestre os resultados vão ser melhores e muito em breve a MRV voltará a ser, com uma boa vantagem, a melhor empresa do setor de habitação econômica do Brasil.
Speaker #1: Que tal? Ótimo. Obrigado, Rafael. Bom dia.
Speaker 4: Tá ótimo. Obrigado, Rafael. Bom dia.
Speaker #2: Bom dia.
Speaker 2: Bom dia.
Speaker #3: Nossa próxima pergunta vem do senhor Tainan Costa, da UBS. Por favor, senhor Tainan, pode prosseguir.
Speaker 5: Nossa próxima pergunta vem do senhor Tainan Costa, da UBS. Por favor, senhor Tainan, pode prosseguir.
Speaker #1: Bom dia, Menin. Fischer KK. Eu queria explorar aqui pouquinho a temática aqui de cenário de inadimplência, essas notícias que a gente tem visto, as famílias mais endividadas, piora aqui de asset quality dos bancos, acho que dentro da parte aqui bancária de vocês, entre aspas aqui, como que vocês estão enxergando hoje as premissas que vocês têm utilizado de provisionamento para a carteira de pró-soluto de vocês?
Speaker 6: Bom dia, Menin, Fischer, Cacá. Eu queria explorar aqui um pouquinho a temática de cenário de inadimplência. Essas notícias que a gente tem visto, as famílias mais endividadas, piora de asset quality dos bancos. Acho que dentro da parte bancária de vocês, entre aspas, como que vocês estão enxergando hoje as premissas que vocês têm utilizado de provisionamento para carteira de Pro Soluto de vocês? Se conseguirem dar um pouco mais de granularidade aqui, atualizar a gente, como é que está esse provisionamento médio, como é que está o NPL dessa carteira, como que ele tem se comportado aqui ao longo de 2025, agora na ponta em 2026, se estão vendo algum nível de piora ou não.
Speaker #1: Se conseguirem dar pouco mais de granularidade aqui, atualizar a gente, como é que está esse provisionamento médio, como é que está o NPL dessa carteira, como que ele tem se comportado aqui ao longo de 2025, agora na ponta em 2026, se estão vendo algum nível de piora ou não.
Speaker #1: E pensando ainda dentro desse tema aqui, mas mais do lado da parte de recebíveis, se vocês têm sentido, na ponta aqui do investidor, algum nível de exigência maior na hora de negociar essas carteiras de pró-soluto, se eventualmente estão exigindo ali algum nível de garantia extra, se estão vendo taxas um pouco maiores do que estavam sendo comercializadas no começo do ano, em 2024.
Speaker 6: E pensando ainda dentro desse tema aqui, mas mais do lado da parte de recebíveis, se vocês têm sentido, na ponta do investidor, algum nível de exigência maior na hora de negociar essas carteiras de Pro Soluto, se eventualmente estão exigindo algum nível de garantia extra, se estão vendo taxas um pouco maiores do que estavam sendo comercializadas no começo do ano, em 2025. Acho que seriam esse tema aqui, pessoal. Obrigado.
Speaker #1: Acho que seriam esse tema aqui, pessoal. Obrigado.
Speaker #2: Está bom. Bom, vamos lá, Tainan. Ricardo falando aqui. Vamos lá, então, com relação ao cenário de inadimplência: o nosso provisionamento para os mesmos ratings tem se mantido constante ao longo do tempo. O que está acontecendo, até, não sei se você reparou, o nosso saldo de PDD dividido pelo quanto você recebeu caiu um pouquinho versus o número do final do ano passado.
Speaker 2: Bom, vamos lá, Tainan. Cacá falando aqui. Vamos lá. Com relação ao cenário de inadimplência, o nosso provisionamento para os mesmos ratings tem se mantido constante ao longo do tempo. O que está acontecendo, não sei se você reparou, o nosso saldo de PDD dividido pelo quanto a receber, ele cai um pouquinho versus o número do final do ano passado. Isso aqui é fruto de quê? A gente tem conseguido fazer uma carteira reduzindo o Pro Soluto pós-chave, o Pro Soluto B, que tem uma inadimplência notadamente mais alta do que do Pro Soluto A. Então no momento da venda, a provisão está ficando um pouco menor, porque a gente está conseguindo fazer uma venda mais concentrada em recebíveis pré-chave do que pós-chave. Do outro lado também, a gente tem selecionado melhor os clientes, focando mais a venda em clientes com ratings melhores.
Speaker #2: Isso aqui é fruto de quê? A gente tem conseguido fazer uma carteira reduzindo o pró-soluto pós-chave, o pró-soluto B, que tem uma inadimplência notadamente mais alta do que a do pró-soluto A.
Speaker #2: Então, no momento da venda, a provisão está ficando pouco menor, porque a gente está conseguindo fazer uma venda mais concentrada em recebíveis, pré-chave, do que pós-chave.
Speaker #2: Do outro lado também, a gente tem selecionado melhor os clientes, focando mais a venda em clientes com ratings melhores. Então, a gente hoje, o que a gente tem provisionado, ele está totalmente coberto, está muito em linha com o PDD real que a gente tem visto, e essa redução aí marginal no provisionamento, no saldo de PDD, ele é muito em função de uma melhor qualidade do crédito tanto de cliente melhor quanto mais concentrado também em recebível pré-chave.
Speaker 2: Então hoje, o que a gente tem provisionado está totalmente coberto, está muito em linha com o PDD real que a gente tem visto. E essa redução marginal no provisionamento, no saldo de PDD, é muito em função de uma melhor qualidade do crédito, tanto de um cliente melhor quanto mais concentrado também em recebível pré-chave. Referente às vendas de carteira, as cessões de recebíveis que a gente tem feito, acho que o nosso recebível tem performado muito bem. Os compradores são compradores recorrentes dessas operações. E não, a gente não tem visto pressão para poder subir taxa em função disso. A gente, na verdade, esperaria uma redução das taxas em função do behavior da carteira, mas acho que o lado macro ainda pesou um pouquinho, fazendo com que a carteira ficasse com as mesmas taxas de cessão que a gente tem feito ao longo dos últimos anos.
Speaker #2: Referente às vendas de carteira, as restrições de recebíveis que a gente tem feito, acho que nossos recebíveis têm performado muito bem, os compradores, eles são compradores recorrentes, dessas operações, e não, a gente não tem visto pressão para poder subir taxa em função disso.
Speaker #2: A gente, na verdade, esperaria uma redução das taxas em função do behavior da carteira, mas aí acho que o lado macro ainda pesou pouquinho fazendo com que a carteira ficasse com as mesmas taxas de sessão que a gente tem feito aí ao longo dos últimos anos.
Speaker #1: Não, perfeito, KK. Muito claro. Obrigado.
Speaker 6: Perfeito, Cacá, muito claro. Obrigado.
Speaker #2: Obrigado.
Speaker 2: Obrigado.
Speaker #3: Nossa próxima pergunta vem de Feni Orenghi, do Santander. Por favor, Feni, pode prosseguir.
Speaker 5: Nossa próxima pergunta vem de Fê Norenzi, do Santander. Por favor, Fêni, pode prosseguir.
Speaker #4: Oi, pessoal, tudo bem? Rafa, KK, Fischer. Eu tenho duas perguntas. Primeiro, eu queria pedir para vocês darem um update sobre a operação de Manaus, principalmente como é que vocês estão vendo o volume de repasses e vendas canceladas lá na região.
Speaker 7: Oi, pessoal, tudo bem? Rafa, Cacá, Fischer. Eu tenho duas perguntas. Primeiro, eu queria pedir para vocês darem um update sobre a operação de Manaus, principalmente como é que vocês estão vendo o volume de repasse e vendas canceladas lá na região. Além disso, eu queria entender qual a relevância dos programas estaduais, relevância que possui na venda de vocês. Como é que vocês veem esses programas estaduais evoluindo ao longo dos próximos meses? Dada também a questão fiscal de diversos estados que começa a aparecer. Acho que isso sempre existiu, mas acho que está ficando mais claro naqueles que têm programa estadual. O Rafael mencionou no discurso dele a questão da margem das novas vendas hoje em torno de 35%, e a margem reportada em 31.2%. Ele fala que espera fechar ao longo dos próximos trimestres.
Speaker #4: E, além disso, eu queria entender qual a relevância dos programas estaduais que possuem na venda de vocês, como é que vocês veem esses programas estaduais evoluindo ao longo dos próximos meses, dado também a questão fiscal de diversos estados que começam a aparecer.
Speaker #4: Acho que a gente sempre existiu, mas eu acho que está ficando mais claro aí naqueles que têm programa estadual. E aí também, Rafael mencionou no discurso dele, a questão da margem hoje das novas vendas, em torno de 35, e a margem reforçada em 31,2.
Speaker #4: E aí fala que espera fechar aí ao longo dos próximos trimestres. Sei que é difícil dar guidance com relação a isso, mas o que vocês acham factível a gente esperar quando a MRV Incorporação começa a chegar aí nesse patamar mais próximo aí dos 35% em termos de margem bruta?
Speaker 7: Sei que é difícil dar guidance com relação a isso, mas o que vocês acham factível a gente esperar quando a MRV Incorporação começa a chegar nesse patamar mais próximo dos 35% em termos de margem bruta? Então seriam essas minhas perguntas. Super obrigada.
Speaker #4: Então, seriam essas as minhas perguntas. Superobrigada.
Speaker #2: E Feni, bom dia. Vamos lá. Em relação a Manaus, a gente foi bem diligente e já no ano passado nós deixamos de vender usando o benefício teórico do cheque.
Speaker 2: Fani, bom dia. Vamos lá. Em relação a Manaus, a gente foi bem diligente e já no ano passado nós deixamos de vender usando o benefício teórico do cheque. Então toda a limpeza de base aconteceu ao longo do Q4 do ano passado e primeiro tri desse ano, tinha ficado um número muito reduzido. De lá para cá, a gente vem vendendo bem, repassando bem, e com margens superaltas. Então Manaus hoje é uma operação extremamente redonda para MRV. Em relação aos programas, o que a gente tem feito? A gente só começa a venda, por exemplo, surgiu agora um programa novo no estado de Alagoas. Tem uma discussão em outro estado do Nordeste também. Mas a gente só começa a vender depois que a gente tem a garantia que o processo está rodando bem.
Speaker #2: Então, toda a limpeza de base, ela aconteceu ao longo do quarto tri do ano passado e primeiro tri desse ano tinha ficado número muito reduzido.
Speaker #2: E de lá para cá, a gente vem vendendo bem, repassando bem, e com margens super altas. Então, Manaus hoje é uma operação extremamente redonda para a MRV.
Speaker #2: Em relação aos programas, o que a gente tem feito? A gente só começa a venda por exemplo, surgiu agora programa novo no estado de Alagoas.
Speaker #2: Tem uma discussão em outro estado do Nordeste também. Mas a gente só começa a vender depois que a gente tem a garantia que o processo está rodando bem.
Speaker #2: Então, posso te dizer que hoje a gente não tem nenhum problema em relação aos cheques estaduais. Todos estão rodando bem, e não temos nenhum passivo relacionado aos cheques.
Speaker 2: Então, posso te dizer que hoje a gente não tem nenhum problema em relação aos cheques estaduais. Todos estão rodando bem, e não temos nenhum passivo relacionado aos cheques. Agora, o que eu acho interessante? Está havendo uma maturação ou um pouco mais de maturidade na gestão dos programas estaduais. A maior parte dos governos tem provisionado ou tem carimbado uma verba anual para os programas. Então, dado que o recurso está orçado no orçamento anual, a gente entende que os programas vão ter recursos para garantir o repasse ou o subsídio até o fim do ano. E em alguns estados que a gente atua, inclusive, o que a gente está vendo é um volume menor do que o valor orçado no ano, o que é muito bom. Então, para o ano de 2026, eu diria que a gente está bem tranquilo, bem seguro.
Speaker #2: Agora, o que eu acho interessante? Está havendo uma maturação, ou um pouco mais de maturidade, na gestão dos programas estaduais. A maior parte dos governos tem provisionado, ou tem carimbado, uma verba anual para os programas.
Speaker #2: Então, dado que o recurso está orçado no orçamento anual, a gente entende que os programas vão ter recursos para garantir o repasse ou o subsídio até o fim do ano.
Speaker #2: E em alguns estados que a gente atua, inclusive, o que a gente está vendo é volume menor do que o valor orçado no ano. O que é muito bom.
Speaker #2: Então, para o ano de 26, eu diria que a gente está bem tranquilo, bem seguro. Obviamente, no ano que vem vai ter mudança de governo, os orçamentos não foram aprovados, então a gente não sabe o que virá pela frente.
Speaker 2: Obviamente, no ano que vem vai ter mudança de governo, os orçamentos não foram aprovados, então a gente não sabe o que virá pela frente. Mas sem surpresa para o ano de 2026. Em relação à margem bruta de novas vendas, a sua pergunta é boa, porque a gente interrompeu uma cadência que vinha há talvez 2 anos, de recuperação. No Q1, a gente argumentou, a gente deu abertura para vocês, que a gente mudou a expectativa de inflação futura, haja visto que o preço da energia subiu e tinha uma expectativa de subir ainda mais. Então, a MRV, como todo o setor, praticamente todas as empresas incorporaram uma inflação um pouco mais alta no futuro. Já no Q2, a cadência também foi um pouco mais lenta, porque a gente tinha uma quantidade de unidades, principalmente concentrada nas vendas flex, que têm margens mais altas.
Speaker #2: Mas, sem surpresa, para o ano de 26. Em relação à margem bruta de novas vendas, a sua pergunta é boa. Porque a gente interrompeu uma cadência que vinha aí há talvez há dois anos, de recuperação, no primeiro tri a gente argumentou, a gente deu abertura para vocês, que a gente mudou a expectativa de inflação futura, haja visto que o preço da energia tinha subido e tinha uma expectativa de subir ainda mais.
Speaker #2: Então, a MRV, como todo setor, praticamente todas as empresas incorporaram uma inflação pouco mais alta no futuro. Já no segundo tri, a cadência também foi pouco mais lenta, porque a gente tinha uma quantidade de unidades principalmente concentrada nas vendas flex, que têm margens mais altas, a gente preferiu ser pouco mais diligente e a gente acelerou o distrato dessas unidades e aí a cadência de recuperação também foi pouquinho mais lenta a margem subiu mais ou menos 20 bits.
Speaker 2: A gente preferiu ser um pouco mais diligente e a gente acelerou o distrato dessas unidades, e aí a cadência de recuperação também foi um pouquinho mais lenta. A margem subiu mais ou menos 20 bps. E daqui para frente, a gente tem uma expectativa muito forte, que a margem voltará a subir naquela cadência que a gente entregou em 2024 e 2025. Para que daqui a alguns trimestres, a margem bruta da companhia converja para a margem bruta de novas vendas atual, que é perto de 35%. E lembrando que essa margem já incorpora os juros. Ou seja, a margem ex-juros de 35% converge com uma margem de 38.5% ex-juros. Ok?
Speaker #2: E daqui para frente a gente tem uma expectativa muito forte que a margem voltará a subir naquela cadência que a gente já entregou aí em 24 e 25.
Speaker #2: Para que daqui a alguns trimestres a margem bruta da companhia converja para a margem bruta de novas vendas atual, que é perto de 35%.
Speaker #2: E lembrando que essa margem já incorpora os juros, ou seja, a margem ex-juros de 35% conversa com uma margem de 38,5 ex-juros. Ok?
Speaker #4: Perfeito, Rafa. Superobrigada. Só follow-up aqui na questão dos programas estaduais. Vocês podem dar uma magnitude para a gente mais ou menos quanto representa da tua venda esses programas?
Speaker 7: Perfeito, Rafael, super obrigada. Só um follow-up aqui na questão dos programas estaduais. Vocês podem dar uma magnitude para a gente, mais ou menos quanto representa da tua venda esses programas?
Speaker #2: Ô Fanny, eu não tenho o número aqui, mas eu vou te falar assim de bate-pronto. número com alguma margem de erro, mas para cá depois a gente fala com mais precisão.
Speaker 2: Fani, eu não tenho o número aqui, mas eu vou te falar assim de bate pronto, um número com alguma margem de erro, mas o Kaká depois te fala com mais precisão, mas talvez 40% das vendas da MRV são feitas com algum benefício estadual.
Speaker #2: Mas talvez 40% das vendas da MRV são feitas com algum benefício, estadual.
Speaker #4: Tá bom. Ótimo, Rafa. Obrigada, viu, Rafa. Ótimo. Obrigada.
Speaker 7: Tá bom. Ótimo. Obrigada, Rafael. Ótimo. Obrigada.
Speaker #2: Mais uma, Fanny. Tchau, tchau.
Speaker 2: De boa, Fanny. Tchau, tchau.
Speaker #4: Tchau, tchau.
Speaker 7: Tchau, tchau.
Speaker #1: Nossa próxima pergunta vem de Piero Trota do Ciri. Por favor, Piero, pode prosseguir.
Speaker 5: Nossa próxima pergunta vem de Piero Trotta, do Citi. Por favor, Piero, pode prosseguir.
Speaker #5: Oi, bom dia, time. Obrigado pelo call. Minha primeira pergunta é relacionada às despesas comerciais, que aumentaram 5% versus o primeiro tri, apesar de que a indicação no tri passado é que essa linha veio um pouco maior por gastos extraordinários de marketing.
Speaker 8: Oi, bom dia, time. Obrigado pelo call. Minha primeira pergunta é relacionada às despesas comerciais, que aumentaram 5% versus o Q1, apesar de que a indicação no tri passado é que essa linha veio um pouco maior por gastos extraordinários de marketing. Eu queria entender o que seria o patamar considerado por vocês recorrente dessa linha. Se ainda existem, até foi comentado no release que aumentou o time da Superhouse, da MRV. Então queria entender o que vocês enxergam de patamar normalizado das despesas comerciais, e se puderem dar algum view de como que essa linha deveria ficar em torno do percentual da receita, se fica entre esses 9%, 9.5%. Essa é a primeira dúvida. A segunda, até o Rafa comentou na apresentação de uma redução de BRL 200 milhões no estoque pago de terrenos nesse ano, e até 2029 uma redução mais relevante.
Speaker #5: E aí eu queria entender o que seria o patamar considerado por vocês recorrente dessa linha. E se ainda existem até foi comentado no release que aumentou o time da Super House e da MRV.
Speaker #5: Então, eu queria entender o que vocês enxergam aí de patamar relacionado normalizado das despesas comerciais e aí se puderem dar algum view de como que essa linha deveria ficar em torno do percentual da receita, se fica esses 9, 9,5%.
Speaker #5: Então, essa é a primeira dúvida. E a segunda, até o Rafa comentou, na apresentação, de uma redução aí de R$ 200 milhões no estoque pago de terrenos nesse ano, e aí até 2029, uma redução mais relevante.
Speaker #5: Mas eu queria entender assim em contrapartida, a gente sabe que tem terrenos que foram comprados lá atrás em caixa que ainda tem parcelas a serem quitadas esse ano e ano que vem.
Speaker 8: Mas eu queria entender, em contrapartida, a gente sabe que tem terrenos que foram comprados lá atrás em caixa, que ainda têm parcelas a serem quitadas esse ano e ano que vem. Então queria saber, em contrapartida, o que deveria ter de saída de caixa para pagamento desses terrenos comprados lá atrás. São essas duas perguntas, muito obrigado.
Speaker #5: Então, eu queria saber assim, em contrapartida, o que deveria ter de saída de caixa para pagamento desses terrenos comprados lá atrás. São essas duas perguntas.
Speaker #5: Muito obrigado.
Speaker #2: Piero, tudo bem? É o Fischer aqui. Vamos lá. Despesas comerciais. De fato, você mencionou um ponto aí que é relevante para a gente. A gente tem feito esforço para fazer com que a nossa Super House ganhe cada vez mais relevância.
Speaker 9: Pedro, tudo bem? É o Fischer aqui, vamos lá. Despesas comerciais. De fato, você mencionou um ponto que é relevante para a gente. A gente tem feito o esforço para fazer com que a nossa Superhouse ganhe cada vez mais relevância, a gente já viu os números aparecendo. Então isso para nós é uma estratégia fundamental no nosso crescimento de vendas e consequentemente repasse, etc. Como você pôde ver na apresentação, a gente foi aumentando o time e esse aumento traz imediatamente uma despesa junto com um desafio de ganho de produtividade, especialmente do time novo, a gente abre isso aí. À medida que a gente enxerga esse time ganhando produtividade, é o que a gente vê acontecendo, essa despesa inicial é fortemente diluída ao longo do tempo. Então o que você pode esperar? Olhando para frente, a gente quer mais volume, obviamente, como a gente vem conseguindo.
Speaker #2: A gente já viu os números aparecendo. Então, isso para nós é uma estratégia fundamental no nosso crescimento de vendas e, consequentemente, repasse, etc. Como você pôde ver na apresentação, a gente foi aumentando o time e esse aumento traz imediatamente uma despesa, junto com desafio de ganho de produtividade especialmente do time novo.
Speaker #2: A gente abre isso ali. À medida que a gente enxerga esse time ganhando produtividade, é o que a gente vê acontecendo, essa despesa inicial é fortemente diluída ao longo do tempo.
Speaker #2: Então, o que você pode esperar? Olhando para frente, a gente quer mais volumes, obviamente, como a gente vem conseguindo. E uma diluição, na verdade, dessas despesas que já estão rodando no sistema hoje.
Speaker 9: E uma diluição, na verdade, dessas despesas que já estão rodando no sistema hoje. Então sim, você falou entre 9.5, essa é a nossa visão da despesa comercial. Se eu fosse apontar numa direção, eu aponto na direção de uma diluição ao longo do tempo, maior. Independentemente do valor absoluto da despesa. O que é importante, o que vale no fim é o peso dela no total. É um trend que eu enxergo no médio prazo de queda adicional. Nós já estamos num patamar bem eficiente, mas eu vejo uma possibilidade grande da gente conseguir fazer com que isso continue ganhando eficiência. Então te respondendo objetivamente, a minha visão aqui é de que esse número tende a ser melhor, percentualmente, não pior. Situação dos terrenos. De fato, a hora que eu olho para o land bank pago, uma boa parte dessa despesa já está feita, o desembolso já foi feito.
Speaker #2: Então, sim, você falou em 9, 9,5; essa é a nossa visão da despesa comercial e, se eu fosse apontar numa direção, eu aponto na direção de uma diluição ao longo do tempo.
Speaker #2: Maior. Independentemente do valor absoluto da despesa, o que é importante, o que vale no fim, é o peso dela no total. Então, a tendência que eu enxergo no médio prazo é de queda.
Speaker #2: Adicional. Nós já estamos num patamar bem eficiente, mas eu vejo uma possibilidade grande da gente conseguir fazer com que isso continue ganhando eficiência. Então, te respondendo objetivamente, a minha visão aqui é de que esse número tende a ser melhor.
Speaker #2: Percentualmente, não pior. Tá bom? Em relação aos terrenos, de fato, a hora que eu olho para o land bank pago, uma boa parte dessa despesa já está feita, o desembolso já foi feito.
Speaker #2: Então, sim, alguma coisa de terreno sempre fica para ser pago ao longo do lançamento do empreendimento. Mesmo sendo em torno, em cash, mas há enorme maioria desse valor já foi pago.
Speaker 9: Então sim, alguma coisa de terreno sempre fica para ser pago ao longo do lançamento do empreendimento, mesmo sendo em torna, em cash, mas a enorme maioria desse valor já foi pago. Então eu não me preocupo muito com essa questão da linha de desembolso que vem desses terrenos de land bank pago, porque a maior parte já foi. Então o que a gente enxerga nessa linha, a gente tem até essa abertura lá chegando a um BI em 2029 para frente. Ele tem um ritmo de saída, naturalmente, porque a gente tem que desenvolver esses terrenos, lançá-los, vendê-los. Mas isso eu só vejo também como um grande ganho. Não tenho uma preocupação na linha do desembolso adicional que esses terrenos vão trazer, não, pelo contrário, eles vão trazer menos peso no nosso balanço. Ok?
Speaker #2: Então, eu não me preocupo muito com essa questão da linha de desembolso que vem desses terrenos de landbank pago, porque a maior parte já foi.
Speaker #2: Então, o que a gente enxerga nessa linha, a gente tem até essa abertura lá com chegando a bi ali em 29 para frente, ele tem ritmo de saída naturalmente, que a gente tem que desenvolver esses terrenos, lançá-los, vendê-los, mas isso eu só vejo também como grande ganho.
Speaker #2: Não tem uma preocupação na linha do desembolso adicional que esses terrenos vão trazer, não. Pelo contrário, eles vão trazer menos peso no nosso balanço.
Speaker #2: Ok?
Speaker #5: Está super claro, Fischer. Muito obrigado, viu? Bom dia a todos.
Speaker 8: Superclaro, Fischer, muito obrigado. Bom dia a todos.
Speaker #1: Nossa próxima pergunta vem do senhor Pedro Lobato, do Bradesco BBI. Por favor, senhor Pedro, pode prosseguir.
Speaker 5: Nossa próxima pergunta vem do senhor Pedro Lobato, do Bradesco BBI. Por favor, senhor Pedro, pode prosseguir.
Speaker #5: Bom dia, pessoal. Obrigado pelo espaço. São duas perguntas aqui. Queria entender com vocês como é que vocês estão vislumbrando aí a dinâmica de aumento de preço e como que isso deveria se equilibrar com a VSO, se a estratégia aí olhando para frente deve ser...
Speaker 10: Bom dia, pessoal. Obrigado pelo espaço. São duas perguntas aqui. Queria entender com vocês como é que vocês estão vislumbrando a dinâmica de aumento de preço. Como que isso deveria se equilibrar com a VSO, se a estratégia olhando para frente deve ser, enfim, o que vocês ponderam mais quando vocês pensam nessa frente. A segunda é mais no ponto da geração de caixa. Pensando na ótica operacional. Ex-cessão de recebíveis, que ela foi no H1 próximo de R$ 70 milhões. Queria entender com vocês, tem a questão do gap entre produção e repasse, tem essa questão dos terrenos. Colocando tudo isso na conta, como que vocês imaginam a progressão dessa linha olhando para frente? Obrigado.
Speaker #5: Enfim, o que vocês ponderam mais aí? Quando vocês pensam nessa frente, e a segunda é mais no ponto da geração de caixa, pensando na ótica ali, operacional, excessão de recebíveis, que ela foi no primeiro semestre aí próximo de 60 milhões de reais.
Speaker #5: Queria entender com vocês aí, tem a questão do gap entre produção e repasse, tem essa questão dos terrenos, colocando tudo isso na conta, assim, como que vocês imaginam a progressão aí dessa linha olhando para frente.
Speaker #5: Obrigado.
Speaker #2: Pedro, bom dia, Fischer de novo. Vamos lá, aumento de preços. O que a gente até deu essa fala sobre isso no material, a nossa expectativa é, no mínimo, inflação.
Speaker 9: Pedro, bom dia, Fischer de novo. Vamos lá, aumento de preços. Falamos sobre isso no material, a nossa expectativa é, no mínimo, inflação. Isso tem acontecido, a gente tendo cuidado de abrir, inclusive, separadamente, o que era o aumento de preços, o que vem de precificação no Minha Casa, Minha Vida, o que está vindo na nossa linha de SBPE, como você viu isso no material. Então a gente tem feito um esforço para, no mínimo, a inflação. Dito isso, a gente enxerga dentro de casa possibilidades de aumentos, obviamente, na operação do jeito que a gente tem espalhada pelo país, você sempre tem oportunidades que a gente tenta capturar o tempo inteiro. Isso considerando que a gente tem como estratégia também fazer com que o nosso produto pós-chave continue caindo. Isso é importante, especialmente no que o Kaká trouxe em relação aos PDVs no início da fala dele.
Speaker #2: Isso tem acontecido, a gente tem... A gente teve o cuidado de abrir, inclusive, separadamente, o que era o aumento de preço, o que vem de precificação no Minha Casa, Minha Vida, o que está vindo na nossa linha de SBPE.
Speaker #2: Então, você viu isso no material. A gente tem feito esforço para, no mínimo, acompanhar a inflação. Bom, dito isso, a gente enxerga dentro de casa uma possibilidade de aumentos. Obviamente, na operação do jeito que a gente tem espalhada pelo país, você sempre tem oportunidades que tentamos capturar o tempo inteiro.
Speaker #2: Isso considerando que a gente tem como estratégia também fazer com que o nosso produto pós-chaves continue caindo. Isso é importante, especialmente no que o Cacá trouxe aí em relação aos PDDs no início da fala dele.
Speaker #2: Então, dentro da nossa estratégia, é no mínimo inflação, com possibilidades da gente fazer mais, como a gente tem conseguido. Se você olhar o preço da MRV contra a inflação, a gente roda pouco acima nos últimos trimestres, essa é a estratégia.
Speaker 9: Então, dentro da nossa estratégia, é no mínimo a inflação, com possibilidades da gente fazer mais, como a gente tem conseguido. Se você olhar o preço também contra a inflação, a gente roda um pouco acima nos últimos trimestres. Essa é a estratégia, a gente viu oportunidades. Especialmente quando a gente olha para essa dinâmica toda, o Fabrício falou mais cedo sobre os cheques regionais. A gente tem alterações no programa federal que vem acontecendo ao longo do tempo. Na hora que eu coloco tudo isso no sistema, a gente olha para, como eu falei, no mínimo a inflação, com algumas boas possibilidades da gente fazer mais, como a gente tem conseguido fazer. Então, nesse front, a gente está relativamente seguro. Quando eu jogo tudo para dentro, especialmente a nossa estratégia de não ter o produto pós-chave crescendo. Pelo contrário, caindo.
Speaker #2: A gente vê oportunidades. Especialmente quando a gente olha para essa dinâmica toda, a Franklin falou mais cedo sobre os cheques regionais. A gente tem alterações no programa federal que vêm acontecendo ao longo do tempo.
Speaker #2: Na hora que eu coloco tudo isso no sistema, a gente olha para, como eu falei, no mínimo, inflação, com algumas boas possibilidades de a gente fazer mais, como a gente tem conseguido fazer.
Speaker #2: Então, nesse front, a gente está relativamente seguro. Quando eu jogo tudo para dentro, especialmente a nossa estratégia de não ter o produto pós-chaves crescendo.
Speaker #2: Pelo contrário, caindo. Olhando para a pergunta dois, na geração de caixa, a dinâmica é pouco dessa aí. A gente vem... O Rafael falou aqui como o nosso desembolso com construção por unidade vem se mantendo bem abaixo da inflação.
Speaker 9: Olhando para pergunta 2, na geração de caixa, a dinâmica é um pouco dessa aí. O Rafael falou aqui como o nosso desembolso em construção por unidade vem se mantendo bem abaixo da inflação. Então esse é um fenômeno que a gente tem conseguido fazer. Na outra ponta, eu tenho precificações rodando a inflação, no mínimo a inflação mais. Então essa dinâmica nos coloca numa trajetória de geração de caixa constante operacional, que é isso que a gente tem visto. Então olhando para o Q3, para o Q4, para 2027, MRV em comparação ao Brasil, ela vai entregar uma dinâmica de geração de caixa crescente. Especialmente, você citou a questão do Land Bank. O Land Bank já foi desembolsado.
Speaker #2: Então, esse é fenômeno que a gente tem conseguido fazer. Na outra ponta, eu tenho precificações rodando inflação no mínimo ou inflação mais. Então, essa dinâmica nos coloca numa trajetória de geração de caixa constante, operacional.
Speaker #2: Que é isso que a gente tem visto. Então, olhando para o terceiro trimestre, para o quarto trimestre, para 2027, MRV Incorporação Brasil vai entregar uma dinâmica de geração de caixa crescente.
Speaker #2: Especialmente aí, você citou a questão do estado da questão do land bank. O land bank já foi desembolsado. Esse esforço que a gente tem feito para fazer com que o estoque de terrenos pago caia, e ele, naturalmente, está acontecendo, traz uma vantagem adicional: que o meu desembolso de caixa na fração ideal, quer dizer, naquele pelo terreno, já aconteceu.
Speaker 9: Esse esforço que a gente tem feito para fazer com que o estoque de terrenos pago caia, e ele naturalmente está acontecendo, traz uma vantagem adicional, que o meu desembolso de caixa na fração ideal, quer dizer, naquele terreno, ela já aconteceu. À medida que eu lanço e produzo essas unidades, a geração de caixa que vem dela já vem líquida de terrenos, vamos chamar assim. Então ela potencializa o nosso crescimento de geração de caixa com essas unidades que vêm de terrenos que já foram desembolsados. Então assim, a perspectiva, na hora que eu coloco tudo isso dentro do sistema, é positiva, então a gente deve conseguir enxergar essa dinâmica continuar acontecendo, que é a MRV entregando uma geração de caixa operacional crescente. Ok, Pedro, te respondi?
Speaker #2: Então, à medida que eu lanço e produzo essas unidades, a geração de caixa que vem dela já vem líquida de terrenos, vamos chamar assim, então ela potencializa o nosso crescimento de geração de caixa para essas unidades que vêm de terrenos que já foram desembolsados.
Speaker #2: Então, assim, a perspectiva, a hora que eu coloco tudo isso dentro, no sistema, é positiva. Então, a gente deve conseguir enxergar essa dinâmica continuar acontecendo, que a MRV entregando uma geração de caixa operacional crescente.
Speaker #2: Ok, Pedro? Te respondi aí?
Speaker #5: Ótimo, Fischer. Obrigado. Bom dia, pessoal.
Speaker 10: Ótimo, Fischer. Obrigado. Bom dia, pessoal.
Speaker #1: Nossa próxima pergunta vem do senhor Pedro Peroni, do Bank of America. Por favor, senhor Pedro, pode prosseguir.
Speaker 5: Nossa próxima pergunta vem do senhor Pedro Peroni, do Bank of America. Por favor, senhor Pedro, pode prosseguir.
Speaker #5: Bom dia, Rafael, Ricardo, Eduardo e todo o time da MRV. Obrigado pelo espaço aqui. A nossa dúvida era um pouco mais relacionada à estruturação das participações não controladoras da Résia.
Speaker 11: Bom dia, Rafael, Ricardo, Eduardo e todo time MRV. Obrigado pelo espaço. A nossa dúvida era um pouco mais relacionada à estruturação das participações não controladoras da Resia. Fazendo uma análise um pouco rápida, nos últimos 6 trimestres, os minoritários parecem ter absorvido menos de 5% dos prejuízos da operação na Resia, mas ainda carregam cerca de BRL 460, BRL 470 milhões de patrimônio positivo no final desse trimestre. Se a gente for olhar, isso dá uns 75% dos minoritários consolidados na MRV&Co. Esse capital dos minoritários possui alguma preferência de liquidação ou proteção contra perdas, ou os minoritários ainda devem absorver eventuais perdas futuras pro rata, olhando aqui para frente?
Speaker #5: Fazendo aqui uma análise pouco rápida, nos últimos seis trimestres, os minoritários parecem ter absorvido menos de 5% dos prejuízos da operação na Résia, mas ainda carregam cerca de 460, 470 milhões de patrimônio positivo no final agora desse trimestre, que se a gente for olhar isso, dá uns 75% dos minoritários consolidados na MRV Co.
Speaker #5: Esse capital, dos minoritários, ele possui alguma preferência de liquidação ou proteção contra perdas, ou os minoritários, eles ainda devem absorver eventuais perdas futuras pró-rata, olhando aqui para frente?
Speaker #5: E também, especificamente sobre os 138 milhões de reais de redução das participações dos não controladores associados à venda do memorial dos terrenos, esse valor representa pagamento em caixa ou devolução de capital aos sócios?
Speaker 11: E também, especificamente sobre os BRL 138 milhões de redução das participações dos não controladores associados à venda do Memorial dos Terrenos, esse valor representa pagamento em caixa ou devolução de capital aos sócios, alocação de prejuízo ou simplesmente uma baixa decorrente da desconsolidação das FTS? Principalmente esse tema aqui, pessoal. Obrigado.
Speaker #5: A locação de prejuízo ou simplesmente uma baixa decorrente da desconsolidação das STS? Principalmente esse tema aqui, pessoal. Obrigado.
Speaker #2: Bom, vamos lá. Pedro, Ricardo falando. É o seguinte: a maioria das participações minoritárias que a gente tem no projeto, eles têm, sim, retorno mínimo garantido.
Speaker 9: Vamos lá, Pedro, Ricardo falando. É o seguinte: a maioria das participações minoritárias que a gente tem no projeto tem, sim, um retorno mínimo garantido. Então eles têm essa questão. E a devolução do capital deles, como equity, na verdade, passa depois do resultado. Ela passa depois do lucro líquido, por isso que você não está enxergando isso. E a segunda pergunta que você fez era referente a? Lembra, Paulo?
Speaker #2: Então, eles têm essa questão. E a devolução do capital deles, como equity, na verdade, ela passa depois do resultado. Ela passa depois do lucro líquido, por isso que você não está enxergando isso daí.
Speaker #2: E a segunda pergunta que você perguntou, era referente a... Lembra, ra, Paulo?
Speaker 11: Aos BRL 138 milhões de redução das participações não controladoras no Memorial.
Speaker #5: Aos R$138 milhões de redução das participações não controladoras. No memorial.
Speaker 9: Perfeito. Isso. Na verdade, é uma desconsolidação de resultado. No momento que a gente recebe esse recurso, a gente já paga automaticamente o financiamento da construção e também o minoritário antes de fazer a liquidação.
Speaker #2: Perfeito. Isso. Na verdade, vamos para a desconsolidação de resultado. No momento em que a gente recebe esse recurso, a gente já paga automaticamente o financiamento da construção e também o minoritário, antes de fazer a liquidação.
Speaker #5: Perfeito, pessoal. Super claro. Obrigado.
Speaker 11: Perfeito, pessoal, super claro. Obrigado.
Speaker #2: Obrigado.
Speaker 9: Obrigado.
Speaker #1: Nossa próxima pergunta vem do senhor Elvis Credendio, do Itaú BBA. Por favor, senhor Elvis, pode prosseguir.
Speaker 5: Nossa próxima pergunta vem do senhor Elvis Credendio, do Itaú BBA. Por favor, senhor Elvis, pode prosseguir.
Speaker #3: Bom dia, Rafa, Fischer, Cacá. Dois tópicos aqui que eu queria abordar. Primeiro, sobre vendas: querendo entender como que está a execução, primeiro, do plano de fortalecimento aqui da house própria.
Speaker 12: Bom dia, Rafa, Fischer, Kaká. Dois tópicos que eu queria abordar. Primeiro sobre vendas. Queria entender como que está a execução. Primeiro do plano de fortalecimento da house própria. Eu sei que vocês estão no começo, mas entender como que está evoluindo e se conforme o planejado, e colocando isso em perspectiva com o ritmo de vendas agora no Q3, excluindo os impactos temporários que provavelmente aconteceram no começo, mas como que vocês estão vendo a evolução do ritmo de vendas agora nesse terceiro trimestre? Vocês já estão conseguindo ver algum reflexo desse fortalecimento da house própria? Nos números e se acham que nesse ano ainda dá para ver algum reflexo significativo dessa melhoria da equipe de vendas.
Speaker #3: Eu sei que vocês estão no começo, mas entender como que está evoluindo e se conforme planejado. E colocando isso em perspectiva com o ritmo de vendas agora no terceiro trimestre, excluindo os impactos temporários que provavelmente aconteceram no começo, mas como que vocês estão vendo a evolução do ritmo de vendas agora nesse terceiro trimestre?
Speaker #3: Vocês já estão conseguindo ver algum reflexo desse fortalecimento da house própria nos números? E se acham que, nesse ano, ainda dá para ver algum reflexo significativo dessas melhorias da equipe de vendas?
Speaker #3: Aí, o segundo tópico: sei que vocês já abordaram aqui a geração de caixa, mas eu queria entender, do lado do nível de endividamento mesmo, com o passivo de cessão, como que vocês imaginam a evolução disso a curto prazo mesmo?
Speaker 12: O segundo tópico, sei que vocês já abordaram aqui a geração de caixa, mas eu queria entender do lado do nível de endividamento mesmo, com o passivo de cessão, como que vocês imaginam a evolução disso a curto prazo. Queria entender como que vocês estão vendo a evolução disso no segundo semestre. Sei que esse gap de repasse e produção do Q2 deve ter atrapalhado no declínio de dívida líquida mais saldo de passivo de cessão, mas eu queria entender como que vocês estão vendo a evolução disso. Que a gente tem visto um certo gap versus o que é a geração de caixa. Entender como que vocês imaginam a evolução disso até o final do ano. É isso. Obrigado.
Speaker #3: Eu queria entender como que vocês estão vendo a evolução disso no segundo semestre, sei que esse gap de repasse e produção do segundo trimestre deve ter atrapalhado aí no declínio de dívida líquida, mas o saldo de passivo de cessão.
Speaker #3: Mas eu queria entender como vocês estão vendo a evolução disso, porque a gente tem visto aí certo gap versus o que é a geração de caixa. Queria entender como vocês imaginam a evolução disso até o final do ano.
Speaker #3: É isso? Obrigado.
Speaker #2: Bom dia. Bom dia, Elvis. Vamos lá, Rafael falando aqui. Em relação à venda e à nossa super house, olha só, nos últimos dois anos, a nossa venda bruta e o nosso repasse cresceram a uma taxa de 5% a 10% ao ano.
Speaker 2: Bom dia, Elton. Rafael falando aqui. Em relação à venda e à nossa Superhouse. Olha só, nos últimos 2 anos, a nossa venda bruta e o nosso repasse cresceram a uma taxa de 5% a 10% ao ano. Por outro lado, a produção cresceu numa velocidade mais acelerada. Só um minutinho, gente. A produção cresceu a uma velocidade mais acelerada. Fruto de tudo que a gente vem falando, esse ganho extraordinário de produtividade que a gente vem tendo na produção. A gente fez muita coisa bacana, muita tecnologia, redução de SKUs, muitos processos novos. Isso permitiu que a gente conseguisse produzir com muito mais eficiência. A velocidade de produção continuou crescendo. Se escuta muito que o setor enfrenta uma dificuldade de mão de obra, que as obras estão ficando mais longas.
Speaker #2: Por outro lado, a produção cresceu numa velocidade mais acelerada. Só minutinho, gente, que deu A produção cresceu a uma velocidade mais acelerada. Por tudo que nós que a gente vem falando, essa esse ganho extraordinário de produtividade que a gente vem tendo na produção.
Speaker #2: A gente fez muita coisa bacana, muita tecnologia, redução de SKUs, muitos processos novos. Isso permitiu que a gente conseguisse produzir com muito mais eficiência, e a velocidade de produção continuou crescendo.
Speaker #2: Assim, a gente escuta muito que o setor enfrenta uma dificuldade de mão de obra, que as obras estão ficando mais longas. E o que a gente está vendo na MRV, mesmo atuando aí em 70%, 80% das cidades, é que a produção, inclusive, está tendo que ser pouquinho abafada para a gente não acelerar ainda mais a produção.
Speaker 2: O que a gente está vendo na MRV, mesmo atuando em 70, 80 cidades, é que a produção, inclusive, está tendo que ser um pouquinho abafada pra gente não acelerar ainda mais a produção. Esse, de fato, é uma área de negócio que a gente está com muita eficiência, e vamos continuar ganhando eficiência. Por outro lado, o comercial, a gente falou assim, o preço subiu, bem acima da inflação, o preço bruto melhorou, a venda bruta cresceu, mas cresceu menos do que a gente gostaria, e o repasse é uma derivada da venda bruta. O que a gente está fazendo de uma forma muito intensa, é reestruturar uma house, que já foi muito forte no passado. Ali no turnaround 2022, 2023, 2024. A gente reduziu o tamanho da house pra ter menos custo fixo. A gente nos apoiou muito na venda feita pelas imobiliárias.
Speaker #2: E se, de fato, é uma área de negócio que a gente está muito eficiência, e vamos continuar ganhando eficiência. Por outro lado, o comercial, a gente falou assim, o preço subiu, P acima da inflação, pró-soluto melhorou, a venda bruta cresceu, mas cresceu menos do que a gente gostaria, e o repasse é uma derivada da venda bruta.
Speaker #2: E aí, o que a gente está fazendo de uma forma muito intensa, é reestruturar uma house que já foi muito forte no passado, ali no turnaround 22 e 23, 24, a gente reduziu o tamanho da house para ter menos custo fixo, e a gente nos apoiou muito na venda feita pelas imobiliárias.
Speaker #2: E a partir do mais fortemente do segundo semestre para cá, a gente voltou a investir muito na house, e aí a house é uma conjunção de várias coisas: são as pessoas, o gerente, os corretores, a infraestrutura física, mas também a infraestrutura digital e tecnológica.
Speaker 2: Mais fortemente do segundo semestre pra cá, a gente voltou a investir muito na house. A house é uma conjunção de várias coisas, são as pessoas, os gerentes, os corretores, a infraestrutura física, mas também a infraestrutura digital e tecnológica. O que está acontecendo é que a cada trimestre, a house está entregando mais vendas. O nosso canal, o mobi, está flat, é superimportante. Continua superimportante, mas a house vem acelerando, vem ganhando relevância a cada trimestre. Nós colocamos um KPI bacana, que é a diferença de produtividade de um time maduro, de um gerente que tem debaixo dele uma quantidade de corretores, comparado com o gerente recém-recrutado por nós. A diferença, de fato, é brutal. É mais do que o dobro.
Speaker #2: E o que está acontecendo é que, a cada trimestre, a House está entregando mais vendas. O nosso canal IMOB está flat, continua super importante, mas a House vem acelerando e ganhando relevância a cada trimestre.
Speaker #2: E aí, nós colocamos um KPI bacana, que é a diferença de produtividade de time maduro, de gerente que tem debaixo dele uma quantidade de corretores, comparado com o gerente recém-recrutado por nós.
Speaker #2: E aí, a diferença é, de fato, brutal. É mais do que o dobro. E o que a gente espera ao longo do tempo é que, a cada trimestre, esse corpo gerencial menos maduro vá ganhando a mesma proficiência dos gerentes mais antigos que estão conosco aqui há muito tempo.
Speaker 2: O que a gente espera ao longo do tempo, é que a cada trimestre, esse corpo gerencial menos maduro, vá ganhando a mesma proficiência dos gerentes mais antigos que estão conosco aqui há muito tempo. Somando-se a isso, a evolução de experiência dos gerentes, a gente tem uma plataforma de tecnologia que está avançando numa boa velocidade, que certamente fará com que tanto os gerentes como os corretores sejam mais produtivos ao longo do tempo. A gente está muito convicto que o mercado como ele está hoje, um bom programa habitacional, uma boa demanda. A gente adicionar essa camada de produtividade vindo da house. A gente enxerga agora a venda bruta, diferente do que foi nos últimos 2 anos, a venda bruta crescer a uma taxa mais rápida ou mais elevada do que a produção.
Speaker #2: E, somando-se a isso, a evolução de experiência do gerente, a gente tem uma plataforma de tecnologia que está avançando numa boa velocidade, que certamente fará com que tanto os gerentes como os corretores sejam mais produtivos ao longo do tempo.
Speaker #2: Então, assim, a gente está muito convicto que o mercado, como ele está hoje, bom programa habitacional, com uma boa demanda, e a gente adicionar essa camada de produtividade vindo da house, a gente enxerga agora a venda bruta diferente do que foi nos últimos dois anos, a venda bruta crescer a uma taxa mais rápida ou mais elevada do que a produção.
Speaker #2: E aí, esse gap que foi criado de 9.000 unidades, entre 24 e 25, e o primeiro semestre de 26, a gente produziu 9.000 unidades a mais do que nós repassamos.
Speaker 2: Esse gap que foi criado de 9,000 unidades, entre 2024, 2025 e o primeiro semestre de 2026, a gente produziu 9,000 unidades a mais do que nós repassamos. Então o que tem que ser feito daqui para frente, é claro que não vai ser num trimestre, nem 2 trimestres, talvez leve 1 ano, 1 ano e meio, é a gente consumir esse estoque de 9,000 unidades a mais, ou seja, nós vamos ter que repassar essas 9,000 unidades a mais do que nós vamos produzir no próximo ano, 1 ano e meio. A gente está muito seguro que essa infraestrutura que a gente criou, de pessoas, infraestrutura física, infraestrutura digital, tecnologia digital, vai permitir que a gente atinja esse resultado. Vou deixar agora o Cacá. O Cacá vai responder à sua segunda pergunta, que é, Cacá, relacionada a quê?
Speaker #2: Então, tem que ser feito daqui para frente. É claro que não vai ser em um trimestre, nem em dois trimestres, talvez leve aí um ano, um ano e meio até a gente consumir esse estoque de 9.000 unidades a mais. Ou seja, nós vamos ter que repassar essas 9.000 unidades a mais do que nós vamos produzir no próximo ano, ano e meio.
Speaker #2: E a gente está muito seguro que essa infraestrutura que a gente criou, de pessoas, infraestrutura física, infraestrutura digital, tecnologia digital, vai permitir que a gente atinja esse resultado.
Speaker #2: Vou deixar agora o Kaká para responder a sua segunda pergunta. Que é, Kaká, relacionada ao quê? Repete, por favor, Elvis, a segunda.
Speaker 12: Repete, por favor, Elvis, a segunda parte.
Speaker #3: É.
Speaker 13: Endividamento.
Speaker #2: Endividamento. Sobre a dívida.
Speaker 12: Sobradia.
Speaker 13: Evolução no curto, médio prazo do nível de dívida líquida com saldo de passivo.
Speaker #3: A evolução, no curto e médio prazo, do nível de dívida líquida com saldo de passagem.
Speaker 12: A Cacá vai pegar o segundo semestre.
Speaker #2: Kaká vai pegar a segunda pergunta.
Speaker #3: Tá ótimo, vamos lá. Vamos lá, Elvis. Bom, referente ao endividamento, primeiro vou falar sem a sessão de recebíveis; vamos matar a sessão de recebíveis primeiro.
Speaker 13: Tá ótimo, vamos lá. Vamos lá, Elvis. Referente ao endividamento, primeiro vou falar sem a cessão de recebíveis. Vamos matar a cessão de recebíveis primeiro. O passivo de cessão, como a gente tem privilegiado fortemente a cessão de recebíveis sem passivo, uma estrutura de true sale, a gente espera que ela caia, na verdade, agora no H2. A quantidade de pagamentos referentes a operações anteriores deve superar a quantidade de novas cessões ou ficar próximo de zero a zero. Referente ao endividamento geral, a gente até colocou, o endividamento até o final do ano cai de forma bastante forte. Primeiro impulsionado pelas vendas de ativos que a gente já fez, e recebeu agora em julho, não apareceu ainda dentro do resultado, e as novas vendas que vão acontecer ainda durante o H2.
Speaker #3: O passivo de sessão, como a gente tem privilegiado fortemente a sessão de recebível sem passivo, uma estrutura de true sale, a gente espera que ela caia, na verdade, agora no segundo semestre.
Speaker #3: Então, a quantidade de pagamentos referentes a operações anteriores deve superar a quantidade de novas sessões. Vou ficar próximo do zero a zero. Referente ao endividamento geral, a gente até colocou que o endividamento, até o final do ano, cai de forma bastante forte, primeiro, impulsionado pelas vendas de ativos que a gente já fez e recebeu agora em julho, não apareceu ainda dentro do resultado, e as novas vendas que vão acontecer ainda durante o segundo semestre.
Speaker #3: Então, isso vai dar uma queda de, é uma redução de alavancagem da ordem de 30% versus o resultado de dezembro de 2025. E fora isso, Elvis, a gente tem a geração de caixa Brasil no segundo semestre, que tem tudo para ser mais forte do que no primeiro, e ainda tem o potencial de ter mais venda de ativo da Resia agora no segundo semestre.
Speaker 13: Isso vai dar uma redução de alavancagem da ordem de 30%, versus o resultado de dezembro de 2025. Fora isso, Elvis, a gente tem a geração de caixa Brasil no H2, que tem tudo para ser mais forte do que no primeiro, e ainda tem o potencial de ter mais venda de ativo da Resia agora no H2. Então a gente tem uma expectativa, sim, de uma desalavancagem forte vindo agora no H2 desse ano.
Speaker #3: Então, a gente tem uma expectativa, sim, de uma desalavancagem forte vindo agora no segundo semestre deste ano.
Speaker 12: Excelente, Rafa, Cacá. Obrigado, bom dia.
Speaker #1: Excelente, Rafa, Kaká. Obrigado, bom dia.
Speaker #4: Nossa próxima pergunta vem do senhor Alan Daniel Trovato, da MG. Por favor, senhor Alan, pode prosseguir.
Speaker 5: Nossa próxima pergunta vem do senhor Alan Daniel Trovato, da MG. Por favor, senhor Alan, pode prosseguir.
Speaker #5: Hello, good morning, Rafael, Eduardo, and Ricardo. Thank you for your time today. I have two questions. The first one is about the production transfer gap and cash collections.
Speaker 14: Hello, good morning, Rafael, Eduardo, and Ricardo. Thank you for your time today. I have two questions. First one is about production transfer gap and cash collections. We saw that transfers improved materially in Q2, but production still exceeds transfers, so the accumulated gap was not fully reversed. My question is of the remaining gap, how much relates to units already sold and awaiting transfer and collection, and how much relates to units that still need to be sold? What needs to improve operationally for transfers to exceed production and close the gap in the H2? My last question is about Resia. Following the announced Resia disposals, pro forma net debt falls to approximately $440 million debt in US. This is before the sale of Golden Glades and the remaining land plots.
Speaker #5: We saw that transfers improved materially in second Q, but production still exceeds transfers. So the accumulated gap was not fully reversed. My question is of the remaining gap, how much relates to units already sold and awaiting transfer and collection, and how much relates to units that still need to be sold.
Speaker #5: And what needs to improve operationally for transfers to exceed production and close the gap in second half? And my last question is about Resia.
Speaker #5: Following the announced Resia disposals, pro forma net debt falls to approximately $440 million in the U.S. This is before the sale of Golden Grades and the remaining land plots.
Speaker #5: My question is, after completing all the disposals, what level of debt from MRV US or Resia do you expect to remain? Thank you.
Speaker 14: My question is after completing all the disposals, what level of debt from MRV US or Resia do you expect to remain? Thank you.
Speaker #2: Yeah, Alan, so thanks for the question. Ricardo here. So, first of all, concerning the production and transfers gap, what's going to happen is this: the large majority of the gap we have is not in the transferring process.
Speaker 13: Alan, thanks for the question. It is Ricardo here. First of all, concerning production and transfers gap, what is going to happen is that the large majority of the gap we have is not on the transferring process. We have about 800 units under this process that we already sold and still need to be transferred. This gap we should see it reduced even further in the H2 of this year, especially because the total number of gross sales is going to improve and therefore the number of transfer will also happen in a much stronger way than we saw in the H1 of the year. For the production, we should see the production level off in the H2 compared to the H1 of this year. Well, regarding Resia, we do not have the information yet.
Speaker #2: We have about 800 units under this process that we already sold and still need to be transferred. This gap—we should see it reduce even further in the second quarter, in the second half of this year.
Speaker #2: Especially because the total number of gross sales is going to improve and therefore the number of transfer will also happen in a much stronger way than we saw in the first half of the year, okay?
Speaker #2: For the production, we should see the production level of the second half compared to the first half of this year. Well, regarding Resia, we don't have the information yet.
Speaker #2: We don't have clarity on the full process because we still need to discuss and review proposals regarding the sales price of some assets that are not very liquid, okay?
Speaker 13: We do not have clarity in the full process because we still need to discuss and see proposals about the sales price of some assets that are not that liquid. So we do not have clarity on this. What we can assure is that this $440 million is going to drop sharply to a remainder net debt that will be paid by MRV in Brazil.
Speaker #2: So we don't have clarity on this. What we can assure is that this 440 is going to drop sharply to a remainder net debt that will be paid by MRV in Brazil.
Speaker #5: Thank you very much.
Speaker 14: Thank you very much.
Speaker #2: You're welcome.
Speaker 13: You are welcome.
Speaker #4: Nossa próxima pergunta vem do senhor João Pedro Silva Rodrigues, da XP. Por favor, senhor João, pode prosseguir.
Speaker 5: Nossa próxima pergunta vem do senhor João Pedro Silva Rodrigues, da XP. Por favor, senhor João, pode prosseguir.
Speaker 15: Pessoal, obrigado pela oportunidade. As minhas perguntas são duas, mas a primeira vai num follow-up na pergunta do Tainan Costa sobre inadimplência. Recentemente, no final de junho, começo de julho, a gente teve noticiado que a Caixa andou apertando os motores de crédito e restringindo a concessão por uma preocupação de inadimplência sistêmica do setor. Eu queria entender o quanto isso prejudicou o resultado da MRV no Q2. A gente tem conversado com bastantes players aqui e parece que existem discussões de médio e longo prazo para tentar endereçar isso, talvez passando pela redução do crédito associativo com as chaves pela companhia e em contrapartida, a Caixa aumentando o comprometimento de renda ou talvez LTV. Queria ver se vocês pudessem comentar o que vocês puderem dar de cura das discussões junto à Caixa. Essa é a primeira.
Speaker #6: Pessoal, obrigado aqui pela oportunidade. A minha pergunta vai são duas, mas a primeira vai num follow-up na pergunta do Tainan sobre net implante. Recentemente, no final de julho, final de junho, começo de julho, a gente teve noticiado que a Caixa andou apertando os motores de crédito e restringindo a concessão por uma preocupação de inadimplência sistêmica do setor.
Speaker #6: Eu queria entender o quanto isso prejudicou o resultado da MRV no segundo tri, e a gente tem conversado com bastante players aqui, e parece que existem discussões de médio e longo prazo para tentar endereçar isso.
Speaker #6: Talvez passando pela redução do pró-absoluto pós-chaves pela companhia, e em contrapartida a Caixa aumentando o comprometimento de renda, ou talvez o LTV. Se vocês pudessem comentar, o que vocês puderem dar de cor aí das discussões junto à Caixa, essa é a primeira.
Speaker #6: E a segunda é: a gente também viu notícias recentes de possíveis melhorias no programa, principalmente focadas na redução de taxa de juros nos segmentos mais altos de renda, muito motivadas pelo consumo de orçamento abaixo do que está orçado.
Speaker 15: A segunda, a gente também viu notícias recentes de possíveis melhorias no programa, principalmente focadas na redução de taxa de juros nos segmentos mais altos de renda, muito motivadas pelo consumo de orçamento abaixo do que está orçado. Parece que vai sobrar dinheiro para subsídios, talvez poderia vir do Fundo Social. Eu queria entender como vocês veem a possibilidade de uma reunião extraordinária esse ano, se implementada, se essas medidas poderiam valer esse ano. Acho que o meu entendimento, por ser ano eleitoral, talvez só ano que vem. E se vocês veem isso de alguma maneira prejudicando a sustentabilidade do fundo, se isso é realmente factível. Obrigado.
Speaker #6: Parece que vai sobrar dinheiro para subsídio, isso talvez poderia vir do Fundo Social. Eu queria entender como é que vocês veem a possibilidade de uma reunião extraordinária este ano, se implementada, e se essas medidas poderiam valer ainda este ano.
Speaker #6: Acho que o meu entendimento, por ser ano eleitoral, talvez só ano que vem. E se vocês veem isso de alguma maneira prejudicando a sustentabilidade do fundo, se isso é realmente factível.
Speaker #6: Obrigado.
Speaker #2: João Pedro, bem ficha de novo aqui. Vamos lá. De fato, aconteceu no final de junho um movimento de mais restrição da Caixa na concessão de crédito, especificamente porque ela fez uma modificação na concessão em alguns ratings dela. De fato, teve impacto ali entre o final de junho e início de julho para o mercado inteiro.
Speaker 9: João Pedro, tudo bem? Fischer de novo aqui. Vamos lá. De fato, aconteceu no final de junho um movimento de mais restrição da Caixa na concessão de crédito, especificamente ela fez uma modificação na concessão em alguns ratings dela, que de fato teve um impacto entre o final de junho e o início de julho para o mercado inteiro. A Caixa rapidamente ajustou. Em relação à inadimplência da Caixa, essa é uma discussão que a indústria de forma geral, a Abrainc, tem com a Caixa e com o Ministério das Cidades o tempo inteiro. A hora que você olha para inadimplência da Caixa ao longo dos anos na habitação, ela melhora. A inadimplência de hoje é melhor do que era anos atrás. Obviamente, agora no último trimestre, ela piorou um pouco, mas eu não diria que é nada estrutural. A Caixa tem essa visão também. Isso foi alterado.
Speaker #2: A Caixa rapidamente ajustou. Em relação à inadimplência da Caixa, isso é uma discussão que o setor, a indústria de forma geral, a Brain, que tem com a Caixa e com o Ministério das Cidades, o tempo inteiro, a hora que você olha para a inadimplência da Caixa ao longo dos anos, na habitação, ela melhora.
Speaker #2: Então a inadimplência de hoje, ela é melhor do que era anos atrás. Obviamente, agora nos últimos trimestres ela piorou pouco, mas eu não diria que é nada estrutural.
Speaker #2: Então a Caixa tem essa visão também. Então isso foi alterado. Isso também serviu para que a gente discutisse uma série de coisas, ou passasse a discutir uma série de coisas, você trouxe alguns pontos aí, que na minha visão ainda são muito para eliminares.
Speaker 9: Isso também serviu para que a gente discutisse uma série de coisas, ou passasse a discutir uma série de coisas. Você trouxe alguns pontos aí, que na minha visão, ainda são muito preliminares. A gente sempre tem discussões estruturais de financiamento habitacional de baixa renda no Brasil, mas essa ainda está bem inicial, não dá para cravar nada que vai haver alguma modificação. O importante, na verdade, agora é mais ter a visão de que tanto a Caixa quanto o Ministério das Cidades, os governos estaduais, têm uma visão pró-habitação muito forte ou cada vez mais forte. Isso leva a gente para mesa o tempo inteiro para discutir que formas que a gente pode ter para fazer melhor. Fundo Social foi uma delas, que você citou aí. Que ela entrou em operação esse ano, tem um orçamento recorde para isso.
Speaker #2: A gente sempre tem discussões estruturais de financiamento habitacional de baixa renda no Brasil, mas essa ainda está bem inicial. Não dá para cravar nada, que vai haver alguma modificação.
Speaker #2: O importante, na verdade, agora é mais ter a visão de que tanto a Caixa, como o Ministério das Cidades, os governos estaduais têm uma visão para a habitação muito forte, ou cada vez mais forte, e isso leva a gente mesmo o tempo inteiro a discutir que formas a gente pode ter para fazer melhor.
Speaker #2: O Fundo Social foi uma delas, que você citou aí, que entrou em operação este ano, com orçamento recorde para isso. E o debate em relação ao uso disso para frente está na mesa, e a gente sempre participa dessas discussões.
Speaker 9: O debate em relação ao uso disso para frente está na mesa e a gente sempre participa dessas discussões. Não dá para cravar nada agora, como eu falei, mas a minha perspectiva para frente é muito positiva. De novo, todos os entes, as entidades envolvidas nisso têm uma visão pró-habitação muito forte, muito relevante, então eu estou bastante otimista. Relação a melhorias do programa, começando de trás para frente, eu não tenho a visão de que isso não pode ser feito esse ano por conta de questões eleitorais. A visão é que pode, sim. A discussão em relação a eventuais alterações no programa já tem um pouco mais de tempo e já está um pouco mais madura, eu diria. Eventualmente, pode haver, sim, uma reunião extraordinária do Conselho Curador para poder debater isso, então é uma perspectiva que, na minha visão, é viável e pode acontecer.
Speaker #2: A minha não dá para cravar nada agora, como eu falei, mas a minha perspectiva para frente, ela é muito positiva. De novo, todos os entes, as entidades envolvidas nisso têm uma visão pró-habitação muito forte, muito relevante.
Speaker #2: Então eu estou bastante otimista. Em relação a melhorias do programa, começando de trás para frente, eu não tenho a visão de que isso não pode ser feito esse ano por conta de questões eleitorais, tá?
Speaker #2: A visão é que pode sim, existe a discussão em relação a eventuais alterações do programa, ela já tem pouco mais de tempo e ela já está pouco mais madura, eu diria.
Speaker #2: Eventualmente, pode haver sim uma reunião extraordinária do conselho curador para poder debater isso. Então é uma perspectiva que, na minha visão, é viável e pode acontecer.
Speaker #2: A gente, obviamente, está em discussões com a indústria, com o governo, para poder tentar evoluir nessa discussão. Um dos pontos é esse que você trouxe: uma eventual redução, especialmente na faixa 3, no início da faixa 3 ali de renda, na taxa de juros. Nós somos os maiores defensores da sustentabilidade do fundo de garantia.
Speaker 9: A gente, obviamente, está em discussões com a indústria, com o governo, para poder tentar evoluir nessa discussão. Um dos pontos é esse que você trouxe, uma eventual redução, especialmente na faixa 3, no início da faixa 3 de renda, na taxa de juros. Nós somos um dos maiores defensores da sustentabilidade do Fundo de Garantia, que a Abrainc faz. Ela tem o olho sempre em que o funding não seja afetado, porque eu preciso garantir no futuro, não preocupado tão com o presente assim. Então, pelas nossas contas, todos esses movimentos não fragilizam o fundo. Pelo contrário, à medida que você tem o fundo concedendo também um pouco mais de rendas mais altas para o fundo, o índice de rentabilidade é bom. Então a gente sempre tem essa visão de preservação da qualidade do fundo, da sustentabilidade dele.
Speaker #2: Que a Brain que faz, ela tem o olho sempre em que o funding não seja afetado, porque eu preciso garantir no futuro não preocupados tão com o presente assim.
Speaker #2: Então, pelas nossas contas, todos esses movimentos não fragilizam o fundo, pelo contrário, à medida que você tem o fundo concedendo também pouco mais de rendas mais altas para o fundo em termos de rentabilidade, é bom.
Speaker #2: Então a gente tem sempre essa visão de preservação da qualidade do fundo, da sustentabilidade dele. Então, em relação à pergunta dois, eu vejo sim uma possibilidade disso acontecer.
Speaker 9: Então, em relação à pergunta 2, eu vejo, sim, uma possibilidade de isso acontecer. Estamos aqui no debate para que isso aconteça o mais cedo possível. Não vejo essa restrição de nenhum movimento não poder acontecer por conta do momento eleitoral do Brasil. Espero ter te respondido, João Pedro.
Speaker #2: Estamos aqui no debate para que isso aconteça o mais cedo possível. Não vejo essa restrição de nenhum movimento, não poder acontecer por conta do movimento do momento eleitoral do Brasil.
Speaker #2: Tá bom? Você já tinha respondido aí, João Pedro?
Speaker #6: Respondeu sim, pessoal. Muito obrigado. Bom dia para vocês.
Speaker 15: Respondeu sim, pessoal. Muito obrigado. Bom dia para vocês.
Speaker #5: Nossa próxima pergunta vem do senhor Rafael Redder, do Safra. Por favor, senhor Rafael, pode prosseguir. Por favor, senhor Rafael, pode prosseguir. Seu microfone já está liberado.
Speaker 5: Nossa próxima pergunta vem do senhor Rafael Reder, do Safra. Por favor, senhor Rafael, pode prosseguir. Por favor, senhor Rafael, pode prosseguir. Seu microfone já está liberado. Nossa próxima pergunta vem do senhor Marcelo Motta, do JP Morgan. Por favor, senhor Marcelo, pode prosseguir.
Speaker #5: Nossa próxima pergunta vem do senhor Marcelo Mota, do Dip Morgan. Por favor, senhor Marcelo, pode prosseguir.
Speaker 16: Bom dia a todos. Dois pontos aqui do nosso lado. O primeiro, se puder comentar um pouco mais sobre essa questão do distrato da linha Flex e da questão de quanto vocês financiam o cliente, só entender aqui se é uma piora de crédito ou era, sei lá, talvez alguma região específica, algum tipo de projeto específico. Só para ter um pouco mais de cor, se talvez esse pior momento já passou, se vocês acham que é algo que a gente deveria monitorar aí para segunda metade do ano. O segundo ponto, uma das empresas do setor andou comentando sobre atrasos de obra, dificuldade de entregar no prazo.
Speaker #4: Bom dia a todos. Dois pontos aqui do nosso lado. O primeiro, se puder comentar pouco mais sobre essa questão do distrato aí da linha flex, enfim, e da questão de quando vocês financiam o cliente, só entender aqui se, enfim, é uma piora de crédito ou era, sei lá, talvez alguma região específica, algum tipo de projeto específico, só para ter pouco mais de cor se talvez esse pior momento já passou, se vocês acham que é algo que a gente deveria monitorar aí para a segunda metade do ano.
Speaker #4: E o segundo ponto, uma das empresas aí do setor andou comentando sobre atrasos de obra, dificuldade de entregar no prazo, talvez aqui de novo, mais uma região específica do que o mercado em geral. Mas queria entender se do lado de vocês, vocês estão vendo alguma pressão aí, enfim, seja por mão de obra, equipamento ou eficiência que possa causar algum atraso na entrega de obra do lado de vocês.
Speaker 16: Talvez aqui, de novo, mais uma região específica do que o mercado em geral, mas entender se do lado de vocês estão vendo alguma pressão aí, enfim, seja por mão de obra, equipamento ou eficiência que possa causar algum atraso na entrega de obra do lado de vocês. Obrigado.
Speaker #4: Obrigado.
Speaker #2: Vamos lá, Mota. Primeira pergunta referente ao distrato, o que acontece é o seguinte, a gente opera no sistema de venda garantida, então a gente praticamente não tem distrato dentro do Minha Casa Minha Vida.
Speaker 13: Vamos lá, Motta. A primeira pergunta é referente ao distrato. O que acontece é o seguinte: a gente opera no sistema de venda garantida, então a gente praticamente não tem distrato dentro do Minha Casa, Minha Vida. Então esse distrato que aconteceu foi dentro dos segmentos de renda um pouco mais altas, onde a gente tem venda flex e a venda FB também. A gente começou a reparar que tinha uma safra específica de vendas que estava com a inadimplência um pouco mais alta, cliente apresentando algum tipo de atraso. A gente tem uma liquidez boa dentro desses produtos, então a gente achou por bem fazer um distrato maior do que o que a gente tem visto.
Speaker #2: Então, esse distrato aqui que aconteceu foi dentro dos segmentos de renda um pouco mais altas, onde a gente tem venda Flex e a venda FB também.
Speaker #2: A gente começou a reparar que tinha uma safra específica de vendas aqui que estava com inadimplência um pouco mais alta, o cliente apresentando algum tipo de atraso.
Speaker #2: A gente tem uma liquidez boa dentro desses produtos, então a gente achou por bem fazer um distrato maior do que o que a gente tem visto. Foi meio que uma limpeza de base aqui, impacto de mais ou menos R$100 milhões de distrato, maior do que a gente tem em média, e foi realmente um movimento one-off, não é nada para a gente se preocupar para frente.
Speaker 13: Foi meio que uma limpeza de base, um impacto de mais ou menos BRL 100 milhões de distrato maior do que a gente tem em média e foi realmente um movimento "once", não é nada para a gente preocupar para frente. De forma geral, a gente tem reduzido a quantidade de originação de vendas com carteira direta. A gente tem focado mais dentro do programa Minha Casa, Minha Vida, então incrementando ainda mais o nosso percentual de vendas dentro do associativo e reduzindo as vendas que a gente tem fora do programa. Então não é nada para preocupar, não, foi um "once" realmente que aconteceu.
Speaker #2: De forma geral, a gente tem reduzido a quantidade de originação de vendas de carteira, com carteira direta, a gente tem focado mais dentro do programa mesmo, dentro do Minha Casa Minha Vida, então incrementando ainda mais o nosso percentual de vendas dentro do associativo, e reduzindo as vendas que a gente tem fora do programa.
Speaker #2: Então, não é nada para se preocupar, não. Foi um one-off realmente que aconteceu.
Speaker 9: Motta, é o Eduardo Fischer aqui, vou responder a dois. Só um ponto, acho que ele é muitíssimo relevante na minha visão. O Rafael falou isso logo no início, nas primeiras perguntas. A nossa indústria tem uma série de desafios. A escala talvez seja o principal deles. A MRV está num grau de maturidade operacional muito alta. Eu estou aqui há muitos anos, eu vejo isso claramente. A gente atingiu um patamar de eficiência. A gente consegue fazer em 22 estados, em mais de 100 cidades, uma operação que apesar de ter uma ou outra discrepância, ela é muito estável. A hora que eu olho para o que está acontecendo dentro da companhia, na verdade, a gente tem entregue imóveis antes do prazo, via de regra. A gente tem conseguido, sim, e esse é um objetivo nosso, acelerar ainda mais. Atrasos não são problemas.
Speaker #3: Em relação. Mota, é o feature aqui, vou responder a dois. Só ponto acho que ele é muitíssimo relevante na minha visão, o Rafael falou isso logo no início, nas primeiras perguntas, a nossa indústria ela tem uma série de desafios.
Speaker #3: A escala talvez seja o principal deles. A MRV está num grau de maturidade operacional muito alta, e eu estou aqui há muitos, muitos anos, eu vejo isso claramente, a gente tem, a gente atingiu patamar de eficiência a gente consegue fazer em 22 estados, em 100, em mais de 100 cidades, uma operação que apesar de ter uma outra discrepância, ela é muito estável.
Speaker #3: Então assim, a hora que eu olho para o que está acontecendo dentro da companhia, na verdade eu tenho, a gente tem, entregue imóveis, antes do prazo, via de regra, a gente tem conseguido sim, e essa é objetivo nosso, acelerar ainda mais.
Speaker #3: Então, atrasos não são problemas. A gente tem atingido grau de linearização, que é uma estratégia nossa também, cada vez maior. Isso ajuda bastante.
Speaker 9: A gente tem atingido um grau de linearização, que é uma estratégia nossa também, cada vez maior, isso ajuda bastante. A gente está num estágio de maturidade operacional muito alto. Essa eficiência nos dá tranquilidade para: um, não ter atrasos e a consequência desses atrasos normalmente é muito dura. Segundo, fazer com que o nosso ciclo financeiro reduza. O estágio de maturidade operacional da companhia me deixa muito tranquilo de que a gente está produzindo, vendendo, repassando essa ordem de grandeza de 40 a 45 mil unidades por ano Brasil afora com bastante estabilidade e sem trazer nenhum ônus adicional. Pelo contrário, agora a gente colhe, com base em tudo que a gente construiu de SKUs padronizados, de linearização, a gente começa a enxergar os benefícios disso.
Speaker #3: Então a gente está num estágio de maturidade operacional muito alta. E essa eficiência nos dá tranquilidade para, não ter atrasos e a consequência desse atraso normalmente é muito dura, segundo, fazer com que o nosso ciclo financeiro reduza.
Speaker #3: Então assim, o estágio de maturidade operacional da companhia me deixa muito tranquilo de que a gente está produzindo e vendendo e repassando essa ordem de grandezas de 40, 45 mil unidades por ano Brasil afora, com bastante estabilidade, e sem trazer nenhum ônus adicional, pelo contrário, agora a gente colhe com base em tudo que a gente construiu de SKUs padronizados, de linearização, a gente começa a enxergar os benefícios disso então eu não tenho risco de lado e tem benefícios sendo colhidos do outro da nossa escala e da nossa maturidade operacional.
Speaker 9: Eu não tenho risco de um lado e tenho benefícios sendo colhidos do outro, da nossa escala e da nossa maturidade operacional. Eu acho que a gente está numa página diferente desse exemplo que você trouxe.
Speaker #3: Então acho que a gente está numa página diferente aí desse exemplo que você trouxe, tá bom?
Speaker 16: Super claro, Fischer. Muito obrigado.
Speaker #4: Super claro, perfeito. Muito obrigado. Obrigado.
Speaker #2: Obrigado.
Speaker 9: Obrigado.
Speaker #5: Nossa próxima pergunta vem do senhor Jorel Guilhotti, do Goldman Sachs. Por favor, senhor Jorel, pode prosseguir.
Speaker 5: Nossa próxima pergunta vem do senhor Jorel Guilloty, do Goldman Sachs. Por favor, senhor Jorel, pode prosseguir.
Speaker #4: Bom dia a todos. Tenho duas perguntas aqui. A primeira é sobre a Lugo. A gente viu aqui que depois da venda para a Mauá, o pipeline da Lugo basicamente fica zerado.
Speaker 17: Bom dia a todos. Tenho duas perguntas aqui. A primeira é sobre a Luggo. A gente viu aqui que depois da venda para a Mauá, o pipeline da Luggo basicamente fica zerado. Mas a gente também às vezes está vendo alguns fees que estão animando para comprar, pode ser não necessariamente para multifamily, mas o que eu queria entender é como vocês leem o mercado multifamily hoje e o que vocês precisariam para se animar a lançar mais? Seria só juros caindo? A segunda pergunta é sobre sua exposição ao programa, porque a gente viu aqui a média de vendas, o preço de vendas mais ou menos BRL 257 mil por unidade, subiu 3% tri a tri, 5% ano a ano. O que a gente queria entender melhor é sua exposição por faixa, quer dizer, quanto você está exposto agora à faixa 1, 2, 3, 4. Seria isso. Obrigado.
Speaker #4: Mas a gente mesmo às vezes está vendo alguns fees que estão animando para comprar, por isso não necessariamente para multifamily, mas o que eu queria entender é como vocês leem o mercado multifamily hoje.
Speaker #4: E que vocês precisariam para se animar, lançar mais, seria só juros? Caindo? E a segunda pergunta é sobre sua exposição ao programa, porque a gente viu aqui a média de vendas, o preço de vendas mais ou menos 257 mil por unidade, subiu 2% tri a tri, 5% ano a ano.
Speaker #4: O que a gente queria entender melhor é sua exposição, por faixa. Quer dizer, quanto você está exposto agora à faixa 1, 2, 3, 4?
Speaker #4: Seria isso? Obrigado.
Speaker #3: E Jorel, bom dia. Rafael falando por aqui. Vamos lá. O primeiro tópico da sua pergunta, vou começar pela segunda, tá? Do programa. Majoritariamente, grupo 1, 2 e 3. Nós já tivemos uma exposição maior no grupo 1, mas o grupo 1 hoje está mais desencaixado, dado que os reajustes recentes foram insuficientes, ok?
Speaker 9: Jorel, bom dia, Rafael falando por aqui. Vamos lá. O primeiro tópico da sua pergunta, vou começar pela segunda, do programa. Majoritariamente grupo 1, 2 e 3. Nós já tivemos uma exposição maior no grupo 1, mas o grupo 1 hoje está mais desencaixado, dado que os reajustes recentes foram insuficientes. Já chegou a representar 40% da nossa operação, o que é interessante, porque o encosto é muito menor, mas ele vem caindo. Então hoje o grupo 1 representa pouco mais de 20%, o grupo 3 também por volta de 20%, e o nosso maior grupo é o grupo 2. Tem alguma coisa para o grupo 4, mas não é um volume tão significativo. Então é o que você falou, a nossa operação está cada vez mais concentrada no Minha Casa, Minha Vida.
Speaker #3: Então a gente já chegou a representar 40% da nossa operação, o que era interessante porque o imposto é muito menor, mas ele vem caindo, então hoje o grupo 1 representa pouco mais de 20%, o grupo 3 também por volta de 20%.
Speaker #3: E o nosso maior grupo é o grupo 2, tá? Tem alguma coisa, grupo 4? Mas não é volume tão significativo. Então o que você falou, a nossa operação ela está cada vez mais concentrada no Minha Casa Minha Vida, é importante a gente relembrar aí ou ressaltar que todos os ajustes que foram feitos nos últimos, ao longo dos últimos três, quatro anos, trouxeram mais previsibilidade, trouxeram uma base potencial de clientes maior do que no passado, hoje o programa ele permite que se venda até unidades de até 600 mil reais, o que é super importante para o setor, mas não é o nosso foco, o nosso foco está muito centrado aí no faixa 1, 2 e 3, e eu te diria que o faixa 2 continuará sendo o mais importante para a gente.
Speaker 9: É importante a gente relembrar ou ressaltar que todos os ajustes que foram feitos ao longo dos últimos três, quatro anos trouxeram mais previsibilidade, trouxeram uma base potencial de clientes maior do que no passado. Hoje o programa permite que se venda
Speaker 2: Unidades de até BRL 600 mil, o que é superimportante para o setor, mas não é o nosso foco. O nosso foco está muito centrado no faixa 1, 2 e 3. Eu te diria que o faixa 2 continuará sendo o mais importante pra gente. Agora, se puder, repete novamente a primeira pergunta, Joel?
Speaker #3: Agora, se puder, repita novamente a primeira pergunta, Jorel.
Speaker #4: Sim, e sobre a Lugo, então, eu só queria entender vocês venderam ativos agora ou anunciaram MOUs recentemente? Então, mas queria entender que tomaria para você se animar para o pipeline do Lugo?
Speaker 17: Sim, é sobre a Luggo. Eu só queria entender, vocês venderam ativos agora ou anunciaram o MOU recentemente. Mas queria entender o que tomaria para vocês se animar para o pipeline do Luggo. Pergunto em parte porque tem alguns FIIs que estão animados comprando ativos, não necessariamente multifamily. Mas só entender a cabeça de vocês, como pensam sobre o business, qual seria o gatilho para lançar, se seria só juros caindo ou se tem outra coisa.
Speaker #4: Eu pergunto em parte porque tem alguns FIs que estão animados comprando ativos, não necessariamente multifamily. Mas só para entender a cabeça de vocês, como pensam sobre o business, qual seria o gatilho para lançar?
Speaker #4: Seria só juros caindo ou se tem outra coisa?
Speaker #3: Tá, vamos lá. Os últimos oito ativos da Lugo foram concebidos da seguinte forma, tá? Cinco a gente vendeu antes do lançamento, uma venda B2B para parceiro nosso, modelo que a gente gosta porque não tem exposição de caixa, tem retorno interessante. E sobraram esses três últimos ativos, que a gente não conseguiu vender antes do lançamento. A gente desenvolveu os ativos, alugamos, estão com NOI interessante, e agora a gente assinou esse MOU para fazer essa reciclagem dos últimos ativos que sobraram na Lugo.
Speaker 2: Tá, vamos lá. Os últimos oito ativos da Luggo foram concebidos da seguinte forma: cinco a gente vendeu antes do lançamento, uma venda B2B para um parceiro nosso. É um modelo que a gente gosta, porque não tem exposição de caixa, tem um retorno interessante. Sobraram esses três últimos ativos que a gente não conseguiu vender antes do lançamento. A gente desenvolveu os ativos, alugamos, estão com um NOI interessante. Agora a gente assinou esse MOU pra gente fazer essa reciclagem dos últimos ativos que sobraram na Luggo. Agora, o que é interessante na Luggo é que ela usa o mesmo hardware da MRV.
Speaker #3: Agora, o que é interessante na Lugo é que ela usa o mesmo hardware da MRV, tá? A MRV faz uma venda B2C, tem uma Minha Casa Minha Vida operando super bem, e essa linha de negócios B2B que é a Lugo, dado o custo de capital atual, Selic muito elevada, os cap rates estão elevados, a equação não está funcionando tão bem em relação a retorno, à expectativa de margem.
Speaker 2: A MRV faz uma venda B2C, tem o Minha Casa, Minha Vida operando super bem. Essa linha de negócios B2B, que é a Luggo, dado o custo de capital atual, a Selic muito elevada, os cap rates tão elevados, a equação não está funcionando tão bem em relação a retorno, à expectativa de bairro. Mas isso é algo que a gente acha que vai mudar à medida que a Selic cai, os cap rates também vão cair. A Luggo tem uma expertise de já ter feito 25 projetos, de ter construído, de ter alugado, de já ter uma marca reconhecida. A gente voltar a falar de Luggo daqui a 1 ano, 2 anos, é muito possível. Mas desde que seja nesse modelo, uma venda B2B, a gente só lance o projeto já vendido e dentro das expectativas de retorno que a gente entende como adequado.
Speaker #3: Mas isso é algo que a gente acha que vai mudar na medida que a Selic cai, os cap rates também vão cair, e a Lugo ela tem uma expertise de já ter feito 25 projetos, de ter construído, de ter alugado, de já ter uma marca reconhecida, e a gente voltar a falar de Lugo daqui a ano, dois anos, é muito possível, mas desde que seja nesse modelo uma venda B2B, a gente só lance o projeto já vendido, e dentro das expectativas de retorno, que a gente entende como adequado.
Speaker #3: Então, o que a gente fala aqui dentro é que a Lugo é uma opcionalidade muito interessante. Eu acho que a MRV é a única empresa que tem essa capacidade de fazer produto greenfield, que vá não só construir, mas depois vá fazer a alocação. Nós já temos uma plataforma pronta, montada, digital, com uma ótima experiência para o cliente, então, assim, é algo que a gente está sempre atento, está no nosso radar. A gente acha que esse mercado, ao longo dos próximos anos, vai crescer brutalmente de tamanho, mas a gente só voltará a fazer se for num contexto adequado de retorno.
Speaker 2: Então o que a gente fala aqui dentro é que a Luggo é uma funcionalidade muito interessante. Eu acho que a MRV é a única empresa que tem essa capacidade de fazer um produto greenfield, que vá não só construir, mas depois vá fazer a locação. Nós já temos uma plataforma pronta, montada, digital, com uma ótima experiência para o cliente. Então, é algo que a gente está sempre atento, está no nosso radar. A gente acha que esse mercado, ao longo dos próximos anos, vai crescer brutalmente de tamanho. Mas a gente só voltará a fazer se for num contexto adequado de retorno. Mas eu acho que a gente tem uma vantagem competitiva, que ninguém tem no mercado. Agora é só esperar o cap rate voltar ou reduzir para o patamar que a gente entende como adequado. Ok?
Speaker #3: Mas eu acho que a gente está assim, a gente tem uma vantagem competitiva que ninguém tem no mercado. Agora é só esperar o cap rate voltar, ou reduzir para o patamar que a gente entende como adequado.
Speaker #3: Ok?
Speaker #4: Tá. Obrigado.
Speaker 17: Tá, obrigado.
Speaker #3: Tá jó, Jorel.
Speaker 2: Tá joia, Jorel.
Speaker #2: Nossa próxima pergunta vem do senhor Rafael Redder, do Safra. Por favor, senhor Rafael. Pode prosseguir.
Speaker 5: Nossa próxima pergunta vem do senhor Rafael Reder, do Safra. Por favor, senhor Rafael, pode prosseguir.
Speaker #5: Tá. Bom dia, pessoal. Acho que agora foi, né? Desculpa, está dando problema aqui na internet. Acho que vocês já tocaram nos principais tópicos. Eu só queria falar um pouco mais das vendas, talvez agora no terceiro trimestre, se vocês podiam passar um update, como que vocês viram o ambiente agora em julho e começo de agosto?
Speaker 18: Bom dia, pessoal. Acho que agora foi. Desculpa, estava com problema aqui na internet. Acho que vocês já tocaram nos principais tópicos. Eu só queria falar um pouco mais das vendas, talvez agora no Q3, se vocês podiam passar um update, como que vocês viram o ambiente agora em julho e começo de agosto, e até se vocês pudessem correlacionar com os últimos anos de eleição, o que vocês enxergam de impacto, normalmente, nas vendas do programa. Imagino que no Minha Casa, Minha Vida, claramente deveria ser menos sensível, mas se vocês enxergam também algum impacto. Obrigado.
Speaker #5: E até se vocês pudessem correlacionar com os últimos anos de eleição, assim, o que vocês enxergam de impacto normalmente nas vendas do programa, né?
Speaker #5: Imagino que no Minha Casa Minha Vida claramente deveria ser menos sensível, mas se vocês enxergam também algum impacto. Obrigado.
Speaker #3: Bom, Rafael, feature aqui, vamos lá. Eu mencionei mais cedo sobre aquela questão do rating lá na caixa no final de junho e julho. Depois, passado aquilo, as coisas voltaram à normalidade, a gente tem ido muito bem, o mês está forte, a nossa estratégia que a gente o tempo inteiro reforça, demos uma abertura maior nesse trimestre em relação a housing, que a gente chama aqui dentro de super housing, ela tem ganhado cada vez mais tração.
Speaker 2: Rafael, Fischer aqui, vamos lá. Eu mencionei mais cedo sobre aquela questão do rating lá na Caixa no final de junho, início de julho. Depois, passado aquilo, as coisas voltaram à normalidade. A gente tem ido muito bem, o mês está forte. A nossa estratégia, que a gente o tempo inteiro reforça e demos uma abertura maior nesse trimestre em relação à house, que a gente chama aqui dentro Super House, tem ganhado cada vez mais tração. De novo, eu falei mais cedo, essa é uma estratégia importante para nós. Ela tem dado resultados, tem naturalmente a curva de aprendizado, de maturidade dela, mas ela tem acontecido. Então, a hora que eu olho para o Q2, para o Q3, especialmente para o Q4, a sensação é positiva, a gente vem reparando uma força grande. O nosso imóvel tem uma demanda natural muito grande e a gente vê esses números de forma positiva.
Speaker #3: De novo, eu falei mais cedo, essa é uma estratégia importante para nós, ela tem dado resultados, ela tem naturalmente a curva de aprendizado e de maturidade dela, mas ela tem acontecido, então agora que eu olho para o segundo e para o terceiro trimestre, especialmente para o quarto, a sensação é positiva, a gente vem reparando aí uma força grande, a nossa indústria tem uma demanda natural muito grande, e a gente vê esses números de forma muito positiva.
Speaker #3: Então, terceiro take, quarto take, eu estou bastante positivo com o que está acontecendo. Em relação à eleição, tradicionalmente a gente não tem problemas. A gente vê outros eventos, como carnaval, São João no Nordeste, acabam impactando muito mais, mas são pontuais, a eleição não traz nenhum tipo de ruptura para nós, pelo contrário, eventualmente se discute bastante, a minha expectativa, inclusive para esse momento eleitoral é essa, que se discuta mais fortemente programas, programas estaduais, programa federal, isso acaba ajudando a gente de alguma forma, às vezes involuntário, mas ajuda a indústria de forma geral, olha que a habitação volta para o tema, a afordabilidade, a capacidade das pessoas realizarem os sonhos a cada prova, então ele acaba no fim das contas não dando ventozinho de cauda adicional, na minha visão, e não é algo que atrapalha.
Speaker 2: Então, Q3, Q4, eu estou bastante positivo com o que está acontecendo. Em relação à eleição, tradicionalmente a gente não tem problemas. A gente vê outros eventos, como Carnaval, São João no Nordeste, acabam impactando muito mais, mas são pontuais. A eleição não traz nenhum tipo de ruptura para nós.
Speaker 9: Pelo contrário, eventualmente se discute bastante. A minha expectativa, inclusive para esse momento eleitoral, é essa, que se discuta mais fortemente programas estaduais, programa federal. Isso acaba ajudando a gente de alguma forma, às vezes involuntária, mas ajuda a indústria de forma geral, na hora que a habitação volta para o tema, a affordability, a capacidade das pessoas realizarem o sonho da casa própria. Então ele acaba, no fim das contas, dando um ventozinho de calda adicional, na minha visão, e não é algo que atrapalha. De forma geral, eu estou bastante otimista com o que vem por aí, com o que está acontecendo no Q3 e Q4.
Speaker #3: Então, de forma geral, a gente vê, eu estou bastante otimista com o que vem por aí, com o que está acontecendo no terceiro take, quarto take.
Speaker #3: Tá bom?
Speaker 18: Perfeito, super claro, Cristiano. Obrigado. Pessoal, bom dia.
Speaker #5: Não, perfeito. Super claro, fechado. Obrigado, pessoal. Bom dia.
Speaker 5: Encerramos nesse momento a sessão de perguntas e respostas. Para as considerações finais, gostaria de passar a palavra para o presidente, senhor Eduardo Fischer. Por favor, senhor Eduardo, pode prosseguir.
Speaker #2: Encerramos nesse momento a sessão de perguntas e respostas. Para as considerações finais, gostaria de passar a palavra para o presidente senhor Eduardo Fischer. Por favor, senhor Eduardo, pode prosseguir.
Speaker 9: Pessoal, só uma consideração final aqui. A gente falou isso ao longo do call, tem duas mensagens principais. O esforço da MRV contínuo no processo de simplificação e desalavancagem. O processo de simplificação anda, na verdade, em paralelo, porque a gente está construindo uma companhia que a gente chama aqui de melhor MRV da história, e ela é. Mais simples, mais rápida, com muito menos alocação de capital. Os esforços que vêm, e a gente tentou deixar isso aberto no material, sendo feitos no desenvolvimento imobiliário, com percentual altíssimo de compras de terrenos sem exposição de caixa. A redução do nosso porte de terrenos pagos, não lançados. A simplificação de SKUs. A agilidade em se construir, que dá mais estabilidade para o sistema. Isso tudo tem acontecido e tem ganhado tração dentro da companhia.
Speaker #3: Pessoal, só uma consideração final aqui. A gente falou isso ao longo do call, tem duas mensagens principais. O esforço da MRV contínuo no processo de simplificação e desalavancagem, mas o processo de simplificação ele anda, na verdade, em paralelo, porque a gente está construindo uma companhia que a gente chama aqui de melhor MRV da história, ela é, mais simples, mais rápida e com muito menos alocação de capital.
Speaker #3: Os esforços que vêm, e a gente tentou deixar isso aberto no material feito, sendo feitos, no desenvolvimento imobiliário, com percentual altíssimo de compra de terreno sem exposição de caixa, a nossa redução do nosso pote de terrenos pagos, não lançados, a simplificação de SKUs, agilidade em se construir, que dá mais estabilidade para o sistema, isso tudo tem acontecido, e tem ganhado tração dentro da companhia.
Speaker #3: A consequência prática disso é que a gente tem percebido na operação internamente é que as nossas métricas têm todas evoluído, todas melhorado. E qual que é a consequência disso?
Speaker 9: A consequência prática disso, que a gente tem percebido na operação internamente, é que as nossas métricas têm evoluído, todas melhorado. Qual é a consequência disso? A gente vê uma discrepância entre regiões, entre obras, cada vez menor. Isso, de novo, no sentido de dar estabilidade para o sistema e colher resultados mais rápido, vai ficando cada vez mais forte. Então dentro do front operacional, eu tenho estado cada vez mais otimista com o que está acontecendo dentro da MRV e o que vai sendo colocado no mercado e os frutos que vão sendo colhidos disso. Na conta de mercado, que foi discutida algumas vezes aqui hoje, a gente enxerga e continua enxergando um apetite enorme de governos estaduais, municipais, federal, em fazer com que o ambiente continue não só bom, mas melhorando.
Speaker #3: Se a gente vê uma discrepância entre regiões, entre obras, cada vez menor. Isso, de novo, no sentido de dar estabilidade para o sistema, e colher resultados mais rápido, vai ficando cada vez mais forte.
Speaker #3: Então, dentro do front operacional, eu tenho estado cada vez mais otimista com o que está acontecendo dentro da MRV, e o que vai sendo colocado no mercado, e os frutos que vão sendo colhidos disso.
Speaker #3: Uma ponta de mercado que foi discutida algumas vezes aqui hoje, a gente enxerga e continua enxergando apetite enorme de governos estaduais, municipais, federal, em fazer com que o ambiente continue não só bom, mas melhorando.
Speaker #3: Você tem discussões muito relevantes em nível municipal de evolução de planos diretores, de processo de legalização, que só nos beneficiam. No front de cheques estaduais da FANIF, que citei mais cedo, você tem, independentemente da questão fiscal dos estados, um apetite grande para fazer com que isso aconteça, continue acontecendo. A gente vê, na verdade, crescimento.
Speaker 9: Você tem discussões muito relevantes em nível municipal de evolução de planos diretores, de processo de legalização, que só beneficiam a gente. No front de chefes estaduais, a Sanito citou mais cedo, você tem, independentemente da questão fiscal dos estados, um apetite grande para fazer com que isso continue acontecendo. A gente vê, na verdade, um crescimento. Então a hora que eu olho para o ambiente externo favorável, independentemente da discussão macro do Brasil. E um olhar interno aqui, onde a gente ganha uma eficiência operacional em cada uma das áreas, de fato, a gente olha para frente com bastante otimismo. E eu queria só deixar isso claro aqui, porque o que eu enxergo aqui dentro muitas vezes não é claramente percebido, mas nós, de fato, temos aqui a melhor MRV da história em construção. Pessoal, obrigado e até a próxima.
Speaker #3: Então, a hora que eu olho para o ambiente externo favorável, independentemente da discussão macro do Brasil, e olhar interno aqui onde a gente ganha uma eficiência operacional em cada uma das áreas, de fato, a gente olha para a frente com bastante otimismo, e eu queria só deixar isso claro aqui, porque o que eu enxergo aqui dentro, muitas vezes, não é claramente percebido, mas nós de fato temos aqui a melhor MRV da história em construção.
Speaker #3: Pessoal, obrigado. E até a próxima.
Speaker #2: O conference call da MRV está encerrado. Agradecemos a participação de todos e tenham bom dia.
Speaker 5: O conference call da MRV está encerrado. Agradecemos a participação de todos e tenham um bom dia. Goodbye.
