Q2 2026 JSL SA Earnings Call
Guilherme Sampaio: Bom dia, senhoras e senhores. Sejam bem-vindos à videoconferência da JSL para discussão dos resultados referentes ao Q2 de 2026. Essa videoconferência está sendo gravada e o replay poderá ser acessado no site da companhia: ri.jsl.com.br. A apresentação também estará disponível para download. Informamos que todos os participantes estarão apenas assistindo à videoconferência durante a apresentação e em seguida iniciaremos a sessão de perguntas e respostas, quando mais instruções serão fornecidas. Antes de prosseguir, aproveito para reforçar que as declarações prospectivas têm como base as crenças e suposições da administração da JSL e as informações atuais disponíveis para a companhia. Essas declarações podem envolver riscos e incertezas, tendo em vista que dizem respeito a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer.
Speaker #2: Bom dia, senhoras e senhores. Sejam bem-vindos à videoconferência da JSL para a discussão dos resultados referentes ao 2o trimestre de 2026. Esta videoconferência está sendo gravada e o replay poderá ser acessado no site da companhia.
Speaker #2: RI.JSL.com.br. A apresentação também estará disponível para download. Informamos que todos os participantes estarão apenas assistindo à videoconferência durante a apresentação e, em seguida, iniciaremos a sessão de perguntas e respostas, quando mais instruções serão fornecidas.
Speaker #2: Antes de prosseguir, aproveito para reforçar que as declarações prospectivas têm como base as crenças e suposições da administração da JSL e as informações atuais disponíveis para a companhia.
Speaker #2: Essas declarações podem envolver riscos e incertezas, tendo em vista que dizem respeito a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer.
Speaker #2: Investidores e analistas e jornalistas devem levar em conta que eventos relacionados ao ambiente macroeconômico, aos segmento e a outros fatores podem fazer com que os resultados sejam materialmente diferentes daqueles expressados nas respectivas declarações prospectivas.
Operator 2: Investidores, analistas e jornalistas devem levar em conta que eventos relacionados ao ambiente macroeconômico, ao segmento e a outros fatores podem fazer com que os resultados sejam materialmente diferentes daqueles expressados nas respectivas declarações prospectivas. Estão presentes nessa videoconferência o senhor Guilherme Sampaio, diretor-presidente da companhia, e Eduardo Nauck, diretor de Relações com Investidores. Gostaria agora de passar a palavra ao Guilherme, que dará início à apresentação. Por favor, senhor Guilherme, pode prosseguir. Bom dia a todos. Sejam muito bem-vindos à divulgação de resultados da JSL para o Q2 de 2026. Essa é uma divulgação especial, porque a JSL está completando 70 anos. São 70 anos trabalhando com os nossos clientes nos mais diversos desafios logísticos e, a cada dia, crescendo nosso portfólio de serviços e também a nossa gama de clientes.
Speaker #2: Estão presentes nessa videoconferência o senhor Guilherme Sampaio, diretor-presidente da companhia, e Eduardo Nauck, diretor de relações com investidores. Gostaria agora de passar a palavra ao Guilherme, que dará início à apresentação.
Speaker #2: Por favor, senhor Guilherme, pode prosseguir.
Speaker #3: Bom dia a todos. Sejam muito bem-vindos à divulgação de resultados da JSL para o 2o trimestre de 2026. Essa é uma divulgação especial. Porque a JSL está completando 70 anos.
Speaker #3: São 70 anos trabalhando com os nossos clientes, nos mais diversos desafios logísticos, e a cada dia crescendo nosso portfólio de serviços e também a nossa gama de clientes.
Speaker #3: São 70 anos construindo relações e trabalhando para contribuir com o negócio dos nossos clientes e com o desenvolvimento da nossa agência. Para chegar aos 70 anos, a JSL precisou se reinventar várias vezes e continua a fazê-lo para construir os próximos 70.
Guilherme Sampaio: São 70 anos construindo relações e trabalhando para contribuir com o negócio dos nossos clientes e com o desenvolvimento da nossa gente. Para chegar aos 70 anos, a JSL precisou se reinventar várias vezes e continua a fazer para construir os próximos 70. Indo para o slide 1, faço um resumo dessa história, que começou com um imigrante português e seu primeiro caminhão em 1956. Ao longo dos anos, a empresa cresceu, se desenvolveu, e em 2010, a JSL abriu capital na B3, já com vários negócios em seu portfólio. Depois do IPO, alguns desses negócios se tornaram grandes e precisavam de um plano independente de crescimento. Nessa fase, nasceram o Movida, Vamos, o início do banco, etc.
Speaker #3: Indo para o primeiro slide, faço resumo dessa história que começou com imigrantes portugueses e seu primeiro caminhão em 1956. Ao longo dos anos, a empresa cresceu, se desenvolveu e, em 2010, a JSL abriu capital na B3, já com vários negócios em seu portfólio.
Speaker #3: Depois do IPO, alguns desses negócios se tornaram grandes e precisavam de plano independente de crescimento e, nessa fase, nasceram Movida, Vamos, o início do banco, etc.
Speaker #3: Em 2020, nessa trajetória de se transformar a cada ciclo, a JSL propôs uma reorganização societária que levou à criação da Simpar, para assumir a posição de holding do grupo para que a própria JSL tivesse a sua independência e executasse seu plano de crescimento e consolidação do mercado de logística no Brasil.
Guilherme Sampaio: Em 2020, nessa trajetória de se transformar a cada ciclo, a JSL propôs uma reorganização societária que levou à criação da Simpar, para assumir a posição de holding do grupo, para que a própria JSL tivesse a sua independência e executasse seu plano de crescimento e consolidação do mercado de logística no Brasil. A JSL, lá em 2020, relistou suas ações e iniciou esse processo, saindo de uma empresa de BRL 3.3 billion para BRL 11 billion de receita. Foram 8 aquisições, além do crescimento orgânico nos últimos 5 anos, que trouxeram novas capacidades e um time capaz de construir ainda mais alianças com cada um dos nossos clientes. No final do ano passado, 2025, anunciamos uma nova organização das empresas da JSL, a criação da Intralog, da JSL Digital e da JSL Serviços Dedicados.
Speaker #3: A JSL, lá em 2020, relistou suas ações e iniciou esse processo, saindo de uma empresa de R$ 3,3 bilhões para R$ 11 bilhões de receita. Foram 8 aquisições, além do crescimento orgânico, nos últimos 5 anos, que trouxeram novas capacidades e um time capaz de construir ainda mais alianças com cada um dos nossos clientes.
Speaker #3: No final do ano passado, 2025, anunciamos uma nova organização das empresas da JSL, com a criação da Intralog, da JSL Digital e da JSL Serviços Dedicados.
Speaker #3: Cada uma com modelo de negócio diferente para atender o mercado diferente, mas com sinergias entre elas. Para 2026, mais uma etapa: a separação do negócio de serviços dedicados em empresas onde operamos com frota e outra onde utilizamos nossos serviços de caminhoneiros terceiros.
Guilherme Sampaio: Cada uma com um modelo de negócio diferente, para atender um mercado diferente, mas com sinergias entre elas. Para 2026, mais uma etapa, a separação do negócio de serviços dedicados em empresas onde operamos com frota e outra onde utilizamos nossos serviços de caminhoneiros terceiros. São modelos de negócios diferentes para atender a necessidade diferente de cada um dos nossos clientes. Agora, indo para os resultados do Q2 de 2026, na próxima página, começo com alguns destaques. A receita cresce 6.3% e já tirando o efeito dos contratos que reduzimos intencionalmente, o crescimento da receita de serviços seria de mais de 10% ano contra ano. Assinamos BRL 2 billion em novos contratos no trimestre, chegando a quase BRL 3 billion no ano, que assegura a retomada do crescimento, como tínhamos falado.
Speaker #3: São modelos de negócio diferentes, para atender à necessidade diferente de cada dos nossos clientes. Agora, indo para os resultados do 2o tri de 2026, na próxima página, começo com alguns destaques.
Speaker #3: A receita cresce 6,3% e já tirando o efeito dos contratos que reduzimos intencionalmente, o crescimento da receita de serviços seria de mais de 10% ano contra ano.
Speaker #3: Assinamos 2 bilhões em novos contratos no trimestre, chegando a quase 3 no ano. Que assegura a retomada do crescimento como tínhamos falado. Mas é importante ressaltar que a entrada desses novos contratos é gradual, e que os 33 milhões da receita média só estarão plenamente na receita a partir do 2o trimestre de 2027.
Guilherme Sampaio: Mas é importante ressaltar que a entrada desses novos contratos é gradual e que os BRL 33 million da receita média só estarão plenamente na receita a partir do Q2 de 2027. Alavancagem. Estamos no caminho certo, chegando a 2.7 vezes no trimestre, demonstrando que a estratégia está correta. A geração de caixa, já depois do pagamento dos juros, do arrendamento, o aluguel, e das aquisições de empresas, foi de BRL 164 million no trimestre, fazendo com que o número nos últimos 12 meses chegue a BRL 870 million. Na Intralog, temos a chegada do Francisco Oliveira e da Ludmilla Lavigne para liderar as áreas comerciais e de gente da própria Intralog. E para dar 2 destaques na receita, a JSL Dedicados, operando com terceiros, cresce 22% ano contra ano, e a JSL Digital, 42%, também ano contra ano, demonstrando a capacidade de escala desses 2 negócios.
Speaker #3: Alavancagem: estamos no caminho certo? Chegando a 2,7 vezes no trimestre, demonstrando que a estratégia está correta. A geração de caixa, já depois do pagamento dos juros do arrendamento, do aluguel e das aquisições de empresas, foi de R$164 milhões no trimestre, fazendo com que o número, nos últimos 12 meses, chegue a R$870 milhões.
Speaker #3: Na Intralog, temos a chegada do Francisco Oliveira e da Ludmila Lavigne para liderar as áreas comerciais e de Gente da própria Intralog. E, para dar dois destaques na receita: a JSL Dedicados operando com terceiros cresce 22% ano contra ano, e a JSL Digital, 42% também ano contra ano, demonstrando a capacidade de escala desses dois negócios.
Speaker #3: No próximo slide, trago alguns números. Receita consolidada em 2,9 bi (EBITDA em 494 milhões com a margem de 19,8) estável em relação ao 1o tri desse ano.
Guilherme Sampaio: No próximo slide, trago alguns números. Receita consolidada em BRL 2.9 billion, EBITDA em BRL 494 million, com a margem de 19.8%, estável em relação ao Q1 desse ano. Aqui vale lembrar que esse foi um trimestre com bastante volatilidade no preço do diesel e também regulatório, com a entrada em vigor da Medida Provisória, agora lei, da nova fase de regulação do frete mínimo no Brasil. O lucro, em BRL 30 million, já demonstra o benefício da desalavancagem e a saída de contratos que não possuíam a rentabilidade adequada. O retorno permanece estável, com ROIC Running Rate em 14.6%. Segregando esses números entre os negócios, a JSL Serviços Dedicados com frota própria chega a BRL 1.5 billion no trimestre e um EBITDA de BRL 255 million, uma margem de 20.4%. Aqui, onde perceberemos os benefícios da descontinuidade dos contratos que temos falado, tanto no crescimento quanto na margem EBITDA.
Speaker #3: Aqui vale lembrar que esse foi trimestre com bastante volatilidade no preço do diesel e também regulatório, com entrada em vigor da medida provisória agora lei, da nova fase de regulação do frete mínimo no Brasil.
Speaker #3: O lucro em 30 milhões já demonstra o benefício da desalavancagem e a saída de contratos que não possuíam a rentabilidade adequada. O retorno permanece estável, com ROIC running rate em 14,6%.
Speaker #3: Segregando esses números entre os negócios, a JSL Serviços Dedicados com frota própria chega a 1,5 bi no trimestre e o EBITDA de 255 milhões, uma margem de 20,4%.
Speaker #3: Aqui é onde perceberemos os benefícios da descontinuidade dos contratos de que temos falado, tanto no crescimento quanto na margem EBITDA. A JSL, que opera com terceiros agregados, fechou o trimestre com R$ 654 milhões de receita bruta, EBITDA com 18% de margem, lembrando que esse negócio foi o mais desafiado pela volatilidade do diesel no semestre.
Guilherme Sampaio: A JSL, que opera com terceiros agregados, fechou o trimestre com BRL 654 million de receita bruta, um EBITDA com 18% de margem. Lembrando que esse negócio foi o mais desafiado pela volatilidade do diesel no semestre. A JSL Digital fechou o trimestre com BRL 227 million e com BRL 14 million de EBITDA. Nesse caso, com EBITDA impactado pela migração do negócio de transporte de grãos, que passou a integrar esse segmento. Somando a JSL Dedicados, que opera com terceiros, com a JSL Digital, ambas operando com modelo de subcontratação, temos uma empresa de BRL 900 million de faturamento e BRL 115 million de EBITDA no trimestre. É uma outra empresa de BRL 4 billion e quase BRL 450 million de EBITDA, crescendo mais de 20% ao ano. A Intralog fechou com BRL 611 million de receita e um EBITDA de BRL 120 million no trimestre. Vou falar mais sobre ela um pouco mais para frente.
Speaker #3: A JSL Digital fechou o trimestre com 227 milhões e com 14 milhões de EBITDA. Nesse caso, com EBITDA impactado pela migração do negócio de transporte de grãos, que passou a integrar esse segmento.
Speaker #3: Somando a JSL Dedicados, que opera com terceiros com a JSL Digital, ambas operando com modelo de subcontratação, temos uma empresa de 900 milhões de reais de faturamento e 115 milhões de EBITDA no trimestre.
Speaker #3: É uma outra empresa de 4 bilhões e quase 450 milhões de EBITDA, crescendo mais de 20% ao ano. A Intralog fechou com 611 milhões de receita e EBITDA de 120 milhões no trimestre.
Speaker #3: Vou falar mais sobre ela pouco mais para frente. Nos próximos slides, trazemos mais alguns detalhes dos negócios. Os números eu já comentei, então vou focar no perfil de crescimento de cada negócio.
Guilherme Sampaio: Nos próximos slides, trazemos mais alguns detalhes dos negócios. Os números eu já comentei, então vou focar no perfil de crescimento de cada negócio. Na JSL Serviços Dedicados, o setor automotivo foi o que mais cresceu na comparação anual, com 33%, e a siderurgia e químicos, com 29% e 14%, respectivamente. O e-commerce aparece também aqui com 12%, apesar de liderar o crescimento na JSL Digital, como vou apresentar a seguir. Os números e perfil operacional da operação com frota e com terceiros agregados estão nos slides seguintes. Podemos falar mais sobre eles no Q&A. Indo para a JSL Digital, na página 7, como eu falei, o e-commerce puxa os números de crescimento, crescendo quase 2.5 vezes, além de siderurgia e mineração, químicos e automotivo, com 77%, 75% e 43%, respectivamente. No slide 8, trago um detalhamento maior da Intralog.
Speaker #3: Na JSL Serviços Dedicados, o setor automotivo foi o que mais cresceu na comparação anual, com 33%, e a siderurgia e os químicos com 29% e 14%, respectivamente.
Speaker #3: O e-commerce aparece também aqui com 12%, apesar de liderar o crescimento na JSL Digital como vou apresentar a seguir. Os números e perfil operacional da operação com frota e com terceiros agregados estão nos slides seguintes.
Speaker #3: Podemos falar mais sobre eles no Q&A. Indo para a JSL Digital, na página 7, como eu falei, o e-commerce puxa os números de crescimento, crescendo quase duas vezes e meia, além de siderurgia e mineração, químicos e automotivo, com 77%, 75% e 43%, respectivamente.
Speaker #3: No slide 8, trago detalhamento maior da Intralog, para relembrar: foi a empresa que criamos para unir as operações de armazenagem e intralogística da JSL com a TPC, já nasce com 2,4 milhões de metros quadrados sob gestão, com mais de 15 mil colaboradores, operando em 14 estados do Brasil, uma das maiores empresas do setor, sendo a única desse tamanho nacional.
Guilherme Sampaio: Para relembrar, foi a empresa que criamos para unir as operações de armazenagem e intralogística da JSL com a TPC. Já nasce com 2.4 million de metros quadrados sob gestão, com mais de 15 mil colaboradores, operando em 14 estados do Brasil, uma das maiores empresas do setor, sendo a única desse tamanho nacional. Em relação aos números do trimestre, a Intralog fechou com BRL 611 million e um EBITDA de BRL 120 million, como já comentei. Esses números refletem a necessidade da adequação operacional, que veremos os benefícios nos próximos trimestres. No tri, fechamos ainda BRL 313 million de novos contratos na Intralog, que passarão a integrar a receita nos próximos meses. Vocês podem notar ainda que o grande crescimento da Intralog em setores está no setor aeroportuário, que eu acredito que tem um enorme potencial de expansão.
Speaker #3: Em relação aos números do trimestre, a Intralog fechou com 611 milhões e EBITDA de 120 milhões, como já comentei. Esses números refletem a necessidade da adequação operacional, que veremos os benefícios nos próximos trimestres.
Speaker #3: No tri, fechamos ainda 313 milhões de novos contratos na Intralog, que passarão a integrar a receita nos próximos meses. Vocês podem notar ainda que o grande crescimento da Intralog em setores está no setor aeroportuário, que eu acredito que tem enorme potencial de expansão.
Speaker #3: Para resumir, falando de Intralog, o Bruno tem a missão de focar no crescimento do negócio, no aprimoramento das nossas soluções aos clientes, e na otimização da nossa operação já combinando operações JSL com operações TPC.
Guilherme Sampaio: Para resumir, falando de Intralog, o Brunno Matta tem a missão de focar no crescimento do negócio, no aprimoramento das nossas soluções aos clientes e na otimização da nossa operação, já combinando operações JSL com operações TPC. Esse perfil de crescimento, que comentei em cada um dos negócios, confirma o tamanho da oportunidade dos setores que escolhemos como prioritários e a forma que redirecionamos a estratégia comercial da JSL. Eu acredito ainda que a maturidade dessa estratégia ainda não chegou e ainda vamos colher frutos nos próximos trimestres. Mas os senhores devem estar se perguntando o que decresceu, dado que temos crescido nos principais setores que atuamos. No próximo slide, trouxemos pela primeira vez a taxa de renovação de contratos da JSL, que se mantém saudável em 97%. Isso se eu desconsiderar a desmobilização intencional de alguns contratos, como já mencionei.
Speaker #3: Esse perfil de crescimento que comentei em cada dos negócios confirma o tamanho da oportunidade dos setores que escolhemos como prioritários, e a forma que redirecionamos a estratégia comercial da JSL.
Speaker #3: Eu acredito ainda que a maturidade dessa estratégia ainda não chegou, e ainda vamos colher frutos nos próximos trimestres. Mas os senhores devem estar se perguntando o que decresceu, dado que temos crescido nos principais setores que atuamos.
Speaker #3: No próximo slide, trouxemos pela primeira vez a taxa de renovação de contratos da JSL, que se mantém saudável em 97%, isso se eu desconsiderar a desmobilização intencional de alguns contratos, como já mencionei.
Speaker #3: Se eu considerar essa desmobilização, o número do trimestre é de 93%. Esse é o gap que estamos tendo que repor para retomar o crescimento histórico da companhia.
Guilherme Sampaio: Se eu considerar essa desmobilização, o número do trimestre é de 93%. Esse é o gap que estamos tendo que repor para retomar o crescimento histórico da companhia. O que está puxando de forma atípica o número do crescimento para baixo foi o setor de papel e celulose e o agronegócio, com uma redução de 15% e 70% na comparação anual. Por outro lado, fechamos nesse trimestre, como já comentei, BRL 2 billion em novos contratos, e o maior deles no setor de papel e celulose, que vai garantir o retorno do crescimento nessa indústria, já com a precificação atualizada ao custo de capital atual. E um outro ponto muito importante é que adicionamos 5 novos clientes à nossa carteira. Isso também reforça que estamos no caminho certo na nossa estratégia comercial. Com isso, passo a palavra ao Eduardo para detalhar os números da JSL. Eduardo.
Speaker #3: Logo, o que está puxando de forma atípica o número do crescimento para baixo foi o setor de papéis celulose, e o agronegócio, com uma redução de 15% e 70% na comparação anual.
Speaker #3: Por outro lado, fechamos nesse trimestre, como já comentei, 2 bilhões em novos contratos, e o maior deles no setor de papéis celulose, que vai garantir o retorno do crescimento nessa indústria, já com a precificação atualizada ao custo de capital atual.
Speaker #3: E outro ponto muito importante é que adicionamos 5 novos clientes à nossa carteira. Isso também reforça que estamos no caminho certo na nossa estratégia comercial.
Speaker #3: Com isso, passo a palavra ao Eduardo para detalhar os números da JSL. Eduardo.
Speaker #2: Obrigado, Guilherme. Bom dia a todos. Como a gente viu ao longo da apresentação do Guilherme, nesse segundo trimestre de 2026, a gente seguiu avançando a nossa agenda de crescimento, com aceleração em relação ao que a gente tinha visto no primeiro trimestre e com os 3 segmentos já apresentando crescimento na comparação anual.
Eduardo Nauck: Obrigado, Guilherme. Bom dia a todos. Como a gente viu ao longo da apresentação do Guilherme, nesse Q2 de 2026, a gente seguiu avançando a nossa agenda de crescimento, com aceleração em relação ao que a gente tinha visto no Q1 e com os 3 segmentos já apresentando crescimento na comparação anual. A receita líquida consolidada cresceu 5% nas comparações anual e trimestral. Quero reforçar que essa já era a dinâmica que a gente projetava para esse ano, com aceleração gradual do crescimento ao longo dos trimestres. Como vocês viram na página de novos contratos, nossa agenda, olhando para frente, é seguir esse processo. Quero chamar a atenção mais uma vez para a diversificação que a gente tem em serviços setores. É isso que dá resiliência para os nossos resultados e agilidade para a gente corrigir rota quando necessário.
Speaker #2: A receita líquida consolidada cresceu 5% nas comparações anual e trimestral, quero reforçar que essa já era a dinâmica que a gente projetava para esse ano, com aceleração gradual do crescimento ao longo dos trimestres.
Speaker #2: Como vocês viram na página de novos contratos, nossa agenda, olhando para frente, é seguir esse processo. Quero chamar a atenção mais uma vez para a diversificação que a gente tem em serviços e setores.
Speaker #2: É isso que dá resiliência para os nossos resultados e agilidade para a gente corrigir rota quando necessário. Em relação à margem EBITDA, continua equilibrada no patamar de 20%, em linha com o primeiro trimestre desse ano.
Eduardo Nauck: Em relação à margem EBITDA, continua equilibrada no patamar de 20%, em linha com o Q1 desse ano. A redução de 0.8 em relação ao Q2 do ano passado é principalmente função de alguns efeitos não recorrentes que a gente reconheceu naquele período, como retroativos de reajuste de receita, e que não se repetiram agora. O processo que a gente vem falando nos últimos meses de redução intencional de operações não rentáveis e de readequação de alguns contratos, seja por meio de correção dos preços ou por meio de iniciativas de eficiência e redução de custos, deve contribuir para a evolução dessas margens. A margem EBIT segue uma dinâmica parecida com a margem EBITDA na comparação anual.
Speaker #2: A redução de 0,8% em relação ao segundo trimestre do ano passado é principalmente função de alguns efeitos não recorrentes que a gente reconheceu naquele período, como retroativos de reajuste de receita e que não se repetiram agora.
Speaker #2: O processo que a gente vem falando nos últimos meses, de redução intencional de operações não rentáveis e de readequação de alguns contratos, seja por meio de correção dos preços ou por meio de iniciativas de eficiência e redução de custos, deve contribuir para a evolução dessas margens.
Speaker #2: A margem EBIT segue uma dinâmica parecida com a margem EBITDA na comparação anual, já na comparação com o primeiro trimestre a gente vê melhora no EBIT, com uma redução da depreciação em linha com a redução da base de ativos parcialmente compensada por aumento na amortização de direito de uso, em função de maior volume de ativos alugados.
Eduardo Nauck: Já na comparação com o Q1, a gente vê melhora no EBIT com uma redução da depreciação em linha com a redução da base de ativos, parcialmente compensada por um aumento na amortização de direito de uso, em função de maior volume de ativos alugados. O lucro líquido foi de BRL 30 million no trimestre, com melhora importante na comparação com o Q1 desse ano, resultado principalmente da retomada do crescimento, com sustentação das margens operacionais. Ainda assim, a última linha segue bastante pressionada pelos juros. O ROIC foi de 14.6%, mantido no mesmo patamar do Q1.
Speaker #2: O lucro líquido foi de 30 milhões de reais no trimestre, com melhora importante na comparação com o primeiro trimestre desse ano, resultado principalmente da retomada do crescimento, com sustentação das margens operacionais.
Speaker #2: Ainda assim, a última linha segue bastante pressionada pelos juros. O ROIC foi de 14,6%, mantido no mesmo patamar do primeiro trimestre. Esse é indicador que deve evoluir no médio prazo pela soma de algumas das iniciativas que a gente vem tomando, como redução de CAPEX por conta da estratégia de aluguel de ativos, estrutura de capital mais eficiente com queda contínua da alavancagem, e saída da base de cálculo dos contratos de baixa rentabilidade e dos ativos desmobilizados.
Eduardo Nauck: Esse é um indicador que deve evoluir no médio prazo pela soma de algumas das iniciativas que a gente vem tomando, como redução de Capex, por conta da estratégia de aluguel de ativos, estrutura de capital mais eficiente com queda contínua da alavancagem e saída da base de cálculo dos contratos de baixa rentabilidade e dos ativos desmobilizados. Na próxima página, a gente traz alguns indicadores da estrutura de capital. Um primeiro destaque aqui é a redução contínua, tanto da dívida bruta quanto da dívida líquida nas comparações com o Q2 de 2025 e com o Q1 desse ano. Isso resulta em uma estrutura de capital mais eficiente e vai contribuir no futuro para redução do serviço da dívida e, consequentemente, para o aumento da conversão dos resultados operacionais em lucro líquido.
Speaker #2: Na próxima página, a gente traz alguns indicadores da estrutura de capital. primeiro destaque aqui é a redução contínua tanto da dívida bruta quanto da dívida líquida nas comparações com o segundo trimestre de 2025 e com o primeiro trimestre desse ano.
Speaker #2: Isso resulta em uma estrutura de capital mais eficiente e vai contribuir no futuro para a redução dos serviços da dívida e, consequentemente, para o aumento da conversão dos resultados operacionais em lucro líquido.
Speaker #2: Em relação aos covenants, a alavancagem medida pela relação dívida líquida/EBITDA adicionado foi de 2,46 vezes, contra limite superior de 3,5. O índice de cobertura de juros medido pela relação EBITDA adicionado sobre o resultado financeiro foi de 2,44 vezes, contra limite nesse caso inferior de 2 vezes.
Eduardo Nauck: Em relação aos covenants, a alavancagem medida pela relação dívida líquida EBITDA adicionado, foi de 2.46x, contra um limite superior de 3.5. O índice de cobertura de juros, medido pela relação EBITDA adicionado sobre o resultado financeiro, foi de 2.44x, contra um limite, nesse caso, inferior, de 2x. No gráfico do canto inferior esquerdo da página, a gente vê a evolução da alavancagem usando o EBITDA tradicional, aqui ajustado para excluir os efeitos da provisão do Sistema S no Q1. A gente observa uma redução contínua desse indicador ao longo do último ano, atingindo 2.7x agora no Q2 de 2026, 0.5 menor do que no Q2 de 2025. Olhando para a alavancagem abrangente, que considera o passivo de arrendamento por direito de uso, a tendência é a mesma, com redução de 0.4 versus o Q2 do ano passado.
Speaker #2: No gráfico do canto inferior esquerdo da página, a gente vê a evolução da alavancagem usando o EBITDA tradicional. Aqui ajustado para excluir os efeitos da provisão do sistema S no primeiro trimestre.
Speaker #2: A gente observa uma redução contínua desse indicador ao longo do último ano, atingindo 2,7 vezes agora no segundo trimestre de 2026, ponto 5 menor do que no segundo trimestre de 2025.
Speaker #2: Olhando para a alavancagem abrangente, que considera o passivo de arrendamento por direito de uso, a tendência é a mesma, com redução de 0,4 versus o segundo trimestre do ano passado.
Speaker #2: Nossa posição de caixa no final do trimestre era de 1,5 bilhão de reais, que, somada às linhas compromissadas de pouco mais de 200 milhões, nos dá liquidez total de 1,7 bilhão de reais, suficiente para cobrir nossa dívida até meados de 2027.
Eduardo Nauck: Nossa posição de caixa no final do trimestre era de R$ 1.5 bilhão, que somada às linhas compromissadas de pouco mais de R$ 200 milhões, nos dá a liquidez total de R$ 1.7 bilhão, suficiente para cobrir nossa dívida até meados de 2027. O prazo médio da nossa dívida líquida hoje é de 4 anos. Na próxima página, a gente traz uma análise do nosso fluxo de caixa no Q2, que evidencia mais uma vez a forte capacidade de geração de caixa operacional, suficiente para fazer frente aos investimentos e ao serviço da dívida. Nosso fluxo de caixa após os investimentos, pagamentos de juros e arrendamento, foi de mais de R$ 160 milhões só nesse trimestre.
Speaker #2: O prazo médio da nossa dívida líquida hoje é de 4 anos. Na próxima página, a gente traz uma análise do nosso fluxo de caixa no segundo trimestre, que evidencia mais uma vez a forte capacidade de geração de caixa operacional, suficiente para fazer frente aos investimentos e aos serviços da dívida.
Speaker #2: Nosso fluxo de caixa após o investimento, pagamentos de juros e arrendamento foi de mais de 160 milhões de reais só nesse trimestre. Se a gente considerar a geração de caixa dos últimos 12 meses de mais de 860 milhões de reais, o free cash flow yield é de aproximadamente 56%, considerando o valor de mercado da companhia no fechamento do pregão da última sexta-feira.
Eduardo Nauck: Se a gente considerar a geração de caixa dos últimos 12 meses, de mais de R$ 860 milhões, o free cash flow yield é de aproximadamente 56%, considerando o valor de mercado da companhia no fechamento do pregão da última sexta-feira. Na página seguinte, a gente observa como a estratégia de aluguel de ativos tem influência direta sobre a preservação de caixa e contribui de forma relevante para melhora na estrutura de capital da companhia, com redução da alavancagem e, no futuro, melhora de rentabilidade. A composição entre a adição de direito de uso e ativo imobilizado ao longo dos últimos trimestres demonstra que o aluguel tem feito mais sentido econômico na média, o que já resultou em Capex bruto inferior ao valor total de venda de ativos nos últimos 2 trimestres. Essa transição coincide com a forte geração de caixa livre ao longo dos últimos períodos.
Speaker #2: Na página seguinte, a gente observa como a estratégia de aluguel de ativos tem influência direta sobre a preservação de caixa e contribui de forma relevante para a melhora na estrutura de capital da companhia, com redução da alavancagem e, no futuro, melhora de rentabilidade.
Speaker #2: A composição entre adição de direito de uso e ativo imobilizado ao longo dos últimos trimestres demonstra que o aluguel tem feito mais sentido econômico na média, o que já resultou em CAPEX bruto inferior ao valor total de venda de ativos nos últimos 2 trimestres.
Speaker #2: Essa transição coincide com a forte geração de caixa livre ao longo dos últimos períodos. Vale destacar que ainda temos estoque importante disponível para venda, que vai se converter em caixa ao longo dos próximos meses, contribuindo para a continuidade do processo de desalavancagem e, posteriormente, evolução da rentabilidade.
Eduardo Nauck: Vale destacar que ainda temos um estoque importante disponível para venda e que vai se converter em caixa ao longo dos próximos meses, contribuindo para a continuidade do processo de desalavancagem e posterior evolução da rentabilidade. Na próxima página, a gente traz novamente o comparativo com os pares listados fora do Brasil. Reforço que as informações dessa página foram todas obtidas em fontes públicas. Nenhuma delas foi produzida pela companhia. A gente está apresentando só como exercício. Não significa endosso da companhia a qualquer um desses números. Aqui a gente trouxe o CAGR dos últimos cinco anos, crescimento nos últimos 12 meses terminados em junho de 2026, margem EBITDA e ROIC da JSL, comparados com os mesmos quatro players de logística que a gente trouxe nas últimas divulgações, todos eles listados nos Estados Unidos.
Speaker #2: Agora, na próxima página, a gente traz novamente o comparativo com os pares listados fora do Brasil. Reforço que as informações dessa página foram todas obtidas em fontes públicas, nenhuma delas foi produzida pela companhia, e a gente está apresentando só como exercício.
Speaker #2: Não significa endosso da companhia a qualquer desses números. Aqui a gente trouxe o Kager dos últimos 5 anos, crescimento nos últimos 12 meses terminados em junho de 2026, margem EBITDA e ROIC da JSL comparados com os mesmos 4 players de logística que a gente trouxe nas últimas divulgações.
Speaker #2: Todos eles listados nos Estados Unidos. A gente observa que a JSL tem números melhores em grande parte das linhas contra todos esses pares. E ainda assim, quando a gente olha os indicadores de valuation, EV/EBITDA e price to earnings, tem desconto significativo em relação a esses pares.
Eduardo Nauck: A gente observa que a JSL tem números melhores em grande parte das linhas contra todos esses pares. Ainda assim, quando a gente olha os indicadores de valuation, EV/EBITDA e Price-to-Earnings, tem um desconto significativo em relação a esses pares. Com isso, eu devolvo a palavra para o Guilherme para concluir a apresentação e fico à disposição posteriormente para as perguntas e respostas. Muito obrigado.
Speaker #2: Com isso, eu devolvo a palavra para o Guilherme para concluir a apresentação e fico à disposição posteriormente para as perguntas e respostas. Muito obrigado.
Speaker #1: Obrigado, Edu. E para finalizar, alguns comentários. Primeiro, eu acredito fortemente que os diferenciais da JSL ficam ainda mais evidentes quando temos mercado pressionado por crédito e por taxa de juros tão altas.
Guilherme Sampaio: Obrigado, Edu. Para finalizar, alguns comentários. Primeiro, eu acredito fortemente que os diferenciais da JSL ficam ainda mais evidentes quando temos um mercado pressionado por crédito e por taxa de juros tão altas. Eu tenho reforçado muito sobre a nossa disciplina para crescer com qualidade, nos posicionando em pontos essenciais das cadeias logísticas dos clientes, com o modelo certo. Isso trará um crescimento sustentável, com a rentabilidade adequada para o custo de capital. Um outro ponto é um foco total na transição digital da JSL, usando a tecnologia como ferramenta de escala e performance. Muita diligência na efetividade dos investimentos de cada uma das ações, para manter o foco na qualidade do serviço que prestamos aos nossos clientes e na rentabilidade do nosso negócio. Nesse segundo semestre, vamos avançar ainda mais na reorganização das empresas para assegurar o foco específico na operação com frota e com terceiros e agregados.
Speaker #1: Eu tenho reforçado muito sobre a nossa disciplina para crescer com qualidade, nos posicionando em pontos essenciais das cadeias logísticas dos clientes, com modelo certo.
Speaker #1: Isso trará crescimento sustentável, com a rentabilidade adequada para o custo de capital. Outro ponto é o foco total na transição digital da JSL, usando a tecnologia como ferramenta de escala e performance, com muita diligência na efetividade dos investimentos de cada uma das ações, para manter o foco na qualidade dos serviços que prestamos aos nossos clientes e na rentabilidade do nosso negócio.
Speaker #1: Nesse segundo semestre, vamos avançar ainda mais na reorganização das empresas, para assegurar o foco específico na operação com frota e com terceiros e agregados.
Speaker #1: Continua ainda com o compromisso da desalavancagem pelo crescimento do negócio e geração de caixa. Antes de fechar, eu queria dar boas-vindas a dois nomes.
Guilherme Sampaio: Continuo ainda com o compromisso da desalavancagem pelo crescimento do negócio e geração de caixa. Antes de fechar, eu queria dar boas-vindas a dois nomes: o Ramon, que volta para a JSL integrando o Conselho de Administração, e também o Rodolfo, que representa o BNDESpar depois da transação fechada recentemente. Sejam muito bem-vindos. Por último, queria ratificar a confiança no atingimento do número do guidance de BRL 21.4 billion em 2030. As entregas e os sinais das mudanças que fizemos nos deixam confiantes que estamos vivendo o início de um novo ciclo de crescimento na JSL. Com isso, estamos aqui, eu e o Edu, disponíveis para as perguntas dos senhores. Muito obrigado a todos.
Speaker #1: O Ramon, que volta para a JSL integrando o conselho de administração, e também o Rodolfo, que representa o BNDESPAR, depois da transação fechada recentemente.
Speaker #1: Sejam muito bem-vindos. E por último, queria ratificar a confiança no atingimento do número do guidance de 21,4 bilhões em 2030. As entregas e os sinais das mudanças que fizemos nos deixam confiantes que estamos vivendo o início de novo ciclo de crescimento na JSL.
Speaker #1: Com isso, estamos aqui, eu e o Edu, disponíveis para as perguntas dos senhores. Muito obrigado a todos.
Speaker #3: Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas para investidores e analistas. Caso queira fazer alguma pergunta, por favor pressione o botão "Reação" e, em seguida, clique em "Levantar a mão".
Operator 2: Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas para investidores e analistas. Caso queira fazer alguma pergunta, por favor, pressione o botão "Reação" e em seguida clique em "Levantar a mão". Se a sua pergunta for respondida, você pode sair da fila clicando em "Abaixar a mão". Caso queira fazer uma pergunta por escrito, por favor, digite sua pergunta no campo Q&A, seguido de seu nome e sua companhia. A primeira pergunta vem de Mateus Santana, do Bradesco BBI.
Speaker #3: Se a sua pergunta for respondida, você pode sair da fila clicando em "Abaixar a mão". Caso queira fazer uma pergunta por escrito, por favor, digite sua pergunta no campo "Q&A", seguida de seu nome e sua companhia.
Speaker #3: A primeira pergunta vem de Mateus Santana, do Bradesco BBI.
Speaker #4: Aqui é Edu, bom dia. Obrigado por sua pergunta. Aqui eu tenho duas perguntas, tá? A primeira é pensando no guidance para receita de 2030, tá?
Mateus Santana: Gui, Edu, bom dia. Obrigado por sua pergunta. Eu tenho duas perguntas. A primeira pensando no guidance para receita de 2030. Quando você faz ali implícito entre 2025 e 2030, você tem que adicionar basicamente uns BRL 2 billion de receita. Pegando a adição de receita desse trimestre, esses BRL 2 billion em 60 meses, é basicamente BRL 400 million por ano, o que já dá uns 20% da meta para cada ano. Faz sentido essa conta e o que dá para imaginar para a gente que é o nível target que você tem que ter de contratos fechados por trimestre para chegar nessa meta do guidance de receita? A segunda pergunta, na linha dessa mesma, mas como você vê avançando a parte do esforço comercial, as melhoras que vocês fizeram na área comercial para poder chegar nessa meta?
Speaker #4: Quando você faz ali implícito entre 2025 e 2030, você tem que adicionar basicamente uns 2 bilhões de receita, tá? Pegando a adição de receita que você tem desse trimestre, esses 2 bilhões, uns 60 meses, dá basicamente 400 por ano, né?
Speaker #4: O que já dá uns 20% da meta para cada ano. Assim, faz sentido essa conta e o que você vê dá para imaginar, assim, para a gente, que é o nível target que você tem que ter de contratos fechados por trimestre para chegar nessa meta do guidance de receita, né?
Speaker #4: E a segunda pergunta é na linha dessa mesma aqui, assim, mas como que você vê avançando a parte do esforço comercial, as melhoras que vocês fizeram na área comercial, para poder chegar nessa meta, tá?
Speaker #4: E o que a gente pode esperar de ritmo de crescimento para o segundo semestre agora? São essas duas aqui. Obrigado.
Mateus Santana: O que a gente pode esperar de ritmo de crescimento para o segundo semestre agora? São essas duas aqui. Obrigado.
Speaker #2: Fala, Mateus. Bom dia. Eduardo aqui falando. Primeiro, obrigado aí pelas perguntas. Eu vou responder a primeira parte do guidance, depois eu passo para o Guilherme, para falar sobre a estrutura comercial.
Eduardo Nauck: Fala, Mateus. Bom dia, Eduardo aqui falando. Primeiro, obrigado pelas perguntas. Eu vou responder a primeira parte do guidance, depois eu passo para o Guilherme para falar sobre a estrutura comercial. Em relação ao guidance, primeiro eu queria lembrar que o guidance de 21.4 lá na frente é um guidance nominal. Então a gente tem uma parcela de ajuste de preço dos contratos existentes, que compõe uma parte desse valor. Isso compensa o que costuma ser o nosso churn médio, a gente até divulgou. A gente tem uma taxa de renovação orgânica de 97% dos nossos contratos. Então se você considerar uma inflação no médio, longo prazo, IPCA 3%, a gente tem uma compensação entre os dois e o restante vem de adição de novos contratos.
Speaker #2: Em relação ao guidance, primeiro eu queria lembrar que o guidance de 21,4 lá na frente é um guidance nominal, né? Então, a gente tem uma parcela aí de ajuste de preço dos contratos existentes que compõe uma parte desse valor.
Speaker #2: Isso compensa o que costuma ser o nosso churn médio. A gente até divulgou, né? A gente tem uma taxa de renovação orgânica de 97% dos nossos contratos.
Speaker #2: Então, se você considerar uma inflação aí no médio e longo prazo, perto de 3%, a gente tem uma compensação entre os dois. E o restante vem de adição de novos contratos.
Speaker #2: E como você bem falou na sua análise, esses 2 bilhões que a gente teve no primeiro, no segundo trimestre, eles são seriam mais do que suficientes se a gente mantivesse esse ritmo para alcançar o guidance lá em 2030.
Eduardo Nauck: E como você bem falou na sua análise, esses 2 billion que a gente teve no segundo trimestre seriam mais do que suficientes, se a gente mantivesse esse ritmo, para alcançar o guidance lá em 2030. Mas é importante a gente olhar o todo. Então se a gente somar esses 2 billion e o quanto ele representa de receita média mensal com o que a gente já fez no primeiro trimestre, a gente entende que a gente está bem em linha com o que a gente precisa para alcançar lá na frente o guidance que a gente colocou. Não dá pra gente estabelecer exatamente qual é o ritmo por trimestre em termos de volume total de backlog adicionado, porque sempre depende do prazo médio do contrato. Isso é o que mais importa.
Speaker #2: Mas é importante a gente olhar o todo, né? Então, se a gente somar esses 2 bilhões e o quanto ele representa de receita média mensal com o que a gente já fez no primeiro trimestre, a gente está, a gente entende que a gente está bem em linha com o que a gente precisa para alcançar lá na frente o guidance que a gente colocou.
Speaker #2: Não dá para a gente estabelecer exatamente qual é o ritmo por trimestre em termos de volume total de backlog adicionado, porque sempre depende do prazo médio do contrato.
Speaker #2: Isso é o que mais importa, tá? Então, o que mais importa é a gente olhar esses 2 bilhões, o prazo médio de 60 meses, a gente está falando de 33 milhões de reais por mês.
Eduardo Nauck: Então o que mais importa é a gente olhar esses 2 billion, o prazo médio de 60 meses, a gente está falando de BRL 33 million por mês. Dado que a nossa taxa de renovação é altíssima, uma vez que a gente põe uma média mensal de receita para dentro, a maior parte dela, ou 97% dela, costuma ser renovada. Então esse é o mais importante, a gente olhar sempre a média mensal de receita adicionada. A gente entende que está bem dentro do ritmo necessário para entregar o guidance de 2030.
Speaker #2: Dado que a nossa taxa de renovação é altíssima, uma vez que a gente põe uma média mensal de receita para dentro, a maior parte dela, ou 97% dela, costuma ser renovada.
Speaker #2: Então, esse é o mais importante: é a gente olhar sempre a média mensal de receita adicionada. A gente entende que está bem dentro do ritmo necessário para entregar o guidance de 2030, tá?
Speaker #5: Mateus, Guilherme aqui. Vou complementar o comentário do Edu, já falando um pouco da tradução disso no esforço comercial, né? Então, a gente abriu algumas informações dentro de cada uma das empresas, né?
Guilherme Sampaio: Mateus, Guilherme aqui. Vou complementar o comentário do Edu, já falando um pouco da tradução disso no esforço comercial. A gente abriu algumas informações dentro de cada uma das empresas, nos JSL Serviços Dedicados, Intralog e JSL Digital, e você pode perceber, se você recordar o histórico dos próprios calls de resultados, que a gente falou de algumas indústrias que a gente imaginava que a gente tinha uma oportunidade grande de crescer e a gente estava reorganizando todo o nosso comercial com foco em cada uma dessas indústrias. Quando você olha a indústria automotiva crescendo, muito puxada pelo volume de montadoras chinesas entrando no Brasil. Quando você olha e-commerce, siderurgia e mineração, que são todos os setores que a gente já vinha falando que eram setores que a gente tinha uma oportunidade de grande crescimento. Químicos, um outro exemplo.
Speaker #5: Dos serviços dedicados, Intralog e Digital. E você pode perceber, se você recordar o histórico aqui dos próprios calls de resultados, que a gente falou de algumas indústrias que a gente imaginava que tinha uma oportunidade grande de crescer, e estávamos reorganizando todo o nosso comercial com foco em cada uma dessas indústrias.
Speaker #5: Então, quando você olha a indústria automotiva crescendo, muito puxada pelo volume de montadoras chinesas entrando no Brasil, quando você olha e-commerce, siderurgia e mineração, que são todos os setores que a gente já vinha falando que eram setores em que a gente tinha uma oportunidade grande de crescimento; químicos, outro exemplo.
Speaker #5: O único número que ainda está faltando dos setores que eu já listei para vocês é o farmacêutico, que já aparece no resultado, mas ainda de uma forma tímida.
Guilherme Sampaio: O único número que ainda está faltando dos setores que eu já listei para vocês é o farmacêutico, que já aparece no resultado, mas ainda de uma forma tímida, que ainda é um setor que a gente acredita que, olhando para frente, tem muita oportunidade para crescer. Foi uma reorganização feita no final do ano passado, então obviamente a gente adicionou novas pessoas, a gente montou os times, montou estratégia, repensou tudo. Obviamente, a gente acredita que vai ter um benefício ainda muito maior dessa estrutura reorganizada. E consequentemente trazendo esse volume de contratos para frente. O ponto, obviamente, que o Edu comentou, concordo com ele, importa muito o prazo médio dos contratos, além do volume, para a gente trazer a adição mensal de receita. Então para a gente fica difícil estabelecer um target por trimestre que seria adequado.
Speaker #5: Que ainda é setor que a gente acredita que, olhando para frente, tem muita oportunidade para crescer. Então, foi uma reorganização feita no final do ano passado.
Speaker #5: Então, obviamente, a gente adicionou novas pessoas, a gente montou os times, montou a estratégia, repensou tudo. Obviamente, a gente acredita que vai ter benefício ainda muito maior dessa estrutura reorganizada, tá?
Speaker #5: E aí, consequentemente, trazendo esse volume de contratos para frente. O ponto obviamente que o Edu comentou, concordo com ele, importa muito o prazo médio dos contratos, né?
Speaker #5: Além do volume, para a gente trazer a adição mensal de receita. Então, para a gente, fica difícil estabelecer target por trimestre, que seria adequado.
Speaker #5: Obviamente, volume de 2 bilhões nos últimos 5 anos aqui, divulgando o JSL. Eu acho que uma ou duas vezes a gente trouxe número como esse.
Guilherme Sampaio: Obviamente, um volume de BRL 2 billion, nos últimos 5 anos aqui divulgando o JSL, eu acho que uma ou 2 vezes a gente trouxe um número como esse, então acontece, mas não é um número padrão. A gente obviamente vai trabalhar para que seja cada vez maior, sem dúvida nenhuma, mas não dá para a gente ter esse número como número de referência. Espero que eu tenha respondido, se não, fica à vontade para fazer uma pergunta de follow-up.
Speaker #5: Então, acontece, mas não é número padrão, né? A gente, obviamente, vai trabalhar para que seja cada vez maior, sem dúvida nenhuma. Mas não dá para a gente ter esse número como número de referência, tá?
Speaker #5: Espero que eu tenha respondido. Se não, fica à vontade aí para fazer uma pergunta de follow-up.
Speaker #4: Ficou claro, sim. Obrigado.
Mateus Santana: Claro, sim. Obrigado.
Speaker #1: A próxima pergunta vem de Rua Ardenton, da XP.
Operator 2: A próxima pergunta vem de Juan Ardenton da XP.
Speaker #6: Bom dia, pessoal. Obrigado pelo espaço. São dois temas que eu queria tocar aqui. O primeiro é sobre margens. Acho que a gente viu na Intralog, principalmente, efeito de margem one-off nesse trimestre.
Juan Ardenton: Bom dia, pessoal. Obrigado pelo espaço. São 2 temas que eu queria tocar aqui. O primeiro é sobre margens. Acho que a gente viu na Intralog, principalmente, um efeito de margem, um one-off nesse trimestre. Queria que vocês tentassem talvez explicar para a gente um pouco do que foi desse efeito de margem no trimestre. E no outro ponto, acho que dedicados, esse no geral é um segmento que tem bastante o efeito dos repasses do custo dos insumos, mas a gente vê que teve uma recuperação de margem importante. Queria ver com vocês se isso é mais efeito desses repasses ou se vocês já estão vendo dentro dessas margens, talvez um efeito de redução dos contratos não rentáveis. E o segundo tema que eu queria tocar é sobre Capex. A gente vê efetivamente que o Capex bruto vem reduzindo, a geração de caixa vem consistentemente crescendo.
Speaker #6: Queria que vocês tentassem, talvez, explicar para a gente um pouco do que foi esse efeito de margem no trimestre. E, na outra ponta, acho que Dedicados, esse no geral é segmento que tem bastante o efeito dos repasses do custo dos insumos, mas a gente vê que teve uma recuperação de margem importante.
Speaker #6: Queria ver com vocês se isso é mais efeito desses repasses ou se vocês já estão vendo, dentro dessas margens, talvez efeito de redução dos contratos não rentáveis, tá?
Speaker #6: E aí, o segundo tema que eu queria tocar é sobre CAPEX. Eu acho que a gente vê, efetivamente, que o CAPEX bruto vem reduzindo, a geração de caixa vem consistentemente crescendo, né?
Speaker #6: Eu acho que a minha cabeça aqui é mais para entender como que vocês estão avaliando a CAPEX e geração de caixa olhando para frente e como que isso conversa com o cenário de crescimento.
Juan Ardenton: A minha cabeça aqui é mais para entender como que vocês estão avaliando Capex e geração de caixa olhando para frente e como que isso conversa com o cenário de crescimento. Acho que a minha pergunta é mais para entender se esse cenário de possível aumento de crescimento e mudança de estratégia para ativos alugados, se ele consegue persistir ou se tem um determinado limite para que você comece a fazer novo Capex, para começar ou voltar a ter mais crescimento.
Speaker #6: Acho que a minha pergunta é mais para entender se esse cenário de possível aumento de crescimento e mudança de estratégia para ativos alugados, se ele consegue persistir ou se tem determinado limite para que você comece a fazer novo CAPEX para começar ou voltar a ter mais crescimento.
Speaker #2: Falou, Guilherme. Tudo bem? Obrigado pela pergunta. Bom dia. Vamos lá. Margens. Intralog. Eu vou levar vocês para o número do semestre. Quando você olha o número do semestre, 25 versus 26, ela está flat.
Guilherme Sampaio: Alô, Guilherme, tudo bem? Obrigado pela pergunta. Bom dia. Vamos lá, margens Intralog. Eu vou levar vocês para o número do semestre. Quando você olha o número do semestre 25 versus 26, ela está flat, margens EBITDA flat em 24%. Basicamente, o que eu quero te dizer é o seguinte: a gente tem one-offs aqui de um trimestre para o outro, e vou te citar alguns. A gente está falando de volume de receita retroativa, que entrou num trimestre, não entrou no outro, por uma negociação de acordo sindical. Você tem a mudança de um site grande operacional que a gente teve para atender um cliente, dado que a operação do cliente aumentou e ele precisava de um espaço maior e mais moderno. Então a gente teve uma movimentação, a receita disso vai vir para frente. A gente teve um custo disso, especificamente no Q2.
Speaker #2: Margens EBITDA flat em 24%. Então, basicamente, o que eu quero te dizer é o seguinte: a gente tem one-offs aqui de trimestre para o outro, e aí eu vou te citar alguns.
Speaker #2: A gente está falando de volume de receita retroativa, que entrou num trimestre, não entrou no outro, por uma negociação de acordo sindical. Você tem a mudança de site grande, operacional, que a gente teve para atender cliente, dado que a operação do cliente aumentou e ele precisava de espaço maior e mais moderno.
Speaker #2: Então, a gente teve uma movimentação. A receita disso vai vir para frente, né? A gente teve custo disso especificamente no segundo tri. Você tem alguns outros pontos específicos que, basicamente, descasaram de trimestre para o outro.
Guilherme Sampaio: Você tem alguns outros pontos específicos que basicamente descasaram de um trimestre para o outro. Mas quando você olha o semestre, ano contra ano, a margem vem 24% flat, 02 para cima em 26. Então esse é um número que a gente imagina mais próximo da realidade de Intralog, a gente já falou isso no passado. Quando a gente olha o semestre, a gente não vê nenhuma mudança de comportamento em relação à margem. Foi muito mais um descasamento entre o Q1 e o Q2 na comparação anual. Quando a gente vai para dedicados, eu acho que você está correto em dizer que esse sim é um setor, a empresa da JSL que mais sofreria com o repasse, com a volatilidade do preço do diesel e do impacto do diesel no frete. A margem fala por si só.
Speaker #2: Mas quando você olha o semestre, ano contra ano, a margem vem em 24% flat, 0,2 para cima, em 26. Então, esse é o número que a gente imagina mais próximo da realidade de Intralog.
Speaker #2: A gente já falou isso no passado. Então, assim, quando a gente olha os semestres, a gente não vê nenhum mudança de comportamento em relação à margem, tá?
Speaker #2: Foi muito mais descasamento aí entre o primeiro e o segundo trimestre na comparação anual. Quando a gente vai para dedicados, aí eu acho que, assim, você está correto em dizer que essa sim é um setor, né?
Speaker #2: A empresa da JSL que mais sofreria com repasse com a volatilidade do preço do diesel e do impacto do diesel no frete. E aí, bom, a margem fala por si só, a gente tem sim feito onde foi necessário o repasse para os clientes.
Guilherme Sampaio: A gente tem sim feito, onde foi necessário, o repasse para os clientes, para o preço, mas a gente teve muita discussão de reorganização das operações, até para reduzir o impacto para o cliente final, para o nosso cliente. Então a gente teve muita discussão de mudanças operacionais durante esse semestre, foi um semestre intenso, eu diria, de muita conversa com o cliente para a gente redesenhar as operações. Mas você está certo também em relação à gente já ver uma diluição da desmobilização desses contratos. Então a gente teve o custo de desmobilização. Quando a gente aumenta o volume de desmobilização, como a gente aumentou nesse semestre, esses contratos que a gente descontinuou, tem um custo relacionado a isso. Só para você ter um número, foram 850 pessoas envolvidas nessas operações que a gente terminou desmobilizando. Então, você tem o custo de desligamento dessas pessoas, de desmobilização dos ativos.
Speaker #2: Para o preço. Mas a gente teve muita discussão de reorganização das operações, né? Até para reduzir o impacto para o cliente final. Para o nosso cliente.
Speaker #2: Então, a gente teve muita discussão de mudanças operacionais durante esse semestre. Foi semestre intenso, eu diria. De muita conversa com o cliente para a gente redesenhar as operações.
Speaker #2: Mas você está certo também em relação ao fato de a gente já ver uma diluição da desmobilização desses contratos. Então, a gente teve o custo de desmobilização, quando a gente aumenta o volume de desmobilização, como a gente aumentou nesse semestre, né?
Speaker #2: Esses contratos que a gente descontinuou, tem custo relacionado a isso, né? Só para você ter um número, foram 850 pessoas envolvidas nessas operações que a gente terminou desmobilizando.
Speaker #2: Então, você tem custo de desligamento dessas pessoas, de desmobilização dos ativos, esse ativo fica no meu balanço até eu vender, etc. Então, sim, a gente já começa a ver uma JSL, principalmente na JSL dedicados, já sem esse peso, né?
Guilherme Sampaio: Esse ativo fica no meu balanço até eu vender, etc. Então, sim, a gente já começa a ver uma JSL, principalmente na JSL Dedicados, já sem esse peso, desse custo que aconteceu. Agora, a gente vê a maturidade dos novos contratos entrando e a gente fazendo essa reciclagem de contratos, que é normal no nosso negócio. Então, ciclos em ciclos, a gente faz isso. Segunda pergunta, Capex. Se o aumento do patamar de crescimento mudaria a nossa estratégia. Não, não mudaria. A nossa estratégia de manter alugando sempre que possível, sempre que for economicamente viável, os ativos, ela permanece. Eu não vejo nenhum tipo de gargalo nessa estratégia de crescimento, dado que vai depender muito do perfil do meu crescimento. Se eu preciso operar com frota, se eu preciso operar com terceiros agregados, usando a subcontratação, isso vai depender muito do que o mercado e os nossos clientes demandam.
Speaker #2: Desse custo que aconteceu. E aí, agora, a gente vê a maturidade dos novos contratos entrando e a gente fazendo essa reciclagem de contratos, que é normal do nosso negócio, né?
Speaker #2: Então, de ciclos em ciclos, a gente faz isso. Segunda pergunta, CAPEX: se o aumento do patamar de crescimento mudaria a nossa estratégia. Não, não mudaria.
Speaker #2: Então, a nossa estratégia de manter alugando sempre que possível, né? Sempre que for economicamente viável, os ativos, ela permanece. Eu não vejo nenhum tipo de gargalo nessa estratégia de crescimento.
Speaker #2: Dado que vai depender muito do perfil do meu crescimento, né? Então, se eu preciso operar com frota, se eu preciso operar com terceiros agregados, né?
Speaker #2: Usando a subcontratação. Então, isso vai depender muito do que o mercado, os nossos clientes demandam. Mas eu não vejo nenhum tipo de restrição ou de necessidade de mudança desse perfil, tá?
Guilherme Sampaio: Mas eu não vejo nenhum tipo de restrição ou de necessidade de mudança desse perfil. A gente deve, sim, continuar com a estratégia de aluguel, sempre que possível, e preservando caixa para continuar acelerando o processo de desalavancagem. De novo, é uma coisa que a gente sempre fala: traduzir o benefício da melhora operacional da companhia no lucro. Essa é a nossa estratégia. Espero ter respondido, senão, estou aqui à vontade para o follow-up.
Speaker #2: Então, a gente deve sim continuar com a estratégia de aluguel, sempre que possível, e preservando caixa para continuar acelerando aí o processo de desalavancagem para de novo.
Speaker #2: É uma coisa que a gente sempre fala: traduzir o benefício da melhora operacional da companhia no lucro, tá? Essa é a nossa estratégia. Espero ter respondido.
Speaker #2: Se não, estou aqui à vontade para o follow-up.
Speaker #1: Está ótimo, Guilherme. Muito obrigado.
Juan Ardenton: Está ótimo, Guilherme, muito obrigado.
Speaker #3: Lembrando que para fazer perguntas basta clicar em levantar a mão ou enviar por texto através do ícone Q&A informando o nome e a empresa.
Operator 2: Lembrando que para fazer perguntas, basta clicar em levantar a mão ou enviar por texto através do ícone Q&A, informando o nome e a empresa. A próxima pergunta vem de Pedro Tinel, do Itaú BBA.
Speaker #3: A próxima pergunta vem de Pedro Tinel, do Itaú BBA.
Speaker #4: Bom dia. Bom dia, pessoal. Obrigado por pegar a pergunta aqui do nosso lado. Eu tenho uma. Eu queria só pegar pouquinho de cor com vocês.
Pedro Tinel: Bom dia, pessoal. Obrigado por pegar a pergunta aqui do nosso lado. Eu queria só pegar um pouquinho de cor com vocês, como que a gente pode pensar a evolução do pagamento do leasing. A gente viu que no trimestre passado tinha sido um pouco abaixo de 100, para esse tri foi muito parecido. Só para pegar um pouquinho de cor aqui com vocês, conforme a gente vai caminhando para ter cada vez mais adição de leasing ao longo do ano, para que patamar a gente poderia chegar num pagamento, se vocês puderem passar uma cor desse pagamento trimestral de leasing. Acho que essa seria a primeira pergunta. A segunda pergunta, só para pegar aqui um pouquinho de cor também dessa aceleração de crescimento. Vocês comentaram aqui sobre os novos contratos adicionados nesse trimestre.
Speaker #4: Como que a gente pode pensar a evolução aqui do pagamento do leasing? A gente viu que, no trimestre passado, tinha sido pouco abaixo de 100.
Speaker #4: Para esse tri, foi muito parecido, só para pegar um pouquinho de cor aqui com vocês. Conforme a gente vai caminhando para ter cada vez mais adição de leasing ao longo do ano, para que patamar a gente poderia chegar aqui num pagamento?
Speaker #4: Se vocês puderem passar uma cor desse pagamento trimestral aqui de leasing, acho que essa seria a primeira pergunta. E aí, a segunda pergunta, só para pegar aqui um pouquinho de cor também dessa aceleração de crescimento, né?
Speaker #4: Vocês comentaram aqui sobre os novos contratos, né? Adicionados nesse trimestre. A gente já deveria ver aqui o segundo semestre já com perfil de crescimento mais forte, relativo aqui ao segundo trimestre, principalmente.
Pedro Tinel: A gente já deveria ver um segundo semestre com um perfil de crescimento mais forte, relativo ao segundo trimestre, principalmente. Acho que esse é o principal. Obrigado, pessoal.
Speaker #4: Acho que esse é o principal. Obrigado, pessoal.
Speaker #2: Oi, Pedro. Oi, Eduardo. Sobre a evolução do pagamento de aluguel do leasing que você... a pergunta que você fez, eu não consigo te projetar isso porque, como a gente fala, a avaliação é caso a caso, né?
Eduardo Nauck: Oi, Pedro. É o Eduardo. Sobre a evolução do pagamento de aluguel, do leasing, a pergunta que você fez, eu não consigo te projetar isso, porque como a gente fala, a avaliação é caso a caso. Do alugar ou comprar. Primeiro de tudo, quando a gente olha a correlação entre aluguel ou Capex, ela é muito maior com a unidade de JSL Serviços Dedicados frota, que a gente já divulga de forma separada. Óbvio que tem alguma coisa de investimento ou de aluguel para Intralog ou até para agregados terceiros, quando você está falando de máquinas e equipamentos em Intralog e em carreta, no caso, serviço com agregado. Mas o grosso do investimento acaba sendo em frota mesmo. O quanto a gente vai aumentar o pagamento de leasing vai depender do mix entre o que fizer mais sentido econômico para cada contrato entre aluguel e compra.
Speaker #2: Do alugar ou comprar. Então, primeiro de tudo, quando a gente olha a correlação entre aluguel ou CAPEX, ela é muito maior com a unidade de serviços dedicados frota, né?
Speaker #2: Que a gente já divulga de forma separada. Óbvio, e tem alguma coisa de investimento ou de aluguel para Intralog ou até para agregados terceiros quando você está falando de máquinas e equipamentos de Intralog.
Speaker #2: E em carreta no caso do serviço com agregados. Mas o grosso do investimento acaba sendo em frota mesmo. E aí, o quanto a gente vai aumentar o pagamento de leasing vai depender do mix entre o que fizer mais sentido econômico para cada contrato, entre aluguel e compra.
Speaker #2: Agora, se a gente fosse assumir que 100% fosse feito com aluguel ou que majoritariamente as implantações fossem feitas com ativos alugados, a gente deveria assumir incremento de leasing muito próximo do incremento ou do crescimento de receita desse segmento, do segmento de frota, né?
Eduardo Nauck: Agora, se a gente fosse assumir que 100% fosse feito com aluguel, ou que majoritariamente as implantações fossem feitas com ativos alugados, a gente deveria assumir um incremento de leasing muito próximo do incremento ou do crescimento de receita desse segmento, do segmento de frota. Então, acho que essa é uma correlação que a gente pode minimamente estabelecer. Mas como eu disse, tem uma série de variáveis que impactam esse número e que podem fazer flutuar de um jeito ou de outro. Sobre a aceleração, sobre o crescimento com novos contratos, a gente tem um prazo de implantação para esses contratos que a gente assinou. Especificamente agora, desses BRL 2 bilhões, a gente tem um contrato bastante relevante, que a gente citou no release, de pouco mais de BRL 1 bilhão, que é um contrato que envolve um processo de implantação bastante extenso.
Speaker #2: Então, acho que essa é uma correlação que a gente pode minimamente estabelecer. Mas, como eu disse, tem uma série de variáveis que impactam esse número e que podem fazer ele flutuar de um jeito ou de outro, tá?
Speaker #2: E aí, sobre a aceleração, sobre o crescimento, né? Com novos contratos, enfim, a gente tem prazo de implantação para esses contratos que a gente assinou, especificamente agora desses R$ 2 bilhões, a gente tem contrato bastante relevante que a gente citou no release de pouco mais de R$ 1 bilhão, que é contrato que envolve processo de implantação bastante extenso.
Speaker #2: Então, para todos esses contratos, a nossa expectativa é que eles estejam na maturidade a partir do segundo trimestre do ano que vem. Receita média mensal próxima desses 33 milhões que a gente comentou anteriormente, tá?
Eduardo Nauck: Então, para todos esses contratos, a nossa expectativa é que eles estejam na maturidade a partir do Q2 do ano que vem. Receita média mensal próximo desses BRL 33 milhões que a gente comentou anteriormente. Mas a gente tem uma parte, pouco menos da metade desses BRL 2 bilhões, que são implantados um pouco mais rápidos, então a gente deve observar já o incremento de receita proveniente desse contrato a partir do próximo trimestre.
Speaker #2: Mas a gente, enfim, tem uma parte aí, pouco menos da metade desses R$2 bilhões, que são implantados um pouco mais rápido. Então, a gente deve observar já o incremento de receita proveniente desses contratos já a partir do próximo trimestre.
Speaker #2: É, eu acho que só para contribuir, Pedro, Guilherme falando, a gente desde o ano passado a gente tem falado que a progressão de crescimento da companhia se daria trimestre a trimestre, né?
Guilherme Sampaio: Eu acho que só para contribuir, Pedro, o Guilherme falando. A gente, desde o ano passado, tem falado que a progressão de crescimento da companhia se daria trimestre a trimestre. Então a gente viu servir 2% no Q1, 6% agora quando a gente olha para receita de serviço, e a ideia é que a gente vá aumentando esse patamar a partir do momento que a gente vai colocando novos contratos para dentro do negócio, sem ter o efeito, ou diluindo o efeito da saída dos contratos que a gente comentou aqui, desses BRL 150 milhões trimestrais que a gente mencionou. A expectativa nossa é a gente recuperar o crescimento gradativamente trimestre a trimestre.
Speaker #2: Então, a gente viu cerca de 2% no primeiro tri, 6% agora quando a gente olha para a receita de serviço. E a ideia é que a gente vá aumentando esse patamar a partir do momento que a gente vai colocando novos contratos para dentro do negócio, sem ter o efeito, ou diluindo o efeito, da saída dos contratos que a gente comentou aqui, desses R$150 milhões trimestrais que a gente mencionou, tá?
Speaker #2: Então, assim, a ideia, a expectativa nossa é a gente recuperar o crescimento gradativamente, trimestre a trimestre.
Speaker #4: Boa. Ficou super claro, pessoal. Obrigado.
Pedro Tinel: Boa, ficou super claro, pessoal. Obrigado.
Speaker #2: Obrigado também, Pedro.
Guilherme Sampaio: Obrigado também, Pedro.
Speaker #3: Lembrando que para fazer perguntas basta clicar em levantar a mão ou enviar por texto através do ícone Q&A. Passo agora a palavra para a empresa para que ela faça a leitura das perguntas por texto.
Operator 2: Lembrando que para fazer perguntas, basta clicar em levantar a mão ou enviar por texto através do ícone Q&A. Passo agora a palavra para a empresa para que ela faça a leitura das perguntas por texto.
Eduardo Nauck: Obrigado. A gente recebeu algumas perguntas aqui por escrito, então eu vou ler umas delas. Dante faz três perguntas. A primeira é sobre Capex: "Com a migração crescente para ativos locados, vocês esperam que o Capex livre continue baixo ou até positivo nos próximos anos? Considerando o guidance de 2030, qual seria uma faixa recorrente de Capex em caixa compatível com esse plano de crescimento?" Dante, acho que a gente já falou bastante sobre isso por conta das outras perguntas que a gente recebeu.
Speaker #2: Obrigado. A gente recebeu algumas perguntas aqui por escrito. Então, eu vou ler algumas delas. O Dante, ele pergunta, ele faz três perguntas. A primeira é sobre CAPEX.
Speaker #2: Com a migração crescente para ativos locais, vocês esperam que o CAPEX líquido continue baixo ou até positivo nos próximos anos? E, considerando o guidance de 2030, qual seria uma faixa recorrente de CAPEX em caixa compatível com esse plano de crescimento?
Speaker #2: Aqui, Dante, acho que a gente já falou bastante sobre isso por conta das outras perguntas que a gente recebeu. Então, a resposta é que a gente avalia caso a caso se vai fazer o CAPEX ou se vai alugar, mas os últimos trimestres têm demonstrado que tem feito mais sentido econômico o aluguel.
Eduardo Nauck: Então a resposta é que a gente avalia caso a caso, se a gente vai fazer o Capex ou se a gente vai alugar, mas os últimos trimestres têm demonstrado que tem feito mais sentido econômico o aluguel, e isso tem contribuído, sim, para preservação de caixa, portanto, geração de caixa e aceleração da desalavancagem, e o que fez, inclusive, com que nos últimos dois trimestres o Capex livre fosse invertido. Ou seja, a gente vendeu mais ativos do que comprou. Em relação ao guidance de 2030, é o que eu respondi anteriormente, a gente pode atingir, ou a gente deve atingir esse guidance, independente do formato da implantação de ativos, se vai ser com ativo alugado ou ativo comprado. Depois, Dante pergunta também sobre conversão de caixa: "O primeiro semestre mostrou uma geração de caixa muito forte.
Speaker #2: E isso tem contribuído, sim, para a preservação de caixa, portanto, geração de caixa e aceleração da desalavancagem. E o que fez, inclusive, com que nos últimos dois trimestres o CAPEX fosse, o CAPEX líquido fosse invertido, né?
Speaker #2: Ou seja, a gente vendeu mais ativos do que comprou. Em relação ao guidance de 2030, é o que eu respondi anteriormente: a gente pode atingir, ou a gente deve atingir, esse guidance, independente do formato da implantação de ativos, se vai ser com ativo alugado ou ativo comprado.
Speaker #2: Depois, o Dante pergunta também sobre conversão de caixa. O primeiro semestre mostrou uma geração de caixa muito forte. Pensando no crescimento até 2030, qual parte dessa conversão vocês consideram estrutural?
Eduardo Nauck: Pensando no crescimento até 2030, qual parte dessa conversão vocês consideram estrutural e quanto o capital de giro deve consumir proporcionalmente ao crescimento da receita?" A gente colocou na divulgação um slide que mostra um pouco da dinâmica da migração de Capex para aluguel, como isso impactou diretamente no Capex líquido e, portanto, na geração de caixa operacional que contribui para desalavancagem e como isso acelerou a nossa desalavancagem. Essa é uma parte da história, a gente ainda tem um volume significativo de ativos no nosso balanço, então ainda tem muito caixa para ser destravado por meio dessa estratégia de aluguel, à medida que esses contratos, esses ativos vão sendo reciclados e renovados. Mas em relação ao capital de giro, que você perguntou, é importante reforçar que a gente tem um negócio que é intensivo em capital de giro.
Speaker #2: E quanto capital de giro deve consumir proporcionalmente a crescimento da receita? A gente colocou na divulgação slide que mostra pouco da dinâmica da migração de CAPEX para aluguel.
Speaker #2: Como isso impactou diretamente no CAPEX líquido e, portanto, na geração de caixa operacional, que contribui para a desalavancagem, e como isso acelerou a nossa desalavancagem.
Speaker #2: Então, essa é uma parte da história. A gente ainda tem ativos, um volume significativo de ativos no nosso balanço. Então, ainda tem muito caixa para ser destravado aí por meio dessa estratégia de aluguel, à medida que esses contratos, esses ativos vão sendo reciclados e renovados.
Speaker #2: Mas, em relação ao capital de giro, que você perguntou, é importante reforçar que a gente tem negócio que é intensivo em capital de giro.
Speaker #2: Não deveria aumentar a necessidade de capital de giro em relação ao que a gente tem hoje. Acho que a gente está no patamar que é o correto.
Eduardo Nauck: Não deveria aumentar a necessidade de capital de giro em relação ao que a gente tem hoje. Acho que a gente está no patamar que é o correto, mas a nossa indústria, a indústria de logística, é uma indústria onde a gente tem prazo de pagamento, regra geral, muito curtos, enquanto a gente tem um prazo de recebimento um pouco mais alongado junto aos clientes. Então isso demanda capacidade de investimento em capital de giro, inclusive é algo que na nossa visão, nos diferencia, porque a gente tem condições de estar nesse mercado de forma sustentável.
Speaker #2: Mas a nossa indústria, a indústria de logística, é uma indústria onde a gente tem prazo de pagamento, regra geral, muito curtos, enquanto a gente tem prazo de recebimento um pouco mais alongado junto aos clientes.
Speaker #2: Então, isso demanda capacidade de investimento em capital de giro e, inclusive, é algo que, na nossa visão, nos diferencia, porque a gente tem condições de estar nesse mercado de forma sustentável, tá?
Speaker #2: Posso fazer um comentário, Dante? Aqui é o Guilherme falando. Uma coisa que talvez valha a pena você olhar é o seguinte: a JSL, quando você olha o perfil do negócio, é uma companhia geradora de caixa historicamente.
Guilherme Sampaio: Posso fazer um comentário, Dante? Guilherme falando. Uma coisa talvez que vale a pena você olhar é o seguinte: a JSL, quando você olha como perfil de negócio, ela é uma companhia geradora de caixa historicamente. Então quando você olha o número pré-crescimento, o fluxo de caixa operacional da companhia é positivo. E muito do que consumia essa geração de caixa era exatamente o Capex para expansão, que fazia com que a gente lá no final do dia tivesse meio que perto do zero a zero e trazendo alavancagem meio que estável nos últimos cinco anos. Lembrando que a gente cresceu organicamente 15% ao ano, que é o que a gente está dizendo que a gente vai voltar a crescer, olhando o número do Guidance, e acima disso, ainda tinha as aquisições que traziam o crescimento real para 30% médio nos últimos cinco anos. Então perto de 30%.
Speaker #2: Então, quando você olha o número pré-crescimento, o fluxo de caixa operacional da companhia, ele é positivo, né? E o que muito do que consumia essa geração de caixa era exatamente o CAPEX para expansão, que fazia com que a gente lá no final do dia, a gente, né, tivesse ali meio que perto do zero a zero.
Speaker #2: E trazendo alavancagem, meio que estável nos últimos cinco anos. Lembrando que a gente cresceu organicamente 15% ao ano, que é o que a gente está dizendo que vai voltar a crescer, né?
Speaker #2: Olhando o número do guidance. E tinha mais: acima disso, ainda tinha as aquisições, que traziam o crescimento ali real para 30% médio nos últimos cinco anos.
Speaker #2: Então, perto de 30%. O que eu estou te dizendo é: se você olhar o fluxo de caixa operacional da companhia, historicamente ele já foi positivo.
Guilherme Sampaio: O que eu estou te dizendo é: se você olhar o fluxo de caixa operacional da companhia, historicamente ele já foi positivo. Qual foi a grande mudança? A gente agora, com a migração do modelo, já começa a ver o benefício dessa migração na geração de caixa após o crescimento, mesmo com pagamento de juros, aquisições e do próprio aluguel. E aí a gente começa a ver a aceleração do processo de desalavancagem da companhia. Trazendo a tua pergunta do capital de giro, sim, eu concordo com o Edu que isso é um diferencial da JSL. Hoje a gente tem tamanho, tem balanço para suportar esse crescimento. E sem dúvida nenhuma, é um diferencial da companhia quando a gente se coloca no mercado pela capacidade da gente se sustentar. Obviamente que a gente tem que trazer a precificação adequada para que isso seja sustentável.
Speaker #2: Qual foi a grande mudança? A gente, agora, com a migração do modelo, já começa a ver o benefício dessa migração na geração de caixa após o crescimento, mesmo com pagamento de juros, aquisições e do próprio aluguel. E aí a gente começa a ver a aceleração do processo de desalavancagem da companhia.
Speaker #2: Então, quando a gente olha, trazendo a tua pergunta do capital de giro, sim, eu concordo com o Edu que isso é um diferencial da JSL, né?
Speaker #2: Hoje a gente tem tamanho, tem balanço para suportar esse crescimento. E, sem dúvida nenhuma, é diferencial da companhia quando a gente se coloca no mercado pela capacidade de se sustentar. Obviamente, a gente tem que trazer a precificação adequada para que isso seja sustentável.
Speaker #2: Essa é a disciplina que a gente sempre teve e a gente mantém isso muito afiado aqui dentro, tá? E aí, continuando, o Dante faz mais uma pergunta, que é sobre a margem, especificamente de Intralog.
Guilherme Sampaio: Essa é a disciplina que a gente sempre teve, e a gente mantém isso muito afiado aqui dentro.
Eduardo Nauck: Continuando, Dante faz mais uma pergunta, que é sobre a margem, especificamente de Intralog, e Maurício também mandou uma pergunta em relação à margem Intralog. Essa acho que já foi inteiramente respondida pelo Guilherme. A gente tem uma série de efeitos não recorrentes, tanto uma base de comparação um pouco mais forte, por alguns one-offs lá do ano passado, quanto agora alguns gastos que a gente teve e que não são recorrentes, então pode haver uma melhora em função disso no futuro próximo. A última pergunta aqui por escrito é do Andrei.
Speaker #2: E o Maurício também mandou uma pergunta em relação à margem de Intralog. Essa acho que já foi inteiramente respondida pelo Guilherme. A gente tem uma série de efeitos não recorrentes, tanto uma base de comparação um pouco mais forte por alguns one-offs lá do ano passado, quanto agora alguns gastos que a gente teve e que não são recorrentes.
Speaker #2: Então, pode haver uma melhora aí em função disso no futuro próximo. E aí, a última pergunta aqui por escrito é do Andrei. Pergunta: "A desalavancagem observada de 3,3 para 2,7 decorre de uma mudança estrutural do modelo de negócio e da capacidade de geração de caixa da JSL, ou ainda depende da venda de ativos, menor CAPEX e condições macroeconômicas favoráveis para continuar avançando nos próximos anos?" Então, Andrei, primeiro assim, a desalavancagem foi acelerada pela estratégia de aluguel, mas ela acontece organicamente de qualquer maneira.
Eduardo Nauck: Pergunta: "A desalavancagem observada de 3.3 para 2.7 decorre de uma mudança estrutural do modelo de negócios e da capacidade de geração de caixa da JSL, ou ainda depende da venda de ativos, menor Capex e condições macroeconômicas favoráveis para continuar avançando nos próximos anos?" Andrei, primeiro, a desalavancagem foi acelerada pela estratégia de aluguel, mas ela acontece organicamente de qualquer maneira. Qual indicador a gente pode observar para perceber isso? É a alavancagem abrangente. Quando a gente considera no passivo total, além da dívida líquida bancária, o passivo de arrendamento por direito de uso. Quando a gente olha essa alavancagem que a gente chama de abrangente, o movimento é muito similar. A gente teve, ao longo do último ano, uma redução de 0.4 vezes desse indicador. Como eu disse, a estratégia aluguel pode acelerar esse processo.
Speaker #2: E o que a gente pode, qual indicador a gente pode observar para perceber isso? É a alavancagem abrangente. Quando a gente considera no passivo total, além da dívida líquida bancária, o passivo de arrendamento por direito de uso.
Speaker #2: Quando a gente olha a alavancagem, essa alavancagem que a gente chama de abrangente, o movimento é muito similar. A gente teve, ao longo do último ano, uma redução de 0,4 vezes desse indicador.
Speaker #2: Então, como eu disse, a estratégia de aluguel pode acelerar esse processo. Um ambiente macroeconômico com juros mais baixos pode acelerar esse processo, mas, independente do ambiente macroeconômico, independente de nos próximos contratos a gente ver mais sentido em alugar ou comprar, a gente enxerga, sim, pela capacidade de geração de caixa e execução da companhia, um movimento contínuo de desalavancagem, tá?
Eduardo Nauck: Um ambiente macroeconômico com juros mais baixos pode acelerar esse processo, mas independente do ambiente macroeconômico, independente dos próximos contratos, a gente vê mais sentido em alugar ou comprar, a gente enxerga, sim, pela capacidade de geração de caixa e execução da companhia, um movimento contínuo de desalavancagem.
Guilherme Sampaio: Vou fazer, acho que talvez só um comentário adicional, Andrei. Quando a gente olha um cenário macroeconômico mais desafiador, até comentei isso na apresentação, ela evidencia o que a gente chama de barreira de entrada ou de vantagem competitiva de uma JSL. Acesso a crédito ou taxa de juros elevadas, isso pressiona os balanços. Então quando você tem muita disciplina de precificação, muita disciplina de manter o contrato ajustado, você tem, sim, uma possibilidade de demonstrar uma segurança operacional para os clientes que várias outras empresas menores ou pequenas não conseguem demonstrar. Então isso faz com que a gente tenha, independente do segmento do macro, de como vai a performance da economia, a gente vê uma volumetria, uma busca por qualidade e segurança operacional é muito forte. A gente vê que isso não necessariamente se correlaciona com o negócio da JSL.
Speaker #1: Fazer, acho que talvez só comentário adicional, Andrei. Assim, quando a gente olha quando a gente olha cenário mais macroeconômico, mais desafiador, na minha até comentei isso na apresentação, ela evidencia o que a gente chama de barreira de entrada ou de vantagem competitiva de uma JSL, tá?
Speaker #1: Acesso a crédito, taxa de juros elevadas, então isso pressiona os balanços. Então, quando você tem muita disciplina em precificação, muita disciplina de manter o contrato a contrato ajustado, você tem, sim, uma possibilidade de demonstrar uma segurança operacional para os clientes que várias outras empresas menores ou pequenas não conseguem demonstrar.
Speaker #1: Então, isso faz com que a gente tenha, independente do segmento do macro, de como vai a performance da economia, a gente vê uma volumetria, uma busca por qualidade e segurança operacional muito forte.
Speaker #1: Então, a gente vê que isso não necessariamente se correlaciona com o negócio da JSL. A venda de ativos, sem dúvida nenhuma, é importante nessa estratégia e a gente vai continuar tomando todas as medidas necessárias para manter o volume e fazer essa transição aí dentro das possibilidades que a gente tem, tá bom?
Guilherme Sampaio: A venda de ativos, sem dúvida nenhuma, é importante nessa estratégia, e a gente vai continuar tomando todas as medidas necessárias para manter o volume e fazer essa transição dentro das possibilidades que a gente tem. Tá bom?
Operator 2: A sessão de perguntas e respostas está encerrada. Gostaríamos de passar a palavra ao senhor Guilherme Sampaio para que faça as considerações finais da companhia.
Speaker #3: A sessão de perguntas e respostas está encerrada. Gostaríamos de passar a palavra ao senhor Guilherme Sampaio para que faça as considerações finais da companhia.
Speaker #2: Bom, vamos lá, pessoal. Primeiro, acho que assim, a primeira mensagem é foco total aqui na qualidade do crescimento, né? Então, a gente já falou sobre ciclos, sobre, em alguns momentos, a gente reciclar, né?
Guilherme Sampaio: Bom, vamos lá, pessoal. Primeiro, acho que a primeira mensagem é um foco total na qualidade do crescimento. A gente já falou sobre ciclos, sobre, em alguns momentos, a necessidade de reciclar alguns projetos que estão fora do perfil de rentabilidade adequado na carteira, isso traz um peso momentâneo. A gente já passou por trimestres com esse movimento, mas de novo, a gente precisa assegurar que os nossos contratos tenham a rentabilidade adequada, obviamente, atendem o cliente da forma que tem que atender, e a gente focar em trazer novos contratos já com a precificação adequada e em pedaços da cadeia logística, que a gente considera que são essenciais, que é onde a qualidade operacional faz parte do processo de decisão do cliente tanto quanto o preço. Um outro ponto super importante: o processo de independência da Intralog.
Speaker #2: A necessidade de reciclar alguns projetos que estão fora do perfil de rentabilidade adequado na carteira, isso traz um peso momentâneo. A gente já passou por trimestres com esse movimento, mas, de novo, a gente precisa assegurar que os nossos contratos tenham rentabilidade adequada e, obviamente, atendam o cliente da forma que têm que atender.
Speaker #2: E a gente focar em trazer novos contratos já com a precificação adequada e em segmentos, em pedaços da cadeia logística que a gente considera que são essenciais, que é aí onde a qualidade operacional faz parte do processo de decisão do cliente, tanto quanto o preço, tá?
Speaker #2: Outro ponto superimportante, né? O processo de independência da Intralog. Então, esse processo que é a reorganização já está finalizado, já tem dono do negócio, o dono do negócio já tem pleno domínio da companhia para tocar o processo para frente, né?
Guilherme Sampaio: É um processo que a reorganização está finalizada, já tem um dono do negócio, o dono do negócio já tem pleno domínio da companhia para tocar o processo para frente. Montou o time dele, toda a estrutura nova para trazer o benefício, o que a gente tem falado para o cliente, para a rentabilidade do negócio, então buscar sinergias que são possíveis. Então Brunno Matta, que alguns tiveram a oportunidade de conhecer no último JSL Day, segue já tocando a companhia de forma independente. Enquanto isso, e aí o interessante de uma companhia desse tamanho. Quanto mais a gente olha, mais a gente se surpreende e vê coisas legais dentro. A gente começa a ver o tamanho que a gente tem de uma companhia, se a gente olhar tudo que é o antigo asset-light, a subcontratação de terceiros agregados.
Speaker #2: Montou o time dele, toda a estrutura nova para trazer o benefício, né? Para o que a gente tem falado, para o cliente, para a rentabilidade do negócio.
Speaker #2: Então, buscar essa energias que são possíveis então, Bruno, Mata, que alguns tiveram a oportunidade de conhecer no último JSL Day. Segue já tocando a companhia de forma independente.
Speaker #2: Enquanto isso, e aí o interessante de uma companhia desse tamanho, né? Quanto mais a gente olha, mais a gente se surpreende e vê coisas legais dentro.
Speaker #2: A gente começa a ver o tamanho que a gente tem de uma companhia se a gente olhar tudo que é o antigo asset light, né?
Speaker #2: A subcontratação de terceiros e agregados. Então, é quando a gente olha para uma companhia dessas e vê o modelo operacional diferente, gestão de frota, gestão de terceiros e agregados, a gente vê o tamanho dessas duas companhias. A gente basicamente tem uma outra companhia: R$ 4 bilhões, R$ 450 milhões de EBITDA, só olhando terceiros e agregados, né?
Guilherme Sampaio: Quando a gente olha para uma companhia dessa e vê o modelo operacional diferente, gestão de frota, gestão de terceiros agregados, a gente vê o tamanho dessas duas companhias, a gente basicamente tem uma outra companhia, BRL 4 bilhões, BRL 450 million de EBITDA, só olhando terceiros agregados. É um modelo operacional diferente de frota, por isso que a gente vai sim, seguir no processo de reorganização. A ideia é que isso aconteça agora no segundo semestre, para que também tenha a sua independência e a gente consiga ter agilidade, ter foco, ter capacidade de desenvolvimento. Por último, só para não deixar, a disciplina aqui da gente navegar nesse momento de mercado. É um momento de mercado, juros alto, crédito baixo, restrito. Então a gente assegurar que a gente tem muita disciplina e muito foco em abraçar as oportunidades.
Speaker #2: É um modelo operacional diferente de frota, então por isso que a gente vai sim seguir no processo de reorganização. A ideia é que isso aconteça agora no segundo semestre.
Speaker #2: Para que também tenha a sua independência e a gente consiga ter agilidade, ter foco, ter capacidade de desenvolvimento, tá? E, por último, só para não deixar a disciplina aqui, de a gente navegar nesse momento de mercado, né?
Speaker #2: Então, é momento de mercado, juros altos, crédito baixo, restrito. Então, a gente tem que assegurar que a gente tem muita disciplina e muito foco em abraçar as oportunidades, né?
Speaker #2: Assegurar que a gente está junto com os nossos clientes, abraçando as oportunidades, mas ao mesmo tempo com a precificação correta, com capacidade de implantação e tudo que a gente precisa fazer para manter a qualidade que a JSL, né?
Guilherme Sampaio: Assegurar que a gente está junto com os nossos clientes, abraçando as oportunidades, mas ao mesmo tempo, com a precificação correta, com capacidade de implantação e tudo que a gente precisa fazer para manter a qualidade que a JSL sempre busca em todos os serviços que a gente presta. Tá bom? Acho que é isso. Algum outro ponto?
Speaker #2: Que a JSL sempre busca em todos os serviços que a gente presta, tá bom? Acho que é isso. Algum outro ponto? Então, dito isso, agradeço imensamente a participação de todo mundo e tanto eu, Eduardo, e o time aqui estamos à disposição de vocês para alguma pergunta que não tenha sido respondida no call.
[Company Representative] (JSL): Não.
Guilherme Sampaio: Dito isso, agradeço imensamente a participação de todo mundo. Tanto eu, Eduardo, e o time aqui está à disposição de vocês para alguma pergunta que não tenha sido respondida no call. Bom dia a todos.
Speaker #2: Bom dia a todos.
Speaker #3: A videoconferência da JSL está encerrada. Agradecemos a participação de todos e tenham bom dia.
Operator 2: A videoconferência da JSL está encerrada. Agradecemos a participação de todos e tenham um bom dia. Goodbye.
