Q2 2026 Banco do Estado do Rio Grande do Sul SA Earnings Call

Speaker #2: Boa tarde, senhoras e senhores. Sejam bem-vindos à videoconferência do Banrisul para a discussão dos resultados referentes ao segundo trimestre e primeiro semestre de 2026.

[Company Representative] (Banrisul): Boa tarde, senhoras e senhores, sejam bem-vindos à videoconferência do Banrisul para discussão dos resultados referentes ao Q2 e H1 de 2026. Esta videoconferência está sendo gravada e o replay poderá ser acessado em nosso site de relações com investidores em algumas horas após o evento. A transmissão conta com tradução simultânea para o idioma inglês. Caso essa seja a sua preferência, basta clicar no botão na parte inferior da sua tela. O evento de hoje estará dividido em três momentos. Na primeira parte, o nosso presidente, Fernando Lemos, fará uma breve abertura com alguns destaques e comentários. Na sequência, o diretor Gonzaga irá mergulhar na performance do trimestre, nos resultados, nos números. Por fim, nós teremos a nossa tradicional sessão de perguntas e respostas com os analistas de mercado.

Speaker #2: Esta videoconferência está sendo gravada, e o replay poderá ser acessado em nosso site de Relações com Investidores algumas horas após o evento. Além disso, a transmissão conta com tradução simultânea para o idioma inglês.

Speaker #2: Caso essa seja a sua preferência, basta clicar no botão na parte inferior da sua tela. O evento de hoje estará dividido em três momentos: na primeira parte, o nosso presidente, Fernando Lemos, fará uma breve abertura com alguns destaques e comentários; na sequência, o diretor Gonzaga irá mergulhar na performance do trimestre, nos resultados, nos números; e, por fim, teremos a nossa tradicional sessão de perguntas e respostas com os analistas de mercado.

Speaker #2: A apresentação que será realizada hoje já está disponível no nosso site de Relações com Investidores e também no chat, aqui nesta plataforma. Então, sem mais delongas, gostaria de passar a palavra ao presidente Fernando Lemos, para iniciar o nosso evento.

[Company Representative] (Banrisul): A apresentação que será realizada hoje já está disponível no nosso site de relações com investidores e também no chat da plataforma. Sem mais delongas, gostaria de passar a palavra aqui para o presidente Fernando Lemos, para iniciar o nosso evento.

Speaker #3: Boa tarde a todos. Sejam todos muito bem-vindos. Obrigado, Natan. Vamos conversar um pouquinho sobre os resultados, mas, sobretudo, sobre aquilo que a gente vem traçando dentro do Banrisul.

Fernando Guerreiro de Lemos: Boa tarde a todos, sejam todos muito bem-vindos. Obrigado, Nathan. Vamos conversar um pouquinho sobre os resultados, mas sobretudo aquilo que a gente vem traçando dentro do Banrisul. Como vocês sabem, quando nós chegamos aqui, o banco tinha um grave problema nas relações trabalhistas. A gente começou a trabalhar para ver quais eram os caminhos que eram possíveis e a partir do ano passado, a gente conseguiu fazer um acordo sindical para redução das oito horas para seis horas, que era a grande causa das reclamatórias trabalhistas, sobretudo as coletivas, que tinham causado um dano bastante efetivo ao banco. Isso a gente conseguiu o acordo ano passado, passou a dar efeito esse ano. Por isso, tem até um pequeno custo do aumento da folha. Mas isso a gente vai ver ao longo do tempo, é positivo.

Speaker #3: Como vocês sabem, quando nós chegamos aqui, o banco tinha grave problema nas relações trabalhistas. E aí a gente começou a trabalhar para ver quais eram os caminhos possíveis, e a partir do ano passado a gente conseguiu fazer acordo sindical para a redução das 8 horas para 6 horas, que era a grande causa das reclamatórias trabalhistas, sobretudo das coletivas, que tinham causado dano bastante efetivo ao banco.

Speaker #3: Isso a gente conseguiu com o acordo do ano passado. Passou a dar efeito este ano, por isso tem até pouco de pequeno custo de aumento da folha, mas isso a gente vai ver ao longo do tempo, é positivo.

Speaker #3: E esse ano, como já foi divulgado também fato posterior, nós efetivamos acordos trabalhistas bastante expressivos, próximo a quase 600 funcionários. Nós já fizemos acordo.

Fernando Guerreiro de Lemos: Esse ano, como já foi divulgado também um fato posterior, nós efetivamos acordos trabalhistas bastante expressivos, próximo a quase 600 funcionários, nós já fizemos acordo trabalhista, limpando esse passado. O que dá tranquilidade para o futuro da instituição. A gente vem trabalhando nisso, ainda continua aberto agora para mais uma tranche, nesse novo semestre, e a gente tem a expectativa de equacionar mais um pedaço disso, deixando o banco, nesse aspecto, com bastante tranquilidade para o futuro, já que a causa raiz, que eram as 8 horas, foram resolvidas e, portanto, vai suavizar toda a questão trabalhista dentro da instituição, ficando depois na situação normal, rotativa, como sempre foi. O grande drama desse período foram as chamadas sétima, oitava hora, que deu um impacto muito grande, portanto, a gente conseguiu equacionar isso, o que é muito satisfatório para o futuro do banco.

Speaker #3: Trabalhista, limpando esse passado, o que dá tranquilidade para o futuro da instituição. Então, a gente vem trabalhando nisso, ainda continua aberto agora para mais uma tranche nesse novo semestre, e a gente tem a expectativa de equacionar mais pedaço disso, deixando o banco, nesse aspecto, com bastante tranquilidade para o futuro, já que a causa raiz, que eram as 8 horas, foi resolvida e, portanto, vai suavizar toda a questão trabalhista dentro da instituição, ficando depois na situação normal rotativa, como sempre foi. O grande drama desse período foi as chamadas sétima e oitava hora, que deu impacto muito grande. Portanto, a gente conseguiu equacionar isso, o que é muito satisfatório para o futuro do banco.

Speaker #3: Então, acho que a primeira grande reestruturação do banco foi essa, que vai permitir agora o banco agir com mais tranquilidade e também permitiu a movimentação dos recursos humanos do banco, que estava trancada há dois, três anos, em razão disto.

Fernando Guerreiro de Lemos: Então, acho que a primeira grande reestruturação do banco que foi feita foi essa, que vai permitir agora o banco agir com mais tranquilidade, e também permitiu a movimentação dos recursos humanos do banco, que estava trancada há 2, 3 anos, em razão disso. A gestão estava ficando muito apertada, sem contar com os melhores profissionais para poder alocar eles nos melhores lugares, isso também foi equacionado, o que permite que o banco tenha agora uma movimentação bem mais tranquila.

Speaker #3: A gestão estava ficando muito apertada, sem contar com os melhores profissionais para poder alocá-los nos melhores lugares, e isso também foi equacionado, o que permite que o banco tenha agora uma movimentação bem mais tranquila.

Speaker #3: Nesse trimestre, nós tivemos, no semestre, resultado líquido de R$ 547 milhões, sendo que o resultado positivo mesmo foi no segundo tri, já que no primeiro tri a gente teve um resultado que também não nos satisfez, embora seja tradicional nas grandes sazonalidades do primeiro tri, em razão do verão gaúcho ser muito apertado. Todo mundo tira férias durante o verão, então aumentam inclusive os custos dentro da instituição, de férias bastante acumuladas dos funcionários, e dos nossos clientes, que também saem muito em férias. Isso diminui o efetivo do negócio da instituição.

Fernando Guerreiro de Lemos: Nesse trimestre, nós tivemos, no semestre, um resultado líquido de BRL 547 milhões, sendo que o resultado positivo mesmo foi o segundo tri, já que o primeiro tri a gente teve um resultado que também não nos satisfez, embora seja tradicional no Rio Grande do Sul essa sazonalidade do primeiro tri, em razão do verão gaúcho ser muito apertado, todo mundo tira férias durante o verão, então aumenta inclusive os custos dentro da instituição, de férias bastante acumuladas dos funcionários e dos nossos clientes, que também saem muito em férias, diminui o efetivo negócio da instituição. Mas o segundo tri já veio bem melhor, com crescimento até bastante expressivo de 46%, trazendo o ROE do segundo tri para 11,4%.

Speaker #3: Mas o segundo tri já veio bem melhor, com crescimento até bastante expressivo de 46%, trazendo o ROE do segundo tri para 11,4%. A nossa carteira de crédito se manteve estabilizada, com pequeno crescimento, mas se olhar por dentro, ela cresceu onde nós estamos direcionando, que é no crédito à pessoa jurídica, com spread pouco mais superior. A carteira da pessoa física está estabilizada, pouquinho menor até em razão do crédito consignado, que chegou num momento de estabilização, mas agora começa já a aparecer ser destrancado, começa a subir um pouquinho. E o nosso rural, que também a gente conseguiu reduzir já dentro daquela expectativa do banco de ir aos poucos reduzindo um pouco mais o rural para ficar dentro dos parâmetros mais adequados ao tamanho da instituição.

Fernando Guerreiro de Lemos: A nossa carteira de crédito se manteve estabilizada, pequeno crescimento, mas se eu olhar por dentro, ela cresceu onde nós estamos direcionando, que é no crédito da pessoa jurídica, com um spread um pouco mais superior. A carteira da pessoa física está estabilizada, um pouquinho menor até em razão do crédito consignado, que chegou num momento de estabilização, mas agora começa já a parecer ser destrancado, começa a subir um pouquinho. E o nosso rural, que também a gente conseguiu reduzir já dentro daquela expectativa do banco, de aos poucos reduzindo um pouco mais o rural para ficar dentro dos parâmetros mais adequados ao tamanho da instituição. Então a nossa captação, como é conhecida por todos vocês, é muito positiva sempre. Nos últimos 12 meses, subimos mais de 12%, o que mostra a confiança que os nossos clientes têm no Banrisul, chegando a BRL 116,8 bilhões de captação.

Speaker #3: Então, a nossa captação, como é conhecida por todos vocês, ela é muito positiva, sempre, e, nesses últimos 12 meses, subimos mais de 12%, o que mostra a confiança que os nossos clientes têm no Banrisul, chegando a R$ 116,8 bilhões de captação.

Speaker #3: Portanto, temos um semestre que foi desafiador, mas a gente está satisfeito com o resultado do banco, satisfeito do ponto de vista de que a gente pôde controlar tudo aquilo que parecia ser mais difícil em razão da taxa de juro continuando elevada, da inadimplência brasileira também muito elevada, as famílias muito endividadas, as empresas também com alguma dificuldade em razão do longo tempo de taxa de juro muito alta. Então, tudo isso tem que se saber gerenciar, mas nós temos conseguido gerenciar adequadamente as nossas carteiras e acho que estamos chegando a um resultado bem razoável, diria eu, quase que muito razoável para cima. Razoável mais, eu diria.

Fernando Guerreiro de Lemos: Portanto, temos um semestre que foi desafiador, mas a gente está satisfeito com o resultado do banco, satisfeito do ponto de vista de que a gente pode controlar tudo aquilo que parecia ser mais difícil, em razão da taxa de juro continuando elevada, da inadimplência brasileira também muito elevada, as famílias muito endividadas. As empresas também com alguma dificuldade em razão do longo tempo de taxa de juro muito alta. Então tudo isso tem que se saber gerenciar, mas nós temos conseguido gerenciar adequadamente as nossas carteiras e acho que chegamos a um resultado bem razoável, diria eu, quase que muito positivo, mas muito bem, razoável para cima, razoável mais, eu diria. Então a gente está aí na continuidade. Todas as restruturações que nós fizemos vão permitir ao banco ter mais tranquilidade daqui para frente nos próximos anos. Muito avanço tecnológico. Nós estamos trabalhando já com IA, com robotização.

Speaker #3: Então, a gente está aí na continuidade, e todas as reestruturações que nós fizemos vão permitir ao banco ter mais tranquilidade daqui para frente, nos próximos anos.

Speaker #3: Muito avanço tecnológico. Nós estamos trabalhando já com IA, com robotização. Isso ainda vai levar mais ou menos um ano, um ano e meio para a gente poder sentir os efeitos efetivos disso, com ganho de produtividade, com redução de custo e aumento da capacidade do banco de atendimento. Mas isso já está, nós já estamos sentindo aumento da produtividade do banco, já estamos em relacionamento bem mais fácil com nossos clientes. Nós não tínhamos conta digital, hoje temos a conta digital pessoa física 100% pelo app. Já das MEIs e pequenas empresas, também já estamos abrindo 100% pelo app. Então, a gente está levando o nosso caminho para a diminuição do custo de atendimento dos nossos clientes, para poder equacionar definitivamente tudo aquilo que é necessário para o banco encontrar o seu caminho junto com os principais players do país.

Fernando Guerreiro de Lemos: Isso ainda vai levar mais ou menos 1 ano, 1 ano e meio para a gente poder sentir os efeitos efetivos desse, com ganho de produtividade, com redução de custo e aumento da capacidade do banco de atendimento. Mas nós já estamos sentindo um aumento da produtividade do banco. Já estamos num relacionamento bem mais fácil com nossos clientes. Nós não tínhamos Conta Digital, hoje temos a Conta Digital pessoa física 100% pelo app, das MEI e pequenas empresas também já estamos abrindo 100% pelo app. Então a gente está levando o nosso caminho para diminuição do custo de atendimento dos nossos clientes para poder equacionar definitivamente tudo aquilo que é necessário para o banco encontrar o seu caminho junto com os principais players do país. Muito obrigado, passo para o doutor Gonzaga para esmiuçar um pouco mais os números.

Speaker #3: Muito obrigado. Passo para o doutor Gonzaga para esmiuçar um pouco mais os números.

Speaker #1: Bem, boa tarde a todos. Dando continuidade nos comentários e na análise do presidente, vamos aos nossos números do primeiro tri de 26 e do segundo tri acumulado no semestre.

Gonzaga: Bem, boa tarde a todos. Dando continuidade nos comentários e na análise do Presidente. Vamos aos nossos números do Q1 de 2026 e Q2 acumulado no semestre. Se a gente observar o lucro líquido do banco nesse semestre, a gente encerrou com BRL 47 milhões, mas o Q1 foi um pouco mais acanhado, digamos, foi mais tímido. Depois a gente explica ali na frente, tivemos uma inadimplência um pouquinho fora da curva daquilo que estava na nossa expectativa. Retomamos o resultado no Q2 e se a gente medir o Q1 de 2026 versus o Q2 de 2026, nós demos um repique bem acentuado, com 46.8% de incremento no resultado. Analisado, digamos, Q2 de 2025 versus o Q2 de 2026, a gente teve um número aí um pouco abaixo de 3.9%.

Speaker #1: Se a gente observou o lucro líquido do banco nesse semestre, a gente encerrou com 47 milhões, mas o primeiro tri foi pouco mais acanhado, digamos, foi mais tímido em função de depois a gente explica ali na frente, tivemos uma inadimplência pouquinho fora da curva daquilo que estava na nossa expectativa.

Speaker #1: Retomamos o resultado no segundo trimestre, e se a gente mediu o segundo tri do primeiro, o primeiro tri de 2026 versus o segundo tri de 2026, nós demos repique bem acentuado, com 46,8% de incremento no resultado, e anualizado, digamos, segundo trimestre, segundo trimestre de 25 versus o segundo trimestre de 26, a gente teve número aí pouco abaixo de 13,9%.

Speaker #1: No ano, o resultado medido no primeiro semestre de 25 versus o primeiro semestre de 26, ficamos pouco aquém, com 11,7 abaixo do que seria o mesmo nível do semestre passado.

Gonzaga: No ano, resultado medido H1 de 2025 versus o H1 de 2026, ficamos um pouco aquém, com 11.7% abaixo do que seria o mesmo nível do semestre passado. Teve alguns motivos também, que especificamente o Q1 de 2026 foi a causa que deu essa arrefecida no resultado. O ROE no Q1 de 2026 é 7.9%, em função, óbvio, do resultado também, e com 11.4% no Q2 de 2026. 5.5% de crescimento no período. Evidente que se medir com dezembro de 2026, que é um caso muito específico, ficamos aí 2.9 percentual abaixo do Q4 de 2025, o Q2 de 2025 versus o Q2 de 2026. Anualizado, ficamos aí H1 de 2025 versus o H1 de 2026, ficamos com 2.2% abaixo do primeiro, com 9.6%.

Speaker #1: Teve alguns motivos também que, especificamente, o primeiro tri de 26 foi a causa que deu essa arrefecida no resultado. O ROE no primeiro tri de 26: 7,9, em função do óbvio do resultado também, e com 11,4 no segundo tri de 26.

Speaker #1: 3,5%, de, se, aliás, 5,5% de crescimento no período. É evidente que, se medido com dezembro de 2026, que é um caso muito específico, ficamos aí 2 pontos, 2,9 percentual abaixo do segundo trimestre do quarto trimestre de 25. O segundo trimestre de 25 versus o segundo trimestre de 26.

Speaker #1: Anualizado, aí ficamos, no primeiro semestre de 25 versus o primeiro semestre de 26, com 2,2 abaixo do primeiro, com 9,6. Aproximadamente dentro do que o banco vem entregando na média das entregas que vêm sendo feitas nos últimos trimestres e semestres.

Gonzaga: Aproximadamente dentro do que o banco vem entregando, na média das entregas que vêm sendo feitas nos últimos trimestres e semestres. A margem financeira, se a gente observar no Q1 de 2026, foi um pouquinho abaixo, com 6.6 pontos. Analisada em Q2 de 2025 com Q2 de 2026, ficamos 1.1 abaixo na margem financeira. H1 de 2025 versus H1 de 2026, como eu já tinha comentado, foi 5.5 de aumento, uma margem financeira que ficou um pouco abaixo daquilo que a gente vinha entregando, mas as expectativas são boas para o futuro. Ajustado com a PDD, margem financeira ajustada ao risco, tivemos um 357 no Q2, um 193 no Q1 e no Q2, um 357, com desempenho de 13.7% positivo. Se analisar Q2 de 2025 com o Q2 de 2026, ficamos um pouco abaixo com 6.8.

Speaker #1: A margem financeira, se a gente observar, no primeiro trimestre de 26, foi um pouquinho abaixo, com 6 pontos abaixo, 6,6, e anualizado aí, segundo tri de 25 com segundo tri de 26, ficamos 1,1 abaixo na margem financeira.

Speaker #1: E primeiro semestre de 25 versus o primeiro semestre de 26, como já tinha comentado, foi 5,5% de aumento, uma margem financeira que ficou pouco abaixo daquilo que a gente vinha entregando, mas a gente está na expectativa, são boas para o futuro.

Speaker #1: E ajustado com as baixas com a PDD, a margem financeira ajustada ao risco, tivemos aí 357 no segundo trimestre, 193 no primeiro tri, e no segundo tri 357, com desempenho aí de 13,7%.

Speaker #1: É positivo. E se anualizar o segundo tri de 24, de 25 com o primeiro com o segundo tri de 26, ficamos pouco abaixo, com 6,8.

Speaker #1: E anualizando o primeiro semestre versus o primeiro semestre, ficamos pouquinho abaixo com 4,3 de margem financeira. No crédito, se a gente olhar a linha, os gráficos de barra, a gente observa que está havendo uma mutação leve, mas importante, daquilo que a gente vem direcionando o banco. No crédito pessoa física, primeiro vamos falar do crédito pessoa física, a gente ficou aí com pequenos desníveis: 3,9 anualizado e 0,3 aí no trimestre.

Gonzaga: Analisado o H1 versus H1, ficamos um pouquinho abaixo, com 4.3 de margem financeira. No crédito, se a gente olhar os gráficos de barra, a gente observa que está havendo uma mutação leve, mas importante daquilo que a gente vem direcionando o banco. No crédito pessoa física, primeiro vamos falar do crédito pessoa física. A gente ficou com um pequeno desnível, 3.9 anualizado e 0.3 no trimestre. Mas no pessoa jurídica, a gente vem direcionando o banco mais forte para pessoa jurídica, tivemos um crescimento anualizado de 13.9% e no trimestre 4.9%, um bom desempenho no crédito. Se a gente olhar nas mutações das carteiras, que é importante, isso modifica o resultado. Na pessoa física, tivemos uma pequena redução de 46 para 44, mas na jurídica, naquilo que a gente vem insistindo com o banco, de cerca de 15% para 17%.

Speaker #1: Mas no pessoa jurídica, que a gente vem direcionando o banco mais forte da pessoa jurídica, tivemos crescimento aí anualizado de 13,9%, e no trimestre, 4,9%. Bom desempenho no crédito.

Speaker #1: E se a gente olhar lá nas carteiras, mutações das carteiras, que é importante, isso modifica o resultado. Na pessoa física, tivemos uma pequena redução de 46 para 44, mas na jurídica, naquilo que a gente vem insistindo com o banco, de cerca de 15% para 17%, tivemos uma evolução já importante nos números, que refletiu os 13,9%.

Gonzaga: Tivemos uma evolução já importante no número, que refletiu os 13.9%. No crédito rural, nós tínhamos 22 de participação, caiu para 20. Crédito imobiliário, nós tínhamos 11, caiu para 10. As outras carteiras que a gente tem algumas operações importantes que nós fizemos, especificamente com o Finep. Também tem as linhas do BNDES, que a gente vem fazendo algumas operações estruturantes com empresas que são clientes de longo prazo, com reciprocidade, empresas de primeira linha. A gente saiu de 3 para 4% nessa participação e o câmbio, que é forte no Rio Grande do Sul, a gente vem explorando bem esse mercado, vem trabalhando bem. Saímos de uma participação de 2% para 5% de participação. O câmbio também, especificamente da carteira, saiu numa participação nos últimos 12 meses, de junho de 2025 versus junho de 2026, com 27.8 de crescimento da carteira.

Speaker #1: No crédito rural, nós tínhamos 22% de participação e caiu para 20%. No crédito imobiliário, nós tínhamos 11% e caiu para 10%. E as outras carteiras que a gente tem, algumas operações importantes que nós fizemos especificamente com a Finep, que a gente fez, também tem as linhas do BNDES, que a gente vem fazendo algumas operações estruturantes com empresas que são clientes de longo prazo, com reciprocidade, empresas de primeira linha. A gente saiu de 3% para 4% dessa participação. E o câmbio, que é forte no Rio Grande do Sul, a gente vem explorando bem esse mercado, vem trabalhando bem; saímos de uma participação aí de 2% para 5% de participação.

Speaker #1: E o câmbio também, especificamente da carteira, saiu de uma participação aí nos últimos 12 meses, de junho de 25 versus junho de 26, com 27,8% de crescimento da carteira.

Speaker #1: Então, essa é a nova estrutura que a gente vem dando para o crédito comercial e essas operações que a gente vem, estrategicamente, trabalhando com a pessoa jurídica, para a gente ter uma participação mais efetiva, um share um pouco maior − pouco não, nosso sonho é bem alto − no crédito da pessoa jurídica, pequenas e médias empresas, e as empresas de porte médio do estado do Rio Grande do Sul.

Gonzaga: Então essa é a nova estrutura que a gente vem dando para o crédito comercial e essas operações que a gente vem estrategicamente trabalhando com a pessoa jurídica para a gente ter uma participação mais efetiva, um share um pouco maior, pouco não, o nosso sonho é bem alto, no crédito da pessoa jurídica, pequena e média empresas e as empresas de porte médio do estado do Rio Grande do Sul. Qualidade do crédito. Se a gente medir em maio de 2025, está mais ou menos semelhante como era a regra antiga da 2682. Com a evolução, o crédito com mais de 360 dias vencido já representa 1.5% da carteira na nova geração da 4966, e também o outro crédito saiu, que tem vencido de 90 a 360, uma participação de 2.2 para 3.1 na inadimplência da carteira.

Speaker #1: Bom, qualidade do crédito, se a gente medir lá em junho e maio de 25, aí está mais ou menos semelhante ao que era a regra antiga da 2.682, e com a evolução, o crédito com mais de 360 dias vencido já representa 1,5% da carteira na nova geração da 4.966. E também o outro crédito saiu, que tem vencido de 90 a 360, uma participação de 2,2 para 3,1 na qualidade, na inadimplência da carteira.

Speaker #1: Isso a gente entende que vai ter ponto ápice de volume, e depois vão entrar as baixas para prejuízo, que é o quadro de baixo. E eu olho bem que foi no primeiro em 2025, foram tímidas as nossas baixas para prejuízo, por causa do empossamento que vai ficando com mais de 90 dias, até eles terem 8 meses ou 24 meses. Natural que a gente vem baixando ao final dos prazos, vem fazendo o provisionamento mês a mês, depois dos 90 dias.

Gonzaga: Isso a gente entende que vai ter um ponto ápice de volume e depois vai entrar as baixas para prejuízo, que é o quadro debaixo. Eu me recordo bem que em 2025, foi tímida as nossas baixas para prejuízo, por causa do empossamento que vai ficando com mais de 90 dias, até os 8 meses ou 24 meses. Natural que a gente vem baixando ao final dos prazos. Vem fazendo o provisionamento mês a mês depois dos 90 dias. Então tivemos BRL 80 million no Q2 de 2025, Q3 de 2025, BRL 132 million e BRL 155 million no Q4 de 2025. Só nesse ano a gente já está com BRL 700 million e poucos. No Q1 de 2026 foi BRL 346 million e BRL 377 million no Q2.

Speaker #1: Então, tivemos aí R$ 80 milhões no segundo tri de 25, terceiro tri de 25, R$ 132 milhões, e R$ 155 no quarto tri de 25, desculpa. Só nesse ano a gente já está aí com R$ 700 e poucos milhões. No primeiro tri de 26 foi R$ 346 milhões, e R$ 377 no segundo tri. É aquela carteira que entrou em janeiro, fevereiro e março, que começaram na 40 em 25, na 4966, e agora estão tendo as baixas para prejuízo.

Gonzaga: É aquela carteira que entrou em janeiro, fevereiro e março, que começaram em 2025, na 4966, e agora estão tendo as baixas para prejuízo. Esses números vão se avolumando, que nós temos uma posição razoável de mais de 90 dias, depois a gente vai ver lá na frente os percentuais, onde se acumulou durante o período, e depois vai ter uma linha de frequência reta, que depois de dezembro desse ano em diante, até esse ano, segundo semestre, ainda tem essa equalização da 4966, e aquilo que entrou no mês vai sair daqui a 18 ou 24 meses, vai baixar para carteira. Espero que essa linha seja declinante, não seja acentuada. Em função das baixas, se espera que entre menos do que vai sair para debaixo para prejuízo. Na entrada versus saída. Lei contábil. No custo do crédito, PDD, temos uma inclinação, estamos com 2.1%.

Speaker #1: Esse número vão se avolumando, que nós temos uma posição aí razoável de posição de mais de 90 dias, depois a gente vai ver lá na frente os percentuais, aonde a gente vem essas está se acumulou durante o período, e depois vai ter uma linha uma linha de frequência reta, que vai depois de dezembro desse ano em diante, até esse ano, segundo semestre, tem essa equalização digamos da 4966, e aí vai ser aquilo que entrou no mês, vai sair daqui a 18 ou 24 meses, vai baixar para a carteira, espero que essa linha seja declinante, não seja acentuada, em função das baixas que se espera que entre menos do que vai sair para de baixa para prejuízo, na entrada versus a saída.

Speaker #1: Lei contábil: no custo do crédito, PDD, temos uma inclinação. Estamos com 2,1. Tivemos, como eu já tinha comentado, o primeiro tri de 26, que não foi bom. Nós não gostamos. Fizemos uma ação muito forte na cobrança, deu uma descolada pouco na inadimplência sim, isso é verdade, os números estão aí. Retomamos a cobrança e a equalização da PDD e da inadimplência no segundo tri de 26. Mas o primeiro tri, e é aquilo que levou o resultado para os R$ 221 milhões no primeiro tri.

Gonzaga: Eu já tinha comentado, o Q1 de 2026 não foi bom, nós não gostamos, fizemos uma ação muito forte na cobrança, deu uma descolada um pouco na inadimplência, sim, isso é verdade, os números estão aí. Retomamos a cobrança e a equalização da PDD e da inadimplência no Q2 de 2026, mas o Q1 é aquilo que levou o resultado para os BRL 221 million no Q1. Índice de cobertura, estamos com 149.5%, 150%, a gente entende que está bem protegida a carteira. Então esses números da qualidade do crédito. Próxima linha, qualidade do crédito, inadimplência, carteira por estágio. Estamos com 91.9% da carteira no estágio 1. 92.5% na pessoa física e 91.2% na pessoa jurídica. Estamos com 1.7% e 1.9% da carteira no estágio 2.

Speaker #1: Índice de cobertura: temos 149,5, 150, a gente entende que está bem protegida a carteira. Então, esses números da qualidade do crédito. Próxima linha, qualidade do crédito, inadimplência, carteira por estágio: estamos com 91,9%, 6% da carteira, na média, no estágio 1, 92,5% na pessoa física e 91,2% na pessoa jurídica.

Speaker #1: Estamos com 1,7%, 1,1%, 1,9% da carteira no Estágio 2, e no Estágio 3 estamos com 6,9%, 6,5%, 7% na pessoa física e jurídica, dando uma média geral de 6,9%, que vem numa crescente do Estágio 3, porque vem empossando. Os créditos agora é que começaram as baixas para prejuízo, mas o importante dessa carteira, que tem créditos problemáticos com 25,2%, não, obviamente, que são créditos adimplentes, porque foram arrastados, mas estão adimplentes e os clientes vêm pagando esses créditos, estão todos em dia essa massa de carteira. Isso é importante desse crédito que tem 6,9% na carteira.

Gonzaga: O estágio 3, estamos com 6.9%, 6.5%, 7% na pessoa física e jurídica, dando uma média geral de 6.9%, que vem numa crescente no estágio 3, porque vem impulsionando os créditos, agora que começou as baixas para prejuízo. Mas no portfólio dessa carteira, que tem créditos problemáticos, com 25.2%, obviamente, que são créditos adimplentes, porque foram arrastados, mas estão adimplentes e os clientes vêm pagando esses créditos, estão todos em dia, essa massa de carteira. Isso é importante desse crédito que tem 6.9% na carteira. Índice de cobertura, 1.5% da carteira no estágio 1. Estamos com 18% da carteira no estágio 2 e no estágio 3, 66% de índice de cobertura. Também as carteiras estão protegidas, que faz o global lá do 149.5%.

Speaker #1: Índice de cobertura: 1,5%. Temos 1,5% da carteira no Estágio 1; estamos com 18% da carteira no Estágio 2; e, no Estágio 3, com 66% de índice de cobertura. As carteiras estão protegidas, o que faz o global lá ficar em 49%, 149,5%.

Gonzaga: Despesa administrativa, aquilo que o Presidente já comentou, a folha ficou um pouquinho descolada, a despesa de pessoal, em função do ajuste que nós fizemos, que nesse mundo de recursos humanos não tem omelete sem quebrar os ovos, mas isso é momentâneo. Nos próximos meses, na próxima virada dos dissídios, essa vem em linha, mais ou menos próximos aos dissídios. Também nas demais despesas administrativas, estamos com 6%, próximo ao INPC da inflação. Tivemos algumas despesas que são extraordinárias, mas que vão se ajustar agora nos próximos meses com a redução da despesa. A gente não tem a expectativa, não está contando com algum aumento nessas rubricas de despesa administrativa, que a gente vem controlando no dia a dia as despesas do banco. Próxima tela. Prestação de serviço. Não tem muito dinheiro rasgado na mesa, em função, especificamente, tarifa de cartão de crédito.

Speaker #1: Despesa administrativa, aquilo que o presidente já comentou: a folha ficou um pouquinho descolada, despesa de pessoal em função do ajuste que nós fizemos, que nesse mundo de recursos humanos aí não tem omelete sem quebrar os ovos. Mas isso é momentâneo. Nos próximos meses, na próxima virada dos dissídios, isso vem em linha, mais ou menos próximo aos dissídios. Também, nas demais despesas administrativas, estamos com 6%, próximo ao INPC, da inflação. Tivemos algumas despesas que são extraordinárias, mas que vão se ajustar agora nos próximos meses, com a redução da despesa aí. A gente não tem expectativa, não está contando com algum aumento nessas rubricas de despesa administrativa que a gente vem controlando no dia a dia, as despesas do banco.

Speaker #1: Próxima tela, prestação de serviço. Não tem muito dinheiro rasgado na mesa em função, especificamente, da tarifa de cartão de crédito. Os bancos digitais entraram no mercado e tiraram basicamente todas as tarifas de cartão de crédito. Então, essa carteira, a gente vem crescendo, e o crescimento da carteira vem leve, e algumas receitas a gente tem que abrir mão para manter o cliente, especificamente na base de cartão de crédito e também na base de várias receitas. As receitas de TED saíram fora, estão bem reduzidas, porque o TED está quase extinto. Ainda tem uma pequena massa, e o PIX, na pessoa física, não tem, e na pessoa jurídica a gente ainda vem trabalhando com a cobrança residual, apenas colocando uma cultura no cliente. Então, essas grandes massas de receitas de serviço vêm patinando. Não as próprias receitas da adquirência; as receitas de serviço também têm concorrência muito forte. Então, você ganha share de mercado, ganha participação de mercado, mas não fatura, não tem incremento muito forte na receita de prestação de serviço, em função da concorrência e do que os mercados vêm fazendo com a cultura e o costume dos clientes de não cobrar tarifa de cartão e outros tipos de relacionamento com o cliente. Então, a gente tem que acompanhar o mercado, e aí acaba não faturando essas receitas, mas elas têm um pequeno crescimento, crescimento bem abaixo da inflação. Deveria crescer muito, embora se reajuste algumas tarifas pela inflação, mas a gente não consegue dar uma escalada forte em receita de prestação de serviço. Foi uma era dos bancos que passou, já foi o passado de se ganhar muito dinheiro com serviço no sistema bancário. Tem que se ganhar na operação efetiva mesmo do cliente.

Gonzaga: Os bancos digitais entraram no mercado e tiraram basicamente todas as tarifas de cartão de crédito. Então essa carteira a gente vê em crescimento, e o crescimento da carteira vem leve e algumas receitas a gente tem que abrir mão para manter o cliente, especificamente na base de cartão de crédito e também na base de várias receitas, as receitas de TED saíram fora. Está muito reduzida as receitas, porque o TED está quase extinto, ainda tem uma pequena massa. O Pix, pessoa física não tem, e na pessoa jurídica a gente ainda vem trabalhando com a cobrança residual, apenas colocando uma cultura no cliente. Então essas grandes massas de receitas de serviço vêm patinando. Na própria adquirência, as receitas de serviço também, concorrência muito forte.

Gonzaga: Então você ganha share de mercado, ganha participação de mercado, mas não fatura, não tem um incremento muito forte na receita de prestação de serviço, em função da concorrência e do que os mercados vêm fazendo com a cultura e o costume dos clientes, de não cobrar tarifa de cartão e outros tipos de relacionamento com o cliente. Então a gente tem que acompanhar o mercado e acaba não faturando essas receitas, mas elas têm um pequeno crescimento bem abaixo da inflação. Embora se reajuste algumas tarifas na inflação, mas a gente não consegue dar uma escalada forte em receita de prestação de serviço. Foi uma era dos bancos que passou, já foi o passado de se ganhar muito dinheiro com serviço no sistema bancário. Tem que se ganhar na operação efetiva mesmo do cliente. Próxima tela. Captação. Captação, a gente vem numa posição forte de captação.

Speaker #1: Próxima tela aí. Captação, captação, a gente vem numa posição forte de captação. Se a gente olhar no nosso primeiro custo da captação, a gente vem com 88% no da carteira de CDB, de custo versus Selic, comparado com a Selic, e 84% no custo global da captação. Aí entra a poupança, depósito à vista, todos os custos.

Gonzaga: Se a gente olhar o nosso primeiro custo da captação, a gente vem com 88 na carteira CDB, de custo versus Selic, comparado com a Selic, e 84% no custo global da captação. Aí entra poupança, depósito à vista, todos os custos. Um desempenho muito bom no Q2, de 5,5%. No ano, 12,5%, puxado pelos nossos CDBs, que depósito a prazo nos últimos três meses cresceu 3,1 bilhões de carteira. 1,4 bilhões de letras financeiras e 1 bilhão de depósito interfinanceiros.

Speaker #1: Bom, desempenho muito bom no segundo tri, de 5,5%; no ano, 12,5%, puxado pelos nossos CDBs, que são o depósito a prazo. Nos últimos três meses, cresceu R$ 3,1 bilhões de carteira, R$ 1,4 bilhão de letras financeiras, e R$ 1 bilhão de depósitos interfinanceiros. E também, nosso casamento de ativos e passivos entre taxas e prazo, a gente vem com um bom desempenho. Estamos com 17,5% da carteira captação prefixada. A parte que tem TR é a própria poupança, que nós temos R$ 11 bilhões de carteira, e o resto é operação indexada. Isso traz uma proteção muito importante no nosso, na nossa, qualquer desnível de taxa de juro, uma subida brusca da Selic, ou coisa assim. O banco está muito equalizado no ALM de ativos e passivos, com prazo compatível também com as operações na captação. Então, o banco está bem casado, com custo baixo, que é o carro-forte do nosso relacionamento.

Gonzaga: E também nossos casamentos de ativos e passivos entre taxas e prazo, a gente vem num bom desempenho, estamos com 17.5% da carteira em captação pré-fixada, a parte que tem TR, que é a própria poupança, que nós temos 11 billion de carteira, e o resto é operação indexada, e isso traz uma proteção muito importante em qualquer desnível de taxa de juro, uma subida abrupta da Selic ou coisa assim, o banco está muito equalizado nos ALM de ativos e passivos, com prazo compatível também com as operações na captação. Então o banco está bem casado com custo baixo, que esse é o carro forte do nosso relacionamento com os clientes e com a proteção do banco.

Speaker #1: Com os clientes e com a proteção do banco, recurso administrado, bom desempenho, não podemos queixar. Estamos com R$ 13,6 bilhões de captação de recurso administrado, puxado pelos RPPS, com quem temos um relacionamento excepcional com os municípios do Rio Grande do Sul. Então, a nossa carteira de recurso administrado, nossos fundos têm portfólio de fundo de fundos que vêm entregando uma boa rentabilidade. Temos uma massa de clientes, clientes de alta renda, que têm preferência pelos nossos fundos, assim como pelos nossos depósitos a prazo, nossas letras de crédito, LCI, LCA, todo o portfólio que a gente tem de oferta para nossa massa de clientes, tanto clientes de alta renda como clientes de baixa renda, porque menos de 5%, a nossa carteira é muito pulverizada, não tem valores expressivos nas carteiras de captação.

Gonzaga: Recursos administrados, um bom desempenho, não podemos queixar, estamos com 13.6 de captação nos recursos administrados, puxado pelos RPPS, que a gente tem um relacionamento excepcional com os municípios do Rio Grande do Sul. Então, a nossa carteira de recursos administrados, nossos fundos, temos um portfólio de fundos que entregam uma boa rentabilidade, então nós temos uma massa de clientes de alta renda, que têm preferência pelos nossos fundos, assim como nossos depósitos a prazo, nossas letras de crédito, LCI, LCA, todo o portfólio que a gente tem de oferta para nossa massa de clientes, tanto cliente de alta renda como cliente de baixa renda, porque menos de 5%, a nossa carteira é muito pulverizada, não tem valores expressivos nas carteiras de captação. Próxima tela. Capital, batemos 5.3 Basileia, nível 1 está com 12.4 e 3.5 está com nível 2. Isso foi um planejamento estratégico que a gente fez.

Speaker #1: Próxima tela. Capital: batemos 5,3; Basileia, nível 1 está com 12,4, e 3,5 está com nível 2. Isso foi planejamento estratégico que a gente fez. No segundo semestre de 2025, nós captamos R$ 1,1 bilhão e R$ 850 milhões em letras financeiras subordinadas, uma captação no mercado doméstico. Não fomos para o mercado internacional, com um custo bem amigável nessa captação. O papel de cinco anos protegeu a carteira, porque nós tínhamos a folha de pagamento do Estado que estava no prelo para a gente negociar. Negociamos, fizemos um negócio razoavelmente bom para o banco, uma operação de cinco anos, mas que custa dinheiro. Uma folha importante, mais de 300 mil CPFs de alta renda, concentradíssimos no Banrisul. Isso mexeu com 1,7 no nosso capital nível 1. Ok, tudo bem, já estava previsto, estava no preço. E aí o nosso nível de capital ficou naquilo que a gente tinha desenhado e está em linha com o mercado. Se a gente olhar os outros players do mercado, está tudo na faixa de 15%, 16% o índice de Basileia dos bancos que a gente observa o capital.

Gonzaga: No segundo semestre de 2025, nós captamos BRL 1.85 billion em letras financeiras subordinada, uma captação no mercado doméstico, não fomos para o mercado internacional, com um custo bem amigável nessa captação, papel de cinco anos. Protegemos a carteira porque nós tínhamos a folha de pagamento do Estado, que estava no prelo para a gente negociar. Negociamos, fizemos um negócio razoavelmente bom para o banco, uma operação de cinco anos, mas custa dinheiro, uma folha importante, mais de 300 mil CPFs de alta renda, concentradíssimos no Banrisul, que isso mexeu com 1.7 no nosso capital nível 1. Ok, tudo bem, já estava previsto, estava no preço. E o nosso nível de capital ficou naquilo que a gente tinha desenhado e está em linha com o mercado.

Gonzaga: Se a gente olhar os outros players do mercado, está tudo na faixa de 15% a 16% o Índice de Basileia dos bancos que a gente observa o capital. Próxima tela, por favor. No nosso guidance, nós fizemos um pequeno ajuste. O nosso crédito estava com 3.8, ficamos com 2.7. Eu acho que é bem tranquilo para a gente entregar isso aí. Nossa margem financeira com 8.13, a gente entende que a margem financeira vai dar uma reduzida, um pouquinho, mas está bem tranquilo para a gente entregar na nossa expectativa. E o custo do crédito também está em linha com aquilo que a gente entende que vai se manter o nosso custo de crédito que foi entregue, está com 2.1 hoje, mas a gente ficou com uma elasticidade um pouquinho maior, até 2.5, é a nossa expectativa que isso aí seja bem menor que o teto que está marcado ali.

Speaker #1: Próxima tela, por favor. O nosso guide, nós fizemos um pequeno ajuste no guide. Nosso crédito estava com 3,8, ficou com 2,7. Eu acho que é bem tranquilo para a gente entregar isso aí. Nossa margem financeira ficou em 8,13. A gente entende que a margem financeira vai dar uma reduzida pouquinho, mas está bem tranquilo para a gente entregar na nossa expectativa. E o custo do crédito também está em linha com aquilo que a gente entende que vai se manter. O nosso custo de crédito que foi entregue está com 2,1 hoje, mas a gente ficou com ela, uma elasticidade um pouquinho maior, até 2,5. A nossa expectativa é que isso aí seja bem menor que o teto que está marcado ali. Despesa administrativa, a gente manteve no mesmo nível porque a gente entende também que dá para sustentar tranquilamente essa despesa administrativa na curva até o final do ano.

Gonzaga: Despesa administrativa, a gente manteve o mesmo nível, porque a gente entende também que dá para sustentar tranquilo essa despesa administrativa na curva até o final do ano. E são esses os nossos números. Estamos à disposição para as perguntas. E estamos aí com o Nathan. Obrigado, senhores.

Speaker #1: E aí, esses são nossos números. Estamos à disposição para as perguntas, e estamos aqui com o Natan, né, Natan? Obrigado, senhores.

Speaker #2: Perfeito, obrigado, diretor Gonzaga. Presidente Fernando Lemos, então vamos agora para a nossa sessão de perguntas e respostas. Antes da gente iniciar, um pequeno recado de orientações: caso você deseje fazer alguma pergunta pelo áudio, por favor, pressione o botão Reação e, em seguida, clique em "Levantar a mão".

[Company Representative] (Banrisul): Perfeito. Obrigado, diretor Gonzaga, Presidente Fernando Lemos. Então vamos agora para a nossa sessão de perguntas e respostas. Antes da gente iniciar, pequeno recado de orientações. Caso você deseje fazer alguma pergunta pelo áudio, por favor, pressione o botão "Reação" e em seguida clique em "Levantar a mão". Se a sua pergunta for respondida, pode sair da fila clicando em "Abaixar a mão". Então vamos lá, vamos iniciar a sessão de perguntas e respostas. A primeira vem do Gustavo Araújo, do banco UBS. Tudo bem, Gustavo? Nos escuta bem?

Speaker #2: Se a sua pergunta for respondida, pode sair da fila clicando em "abaixar a mão". Então, vamos lá, vamos iniciar a sessão de perguntas e respostas. A primeira vem do Gustavo Araújo, do banco UBS. Tudo bem, Gustavo? Nos escuta bem?

Speaker #3: Bom dia pessoal, tudo bem?

Gustavo Araújo: Bom dia, pessoal, tudo bem?

Speaker #2: Bem.

[Company Representative] (Banrisul): Bem.

Speaker #3: Parabéns pelo resultado e obrigado pela oportunidade de fazer pergunta. Eu tenho duas aqui do meu lado. A primeira é sobre a Atitude Quality: vocês revisaram o guidance de cost of risk do ano para o banco, para o range de 1,5 a 2,5. É um range pouco amplo, então eu só queria entender como que eu deveria pensar nessa linha para o segundo semestre. Se eu usar aqui o topo do guidance, implicaria mais ou menos num cost of risk de 2,5 para o segundo semestre. Então, faz sentido pensar nesse número? E se vocês pudessem dar um pouco de cor de quanto foi o impacto da renegociação que vocês fizeram no cost of risk do segundo tri. E a segunda pergunta que eu tenho é um pouco mais estrutural sobre o banco. Hoje, quando eu olho para o balanço de ativos rentáveis de vocês, 60% é compulsório e tesouraria, sendo que na tesouraria a maior parte ali é LTF, quase 80 bi. E a LTF tem spread que acho que é seis vezes menor do que a carteira de crédito no portfólio de vocês. Então, pensando daqui para frente, faz sentido imaginar que a carteira de crédito deveria ganhar share no balanço do banco? Portanto, a gente pode esperar uma trajetória de melhora. Dani, é isso. Muito obrigado.

Gustavo Araújo: Parabéns pelo resultado e obrigado pela oportunidade de fazer pergunta. Eu tenho duas aqui do meu lado. A primeira é sobre Asset Quality. Vocês revisaram o guidance de cost of risk do ano para o banco para um range de 1.5% para 2.5%. É um range um pouco amplo. Então eu só queria entender como que eu deveria pensar nessa linha para o segundo semestre. Se eu usar aqui o topo do guidance, implicaria mais ou menos num cost of risk de 2.5% para o segundo semestre. Então faz sentido pensar nesse número? E se vocês pudessem dar um pouco de color de quanto foi o impacto da renegociação que vocês fizeram no cost of risk do Q2. E a segunda pergunta que eu tenho é um pouco mais estrutural sobre o banco. Hoje quando eu olho para o balanço de ativos rentáveis de vocês, 60% é compulsório e tesouraria.

Gustavo Araújo: Sendo que na tesouraria, a maior parte ali é LFT, quase 80 BRL billion. A LFT tem um spread que acho que é seis vezes menor do que a carteira de crédito no portfólio de vocês. Pensando daqui pra frente, faz sentido imaginar que a carteira de crédito deveria ganhar share no balanço do banco? Portanto, a gente pode esperar uma trajetória de melhora dali? É isso, muito obrigado.

Speaker #2: Legal, obrigado você, Gustavo. Eu acho que a primeira pergunta é sobre custo de crédito: o que a gente está vendo como tendência de custo de crédito para o resto do ano, dentro do range do guidance de 1,5 a 2,5?

[Company Representative] (Banrisul): Legal, obrigado você, Gustavo Araújo. Acho que a primeira pergunta é sobre custo de crédito, o que a gente está vendo com tendência de custo de crédito para o resto do ano, dentro do range do guidance de 1.5% a 2.5%.

Gonzaga: Se tu observar os nossos guides, a gente sempre procura colocar à disposição do mercado, sempre medindo o centro. Como está baixando os créditos, o custo do PDD agora os créditos estão começando a baixar para prejuízo, não que isso resolva a situação. Mas estamos falando de índice, de números. Se tiver uma entrada menor de novas operações para provisionadas, a gente tiver um controle de inadimplência, aquele número de 2.1% que foi publicado, por tendência, por lógica matemática, ele pode até reduzir. Então está centrado no 1.5% a 2.5%. Eu não posso te dar muita dica, mas eu não trabalharia com 2.5%. A segunda parte, qual era?

Speaker #3: É, estou a observar os nossos guides. A gente procura colocar à disposição do mercado, sempre medindo o centro. Como está baixando os créditos, o custo do PDD agora está — os créditos vão baixar para prejuízo. Não que isso resolva a situação, mas estamos falando de índice, de números. E, se tiver uma entrada menor de novas operações para provisionadas, se a gente tiver controle de inadimplência, aquele número de 2,1 que foi publicado, por tendência, por lógica matemática, ele pode até reduzir. Então, está centrado no 2,5; 2,5 é o número que eu ali dei, do 1,5 a 2,5. Mas o número, não... eu não posso te dar muita dica, mas eu não trabalharia com 2,5.

Speaker #3: A segunda parte, qual é que é?

Speaker #2: E a segunda pergunta é com relação à expectativa de que a carteira de crédito ocupe uma parcela maior no nosso mix de ativos rentáveis, e isso, consequentemente, traga um spread ajustado melhor para o restante do ano.

[Company Representative] (Banrisul): A segunda pergunta é com relação à expectativa de que a carteira de crédito ocupe uma parcela maior no nosso mix de crédito de ativos rentáveis e isso, consequentemente, traga um spread ajustado melhor para o restante do ano.

Speaker #3: O primeiro valor, a pergunta que ele falou de tesouraria, depois tu entra no crédito, pode ser ou não? Bom, tesouraria, nós não conseguimos, a tesouraria é que a gente tem relacionamento fantástico com o mercado de investidores do Rio Grande do Sul, cai dinheiro na captação, a gente tem produtos competitivos não que a gente ponteie taxa de jura, pelo contrário, tu olha para o nosso custo de captação, está 88 CDB, mas a gente tem ótimo relacionamento, tem uma ponta na rede que tem relacionamento com os clientes que têm dinheiro, a gente tem uma proximidade com os investidores no interior, a gente tem uma rede de relacionamento do nosso cliente, nossa comunidade do estado do Rio Grande do Sul, e a gente está em todo o PIB do estado, estamos nós temos agência em 98% do PIB do estado, temos uma meta de captação tranquila, temos custo bem não ponteamos taxa de juros de maneira nenhuma em captação, mas o dinheiro vem, e acaba acumulando na tesouraria, agora eu vou deixar essa segunda parte para o diretor Ivanor responder, ter o nosso apetite do crédito, mas não dá para o cliente mandar o cliente ir embora, eu não quero ter o dinheiro na captação, o dinheiro nós somos a casa do dinheiro, então todo o recurso que vier é bem-vindo, e realmente se a gente medir o banco medir os ativos de tesouraria do Banrisul com o total dos ativos financeiros, é percentual elevado, se comparado inclusive com os grandes players do mercado bancário brasileiro, nós somos dos bancos mais liquidez do estado, isso do país, desculpa, isso acaba não entregando seria ótimo se nós tivéssemos toda a tesouraria, nós tivéssemos aí mais 20 ou 30 bi colocado em crédito, está diretor?

Gonzaga: Primeiro, a pergunta que ele falou de tesouraria, depois tu entra no crédito, pode ser? A tesouraria, a gente tem um relacionamento fantástico com o mercado de investidores do Rio Grande do Sul. Cai dinheiro na captação. A gente tem produtos competitivos, não que a gente ponteie taxa de juros pelo contrato, olha o nosso custo de captação, está 88 CDB. Mas a gente tem um ótimo relacionamento, tem uma ponta na rede que tem um relacionamento com os clientes que têm dinheiro, a gente tem uma proximidade com os investidores no interior, a gente tem uma rede de relacionamento do nosso cliente, nas comunidades do estado do Rio Grande do Sul, e a gente tem todo o PIB do estado. Nós temos agência em 98% do PIB do estado.

Gonzaga: Temos uma meta de captação tranquila, temos um custo, não ponteamos taxa de juros de maneira nenhuma em captação, mas o dinheiro vem e acaba acumulando na tesouraria. Agora eu vou deixar essa segunda parte para o Diretor Ivanor responder, que é o nosso apetite do crédito, mas não dá para o cliente mandar o cliente embora. "Eu não quero teu dinheiro na captação". Nós somos a casa do dinheiro. Então todo recurso que vier é bem-vindo. E realmente, se a gente medir os ativos de tesouraria do Banrisul com o total dos ativos financeiros, é um percentual elevado, se comparado inclusive com os grandes players do mercado bancário brasileiro. Nós somos um dos bancos com mais liquidez do país. Seria ótimo se nós tivéssemos aí mais 20 ou 30 bi colocado em crédito. Tá, diretor.

Speaker #5: Olá Gustavo, obrigado pela pergunta, em relação à nossa apetite de crédito, nós nos reestruturamos, a nível de estratégia de negócios no crédito comercial, estamos fazendo trabalho aí onde nós segregamos os nossos negócios por segmento, então segmento de pequeno varejo, médio varejo, na pessoa física e segmento afinidade, na pessoa jurídica também, a gente segregou melhor aí pequeno empresa, média empresa e empresas de porte maior, e nisso nós estamos fazendo ofertas e negociando com as empresas uma participação maior na tomada de crédito dessas empresas, lastreadas ou com recebíveis ou com FGO, o banco tinha parado por algum tempo de operar com garantias do FGO, retornamos aí, já temos uma carteira bem expressiva aí em formação, e a ideia é nós fazermos todo esse segundo semestre focados muito para esses créditos na pessoa jurídica, com empresas de bons riscos aí, lastreadas com recebíveis, buscando fidelizar e ampliar o share da Vero, que é a nossa empresa de adquirência aí, e que nos traz também receita junto com o crédito pela MDR aí, na formação das vendas aí junto com o mercado de varejo.

Ivanor Antonio Duranti: Olá, Gustavo, obrigado pela pergunta. Em relação ao nosso apetite de crédito, nós nos reestruturamos a nível de estratégia de negócios no crédito comercial. Estamos fazendo um trabalho onde nós segregamos os nossos negócios por segmento, então segmento de pequeno varejo, médio varejo, na pessoa física e segmento afinidade. Na pessoa jurídica também, a gente segregou melhor pequena empresa, média empresa e empresas de porte maior. E nisso nós estamos fazendo ofertas e negociando com as empresas uma participação maior na tomada de crédito dessas empresas lastreadas ou com recebíveis, ou com o FGO, o banco tinha parado por algum tempo de operar com garantias do FGO.

Ivanor Antonio Duranti: Retornamos, já temos uma carteira bem expressiva em formação e a ideia é nós fazermos todo esse segundo semestre focados muito para esses créditos na pessoa jurídica, com empresas de bons riscos, lastreadas com recebíveis, buscando fidelizar e ampliar o share da Vero, que é a nossa empresa de adquirência e que nos traz também receita, junto com o crédito, pelo MDR, na formação das vendas junto com o mercado de varejo. Então nós estamos com uma consultoria interna aqui que está nos ajudando a acelerar a distribuição do crédito, procurando reduzir esse custo de distribuição, usando plataformas, em alguns casos, plataforma de distribuição digital, que é o caso da pequena empresa. Em outros casos, nós segregamos o negócio na rede de agência, abrindo agências especializadas em pessoa jurídica, com gerentes de negócio, de gerentes de relacionamento com formação específica, com formação direcionada e focada para pequena e média empresa.

Speaker #5: Então, nós estamos aí com uma consultoria interna aqui, que está nos ajudando a acelerar a distribuição do crédito, procurando reduzir esse custo de distribuição usando plataformas. Em alguns casos, plataforma de distribuição digital, que é o caso da pequena empresa; em outros casos, nós segregamos o negócio na rede de agências, abrindo agências especializadas em pessoa jurídica, com gerentes de negócios, de relacionamento, com formação específica, com formação direcionada e focada para a pequena e média empresa.

Speaker #5: A expectativa é que a gente cresça lá em relação ao Guides, mais por meio da curva para a banda de cima, e que a gente possa, com isso, então, melhorar o nosso nível de receitas e a nossa margem financeira do banco.

Ivanor Antonio Duranti: A expectativa é que a gente cresça lá em relação ao guidance, mais para o meio da curva, para a banda de cima e que a gente possa com isso melhorar o nosso nível de receitas e a nossa margem financeira do banco.

Fernando Guerreiro de Lemos: Só complementando, acho que foi bastante ampla a explicação do Ivanor. Desde o início dessa gestão, foi identificada uma oportunidade muito grande na carteira de câmbio. Vocês podem ter notado que ela passou de 2% para 5% em relação à composição do portfólio, e a gente identifica que ainda estamos começando nessa caminhada. O share do banco em outros produtos é muito maior e a gente tem uma chance boa aqui com bastante oportunidade, porque o risco é baixo.

Speaker #4: Só complementando, acho que foi bastante ampla aqui a explicação do Ivanor. Desde o início dessa gestão, foi identificada uma oportunidade muito grande na carteira de câmbio. Vocês podem ter notado que ela passou de 2% para 5% em relação à composição do portfólio, e a gente identifica que ainda estamos começando nessa caminhada. O share do banco em outros produtos é muito maior, e a gente tem uma chance boa aqui, com bastante oportunidade, porque o risco é baixo.

Speaker #2: Está ok, está ok. Eu acho que, também, no custo de crédito, para a gente complementar também, diretor Ivanor, que pode ser interessante trazer, a gente vem trazendo nos trimestres as nossas ações voltadas à recuperação de crédito por meio do fortalecimento da nova área de cobrança. Então, se o senhor puder dar um pouco mais de cor aí sobre a atualização e a nossa expectativa também de maior recuperabilidade em cima dos ativos, que tende a contribuir para o custo de crédito que o diretor Gonzaga comentou aqui.

[Company Representative] (Banrisul): Tá ok. Eu acho que também no custo de crédito, se a gente complementar também, Diretor Ivanor, que pode ser interessante trazer, a gente vem trazendo nos trimestres as nossas ações voltadas à recuperação de crédito por meio do fortalecimento da nova área de cobrança. Então se o senhor puder dar um pouco mais de cor sobre a atualização e a nossa expectativa também, de maior recuperabilidade em cima dos ativos, que tende a contribuir para o custo de crédito que o Diretor Gonzaga comentou aqui.

Speaker #3: Sim, Natan, nós fizemos aí a partir da entrada da 4966, nós fizemos uma reestruturação na área de cobrança, a gente finalizou, a gente já começa com a colher frutos, nós implementamos aí empresas que foram licitadas para nos ajudar a cobrar o pequeno varejo, no médio e varejo mais elevado e operações de ativos direcionados com recursos, por exemplo, do crédito imobiliário, do crédito rural ou do BNDES, que é aquele crédito especializado, isso nós fizemos com cobrança própria, dentro do próprio banco, com gerentes de cobrança ou através das nossas agências também que nos ajudam a fortalecer nisso, com isso tudo nós temos conseguido reduzir a formação da nova pendência lá a partir de 90 dias, nós vínhamos aí em torno de 1%, a gente reduziu aí no segundo tri para 0,40, então e temos uma expectativa aí que a pendência não vai se elevar em níveis muito superiores aos que estão aí, embora a gente vê aí o mercado, aí uma tendência aí de até de crescimento da pendência, mas olhando para nossas carteiras nós não temos nenhuma preocupação, aumentamos a recuperação dos valores que já estavam em prejuízo aí, com várias ações aí de cobrança, seja cobrança administrativa ou cobrança judicializada, nesse tri também nós tínhamos uma operação de valor significativo aí, está nas notas do nosso balanço, nós conseguimos transferir essa dívida para outro player que veio com uma capacidade e recuperabilidade muito grande, inclusive a gente teve a oportunidade aí de estornar, PDD dessa operação que estava elevadíssima, enfim, todas essas ações combinadas nos levam a crer que nós teremos segundo semestre bastante promissor, dadas as condições que nós temos e aquilo que a gente consegue visualizar e prever para os próximos seis meses.

Ivanor Antonio Duranti: Sim, Nathan. A partir da entrada da 4966, nós fizemos uma reestruturação na área de cobrança. A gente finalizou, a gente já começa a colher frutos. Nós implementamos empresas que foram licitadas para nos ajudar a cobrar o pequeno varejo. No médio e varejo mais elevado e operações de ativos direcionados com recursos, por exemplo, do crédito imobiliário, do crédito rural ou do BNDES, que é aquele crédito especializado, isso nós fizemos com cobrança própria, dentro do próprio banco, com gerentes de cobrança ou através das nossas agências também que nos ajudam a fortalecer isso. Com isso tudo, nós temos conseguido reduzir a formação da nova pendência a partir de 90 dias. Nós vínhamos em torno de 1%, a gente reduziu no Q2 para 0.40.

Ivanor Antonio Duranti: E temos uma expectativa de que a pendência não vai se elevar em níveis muito superiores aos que estão aí, embora a gente veja no mercado uma tendência até de crescimento da pendência, mas olhando para nossas carteiras, nós não temos nenhuma preocupação. Aumentamos a recuperação dos valores que já estavam em prejuízo, com várias ações de cobrança, seja cobrança administrativa ou cobrança judicializada. Nesse tri também nós tínhamos uma operação de um valor significativo, isso está nas notas do nosso balanço. Nós conseguimos transferir essa dívida para um outro player, que veio com uma capacidade de recuperabilidade muito grande, inclusive a gente teve a oportunidade de estornar PDD dessa operação que estava elevadíssima.

Ivanor Antonio Duranti: Enfim, todas essas ações combinadas nos levam a crer que nós teremos um segundo semestre bastante promissor, dadas as condições que nós temos e aquilo que a gente consegue visualizar e prever para os próximos seis meses.

Speaker #2: Legal, muito obrigado, diretor Ivanor. Está ok, Gustavo, obrigado pela oportunidade de perguntar na nossa call. Então, agora gostaria de passar, por gentileza, para o Iuri Fernandes, do JP Morgan. Tudo bem, Iuri?

[Company Representative] (Banrisul): Legal, muito obrigado, Diretor Ivanor. Tá ok, Gustavo, obrigado pela oportunidade de perguntar na nossa call. Agora eu gostaria de passar, por gentileza, para o Yuri Fernandes do J.P. Morgan. Tudo bem, Yuri?

Speaker #5: Tudo bem Natan, bom dia, bom dia pessoal. Eu queria perguntar aqui para vocês sobre MP1376 aí, acho que foi tópico grande hoje para o Banco do Brasil, eu imagino que vocês devem se beneficiar de alguma forma também, então eu queria entender como que vocês vão tratar a cura se vocês têm alguma expectativa de tamanho de programa, como que o Banrisul deve participar da SMP para ajudar o produtor rural, e uma vez ajudando, se vocês tiverem crédito estágio 3, se vocês conseguirem fazer renegociação, dependendo se vocês conseguirem pegar alguma algum caixa antecipado, melhores garantias, como a gente deveria pensar isso para vocês, então acho que essa é a primeira pergunta, e se eu puder uma segunda, voltando no ponto do funding, acho que é uma pergunta muito boa, vocês têm ótimo uma ótima qualidade de funding, o banco captura muito depósito, acho que isso está super claro, a minha dúvida é a evolução disso, quando a gente olha o custo de funding, eu lembro de vocês lá atrás, o depósito a prazo, rodava 82, 83 do CDI, está rodando 88, e no último ano ele tem subido não vou falar 100 bips por tri, mas assim, tem aumentado, a gente vê muita competição por depósito a prazo, CDB, então a minha dúvida é, vocês acham que vocês conseguem manter esse spread no passivo, ou a gente deve começar a ver uma piora assim do, não na qualidade, não na quantidade de funding, mas no custo desse funding?

Yuri Fernandes: Tudo bem, Nathan. Bom dia, pessoal. Eu queria perguntar aqui para vocês sobre a MP 1.376. Acho que é um tópico grande hoje para o Banco do Brasil. Eu imagino que vocês devem se beneficiar de alguma forma também. Então eu queria entender como que vocês vão tratar a cura, se vocês têm alguma expectativa de tamanho de programa, como que o Banrisul deve participar dessa MP para ajudar o produtor rural. E uma vez ajudando, se vocês tiverem crédito estágio 3, se vocês conseguirem fazer renegociação, dependendo se vocês conseguirem pegar algum caixa antecipado, melhores garantias, como a gente deveria pensar isso para vocês? Então acho que essa é a primeira pergunta. E se eu puder uma segunda, voltando no ponto do funding, achei a pergunta muito boa. Vocês têm uma ótima qualidade de funding. O banco captura muito depósito, acho que isso está super claro.

Yuri Fernandes: A minha dúvida é a evolução disso. Quando a gente olha o custo de funding, eu lembro de vocês lá atrás, o depósito a prazo rodava 82%, 83% do CDI, está rodando 88% e no último ano ele tem subido, não vou falar 100 basis points por tri, mas tem aumentado. A gente vê muita competição por depósito a prazo, CDB. Então minha dúvida é: vocês acham que vocês conseguem manter esse spread no passivo ou a gente deve começar a ver uma piora, não na quantidade de funding, mas no custo desse funding? Obrigado.

Speaker #5: Obrigado.

Speaker #2: Legal, obrigado, Iuri. Então, acho que a primeira é sobre a MP do agro,

[Company Representative] (Banrisul): Legal, obrigado, Yuri. Acho que a primeira é sobre a MP do Agro.

Speaker #3: Olá Iuri, obrigado pela pergunta, em relação à MP do agro, eu queria fazer uma contextualização antes de entrar, especificamente nela, que é o seguinte, a carteira de crédito do agro do banco, ela tem uma característica diferente, própria, em relação ao mercado de agro, vamos começar pelo Rio Grande do Sul, 80% das propriedades rurais aí têm até 50 hectares, então nós temos aí cerca de 30 mil produtores rurais numa carteira de 14 bi aí que dá uma média de 300 e poucos mil por produtor, além disso, se nós olharmos isso, apesar de todas as interpérias e de todas os acontecimentos que assolaram o Rio Grande do Sul, nós a nossa carteira tem uma pendência, over 90 muito abaixo do mercado, está na casa aí de 2%, a MP como os movimentos anteriores que nós fizemos, o ano passado a gente teve aporte de recursos do governo do estado de 150 milhões que propiciou que a gente renegociasse algumas operações de créditos aí dos produtores que estavam que tinham sido atingidos pela ou pela seca, ou pela enchente, propiciou que a gente fizesse então reescalonamento de acordo com o fluxo de caixa, a MP este ano ela vem também em linha disso, nós já temos aí alguns produtores mais de quase 2 mil produtores aí inscritos e estamos aguardando algumas definições do Ministério da Fazenda, o que mais nos preocupa aqui não é em relação à liquidez em relação a arrumar essas carteiras aí o fluxo de caixa, é na demora das medidas, enfim, das regulamentações que são necessárias pelo Ministério da Fazenda, pelo próprio BNDES, enfim, pelos órgãos reguladores disso e até o Banco Central, o banco está muito bem estruturado nisso, nós temos aí parcerias com as principais entidades desses pequenos agricultores, com os técnicos agrícolas e está tudo encaminhado aí, nós vamos ter sim uma fatia dessa carteira aí que vamos renegociar elas dentro da MP porque é para o produtor rural se nós fôssemos produtores também esperaríamos aí para ter esses benefícios aí da MP, e acrescentando isso, o banco nos últimos tempos aqui tem privilegiado aportar recursos e fomentar a produção dos produtores rurais, o custeio naquelas pequenas propriedades sempre que procurando deixar o produtor vivo, vivo no bom sentido aí, de poder continuar produzindo e cumprir com suas obrigações com o banco, então assim, dadas as condições que estão aí, nós não temos grandes preocupações com essa com a carteira em termos de liquidez, o que nos angustia é o tempo, sim, de que essas regulamentações possam ser publicadas para que a gente possa formalizar os pedidos e as solicitações de reestruturação do fluxo financeiro desses produtores.

Ivanor Antonio Duranti: Olá, Yuri, obrigado pela pergunta. Em relação à MP do Agro, eu queria fazer uma contextualização antes de entrar especificamente nela, que é o seguinte: a carteira de crédito do agro do banco tem uma característica diferente, própria, em relação ao mercado de agro. Vamos começar pelo Rio Grande do Sul, 80% das propriedades rurais têm até 50 hectares. Nós temos cerca de 30 mil produtores rurais numa carteira de BRL 14 billion, que dá uma média de BRL 300 mil e poucos por produtor. Além disso, se nós olharmos isso, apesar de todas as intempéries e de todos os acontecimentos que assolaram o Rio Grande do Sul, a nossa carteira tem uma pendência, um over 90, muito abaixo do mercado. A gente está na casa de 2%.

Ivanor Antonio Duranti: A MP, como os movimentos anteriores que nós fizemos, no ano passado a gente teve um aporte de recursos do Governo do Estado de BRL 150 million, que propiciou que a gente renegociasse algumas operações de créditos dos produtores que tinham sido atingidos ou pela seca, ou pela enchente, propiciou que a gente fizesse um reescalonamento de acordo com o fluxo de caixa. A MP este ano vem também em linha disso, nós já temos quase 2 mil produtores inscritos e estamos aguardando algumas definições do Ministério da Fazenda. O que mais nos preocupa aqui não é em relação à liquidez, em relação a arrumar essas carteiras e o fluxo de caixa. É na demora das medidas, das regulamentações que são necessárias pelo Ministério da Fazenda, pelo próprio BNDES, pelos órgãos reguladores disso e até o Banco Central.

Ivanor Antonio Duranti: O banco está muito bem estruturado nisso, nós temos parcerias com as principais entidades desses pequenos agricultores, com os técnicos agrícolas e está tudo encaminhado. Nós vamos ter, sim, uma fatia dessa carteira que vamos renegociar dentro da MP, porque para o produtor rural, se nós fôssemos produtores, também esperaríamos para ter esses benefícios da MP. Acrescentando isso, o banco nos últimos tempos tem privilegiado aportar recursos e fomentar a produção dos produtores rurais. O custeio naquelas pequenas propriedades, sempre procurando deixar o produtor vivo, no bom sentido, de poder continuar produzindo e cumprir com suas obrigações com o banco. Dadas as condições que estão aí, nós não temos grandes preocupações com a carteira em termos de liquidez.

Ivanor Antonio Duranti: O que nos angustia é o tempo, sim, que essas regulamentações possam ser publicadas para que a gente possa formalizar os pedidos e as solicitações de reestruturação do fluxo financeiro desses produtores.

Speaker #2: Então, quem, diretor, a segunda pergunta é sobre funding e manutenção do custo, isso.

[Company Representative] (Banrisul): Tá ok, Diretor. A segunda pergunta é sobre funding e manutenção do custo.

Speaker #4: Oi, o custo da captação está ali que está 88% da Selic, o custo da carteira CDB, e também tem letras financeiras que estão naquele junto com o CDB, nós tínhamos uma posição elevada de LCIs, e LCA também, mas principalmente LCI, com a norma que saiu, que o Banco Central modificou essas as regras a partir de janeiro, fevereiro de 2024, essa carteira não tinha lastro para tudo isso, hoje a gente tem lastro bem menor do que a gente tinha, porque valia toda a operação que tivesse o hipoteco alienação fiduciária podia estar em qualquer carteira que valia, o Banco Central mudou a regra dos juros, assim, olha, só vale imóvel que for tomado pelo cliente ou crédito pessoal que seja para uma que esteja alienado para uma garantia para a moradia, para fins de moradia, então isso mudou, tiram, naquela época o mercado hoje tinha mais de 800 bilhões de carteira, de LCI emitido no mercado e só tinha lastro para 200 milhões, então hoje está bem modificado esses lastros, mas o que aconteceu?

Gonzaga: O custo da captação está ali, está 88% da Selic, o custo da carteira de CDB. Também tem letras financeiras que estão naquele conjunto com CDBs. Nós tínhamos uma posição elevada de LCIs e LCA também, mas principalmente LCI. Com a norma que saiu, que o Banco Central modificou as regras a partir de janeiro, fevereiro de 2024, nós não tínhamos lastro para tudo isso. Hoje, a gente tem um lastro bem menor do que a gente tinha, porque valia toda operação que tivesse ou hipoteca ou alienação fiduciária, podia estar em qualquer carteira que valia. O Banco Central mudou a regra do jogo, e disse assim: "Olha, só vale o imóvel que for tomado pelo cliente ou um crédito pessoal que esteja alienado com garantia para fins de moradia". Então isso mudou.

Gonzaga: Naquela época, o mercado tinha mais de BRL 800 billion de carteira, de LCI emitida no mercado e só tinha lastro para BRL 200 billion. Hoje está bem modificado esses lastros, mas o que aconteceu? Como não tinha lastro, a gente acabou atendendo esses clientes basicamente em letras financeiras. Tivemos que pagar mais um pouco, porque não tem outro jeito. Aí é uma estratégia de mercado, para esses clientes não migrar para concorrência. Lógico, ele não vai ganhar a mesma renda que ganhava com a LCI ou com a LCA, mas a gente fez um esforço e isso puxou 2 pontos, mais ou menos, de 86, 85 para 88. Isso está estabilizado hoje. A tendência é que com as renovações, o mercado já se acomodou nessa captação. Esse número, nas nossas contas, até pode reduzir um pouco daqueles 88 que está ali medido agora.

Speaker #4: Como não tinha lastro a gente acabou atendendo esses clientes basicamente em letras financeiras, e tivemos que pagar mais pouco, porque não tem outro jeito, e aí é uma estratégia de mercado, para esses clientes não migrar para a concorrência, lógico, não vou pagar o mesmo ele não vai ganhar a mesma renda que ganhava com a LCI, ou com a LCA, mas a gente fez esforço e isso puxou dois pontos mais ou menos de 86, 85 para 88, isso está estabilizado hoje, a tendência que com a renovações o mercado já se acomodou, nessa captação, esse número nas nossas contas até pode reduzir pouco daqueles 88 que está ali medido agora, também uma outra estratégia que essa aí também estou para ir lá é 88 é pouquinho mais, é, mas seria bem mais caro se a gente fosse fazer derivativo no mercado para descasamento de carteira, que nós tínhamos uma posição grande indexada ao CDI no passivo, com bastante crédito pré-fixado no ativo, a gente eliminou isso do balanço do banco, tiramos essa diferença e aí estou observando ali, nossa captação saiu de zero em basicamente zero no pré-fixado, se eu medir períodos para trás era zero, não tinha nada pré-fixado, e hoje estamos com 17,5% da carteira no pré-fixado, pré-fixado você tem que fazer uma oferta pouquinho melhor para o cliente, senão ele não vai querer a operação, ele vai fugir de pré, então isso acaba também elevando pouquinho desse custo, são dois fatores, é as letras financeiras que substituíram as LCIs e LCAs, parte e parte grande, nós tínhamos uma posição importante dessa carteira, e também o pré-fixado para tirar o risco de descasamento de taxa do balanço do banco, nós tiramos, eliminamos isso aí e com isso tivemos que pagar pouquinho mais, mas é mais barato fazer derivativo no mercado, isso eu te garanto, tenho conta feita na minha mesa,

Gonzaga: Também uma outra estratégia, tu abriu lá é 88, é um pouquinho mais? É, mas seria bem mais caro se a gente fosse fazer um derivativo no mercado para descasamento de carteira, que nós tínhamos uma posição grande indexada ao CDI no passivo, com bastante crédito prefixado no ativo. A gente eliminou isso do balanço do banco, tiramos essa diferença e aí tu observa ali, nossa captação saiu de zero. Basicamente zero no prefixado. Se eu medir períodos para trás, era zero, não tinha nada prefixado. Hoje estamos com 17.5% da carteira no prefixado. Prefixado, você tem que fazer uma oferta um pouquinho melhor para o cliente, senão ele não vai querer a operação, ele vai fugir de um pré. Então isso acaba também elevando um pouquinho desse custo. São 2 fatores: as letras financeiras, que substituíram as LCIs e LCAs, parte grande, elas tinham uma posição importante dessa carteira.

Gonzaga: Também o prefixado para tirar o risco de descasamento de taxa do balanço do banco. Nós tiramos, eliminamos isso aí e com isso tivemos que pagar um pouquinho mais. Mas é mais barato fazer o derivativo no mercado, isso eu te garanto. Tenho conta feita na minha mesa.

Yuri Fernandes: Está ótimo. Muito obrigado, pessoal.

Speaker #1: Está ótimo, muito obrigado pessoal.

Speaker #2: Está ótimo, obrigado a você, Yuri. Então, vamos passando aqui para mais uma pergunta do Eduardo Nechil, da Genial. Nechil, tudo bem? Boa tarde.

[Company Representative] (Banrisul): Está ótimo. Obrigado a você, Yuri. Então vamos passando aqui para mais uma pergunta do Eduardo Nishio, da Genial. Nishio, tudo bem? Boa tarde.

Speaker #5: Boa tarde, boa tarde a todos, obrigado pela oportunidade, eu tenho uma pergunta mais em relação ao guidance e em relação ao capital também, o Banrisul sempre teve capital principal ali na faixa dos 15, 14, chegou a beirar 13 e pouquinho, mas alguns trimestres atrás, mas recuperou ali para a faixa dos 14, e esse trimestre a gente viu caindo bastante, a gente viu caindo dois pontos percentuais de ajustes prudenciais, acredito eu que foi a folha e se vocês pudessem explicar como que vocês poderiam melhorar o capital do banco, a gente vê alguns bancos fazendo movimentos de capitalização de JCP, diminuição de dividendos, do lado de vocês se vocês existe essa preocupação em relação obviamente 12,4 é índice capital ainda bem confortável, mas olhando para o histórico do banco é patamar bem abaixo do que o banco costuma rodar, aí em relação a isso ainda atrelado a essa pergunta, o guidance, o guidance a gente fez uma revisão para baixo, e aqui na nossa simulação a gente está chegando no ROI aproximadamente de 11% para o ano, e então eu queria saber se o crescimento orgânico que pelo menos esse ano ou se o crescimento orgânico seria suficiente para chegar nesse de volta nesse patamar de 14, sei lá, 13 e pouquinho, de capital principal, não nesse ano obviamente, mas nos próximos anos, obrigado.

Eduardo Nishio: Boa tarde a todos. Obrigado pela oportunidade. Eu tenho uma pergunta mais em relação ao guidance e em relação ao capital também. O Banrisul sempre teve um capital principal ali na faixa dos 15%, 14%. Chegou a beirar 13% e pouquinho mais alguns trimestres atrás, mas recuperou para a faixa dos 14%. E esse trimestre a gente viu caindo bastante. A gente viu caindo 2 pontos percentuais de ajustes prudenciais. Acredito eu que foi a folha e se vocês pudessem explicar como que vocês poderiam melhorar o capital do banco. A gente vê alguns bancos fazendo movimentos de captação de JCP, diminuição de dividendos. Do lado de vocês, se existe essa preocupação em relação. Obviamente, 12.4% é um índice de capital ainda bem confortável, mas olhando para o histórico do banco, é um patamar bem abaixo do que o banco costuma rodar.

Eduardo Nishio: Em relação a isso ainda, atrelado a essa mesma, o guidance. O guidance, a gente viu uma revisão para baixo e aqui na nossa simulação, a gente está chegando a um ROE aproximadamente de 11%, pelo lado. Eu queria saber se o crescimento orgânico, pelo menos esse ano, ou se o crescimento orgânico seria suficiente para chegar de volta nesse patamar de 14%, 13% e pouquinho de capital principal. Não nesse ano, obviamente, mas nos próximos anos. Obrigado.

Speaker #4: Daqui a cinco anos te garanto que vai estar aí o Eduardo. Nós compramos a folha do Estado em 2016, imobilizamos bilhão 250, estou a olhar o histórico há 10 anos atrás, os números ficaram mais ou menos 12%, tem pouquinho a menos, acho que é 11,5 o número, eu tenho que pesquisar, não tenho de cabeça aqui, mas não era muito longe disso, e é evidente que essa folha foi sendo foi passando o tempo e ele é ativo intangente, ativo diferito, e vem todo mês tanto usava, uns 120 euros, uns 250, medida que vai reduzindo esse valor, vai gerando mais espaço de capital, okay?

Gonzaga: Daqui a 5 anos te garanto que vai estar aí, Eduardo. Nós compramos a folha do Estado em 2016 e mobilizamos BRL 1.250 bilhão. Se tu olhar o histórico há 10 anos atrás, os números ficaram mais ou menos 12%, até um pouquinho a menos, acho que 11.5%. Eu tenho que pesquisar, não tenho de cabeça aqui, mas não era muito longe disso. E evidente que essa folha foi passando o tempo e ele é um ativo intangível, um ativo diferido. E vem todo mês um tantos avos, uns 120 avos de BRL 250. À medida que vai reduzindo esse valor, vai gerando mais espaço de capital. Agora, saiu 100% do valor que foi pago em 2016. Zerou essa conta em junho de 2026, e criou-se uma nova conta que foi BRL 1.234 milhões que nós pagamos pela folha. Toma nível um direto, na veia.

Speaker #4: Certo? Agora saiu 100% do valor que foi pago em 2016, zerou essa conta em junho de 2026, e criou-se uma nova conta, que foi BI 234. Nós pagamos pela folha, toma nível 2, desculpa, nível 1 direto, na veia. Então puxou essa agora; daqui a dois anos, três anos, esse número vai voltar de novo para o próximo, vai, com certeza — pode anotar aí. Vai começar a voltar para os 14, vai chegar perto, pode não chegar em 14, mas vai chegar próximo, porque à medida que deprecia vai pagando e vai voltando mais capital. Então é isso que aconteceu: esses 12, agora, ele é ponto na curva definido, porque, por causa da compra da folha, à medida que passa o tempo, ele vai entrar no diferido, mês a mês — é tanto, usava, vai ser uns 60 euros, porque a folha foi cinco anos. Então esse retoma de novo esse número e mais os resultados do banco que vem agregando. Sempre a gente paga 40% de dividendo, o banco vem rotineiramente há muitos anos. Teve dois anos na curva só fora dos 40% de dividendo, que foi 22 e 21; em 23, eu acho que o banco pagou 50% de dividendo, 22 e 23. Depois, desde 2008, que o banco abriu o capital, sempre foi 40% de dividendo, e agora, a partir de 24, voltou para os 40% de dividendo de novo. Não muda essa política, eu acho que essa política, com certeza, enquanto nós estivermos aqui, tenho certeza que vai continuar a mesma. Mas a gente nunca sabe para frente. Tem alguns acionistas que acham que o banco poderia até entregar, diminuir o capital e entregar para os acionistas, mas a gente não vai fazer isso, com certeza.

Gonzaga: Agora, daqui a 2 anos, 3 anos, esse número vai voltar de novo, com certeza, pode anotar aí. Vai começar a voltar para os 14, pode não chegar em 14, mas vai chegar próximo. Porque à medida que deprecia, vai pagando e vai voltando mais capital. Então é isso que aconteceu, esse 12 agora, ele é um ponto na curva definido, por causa da compra da folha. E à medida que passa o tempo, ele vai entrar no diferido, mês a mês, é um tantos avos, vai ser uns 60 avos, que a folha foi 5 anos. Então, retoma de novo esse número e mais os resultados do banco que vem agregando, sempre a gente paga 40% de dividendo. O banco vem rotineiramente, há muitos anos, teve 2 anos na curva só fora dos 40% de dividendo, que foi 2022 e 2021, não é, Nathan?

Gonzaga: 2023, eu acho, que o banco pagou 50% de dividendo. 2022, 2023. E depois, desde 2008, que o banco abriu capital, sempre foi 40% de dividendo. E agora, a partir de 2024, voltou para os 40% de dividendo de novo. Não muda essa política, eu acho que essa política, com certeza, enquanto nós estivermos aqui, essa política, tenho certeza que vai continuar a mesma, mas a gente nunca sabe para frente. Tem alguns acionistas que acham que o banco poderia até diminuir o capital e entregar para os acionistas, mas a gente não vai fazer isso, com certeza. Está bom, Eduardo? Quanto ao nível dos 11% na entrega do guidance, a gente consegue entregar mais, mas a gente está sendo bem conservador nessa rubrica.

Speaker #4: Está bom, Eduardo? Quanto ao nível dos 11%, da entrega lá do ROI, do guidance também, a gente gostaria de entregar mais, mas a gente está sendo bem conservador nessa rubrica aí.

Eduardo Nishio: Perfeito.

Speaker #5: Perfeito.

Speaker #4: Estamos trabalhando para isso. Se puder entregar, a gente vai entregar, mas não vamos estar comprometendo também tudo assim. Está bom?

Gonzaga: Está trabalhando para isso. Se puder entregar, a gente vai entregar, mas não vamos estar comprometendo também tudo assim. Está bom?

Speaker #5: Ótimo, obrigado.

Eduardo Nishio: Ótimo. Obrigado.

Speaker #4: Obrigado Eduardo.

Gonzaga: Obrigado, Eduardo.

Speaker #5: Obrigado.

Eduardo Nishio: Um abraço.

Speaker #2: Obrigado, obrigado, Nechil. Então vamos passar aqui para a pergunta do Augusto, Augusto Yara do Bank of America. Tudo bem, Augusto?

[Company Representative] (Banrisul): Obrigado, Nishio. Então vamos passar aqui para a pergunta do Augusto. Augusto Uehara do Bank of America. Tudo bem, Augusto?

Speaker #6: Oi, pessoal, boa tarde. Obrigado pelo espaço para fazer perguntas e parabéns pelos resultados. Eu queria fazer uma pergunta sobre os acordos trabalhistas. Vocês comentaram que esperam ainda alguns acordos para o segundo semestre; vocês disseram que chegaram a fazer cerca de 600 acordos até agora. Qual é o tamanho, quantos funcionários vocês ainda esperam negociar no segundo semestre e vocês conseguiriam estimar o impacto, o tamanho desse impacto para a Borough Online?

Augusto Uehara: Oi, pessoal. Boa tarde. Obrigado pelo espaço aqui para fazer perguntas. Parabéns pelos resultados. Eu queria fazer uma pergunta sobre os acordos trabalhistas. Vocês comentaram que esperam ainda alguns acordos para o H2. Vocês disseram que chegaram a fazer cerca de 600 acordos até agora. Qual é o tamanho? Quantos funcionários vocês ainda esperam negociar no H2 e vocês conseguiriam estimar o tamanho desse impacto para o bottom line?

Speaker #2: Está bem.

[Company Representative] (Banrisul): Está bem.

Gonzaga: Acho que está na nota, Werner. Está aberto o plano. A gente tem uma expectativa, mas não é muita coisa, não. 100 empregados, aproximadamente, que vai dar. São dois quadros. Temos um quadro de analista que a gente chama de direção-geral do banco aqui e temos mais o quadro da rede de agência, que tem um ticket menor. Esse aí tem mais 300 empregados, que a gente abriu a oportunidade para eles acertarem com o banco pagar esse passivo para eles. 300, a gente tem uma expectativa de uns 150, 200 empregados. O número é bem menor que aconteceu no primeiro semestre, mas é um número relevante, importante, e também deleta esse passivo que o banco tem com os empregados. Se bem que é uma oportunidade que a gente dá, tem o deságio, sim.

Speaker #4: Acho que está na nota, está aberto. Está aberto o plano, a gente tem uma expectativa aí, talvez não é muita coisa não, cerca de 100 empregados aproximadamente, que vai dar aí. Depois, nós temos dois quadros: temos o quadro de analistas, que a gente chama de direção geral do banco aqui, e temos mais o quadro da rede de agências, que tem ticket menor. Esse aí tem mais 300 empregados, que a gente abriu a oportunidade para eles renegociarem, acertarem com o banco, pagar esse passivo para eles. 300, já a gente tem uma expectativa de uns 150, 200 empregados. O número é bem menor que aconteceu no primeiro semestre, mas é um número relevante, importante, e também limpa, deleta esse passivo que o banco tem com os empregados.

Speaker #4: Se bem que essa é uma oportunidade que a gente dá. Tem deságio, sim. O deságio é medido com aquilo que ele ia ter de renda no futuro, da expectativa da ação que ele tiver. Aí tem vários estágios das ações, tem várias regrinhas também, que é uma operação bastante segura para o banco e economicamente é bom para os dois lados, tanto para o empregado quanto para o banco. É uma troca, é uma oportunidade para os dois lados.

Gonzaga: O deságio é medido com aquilo que ele ia ter de renda no futuro, da expectativa da ação que ele tiver. Aí tem vários estágios das ações. Tem várias regrinhas também que é uma operação bastante segura para o banco e economicamente é bom para os dois lados, tanto para o empregado quanto para o banco. É uma troca, é a oportunidade para os dois lados.

Speaker #6: Está ótimo, obrigado.

Augusto Uehara: Ótimo, obrigado.

Speaker #2: Obrigado, Augusto. Então, acho que do nosso lado aqui, senhores, a gente recebeu todas as perguntas. Eu tenho uma que recebi aqui por escrito no chat, que acho que pode ser interessante por estar alinhada com esse último assunto. Ela vem do Carlos Gomes, do Banco HSBC, e ele questiona se nós temos algum número ótimo em termos de tamanho de quadro de empregados e se há algumas iniciativas voltadas à redução ou eficiência na quantidade de agências, de estrutura física por parte do banco.

[Company Representative] (Banrisul): Obrigado, Augusto. Acho que do nosso lado aqui, senhores, a gente recebeu todas as perguntas. Eu tenho uma que eu recebi aqui por escrito no chat, que eu acho que pode ser interessante, está alinhado com esse último assunto. Ela vem do Carlos Gomes, do Banco HSBC, e ele questiona se nós temos algum número ótimo em termos de tamanho de quadro de empregados e se há algumas iniciativas voltadas à redução ou eficiência na quantidade de agências, de estrutura física por parte do banco.

Speaker #6: Você quer responder ou quer que eu responda para a gente?

Gonzaga: O senhor quer responder ou quer que eu responda, presidente? Eficiência é uma constante. A gente está buscando todos os dias. Nós temos evoluído muito rapidamente, que a gente estava um pouco aquém, mas a gente está agora na dianteira, tanto na IA quanto no ganho de produtividade interna. Nós temos uma rede que estrategicamente vamos ficar com essa rede, nós estamos renovando as nossas agências, estamos trabalhando num novo modelo de agência que não é necessário tantos empregados, as atividades de rotinas operacionais de agências estão sendo tudo centralizado. O pessoal que vai ficar na ponta agência é um funcionário exclusivamente de relacionamento com o cliente, de negócios. A burocracia do sistema a gente está centralizando e também otimizando esse trabalho que sempre tem numa rede de agência, tanto a parte contábil, então isso tudo está sendo eliminado, tudo centralizado. Vai ter um ganho de escala.

Speaker #4: Bem, eficiência é uma constante, a gente está buscando todos os dias, nós temos evoluído muito rapidamente que a gente estava pouco aquém, mas a gente está agora na dianteira, tanto na IA quanto no ganho de produtividade interno, nós temos uma rede que é estrategicamente vamos ficar com essa rede, nós estamos renovando a nossa agências, estamos trabalhando num novo modelo de agência, que vai reduzir, vai ter, vai ser necessário, não é necessário tantos empregados, as atividades de rotinas, operacionais de agências estão sendo tudo centralizado, o pessoal que vai ficar na ponta da agência é funcionário exclusivamente de relacionamento com o cliente, de negócios, a burocracia do sistema a gente está centralizando e também tirando otimizando esse trabalho que sempre tem numa rede de agência, tanto da parte contábil, então isso tudo está sendo eliminado, tudo centralizado, vai ter ganho de escala, com o tempo não é que vai o banco vai desempregar funcionários, mas os funcionários vão saindo, vão se aposentando por motivo ou por outro, o banco tem turno estamos no limite do quadro, o presidente comentou aqui, tem turnover dos empregados, aí o banco tem mais de 1% anual, 1,5%, 2% anual de empregados que saem, a ideia não é estar fazendo concurso, colocando mais empregados, se necessário for a gente vai se fazer, mas a gente está vai otimizar o máximo possível o ganho de produtividade, o ganho de eficiência, para ficar adaptado ao mercado e também nas nossas agências a gente está otimizando o ponto de agências, às vezes tem duas agências, uma próximo da outra, vai ficar as duas agências, mas no único ponto físico, isso dá ganho de escala e também o cliente está confortável com isso aí, porque a gente olha todos os demais players olha os nossos concorrentes também estão fazendo o mesmo modelo, a gente está seguindo o modelo do mercado, tanto o banco bancos todos os bancos estão com essa visão interna que a gente também está, para se ganhar escala e ganhar produtividade e sim atender o cliente por completo, no relacionamento atendendo todas as necessidades do cliente e dando o maior conforto possível ao cliente, esse é o nosso meio, não é nossa visão não é vender produto, nossa visão é atendimento completo ao cliente, nós temos toda a nossa o presidente o diretor Ivan Loja comentou, nossas massas de cliente o cliente é fluente, alta renda que a gente chama de afinidade aqui na nossa linguagem, o cliente nossas agências afinidade semelhante aos demais players, aos demais concorrentes, e o cliente do perfil que é cliente de uma renda pouco menor, intervalo de renda e o cliente das carteiras massificadas, o nosso objetivo é atender também as carteiras massificadas remotamente o nosso cliente é fluente também remotamente e ter uma consultoria financeira para o cliente, que nós temos essa massa importante de investidores que já mencionei anteriormente, esse é o nosso mundo do dia a dia e isso está com sim mão de obra qualificada sim, funcionar tem que ser mais qualificado cada dia que passa, porque isso ajuda o cliente e ajuda a instituição também, então faz parte de uma boa qualificação profissional dos nossos funcionários, é isso que a gente trabalha no dia a dia, te respondendo tua pergunta assim de modo global geral.

Gonzaga: Com o tempo, não é que o banco vai desempregar funcionários, mas os funcionários vão saindo, vão se aposentando, por um motivo ou por outro. Estamos no limite do quadro, o presidente comentou aqui. Tem um turnover dos empregados, o banco tem mais de 1% anual, 1.5%, 2% anual de empregados que saem. A ideia não é estar fazendo concurso, colocando mais empregados. Se necessário for, a gente vai fazer, mas a gente vai otimizar o máximo possível o ganho de produtividade, o ganho de eficiência para ficar adaptado ao mercado e também nas nossas agências, a gente está otimizando ponto de agências. Às vezes tem duas agências, uma próxima da outra, vai ficar as duas agências, mas num único ponto físico. Isso dá ganho de escala.

Gonzaga: E também o cliente está confortável com isso aí, porque a gente olha todos os demais players, olha os nossos concorrentes, também estão fazendo o mesmo modelo. A gente está seguindo o modelo do mercado. Tanto o Banco do Brasil e os outros demais bancos, todos os bancos estão com essa visão interna, que a gente também está, para se ganhar escala e ganhar produtividade e, sim, atender o cliente por completo no relacionamento, atendendo todas as necessidades do cliente e dando o maior conforto possível ao cliente. Esse é o nosso meio. Nossa visão não é vender produto, nossa visão é atendimento completo ao cliente. O diretor Ivan já comentou, nossas massas de cliente, o cliente afluente, alta renda, que a gente chama de afinidade aqui na nossa linguagem. Nossas agências, afinidade, semelhante aos demais players, aos demais concorrentes.

Gonzaga: O cliente do perfil, que é um cliente de uma renda um pouco menor, um intervalo de renda, e o cliente das carteiras massificadas. Nosso objetivo é atender também as carteiras massificadas remotamente, nosso cliente afluente também remotamente, e ter uma consultoria financeira para o cliente, do que nós temos essa massa importante de investidores que eu já mencionei anteriormente. Esse é o nosso mundo do dia a dia. Isso com, sim, mão de obra qualificada. O funcionário tem que ser mais qualificado cada dia que passa, porque isso ajuda o cliente e ajuda a instituição também. Então faz parte de uma boa qualificação profissional dos nossos funcionários. É isso que a gente trabalha no dia a dia. Te respondendo tua pergunta assim de modo global, geral.

Speaker #2: Está ótimo, obrigado, obrigado diretor Gonzaga, obrigado demais diretores, presidente, então com isso a gente encerra a nossa videoconferência de resultados deste trimestre, e aguardamos os senhores para o próximo trimestre, abraço a todos.

[Company Representative] (Banrisul): Está ótimo, obrigado. Obrigado, diretor Gonzaga. Obrigado, demais diretores, presidente. Então com isso a gente encerra a nossa videoconferência de resultados deste trimestre e aguardamos os senhores para o próximo trimestre. Um abraço a todos.

Augusto Uehara: Goodbye

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Thursday, August 13th, 2026 at 5:30 PM

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