Q2 2026 Eneva SA Earnings Call
Speaker #2: Bom dia a todos. Obrigado por participarem da teleconferência de resultados do 2o trimestre de 2026. Iniciando pelo slide 3, apresento os principais destaques do período.
Marcelo Habibe: Bom dia a todos, obrigado por participarem da teleconferência de resultados do segundo trimestre de 2026. Iniciando pelo slide 3, apresento os principais destaques do período. A Eneva encerrou o primeiro semestre de 2026 com sólidos resultados. Nosso EBITDA ajustado pelo efeito contábil da venda de Pecém II, atingiu a marca de R$ 1.37 bilhão no segundo trimestre, somando quase R$ 3.1 bilhões no acumulado de 2026. Esse resultado reforça a resiliência dos nossos modelos de negócio e demonstra a capacidade de geração de valor sustentável da companhia, por meio dos nossos ativos e das nossas competências. O maior despacho termelétrico, principalmente por ordem de mérito, impulsionou os resultados dos ativos R2W. O Complexo Parnaíba e o Upstream juntos, contribuíram para o aumento de R$ 124 milhões no EBITDA do período, desempenhando um papel fundamental para o sistema elétrico brasileiro.
Speaker #2: A Eneva encerrou o 1o semestre de 2026 com sólidos resultados. Nosso EBITDA ajustado pelo efeito contábil da venda de PC em 2 atingiu a marca de 1,37 bilhão de reais no 2o trimestre.
Speaker #2: Somando quase R$ 3,1 bilhões no acumulado de 2026. Esse resultado reforça a resiliência dos nossos modelos de negócio e demonstra a capacidade de geração de valor sustentável da companhia, por meio dos nossos ativos e das nossas competências.
Speaker #2: O maior despacho termoelétrico, principalmente por ordem de mérito, impulsionou os resultados dos ativos R2W. O complexo Parnaíba e o upstream juntos contribuíram para o aumento de 124 milhões de reais no EBITDA do período.
Speaker #2: Desempenhando papel fundamental para o sistema elétrico brasileiro. Em um contexto de incerteza hidrológica e de uma matriz elétrica cada vez mais intermitente, nossa plataforma integrada de ativos a gás natural nos permitiu entregar energia despachável, confiável e a custos competitivos, garantindo a segurança do sistema.
Marcelo Habibe: Em um contexto de incerteza hidrológica e de uma matriz elétrica cada vez mais intermitente, nossa plataforma integrada de ativos a gás natural nos permitiu entregar energia despachável, confiável e a custos competitivos, garantindo a segurança do sistema. O resultado do segmento de comercialização de energia também contribuiu de forma expressiva para o EBITDA do período, um aumento de R$ 125 milhões na comparação com o segundo trimestre de 2025, suportada pelas melhores margens comerciais, pela realização do nosso book no período. Na comercialização de gás On Grid, tivemos mais um trimestre de forte contribuição da mesa de gás, que gerou EBITDA de quase R$ 90 milhões, com aproveitamento de oportunidades de arbitragem no mercado de GNL. O EBITDA do segmento já soma R$ 290 milhões nos primeiros seis meses de 2026, valor próximo dos R$ 303 milhões registrados em todo o ano de 2021.
Speaker #2: O resultado do segmento de comercialização de energia também contribuiu de forma expressiva para o EBITDA do período. aumento de 125 milhões de reais na comparação com o 2o trimestre de 2025.
Speaker #2: Suportada pelas melhores margens comerciais, pela realização do nosso BUC no período. Na comercialização de gás on-grid, tivemos mais trimestre de forte contribuição da mesa de gás, que gerou EBITDA de quase 90 milhões de reais, com aproveitamento de oportunidades de arbitragem no mercado de GNL.
Speaker #2: O EBITDA do segmento já soma 290 milhões de reais nos primeiros 6 meses de 2026, valor próximo dos 303 milhões registrados em todo o ano de 2025.
Speaker #2: sólido desempenho das nossas operações: nosso fluxo operacional, nosso fluxo de caixa operacional atingiu a marca de 1,7 bilhão de reais. O maior valor já alcançado para 2o trimestre e o 2o maior valor trimestral de toda a série histórica, demonstrando a capacidade do nosso portfólio de converter resultado em caixa de forma consistente.
Marcelo Habibe: Com o sólido desempenho das nossas operações, nosso fluxo de caixa operacional atingiu a marca de R$ 1.7 bilhão, o maior valor já alcançado para um segundo trimestre e o segundo maior valor trimestral de toda a série histórica, demonstrando a capacidade do nosso portfólio de converter resultado em caixa de forma consistente. Na frente financeira, nosso balanço segue sólido. Espaço suficiente para acomodar o crescimento contratado da companhia. Encerramos o trimestre com alavancagem sob controle no patamar de 3.2x dívida líquida sobre EBITDA. Além disso, celebramos um novo financiamento com o Banco do Nordeste para o projeto do terceiro trem da planta de liquefação. Também avançamos em marcos estratégicos relevantes, que contribuirão de forma imediata para o resultado da companhia. Concluímos os testes e obtivemos as aprovações necessárias para o início da operação comercial da UTE Azulão I, declarado no dia 4 de agosto.
Speaker #2: Na frente financeira, nosso balanço segue sólido. Espaço suficiente para acomodar o crescimento contratado da companhia. Encerramos o trimestre com uma alavancagem sob controle, no patamar de 3,2 vezes dívida líquida sobre EBITDA.
Speaker #2: Além disso, celebramos novo financiamento com o Banco do Nordeste para o projeto do 3º trem da planta de liquefação. Também avançamos em marcos estratégicos relevantes, que contribuíram de forma imediata para o resultado da companhia.
Speaker #2: Concluímos os testes e obtivemos as aprovações necessárias para o início da operação comercial da UTE Azulão 1, declarado no dia 4 de agosto. Primeira usina do Complexo Azulão a entrar em operação e vencedora do leilão de reservas de capacidade de 2021.
Marcelo Habibe: Primeira usina do Complexo Azulão a entrar em operação e vencedora do Leilão de Reserva de Capacidade de 2021. A UTE adiciona ao sistema elétrico nacional a potência 100% flexível e despachável, com capacidade de rápida partida. Dessa forma, a usina fortalece a confiabilidade e segurança do suprimento, especialmente na região Norte do país. Com o início do seu contrato regulado agora em agosto, o ativo passa a gerar quase BRL 280 million de receita fixa anual pelo prazo de 15 anos. Adicionalmente, ao longo dos meses de julho e agosto, também demos início ao novo ciclo contratual dos ativos termelétricos a gás natural do Espírito Santo, vencedores do Leilão de Reserva de Capacidade de 2021 e de 2026.
Speaker #2: A UTEA adiciona ao sistema elétrico nacional a potência 100% flexível e despachável, com capacidade de rápida partida. Dessa forma, a usina fortalece a confiabilidade e segurança do suprimento, especialmente na região norte do país.
Speaker #2: Com o início do seu contrato regulado agora em agosto, o ativo passa a gerar quase 280 milhões de reais de receita fixa anual, pelo prazo de 15 anos.
Speaker #2: Adicionalmente, ao longo dos meses de julho e agosto, também demos início a novo ciclo contratual dos ativos termoelétricos a gás natural do Espírito Santo, vencedores do leilão de reservas de capacidade de 2021 e de 2026.
Speaker #2: Com a entrada em vigor desses contratos, as usinas passam a contribuir com mais de 480 milhões de reais de receita fixa anual para a nossa base contratada, com efeitos já a partir do 3o trimestre de 2026.
Marcelo Habibe: Com a entrada em vigor desses contratos, as usinas passam a contribuir com mais de BRL 480 million de receita fixa anual para a nossa base contratada, com efeitos já a partir do Q3 de 2026. Todos esses avanços refletem a execução disciplinada do nosso plano de negócios, que temos perseguido ao longo dos últimos anos, e vem se materializando de forma cada vez mais evidente em nossos resultados operacionais e financeiros. Iniciamos esse novo ciclo com uma plataforma de ativos fortalecida e de qualidade, uma base relevante de receitas contratadas de longo prazo e uma estrutura de capital equilibrada, capaz de sustentar nova trajetória de crescimento. Passando agora para o slide 5, apresentamos a evolução do resultado das nossas operações e o crescimento contratado para os próximos 12 meses, que impulsionará nosso resultado já nos próximos trimestres. No gráfico à esquerda, apresentamos a evolução do nosso EBITDA.
Speaker #2: Todos esses avanços refletem a execução disciplinada do nosso plano de negócios, que temos perseguido ao longo dos últimos anos, e vêm se materializando de forma cada vez mais evidente em nossos resultados operacionais e financeiros.
Speaker #2: Iniciamos esse novo ciclo com uma plataforma de ativos fortalecida e de qualidade, uma base relevante de receitas contratadas de longo prazo e uma estrutura de capital equilibrada, capaz de sustentar nova trajetória de crescimento.
Speaker #2: Passando agora para o slide 5, apresentamos a evolução do resultado das nossas operações e o crescimento contratado para os próximos 12 meses, que impulsionará nosso resultado já nos próximos trimestres.
Speaker #2: No gráfico à esquerda, apresentamos a evolução do nosso EBITDA. Expurgando os efeitos associados ao encerramento dos contratos do PCS, que possuíam prazos reduzidos em função do seu caráter emergencial, bem como o efeito contábil decorrente da venda da UTEA PC em 2, observamos crescimento de aproximadamente 14% no EBITDA entre os trimestres.
Marcelo Habibe: Expurgando os efeitos associados ao encerramento dos contratos do PCS, que possuíam prazos reduzidos em função do seu caráter emergencial, bem como o efeito contábil decorrente da venda da UTE Pecém II, observamos um crescimento de aproximadamente 14% no EBITDA entre os trimestres. Esse desempenho evidencia a evolução consistente da capacidade de geração de resultados do nosso portfólio e demonstra a resiliência do nosso modelo de negócios da Eneva, mesmo em um período marcado pelo hiato contratual que antecede o início do novo ciclo de crescimento contratado da companhia. Essa capacidade fica ainda mais evidente quando observamos o crescimento já contratado dos novos ativos e existentes, cujos resultados começarão a se refletir de forma cada vez mais clara nos próximos meses.
Speaker #2: Esse desempenho evidencia a evolução consistente da capacidade de geração de resultados do nosso portfólio e demonstra a resiliência do nosso modelo de negócios da Eneva, mesmo em um período marcado pelo hiato contratual que antecede o início do novo ciclo de crescimento contratado da companhia.
Speaker #2: E essa capacidade fica ainda mais evidente quando observamos o crescimento já contratado dos novos ativos e existentes, cujos resultados começarão a se refletir de cada vez mais claramente nos próximos meses.
Speaker #2: As usinas termoelétricas a gás natural do Espírito Santo já iniciaram seus novos ciclos contratuais e, juntas, adicionam mais de 484 milhões de reais de receita fixa anual à base contratada da companhia, por meio de contratos de longo prazo com vigência de 10 e 15 anos.
Marcelo Habibe: As usinas termelétricas a gás natural do Espírito Santo já iniciaram seus novos ciclos contratuais, que juntas adicionam mais de BRL 484 million de receita fixa anual à base contratada da companhia, por meio de contratos de longo prazo, com vigência de 10 e 15 anos. Além disso, em agosto teve início da operação comercial da UTE Azulão I, a primeira usina contratada do Complexo Azulão a entrar em operação. Com o começo do seu contrato regulado, o ativo passa a adicionar BRL 278 million de receita fixa anual à base contratada da companhia pelos próximos 15 anos, reforçando a visibilidade dos nossos resultados e concretizando mais uma etapa do planejamento estratégico que construímos ao longo dos últimos anos.
Speaker #2: Além disso, em agosto teve início a operação comercial da UTE Azulão 1, a primeira usina contratada do Complexo Azulão a entrar em operação. Com o começo do seu contrato regulado, o ativo passa a adicionar R$ 278 milhões de receita fixa anual à base contratada da companhia pelos próximos 15 anos, reforçando a visibilidade dos nossos resultados e concretizando mais uma etapa do planejamento estratégico que construímos ao longo dos últimos anos.
Speaker #2: Por fim, em menos de ano, veremos a materialização de mais marco transformacional para a Eneva, com a entrada em operação comercial da UTEA Azulão 2, o segundo ativo do complexo Azulão.
Marcelo Habibe: Por fim, em menos de 1 ano veremos a materialização de mais um marco transformacional para Eneva, com a entrada em operação comercial da UTE Azulão II, o segundo ativo do Complexo Azulão. A partir de julho de 2027, a usina adicionará mais BRL 2.2 billion de receita fixa anual, por meio de um contrato de 15 anos, consolidando um novo patamar de geração de resultados para a companhia e reforçando a trajetória de crescimento construída com disciplina ao longo dos últimos anos. Como resultado, ao longo dos próximos 12 meses, ampliaremos nossa base contratada em mais de 1.3 GW de capacidade, em contratos com prazo médio superior a 14 anos, que adicionarão mais de BRL 3 billion à receita fixa da companhia.
Speaker #2: A partir de julho de 2027, a usina adicionará mais 2,2 bilhões de reais de receita fixa anual, por meio de contrato de 15 anos, consolidando novo patamar de geração de resultados para a companhia e reforçando a trajetória de crescimento construída com disciplina ao longo dos últimos anos.
Speaker #2: Como resultado, ao longo dos próximos 12 meses, ampliaremos nossa base contratada em mais de 1,3 GW de capacidade, em contratos com prazo médio superior a 14 anos, e adicionaremos mais de R$3 bilhões de receita fixa à companhia.
Speaker #2: Essa expansão estrutural da nossa base contratada de longo prazo não apenas prepara a companhia para um novo ciclo de expansão, já assegurado por meio dos contratos conquistados no leilão de reservas de capacidade de 2026, como também reforça o potencial de alocação de capital contínuo da Eneva e o caráter resiliente e defensivo da nossa tese de investimento.
Marcelo Habibe: Essa expansão estrutural da nossa base contratada de longo prazo, não apenas prepara a companhia para um novo ciclo de expansão, já assegurado por meio dos contratos conquistados no Leilão de Reserva de Capacidade de 2026, como também reforça o potencial de alocação de capital contínuo da Eneva e o caráter resiliente e defensivo da nossa tese de investimento, fortalecendo nossa geração de caixa e criando valor de forma sustentável para os nossos acionistas. Passando para o slide 6, eu gostaria de elencar os desdobramentos do acordo celebrado com um dos nossos clientes no segmento off-grid dos small-scale LNG. No final de julho, firmamos um acordo consensual para o encerramento antecipado do contrato de fornecimento de GNL a um dos nossos clientes, decorrente da sua decisão de suspender as operações da unidade industrial que consumia nosso gás. Como parte do acordo, recebemos recursos líquidos de BRL 340 million no mês passado.
Speaker #2: Fortalecendo nossa geração de caixa e criando valor de forma sustentável para os nossos acionistas. Passando para o slide 6, eu gostaria de elencar os desdobramentos do acordo celebrado com dos nossos clientes no segmento Off Grid, do Small Scale LNG.
Speaker #2: No final de julho, firmamos acordo consensual para o encerramento antecipado do contrato de fornecimento de GNL a dos nossos clientes, decorrente da sua decisão de suspender as operações da unidade industrial que consumia nosso gás.
Speaker #2: Como parte do acordo, recebemos recursos líquidos de 340 milhões de reais no mês passado, esse montante somado ao fluxo de caixa operacional de cerca de 150 milhões de reais já gerado pelo contrato entre 2025 e maio de 2026, compensa o valor da ordem de 450 milhões de reais investidos na implantação do segundo trem da nossa planta de liquefação.
Marcelo Habibe: Esse montante, somado ao fluxo de caixa operacional de cerca de BRL 150 million, já gerado pelo contrato entre 2025 e maio de 2026, compensa o valor da ordem de BRL 450 million investidos na implantação do segundo trem da nossa planta de liquefação. É importante reforçar que o acordo não apenas garantiu a recuperação do capital investido, como também nos dá o tempo necessário para desenvolver de forma estruturada a comercialização desse volume disponível. Na prática, os recursos recebidos equivalem a aproximadamente 20 meses da receita líquida contratual esperada. Com isso, passamos a ter cerca de 250 mil m³ por dia de capacidade disponível para novos clientes. Essa oportunidade será ampliada com a entrada em operação do nosso terceiro trem de liquefação, que adicionará outros 300 mil m³ por dia de capacidade a partir do segundo semestre do ano que vem.
Speaker #2: É importante reforçar que o acordo não apenas garantiu a recuperação do capital investido, como também nos dá o tempo necessário para desenvolver de forma estruturada a comercialização desse volume disponível.
Speaker #2: Na prática, os recursos recebidos equivalem a aproximadamente 20 meses da receita líquida contratual esperada. Com isso, passamos a ter cerca de 250 mil metros cúbicos por dia de capacidade disponível para novos clientes.
Speaker #2: Essa oportunidade será ampliada com a entrada em operação do nosso terceiro trem de liquefação, que adicionará outros 300 mil metros cúbicos por dia de capacidade a partir do segundo semestre do ano que vem.
Speaker #2: A nossa estratégia comercial para a monetização desse volume permanece focada no desenvolvimento do corredor logístico movido a GNL, para transporte rodoviário de carga pesada.
Marcelo Habibe: A nossa estratégia comercial para a monetização desse volume permanece focada no desenvolvimento do corredor logístico movido a GNL para transporte rodoviário de carga pesada. Enxergamos nesse segmento uma importante avenida de crescimento, impulsionada pela busca por soluções mais competitivas e sustentáveis para o transporte de cargas. Nesse contexto, o GNL se destaca como uma alternativa capaz de combinar redução de custos operacionais com menores emissões, criando condições favoráveis para a expansão da demanda nos próximos anos. Seguimos confiantes na nossa tese para o segmento off-grid, que nos permite monetizar nossas reservas no Parnaíba com margens mais interessantes para a companhia, competindo com combustíveis mais caros e poluentes, como o diesel e o óleo combustível. Passando agora para o slide 8, eu apresento com mais detalhes os principais efeitos que contribuíram para a variação do EBITDA na comparação entre os trimestres.
Speaker #2: Enxergamos, nesse segmento, uma importante avenida de crescimento, impulsionada pela busca por soluções mais competitivas e sustentáveis para o transporte de cargas. Nesse contexto, o GNL se destaca como uma alternativa capaz de combinar redução de custos operacionais com menores emissões, criando condições favoráveis para a expansão da demanda nos próximos anos.
Speaker #2: Seguimos confiantes na nossa tese, com para o segmento Off Grid, que nos permite monetizar nossas reservas no Parnaíba com margens mais interessantes para a companhia, competindo com combustíveis mais caros e poluentes, como o diesel e o óleo combustível.
Speaker #2: Passando agora para o slide 8, eu apresento com mais detalhes os principais efeitos que contribuíram para a variação do EBITDA na comparação entre os trimestres.
Speaker #2: Como eu mencionei anteriormente, o EBITDA consolidado atingiu 1 bilhão e 239 milhões de reais no segundo trimestre de 2026, uma redução de 429 milhões de reais quando comparado ao mesmo período de 2025, impactado principalmente pelo fim dos contratos do PCS e pelos impactos contábeis referentes à venda da UTEA P102, mas impulsionado pelo resultado operacional.
Marcelo Habibe: Como eu mencionei anteriormente, o EBITDA consolidado atingiu BRL 1.239 bilhão no Q2 2026, uma redução de BRL 429 milhões quando comparado ao mesmo período de 2025, impactado principalmente pelo fim dos contratos do PCS e pelos impactos contábeis referentes à venda da UTE Pecém II, mas impulsionado pelo resultado operacional. No upstream e na geração de gás no Parnaíba, tivemos um aumento de BRL 124 milhões, impulsionado tanto pelo maior despacho, como maiores margens de geração, quanto também pelas menores despesas de E&D após o fim da campanha sísmica de 2025. No segmento de comercialização de energia, o EBITDA registrou um crescimento expressivo de BRL 125 milhões, refletindo a captura de melhores margens comerciais e a realização do book dos contratos.
Speaker #2: No upstream, e na geração de gás no Parnaíba, tivemos aumento de 124 milhões de reais, impulsionado tanto pelo maior despacho como maiores margens de geração quanto também pelas menores despesas de G&G após o fim da campanha Sísmica de 2025.
Speaker #2: No segmento de comercialização de energia, o EBITDA registrou crescimento expressivo de 125 milhões de reais, refletindo a captura de melhores margens comerciais e a realização do BOOK dos contratos.
Speaker #2: Na geração a óleo, o aumento de 90 milhões de reais refletiu o início antecipado dos contratos regulados no LRCAP de 2021, a partir do segundo semestre de 2025.
Marcelo Habibe: Na geração a óleo, o aumento de BRL 90 milhões refletiu o início antecipado dos contratos regulados no LRCap de 2021, a partir do H2 2025. Em contrapartida, como mencionei anteriormente, tivemos a redução de BRL 484 milhões no segmento de geração de gás a terceiros, refletindo o encerramento dos contratos do PCS. Na geração a carvão, também tivemos a redução de BRL 75 milhões no EBITDA com a desconsolidação de Pecém ao final do Q1 2026. Por fim, no segmento holding e outros, tivemos a redução de BRL 209 milhões, principalmente em função do impacto contábil da venda de Pecém II, de BRL 128 milhões, e das maiores despesas com encargos do plano de incentivo de longo prazo, com a valorização da ação e a maturação de planos concentrada no período.
Speaker #2: Em contrapartida, como mencionei anteriormente, tivemos a redução de 484 milhões de reais do segmento de geração de gás a terceiro, refletindo o encerramento dos contratos do PCS, na geração a carvão também tivemos a redução de 75 milhões de reais no EBITDA, com a desconsolidação de P100 ao final do primeiro trimestre de 2026.
Speaker #2: E, por fim, no segmento Holding e Outros, tivemos a redução de 209 milhões de reais, principalmente em função do impacto contábil da venda de P102, de 128 milhões de reais, e das maiores despesas com encargos do plano de incentivos de longo prazo, com a valorização da ação e a maturação de planos concentrada no período.
Speaker #2: Passando agora para o slide 9, apresento as principais variações do fluxo de caixa do período. O fluxo de caixa operacional atingiu R$ 1,68 bilhão no trimestre, impulsionado pelo sólido resultado operacional e outros efeitos positivos, incluindo o capital de giro.
Marcelo Habibe: Passando agora para o slide 9, apresento as principais variações do fluxo de caixa do período. O fluxo de caixa operacional atingiu BRL 1.680 bilhão no trimestre, impulsionado pelo sólido resultado operacional e outros efeitos positivos, incluindo o capital de giro. O fluxo de caixa de investimento consumiu BRL 1 bilhão 769 milhões, direcionados principalmente para os projetos em construção da companhia. Já o fluxo de caixa de financiamento registrou uma saída líquida de BRL 876 milhões, refletindo os montantes pagos pelos serviços da dívida e arrendamento, além de pagamentos relacionados às operações de antecipação de recebíveis e aos dividendos semestrais pagos das ações preferenciais. O fluxo foi parcialmente mitigado pela captação de BRL 104 milhões, sendo a maior parte junto ao BNB para o projeto Azulão 950. Como resultado disso, a Eneva encerrou o trimestre com uma posição de caixa de BRL 2.5 bilhões.
Speaker #2: O fluxo de caixa de investimento consumiu 1 bilhão e 769 milhões de reais, direcionados principalmente para os projetos em construção da companhia. Já o fluxo de caixa de financiamento registrou uma saída líquida de 776 milhões de reais, refletindo os montantes pagos pelos serviços da dívida e arrendamento, além de pagamentos relacionados às operações de antecipação de recebíveis e aos dividendos semestrais pagos das ações preferenciais.
Speaker #2: O fluxo foi parcialmente mitigado pela captação de R$104 milhões, sendo a maior parte junto ao FDA para o projeto Azulão 950. Como resultado disso, a Eneva encerrou o trimestre com uma posição de caixa de R$2,5 bilhões.
Speaker #2: Passando agora para o slide 10, eu apresento a nossa estrutura de capital atualizada, onde à esquerda vemos a evolução da dívida líquida consolidada da companhia, que encerrou o segundo trimestre em 19,8 bilhões de reais, uma alavancagem de 3,2 vezes dívida líquida sobre EBITDA.
Marcelo Habibe: Passando agora para o slide 10, eu apresento a nossa estrutura de capital atualizada, onde à esquerda vemos a evolução da dívida líquida consolidada da companhia, que encerrou o Q2 em BRL 19.8 bilhões, com uma alavancagem de 3.2x dívida líquida sobre EBITDA. Nos demais gráficos, demonstramos a qualidade da nossa dívida, que encerrou o Q2 com prazo médio de 6 anos e quase 60% do seu vencimento concentrado após 2030, e custos médios ponderados similares aos observados na mesma base de comparação. À direita do slide, temos o perfil da nossa dívida, que atualmente tem 86% do seu total atrelado ao IPCA, alinhado ao principal indexador das nossas receitas fixas. De forma similar, o saldo das nossas dívidas indexadas ao CDI é compatível com o nosso saldo de caixa, criando praticamente um hedge natural entre as obrigações e direitos da companhia.
Speaker #2: Nos demais gráficos, demonstramos a qualidade da nossa dívida, que encerrou o segundo trimestre com prazo médio de 6 anos e quase 60% do seu vencimento concentrado após 2030, além de custos médios ponderados similares aos observados na mesma base de comparação.
Speaker #2: À direita do slide, temos o perfil da nossa dívida, que atualmente tem 86% do seu total atrelado ao IPCA, alinhada ao principal indexador das nossas receitas fixas.
Speaker #2: De forma similar, o saldo das nossas dívidas indexadas ao CDI é compatível com o nosso saldo de caixa, criando praticamente hedge natural entre as obrigações e direitos da companhia.
Speaker #2: Bom, com isso eu passo agora a palavra para o André Iamonde, que irá detalhar os investimentos e projetos de capital da Eneva.
Marcelo Habibe: Bom, com isso eu passo agora a palavra para Andrea Monte, que irá detalhar os investimentos e projetos de capital da Eneva.
Speaker #1: Obrigado, Habibe. Passando agora para o slide 12, destacamos os investimentos realizados no trimestre, que totalizaram R$ 1 bilhão e 590 milhões, sendo quase 90% dedicados aos projetos de crescimento da companhia.
Andrea Monte: Obrigado, Habibe. Passando agora para o slide 12, destacamos os investimentos realizados no trimestre, que totalizaram BRL 1 billion e BRL 590 million, sendo quase 90% dedicados aos projetos de crescimento da companhia. No período, BRL 616 million foram destinados ao desenvolvimento dos projetos contratados no Leilão de Reserva de Capacidade de 2026. Já no Complexo Azulão 950, os investimentos somaram BRL 492 million no trimestre, sendo BRL 415 million destinados aos serviços de construção e montagem realizados na UTE, na UTG, na subestação e nos gasodutos de conexão. BRL 77 million relacionados a atividades de suporte de OEM e atingimento dos marcos contratuais. No upstream, os investimentos somaram BRL 204 million, com BRL 147 million direcionados a atividades de exploração e desenvolvimento de poços, e BRL 57 million destinados ao desenvolvimento dos campos de Gavião Belo e de Gavião Mateiro.
Speaker #1: No período, 616 milhões de reais foram destinados ao desenvolvimento dos projetos contratados no leilão de reserva de capacidade, de 2026, já no complexo Azulão 950, os investimentos somaram 492 milhões de reais no trimestre, sendo 415 milhões destinados aos serviços de construção e montagem, realizados na UTE, na UTG, na subestação e nos gasodutos de conexão, e 77 milhões de reais relacionados a atividades de suporte de OIM e atingimento dos marcos contratuais.
Speaker #1: No upstream, os investimentos somaram R$ 204 milhões, com R$ 147 milhões direcionados a atividades de exploração e desenvolvimento de poços, e R$ 57 milhões destinados ao desenvolvimento dos campos de Gavião Belo e de Gavião Mateiro.
Speaker #1: Por fim, nas atividades de sustainment dos ativos em operação da companhia, os R$146 milhões foram principalmente direcionados à UTE Parnaíba II, para o major overall e melhorias da usina, e à UTE Jaguatirica II, para a manutenção programada prevista para o terceiro trimestre e a aquisição de sobressalentes.
Andrea Monte: Por fim, nas atividades de sustento dos ativos em operação da companhia, os BRL 146 million foram principalmente direcionados à UTE Parnaíba II, para o major overhaul e a melhorias da usina, e à UTE Jaguatirica II, para a manutenção programada prevista para o Q3 e a aquisição de sobressalentes. Passando agora pelo slide 14, apresento as atualizações do projeto Azulão 950. Em primeiro lugar, destaco o COD e o início do contrato regulado da UTE Azulão I, que aconteceu na semana passada, após a conclusão dos testes e a obtenção de todas as aprovações necessárias ao longo do trimestre. Já em Azulão II, finalizamos a montagem do invólucro externo da carcaça e da válvula de controle da média pressão da turbina a vapor. Além disso, executamos e aprovamos o teste de performance da captação de água.
Speaker #1: Continuando agora no slide 16, compartilho as atualizações de dos nossos mais novos Passando agora para o slide 14, apresento as atualizações do projeto Azulão 950.
Speaker #1: Em primeiro lugar, destaco o COD e o início do contrato regulado da UTE Azulão I, que aconteceu na semana passada. Após da conclusão dos testes e a obtenção de todas as aprovações necessárias ao longo do trimestre.
Speaker #1: Já em Azulão II, finalizamos a montagem do invólucro externo da carcaça e da válvula de controle da media pressão da turbina a vapor. Além disso, executamos e aprovamos o teste de performance da captação de água.
Speaker #1: Com os avanços na obra, o progresso físico do projeto evoluiu para 91% nesse período. As fotos dos slides mostram o site que já está bem concluído.
Andrea Monte: Com os avanços na obra, o progresso físico do projeto evoluiu para 91% nesse período. As fotos dos slides mostram o site que já está bem concluído. Como próximos marcos, destaco o first fire da turbina a gás de Azulão II e o turning gear da turbina a vapor, ambos previstos para o Q4 de 2026. Em seguida, o first steam da turbina a vapor, que está previsto para o Q1 de 2027. Na sequência, iniciamos a operação comercial da usina com o início do seu contrato regulado em julho do mesmo ano, 2027. Passando agora para o slide 15, compartilho as atualizações do projeto de expansão da planta de liquefação no Parnaíba, com a construção do terceiro trem de liquefação. Com a evolução no período, o progresso físico acumulado do projeto atingiu 62%. Avançamos no posicionamento dos equipamentos da planta de liquefação nas bases.
Speaker #1: Como próximos marcos, destaco o first fire da turbina a gás de Azulão II e o turning gear da turbina a vapor, ambos previstos para o quarto trimestre de 2026. Em seguida, o first steam da turbina a vapor está previsto para o primeiro trimestre de 2027.
Speaker #1: Na sequência, iniciamos a operação comercial da usina, com o início do seu contrato regulado em julho do mesmo ano, 2027. Passando agora para o slide 15, compartilho as atualizações do projeto de expansão da planta de liquefação no Parnaíba, com a construção do terceiro trem de liquefação.
Speaker #1: Com a evolução no período, o progresso físico acumulado do projeto atingiu 62%. Avançamos no posicionamento dos equipamentos da planta de liquefação, nas bases, nas frentes de engenharia e de suprimento. Recebemos no site os primeiros equipamentos do BOP, incluindo o eletrocentro e os tanques de água potável e de desmineralizada. Também iniciamos a pavimentação e a montagem de equipamentos, e concluímos a execução das conexões na UTG e a fabricação dos módulos dos cable racks.
Andrea Monte: Nas frentes de engenharia e de suprimento, recebemos no site os primeiros equipamentos do BOP, incluindo o eletrocentro e os tanques de água potável e desmineralizada. Também iniciamos a pavimentação e a montagem de equipamentos e concluímos a execução das conexões na UTG e a fabricações dos módulos do Cable Racks. As fotos da parte inferior dos slides mostram alguns desses marcos que destaquei e na parte superior, podemos ver o layout do projeto da planta e uma visão aérea atualizada do site. Como próximos marcos, destaco a entrega dos demais equipamentos do BOP no site e a continuação da montagem eletromecânica, ambas previstas para o Q3 de 2027. A completação mecânica está prevista para o Q1 de 2027, para permitir o comissionamento e o startup da planta durante o H2 de 2027.
Speaker #1: As fotos da parte inferior dos slides mostram algum desses marcos que destaquei, e na parte superior podemos ver o layout do projeto da planta e uma vista aérea atualizada do site.
Speaker #1: Como próximos marcos, destaco a entrega do desmais de equipamentos do BOP no site, e a continuação da montagem eletromecânicas, ambas previstas para o terceiro trimestre de 2027.
Speaker #1: A completação mecânica está prevista para o primeiro trimestre de 2027, para permitir o comissionamento e o startup da planta durante o segundo semestre de 2027, e com isso a operação comercial de expansão da planta de liquefação está programada para o segundo semestre de 2027.
Andrea Monte: Com isso, a operação comercial de expansão da planta de liquefação está programada para o H2 de 2027. Agora, continuando no slide 16, compartilho as atualizações de um dos projetos mais novos que temos, o projeto que contratamos no LRCap 2026, que é a expansão do Hub Sergipe. Tivemos importantes evoluções no período e, com as atividades realizadas e os marcos alcançados, o projeto tem um progresso físico acumulado de 22%. Estamos na etapa final da execução da primeira fase da terraplanagem, conforme mostramos na imagem no canto superior direito, e também obtivemos no período a emissão da licença de instalação para obras de underground da UTE e, com isso, iniciamos o estaqueamento, conforme mostrado na imagem inferior à direita. As demais fotos do slide mostram diferentes ângulos com uma visão aérea atualizada do site do Hub Sergipe.
Speaker #1: Agora, continuando no slide 16, compartilho as atualizações de dos projetos mais novos que temos, o projeto que contratamos no LRCAP 2026, que é a expansão do hub Sergipe.
Speaker #1: Tivemos importantes evoluções no período, e com as atividades realizadas projeto tem progresso físico acumulado de 22%. Estamos na etapa final da execução da primeira fase da terraplanagem, conforme mostramos na imagem no canto superior direito, e também obtivemos no período a emissão da licença de instalação para obras de underground da UTI, e com isso iniciamos o estaqueamento, conforme mostrado na imagem inferior direita.
Speaker #1: As demais fotos dos slides mostram diferentes ângulos com uma vista aérea atualizada do site do hub Sergipe, e como próximos marcos, destaco o início das fundações do BOP no site, no terceiro trimestre de 2026, e o início das fundações dos transformadores elevadores no quarto trimestre de 2026.
Andrea Monte: Como próximos marcos, destaco o início das fundações do BOP no site, no Q3 de 2026, e o início das fundações dos transformadores elevadores no Q4 de 2026. No ano que vem, o início da montagem do BOP está programado para o Q2 de 2027 e o início da montagem das turbinas para o Q3 de 2027. Logo após, a chegada dos equipamentos no site. O first fire das turbinas a gás está programado para o Q2 de 2028 e, com isso, o COD da usina e o início do seu contrato regulado estão previstos em outubro de 2028. Passando agora para o slide 17, destaco as atualizações de mais um dos nossos novos projetos contratado no LRCap 2026, o Hub Ceará. Nos últimos meses, avançamos de forma consistente nos projetos das usinas e dos novos terminais.
Speaker #1: No ano que vem, o início da montagem do BOP está programado para o segundo trimestre de 2027, e o início da montagem das turbinas para o terceiro trimestre de 2027, logo após a chegada dos equipamentos no site.
Speaker #1: O first fire das turbinas a gás está programado para o segundo trimestre de 2028, e com isso o COD da usina e o início do seu contrato regulado estão previstos em outubro de 2028.
Speaker #1: Passando agora para o slide 17, destaco as atualizações de mais dos nossos novos projetos contratado no LRCAP 2026, o hub Ceará. Nos últimos meses, avançamos de forma consistente nos projetos das usinas e dos novos terminais.
Speaker #1: Na frente das usinas, demos passos relevantes e atingimos progresso físico acumulado do projeto de 27%. Como destaques, concluímos a aquisição dos transformadores elevadores e finalizamos o levantamento planialtimétrico e os estudos de solo da área da UTE.
Andrea Monte: Na frente das usinas, demos passos relevantes e atingimos um progresso físico acumulado do projeto de 27%. Como destaques, concluímos a aquisição dos transformadores elevadores e finalizamos o levantamento planialtimétrico e os estudos de solo da área da UTE. Olhando para a frente, esperamos iniciar a terraplanagem ainda no Q3, seguida da conclusão do projeto underground no último trimestre desse ano e do início das fundações no Q1 de 2027. O início das montagens das turbinas a gás está previsto para o Q2 de 2028, com first fire das turbinas no Q2 de 2029 e início da operação comercial da usina e do contrato regulado em agosto de 2029. No terminal, concluímos as atividades de batimetria e de sondagem. Também realizamos a desmontagem e o transporte da gangway e dos braços de carregamento e já iniciamos as atividades de revamp.
Speaker #1: Olhando para a frente, esperamos iniciar a terraplanagem ainda no terceiro trimestre, seguida da conclusão do projeto underground no último trimestre desse ano, e do início das fundações no primeiro trimestre de 2027, o início das montagens das turbinas a gás está previsto para o segundo trimestre de 2028, com first fire das turbinas no segundo semestre de 2029, e início da operação comercial da usina e do contrato regulado em agosto de 2029.
Speaker #1: No terminal, concluímos as atividades de batimetria e de sondagem, também realizamos a desmontagem e o transporte da gangway e dos braços de cargamento, e já iniciamos a atividades de revamp.
Speaker #1: O canteiro de obra foi concluído e a chegada das balsas de apoio nos permitiu iniciar a montagem dos equipamentos nos decks. Além disso, foram iniciadas atividades de engenharia de detalhamento do projeto.
Andrea Monte: O canteiro de obra foi concluído e a chegada das balsas de apoio nos permitiu iniciar a montagem dos equipamentos nos decks. Além disso, foram iniciadas atividades de engenharia de detalhamento do projeto. Como próximos marcos, avançaremos para a cravação de estacas no Q3 de 2026, a conclusão civil no H2 de 2027 e a conclusão eletromecânica no Q1 de 2028. A chegada do FSRU ao porto está prevista para o Q3 de 2028, que é um prazo alinhado ao COD da usina e ao início do PPA em agosto de 2029. Com isso, passo a palavra a Felippe Valverde para a sessão de perguntas e respostas.
Speaker #1: Como próximos marcos, avançaremos para a cravação de estacas no terceiro trimestre de 2026, a conclusão civil no segundo semestre de 2027, e a conclusão eletromecânica no primeiro trimestre de 2028. A chegada do FSRU, ao porto, está prevista para o terceiro trimestre de 2028, que é prazo alinhado ao COD da usina e ao início do PPA em agosto de 2029.
Speaker #1: E com isso passo a palavra a Felipe Valverde para a sessão de perguntas e respostas.
Speaker #2: Obrigado, Andrea. Bom dia a todos. Vamos iniciar agora, então, a sessão de perguntas e respostas, e eu lembro a todos que as perguntas devem ser submetidas por escrito, na plataforma Zoom.
Felippe Valverde: Obrigado, Andrea. Bom dia a todos. Vamos iniciar agora a sessão de perguntas e respostas e eu lembro a todos que as perguntas devem ser submetidas por escrito na plataforma Zoom. Bem, a primeira pergunta que a gente recebeu vem do Guilherme Lima, do Santander: podem comentar o status da discussão de redução voluntária de inflexibilidade por parte da Eneva? Qual o status atual, quais os próximos passos e qual é o racional econômico defendido pela companhia?
Speaker #2: Bom, primeira pergunta que a gente recebeu vem do Guilherme Lima do Santander. Podem comentar o status da discussão de redução voluntária de inflexibilidade por parte da Eneva?
Speaker #2: Qual o status atual, quais os próximos passos, e qual é o racional econômico defendido pela companhia?
Speaker #1: Bom dia, Guilherme. O Habibe falando, obrigado pela pergunta. Não dá para comentar muito sobre essa questão, porque a gente está ainda em discussão, e é uma discussão que corre em sigilo.
Marcelo Habibe: Bom dia, Guilherme. Habibe falando, obrigado pela pergunta. Não dá para comentar muito sobre essa questão, porque a gente está ainda em discussão, que é uma discussão que corre em sigilo, mas o que dá para falar é que a tese aqui é que a gente tem 70% de inflexibilidade em Azulão II, a gente tem 50% de inflexibilidade em Parnaíba II e Parnaíba VI. Então, três termelétricas gerando de forma inflexível durante boa parte do ano, durante boa parte do dia, que é justamente o que o sistema hoje, como demonstra, não necessita. Energia durante o dia e inflexibilidade. Então, a discussão está em torno disso, reduzir no limite que der essa inflexibilidade. Os termos econômicos dessa discussão correm em sigilo. O que dá para falar é que é uma discussão de 90 dias, podendo ser prorrogada por mais 30, ou seja, chegar a 120 dias.
Speaker #1: Mas o que dá para falar é a tese aqui, é: bom, a gente tem 70% de inflexibilidade em azulão 2, a gente tem 50% de inflexibilidade em Parnaíba 2 e Parnaíba 6, então três termoelétricas gerando de forma inflexível durante boa parte do ano, durante boa parte do dia, que é justamente o que o sistema hoje como demonstra, não necessita.
Speaker #1: Energia durante o dia e inflexibilidade. Então, a discussão está em torno disso: reduzir, no limite, o que será essa inflexibilidade. Os termos econômicos dessa discussão correm em sigilo.
Speaker #1: O que dá para falar é que é uma discussão de 90 dias, podendo ser prorrogada por mais 30, ou seja, chegar a 120 dias.
Speaker #1: A gente está concluindo agora, no final do mês, o terceiro mês de discussão, ou seja, caminhando para 90 dias. Então, ela pode encerrar, pode caminhar, ou pode se estender mais pouco, e aí o prazo final seria final de setembro.
Marcelo Habibe: A gente está concluindo agora no final do mês, o terceiro mês de discussão, ou seja, caminhando para 90 dias. Então, ela pode encerrar, pode caminhar ou pode se estender mais um pouco, e aí o prazo final seria final de setembro. É tudo que dá para falar agora, assim que a gente tiver mais sinalização e uma definição, certamente a gente vem a mercado esclarecer para vocês.
Speaker #1: É tudo o que dá para falar agora, assim que a gente tiver mais sinalização e uma definição, certamente a gente vem a mercado e esclarecer para vocês.
Felippe Valverde: Obrigado, Habibe. A segunda pergunta vem do Guilherme Lima, do Santander, sobre a não habilitação de projetos no LRCap 2026. Podem comentar a respeito da possibilidade da Eneva ser contratada no LRCap 26 em projetos inicialmente não habilitados? Como a companhia enxerga essa possibilidade?
Speaker #2: Obrigado, Habibe. Bom, a segunda pergunta vem do Guilherme, também do Guilherme Lima, do Santander. É sobre a não habilitação de projetos no LRCAP 2026.
Speaker #2: Podem comentar a possibilidade da Eneva ser contratada no LRCAP 26 em projetos inicialmente não contratados, não habilitados? Como a companhia enxerga essa possibilidade?
Speaker #1: Essa é uma possibilidade, sim. Saiu a... a gente foi citado na nota técnica há duas semanas, mais ou menos atrás, da ANEEL, o assunto ainda não foi levado para a diretoria, e não foi decidido.
Marcelo Habibe: Essa é uma possibilidade, sim. A gente foi citado na nota técnica há duas semanas, mais ou menos, atrás da Agência Nacional de Energia Elétrica. O assunto ainda não foi levado para diretoria e não foi decidido. Um dos outputs aqui dessa discussão pode, sim, ser inabilitar os PPAs e chamar os segundos, terceiros e quartos colocados ali que deram no leilão. A gente está entre eles. Se a gente for chamado, estamos preparados aqui para atender esse chamado, tanto para o produto 28, quanto para o produto 29. Então, no momento, a gente está no aguardo. Vamos esperar aqui a definição. Obviamente, nesse meio tempo, se preparando, se planejando, para que se for um chamado aqui para a gente implantar, a gente não pode começar a tomar as providências a partir de agora. Então a gente já começou a fazer todas as ações necessárias.
Speaker #1: dos... dos outputs aqui dessa discussão pode, sim, ser inabilitar os PPAs e chamar os segundos, terceiros e quartos colocados ali que lidaram no leilão.
Speaker #1: A gente está entre eles. Se a gente for chamado, estamos preparados aqui para atender esse chamado, tanto para o produto 28 quanto para o produto 29.
Speaker #1: Então, no momento, a gente está no aguardo. Vamos esperar aqui a definição e, obviamente, nesse meio tempo, se preparando, se planejando, para que, se for chamado aqui para a gente implantar, a gente não pode começar a tomar as providências a partir de agora.
Speaker #1: Então, a gente já começou a fazer todas as ações necessárias. Mas, novamente, estamos no aguardo, não teve nenhuma definição, fomos apenas citados aqui na nota técnica da ANEEL.
Marcelo Habibe: Mas novamente, estamos no aguardo, não teve nenhuma definição, fomos apenas citados aqui na nota técnica da Agência Nacional de Energia Elétrica.
Speaker #2: Obrigado. Bom, as próximas perguntas vêm do João Pimentel, do SIT. Primeira pergunta é sobre não habilitação, a gente já respondeu. A segunda pergunta é sobre small scale LNG.
Felippe Valverde: Obrigado, Habibe. As próximas perguntas vêm do João Pimentel, do Citi. Primeira pergunta sobre não habilitação, já respondeu. A segunda pergunta é sobre small-scale LNG. O que vocês estão negociando para eventualmente substituir o contrato com a Vale? Existe ainda demanda industrial potencial na região ou o foco será mais na conversão de frotas?
Speaker #2: O que vocês estão negociando para eventualmente substituir o contrato com a Vale? Existe ainda demanda industrial potencial na região, ou o foco será mais na conversão de frotas?
Speaker #3: Bom dia, Pimentel.
Marcelo Habibe: Bom dia, Pimentel, obrigado pela pergunta. A gente tem um pipeline de clientes, tantos clientes industriais da região, que a gente está reassessando, está retomando as discussões, e também intensificando as discussões para o transporte rodoviário. A gente acredita que num mix entre alguns clientes industriais e talvez uma maior alocação para clientes de transporte rodoviário, a gente vai alocar esse volume da Vale aí dentro de um horizonte de tempo razoável.
Speaker #1: Obrigado pela pergunta. A gente está... Tem pipeline de clientes, tanto clientes industriais da região, que a gente está reacessando, está retomando as discussões, e também intensificando as discussões para o transporte rodoviário.
Speaker #1: Então, a gente acredita que num mix entre alguns clientes industriais e talvez uma maior alocação para clientes de transporte rodoviário, a gente vai alocar esse volume da Vale aí dentro de horizonte de tempo razoável.
Speaker #2: Obrigado, Marcelo. Bom, as próximas perguntas vêm do Felipe, do Itaú. Bom dia. Poderiam, por favor, nos atualizar sobre... Primeira pergunta: o prazo de exercício dos sócios minoritários dos projetos do LRCAP?
Felippe Valverde: Obrigado, Marcelo. As próximas perguntas vêm do Felipe, do Itaú. Bom dia, poderiam, por favor, nos atualizar sobre, primeira pergunta, o prazo de exercício dos sócios minoritários dos projetos do LRCap? Segue em setembro?
Speaker #2: Segue em setembro?
Speaker #1: É, são dois sócios. São dois processos, são duas discussões, mas é mais ou menos nessa data, entre final de setembro e o período em outubro.
Marcelo Habibe: São dois sócios, são dois processos, são duas discussões, mas é mais ou menos nessa data. Entre final de setembro e um período em outubro. Está chegando essa data, em breve a gente deve ter uma definição.
Speaker #1: Está chegando essa data, em breve a gente deve ter uma definição.
Speaker #2: Obrigado, Habibe. Segunda pergunta dele é sobre os projetos não habilitados. Vamos passar para a terceira. Estratégias que podem ser exploradas em cenários mais adversos de Selic para manter a estrutura de capital saudável em momento de execução relevante de CAPEX e acesso ao mercado de capitais?
Felippe Valverde: Obrigado, Habibe. Segunda pergunta dele é sobre os projetos não habilitados. Vamos passar para a terceira. Estratégias que podem ser exploradas em cenários mais adversos de Selic para manter a estrutura de capital saudável em um momento de execução relevante de Capex e acesso ao mercado de capitais?
Marcelo Habibe: Pra escapar ou pelo menos mitigar um pouco essa taxa de juros mais elevada, obviamente a gente sempre recorre a bancos de fomento. Nossos projetos estão majoritariamente concentrados ao Nordeste, principalmente do LRCap, então acessar o Banco do Nordeste é uma alternativa mais óbvia, que no final do dia acaba sendo uma linha de financiamento mais interessante do que ir a mercado captar debêntures ou tomar um bilateral com banco. Então essa é a primeira alternativa aqui, a mais óbvia, que a gente vai tentar maximizar pra reduzir o custo médio ponderado de capital de dívida pros projetos. Depois disso, 100% dos nossos projetos aqui, eles são elegíveis a debêntures de infraestrutura, que também acaba sendo um instrumento interessante.
Speaker #1: É, assim, para escapar desse... dessa... ou pelo menos mitigar pouco essa taxa de juros mais elevada, obviamente a gente sempre recorre a bancos de fomento.
Speaker #1: Então, nossos projetos estão majoritariamente concentrados no Nordeste, principalmente do LRCAP. Então, acessar o Banco do Nordeste é uma alternativa mais óbvia, que, no final do dia, acaba tendo uma linha de financiamento mais interessante do que ir ao mercado, captar debêntures ou tomar bilateral com o banco.
Speaker #1: Então, esse é o primeiro... é a primeira alternativa aqui, a mais óbvia, que a gente vai tentar maximizar. Para reduzir o custo médio ponderado de capital de dívida para os projetos.
Speaker #1: Depois disso, 100% dos nossos projetos aqui são elegíveis a debêntures de infraestrutura. Também acaba sendo um instrumento interessante. As debêntures de infraestrutura, quando a gente emite elas, são setadas baseadas na NTN-B.
Marcelo Habibe: As debêntures de infraestrutura, quando a gente emite, elas são setadas baseadas na NTN-B, então NTN-B mais ou menos um spread, com essa B mais elevada, dependendo do vértice aqui, a gente está falando entre 7.5% e 8%, não tem como escapar. Então a gente que tem historicamente aqui um custo médio ponderado de dívida de mais ou menos CDI mais 5.5 para as novas dívidas, entre dívidas de BNB, dívidas de debênture e outras estruturas que a gente está pensando aqui, obviamente, esse custo de dívida vai ser superior ao estoque atual. Não tem como fugir desse incremento de juros aqui no país. Mas estamos trabalhando pra minimizar, assegurar esse funding de forma mais competitiva e o mais rápido possível, pra gente não ficar na janela do ano que vem.
Speaker #1: Então, a NTN-B mais ou menos spread. Com essa B mais elevada, dependendo do vértice aqui, a gente está falando entre 7,5% e 8%. Não tem como escapar.
Speaker #1: Então, a gente que tem historicamente aqui custo médio ponderado de dívida de mais ou menos IPCA mais 5,5%, para as novas dívidas, entre dívidas de BNB, dívidas de debêntures e outras estruturas que a gente está pensando aqui, obviamente esse custo de dívida vai ser superior ao estoque atual.
Speaker #1: Não tem como fugir desse incremento de juros aqui no país. Mas estamos trabalhando para minimizar, assegurar esse funding de forma mais competitiva, e o mais rápido possível, para a gente não ficar na janela do ano que vem.
Speaker #1: A gente não sabe o que vai ser resultado de eleição, como é que o mercado vai reagir, se vai estar aberto ou vai estar fechado.
Marcelo Habibe: A gente não sabe o que vai ser resultado de eleição, como é que o mercado vai reagir, se vai estar aberto, se vai estar fechado. Não dá pra correr risco de liquidez. A gente está trabalhando pra botar boa parte do funding de pé esse ano. Por fim, eu acho que é interessante sempre buscar as dívidas vinculadas à IPCA. IPCA mais o spread, o mesmo índice que ajusta as nossas receitas fixas. Então a gente traz esse hedge natural, como eu comentei aqui em um dos slides, e não fica exposto a nenhum índice específico.
Speaker #1: Então, não dá para correr risco de liquidez. A gente está trabalhando para botar boa parte do funding de pé esse ano. E, por fim, eu acho que o que é interessante, sempre, é buscar as dívidas vinculadas a IPCA.
Speaker #1: IPCA mais spread. É o mesmo índice que ajusta as nossas receitas fixas. Então, a gente traz esse hedge natural, como eu comentei aqui em um dos slides, e não fica exposto a nenhum índice específico.
Speaker #2: Obrigado, Habibe. Bom, próximas perguntas vêm do Raul Cavendish, da XP. As primeiras perguntas deles são sobre small scale LNG. Parte já foi respondida, mas a segunda parte é: podem compartilhar alguma visão de pipeline de volume comercial a ser comercializado?
Felippe Valverde: Obrigado, Habibe. Próximas perguntas vêm do Raul Cavendish da XP. As primeiras perguntas dele são sobre small-scale LNG, parte já foi respondida, mas a segunda parte é: podem compartilhar alguma visão de pipeline de volume comercial a ser comercializado? Marcelo?
Speaker #2: Marcelo?
Speaker #1: Bom dia, Raul. Obrigado pela pergunta. Como eu comentei, a gente já... desde a assinatura dos contratos de Vale, Suzano, com uma intenção sempre foi expandir a capacidade de liquefação ali no Parnaíba para uma terceira planta e mais para frente, quem sabe, para uma quarta.
Marcelo Habibe: Bom dia, Raul, obrigado pela pergunta. Como eu comentei, desde a assinatura dos contratos de Vale e Suzano, como a intenção sempre foi expandir a capacidade de liquefação ali no Parnaíba para uma terceira planta e mais para frente, quem sabe, para uma quarta, a gente já tinha um pipeline de clientes mapeados, alguns já mais avançados, com propostas indicativas feitas, algumas até negociações iniciadas. Com essa saída do contrato da Vale e com a proximidade do terceiro trem para o meado do ano que vem, o que a gente vai fazer agora é intensificar as discussões com esses clientes que estavam mais quentes e mais próximos de ter alguma convergência. Acreditamos que é possível, sim, num horizonte de tempo não muito longo, repor o contrato da Vale.
Speaker #1: A gente já tinha pipeline de clientes mapeados, alguns já mais avançados, com propostas indicativas feitas, algumas até negociações iniciadas. Com essa saída do contrato da Vale e com a proximidade do terceiro trem, aí para meados do ano que vem, o que a gente vai fazer agora é intensificar as discussões com esses clientes que estavam mais quentes e mais próximos de ter alguma...
Speaker #1: Alguma discussão... alguma convergência. Acreditamos que é possível, sim, em um horizonte de tempo não muito longo, repor o contrato da Vale. E o que provavelmente vai acontecer é atrasar pouco a decisão do quarto trem, que era o plano que a gente tinha, tão logo o transporte escalasse.
Marcelo Habibe: O que provavelmente vai acontecer é atrasar um pouco a decisão do quarto trem, que era um plano que a gente tinha tão logo o transporte escalasse. O que deve acontecer é um deslocamento no tempo com relação a essa decisão de investimento do quarto trem. A gente continua acreditando na tese do transporte rodoviário. É uma tese que vem avançando, talvez não na velocidade desejada. Os primeiros postos de abastecimento do nosso parceiro comercial já estão em operação. O primeiro conjunto de caminhões já operacionais e já tem um pipeline para desenvolvimento de novos postos de abastecimento pelo parceiro, que é a Virtu GNL, que deve estar em operação até o final do ano que vem, aumentando o potencial de consumo consideravelmente em relação a hoje.
Speaker #1: Então, o que deve acontecer é um deslocamento no tempo com relação a essa decisão de investimento do quarto trem, que continua acreditando na tese do transporte rodoviário.
Speaker #1: É uma tese que vem avançando, talvez não na velocidade desejada, mas os primeiros postos de abastecimento do nosso parceiro comercial já estão em operação.
Speaker #1: O primeiro conjunto de caminhões já está operacional. E já existe um pipeline para o desenvolvimento de novos postos de abastecimento pelo parceiro, que é a Virtus GNL.
Speaker #1: Que devem estar em operação aí até o final do ano que vem, aumentando o potencial de consumo consideravelmente em relação a hoje. Então, é algo que obviamente não era o esperado, que a gente deixasse de ter esse contrato, mas é algo que a administrável dentro do pipeline que a gente enxerga.
Marcelo Habibe: Então é algo que obviamente não era esperado, que a gente deixasse de ter esse contrato, mas é algo administrável dentro do pipeline que a gente enxerga.
Speaker #2: Obrigado, Marcelo. Bom, segunda pergunta do Raul. É sobre despacho. E ordem de mérito. Sobre GSUB, olhando para a pilha térmica futura, a expectativa de despacho da Celsium passa a ser expressiva frente às térmicas R2W.
Felippe Valverde: Obrigado, Marcelo. A segunda pergunta do Raul é sobre despacho e ordem de mérito. Sobre G-Sub, olhando para a pilha térmica futura, a expectativa de despacho da CELSE 1 passa a ser expressiva frente às térmicas R2 dado. Como P1 passa a ter um CVU mais alto com potencial de redeclaração? O debate regulatório sobre G-Sub voltou a avançar? Existe alguma outra forma de eventualmente deslocar o despacho de GNL para o R2 dado?
Speaker #2: Como P1 passa a ter CDU mais alto, com potencial de redeclaração? O debate regulatório sobre GSUB voltou a avançar? Existe alguma outra forma de eventualmente deslocar o despacho de GNL para o R2W?
Speaker #1: Obrigado pela pergunta. Esse debate regulatório continua. Desde o evento lá do Riser, em que a gente lançou mão desse mecanismo do GSUB para poder mitigar os efeitos, a gente vem discutindo o tema com a ANEEL e com o próprio Operador.
Marcelo Habibe: Obrigado pela pergunta. Esse debate regulatório continua, desde o evento lá do riser, que a gente lançou mão desse mecanismo do G-Sub para poder mitigar os efeitos. A gente vem discutindo o tema com a Agência Nacional de Energia Elétrica e com o próprio operador. Conseguimos utilizar bastante geração substituta naquela oportunidade, mitigando a necessidade de uso de GNL. Entendemos que em vários cenários isso é possível e obviamente estamos buscando melhorias para que tenha, se não na totalidade, mas em mais cenários ainda, a gente poder exercer esse tipo de otimização. Agora, o ponto colocado de que CELSE vai despachar muito enquanto Parnaíba vai despachar pouco, eu acho que merece uma reflexão.
Speaker #1: Conseguimos utilizar bastante geração substituta naquela oportunidade, mitigando a necessidade de uso de GNL. Entendemos que em vários cenários isso é possível. E, obviamente, estamos buscando melhorias para que tenha se não na totalidade, mas em mais cenários ainda, a gente poder exercer esse tipo de otimização.
Speaker #1: Agora, o ponto colocado de que Celsi vai despachar muito enquanto Parnaíba vai despachar pouco, eu acho que merece uma reflexão. Se o sistema contar cada vez mais com usinas com nível de flexibilidade mais alta, o operador horas dessas usinas mais caras, e somente lançar mão de recursos como Celsi que tem, sim, CDU mais baixo, porém tem o unit commitment muito elevado.
Marcelo Habibe: Se o sistema contar cada vez mais com usinas, com um nível de flexibilidade mais alto, o operador pode lançar mão por menos horas dessas usinas mais caras e somente lançar mão de recursos como CELSE, que tem sim um CVU mais baixo, porém tem o unit commitment muito elevado. Ele precisa de um despacho contínuo de uma semana inteira. Então o operador sempre vai fazer esse trade-off entre algumas horas pagando mais caro contra várias horas pagando mais barato e muito provavelmente, na maior parte dos cenários, essa flexibilidade deve ser preferida.
Speaker #1: Ele precisa de despacho contínuo de uma semana inteira. Então, o operador sempre vai fazer esse trade-off entre algumas horas pagando mais caro contra várias horas pagando mais barato, e muito provavelmente na maior parte dos cenários essa flexibilidade deve ser preferida.
Speaker #2: Obrigado, Marcelo. Bom, próxima pergunta que recebemos vem do Daniel, do Safra. Bom dia. Podem comentar sobre a perspectiva para as tradings de gás e energia em contexto de El Niño no segundo semestre de 2026?
Felippe Valverde: Obrigado, Marcelo. Próxima pergunta que recebemos vem do Daniel, do Safra. Bom dia, podem comentar sobre a perspectiva para as tradings de gás e energia em um contexto de El Niño no segundo semestre de 2026?
Speaker #1: Obrigado, Daniel, pela pergunta. O contexto de El Niño é bem incerto ainda. O impacto dele em preços tem uma expectativa para o segundo semestre de preços mais altos de energia.
Marcelo Habibe: Obrigado, Daniel, pela pergunta. Contexto de El Niño, é bem incerto ainda o impacto dele em preços. Tem uma expectativa para o segundo semestre de preços mais altos de energia. Esses preços mais altos de energia devem fazer com que tenha uma demanda de gás também mais alta, consequentemente, isso vai ter impacto também nos preços de gás. A gente já passa por um momento desafiador no mercado das comercializadoras independentes no mercado de energia. Isso pode, sim, agravar, porque as que eventualmente estejam operando não devidamente redeada na posição, podem sofrer. De gás a gente não tem tantas comercializadoras independentes, mas também está sujeito a quem não tiver com a posição física devidamente ajustada, poder ter algum tipo de dificuldade, algum tipo de desafio. Acho que estruturalmente a gente já vem enxergando isso, principalmente no mercado de energia. Acho que a conjuntura piora um pouco.
Speaker #1: Esses preços mais altos de energia devem fazer com que haja uma demanda de gás também mais alta. Consequentemente, isso vai ter impacto também nos preços do gás.
Speaker #1: A gente já passa por momento desafiador no mercado das independentes, das comercializadoras independentes no mercado de energia. Isso pode, sim, agravar, porque se estão operando as que eventualmente estejam operando com uma...
Speaker #1: Não devidamente redeada na posição, podem sofrer. De gás, a gente não tem tantas comercializadoras independentes, mas também está sujeito a quem não tiver com a posição física devidamente ajustada poder ter algum tipo de dificuldade, algum tipo de desafio.
Speaker #1: Acho que, estruturalmente, a gente já vem enxergando isso, principalmente no mercado de energia. Acho que a conjuntura piora pouco.
Speaker #2: Obrigado, Marcelo. Bom, com essa última pergunta, encerramos então a nossa sessão de perguntas e respostas. E o nosso call de resultados do segundo trimestre de 2026.
Felippe Valverde: Obrigado, Marcelo. Bom, com essa última pergunta, encerramos então a nossa sessão de perguntas e respostas e o nosso call de resultados do segundo trimestre de 2023. Obrigado a todos pela participação. Um bom dia.
Speaker #2: Obrigado a todos pela participação. bom dia.
Operator: Goodbye.
