Q2 2026 JHSF Participacoes SA Earnings Call
Speaker #3: Começamos fazendo isso dentro do São Paulo Surf Club, quando apresentamos a da quadra de tênis, o São Paulo Surf Club, o nosso clube aqui ao lado.
Speaker #3: É onde os nossos membros podem surfar a poucos minutos do Complexo da Jardim e, também a poucos minutos, da Faria Lima. E hoje, estamos aqui na Usina São Paulo, onde será em breve a nova sede da JHSF.
Speaker #3: Esse é um projeto muito especial para nós, porque é um projeto em que a JHSF está transformando essa área do Rio Pinheiros. A gente iniciou esse projeto entregando a primeira fase, que é a Casa Fazzano, aqui ao lado, o principal destino dos grandes eventos da cidade.
Speaker #3: Depois, avançamos com a segunda fase, entregando o Hub de Offices, aqui ao lado. E a terceira fase será a conclusão da transformação e da reforma aqui do prédio da usina, que será o nosso escritório.
Speaker #3: Esse é um cenário também que diz muito sobre o momento da JHSF. Aqui atrás de nós estão as obras, em ritmo acelerado, do Reserva Cidade Jardim, as quatro torres que provavelmente serão as quatro torres mais emblemáticas e icônicas da cidade, onde a cidade tem vista para o Reserva Cidade Jardim.
Speaker #3: Conectado ao complexo Cidade Jardim, onde conecta também a usina e a todos os nossos empreendimentos ao redor. Então, é muito importante a gente estar aqui nessa área em que a JHSF segue desenvolvendo e que, em breve, a gente receberá os nossos clientes para conviverem e estarem conosco aqui dentro desse ecossistema único criado por nós.
Speaker #3: É simbólico fazer essa apresentação daqui hoje, porque aqui a gente está cercado de tudo o que a JHSF vem desenvolvendo ao longo dos últimos 25 anos, impactando o Cidade Jardim, ou seja, transformando esse destino da cidade e essa região da cidade como a principal região desenvolvida por aqui.
Speaker #3: E também mostra muito do que a gente vem construindo para o futuro, mostrando que a companhia seguirá exercendo essa função importante na região e transformando cada vez mais essa área, e trazendo para os nossos clientes uma experiência única dentro daqui.
Speaker #3: Avançando para a apresentação, e seguindo em frente, então, a gente traz aqui um resultado muito gratificante para nós, porque é o segundo trimestre marcado pelo melhor segundo trimestre da história da companhia.
Speaker #3: É também o melhor primeiro semestre da história da companhia, ou seja, a primeira metade do ano com a melhor performance e recorde que a JHSF já trouxe até hoje.
Speaker #3: Mas, mais importante do que isso, e o que mais nos motiva não são só os números ou os recordes em si, mas sim a qualidade desses resultados.
Speaker #3: A gente apresenta resultado este ano com avanço muito importante em todos os nossos negócios, com avanço importante nos negócios de renda recorrente. A gente traz uma geração de resultado muito equilibrada, que eu vou apresentar para vocês no slide seguinte, dessa distribuição dentro de uma pizza, como é que a gente avança nisso.
Speaker #3: E, além disso, a gente também chega numa estrutura de capital muito robusta, a mais eficiente, mais alongada da companhia. Então, como eu comentei no início, é uma apresentação que, além dos números em si, a qualidade disso é o que muito nos motiva.
Speaker #3: Motiva também porque, além desse resultado, que obviamente a companhia segue olhando para o curto prazo sempre, para as entregas trimestrais, mas também a gente vai compartilhar com vocês um pouco do plano de crescimento da JHSF, que dá para nós um norte importante no espaço que a companhia tem para entregar as novas operações, tanto no Brasil como no exterior. Parte delas já está sendo entregue ao longo deste ano, que eu também vou compartilhar com vocês.
Speaker #3: Mas também vai se perdurar ao longo dos próximos trimestres e anos, mostrando que a companhia tem um caminho importante pela frente. Essa conclusão é tanto do resultado como da qualidade dessa estrutura de capital. Ela é reflexo de um plano estratégico construído ao longo de muitos anos pela companhia, com foco total no cliente de alta renda, de uma forma importante, com esse foco sempre baseado na qualidade e na excelência operacional, valores inegociáveis para toda a gestão da companhia, e de forma que a gente seguirá nessa mesma toada.
Speaker #3: Entrando aqui para os nossos números, então a gente tem o segundo trimestre marcado pelo melhor movimento nosso. Olhando de forma consolidada, a receita bruta cresce 81%, chegando a R$ 985 milhões.
Speaker #3: Quando a gente olha a foto do ano, cresce 60%, chegando a 1.600. O resultado bruto avança 90%, chegando a 588 milhões. E o acumulado no ano avança 64%, chegando a 915 milhões.
Speaker #3: O EBITDA ajustado avança 103%, chegando a R$ 502 milhões no trimestre. Comparado ao mesmo trimestre do ano passado, a foto anual também é muito positiva, com crescimento de quase 70%, chegando a R$ 753 milhões.
Speaker #3: E o nosso lucro líquido avança no segundo trimestre 81%, a R$ 444 milhões, e acumula no ano R$ 816 milhões. De novo, marcas recordes para a companhia.
Speaker #3: E o nosso caixa, que depois o Breno vai explorar um pouco melhor, avança com caixa líquido positivo. Ou seja, a companhia, depois do movimento relevante que fez no final do ano passado, continua desalavancada, com caixa líquido positivo de R$ 1,2 bilhão.
Speaker #3: Quando a gente olha só a renda recorrente, então, mostrando a qualidade do nosso resultado e a consistência dessa estratégia trimestre a trimestre, sobre o crescimento dos dois blocos e a diversificação de risco entre os negócios, a renda recorrente também cresce de forma relevante. São 30% de crescimento no trimestre.
Speaker #3: Chegando a 439 milhões. Quando a gente olha o acumulado no ano, a gente chega a 829 milhões de reais, crescendo 24%. O EBITDA ajustado também cresce 31%, chegando a 197 milhões.
Speaker #3: E o acumulado no ano, crescendo 25%, chegando a R$ 374 milhões. Então, são indicadores muito sólidos, muito robustos, muito pautados na disciplina da estrutura de capital e também no equilíbrio estratégico da geração dos nossos negócios.
Speaker #3: Dando aqui um pouco para vocês de uma visão histórica, e também alongando um pouco a curva, mostrando para vocês a evolução desse resultado, é como nós comentamos, então, de forma consolidada, recorde.
Speaker #3: A gente percebe um crescimento importante vindo nos últimos anos. Então, a companhia, como eu já passei pelos crescimentos, atingiu R$985 milhões na receita bruta. E também, observando o EBITDA ajustado, também vem com crescimento importante.
Speaker #3: Observando aí, nos últimos três anos, chegando ao número de 502 milhões agora. O resultado bruto também avança, como eu comentei, 90%. Também com evolução importante ao longo dos últimos anos.
Speaker #3: Assim também acontece com o lucro líquido da companhia, que cresce 81%, chegando a R$ 444 milhões no segundo trimestre, e avança 40%, chegando a R$ 816 milhões em seis meses, na metade do ano.
Speaker #3: Quando a gente avança para a foto específica da renda recorrente, é crescimento consistente. Também é o nosso melhor segundo trimestre, melhor metade do ano.
Speaker #3: Aqui a curva é alongada e a gente consegue observar muito claramente esse foco e o avanço que há nos seus negócios de renda recorrente. Então, primeiro, olhando a receita bruta, ela vem ano a ano avançando em função dessa expansão e também do sucesso operacional dos nossos negócios.
Speaker #3: Então, cresce 30%, crescimento muito forte para esse trimestre. E, quando a gente olha a foto do ano, também número histórico de 629 milhões, com crescimento de 24%.
Speaker #3: Olhando o EBITDA ajustado, também a gente consegue perceber claramente o crescimento ao longo dos trimestres e o ritmo com que isso vem acontecendo de forma constante e disciplinada.
Speaker #3: Crescendo 31% nesse último trimestre, chegando a quase R$200 milhões de EBITDA ajustado, recorde do período. E, também, no acumulado do ano, a companhia gera de EBITDA ajustado R$375 milhões, com crescimento de 25%.
Speaker #3: Quando a gente olha a distribuição desses negócios, e aqui vem uma observação muito importante, que é a complementariedade desse ecossistema e a força que esse ecossistema vem, cada vez mais, refletindo em números e refletindo também na experiência dos nossos clientes, a gente chega hoje a um equilíbrio muito importante, um equilíbrio muito saudável, e que mostra também um pouco da força que traz a combinação desses nossos negócios em torno de um ecossistema único.
Speaker #3: Então, quando a gente olha a receita, a receita é muito bem distribuída entre os nossos negócios de shoppings, de hospitalidade e gastronomia, de aeroportos, as JHSF Residences, os clubs e a Capital, que, apesar de ter percentual menor nessa distribuição, tem uma função muito importante e estratégica para a companhia, que a gente vai explorar em seguida.
Speaker #3: E, quando a gente olha para a geração de EBITDA ajustado, isso também traz uma distribuição importante entre os negócios, e o novo refletindo o equilíbrio que esse portfólio traz.
Speaker #3: Esse equilíbrio, obviamente, em um primeiro impacto, é sempre a preocupação e a percepção dos nossos clientes. Então, esse crescimento traz a percepção dos nossos clientes nos nossos negócios, ou seja, como esses negócios vêm crescendo, mas também mostra para a companhia uma resiliência e reduz muito a dependência da companhia de um único negócio ou de uma única vertical de negócio.
Speaker #3: Então, a companhia tomou uma decisão muito importante 25 anos atrás, quando ela evoluiu de uma incorporadora para uma incorporadora e também uma empresa de renda recorrente. A gente fez isso iniciando na vertical de shoppings, depois desenvolveu a vertical de aeroporto, depois a vertical, perdão, depois a vertical de hospitalidade e gastronomia, em 2007, quando a gente compra o controle do Grupo Fasano.
Speaker #3: Depois, com o desenvolvimento do aeroporto, depois a criação das residências e dos clubes, e depois da capital. Então, a companhia vem ano após ano desenvolvendo, e o que é mais importante é que todas essas verticais apresentam crescimento.
Speaker #3: Então, shoppings, por exemplo, ao longo de todos os anos, apresentam crescimento, o que mostra que, para esses outros negócios atingirem esse patamar na diversificação das nossas receitas, também representam um sucesso importante operacional e de crescimento em ritmo acelerado, de modo que a gente chegue hoje em uma distribuição quase perfeita, no tamanho desses negócios e, principalmente, na resiliência que a companhia atinge com essa distribuição.
Speaker #3: Esse é o modelo e uma estrutura que traz para a JHSF uma vantagem competitiva importante, relevante, de modo que isso reflita nos nossos números, mas também na experiência que esses ecossistemas trazem para os nossos clientes, e também, de modo importante, para os nossos parceiros que se conectam com esses clientes de forma única no Brasil e na América Latina.
Speaker #3: Então, indo um pouco da minha mensagem inicial, que são as entregas deste ano e das entregas previstas para os próximos anos, começando em 2026. Então, a gente fez em abril uma aquisição importante do nosso FBO em Miami, da Embacer, ou seja, uma exportação dessa nossa atividade da aviação executiva para um destino tão relevante e importante como é Miami.
Speaker #3: O aeroporto de Opa-Locka, nosso FBO, o principal aeroporto de aviação executiva na Flórida, é o principal destino dos clientes do nosso Aeroporto São Paulo Catarina quando vêm àquela região.
Speaker #3: Tem uma importância entre os nossos negócios e também é destino relevante do cliente internacional quando vai a Miami, cada vez mais uma cidade, centro, polo internacional global.
Speaker #3: Então, traz também para o grupo uma exposição da nossa operação e uma experiência aos nossos clientes conhecerem também a forma como a gente opera.
Speaker #3: É uma transação importante, uma transação em que a companhia investiu R$280 milhões nessa aquisição, então todos esses nossos números refletem também esse investimento importante.
Speaker #3: Então, passo significativo nessa expansão internacional das nossas operações agora nessa vertical. Quando a gente olha para o setor de malls, uma entrega muito Village, no coração do nosso projeto do Boa Vista Village, uma operação que eu vou destacar um pouco mais ali quando eu cobrir malls, uma operação importante que vem entregar esse portfólio.
Speaker #3: Vem completar esse nosso portfólio. A gente também iniciou uma nova operação esse ano, que é o Fazzano Yachts, uma operação relevante em que leva a hospitalidade e gastronomia do Fazzano para a nossa operação marítima, depois da aquisição do controle da BYS, uma empresa focada na curadoria marítima.
Speaker #3: Então, este ano a gente iniciou as operações do Fazzano Yachts, onde os nossos clientes podem ter a experiência da hospitalidade e gastronomia Fazzano, vivendo isso a bordo dos yachts.
Speaker #3: Tem expansão importante do shopping Cidade Jardim para 2026. A gente entregou agora em julho, já começa a entregar parte dessa expansão. Em julho, a gente entregou a loja Dior. Agora, em julho, eu vou cobrir um pouco mais quando passar por malls também.
Speaker #3: Tem a nova fase da Ocean São Paulo, como eu comentei com vocês aqui na nossa abertura. Tem quatro novos hangares, o aeroporto segue com ocupação de hangares tomada, então a gente avança com essa expansão, também prevista para esse ano.
Speaker #3: Tem novas unidades de JHSF Residences que vão rechear o nosso portfólio. E também a operação nova Asset Light, ou seja, uma operação do Fazzano, a novo empreendimento em Punta del Este, na Península, o antigo Conrad, que também entra em operação nesse ano.
Speaker #3: Então, a companhia é uma companhia que administra portfólio relevante, mas é uma companhia também que passará a crescer com essas novas entregas, de forma que a gente tenha uma perspectiva positiva de resultados futuros.
Speaker #3: Mas essa expansão não acontece só em 2026, ela acontece também nos próximos anos. Então, aqui são entregas previstas para além de 2027. A gente tem uma entrega muito relevante prevista nos próximos anos, que é levar o CJ para a Faria Lima. E é levar o CJ para a Faria Lima no principal quarteirão da Faria Lima, no cruzamento da Faria Lima com a Leopoldo Couto. Um shopping com a curadoria do mix exclusivo da JHSF, projeto único, que vai levar a experiência para aquela área dos nossos clientes.
Speaker #3: A gente também tem expansão importante de novos hotéis Fasano, local e internacionalmente, além das operações gastronômicas também. Então, isso vai entrar em nosso portfólio.
Speaker #3: A gente tem novo hotel, que é o Grand Lodge Hotel, no complexo Boa Vista Village. A gente tem novas JHSF Residences. Além das que nós entregaremos em 2026, tem novas unidades que vão entrar para esse portfólio.
Speaker #3: O aeroporto segue com capacidade de expansão e área para isso, então, possivelmente, novas expansões virão nos próximos anos. E os novos clubs, que vão também entrar para o nosso portfólio.
Speaker #3: Então, a companhia, como eu comentei no início, vem apresentando, trimestre a trimestre, resultados importantes, mas ela continua de forma positiva com portfólio a ser desenvolvido para frente.
Speaker #3: Trazendo uma percepção de médio e longo prazo, ou seja, nenhum guidance de ano, mas sim uma percepção de médio e longo prazo para a companhia, então, dentro desse portfólio hoje desenvolvido, quando a gente dá uma visão desse portfólio anualizado, lembrando que, se a gente for anualizar, por exemplo, por esse segundo trimestre, daria mais do que os R$ 730 milhões que estão na coluna à esquerda da apresentação. Então, uma visão não tão agressiva, uma visão mais conservadora da geração dos nossos negócios de renda recorrente anual. E, trazendo uma percepção de market cap da companhia em cima da companhia com essa visão de renda, a gente parte de uma geração de EBITDA ajustado, de renda recorrente, de R$ 730 milhões.
Speaker #3: Essas expansões, como eu comentei com vocês, já foram entregues em 2026, parte será entregue ainda neste ano, mais as expansões ao longo dos próximos anos, em shoppings. Como eu comentei, o novo shopping do Boa Vista Village, a expansão do Cidade Jardim e o novo shopping, o CJ na Faria Lima.
Speaker #3: A nossa operação de hospitalidade e gastronomia, com as novas operações gastronômicas e de hotéis. As nossas novas expansões do aeroporto, o novo hangar, o novo FBO que a gente acabou de adquirir e que vai trazer fluxo importante no ramp-up da companhia daqui para frente, e as expansões novas que estão entregues neste ano e as que virão.
Speaker #3: As novas residências que já estão contratadas, e os novos clubs também que já estão contratados, assim como as novas captações de novos fundos da JHSF Capital, a companhia tem uma perspectiva de, nesse médio-longo prazo, sair de uma geração de EBITDA ajustado de R$ 730 milhões e chegar a aproximadamente R$ 2 bilhões ao longo dos próximos anos.
Speaker #3: E aí, quando a gente monta o raciocínio novamente de médio-longo prazo para a companhia, então a companhia atinge um portfólio de R$ 2 bilhões. Esse portfólio, lembrando, é gerado e realizado de uma forma fully funded, ou seja, a geração operacional desses negócios prevê os investimentos para que esses CAPEX aconteçam, prevê os investimentos para que o custo operacional da companhia rode, prevê, obviamente, o pagamento de serviço e principal dos vencimentos das dívidas, e também prevê a distribuição de dividendos futura.
Speaker #3: Então, esse fluxo segue com uma previsão, então, de R$ 2 bilhões. Uma visão que, além desses R$ 2 bilhões, a companhia segue com o land bank de terrenos comprados, que segue no nosso balanço e que não fizeram parte da transação do final do ano passado. Só relembrando, no final do ano passado a companhia fez o maior IPO da história do mercado de capitais brasileiro, quando vendeu os seus estoques para um fundo.
Speaker #3: Uma transação de R$ 5 bilhões e 235 milhões. Essa transação então levou para esse fundo todos os estoques prontos e em desenvolvimento da JHSF. Então, tudo que a gente tem pronto, o que está sendo desenvolvido, é vendido para esse fundo. Mas a companhia guardou com ela uma riqueza importante, que é o land bank de projetos que virão a ser lançados no médio-longo prazo, provavelmente em estruturas modernas, como aconteceu nessa transação. Então, a companhia seguirá com esse potencial de valor. Mas mesmo considerando esse potencial, olhando para o caixa líquido positivo de uma visão de hoje, que obviamente, como eu comentei, tem uma geração importante desses negócios que provavelmente encaixa, como eu comentei, para todos os serviços, mas a companhia segue ainda com caixa líquido positivo importante, apoiando esse projeto de crescimento. Então, dá para a companhia potencial de valorização do seu valor intrínseco de mercado para os próximos anos, importante.
Speaker #3: Se a gente for usar múltiplos de mercado à base brasileira, ao redor de 15 vezes, ou se a gente for olhar múltiplos internacionais… E por que a gente pega aqui o múltiplo internacional para raciocínio de médio e longo prazo?
Speaker #3: Porque a companhia tem portfólio único no Brasil, sem nenhuma outra companhia com a qual fosse possível comparar o múltiplo, pois a companhia não é só uma administradora de shoppings, ela não é só uma administradora de hotéis e restaurantes, ela não é só uma administradora de aeroportos, ou de residências e clubes, ou uma gestora de recursos, ou uma incorporadora; ela é um ecossistema único.
Speaker #3: Então, mas comparáveis a alguns grupos internacionais que operam nesse múltiplo de 20 vezes, e também porque a companhia tem portfólio importante que vem de receitas internacionais que alimentam o nosso balanço aqui no Brasil. Então, trazendo o múltiplo internacional de 20 vezes, isso traz para a gente uma precificação, uma visão de geração de resultado futura de longo prazo, de médio e longo prazo, de R$2 bilhões, market cap potencial de R$30 a R$40 bilhões para frente.
Speaker #3: Então, o que traz uma motivação importante para que a gente continue nos próximos, de novo, sempre com cuidado do curto prazo, mas olhando o médio e longo prazo, com uma capacidade importante de desenvolvimento para frente.
Speaker #3: Agora eu vou começar a cobrir um pouco as nossas unidades de negócio, começando pelo bloco de renda recorrente. Então, começando por Shoppings, a companhia continua líder no setor, com indicadores trimestrais importantes, acima da média de mercado nos indicadores de performance, o que mostra uma resiliência importante da nossa operação e da performance dos nossos ativos. O segundo trimestre é marcado por uma sazonalidade importante aqui no Brasil. Quando a gente olha o setor, ele é impactado pelo calendário e pela questão da Copa do Mundo, mas a JHSF apresenta movimento destacado nesse mercado. Enquanto a média do setor tem crescimento, por exemplo, no indicador de Same Store Rent, ao redor de 5% a 6%, a companhia cresce 11%, ou seja, com crescimento real mesmo com a sazonalidade do período. As vendas, e mesmo as lojas, também apresentam Same Store Sales com crescimento de 6%. Quando a gente olha 6 meses, os mesmos 11% de crescimento. A gente segue com destaques para ocupação: somos líderes na ocupação dos nossos shoppings; o Shopping Cidade Jardim, por exemplo, tem ocupação de 100%. E a gente sempre reforça aqui uma lista relevante de marcas locais e internacionais que querem entrar dentro do nosso portfólio, e isso se reflete no crescimento da nossa operação. Então, novamente, mesmo em um trimestre que trouxe uma sazonalidade importante, diferente do segundo trimestre do ano passado, mesmo com essa sazonalidade, o nosso portfólio cresceu 6%, chegando a 1.259, e com crescimento acumulado no ano de 7%, chegando a R$ 2 bilhões e 234 milhões.
Speaker #3: Quando a gente olha para resultado, trimestre também é importante. Então, a receita bruta cresce 10%, chegando a R$ 107 milhões, e o acumulado em 6 meses crescendo 9%, em R$ 213 milhões.
Speaker #3: O resultado bruto também cresce 6%, chegando a R$64 milhões, e cresce 5%. O EBITDA ajustado cresce 14% no ano, chegando a R$116 milhões.
Speaker #3: Destaques aqui, então, como eu comentei, esse é o portfólio que a gente, além de administrar um portfólio relevante, o shopping Cidade Jardim, que é o principal shopping de alta renda do Brasil e da América Latina, segue em expansão, já com expansões entregues, como a inauguração da nova loja da Dior, entregue agora em julho. É a maior loja da Dior na América Latina, uma das maiores lojas do mundo da marca, da Maison, então uma operação importante e relevante aqui no nosso portfólio, e entregue já agora. Nos próximos meses, novas operações serão entregues. A gente tem previsto ainda para esse semestre, que a gente vai cobrir no próximo resultado, que é a inauguração da Loro Piana, uma marca super esperada pelo cliente de alta renda aqui no Brasil, que escolhe a JHSF para vir ao país e abrir a sua loja, então faz parte dessa expansão importante do Cidade Jardim. E também, de forma muito destacada, a inauguração do nosso novo shopping, um shopping com mais de 15 mil metros quadrados de ABL, que reúne marcas inéditas. Então, a Fusalp inaugura a sua operação na América Latina conosco no Boa Vista Village, a Louis Vuitton operando com uma loja super importante por lá, James Perse também vem de forma inédita ao Brasil operando a sua primeira loja na América Latina nos nossos shoppings, o que mostra esse trabalho muito bem desenvolvido há mais de 20 anos na nossa área de curadoria, de mix das nossas marcas, e que traz com exclusividade para os nossos clientes as nossas operações, marcas relevantes.
Speaker #3: Então, o CJ Boa Vista Village, fica o convite para quem ainda não esteve conosco. Recém-inaugurado, ele faz parte do complexo Cidade de Jardim. Ele é aberto ao público, não só para os moradores e proprietários do complexo Boa Vista, ele é aberto ao público. Então, fica o convite. Ao centro desse Village Mall a gente tem uma igreja católica, como acontece nos principais centros de vilarejos, então a gente segue com essa operação importante e relevante para frente.
Speaker #3: Avançando nas nossas próximas unidades de negócio, hospitalidade e gastronomia, também tivemos um trimestre importante. A gente tem um crescimento que mostra o ganho de eficiência da operação. A gente cresce tanto no número de áreas médias, como também avança no valor — perdão — a gente avança no valor da diária média, crescendo 6%, chegando a R$ 4.384. É destaque e líder em diária média no Brasil, avançando 6% no valor da diária média. E esse ganho e avanço no valor das diárias vem junto com o crescimento de ocupação, vem junto com o crescimento da operação. Ou seja, a gente vem cada vez mais reconhecendo os valores corretos na nossa operação, sem perder crescimento, o que mostra uma percepção, primeiro, muito positiva dos nossos clientes pelo nosso serviço e produto, e também o trabalho eficiente do nosso time de gestão.
Speaker #3: A taxa de ocupação também avança, chegando a 49%, e também a Revipar avança 7% no segundo trimestre. Quando a gente olha o resultado, a gente avança de forma importante. As receitas com FIS, ou seja, as operações — quando a gente olha as operações de modo asset light — avançam 18% no segundo trimestre. A receita bruta cresce 6%, chegando a R$134 milhões, e chega, na metade do ano, a R$250 milhões, que também é recorde para a nossa operação.
Speaker #3: O resultado bruto avança 17%, chegando a R$43 milhões no segundo trimestre, e de forma consolidada no semestre avança 8%, chegando a R$76 milhões.
Speaker #3: E a margem reforçando o meu ponto inicial, segue avançando, o EBITDA ajustado, avançando 17%, chegando a 27 milhões de reais, e a 45 milhões de reais nesse ao longo do semestre.
Speaker #3: A gente reconhece premiações importantes ao longo deste semestre também, como referências na La Liste, pelos Top 1000 Hotéis em 2026, a Travel Ledger Awards Best Awards 2026, da CNT Triple Crown, e da Condé Nast Traveler, premiando os nossos principais restaurantes e operações de hospitalidade e gastronomia do grupo Fasano.
Speaker #3: Avançando para o nosso terceiro negócio de renda recorrente, o nosso negócio de aeroportos, aquisição então, como eu comentei no início, do FBO da Embassary em Miami. Ativo já operacional, então, que vai trazer para a gente uma atração importante operacional para frente, uma operação que roda, como eu comentei, no principal aeroporto de aviação executiva em Miami, em Opa Locka. Então, uma operação que, ao longo dos próximos trimestres, a gente deve observar o efeito e a composição da receita total dessa nossa unidade de negócio, além de uma exportação importante do nosso grupo para fora do Brasil, num destino tão relevante como é Miami. Então, uma aquisição muito importante nessa expansão internacional e na diversificação dos nossos negócios.
Speaker #3: Então, de forma operacional, a gente segue o aeroporto, segue com uma performance muito robusta. A gente cresce 32% em movimentos avulsos, o que mostra que, além das aeronaves angaradas conosco, do São Paulo à Catarina, cada vez mais é o aeroporto procurado pela aviação executiva, mesmo para quem não tem aeronave angarada conosco. Nós seguimos com 100% da ocupação de hangares tomada, por isso essa nova expansão de quatro novos hangares. Então, a gente segue com lista de aeronaves para angararem conosco. Os movimentos chegam a 80 voos diários, em média, no nosso aeroporto, somente de aviação executiva. Então, movimento muito relevante e a gente observa isso no crescimento também do número de litros abastecidos, crescendo no semestre 10%, que também é uma receita importante na composição desse nosso negócio.
Speaker #3: Quando a gente olha o resultado, o resultado cresce 54% no trimestre e cresce 42% no ano, o que mostra uma performance muito positiva ao longo do ano, ou seja, crescimento de quase metade do resultado em seis meses, chegando a 185 milhões de reais, o resultado bruto também avança de forma importante, cresce 10% no ano, chegando a 65 milhões de reais, e o EBITDA ajustado chega a 94 milhões de reais, crescimento de 21%, é o maior número já obtido para o primeiro semestre por essa nova por essa nossa unidade de negócio, que mostra a qualidade operacional dessa operação.
Speaker #3: Realizamos também nesse trimestre a quinta edição do Catarina Vision Show, com mais de 100 mil convidados e 94 marcas expostas. Esse é um evento restrito a convidados, e que se transformou no principal evento da América Latina e em um dos principais eventos do mundo. Reúne esse lifestyle de alta renda, trazendo aeronaves, helicópteros, embarcações e automóveis dos principais fabricantes do mundo, que hoje estão presentes nesse aeroporto. Então, mais uma edição realizada pelo nosso time, com muito sucesso e extremamente bem percebida pelos nossos clientes.
Speaker #3: Avançando para a nossa quarta unidade de renda recorrente, a JHSF Residence and Clubs, uma unidade cada vez mais relevante e estratégica para a companhia, ela segue com uma alta ocupação em todas as nossas operações e com crescimento de venda relevante, operacionalmente a gente segue com basicamente 100% das nossas residências ocupadas, o que mostra a percepção positiva desse produto pelos nossos clientes, produto novamente que a gente entrega essas residências todas que a gente está passando aqui no vídeo ao lado do slide, elas completamente decoradas, imobiliadas por todo o nosso time de arquitetura e design da JHSF, pelos arquitetos que trabalham conosco, a gente entrega ela completamente equipada, com enxoval, cozinha equipada, enfim, a gente sempre comenta para os nossos clientes nem tem o trabalho nem de desmontar sua mala, porque ao chegar numa JHSF Residence, o serviço de concierge faz essa chegada para a moradia dos nossos clientes, então é produto único nesse setor de alta renda, o que mostra pelo sucesso da ocupação e pelo crescimento.
Speaker #3: A gente tem hoje 72 residências em locação, nos nossos principais projetos, e a gente vai impulsionar essa operação com 54 novas unidades, com 11 entregues ainda neste ano, além de unidades que serão entregues no futuro, que vão deixar esse portfólio cada vez mais completo.
Speaker #3: Falando dos clubes, a gente tem três clubes em operação: o Boa Vista Village Surf Club, que segue com lista de espera para novos membros; o São Paulo Surf Club, aqui a poucos metros da Usina São Paulo, que também segue num sucesso operacional muito importante; e o terceiro clube, que é o Fasan Tennis Club, que a gente inaugurou no final do ano passado, clube também conectado ao complexo Cidade Jardim. E temos novos clubes que virão nos nossos novos desenvolvimentos ao longo dos próximos anos.
Speaker #3: Esse nosso negócio chega a uma área muito importante, de 140 mil metros quadrados nessa área de propriedades para renda, incluindo duas propriedades que serão adicionadas a esse número, que são o Colégio Porto Seguro, que fará parte do complexo Boa Vista, e a Clínica Einstein, que também fará parte do complexo Boa Vista, no Boa Vista Village, deixando ainda o destino mais completo. Então, a gente chega a um portfólio muito relevante de 140 mil metros quadrados nesse negócio, e, após as entregas de todas as expansões, a gente chega a meio milhão de metros quadrados, o que mostra a força desse portfólio e o potencial de crescimento que a gente tem de geração de renda recorrente através dele.
Speaker #3: Quando a gente olha os resultados, a gente cresce 96% nesse trimestre, chegando a R$79 milhões, crescimento de 96%. Quando a gente olha a foto do ano, crescimento de 65%, chegando a R$158 milhões nessa metade do ano, o melhor primeiro semestre da companhia. Quando a gente olha o resultado bruto, a companhia também avança de forma importante, crescendo 85%, chegando a R$65 milhões no segundo trimestre, e chegando a R$135 milhões no acumulado do ano.
Speaker #3: E o EBITDA ajustado avança 75%, chegando a R$ 52 milhões, ou 46%, ou seja, novamente mais um negócio que cresce quase metade dele em seis meses, chegando a R$ 111 milhões.
Speaker #3: Mais negócio que mostra a força desse resultado, a resiliência desse ecossistema e a diversificação importante que a gente tem na geração de resultado da companhia nas suas diferentes áreas de negócio.
Speaker #3: Por fim, a nossa mais recente unidade de negócio de renda recorrente, que é a JHSF Capital, que tem, além da função, obviamente, de gerar renda recorrente e fazer parte desse portfólio, a JHSF Capital nasce há três anos com um objetivo muito claro, que é trazer um dinamismo maior para a companhia na sua estrutura de capital, através de veículos de investimento, combinando capital próprio com capital de terceiros. Além disso, também leva aos investidores a oportunidade de investirem conosco em nossos projetos de forma individual, seja por ativo específico ou seja através de estratégias específicas das nossas verticais de negócio.
Speaker #3: Ela vem apresentando uma performance muito positiva, então a gente vem de R$ 0 a R$ 12 bilhões em três anos desde a sua criação, mais de 21 fundos administrados sob gestão da JHSF Capital, e vem, como colocado ali ao lado do slide, apresentando um crescimento importante ao longo dos anos.
Speaker #3: Nesse trimestre, neste mês agora, passado de junho, a gente concluiu com destaque uma captação que faz com que a JHSF Capital adquira, dos seus investidores, 16% de participação do shopping Cidade Jardim, que era detida por fundo da XP Malls. Então, a Capital volta um pouco à sua origem. A Capital nasce com o seu primeiro fundo quando adquire 33% do Cidade Jardim, e agora adquire 16% junto com os seus investidores, com os seus cotistas, em fundo gerido pela Capital, de propriedades dos investidores e cotistas que lá estão. Então, a Capital chega à administração de 49%, de gestão de 49% do portfólio, através dos seus fundos, do principal shopping de alta renda do Brasil e da América Latina. Então, um avanço importante. E ela vem cumprindo com esse papel na execução assertiva dos nossos processos, apoia a JHSF nos M&As estratégicos que a companhia vem fazendo, e vem contribuindo de forma relevante nesse dinamismo da estrutura de capital da companhia, nos fundos de investimentos que vêm sendo criados.
Speaker #3: Então, fechando o bloco de renda recorrente e indo para o bloco de incorporação, trimestre positivamente impactado, ou seja, trimestre muito positivo realizado reconhecendo parte da primeira tranche do que nós fizemos, assim como eu comentei, nós fizemos o IPO do fundo no ano passado, em que a gente vende no final do ano passado esses estoques prontos e em desenvolvimento para esse fundo, e essa receita por conta do modelo de contabilidade da incorporação, que você, que é o modelo POC, que a gente vai apropriando essas receitas ao longo, que as obras vão avançando, ou seja, esses imóveis foram vendidos ao fundo, mas a receita, ela é apropriada ao longo pelo modelo POC, ao longo do avanço das obras, então a gente vai percebendo ao longo dos trimestres os impactos dessa venda em mais trimestre agora que a gente observa.
Speaker #3: Então, quando a gente olha essa venda, foi feita em duas tranches, uma primeira tranche recebida no final do ano passado, de dois terços de transação, e terço da transação que acontece agora no final deste ano, então quando a gente olha a tranche a gente olha o mix do produto imobiliário e do produto de lotes, e na tranche dois também, e a gente observa de modo relevante o quanto a companhia ainda tem de receita apropriar, que isso não é impactadas ao passo que as obras vão avançando, que serão apropriadas ao longo dos próximos trimestres, então a companhia segue com 3 bilhões e meio de receita total apropriar, que serão observadas ao longo dos próximos trimestres, no passo que as obras forem avançando como as obras do Reserva Cidade Jardim, que eu acabei de comentar no começo da nossa apresentação, que isso traz impacto então de forma relevante no nosso resultado, a gente cresce 225%, chegando a 560 milhões no segundo trimestre, crescimento de 194% no ano, chegando a 793 milhões, o resultado bruto avança 208%, chegando a 390 milhões de reais, ou 169% de crescimento, chegando a 555 milhões de reais, o EBITDA ajustado cresce 222%, chegando a 346 milhões de reais, e quando a gente olha a foto do ano, chegando a 481 milhões de reais, crescimento de 173%.
Speaker #3: Então, não só no nosso bloco de renda recorrente, como eu comentei, a diversificação de todos os negócios, com performance muito positiva, a incorporação também, com o trimestre sendo impactado muito positivamente por conta dessa transação relevante que a gente fez no final do ano passado.
Speaker #3: Para avançar aqui na estrutura de capital, eu passo a palavra para o Breno, e depois eu volto com vocês aqui para encerrar. Por favor.
Speaker #1: Obrigado, Augusto. Vou falar um pouquinho da estrutura de capital da companhia. A estrutura de capital, cada vez mais eficiente, a gente chega no menor spread histórico dessa companhia, falando de CDI mais 0,90. A gente continua o trabalho que vem sendo feito de liability management, cada vez mais alongando. Então, hoje a gente é emissor frequente no mercado de capitais, então 95% da dívida está no mercado de capitais, o que demonstra a confiança no trabalho que a gente vem realizando, bem como a confiança do mercado. A gente tem um caixa bastante relevante, R$ 20 milhões de conversível, R$ 4,4 bilhões de caixa aproximadamente, mais R$ 3 bilhões de contas a receber, o que inclui essa segunda liberação da tranche dois que o Augusto comentou aqui agora. E isso demonstra uma empresa desalavancada, bastante preparada, inclusive para o momento de mercado que a gente vem vivendo nos últimos anos e nesse momento agora, que é um evento importante que é a eleição, que vai acontecer um pouquinho mais pra frente, aí nos próximos meses.
Speaker #1: Quando a gente olha para essa patinada da companhia, a gente tem uma companhia com ativo total de R$ 19 bilhões, com patrimônio líquido de aproximadamente R$ 8 bilhões.
Speaker #1: No próximo slide, a gente consegue ver como a gente vem trabalhando de uma forma bastante conservadora no caixa, então a gente olha no gráfico de cima, uma cobertura de 6 anos, quando a gente compara com o mesmo período do ano passado, a gente tem ganho de 2 anos a mais, nessa cobertura de caixa, deixando cada vez mais a estrutura bem mais confortável, cada vez mais confortável, neste momento a gente está fazendo uma emissão no mercado de capitais também de CRI, valor de 800 milhões de reais, a gente deve liquidar até o final do mês, então a gente está após essa liquidação a gente vai ganhar mais ano de cobertura de caixa na companhia também, e deixar a dívida pouco mais melhor distribuída com o trabalho que a gente vem fazendo nos últimos 2 anos e meio, então é a continuidade desse trabalho, então a gente está nesse momento a gente está deve liquidar essa operação no final deste mês agora, então é uma estrutura de capital cada vez mais robusta, mais eficiente, quando a gente olha com muito cuidado aqui na companhia e busca cada vez mais tela de forma bastante moderna, nos melhores instrumentos e nas melhores oportunidades que o mercado nos propõe nas janelas de mercado que apareçam para a gente trabalhar.
Speaker #1: No próximo slide, Augusto, acho que a gente encerra aqui, como a gente sempre vem fazendo, mostrando os principais pontos do ano, os principais do segundo trimestre acumulado nos 6 meses, as principais receitas, resumo de tudo que a gente vem colocando aqui para ficar mais fácil para os analistas olharem. Então, os principais pontos que a gente abordou ao longo dessa apresentação.
Speaker #1: Então, acho que indicadores bastante sólidos, operacionais, financeiros bastante robustos, o que demonstra qual continua o trabalho que a gente vem fazendo nos últimos anos.
Speaker #1: Então, acho que da minha parte é isso. Muito obrigado.
Speaker #2: Bom, antes de abrir para perguntas, eu queria só então reforçar o ponto do Breno. Ou seja, a companhia vem cuidando, como eu passei ao longo da apresentação toda, vem cuidando do operacional, e esse é o nosso foco: o cuidado operacional e com nossos clientes, com o portfólio estabelecido e com o portfólio que vem sendo desenvolvido para o nosso futuro. Mas a companhia vem, em paralelo a isso, de forma muito disciplinada, muito segura e muito conservadora, olhando para a sua estrutura de capital cada vez mais eficiente. Então, a gente chega em um trimestre, em um semestre, com a nossa estrutura mais robusta e eficiente que nós já tivemos, de modo que ampare, obviamente, a companhia para seguir muitos anos no cenário econômico do país para frente, e vem se preparando sempre com antecedência para poder observar esse cenário e continuar o seu plano de forma segura e responsável.
Speaker #2: Então, além do cuidado importante que os nossos times vieram bem apresentando com os nossos negócios e com o valor inegociável na qualidade e na excelência operacional, a companhia vem fazendo isso com muita segurança, novamente com muita disciplina, preparando essa estrutura de capital cada vez mais alongada, cada vez mais eficiente, com seu menor custo, deixando a companhia preparada para esse crescimento.
Speaker #2: Então, antes de abrir para as perguntas, eu só gostaria de agradecer a confiança dos nossos clientes. É o cliente no centro que a companhia vem cada vez mais desenvolvendo seu portfólio, e é nisso que a gente não abre mão nunca: de seguir para frente. São valores da nossa cultura e do nosso DNA, inegociáveis, na qualidade e na excelência operacional com vocês. Agradecimento também fundamental aos nossos investidores e parceiros que amparam e confiam na companhia para continuar esse processo muito importante. E, obviamente, esse é o time incrível da JHSF que vem comigo, e principalmente olhar para o curto prazo nessa visão, com que a companhia continue líder no setor tanto no Brasil como na América Latina, no lifestyle de alta renda.
Speaker #2: Obrigado pela participação e, Mário, eu passo para você para as perguntas, por favor.
Speaker #3: Obrigada, Augusto, pela apresentação, obrigada, Breno. Quem quiser fazer pergunta, clique, entre pelo Zoom na sessão de Q&A, faça a sua pergunta, chegou uma pergunta que chegou, aliás, várias, quem perguntou aqui no primeiro da fila está o Herman, analista CellSide do BBI, o Herman gostaria de pouco mais de cor, aí talvez o Breno também possa adicionar, do CAPEX a incorrer para 26 e para 27, tem uma das obras da incorporação dos produtos imobiliários, se a gente sentiu alguma pressão inflacionária, como que está, enfim, a companhia em relação aos custos de obra, acho que a gente dá para começar por essa para eu não falar muito.
Speaker #1: Então, Herman, obrigado pela pergunta, acho que assim, nas obras a gente vem tocando todas as obras conforme planejado, a gente já vinha olhando essa questão de acompanhar a inflação bastante de perto, nos últimos anos, então aqui a gente faz o acompanhamento bastante de perto, a gente tem contratos com as grandes construtoras, prevê algumas travas também, para não ter muita o impacto da inflação, mas é item que a gente acompanha bastante aqui do nosso lado, então tudo que a gente vem cumprindo na parte de imobiliária, de custo de obra, tudo está dentro do nosso cronograma, não tem nada fugindo, e a gente vem acompanhando a inflação bastante de perto aqui, então assim, não é uma coisa que nos preocupa, quando você olha, a gente fala de CAPEX, acho que esse trimestre que nem o Augusto comentou aqui foi bastante especial, pela oportunidade que a companhia teve de fazer uma aquisição nos Estados Unidos, uma aquisição de FBO, que tem uma complementariedade gigante com o nosso aeroporto aqui no Brasil, no Catarina, então é uma aquisição que a gente coloca o nosso pé num dos principais destinos dos nossos clientes, então tem muita sinergia com o Brasil, e a gente fez essa aquisição como uma oportunidade, e vai ser, a gente vai colher bastante frutos com certeza no curto e médio prazo, em relação dado que esse movimento que essa sinergia grande que existe entre os aeroportos, quando a gente olha o CAPEX como todo da companhia, os principais CAPEX que a gente fez nesse segundo trimestre, eles estão bastante relacionados a essa aquisição, a uma expansão que a gente está vendo fazendo no aeroporto, e principalmente nos shoppings que a gente vem concluindo, muito ligado à cidade de Jardim, ao final do CJ Village, que a gente inaugurou recentemente, também tem CAPEX final lá no Village, e a gente tem também algumas CAPEX em nossos residences, principalmente as residences aqui do Reserva, que está em construção, então são CAPEX que a gente vamos dizer, desse plano de investimento que a gente tem, vem cumprindo eles estão chegando ao final, deles é o cidade de Jardim, o CJ no Village, que está no que foi inaugurado recentemente, então à medida que os ativos vão entrando em operação, você vai ver decréscimo de CAPEX contratado que foi feito nos últimos anos, então acho que olhando pouco para frente, não tem nada diferente do que a gente vem fazendo, esse trimestre foi caso pontual que foi essa aquisição que a gente colocou, mas quando a gente exclui essa aquisição do CAPEX empregado no segundo trimestre, ele é menor no trimestre anterior, então quando você olha para frente, a gente vê sim declínio, dos CAPEX para 26, para o final do segundo semestre de 26 e 27, basicamente para a medida que os ativos vão ficando prontos, o principal deles é o shopping cidade de Jardim, desculpa, o shopping da Faria Lima, ele está em construção, está dentro do cronograma, então cada vez mais vai ficar mais visível para as pessoas, e a gente é shopping que a gente espera dar essa inauguração que deve ocorrer no ano que vem.
Speaker #2: Só perguntando, Mara, Herman, primeiro obrigado pela presença, pela pergunta. Ponto positivo nisso é que, obviamente, a gente olha muito a questão do custo e das pressões; o preço da companhia segue muito diligente em cima disso. Mas, em relação ao CAPEX empregado, o que é importante disso é que, quando a gente olha o resultado operacional e o sucesso operacional do negócio, é a assertividade dos processos. Ou seja, de que esse CAPEX está sendo bem empregado, e as margens estão disciplinadas para frente. Olhando a história, a gente vem observando também performance muito positiva desse investimento nos nossos projetos.
Speaker #3: Obrigada. Santander, o Luiz, enfim, uma parte dela já respondeu aqui. Ele, qualquer tipo do FBO adquirido, enfim, se a gente tem horizonte para ter estabelecida, se tem algum CAPEX elevado. E aí tem um ponto, Breno, que acho que é importante você descer: como foi feita a aquisição, porque aparentemente o fluxo de caixa divulgado está em esclarecimento, acho que.
Speaker #2: Eu vou só então, Breno, fazer a primeira parte. Você, Luiz, primeiro, obrigado também pela pergunta. Fez essa aquisição, essa é uma aquisição importante. Primeiro, estrategicamente, para levar, colocar uma operação nossa em um dos destinos mais importantes do mundo da aviação executiva, que é Miami, e no principal aeroporto, que é o Opa-locka. Então foi uma aquisição muito estratégica, que tem sinergia com o São Paulo Catarina Aeroporto, porque é o destino principal dos nossos clientes quando vão para lá. Então, é um movimento importante e traz uma diversificação importante para a gente, de risco, de negócios e também de operação. Então, foi uma oportunidade muito positiva nessa aquisição.
Speaker #2: Outro ponto positivo nessa aquisição, em linha com o que você está colocando, é que essa é uma operação que está em funcionamento, ou seja, uma operação implementada que segue operando. Então a gente assume essa operação — ela é toda desenvolvida, com todos os serviços, com todos os hangares e com o terminal de embarque, onde a gente faz o atendimento — desenvolvida com uma arquitetura muito positiva, bonita, enfim. Então é uma aquisição importante, um FBO que está em operação. Ele tem espaço para expansão; o terreno permite espaço para novos hangares. Nesse momento, a gente vai primeiro tomar a operação, sentir a operação, como tudo a gente faz aqui no JHSF, de forma faseada, programada e preparada, e vamos implementar lá. E aí acho que vem um pouco na tua pergunta do ramp-up: é implementar — e a gente já vem fazendo isso — a forma de atender essa operação lá, transformando essa operação em uma com a qualidade com que a gente faz esse atendimento, que é reconhecida hoje no nosso aeroporto, no serviço de FBO. Para muitos dos nossos clientes, que experimentam o serviço de atendimento dos FBOs ao redor do mundo, têm no São Paulo Catarina a sua melhor experiência. Então, a gente já está em fase de implementação desses processos lá, a gente acredita que nos próximos meses isso deve avançar, inclusive também alterando o nome da operação para JHSF Private Terminal, alterando e passando a ter também a nossa marca dentro desse portfólio. Então, CAPEX — só para não fugir da tua pergunta — e CAPEX futuro, ele pode acontecer através de expansões, mas, nesse momento, a gente vai primeiro esperar a operação assumir o padrão de qualidade e atendimento como a gente tem aqui no São Paulo Catarina, para depois olhar a demanda e possíveis investimentos.
Speaker #1: Só complementando, Augusto, porque lá no fluxo de caixa aparece no FAZ Ano, na vertical do FAZ Ano, isso é para uma aquisição que a gente fez. O que a gente queria era uma aquisição que gera caixa em dólar, então a gente queria financiar lá fora. Pelo tempo, a gente acabou tomando uma dívida dentro de uma empresa que está dentro da estrutura do FAZ Ano. Então, quando você olha o fluxo de caixa, ela tem uma entrada lá e uma contrapartida na holding, porque a gente fez um mútuo para a holding, e depois a gente deslocou, estamos deslocando essa dívida para dentro do FBO. Então, foi uma aquisição que a gente fez rápida, onde a gente tinha uma empresa disponível para fazer essa alocação dessa dívida dentro do FAZ Ano lá fora, uma dívida que a gente tomou nos Estados Unidos. Então, a gente acabou fazendo rápido, fizemos lá dentro, depois a gente deslocou. Então, no fluxo de caixa tem a entrada do investimento no FAZ Ano, mútuo contra a holding, e a alocação correta dentro do aeroporto. Por isso que no fluxo de caixa pode parecer assim, mas você tem que olhar a entrada contra o outro, ela se anula basicamente, uma posição contra a outra, e fica alocado 100% no aeroporto. Então, é uma dívida importante também, o financiamento em dólar, porque a empresa também gera caixa em dólar. Cada vez mais a gente tem operações internacionais, então a gente acabou se financiando em dólar pelo hedge da própria operação. Então, foi esse o racional dessa aquisição e a alocação dessa dívida lá fora.
Speaker #3: Ótimo. Próxima pergunta vem do Pedro Peroni, analista do Bank of America. Ele pergunta — são duas partes. A primeira é sobre as pressões e margens de Residence, Clubs e Aeroporto. Ele quer entender como é o timing do ramp up. Eu vou iniciar, se vocês quiserem complementar. Pedro, tem uma questão: se você comparar no Clubs, se você comparar com há um ano atrás, a gente não tinha o clube operando. E a operação do clube tem uma margem muito parecida com serviço, ou hotel, então, diferente de uma margem de venda de membership. Então tem a questão do efeito: eu não tinha o clube aberto, eu só vendia membership — então não tinha nenhum tipo de despesa com a operação do clube em si. Acho que isso é importante. Obviamente, a gente tem ramp up, vai vir também não só do clube que a gente abriu, mas do Fazenda Tênis Club, que a gente tem um estoque a vender importante. Eu acho que isso tende — tem ramp up, é importante. E no aeroporto tem também essa mesma dinâmica. O principal custo nosso é venda de combustível, que é um spread. Então é receita e custo, e a venda em si é fee, basicamente. Também tem uma margem diferente do property do aeroporto. Nesse trimestre específico, teve efeito de alta de combustível, que afetou momentaneamente a margem. A gente já sentiu, em julho e agosto, os preços voltando. Obviamente, ainda está muito volátil, mas se você for isolar só a operação aeroportuária, ela ainda está no ramp up, mas numa fase final. Então, conforme a gente for abrindo esses novos hangares, a tendência é que realmente tenha aumento de margem. Mas é importante analisar operações diferentes: a de venda de combustível, que tem uma dinâmica de margem diferente da aeroportuária. Não sei se vocês querem...
Speaker #2: Eu vou somar a completar, primeiro Pedro, obrigado pela pergunta, pela presença, a gente os clubes como a marca colocou, obviamente eles têm do ponto de vista quando eles entram em operação, ramp up na operação e do custo, então a vista Village Club a gente tem, como eu comentei na apresentação, a gente tem uma fila de espera de membros lá, então eu trago esse ponto para mostrar sucesso operacional, é a qualidade da operação, é o que mostra nessa demanda, a gente tende valor quando transacionado a alguma oportunidade de venda, em função de alguma rotação, a preço de 1 milhão e meio de reais por título, mais importante quanto essa questão das margens, é a percepção também operacional, que reflete o valor do membership, e no caso dos dois novos clubes, o São Paulo Service Club tem avançou de forma muito rápida a venda dos títulos, também no mesmo valor, mas com a colocou é clube que entrou em operação no ano passado, no segundo semestre do ano passado, tem avanço nesse modelo, e obviamente com as maiores operações avançando ao passo ele também cria para o mesmo e também agora mais recentemente o faz faz ano Tênis Club, que é o nosso clube mais recente, lançado no final do ano passado, com a Maravim colocou, é clube novo, e que vem numa curva de crescimento, e que a gente também tem a mesma percepção de novo, que é sempre a questão do foco, a percepção do cliente, o foco do cliente, tendo muito positiva, então a gente segue com a mesma expectativa importante, e na questão dos aeroportos, só voltando, diferente dos hangares do serviço, o combustível obviamente quando tem de oscilação ou pressão maior, esse spread é impactado, mas continua com crescimento de litros, e obviamente a gente vai olhando isso no médio e longo prazo, essa curva vem se mantendo de forma com maiores positivas.
Speaker #3: Para falar da segunda parte da pergunta dele, é sobre esse início de performance do novo shopping na Boa Vista, no Village. Como que a gente está sentindo em termos de demanda, de ocupação, a satisfação do lojista? Foi já esse início.
Speaker #2: Perfeito. O CJ no Vista vem apresentando, surpreendentemente, acreditava no desenvolvimento desse portfólio, de forma importante, relevante, necessidade de opção nossa, ali dentro. Os clientes cimentam essa operação, é uma operação que vem, semana a semana, ganhando ritmo. Continuo que não é restrita aos proprietários da Fazenda Boa Vista; é uma operação que é disponível para, é shopping aberto ao público de forma geral. Então a gente segue muito otimista com essa operação, por conta do crescimento da operação, mas não só por isso, pelas marcas que já estão lá, e pelas poucas operações ainda que faltam abrir. A gente acredita muito nesse projeto, que é reconhecido por todo mundo que visita e vai até lá, é uma experiência única, é shopping único no Brasil. Então a gente está muito motivado com esse novo equipamento, de 15 mil metros de ABL, e que eu tenho certeza que ele vai continuar avançando de forma relevante, tanto pela região, que lá frequentará, como também pelo crescimento do complexo Boa Vista, com a entrega das novas unidades do Gran Lodge, da Boa Vista Village de uma forma geral, e do próprio Boa Vista Estates, que também vão gerar e aumentar cada vez mais o fluxo de clientes para aquele shopping.
Speaker #3: Só para concluir aqui com o Gabriel, ele quer entender também como que está indo a expansão do shopping em termos de cronograma, e como essa primeira abertura que marcou o início da expansão, e finalmente, com relação ao Shopping na Praça, se está também dentro do cronograma, e como.
Speaker #2: Gabriel, obrigado pela presença, bom, primeiro Sardinha, é uma expansão de aproximadamente 3 mil metros quadrados, é uma expansão muito relevante, a gente essa expansão ela acontece por conta da demanda das principais marcas internacionais, em escolherem o cidade para colocarem ali as suas flagships na América Latina, e não satisfeitos com isso, acabam montando as suas entre as suas maiores lojas do mundo, então, por exemplo, a loja da Dior, como eu coloquei, uma loja de 1.200 metros quadrados, é a maior loja da Dior na América Latina, uma das maiores do mundo, a gente vai ter nos próximos meses a inauguração da Loro Piana, a, que vai para lá, então também faz parte, a gente vai entregando essa expansão, ela vai acontecendo, a gente vai entregando as lojas ao passo que as obras vão ficando prontas, então que vai deixar esse shopping ainda mais especial, a gente entrega também ainda nesse semestre, o CJ Fashion, que em breve a gente vai trazer novidades sobre essa nova área, uma área de 4 mil metros quadrados, com certeza vai se transformar a principal department store da América Latina, projeto muito positivo, com marcas internacionais relevantes, que lá estarão, com projeto muito importante, então que a gente inaugura ao longo ainda desse ano, então essa expansão segue de forma muito positiva, além dessas marcas que eu acabei de comentar com você, a gente vai entregar também marcas importantes, como ao longo dos próximos meses a flagship da Hermès, que vai fazer parte do Cidade Jardim, a flagship da Tiffany, que também é a próxima entrega ainda nesse ano, a Tiffany leva para o Cidade Jardim o primeiro apartment da Tiffany para dentro de shopping, caso único na América Latina, e caso único no mundo, porque vai ser o primeiro apartment da Tiffany além do apartment que tem na Quinta Avenida na Landmark da Tiffany, ela escolhe o Cidade Jardim para replicar o apartment lá, então isso vai o Cidade Jardim que já vem apresentando uma performance muito destacada no setor, por isso escolhida pelas principais marcas do mundo para terem a sua flagship lá, ou operarem exclusivamente lá como a Loro Piana, então a gente vai ter boas surpresas no shopping Cidade Jardim ao longo dos próximos meses.
Speaker #3: Obrigada. Para a gente não avançar muito aqui em mais de uma hora de webcast, tem uma última pergunta do analista da XP Analytical Side, o Gabriel, que é se a transação, o recebimento – a gente falou aqui sobre o recebimento de Boa Vista Estates, que veio de uma transação importante para a companhia – se isso a gente vai usar, se esse tipo de transação a gente vai usar de maneira recorrente, eu acho que já vou até iniciar aqui a resposta e depois você complementa, ou se foi pontual. A gente reforça sempre, quando fala dessa transação, da venda de estoque, que a gente manteve valor muito importante, expressivo, no balanço da companhia, que é o landbank comprado em áreas que a gente já conhece, já desenvolve produtos. Então isso já demonstra o quanto o valor ficou, e não é uma coisa pontual, que foi não recorrente. Então se quiser até complementar com a Capital, enfim, é como...
Speaker #2: Claro. De quem é a pergunta, Mara? Desculpa.
Speaker #3: Gabriel Céu Side da XP.
Speaker #2: Gabriel, bom, obrigado. A gente, então, essa transação é uma transação importante, é uma transação inédita no Brasil no modelo com que ela foi feita. Então, pela estrutura e pelo tamanho dela, uma transação de R$5 bilhões e 235 milhões, então é uma transação que vai, obviamente, a companhia segue com a obrigação de entregar todas as obras, como a gente faz com a venda de produto imobiliário, ela segue com essa obrigação. Então tem ainda um fluxo importante para frente da conclusão dessas obras, entregar os produtos prontos para o fundo na sequência. Mas, obviamente, a companhia, como eu coloquei naquele slide inicial, dando um pouco de perspectiva futura e de market cap da companhia de médio e longo prazo, a gente vendeu, mas a companhia segue no seu balanço com uma riqueza muito importante, que são os terrenos comprados, que seguem no nosso balanço e que dão uma perspectiva de VGV ao redor de R$30 bilhões, que vão ser desenvolvidos no médio e longo prazo, ao longo de que essas obras vão ser entregues. E a gente vai sempre controlando, como a JHSF faz, controlar a oferta e demanda. Provavelmente, esse é caminho possível para a companhia, que é utilizar essa estrutura de veículos de investimento com fundos que façam essa compra desses projetos e participem desse portfólio conosco para frente. Então, esse é um movimento que a gente vai continuar observando. Depois desse passo muito relevante que teve no ano passado, a expectativa é ao longo do tempo conseguir replicar essa estrutura para possíveis lançamentos. O nosso foco de curto e médio prazo é terminar todas as obras que fizeram parte dessa transação relevante do ano passado.
Speaker #3: Obrigada, Augusto. Enfim, com isso a gente encerra o Q&A, quero ressaltar que meu time e eu, a gente fica, ficamos à disposição pelo e-mail, os contatos no último slide da apresentação, no e-mail ri@jhsf.com.br, muito obrigada pela presença de todos.
