Q2 2026 Porto Seguro SA Earnings Call
Speaker #3: Talking away. I don't know what I'm saying. I'll say it anyway. Today's another day to find you, shying away. I'll be coming for your love.
Speaker #3: Okay. Gone.
Speaker #4: Bom dia a todos. Sejam bem-vindos à teleconferência de resultados do segundo trimestre de 2026 da Porto. Informamos que a apresentação está sendo gravada e traduzida simultaneamente para o inglês.
Speaker #4: Os slides apresentados estão disponíveis para download no site de RI. For English, please press the interpretation button on the bottom right side of your Zoom application and choose audio in English.
Speaker #4: For those listening to the conference call in English, there is an option to mute the original audio in Portuguese by clicking on "Mute Original Audio."
Speaker #4: Após o encerramento da apresentação, daremos início à sessão de perguntas e respostas. Orientamos que envie seu nome e empresa pelo ícone de Q&A no botão inferior de sua tela.
Speaker #4: Por padrão da dinâmica, seus nomes serão anunciados para que façam sua pergunta ao vivo. Nesse momento, uma solicitação para ativar o seu microfone aparecerá na tela.
Speaker #4: Caso não queira abrir o seu microfone ao vivo, favore escrever "sem microfone" ao final da pergunta para que possamos ler em voz alta. Eventuais declarações que possam ser feitas durante essa teleconferência relativas às perspectivas de negócios da Porto, projeções e metas operacionais e financeiras constituem-se em crenças e premissas da diretoria da companhia, bem como em informações atualmente disponíveis.
Speaker #4: Considerações futuras não são garantias de desempenho; elas envolvem riscos, incertezas e premissas, pois se referem a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer.
Speaker #4: Investidores devem compreender que condições econômicas gerais, condições da indústria e outros fatores operacionais podem afetar o desempenho futuro da Porto e podem conduzir a resultados que diferem materialmente daqueles expressos em tais considerações futuras.
Speaker #4: Agora, gostaria de convidar os executivos da Porto para iniciar a apresentação.
Speaker #2: Olá, bom dia a todos. É uma satisfação estar com vocês nesta manhã para apresentarmos os resultados do segundo trimestre de 2026 do grupo Porto.
Speaker #2: Comigo estão nosso diretor de RI, Domingos Falavina, o CEO das nossas verticais, bem como o Head da Porto Asset. No segundo trimestre, registramos crescimento em duplo dígito das receitas e mantivemos o ROE acima de 20% pelo oitavo trimestre consecutivo.
Speaker #2: Em Seguros, o alto impulsionou o crescimento dos prêmios e a melhora na sinistralidade da vertical. No Saúde, tivemos o ritmo de adição de vidas de 20% ao ano, também com melhoria na sinistralidade.
Speaker #2: No banco, houve impacto na qualidade do crédito e, ao mesmo tempo, adotamos uma postura ainda mais conservadora na gestão de riscos, resultando em um aumento das provisões.
Speaker #2: Em relação às receitas, obtivemos crescimento de 17%, impulsionado principalmente pelo consórcio, com quase 30% de expansão. Finalmente, em serviços, as receitas com parcerias estratégicas aceleraram e o lucro da vertical cresceu em dois dígitos.
Speaker #2: Ao longo deste call, detalharemos mais os resultados e iniciativas em nossas diversas frentes de atuação. Passando aqui para o primeiro slide, por favor. A receita total recorrente do segundo trimestre de 2026 foi de R$ 11 bilhões, um crescimento de 11% em relação ao ano anterior.
Speaker #2: O lucro líquido recorrente alcançou R$ 889 milhões, bem como o lucro líquido total contábil de R$ 879 milhões, já ligeiramente acima do segundo trimestre, até então o recorde para o período.
Speaker #2: O ROE recorrente foi de 22%, preservando e contribuindo para que tivéssemos, no semestre, um ROE acumulado de 23% no recorrente e 25% no contábil total. Nessa primeira metade do ano, a receita total recorrente foi de R$ 22 bilhões, um crescimento de 10% em relação ao ano anterior. Um novo patamar de lucro líquido recorrente foi estabelecido, com R$ 1,8 bilhão.
Speaker #2: Quando olhamos os resultados abertos por vertical, na seguradora alcançamos 33% de ROE, uma expansão de 2 pontos percentuais, com crescimento de lucro líquido de 4,9%.
Speaker #2: Já na Porto Saúde, foram adicionadas 329 mil vidas de beneficiários, sendo 153 mil no seguro saúde e 176 mil no odonto. O lucro líquido se expandiu em 36%, preservando a trajetória de crescimento dessa vertical de forma bastante sólida.
Speaker #2: No Porto Bank, destaca-se ganho de eficiência em 4 pontos percentuais e a redução do lucro líquido especificamente em função de aumento da provisão que nós fizemos já considerando sinais de inadimplência que se aceleraram e os períodos futuros que estão protegidos por esse novo patamar de provisionamento que a companhia estabelece nesse tri.
Speaker #2: Porto Serviço tem a sua maior expansão tri contra tri, crescimento do ROE em 4 pontos percentuais, alcançando 25%, e do lucro líquido em crescimento também, uma evolução de 11% em relação ao trimestre anterior.
Speaker #2: Os principais indutores desse crescimento da companhia, combinados à redução de despesa administrativa, estão associados aos investimentos em tecnologia. Aqui nós estamos dando zoom em especial na penetração dos canais digitais de atendimento e relacionamento com os nossos clientes.
Speaker #2: Eles crescem no período do ano 9 pontos percentuais, atingindo 73% de penetração na base toda e, no atendimento digital de corretores, o crescimento é ainda mais significativo, de 17 pontos percentuais.
Speaker #2: Esse indicador, bem como uma performance de contact rate, que é o número de vezes em que os clientes têm que entrar em contato conosco por não se sentirem adequadamente servidos através dos canais digitais, são compõem a remuneração variável e a performance de toda a liderança da companhia.
Speaker #2: Nesse call, estamos trazendo pouco mais de informação a respeito desses indutores desses vetores que conseguem prover para a companhia esse crescimento, essa expansão de base com uma preservação de ROAEs elevados, que nós vimos no próximo slide, por favor.
Speaker #2: Bem como a expansão da nossa receita. Olhando por vertical, nós vemos aqui uma expansão de 8,5% na seguradora, 14,4% na saúde, 16,6% no banco e 5,6% na Porto Serviços.
Speaker #2: Todas elas combinam, então, ganho de escala que, por si só, tem efeito dilutivo das despesas administrativas, bem como com a penetração através dos canais digitais e já uma aplicação material de inteligência artificial em diversas frentes.
Speaker #2: Nós temos conseguido proteger e preservar essa trajetória de expansão, com crescimento do ROE simultaneamente à redução das despesas. Eu passo agora a palavra para o Domingos Falavina, que vai falar com um pouco mais de detalhe desses resultados, começando pelo mix de cada uma das verticais.
Speaker #3: Obrigado, Kaki.
Speaker #2: Valeu, Domingos. Obrigado.
Speaker #3: Bom, bom dia a todos. Rapidamente, só para repassar pouco dos retornos sobre capital aqui. Nós tivemos 33% de ROE na seguradora, 24% na Porto Saúde, 16% no banco predominantemente ou quase exclusivamente diria por conta do tema de provisão que a gente vai trabalhar mais durante o call.
Speaker #3: E 25% na serviço. Nosso ROE ficou, no consolidado, acima de 20% em 2022 e, excluindo o excesso de capital, em 26%. Quando a gente olha a composição, nós tivemos lucro líquido crescendo em 1%, para R$ 889 milhões.
Speaker #3: A gente nota que a dinâmica de market share do automóvel dentro da seguradora, ela continua diversificando, mesmo com o crescimento mais robusto que mostraremos no outro slide.
Speaker #3: Passando de 58% para 56%. O mix dos outros verticais permanece relativamente estável, com crescimento em saúde e o único a apresentar uma queda, de novo como consequência da qualidade da carteira, do índice de provisão, foi o banco.
Speaker #3: Quando a gente olha para nossas reservas técnicas, nós tivemos um resultado da nossa tesouraria de R$ 475 milhões, de maneira ajustada, o que implicou um retorno sobre o CDI de 90% no período.
Speaker #3: Vocês notarão que não mudamos drasticamente a alocação na nossa carteira, a exceção de crescimento de 18% para para 27% em nossa carteira pós-fixada, mas linkada ao CDI.
Speaker #3: Quando a gente entra na vertical da Porto Seguro, talvez um dos grandes positivos e destaques aqui, pelo menos para a gente, foi uma aceleração relevante do automóvel, que nesse trimestre cresce aproximadamente 8% ano contra ano. E a gente vem notando, de acordo inclusive com dados públicos da SUSEP, que nosso crescimento de automóvel vem marginalmente crescendo mês a mês.
Speaker #3: Então, fechando o trimestre em 8%, em 8% de crescimento, com índices de qualidade todos acima de 80 pontos. No patrimonial, crescemos 12% e no seguro de vida crescemos 6%.
Speaker #3: Mostraremos com índices de lucratividade ainda bem robustos. No automóvel, tivemos uma queda de 2%, apesar, ou em adição ao crescimento forte, conseguimos manter o índice de sinistralidade bem controlado.
Speaker #3: Aqui também no patrimonial, abaixo de 30%, consideramos índices de sinistralidade super saudáveis, e a mesma coisa no Vida, em 33%. Entrando um pouco mais na operação, a gente já deu um pouco de destaque na participação do Automóvel, mas vale destacar o Patrimonial e o Vida como geradores de resultados muito interessantes para a companhia, que continuam crescendo.
Speaker #3: O lucro líquido fechou em R$456 milhões e o ROE em torno de 33% no período. Quando a gente vai para a operação de saúde, nós tivemos uma adição forte de 153 mil vidas, ano contra ano.
Speaker #3: Somando 20% e uma receita crescendo aproximadamente 14%. Isso vem na mesma dinâmica dos trimestres passados, de uma venda de tickets com preço médio mais baixo, mas lucratividade similar ou até melhor da nossa base atual.
Speaker #3: O lucro líquido cresceu, por sua vez, 36% ano contra ano, para R$144 milhões, puxado por crescimentos tanto na operação de seguros como na operação de odonto.
Speaker #3: Todos em duplo dígito. Quando a gente olha para a sinistralidade do Saúde, voltamos a ter uma melhora de 0,4 ponto percentual, tanto no Odonto quanto no Saúde, e também no Saúde somado ao Odonto. Também em patamares de ROE que veremos aqui, bem fortes.
Speaker #3: O ROE no trimestre – vale lembrar que existe uma sazonalidade relevante aqui na indústria. Então, esse ROE de 24% seria mais comparável com o ROE de 22% do segundo tri de 2025, ou seja, uma expansão de 150, quase 160 basis points.
Speaker #3: Quando a gente vai para o banco, a gente nota crescimento forte em negócios de 33%. Eu acredito que aqui, durante o call, a gente vai dar bastante foco no tema de inadimplência, mas vale ressaltar que a nossa inadimplência está predominantemente no cartão de crédito.
Speaker #3: O banco é composto por muitos outros produtos. O consórcio vem puxando muito crescimento, inclusive a carteira de empréstimos em outros setores. Também vem demonstrando resultados robustos.
Speaker #3: Então, a gente nota 33% de crescimento de negócios. Foi feito um trabalho substancial pelo Loução e pelo time do banco para uma redução de despesas, como percentual da receita, que a gente chama de índice de eficiência, e a gente está muito feliz com essa melhora, porque ela tende a ser uma melhora mais recorrente ou uma melhora estruturante na operação.
Speaker #3: Indo no tema de atrasos, tivemos notoriamente crescimento de 120 bips na nossa inadimplência de 90 dias. A gente sempre faz o paralelo com uma carteira de mix similar no Banco Central.
Speaker #3: A gente fecha bastante desse gap, mas ainda permanecendo pouco abaixo da média do Banco Central. Quando a gente olha para o nosso 15 a 90, contudo, ele já mostra uma melhora de 20 bps, bastante em linha também com as safras novas de modelos já adaptados, que o Loução vai entrar no Q&A.
Speaker #3: Que já estão mais seletivas nesse crédito mais inadimplente. E, quando a gente olha para o estágio três, ali vem oscilando, a grosso modo, ao redor de 14% a 15%.
Speaker #3: O que isso indica, um pouco para a gente, é: o estágio três é um estágio já classificado pelo banco como estágio de potencial risco maior. Então, desde o quarto trimestre do ano passado, a gente vem indicando uma preocupação, uma cautela maior com os clientes.
Speaker #3: A gente vem reduzindo pouco dessa exposição, e a consequência é a inadimplência vindo e as provisões sendo demandadas. Por fim, no ROE e no banco, nós tivemos ROE de 16,3%, R$138 milhões nesse trimestre.
Speaker #3: Indo para a operação de serviços, aqui continuamos ao redor de 650, 700 mil atendimentos, tanto a casa quanto a automóveis, e pontos de NPS acima ou a par de 80 bips.
Speaker #3: Estamos felizes aqui também de voltar a ter crescimento de receita. A gente vinha com top line um pouco mais pressionado, principalmente por conta de uma decisão da empresa de limpar alguns contratos que eram deficitários.
Speaker #3: Nesse trimestre, voltamos a crescer ao redor de 6%, bastante puxado pelos produtos digitais e pelas parcerias B2B. O ROE cresce sequencialmente na serviço, com lucro líquido de 57 milhões e ROE de 25%.
Speaker #3: No guidance, nós mexemos o nosso guidance, vocês devem ter visto, basicamente, em quatro itens. O primeiro: uma sinistralidade muito encaixada na operação da seguradora viabilizou para a gente reduzir em 0,5 ponto percentual o MID do guidance.
Speaker #3: O MID do guidance, do lado do Porto Bank, a força de outros produtos que eu comentei aqui antes, como consórcio, outros empréstimos, fiança locatícia, capitalização, entre outros, viabilizou aumento de R$ 200 milhões na receita.
Speaker #3: A nossa cautela com a perda de crédito: nós majoramos em R$400 milhões a provisão e o trabalho de eficiência, trazendo para baixo aqui 300 bips, três pontos percentuais.
Speaker #3: Dos relatórios que a gente vem lendo já do mercado e nas nossas estimativas, essa composição de mudança, excluindo o imposto, deveria ser neutra, levemente positiva para lucro.
Speaker #3: O imposto, por fim, foi reduzido, foi revisado em 1% para baixo, principalmente em consequência de três itens: uma TJLP mais alta, que viabiliza juro sobre capital próprio; o segundo, Lei do Bem; e o terceiro é a incorporação da CDF pela Porto Serviço.
Speaker #3: E a incorporação que nós publicamos no primeiro trimestre. Os outros índices todos seguem mantidos, e, com isso, eu gostaria de abrir para perguntas e respostas.
Speaker #1: Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas. Lembrando que, para fazer perguntas, envie, por favor, o seu nome e empresa via ícone de Q&A.
Speaker #1: No botão inferior de sua tela. Caso não queira abrir o seu microfone, por favor, escreva "sem microfone" ao final da pergunta para que possamos verbalizá-la.
Speaker #1: Pedimos que aguardem enquanto coletamos as perguntas. A primeira pergunta vem de Daniel Vaz do Safra. Daniel, pode prosseguir.
Speaker #2: Bom dia, pessoal. Bom dia, Kaki, Dom, a todos. Parabéns pelos resultados novamente. Eu queria focar aqui como o Dom Bento expôs, acho que na parte de perdas, ali na parte de inadimplência, no Porto Bank.
Speaker #2: Se você puder, talvez Dom... não sei se o Loução pode qualificar um pouco mais no detalhe, entender um pouquinho mais de onde está vindo essa inadimplência, de que público essa inadimplência está vindo, se tem alguma coisa um pouco pior do que o esperado para vocês aí. Mesmo vocês já vindo guiando assim, acho que nas últimas interações, no último tri, a gente já tinha a percepção de que isso de fato estava piorando, mas se você puder qualificar se é um público mais de alta renda, se boa parte dessa base de piora é uma parte que a gente já tinha pensado em diminuir anteriormente, se é público legado de mar aberto quando vocês fecharam a operação lá atrás... Até pergunto isso porque a gente pensa no Porto Bank, quando a gente olha para o cliente Porto, a gente imagina um cliente mais de alta renda, que tem cross-sell bem interessante com o produto de veículos.
Speaker #2: E aí, essa piora maior, assim, de cartões, seria legal a gente ouvir um pouquinho de vocês e tentar qualificar onde está essa piora no público. Se é mais overall, se é mais concentrado, se é mais em uma região, clientes sem produtos... Seria bom pra gente ouvir um pouquinho.
Speaker #2: Obrigado.
Speaker #4: Oi Daniel, bom dia. Obrigado pela pergunta. Acho que a sua pergunta já engloba bastante de todas as análises que nós fizemos recentemente.
Speaker #4: Mas é importante a gente quebrar em dois grandes blocos. O primeiro bloco, como você bem recordou, e a gente tratou dele no primeiro trimestre com bastante profundidade, era perfil de cliente que a gente percebia refinanciando mais as suas faturas e as suas dívidas. E ali, naquele momento, a gente entendeu que seria importante e seria profilático nós fazermos uma estrutura de crédito onde, por mais que tivesse ali preço no curto prazo, seria importante fazer, não permitindo que essa carteira se alongasse. E isso nós fizemos e a gente tem mantido essa carteira sob controle do jeito que nós esperávamos.
Speaker #4: O que nós percebemos agora, mais potencialmente no segundo tri, e foi importante a gente reconhecer e já dar a transparência ao mercado sobre isso.
Speaker #4: Nós identificamos perfil da nossa carteira que apesar dele e já respondendo o Pat aqui do que você me perguntou, apesar dele ser oriundo dentro das nossas políticas de crédito de ambiente que a gente chama aqui mais próximo do seguro, ele era cliente que em outros ciclos mais resiliente a cenários como o que a gente está vivendo, mas demonstrou menor resiliência nesse ciclo.
Speaker #4: Quem são esses clientes e como a gente pode identificar para ficar mais fácil para vocês entenderem? É cliente que tem até algum tempo aqui com a gente, três, quatro anos, mas ele vem de uma característica onde ele faz o primeiro seguro, cliente que tem uma entrada em reseis mais baixas e de algumas regiões que a gente identifica.
Speaker #4: Esse perfil que se deteriorou pouco além do que a gente imaginava. Obviamente, a gente não está inerte ou afora do que a gente tem percebido de macroeconômico mais puxado, mais pressionado.
Speaker #4: E o que uma característica quando a gente identifica pouco mais o que tem acontecido com esse cliente quando a gente olha a comparação com o macro é perfil mais empreendedor.
Speaker #4: É cliente onde ele está presente em pequenas e médias empresas, o que correlaciona bastante com o que a gente percebe no cenário macro. Então, quando a gente observa, adicionalmente ao que a gente já esperava e comunicamos no primeiro trimestre, que a gente veria uma piora desse cliente que tem perfil de refinanciar mais.
Speaker #4: Beleza, identificamos e está acontecendo como a gente imaginava. Adicionado a esse perfil que eu acabei de descrever aqui, foi o ajuste necessário que nós precisamos fazer para passar aqui o ano de 2026.
Speaker #2: Não, está ótimo. E se eu puder complementar com uma segunda pergunta, Loução, todos os ajustes já foram feitos? Vocês têm alguma visibilidade se essa curva de piora tende a se acomodar em algum momento em 2026 ou ainda é muito cedo para falar?
Speaker #4: Olha, nós fizemos, até eu fiz, backtest bastante profundo sobre esses perfis nas últimas safras, para a gente poder até entender como estavam os nossos modelos de crédito e o que a gente estava identificando.
Speaker #4: O que ficou muito claro é que a própria aderência das variáveis macro nesse perfil, na entrada, a gente já está bloqueando bastante. Para você ter uma ideia, no mês de junho, para dar um número exato e o último do trimestre, 93% dos que entraram na conta nova do cartão de crédito eram bem distantes desse perfil.
Speaker #4: Então, a gente acredita que as nossas políticas de crédito, por mais que precisem sempre estar reproduzindo aquilo que a gente enxerga no mercado, os últimos ajustes que nós fizemos já estão bastante precisos.
Speaker #4: O que muda pouco e a gente já tem feito bastante, talvez vocês vão perceber até que a gente vai ter uma variação na nossa base de cartões, é que uma vez identificado e a tempestividade daqueles que já estão no portfólio, que já entraram em outros momentos, e tem até uma idade de portfólio, a gente vai ser cada vez mais rigoroso em gestão de limites, gestão de portfólio desses públicos que a gente está identificando.
Speaker #2: Está ótimo, muito obrigado.
Speaker #1: A próxima pergunta vem de Arnon Shirazi do Citi. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #5: Fala, pessoal, bom dia. Bacana estar aqui novamente. Minha pergunta é para a Patrícia, mais relacionada à parte de seguro auto. A gente viu uma boa aceleração esse trimestre, e também ganho de share, se eu não me engano, aí nos primeiros cinco meses do ano.
Speaker #5: Coisa de market share por volta de 27%. Então, assim, o tema que a gente vem discutindo bastante aqui, principalmente, é sobre competição. Então, como vocês têm visto o cenário competitivo, vocês tinham alguns players que estavam mais agressivos, você acha que isso acabou baixando pouco recentemente?
Speaker #5: Obrigado.
Speaker #6: Bom dia, Arne, obrigada pela pergunta. A gente no cenário de automóvel, eu queria destacar aqui, a gente vê cenário competitivo como automóvel sempre foi ainda intenso, mas a aceleração se atribui a alguns fatores.
Speaker #6: A gente mantém altíssimo compromisso com a rentabilidade e isso é firme ao longo do tempo, mas tem quatro principais movimentos internos da Porto que ajudam a acelerar no seu crescimento.
Speaker #6: O primeiro, a gente trabalhou fortemente seu último tempo com a revisão do nosso portfólio. A gente garante que desde a entrada até uma premium temos com nossas marcas azul Itaú e Porto produto para cada necessidade do cliente.
Speaker #6: segundo motivo que a gente atribui essa aceleração de crescimento é a sofisticação analítica. Como você bem comentou, contamos com 27% de participação de mercado a nível Brasil, regiões como São Paulo, por exemplo, 39% de participação.
Speaker #6: E com uma frota de 6,3 milhões de veículos, isso dá a Porto uma massa crítica super relevante na hora de sofisticar em termos de analytics, precificação, subscrição, são muitos dados que combinados com a aceleração do nosso investimento nesses capabilities têm apoiado a gente encontrar mais oportunidades nesse segmento.
Speaker #6: Terceiro ponto, tecnologia. A gente fez investimento importante ao longo dos últimos tempos para unificar a tecnologia da Porto e da Azul. Isso quer dizer em termos práticos que no passado corretor que cotava em duas plataformas distintas os sistemas de sinistro que eram apartados hoje funcionam na plataforma só.
Speaker #6: Isso dá mais agilidade ao nosso corretor para cotar e oferecer a Porto de forma mais fácil. E quarto ponto, mas não menos importante, é o relacionamento com os corretores.
Speaker #6: A gente conta com uma rede de 40 mil corretores que cotam a Porto que defendem a companhia e a gente investe nesse canal de forma relevante.
Speaker #6: Essa parceria com os corretores é também importantíssimo nessa aceleração. Então, a gente atribui esse crescimento do automóvel, que foi de uma carteira que no último tri de 25 andou de lado, primeiro tri de 26 cresceu 3% e agora cresce 8%, atribuímos a investimento interno da companhia para a gente defender a nossa posição de mercado mantendo aí os altos de rentabilidade que compromisso que a gente mantém.
Speaker #5: Bacana, super claro. Obrigado, Patrícia.
Speaker #1: A próxima pergunta vem de Caio Prato, da UBS. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #2: Bom dia, pessoal. Obrigado pela oportunidade de fazer uma pergunta. Tenho duas aqui do meu lado, por favor. A primeira ainda em relação ao Auto, aproveitando a Patrícia.
Speaker #2: Se puder comentar pouquinho em relação à sinistralidade no trimestre. Acho que veio patamar bem saudável, acho que é abaixo do que o mercado esperava.
Speaker #2: Foram dados bons aí ao longo do trimestre. Queria entender a que vocês atribuem essa performance do tri específico e o que dá para esperar para frente.
Speaker #2: Parece um pouco mais baixo do que o usual e tem alguma mudança ali mais estrutural que a gente pode imaginar para os próximos trimestres e anos.
Speaker #2: Segunda pergunta em relação ao saúde. A gente já está vendo ritmo de crescimento pouco menor ao longo dos últimos trimestres, obviamente com uma base já muito mais alta, mas eu queria entender como que vocês estão vendo o ambiente competitivo no saúde e o que isso pode querer dizer, não só para esse ano, que acho que a gente já tem o guidance que ficou inalterado, mas de repente para o ano que vem em relação a crescimento.
Speaker #2: Obrigado.
Speaker #6: Caio, começando aqui pela seguradora, foi um trimestre, de fato, com uma sinistralidade bastante controlada, o que leva no semestre a 50%. O principal fator dessa sinistralidade é que as carteiras estão funcionando bem. Você comentou automóvel, mas patrimonial e vida também contribuem para uma boa sinistralidade da seguradora.
Speaker #6: E na automóvel mais especificamente, a gente atribui essa sinistralidade controlada a uma política de subscrição precificação e gestão do sinistro que mantém muita disciplina.
Speaker #6: Então, a gente navegou aí em 2025, ciclo e ambiente competitivo bastante intenso no automóvel. A gente manteve nossa política de precificação e estamos colhendo agora essa safra, que vem realmente com sinistralidade controlada.
Speaker #6: Em termos das frequências como um todo, aqui desde perda parcial, roubo, alagamento, tudo muito dentro do esperado. E a gente já reconhece essa melhoria na sinistralidade nesse primeiro semestre no nosso guidance.
Speaker #6: O movimento do automóvel aí como sinistro muito bem comportado faz a gente revisar o guidance da seguradora como todo, para 50 a 54, que aí uma melhora de meio ponto percentual na sinistralidade.
Speaker #6: Então, no guidance, a gente já reflete essa melhora na sinistralidade e o que esperamos para o ano.
Speaker #2: Caio, bom dia. Obrigado pela pergunta. Aqui tem dois temas. Primeiro, você está correto, esse delta de crescimento é pouco menor, mas para qualificá-lo, acho que tem impacto importante em mudança de mix de produtos.
Speaker #2: Então, se a gente olha um ano atrás, aproximadamente 70% da carteira eram os produtos que a gente chama de tradicionais; 30% eram as novas linhas. Hoje em dia está 50 a 50, aproximadamente.
Speaker #2: Então, se a gente olhar esse crescimento de 14,8% e proformar a base antiga, ou seja, se a gente tivesse com o mesmo mix de carteira, a gente estaria crescendo 23%.
Speaker #2: Aproximadamente. Então, a gente tem esse impacto de mix de carteira e que, com certeza, em bases comparáveis vai, entre aspas, pressionar nosso crescimento aqui nos próximos anos, com certeza.
Speaker #2: Então, dado crescimento de vidas que no mesmo período bem superior ao crescimento de carteira. Então, você pode ver que tem essa questão de mix.
Speaker #2: A pergunta é, faz sentido? Aparentemente faz, dado a performance de sinistro que a gente vem encontrando com essas novas linhas de produtos, mas sem dúvida no comp base aqui, ano contra ano, a gente vai passar alguns trimestres ainda com essa pressão e depois de uma estabilização isso volta a crescer mais em linha com o crescimento da carteira.
Speaker #2: Em relação à competição de mercado, a gente vê de fato os diversos players bastante competitivos. Eu não vejo arrefecimento aqui de competição. Alguns extremamente agressivos, outros agressivos.
Speaker #2: A gente segue sendo técnico, e que o nosso estratégia de novos produtos, novas linhas, a gente entrou agora nesse ano aqui em novas cidades no interior de São Paulo, a gente lançou seis produtos regionais aqui.
Speaker #2: Então, a gente segue numa estratégia de abrir praças agora principalmente no interior de São Paulo, e lançar novos produtos aqui, tanto no saúde quanto no odonto.
Speaker #2: E eu acho que sim, olhando para o ano que vem, a indústria toda e a Porto não é imune vão ter sinistralidades pouco maiores.
Speaker #2: Sobre isso, vale ressaltar o seguinte, a gente está no 12o trimestre consecutivo de queda de sinistro. Então, são 12 trimestres seguidos, três anos sequencialmente caindo sinistro, e como a gente já falou anteriormente, talvez até patamar, com certeza num patamar menor que a gente esperava aqui.
Speaker #2: Então, olhando para frente, dado o reajuste técnico de preços para trazer a gente para o sinistro alvo dos produtos lançados, que performaram melhor do que a gente imaginou, a gente vai ver uma subida sequencial, gradual e potencialmente controlada dos sinistros nos próximos ciclos, sim.
Speaker #1: Claro, obrigado.
Speaker #3: A próxima pergunta vem de Antônio Ruet, do Bank of America. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #2: Bom dia, pessoal. Muito obrigado pelo tempo de vocês. São duas perguntas aqui do meu lado. A primeira é em Asset Quality ainda, voltando ali na pergunta do Vass.
Speaker #2: Então, para entender pouquinho a trajetória aqui, se a gente pega o quanto vocês despesaram em provisão no segundo tri e assume mais ou menos o mesmo nível ali até o final do ano, se eu estou correto aqui, indica o meio do guidance.
Speaker #2: Então, indica que até como o CAC 9 usou esse termo, novo patamar de provisionamento. Então, querendo entender pouquinho qual que é o melhor, a melhor estimativa de vocês agora.
Speaker #2: É de fato isso? É novo patamar? Vocês vão precisar segurar a provisão mais elevada nesse nível até o final do ano? Tem caráter mais de ajuste e o guidance foi relativamente conservador, ou seja, vocês esperam que ele caia, a provisão caia no segundo semestre?
Speaker #2: Ou, de fato, a coisa está muito incerta ainda? E existe uma probabilidade boa de aumento nos próximos três. Então, queria entender um pouquinho mais qual que é a cabeça de vocês hoje?
Speaker #2: Eu entendo que muita coisa pode mudar, mas a cabeça de vocês hoje para o provisionamento. E a minha segunda pergunta vai ali na vertical de seguros.
Speaker #2: A gente vê aumento bem expressivo de despesa com selling ali. Então, o ratio aumentou bem. Então, queria entender se teve alguma campanha excepcional, ou se deveria ser também um novo patamar.
Speaker #2: E em primeiro lugar, se foi uma campanha, por que precisou? Está num momento mais de demandar esse tipo de despesa agora? Muito obrigado.
Speaker #1: Obrigado, bom dia, Antônio. Eu vou pegar primeiro aqui, depois vou passar para a Paty a segunda. O guidance, ele não foi construído com essa gordura, por assim se dizer, que vocês fazem referência.
Speaker #1: Eu acho que o cenário do mito do guidance, a gente quando coloca guidance no cenário do meio, é o nosso melhor estimativa hoje. Eu só não sei se eu falaria, que é novo patamar, porque como o mercado até mesmo se refere e vocês também, são ciclos de crédito.
Speaker #1: A gente vem aumentando muito o cost of risk relacionado a esse custo de crédito relacionado à carteira. É predominantemente no cartão. Hoje, quando a gente olha a nossa estimativa para 2026 fechado, ela é resultado tanto em patrimônio, que a gente não quebra ROE por produto, mas, enfim, o ROE no produto do cartão não condiz com o passado e nem com o nosso apetite de risco.
Speaker #1: Então, ele é o patamar desse ano, é difícil pouco para a gente também, porque a gente consegue mapear o que está acontecendo hoje. O mercado vem piorando na margem.
Speaker #1: Então, é difícil para a gente falar, pô, não pode se arrastar no ano que vem ou não pode piorar. É muito difícil, porque a gente não fechou o guidance para o ano que vem, a gente não tem os inputs necessários.
Speaker #1: Mas, hoje, como a gente olha na carteira, o meio do guidance seria a nossa melhor estimativa. E se esse é um patamar que a gente acha que é um novo patamar, a resposta é não.
Speaker #1: A gente quer trabalhar com patamar abaixo disso. A Paty pode?
Speaker #3: Perfeito. Antônio, falando sobre o crescimento do automóvel, como eu comentei, teve quatro fundamentos que levaram à aceleração: portfólio, inteligência analítica, tecnologia e essa parceria com o corretor.
Speaker #3: Respondendo à tua pergunta, como a parceria com o corretor, teve vários programas que a gente tradicionalmente opera na Porto que funcionam bem. O nosso nível de comissões é maior que o mercado tradicionalmente, isso já é uma coisa histórica.
Speaker #3: A gente testou alguns programas novos nesse trimestre, e alguns funcionaram; outros a gente aposenta. Então, a tendência, quando falamos de despesa de comercialização ainda se mantendo em patamar elevado, o que reconhece o corretor que é maior que o nosso mercado, tende a cair por essa revisão de alguns dos programas que a gente testou no trimestre.
Speaker #1: Deixa eu voltar aqui rapidamente, porque tem dois patamares aqui que eu queria comentar só rápido. Eu estou me fazendo referência ao custo de risco do cartão de crédito, no patamar.
Speaker #1: Então, provisão dividido por carteira média. Quando você fala em nominal, como a carteira inteira cresce, os patamares de provisão, nominalmente falando, podem ser estáveis ou continuar crescendo.
Speaker #1: Eu estava me referindo apenas que eu entendi que era a sua pergunta. Ali no produto que a gente está com pressão.
Speaker #2: Não, estava claro, Dom. Muito obrigado aí, pessoal.
Speaker #3: A próxima pergunta vem de Tiago Binsfeld, do Goldman Sachs. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #4: Oi, bom dia, pessoal. Obrigado por pegarem minha pergunta. Eu queria continuar no tema do banco, mas olhar mais para o lado de receitas. Considerando aí que vocês revisaram o guidance para cima, só entender um pouco mais a composição: quanto deve vir de serviço e consórcios, quanto que vem de crédito.
Speaker #4: E eu sei que vocês não têm guidance de carteira, mas a gente vê que não teve uma desaceleração de carteira, pelo contrário, até cresce no tri a tri.
Speaker #4: Só entender o que vocês veem de apetite a crescimento de carteira até nesse contexto mais desafiador de crédito que vocês vêm comentando até aqui.
Speaker #4: Obrigado.
Speaker #2: Obrigado pela pergunta. Quando a gente fala do crescimento de receitas, boa parte vem da parte que a gente chama aqui de fee-based, você chamou de serviços, que vem das nossas carteiras de consórcio e também de capitalização do Garantia Locatícia.
Speaker #2: Existe, sim, uma movimentação natural de carteira no cartão de crédito. O nosso transactor é muito bom, a nossa carteira transactor cresce também, mas é natural que um maior provisionamento de perdas tenha uma parte ali da carteira de rotativo que transaciona na carteira do rotativo. Mas a maioria do aumento de receitas está vindo de negócios que nós estamos alavancando de fee-based.
Speaker #2: Se a gente comparar com o tri anterior, os negócios cresceram acima de 40%, tanto risco financeiro quanto consórcio. Quando você pergunta sobre desaceleração, é natural.
Speaker #2: Se você observar os nossos números de cartões unitários, por exemplo, você vai perceber quase 100 mil cartões a menos do que o tri anterior, demonstrando que a gente está mais seletivo no produto, em especial no cartão de crédito.
Speaker #2: Hoje a nossa carteira de crédito, ela é 80% é cartão. A gente está num trabalho bem importante aqui no banco, de diversificar isso. A gente tem outros produtos colocados agora, até como consignado, ao longo do tempo a nossa intenção é ir diversificando essa carteira, ela ficar até mais comparável com outros players que têm a quantidade de produtos que nós temos.
Speaker #2: O foco em crédito hoje aqui dentro do Porto Bank, junto com todos os nossos parceiros, são em créditos com garantia, em especial o Carteira Crédito, que vem crescendo bastante ao longo dos trimestres.
Speaker #1: Se eu puder complementar aqui, Tiago, só para você ter uma ideia, de uma carteira total nossa de uns 23,5 bi, a gente tem uma carteira de 6 bi e meio, eu estou arredondando, 6 bi e meio que rende juros.
Speaker #1: Se a gente quebrar essa carteira em dois, a nossa carteira de cartão está, grosso modo, crescendo entre 0 e 1. E os outros que o Lawson comentou, empréstimo e financiamento, Carecoit, etc., são basicamente 100% do crescimento.
Speaker #1: É que se você dá double click, aí você veria melhor.
Speaker #2: Aqui complemento adicional, Tiago. Essa diversificação que o Lawson mencionou, de certa forma, é terceiro driver que se soma àquele de digitalização, contatos telefônicos, de avenida mesmo de crescimento.
Speaker #2: A gente tem experimentado essa estratégia com muito sucesso na seguradora, e, quando a gente olha como as instituições financeiras que têm portfólio de produtos similar ao que o banco tem, há um potencial importante de diversificação e, de alguma forma, com uma avenida relativamente protegida de crescimento, que é a base crescente de clientes, atualmente em 19 milhões de pessoas dentro do ecossistema da Porto.
Speaker #2: Portanto, o que a gente deve ter nos próximos anos é realmente crescimento no mix de outros produtos de crédito que não o cartão de crédito, ainda que esse ainda deverá crescer obviamente dentro desses mix saudáveis de clientes que a gente mencionou agora há pouco.
Speaker #4: Perfeito, está claro. Obrigado.
Speaker #3: A próxima pergunta vem de Guilherme Grespanda, JP Morgan. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #4: Oi, bom dia, Caqui, Domingos, todo time. Minha pergunta continua sendo no banco, pessoal. Eu fiquei na dúvida aqui, na verdade me intrigou tanto quanto a PDD ou NII.
Speaker #4: A gente viu uma queda aqui de NII no banco, e eu acho que a primeira coisa que vem na cabeça quando a gente vê essa queda de NII seria o stop accrual do cartão de crédito, mas olhando as notas explicativas, eu vi uma marcação negativa de R$53 milhões em financiamento, que eu acho que é essa operação de veículos.
Speaker #4: Então, eu não sei se por ser IFRS talvez alguma questão de NPV aqui, mas a nota explicativa mostra uma receita de crédito antes de despesa de juros e antes de provisão já negativa em 53 milhões.
Speaker #4: Eu queria entender o que foi essa marcação, e se tiver a ver com IFRS, o que é o outlook aqui para NII olhando para frente, se deveria continuar havendo quedas ou deveria haver uma reaceleração.
Speaker #4: Obrigado.
Speaker #1: Bom dia, Grace. Obrigado pela pergunta. A gente confirmamos para você, porque o valor no absoluto não é tão grande, mas tem tema de descontos.
Speaker #1: Que a gente pode ter outorgado para algum empréstimo, para algum evento que pode ter pegado. Lembrando que os descontos correm como dedutor de receita.
Speaker #1: Esse é o primeiro que me vem na cabeça, a gente certamente pesquisa e te fala.
Speaker #4: Está bom, perfeito. E o outlook de NII para frente, vocês conseguem dar alguma visibilidade? Deveria ser queda ou a gente deveria ver uma reaceleração desse nível?
Speaker #1: Direcionalmente, a gente revisou para cima a nossa receita total, eu não anteciparia uma queda por assim se dizer para falar os nossos termos. Agora, uma contribuição relevante no nosso NII vem de cartão de crédito, e o dado que eu acabei de passar aqui, o nosso interest earnings do cartão de crédito cresceu 0, 0,9 para ser preciso.
Speaker #1: E a gente, na margem, não está com muito mais apetite. Então, eu não assumiria uma aceleração na receita de juros, principalmente puxada pelo cartão.
Speaker #1: É que os outros estão crescendo ali, os seus 10 com 15, precisa ver o blend disso tudo.
Speaker #2: Eu ouvi isso para ele. Esse é um tema bem importante da gente sublinhar. No guidance que nós estamos apresentando para o mercado, ele não considera uma variação significativa do NII.
Speaker #2: A gente está tendo uma visão bastante conservadora nesse momento, e bem em linha com o que a gente vem compartilhando com vocês sobre filosofia de guidance desde que ele foi implementado aqui na companhia.
Speaker #2: É uma visão sempre bastante consistente com leve viés, conservador, e isso se aplica também no NII.
Speaker #4: Perfeito, obrigado.
Speaker #3: A próxima pergunta vem de Eduardo Rosmando, BTG Pactual. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #4: Bom dia a todos. Queria voltar aqui no tema da Porto Bank. Se vocês pudessem dar update sobre o produto de banking. Eu entendo que vocês tinham uma parceria com o Itaú, vocês usariam uma espécie de white label deles, e agora vocês vão ter que fazer por conta própria.
Speaker #4: Tinha também uma expectativa de aumentar aí de receita com recebíveis, com os prestadores. Tem business de adquirência, enfim. Se vocês pudessem dar um update, assim, sobre novas fontes de receita, e como é que vocês vislumbram o business de banking para frente, porque eu acho que está dentro da expectativa de vocês; é dos lugares que deveria ter mais crescimento de lucro.
Speaker #4: Obrigado.
Speaker #2: Perfeito, obrigado, sim. Nós dentro da nossa dentro do nosso projeto de internalização do quadro bancário, ele continua em andamento, nós estamos fazendo ele esse ano, mas nós não desaceleramos em hipótese alguma a oferta da conta para os nossos clientes aqui do ecossistema.
Speaker #2: A gente atingiu aí, por volta recentemente, 2 milhões de contas que nós estamos incluindo no ecossistema, o que já permite a gente começar a ter banking como caixinha, investimentos, PIX, o que vai trazendo oportunidades também de a gente aumentar o relacionamento com o cliente e, em especial, gerando novas receitas.
Speaker #2: O projeto de internalização do quadro bancário segue conforme a gente tinha comentado com vocês. A gente tem uma expectativa, obviamente, que aconteça nos próximos trimestres.
Speaker #2: Com relação à parte de captura de valor, mesmo do nosso ecossistema, já nesse primeiro semestre foram praticamente R$ 400 milhões que nós oferecemos em opções de crédito para os nossos parceiros comerciais, desde corretores, parceiros da vertical de saúde e outros negócios que a gente tem também.
Speaker #2: Então, a gente já começou essas jornadas de captura e levar opções de produtos do banco para os nossos clientes do primeiro nível aqui PJ.
Speaker #2: É importante lembrar que eu estou falando de crédito performado. Aquilo que a gente conhece é a relação que a gente tem com os nossos clientes PJ e os nossos fornecedores.
Speaker #1: Só complementando, Rosmand, a mudança do provedor de bank as a service teve, praticamente, como impacto líquido a extensão do cronograma de implementação, exatamente, da conta PJ.
Speaker #1: O que nós fizemos então, o time do Bank, como o Loção bem explicou, trabalhou para utilizar, hoje, já os canais transacionais que nós temos com os principais parceiros para antecipar os produtos de crédito. Mas a gente preserva aquele planejamento anteriormente compartilhado com vocês, de ter uma oferta full service pessoa jurídica que, de uma forma bem pragmática, a gente deveria estar falando com vocês novamente ao longo do primeiro semestre do próximo ano, aí sim já com produtos implementados sobre a nova base de serviço, de banking as a service.
Speaker #4: Ótimo, obrigado.
Speaker #3: A próxima pergunta vem de Henrique Navarro, do Santander. Por favor, pode prosseguir.
Speaker #5: Obrigado a todos. Obrigado pelo oportunidade de a gente fazer perguntas Alguns dados mais recentes do IPCA, vieram positivos para o Brasil. Na parte de serviços, quando a gente dá uma olhada nisso, tem lá menor aumento no seguro de auto.
Speaker #5: Então, estou falando do Brasil como um todo. E esses dados são mais recentes. Então, a minha pergunta para vocês é: de certa maneira, isso denota talvez uma guerra de preços ou uma pressão de preços do lado dos seguros.
Speaker #5: A minha pergunta para vocês que têm mais visibilidade nisso é: esses dados de IPCA, é efeito retardado de cenário competitivo mais pesado que a gente viu acontecer no primeiro tri e que só agora está aparecendo nos dados do IPCA?
Speaker #5: Ou vocês acham que esse cenário um pouco mais difícil de competição — a gente viu alguns players internacionais no início, no primeiro tri, mais agressivos — se isso continuou e talvez esteja entrando até agora?
Speaker #5: Obrigado.
Speaker #2: Henrique, bom dia. Há, sim, ainda patamar de agressividade importante de preços nesse mercado, porém, felizmente, já está num nível muito mais arrefecido do que a gente viu no segundo semestre do ano passado.
Speaker #2: A gente tem nessas medições de IPCA certo atraso, em relação à fotografia que a gente está vivendo agora, porém, o aspecto mais relevante desse indicador, no que diz respeito a Porto, é que a gente não a exemplo do que foi muitas vezes mencionado aqui nos calls dos últimos trimestres, a gente foi bastante resiliente no período mais agudo dessa disputa, não entrando de forma nenhuma e agora, diria que esse risco está ainda mais distante, porque, como eu disse, o mercado se mostra pouco mais disciplinado ou menos agressivo em preço.
Speaker #2: Ainda assim, como esses indicadores representam uma média, tem players que estão mais extremados, mas a receita ou a fórmula que a Porto tem usado para neutralizar parece ser bastante efetiva.
Speaker #2: A gente está celebrando trimestre muito robusto na seguradora, especialmente na carteira do auto, ainda que todas as outras tenham expandido e tenham crescido, e isso advém dos ativos que a companhia já tinha, mencionados aqui, relacionamento com o corretor, a base de clientes, o percentual de renovação que nós temos da nossa carteira, que é estruturalmente superior ao do mercado e de forma material, acrescido do que a gente tem aplicado de novas tecnologias justamente de precificação.
Speaker #2: A Porto tem aqui na companhia, nesse último tri, ganhado entusiasmo adicional com essa jornada em função da efetividade verificada das iniciativas de inteligência artificial aplicada à precificação, que a gente começou a implementar no terceiro tri do ano passado.
Speaker #2: As provas de conceito se mostraram efetivas, os grupos controles, e a gente rolou isso no segundo tri. Então, a gente tem conseguido, através de outras ferramentas, ficar de alguma forma ao largo dessa competição mais predatória em preço.
Speaker #5: Muito obrigado.
Speaker #3: A próxima pergunta vem de Marcelo Missaí, do Bradesco BBI. Por favor, pode prosseguir. Marcelo, seu microfone está liberado.
Speaker #4: Olá, pessoal, tudo bem? Obrigado pela oportunidade. Queria voltar na vertical Porto, primeiro parabenizar a Patrícia, realmente o número foi muito bom, muito melhor do que o esperado, inclusive até os dados públicos da SUSEP a gente ainda não tinha visto esse número, então provavelmente o último mês ou do tri foi pouco melhor.
Speaker #4: Ela já falou bastante sobre isso, mas talvez eu queria voltar um pouco, a gente escutou de você no começo sobre novos tipos de veículos, de repente as pontas, a Porto está um pouco mais aqui no altíssimo luxo, altíssima renda. Você falou também sobre motos, tem o acordo que a Porto tem com a BYD, enfim. Eu queria entender um pouco, se você pudesse compartilhar com a gente, se tem aqui, eu entendi do esforço feito, não estou minimizando isso, o esforço feito com a força de venda. Agora, do ponto de vista do underwriting, se a Porto passou a ganhar market share de produto que ela não tinha participação ou a Porto está mais ativa num produto que ela não tinha participação, e se isso é a justificativa ou driver dessa reaceleração. E aí a outra pergunta seria como pensar a sinistralidade, quer dizer, esse produto tem uma sinistralidade diferente? Até fazendo aqui uma analogia, por exemplo, os veículos elétricos, a gente ainda não sabe, ainda o mercado é muito novo, com perspectiva de depreciação e tal. Então queria te ouvir também um pouco mais sobre isso, se for o caso aqui dos veículos elétricos estarem ajudando aqui o prêmio, ok?
Speaker #4: Obrigado.
Speaker #6: Certo. Marcelo, o crescimento do automóvel de 8% nesse trimestre vem de crescimento nos diversos segmentos da Porto, desde os produtos de entrada, que você bem comentou, mas também crescimento nas linhas premium. A gente, hoje, conta com portfólio de diversas marcas. Azul, por exemplo, é uma marca que a Porto trabalha já há mais de 20 anos, onde temos portfólio de produtos mais enxutos para aqueles clientes sensíveis a preço, que teve bom crescimento. Lançamos, por exemplo, nesse portfólio, seguro para motorista de aplicativo, que vem crescendo. Lançamos produto de moto. Então tem, sim, crescimento do portfólio de produto de entrada, mas tem também crescimento da carteira tradicional da Porto e do premium, muito alavancado pelo que aqui comentou: um ótimo índice de renovação e de captura de seguros novos.
Speaker #6: Quando pensamos na sinistralidade, a gente gerencia carteira olhando cada dos segmentos e tem ponto importante, mesmo para aquele segmentos como moto, por exemplo, que tem uma história mais recente, não é de poucos anos, mas é mais recente na Porto, a gente tem massa crítica suficiente para conseguir, não só precificar, mas fazer boas projeções de risco, hoje contamos com 6,3 milhões de veículos na frota, a gente já consegue fazer hoje uma visão safrada de veículos chinês, de veículo elétrico, de moto, por marca, então essa escala que é a beleza da Porto é fundamental para a gente poder não só crescer nesse segmentos, mas crescer com a segurança, da sinistralidade e do que a gente está trazendo.
Speaker #6: E assim como a gente vem segmentando cada vez mais a precificação, oferta de produtos, a gente especializa o nosso pós-venda, então temos times hoje dedicados, por exemplo, para veículos elétricos, para veículos chineses, então é todo ecossistema aí que cresce tanto na entrada como no mais premium, para a gente ter uma carteira saudável ao longo do tempo.
Speaker #4: Ok, obrigado. Então, só para na questão de sinistralidade, dá para falar que essa safra que está vindo, ela tem uma sinistralidade diferente? Melhor ou pior do que talvez as safras do ano passado ou não?
Speaker #6: Olha, a gente até reconhecendo agora, vimos no primeiro trimestre uma sinistralidade muito estável, índice combinado da seguradora como um todo estável, e a gente no nosso guidance revisou a nossa sinistralidade em meio ponto percentual para melhor.
Speaker #6: Então a gente de fato está entendendo uma estabilidade na sinistralidade da seguradora, com viés aí positivo para esse segundo semestre, com essa revisão do guidance.
Speaker #4: Ok, obrigado, Patrícia.
Speaker #3: A próxima pergunta chegou por texto do Carlos Gomes Lopes, do HSBC. Há contraste entre o que vemos no segmento de seguros, com o aumento gradual da demanda, e as dificuldades na área de crédito.
Speaker #3: Está correto esse entendimento? Ou seja, segmento está melhorando enquanto o outro, que é cartões de crédito, está se deteriorando? Além disso, vocês mencionaram que apenas 7% dos novos clientes de cartão de crédito têm o perfil que vocês escreveram e que pretendem evitar.
Speaker #3: Qual era esse percentual anteriormente? E qual é a participação desse grupo na base total de estoque de clientes?
Speaker #2: Hi, Carlos, good hearing from you. Vou responder em português aqui, mas always a pleasure. É um ponto muito bom que você trouxe, é uma tese aqui nossa interna.
Speaker #2: A Porto, seguro como todo, ela dobrou a quantidade de clientes. Nesse processo, teve uma inclusão securitária super relevante. Então, assim, hoje o cliente da Porto, ele é muito mais extenso e, consequentemente, ele está descendo nas pirâmides.
Speaker #2: Econômicas. Talvez a nossa operação de cartão de crédito, e acho que é benefício e talvez seja o ajuste que a gente está fazendo agora, inclusive nos nossos modelos de crédito.
Speaker #2: o. O perfil do cliente médio da Porto, talvez percebido como mais o topo da pirâmide, mais uma importância assegurada que a gente se refere aqui como IS, mais alta, ela não é mais constante.
Speaker #2: A gente vem conseguindo crescer de maneira saudável e rentável essa base. Mas isso trouxe, nesse trimestre, nessa experiência que a gente está tendo esse ano, índice de inadimplência maior, justamente por a gente estar navegando mercados não apenas do topo de cima.
Speaker #2: Então, eu acho que isso conversa pouco com essa dicotomia de você ter, por um lado, uma operação muito forte, crescente, e, por outro, a gente está indo em mercados diferentes.
Speaker #2: Não sei se o Loção quer complementar mais alguma coisa, ou ficar aqui.
Speaker #5: Por favor, Loção, depois eu. Não, eu acho que só respondendo uma parte que você perguntou sobre como era essa aprovação antes. Eu acho que um ponto super importante é que esse perfil de cliente era totalmente resiliente aos outros ciclos.
Speaker #5: O que a gente tem notado é, e é isso que a gente está ajustando nas nossas políticas, hoje, por exemplo, não tem seguros de automóvel.
Speaker #5: Quer dizer, eles entraram com seguros de automóvel e não têm. O que nos permite retroalimentar os nossos modelos de crédito, os nossos modelos de análise, é com uma certa facilidade.
Speaker #5: Então, essas são as medidas que nós acabamos de adotar na entrada, na concessão do crédito. A gente percebe que isso já está bem capturado pelos modelos, e é o que a gente está fazendo agora na análise de portfólio. E reforçando aqui a necessidade de provisionamento, porque a gente realmente busca rentabilidades maiores do que a gente apresentou nesse tri, e esse perfil não trouxe.
Speaker #2: O Carlos, queria de fato agradecer tua pergunta, porque ela permite oferecer alguns ângulos importantes sobre o momento e sobre a estratégia da companhia que vem se desenvolvendo no longo prazo.
Speaker #2: Complementando o tema do crédito, de fato, a gente está falando sobre percentual relativamente restrito de clientes do cartão sobre a base toda, os 7% que você mencionou, que tem o perfil já descrito aqui com bom nível de detalhes pelo Loção, e esse cliente, a gente não vê uma possibilidade de recuperação no curto e médio prazo.
Speaker #2: Nem do poder de compra, muito menos da capacidade de crédito. É isso que eu me refiro quando lá na introdução menciono sobre novo patamar de provisionamento, porque na prática a gente está contando que esse cliente não volta, esse perfil de cliente não volta para a base e a gente tem ainda processo de gerenciamento dessa carteira que demandou aumento da provisão, quase que dedicado a esse grupo.
Speaker #2: Mas o ângulo que eu acho mais relevante, também parte da sua pergunta, você falou: "Pô, essa situação de crédito comparada hoje com o crescimento do seguro." Essa deverá ser, não especificamente nessas duas carteiras, mas a variação entre as carteiras, entre os produtos das verticais, a realidade da Porto ao longo das próximas décadas.
Speaker #2: O modelo que foi estruturado tem, a nosso ver, a grande virtude de conseguir entregar, trimestre a trimestre, uma expansão do grupo, quer seja em receita, quer seja em lucratividade, preservando os patamares de ROAE significativamente acima do custo de capital e, em especial, absorvendo — esse é o aspecto mais importante — as variações típicas que uma macroeconomia, com a volatilidade brasileira, te confronta de tempos em tempos.
Speaker #2: Então, em algum momento pode ser a carteira do vida, em outra pode ser a saúde, a de serviço. Reparem que nesses últimos três, e estou falando só, fazendo referência a esses que nós estamos juntos, praticamente em todo tri a gente teve alguma carteira com uma performance abaixo da expectativa, no segundo tri do ano passado, exatamente ano, a gente falava justamente sobre a preocupação da expansão do alto.
Speaker #2: E ainda assim, a companhia continuou como grupo entregando essa linha de linearidade de resultados. É isso que o nosso guidance sugere, e é o que a gente persegue aqui todos os dias, a fortaleza do grupo está justamente nessa capacidade de absorver as variações entre as diferentes carteiras, produtos e serviços.
Speaker #1: Encerramos, neste momento, a sessão de perguntas e respostas. Gostaria de passar a palavra aos executivos da Porto para as considerações finais da companhia. Por favor, senhores, podem prosseguir.
Speaker #2: Em nome de todo o nosso time aqui, eu gostaria de novamente agradecer a típica atenção de vocês, com a Porto, e reforçar que estamos todos à disposição tempestivamente para qualquer necessidade de maiores esclarecimentos.
Speaker #2: ótimo dia a todos. Obrigado.
Speaker #1: A videoconferência da Porto está encerrada. Agradecemos a participação de todos e tenham bom dia.
