Q2 2026 Minerva SA Earnings Call

Speaker #1: Olá, senhoras e senhores, bom dia. Sejam bem-vindos à videoconferência de resultados da Minerva, referente aos resultados do 2º trimestre de 2026. Estão presentes hoje conosco o senhor Fernando Galete de Queiroz, diretor-presidente; e o senhor Edson Chicle, diretor de Finanças e Relações com Investidores.

Speaker #1: Informamos que a apresentação está sendo gravada e traduzida simultaneamente. A tradução está disponível clicando no botão "Interpretation". Para aqueles ouvindo a videoconferência em inglês, há a opção de silenciar o áudio original em português clicando em "Mute your original audio."

Speaker #1: Além disso, informamos que a apresentação está disponível para download no endereço re.minervafoods.com, na seção de Apresentações. Durante a apresentação da companhia, todos os participantes estarão com o microfone desabilitado.

Speaker #1: Em seguida, daremos início à sessão de perguntas e respostas. Para fazer perguntas por áudio, clique no ícone "Q&A" e digite seu nome e a companhia.

Speaker #1: When announced, a prompt to activate your microphone will appear on the screen. You should then enable your microphone to ask questions. Questions in English should be sent in writing only.

Operator 2: Ao ser anunciado, uma solicitação para ativar o seu microfone aparecerá na tela, e então você deve ativar o seu microfone para fazer perguntas. Perguntas em inglês devem ser enviadas apenas por escrito. Para realizar perguntas por escrito, digite a pergunta no botão Q&A. Esclarecemos que eventuais declarações que possam ser feitas durante esta videoconferência, relativas às perspectivas de negócios da Minerva, metas operacionais e financeiras, constituem-se projeções da diretoria da companhia, que podem ou não ocorrer. Investidores devem compreender que fatores políticos, macroeconômicos e outros fatores operacionais podem afetar o futuro da companhia e conduzir a resultados que diferem materialmente daqueles expressos em tais considerações futuras. Para abrir a videoconferência dos resultados do Q2 de 2026, passo a palavra para o senhor Fernando Queiroz, Diretor Presidente, que iniciará a apresentação. Por favor, senhor Fernando, o senhor pode prosseguir com a apresentação.

Speaker #1: Para realizar perguntas por escrito, digite a pergunta no botão "Q&A". Esclarecemos que eventuais declarações que possam ser feitas durante esta videoconferência relativas às perspectivas de negócios da Minerva; metas operacionais e financeiras; constituem-se em projeções da diretoria da companhia, que podem ou não ocorrer.

Speaker #1: Investidores devem compreender que fatores políticos, macroeconômicos e outros fatores operacionais podem afetar o futuro da companhia e conduzir a resultados que diferem materialmente daqueles expressos em tais considerações futuras.

Speaker #1: Para abrir a videoconferência dos resultados do 2o trimestre de 2026, passo a palavra para o senhor Fernando Queiroz, diretor-presidente, que iniciará a apresentação. Por favor, senhor Fernando, o senhor pode prosseguir com a apresentação.

Speaker #3: Bom dia a todos, e obrigado por participarem da teleconferência de resultados da Minerva Foods para o 2º tri de 2026. Encerramos o 1º semestre de 2026 com um sólido conjunto de resultados operacionais e financeiros.

Fernando Galletti de Queiroz: Bom dia a todos e obrigado por participarem da teleconferência de resultados da Minerva Foods para o Q2 de 2026. Encerramos o H1 de 2026 com um sólido conjunto de resultados operacionais e financeiros, reafirmando a consistência e a disciplina na execução da nossa estratégia. Os resultados do Q2 reforçam a importância que a diversificação geográfica desempenha em nosso modelo de negócios, contribuindo para as reduções de riscos, ampliando a capacidade de arbitragem e sendo um hedge para a geopolítica. Desde o início de 2026, temos observado um cenário bastante desafiador, marcado por alta volatilidade em diversas variáveis, incluindo restrições tarifárias, tensões geopolíticas e macroeconômicas, além do desafio logístico e climáticos. Ainda assim, conseguimos manter uma performance operacional consistente e sustentada pela agilidade e capacidade de execução do nosso time na adaptação às mudanças de mercado e na captura de oportunidades.

Speaker #3: Reafirmando a consistência e a disciplina na execução da nossa estratégia. Os resultados do 2o tri reforçam a importância que a diversificação geográfica desempenha em nosso modelo de negócios, contribuindo para as reduções de riscos, ampliando a capacidade de arbitragem e sendo "hedge" para a geopolítica.

Speaker #3: Desde o início de 2026, temos observado um cenário bastante desafiador, marcado por alta volatilidade em diversas variáveis, incluindo restrições tarifárias, tensões geopolíticas e macroeconômicas, além dos desafios logísticos e climáticos.

Speaker #3: Ainda assim, conseguimos manter uma performance operacional consistente e sustentada pela agilidade e capacidade de execução do nosso time, mercado e na captura de oportunidades.

Speaker #3: Vamos falar dos nossos principais desempenhos operacionais e financeiros do 2º tri de 2026, a partir do slide 2. Começando pela receita bruta, que somou R$ 15,1 bilhões no 2º trimestre, e R$ 61 bilhões no acumulado dos últimos 12 meses.

Fernando Galletti de Queiroz: Vamos falar dos nossos principais desempenhos operacionais e financeiros do Q2 de 2026 a partir do slide 2. Começando pela receita bruta, que somou R$ 15.1 bilhões no segundo trimestre e R$ 61 bilhões no acumulado dos últimos 12 meses. As exportações responderam por aproximadamente 60% da receita bruta consolidada, tanto no trimestre quanto na base anual, reforçando o seu papel fundamental na operação da Minerva Foods e ratificando a atratividade do mercado internacional. Ao mesmo tempo, o mercado interno segue desempenhando um papel relevante na composição dos resultados, contribuindo para a otimização de margens e maior estabilidade operacional. Tal desempenho é suportado pela nossa capacidade operacional e comercial na América do Sul, que por meio de um footprint geograficamente diversificado, nos permite arbitrar mercados e capturar oportunidades na distribuição no continente, especialmente no Brasil.

Speaker #3: As exportações responderam por aproximadamente 60% da receita bruta consolidada, tanto no trimestre quanto na base anual, reforçando seu papel fundamental na operação da Minerva Foods e ratificando a atratividade do mercado internacional.

Speaker #3: Ao mesmo tempo, o mercado interno segue desempenhando papel relevante na composição dos resultados, contribuindo para a otimização de margens e maior estabilidade operacional. Tal desempenho é suportado pela nossa capacidade operacional e comercial na América do Sul, que, por meio de "footprint" geograficamente diversificado, nos permite arbitrar mercados e capturar oportunidades na distribuição no continente especialmente no Brasil.

Speaker #3: Esse modelo dinâmico, baseado no redirecionamento de volumes entre diferentes origens, assegura maior agilidade na resposta às mudanças nos cenários de oferta e demanda, fortalecendo a resiliência operacional e a eficiência comercial em todas as regiões em que atuamos.

Fernando Galletti de Queiroz: Esse modelo dinâmico, baseado no redirecionamento de volumes entre diferentes origens, assegura maior agilidade na resposta às mudanças nos cenários de oferta e demanda, fortalecendo a resiliência operacional e a eficiência comercial em todas as regiões em que atuamos. Voltando aos números, nesse Q2 de 2026, registramos uma receita líquida de R$ 14.1 bilhões, enquanto no acumulado dos últimos 12 meses, a receita líquida totalizou R$ 57 bilhões, marcando mais um recorde na história da companhia. Nossa rentabilidade operacional, aqui demonstrada no EBITDA, totalizou R$ 1.2 bilhões no Q2 de 2026, com margem de 8.7% nos últimos 12 meses. O EBITDA da Minerva alcançou R$ 4.9 bilhões, perfazendo uma margem de 8.6%.

Speaker #3: Voltando aos números, nesse 2º tri de 2026, registramos uma receita líquida de R$14,1 bilhões, enquanto no acumulado dos últimos 12 meses a receita líquida totalizou R$57 bilhões, marcando mais um recorde na história da companhia.

Speaker #3: Nossa rentabilidade operacional, aqui demonstrada no EBITDA, totalizou 1,2 bilhões de reais no 2o tri de 2026, com margem de 8,7% nos últimos 12 meses.

Speaker #3: O EBITDA da Minerva alcançou 4,9 bilhões, perfazendo uma margem de 8,6%. Com reflexo do sólido desempenho operacional e financeiro, o resultado líquido do 2o tri de 2026 foi de 197 milhões de reais, acumulando cerca de 284 milhões no 1o semestre de 2026 e totalizando cerca de 489 milhões nos últimos 12 meses.

Fernando Galletti de Queiroz: Com reflexo do sólido desempenho operacional e financeiro, o resultado líquido do Q2 de 2026 foi de R$ 197 milhões, acumulando cerca de R$ 284 milhões no H1 de 2026 e totalizando cerca de R$ 489 milhões nos últimos 12 meses. Por fim, em relação à estrutura de capital, encerramos o trimestre em patamares saudáveis, com uma alavancagem líquida de 2.9x dívida líquida/EBITDA. Adicionalmente, mantivemos uma sólida posição de caixa de aproximadamente R$ 15 bilhões, em linha com nossa política de liquidez, o que nos proporciona segurança e flexibilidade diante dos desafios de mercado. Mais à frente, o Edison discutirá em maiores detalhes a performance financeira da Minerva Foods. Vamos passar agora para o slide 3, com mais alguns destaques do período. Quero iniciar a discussão com uma das nossas prioridades estratégicas: o aperfeiçoamento da estrutura de capital.

Speaker #3: Por fim, em relação à estrutura de capital, encerramos o trimestre em patamares saudáveis, com uma alavancagem líquida de 2,9 vezes dívida líquida/EBITDA. Adicionalmente, mantivemos uma sólida posição de caixa de aproximadamente R$ 15 bilhões, em linha com a nossa política de liquidez, o que nos proporciona segurança e flexibilidade diante dos desafios de mercado.

Speaker #3: Mais à frente, o Edison discutirá em maiores detalhes a performance financeira da Minerva Foods. Vamos passar agora para o slide 3, com mais alguns destaques do período.

Speaker #3: Quero iniciar a discussão com uma das nossas prioridades estratégicas: o aperfeiçoamento da estrutura de capital. Ao longo do 1º semestre, realizamos o resgate e cancelamento de US$ 166 milhões do bond de 2028 e US$ 67 milhões relativos ao bond de 2031, totalizando cerca de US$ 233 milhões, ou R$ 1,2 bilhão.

Fernando Galletti de Queiroz: Ao longo do H1, realizamos resgate e cancelamento de US$ 166 milhões do bond 2028 e US$ 67 milhões relativos ao bond 2031, totalizando cerca de US$ 233 milhões ou R$ 1.2 bilhões. Esse movimento contribuiu para o alongamento do perfil de vencimentos e o fortalecimento do nosso balanço. Além das iniciativas no mercado internacional de dívida, fizemos ainda a recompra de CRAs no mercado local, em um total de R$ 66 milhões. Ainda dando continuidade à nossa estratégia de gestão de passivos financeiros, destacamos as iniciativas recentes nos mercados de capital local e internacional. No mercado local, concluímos a emissão de uma debênture de R$ 1.5 bilhões em duas séries, com prazo de 3 e 5 anos, o que viabilizou o resgate antecipado de aproximadamente R$ 500 milhões em notas comerciais, contribuindo para o alongamento do perfil da dívida.

Speaker #3: Esse movimento contribuiu para o alongamento do perfil de vencimentos e o fortalecimento do nosso balanço, além das iniciativas no mercado internacional de dívida. Fizemos ainda a recompra de cras no mercado local, em total de 66 milhões de reais.

Speaker #3: Ainda dando continuidade à nossa estratégia de gestão de passivos financeiros, destacamos as iniciativas recentes nos mercados de capital local e internacional. No mercado local, concluímos a emissão de uma debênture de R$ 1,5 bilhão em 2 séries, com prazo de 3 e 5 anos, o que viabilizou o resgate antecipado de aproximadamente R$ 500 milhões em notas comerciais, contribuindo para o alongamento do perfil da dívida.

Speaker #3: Já no mercado internacional, realizamos a emissão do bond de 2036 no valor de 600 milhões de dólares, com prazo de 10 anos, e recursos destinados à amortização de vencimentos de curto prazo.

Fernando Galletti de Queiroz: Já no mercado internacional, realizamos a emissão do bond 2036, no valor de US$ 600 milhões, com prazo de 10 anos e recursos destinados à amortização de vencimentos de curto prazo. Em conjunto, essas iniciativas reforçam a execução da nossa estratégia de liability management, contribuindo para o alongamento do perfil da dívida, a redução do custo financeiro e o fortalecimento da nossa estrutura de capital. Conforme antecipado, Edison Ticle detalhará essas iniciativas mais adiante na nossa apresentação. Vamos agora aos destaques de sustentabilidade, um dos pilares dos nossos modelos de negócio. Ao longo do período, a companhia divulgou a 15ª edição do Relatório de Sustentabilidade, ano base 2025. O documento foi elaborado seguindo as diretrizes globais de relato ESG, entre elas Global Reporting Initiative e Sustainability Accounting Standards Board.

Speaker #3: Em conjunto, essas iniciativas reforçam a execução da nossa estratégia de gestão de passivos, contribuindo para o alongamento do perfil da dívida, a redução do custo financeiro e o fortalecimento da nossa estrutura de capital.

Speaker #3: Conforme antecipado, o Edison detalhará essas iniciativas mais adiante na nossa apresentação. Vamos agora aos destaques de sustentabilidade: dos pilares do nosso modelo de negócio.

Speaker #3: Ao longo do período, a companhia divulgou a 15ª edição do Relatório de Sustentabilidade, ano-base 2025. O documento foi elaborado seguindo as diretrizes globais de relato ESG, entre elas Global Reporting Initiative e Sustainability Accounting Standards Board. Vale ressaltar que o relatório também passou por uma verificação externa independente e que as informações contidas são multidisciplinares e reforçam a transparência da Minerva Foods na comunicação com todos os seus stakeholders.

Fernando Galletti de Queiroz: Vale ressaltar que o relatório também passou por uma verificação externa independente e que as informações contidas são multidisciplinares e reforçam a transparência da Minerva Foods na comunicação com todos os seus stakeholders. Outro destaque importante é que pelo sexto ano consecutivo, a Minerva Foods foi incluída na carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3, o ISE. Essa conquista reforça o nosso pioneirismo e o reconhecimento do mercado às nossas melhores práticas de ESG e a gestão sustentável dos negócios. Adicionalmente, a Minerva alcançou 100% de conformidades na auditoria externa do Compromisso Público da Pecuária, resultado que reforça a solidez dos controles socioambientais adotados pela companhia na aquisição de gado na fronteira do bioma da Amazônia.

Speaker #3: Outros destaques importantes é que, pelo 6o ano consecutivo, a Minerva Foods foi incluída na carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3, o ISI.

Speaker #3: Essa conquista reforça o nosso pioneirismo e o reconhecimento do mercado às nossas melhores práticas de ESG e à gestão sustentável dos negócios. Adicionalmente, a Minerva alcançou 100% de conformidade na auditoria externa do Compromisso Público da Pecuária, resultado que reforça a solidez dos controles socioambientais adotados pela companhia na aquisição de gado na fronteira do bioma da Amazônia. A conformidade integral com os critérios do CBP evidencia a capacidade da companhia de traduzir seus compromissos públicos em procedimentos operacionais verificáveis e auditáveis, contribuindo para a mitigação de riscos ambientais, regulatórios, reputacionais e de acesso a mercados.

Fernando Galletti de Queiroz: A conformidade integral com os critérios do CBP evidencia a capacidade da companhia de traduzir seus compromissos públicos em procedimentos operacionais verificáveis e auditáveis, contribuindo para a mitigação de riscos ambientais, regulatórios, reputacionais e de acesso a mercados. O desempenho também reforça a governança da estratégia de sustentabilidade e a resiliência do modelo de negócio, diante das exigências socioambientais cada vez mais rigorosas. Avançamos também com o programa Renove, que no segundo trimestre iniciou seu ciclo anual de certificação. Concluímos as análises de elegibilidade e a verificação geoespacial das fazendas participantes, garantindo a total conformidade com os protocolos carbono reduzido e carbono neutro. Além disso, concentramos os esforços nas expansões dos programas de engajamento dos nossos parceiros no Paraguai, Uruguai e Brasil, além do engajamento de novos parceiros na Argentina.

Speaker #3: O desempenho também reforça a governança da estratégia de sustentabilidade e a resiliência do modelo de negócio, diante da exigência socioambientais cada vez mais rigorosas.

Speaker #3: Avançamos também com o programa Renova, que no segundo trimestre iniciou seu ciclo anual de certificação. Concluímos as análises de elegibilidade e a verificação geoespacial das fazendas participantes, garantindo a total conformidade com os protocolos Carbono Reduzido e Carbono Neutro.

Speaker #3: Além disso, concentramos os esforços nas expansões dos programas e no engajamento dos nossos parceiros no Paraguai, Uruguai e Brasil, além do engajamento de novos parceiros na Argentina.

Speaker #3: Em conjunto, esses avanços reforçam a evolução da nossa agenda ESG, ao conectar produtividade, gestão de risco e geração de valor em toda a cadeia produtiva, além de evidenciarem o fortalecimento das nossas práticas em gestão climática, governança, transparência e desenvolvimento humano.

Fernando Galletti de Queiroz: Em conjunto, esses avanços reforçam a evolução da nossa agenda ESG, ao conectar produtividade, gestão de risco, geração de valor em toda a cadeia produtiva e evidenciam o fortalecimento das nossas práticas em gestão climáticas, governança, transparência e desenvolvimento humano. Agora, vamos avançar para o próximo slide e falar um pouco sobre nossa performance comercial. Na parte superior do slide, apresentamos o detalhamento da receita bruta por destino no Q2 de 2026. A região das Américas Central e do Sul totalizam 36% de participação da receita bruta da companhia. O destaque para o Brasil, que alcançou um share de aproximadamente 20%. Na sequência, a Ásia representou 26% da receita no período, com China como principal destino, respondendo por 18%. A América do Norte concentrou 15% da receita, sendo os Estados Unidos o principal mercado da região, com 10% de participação.

Speaker #3: Agora, vamos avançar para o próximo slide e falar um pouco sobre nossa performance comercial. Na parte superior do slide, apresentamos o detalhamento da receita bruta por destino no 2º trimestre. As Américas Central e do Sul totalizam 36% de participação da receita bruta da companhia, com destaque para o Brasil, que alcançou um share de aproximadamente 20%.

Speaker #3: Na sequência, a Ásia representou 26% da receita no período, com China como principal destino, respondendo por 18%. A América do Norte concentrou 15% da receita, sendo os Estados Unidos o principal mercado da região, com 10% de participação.

Speaker #3: Para o Oriente Médio, foram destinados 8% da receita no período, e por fim a União Europeia e os países do Leste Europeu, que apresentaram participações semelhantes, com cerca de 6% cada.

Fernando Galletti de Queiroz: Para o Oriente Médio, foram destinados 8% da receita no período. Por fim, a União Europeia e os países do Leste Europeu que apresentaram participações semelhantes, com cerca de 6% cada. Quero destacar novamente a importância das nossas operações de distribuição, especialmente no Brasil. Nossa estratégia de diversificação na América do Sul nos torna flexível para direcionar volumes entre diferentes mercados, capturando oportunidades de arbitragem e sustentando o patamar de rentabilidade, mesmo em um ambiente de altíssima volatilidade. Essas oportunidades de flexibilidade nos permitem extrair máxima eficiência comercial e operacional. Nesse contexto, o mercado interno desempenha um papel importante na composição dos resultados, contribuindo para maior estabilidade operacional e otimização das margens. Essa flexibilidade operacional fortalece a nossa capacidade de adaptação aos ciclos de oferta e demanda, aumentando a eficiência comercial em todas as regiões em que atuamos.

Speaker #3: Quero destacar novamente a importância das nossas operações de distribuição, especialmente no Brasil. Nossa estratégia de diversificação na América do Sul os torna flexíveis para direcionar volumes entre diferentes mercados, capturando oportunidades de arbitragem e sustentando o patamar de rentabilidade, mesmo num ambiente de altíssima volatilidade.

Speaker #3: Essas oportunidades de flexibilidade nos permitem extrair massa e eficiência comercial em operacional. Nesse contexto, o mercado interno desempenha papel importante na composição dos resultados.

Speaker #3: Contribuindo para maior estabilidade operacional e otimização das margens. Essa flexibilidade operacional fortalece a nossa capacidade de adaptação aos ciclos de oferta e demanda, aumentando a eficiência comercial em todas as regiões em que atuamos.

Speaker #3: Dando continuidade à análise da nossa performance comercial, vamos detalhar a evolução dos nossos fluxos de exportação por região. No quadro à esquerda, apresentamos o desempenho das exportações de carne bovina no 2o tri de 2026.

Fernando Galletti de Queiroz: Dando continuidade à análise da nossa performance comercial, vamos detalhar a evolução dos nossos fluxos de exportação por região. No quadro à esquerda, apresentamos o desempenho das exportações de carne bovina no Q2 2026. A Ásia manteve-se como principal destino, respondendo por 43% das exportações do trimestre, com destaque para a China, que representou 36%. Na sequência, a América do Norte concentrou 19% das exportações, impulsionada majoritariamente pelos Estados Unidos, com 15% de participação. Em seguida, temos as Américas Central e do Sul, com 12%, e o Oriente Médio com 9%. A União Europeia representa 8%, seguida pelos países do Leste Europeu, com 6%, e pela África, com 3%. Olhando agora para o acumulado do ano, a dinâmica permanece consistente. A Ásia segue como o principal destino, com 39% das exportações, sendo a China responsável por 32%.

Speaker #3: A Ásia manteve-se como o principal destino, respondendo por 43% das exportações do trimestre, com destaque para a China, que representou 36%. Na sequência, a América do Norte concentrou 19% das exportações, impulsionada majoritariamente pelos Estados Unidos, com 15% de participação.

Speaker #3: Em seguida, temos as Américas Central e do Sul, com 12%, e o Oriente Médio, com 9%. A União Europeia representa 8%, seguida pelos países do Leste Europeu, com 6%, e pela África, com 3%.

Speaker #3: Olhando agora para o acumulado do ano, a dinâmica permanece consistente: a Ásia segue como o principal destino, com 39% das exportações, sendo a China responsável por 32%.

Speaker #3: A América do Norte aparece na sequência com 18%, liderada pelos Estados Unidos, com 13%. Na sequência, temos América Central e do Sul, e o Oriente Médio, ambos com 11% cada, seguidos pela União Europeia com 9%, e o Leste Europeu com 8%.

Fernando Galletti de Queiroz: A América do Norte aparece na sequência com 18%, liderada pelos Estados Unidos, com 13%. Na sequência, temos a América Central e do Sul e o Oriente Médio, ambos com 11% cada, seguidos pela União Europeia com 9% e o Leste Europeu com 8%. África, com 4% da receita das exportações. No lado direito do slide, destacamos o perfil das exportações de ovino nas operações da Austrália e do Chile. No Q2 2026, a América do Norte permanece como o principal destino, com 38% de participação, sendo os Estados Unidos o maior mercado com 34%. Na sequência, a Ásia responde por 34%, com a China na posição de principal destino da região, enquanto a Europa responde por 16% e o Oriente Médio por 6%.

Speaker #3: África, com 4% da receita das exportações. No lado direito do slide, destacamos o perfil das exportações de ovino, nas operações da Austrália e do Chile, no 2º tri de 2026.

Speaker #3: A América do Norte permanece como o principal destino, com 38% de participação, sendo os Estados Unidos, o maior mercado, com 34%. Na sequência, a Ásia responde por 34%, com a China na posição de principal destino da região, enquanto a Europa responde por 16% e o Oriente Médio por 6%.

Speaker #3: Os últimos 12 meses, o cenário permanece semelhante, com a América do Norte liderando com 40%, seguido pela Ásia com 31%, Europa com 16% e o Oriente Médio com 7%.

Fernando Galletti de Queiroz: Nos últimos 12 meses, o cenário permanece semelhante, com a América do Norte liderando com 40%, seguido pela Ásia com 31%, Europa com 16% e o Oriente Médio com 7%. Em conjunto, esses resultados reforçam a solidez da nossa plataforma de exportação e a consistência da nossa execução, sustentando níveis de rentabilidade mesmo em um ambiente de forte volatilidade e limitações logistas. Ao mesmo tempo, evidenciam a dinâmica atrativa do mercado internacional, apoiado por restrições estruturais de oferta e por níveis consistentes de demanda. Essa performance se reflete diretamente na evolução da nossa receita, que passamos a detalhar no slide 5. O mercado externo segue como protagonista no nosso desempenho, refletindo a relevância das exportações na composição da receita. No segundo trimestre, as exportações representam 62% da receita bruta, alcançando 65% nos últimos 12 meses. Apenas reforçando que nessa matemática, não consideramos a divisão de outros.

Speaker #3: Em conjunto, esses resultados reforçam a solidez da nossa plataforma de exportação e a consistência da nossa execução, sustentando níveis de rentabilidade mesmo em ambiente de forte volatilidade e limitações logísticas.

Speaker #3: Ao mesmo tempo, evidenciam a dinâmica atrativa do mercado internacional, apoiada por restrições estruturais de oferta e por níveis consistentes de demanda. Essa performance se reflete diretamente na evolução da nossa receita, que passamos a detalhar no slide 5.

Speaker #3: O mercado externo, segue como protagonista, no nosso desempenho, refletindo a relevância das exportações na composição da receita. No 2o trimestre, as exportações representam 62% da receita bruta, alcançando 65% nos últimos 12 meses.

Speaker #3: Apenas. Reforçando que nessa matemática, não consideramos a divisão de outros. Quando analisamos, por operação, o Brasil destinou 64% da produção à exportação no trimestre, alcançando 66% nos últimos 12 meses.

Fernando Galletti de Queiroz: Quando analisamos por operação, o Brasil destinou 64% da produção à exportação no trimestre, alcançando 66% nos últimos 12 meses. Nas operações da América Latina, ex-Brasil, o perfil é semelhante, com 58% no trimestre e 63% no período. Passando para o lado direito do slide, apresentamos a abertura de receita por origem. O Brasil segue como principal vetor operacional, com 57% da receita bruta, tanto no trimestre quanto nos últimos 12 meses. Na sequência, o Paraguai contribui com 12% no trimestre e 11% no período de 12 meses. O Uruguai teve participação de 11%, tanto no trimestre quanto nos últimos 12 meses. A Argentina representou 8% no Q2 de 2026 e 9% nos últimos 12 meses. Já a Austrália respondeu por aproximadamente 5%, tanto no trimestre como na base anual, enquanto a Colômbia contribuiu com 4% no Q2 de 2026 e 3% no acumulado de 12 meses.

Speaker #3: As operações da América Latina, exceto Brasil, o perfil é semelhante, com 58% no trimestre e 63% no período. Passando para o lado direito do slide, apresentamos a abertura de receita por origem.

Speaker #3: O Brasil segue como o principal vetor operacional, com 57% da receita bruta, tanto no trimestre quanto nos últimos 12 meses. Na sequência, o Paraguai contribui com 12% no trimestre e 11% no período de 12 meses.

Speaker #3: O Uruguai teve participação de 11%, tanto no trimestre quanto nos últimos 12 meses. A Argentina representou 8% no 2o trimestre de 2026 e 9% nos últimos 12 meses.

Speaker #3: Já a Austrália respondeu por aproximadamente 5%, tanto no trimestre como na base anual, enquanto a Colômbia contribuiu com 4% no 2º tri de 2026 e 3% no acumulado de 12 meses.

Speaker #3: Por fim, a rubrica "outros" relacionada à divisão de trading respondeu por 4% da receita, tanto no trimestre quanto nos últimos 12 meses. Antes de avançarmos para os destaques financeiros, gostaria de falar pouco mais sobre o cenário global do setor de proteína animal.

Fernando Galletti de Queiroz: Por fim, a rubrica Outros, relacionada à divisão de trading, respondeu por 4% da receita, tanto no trimestre quanto nos últimos 12 meses. Antes de avançarmos para os destaques financeiros, gostaria de falar um pouco mais sobre o cenário global do setor de proteína animal. Seguimos operando em um ambiente de elevada volatilidade influenciada por fatores geopolíticos e pela dinâmica do ciclo pecuário em importantes regiões produtoras, como os desafios na recomposição do rebanho norte-americano. Ainda assim, os fundamentos do setor permanecem construtivos, sustentados por um cenário de oferta global estruturalmente mais restrita e por uma demanda consistente por alimentos, que tende a se intensificar em momentos de maior incerteza geopolítica, como o atual. A despeito do início de uma fase de menor oferta no Brasil, a América do Sul segue consolidando sua relevância como principal produtora global de proteína bovina.

Speaker #3: Seguimos operando em ambiente de elevada volatilidade, influenciada por fatores geopolíticos e pela dinâmica do ciclo pecuário em importantes regiões produtoras, como os desafios na recomposição do rebanho norte-americano.

Speaker #3: Ainda assim, os fundamentos do setor permanecem construtivos, sustentados por cenário de oferta global estruturalmente mais restrita e por uma demanda consistente por alimentos, que tende a se intensificar em momentos de maior incerteza geopolítica, como o atual.

Speaker #3: A despeito do início de uma fase de menor oferta no Brasil, a América do Sul segue consolidando sua relevância como principal produtora global de proteína bovina.

Speaker #3: Esse protagonismo é acentuado pela restrição de ofertas em players estratégicos, como os Estados Unidos, que enfrentam uma escassez de animais e são impactados pelo custo de produção estruturalmente elevado.

Fernando Galletti de Queiroz: Esse protagonismo é acentuado pela restrição de ofertas em players estratégicos, como os Estados Unidos, que enfrentam uma escassez de animais e são impactados pelo custo de produção estruturalmente elevados. No mercado asiático, além da China, os países do Sudeste Asiático, como Indonésia, Malásia, Filipinas e Vietnã, seguem como polos fundamentais de consumo. Vemos esse dinamismo refletido no nosso mix de venda, impulsionado por uma demanda aquecida que vem sustentando o forte movimento de preços ao longo do ano. Olhando para frente, enxergamos oportunidades estruturais relevantes, como o avanço de acordos comerciais, a exemplo das tratativas Mercosul-União Europeia e das conversas com o Canadá, frentes que tendem a ampliar o acesso ao mercado para as exportações sul-americanas. Nesse contexto, a nossa competitividade sustenta-se na diversificação geográfica em uma plataforma operacional estrategicamente distribuída pela América do Sul.

Speaker #3: O mercado asiático, além da China, os países do Sudeste Asiático, como Indonésia, Malásia, Filipinas e Vietnã, seguem como polos fundamentais de consumo. Vemos esse dinamismo refletido no nosso demanda aquecida que vem sustentando o forte movimento de preços ao longo do ano.

Speaker #3: Olhando para frente, enxergamos oportunidades estruturais relevantes, como o avanço de acordos comerciais, a exemplo da tratativa Mercosul-União Europeia e das conversas com o Canadá, frentes que tendem a ampliar o acesso ao mercado para as exportações sul-americanas.

Speaker #3: Nesse contexto, a nossa competitividade sustenta-se na diversificação geográfica, em uma plataforma operacional estrategicamente distribuída pela América do Sul. Esse footprint nos dá agilidade para habilitar produção e otimizar rotas comerciais, diante de volatilidade tarifária, sanitária ou logística.

Fernando Galletti de Queiroz: Esse footprint nos dá agilidade para habilitar produção e otimizar rotas comerciais diante de volatilidades tarifárias, sanitárias ou logísticas. Em um ambiente global de maior incerteza geopolítica, a segurança alimentar ganha relevância central e sustenta uma demanda altamente resiliente por proteína. Diante disso, a Minerva Foods está estrategicamente posicionada para capturar valor, focada e combinando com a escala, eficiência e flexibilidade operacional, sempre com rigorosa disciplina de capital e compromisso irrestrito com a solidez do nosso balanço. Passo agora a palavra para o Edinho, para que ele possa falar um pouco mais sobre os destaques financeiros do trimestre.

Speaker #3: Em um ambiente global de maior incerteza geopolítica, a segurança alimentar ganha relevância central e sustenta uma demanda altamente resiliente por proteína. Diante disso, a Minerva Foods está estrategicamente posicionada para capturar valor, focada e combinando escala, eficiência e flexibilidade operacional, sempre com rigorosa disciplina de capital e compromisso irrestrito com a solidez do nosso balanço.

Speaker #3: Passo agora a palavra para o Edinho, para que ele possa falar pouco mais sobre os destaques financeiros do trimestre.

Speaker #2: Obrigado, Fernando. Vamos iniciar no slide 6. Slide 6, começando pela receita líquida e conforme foi adiantado pelo Fernando. A gente atingiu 14 bilhões no 2o tri de 2026, crescimento de 5%, quando comparado ao 1o tri.

Edison Ticle: Obrigado, Fernando. Vamos iniciar no slide 6. Começando pela receita líquida e conforme foi adiantado pelo Fernando, a gente atingiu BRL 14 billion no Q2 de 2026, um crescimento de 5% quando comparado ao Q1. Nos últimos 12 meses, encerrado em junho, a receita totalizou BRL 57 billion, uma alta de 29% ano contra ano e o maior patamar já registrado pela companhia. O EBITDA ajustado do Q2 foi de BRL 1.2 billion, crescimento de 10% na comparação trimestral e margem de 8.7%. Nos últimos 12 meses, o EBITDA consolidado totalizou BRL 4.9 billion, uma alta de 22% ano contra ano e a margem encerrou o período em 8.6%. Acho que vale dizer que esse desempenho reforça a disciplina que a gente tem tido na execução operacional, na execução financeira nos últimos trimestres, mesmo no ambiente global extremamente volátil e desafiador. Vamos agora para o slide 7 falar de alavancagem.

Speaker #2: Nos últimos 12 meses, encerrados em junho, a receita totalizou 57 bilhões, uma alta de 29% ano contra ano, e o maior patamar já registrado pela companhia.

Speaker #2: O EBITDA ajustado do 2º tri foi de R$ 1,2 bilhão, crescimento de 10% na comparação trimestral, e margem de 8,7%. Nos últimos 12 meses, o EBITDA consolidado totalizou R$ 4,9 bilhões, uma alta de 22% ano contra ano.

Speaker #2: E a margem encerrou o período em 8,6%. Acho que vale dizer que esse desempenho reforça a disciplina que a gente tem tido na execução operacional, na execução financeira nos últimos trimestres, mesmo num ambiente global extremamente volátil e desafiador.

Speaker #2: Vamos agora para o slide 7 e falar de alavancagem. A gente encerrou o trimestre com alavancagem líquida de 2,9 vezes, indicador de dívida líquida/EBITDA, refletindo o impacto dos investimentos em capital de giro ao longo desse primeiro semestre de 2026, e que devem contribuir para a performance da companhia agora no 2º semestre desse ano.

Edison Ticle: A gente encerrou o trimestre com alavancagem líquida de 2.9 vezes no indicador de dívida líquida/EBITDA, refletindo o impacto dos investimentos em capital de giro ao longo desse primeiro semestre de 2026 e que devem contribuir para performance da companhia agora no segundo semestre desse ano. A gente tem que ressaltar que mesmo nesse ambiente de volatilidade, a integração dos novos ativos segue expandindo escala de receita EBITDA, além de destravar sinergias e ganhos de eficiência que a gente tem demonstrado a cada trimestre. Essa evolução operacional, combinada com a recuperação da rentabilidade, tem sido fundamental para o fortalecimento contínuo da estrutura de capital. Uma trajetória que a gente acompanha no detalhe desde o início da integração, no final de 2024, e reafirma o nosso compromisso com uma rigorosa disciplina financeira e de gestão da nossa estrutura de capital.

Speaker #2: A gente tem que ressaltar que, mesmo nesse ambiente de volatilidade, a integração dos novos ativos segue expandindo escala de receita e EBITDA, além de destravar sinergias e ganhos de eficiência que a gente tem demonstrado a cada trimestre.

Speaker #2: Essa evolução operacional, combinada com a recuperação e o fortalecimento contínuo da estrutura de capital. Uma trajetória que a gente acompanha no detalhe desde o início da integração, no final de 2024, e reafirma o nosso compromisso com uma rigorosa disciplina financeira e de gestão da nossa estrutura de capital.

Speaker #2: Vamos agora para os próximos slides e falar de resultado líquido e fluxo de caixa operacional. Começamos por lucro líquido que alcançou 197 milhões no trimestre e 489 milhões nos últimos 12 meses.

Edison Ticle: Vamos agora para o próximo slide falar de resultado líquido e fluxo de caixa operacional. Começamos por um lucro líquido que alcançou BRL 197 million no trimestre e BRL 489 million nos últimos 12 meses. Esse resultado reflete o nosso esforço contínuo em busca de excelência operacional e financeira, e também traduz os ganhos de eficiência e sinergia que a gente obteve operando os novos ativos. Do lado direito do slide, a gente tem o fluxo de caixa operacional que encerrou o trimestre negativo em BRL 55 million, impactado pela alocação de capital de giro, feita não apenas nesse trimestre, mas desde o início do ano. Nesse trimestre, ela passou de BRL 1 billion, como vocês podem ver. Como eu mencionei anteriormente, a maturação dessas iniciativas vai certamente impulsionar o desempenho da companhia no segundo semestre desse ano.

Speaker #2: Esse resultado reflete o nosso esforço contínuo em busca de excelência operacional e financeira, e também traduz os ganhos de eficiência e sinergia que a gente obteve operando os novos ativos.

Speaker #2: Do lado direito do slide, a gente tem o fluxo de caixa operacional, que encerrou o trimestre negativo em 55 milhões, impactado pela alocação de capital de giro feita não apenas nesse trimestre, mas desde o início do ano.

Speaker #2: Nesse trimestre, ela passou de 1 bilhão de reais, como vocês podem ver. Como eu mencionei anteriormente, a maturação dessa iniciativa vai, certamente, impulsionar o desempenho da companhia no 2o semestre desse ano.

Speaker #2: No acumulado dos últimos 12 meses, o fluxo de caixa operacional segue positivo em aproximadamente R$4 bilhões. Vamos agora para o slide 9 e falar de fluxo de caixa.

Edison Ticle: No acumulado dos últimos 12 meses, o fluxo de caixa operacional segue positivo em aproximadamente BRL 4 billion. Vamos agora para o slide 9, falar de fluxo de caixa. Então fazendo o buildup do fluxo de caixa do Q2, a gente começa com o EBITDA de BRL 1.2 billion. Na sequência, a gente mostra um consumo de capital de giro de BRL 1.1 billion, que foi impulsionado sobretudo pelas rubricas de contas a pagar, que fez um total de BRL 610 million, e a rubrica de estoques, que contabilizou BRL 252 million. Esse movimento reflete a nossa forte atuação no mercado chinês, onde o ciclo de recebimento é mais alongado, o ciclo de conversão de caixa, portanto, é mais longo, e com a forte concentração das vendas no Q2 de 2026, isso acabou deslocando o ciclo financeiro para o Q3.

Speaker #2: Então, fazendo build-up do fluxo de caixa do 2o tri, a gente começa com o EBITDA de 1,2 bilhões, daí na sequência, a gente mostra consumo de capital de giro de 1,1 bilhões, que foi impulsionado sobretudo pelas rubricas de contas a pagar, que perfez total de 610 milhões, e a rubrica de estoques, que contabilizou 252 milhões.

Speaker #2: Esse movimento reflete a nossa forte atuação no mercado chinês, onde o ciclo de recebimento é mais alongado, o ciclo de conversão de caixa, portanto, é mais longo, e, com a forte concentração das vendas no 2º tri de 2026, isso acabou deslocando o ciclo financeiro para o 3º tri.

Speaker #2: Então, você tem que investir o capital de giro, principalmente no 2º tri, para começar a obter a receita e, portanto, o resultado dessas vendas a partir do 3º tri, principalmente no 3º e 4º tri.

Edison Ticle: Então você tem que investir o capital de giro, principalmente no Q2, para começar a obter a receita e, portanto, o resultado dessas vendas a partir do Q3, principalmente no Q3 e Q4. Sendo assim, eu acho que cabe ressaltar que esse movimento tem um impacto positivo direto no Q3, como a gente viu, por exemplo, no ano passado, tanto na receita quanto na geração de EBITDA, mas principalmente na liberação de capital de giro. Adicionalmente, como eu já mencionei, a recomposição de estoques e também de ativos biológicos, a gente está expandindo operações de confinamento próprio e com suporte para animais de terceiros, não só no Brasil, mas principalmente no Paraguai e na Argentina. Isso tem sido uma vantagem competitiva bastante importante.

Speaker #2: Sendo assim, eu acho que cabe ressaltar que esse movimento tem impacto positivo direto no terceiro tri, como a gente viu, por exemplo, no ano passado, tanto na receita quanto na geração de EBITDA, mas principalmente na liberação de capital de giro.

Speaker #2: Adicionalmente, como eu já mencionei, a recomposição de estoques e também de ativos biológicos: a gente está expandindo operações de confinamento próprio e com suporte para animais de terceiros, não só no Brasil, mas principalmente no Paraguai e na Argentina.

Speaker #2: Isso tem sido uma vantagem competitiva bastante importante. Mas essa recomposição de estoques e também de ativos biológicos no 1o semestre busca capturar melhora de preços, tendo como principal foco a demanda do mercado americano, o que também dá suporte bastante importante para o nosso desempenho no 2o semestre desse ano.

Edison Ticle: Mas essa recomposição de estoques e também de ativo biológico no H1, busca capturar a melhora de preços, tendo como principal foco a demanda do mercado americano, o que também dá um suporte bastante importante para o nosso desempenho no H2 desse ano. Voltando ao buildup, a gente registrou também um Capex de aproximadamente BRL 200 milhões, concentrado 85% em investimentos de manutenção e os outros 15% em alguns projetos específicos de expansão orgânica das operações. Vale ressaltar que a gente tem sinalizado desde o ano passado que após os investimentos iniciais na estrutura dos novos ativos, o nível de Capex ia acabar se reduzindo e voltando ao patamar orgânico anualizado ao redor de BRL 900 milhões a BRL 1 bilhão, conforme a gente pode ver nesse trimestre.

Speaker #2: Voltando ao build-up, a gente registrou também CAPEX de aproximadamente R$200 milhões, concentrado 85% em investimentos de manutenção e os outros 15% em alguns projetos específicos de expansão orgânica das operações.

Speaker #2: Vale ressaltar que a gente tem sinalizado desde o ano passado que, após os investimentos iniciais na estrutura dos novos ativos, o nível de CAPEX ia acabar se reduzindo e voltando ao patamar orgânico analisado ao redor de 900 milhões a 1 bilhão de reais, conforme a gente pode ver nesse trimestre.

Speaker #2: Para finalizar, o resultado financeiro base caixa foi negativo em R$ 565 milhões, e assim a gente encerra o trimestre com consumo de caixa da ordem de R$ 611 milhões, de novo, totalmente derivado de investimento de mais de R$ 1 bilhão em capital de giro nesse trimestre.

Edison Ticle: Para finalizar, o resultado financeiro base caixa foi -BRL 565 milhões e assim a gente encerra o trimestre com consumo de caixa da ordem de BRL 611 milhões, de novo, totalmente derivado do investimento de mais de BRL 1 bilhão em capital de giro nesse trimestre. Quando a gente olha para o acumulado dos últimos 12 meses, o fluxo de caixa livre foi +BRL 636 milhões. Então quando a gente olha um ano fechado, tendo o H1 desse ano e o H2 do ano passado juntos, a gente tem uma métrica um pouco mais normalizada do que é o desempenho da companhia em 12 meses.

Speaker #2: Quando a gente olha para o acumulado dos últimos 12 meses, o fluxo de caixa livre foi positivo em 636 milhões. Então, quando a gente olha ano fechado tendo o 1o semestre desse ano e o 2o semestre do ano passado juntos, a gente tem uma métrica pouco mais normalizada do que é o desempenho da companhia em 12 meses.

Speaker #2: Então, fazendo o build-up, a gente parte de EBITDA de 4,9 bilhões, resultado financeiro base caixa negativo em 2,9 bilhões, CAPEX de 1,2 bilhões e consumo de capital de giro de aproximadamente 87 milhões no período, ou seja, praticamente zerado.

Edison Ticle: Então fazendo o buildup, a gente parte de um EBITDA de BRL 4.9 bi, um resultado financeiro base caixa -BRL 2.9 bi, um Capex de BRL 1.2 bi e um consumo de capital de giro de aproximadamente BRL 87 milhões no período, ou seja, praticamente zerado. Com isso, a gente alcança uma geração de caixa livre de BRL 636 milhões na base anual. Vale mencionar que desde 2020, a companhia acumula aproximadamente BRL 7.5 bilhões em geração de caixa livre, o que confirma a excelência da performance operacional, comercial e principalmente, a disciplina financeira. Vamos agora para o slide 10 para discutir o bridge da dívida líquida. Então o trimestre anterior a gente encerrou com uma dívida líquida de BRL 13.7 bi. Se a gente fizer o bridge no endividamento, vocês vão ver que o endividamento sobe aproximadamente BRL 600 milhões, totalmente derivado do consumo de caixa do trimestre.

Speaker #2: Com isso, a gente alcança uma geração de caixa livre de R$ 636 milhões na base anual. Vale mencionar que, desde 2020, a companhia acumulou aproximadamente R$ 7,5 bilhões em geração de caixa livre, o que confirma a excelência da performance operacional, comercial e, principalmente, a disciplina financeira.

Speaker #2: Vamos agora para o slide 10 para discutir o bridge da dívida líquida. Então, no trimestre anterior, a gente encerrou com uma dívida líquida de R$ 13,7 bilhões.

Speaker #2: Se a gente fizer o bridge do endividamento, vocês vão ver que o endividamento sobe aproximadamente 600 milhões, totalmente derivado do consumo de caixa do trimestre.

Speaker #2: Então, a gente parte de 13,7, adiciona 611 milhões do consumo de caixa, daí a gente tem efeito de 48 milhões da variação cambial que reduz a dívida e efeito de aproximadamente 100 milhões não caixa que aumenta a dívida.

Edison Ticle: Então a gente parte de BRL 13.7, adiciona BRL 611 million do consumo de caixa. Daí a gente tem um efeito de BRL 48 million da variação cambial que reduz a dívida e um efeito de aproximadamente BRL 100 million, não caixa, que aumenta a dívida. Então, quando a gente faz a somatória de tudo isso, a gente sai de uma dívida de BRL 13.7 e acaba o tri com uma dívida de BRL 14.3. Vamos passar agora para o próximo slide para falar mais sobre a estrutura de capital da companhia. Como eu falei anteriormente, a alavancagem líquida mensurada pela relação dívida líquida/EBITDA encerrou o trimestre estável em 2.9 vezes. Seguindo a nossa estratégia conservadora de gestão de caixa e de liquidez, a gente encerrou o trimestre com uma posição extremamente confortável de aproximadamente BRL 15 billion em caixa e um duration médio de dívida de 4.3 anos.

Speaker #2: Então, quando a gente faz a somatória de tudo isso, a gente sai de uma dívida de 13,7 e acaba o tri com uma dívida de 14,3.

Speaker #2: Vamos passar agora para o próximo slide para falar mais sobre a estrutura de capital da companhia. Então, como eu falei anteriormente, a alavancagem líquida mensurada pela ação dívida líquida EBITDA encerrou o trimestre estável em 2,9 vezes, seguindo a nossa estratégia conservadora de gestão de caixa e de liquidez, a gente encerrou o trimestre com a posição extremamente confortável de aproximadamente 15 bilhões de reais em caixa e duration médio de dívida de 4,3 anos.

Speaker #2: Hoje, cerca de 81% da nossa dívida está concentrada no longo prazo, como vocês podem ver no fluxo de amortização que a gente apresenta na parte inferior do slide.

Edison Ticle: Hoje, cerca de 81% da nossa dívida está concentrada no longo prazo, como vocês podem ver no fluxo de amortização que a gente apresenta na parte inferior do slide. Falando do perfil de endividamento, cerca de 70% da dívida está exposta à variação cambial, mas eu lembro vocês que a gente tem uma política de hedge ativa, que a gente segue à risca e que hoje determina que a companhia tenha no mínimo 50% da exposição de longo prazo protegida. Eu quero aproveitar esse momento também para detalhar nossas iniciativas na gestão de estrutura de capital. Desde o início do ano, a gente tem atuado forte e de forma proativa na gestão dos passivos. Em janeiro, a gente exerceu call option e resgatou o bond 2028 no montante de US$ 166 million, cerca de aproximadamente BRL 900 million.

Speaker #2: Falando do perfil de endividamento, cerca de 70% da dívida está exposta à variação cambial, mas eu lembro vocês que a gente tem uma política de hedge ativa, que a gente segue à risca e que hoje determina que a companhia tenha no mínimo 50% da exposição de longo prazo protegida.

Speaker #2: Eu quero aproveitar esse momento também para detalhar nossas iniciativas na gestão de estrutura de capital. Então, desde o início do ano, a gente tem apoiado forte e de forma proativa na gestão dos passivos.

Speaker #2: Em janeiro, a gente exerceu call option e resgatou o bond 2028 num montante de 166 milhões de dólares, cerca de aproximadamente 900 milhões de reais.

Speaker #2: Ainda no 1º semestre, a gente efetuou recompra e cancelamento de aproximadamente US$ 67 milhões, ou R$ 340 milhões, do bond 2031. Quando a gente soma essas duas operações, isso significa uma redução de R$ 1,2 bilhão feita através de resgate de títulos de dívida no mercado internacional.

Edison Ticle: Ainda no primeiro semestre, a gente efetuou recompra e cancelamento de aproximadamente US$ 67 million ou BRL 340 million do bond 2031. Quando a gente soma essas duas operações, significa uma redução de BRL 1.2 billion feita através de resgate de títulos de dívida no mercado internacional. A gente também tem atuado no mercado local. Nós aproveitamos uma distorção de preços que aconteceu nos últimos 30, 40 dias e recompramos cerca de BRL 66 million em títulos de dívida em moeda local. E a grande oportunidade de você manter uma política de liquidez conservadora é exatamente estar preparado para aproveitar arbitragens e oportunidades geradas pela volatilidade de mercado, principalmente num ambiente como esse que a gente está vivendo, elevada taxa de juros, elevada incerteza e bastante oportunidade nesse mercado, inclusive no mercado de renda fixa.

Speaker #2: A gente também tem atuado no mercado local. Nós aproveitamos uma distorção de preços que aconteceu nos últimos 30, 40 dias e recompramos cerca de R$66 milhões em títulos de dívida em moeda local.

Speaker #2: E a grande oportunidade de você manter uma política de liquidez conservadora é exatamente estar preparado para aproveitar arbitragens e oportunidades geradas pela volatilidade de mercado, principalmente num ambiente como esse que a gente está vivendo, elevada taxa de juros, elevada incerteza e bastante oportunidade nesse mercado, inclusive no mercado de renda fixa.

Speaker #2: Quando a gente olha um período mais abrangente, desde o início de 2025, a gente já concluiu a recompra e o cancelamento de aproximadamente US$ 620 milhões, ou R$ 3,4 bilhões, em diversas iniciativas de liability management.

Edison Ticle: Quando a gente olha um período mais abrangente desde o início de 2025, a gente já concluiu a recompra e o cancelamento de aproximadamente US$ 620 million, ou BRL 3.4 billion, em diversas iniciativas de liability management. Ainda no contexto da gestão do balanço, a gente concluiu nesse trimestre a emissão de debêntures no valor de BRL 1.5 billion, duas séries com vencimento de três e cinco anos, o que nos possibilitou a recompra antecipada de BRL 500 million em notas comerciais, que eram mais curtas e com custo mais alto, o que ajudou no alongamento do perfil da dívida. E como todo mundo sabe, a gente atuou no mercado internacional em abril, fizemos uma emissão do bond de 10 anos, vencimento 2036, valor de US$ 600 million, os recursos destinados à amortização e aperfeiçoamento da estrutura de capital da companhia.

Speaker #2: Ainda no contexto da gestão do balanço, a gente concluiu, nesse trimestre, a emissão de debêntures no valor de R$ 1,5 bilhão, em duas séries, com vencimentos de 3 e 5 anos, o que nos possibilitou a recompra antecipada de R$ 500 milhões em notas comerciais, que eram mais curtas e com custo mais alto.

Speaker #2: O que ajudou no alongamento do perfil da dívida. E, como todo mundo sabe, a gente atuou no mercado internacional em abril, fizemos uma emissão do bond de 10 anos, vencimento em 2036, no valor de US$ 600 milhões.

Speaker #2: Os recursos destinados à amortização e aperfeiçoamento da estrutura de capital da companhia. Eu volto a destacar que a nossa atuação em liability management segue em linha com o compromisso de reforçar o balanço, buscar uma estrutura de capital mais eficiente, menos onerosa e com perfil de dívida mais alongado.

Edison Ticle: Eu volto a destacar que a nossa atuação em liability management segue em linha com o compromisso de reforçar o balanço, buscar uma estrutura de capital mais eficiente, menos onerosa e com perfil de dívida mais alongado. Para encerrar, eu queria agradecer todo o time da Minerva Foods pelo empenho, dedicação e comprometimento, que nos permitiram entregar resultados consistentes e sustentáveis nesse Q2 de 2026, mesmo em um ambiente global muito mais desafiador e muito mais volátil. A gente segue confiante na execução da nossa estratégia, na força do nosso plano de negócios, que é sustentado principalmente pela nossa diversificação geográfica, que é única, e pela solidez do nosso modelo operacional, comercial e a nossa disciplina financeira. Agora eu devolvo a palavra para o operador para a gente iniciar a sessão de perguntas e respostas. Muito obrigado.

Speaker #2: Para encerrar, eu queria agradecer a todo o time da Minerva Foods pelo empenho, dedicação e comprometimento, que nos permitiram entregar resultados consistentes e sustentáveis neste 2º trimestre de 2026, mesmo em um ambiente global muito mais desafiador e muito mais volátil.

Speaker #2: A gente segue confiante na execução da nossa estratégia, na força do nosso plano de negócios, que é sustentado principalmente pela nossa diversificação geográfica, que é única, e pela solidez do nosso modelo operacional comercial e a nossa disciplina financeira.

Speaker #2: Agora eu devolvo a palavra para o operador para a gente iniciar a sessão de perguntas e respostas. Muito obrigado.

Speaker #1: Obrigada. Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas. Lembrando que, para fazer perguntas por áudio, clique no ícone Q&A e digite o seu nome e a companhia.

Operator 2: Obrigada. Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas. Lembrando que para fazer perguntas por áudio, clique no ícone Q&A e digite o seu nome e a companhia. Ao ser anunciado, uma solicitação para ativar o seu microfone aparecerá na tela, e então você deve ativar o seu microfone para fazer as perguntas. A primeira pergunta vem de Gustavo Troiano, do Itaú BBA.

Speaker #1: Ao ser anunciado, uma solicitação para ativar o seu microfone aparecerá na tela. Então, você deve ativar o seu microfone para fazer as perguntas.

Speaker #1: A primeira pergunta vem de Gustavo Troiano, do Itaú BBA.

Speaker #3: Bom dia, Fernando. Adinho, obrigado pelas perguntas. Tem dois pontos aqui que a gente queria explorar. O primeiro, sobre a curva de desalavancagem agora no 2º semestre, e a gente entende que o 1º semestre costuma ter consumo de giro um pouco maior e, sazonalmente, o EBITDA também costuma ficar em um patamar um pouco abaixo do 2º semestre.

Gustavo Troiano: Bom dia, Fernando, Edinho, obrigado pelas perguntas. Tem dois pontos aqui que a gente queria explorar. O primeiro sobre a curva de desalavancagem agora no H2. A gente entende que o H1 costuma ter um consumo de giro um pouco maior e sazonalmente o EBITDA também costuma ficar num patamar um pouco abaixo do H2. Mas eu queria entender um pouquinho da curva do capital de giro olhando para o H2, se vocês esperam que essa liberação siga uma curva que a gente viu no ano passado. Bastante concentrada ali no Q3, que acabou ajudando na desalavancagem logo no Q3.

Speaker #3: Mas eu queria entender um pouquinho da curva do capital de giro, olhando para o segundo semestre. Se vocês esperam que essa liberação siga uma curva que a gente viu no ano passado, bastante concentrada ali no terceiro trimestre, que acabou ajudando na desalavancagem logo no terceiro tri.

Speaker #3: Então, entender um pouquinho desse consumo ao longo do 2º semestre, principalmente tendo em vista que pode ter uma mudança de mix de destino aqui com todas as realocações, preenchimento de cota da China, Europa também, enfim, para entender um pouco dessa dinâmica ao longo do 2º semestre.

Gustavo Troiano: Então entender um pouquinho desse consumo ao longo do H2, principalmente tendo em vista que pode ter uma mudança de mix de destino aqui com todas as realocações, preenchimento de cota de China, Europa também, enfim, para entender um pouco dessa dinâmica ao longo do H2. A segunda pergunta também nesse contexto, mais focando aqui na expectativa do patamar nominal de EBITDA no H2. Usualmente a gente costuma ver o H2 um pouco mais forte, mas dado que tem todas essas dinâmicas de realocação para China e Europa, principalmente, eu queria ouvir de vocês se vocês ainda esperam que o H2 tenha um patamar de EBITDA nominal parecido com a sazonalidade que a gente está acostumado a ver.

Speaker #3: E a segunda pergunta também nesse contexto, mais focando aqui na expectativa do patamar nominal de EBITDA no 2o semestre, é usualmente a gente costuma ver 2o semestre pouco mais forte, mas dado que tem todas essas dinâmicas de realocação, para China e Europa principalmente, eu queria ouvir de vocês se vocês ainda esperam que o 2o semestre tenha patamar de EBITDA nominal parecido com a sazonalidade que a gente está acostumado a ver, entregando EBITDA mais forte ali conforme a gente vai chegando para o final do ano.

Gustavo Troiano: Entregando um EBITDA mais forte conforme a gente vai chegando para o final do ano, ou se as realocações eventualmente podem acabar gerando algum prejuízo versus a sazonalidade histórica. Obrigado, pessoal.

Speaker #3: Ou se as realocações eventualmente podem acabar gerando algum prejuízo versus a sazonalidade histórica. Obrigado, pessoal.

Speaker #4: Tudo bem, Gustavo? Então, vamos lá. A primeira pergunta era assim: a gente espera um padrão parecido com o que foi o segundo semestre do ano passado, ou seja, a realização desses estoques e dessas vendas ocorrendo majoritariamente no terceiro tri, mas alguma coisa deve rolar para o quarto tri também.

Edison Ticle: Tudo bem, Gustavo? Bom, vamos lá. Sua primeira pergunta, a gente espera um padrão parecido com o que foi o segundo semestre do ano passado, ou seja, a realização desses estoques e dessas vendas ocorrendo majoritariamente no Q3, mas alguma coisa deve rolar para o Q4 também. Em termos de números, o nosso fechamento de estoque, a fotografia de 30 junho, tinha muita coisa na água que acabou ficando no cutoff, que vocês não veem nos números, mas se você pegar minha posição de estoque hoje, ela é ainda maior do que era em 30 junho, o que dá a possibilidade de ter uma realização de estoques de até BRL 3 billion, a gente acha, no curto prazo, no Q3, e talvez um pouco mais do que isso, se a gente somar Q3 e Q4.

Speaker #4: Em termos de números, o nosso fechamento de estoque do... a fotografia de 30 de junho tinha muita coisa na água, que acabou ficando no cut-off, que vocês não veem nos números, mas se você pegar a minha posição de estoque hoje, ela é ainda maior do que era em 30 de junho.

Speaker #4: O que dá a possibilidade de ter uma realização de estoques de até R$ 3 bilhões, a gente acha, no curto prazo, no 3º tri. E talvez pouco mais do que isso, se a gente somar 3º e 4º tri.

Speaker #4: Se a gente transformar esses números em geração de caixa livre e redução de alavancagem, a gente pode ter uma redução de alavancagem de 0,5, 0,6 vezes; ou seja, essa alavancagem vim para patamar de 2,2, 2,3 vezes já no final desse ano.

Edison Ticle: Se a gente transformar esses números em geração de caixa livre e redução de alavancagem, a gente pode ter uma redução de alavancagem de 0.5, 0.6 vezes, ou seja, essa alavancagem vir para um patamar de 2.2.3 vezes já no final desse ano. Isso eu estou sendo bastante conservador, eu estou falando baseado no que a gente espera que seja o desempenho, muito em cima do que foi o desempenho do segundo semestre do ano passado. Acho que pode ter algum upside nesses números que a gente acabou de citar. Sobre o EBITDA, se você pegar no H1, a gente somou BRL 2,350 aproximadamente de EBITDA. Se a gente der uma conta pelo histórico, o quanto o H1 representa do EBITDA do ano, e aplicar isso para esse ano, você vai chegar num número que o ano fechado vai dar até acima de BRL 5 billion de EBITDA.

Speaker #4: Isso eu estou sendo bastante conservador, eu estou falando baseado no que a gente espera que seja o desempenho, muito em cima do que foi o desempenho do 2o trimestre do 2o semestre do ano passado.

Speaker #4: Acho que pode ter algum upside nesses números que a gente acabou de citar. Sobre o EBITDA, se você pegar no 1º semestre, a gente somou aproximadamente 2,350 de EBITDA. Se a gente fizer uma conta pelo histórico do quanto o 1º semestre representa do EBITDA do ano e aplicar isso para esse ano, você vai chegar a um número que, no ano fechado, pode dar até acima de 5 bilhões.

Speaker #4: Então, como a gente espera manter o mesmo padrão histórico dos últimos anos, é muito fácil fazer a conta do que a gente espera aí para o final do ano.

Edison Ticle: Como a gente espera manter o mesmo padrão histórico dos últimos anos, é muito fácil fazer a conta do que a gente espera para o final do ano. Mesmo tendo alguma redução de margem, como a gente está vendo nesse ano contra o ano passado, em função, principalmente, do aumento do preço do gado, você projetar com a mesma margem bruta e uma margem EBITDA parecida, usando a sazonalidade normal de segundo semestre, você vai chegar num número perto de BRL 5 billion ou até acima de BRL 5 billion para o ano fechado.

Speaker #4: Mesmo tendo alguma redução de margem, como a gente está vendo neste ano contra o ano passado, em função do aumento – principalmente do aumento do preço do gado –, se você projetar com a mesma margem bruta e uma margem EBITDA parecida, usando a sazonalidade normal do segundo semestre, você vai chegar num número aí perto de R$5 bilhões ou até acima de R$5 bilhões para o ano fechado.

Gustavo Troiano: Obrigado, Edinho, está claro.

Speaker #3: Obrigado, Adinho. Está claro.

Speaker #1: A próxima pergunta vem de Leonardo Alencar da XP.

Operator 2: A próxima pergunta vem de Leonardo Alencar, da XP.

Speaker #3: Bom dia, Fernando. Bom dia, Edson. Obrigado pela pergunta. Até já agradeço pouco dos detalhes que você deu em relação à dinâmica de estoque. Só follow-up nesse ponto.

Leonardo Alencar: Fernando, bom dia, Edson. Primeiramente, minha pergunta. Até já agradeço um pouco dos detalhes que você deu em relação à dinâmica de estoque. Só um follow-up nesse ponto. Você falou a respeito da posição no Q2, que vai ser consumida no Q3. A dinâmica de cota China é uma coisa que está realmente difícil da gente entender. Existe alguma coisa já composta no estoque de vocês hoje, pensando em embarques para cota de 2027 da China, algo que vai ser mais para Q4 apenas, ou realmente é mais uma dinâmica de curto prazo, mais uma dinâmica de vendas de curto, nada de posicionamento estratégico? Esse seria um follow-up desse ponto de estoque.

Speaker #3: Você falou a respeito da posição no 2o trimestre, que vai ser consumida ali no 3o trimestre. E a dinâmica de cota China é uma coisa que está realmente difícil da gente entender.

Speaker #3: Existe alguma coisa já composta no estoque de vocês hoje, pensando em embarques para cota de 2027 da China, algo que vai ser mais para Q4 apenas?

Speaker #3: Ou é realmente mais uma dinâmica de curto prazo, mais uma dinâmica de vendas de curto e nada de posicionamento estratégico? Esses seriam uns follow-ups desse ponto de estoque.

Speaker #3: E o segundo ponto é o seu ponto em relação ao EBITDA estar bem encaixado. A gente entende a dinâmica de sazonalidade, foi até uma surpresa ver essa melhora sequencial em trimestre que normalmente é mais fraco.

Leonardo Alencar: O segundo ponto é em relação ao EBITDA, está bem encaixado, a gente entende a dinâmica de sazonalidade, foi até uma surpresa ver essa melhora sequencial em um trimestre que normalmente é mais fraco, então de certa maneira está bem positivo, mas a gente tem visto também uma dinâmica desafiadora do lado de originação. Os abates até caíram, a expectativa é de queda no abate em julho, e apesar da queda do abate, o boi subiu. Pensando mais aqui no mercado do Brasil. Você poderia passar um pouco de granularidade para a gente, o que vocês têm desses pontos que você citou em relação a gado em confinamento ou head, termo, quanto disso que já está realmente travado para o segundo semestre, quanto que já está garantido de produção para o segundo semestre, ou pelo menos uma leitura de previsibilidade do lado de custo para o segundo semestre. São esses dois pontos.

Speaker #3: Então, de certa maneira, isso é bem positivo. Mas a gente tem visto também uma dinâmica desafiadora do lado de originação. Os abates até caíram, as expectativas de queda no abate em julho, e apesar da queda do abate, hoje subiu.

Speaker #3: Pensando mais aqui no mercado do Brasil, claro. Você poderia passar pouco de granularidade para a gente o que vocês têm desses pontos que você citou em relação a gado, confinamento, ou hedge, termo, quanto disso que já está realmente travado para 2o semestre, quanto que já está garantido de produção para 2o semestre, ou pelo menos uma leitura de previsibilidade do lado de custo para 2o semestre, são esses dois pontos.

Speaker #4: Cara, Léo, previsibilidade de custo, você sabe muito bem que não consegue travar toda a sua necessidade de gado. A gente trava o máximo possível, mas tem uma grande parte que fica exposta à flutuação de mercado.

Edison Ticle: Cara, Léo, previsibilidade de custo, você sabe muito bem que você não consegue travar toda a sua necessidade de gado. A gente trava o máximo possível, mas tem uma grande parte que a gente fica exposto à flutuação de mercado. Eu não vou te dar o que eu tenho travado, o que eu tenho de termo e tal, porque isso é uma informação estratégica nossa. O que eu posso te dizer é que tem muita volatilidade. A gente espera muita volatilidade agosto, setembro e outubro, como você teve em julho, por diversos fatores. Primeiro, que você vai ter mais boi de confinamento vindo agora, e a gente acha que o número de bois vindos de confinamento é maior do que o ano passado. Você tem o segundo fator, que é a cota da China, que bateu 90% na segunda-feira, mas ela vai estar completamente feita nos próximos dias, semanas.

Speaker #4: Eu não vou te dar o que eu tenho travado, o que eu tenho de termo e tal, porque isso é uma informação estratégica nossa.

Speaker #4: O que eu posso te dizer é que tem muita volatilidade agora de a gente espera muita volatilidade agosto, setembro e outubro, como você teve em julho, por diversos fatores.

Speaker #4: Primeiro, que você vai ter mais bois de confinamento vindo agora, e a gente acha que o número de bois vindo de confinamento é maior do que o ano passado.

Speaker #4: Você tem o segundo fator, que é a cota da China, que ela bateu 90% na segunda-feira, mas ela vai estar completamente feita nos próximos dias, semanas.

Speaker #4: E tem terceiro fator, o Fernando vai responder o início da tua pergunta, mas eu só queria frisar uma coisa: às vezes vocês confundem que a gente é uma empresa estritamente brasileira.

Edison Ticle: E tem um terceiro fator, Fernando vai responder o início da tua pergunta, mas eu só queria frisar uma coisa. Às vezes vocês confundem que a gente é uma empresa estritamente brasileira. Gente, o Brasil é 55% da nossa receita, 45% é fora. Se a China fechar para o Brasil, eu vou explodir na Argentina, no Uruguai e na Colômbia. A gente vai ter o mesmo volume do ano passado de China, senão maior, porque a gente tem as outras origens. Então o fato do Brasil fechar não é necessariamente ruim, ou o Brasil cumprir a cota, não é necessariamente ruim para nós. Agora, eu acho que está difícil entender que essa empresa é uma empresa diversificada, que ela tem plantas em outras geografias e essas geografias, na margem, têm até uma competitividade maior para acessar o mercado chinês, por exemplo, do que a própria operação brasileira.

Speaker #4: Gente, o Brasil é 55% da nossa receita, 45% é fora. A China fez... se a China fechar para o Brasil, eu vou explodir na Argentina, no Uruguai e na Colômbia.

Speaker #4: A gente vai ter o mesmo volume do ano passado de China, se não maior, porque a gente tem as outras origens. Então, o fato do Brasil fechar não é necessariamente ruim, ou o Brasil cumprir a cota não é necessariamente ruim para nós.

Speaker #4: Agora, eu acho que está difícil entender que essa empresa é uma empresa diversificada, que ela tem plantas em outras geografias, e essas geografias na margem têm até a competitividade maior para acessar o mercado chinês, por exemplo, do que a própria operação brasileira.

Speaker #4: Então, assim, tem que ter isso em mente. Quando faz a pergunta e insinua que, pô, agora a gente está numa situação ruim porque a China vai fechar, e aí, o que você vai fazer com o Brasil?

Edison Ticle: Então tem que ter isso em mente, quando faz a pergunta e insinua que agora a gente está numa situação ruim, porque a China vai fechar e aí o que você vai fazer com o Brasil? Tem outro ponto, as nossas plantas de China, praticamente todas, são aprovadas para os Estados Unidos também, que é o segundo mercado mais relevante. Se você olhar nas outras empresas, tirando talvez as três grandes, ninguém tem isso. Então você tem um clube ainda mais restrito que acessa o mercado americano, no momento em que ninguém vai estar acessando China, provavelmente essa carne vem para o mercado interno. Você é um cara que entende bastante de correlação, você sabe que tem a correlação quase unitária de preço de carne no mercado doméstico com preço de boi.

Speaker #4: Tem outro ponto: as nossas plantas de China, todas, praticamente todas, são aprovadas para Estados Unidos também, que é o segundo mercado mais relevante. Se você olhar nas outras empresas, tirando talvez as três grandes, ninguém tem isso.

Speaker #4: Então, você tem um clube ainda mais restrito que acessa o mercado americano, num momento em que ninguém vai estar acessando China. Provavelmente essa carne vem para o mercado interno. Você é um cara que entende bastante de correlação, você sabe que tem a correlação quase unitária do preço da carne no mercado doméstico com o preço do boi. Se você tiver uma oferta maior de carne no mercado doméstico, eu não preciso ensinar como é que funciona a curva de oferta e demanda. Provavelmente o preço vai se equilibrar num patamar mais baixo, preço do gado.

Edison Ticle: Se você tiver uma oferta maior de carne no mercado doméstico, eu não preciso ensinar como é que funciona a curva de oferta e demanda, provavelmente o preço vai se reequilibrar num patamar mais baixo, o preço do gado, e a gente e as outras empresas que têm acesso ao mercado americano, que é um clube muito mais restrito, vão conseguir se beneficiar dessa arbitragem. E eu estou falando só de Brasil. Aí você esquece que a Argentina, por exemplo, ela acessa os Estados Unidos sem tarifa, por uma cota de 80 mil toneladas/ano. Você esquece que Uruguai, Argentina e Colômbia acessam China numa condição diferente de Brasil. Então tem que olhar o footprint e a diversificação da Minerva como um todo e não ficar só batendo num fato no Brasil, porque a gente está localizado no Brasil e a gente só lê jornal do Brasil. Fernando, responde aí.

Speaker #4: E a gente e as outras empresas que têm acesso ao mercado americano, porque é clube muito mais restrito, vão conseguir se beneficiar dessa arbitragem.

Speaker #4: E aí eu estou falando só de Brasil, mas você esquece que a Argentina, por exemplo, ela acessa Estados Unidos sem tarifa para uma cota de 80 mil toneladas por ano.

Speaker #4: Você esquece que Uruguai, Argentina e Colômbia acessam a China numa condição diferente do Brasil. Então, tem que olhar o footprint e a diversificação da Minerva como um todo, e não ficar só batendo num fato no Brasil, porque a gente está localizado no Brasil e só lê jornal do Brasil.

Speaker #4: Fernando, responde aí.

Speaker #3: Eu acho que a questão da diversificação geográfica, Léo, é dos pontos de ser analisados e é de ser tomado em consideração, quando a gente faz a análise da Minerva.

Fernando Galletti de Queiroz: Acho que a questão da diversificação geográfica, Léo, é um dos pontos de ser analisados e é de ser tomado em consideração quando a gente faz a análise da Minerva. Você falou o seguinte: o que está acontecendo no mercado interno? O mercado interno, devido às exportações que foram grandes, o mercado interno brasileiro está muito mais arbitrado com o mercado internacional. O Brasil, para Minerva, é parte do que nós colocamos aqui, vocês olham o percentual de mercados internos, como evoluiu, mas grande parte do que a gente coloca no Brasil também vem das nossas operações outras, dos países da América do Sul. A gente traz produtos do Uruguai, do Paraguai e da Argentina para um mercado interno cada vez mais pujante, especialmente nesse momento, que você teve uma redução de abates. A resposta sobre fazer estoque China, embarcar, a resposta é não.

Speaker #3: Aí você falou o seguinte: o que está acontecendo no mercado interno? O mercado interno, devido às exportações que foram grandes, o mercado interno brasileiro está muito mais arbitrado com o mercado internacional.

Speaker #3: Então, o Brasil, para a Minerva, é parte do que nós colocamos aqui. Vocês olham o percentual de mercados internos, como evoluiu, mas grande parte do que a gente coloca no Brasil também vem das nossas outras operações, dos países da América do Sul.

Speaker #3: Então, a gente traz produtos do Uruguai, do Paraguai, da Argentina, para mercado interno cada vez mais pujante, especialmente nesse momento que você teve uma redução de abates.

Speaker #3: A resposta sobre fazer estoque China embarcar, a resposta é não. Acho que isso está implícito na resposta do Edinho. Da próxima cota.

Fernando Galletti de Queiroz: Está implícito na resposta do Edinho. Para a próxima cota. Da próxima cota. Só separar bem, porque daqui a pouco vão dizer que a gente disse que não tem estoque nenhum na China. Não, pelo amor de Deus. Devido à parte da salvaguarda, nós antecipamos, e o sistema first in, first served, nós antecipamos os embarques para a China. Dentro das operações, parte da estratégia do Minerva, nas operações downstream, a gente deu um passo na China para estar mais perto dos clientes, tendo estoques nossos na China. Mas para a cota 27, não. Nós estamos hoje fornecendo um pouco mais para a China das outras origens, como o Edinho colocou. Então não há uma necessidade, há um switch de um local para outro.

Speaker #4: É, só separa bem, porque daqui a pouco vão dizer que a gente disse que não tem estoque nenhum na China. Pelo amor de Deus.

Speaker #3: Nós devido à parte da salvaguarda, nós antecipamos, e o sistema first in, first served, nós antecipamos os embarques para a China. E nós dentro das operações, parte da estratégia do Minerva, nas operações downstream, então a gente deu passo na China, para estar mais perto dos clientes, tendo estoques nossos na China.

Speaker #3: Mas, para a cota 27, não. Nós estamos hoje fornecendo pouco mais para a China, das outras origens como Edinho colocou. Então, não há uma necessidade há switch de local para outro, e aí você conhece a casa bem, né, Léo?

Fernando Galletti de Queiroz: Você conhece a casa bem, Léo, você sabe como que a arbitragem geográfica entre as origens é uma das características que a gente tem, é um dos fóruns de gestão de risco da Minerva.

Speaker #3: Você sabe como que a arbitragem geográfica entre as origens é uma das características que a gente tem, é dos fóruns de gestão de risco da Minerva.

Leonardo Alencar: Bacana. Obrigado, Fernando. Edson, acho bem pertinho do seu ponto em relação à participação de Brasil, mas a gente não tem talvez a mesma granularidade em relação às outras origens. Hoje você poderia dizer, Brasil, dentre as origens do grupo, é onde tem mais margem? Você acha que isso pode, eventualmente, mudar para o segundo semestre?

Speaker #4: A casa. Obrigado, Fernando. E Edison, só acho que bem pertinho do seu ponto em relação à participação de Brasil, mas a gente não tem talvez a mesma granularidade em relação às outras origens.

Speaker #4: Hoje você poderia dizer Brasil entre as origens do grupo, é onde tem mais margem? Você acha que isso pode eventualmente mudar para o segundo semestre?

Speaker #4: O país que tem mais margem é onde a gente tem o custo de gado mais competitivo e os preços de venda parecidos com a média dos outros países.

Fernando Galletti de Queiroz: O país que tem mais margem hoje é onde a gente tem o custo de gado mais competitivo e os preços de venda parecidos com a média dos outros países. Depois a gente tem muito próximo de Brasil, Argentina e Uruguai num patamar pior por causa do preço do gado. Mas uma situação em que o Brasil não exporta mais para a China, Léo, e a China continua comprando desses países, naturalmente os preços vão subir. A gente espera que, por exemplo, o Uruguai faça um catch-up de rentabilidade. Mais do que isso, nos Estados Unidos, a gente consegue uma rentabilidade parecida ou até maior do que está na China.

Speaker #4: Aí depois a gente tem, muito próximo do Brasil, Argentina e Uruguai, num patamar pior por causa do preço do gado. Mas, numa situação em que o Brasil não exporta mais para a China, Léo, e a China continua comprando desses países, naturalmente os preços vão subir.

Speaker #4: E aí a gente espera que, por exemplo, o Uruguai faça catch-up de rentabilidade. Mais do que isso, nos Estados Unidos a gente consegue uma rentabilidade parecida, ou até maior do que está na China.

Speaker #4: Então, assim, se tudo acontecer como a gente espera, na verdade, na margem é mais positivo para a rentabilidade do que menos, porque você vai estar mantendo a mesma rentabilidade que você tem no Brasil, e você vai estar melhorando, por exemplo, no Uruguai.

Fernando Galletti de Queiroz: Então se tudo acontecer como a gente espera, na verdade, na margem, é mais positivo para a rentabilidade do que menos, porque você vai estar mantendo a mesma rentabilidade que você tem no Brasil e você vai estar melhorando, por exemplo, no Uruguai. Eu não estou nem falando de Argentina e Paraguai, estou focando só em Uruguai, onde a rentabilidade realmente está muito pior do que as outras origens hoje. Então, eu acho que o segundo semestre, com a capacidade que a gente vai ter de fazer venda, pelos estoques que a gente construiu, pela estratégia que a gente teve e pela dinâmica de preços e de mercado que a gente está vendo, a gente está otimista com a possibilidade de melhoria de rentabilidade para os próximos trimestres.

Speaker #4: Eu não estou nem falando de Argentina e Paraguai. Estou focando só em Uruguai, onde a rentabilidade realmente está muito pior do que as outras origens hoje.

Speaker #4: Então, eu acho que o segundo semestre com a capacidade que a gente vai ter de fazer venda pelos estoques que a gente construiu, pela estratégia que a gente teve, e pela dinâmica de preços e de mercado que a gente está vendo, a gente está otimista com a possibilidade de melhoria de rentabilidade para os próximos trimestres.

Speaker #4: Excelente. Muito obrigado.

Leonardo Alencar: Excelente. Muito obrigado.

Speaker #2: A próxima pergunta vem de Mateus Infeldt, da UBS.

Operator 2: A próxima pergunta vem de Matheus Enfeldt, da UBS.

Speaker #4: Opa, bom dia, Fernando. Edison, obrigado pelo tempo. A gente está bem claro a visão de vocês aí para os próximos dois trimestres, mas eu queria talvez estender pouco a visão para 2027.

Matheus Enfeldt: Bom dia, Fernando, Edison, obrigado pelo tempo. Acho que está bem clara a visão de vocês para os próximos dois trimestres, mas eu queria talvez estender um pouco a visão para 2027. Dada a volatilidade, tudo que tem de moving part, pegar um pouco a visão de vocês para as condições de contorno de 2027. Brasil, tudo aparentemente tendo um pouquinho menos de disponibilidade de gado, a Austrália num patamar ainda bom, mas hoje o mercado precifica ou espera uma compensação de resultado para o ano que vem. Minha pergunta é: o que vocês podem ajudar a gente a ter uma visibilidade do que vocês imaginam que são as condições para 2027 nas diferentes regiões? Essa é a primeira.

Speaker #4: Dado a volatilidade e tudo o que tem de moving point, pegar pouco a visão de vocês para as condições de contorno de 2027. Então, Brasil, tudo aparentemente tendo pouquinho menos de disponibilidade de gado, Austrália num patamar ainda bom, mas hoje o mercado precifica ou espera uma compressão de resultado para o ano que vem.

Speaker #4: Então, minha pergunta é: o que vocês podem ajudar a gente a ter uma visibilidade do que vocês imaginam que são as condições para 2027 nas diferentes regiões?

Speaker #4: Essa é a primeira. E a segunda, meio nisso, e acho que vocês comentaram por cima, mas só para pegar um pouco a visão, é sobre as restrições de exportação do Brasil para a Europa.

Matheus Enfeldt: A segunda, meio nisso, e acho que vocês comentaram por cima, mas só para pegar um pouco a visão, é sobre as restrições de exportação do Brasil para a Europa. Só tentar entender dentro do que a Minerva, como um todo, exporta para a Europa, quanto sai de Brasil e poderia estar impactado sobre eventuais restrições de gado brasileiro. São essas duas. Obrigado.

Speaker #4: Só tentar entender dentro do que a Minerva como todo exporta para a Europa, quanto sai de Brasil e poderia estar impactado sob eventuais restrições de gado brasileiro.

Speaker #4: São essas duas. Obrigado.

Speaker #3: Cara, para 2027, a gente não vê uma mudança tão diferente de cenário. A gente trabalha com cenário muito parecido com o que a gente falou de 2026.

Fernando Galletti de Queiroz: Para 2027, a gente não vê uma mudança tão diferente de cenário. A gente trabalha com cenário muito parecido com o de 2026. Você tem um incremento na cota para a China ao redor de 10% e você tem uma dinâmica de mercado, de preços e de oferta de carne bovina no mundo, se não igual, talvez até pior o ano que vem, por causa da Austrália. A gente tem El Niño, vocês sabem como isso impacta, por exemplo, a seca na Austrália. Você pode ter, num primeiro momento, uma liquidação de rebanho por causa da seca, mas depois você tem uma falta e uma queda na produção, principalmente a partir do segundo semestre.

Speaker #3: Você tem incremento na cota para a China ao redor de 10%, e você tem uma dinâmica de mercado de preços e de oferta de carne bovina no mundo, se não igual, talvez até pior o ano que vem por causa da Austrália.

Speaker #3: A gente tem El Niño, vocês sabem como isso impacta, por exemplo, a seca na Austrália, você pode ter num primeiro momento uma liquidação de rebanho por causa da seca, mas depois você tem uma falta e uma queda na produção, principalmente a partir do segundo semestre.

Fernando Galletti de Queiroz: A gente acha que, na média, o ano de 2027 vai ser muito parecido com 2026, mas dados os eventos climáticos e os eventos de ciclo pecuário nas diferentes regiões, a gente pode ter uma oferta ainda mais restrita de carne bovina, o que acaba beneficiando a América do Sul. Eu acrescento no que o Edinho colocou, é que você tem uma série de mercados novos sendo abertos para a América do Sul, diferentes países, diferentes acessos, e isso é fruto de um movimento. A Austrália começa a perder competitividade, a Austrália começa a perder volume. Vai ser, de novo, David e Ricardo, a verdadeira vocação nossa aqui na América do Sul são soft commodities, entre elas, carne bovina é uma das mais relevantes.

Speaker #3: Então, a gente acha que, na média, o ano de 2027 vai ser muito parecido com 2026, mas, dados os eventos climáticos e os eventos de ciclo pecuário nas diferentes regiões, a gente pode ter uma oferta ainda mais restrita de carne bovina, o que acaba beneficiando a América do Sul.

Speaker #4: Eu acrescento no que o Edinho colocou, é que você tem uma série de mercados novos sendo abertos para a América do Sul, diferentes países, diferentes acessos, e isso é fruto de movimento. A Austrália começa a perder competitividade, a Austrália começa a perder volume, então vai ser de novo David Ricardo, a verdadeira vocação nossa aqui na América do Sul são as soft commodities. Entre elas, carne bovina é uma das mais relevantes.

Fernando Galletti de Queiroz: União Europeia para Brasil, o cenário é muito provável que nós vamos ter uma restrição de acesso ao mercado. Com essa restrição, o Brasil vai direcionar os seus produtos para outros locais. Mas voltando na pergunta, na questão do Léo, isso passa a ser extremamente impactante, positivamente, para Argentina, Uruguai e Paraguai, que é onde a diversificação geográfica do Minerva passa a gerar valor. Então, sim, é provável que tanto bovino quanto aves tenham restrições na Europa. Não é a mesma situação no Reino Unido, que tem um modelo diferente, mas o Brasil, sem dúvida nenhuma, deve redirecionar parte para outros mercados. Para Minerva, isso é um dígito das vendas para a Europa e uma parte desse um dígito somente, que é Brasil. Então, para nós, é um movimento natural de redirecionamento dos produtos que tradicionalmente vão para a Europa, que não são muitos cortes.

Speaker #4: União Europeia, para Brasil, o cenário é muito provável que nós vamos ter uma restrição de acesso ao mercado, com essa restrição o Brasil vai direcionar os seus produtos para outros locais, mas voltando na pergunta e na questão do Léo, isso passa a ser extremamente impactante positivamente para a Argentina e o Uruguai e o Paraguai, que é onde a diversificação geográfica do Minerva passa a fazer a gerar valor.

Speaker #4: Então, sim, é provável que tanto bovino quanto aves tenham restrições na Europa. Não é a mesma situação no Reino Unido que tem modelo diferente, mas o Brasil, sem dúvida nenhuma, deve redirecionar parte para outros mercados.

Speaker #4: Para a Minerva, isso é dígito das vendas para a Europa e uma parte desse dígito somente que é Brasil. Então, para nós, assim, é movimento natural de redirecionamento dos produtos que tradicionalmente vão para a Europa, que não são muitos cortes.

Speaker #4: E, no pior cenário, portanto, o impacto é irrelevante. Perfeito, obrigado.

Fernando Galletti de Queiroz: E no pior cenário, portanto, o impacto é irrelevante.

Matheus Enfeldt: Perfeito, obrigado.

Speaker #2: A próxima pergunta vem de Tiago Duarte, do BTG Pactual.

Operator 2: A próxima pergunta vem de Thiago Duarte, do BTG Pactual.

Thiago Duarte: Oi, bom dia, Fernando. Bom dia, Edison. Bom dia a todos. Pergunta uma só e focada também num tema mais de balanço do que do operacional. No Q1, vocês tinham terminado com o caixa bem próximo dos BRL 10 bilhões, que nos parece ser o caixa mínimo, a compra de 3 meses de gado. Agora, você falou bastante na tua fala inicial sobre política conservadora de caixa, quase BRL 15 bilhões. A minha impressão vindo do outro call é que vocês já pensavam ou trabalhavam com a possibilidade de ficar mais próximo do caixa mínimo ou de eventualmente até pensar uma política um pouco menos conservadora. Queria só um update nessa direção ou se esses BRL 15 bilhões tem muito a ver com o timing das tuas captações no mercado de dívida e a gente vai ver isso normalizando nos próximos tris. Obrigado.

Speaker #3: Oi, bom dia, Fernando, bom dia, Edison, bom dia a todos. Pergunta uma só, e focada também num tema mais de balanço do que do operacional.

Speaker #3: Edinho, no último tri, no primeiro tri, vocês tinham terminado com caixa bem próximo dos 10 BIC, que nos parece ser o caixa mínimo, a compra lá de três meses de gado, e agora te viu que você falou bastante na tua fala inicial, sobre política conservadora de caixa.

Speaker #3: Quase 15 BIC. Queria, a minha impressão vindo do outro call, é que vocês já pensavam ou trabalhavam com a possibilidade de ficar mais próximos do caixa mínimo ou de, eventualmente, até pensar uma política um pouco menos conservadora.

Speaker #3: Queria só update nessa direção, ou se esses 15 BIC têm muito a ver com o timing das tuas captações no mercado de dívida, e a gente vai ver isso normalizando nos próximos tris.

Speaker #3: Obrigado.

Speaker #4: Tiago, ótima pergunta, cara. Isso mostra que a estratégia tem que se adaptar ao cenário. Se você pegar o que aconteceu principalmente no cenário de crédito, do início do ano para cá, houve uma deterioração muito importante aqui no Brasil.

Fernando Galletti de Queiroz: Thiago, ótima pergunta. Isso mostra que a estratégia tem que se adaptar ao cenário. Se você pegar o que aconteceu, principalmente no cenário de crédito, do início do ano para cá, houve uma deterioração muito importante aqui no Brasil. Começou fechando crédito para pessoa física e pequena e média empresa. A gente viu o balanço dos bancos com taxas de inadimplência subindo e a perspectiva para o segundo semestre é que elas piorem ainda mais. Mercado de capitais fechou tanto para equity, mas agora fechou e principalmente para crédito, depois dos eventos de crédito que a gente teve com grandes empresas brasileiras, não vou citar aqui, mas todo mundo sabe todos os eventos que a gente teve nos últimos 6 meses. Os bancos agora muito mais conservadores com o crédito. Então as linhas de capital de giro continuam superlíquidas, superofertadas e sem problema nenhum.

Speaker #4: Começou fechando o crédito para pessoa física e pequena e média empresa, a gente viu o balanço dos bancos com taxas de inadimplência subindo e a perspectiva para o segundo semestre, aquelas piorem ainda mais.

Speaker #4: Mercado de capitais fechou tanto para equity, mas agora fechou e principalmente para crédito, depois dos eventos de crédito que a gente teve com grandes empresas brasileiras, não vou citar aqui, mas todo mundo sabe todos os eventos que a gente teve aí nos últimos seis meses.

Speaker #4: E os bancos agora, muito mais conservadores, com o crédito. Então, assim, as linhas de capital de giro, elas continuam super líquidas, super ofertadas e sem problema nenhum.

Speaker #4: Então, as nossas linhas de risco sacado, as nossas operações de FIDIC com clientes, estão todas rodando muito bem, sem problema nenhum e com elevada oferta de crédito.

Fernando Galletti de Queiroz: As nossas linhas de risco sacado, as nossas operações de FIDC com clientes, estão todas rodando muito bem e sem problema nenhum e com elevada oferta de crédito. Agora, o crédito mais longo acabou, cessou. Quando eu fiz a emissão do bond e fiz uma emissão de debênture, a ideia era usar esse dinheiro para fazer as rolagens que eu tenho nos próximos 12, 18 meses. Eu poderia antecipar as rolagens ou ir negociando uma a uma. Dada a situação de crédito e dada um pouquinho da minha experiência de tesoureiro, resolvi deixar o dinheiro no caixa e ir fazendo as negociações de rolagem uma a uma. Então, num ambiente desse, se você consegue rolar a taxas que são próximas dos spreads históricos, ok, você rola, segura o caixa e usa para pagar uma outra dívida mais cara.

Speaker #4: Agora, o crédito mais longo acabou, ele cessou. E quando eu fiz a emissão do bond e fiz uma emissão de debênture, a ideia era usar esse dinheiro para fazer as rolagens que eu tenho nos próximos 12, 18 meses.

Speaker #4: Eu poderia antecipar as rolagens ou ir negociando uma a uma. Dado a situação de crédito e dada pouquinho da minha experiência de tesoureiro, eu resolvi deixar o dinheiro no caixa e fazendo as negociações de rolagem uma a uma.

Speaker #4: Então, num ambiente desse, se você consegue rolar a taxas que são próximas dos spreads históricos, ok, você rola. Segura o caixa e usa para pagar uma outra dívida mais cara.

Speaker #4: Se as rolagens começam a ficar muito caras, você vai começando a usar o caixa para fazer esses pagamentos e aí todo esse dinheiro que você captou, você acaba dando vazão no curto prazo para fazer essas amortizações barra rolagens.

Fernando Galletti de Queiroz: Se as rolagens começam a ficar muito caras, você vai começando a usar o caixa para fazer esses pagamentos e todo esse dinheiro que você captou, você acaba dando vazão no curto prazo para fazer essas amortizações/rolagens. Então a gente está exatamente nesse processo. Eu fiz as captações, enchi o caixa. Você tem razão, a gente tinha uma estratégia de operar perto do que é o caixa mínimo, que é os 3 meses de compra de gado, que é aproximadamente BRL 10, 11 bilhões hoje.

Speaker #4: Então, a gente está exatamente nesse processo. Eu fiz as captações e enchi o caixa. Você tem razão, a gente tinha uma estratégia de operar perto do que é o caixa mínimo lá, que são os três meses de compra de gado, que é aproximadamente R$ 10, 11 bilhões hoje.

Speaker #4: Fizemos as captações, mas dada a mudança no cenário, a gente decidiu ser pouco mais conservador e é por isso que durante a minha fala eu falei bastante de liquidez, de política conservadora de liquidez, porque eu acho que se tem uma das...

Fernando Galletti de Queiroz: Fizemos as captações, mas dada a mudança no cenário, a gente decidiu ser um pouco mais conservador e é por isso que durante a minha fala, eu falei bastante de liquidez, de política conservadora de liquidez, porque eu acho que se tem alguma fortaleza na nossa política financeira aqui na Minerva nos últimos 17 anos, que são, por acaso, quando eu sou responsável por isso, é que a gente sempre foi conservador, especialmente em cenários de elevada volatilidade.

Speaker #4: se tem alguma fortaleza na nossa política financeira aqui no Minerva nos últimos 17 anos, que são por acaso quando eu sou responsável por isso, é que a gente sempre foi conservador, especialmente em cenários de elevada volatilidade.

Speaker #3: Está bom. E só, de novo, a razão da minha pergunta é mais pelo custo. O custo do carrego da tua dívida líquida é alto, por conta do como você remunera teu caixa, vis-à-vis o custo da tua dívida bruta.

Thiago Duarte: Tá bom. E só, de novo, a razão da minha pergunta é mais pelo custo. O custo do carrego da tua dívida líquida é alto, por conta de como você remunera teu caixa vis-à-vis o custo da tua dívida bruta. Em parte disso é porque uma parte relevante do teu caixa está em dólar. Essa distinção, você não pretende mudar essa proporção?

Speaker #3: E parte disso é porque o teu caixa está, uma parte relevante dele está em dólar. Essa distinção, você não pretende mudar essa proporção?

Speaker #4: Não, não. Não, porque exatamente porque a gente está num ambiente bastante volátil. Sobre o custo do caixa, quero te lembrar uma coisa que eu aprendi quando eu trabalhei aí no banco que você trabalha.

Fernando Galletti de Queiroz: Não, exatamente porque a gente está num ambiente bastante volátil. Sobre o custo do caixa, quero te lembrar uma coisa que eu aprendi quando eu trabalhei no banco que você trabalha. O dinheiro mais caro é aquele que não existe.

Speaker #4: O dinheiro mais caro é aquele que não exibe.

Speaker #3: Está claro, obrigado.

Thiago Duarte: Claro, obrigado.

Speaker #2: A próxima pergunta vem de Laura Rirata, do Santander.

Operator 2: A próxima pergunta vem de Laura Hirata, do Santander.

Laura Hirata: Bom dia, Fernando, Edison, obrigada pelo espaço. Queria explorar, na verdade, um tema mais estrutural. Queria entender num cenário de ofertas de gado mais limitada aqui no Brasil, como que as estratégias atuais de Confinamento, as parcerias que vocês têm com fornecedores, como isso deve manter o fluxo de animais. Nessa linha, nesse tri, no comecinho do call, o Edison acabou comentando um pouco sobre a questão de confinamentos, que vocês têm investido um pouco nisso no Paraguai e na Argentina. Queria entender um pouco melhor sobre essa estratégia, esse modelo, e qual é a proporção que isso deve tomar dentro da Minerva. Obrigada.

Speaker #5: Bom dia, Fernando, Edison, obrigada pelo espaço. Queria explorar, na verdade, um tema mais estrutural. Então, queria entender, num cenário de oferta de gado mais limitada aqui no Brasil, como é que as estratégias atuais, de confinamento, as parcerias que vocês têm com fornecedores, como que isso deve manter o fluxo de animais?

Speaker #5: E aí, nessa linha, nesse tri e aí no comecinho do call, Edison acabou comentando pouco sobre a questão de confinamentos, que vocês têm investido pouco nisso no Paraguai e na Argentina.

Speaker #5: Queria entender pouco melhor sobre essa estratégia, esse modelo, e qual que é a proporção que isso deve tomar dentro da Minerva. Obrigada.

Fernando Galletti de Queiroz: Laura, é uma boa pergunta. Parte da nossa estratégia é a gente estar investindo mais em modelos upstream. Existem modelos diferentes ideais para cada uma das regiões e para cada um dos países. Tem locais que existe um incentivo para que você tenha essa integração, nós estamos explorando isso cada vez mais. Existem locais que o incentivo não existe, nós estamos explorando mais parcerias. Sim, é parte da estratégia da Minerva, a gente está mais posicionado no upstream e no downstream, como nós mencionamos nas perguntas anteriores, especialmente nos mercados mais relevantes sujeitos à cota.

Speaker #4: Laura, é uma boa pergunta. Parte da nossa estratégia é a gente estar investindo mais em modelos upstream, existem modelos diferentes e ideais para cada uma das regiões e para cada dos países.

Speaker #4: Então, tem locais que é... existe incentivo para que você tenha essa integração, nós estamos explorando isso cada vez mais. Existe locais que o incentivo não existe, nós estamos explorando mais parcerias.

Speaker #4: Então, sim, é parte da estratégia da Minerva estar mais posicionado no upstream e no downstream, como nossa mencionamos nas perguntas anteriores, especialmente nos mercados mais relevantes sujeitos à cota.

Laura Hirata: Obrigada. Só para também entender um pouco melhor sobre essa questão do upstream. Nesse tri vocês tiveram que colocar um pouco de ativo biológico para essa estratégia. O que eu posso esperar dessa linha olhando para frente? Em quanto tempo, mais ou menos, eu consigo enxergar o benefício disso passando pelos resultados de vocês?

Speaker #5: Obrigada. E aí, só para também entender pouco melhor sobre essa questão do upstream, nesse tri vocês tiveram pouco de... vocês tiveram que colocar pouco de ativo biológico para essa estratégia.

Speaker #5: O que eu posso esperar dessa linha olhando para frente? E, assim, em quanto tempo, mais ou menos, eu consigo enxergar o benefício disso, passando pelos resultados de vocês?

Fernando Galletti de Queiroz: Você vai ver ao longo do tempo esses benefícios. Sim, é parte da estratégia, você tem o one shot no capital giro, porque depois do ciclo normal, ele vai se renovando. Você tem o one shot de impacto, mas como eu disse, são modelos diferentes em diferentes países.

Speaker #4: Não, você vai ver ao longo do tempo esses benefícios. Sim, é parte da estratégia você tem one shot no capital de giro, porque depois do ciclo normal ele vai se renovando.

Speaker #4: Então, você tem one shot de impacto, mas como eu disse, são modelos diferentes em diferentes países.

Edison Ticle: Nesse trimestre, especificamente, foram BRL 125 million de ativo biológico. O que acontece? Se a gente segurar isso para uma rodada só de confinamento, ele acaba impactando positivamente em 3 ou 4 meses, porque você não tem o custo, o CMV da compra do gado, você usa o seu próprio gado, você economiza esse dinheiro. Se a gente continuar na estratégia de confinamento, demora mais um pouco para esse dinheiro voltar. Agora, a decisão de continuar ou não, de um lado, obviamente, tem restrição de capital, mas do outro, a rentabilidade e o quanto isso melhora estruturalmente nossa posição de compra de gado nas diferentes regiões.

Speaker #3: Nesse trimestre, especificamente, foram R$ 125 milhões de ativo biológico. O que acontece? Se a gente segurar isso por uma rodada só de confinamento, ele acaba impactando positivamente em três ou quatro meses, porque você não tem o custo...

Speaker #3: o CMV da compra do gado você usa o seu próprio gado, você economiza esse dinheiro. Se a gente continuar na estratégia de confinamento, demora mais pouco para esse dinheiro voltar.

Speaker #3: Agora, a decisão de continuar ou não, de lado, obviamente, tem restrição de capital, mas do outro é a rentabilidade e o quanto isso melhora estruturalmente nossa posição de compra de gado nas diferentes regiões.

Speaker #3: Então, vou te dar um exemplo. Na Argentina, faz todo sentido, tanto do ponto de vista de rentabilidade quanto da posição de sourcing de gado local, você ter uma posição importante de confinamento para o gado próprio, que não precisa ser necessariamente gado próprio, mas tem que ser uma operação de confinamento própria, onde você pode fazer boitel, por exemplo, receber gado de parceiros e usar a tua própria estrutura.

Edison Ticle: Então vou te dar um exemplo, na Argentina, faz todo sentido, tanto em vista de rentabilidade, quanto da posição de sourcing de gado local, você ter uma posição importante de confinamento de gado próprio, que não precisa ser necessariamente gado próprio, mas tem que ser operação de confinamento própria, onde você pode fazer boitel, por exemplo, receber gado de parceiro e usar tua própria estrutura. Então isso é uma ferramenta que a gente vai usar cada vez mais, porque ela nos dá previsibilidade de fornecimento, qualidade de matéria-prima e, em certa medida, ajuda também na compra de gado.

Speaker #3: Então, isso é uma ferramenta que a gente vai usar cada vez mais, porque ela nos dá previsibilidade de fornecimento, qualidade de matéria-prima e em certa medida ajuda também na compra de gado.

Laura Hirata: Está claro. Obrigada, pessoal.

Speaker #5: Está claro. Obrigada, pessoal.

Operator 2: A próxima pergunta vem de Lucas Mussi, do Morgan Stanley.

Speaker #2: A próxima pergunta vem de Lucas Mussi, do Morgan Stanley.

Lucas Mussi: Fernando, Edson, obrigado por pegarem a minha pergunta. Pegando um gancho, Edinho, do que você mencionou sobre a diversificação de vocês, principalmente além do Brasil. Se vocês pudessem compartilhar um pouco a visão de vocês, talvez para o ano que vem, em questão de disponibilidade de gado na Argentina, Paraguai, Uruguai. Uruguai a gente tem visto um pouco de dificuldade na questão de abates esse ano, Argentina com um pouco mais de retenção de fêmeas. Então só queria ouvir um update de vocês quanto à disponibilidade de gado nos outros países ex-Brasil. Obrigado.

Speaker #3: Fernando, Edison, obrigado por pegar a minha pergunta. Pegando gancho do que você mencionou sobre a diversificação de vocês, principalmente além do Brasil, se vocês pudessem compartilhar pouco a visão de vocês, talvez para o ano que vem, em questão de disponibilidade de gado na Argentina, Paraguai, Uruguai, Uruguai a gente tem visto pouco de dificuldade na questão de abates esse ano, Argentina com pouco mais de retenção de fêmeas.

Speaker #3: Então, só ouvir update de vocês quanto à disponibilidade de gado nos outros países ex-Brasil.

Speaker #4: Vamos lá. O que impactou... o que impacta esses outros países? Lucas, não é só a disponibilidade de gado, mas é o acesso a mercados.

Fernando Galletti de Queiroz: Lucas, o que impacta esses outros países, não é só a disponibilidade de gado, mas é o acesso a mercados. Hoje você tem uma heterogeneidade bastante grande de acessos de cotas, de sistemas, de salvaguardas, alguns aplicáveis, alguns não aplicáveis. Favorecendo, então, além da parte de disponibilidade de gado, a primeira análise que a gente faz é essa diversificação geográfica, ela te dá um hedge nos eventos geopolíticos, especialmente tarifários. Sobre gado, a América do Sul está, como um todo, em dinâmicas muito positivas. Você tem ciclos de retenção, produção cada vez maior numa média de cerros, deixando esse ciclo mais favorável para o futuro. Diferente do hemisfério norte, onde você tem uma questão estrutural de redução de rebanho devido à mudança de cultura, devido à mudança de safra. Então a América do Sul está se arbitrando.

Speaker #4: Então, hoje você tem uma heterogeneidade bastante grande de acessos de cotas de sistemas de salvaguardas, alguns aplicáveis, alguns não aplicáveis, alguns favorecendo. Então, além da parte de disponibilidade de gado, a primeira análise que a gente faz é essa diversificação geográfica, ela te dá hedge nos eventos geopolíticos, especialmente tarifários.

Speaker #4: Sou obrigado para a América do Sul estar como todo em dinâmicas muito positivas. Você tem ciclos de retenção, produção cada vez maior, numa média de zeros, deixando esses ciclos mais favoráveis para o futuro.

Speaker #4: Diferente do hemisfério norte, onde você tem uma questão estrutural de redução de rebanho devido a mudança de cultura, devido a mudança de safra. Então, a América do Sul vai estar se arbitrando exportações e importações entre a América do Sul cada vez mais são uma constante.

Fernando Galletti de Queiroz: Exportações e importações entre a América do Sul cada vez mais são uma constante, e isso é uma das forças que a Minerva tem.

Speaker #4: E isso é uma das forças que a Minerva tem.

Speaker #3: Obrigado, Fernando.

Lucas Mussi: Obrigado, Fernando.

Operator 2: A próxima pergunta vem de Renata Cabral, do Citi.

Speaker #2: A próxima pergunta vem de Renata Cabral, do City.

Renata Cabral: Bom dia, Fernando, Edison, obrigada pelo espaço. Eu tenho só uma pergunta follow-up em relação ao que vocês já discutiram e muito que o Edison colocou aqui sobre alocação de capital.

Speaker #5: Bom dia, Fernando, Edison, obrigada pelo espaço. Eu tenho só uma pergunta follow-up em relação ao que vocês já discutiram e muito que o Edison colocou aqui sobre alocação de capital.

Renata Cabral: Eu só vou fazer um frame um pouco diferente. Considerando agora a companhia com o Capex mais normalizado de manutenção, o próprio exercício que o Edison fez em termos de geração de caixa, e comparando com o market cap hoje da companhia, e o fato de vocês terem comprado esses BRL 600 milhões de bonds, a minha pergunta é sobre hierarquia daqui para frente em relação a essa alocação de capital. Se seria recompra adicional de bonds, desalavancagem pura, recompras de ações e se há avaliação de monetização de ativos não essenciais para encurtar o caminho da desalavancagem. Obrigada.

Speaker #5: Só vou fazer um frame, acho que um pouco diferente, considerando agora a companhia com o CAPEX mais normalizado de manutenção, o próprio exercício que o Edison fez em termos de geração de caixa, e comparando com o market cap hoje da companhia. E o fato de vocês, enfim, terem comprado aí 600 milhões em bonds. A minha pergunta é sobre a hierarquia daqui para frente em relação a essa alocação de capital.

Speaker #5: Se seria recompra adicional de bonds, desalavancagem pura, recompra de ações e se há avaliação de monetização de ativos não essenciais para encurtar o caminho aí da desalavancagem.

Speaker #5: Obrigada.

Speaker #3: Não, Renata, a prioridade é desalavancagem. A prioridade de 1 a 10 é desalavancar, recomprar bond é uma das ferramentas que a gente usa para desalavancar.

Edison Ticle: Não, Renata, a prioridade é a desalavancagem. A prioridade de 1 a 10 é desalavancar. Recomprar bond é uma das ferramentas que a gente usa para desalavancar. A gente usa o caixa gerado, recompra bond e cancela. Você derruba a dívida líquida e dívida bruta ao mesmo tempo. É isso, a toada vai ser desalavancagem. A gente está gerando um lucro líquido relevante esse ano, mesmo com a alavancagem abaixo de 2.5x. Eu já sinalizei que a gente vai continuar pagando 25% só do lucro líquido como dividendo, que é o que a lei obriga, porque a nossa principal prioridade é desalavancar. E por que isso? Porque as taxas de juros estão muito altas e a melhor forma da gente gerar valor a longo prazo é carregar uma dívida menor e uma despesa financeira mais enxuta.

Speaker #3: A gente usa o caixa gerado, recompra bond e cancela. Você derruba a dívida líquida e dívida bruta, ao mesmo tempo. É isso, a toada vai ser desalavancagem.

Speaker #3: A gente está gerando lucro líquido relevante esse ano mesmo com a alavancagem abaixo de duas vezes e meia, eu já sinalizei que a gente vai continuar pagando 25% só do lucro líquido como dividendo, que é o que a lei obriga, porque a nossa principal prioridade é desalavancar e porque isso?

Speaker #3: Porque as taxas de juros estão muito altas e a melhor forma da gente gerar valor a longo prazo é ter uma dívida carregada, uma dívida menor e uma despesa financeira mais enxuta.

Renata Cabral: Obrigada. Superclaro.

Speaker #5: Obrigada. Super claro.

Edison Ticle: A gente tem duas perguntas aqui no chat. A primeira é do Claudio Honor, da XP: "Bom dia, depois do consumo acumulado de aproximadamente BRL 2 bilhões de capital de giro no primeiro semestre, a administração mantém a expectativa apresentada no call do Q1 de 2026, com necessidade líquida de capital de giro de BRL 300 a 400 milhões para o ano?" Sim. Só lembrando, isso não é projeção, eu só compartilhei os números que faziam parte do nosso orçamento no início do ano. E a expectativa está mantida. Segunda pergunta do Nicholas, da Jefferies: "Você pode dar um update sobre risco sacado e outras linhas de capital de giro? E a estratégia going forward, como é que está as condições de crédito para o mercado local?" Uma acho que eu já respondi.

Speaker #3: A gente tem duas perguntas aqui no chat. A primeira é do Cláudio Honor da XP. Bom dia, depois do consumo acumulado de aproximadamente 2 bilhões de capital de giro no primeiro semestre, a administração mantém expectativa apresentada no call do primeiro tri de determinado 2026 com necessidade líquida de capital de giro de 300 a 400 milhões por ano?

Speaker #3: Sim. Só lembrando, isso não é projeção e se eu só compartilhei os números que faziam parte do nosso orçamento no início do ano. E a expectativa está mantida.

Speaker #3: Segunda pergunta do Nicolas da Jefferies. Você pode dar update sobre risco sacado, e a estratégia risco sacado e outras linhas de capital de giro, e a estratégia going forward, como é que está o mercado nas condições de crédito para o mercado local?

Speaker #3: Eu acho que eu já respondi, as condições de crédito estão mais apertadas para crédito demais, médio e longo prazo, para esses instrumentos que têm algum tipo de underline asset, algum tipo de garantia e são de curtíssimo prazo, você tem plenty of lines, você não tem problema nenhum.

Edison Ticle: As condições de crédito estão mais apertadas para crédito de médio e longo prazo, para esses instrumentos que têm algum tipo de underlying asset, algum tipo de garantia e são de curtíssimo prazo. Você tem plenty of lines, você não tem problema nenhum. E a gente tem alguma flutuação nessas linhas, que são naturais, sazonais ou são relacionadas ao negócio, efetivamente, mas quando ela aumenta ou diminui, não é porque a gente está com mais linha ou menos linha disponível. É simplesmente uma estratégia nossa relacionada à operação e à sazonalidade do business. Bom, agora eu vou passar para o Fernando fazer as considerações finais. Obrigado a todo mundo.

Speaker #3: E a gente tem alguma flutuação nessas linhas que são naturais, sazonais ou são relacionadas ao negócio, efetivamente, mas quando ela aumenta ou diminui, não é para a gente estar com mais linha ou menos linha disponível. É simplesmente uma estratégia nossa relacionada à operação e à sazonalidade do business.

Speaker #3: Bom, agora eu vou passar para o Fernando fazer as considerações finais. Obrigado aí a todo mundo.

Speaker #4: Queria agradecer a todos por participarem da teleconferência do Minerva do segundo tri de 2026. Nós temos aqui uma consideração que eu gostaria de deixar para vocês.

Fernando Galletti de Queiroz: Queria agradecer a todos por participar da teleconferência do Minerva, do Q2 2026. Nós temos aqui uma consideração que eu gostaria de deixar para vocês. Nunca houveram tantos mercados abertos para a América do Sul, nunca nós tivemos tanto acesso em uma situação equivalente a outros países concorrentes, mas principalmente, nós nunca tivemos um mercado tão internacionalizado. Isso traz uma dinâmica diferente, isso traz uma dinâmica onde a volatilidade acaba sendo um parceiro, acaba sendo um potencializador de empresas que têm no seu DNA a gestão de risco e têm fóruns para que possa reagir rápido. Esse é o caso da Minerva. Nós nos preparamos para um cenário que nós achávamos que ia ser mais devagar, mas está acontecendo muito mais rápido a internacionalização e essa parte da diversificação geográfica, que nós nos posicionamos na compra e na parte da venda também.

Speaker #4: Nunca houveram tantos mercados abertos para a América do Sul, nunca nós tivemos tanto acesso a uma situação equivalente a outros países concorrentes, mas principalmente nós nunca tivemos mercado tão internacionalizado.

Speaker #4: Isso traz uma dinâmica diferente e isso traz uma dinâmica onde a volatilidade acaba sendo parceiro, acaba sendo potencializador de empresas que têm no seu DNA a gestão de risco e têm fóruns para que possa reagir rápido.

Speaker #4: E esse é o caso da Minerva. Nós nos preparamos para cenário que nós achávamos que ia ser mais devagar, mas está acontecendo muito mais rápido.

Speaker #4: A internacionalização e essa parte da diversificação geográfica que nós nos posicionamos na compra e na parte da venda também. A América do Sul vai ser cada vez mais o grande fornecedor mundial de carne bovina e numa e num produto que não existe competição dos outros países para produzir ou que essa competição vai diminuindo ou ela vai perdendo força devido a custos.

Fernando Galletti de Queiroz: A América do Sul vai ser cada vez mais o grande fornecedor mundial de carne bovina e em um produto que não existe competição dos outros países para produzir, ou que essa competição vai diminuindo, vai perdendo força devido a custos. O cenário segue bastante positivo, especialmente para o próximo ano, onde nós vamos ver essa confluência de fatores mais evidentes. Eu quero deixar à disposição para vocês esclarecerem dúvidas. Para terminar, eu queria dar um grande obrigado para toda a equipe da Minerva, de todo o trabalho que está sendo feito, incansável em se adaptar às novas realidades de mercado. Nunca foram mercados sem volatilidade, mas agora, mais do que nunca, se reinventar, mas ter o norte claro para onde nós vamos, é a realidade que o nosso time abraçou e está seguindo com muita disciplina e com muita garra.

Speaker #4: Então, o cenário segue bastante positivo, especialmente para o próximo ano, onde nós vamos ver essa confluência de fatores mais evidente, e aí eu quero deixar à disposição para vocês, para vocês esclarecerem dúvidas.

Speaker #4: Para terminar, eu queria dar grande obrigado para toda a equipe da Minerva, de todo o trabalho que está sendo feito incansável em se adaptar às novas realidades de mercado.

Speaker #4: Nunca mercados nunca foram mercados sem volatilidade, mas agora, mais do que nunca, a ser reinventar. Mas ter o norte claro para onde nós vamos é a realidade que o nosso time abraçou e está seguindo com muita disciplina e com muita e com muita garra.

Speaker #4: Agradeço a toda a equipe do Minerva e a gente está à disposição de vocês para qualquer dúvida. Obrigado, gente.

Fernando Galletti de Queiroz: Agradeço a toda a equipe do Minerva e a gente está à disposição de vocês para qualquer dúvida. Obrigado, gente.

Speaker #5: A videoconferência de resultados da Minerva está encerrada. Em caso de dúvidas, enviar a sua pergunta para o time de relações com investidores através do e-mail r-i@minervafoods.com.

Operator 2: A videoconferência de resultados da Minerva está encerrada. Em caso de dúvidas, enviar a sua pergunta para o time de Relações com Investidores através do e-mail: ri@minervafoods.com. Agradecemos a participação de todos e tenham um bom dia.

Speaker #5: Agradecemos a participação de todos e tenham bom dia.

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