Q2 2026 Vitru Ltd Earnings Call

Operator: Todos e obrigado por aguardarem. Sejam muito bem-vindos à videoconferência de divulgação dos resultados do Q2 e do H1 de 2026 da Vitru Educação. Para aqueles que precisam de tradução simultânea, por favor, clicar no botão "Interpretation" e escolher a opção inglês. Informamos que esta videoconferência está sendo gravada e será disponibilizada no site de RI da companhia: investors.vitru.com.br, onde se encontra disponível o material completo da nossa divulgação de resultados. É possível fazer download da apresentação também no ícone de chat, inclusive em inglês. Durante a apresentação da companhia, todos os participantes estarão com o microfone desabilitado. Em seguida, daremos início à sessão de perguntas e respostas. Para fazer perguntas, clique no ícone Q&A, na parte inferior de sua tela e escreva sua pergunta para entrar na fila.

Speaker #1: Todos, e obrigado por aguardarem. Sejam muito bem-vindos à videoconferência de divulgação dos resultados do 2o trimestre e do 1o semestre de 2026 da Vitro Educação.

Speaker #1: Para aqueles que precisam de tradução simultânea, por favor clicar no botão "Interpretation" e escolher a opção em inglês. Informamos que esta videoconferência está sendo gravada e será disponibilizada no site de RI da companhia, investors.vitro.com.br.

Speaker #1: Onde se encontra disponível o material completo da nossa divulgação de resultados. É possível fazer download da apresentação também no ícone de chat, inclusive em inglês.

Speaker #1: Durante a apresentação da companhia, todos os participantes estarão com o microfone desabilitado. Em seguida, daremos início à sessão de perguntas e respostas. Para fazer perguntas, clique no ícone "Q&A" na parte inferior de sua tela e escreva sua pergunta para entrar na fila.

Speaker #1: Ao ser anunciado, uma solicitação para ativar seu microfone aparecerá na tela e, então, você deve ativar o seu microfone para fazer perguntas. Orientamos que as perguntas sejam feitas todas de uma única vez.

Operator: Ao ser anunciado, uma solicitação para ativar seu microfone aparecerá na tela e então você deve ativar o seu microfone para fazer perguntas. Orientamos que as perguntas sejam feitas todas de uma única vez. Hoje contamos com as presenças dos executivos da companhia, Aroldo Alves e Gabriel Lobo. Para iniciar, passaria a palavra ao senhor Aroldo Alves.

Speaker #1: Hoje, contamos com as presenças dos executivos da companhia, Haroldo Alves e Gabriel Lobo. Para iniciar, passarei a palavra ao senhor Haroldo Alves.

Speaker #2: Bom dia a todos. É um prazer estar aqui para a divulgação dos resultados do 2º trimestre e do 1º semestre de 2026 da Vitru Educação.

Aroldo Alves: Bom dia a todos. É um prazer estar aqui para a divulgação dos resultados do Q2 e do H1 de 2026 da Vitru Educação. Queria começar agradecendo a presença e a confiança de cada um de vocês e trazendo uma visão geral dos principais destaques desse período. O H1 de 2026 confirma a disciplina de execução que vimos entregando trimestre após trimestre. Nós encerramos o H1 com 1.031.000 alunos engajados, um crescimento de quase 5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já sobre o critério unificado de aluno engajado entre UNIASSELVI e Unicesumar, que a gente vai falar um pouco mais adiante. Tão relevante quanto o crescimento de base, é o avanço na qualidade da nossa captação.

Speaker #2: Queria começar agradecendo a presença e a confiança de cada de vocês. E trazendo uma visão geral dos principais destaques desse período. O 1o semestre de 2026 confirma a disciplina de execução, e vimos entregando trimestre após trimestre.

Speaker #2: Nós encerramos o 1o semestre com 1.031.000 alunos engajados, crescimento de quase 5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já sobre o critério unificado de aluno engajado entre o INASELV e o INICESUMAR, que a gente vai falar pouco mais adiante.

Speaker #2: Tão relevante quanto o crescimento de base é o avanço na qualidade da nossa captação. O semipresencial, nesse período, cresceu 35% e representou 58% da captação total no semestre.

Aroldo Alves: O semipresencial, nesse período, cresceu 35% e representou 58% da captação total no semestre, reforçando a relevância desse formato dentro da nossa estratégia e o posicionamento da companhia frente às transformações do setor. Essa evolução operacional veio acompanhada de um crescimento financeiro consistente. A receita líquida atingiu BRL 1 bilhão e 241 milhões, um crescimento de quase 8%, enquanto o EBITDA ajustado alcançou BRL 513 milhões, uma alta de 12%. Nossa margem EBITDA ajustada chegou a 41.4%, uma expansão de 1.7 ponto percentual e a maior margem EBITDA em semestre na história da companhia. Esse resultado reforça a nossa capacidade de crescer, mantendo disciplina na execução e eficiência operacional. O lucro líquido ajustado por imposto caixa também apresentou uma evolução relevante, alcançando BRL 252 milhões, um crescimento de quase 29%, com margem líquida de 20.3%.

Speaker #2: Reforçando a relevância desse formato dentro da nossa estratégia e o posicionamento da companhia frente às transformações do setor. Essa evolução operacional veio acompanhada de crescimento financeiro consistente.

Speaker #2: A receita líquida atingiu 1.241.000.000, crescimento de quase 8%, enquanto o EBITDA ajustado alcançou 513.000.000 reais, uma alta de 12%. Nossa margem EBITDA ajustada chegou a 41,4%, uma expansão de 1,7 ponto percentual e a maior margem EBITDA em semestre na história da companhia.

Speaker #2: Esse resultado reforça nossa capacidade de crescer, mantendo disciplina na execução e eficiência operacional. O lucro líquido ajustado por imposto CAC também apresentou uma evolução relevante.

Speaker #2: Alcançando 252.000.000, crescimento de quase 29%, com margem líquida de 20,3%. No semestre, tivemos uma geração recorde de 410.000.000 reais, de fluxo de caixa livre.

Aroldo Alves: No semestre, tivemos uma geração recorde de BRL 410 milhões de fluxo de caixa livre, um crescimento de quase 65% em relação ao H1 do ano passado. Essa forte geração de caixa, somada aos movimentos realizados no período, contribuiu para uma redução de BRL 630 milhões na dívida líquida ex-IFRS 16 em relação ao ano anterior, levando a nossa alavancagem para 1.36x, contra 2.34x em junho do ano passado. Passando para o próximo slide, nós vamos olhar com um pouco mais de detalhe para a evolução da nossa operação de graduação. Agora a gente chega no slide 5. Aqui nós encerramos o H1 com 945 mil alunos engajados na graduação semipresencial e EAD, um crescimento de 5.5% em relação ao H1 do ano passado.

Speaker #2: crescimento de quase 65% em relação ao 1o semestre do ano passado. Essa forte geração de caixa somada aos movimentos realizados no período, contribuiu para uma redução de 630.000.000 reais na dívida líquida ex-FRS 16 em relação ao ano anterior, levando nossa alavancagem para 1,36 vezes.

Speaker #2: Contra 2,34 vezes em junho do ano passado. Passando para o próximo slide, nós vamos olhar com um pouco mais de detalhe para a evolução da nossa operação de graduação.

Speaker #2: Então, agora a gente chega no slide 5. Aqui nós encerramos o 1o semestre com 945.000 alunos engajados na graduação semipresencial. IEAD, crescimento de 5,5% em relação ao 1o semestre do ano passado.

Speaker #2: Vale relembrar que, desde o início deste ano, nós adotamos critério único de aluno engajado da Uniasselvi e Unicesumar, considerando não apenas a matrícula, mas o efetivo engajamento acadêmico ou financeiro do aluno.

Aroldo Alves: Vale relembrar que desde o início deste ano, nós adotamos um critério único de aluno engajado para a UNIASSELVI e Unicesumar, considerando não apenas a matrícula, mas o efetivo engajamento acadêmico ou financeiro do aluno. Mais do que um ajuste metodológico, essa mudança consolidou uma nova mentalidade de gestão na companhia. O faturamento vinculado ao aluno, que de fato se engaja academicamente e financeiramente, passou a ser o indicador central, com métricas construídas em torno dele. Além do crescimento da base, nós tivemos uma evolução positiva de ticket médio, que alcançou BRL 287.40, um avanço de 1.5% na comparação anual. Mas o principal destaque deste slide está na qualidade da captação. Pela metodologia de aluno engajado, nós captamos quase 88 mil alunos no H1 deste ano, um crescimento de 21.3% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Speaker #2: Mais do que um ajuste metodológico, essa mudança consolidou uma nova mentalidade de gestão na companhia. O faturamento vinculado ao aluno, que de fato se engaja academicamente e financeiramente, passou a ser o indicador central, com metas construídas em torno dele.

Speaker #2: Além do crescimento da base, nós tivemos uma evolução positiva de ticket médio, que alcançou 287,40 reais, avanço de 1,5% na comparação anual. Mas o principal destaque deste slide está na qualidade da captação.

Speaker #2: Pela metodologia de aluno engajado, nós captamos quase 88.000 alunos no 1o semestre deste ano, crescimento de 21,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Speaker #2: Dentro dessa captação, o semipresencial ampliou sua participação, de 51,6% para 57,6%. Reforçando uma tendência que já vínhamos observando, e que está alinhada ao posicionamento estratégico da companhia.

Aroldo Alves: Dentro dessa captação, o semipresencial ampliou sua participação de 51.6% para 57.6%, reforçando uma tendência que já vínhamos observando e que está alinhada ao posicionamento estratégico da companhia. E tão importante quanto o crescimento da captação, foi a evolução da taxa de engajamento, que passou de 72.5% para 82.1%, um avanço de 9.6 pontos percentuais. A evolução da taxa de engajamento mostra que estamos trazendo para a nossa base alunos mais engajados desde o início da jornada acadêmica, refletindo as mudanças que implementamos no processo de captação e na experiência de entrada do aluno. E essa preocupação com a qualidade não termina na captação. Ela aparece também na experiência ao longo da jornada. Quando olhamos para indicadores como o NPS, no início do H1 deste ano, a UNIASSELVI avançou cinco pontos.

Speaker #2: E tão importante quanto o crescimento da captação, foi a evolução da taxa de engajamento. Que passou de 72,5% para 82,1%. avanço de 9,6 pontos percentuais.

Speaker #2: A evolução da taxa de engajamento mostra que estamos trazendo para nossa base alunos mais engajados, desde o início da jornada acadêmica, refletindo as mudanças que implementamos no processo de captação e na experiência de entrada do aluno.

Speaker #2: E essa preocupação com a qualidade não termina na captação. Ela aparece também na experiência ao longo da jornada. Quando olhamos para indicadores como o NPS, no início do 1o semestre deste ano, a UNIASELV avançou 5 pontos.

Speaker #2: Já a UNICESUMAR avançou 2 pontos, mesmo durante o processo de estabilização das soluções acadêmicas implementadas no último ano. Com isso, as duas marcas encerraram o ciclo na zona de qualidade.

Aroldo Alves: Já a Unicesumar avançou dois pontos, mesmo durante o processo de estabilização das soluções acadêmicas implementadas no último ano. Com isso, as duas marcas encerraram o ciclo na zona de qualidade. Em conjunto, esses indicadores mostram uma operação que está crescendo com maior engajamento, melhor experiência para o aluno e maior qualidade da base. Agora, para detalhar os resultados financeiros do período, eu passo a palavra para o nosso CFO, Gabriel Lobo.

Speaker #2: Em conjunto, esses indicadores mostram uma operação que está crescendo, com maior engajamento, melhor experiência para o aluno e maior qualidade da base. Agora, para detalhar os resultados financeiros do período, eu passo a palavra para o nosso CFO, Gabriel Lobo.

Speaker #3: Obrigado, Haroldo, e bom dia a todos. Passando para o slide 7, vamos detalhar aqui a nossa receita líquida consolidada e o desempenho por segmento da companhia.

Gabriel Lobo: Obrigado, Aroldo, e bom dia a todos. Passando para o slide 7, vamos detalhar aqui a nossa receita líquida consolidada e o desempenho por segmento da companhia. No Q2 2026, a receita líquida consolidada atingiu R$ 661.4 milhões, um crescimento de 9.1% frente ao Q2 2025. No acumulado do semestre, somamos R$ 1.241 bilhão na receita líquida, um avanço de 7.7% em relação ao H1 do ano anterior. Esse crescimento continua sendo puxado pela receita da graduação semipresencial, que como Aroldo comentou, avançou 17.2% no trimestre e 14.9% no semestre, atingindo R$ 338.6 milhões e R$ 623.9 milhões, respectivamente. Hoje, acho que é importante trazer esse elemento, a graduação semipresencial já representa mais de 50% da nossa receita líquida consolidada quando a gente olha o semestre como um todo.

Speaker #3: No segundo tri de 2026, a receita líquida consolidada atingiu 661,4 milhões de reais, crescimento de 9,1% frente ao segundo tri de 2025. No acumulado do semestre, somamos 1.241.000.000 reais na receita líquida, avanço de 7,7% em relação ao 1o semestre do ano anterior.

Speaker #3: Esse crescimento continua sendo puxado pela receita da graduação semipresencial, que, como o Haroldo comentou, avançou 17,2% no trimestre e 14,9% no semestre, atingindo R$338,6 milhões e R$623,9 milhões, respectivamente.

Speaker #3: E hoje, acho que é importante trazer esse elemento: a graduação semipresencial já representa mais de 50% da nossa receita líquida consolidada quando a gente olha o semestre como um todo.

Speaker #3: A graduação EAD cresceu 6,1% no trimestre, atingindo 149,7 milhões de reais, e no semestre crescemos 4%, atingindo 277,1 milhões de reais. A graduação presencial aqui, tirando a medicina, avançou 2,4% neste trimestre e 4,7% no semestre, chegando a 108,8 milhões de reais.

Gabriel Lobo: A graduação EAD cresceu 6.1% no trimestre, atingindo R$ 149.7 milhões, e no semestre crescemos 4%, atingindo R$ 277.1 milhões. A graduação presencial, tirando a medicina, avançou 2.4% nesse trimestre e 4.7% no semestre, chegando a R$ 108.8 milhões. A medicina, um curso super importante e relevante para nós, somou aqui R$ 161.2 milhões no semestre, uma alta de 4% versus o mesmo período do ano anterior. Já a graduação Educação Continuada, por fim, apresentou aqui uma retração de 17% nesse semestre, para R$ 69.6 milhões. Aqui um reflexo do que a gente já vem trazendo em trimestres anteriores, um reflexo de ajustes que a gente vem fazendo, principalmente no portfólio das ofertas de curso da Continuada. Aqui vale destacar, por fim, para fechar esse slide, a contribuição das linhas de outras receitas.

Speaker #3: A medicina, canal superimportante, curso superimportante e relevante para nós, atingiu 161,2 milhões de reais no semestre, uma alta de 4% versus mesmo período do ano anterior.

Speaker #3: Já a graduação Educação Continuada, por fim, apresentou aqui uma retração de 17% neste semestre, para 69,6 milhões de reais, aqui reflexo de algo que a gente já vem trazendo em trimestres anteriores, reflexo de ajuste que a gente vem fazendo principalmente no portfólio das ofertas de curso da continuada.

Speaker #3: Aqui vale destacar, por fim, para fechar esse slide, a contribuição das linhas de outras receitas. Essa linha é uma linha que reúne serviços acadêmicos. Aqui, quando a gente fala de provas substitutivas, cursos de férias, é uma linha que tem escopo que vem sendo ampliado pela companhia ao longo dos últimos semestres.

Gabriel Lobo: Essa linha reúne serviços acadêmicos, quando a gente fala de provas substitutivas, cursos de férias, é uma linha que tem o escopo que vem sendo ampliado pela companhia ao longo dos últimos semestres, e a gente vê um crescimento já se refletindo, com crescimento nesse trimestre de 72.5%, totalizando R$ 9.2 milhões. Passando aqui ao slide seguinte, slide 8, do lado esquerdo do slide, a gente traz o lucro bruto ajustado da companhia, que cresceu 8.2% nesse trimestre para R$ 465.1 milhões. Atingimos uma margem bruta de 70.3%, uma redução de 1.6 ponto percentual frente o Q2 2025. No semestre, o lucro bruto ajustado somou R$ 878 milhões, uma alta de 6.5%, com uma margem estrutural aqui de 70.8%.

Speaker #3: E a gente vê crescimento já se refletindo com o crescimento neste trimestre de 72,5%, totalizando 9,2 milhões de reais. Passando aqui ao slide seguinte, slide 8, do lado esquerdo do slide, a gente traz o lucro bruto ajustado da companhia, que cresceu 8,2% neste trimestre, para 465,1 milhões de reais.

Speaker #3: Atingimos uma margem bruta de 70,3%, uma redução de 0,6 ponto percentual frente ao segundo tri de 2025. No semestre, o lucro bruto ajustado somou R$ 878 milhões, uma alta de 6,5%, com uma margem estrutural aqui de 70,8%.

Speaker #3: Eu acho que cabe destacar que mesmo com essa leve variação aqui negativa, a gente segue operando numa margem muito acima da margem estrutural histórica da companhia, o que reafirma aqui a nossa eficiência na gestão de custos ao longo do tempo.

Gabriel Lobo: Acho que cabe destacar que mesmo com essa leve variação negativa, a gente segue operando numa margem muito acima da margem estrutural histórica da companhia, o que reafirma a nossa eficiência na gestão de custos ao longo do tempo. Acho que é importante destacar também, a gente já vinha trazendo esse elemento, a gente tem tido a maturação de alguns cursos de saúde que foram colocados ao longo dos últimos quatro anos na companhia, cursos que a gente veio amadurecendo, esses cursos trazem alguns gastos de preceptoria atrelados a eles, e esses gastos naturalmente batem agora na nossa margem bruta. Indo para a direita do slide, aqui a gente traz alguns detalhes importantes em relação à nossa agenda de eficiência operacional. Aqui, principalmente olhando para as linhas de SG&A e PCLD.

Speaker #3: E eu acho que é importante destacar também, a gente já vinha trazendo esse elemento, a gente tem tido a maturação de alguns cursos de saúde que foram colocados aí ao longo dos últimos 4 anos, na companhia, cursos que a gente veio amadurecendo, esses cursos eles trazem alguns gastos de preceptoria atrelados a eles, e esses gastos naturalmente batem agora na nossa margem bruta.

Speaker #3: Indo para a direita do slide, aqui a gente traz alguns detalhes importantes em relação à nossa agenda de ciência operacional. Aqui, principalmente, olhando para as linhas de SG&A e PCLD.

Speaker #3: Nas despesas com vendas e marketing, a gente direcionou os investimentos para captação de alunos com maior potencial de engajamento permanência. No semestre, essas despesas já totalizaram 196,6 milhões de reais, praticamente em linha aqui estáveis em relação ao primeiro semestre de 2025, mas com uma diluição de 1 ponto percentual com o percentual da receita líquida, ou seja, algo extremamente relevante.

Gabriel Lobo: Nas despesas com vendas e marketing, a gente direcionou os investimentos para captação de alunos com maior potencial de engajamento e permanência. No semestre, essas despesas já totalizaram BRL 196.6 million, praticamente em linha, estáveis em relação ao H1 de 2025, mas com uma diluição de 1 percentage point com o percentual da receita líquida, ou seja, algo extremamente relevante. A gente saiu de 16.8% para 15.8% nesse semestre, reflexo claro de uma alocação mais eficiente dos investimentos que nosso time de marketing e mercado tem feito, e uma melhoria relevante do nosso CAC. Já as despesas gerais administrativas ajustadas, somaram BRL 79.6 million no semestre, uma alta de 20.2% frente ao H1 de 2025, e passaram de 5.7% para 6.4% da receita líquida.

Speaker #3: A gente saiu de 16,8% para 15,8% neste semestre, reflexo claro de uma alocação mais eficiente dos investimentos que o nosso time de Marketing e Mercado tem feito, e uma melhoria relevante aqui do nosso CAC.

Speaker #3: Já as despesas gerais administrativas ajustadas somaram R$ 79,6 milhões no semestre, uma alta de 20,2% frente ao primeiro semestre de 2025, e passaram de 5,7% para 6,4% da receita líquida.

Gabriel Lobo: Num primeiro momento, isso pode assustar, mas eu acho que é importante destacar esse aumento, ele reflete principalmente uma nova base de custo, de mudança de sede corporativa que a gente fez na vinda para São Paulo, que aconteceu ao longo do ano passado e que tinha ali no seu primeiro ano uma carência estrutural ligada a ela. Nesse momento, a carência já se foi e a gente começa a trazer alguns custos novos. Adicional a isso, a gente também fez uma mudança estratégica, onde a gente passou a locar equipamentos informáticos ao invés de adquiri-los. Ou seja, ao invés de fazer o Capex, a gente começou a trazer a despesa de locação.

Speaker #3: Num primeiro momento você pode assustar, mas eu acho que é importante destacar esse aumento ele reflete principalmente uma nova base de custo de mudança de sede corporativa que a gente fez na vinda para São Paulo, que aconteceu ao longo do ano passado e que tinha ali no seu primeiro ano uma carência estrutural ligada a ela.

Speaker #3: Nesse momento, a carência já se foi, a gente começa a trazer alguns custos novos. E adicional a isso, a gente também fez uma mudança estratégica onde a gente passou a locar equipamentos de informática ao invés de adquiri-los, ou seja, ao invés de fazer o CAPEX, a gente começou a trazer a despesa de locação, e de novo, isso aqui obviamente tem uma matemática financeira grande por trás, não foi uma decisão sem fundamento, mas é importante destacar que obviamente entre linhas quando a gente olhar para o caixa no final do dia, o efeito é net, mas quando a gente olha para linhas de DRE e linhas de balanço, a gente vai ter troca entre linhas aqui.

Gabriel Lobo: Isso obviamente tem uma matemática financeira grande por trás, não foi uma decisão sem fundamento, mas é importante destacar que, obviamente, entre linhas, quando a gente olhar para o caixa no final do dia, o efeito é neto, mas quando a gente olha para linha de DRE e linha de balanço, a gente vai ter troca entre linhas. Vale destacar também um movimento importante que a gente teve na linha de G&A, que ajuda a explicar essa alta de duplo dígito alto, que é talvez a coisa mais importante para a gente trazer quando a gente olha para o nosso SG&A, que é o nosso maior rigor na classificação de despesas, que a gente chama aqui dentro de não recorrente.

Speaker #3: Vale destacar também o movimento importante que a gente teve na linha de G&A, que ajuda a explicar essa alta aí de duplo dígito alto.

Speaker #3: Que é talvez a coisa mais importante para a gente trazer quando a gente olha para o nosso SG&A, que é o nosso maior rigor na classificação de despesas que a gente chama aqui dentro de não recorrentes.

Speaker #3: Se vocês lembrarem bem, essa era uma linha que, historicamente, lá três, quatro anos atrás, a Vitru sempre teve uma linha um pouco mais inchada, sempre foi motivo aqui de questionamento. E a gente, já com uma agenda de maior clareza, maior transparência, já vinha limpando.

Gabriel Lobo: Se vocês lembrarem bem, essa era uma linha que historicamente, três, quatro anos atrás, a Vitru sempre teve uma linha um pouco mais inchada, sempre foi um motivo de questionamento e a gente, com uma agenda de maior clareza, maior transparência, já vinha limpando. No semestre, só para dar um pouco de cor, essas despesas não recorrentes caíram 78.9%, saindo de BRL 33 million no ano passado para BRL 7 million esse ano. A partir desse ano, a gente subiu bastante a barra, subiu bastante o critério para o que a gente qualifica como não recorrente, o que naturalmente reduz a linha e traz mais disciplina, sobe a barra do G&A da companhia. Isso obviamente também ajuda a explicar esse crescimento do G&A do período, e se a gente considerar bases comparáveis, não estaria sendo fértil aqui.

Speaker #3: No semestre, só para dar pouco de cor, essas despesas não recorrentes elas caíram 78,9%, saindo de 33 milhões no ano passado para 7 milhões de reais esse ano.

Speaker #3: A partir deste ano, a gente subiu bastante a barra, subiu bastante o critério para o que a gente qualifica como não recorrente, o que naturalmente reduz a linha e traz mais disciplina — sobe a barra do G&A da companhia.

Speaker #3: Isso aí obviamente também ajuda a explicar esse crescimento do G&A do período, e que a gente se a gente considerar assim bases comparáveis não estaria sendo fera aqui.

Speaker #3: No entanto, o ponto que eu queria destacar aí para fechar o slide é a questão da PCLD. No primeiro semestre de 2026, as perdas líquidas totalizaram R$ 95,9 milhões, uma redução de 17% em relação ao primeiro semestre de 2025, e caíram aqui de 10% para 7,7% da receita líquida, uma queda de 2,3 pontos percentuais, uma queda bastante importante.

Gabriel Lobo: No entanto, o ponto que eu queria destacar, para fechar o slide, é a questão da PCLD. No H1 de 2026, as perdas líquidas totalizaram BRL 95.9 million, uma redução de 17% em relação ao H1 de 2025 e caíram de 10% para 7.7% da receita líquida, uma queda de 2.3 pontos percentuais, uma queda bastante importante. Esse resultado é fruto de uma frente de trabalho estruturante que a gente colocou de pé desde 2024, que passa por muitas áreas da companhia. Isso não é uma agenda apenas da área financeira, é uma agenda da empresa.

Speaker #3: Esses resultados são fruto de uma frente de trabalho aqui estruturante, que a gente colocou de pé desde 2024, que passa por muitas áreas da companhia. Isso não é uma agenda apenas da área financeira, é uma agenda da empresa.

Speaker #3: A gente transformou primeiro a jornada do aluno, óbvio que com viés de experiência e melhor pagamento, novo layout do nosso ambiente de estudo e do ambiente de pagamento para que seja mais fluida essa experiência, e uma ampliação, e aqui sim uma agenda um pouco mais de cobrança, mas que passa pelo check-out, que é a questão de uma ampliação de meios de pagamento disponíveis para além do boleto.

Gabriel Lobo: A gente transformou primeiro a jornada do aluno, óbvio que com viés de experiência e melhor pagamento, novo layout do nosso ambiente de estudo e do ambiente de pagamento para que seja mais fluida essa experiência, e uma ampliação, aqui sim uma agenda um pouco mais de cobrança, mas que passa pelo checkout, que é a questão de uma ampliação de meios de pagamentos disponíveis para além do boleto. A gente tem uma agenda aqui dentro de casa que é boleto zero. A gente tem hoje no Brasil cada vez mais iniciativas, a tecnologia está aí para isso.

Speaker #3: A gente tem uma agenda aqui dentro de casa que é boleto zero, a gente tem hoje no Brasil cada vez mais iniciativas, tecnologia está aí para isso, a gente acelerou a agenda de Pix, acelerou a agenda de cartão de crédito, e como resultado aqui só trazendo alguns elementos que ajudam a explicar uma maior efetividade na cobrança, melhor recebimento, o Pix ele saiu de 22% há 3 anos atrás para 62% na composição na base atual da companhia, e na ponta reversa o boleto caiu de 65% para 21% ao longo desses últimos 3 anos.

Gabriel Lobo: A gente acelerou a agenda de Pix, acelerou a agenda de cartão de crédito e como resultado, só trazendo alguns elementos que ajudam a explicar uma maior efetividade na cobrança e um melhor recebimento, o Pix saiu de 22% há três anos atrás para 62% na composição na base atual da companhia e na ponta reversa, o boleto caiu de 65% para 21% ao longo desses últimos três anos. Então quando a gente combina uma melhor experiência, um melhor engajamento do aluno, como trazido muito bem pelo Aroldo, combinados a uma experiência mais fluida na ponta final do checkout e no meio de pagamento, naturalmente a gente acaba tendo uma PCLD melhor, um melhor recebimento. Aqui eu não estou nem entrando em outras agendas importantes, como questões de renegociação. A gente fez muita coisa em reneg, a gente colocou uma série de novos elementos para gestão do time.

Speaker #3: Então, quando a gente combina uma melhor experiência, melhor engajamento do aluno, como trazido muito bem pelo Haroldo, combinados a uma experiência mais fluida na ponta final do check-out e no meio de pagamento, naturalmente a gente acaba tendo uma PCLD melhor, melhor recebimento.

Speaker #3: Aqui eu não estou nem entrando em outras agendas importantes, como questões de renegociação, a gente fez muita coisa em Reneg, a gente colocou uma série de novos elementos para a gestão do time, isso tem reverberado num capital de giro cada vez melhor, conta recebida da empresa está cada vez mais limpa, a gente vê isso no caixa, que a gente vai falar pouquinho mais à frente na apresentação, mas obviamente também na PCLD.

Gabriel Lobo: Isso tem reverberado num capital de giro cada vez melhor, quanto a recebida da empresa está cada vez mais limpo, a gente vê isso no caixa, que a gente vai falar um pouquinho mais à frente na apresentação, mas obviamente também na PCLD. Então eu acho que é importante contextualizar isso, porque a gente começa a ter resultados claros, não apenas no DRE, como no próprio caixa. Passando aqui ao slide seguinte, slide 9, aqui a gente traz a bridge do EBITDA ajustado. No Q2 2026, o EBITDA ajustado totalizou BRL 278 million, um crescimento de 9.3% em relação ao Q2 2025, com uma margem EBITDA estável, frente a uma base, inclusive, bastante elevada do mesmo período no ano anterior. A gente teve uma base de 42% no Q2 2025, uma margem que a gente inclusive achava difícil de ser batida.

Speaker #3: Então, eu acho que é importante contextualizar isso, porque a gente começa a ter resultados claros não apenas no DRE, como no próprio caixa. Passando aqui ao slide seguinte, slide 9, aqui a gente traz a Bridge da EBITDA do Estado. No segundo tri de 2026, o EBITDA do Estado totalizou R$ 278 milhões, crescimento de 9,3% em relação ao 2T25, com uma margem EBITDA estável, frente a uma base inclusive bastante elevada do mesmo período do ano anterior.

Speaker #3: A gente teve uma base de 42% no 2T25, uma margem que a gente inclusive achava difícil de ser batida, e a gente conseguiu chegar lá com base em tudo que a gente trouxe aqui, com uma receita melhor, uma qualificação desse aluno, e com muita eficiência operacional nas linhas de custo e despesa.

Gabriel Lobo: E a gente conseguiu chegar lá, com base em tudo que a gente trouxe aqui, com uma receita melhor, uma qualificação desse aluno e com muita eficiência operacional nas linhas de custo e despesa. No semestre, o EBITDA ajustado somou BRL 513.1 million, um avanço de 12.3% frente ao H1 de 2025. A margem do semestre foi de 41.4%, uma expansão de quase 2 pontos percentuais, 1.7 ponto percentual para ser mais exato, o maior EBITDA semestral da história da companhia. Essa expansão evidencia algo que a gente já veio falando em um dos últimos slides. Uma alavancagem operacional clara, os ganhos de PCLD, a maior eficiência de marketing, mais que compensaram o aumento de custo que a gente teve e até do próprio G&A, que no final do dia se converteram numa rentabilidade ainda maior da companhia nesse semestre.

Speaker #3: No semestre, o EBITDA do Estado ele somou 15,13 milhões de reais, avanço de 12,3% frente ao primeiro semestre de 2025. A margem do semestre ela foi de 41,4, uma expansão de quase 2 pontos percentuais, 1,7 ponto percentual para ser mais exato, o maior EBITDA semestral da história da companhia.

Speaker #3: Essa expansão ela evidencia algo que a gente já veio falando aí ao longo dos últimos slides, uma alavancagem operacional clara, os ganhos de PCLD, a maior eficiência de marketing, mais que compensaram o aumento de custo que a gente teve, e até do próprio G&A, que no final do dia se converteram numa rentabilidade ainda maior da companhia nesse semestre.

Speaker #3: Passando aqui para o slide 10, slide seguinte, o lucro líquido do Estado aqui eu acho que é importante qualificar, a gente sempre faz agora, daqui para frente, o lucro líquido do Estado por imposto do caixa, depois da incorporação, dados os ganhos tributários que acabaram sendo aqui efeito desse movimento.

Gabriel Lobo: Passando aqui para o slide 10, slide seguinte, o lucro líquido ajustado, aqui acho que é importante qualificar, a gente sempre faz agora, daqui para frente, o lucro líquido ajustado por imposto cash, depois da incorporação, dados os ganhos tributários que acabaram sendo efeito desse movimento. O lucro líquido ajustado, olhando o lucro caixa fechou o trimestre em BRL 159.9 million, uma alta de 31.5% frente ao Q2 2025, uma margem líquida ajustada de 24.2%. No semestre, a gente totalizou quase BRL 252 million, um avanço de 29% e uma margem acima dos 20%, 20.3% de margem líquida ajustada nesse semestre. Esse resultado combina a sólida performance operacional, que a gente já detalhou anteriormente, com o benefício fiscal da incorporação, como eu comentei agora há pouco, que teve efetividade a partir de janeiro de 2026, quando a gente executou, de fato, a incorporação e que já vem gerando imposto corrente muito eficiente.

Speaker #3: O lucro líquido do Estado olhando o caixa ele fechou o trimestre em 159,9 milhões de reais, uma alta de 31,5% frente ao 2T25, uma margem líquida ajustada de 24,2%.

Speaker #3: No semestre a gente totalizou quase 252 milhões de reais, avanço de 29%, e uma margem aí acima dos 20%, 20,3% de margem líquida ajustada nesse semestre.

Speaker #3: Esse resultado ele combina a sólida performance operacional que a gente já detalhou anteriormente com o benefício fiscal da incorporação, como eu comentei agora há pouco, que teve efetividade a partir de janeiro de 2026, quando a gente executou de fato a incorporação e que já vem gerando o imposto corrente muito eficiente, fica muito claro quando a gente olha isso para o nosso fluxo de caixa, a gente teve uma economia bastante robusta nessa linha, derivada da questão da incorporação.

Gabriel Lobo: Fica muito claro quando a gente olha isso para o nosso fluxo de caixa. A gente teve uma economia bastante robusta nessa linha, derivada da questão da incorporação. Vale reforçar que desde o Q4 2025, a gente reporta o lucro na visão caixa e assim manteremos. A gente acha que essa é a métrica que, de alguma maneira, traz a leitura mais fiel da geração de resultado e geração de valor para a companhia. Passando ao slide 11, aqui é importante a gente mostrar talvez uma das linhas mais chave do nosso resultado, que é a geração de caixa. O fluxo de caixa livre da companhia, após investimentos, totalizou BRL 192.9 million no Q2 de 2026, uma alta de 46.3% frente ao Q2 2025. E eu acho que é importante trazer recorde histórico na geração de caixa do semestre.

Speaker #3: Vale reforçar que, desde o 4T25, a gente reporta o lucro na visão caixa e assim manteremos. A gente acha que essa é a métrica que, de alguma maneira, melhor traz a leitura mais fiel da geração de resultados e geração de valor para a companhia.

Speaker #3: Passando ao slide 11, aqui é importante a gente mostrar talvez uma das linhas mais chave aqui do nosso resultado, que é a geração de caixa, o fluxo de caixa livre da companhia aqui após investimentos, ele totalizou 192,9 milhões de reais no segundo T de 2025, 2026, perdão, uma alta de 46,3 frente ao 2T25.

Speaker #3: E aí eu acho que é importante trazer o recorde histórico na geração de caixa do semestre. A gente gerou R$410 milhões nesse semestre, um avanço de quase 65% se comparado ao mesmo período do ano anterior.

Gabriel Lobo: A gente gerou BRL 410 million nesse semestre, um avanço de quase 65%, se comparado ao mesmo período do ano anterior. A conversão de caixa livre evoluiu para 68.9% nesse semestre, contra quase 47% do H1 de 2025, 22 pontos percentuais acima. No trimestre isolado, essa conversão saiu de 42% para 58%. Essa melhora reflete alguns dos elementos que a gente já trouxe anteriormente. Essa evolução consistente no prazo médio de recebimento, que a gente viu também conectado com a PCLD. A gente caiu na visão bruta do prazo médio do PMR, de 88 dias no Q2 2025 para 74 dias no Q2 2026. Aqui, resultado direto de tudo que a gente comentou.

Speaker #3: A conversão de caixa livre ela evoluiu para 68,9% nesse semestre, contra quase 47% do primeiro semestre de 2025, 22 pontos percentuais aí acima. No trimestre isolado essa conversão ela saiu de 42% para 58%.

Speaker #3: Essa melhora ela reflete alguns dos elementos que a gente já trouxe anteriormente, essa evolução consistente no prazo médio de recebimento, que a gente viu ali também conectado com a PCLD, ela cai, a gente caiu na visão bruta do prazo médio do PMR de 88 dias no segundo tri de 2025 para 74 dias no segundo tri de 2026.

Speaker #3: Aqui, resultado direto de tudo que a gente comentou: uma base de alunos mais engajada, uma maior fluidez nos meios de pagamento, um trabalho superimportante e relevante na agenda de renegociações, com um olhar muito claro agente a agente, faixa a faixa. Então, isso tudo vem reverberando no nosso a receber, que ajuda no capital de giro da companhia.

Gabriel Lobo: Uma base de alunos mais engajados, uma maior fluidez nos meios de pagamento, um trabalho super importante e relevante na agenda de renegociações, com um olhar muito claro aging a aging, faixa a faixa. Isso tudo vem reverberando no nosso a receber, que ajuda no capital de giro da companhia. Com isso, o fluxo de caixa do acionista atingiu BRL 270.3 million nesse semestre, um salto relevante frente aos BRL 111 million que a gente entregou no H1 de 2025. Esse avanço veio principalmente da evolução do EBITDA, que contribuiu com BRL 63 million, além dos ganhos, conforme já comentados, BRL 44 million de ganho em capital de giro, principalmente na linha de conta a receber, BRL 40 million em imposto de renda e contribuição social, fruto da incorporação societária.

Speaker #3: Com isso, o fluxo de caixa do acionista ele atingiu 270,3 milhões de reais nesse semestre, salto relevante frente aos 111 milhões que a gente entregou no primeiro semestre de 2025.

Speaker #3: Esse avanço ele veio principalmente da evolução do EBITDA, que contribuiu aqui com 63 milhões de reais, além dos ganhos conforme já comentados, 44 milhões de ganho em capital de giro, principalmente na linha de conta a receber, 40 milhões de reais em imposto de renda e contribuição social fruto ali da incorporação societária.

Speaker #3: Então assim, no final do dia slide cheio de boas notícias e que traz talvez aqui o gran finale de tudo que a gente entregou do nosso resultado.

Gabriel Lobo: No final do dia, um slide cheio de boas notícias e que traz talvez o grand finale de tudo que a gente entregou do nosso resultado. Vou passar aqui ao slide 12 e entrar um pouco na agenda de endividamento e alavancagem, tema super relevante, que se conecta com a nossa geração de caixa. A gente encerrou junho de 2026 com uma dívida líquida ex-IFRS de BRL 1.163 billion, uma redução de BRL 630 million frente a junho de 2025. Aqui é uma queda de 35.1%. No semestre, essa redução foi puxada principalmente pela nossa geração operacional, que a gente já comentou, com BRL 455.2 million nessa contribuição vindo, de fato, da geração operacional da companhia. Com isso, a alavancagem financeira, medida aqui por dívida líquida EBITDA, ex-IFRS, importante deixar claro, fechou em 1.36 vezes, menor patamar desde a combinação de negócios que aconteceu em 2022.

Speaker #3: Vou passar aqui ao slide 12 e entrar um pouco na agenda, talvez, de endividamento e alavancagem, tema super relevante que se conecta aqui com a nossa geração de caixa.

Speaker #3: A gente encerrou junho de 2026 com uma dívida líquida ex-FRS de R$ 1,163 bilhão, uma redução de R$ 630 milhões frente a junho de 2025.

Speaker #3: Aqui é uma queda de 35,1%. No semestre essa redução ela foi puxada principalmente pela nossa geração operacional, que a gente já comentou, com 455,2 milhões de reais nessa contribuição vindo de fato da geração operacional da companhia.

Speaker #3: Com isso a alavancagem financeira, medida aqui por dívida líquida e EBITDA, ex-FRS, importante deixar claro, fechou em 1,36 vezes menor patamar desde a combinação de negócios que aconteceu lá em 2022.

Speaker #3: E uma queda aqui importante, acho que número mágico que a gente derrubou quase 1,0 vezes dívida líquida e EBITDA frente ao 2T25, também tem aqui eu acho que é importante.

Gabriel Lobo: E uma queda importante, acho que o número mágico, a gente derrubou quase 1.0 vezes a dívida líquida EBITDA frente ao Q2 2025. Também acho que é importante comentar e que ajuda dentro dessa agenda. Esse movimento foi reforçado também por duas iniciativas concretas que aconteceram. Primeiro, em abril, com a participação de muitos de vocês, a gente agradece novamente a confiança. A gente concluiu o nosso primeiro follow-on da Vitru, na B3. Esses recursos, obviamente, foram pro nosso caixa, aproximadamente BRL 200 million. E em maio, também com essa forte geração de caixa, a gente conseguiu, combinado à geração de caixa da companhia, follow-on mais geração de caixa, a gente conseguiu pré-pagar, fazer o resgate antecipado da debênture que carregava o maior custo. Um prêmio de pré-pagamento e a gente pré-pagou BRL 500 million em dívida.

Speaker #3: Comentar e que ajuda dentro dessa agenda, a gente esse movimento ele foi reforçado também por duas iniciativas concretas que aconteceram, primeiro em abril e com a participação de muitos de vocês a gente agradece novamente a confiança, a gente concluiu o nosso primeiro follow-on da Vitru na B3, esse recurso obviamente foram para o nosso caixa aproximadamente ali 200 milhões de reais, e em maio também com essa geração de caixa a gente conseguiu combinado aqui a geração de caixa da companhia, follow-on mais geração de caixa a gente conseguiu pré-pagar fazer o resgate antecipado da debênture que carregava o maior custo, prêmio de pré-pagamento aqui e a gente pré-pagou 500 milhões de reais em dívida.

Speaker #3: O custo médio da nossa dívida também segue em trajetória de queda, aqui está também no slide, parte superior do slide, encerrando o semestre em CDI mais 1,4, esse é o nosso spread atual, lembrando que a companhia já veio se a gente olhar lá para trás, lá em dezembro de 2023, esse spread era quase CDI mais 3.

Gabriel Lobo: O custo médio da nossa dívida também segue em trajetória de queda, está aí também na parte superior do slide, encerrando o semestre em CDI mais 1.4. Esse é o nosso spread atual. Lembrando que a companhia, se a gente olhar lá pra trás, em dezembro de 2023, esse spread era quase CDI mais três. O calendário de amortização da companhia segue um perfil bastante alongado. A gente encerrou o trimestre com BRL 697.9 million em caixa, frente a apenas BRL 28 million a vencer até o fim de 2026. Então a gente está com bastante folga quando a gente pensa numa agenda de caixa de curto prazo. As duas estão lá concentradas a partir de 2028 e 2029, o que dá bastante fôlego pra gente se organizar, se estruturar da melhor maneira possível.

Speaker #3: O calendário de amortização da companhia ele continua segue perfil bastante alongado, a gente encerrou o trimestre com 697,9 milhões de reais em caixa, frente a apenas 28 milhões de reais a vencer até o fim de 2026.

Speaker #3: Então a gente está com bastante folga de quando a gente pensa numa agenda de caixa de curto prazo, as torres estão lá concentradas a partir de 28, 29, o que dá bastante fôlego para a gente se organizar, se estruturar da melhor maneira possível.

Speaker #3: Passando aqui ao slide 13, para fechar a apresentação, queria falar sobre a alocação de capital, porque acho que aqui é onde a estratégia realmente se faz presente. A gente tem traduzido isso em decisão; não é só uma questão técnica. É onde a gente escolhe, de fato, concretamente onde investir aquele dinheiro colocado durante o follow-on. Então, a gente precisa ser muito consciente nessa alocação.

Gabriel Lobo: Passando aqui ao slide 13, para fechar a apresentação, queria falar sobre alocação de capital, porque eu acho que aqui é onde a estratégia realmente se faz presente. A gente aqui tem traduzido isso em decisão. Não é só uma questão técnica, é onde a gente escolhe, de fato, concretamente, onde investir aquele dinheiro colocado durante o follow-on. Então a gente precisa ser muito consciente nessa alocação. Em crescimento, a gente avaliou novas frentes de expansão, como a entrada nas faculdades presenciais de saúde. Esse é um elemento que a gente tem sido bastante criterioso, apesar da gente ter as 36 aprovadas. A gente tem sido bastante criterioso na escolha dessas faculdades de presencial. Sempre olhando o ROIC. Aqui tem um olhar importante de TIR e ROIC.

Speaker #3: Em crescimento a gente avaliou novas frentes de expansão, como a entrada nas faculdades presenciais de saúde, são esse é elemento que a gente tem sido bastante criterioso, apesar da gente ter ali as 36 aprovadas, a gente tem sido bastante criterioso na escolha dessas faculdades de presencial.

Speaker #3: Sempre olhando ROIC, aqui tem olhar importante de TIR e ROIC, é uma sinergia com o portfólio atual e a resiliência da companhia frente a essa transição do marco regulatório que entra aí a partir de 2027.

Gabriel Lobo: Uma sinergia com o portfólio atual e a resiliência da companhia frente essa transição do marco regulatório que entra a partir de 2027. Em remuneração acionista, a gente está avançando. Acho que é um ponto que sempre vem a dúvida. A gente tem avançado bastante aqui nesse equilíbrio entre a desalavancagem, novos investimentos e o próprio payout nas instâncias de governança da companhia. A gente tem discutido isso com o nosso conselho, de uma forma bastante profunda. São decisões que a gente vai tomar ao longo dos próximos tris, mas a gente está bastante confiante que num caminho bastante positivo. Em ambas as frentes, eu acho que o critério é o mesmo, alocar capital onde ele gera mais valor para o acionista no longo prazo. Hoje e em todos os ciclos que vêm pela frente. Encerro aqui a minha apresentação e devolvo a palavra ao Aroldo.

Speaker #3: Em remuneração acionista a gente está avançando acho que é ponto que sempre vem a dúvida, a gente tem avançado bastante aqui nesse equilíbrio entre a desalavancagem, novos investimentos e o próprio payout, nas instâncias de governança da companhia, a gente tem discutido isso com o nosso conselho, de uma forma bastante profunda, são decisões que a gente vai tomar aí ao longo dos próximos três, mas a gente está bastante confiante que num caminho bastante positivo.

Speaker #3: Em ambas as frentes eu acho que o critério é o mesmo, alocar capital onde ele gera mais valor para o acionista no longo prazo, hoje em todos os ciclos que vêm pela frente.

Speaker #3: Encerro aqui a minha apresentação e devolvo a palavra ao Haroldo.

Speaker #1: Então, chegando agora no último slide, nosso encerramento. Muito obrigado, Gabriel. Para encerrar, eu queria destacar três elementos que resumem bem o nosso primeiro semestre.

Aroldo Alves: Então, chegando agora no último slide, nosso encerramento. Muito obrigado, Gabriel. Para encerrar, eu queria destacar três elementos que resumem bem o nosso primeiro semestre: qualidade da operação, eficiência e disciplina financeira. Do lado da operação, o destaque foi a evolução do engajamento na captação, com uma taxa saindo de 72.5% para 82.1%. Esse avanço se refletiu em uma PCLD mais saudável e em ganho de rentabilidade. Do lado financeiro, essa qualidade operacional virou caixa. Fluxo de caixa livre recorde de BRL 410 milhões no semestre, com conversão de quase 69%. Foi essa geração de caixa que sustentou o ritmo de desalavancagem mais rápido. Esses resultados vieram acompanhados de dois reconhecimentos externos. Renovamos o selo Great Place to Work e pelo segundo ano seguido, vencemos o Prêmio Valor Inovação Brasil, no nosso setor. Juntos, resultado e reconhecimento se potencializam.

Speaker #1: Qualidade da operação, eficiência e disciplina financeira. Do lado da operação o destaque foi a evolução do engajamento na captação, com uma taxa saindo de 72,5% para 82,1%.

Speaker #1: Esse avanço se refletiu em uma PCLD mais saudável e em ganho de rentabilidade. Do lado financeiro, essa qualidade operacional virou caixa: fluxo de caixa livre recorde de R$410 milhões no semestre.

Speaker #1: Com conversão de quase 69%. Foi essa geração de caixa que sustentou o ritmo de desalavancagem mais rápido. Esses resultados vieram acompanhados de dois reconhecimentos externos, renovamos o selo Great Place to Work e pelo segundo ano seguido vencemos o prêmio valor inovação Brasil.

Speaker #1: No nosso setor. Juntos resultado e reconhecimento se potencializam. Por fim nós encerramos o semestre com uma operação mais sólida, e uma estrutura de capital mais forte, o que amplia nossa flexibilidade para avaliar próximas decisões de alocação de capital sempre com foco em geração de valor no longo prazo.

Aroldo Alves: Por fim, nós encerramos o semestre com uma operação mais sólida e uma estrutura de capital mais forte, o que amplia nossa flexibilidade para avaliar próximas decisões de alocação de capital, sempre com foco em geração de valor no longo prazo. Obrigado mais uma vez pela participação de todos vocês. Com isso, nós abrimos agora nossa sessão de perguntas e respostas.

Speaker #1: Obrigado mais uma vez pela participação de todos vocês. Com isso, nós abrimos agora a nossa sessão de perguntas e respostas.

Speaker #2: Agora começaremos a sessão de perguntas e respostas. Lembrando que, para fazer perguntas, vocês podem clicar no ícone Q&A na parte inferior da tela e escrever sua pergunta para entrar na fila.

Operator: Agora começaremos a sessão de perguntas e respostas. Lembrando que para fazer perguntas, vocês podem clicar no ícone Q&A, na parte inferior da tela, e escrever a sua pergunta para entrar na fila. Ao ser anunciado, uma solicitação para ativar seu microfone aparecerá na tela e então você deve ativar o seu microfone para fazer a pergunta. Solicitamos, por gentileza, que as perguntas sejam feitas todas de uma única vez. Vamos agora à nossa primeira pergunta. É do Samuel Alves, analista do BTG Pactual. Samuel, pode prosseguir.

Speaker #2: Ao ser anunciado, uma solicitação para ativar seu microfone aparecerá na tela. Então, você deve ativar o seu microfone para fazer a pergunta. Solicitamos, por gentileza, que as perguntas sejam feitas todas de uma única vez.

Speaker #2: Vamos agora à nossa primeira pergunta. É do Samuel Alves, analista do BTG Pactual. Samuel, pode prosseguir?

Speaker #3: Bom dia, Haroldo, Gabriel, bom dia a todos. Duas perguntas aqui do nosso lado, por favor. A primeira é sobre margem EBITDA, que acabou sendo crescente aí no primeiro semestre, mesmo com o mix mais desfavorável, com maior peso no híbrido. E aí vocês focaram bastante a apresentação sobre a eficiência operacional. Queria perguntar um pouquinho se dá para a gente pensar nessa agenda de eficiência operacional continuando, compensando esse efeito desfavorável aí do mix para frente, até pensando nos próximos anos. Mas, para a gente pensar aí numa margem mais sustentável para a companhia.

Samuel Alves: Bom dia, Aroldo, Gabriel, bom dia a todos. Duas perguntas aqui do nosso lado, por favor. A primeira é sobre margem EBITDA, que acabou sendo crescente no H1. Mesmo com o mix mais desfavorável, com maior peso no híbrido. Vocês focaram bastante a apresentação sobre a eficiência operacional. Queria perguntar um pouquinho se dá para a gente pensar nessa agenda de eficiência operacional continuando a compensar esse efeito desfavorável do mix para frente, até pensando nos próximos anos, mais para a gente pensar numa margem mais sustentável para a companhia. Essa é a primeira. A segunda, se vocês pudessem dar alguma cor sobre captação de inverno, por segmento, qualquer tipo de cor nos ajudaria aqui. Obrigado.

Speaker #3: Essa é a primeira. E a segunda, se vocês pudessem dar alguma cor sobre captação de inverno por segmento, qualquer tipo de cor nos ajudaria aqui.

Speaker #3: Obrigado.

Speaker #4: Bom dia, Samuel, tudo bem? Obrigado aí pelas duas perguntas. Eu vou pegar a primeira e o Haroldo responde a segunda sobre o momento de captação.

Gabriel Lobo: Bom dia, Samuel, tudo bem? Obrigado pelas duas perguntas. Eu vou pegar a primeira e o Aroldo responde a segunda sobre o momento de captação. De fato, eu acho que a margem EBITDA foi uma grata surpresa. Acho que a gente conseguiu ser bastante hábil para navegar esse H1. Como a gente comentou, a gente já esperava, inclusive, a companhia já estava orçada inclusive para uma margem bruta um pouquinho mais dura. A gente sempre falou, desde o início do ano, uma margem bruta que provavelmente ia navegar alguma coisa perto de 50 a 100 bases de queda e está acontecendo. A gente está realmente bem alinhado com aquilo que a gente esperava. Por outro lado, acho que a gente conseguiu ser muito eficiente em duas linhas principais de defesa.

Speaker #4: De fato assim, eu acho que a margem EBITDA ela foi uma grata surpresa, acho que a gente conseguiu ser bastante hábil aí para navegar esse primeiro semestre, como a gente comentou a gente já via, já esperava inclusive, já estava orçada, a companhia já estava orçada inclusive para uma margem bruta pouquinho mais dura, a gente viu ali, a gente sempre falou desde o início do ano uma margem bruta que provavelmente aí ia navegar alguma coisa perto de 50, 100 bases de queda, e isso está acontecendo, a gente está realmente bem alinhado com aquilo que a gente esperava, por outro lado acho que a gente conseguiu ser muito eficiente em duas linhas principais, de despesa, trabalho muito bacana, muito robusto e sofisticado no que tange a alocação de capital em marketing, a gente melhorou bastante o nosso algoritmos, no primeiro tri principalmente a gente já tinha até trazido isso, a gente já tinha tido uma queda ali de quase dois pontos percentuais quando a gente olhava percentual da receita, a gente já imaginava que dado mercado pouquinho mais desafiador isso normalizaria, a gente não esperava estruturalmente que isso mantivesse, mas obviamente na visão semestral a gente vê aqui uma linha de sales bem controlada, olhando para frente está aí já conectando pouco a tua pergunta de futuro, a gente acha que essa linha tende a navegar para patamar muito similar ao ano passado, a gente não vê aqui espaço, ainda mais aqui aí eu vou já vou já deixar a brecha, a gente está vendo mercado pouquinho mais desafiador, o Haroldo vai falar pouco melhor sobre isso, e aí nesse cenário a gente não pode deixar de investir, a competição aumenta naturalmente o custo também tende a navegar pouquinho mais para ele, então na linha de sales a gente não deveria estruturalmente projetar esse ganho que aconteceu de ponto para frente, na PCLD por outro lado a gente acha que aqui são os efeitos de fato da agenda de conta a receber, algo que a gente já vinha falando, está conectado com modelo de foco e total aqui no engajamento do aluno, de fato no pagamento, a PCLD ela vai navegar em patamares sensivelmente menores do que o histórico lá de trás, isso já vem acontecendo desde o ano passado, esse ano novamente a gente tem uma redução, então assim isso tende a offsetar pouco o efeito, agora quando a gente olha para frente sendo muito franco acho a gente acredita ser difícil navegar numa margem de 41, 42 estruturalmente falando, então provavelmente a gente vai ver segundo semestre, ano de 27 certamente aí inclusive já trazendo alguns elementos macro regulatório entra a partir do ano que vem, a gente começa a incrementar custo naturalmente a nossa margem EBITDA estrutural tende a navegar muito mais para patamar de 30 alto 40 ali, isso vai navegar obviamente tem uma sazonalidade entre trimestres mas 42 tri a tri a gente acha pouco difícil de manter, então essa é pouco a nossa agenda, o que não quer dizer que a agenda de eficiência operacional não vai continuar como uma agenda nossa, a gente vai continuar apertando o custo e despesa onde a gente puder, a gente tem isso como parte da nossa cultura, mas obviamente manter 42% de margem a gente acha estruturalmente difícil, está bom?

Gabriel Lobo: A primeira delas foi, de fato, o time de marketing e mercado fez um trabalho muito bacana, muito robusto e sofisticado no que tange à alocação de capital em marketing. A gente melhorou bastante nossos algoritmos. No Q1, principalmente, a gente já tinha até trazido isso. A gente tinha tido uma queda de quase 2 pontos percentuais quando a gente olhava o percentual da receita. A gente já imaginava que dado o mercado um pouquinho mais desafiador, isso normalizaria. A gente não esperava estruturalmente que isso mantivesse, mas obviamente, na visão semestral, a gente vê aqui uma linha de sales bem controlada. Olhando para frente, já conectando um pouco a sua pergunta de futuro. A gente acha que essa linha tende a navegar para um patamar muito similar ao ano passado.

Gabriel Lobo: Espaço, ainda mais aqui, já vou deixar a brecha, a gente está vendo um mercado um pouquinho mais desafiador. Aroldo vai falar um pouco melhor sobre isso. Nesse cenário a gente não pode deixar de investir. A competição aumenta, naturalmente, o custo também tende a navegar um pouquinho mais parelho. Então, na linha de 6 a gente não deveria estruturalmente projetar esse ganho que aconteceu de um ponto para frente. Na PCLD, por outro lado, a gente acha que aqui são os efeitos, de fato, da agenda de ponto a receber, algo que a gente já vinha falando, está conectado com o modelo de foco e total aqui no engajamento do aluno, de fato, no pagamento. A PCLD vai navegar em patamares sensivelmente menores do que o histórico lá de trás. Isso já vem acontecendo desde o ano passado. Esse ano, novamente, a gente tem uma redução.

Gabriel Lobo: Isso tende a offsetar um pouco o efeito. Agora, quando a gente olha para frente, sendo muito franco, a gente acredita ser difícil navegar numa margem de 41%, 42%, estruturalmente falando. Então, provavelmente a gente vai ver um segundo semestre, um ano de 2027, certamente, inclusive já trazendo alguns elementos. Marco regulatório entra a partir do ano que vem, a gente começa a incrementar custo, naturalmente, a nossa margem EBITDA estrutural tende a navegar muito mais para um patamar de 30 alto, 40. Isso vai navegar, obviamente, tem uma sazonalidade entre trimestres, mas 42% tri a tri, a gente acha um pouco difícil de manter. Então, essa é um pouco a nossa agenda, o que não quer dizer que a agenda de eficiência operacional não vai continuar como agenda nossa. A gente vai continuar apertando custo e despesa onde a gente puder.

Gabriel Lobo: A gente tem isso como parte da nossa cultura, mas obviamente, manter 42% de margem a gente acha estruturalmente difícil. Eu vou passar aqui para Aroldo responder a segunda.

Speaker #4: Eu vou passar aqui para o Haroldo responder a segunda.

Speaker #1: Obrigado, Gabriel. Obrigado, Samuel, pela pergunta. Só finalizando essa, em momento de mudança, essa disciplina de execução é ainda mais importante, então continuamos com essa agenda de eficiência forte aqui.

Aroldo Alves: Obrigado, Gabriel. Obrigado, Samuel, pela pergunta. Só finalizando essa. Em momento de mudança, essa disciplina de execução é ainda mais importante. Então, continua com essa agenda de eficiência forte aqui. Samuel, com relação à tua pergunta de ciclo de captação agora, de meio de ano, de inverno, o que a gente vê, de fato, como Gabriel pontuou, é um momento um pouco mais desafiador, nada que tire o nosso sono. A gente está fazendo as nossas ações, assim como a gente fez no Q2, que a gente até tinha comentado, que tinha uma visão que começou não tão bem quanto o primeiro, e a gente reverteu e trouxe bons resultados. Está muito no início. Está longe do final, é um ciclo mais longo, de um trimestre ímpar. O que a gente está vendo é isso. Mais desafiador, a gente tomando as ações necessárias.

Speaker #1: Samuel, com relação à tua pergunta de ciclo de captação agora de meio de ano, de inverno, o que a gente vê, de fato, como o Gabriel pontuou, é um momento um pouco mais desafiador, nada que tire o nosso sono. A gente está trazendo as nossas ações, assim como a gente fez no segundo trimestre, que a gente até tinha comentado que tinha uma visão que começou não tão bem quanto o primeiro, e a gente reverteu e trouxe bons resultados. Está muito no início, está longe do final, é um ciclo mais longo, de trimestre ímpar, e o que a gente está vendo é isso: mais desafiador, a gente tomando as ações necessárias. Muito cedo para dar guidance ou dizer como a gente vai finalizar o ciclo.

Aroldo Alves: É muito cedo para dar um guidance ou dizer como a gente vai finalizar o ciclo. Mas a gente está tomando as ações necessárias aqui e a gente está otimista com o que vem pela frente.

Speaker #1: Mas a gente está tomando as ações necessárias aqui, e a gente está otimista com o que vem para frente.

Speaker #3: Obrigado pessoal, bom dia.

Samuel Alves: Obrigado, pessoal. Bom dia.

Speaker #4: Nossa próxima pergunta é do Vinícius Figueiredo, do Itaú BBA. Vinícius, pode prosseguir.

Operator: Nossa próxima pergunta é do Vinícius Figueiredo, do Itaú BBA. Vinícius, pode prosseguir.

Speaker #2: Bom dia pessoal, obrigado por pegar a minha pergunta. Em relação ao pagamento de dividendos, política aqui de distribuição do lucro de maneira geral, eu acho que vocês têm sido bastante vocais ao longo desses últimos meses aqui, que faz parte aqui da lista de prioridades de vocês, só queria tentar entender também assim como que vocês acabam ponderando as alternativas dentro desse contexto, assim se na cabeça de trazer uma liquidez pouco mais para cima, se eventualmente também estaria dentro aqui das possibilidades você fazer programa de recompra onde você traz aqui uma liquidez de maneira estruturada bastante fatiada ao longo dos dias, se isso aqui acaba passando aqui dentro das possibilidades uma vez que vocês já estão com esse nível de alavancagem muito saudável, e aí o segundo ponto é em relação ao IR, acho que quando a gente olha aqui o imposto caixa, ele foi muito próximo de zero tanto no primeiro quanto no segundo trimestre, eu entendo que vocês tiveram todo o efeito da estruturação societária, e isso daqui acabou destravando bastante valor para vocês, mas só para tentar entender o quanto que a gente deveria ter como isso como novo nível sustentável e até quando a gente poderia ter esse imposto contribuindo bastante aqui com a geração de caixa de vocês.

Vinícius Figueiredo: Bom dia, pessoal. Obrigado por pegar a minha pergunta. Em relação ao pagamento de dividendos, política de distribuição do lucro, de maneira geral, eu acho que vocês têm sido bastante vocais ao longo desses últimos meses, que faz parte da lista de prioridades de vocês. Só queria tentar entender também como que vocês acabam ponderando as alternativas dentro desse contexto. Se na cabeça de trazer uma liquidez um pouco mais para cima, se eventualmente também estaria dentro das possibilidades você fazer um programa de recompra, onde você traz uma liquidez de maneira estruturada, bastante fatiada ao longo dos dias. Se isso acaba passando dentro das possibilidades, uma vez que vocês já estão com esse nível de alavancagem muito saudável. E o segundo ponto, em relação ao IR. Acho que quando a gente olha o imposto caixa, ele foi muito próximo de zero, tanto no primeiro quanto no segundo trimestre.

Vinícius Figueiredo: Eu entendo que vocês tiveram todo o efeito da estruturação societária, e isso daqui acabou travando bastante valor para vocês, mas só para tentar entender o quanto que a gente deveria ter isso como um novo nível sustentável e até quando a gente poderia ter esse imposto contribuindo bastante com a geração de caixa de vocês. Obrigado.

Speaker #2: Obrigado.

Speaker #4: Obrigado Vinícius pela pergunta, eu vou pegar essas duas. Onde inclui pouco mais financeiro, falando sobre dividendos aqui, eu acho que essa é uma dúvida chave que tem vindo aí, eu acho que inclusive faz parte, a gente já vinha comunicando, é parte da nossa tese, como a gente enxerga estruturalmente a companhia, o ponto chave eu acho que a gente até trouxe ali slide meio de fechamento para não deixar o tema frio, é tema que está sendo exaustivamente discutido, eu queria trazer isso para vocês, assim a gente está com essa agenda sendo discutida em todas as instâncias de governança internas, no comitê financeiro que está conectado ao conselho, no próprio conselho, é tema que está sendo discutido, e a ponderação, quando a gente pensa em alternativas, você fez a pergunta aí sobre recompra, e aí conectando pouco com liquidez, jogando muito limpo aqui, liquidez ela é uma, no final do dia o ADTV da companhia ele é uma derivada de uma série de variáveis, recompra ela joga contra a liquidez, porque eu vou tirar a ação em circulação, a gente entende que estruturalmente a gente está barato quando você pensa em múltiplo, mas o setor como todo está todo descontado, então enfim, não sei se, acho que pensando em como retornar capital acionista talvez a primeira, e a nossa prioridade 01 aqui é colocar uma política real de dividendos, algo que o mercado consiga entender e compreender, colocar no número, colocar na projeção, algo que seja estruturalmente perene, a gente não acredita aqui em fazer uma distribuição extraordinária e aí ficar longo tempo sem voltar a distribuir, então a nossa intenção real é olhar horizonte pouquinho mais médio prazo, e aí para isso as grandes discussões e quais são os grandes pontos é, estruturalmente esse ano é ano que a priori a gente está muito confortável com a nossa geração de caixa, está aí nos números, está aí no resultado, quando a gente olha 27, 28, a gente tem naturalmente marco regulatório que vai entrar, e apesar da gente saber de alguma maneira quais são esses guardrails e ter isso muito calculado, é óbvio que tem ainda algumas incertezas, a gente não sabe como é que o mercado vai efetivamente se comportar no cenário como esse, então a gente quando a gente pondera e olha para esse horizonte aí de dois anos para frente, a gente tem que ter muita clareza de quais são esses boundaries do ponto de vista do que é o floor de que a gente teria, estaria muito seguro de colocar de pé sem ficar ligando e desligando, eu acho que essa não é a nossa intenção, é ligar e deixar isso em place, ao mesmo tempo ter uma distribuição que seja de certa forma relevante quando a gente pensa em yield.

Gabriel Lobo: Obrigado, Vinícius, pela pergunta. Eu vou pegar essas duas, onde vem um pouco mais financeiro. Falando sobre dividendos, eu acho que essa é uma dúvida-chave que tem vindo. A gente já vinha comunicando, é parte da nossa estratégia, como a gente enxerga estruturalmente a companhia. O ponto-chave, eu acho que a gente até trouxe ali um slide meio de fechamento para não deixar o tema frio, é um tema que está sendo exaustivamente discutido. Eu queria trazer isso para vocês. A gente está com essa agenda sendo discutida em todas as instâncias de governança interna, de um comitê financeiro que está conectado ao conselho, no próprio conselho, é um tema que está sendo discutido. E a ponderação, quando a gente pensa em alternativas, você fez a pergunta sobre recompra, e aí conectando um pouco com liquidez, jogando muito limpo aqui.

Gabriel Lobo: Liquidez, no final do dia, o DTV da companhia, ele é uma derivada de uma série de variáveis. Recompra joga contra a liquidez, porque eu vou tirar ação em circulação. A gente entende que estruturalmente a gente está barato quando você pensa em múltiplo, mas o setor como um todo está todo descontado. Acho que pensando em como retornar capital ao acionista, talvez a nossa prioridade zero um aqui, é colocar uma política real de dividendos, algo que o mercado consiga entender, compreender, colocar no número, colocar na projeção, algo que seja estruturalmente perene. A gente não acredita em fazer uma distribuição extraordinária e ficar um longo tempo sem voltar a distribuir. Então a nossa intenção real é olhar um horizonte um pouquinho mais médio prazo.

Gabriel Lobo: E para isso, as grandes discussões e quais são os grandes pontos é: estruturalmente esse ano é um ano que a priori a gente está muito confortável com a nossa geração de caixa, está aí nos números, está aí no resultado. Quando a gente olha 2027 e 2028, a gente tem naturalmente um marco regulatório que vai entrar e apesar da gente saber, de alguma maneira, quais são esses guard rails e ter isso muito calculado, é óbvio que tem ainda algumas incertezas. A gente não sabe como é que o mercado vai efetivamente se comportar num cenário como esse. Então quando a gente pondera e olha para esse horizonte de dois anos para frente, a gente tem que ter muita clareza de quais são esses boundaries, do ponto de vista do que é o floor, de que a gente estaria muito seguro de colocar, sem ficar ligando e desligando.

Gabriel Lobo: Eu acho que essa não é a nossa intenção, é ligar e deixar isso em place. Ao mesmo tempo, ter uma distribuição que seja de certa forma relevante quando a gente pensa em yield. A ponderação está passando muito por isso. O nosso foco natural, e já antecipando para onde está indo a discussão, é sempre pensando os boundaries de alavancagem. A gente está hoje num nível de alavancagem que a gente entende que já é substancialmente mais confortável do que foi. A gente desalavancou a companhia de quase 3 vezes de liquid EBITDA, como eu trouxe ao longo da apresentação, para 1.35 nesse momento. A tendência é, à medida que a gente continue a crescer o EBITDA, gerar caixa, esse número vai caindo.

Speaker #4: Então a ponderação ela está passando muito por isso, o nosso foco natural e aí já antecipando para onde está indo a discussão, eu sempre pensando os boundaries de alavancagem, a gente está hoje num nível de alavancagem que a gente entende que já é substancialmente mais confortável do que foi, a gente desalavancou a companhia aí de quase três vezes da liquidez como eu trouxe ao longo da apresentação para 1,35 nesse momento, e a tendência é à medida que a gente continue a crescer o EBITDA a gerar caixa esse número vai caindo, então isso dá mais conforto para a gente colocar a política de pé, ao mesmo tempo ter aqui os nossos guardrails do que é a alavancagem máxima que a companhia aceitaria navegar inclusive no horizonte talvez que a gente não sabe o que vem pela frente, a gente não tem bola de cristal, em relação ao marco regulatório do ano que vem, a gente sabe que a gente tem alguma pressãozinha de custo por via, a gente está bem organizado, a gente está bem estruturado do ponto de vista acadêmico, do ponto de vista operacional aqui dentro, mas a gente tem que esperar pouquinho as coisas normalizarem, tem aqui uma certa incerteza e naturalmente dentro dessa incerteza a gente não pode ficar aqui esperando tudo acontecer, a gente não vai esperar o ano que vem acontecer para começar a ligar uma política, então a gente está fazendo tudo pensando muito mais esses boundaries no que tange a alavancagem, então já antecipando pouco a discussão.

Gabriel Lobo: Então isso dá mais conforto para a gente colocar a política de pé, ao mesmo tempo, ter aqui os nossos guard rails do que é alavancagem máxima que a companhia aceitaria navegar, inclusive no horizonte, que a gente não sabe o que vem pela frente, a gente não tem bola de cristal, em relação ao marco regulatório do ano que vem. A gente sabe que a gente tem alguma pressãozinha de custo por via, a gente está bem organizado, a gente está bem estruturado do ponto de vista acadêmico, do ponto de vista operacional aqui dentro, mas a gente tem que esperar um pouquinho as coisas normalizarem. Tem aqui uma certa incerteza e naturalmente, dentro dessa incerteza, a gente não pode ficar aqui esperando tudo acontecer. A gente não vai esperar o ano que vem acontecer para começar a ligar uma política.

Gabriel Lobo: Então a gente está fazendo tudo pensando muito mais esses boundaries no que tange alavancagem. Então já antecipando um pouco a discussão. Recompra vai ficar como opcionalidade, à medida que a gente entenda que a ação não está andando no mesmo patamar que a gente acredita que ela deveria, a gente vai também ter isso como opcionalidade, assim como já foi. A gente tinha um programa de recompra ligado. Óbvio que era um outro contexto de companhia, um outro nível de geração de caixa, um outro nível, inclusive, de liquidez, mas trazendo um pouco para você, é sempre algo que a gente vai avaliar. Trazendo em relação à segunda pergunta, imposto de renda, e olhando uma perspectiva futura. Aqui, de fato, o imposto de renda vai navegar em patamares realmente muito baixos. É o que a gente espera.

Speaker #4: E recompra vai ficar como opcionalidade. À medida que a gente entenda que a ação não está andando no mesmo patamar que a gente acredita que ela deveria, a gente vai também ter isso como uma opcionalidade, assim como já foi. A gente tinha programa de recompra ligado — óbvio que era outro contexto de companhia, outro nível de geração de caixa, outro nível, inclusive, de liquidez. Mas, trazendo um pouco pra você, é sempre algo que a gente vai avaliar.

Speaker #4: Então, trazendo em relação à segunda pergunta, imposto de renda, e aí olhando uma perspectiva futura. Aqui, de fato, o imposto de renda vai navegar em patamares realmente muito baixos, é o que a gente espera. A gente teve aí, quase R$ 4 milhões, se eu não me engano, nesse primeiro semestre, de saída de caixa de pagamento de imposto de renda. Isso vai navegar em patamares da mesma magnitude olhando os próximos, pelo menos, cinco anos. É assim que a gente vê estruturalmente essa linha, é assim que projeta inclusive o uso dessas reservas. Naturalmente, é um ativo que a companhia tem, foi por isso que a gente fez o processo todo de simplificação — não diria que só por isso, mas esse foi um dos elementos. Então, pode considerar aí, para fins de modelagem futura, pagamento bem baixo de imposto de renda, uma alíquota efetiva ali de low single. Eu diria para você que é low single projetada para frente em relação ao nosso EBT, tá bom?

Gabriel Lobo: A gente teve aí quase BRL 4 million, se eu não me engano, nesse primeiro semestre, de saída de caixa, de pagamento de imposto de renda. Isso vai navegar em patamares da mesma magnitude olhando os próximos, pelo menos, 5 anos. É assim que a gente vê estruturalmente essa linha, assim que a gente projeta, inclusive, o uso dessas reservas. Naturalmente, é um ativo que a companhia tem, foi por isso que a gente fez o processo todo de simplificação. Não diria que só por isso, mas esse foi um dos elementos. Então pode considerar para fins de modelagem futura, um pagamento bem baixo de imposto de renda, uma alíquota efetiva de low single. Eu diria para você que é low single projetado para frente em relação ao nosso EBT. Está bom?

Speaker #2: Claríssimo, boa. Excelente resposta, obrigado.

Operator: Claríssimo. Boa. Excelente resposta. Obrigado. Nossa próxima pergunta é do Flávio Yoshida, do Bank of America. Flávio, pode prosseguir.

Speaker #3: Nossa próxima pergunta é do Flavio Chida, do Bank of America. Flavio, pode prosseguir.

Speaker #4: Olá, bom dia Haroldo, bom dia Gabriel, obrigado pelo espaço aqui. Tenho duas perguntas do nosso lado. A primeira é com relação ao DNA. Então, vocês reportaram um aumento relevante nesse tri. Vocês já comentaram que teve alguns pontos específicos relacionados à mudança da sede e também com a alocação de equipamentos que antes eram contabilizados no CAPEX. Mas eu queria entender, olhando para frente, se esse é um patamar mais recorrente ou se tem alguma coisa que vocês apresentaram nesse tri que foi um pouco mais one-off e que não deve se repetir.

Flávio Yoshida: Olá, bom dia, Aroldo. Bom dia, Gabriel. Obrigado pelo espaço aqui. Tenho duas aqui do nosso lado. A primeira com relação ao G&A. Então vocês reportaram um aumento relevante nesse tri, vocês já comentaram que teve alguns pontos específicos relacionados à mudança da sede, também com alocação de equipamentos que antes eram contabilizados no Capex, mas eu queria entender, olhando para frente, se então esse é um patamar mais recorrente ou se tem alguma coisa que apresentaram nesse tri que foi um pouco mais one off e que não deve se repetir. A minha segunda pergunta é com relação à PCLD, que acho que foi um dos grandes drivers de melhora de margem da companhia. Queria entender também, olhando para frente, como é que vocês veem esse patamar, se realmente é sustentável nesse nível.

Speaker #4: A minha segunda pergunta é com relação à PCLD, que acho que foi um dos grandes drivers de melhora de imagem da companhia. Queria entender, então, olhando para frente, como é que vocês veem esse patamar, se realmente é sustentável nesse nível, até porque a gente vê as outras companhias de outros setores reportando, a gente já vê o spread um pouco mais negativo com relação ao cenário macro. Então, eu queria entender se vocês estão sentindo alguma coisa aí na ponta com relação à PDD ou se realmente esse é um patamar que veio para ficar.

Gabriel Lobo: Até porque a gente vê as outras companhias de outros setores reportando, a gente já vê um speech um pouco mais negativo com relação a cenário macro. Eu queria entender se vocês estão sentindo alguma coisa na ponta com relação à PDD ou se realmente esse é um patamar que veio para ficar. Obrigado. Olá, Flávio, tudo bem? Obrigado pela pergunta. Vou pegar aqui e deixo o Aroldo também complementar se ele achar que Licado. Em relação ao G&A, antes de responder, acho que é importante dar um passo atrás. Essa linha, na Vitru, se a gente olha inclusive nossa DRE, é uma linha relativamente pequena. Em termos do tamanho da companhia, o tamanho da receita, percentualmente, a gente está falando de uma linha que navega em patamares de percentual de receita realmente muito baixos, porque a companhia sempre foi muito leve.

Speaker #4: Obrigado.

Speaker #5: Fala Flavio, tudo bem? Obrigado aí pela pergunta. Vou pegar aqui, deixo o Haroldo também complementar se ele achar que cabe. Em relação ao DNA, vamos lá, isso é só eu acho que é importante só dar antes de responder, eu acho que é importante dar passo atrás, essa linha na Vitro, se a gente olha inclusive na nossa DRE é uma linha relativamente pequena, em termos do tamanho da companhia e o tamanho da receita, percentualmente a gente está falando de uma linha ali que navega em patamares de percentual de receita realmente muito baixos, porque a companhia sempre foi muito leve, a gente sempre teve uma estrutura corporativa muito enxuta, e a gente conseguia obviamente isso fazer de fato o uso da escala do negócio, o que acontece?

Gabriel Lobo: A gente sempre teve uma estrutura corporativa muito enxuta e a gente conseguia, obviamente, fazer de fato uso da escala do negócio. O que acontece? A gente comentou durante o call alguns movimentos que aconteceram, vinda para São Paulo, naturalmente vir para São Paulo é mais caro do que ter um escritório em Florianópolis. A gente tem feito alguns movimentos de evolução corporativa mesmo, estrutura corporativa um pouquinho mais robusta para navegar um horizonte do que a companhia entende que é o caminho estratégico futuro. Respondendo de forma bem pragmática: a gente entende que o patamar vai navegar acima do ano passado. Primeiro, porque o baseline é muito baixo, segundo, porque a gente entende que é necessário para caminhar esse novo futuro. Eu estou falando aqui de um horizonte de curto prazo.

Speaker #5: A gente naturalmente tem, a gente comentou ali durante o call, alguns movimentos que aconteceram vindo para São Paulo, naturalmente vir para São Paulo é mais caro do que ter escritório em Florianópolis, a gente tem feito alguns movimentos de evolução corporativa mesmo, assim estrutura corporativa pouquinho mais robusta para navegar horizonte do que a companhia entende que é o caminho estratégico futuro, então assim respondendo de forma bem pragmática, a gente entende que o patamar ele vai navegar acima do ano passado, primeiro porque o baseline ele é muito baixo, segundo porque a gente entende que é necessário para caminhar esse novo futuro, e eu estou falando aqui de horizonte de curto prazo, eu não estou dizendo que a gente vai crescer essa linha aí patamares próximos a 15, 20% estruturalmente ao longo dos próximos anos, aqui a gente tem ajuste pontual de 25, de 26 e 27 talvez, mas talvez normalizando para frente, e aí tem ponto importante, eu acho que é importante qualificar, a gente está muito chato, muito chiito aqui em relação a questões ligadas a não recorrente, então a gente subiu muita coisa, muita coisa que passava ali na linha de não recorrente, quando a gente olha combinado o DNA mais não recorrente, o crescimento ele não seria da ordem de 20% como foi, ele seria muito mais perto de 10%, então é muito mais alinhado com o crescimento de receita da companhia, óbvio a gente quer crescer DNA em patamares aí duas vezes a inflação?

Gabriel Lobo: Eu não estou dizendo que a gente vai crescer essa linha, patamares próximos a 15%, 20% estruturalmente ao longo dos próximos anos. Aqui a gente tem um ajuste pontual de 2026 e 2027, talvez, mas normalizando para frente. Aí tem um ponto importante, eu acho que é importante qualificar, a gente está muito chato, muito esquisto aqui em relação a questões ligadas a não recorrente. A gente subiu muita coisa que passava ali na linha de não recorrente. Quando a gente olha combinado, G&A mais não recorrente, o crescimento não seria da ordem de 20% como foi. Ele seria muito mais perto de 10%. Então é muito mais alinhado com o crescimento de receita da companhia. Óbvio, a gente quer crescer G&A em patamares 2 vezes a inflação?

Speaker #5: Não, não é essa a nossa intenção, mas para o momento onde a gente está fazendo adequações estruturais, vindo para São Paulo, montando equipes cada vez mais robustas aqui dentro para navegar esse novo normal, é natural que a gente tenha aqui incremento. Então, eu acho que é importante qualificar esses dois elementos: tem movimentos que são estruturantes, como eu comentei durante o call, movimentações aqui de balanço, a gente diminui o CAPEX em TI, de compra principalmente de equipamentos e despesa, isso fazendo aluguel; a questão toda do escritório de São Paulo, mas também questões de estrutura interna, principalmente ligadas a pessoas, a gente tem reforçado nossos times corporativos. E o segundo elemento, que é olhar em bases comparáveis tirando esse não recorrente; quando a gente tira o não recorrente, de novo: o crescimento seria muito mais perto de 10% do que dos 20. Então é mais ou menos esse o nosso racional. Mas pode esperar para frente, aí, terceiro tri, quarto tri, que vai ser uma linha que vai navegar provavelmente acima da receita; a gente tende a perder a alavancagem operacional quando a gente olhar para o DNA exclusivamente. E aí, conectando com a segunda pergunta da PCLD, a gente entende que sim, o patamar novo é esse que está acontecendo. A gente não acha que tem motivos – óbvio que a gente tem que ir acompanhando o cenário de crédito e inadimplência, a gente está vendo o mercado –, principalmente a gente entende que o varejo é bom sinal do que vai acontecer a futuro com a educação. O varejo já começa a trazer alguns sinais, principalmente algumas companhias, inclusive, que já publicaram resultado nesse tri, falando de pocket um pouco mais estrangulado. Endividamento familiar tem aumentado, isso naturalmente é ponto de atenção, mas a gente ainda não tem percebido. Eu acho que o ponto chave aqui é: a gente ainda não tem percebido de fato aumento de inadimplência; a gente está vendo uma inadimplência ainda bastante controlada. E aí, dados os efeitos de tudo que a gente comentou na linha de contas a receber, a gente entende que o novo estrutural da Vitru é esse aí, esse patamar que a gente tem reportado desde o primeiro tri, segundo tri, nesse patamar que a gente vai navegar aí os próximos trimestres, tá bom?

Gabriel Lobo: Não, não é essa a nossa intenção, mas para um momento onde a gente está fazendo adequações estruturais, vindo para São Paulo, montando equipes cada vez mais robustas aqui dentro para navegar esse novo normal. É natural que a gente tenha aqui um incremento. Então eu acho que é importante qualificar esses 2 elementos. Tem movimentos que são estruturantes, como eu comentei durante o call, movimentações aqui de balanço, a gente diminui Capex de TI, de compra principalmente de equipamentos e despesa isso fazendo aluguel, a questão toda do escritório de São Paulo, mas também questões de estrutura interna, principalmente ligadas a pessoas. A gente tem reforçado nosso time corporativo. O segundo elemento que é olhar em bases comparáveis tirando esse não recorrente. Quando a gente tira o não recorrente, de novo, o crescimento seria muito mais perto de 10% do que dos 20.

Gabriel Lobo: É mais ou menos esse o nosso racional, mas pode esperar para frente, Q3, Q4, que vai ser uma linha que vai navegar provavelmente acima da receita. A gente tende a perder alavancagem operacional quando a gente olhar para o G&A exclusivamente. Conectando com a segunda pergunta da PCLD, a gente entende que sim, o patamar novo é esse que está acontecendo. Óbvio que a gente tem que ir acompanhando o cenário de crédito, inadimplência, a gente está vendo o mercado, principalmente, a gente entende que o varejo é um bom sinal do que vai acontecer a futuro com a educação. O varejo já começa a trazer alguns sinais, principalmente algumas companhias, inclusive, que já publicaram resultado nesse tri, falando de um pocket um pouco mais estrangulado, endividamento familiar tem aumentado. Isso, naturalmente, é um ponto de atenção, mas a gente ainda não tem percebido.

Gabriel Lobo: Acho que o ponto-chave é que a gente ainda não tem percebido, de fato, um aumento de inadimplência. A gente está vendo uma inadimplência ainda bastante controlada. Dados os efeitos de tudo que a gente comentou na linha de contas a receber, a gente entende que o novo estrutural da Vitru é esse. Esse patamar que a gente tem reportado desde o Q1, Q2, é nesse patamar que a gente vai navegar os próximos trimestres.

Operator: Beleza, valeu. Obrigado, Gabriel. Nossa próxima pergunta é do Renan Prata, do Citi. Renan, pode prosseguir.

Speaker #4: Beleza, valeu, obrigado Gabriel.

Speaker #2: Nossa próxima pergunta é do Renan Prata, do Citi. Renan, pode prosseguir.

Speaker #4: Opa, bom dia, pessoal. Obrigado pelo espaço. São duas perguntas aqui do nosso lado também. A primeira é se vocês puderem falar um pouco desses polos de Enfermagem. Eu acho que vocês comentam ali no release que ainda estão estudando e etc., mas queria pegar um pouco de vocês, assim, a visão de mercado, como vocês estão vendo até os competidores se portando nesses novos polos e como vocês imaginam a Vitru também posicionada para Enfermagem.

Renan Prata: Opa, bom dia, pessoal. Obrigado pelo espaço. São duas perguntas aqui do nosso lado também. A primeira é se vocês puderem falar um pouco desses polos de enfermagem. Acho que vocês comentam ali no release que ainda estão estudando, mas queria pegar um pouco de vocês a visão de mercado. Como que vocês estão vendo os competidores se portando nesses novos polos e como vocês imaginam a Vitru também posicionada para enfermagem. A segunda pergunta é mais pensando no SEMI. Agora passado já um ciclo de captação, desde o marco lá no final do ano passado. Eu acho que o Gabriel até comentou de um mercado talvez um pouco mais desafiador, mas queria pegar também um pouco dessa sensibilidade do ambiente competitivo, de preço. Também tentar entender como que vocês estão se posicionando e como vocês imaginam que isso vai se desenhar para o ano que vem. É isso, pessoal.

Speaker #4: E a segunda pergunta é mais aqui pensando no CEMI, agora passado já o ciclo de captação, desde o marco lá no final do ano passado. Assim, eu acho que o Gabriel até comentou de mercado, talvez um pouco mais desafiador, mas queria pegar também um pouco dessa sensibilidade do ambiente competitivo, de preço, também tentar entender ali como que vocês estão se posicionando e como vocês imaginam que isso vai se desenhar aí para o ano que vem.

Speaker #4: É isso pessoal, obrigado.

Renan Prata: Obrigado.

Speaker #3: Oi Renan, bom dia, obrigado pelas perguntas. Começando pelos campi de enfermagem, só retomando os números, a gente na última fase a gente retomou, a gente solicitou 36, a gente decidiu aqui fazendo muita conta vendo dinâmica de mercado não operáveis agora no segundo semestre, e a gente colocou dois para teste, então o teste operacional muito mais do que de fato algo que impacte ou mude qualquer ponteiro de receita.

Aroldo Alves: Oi, Renan. Bom dia, obrigado pelas perguntas. Começando pelos campus de enfermagem, só retomando os números, na última fase a gente solicitou 36. A gente decidiu aqui, fazendo muita conta, vendo dinâmica de mercado, não operá-las agora no segundo semestre, e a gente colocou 2 para teste. Então um teste operacional, muito mais do que, de fato, algo que impacte ou mude qualquer ponteiro de receita. A gente fazendo nossas projeções, a gente achou que era prudente, maximizava resultado, a gente começar com o ciclo inteiro de início de ano, que é um ano. É o ciclo mais importante do ano e a gente faz casar a geração de receita com o custo fixo gerado na operação. Então a gente maximiza a receita com essa operação.

Speaker #3: A gente fazendo nossas projeções, a gente achou que era prudente maximizar o resultado, a gente começar com o ciclo inteiro de início de ano, que é ano é o ciclo maior e mais importante do ano, e a gente faz casar e a geração de receita com o custo fixo gerado na operação.

Speaker #3: Então a gente maximiza a receita com essa operação. A gente está super diligente, a gente de novo podia 81, a gente falou em algum momento 50 e a gente foi por 36 e cada redução dessa a gente faz muito pensando, fazendo conta e sendo super diligente com o nosso propósito de alocação de capital.

Aroldo Alves: A gente está super diligente, de novo, podia 81, a gente falou em algum momento 50 e a gente foi por 36 e cada redução dessa a gente faz muito pensando, fazendo conta e sendo super diligente com o nosso propósito de alocação de capital. Então é isso que a gente toda hora faz, refaz conta com cada nova notícia e com cada projeção nova que a gente tem. A gente optou nesse momento por capta no início do ano, pega o ciclo do começo, outubro começa a captação e pega o ciclo completo de 2027. Duas agora estão em testes operacionais, então isso é irrelevante com relação ao resultado, mas ajuda a gente a entrar redondo para o próximo ano. Com relação à expansão presencial focada em enfermagem, não só enfermagem, nem cursos de saúde, Renan, esse é o nosso status.

Speaker #3: Então é isso que a gente toda hora faz, refaz conta com cada nova notícia, e com cada projeção nova que a gente tem. A gente optou, nesse momento, para captar no início do ano, pega o ciclo do começo; em outubro começa a captação e pega o ciclo completo de 27. Duas agora estão em teste operacionais, então isso é irrelevante com relação ao resultado, mas ajuda a gente a entrar redondo para o próximo ano.

Speaker #3: Então, com relação à expansão presencial focada em Enfermagem, não só Enfermagem, em cursos de Saúde, Renan, esse é o nosso status. Com relação ao CEMI, o que a gente... hoje a gente não tem como saber ainda, de fato, impactos do marco. O que a gente vê hoje é que não teve alteração, estrutura de custo, o preço navegando muito parecido com o que vinha. O que a gente vê na nossa captação é eles crescendo bastante no CEMI, mas a gente já comentou.

Aroldo Alves: Com relação ao SEMI, hoje a gente não tem como saber ainda, de fato, o impacto do marco regulatório. O que a gente vê hoje é que não teve alteração, estrutura de custo, um preço, na verdade, muito parecido com o que vinha e que a gente vê na nossa captação ele crescendo bastante no CHED, como a gente já comentou. Então a gente vem conseguindo capturar bem o mercado do SEMI, tanto o SEMI de saúde e engenharia, que a gente chama internamente SEMI 40, quanto o SEMI de licenciatura. Hoje não dá para ter muitas previsões futuras com relação à demanda de mercado. A gente vai estar preparado e flexível para isso. Optamos, como a gente já vem comentando em alguns outros fóruns, de não fazer adaptações prévias, até porque tem muita coisa mudando, principalmente com relação à licenciatura, como vocês já viram no mercado.

Speaker #3: Então a gente vem conseguindo do CEMI, tanto o CEMI de Saúde e Engenharia, que a gente chama internamente de CEMI 40, quanto o CEMI de Licenciatura.

Speaker #3: Hoje não dá para ter nada muitas previsões futuras com relação à demanda de mercado, a gente vai estar preparado e flexível para isso, optamos como a gente já vem comentando em alguns outros fóruns de não fazer adaptações prévias, até porque tem muita coisa mudando, principalmente com relação à licenciatura, como a gente como vocês já viram no mercado, o fato é que a gente está preparado, a gente pode ligar, apertar o botão, a gente optou por fazer isso ao final do período de transição, e lá a gente vai ver de fato como o Gabriel também já comentou, alguma pressão de custo, que pode vir a racional que haja alguma reprecificação, não sabemos quanto nem quando, mas é racional, e a gente vê também algo que aumenta a barreira de entrada, a gente tem falado menos disso, mas é algo que a gente que protege o setor e deve trazer mais racionalidade aí na dinâmica competitiva.

Aroldo Alves: O fato é que a gente está preparado. A gente pode apertar o botão, a gente optou por fazer isso ao final do período de transição. E lá a gente vai ver, de fato, como o Gabriel também já comentou, alguma pressão de custo. Pode vir a racional que haja alguma reprecificação, não sabemos quanto, nem quando, mas é racional. E a gente vê também algo que aumenta a barreira de entrada. A gente tem falado menos disso, mas é algo que protege o setor e deve trazer mais racionalidade na dinâmica competitiva. Isso mais a médio e longo prazo, quando essas mudanças forem, de fato, implantadas. É assim que a gente está vendo. Curto prazo, a gente vem ganhando mercado, preços e estruturas de custo muito semelhantes ao que era. Próximo ano, na virada do período de transição, aí a gente implanta as medidas necessárias.

Speaker #3: Isso mais a médio e longo prazo, quando de fato essas mudanças forem de fato implantadas. É assim que a gente está vendo. Curto prazo, a gente vem ganhando mercado, preços e estrutura de custo muito semelhantes ao que era. Próximo ano, na virada do período de transição, aí a gente implanta as medidas necessárias, estamos prontos. Optamos por não fazer nesse momento.

Aroldo Alves: Estamos prontos, optamos por não fazer nesse momento.

Speaker #4: Está super claro Aroldo, obrigado.

Renan Prata: Está super claro, Aroldo. Obrigado.

Speaker #3: Obrigado Renan.

Aroldo Alves: Obrigado, Renan.

Speaker #2: Nossa próxima pergunta é do Márcio, analista sell-side do Bradesco. Márcio, pode prosseguir.

Operator: Nossa próxima pergunta é do Márcio, analista sell side do Bradesco. Márcio, pode prosseguir.

Speaker #4: Oi, bom dia, obrigado aí. Eu tenho três do meu lado. A primeira é sobre reajuste de veterano para a virada do ano, se vocês acham que vai ser possível colocar ali reajuste acima da inflação, como tem sido historicamente, dada essa base de alunos mais engajada. Mas eu não sei quanto desse cenário macro um pouco mais desafiador, vocês acham que isso daí seria pouco diferente?

[Analyst] (Bradesco): Oi, boa tarde, pessoal. Bom dia, obrigado. Eu tenho três do meu lado. A primeira é sobre reajuste de veterano para a virada do ano, se vocês acham que vai ser possível colocar reajuste acima da inflação, como tem sido historicamente, dada essa base de alunos mais engajada. Mas eu não sei quanto a desse cenário, Marco, um pouco mais desafiador, vocês acham que isso daí seria um pouco diferente. A segunda, como é que estão vendo o Capex para o ano? O primeiro semestre está menor do que o ano passado. E que perspectiva de número para fechar Capex 2026. E por último, só um esclarecimento na parte de dividendos. Eu sei que vocês estão fazendo as discussões, mas se seria algo para a gente pensar de um pagamento em 2027 e se faria sentido pensar algo como, não sei, pelo menos metade da sua geração de caixa livre.

Speaker #4: A segunda: como é que estão vendo o capex para o ano? O primeiro semestre está menor do que no ano passado. Qual a perspectiva de número para fechar o capex em 2026? E, por último, só um esclarecimento na parte de dividendos: eu sei que vocês estão fazendo as discussões, mas seria algo para a gente pensar em pagamento em 2027? E faria sentido pensar em algo como, pelo menos, metade da sua geração de caixa livre?

Speaker #4: São essas do meu lado, obrigado.

[Analyst] (Bradesco): São essas do meu lado. Obrigado.

Speaker #3: Oi, Márcio, obrigado pela pergunta. Deixa eu começar aqui e passo para o Gabriel na sequência. Sobre reajuste de veteranos, eu não sei que mude muito o cenário. Sim, a gente imagina reajustar acima da inflação, a gente vem conseguindo implantar muitas ações de engajamento. Acho que os indicadores internos mostram que isso vai ser possível, sim. A gente não projetou ainda quanto vai ser, mas, sim, as perspectivas são de reajustar acima da inflação, como a gente tem feito.

Aroldo Alves: Oi, Márcio. Obrigado pelas perguntas. Deixa eu começo aqui e passo pro Gabriel na sequência. Sobre reajuste de veteranos, a não ser que mude muito o cenário, sim, a gente imagina reajustar acima da inflação. A gente vem conseguindo implantar muitas ações de engajamento, acho que os indicadores internos mostram que isso vai ser possível, sim. A gente não projetou ainda quanto vai ser, mas sim, há perspectiva de reajustar acima de inflação, como a gente tem feito. Gabriel, pode pegar as próximas?

Speaker #3: Gabriel pode pegar as próximas.

Speaker #4: Eu pego aqui, obrigado, Márcio. Bom dia. Falando um pouquinho de capex, eu acho que a gente já trouxe até essa perspectiva, e eu acho que é importante retroalimentá-la. A gente teve um primeiro semestre com capex que até dentro de casa a gente comenta: a gente estava comprometido na execução de um capex até maior do que realmente aconteceu, do ponto de vista até de fluxo de caixa, por algumas questões aqui até de execução e talvez delay, principalmente no que tem de laboratórios. A gente acabou demorando um pouquinho para apertar o botão, então a gente vai ter uma concentração um pouco maior de capex nesse segundo semestre. Eu acho que essa é uma perspectiva importante para trazer para vocês: o capex do primeiro semestre foi aquém daquele que a gente, inclusive, tinha planejado executar. Então, do ponto de vista de fluxo de caixa, isso obviamente não tira o mérito da entrega de geração de caixa que a gente teve, a gente geraria muito caixa ainda, mas, se a gente tivesse executado o capex planejado, a gente teria gerado um pouco menos de caixa e concentrado um pouco mais entre primeiro semestre e segundo semestre.

Gabriel Lobo: Eu pego aqui. Obrigado, Márcio, bom dia. Falando um pouquinho de Capex, eu acho que a gente já trouxe até essa perspectiva e eu acho que é importante retroalimentá-la. A gente teve um primeiro semestre com Capex que até dentro de casa a gente comenta. A gente estava comprometido na execução de um Capex até maior do que ele aconteceu, do ponto de vista até de fluxo de caixa, por algumas questões aqui até de execução e talvez um delay, principalmente com capitais laboratórios. A gente acabou demorando um pouquinho para apertar o botão. Então a gente vai ter uma concentração um pouco maior de Capex nesse segundo semestre. Essa é uma perspectiva que eu acho que é importante trazer para vocês. O Capex do primeiro semestre foi um Capex aquém daquele que a gente, inclusive, estava planejado para executar.

Gabriel Lobo: O que, novamente, não tira o mérito da entrega de geração de caixa que a gente teve, a gente geraria muito caixa ainda, mas se a gente tivesse executado o Capex planejado, a gente teria gerado um pouquinho menos de caixa e concentrado um pouquinho mais entre primeiro semestre e segundo semestre. Quando a gente olha a perspectiva futura, o segundo semestre tende a ter um Capex estruturalmente maior do que foi esse primeiro semestre, principalmente porque a gente tem a execução das faculdades presenciais, ligadas à enfermagem. A gente está executando, de fato, as obras nesse momento. A pergunta anterior, inclusive, do Renan.

Speaker #4: Quando a gente olha a perspectiva futura, o segundo semestre tende a ser tende a ter capex estruturalmente maior, do que foi esse primeiro semestre, principalmente porque a gente tem execução das faculdades presenciais, aí ligadas a enfermagem, a gente está executando de fato as obras nesse momento, a pergunta anterior inclusive aí do Renan, adicional a isso a gente tem alguns investimentos de tecnologia que se concentraram agora nesse segundo semestre, e a própria execução dos laboratórios aí como até como uma pré-movimento aqui, uma preparação para o que vem de marco regulatórias, adequações que a gente comentou que vão ser feitas aí ao longo do tempo, a gente já começa a fazer agora nesse segundo semestre, dado que o marco regulatório ele está de pé a partir do início do ano que vem.

Gabriel Lobo: Adicional a isso, a gente tem alguns investimentos de tecnologia que se concentraram agora nesse segundo semestre e a própria execução dos laboratórios, até como um pré-movimento, uma preparação pro que vem de marco regulatório, as adequações que a gente comentou que vão ser feitas ao longo do tempo. A gente já começa a fazer agora, nesse segundo semestre, dado que o marco regulatório está de pé a partir do início do ano que vem. Então, perspectiva anual, alguma coisa perto de BRL 180 a BRL 200 milhões de Capex, é isso que vocês podem esperar do ponto de vista de execução. Então, por delta, dá pra você fazer a continha de quanto é que fica pra esse segundo semestre. Do ponto de vista de dividendos, pra fechar a tua terceira pergunta, sim, a resposta é: a nossa intenção é que isso comece, sim, em 2027.

Speaker #4: Então, perspectiva anual, alguma coisa aí perto de 180 a 200 milhões de reais de CAPEX, é isso que vocês podem esperar do ponto de vista de execução. Então, por delta, dá para você fazer a continha aí de quanto é que fica para esse segundo semestre.

Speaker #4: Do ponto de vista de dividendos, para fechar aí a tua terceira pergunta: é sim, a resposta é que a nossa intenção é que isso comece em 2027. A gente está executando as discussões nesse momento, a gente está aqui em agosto ainda, e está fazendo isso até de uma forma relativamente atenta, antecipada em relação ao nosso cronograma originalmente planejado. A gente falava muito, lá no final do ano passado, de esperar a dívida líquida chegar perto de uma vez e meia, que era a nossa perspectiva de final de ano de 2026. A gente, por execução, por follow-on também que ajuda a desalavancar mais rápido, acha que já se colocou numa posição de acelerar a discussão, isso está acontecendo, como a gente falou anteriormente. Então, a intenção sim é colocar uma política, uma política estruturada do ponto de vista de payout. Eu não vou aqui me comprometer — acho que a gente ainda tem que conduzir essas discussões internamente. O que eu posso dizer é que a gente quer ter yield, o nosso direcional é muito pensando em yield, então yield que seja relevante, yield minimamente aqui atrelado aos parâmetros das boas pagadoras de dividendo do mercado, e é dessa maneira que a gente está vendo. Então a gente olha para IDIV, a gente olha para empresas aí, inclusive de outros setores — as boas pagadoras de utilities, shoppings, etc. Então tem aqui alguns bons parâmetros para a gente equilibrar. E, adicional a isso, como eu comentei anteriormente na pergunta do Vinícius, a questão do parâmetro de alavancagem — a alavancagem, sem dúvida, é o nosso guia para a gente poder dimensionar como equilibrar dividendos, retorno de capital ao acionista e a própria necessidade de capital da companhia para a execução desse plano estratégico dos próximos dois anos. Então a gente tem que casar muito bem uma coisa com a outra, não adianta a gente sair aqui, a gente poderia fazer um payout enorme, a gente tem capacidade hoje para isso, tem espaço do ponto de vista de balanço, mas aí a gente poderia se colocar numa situação que a gente não quer estar. Então a gente vai ser muito comedido, muito racional e muito responsável nessa escolha, para que a gente faça algo que o investidor entenda, que o investidor possa, de fato, colocar na matemática, se planejar em cima disso, mas sem colocar a companhia numa posição em que ela não quer estar. Então é sempre um blend aqui, equilíbrio de uma coisa com a outra, está bom?

Gabriel Lobo: A gente está executando as discussões nesse momento. A gente está aqui em agosto, ainda. A gente está fazendo isso de uma forma, inclusive, relativamente até antecipada em relação ao nosso cronograma originalmente planejado. A gente falava muito, lá no final do ano passado, de esperar a dívida líquida chegar perto de 1.5x, que era a nossa perspectiva de final de ano de 2026. A gente, por execução, por follow-on também, que ajuda a desalavancar mais rápido, a gente acha que a gente já se colocou numa posição de acelerar a discussão. Isso está acontecendo, como a gente falou anteriormente. A intenção, sim, é colocar uma política estruturada. Do ponto de vista de payout, eu não vou aqui me comprometer. Acho que a gente tem ainda que conduzir essas discussões internamente.

Gabriel Lobo: O que eu posso dizer é que a gente quer ter um yield, o nosso direcional é muito pensando yield. Então, que seja um yield relevante, um yield minimamente atrelado aos parâmetros das boas pagadoras de dividendo do mercado. É dessa maneira que a gente está vendo. Então a gente olha para EBITDA, a gente olha para as empresas, inclusive de outros setores, as boas pagadoras de utilities, shoppings, etc. Então tem aqui alguns bons parâmetros para a gente equilibrar. Adicional a isso, como eu comentei anteriormente na pergunta do Vinícius, a questão do parâmetro de alavancagem. Alavancagem, sem dúvida, é o nosso guia para a gente poder dimensionar como equilibrar dividendos, retorno de capital acionista e a própria necessidade de capital da companhia para execução desse plano estratégico nos próximos dois anos. Então a gente tem que casar muito bem uma coisa com a outra.

Gabriel Lobo: A gente poderia fazer um payout enorme. A gente tem capacidade hoje para isso. Tem espaço do ponto de vista de balanço, mas a gente poderia se colocar numa situação que a gente não quer estar. Então a gente vai ser muito comedido, muito racional e muito responsável nessa escolha para que a gente faça algo que o investidor entenda, o investidor possa, de fato, colocar na matemática, se planejar em cima disso, mas sem colocar a companhia numa posição que ela não quer estar. Então é sempre um blend, um equilíbrio de uma coisa com a outra. Tá bom? Obrigado pelas suas perguntas.

Speaker #4: Obrigado aí pelas suas perguntas.

Speaker #2: Entendido, obrigado Arlindo e Gabriel.

Operator: Entendido. Obrigado, Aroldo, Gabriel. Nossa próxima pergunta é do Lucas Nagano, analista do Morgan Stanley. Lucas, pode prosseguir.

Speaker #1: Nossa próxima pergunta é do Lucas Nagano, analista do Morgan Stanley. Lucas, pode prosseguir.

Speaker #2: Bom dia, Arlindo, Gabriel, obrigado pelo espaço aqui, eu tenho duas perguntas. A primeira é follow-up de capex, por esse nível que você comentou, Gabriel, eles têm capex pouco maior nesse ano, e a dúvida é se isso seria nível mais temporário, em função do período de transição para o marco ou se eles podem ser considerados como nível recorrente para o futuro, depois do período de transição, e a segunda pergunta é sobre as regras de licenciatura, que acabou tendo uma ambiguidade pelo que determinou decreto, pelo que o CNE determina, acabou tendo uma politização do tema também, então se puder, só esclarecer assim, como que devem ser exatamente os requisitos de presencialidade, porque os de licenciatura, não sei se já teve alguma versão final homologada pelo CNE, mas pelo que parece eles queriam que fosse 50% de presencialidade em vez de 30% de presencialidade, e se esse for o caso, como que isso afetaria a operação de vocês além do que vocês estavam prevendo pelo decreto?

Lucas Nagano: Bom dia, Aroldo, Gabriel, obrigado pelo espaço aqui. Eu tenho duas perguntas. A primeira é um follow-up de Capex, por esse nível que você comentou, Gabriel. Eles tinham um Capex um pouco maior nesse ano. A dúvida é se isso seria um nível mais temporário, em função do período de transição do marco, ou se eles podem ser considerados como nível recorrente para o futuro, depois do período de transição. A segunda pergunta é sobre as regras de licenciatura, que acabou tendo uma ambiguidade pelo que determina o decreto, pelo que o CNE determina, acabou tendo uma politização do tema também. Então, se puder só esclarecer como que devem ser exatamente os requisitos de presencialidade para o que diz respeito à licenciatura. Não sei se já teve alguma versão final homologada pelo CNE, mas pelo que parece, eles queriam que fosse 50% de presencialidade, em vez de 30% de presencialidade.

Lucas Nagano: E se esse for o caso, como que isso afetaria a operação de vocês, além do que vocês estavam prevendo pelo decreto? Obrigado.

Speaker #2: Obrigado.

Speaker #4: Obrigado, Lucas. Bom dia. Vamos lá, a primeira que eu vou responder e depois a segunda do Arlindo pega. Sobre o capex, e acho que conectando até com a pergunta anterior aí do Márcio, a gente vai navegar sim para capex no segundo semestre, aqui tem uma questão de sazonalidade da capacidade de execução, e aí concentrou pouco mais no segundo semestre, não tem nada fora daquilo que a gente se planejou desde o início do ano, então esse capex aí da ordem de 180 a 200 milhões já era o nosso planejamento do ano passado, de orçamento, o que aconteceu foi só deslocamento temporal entre o primeiro e o segundo semestre pelos itens que eu comentei anteriormente, o próprio tempo que a gente demorou para apertar esse botão da compra, as faculdades presenciais que tiveram delay, certo delay, inclusive pela questão regulatória que demorou pouco mais para sair, então assim, de novo, nada que fuja do nosso controle.

Gabriel Lobo: Obrigado, Lucas, bom dia. Vamos lá. A primeira eu vou responder, depois a segunda o Aroldo pega. Sobre o Capex. Acho que conectando até com a pergunta anterior do Márcio. A gente vai navegar, sim, para um Capex no segundo semestre. Aqui tem uma questão de sazonalidade da capacidade de execução. Concentrou um pouco mais no segundo semestre, não tem nada fora daquilo que a gente se planejou desde o início do ano. Então esse Capex da ordem de BRL 180 a BRL 200 milhões já era o nosso planejamento do ano passado, de orçamento. O que aconteceu foi só um deslocamento temporal entre o primeiro e o segundo semestre pelos itens que eu comentei anteriormente.

Gabriel Lobo: O próprio tempo que a gente demorou para apertar esse botão da compra, as faculdades presenciais que tiveram um certo delay, inclusive pela questão regulatória, que demorou um pouco mais para sair. De novo, nada que fuja do nosso controle. Respondendo, talvez, a sua dúvida, olhando esse futuro. O para trás está explicado, acho que o para frente que é a grande dúvida, se a gente vai navegar, talvez pensando esse período de transição, um pouquinho mais alto nesse Capex. Pensando o histórico da Vitru, a resposta é sim. Pensando o que é necessário para a companhia navegar estrategicamente. A resposta eu acho que é o que é necessário. A gente vai sim para um Capex que deve navegar perto dos BRL 200 milhões.

Speaker #4: Respondendo talvez a sua dúvida, olhando esse futuro, o para trás está explicado, acho que o para frente que é a grande dúvida, se a gente vai navegar talvez aí pensando esse período de transição, pouquinho mais alto nesse capex, a resposta é pensando o histórico da Vitro, a resposta é sim, pensando que é necessário para a companhia navegar estrategicamente a resposta eu acho que é o que é necessário, a gente vai sim para capex que deve navegar aí perto dos 200 milhões, pode ser que em alguns momentos principalmente ano que vem que tem uma adequação maior em função do marco regulatório, talvez tenha uma concentração pouquinho maior desse capex, mas nada que preocupe, tudo dentro de uma normalidade, tudo dentro daquilo que a gente está pensando em médio e longo prazo aqui planejado para a execução, então olhando próximos aí talvez dois anos, o capex tende a ser pouquinho maior do que ele foi em 23, 24, que foram anos aí talvez de capex mais restrito, a companhia no passado rodou para 135, 140 milhões de capex, a gente estava aqui inclusive quando a gente olhava inclusive os pares, a gente via que a gente estava investindo menos do que era necessário, do que era o normal estrutural, então a gente agora vai começando aí a acelerar, obviamente tudo isso casando com uma boa geração, com uma operação que está na nossa mão e etc., para que a gente possa não ter aqui solavanco de operação, e nem de geração de caixa, mas continuar a fazer os investimentos necessários para que a companhia continue a crescer.

Gabriel Lobo: Pode ser que em alguns momentos, principalmente ano que vem, que tenha uma adequação maior em função do marco regulatório, talvez tenha uma concentração um pouquinho maior desse Capex, mas nada que preocupe. Tudo dentro de uma normalidade, tudo dentro daquilo que a gente está pensando em médio e longo prazo, planejado para execução. Olhando próximos talvez 2 anos, o Capex tende a ser um pouquinho maior do que ele foi em 2023, 2024, que foram anos talvez de um Capex mais restrito. A companhia ano passado rodou para 135, 140 milhões de Capex. A gente estava aquém, inclusive, quando a gente olhava os pares, a gente via que a gente estava investindo menos do que era necessário, do que era o normal estrutural.

Gabriel Lobo: A gente agora vai começando a acelerar, obviamente, tudo isso casando com uma boa geração, com uma operação que está na nossa mão, etc, para que a gente possa não ter um solavanco de operação, em linha de geração de caixa, mas continuar a fazer os investimentos necessários para que a companhia continue a crescer. Aí vou passar aqui para o Aroldo responder a segunda sobre a licenciatura.

Speaker #4: E aí vou passar aqui para o Arlindo responder a segunda sobre a licenciatura.

Speaker #3: Obrigado, Gabriel. Obrigado, Lucas, pela pergunta. Primeira resposta, não tem ainda essa versão final, então ainda está em discussão, foi prorrogado o período de transição para continuar essa discussão do que vai ser essa versão final do semi-licenciatura, a gente está fazendo conta, conta para a gente, conta para a parceira, conta para em cima de versões diferentes que saem das discussões, então não dá para falar muito nesse momento, assim existe uma expectativa para não de ser algo mais restritivo do que era a versão inicial, 30%, mas sendo claro, nesse primeiro momento é uma expectativa.

Aroldo Alves: Obrigado, Gabriel. Obrigado, Lucas, pela pergunta. Primeira resposta, não tem ainda essa versão final, então ainda está em discussão. Foi prorrogado o período de transição para continuar essa discussão do que vai ser essa versão final do semilicenciatura. A gente está fazendo conta para a gente, conta para parceiro, conta em cima de versões diferentes que saem das discussões. Não dá para falar muito nesse momento. Existe uma expectativa de ser algo mais restritivo do que era a versão inicial, 30%, mas sendo claro, nesse primeiro momento, é uma expectativa. Existe um documento inicial, ainda não homologado, ainda não versão final, mais restritivo, que eu digo, mais presencialidade. Lembrando que quando se fala de 50% de presencialidade, grande parte disso vem de estágio, extensão, e a própria realização das avaliações, das provas nos polos. Mas é isso.

Speaker #3: Existe um documento inicial ainda não homologado, ainda não é a versão final, mais restritivo. Mais restritivo que eu digo, mais presencialidade. Lembrando que, quando se fala de 50% de presencialidade, grande parte disso vem de estágios e extensão, e a própria realização das avaliações, das provas nos polos.

Speaker #3: Mas é isso, o que a gente pode dizer é que está sendo avaliado por MEC, tem muita discussão, a gente tem reuniões, a gente, o setor como todo, com o MEC, discutindo o que vai ser esse novo modelo, a gente ainda tem mais período aí de transição para continuar essas discussões, com essa expectativa que tenha mais e mais presencialidade com o modelo inicial, e mais fato novo é possivelmente também com mais ou que substituir parte dessa presencialidade, atividade síncronas.

Aroldo Alves: O que a gente pode dizer é que está sendo avaliado pelo MEC, tem muita discussão. A gente tem reuniões, a gente, o setor como um todo, com o MEC discutindo o que vai ser esse novo modelo. A gente ainda tem mais um período de transição para continuar essas discussões, com essa expectativa que tenha mais presencialidade que o modelo inicial. E mais um fato novo, é possivelmente também com mais, ou que substitua parte dessa presencialidade, atividades síncronas. Mas é isso, não tem nada muito novo, oficial, por enquanto, não. São discussões, a gente já teve várias, teve várias versões diferentes da discussão de licenciatura, a gente está em mais uma, mas com o propósito de aumentar a qualidade e a gente está participando dessa discussão. Mas nada concreto por enquanto.

Speaker #3: Mas é isso, não tem nada muito novo. Oficial, por enquanto não, então são discussões. A gente já teve várias; teve várias versões diferentes da discussão de licenciatura, a gente está em mais uma. Acho que o propósito é aumentar a qualidade, a gente está participando dessa discussão.

Speaker #3: Nada concreto por enquanto.

Speaker #2: Está certo, Arlindo. Gabriel, obrigado.

Lucas Nagano: Tá certo, Aroldo. Gabriel, obrigado.

Speaker #1: A sessão de perguntas e respostas está encerrada. E com isso encerramos a videoconferência de resultados referentes ao segundo trimestre e do primeiro semestre de 2026 da Vitro Educação.

Operator: A sessão de perguntas e respostas está encerrada. Com isso, encerramos a videoconferência de resultados referentes ao Q2 e do H1 de 2026 da Vitru Educação. O Departamento de Relações com Investidores está à disposição para responder as demais dúvidas e questões. Muito obrigado aos participantes, e tenham um bom dia.

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