Q2 2026 Iguatemi SA Earnings Call

Operator 2: Bom dia e obrigado por aguardarem. Sejam bem-vindos à teleconferência da Iguatemi S.A. para a discussão dos resultados referentes ao Q2 de 2026. Estão presentes hoje conosco o senhor Ciro Neto, Diretor-Presidente, e o senhor Guido Oliveira, Vice-Presidente de Finanças e Diretor de Relações com Investidores. Informamos que este evento está sendo gravado e que todos os participantes estarão apenas ouvindo a teleconferência durante a apresentação da Iguatemi. Iniciaremos a sessão de perguntas e respostas quando mais instruções serão fornecidas. A apresentação está disponível para download no endereço ri.iguatemi.com.br. Antes de prosseguir, gostaríamos de esclarecer que eventuais declarações que possam ser feitas durante esta teleconferência relativas às perspectivas de negócios da Iguatemi, projeções e metas operacionais e financeiras, constituem-se em crenças e premissas da diretoria da companhia, bem como informações atualmente disponíveis. Considerações futuras não são garantias de desempenho.

Speaker #2: Bom dia e obrigado por aguardarem. Sejam bem-vindos à teleconferência da Iguatemi S.A. para discussão dos resultados referentes ao 2o trimestre de 2026. Estão presentes hoje conosco o Sr.

Speaker #2: Ciro Neto, diretor-presidente; e o Sr. Guido Oliveira, vice-presidente de Finanças e diretor de Relações com Investidores. Informamos que este evento está sendo gravado e que todos os participantes estarão apenas ouvindo a teleconferência durante a apresentação da Iguatemi.

Speaker #2: Em seguida, iniciaremos a sessão de perguntas e respostas quando mais instruções serão fornecidas. A apresentação está disponível para download no endereço ri.iguatemi.com.br. Antes de prosseguir, gostaríamos de esclarecer que eventuais declarações que possam ser feitas durante esta teleconferência relativas às perspectivas de negócios da Iguatemi, projeções e metas operacionais e financeiras, constituem-se em crenças e premissas da diretoria da companhia, bem como informações atualmente disponíveis.

Speaker #2: Considerações futuras não são garantias de desempenho; elas envolvem riscos e certezas e premissas. Pois se referem a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer.

Operator 2: Elas envolvem riscos, incertezas e premissas, pois se referem a eventos futuros. Portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer. Investidores devem compreender que condições econômicas gerais, condições da indústria e outros fatores operacionais podem afetar o desempenho futuro da Iguatemi e podem conduzir a resultados que diferem materialmente daqueles expressos em tais considerações futuras. Gostaríamos de passar a palavra ao senhor Ciro Neto, que iniciará a apresentação de hoje. Por favor, senhor Ciro, pode prosseguir.

Speaker #2: Investidores devem compreender que condições econômicas gerais, condições da indústria e outros fatores operacionais podem afetar o desempenho futuro da Iguatemi e podem conduzir a resultados que diferem materialmente daqueles expressos em tais considerações futuras.

Speaker #2: Agora, gostaríamos de passar a palavra ao Sr. Ciro Neto, que iniciará a apresentação de hoje. Por favor, Sr. Ciro, pode prosseguir.

Speaker #3: Bom dia a todos. Muito bom estar aqui com vocês novamente para a gente falar aqui do nosso resultado, o resultado da Iguatemi agora no 2o trimestre.

Ciro Neto: Bom dia a todos. Muito bom estar aqui com vocês novamente pra gente falar do nosso resultado, o resultado da Iguatemi agora no Q2. Atingimos uma venda de BRL 6.6 billion, um crescimento de 4.6% com relação ao mesmo período do ano passado. É um desempenho que reafirma a força dos nossos ativos, a qualidade do nosso mix e a capacidade da Iguatemi de continuar capturando crescimento, mesmo num cenário macroeconômico mais desafiador e com uma Copa do Mundo no meio desse calendário, que pro nosso cliente de alta renda esse ano foi bastante atrativo, foram mais jogos. Uma Copa muito próxima, um passeio bastante familiar. Muitos dos nossos clientes viajaram, mas mesmo assim a gente conseguiu atingir um crescimento de 4.6%.

Speaker #3: Atingimos aí uma venda de 6,6 bilhões, crescimento de 4,6% com relação ao mesmo período do ano passado. É desempenho que reafirma a força dos nossos ativos, a qualidade do nosso mix e a capacidade da Iguatemi de continuar capturando macroeconômico mais desafiador e com uma Copa do Mundo no meio desse calendário que, para o nosso cliente de alta renda, esse ano foi bastante atrativo.

Speaker #3: Foram mais jogos, uma Copa muito próxima, passeio bastante familiar. Então, muitos dos nossos clientes viajaram, mas mesmo assim a gente conseguiu atingir crescimento aqui de 4,6%.

Speaker #3: Na visão proporcional, acho que vale também destacar na nossa participação da Iguatemi o crescimento nas vendas por metro quadrado nos shoppings foi de mais de 13%, ou seja, crescimento robusto.

Ciro Neto: Na visão proporcional, acho que vale também destacar, na nossa participação da Iguatemi, o crescimento nas vendas por metro quadrado nos shoppings foi de mais de 13%, ou seja, um crescimento robusto, refletindo a estratégia nossa de alocação de capital com ativos de maior produtividade. Acho que vale destacar nas vendas, que após o final da Copa do Mundo, a aceleração das vendas voltaram aos patamares anteriores e também o nosso fluxo de veículos, olhando para os fluxos dos nossos shoppings, a gente voltou a patamares anteriores à Copa do Mundo. Olhando aqui para os nossos aluguéis, a nossa operação segue bastante equilibrada. Os aluguéis das mesmas áreas atingiram 2,5% no trimestre. Na visão proporcional, a participação da Iguatemi, o crescimento do aluguel por metro quadrado shoppings foi de 11,8%, refletindo a estratégia de alocação de capital com ativo de maior produtividade.

Speaker #3: Refletindo a nossa estratégia de alocação de capital, com ativos de maior produtividade. Acho que vale destacar, nas vendas, que após o final da Copa do Mundo a aceleração das vendas voltou aos patamares anteriores.

Speaker #3: E também o nosso fluxo de veículos, olhando para os nossos fluxos dos nossos shoppings, a gente voltou a patamares anteriores à Copa do Mundo.

Speaker #3: Olhando aqui para a nossa para os nossos aluguéis, a nossa operação segue bastante equilibrada. Os aluguéis das mesmas áreas atingiram 2,5% no trimestre. Na visão proporcional, a participação da Iguatemi e o crescimento do aluguel por metro quadrado dos shoppings foi de 11,8%, refletindo a estratégia de alocação de capital com ativos de maior produtividade.

Speaker #3: O custo de ocupação permaneceu em patamar saudável de 10,8, preservando o equilíbrio da operação para os nossos lojistas e a capacidade de geração de valor aqui nos nossos empreendimentos.

Ciro Neto: O custo de ocupação permaneceu em patamar saudável de 10.8%, preservando o equilíbrio da operação para os nossos lojistas e a capacidade de geração de valor aqui nos nossos empreendimentos. Nós encerramos o trimestre, olhando para nossa taxa de ocupação, com 96,9% de taxa de ocupação, resultado que reforça a atratividade dos nossos empreendimentos. Tivemos a chegada da H&M no Iguatemi Porto Alegre e também no Praia de Belas, tem sido um sucesso absoluto. A Birkenstock no Rio Sul, a expansão da Zara e a chegada da Carolina Herrera, e a assinatura da Birkenstock no Iguatemi Campinas. Além de tudo, a abertura da Ara Vartanian no Iguatemi São Paulo. A gente também anunciou a chegada da Maison Dior no Iguatemi São Paulo, reforçando o posicionamento do empreendimento como referência para as principais marcas globais de luxo, evidenciando a confiança da marca no potencial de consumo dos ativos.

Speaker #3: Nós encerramos o trimestre olhando para a nossa taxa de ocupação com 96,9% de taxa de ocupação. Resultado que reforça a atratividade dos nossos empreendimentos.

Speaker #3: Tivemos a chegada da Iteneme no Iguatemi Porto Alegre e também no Praia de Belas. Tem sido sucesso absoluto. A Birkenstock no Rio Sul, a expansão das áreas e a chegada da Carolina Herrera e a assinatura da Birkenstock no Iguatemi Campinas.

Speaker #3: Além de tudo, a abertura aqui da área Vartanian no Iguatemi São Paulo. A gente também anunciou a chegada da Maison da Dior no Iguatemi São Paulo, reforçando o posicionamento do empreendimento.

Speaker #3: Como referência para os principais marcas globais de luxo, evidenciando a confiança da marca no potencial de consumo dos ativos. Além disso, nós inauguramos a Iteneme no Shopping Rio Sul, que tem sido sucesso absoluto.

Ciro Neto: Além disso, nós inauguramos a H&M no Shopping Rio Sul, tem sido um sucesso absoluto, a primeira loja no Rio de Janeiro. Vale destacar que a gente fez uma troca de operações que vendiam um determinado valor e que a H&M está vendendo 6 times mais nesse mesmo espaço com a chegada nesse shopping. Concentrando a venda no Rio de Janeiro, sendo que foi a primeira loja da H&M no Rio, que reforça o nosso posicionamento de ser a porta de entrada nos mercados onde a gente atua para marcas internacionais e para marcas nacionais. Ainda as marcas internacionais continuam com bastante desejo de vir para o Brasil, ampliar os seus negócios conosco, sendo que elas estão olhando para os mercados globais com maior desafio e nós continuamos entregando uma performance muito acima da média olhando para esse segmento.

Speaker #3: A primeira loja no Rio de Janeiro. E vale destacar que a gente fez uma troca de operações que vendiam determinado valor e que a Iteneme está vendendo 6 vezes mais nesse mesmo espaço com a chegada nesse shopping.

Speaker #3: Concentrando a venda no Rio de Janeiro, sendo que foi a primeira loja da Iteneme no Rio, que reforça o nosso posicionamento de ser a porta de entrada nos mercados onde a gente atua, para marcas internacionais e para marcas nacionais.

Speaker #3: Ainda as marcas internacionais continuam com bastante desejo de vir para o Brasil, ampliar os seus negócios conosco. Sendo que elas estão olhando para os mercados globais com maior desafio e nós continuamos entregando uma performance muito acima da média olhando para esse segmento.

Speaker #3: Então, eu acho que isso reforça muito que a Iguatemi continua sendo a porta de entrada para essas marcas e para marcas nacionais relevantes nos mercados onde nós atuamos.

Ciro Neto: Eu acho que isso reforça muito que a Iguatemi continua sendo a porta de entrada para essas marcas e para marcas nacionais relevantes nos mercados onde nós atuamos. Falando aqui um pouco sobre a reciclagem de capital, no comparativo entre o Q2 2025 e o Q2 2026, nós promovemos mudanças de participação em nove ativos, refletindo uma estratégia consistente de gestão ativa de portfólio, com aquisição seletivas, aumento de participação em empreendimentos estratégicos e reciclagem, e a nossa disciplina de capital, que é um valor para nossa empresa. Esses movimentos ampliaram nossa exposição nos ativos de maior produtividade, como o Pátio Higienópolis, o Pátio Paulista, o Rio Sul, elevando a qualidade do nosso portfólio e fortalecendo nossa capacidade de geração de resultados a longo prazo.

Speaker #3: Falando aqui pouco sobre a reciclagem de capital, no comparativo entre o 2o tri de 2025 e o 2o tri de 2026, nós promovemos mudanças de participação em 9 ativos, refletindo uma estratégia consistente de gestão ativa de portfólio.

Speaker #3: Com aquisições seletivas, aumento de participação em empreendimentos estratégicos e reciclagem, e a nossa disciplina de capital, que é valor para a nossa empresa.

Speaker #3: Esses movimentos ampliaram nossa exposição nos ativos de maior produtividade, como o Pátio Dianópolis, o Pátio Paulista, o Rio Sul. Elevando a qualidade do nosso portfólio e fortalecendo nossa capacidade de geração de resultados a longo prazo.

Speaker #3: Acho que vale relembrar, eu falei isso no 1o trimestre, mas eu acho que vale relembrar que quando a gente olha o ranking dos 15 principais malls de venda por metro quadrado, a Iguatemi tem 6 desses shoppings.

Ciro Neto: Eu falei isso no Q1, mas eu acho que vale relembrar que quando a gente olha o ranking dos 15 principais malls de venda por metro quadrado, a Iguatemi tem six desses shoppings, e entre os five primeiros, a Iguatemi tem three, sendo que os two primeiros colocados são Iguatemi São Paulo e o JK, sendo que o Iguatemi São Paulo é o double do third colocado. Eu acho que isso reforça que a nossa alocação de capital tem sido cada vez mais inteligente, no sentido de aumentar nossa participação naqueles shoppings que têm uma alta produtividade de venda e com isso a gente consegue captar uma alta produtividade também nos nossos aluguéis.

Speaker #3: E entre os 5 primeiros, a Iguatemi tem 3, sendo que os 2 primeiros colocados são o Iguatemi São Paulo e o JK, sendo que o Iguatemi São Paulo é o dobro do 3o colocado.

Speaker #3: Eu acho que isso reforça que a nossa alocação de capital tem sido cada vez mais inteligente no sentido de aumentar nossa participação naqueles shoppings que têm uma alta produtividade de venda.

Speaker #3: E com isso, a gente consegue captar uma alta produtividade também nos nossos aluguéis. Olhando aqui também os nossos resultados e olhando muito para a consequência do resultado dessa estratégia.

Ciro Neto: Olhando aqui também os nossos resultados e olhando muito pra consequência do resultado dessa estratégia, em 2025, o EBITDA ajustado alcançou algo em torno de BRL 1.178 billion desde 2022, acumulando um CAGR de mais de 18%, refletindo a evolução dos nossos aluguéis e a maior eficiência dos nossos ativos. Que é esse gráfico que eu estou mostrando aqui à direita no slide six. Além disso, eu quero dar um destaque aqui pros nossos status de obra, das nossas expansões. Nós seguimos avançando no cronograma de obras das nossas principais iniciativas. Two expansões, o rooftop do Iguatemi São Paulo e o Iguatemi Brasília.

Speaker #3: Em 2025, o EBITDA ajustado alcançou algo em torno de 1,178 bilhão desde 2022, acumulando CAGR de mais de 18%, refletindo a evolução dos nossos aluguéis e a maior eficiência aqui dos nossos ativos.

Speaker #3: Esse gráfico que eu estou mostrando aqui à direita no slide 6. Além disso, eu quero dar destaque aqui para os nossos status de obra, das nossas expansões.

Speaker #3: Nós seguimos avançando no cronograma de obras dos nossos principais iniciativas. Duas expansões, o rooftop do Iguatemi São Paulo e o Iguatemi Brasília, os 2 com projetos absolutamente incríveis, desenvolvimento imobiliário também continua bastante forte, olhando aqui para o Iguatemi Campinas, onde a gente iniciou as obras da nossa torre, Iguatemi Tower.

Ciro Neto: Os two com projetos absolutamente incríveis, desenvolvimento imobiliário também continua bastante forte, olhando aqui pra Iguatemi Campinas, onde a gente iniciou as obras da nossa torre, Iguatemi Tower, e a first phase também das obras de infraestrutura do bairro Figueira, ambos em Campinas, onde a gente entrega as obras de infraestrutura do bairro este ano. Os projetos seguem evoluindo conforme o planejado, como eu falei também, com destaque pra obra do Iguatemi Tower e para o avanço das expansões, reforçando nossa estratégia de investir continuamente na qualificação dos nossos ativos e na geração de valor de longo prazo.

Speaker #3: E a 1a fase também das obras de infraestrutura do Bairro Figueira, ambos em Campinas, onde a gente entrega as obras de infraestrutura do bairro este ano.

Speaker #3: Os projetos seguem evoluindo conforme o planejado, como eu falei, também com destaque para a obra do Iguatemi Tower e para o avanço das expansões, reforçando nossa estratégia de investir continuamente na qualificação dos nossos ativos e na geração de valor de longo prazo.

Speaker #3: Olhando aqui também no slide 8 para os nossos para as nossas experiências, cultura e compromisso com o ESG, os eventos seguem como importante diferencial da Iguatemi no contexto com os clientes, com novas iniciativas que reforçam o posicionamento dos ativos como centro de cultura, bem-estar, lazer, experiências.

Ciro Neto: Olhando aqui também no slide eight pras nossas experiências, cultura e compromisso com ESG, os eventos seguem como um importante diferencial da Iguatemi no contexto com os clientes, com novas iniciativas que reforçam o posicionamento dos ativos como centro de cultura, bem-estar, lazer e experiências. Seguindo o sucesso do Iguatemi Talks, nós realizamos a first edição do Iguatemi Talks Wellness, com especialistas nacionais e internacionais em debates sobre qualidade de vida. O evento gerou uma ampla repercussão, com impacto potencial superior a two million de pessoas. Nós ainda também lançamos o Brasil Contemporâneo, que foi realizado no Teatro Iguatemi, conduzido pelo Fernando Schuler, pra debater os desafios e oportunidades do Brasil diante das transformações globais que nós temos. Foi um sucesso realmente, sold out em todas as edições que nós fizemos, muitas pessoas nos procurando pra poder participar num debate sobre o Brasil e o futuro do nosso país.

Speaker #3: Seguindo o sucesso do Iguatemi Talks, nós realizamos a 1a edição do Iguatemi Talk Wellness, com especialistas nacionais e internacionais em debates sobre qualidade de vida.

Speaker #3: O evento gerou uma ampla repercussão, com impacto potencial superior a 2 milhões de pessoas. Nós ainda também lançamos o Brasil Contemporâneo, que foi realizado no Teatro Iguatemi, conduzido pelo Fernando Schuller, para debater o desafio e desafios e oportunidades do Brasil diante das transformações globais que nós temos.

Speaker #3: Foi sucesso realmente sold out em todas as edições que nós fizemos, muitas pessoas nos procurando para poder participar. Num debate sobre o Brasil e o futuro do nosso país.

Speaker #3: Nós também seguimos fortalecendo o nosso calendário de eventos proprietários, com a 12a edição do Cinevista no JK, o Arraial do Rio Sul, o Pátio Gourmet.

Ciro Neto: Nós também seguimos fortalecendo o nosso calendário de eventos proprietários com a 12th edition do Cine Vista no JK, o Arraial do Rio Sul, o Pátio Gourmet, todos os eventos patrocinados, nossos parceiros estratégicos, como Bradesco Principal. Isso reforça que nós criamos, ao longo dos anos, eventos proprietários que são realmente atrativos, não só pros nossos clientes, mas para os anunciantes, que hoje é uma fonte de receita importante no nosso resultado. A gente vai continuar fazendo isso como um mindset importante, de oferecer uma experiência diferenciada pro nosso cliente, de oferecer unicidade no nosso portfólio, mas ao mesmo tempo gerar receita proprietária, onde nós temos esses eventos, onde a gente tem levado os nossos anunciantes pra mais próximo dos nossos clientes.

Speaker #3: Todos os eventos patrocinados do nosso parceiro estratégicos, como o Bradesco Principal e isso reforça que nós criamos ao longo dos anos eventos proprietários que são realmente atrativos, não só para os nossos clientes, mas para os anunciantes.

Speaker #3: E que hoje é uma fonte de receita importante no nosso resultado. E a gente vai continuar fazendo isso como mindset importante de oferecer uma experiência diferenciada para o nosso cliente, de oferecer unicidade no nosso portfólio, mas ao mesmo tempo gerar receita proprietária onde nós temos esses eventos e onde a gente tem levado os nossos anunciantes para mais próximo dos nossos clientes.

Speaker #3: Na agenda ESG, o principal destaque foi a publicação da 4a edição do relatório de sustentabilidade, que reúne os principais avanços da companhia nas frentes ambiental, social e de governança.

Ciro Neto: Na agenda ESG, o principal destaque foi a publicação da 4th edition do relatório de sustentabilidade, que reúne os principais avanços da companhia nas frentes ambiental, social, e de governança. Entre os destaques, avançamos no nosso compromisso de descarbonização. Nós mantivemos o uso de energias 100% renováveis nas operações e reforçamos nossa governança com permanência na carteira do ISE B3, nota B no CDP, e a evolução e a preparação para as normas do IFRS S1 e S2. Eu gostaria de encerrar a minha participação aqui pra passar a mensagem pro Guido. Nós encerramos o trimestre com o portfólio ainda mais qualificado, indicadores operacionais consistentes, e uma disciplina na alocação de capital, reforçando nossa estratégia de geração de valor no longo prazo. Eu vou passar agora a palavra pro Guido e volto a vocês na sessão de perguntas e respostas.

Speaker #3: E, entre os destaques, avançamos no nosso compromisso de descarbonização. Nós mantivemos o uso de energia 100% renovável nas nossas operações e reforçamos nossa governança com a permanência na carteira do ISB3.

Speaker #3: E nota B no CDP e a evolução e a preparação para as normas no IFRS S1 e S2. Eu gostaria de encerrar a minha participação aqui para passar a mensagem para o Guido.

Speaker #3: Nós encerramos o trimestre com portfólio ainda mais qualificado, indicadores operacionais consistentes, e uma disciplina na alocação de capital, reforçando nossa estratégia de geração de valor no longo prazo.

Speaker #3: Eu vou passar agora a palavra para o Guido e volto a vocês na sessão de perguntas e respostas.

Speaker #1: Olá. Bom dia, pessoal. prazer estar com vocês aqui no nosso 2o tri de 26. Primeiramente, nessa tabela, eu gostaria de mostrar a redução do nosso ABL próprio.

Guido Oliveira: Olá, bom dia, pessoal. É um prazer estar com vocês aqui no nosso Q2 de 2026. Primeiramente, nessa tabela, gostaria de mostrar a redução do nosso ABL próprio. A gente teve uma venda que aconteceu no Q1 de 2026, que a gente fez de alguns ativos, participações minoritárias em alguns ativos pra XP Malls, que foi divulgada em março do Q1. A gente também fez, no final de março, uma aquisição de 3% do Pátio Paulista. Essa evolução gerou uma queda de 12.8% na nossa ABL própria final, de 489,000 do Q2 de 2025 pra 426,000. ABL total do portfólio se mantém em 789,000 metros e o nosso shopping num número total de 17 shoppings.

Speaker #1: A gente teve uma venda que aconteceu no 1o tri de 25, 1o tri de 26, que a gente fez de alguns ativos participações minoritárias em alguns ativos para a XP Moto, que foi divulgada em março do 1o tri.

Speaker #1: A gente também fez, no final de março, uma aquisição de 3% do Pátio Paulista. Essa evolução gerou uma queda de 12,8% na nossa ABL própria final, de 489 mil do 2o tri de 25 para 426.

Speaker #1: A ABL total do portfólio se mantém em 789 mil metros e o nosso shopping em número total de 17 shoppings. Como o Ciro já destacou, a venda total do portfólio chega e alcança 6 bilhões e meio, 4,6% acima do 2o tri de 25.

Guido Oliveira: Como o Ciro já destacou, a venda total do portfólio chega e alcança BRL 6.5 billion, BRL 4.6 acima do Q2 de 2025 e nos 6 months uma venda total de BRL 12.2 billion, crescendo 8.2%. Importante mencionar, o same store sales se mantém em torno de 5%, nos 6 first months, 5.6%, e no same store sales do Q2, 4.2%. Cabe destacar que ao longo do semestre, vários shoppings estão com same store sales acima de 10%, principalmente Iguatemi São Paulo, JK, com uma venda no semestre de 10% em média. Iguatemi São Paulo com 10%, JK com 10.5%, temos Sorocaba com 11.5%.

Speaker #1: E nos 6 meses, uma venda total de 12,2 bilhões, crescendo 8,2%. Importante mencionar, o CMRS sales se mantém aí em torno de 5%, nos 6 primeiros meses 5,6% e no CMRS sales do 2o tri 4,2%.

Speaker #1: Cabe destacar que, ao longo do semestre, vários shoppings estão com CMRS sales acima de 10%, principalmente Iguatemi São Paulo, JK, com uma venda no semestre de 10% em média.

Speaker #1: Iguatemi São Paulo com 10%, JK com 10,5%. Temos Sorocaba com 11,5%. Desse número, além do impacto que a gente falou do descasamento da Páscoa em março, também teve o efeito de Copa do Mundo, que a gente ressaltou, que as vendas sofreram impacto de ficaram 32% menor quando comparado com o mesmo dia dos Jogos do Brasil no ano anterior.

Guido Oliveira: Desse número, além do impacto que a gente falou do descasamento da Páscoa em março, também teve o efeito de Copa do Mundo, que a gente ressaltou que as vendas sofreram impacto, ficaram 32% menor quando comparado com o mesmo dia dos jogos do Brasil no ano anterior. A gente comparou o dia do jogo do Brasil com o mesmo dia no ano anterior e teve uma queda de 32%. Não fosse isso, como a gente mostrou, as nossas vendas teriam ficado em torno de 7% em junho. Mesmo considerando que teve um efeito de viagem do nosso cliente, tendo em vista que essa Copa foi uma Copa maior. Ela foi diferente das outras Copas, com muito mais jogos, teve uma fase que não tinha. E sem contar que a última Copa foi no Qatar e essa foi nos Estados Unidos, então muito mais próximo pro nosso cliente.

Speaker #1: A gente comparou o dia do jogo com o dia do jogo do Brasil com o mesmo dia no ano anterior e teve uma queda de 32%.

Speaker #1: Não fosse isso, como a gente mostrou, as nossas vendas teriam ficado em torno de 7% em junho. Mesmo considerando que teve efeito de viagem do nosso cliente, tendo em vista que essa Copa foi uma Copa maior, ela foi diferente das outras Copas, com muito mais jogos, teve uma fase que não tinha, e sem contar que a última Copa foi no Qatar e essa foi nos Estados Unidos.

Speaker #1: Então, muito mais próximo para o nosso cliente. Então, a gente o que o Ciro já ressaltou, que a partir de 15 de julho a nossa venda voltou ao normal, aos patamares pré-Copa, depois que a Copa acabou.

Guido Oliveira: O Ciro já ressaltou que a partir de 15 July, a nossa venda voltou ao normal, aos patamares pré-Copa, depois que a Copa acabou, e os nossos fluxos de veículos, e também com um grande evento de entretenimento com os filmes Toy Story 5, The Odyssey e Homem-Aranha, que vêm bombando os cinemas. A venda recuperou bem. Olhando no same store rent e no same area rent, a gente com 2.7%, 2.5% acima do repasse de IGP-M, com ganho real sobre o repasse de IGP-M de 0.9%. Mesmo com uma venda menor, a gente mostra a taxa de ocupação em 97% e o custo de ocupação de 10.8%, super salável, inadimplência líquida de 0 e o desconto em torno de 2% sobre os aluguéis, que é um desconto muito abaixo dos últimos anos, um patamar que a gente praticava 15 anos atrás.

Speaker #1: E os nossos fluxos de veículos e também com grande evento aí de entretenimento com os filmes Toy Story 3, Odisseia e Homem-Aranha. Que vem bombando aí os cinemas.

Speaker #1: Então, a venda recuperou bem. Olhando no CMStore Rent e no CMRS Rent, a gente está com 2,7%, 2,5%, acima do repasse do IGP-M, com ganho real sobre o repasse do IGP-M de 0,9%.

Speaker #1: Mesmo com uma venda menor, a gente mostra aí a taxa de ocupação em 97%, com vacância de 10,8%, super saudável, e inadimplência líquida de zero.

Speaker #1: E o desconto em torno de 2% sobre os aluguéis, que é um desconto muito abaixo aí dos últimos anos, patamar que a gente praticava 15 anos atrás.

Speaker #1: Então, mostra aí como está saudável o nosso portfólio. Mas cabe ressaltar aqui que o melhor dos números para a gente ver é a nossa venda e aluguel por metro quadrado, que, na nossa participação, cresceu 13% no 2º tri de 26 contra o 2º tri de 25, e 12% nos 6 meses de 26 contra os 6 meses de 25.

Guido Oliveira: Mostra como está saudável o nosso portfólio. Cabe ressaltar aqui que os melhores números pra gente ver é a nossa venda e aluguel por metro quadrado, que na nossa participação, cresceu 13% no Q2 2026 contra o Q2 2025 e 12% nos H1 2026 contra os H1 2025, isso denotando a movimentação de portfólio que a gente fez focando nos ativos com maior performance e produtividade do portfólio. Passando pra página seguinte, a gente mostra aqui os efeitos dos resultados financeiros ajustados pelo pro forma.

Speaker #1: Isso denotando a movimentação de portfólio que a gente fez, focando nos ativos com maior performance e produtividade do portfólio. Passando para a parte na seguinte, a gente mostra aqui os efeitos dos resultados financeiros ajustados pelo Proforma.

Speaker #1: Como a gente mostrou, no release mostramos na tabela que o Ciro apresentou, a gente teve uma movimentação se considerada aí de 2024 em 10 ativos, mas considerando o ano passado em 9 ativos, entre as duas torres do marketplace, o Galeria, o marketplace propriamente e as movimentações no Iguatemi Alphaville, no Praia de Belas, no Ribeirão e no Rio Preto.

Guido Oliveira: Como a gente mostrou no release e mostrou na tabela que o Ciro apresentou, a gente teve uma movimentação, se considerar desde 2024, em 10 ativos, mas considerando o ano passado em 9 ativos, entre as duas torres do Marketplace, o Galeria, o Marketplace propriamente, e as movimentações no Iguatemi Alphaville, no Praia de Belas, no Ribeirão e no Rio Preto. Isso fez com que a gente, além do que a gente já tinha feito no ano passado, de tirar do nosso resultado aquele resultado dos parceiros, tendo em vista o instrumento financeiro que a gente utilizou pra compra do Pátio Paulista e Genóxilo, que foi um CRI, que os parceiros compraram logo no início de April 2025, e a gente liquidou esse CRI em 30 June, com a entrega da participação imobiliária pros criistas.

Speaker #1: Isso fez com que a gente, além do que a gente já tinha feito no ano passado de tirar do nosso resultado aquele resultado dos parceiros, tendo em vista o instrumento financeiro que a gente utilizou para a compra do Pátio Paulista e do Genópolis, que foi o CRI, que os parceiros compraram logo no início de abril de 2025.

Speaker #1: E a gente liquidou esse CRI em 30 de junho com a entrega da participação imobiliária para os CRIistas. Esse resultado passou no nosso operacional acima do EBITDA como o nosso resultado e saiu na despesa financeira como juros do CRI.

Guido Oliveira: Esse resultado passou no nosso operacional acima do EBITDA como nosso resultado e saiu na despesa financeira como juros do CRI. A gente já tinha mostrado isso, a nossa receita líquida recorrente no ano passado era de BRL 389 million, já ajustado aos parceiros. Tirando o efeito pro forma, a gente chegou em BRL 354 million. Esses BRL 354 million, quando comparado com o segundo Q de 2026, mostra um crescimento de 11% na receita líquida, no EBITDA, um crescimento de 11%, no lucro líquido, um crescimento de 21%, e no FFO, um crescimento de 22%. Na próxima tabela, a gente colocou essa tabela para mostrar a conciliação dos resultados recorrente e pro forma. A gente saiu do segundo Q 2025, ajustado ao ganho de capital do Marketplace, do Galeria e ao resultado dos parceiros.

Speaker #1: E então a gente já tinha mostrado isso, então a nossa receita líquida recorrente no ano passado era de 389 milhões. Já ajustado aos parceiros, tirando o efeito Proforma, a gente chegou em 354 milhões.

Speaker #1: Esses 354 milhões quando comparado com o 2o tri de 26 mostra crescimento de 11% na receita líquida. No EBITDA, crescimento de 11%. No lucro líquido, crescimento de 21%.

Speaker #1: E no FFO, crescimento de 22%. Na próxima tabela, a gente colocou essa tabela para mostrar a conciliação dos resultados recorrente e Proforma, então a gente saiu do 2o tri 25 ajustado ao ganho de capital do marketplace do Galeria e ao resultado dos parceiros.

Speaker #1: Então a gente sai de EBITDA de 445 para 288. E aí o entre compras e vendas, o EBITDA que foi perdido foi de 26 milhões, chegando em 262 milhões.

Guido Oliveira: A gente sai do EBITDA de BRL 445 para BRL 288, e aí entre compras e vendas, o EBITDA que foi perdido foi de BRL 26 million, chegando em BRL 262 million. Entre o EBITDA de BRL 290 do segundo Q de 2026 ao EBITDA de pro forma de BRL 262, a gente teve um crescimento de 10.8%. E quando a gente olha todas as nossas métricas de aluguel mínimo, aluguel percentual, locação temporária, taxa de administração, estacionamento, outros e varejo, todos com crescimento acima de 10%. Cabe ressaltar o varejo, que teve um número excelente no segundo Q, crescendo no same store 15% e na venda total crescendo 25.8%, com as novas lojas, com um efeito muito forte de venda da Birkenstock e de Polo Ralph Lauren, performando super bem no segundo Q. No H, o mesmo efeito.

Speaker #1: Entre o EBITDA de 290 do 2o tri de 26 ao EBITDA de Proforma de 262, a gente teve crescimento de 10,8%. E quando a gente olha todas as nossas métricas, de aluguel mínimo, aluguel percentual, locação temporária, taxa de administração, estacionamento, outros e varejo, todos com crescimento acima de 10%.

Speaker #1: Cabe ressaltar o varejo, que teve número excelente no 2o tri, crescendo no CMStore 15% e na venda total crescendo 25,8%, com as novas lojas como efeito muito forte de venda da Birkenstock e de Paulo Halfloren, performando super bem aí no 2o tri.

Speaker #1: No semestre, o mesmo efeito, a gente cresce nas métricas de receita bruta e receita líquida acima de 11%. Quando você faz os ajustes, dos ajustes Proforma.

Guido Oliveira: A gente cresce nas métricas de receita bruta e receita líquida acima de 11%, quando você faz os ajustes pro forma. Passando para o nosso balanço. A gente chega numa dívida líquida de BRL 2.138 billion, um aumento em relação ao 31 March 2026. Em March, a gente fez as vendas. E agora, no segundo Q, a gente pagou a parcela do RioSul, pagou uma parcela de dividendos. A gente volta para uma alavancagem, sem considerar no EBITDA o ganho de capital, para a mesma alavancagem de December, que é em torno de 1.80x. A gente começou essas operações de compra e venda de ativos com uma alavancagem lá em 2024, em torno de 1.90x, e a gente termina esse ciclo agora com as vendas do Q1, com a mesma alavancagem ou um pouco menor no Q2, em torno de uma alavancagem de 1.80x.

Speaker #1: Passando para o nosso balanço, a gente chega numa dívida líquida de uma dívida líquida de 2.138, aumento em relação ao 31 de março de 26.

Speaker #1: Em março, a gente fez as vendas, e agora no 2o tri a gente pagou a parcela do Rio Sul, pagou uma parcela de dividendos.

Speaker #1: A gente volta para uma alavancagem sem considerar no EBITDA o ganho de capital, para a mesma alavancagem de dezembro que é em torno de 1,80.

Speaker #1: A gente começou essas operações de compra e venda de ativos com uma alavancagem lá em 2024 em torno de 1,90, e a gente termina esse ciclo agora com as vendas do 1o tri, com a mesma alavancagem, pouco menor aí no 2o tri, em torno de uma alavancagem de 1,80.

Speaker #1: A gente preservou a alavancagem nesses dois anos, entre 1,60 e 1,80. Também vale ressaltar que esse crescimento que a gente fez através de focar nos principais ativos, vem nos mantendo com take rate da ordem de 8,3% sobre as vendas, quando a gente olha o último 12 meses, mesmo considerando esse tri com uma venda menor, a gente manteve o mesmo take rate perdendo pouco de overage, porque a gente teve menos venda do internacional, tendo em vista o deslocamento, os impactos das férias dos nossos clientes e da Copa do Mundo, mas a gente preservou take rate muito saudável de 8,3%.

Guido Oliveira: A gente preservou a alavancagem nesses dois anos entre 1.60x and 1.80x. Também vale ressaltar que esse crescimento que a gente fez através de focar nos principais ativos, vem nos mantendo com o take rate da Order de 8.3% sobre as vendas, quando a gente olha os últimos 12 meses. Mesmo considerando esse Q com uma venda menor, a gente manteve o mesmo take rate, perdendo um pouco de overage rent, porque a gente teve menos venda do internacional, tendo em vista os impactos das férias dos nossos clientes da Copa do Mundo, mas a gente preservou um take rate muito saudável de 8.3%.

Speaker #1: E o nosso aluguel a venda por metro quadrado chegando aí no 2o tri em 2.726 reais por metro quadrado, olhando os últimos 12 meses, é a maior venda por metro quadrado do setor.

Guido Oliveira: O nosso aluguel, a venda por metro quadrado chegando aí no Q2 em BRL 2,726 por metro quadrado, olhando os últimos 12 meses, é a maior venda por metro quadrado do setor, e o aluguel por metro quadrado chegando em BRL 227 por metro quadrado, o maior aluguel por metro quadrado do setor também. Com isso eu abro para perguntas e respostas.

Speaker #1: E o aluguel por metro quadrado chegando em 227 reais por metro quadrado, o maior aluguel por metro quadrado do setor também. E com isso, eu abro para perguntas e respostas.

Speaker #2: Obrigado. Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas apenas para investidores e analistas. Caso haja alguma pergunta, por favor, cliquem no botão "Levantar a mão".

Operator 2: Obrigado. Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas apenas para investidores e analistas. Caso haja alguma pergunta, por favor, cliquem no botão "Levantar a mão". Se a sua pergunta for respondida, você pode sair clicando em "Abaixar a mão". As perguntas serão atendidas na ordem em que são recebidas. Por favor, aguardem. A nossa primeira pergunta vem de Fanny Oreng, Santander.

Speaker #2: Se a sua pergunta for respondida, você pode sair clicando em "Abaixar a mão". As perguntas serão atendidas na ordem em que são recebidas. Por favor, aguardem.

Speaker #2: A nossa primeira pergunta vem de Fanny Orange, Santander.

Speaker #3: Bom dia, pessoal. Eu tenho duas perguntas. Então, vamos lá. Primeira pergunta com relação a vendas. Acho que quando vocês abrem lá, tem a quebra que vocês divulgam com relação à categoria, chamou bastante atenção a parte ali de artigos do lar, também livrarias.

Fanny Oreng: Bom dia, pessoal. Eu tenho duas perguntas. A primeira pergunta é com relação a vendas. Acho que quando vocês abrem, tem a quebra que vocês divulgam com relação a categorias, chama bastante a atenção a parte de artigos do lar, também livrarias. Não sei se vocês podem dividir um pouquinho com a gente o que aconteceu nessa parte específica, se vocês acham que tem a ver com a Copa do Mundo ou algum problema específico de algum varejista que possa estar passando, e eu não sei o quanto vocês podem dar disclosure para a gente. Acho que essa seria minha primeira pergunta. Minha segunda pergunta, eu queria entender se vocês já começaram o processo de locação das expansões, tanto do rooftop do Iguatemi São Paulo, como também lá do Iguatemi Brasília, e queria entender como é que vocês estão vendo essa questão de allowances.

Speaker #3: Então, não sei se vocês podem dividir pouquinho com a gente o que aconteceu nessa parte aí específica, se vocês acham que tem a ver com o copo ou alguns problemas específicos de algum varejista que possa estar passando e aí eu não sei o quanto vocês podem dar de disclosure para a gente.

Speaker #3: Acho que a primeira pergunta e minha segunda pergunta, eu queria entender se vocês já começaram o processo de locação das expansões, tanto do rooftop do Iguatemi São Paulo como também lá do Iguatemi Brasília, e queria entender como é que vocês estão vendo essa questão de allowances, como é que vocês estão vendo a tendência de allowances evoluindo.

Fanny Oreng: Como é que vocês estão vendo a tendência de allowances evoluindo? A gente começa a ver alguns investidores começando a ficar mais preocupados, dado a aplicação que teve de Multiplan, que mostrou um pouco mais de allowances. Eu gostaria de entender como é que vocês estão vendo essa tendência do varejista. Imagino que o varejista está mais preocupado com o cenário macroeconômico. Não sei se está demandando mais por abertura de novas lojas. Seria legal se vocês pudessem falar um pouquinho. Super obrigada.

Speaker #3: Então, a gente começa a ver alguns investidores começando a ficar mais preocupados dado a aplicação que teve aí de múltipla, que mostrou pouco mais de allowances.

Speaker #3: Então, eu gostaria de entender como é que vocês estão vendo essa tendência aí do varejista. Imagino que o varejista está mais preocupado com o cenário macroeconômico, então não sei se está demandando mais por abertura de novas lojas.

Speaker #3: Então, seria legal se vocês pudessem falar pouquinho. Super obrigada.

Speaker #1: Obrigado, Fanny. Obrigado aí pela pergunta. Eu acho que olhando especificamente para o segmento de artigos para o lar, a gente tem visto no mercado, que eu acho que é uma tendência do mercado de uma redução inclusive de tamanho dessas áreas olhando para a Bahia e Caso Bahia entre outras, mas principalmente no nosso caso que a gente sempre teve posicionamento de ter uma marca mais premium como a Fast Shop, uma desaceleração da venda da Fast Shop em função dos problemas que todos aí já acompanharam.

Ciro Neto: Obrigado, Fanny, pela pergunta. Eu acho que olhando especificamente pro segmento de artigos pro lar, a gente tem visto no mercado, que eu acho que é uma tendência do mercado, de uma redução, inclusive de tamanho dessas áreas, olhando pra Casas Bahia, entre outras, mas principalmente no nosso caso, que a gente sempre teve um posicionamento de ter uma marca mais premium como a Fast Shop, uma desaceleração da venda da Fast Shop em função dos problemas que todos já acompanharam. Eu acho que teve uma questão bastante forte de estoque dessas operações nesse momento, mas a gente acredita muito numa questão de redução, e que também abre uma oportunidade pra gente de redução e abertura de ABL nesses espaços, assim como a gente fez lá no Rio Sul.

Speaker #1: Eu acho que teve uma questão bastante forte de estoque dessas operações nesse momento, mas a gente acredita muito numa questão de redução e que também abre uma oportunidade para a gente de redução e abertura de ABL nesses espaços, assim como a gente fez lá no Rio Sul.

Speaker #1: O Rio Sul entrou, a ITM entrou num lugar onde era uma operação de uma loja de artigos para o lar e hoje está vendendo seis vezes mais do que vendia essa operação.

Ciro Neto: A H&M entrou num lugar onde era uma operação de uma loja de artigos pro lar e hoje está vendendo seis vezes mais do que vendia essa operação. Sim, teve uma queda muito focada especificamente nessas operações, eu acho que como tendência, num próximo passo, uma redução de espaços voltados pra esses operadores, o que também abre a oportunidade pra gente trazer operações que tenham uma venda por metro quadrado e uma rentabilidade maior.

Speaker #1: Sim, teve uma queda muito focada especificamente nessas operações, mas eu acho que como tendência num próximo passo, uma redução de espaços voltados para esses operadores, o que também abre oportunidade para a gente trazer operações que têm uma venda por metro quadrado e uma rentabilidade maior.

Guido Oliveira: Completando o Ciro, Fanny, é redução de área bruta locável. A gente fechou várias operações da Via Varejo, que a gente trocou até por operações com service spread muito melhor. Dou o exemplo do Rio Sul, que fechou uma Ponto Frio e uma Casas Bahia, a gente botou uma H&M vendendo seis vezes mais. Voltando pra sua segunda pergunta, a questão da expansão. Olha, a gente vem bem nas negociações do rooftop aqui do quarto piso do Iguatemi São Paulo e da expansão do Iguatemi Brasília. Na questão de allowance, a gente tem tanto allowance como revenda de ponto. Ao longo desse ano, a gente até teve um movimento de revenda de ponto um pouco menor do que o ano passado, isso você pode olhar no nosso número de outras receitas, mas que a gente vai recuperar no H2.

Speaker #1: Então, assim, completando o Ciro, Fanny, é redução de área bruta locável, então a gente fechou várias operações a via varejo, que a gente trocou até por operações com sales spread muito melhor, dou o exemplo do Rio Sul, que fechou uma ponto frio e uma Caso Bahia, a gente botou uma ITM vendendo seis vezes mais.

Speaker #1: E aí, voltando para a sua segunda pergunta, a questão da expansão, olha, a gente vem bem nas negociações do rooftop aqui do quarto piso do Iguatemi São Paulo e da expansão do Iguatemi Brasília, e na questão de allowance, a gente tem tanto allowance como revenda de ponto.

Speaker #1: Ao longo desse ano, a gente até teve movimento de revenda de ponto pouco menor do que o ano passado, isso você pode olhar no nosso número de outras receitas, mas que a gente vai recuperar no segundo trimestre, no segundo semestre, várias negociações, a gente acabou de contabilizar agora em julho a venda de ponto importante aqui no Iguatemi São Paulo, que foi para eu vou até falar que foi para Sisley, então assim, a gente vê a métrica de revenda de ponto muito alinhada com o que a gente sempre fez, então a gente deve mostrar números aí importantes no terceiro tri e no quarto tri, considerando a agenda comercial que a gente tem.

Guido Oliveira: Várias negociações, a gente acabou de contabilizar agora em julho a venda de um ponto importante aqui no Iguatemi São Paulo, vou até falar que foi pra Sisley. A gente vê a métrica de revenda de ponto muito alinhada com o que a gente sempre fez. A gente deve mostrar números importantes no Q3 e no Q4, considerando a agenda comercial que a gente tem. Em relação a allowance pras novas obras, pras expansões, considerando Brasília e Iguatemi São Paulo, as negociações são muito mais pra revenda do ponto do que allowance. A gente segue no mesmo patamar que a gente vinha fazendo. Ultimamente, não tem nenhum acréscimo, subida ou susto, nada, uma preocupação. Na verdade, é o mais do mesmo. Os shoppings mais fracos precisando, quando você tem, por exemplo, H&M, a gente negociou 5 lojas.

Speaker #1: Em relação a allowance, para as novas obras, para as expansões, considerando Brasília e Iguatemi São Paulo, olha, as negociações são muito mais para revenda do ponto do que allowance, então a gente segue aí na mesa, no mesmo patamar que a gente vinha fazendo ultimamente, não tem nenhum acréscimo, o, subida ou susto ou nada, é uma preocupação.

Speaker #1: Na verdade, é o mais do mesmo, o shopping mais fraco precisando quando você tem, por exemplo, ITM, a gente negociou cinco lojas, em uma única o shopping a gente pagou, nos outros quatro shoppings eles pagaram revenda de ponto.

Guido Oliveira: Em um único shopping a gente pagou, nos outros four shoppings eles pagaram revenda de ponto. Depende do shopping, depende da negociação, mas não tem nada que foge ao normal da nossa negociação comercial.

Speaker #1: Então, depende do shopping, depende da negociação, mas não tem nada que foge ao normal da nossa negociação comercial.

Ciro Neto: Eu acho que vale destacar que a gente vem mantendo o número de allowance bastante equilibrado nos últimos anos, compensado pela revenda, então a gente tenta meio que fazer um net entre os dois. Sim, eu acho que tem uma pressão maior no mercado, eu acho que muito porque talvez outros operadores, na tentativa de melhorar o seu portfólio, tenham investido mais pra colocar essas operações. No caso do Iguatemi, a força do nosso portfólio, a baixa vacância e a necessidade dessas marcas se aliarem com a gente, reforçam o nosso posicionamento da gente, às vezes, muito mais cobrar o ponto do que eventualmente ficar dando allowance pra todas as marcas.

Speaker #3: Eu acho que vale destacar que a gente vem mantendo o número de allowance bastante equilibrado nos últimos anos, compensado pela revenda, então a gente tenta meio que fazer net entre os dois.

Speaker #3: E sim, eu acho que tem uma pressão maior no mercado, eu acho que muito porque talvez outros operadores, na tentativa de melhorar o seu portfólio, tenham investido mais para colocar essas operações.

Speaker #3: No caso da Iguatemi, a força do nosso portfólio, a baixa vacância e a necessidade dessas marcas se aliarem com a gente, reforça o nosso posicionamento da gente às vezes muito mais cobrar o ponto do que eventualmente ficar dando allowance para todas as marcas.

Fanny Oreng: Perfeito, super claro. Posso só fazer um follow-up na venda? Teve mais algum tipo de varejista que chamou a atenção de performance pra puxar esses same-store sales pra baixo, ou vocês acham que foi mais efeito de Copa mesmo e também dessa categoria de produto?

Speaker #3: Perfeito. Super claro. Posso só fazer follow-up na venda? Teve mais algum tipo de varejista que chamou a atenção de performance para puxar esse semestral sales para baixo?

Speaker #3: Vocês acham que foi mais efeito de copa mesmo e aí também dessa categoria de produtos?

Guido Oliveira: Foi efeito de Copa, Fanny. O internacional vendeu menos em junho por conta da Copa. A gente teve uma queda no internacional.

Speaker #1: De Copa, foi efeito de Copa, viu, Fanny? A gente internacional não vendeu menos em junho por conta da Copa, então a gente teve uma queda no internacional.

Fanny Oreng: Entendi, porque a turma provavelmente viajou, comprou lá.

Speaker #3: Entendi, porque a turma provavelmente viajou, comprou lá.

Guido Oliveira: Não, ou não comprou. Estava viajando. Não sei se o cara comprou, mas eu sei que ele assistiu ao jogo da Copa do Mundo.

Speaker #1: Não, não comprou, estava viajando. Eu vejo o cara comprou, mas eu sei que ele assistiu ao jogo da Copa do Mundo.

Ciro Neto: Eu acho que tem uma coisa importante. A gente vinha muito acelerado na venda das internacionais e eu sempre defendi que esse é um movimento estrutural, porque as marcas internacionais estão investindo no Brasil. Elas acreditam no Iguatemi como a porta de entrada das marcas no Brasil. Acabei de falar, a gente fez a Dior. A gente está ampliando os negócios. Há uma necessidade dessas marcas ampliarem os seus espaços com a gente e ninguém faria isso se não tivesse uma performance tão positiva. A maioria das marcas, das últimas conversas todas que eu tive, as lojas do Brasil, quando você compara as Américas inteiras, Estados Unidos, Canadá, México, e aqui América do Sul, as nossas lojas do Iguatemi São Paulo e do JK configuram entre as cinco melhores lojas em performance, olhando pra moeda forte, olhando pra dólar. Acho que a gente continua.

Speaker #2: Eu acho que tem uma coisa importante. A gente vinha muito acelerado na venda das internacionais, e eu sempre defendi que esse é um movimento estrutural, porque as marcas internacionais estão investindo no Brasil, elas acreditam na Iguatemi como uma porta de entrada das marcas no Brasil.

Speaker #2: A gente acabei de falar, a gente fez a Dior, a gente está ampliando os negócios, há uma necessidade dessas marcas ampliarem os seus espaços com a gente, e ninguém faria isso se não tivesse uma performance tão positiva.

Speaker #2: A maioria das marcas, das últimas conversas todas que eu tive as lojas do Brasil, elas estão entre as quando você compara as Américas inteiras, os Estados Unidos, Canadá, México, e aqui a América do Sul, as nossas lojas do Iguatemi São Paulo e do JK, elas configuram entre as cinco melhores lojas em performance, olhando para a moeda forte, olhando para dólar, então eu acho que a gente continua.

Ciro Neto: O que a gente teve foi um efeito no calendário muito diferente do que aconteceu na Copa passada. Foi uma Copa maior, de mais jogos, fácil de ir, umas férias, eu acho que muito familiar, de você levar a família inteira e aproveitar todas as condições dos Estados Unidos, de ir pra Orlando, ir pra outros lugares, e o nosso cliente de alta renda é um cliente que viaja. Eu acho que a gente percebeu o nosso cliente viajando mais, aproveitando mais esse momento em família fora. Tanto é que quando acabou a Copa, nossa venda voltou a acelerar nos últimos 15 dias de julho aos mesmos patamares que a gente tinha antes da Copa, e o nosso fluxo também. Isso dá uma tranquilidade pra gente de que a gente volta pros nossos números que a gente sempre apresentou de crescimento de venda.

Speaker #2: O que a gente teve foi efeito no calendário muito diferente do que aconteceu na copa passada, foi uma copa maior de mais jogos, fácil de ir, umas férias, eu acho que muito familiar, de você levar a família inteira, e aproveitar todas as condições dos Estados Unidos de ir para a Holanda, ir para outros lugares, e o nosso cliente de alta renda é cliente que viaja.

Speaker #2: Então, eu acho que a gente percebeu uma viagem, o nosso cliente viajando mais, aproveitando mais esse momento em família fora. Tanto é que, quando acabou a Copa, a nossa venda voltou a acelerar nos últimos 15 dias de julho, aos mesmos patamares que a gente tinha antes da Copa, e o nosso fluxo também.

Speaker #2: Então, isso dá uma tranquilidade para a gente de que a gente vai fazer a gente volta para os nossos números que a gente sempre apresentou de crescimento de venda.

Fanny Oreng: Perfeito, Ciro. Muito obrigada. Obrigada, Guidon.

Speaker #3: Perfeito, Ciro. Perfeito. Muito obrigada, viu? Obrigada, Guidon.

Guido Oliveira: Obrigado.

Speaker #1: Obrigado.

Operator 2: Seguimos com Mário Simplício, Morgan Stanley.

Speaker #4: Seguimos com Mário Simplício, Morgan Stanley.

Mário Simplício: Bom dia, time Iguatemi, obrigado por tomarem a minha pergunta. Eu tenho duas também. A primeira é a questão de como vocês estão vendo os leasing spreads dos novos contratos que vocês estão assinando esse ano, se vocês poderiam dar um color, se tem algum ativo que está performando melhor que o outro. A segunda é também clicando de novo nessa questão da melhora pós-Copa, como vocês estão vendo as vendas de julho, se vocês podem dar um pouco mais de color em como estão vendo as tendências agora. Obrigado.

Speaker #2: Bom dia, time Iguatemi. Obrigado por tomarem a minha pergunta. Eu tenho duas também. A primeira é a questão de como vocês estão vendo os leasing spreads dos nossos contratos que vocês estão assinando esse ano. Vocês poderiam dar cor se tem algum ativo que está performando melhor que o outro?

Speaker #2: E a segunda é também clicando de novo nessa questão da melhora pós-copa, como é que vocês estão vendo as vendas em julho já, se vocês podem dar pouco mais de colo como vocês estão vendo as tendências agora?

Speaker #2: Obrigado.

Speaker #1: Bom, a gente está com leasing spreads de renovações de novas locações acima de 10%, a gente vem muito bem em leasing spread nesse acumulado de seis meses, a gente manteve uma ocupação bem alta nesse semestre, a gente fechou com ocupação de 97,2 e o tri a gente fechou com ocupação de 96,9, teve churn aí principalmente no interior pouquinho mais alto em satélites que a gente vem recuperando agora ao longo do segundo semestre com as contratações que a gente já está fechadas, e a segunda pergunta é sobre o as vendas de julho.

Guido Oliveira: A gente está com o leasing spread de renovações de novas locações acima de 10%. A gente vem muito bem em leasing spread nesse acumulado de 6 meses. A gente manteve uma ocupação bem alta, no semestre a gente fechou com ocupação de 97.2 e o Q3 a gente fechou com ocupação de 96.9. Teve um Churning, principalmente no interior, um pouquinho mais alto em satélites, que a gente vem recuperando agora ao longo do H2, com as contratações que já estão fechadas. A segunda pergunta é sobre as vendas de julho. As vendas de julho, a gente viu uma first quinzena sofrendo por causa de Copa ainda. O último jogo do Brasil foi em julho, então a gente teve o mesmo efeito que a gente viu nas first semanas de junho.

Speaker #1: as vendas de julho, a gente viu uma primeira quinzena sofrendo por causa de copa ainda, o mesmo efeito que a gente teve no último jogo do Brasil foi em julho, então a gente teve o mesmo efeito que a gente viu nos quatro nas primeiras semanas de junho, e olhando para o nosso fluxo de veículos, que é sinal, a gente recuperou praticamente quase todo o fluxo negativo da primeira quinzena na segunda quinzena.

Guido Oliveira: Olhando pro nosso fluxo de veículos, que é um sinal, a gente recuperou praticamente quase todo o fluxo negativo da primeira quinzena na segunda quinzena. As vendas que caíram na primeira quinzena, a gente recuperou tudo na segunda quinzena. O fluxo de vendas voltou muito forte. A venda de julho é uma venda positiva, não alta. A gente olhando o termômetro da segunda quinzena, a gente vê que as vendas voltaram ao patamar normal pré-Copa, que era um número que a gente vinha orbitando na venda em torno de 9% and 10%.

Speaker #1: E as vendas que caíram na primeira quinzena a gente recuperou tudo na segunda quinzena, então o fluxo de vendas voltou muito forte, a venda de julho é uma venda positiva, não alta, mas a gente olhando o termômetro da segunda quinzena a gente vê que as vendas voltaram a patamar normal pré-copa.

Speaker #1: Que era número que a gente vinha orbitando na venda em torno de 9, 10%.

Mário Simplício: Perfeito, obrigado.

Speaker #2: Perfeito, obrigado.

Operator 2: Seguimos com João Pedro Rodrigues, XP.

Speaker #4: Seguimos com João Pedro Rodrigues, XP.

João Rodrigues: Bom dia, pessoal. Obrigado pela oportunidade de estar aqui fazendo pergunta. Eu tenho duas aqui do nosso lado também. A primeira, eu queria discutir um pouquinho com vocês sobre métricas por metro quadrado. A gente andou olhando pros three principais players listados aqui e a gente viu que recentemente vocês deram uma desgarrada do principal player de vocês em termos de receita por metro quadrado.

Speaker #5: Bom dia, pessoal. Obrigado pela oportunidade de estar aqui fazendo pergunta. Eu tenho duas aqui do nosso lado também. A primeira, eu queria discutir um pouquinho com vocês sobre métricas por metro quadrado.

Speaker #5: A gente andou olhando para os três principais players listados aqui, e a gente viu que recentemente vocês deram uma desgarrada do principal player de vocês, em termos de receita por metro quadrado.

João Rodrigues: Eu queria entender como é que vocês avaliam isso internamente e justificam isso internamente, se isso foi já visivelmente um resultado dos investimentos que vocês fizeram e dos novos investimentos que vocês fizeram, se tem um fator de gestão de mix que foi exercido ao longo dos últimos trimestres que justifique essas performances de vocês, e se vocês imaginam que os ativos novos, os Pátios e o Rio Sul, ainda têm métrica por metro quadrado a ser incrementada, de modo que vocês consigam manter essa liderança que vocês alcançaram, talvez até aumentar um pouco. Essa é a primeira. A segunda, eu queria falar um pouquinho de reforma tributária. Eu acho que vocês tiveram um mérito muito grande desde cedo, o mérito legal de incorporar as cláusulas dos contratos prevendo como seria a tributação por fora.

Speaker #5: Eu queria entender como é que vocês avaliam isso internamente e justificam isso internamente, se isso foi já visivelmente resultado dos desinvestimentos que vocês fizeram e dos novos investimentos que vocês fizeram, se tem fator de gestão de mix que foi exercido ao longo dos últimos trimestres que justifique essa performance de vocês, e se vocês imaginam que os ativos novos os pátios e o Rio Sul ainda têm métrica por metro quadrado a ser incrementada de modo que vocês consigam manter essa liderança que vocês alcançaram, talvez até aumentar pouco.

Speaker #5: Essa é a primeira, e a segunda eu queria falar pouquinho de reforma tributária. Eu acho que vocês tiveram mérito muito grande já desde cedo de o mérito legal, de incorporar as cláusulas dos contratos já prevendo como seria a tributação por fora, mas acho que fica aqui a nossa pouco da visão do copo meio vazio, talvez, é do desafio comercial que isso traz, para a mesa de negociação.

João Rodrigues: Eu acho que fica aqui a nossa visão do copo meio vazio, talvez, é do desafio comercial que isso traz pra mesa de negociação. Eu queria saber de vocês como é que vocês estão vendo as conversas com os inquilinos, se essas conversas já estão um pouco mais quentes, agora que a gente está chegando no H2 e o ano de 2027 já começa a se aproximar, e se vocês estão vendo alguma pressão por parte dos inquilinos, tanto em desconto ou talvez por vacância ou inadimplência, nesse sentido. Obrigado.

Speaker #5: Daí eu queria saber de vocês como é que vocês estão vendo as conversas com os inquilinos, se essas conversas já estão um pouco mais quentes agora que a gente está chegando no segundo semestre e o ano de 2027 já começa a se aproximar. E se vocês estão vendo alguma pressão por parte dos inquilinos, tanto em desconto ou talvez por vacância ou inadimplência nesse sentido.

Speaker #5: Obrigado.

Ciro Neto: Obrigado pela pergunta. Olhando muito pro nosso resultado da receita, eu acho que tem alguns fatores importantes. O primeiro fator é que a qualificação do nosso portfólio trouxe pra gente uma aceleração da nossa performance de venda por metro quadrado, e a gente tem capturado isso no overage, isso tem aumentado bastante o nosso overage. Se a gente olhar os últimos trimestres, o nosso crescimento do overage é um crescimento bastante forte, é um crescimento expressivo, porque vem muito dessa performance e dessa qualificação nos ativos que a gente colocou.

Speaker #2: Obrigado, pela pergunta. Eu acho que olhando muito para o nosso resultado da receita, eu acho que tem alguns fatores importantes. Acho que o primeiro fator é, eu acho que a qualificação do nosso portfólio ele trouxe para a gente uma aceleração da nossa performance de venda por metro quadrado, e isso tem a gente tem capturado isso no overage, isso tem aumentado bastante o nosso overage nos últimos se a gente olhar os últimos trimestres, o nosso crescimento do overage ele é crescimento bastante forte, ele é crescimento expressivo porque vem muito dessa performance, dessa qualificação nos ativos que a gente colocou.

Ciro Neto: O segundo ponto é a nossa diligência em buscar receitas adicionais por metro quadrado acima da inflação no nosso same-store rent, que a gente vem há bastante trimestres entregando número superior na centralização das renovações que a gente tem feito hoje nos nossos comitês, olhando contrato a contrato, estabelecendo uma tabela bastante inteligente pra que a gente possa, nas novas locações, também crescer o leasing spread que o Guido falou aqui também.

Speaker #2: Eu acho que o segundo ponto é a nossa diligência em buscar receitas adicionais por metro quadrado acima da inflação no nosso semestral rent, que a gente vem já bastante trimestres entregando números superior, da centralização das renovações que a gente tem feito hoje no nosso comitês, olhando contrato a contrato, estabelecendo uma tabela bastante inteligente para que a gente possa, nas novas locações também, crescer o leasing spread que o Guido falou aqui também, e eu acho que tem fator superimportante que foi a nossa locação de capital em ativos que são ativos dominantes do ponto de vista de venda por metro quadrado, receita por metro quadrado, o que reforça o que a gente o que eu falei também lá no começo do nosso ranking aí que a gente tem seis malls hoje entre os shoppings mais produtivos de venda e venda depois é consequência de aluguéis que você pode cobrar mais e aumentando a sua receita ao longo do tempo.

Ciro Neto: Eu acho que tem um fator super importante, que foi a nossa locação de capital em ativos que são ativos dominantes do ponto de vista de venda por square meter e receita por square meter, o que reforça o que eu falei também lá no começo do nosso ranking, que a gente tem six malls hoje entre os shoppings mais produtivos de venda, e venda depois é consequência de aluguéis que você pode cobrar mais e aumentando a sua receita ao longo do tempo. Eu acho que isso é a fortaleza do que a gente vem fazendo nos últimos two years e a consolidação desses ativos, que são ativos fortes, também nos colocou, porque two desses ativos também estão nesse ranking aqui dos 15.

Speaker #2: Eu acho que isso é a fortaleza do que a gente vem fazendo nos últimos dois anos, e a consolidação desses ativos, que são ativos fortes, também nos colocou, porque dois desses ativos estão esses ativos também estão nesse ranking aqui dos 15.

Ciro Neto: Eu acho que é uma soma de todos esses fatores, além disso, de fazer coisas novas, de criar um ecossistema onde a gente pudesse trazer receitas adicionais, olhando aqui como mídia, como a gente falou dos eventos patrocinados, olhando pros nossos espaços de eventos, pros nossos lounges, que hoje são lounges absolutamente locáveis, desejáveis, como a Casa de Higienópolis. A gente também tem os nossos residents, que a gente chama Casa de Higienópolis, o Apartamento JK, e que tem uma demanda bastante grande e que tem uma receita hoje importante nas nossas entregas de receita. Eu diria que isso é um blend como um todo. Olhando a second part da sua pergunta, você olha pros ativos que a gente adquiriu, a gente ainda tem uma grande oportunidade de crescimento na receita nesses shoppings.

Speaker #2: Então, eu acho que é uma soma de todos esses fatores, e além disso de fazer coisas novas, de criar ecossistema onde a gente pudesse trazer receitas adicionais olhando aqui como mídia, como a gente falou dos eventos patrocinados, olhando para os nossos espaços de eventos, para os nossos lounges que hoje são lounges absolutamente locáveis, desejáveis, como a Casa Higienópolis, a gente também tem os nossos residents, que a gente chama Casa Higienópolis, o apartamento JK, e que tem uma demanda bastante grande e que tem uma receita hoje importante na nossas entregas aqui de receita.

Speaker #2: Então, eu diria que isso é blend como todo. E olhando a segunda parte da sua pergunta, é de que você olha para os ativos que a gente adquiriu, a gente ainda tem uma grande oportunidade de crescimento na receita nesses shoppings, porque se você olhar o Higienópolis, ele tem 30 e poucos mil metros quadrados de ABL, ele entrega NOI.

Ciro Neto: Se você olhar o Higienópolis, ele tem 30 e poucos mil square meters de ABL, ele entrega um NOI. O Pátio Paulista tem 42, entrega praticamente o mesmo NOI, e o Rio Sul entrega com 52, praticamente o mesmo NOI entre os three. Ou seja, a gente tem uma oportunidade de crescimento de NOI por square meter no Pátio Paulista e no Rio Sul muito grande, e que começa com todos esses movimentos que a gente fez nos últimos tempos. O Rio Sul, a gente levou o H&M, a gente colocou uma Birkenstock. Você já vê essa venda reagindo no crescimento do shopping, que vai permitir que a gente possa buscar aluguéis melhores, leasing spread. Nós já assinamos.

Speaker #2: O Pátio Paulista tem 42, entrega praticamente o mesmo NOI, e o Rio Sul entrega com 52, praticamente o mesmo NOI entre os três. Então, ou seja, a gente tem uma oportunidade de crescimento de NOI por metro quadrado no Pátio Paulista e no Rio Sul, é muito grande, e que começa com todos esses movimentos que a gente fez aí nos últimos tempos.

Speaker #2: O Rio Sul a gente levou uma itinerêmia, a gente colocou uma Birkenstock, você já vê essa venda reagindo no crescimento do shopping, que vai permitir que a gente possa buscar aluguéis melhores, leasing nós já assinamos Colocou uma voz agora.

Guido Oliveira: Colocamos uma Boss agora.

Ciro Neto: Colocamos uma Hugo Boss. A gente assinou mais de 20 contratos no Rio Sul nos últimos 6 meses. Eu acho que a gente também já colocou esses malls dentro dos nossos processos todos, como eu já falei o ano passado pra vocês. A gente vê bastante oportunidade ainda de crescimento nesses dois.

Speaker #2: Colocamos uma voz. A gente já assinou mais de 20 contratos no Rio Sul, aí, nos últimos seis meses. Então, eu acho que a gente também já colocou esses malls dentro dos nossos processos todos, como eu já falei no ano passado para vocês.

Speaker #2: Então, a gente vê bastante oportunidade ainda de crescimento nesses dois.

Guido Oliveira: Vale ressaltar também o que o Ciro falou do Internacional. O Internacional querendo aumentar o footprint no Brasil, olhando pra várias, a gente vê nas negociações do rooftop e da expansão de Brasília, onde a gente vai trazer marcas inéditas internacionais que não operam no Brasil, todos olhando muito pro Brasil. Muito se falou de Grupo Zara. Acho que cabe ressaltar aqui que o maior player de Zara no Brasil é Iguatemi, entre loja Zara e Zara Home. A gente acabou de ampliar a Zara do Iguatemi Porto Alegre, ampliamos a Zara do Pátio Higienópolis e ampliamos a Zara do Iguatemi Campinas. A gente tem uma agenda importante com Zara pros próximos meses, vocês receberão as notícias quando elas acontecerem e os contratos forem assinados.

Speaker #1: E vale ressaltar também o que o Ciro falou do internacional. O internacional, querendo aumentar o footprint no Brasil, olhando para várias, a gente vê aí nas negociações do rooftop e da expansão de Brasília, onde a gente vai trazer máquinas inéditas internacionais que não operam no Brasil, todos olhando muito para o Brasil, e a gente muito se falou de grupos Zara, acho que cabe ressaltar aqui que o maior player de Zara no Brasil é a Iguatemi, entre lojas Zara e Zara Home.

Speaker #1: A gente acabou de ampliar a Zara do Iguatemi e Porto Alegre, ampliamos a Zara do Pátio Higienópolis e ampliamos a Zara do Iguatemi e Campinas.

Speaker #1: E a gente tem uma agenda importante com o Zara aí para os próximos meses. Vocês vão receber as notícias quando elas acontecerem e os contratos forem assinados.

Guido Oliveira: Falando de reforma tributária, João, eu acho que vale mencionar que a gente se preparou muito desde 2019, a gente já vem falando isso e revisando isso trimestre a trimestre. Hoje a gente tem uma base de contratos nossos da ordem de 80%, com uma cláusula onde fica claro que aluguel é preço. Além disso, eu acho que ficou muito claro, ao longo das discussões da reforma tributária e da PEC, que criou a lei complementar da reforma tributária, o Artigo 225, que é a Lei Complementar 214 de 2025, deixou muito claro que a base do cálculo do CBS sobre aluguel é sobre aluguel bruto. Na verdade, a legislação já nos ampara. Essa discussão, se a gente vai conseguir ou não repassar, é uma discussão que não está prevista na lei.

Speaker #1: Falando de reforma tributária, João, eu acho que vale mencionar que a reforma tributária, a gente se preparou muito desde 2019, a gente já vem falando isso e revisando isso trimestre a trimestre. Hoje a gente tem uma base de contratos nossos da ordem de 80%, com uma cláusula onde fica claro que aluguel é preço.

Speaker #1: Além disso, eu acho que ficou muito claro ao longo das discussões da reforma tributária e da PEC, e da que criou a lei complementar da reforma tributária, o artigo 255, que é a Lei Complementar 214/2025, deixou muito claro que a base de cálculo do CBS sobre aluguel é sobre o aluguel bruto.

Speaker #1: Então, na verdade, a legislação já nos ampara. Então, assim, essa discussão se a gente vai conseguir ou não repassar, é uma discussão que não está prevista na lei.

Guido Oliveira: É importante também mencionar que a Iguatemi, diferentemente de outros players, fatura o seu aluguel através de condomínios e consórcios. Tanto o condomínio como o consórcio são isentos tributariamente, eles não têm personalidade jurídica, eles não pagam imposto. Os coproprietários da Iguatemi, nos seus shoppings, onde a gente não tem 100%, e mesmo onde a gente tem 100%, a gente fatura através dos nossos condomínios e consórcios. Essa alegação de que os impostos têm que sair do faturamento, porque você paga os impostos sobre o aluguel, não, mas os nossos veículos que faturam já são isentos. Agora, se vai ter discussão com o lojista ou não, eu vou te dar um exemplo. A gente recebeu um e-mail de um lojista ontem falando que ele quer que os aluguéis a partir de 1º de janeiro sejam faturados de forma líquida, acrescidos de CBS e IBS.

Speaker #1: Então, é importante também mencionar que a Iguatemi, diferentemente de outros players, ela fatura o seu aluguel através de condomínios e consórcios. Tanto condomínio como consórcio são isentos tributariamente, eles não têm personalidade jurídica, eles não pagam imposto.

Speaker #1: Então, os coproprietários da Iguatemi nos seus shoppings, onde a gente não tem 100% e mesmo onde a gente tem 100%, a gente fatura através dos nossos condomínios e consórcios.

Speaker #1: Então, assim, essa ligação de que os impostos têm que sair do faturamento porque você paga os impostos sobre o aluguel, não, mas os nossos veículos que faturam já são isentos.

Speaker #1: Agora, se vai ter discussão com o lojista ou não, eu vou te dar um exemplo. A gente recebeu e-mail de lojista ontem falando que ele quer que os aluguéis, a partir de 1º de janeiro, sejam faturados de forma líquida, acrescidos de CBS e IBS.

Guido Oliveira: Você tem que tirar a tua alíquota de imposto. Que o ente faturador nosso já respondeu pra ele, porque o nosso ente faturador não paga imposto, ele é isento. Tem várias discussões. Acho que a gente vem vencendo essas discussões, eu acho que está cada vez mais claro como forma, sem contar que o CBS, que deve ser algo em torno de 9%, vai ter um desconto de 70%. Nós não estamos falando de repassar 9%, nós estamos falando de repassar 3%. É uma discussão bem mais fácil.

Speaker #1: Você tem que tirar a tua alíquota de imposto. Só que o ente faturador nosso já respondeu para ele, porque o nosso ente faturador não paga imposto, ele é isento.

Speaker #1: Então, tem várias discussões. Então, acho que a gente vem vencendo essas discussões, eu acho que está cada vez mais claro essa como forma e sem contar que o CBS, que deve ser algo em torno de 9%, vai ter desconto de 70%.

Speaker #1: Então, nós não estamos falando de repassar 9, nós estamos falando de repassar 3. Então, assim, é uma discussão bem mais fácil.

Ciro Neto: Eu acho que tem que levar em consideração também que muitos dos nossos operadores têm um desconhecimento ainda grande, não os grandes, mas uma parte de franqueados, sobre o nosso desagravo de 70%, que ela é escalonada. A lei complementar lá do Artigo 225 estabelece que aluguel é preço. Existe uma série de coisas que quando você explica, o Rimo, que é o nosso Controller, tem feito várias reuniões pra explicar pros lojistas, às vezes, as dúvidas que eles têm. Basicamente todos eles, a gente está muito bem posicionado em fazer o repasse do jeito que a gente precisa.

Speaker #2: Eu acho que tem que levar em consideração também, assim, que muitos dos nossos operadores têm um desconhecimento ainda grande com relação, não os grandes, mas uma parte de franqueados, e um desconhecimento grande sobre o nosso desagravo de 70%, que ele é escalonado.

Speaker #2: A lei complementar lá do artigo 255 estabelece que aluguel é preço. Então, existe uma série de coisas que quando você explica, o Rimoli, que é o nosso controller, tem feito várias, ele não está a explicar para os lojistas, às vezes, as dúvidas que eles têm, e basicamente todos eles, a gente está muito bem protegido em fazer o repasse do jeito que a gente precisa.

João Rodrigues: Maravilha, pessoal, muito obrigado pelas explicações. Parabéns pelo resultado.

Speaker #3: Maravilha, pessoal. Muito obrigado pelas explicações. Parabéns pelo resultado.

Guido Oliveira: Valeu.

Speaker #1: Valeu.

Operator 2: Seguimos com as perguntas de Herman Lee, Bradesco BBI.

Speaker #4: Seguimos com as perguntas do Herman Lee, do Bradesco BBI.

Herman Lee: Bom dia, Ciro, Guido. Obrigado pelo espaço. Duas perguntas aqui do nosso lado também. O primeiro ponto que chamou a atenção é a receita de aluguel do Pátio Paulista, que cresceu 111% no H1 em relação ao anterior, e isso nos 100%, no stake de vocês. Se vocês podem dar mais cor em relação aos drivers desse crescimento. Uma segunda pergunta, que é a expansão do Iguatemi São Paulo, imagino que a demanda pelo espaço deve ser forte. Queria entender um pouco como têm sido as negociações do aluguel versus o resto do portfólio de vocês, já tendo a própria Iguatemi São Paulo, e qual deve ser a curadoria dessas lojas nessa nova expansão. Obrigado.

Speaker #3: Bom dia, Ciro Guido. Obrigado pelo espaço. Duas perguntas aqui do nosso lado também. O primeiro ponto aí que chamou a atenção é a receita de aluguel do Pátio Paulista, que cresceu 111% no primeiro semestre em relação ao ano anterior, e isso no 100%, o stake de vocês.

Speaker #3: Então, se vocês podem dar mais cor em relação aos drivers desse crescimento. E uma segunda pergunta, que é a expansão do Iguatemi São Paulo. Imagino que a demanda pelo espaço deve ser forte.

Speaker #3: Queria entender pouco como têm sido as negociações do aluguel versus o resto do portfólio de vocês já tendo o próprio Iguatemi São Paulo e qual deve ser a curadoria dessas lojas nessa nova expansão.

Speaker #3: Obrigado.

Guido Oliveira: Crescimento do Pátio Paulista dos aluguéis já reflete um pouco da movimentação de lojas que a gente já fez, mas que tem muito a fazer. Pátio Paulista, a gente assumiu a administração no ano passado. Lembra que a gente comprou em abril, mas só assumiu a administração a partir de 1 August, porque a gente fez uma transição. A gente está completando um ano, a receita de aluguel cresceu 7%, reflete as novas marcas que a gente já colocou e movimentou no portfólio. Lembrando que o Pátio Paulista e o Rio Sul, hoje eles não têm valet, é onde a gente cresce mais o nosso estacionamento.

Speaker #1: Olha, o Pátio Paulista, o crescimento do Pátio Paulista dos aluguéis já reflete pouco da movimentação de lojas que a gente já fez. E mas que tem muito a fazer, o Pátio Paulista a gente assumiu a administração no ano passado, então lembra que a gente comprou em abril, mas só assumiu a administração a partir de 1o de agosto, porque a gente fez efeito transição, então a gente está completando o ano e os a receita de aluguel cresceu 7%, reflete as novas máximas que a gente já colocou e movimentou aí no portfólio.

Speaker #1: E lembrando que o Pátio Paulista e o Rio Sul hoje eles não têm valet, é onde a gente cresce mais o nosso estacionamento. Então, quando você olha o crescimento do estacionamento do Pátio Paulista, cresceu 2%, e o Rio Sul, que sim, teve movimento muito forte por conta das novas máximas, por conta da inauguração de H&M, que cresceu aí 20,5% no estacionamento.

Guido Oliveira: Quando você olha o crescimento de estacionamento do Pátio Paulista, cresceu 2%, o Rio Sul, que sim, teve um movimento muito forte por conta das novas marcas, por conta da inauguração de H&M, que cresceu 20.5% no estacionamento. A gente vai implantar nos dois uma melhoria de fluxo, melhoria de acesso, e a gente vai implantar os valets. A gente vai ter um crescimento importante na receita de estacionamento desse shopping. No Pátio Paulista e no Rio Sul, a gente vai ter várias novidades. No Pátio Paulista, a gente não pode falar, mas a gente vai ter várias novidades que vão puxar muito forte essa receita, que inclui novas marcas entrando no shopping. Em relação ao rooftop e às expansões das negociações, a gente quando traçou o business plan do Q4, da expansão e do rooftop, principalmente, vamos pegar o Iguatemi.

Speaker #1: Mas a gente vai implantar nos dois uma melhoria de fluxo, melhoria de acesso e a gente vai implantar os valets. Então, a gente vai ter crescimento importante da receita de estacionamento nesse shopping.

Speaker #1: E no Pátio Paulista e no Rio Sul, a gente vai ter várias novidades. No Pátio Paulista, a gente não pode falar, mas a gente vai ter várias novidades aí que vão puxar muito forte essa receita que inclui aí novas marcas entrando no shopping.

Speaker #1: Em relação ao rooftop e às expansões, das negociações, a gente, quando traçou o business plan do quarto tri da expansão e do rooftop, tanto, a gente pega principalmente — vamos pegar o Iguatemi — a gente pegou o terceiro piso, a gente precificou o quarto piso com desconto de 10% sobre o terceiro piso.

Guido Oliveira: A gente pegou o terceiro piso, a gente precificou o quarto piso com desconto de 10% sobre o terceiro piso. Por que a gente fez isso? Porque a gente sabe que é destino, a pessoa tem que subir até o quarto piso. Hoje, as nossas negociações estão em linha com a precificação média do shopping, ficaram acima dos 10% que a gente tinha colocado de tabela meta pra locação. Todos os restaurantes já estão locados, as principais marcas já estão locadas e a gente deve fechar nos próximos dois, três meses, 100% da locação do rooftop. Em Brasília, a mesma coisa, a gente dá um desconto em relação à tabela média, considerando que é uma expansão.

Speaker #1: Por que a gente fez isso? Porque a gente sabe que é destino, a pessoa tem que subir até o quarto piso e tal. Hoje, as nossas negociações estão em linha com a precificação média do shopping.

Speaker #1: Ficaram acima dos 10% que a gente tinha colocado de tabela, meta para locação. Todos os restaurantes já estão locados, as principais marcas já estão locadas e faltam aí, a gente deve fechar aí nos próximos dois, três meses, 100% da locação do rooftop.

Speaker #1: Em Brasília, a mesma coisa, a gente dá desconto em relação à tabela média, considerando que é uma expansão, mas a gente vê qual movimentação e qual as âncoras que a gente está trazendo e que também serão anunciados aí nos próximos dois meses, que a gente deve chegar em novembro com uma ocupação em torno de 90% da expansão de Brasília.

Guido Oliveira: A gente vê com a movimentação e com as âncoras que a gente está trazendo, e que também serão anunciadas nos próximos 2 meses, que a gente deve chegar em novembro com uma ocupação em torno de 90% da expansão de Brasília, também com a precificação muito alinhada com a precificação média do shopping hoje.

Speaker #1: Também com a precificação muito alinhada com a precificação média do shopping hoje.

Ciro Neto: Eu acho que vale só destacar, uma parte da pergunta, que é sobre o crescimento dos aluguéis e dos espaços. A gente continua com uma demanda bastante forte no Iguatemi, de pedido de marcas internacionais e nacionais relevantes ou eventualmente até de ampliação para fazer as principais marcas, a flagship, assim como a gente fez agora com a Maison Dior, que vai fazer uma loja incrível aqui. A gente vem conseguindo, tanto nas novas locações, mesmo para marcas internacionais e para as nacionais, e também para as inovações, crescimentos de aluguéis acima de 2 dígitos, às vezes muito alto, tanto no Iguatemi quanto no JK. A gente tem conseguido fazer uma reposição bastante forte. Acho que tanto do ponto de vista de produto quanto de aluguel, a gente está na estratégia que a gente definiu de qualificação e de rentabilização.

Speaker #2: É, eu acho que vale só destacar, aí numa parte da pergunta que é sobre o crescimento dos aluguéis e dos espaços, a gente continua com uma demanda bastante forte, no Iguatemi, de pedidos de marcas internacionais e nacionais relevantes, ou eventualmente até de ampliação para fazer as principais marcas, a flagship, assim como a gente está fazendo como a gente fez agora.

Speaker #2: Com a Maison Dior, que vai fazer uma loja incrível aqui, e a gente vem conseguindo tanto nas novas locações, mesmo para marcas internacionais quanto para as nacionais aqui, e também para as inovações, crescimento de aluguéis acima de dois dígitos, e dois dígitos às vezes muito altos.

Speaker #2: Tanto no Iguatemi quanto no JK. Então, a gente tem conseguido fazer uma reposição bastante forte. Acho que, tanto do ponto de vista de produto quanto de aluguel, a gente está na estratégia que definiu de qualificação e de rentabilização.

Herman Lee: Muito claro, pessoal. Obrigado.

Speaker #3: Muito claro, pessoal. Obrigado.

Operator 2: Seguimos com o Jorel Guilloty, Goldman Sachs.

Speaker #4: Seguimos com Jorel e Lotti, do Goldman Sachs.

Jorel Guilloty: Bom dia a todos. Eu tenho duas perguntas aqui. A primeira, eu queria perguntar sobre estacionamento. Vocês falam que ajustado, a receita de estacionamento subiu 12% ano contra ano. Vocês também mencionaram que o fluxo de veículos ficou estável, mais ou menos 8 million de carros. Eu queria entender esse crescimento.

Speaker #5: Bom dia a todos. Eu tenho duas perguntas aqui. A primeira, queria perguntar sobre estacionamento. Então, vocês falam que ajustado a receita de estacionamento subiu 12% ano contra ano.

Speaker #5: Vocês também mencionaram que o fluxo de veículos ficou estável, mais ou menos 8 milhões de carros. Então, eu queria entender, esse crescimento...

Guido Oliveira: Sua ligação foi cortada.

Jorel Guilloty: Ok. Na hora que você falou: "Vocês também mencionaram o fluxo de veículos". Vou começar de novo. A primeira coisa é sobre a receita de estacionamento. Vocês falaram que ajustado, esse número é 12% ano contra ano. Vocês falaram que o fluxo de veículos ficou estável, era mais ou menos 7.7 million de carros. Eu queria entender se o crescimento da receita de estacionamento foi todo o preço, houve uma mudança em permanência, e a gente deveria pensar que se for preços, que esse nível de reajuste tarifário, pode ser uma coisa que a gente pode continuar vendo daqui para frente. A segunda pergunta é sobre o custo de ocupação, porque faz tempo que a gente não vê incremento de custo de ocupação, foi 30 basis points ano contra ano. Eu queria entender a dinâmica aí.

Speaker #1: Na hora que você falou, vocês também mencionaram o fluxo de veículos?

Speaker #5: tá. Vou começar. Então, a primeira coisa sobre a receita de estacionamento, vocês falaram que ajustado, esse número é 12% ano contra ano. Vocês falaram que o fluxo de veículos ficou estável, era mais ou menos 7,7 milhões de carros.

Speaker #5: Então, o que eu queria entender é se o crescimento da receita de estacionamento foi todo preço, ou na mudança permanência, e a gente deveria pensar que se foi preços, que esse nível de reajuste tarifário pode ser uma coisa que a gente pode continuar vendo daqui para frente.

Speaker #5: E a segunda pergunta é sobre o custo de ocupação, porque houve aí incremento. Faz tempo que a gente não vê incremento de custo de ocupação, foi 30% de expansão ano contra ano.

Speaker #5: Então, eu queria entender a dinâmica aí. Eu queria entender quanto disso foi impacto de desemprego de aluguel para os lojistas atuais e quanto disso pode ser por entrada de novos lojistas que estão pagando um custo de ocupação maior?

Jorel Guilloty: Eu queria entender quanto disso foi um impulso de equiparamento de aluguel para os lojistas atuais e quanto disso pode ser por entrada de novos lojistas que estão pagando um custo de ocupação maior. Essas são minhas perguntas. Obrigado.

Speaker #5: Então, essas são minhas perguntas. Obrigado.

Guido Oliveira: Bom, Jorel, falando do estacionamento, o crescimento de 12% ao ano, mesmo com o fluxo de veículos estável, são dois componentes. Um é tarifa, que a gente reajustou as tarifas no começo do ano, tem o impacto de 2 January, olhando a 100%. Tem o impacto e também uma composição forte dos valets. Todos os nossos valets crescendo na faixa de 30%. Como o valet tem uma precificação maior, ele vem puxando o faturamento dos estacionamentos. Inclusive convido todos a vir aqui no novo valet que a gente fez aqui no Iguatemi São Paulo, o valet da Mappevita. Quando você sobe a rampa e deixa o carro, a gente fez um novo lounge pro valet, ficou muito legal, vale a pena visitar.

Speaker #1: Bom, Jorel, falando de estacionamento, o crescimento de 12% ao ano, mesmo com fluxo de veículos estável aí, foi basicamente são dois componentes. é tarifa, que a gente reajustou as tarifas no começo do ano.

Speaker #1: Então, tem impacto de 2 de janeiro. Olhando a 100%, então tem impacto e também uma composição forte dos valets. Então, os valets sempre vêm crescendo acima do self-park, então todos os nossos valets aí crescendo na faixa de 30%.

Speaker #1: Então, como o valet tem uma precificação maior, ele vem puxando o faturamento dos estacionamentos. Inclusive, convido todos aí para virem aqui no novo valet que a gente fez, aqui no Iguatemi São Paulo, o valet da Mafevita.

Speaker #1: Quando você sobe a rampa e deixa o carro, a gente fez novo lounge para o valet, ficou muito legal, vale a pena visitar. Em questão do CO, a gente tem incremento de 30 basis points, como você falou, são dois pontos.

Guido Oliveira: Em questão do CO, a gente teve um incremento de 30 basis points, como você falou. São dois pontos. Primeiro, a gente vem com o leasing spread positivo das novas locações. A gente vem puxando o same area rent e o same area sales com as novas lojas. As novas lojas vêm com uma precificação melhor, principalmente porque quando a gente olha o interior, que é uma base maior, você teve aquele arrasto de 2020, 2021, você foi tirando aqueles lojistas com 5 anos, com renovações, renovatórios, revisionais, então você vem tirando aquele aluguel que era um pouco menor pra você manter uma ocupação naqueles anos. Você sobe o aluguel e as tabelas comerciais foram ajustadas e a gente foi reprecificando o shopping.

Speaker #1: Primeiro, a gente vem com nesse spread positivo das novas locações, a gente vem puxando o semi-aro rent e o semi-aro sales com as novas lojas.

Speaker #1: As novas lojas vêm com uma precificação melhor, principalmente porque, quando a gente olha o interior, que é uma base maior, você teve aquele arrasto de 2020, 2021. Você foi tirando aqueles lojistas com cinco anos, com renovações, renovatórios e revisionais, então você vem tirando aquele aluguel que era um pouco menor, para você manter uma ocupação naqueles anos.

Speaker #1: Então, você sobe o aluguel e as tabelas comerciais foram ajustadas e a gente foi reprecificando o shopping. Então, você vê aí aumento do aluguel por metro quadrado, tanto que a gente falou disso, que hoje a gente tinha lag com o nosso principal PIR em termos de aluguel por metro quadrado, a gente passou ele hoje em aluguel por metro quadrado, por conta dessa evolução de leasing spreads nas novas locações.

Guido Oliveira: Você vê aí um aumento do aluguel por metro quadrado, tanto que a gente falou disso, que hoje a gente tinha um lag com o nosso principal peer em termos de aluguel por metro quadrado, a gente passou ele hoje em aluguel por metro quadrado, por conta dessa evolução de leasing spreads nas novas locações. Agora, também nesse tri, vale colocar que teve o impacto no overage. A gente teve uma queda no overage quando a gente olha por conta do internacional, que vendeu um pouco menos, também gerou um efeito nas vendas e que gerou um aumento de custo de ocupação.

Speaker #1: Agora, também nesse tri, vale colocar que teve impacto no Overt. A gente teve uma queda no Overt aí quando a gente olha por conta do Internacional, que vendeu pouco menos.

Speaker #1: Então, também gerou aí efeito nas vendas e que gerou aumento de custo de ocupação.

Jorel Guilloty: Posso perguntar mais uma? Você falou que o leasing spread para contrato novo era 10% e para renovações está em quanto, mais ou menos?

Speaker #5: Posso perguntar mais uma? Eu queria você falou que o leasing spread para contrato novo era 10% e para renovações está em quanto, mais ou menos?

Guido Oliveira: Em torno de 10% também. 10 ao ano.

Speaker #1: Está em torno de 10% também, 10 a 12.

Speaker #5: Okay, tá. Tá, está bom. Obrigado.

Jorel Guilloty: Tá bom. Obrigado.

Guido Oliveira: Valeu.

Speaker #1: Valeu.

Operator 2: Seguimos com o André Mazini, Citi.

Speaker #4: Seguimos com André Mazzini, Citi.

André Mazini: Ciro, Guido, obrigado pelo call. Duas perguntas. A primeira, sobre a Casa Figueira. Ela tem inauguração prevista pro Q3 2026 agora, mas ainda está 6% vendido aquele projeto. A pergunta é se está bem antes do esperado, talvez um pouco abaixo, dado essa inauguração já no curto prazo, e como é que vocês acham que será a evolução de vendas pra frente, no caso da Figueira. A segunda sobre o Rio, claro que vocês não têm tanta exposição ao Rio assim, mas existe um projeto de lei

Speaker #5: Opa. Ciro, Guido, obrigado pelo call. Duas perguntas. A primeira, sobre a Casa Figueira. Ela tem inauguração prevista para o terceiro tri de 26 agora.

Speaker #5: Mas ainda está 6% vendido aquele projeto. Então, a pergunta é se, sim, está dentro do esperado, talvez um pouco abaixo do prazo, e como é que vocês acham que será a evolução de vendas para frente no Casa Figueira?

Speaker #5: E a segunda, sobre o Rio. Claro que vocês não têm tanta exposição ao Rio assim, mas existe projeto de lei lá no Rio para, potencialmente, estacionamento gratuito.

André Mazini: Lá no Rio, potencialmente estacionamento gratuito para shopping malls no estado, para quem provar consumo. A gente já viu esse tipo de projeto de lei no passado, nunca foi para frente, qual o risco que vocês acham disso, de fato, ir para frente ali no Rio de Janeiro? Obrigado.

Speaker #5: Para shoppings no estado, para quem provar consumo. A gente já viu esse tipo de projeto de lei no passado, nunca foi para frente, mas qual o risco que vocês acham disso de fato ir para frente ali no Rio de Janeiro?

Speaker #5: Obrigado.

Guido Oliveira: Olá, Mazini. Falando de Casa Figueira, as obras de infraestrutura a gente está terminando a primeira fase. A gente vai entregar agora no final do Q3, todo o arruamento, toda a iluminação, todo o calçamento, todas as ciclovias, e toda a marcação dos lotes. A gente entrega o bairro para a cidade. A única fase que falta é os parques lineares, que a gente entrega numa segunda fase. A gente está aprovando os parques lineares. A gente tem uma parceria com a Isabel Duprat, que é a nossa paisagista, que está liderando o projeto, a gente entrega numa segunda fase. Em relação aos lotes, a gente teria uma venda que a gente deveria fazer agora no H1.

Speaker #1: Olá, Mazzini. Falando de Casa Figueira, as obras de infraestrutura, a gente está terminando a primeira fase. A gente vai entregar agora no final do terceiro tri todo o arruamento, toda a iluminação, todo o calçamento, todas as ciclovias.

Speaker #1: E toda a marcação dos lotes. Então, a gente entrega o bairro para a cidade. A única fase que falta são os parques lineares, que a gente entrega numa segunda fase.

Speaker #1: A gente está provando os parques lineares, aí a gente tem uma parceria com a Isabel Duprat, que é a nossa paisagista que está liderando o projeto. A gente entrega numa segunda fase.

Speaker #1: Em relação aos lotes, a gente teria uma venda que a gente deveria fazer agora no primeiro semestre. A gente acabou atrasando essa venda por questão de discussão de projetos, mas o que a gente se colocou para venda de lotes no ano passado e nesse ano a gente continua aí, update para fazer.

Guido Oliveira: A gente acabou atrasando essa venda por questão de discussão de projetos, o que a gente colocou para venda de lotes no ano passado e nesse ano, a gente continua update para fazer. Ano passado a gente já tinha vendido 4 lotes, um lote já foi lançado, que é o Casa 105. A gente vendeu mais um lote que a gente chama de H1, H2 aqui, e a gente tem agora mais 4 lotes à venda, que a gente deve fazer essa venda ao longo do H2. Provavelmente no Q3. Era uma venda que era o H2, H3, e H4, que a gente ia fazer agora no Q2, escorregou.

Speaker #1: Então, ano passado a gente já tinha vendido quatro lotes, lote já foi lançado, que é o Casa 105. E a gente vendeu mais lote que a gente chama de H1, H2 aqui.

Speaker #1: E a gente tem agora mais quatro lotes à venda, que a gente deve fazer essa venda ao longo do segundo semestre, provavelmente no terceiro tri.

Speaker #1: Era uma venda que a gente quer o H2, H3. O H3, H4 que a gente vai fazer agora no segundo tri escorregou. Não vou te falar que o mercado também está ajudando: taxa de juros, o mercado de crédito imobiliário e tal, como vocês conhecem muito bem.

Guido Oliveira: Não vou te falar que o mercado também não está ajudando, taxa de juros, o mercado de crédito imobiliário, como vocês conhecem muito bem, a gente dentro do nosso planejamento de venda, a gente deve fazer isso no H2. Olhando para essa questão do Rio de Janeiro, a gente já passou por isso N vezes. Vários vereadores lançam essa ideia de projeto de lei, estacionamento gratuito, a gente já tem jurisprudência extremamente favorável no STF, isso não é de hoje. Já tem jurisprudência no STJ, no STF, isso não anda. Pode ficar tranquilo, a nossa associação, Abrasce, é bem treinada para isso, porque isso não é só do Rio, isso aparece em tudo que é cidade, sempre em ano de eleição, aparece alguém falando que vai fazer gratuidade, não sei o quê. Fica tranquilo que isso não passa.

Speaker #1: Mas a gente vem, a gente, dentro do nosso planejamento de venda, a gente deve fazer isso no segundo semestre. Olhando para essa questão do Rio de Janeiro, a gente já passou por isso N vezes.

Speaker #1: Então, vários vereadores lançam essa ideia de projeto de lei de estacionamento gratuito. A gente já tem jurisprudência extremamente favorável no STF, isso não é de hoje.

Speaker #1: Já tem jurisprudência no STJ, no STF. Então, isso não anda. Pode ficar tranquilo, a nossa associação, a ABRAS, já tem todos bem treinados para isso, porque isso não é só do Rio. Isso aparece em tudo que é cidade, sempre em ano de eleição, aparece alguém falando que vai fazer gratuidade, não sei o quê e tal.

Speaker #1: Fica tranquilo que isso não passa.

André Mazini: Obrigado, Guido.

Speaker #5: Obrigado, Guido.

Ciro Neto: Na verdade, essa é uma lei inconstitucional. Isso já está comprovado, porque é uma legislação sobre propriedade privada, então é nosso direito cobrar o preço que a gente acha que tem que cobrar.

Speaker #2: Na verdade, essa é uma lei inconstitucional, já está comprovado porque é uma legislação sobre propriedade privada. Então, é nosso direito cobrar o preço que a gente acha que tem que cobrar.

André Mazini: Tá bom, muito obrigado. É isso aí, Guido.

Speaker #5: Então, muito obrigado, Ciro e Guido.

Operator 2: Seguimos com Ana Júlia, UBS.

Speaker #4: Seguimos com Ana Júlia UBS.

Ana Julia Monteiro: Oi, pessoal, bom dia. Obrigada pelo espaço aqui. A gente tem uma dúvida só aqui na parte de alocação de capital. A gente tem ouvido recentemente bastante discussão mais relacionada a crédito, inadimplência, um cenário macro na margem potencialmente um pouco pior, a expectativa um pouco pior para frente. Chegando mais perto das eleições, talvez isso até adicione algum nível de volatilidade extra. Do nosso lado, a gente queria só entender como que está a cabeça de vocês em relação a alocação de capital, se houve alguma mudança, pensando em expansão, pensando em dividendo. Vocês têm o guidance de Capex para 2026, mas até já tentando adiantar alguma coisa também para 2027, se existe algum espaço para alguma aceleração de dividendo. Também entender, nessa mesma linha, como é que está a cabeça para vocês para o nível de alavancagem.

Speaker #6: Oi, pessoal. Bom dia. Obrigada pelo espaço aqui. A gente tem uma dúvida só aqui na parte de alocação de capital. Assim, a gente tem ouvido recentemente bastante discussão mais relacionada a crédito, inadimplência, cenário macro, assim, na margem potencialmente pouco pior, expectativa pouco pior para frente.

Speaker #6: E assim, chegando mais perto das eleições, talvez isso até adicione algum nível de volatilidade extra. Então, do nosso lado, a gente queria só entender como que está a cabeça de vocês em relação à alocação de capital, se houve alguma mudança, pensando em expansão, pensando em dividendo.

Speaker #6: Vocês têm o guidance de CAPEX para 2026, mas até já tentando adiantar alguma coisa também para 2027, se existe algum espaço para alguma aceleração de dividendo.

Speaker #6: E também entender, nessa mesma linha, como é que está a cabeça para vocês para o nível de alavancagem, se vocês mudaram alguma coisa, o que vocês enxergam como confortável para hoje.

Ana Julia Monteiro: Se vocês mudaram alguma coisa, o que vocês enxergam como confortável para hoje? Obrigada.

Speaker #6: Obrigada.

Guido Oliveira: Oi, Ana. Dentro do que a gente pode falar aqui, já que a gente não dá guidance, falando do Capex, que a gente deu guidance, a gente vai ficar um pouco abaixo do nosso guidance do ano. A gente falou de BRL 450 a 600 milhões. Com o target de BRL 550, a gente deve ficar com um Capex abaixo. Tendo em vista que a gente teve alguns atrasos nas obras que a gente imaginava, principalmente Brasília e a torre de Campinas, principalmente a torre, que acabou atrasando o início, começou agora em julho. A gente vai ter uma economia. Também o projeto do marketplace, que a gente vem repensando o projeto marketplace. A gente tinha um gasto, que a gente tinha colocado dentro desse guidance do retrofit, que ele deve atrasar, porque a gente vem revendo o projeto.

Speaker #1: Oi, Ana. Dentro do que a gente pode falar aqui, já que a gente não dá guidance, falando do CAPEX para o qual a gente deu guidance, a gente vai ficar pouco abaixo do nosso guidance do ano.

Speaker #1: A gente falou de 450 a 600 milhões. Com o target de 550, a gente deve ficar com CAPEX abaixo. Tendo em vista aí que a gente teve alguns atrasos nas obras que a gente imaginava, principalmente Brasília e a torre de Campinas, que acabou principalmente na torre, que acabou atrasando o início, começou agora em julho.

Speaker #1: Então, a gente vai ter uma economia. E também o projeto do marketplace, que a gente vem repensando o projeto do marketplace. Então, a gente tinha gasto que a gente tinha colocado dentro desse guidance do retrofit, que ele deve atrasar porque a gente vem revendo o projeto.

Guido Oliveira: Olhando para isso, na questão de alocação, a cabeça continua a mesma. Numa alocação extremamente saudável, a gente considerando o nível de taxa de juros, mesmo aí vendo o cenário de juros chegando a 13.75% ao ano, com essa possibilidade de mais duas quedas de 0.25%, e para o ano que vem a gente vê um juro dentro dos nossos cenários, um juro nesse nível de patamar. Considerando isso, a gente olha para nossa alavancagem, a gente vem trabalhando e vai manter uma alavancagem nos patamares atuais. Como eu mostrei, se você pegar o nosso histórico, a gente vem orbitando numa alavancagem entre 1.60 e 1.80, e é isso que a gente vai fazer. Olhando para dividendos, sim, olhando o crescimento do FFO da companhia e crescimento dos resultados da companhia, que vocês olham e projetam.

Speaker #1: Olhando para isso, na questão de alocação, a cabeça continua a mesma. Numa alocação extremamente saudável, a gente, considerando o nível de taxa de juros, mesmo aí vendo o cenário de juros chegando a 13,75% ao ano, com essa possibilidade de mais duas quedas de 0,25.

Speaker #1: E para o ano que vem, a gente vê juro aí dentro do nosso cenário, juro nesse nível de patamar. Considerando isso, a gente olha para a nossa alavancagem, a gente vem trabalhando e vai manter uma alavancagem aí nos patamares atuais.

Speaker #1: Como eu mostrei, a gente, se você pegar o nosso histórico, a gente vem aí orbitando numa alavancagem entre 1,60 e 1,80. E é isso que a gente vai fazer.

Speaker #1: Olhando para dividendos, sim, olhando o crescimento do FFO da companhia e crescimento dos resultados da companhia, que vocês olham aí e projetam, realmente a gente está olhando, esse ano a gente está pagando dividendo de R$200 milhões, a gente está com uma recompra de R$60 milhões aberta, nós estamos fazendo e cumprindo a recompra e pagando os dividendos.

Guido Oliveira: Realmente, esse ano a gente está pagando um dividend yield de BRL 200 million, a gente está com uma recompra de BRL 60 million aberta, nós estamos cumprindo a recompra e pagando os dividendos. A gente deve olhar para isso para 2027 e a gente deve discutir isso nos próximos trimestres, sobre uma melhora do dividend yield e do payout para 2027 e à frente.

Speaker #1: A gente deve olhar para isso para 2027 e a gente deve discutir isso nos próximos três sobre uma melhora do dividend yield e do payout para 2027 e à frente.

Ana Julia Monteiro: Tá ótimo, muito obrigada.

Speaker #6: Está ótimo. Muito obrigada.

Guido Oliveira: Valeu, Ana Júlia.

Speaker #1: Valeu, Ana.

Operator 2: Seguimos com Pedro Peroni, Bank of America.

Speaker #4: Seguimos com Pedro Peroni. Bank of America.

Pedro Peroni: Bom dia, Guido, Ciro, time Iguatemi. Obrigado pelo espaço. Do nosso lado, a gente queria voltar um pouco no tema comentado pelo Jorel ali no meio do call, referente a custo de ocupação. A gente entende que o indicador se encontra em patamares saudáveis, e enfim, dá um certo nível de conforto. Diante disso, a gente queria entender o quanto de espaço ainda existe pra captura adicional de aluguel, sem comprometer a produtividade do lojista. Se a empresa segue confiante em manter ganho real nas renovações, ou o poder de renovação tende a se acomodar nos próximos trimestres, principalmente pensando nessa dinâmica de novos contratos versus contratos mais antigos?

Speaker #7: Bom dia, Guido, Ciro, time Iguatemi. Obrigado pelo espaço aqui. Do nosso lado, a gente queria voltar pouco no tema comentado pelo Jorel ali no meio do call, referente a custo de ocupação.

Speaker #7: A gente entende que o indicador ele se encontra em patamares saudáveis e enfim, dá certo nível de conforto. Então, diante disso, a gente queria entender o quanto de espaço ainda existe para captura adicional de aluguel sem comprometer a produtividade do lojista.

Speaker #7: Então, se a empresa segue confiante em manter ganho real nas inovações, o poder de renovação tende a se acomodar nos próximos trimestres, principalmente pensando nessa dinâmica de novos contratos versus contratos mais antigos.

Pedro Peroni: Ainda diante desse tema, explorando aqui tangencialmente, entender que à medida que o portfólio fica mais concentrado de ativos maduros e de alta qualidade, quais são os principais vetores que hoje a companhia enxerga de crescimento num horizonte de três a cinco anos? Seria mais leasing spread, expansões, ou talvez algum M&A, ou enfim, o próprio varejo da companhia? São esses dois principais pontos. Obrigado.

Speaker #7: E ainda diante desse tema, explorando aqui tangencialmente, entender que, à medida que o portfólio fica mais concentrado de ativos maduros e de alta qualidade, quais são os principais vetores que hoje a companhia enxerga de crescimento nos próximos, vamos dizer, horizonte de três a cinco anos? Seria mais leasing spread, expansões, ou talvez algum M&A ou, enfim, o próprio varejo da companhia?

Speaker #7: São esses dois principais pontos. Obrigado.

Ciro Neto: Obrigado, Pedro, pela pergunta. Acho que o custo de ocupação, a gente fala bastante disso. Como a gente falou, a gente vem buscando a diferença do take rate, de buscar esse aumento no custo de ocupação, muito focado no aumento da rentabilidade, não na queda de venda, lógico. Esse é o mais inteligente. Acho que o que determina muito é o quanto a gente consegue acelerar versus a venda que a gente vem fazendo. Tirando esse trimestre, pelos efeitos que a gente falou, a nossa venda vinha crescendo bastante forte, a gente sempre estava num leque entre o crescimento da venda e a capacidade que a gente tem nas renovações de contrato, de buscar essa diferença, não no sentido de que a gente não tenha conseguido fazer esses leasing spreads.

Speaker #1: Obrigado, Pedro, pela pergunta. Eu acho que o custo de ocupação, a gente fala bastante disso, como a gente falou, a gente vem buscando a diferença do take rate de buscar essa esse aumento no custo de ocupação muito focado na aumento da rentabilidade, não na queda de venda, lógico, esse é o mais inteligente.

Speaker #1: Então, eu acho que o que determina muito é o quanto a gente consegue acelerar versus a venda que a gente vem fazendo. Tirando esse trimestre, pelos efeitos que a gente falou, a nossa venda vinha crescendo bastante forte, então a gente sempre estava num lag entre o crescimento da venda e a capacidade que a gente tem nas renovações de contrato de buscar essa diferença. Não no sentido de que a gente não tenha conseguido fazer esses leasing spreads — a gente está fazendo, como o Guido falou, de 10%, e com crescimentos de ganho real bastante fortes nos contratos.

Ciro Neto: A gente está fazendo, como o Guido falou, de 10%, e com crescimento de ganho real bastante forte nos contratos, olhando principalmente nos nossos shoppings, nos flagships, e também nos nossos shoppings AB, no interior, seja no Sul, a gente vem com esses crescimentos. A gente vai continuar diligente com esse assunto, a gente acha que ainda tem bastante oportunidade, a gente tem uma crença de que existe ainda oportunidade de buscar aluguéis complementares e que a gente pode acertar a base de alguns dos nossos malls, subindo esses aluguéis ao longo do tempo e continuar acelerando a nossa venda, porque aí a gente tem o melhor dos mundos. A venda é acelerada e a gente consegue ir captando esse aluguel ao longo do tempo.

Speaker #1: Olhando principalmente nos nossos shoppings, nos flagships e também nos nossos shoppings AB do interior, ou seja, no Sul, a gente vem com esses crescimentos.

Speaker #1: A gente vai continuar dirigente com esse assunto. A gente acha que ainda tem bastante oportunidade. A gente tem uma crença de que existe ainda oportunidade de buscar ainda aluguéis complementares e que a gente pode acertar a base de alguns dos nossos malls subindo esses aluguéis ao longo do tempo.

Speaker #1: E continuar acelerando a nossa venda, porque aí a gente tem o melhor dos mundos, a venda acelerada e a gente consegue ir captando esse aluguel ao longo do tempo.

Ciro Neto: A gente acha, sim, que tem uma oportunidade de crescimento, e que a gente está bastante diligente em fazer esse resultado ao longo do tempo.

Speaker #1: Então, a gente acha sim que tem uma oportunidade de crescimento. E que a gente está bastante dirigente em fazer esse resultado ao longo do tempo.

Guido Oliveira: Pedro, só completando a tua pergunta, no horizonte três a cinco anos, eu acho que vale mencionar alguns dos vetores. Como o Ciro falou, a gente tem muito de crescimento vindo de reposicionamento do mix. Eu acho que a gente vai ter várias novidades e temos agendas comerciais interessantes que vão gerar um sales spread importante dentro da companhia, de novas marcas. Olha o que a gente trouxe de H&M, que cresceu através da gente. Hoje a gente é o maior player de Grupo Kering, a gente é o maior player de LVMH, a gente é o maior player de Zara, a gente trouxe a On agora. A On mostra o sales spread que a gente está tendo no JK, filas e filas. Tem outras que a gente não pode falar, que virão, e que vão crescer com a gente.

Speaker #1: Pedro, só completando a tua pergunta, no horizonte de três a cinco anos, eu acho que vale mencionar alguns dos vetores. A gente como o Ciro falou, a gente tem muito de crescimento vindo de reposicionamento do mix.

Speaker #1: Eu acho que a gente vai ter várias novidades e temos agendas comerciais interessantes que vão gerar sales spread importante dentro da companhia. De novas marcas, olha o que a gente trouxe aí de H&M, que cresceu através da gente.

Speaker #1: Hoje, a gente é o maior player do grupo Kering, a gente é o maior player de LVMH, a gente é o maior player de Zara, a gente trouxe a On agora.

Speaker #1: A ON é mostra aí o sales spread que a gente está tendo no JK, filas e filas. Então, essas marcas, então tem outras que a gente não pode falar que virão, e que vão crescer com a gente.

Speaker #1: E então, tem lado de sales spread que gera crescimento de receita, reposicionamento de mix, melhora de tabela comercial e crescimento dos aluguéis. E outro lado também é as possibilidades de expansão.

Guido Oliveira: Tem um lado de sales spread, que gera crescimento de receita, reposicionamento de mix, melhora de tabela comercial e crescimento dos aluguéis. Um outro lado também, é as possibilidades de expansão. A gente está expandindo o Brasília, o Iguatemi São Paulo. A gente tem hoje um cenário que nos favorece, que a gente já falou em algumas outras reuniões, que é a questão do Plano Diretor de São Paulo, que foi aprovado em 2023, que deu potencial de transformar áreas não computáveis em áreas computáveis. Com a lei da fachada ativa, a lei do uso da fruição pública, isso gera a possibilidade de você trazer mais índice de aproveitamento sobre o seu terreno na cidade de São Paulo, e a gente é o maior player da cidade de São Paulo, olhando Paulista, Higienópolis, o Iguatemi São Paulo, o JK e o próprio Marketplace.

Speaker #1: A gente está expandindo aí o Brasília, o Iguatemi, São Paulo, a gente tem hoje cenário que nos favorece, que a gente já falou em algumas outras reuniões, que é a questão do plano diretor de São Paulo, que foi aprovado em 2023, que deu potencial de transformar áreas não computáveis em áreas computáveis, então com a lei da fachada ativa, a lei do uso da fruição pública.

Speaker #1: Então, isso gera possibilidades de você trazer mais índices de aproveitamento sobre o seu terreno na cidade de São Paulo. E a gente tem o maior player da cidade de São Paulo.

Speaker #1: Olhando paulista, higienópolis, o Iguatemi, São Paulo e o JK e o próprio marketplace. Então, a gente tem aí possibilidades de crescimento e outra vertente é o Land Bank extenso que nós temos, que nos possibilita fazer crescimento aí de venda de fração via torres ou de participar de investimentos aonde a gente acha que faz sentido para a gente aumentar o nosso aluguel e a nossa exposição a torres comerciais, que como vocês devem ter acompanhado, vem crescendo, voltou depois da pandemia, diferentemente do residencial que está com alto estoque por conta da taxa de juros e por conta da dificuldade do crédito imobiliário com juros muito alto, que vem aí respondendo para a economia, principalmente no middle e no high end, o comercial vem, voltou muito forte.

Guido Oliveira: A gente tem possibilidades de crescimento. O outro apetente é o land bank extenso que nós temos, que nos possibilita fazer um crescimento de venda de fração via torres ou de participar de investimentos onde a gente ache que faz sentido pra gente aumentar o nosso aluguel e a nossa exposição a torres comerciais, que como vocês devem ter acompanhado, vem crescendo, voltou depois da pandemia. Diferentemente do residencial, que está com alto estoque por conta da taxa de juros e por conta da dificuldade do crédito imobiliário com juros muito alto, que vem respondendo pra economia, principalmente no middle e no high end, o comercial voltou muito forte. A gente fala do corredor Chucri Zaidan, onde a gente está revendo o projeto Marketplace, há dois, três anos, a vacância no corredor Chucri Zaidan era de 30%.

Speaker #1: Então, se a gente vê aí a gente fala do corredor Chucris Zaydan ali, onde a gente está revendo o projeto do marketplace, há dois anos, três anos atrás, a vacância no corredor Chucris Zaydan era de 30%.

Guido Oliveira: A vacância hoje no corredor Chucri Zaidan é da ordem de 15%. Você vê ali tudo que está sendo lançado, já está praticamente locado ali a State Tower, a Torre das Nações. Hoje, você não tem vacância no corredor Faria Lima, que pega o corredor Pinheiros, Rebouças. A gente olha pra isso e vê nossas torres 100% locadas, inclusive as torres do Marketplace, que estão com 90% de ocupação num projeto mais antigo. A gente olha pra isso e olha o nosso land bank, olha as possibilidades, a gente vê esse vetor que a gente pode estar olhando e aumentando a nossa participação nesse segmento de corporate.

Speaker #1: A vacância hoje no corredor Chucris Zaidan é da ordem de 15%. Então, você vê ali, tudo que vai estar sendo lançado já está praticamente locado ali: a Startup, a Torre das Nações.

Speaker #1: Então, você vê hoje você não tem vacância no corredor Faria Lima, que pega o corredor Pinheiros, rebouça. Então, a gente olha para isso e vê nossas torres 100% locadas inclusive as torres do marketplace que estão com 90% de ocupação num projeto mais antigo.

Speaker #1: Então, a gente olha para isso e olha o nosso Land Bank, olha as possibilidades a gente vê esse vetor que a gente pode estar olhando e aumentando a nossa participação nesse segmento de corporate.

Pedro Peroni: Super claro, Guido Ciro. Obrigado.

Speaker #2: Super claro, Guido, Ciro, obrigado.

Guido Oliveira: Valeu.

Speaker #1: Valeu.

Operator 2: Seguimos com Mariana Castro, Itaú BBA.

Speaker #3: Seguimos com Mariângela Castro, Itaú. Bibi.

Mariana Castro: Bom dia, pessoal, obrigada pela apresentação. Do meu lado, duas perguntas. Primeiro, eu queria entender um pouco melhor o descasamento que teve nesse tri das vendas nas mesmas áreas com aluguel nas mesmas áreas. A venda nas mesmas áreas de vocês cresceu 4.2, o aluguel 2.5. Quando a gente olha pras mesmas lojas, a dinâmica foi oposta. O aluguel nas mesmas lojas 2.7, o aluguel nas mesmas lojas 1.7. Se vocês puderem ajudar a gente a entender o que gera essa dinâmica das vendas crescendo mais do que o aluguel, quando a gente olha pra base de mesma área dos shoppings. Essa é a primeira pergunta. A segunda, fazendo um follow-up sobre alocação de capital. Vocês falaram do ponto de vista de expansão e dividendos, mas a gente queria entender um pouco qual o apetite de vocês pra comprar stakes nos shoppings que vocês já possuem.

Speaker #4: Bom dia, pessoal. Obrigada pela apresentação. Do meu lado, são duas perguntas. Primeiro, eu queria entender pouco melhor o descasamento que teve nesse tri das vendas nas mesmas áreas com aluguel nas mesmas áreas.

Speaker #4: A venda nas mesmas áreas de vocês cresceu 4,2, o aluguel 2,5. E quando a gente olha para as mesmas lojas, a dinâmica foi oposta.

Speaker #4: O aluguel nas mesmas áreas cresceu 2,7 e as vendas nas mesmas desculpa, o aluguel nas mesmas lojas 2,7 e o aluguel nas mesmas lojas 1,7.

Speaker #4: Se vocês puderem ajudar a gente a entender o que gera essa dinâmica das vendas crescendo mais do que o aluguel quando a gente olha para a base de mesma área dos shoppings, essa é a primeira pergunta.

Speaker #4: E a segunda fazendo follow-up sobre a locação de capital, vocês falaram do ponto de vista de expansão e dividendos, mas a gente queria entender pouco qual o apetite de vocês para comprar stakes nos shoppings que vocês já possuem, se surgir alguma oportunidade de aumento de participação, de M&A nesse cenário de juros mais altos, como é que está a cabeça da companhia?

Mariana Castro: Se surgiu alguma oportunidade de aumento de participação, de M&A, nesse cenário de juros mais altos, como é que está a cabeça da companhia? Muito obrigada.

Speaker #4: Muito obrigada.

Guido Oliveira: Olá, Mariangela. Olhando o descasamento, boa pergunta. O que aconteceu? A gente viu o same area sales crescendo maior que o same store sales. Principalmente por causa das novas lojas, com o sales spread, a gente falou de alguns exemplos, como H&M, a gente falou de Omy, a gente falou de outras marcas trazendo um sales spread positivo. Quando a gente olha o same area rent, a gente teve alguns impactos que são principalmente relacionados ao interior, Praia de Belas e o Marketplace. Marketplace, a gente vem fechando áreas, por conta do projeto de retrofit que a gente vem fazendo. A gente vem perdendo, tanto no same store rent como no same area rent, isso impactou os nossos números.

Speaker #1: Olá, Mariângela. Olhando o descasamento, boa pergunta. O que aconteceu? A gente viu semi-hire sales crescendo maior que o semi-store sales, a gente principalmente por causa das novas lojas com o sales spread, a gente falou de alguns exemplos como H&M, a gente falou de ON, a gente falou de Que trazendo sales spread positivo, mas quando a gente olha o semi-hire rent, a gente teve alguns impactos que são principalmente relacionados ao interior, praia de Belas e o marketplace.

Speaker #1: O marketplace a gente teve a gente vem fechando áreas por conta do projeto de retrofit que a gente vem fazendo, então a gente vem perdendo tanto no semi-store rent como no semi-hire rent, isso impactou os nossos números.

Guido Oliveira: No Praia de Belas, a gente fechou um supermercado que vendia BRL 4 million por mês, que era o Nacional, pra fazer um Zaffari, e junto com esse fechamento desse supermercado, a gente fechou uma ala de satélite, que é uma área de serviços, que o Zaffari pegou essa área também, a gente reposicionou essa área numa área menor, a gente também teve perda de venda e também perda de receita de satélites de serviços. Isso também impactou. No interior, a gente teve um churning, como eu falei, um pouco maior em Ribeirão e Rio Preto, de satélites que acabaram impactando o nosso same area rent. Por isso, esse descasamento.

Speaker #1: No praia de Belas, a gente fechou supermercado que vendia 4 milhões por mês, que era o nacional, para fazer Zafore e junto com essa fechamento desse supermercado a gente fechou uma ala de satélite que é uma área de serviço que o Zafore pegou essa área também, a gente reposicionou essa área numa área menor, então a gente também teve perda de venda e também perda de receita de satélite de serviços.

Speaker #1: Então, isso também impactou. E no interior a gente teve aí churn, como eu falei, um pouco maior em Ribeirão e Rio Preto, de satélites que acabaram impactando o nosso semi high rent.

Speaker #1: Então, por isso esse descasamento. Na questão de alocação de capital, a gente olhando para o nosso portfólio, óbvio que a gente tem interesse em aumentar a nossa participação nos ativos que são mais produtivos, mas a gente vai fazer isso sempre olhando com como a gente fez, com possibilidades de movimentos através de reciclagem de capital então a gente não vê possibilidade de aumento da nossa alavancagem para compra de participação.

Guido Oliveira: Na questão de alocação de capital, a gente olhando pro nosso portfólio, óbvio que a gente tem interesse em aumentar nossa participação nos ativos que são mais produtivos, mas a gente vai fazer isso sempre olhando como a gente fez, com possibilidades de movimentos através de reciclagem de capital. A gente não vê possibilidade de aumento da nossa alavancagem pra compra de participação. Se a gente for fazer um movimento desse, a gente vai fazer sempre movimentos casados. A gente ainda vê espaço pra movimentos de vendas de participações minoritárias pra que subsidiem essas aquisições que possam vir a acontecer. A gente está olhando isso com tranquilidade. A gente não vê grandes movimentos de aquisição que possam aparecer tão no curto prazo.

Speaker #1: Então, se a gente for fazer movimento desse, a gente vai fazer sempre movimentos casados, e a gente ainda vê espaço para movimentos de vendas de participações minoritárias para que subsidiem essas aquisições que possam vir a acontecer.

Speaker #1: Mas a gente está olhando isso com tranquilidade então e a gente não vê grandes movimentos aí de aquisição que possam aparecer aí tão no curto prazo.

Mariana Castro: Ficou claro. Obrigada, Guido.

Speaker #4: Ficou claro. Obrigada, Guido.

Operator 2: Seguimos com Rafael Castrucci, Safra.

Speaker #3: Seguimos com Rafael Castroth Heather, Safra.

Rafael Castrucci: Bom dia, pessoal. Obrigado pelo espaço. Eu queria tocar um pouco na margem NOI. Não sei se foi o maior patamar da história da companhia, mas se não for, imagino que esteja bem perto. A gente consegue ver essa evolução expressiva ao longo do ano. Se tiveram uma melhora de mix também, de produtos, vocês acabaram vendendo stake no portfólio que acaba sendo menos produtivo e aumentaram bastante recentemente nos ativos mais produtivos. Queria entender se esse patamar de margem já reflete esse mix, se vocês ainda enxergam espaço de ganho de margem pra frente, ou podemos até ver a margem NOI ficando nesse patamar dos 94% que a gente viu nesse tri. Obrigado.

Speaker #5: Bom dia, pessoal. Obrigado aqui pelo espaço. Eu queria tocar pouco na margem anual, não sei se foi o maior patamar da história da companhia, mas se não for, eu imagino que esteja bem perto e a gente consegue ver essa evolução expressiva ao longo do ano.

Speaker #5: Se tiver uma melhora de mix também, de produtos, vocês acabaram vendendo stake no portfólio que acaba sendo menos produtivo e aumentaram aí bastante recentemente nos ativos mais produtivos.

Speaker #5: Eu queria entender se esse mix se esse patamar de margem já reflete esse mix se vocês ainda enxergam espaço de ganho de margem para frente ou podemos até ver a margem anuais ficando nesse patamar aí dos 94% que a gente viu nesse tri.

Speaker #5: Obrigado.

Guido Oliveira: Rafa, é isso mesmo. Você acabou já respondendo a pergunta. A margem foi recorde em torno de 95%, uma das maiores margens da companhia de NOI. Basicamente, quando a gente olha o NOI na nossa participação, que é o que você está falando, concentra nos shoppings que têm NOI muito mais alto e margens mais altas. Então os shoppings mais fracos acabam tendo margens de NOIs menores, principalmente por custos relacionados a jurídico ou mesmo inadimplência e PDD, diferentemente dos shoppings. Eu até falei isso, os principais shoppings do nosso portfólio hoje têm inadimplência zero. O Iguatemi São Paulo, JK, Brasília, Pátio Paulista, Rio Sul, Iguatemi Porto Alegre, a inadimplência é zero. O desconto é praticamente zero. Então o NOI desses shoppings é basicamente em torno de 90% a 95%.

Speaker #1: Rafa, é isso mesmo. Você acabou já respondendo à pergunta. A margem foi recorde aí, em torno de 95%, uma das maiores margens anuais da companhia. E basicamente, quando a gente olha os anuais na nossa participação, que é o que você está falando, concentra nos shoppings que têm anuais muito mais altos e margens mais altas.

Speaker #1: Então, o shopping mais fracos acabam tendo margem anuais menores principalmente por custos relacionados a jurídico, mesmo inadimplência e PDD, diferentemente dos shoppings eu até falei isso o shoppings hoje os principais shoppings do nosso portfólio hoje têm inadimplência zero, o ATM São Paulo, JK, Brasília, Pátio Paulista, Rio Sul e Guatemima e Porto Alegre têm inadimplência zero e o desconto é praticamente zero.

Speaker #1: Então, o anuais desses shoppings é basicamente em torno de 95%, 90, 95%. Então, a concentração do portfólio nos shoppings produtivos faz com que a nossa margem vai orbitar entre 90 e 95% aí nos próximos trimestres.

Guido Oliveira: A concentração do portfólio nos shoppings produtivos faz com que a nossa margem vai orbitar entre 90% and 95% nos próximos trimestres.

Rafael Castrucci: Perfeito. Obrigado, Guido. Obrigado, pessoal.

Speaker #5: Opa, não, perfeito. Obrigado, viu, Guidão. Obrigado, pessoal.

Operator 2: Seguimos com Marcelo Mota, J.P. Morgan.

Speaker #3: Seguimos com Marcelo Mota, JP Morgan.

Marcelo Mota: Opa, bom dia, pessoal. Uma pergunta rápida aqui, se vocês pudessem comentar um pouco da parte dos resultados de retail, tanto o retail Iguatemi 365. O crescimento continua forte. O EBITDA ali, aparentemente, teve alguma coisa dentro da linha de outras receitas e despesas, mas enfim, entender o que vocês veem como margem recorrente nesse segmento e potencial de crescimento para dar um pouco mais de cor pra gente. Obrigado.

Speaker #5: Opa, bom dia, pessoal. Uma pergunta rápida aqui, se vocês pudessem comentar pouco da parte do dos resultados de retail, tanto retail e Guatemima 365, o crescimento continua forte, o EBITDA ali aparentemente teve alguma coisa dentro da linha de outras receitas e despesas, mas enfim, entender o que vocês veem como margem recorrente nesse segmento e potencial de crescimento aí para dar uma pouco mais de cor para a gente.

Speaker #5: Obrigado.

Ciro Neto: Eu acho que a gente precisa sempre lembrar qual é a estratégia do retail. A estratégia do retail é uma estratégia da gente ter no nosso portfólio algumas marcas que eventualmente não viriam pro Brasil, ou que querem ter um parceiro e ser a porta de entrada dessas marcas no Brasil através da Iguatemi nos nossos empreendimentos, e ela é pra ser um diferencial dentro do nosso portfólio de colocar essas marcas. A Polo, por exemplo, que é uma marca que tem uma venda por metro quadrado superalta, a própria Birkenstock, que tem uma venda superalta.

Speaker #2: É, eu acho que a gente precisa sempre lembrar qual é a estratégia de retail. A estratégia de retail é uma estratégia da gente ter no nosso portfólio algumas marcas que eventualmente não viriam para o Brasil ou que querem ter parceiro e ser a porta de entrada dessas marcas no Brasil, através da Iguatemi e dos nossos empreendimentos. E ela é para ser diferencial dentro do nosso portfólio, de colocar essas marcas.

Speaker #2: Então, Apolo, por exemplo, que é uma marca que tem uma venda por metro quadrado super alta, a própria Birkin que tem uma venda super alta, e é tão interessante dizer isso porque são marcas inclusive assediadas por outros grupos que operam marca no Brasil, porque querem também ter essas marcas, porque sabem que as vendas por metro quadrado são altas, ou por grupos que operam que não são de shopping que operam outras marcas, ou também grupos de shopping que têm desejo de que essas marcas possam estar no portfólio deles.

Ciro Neto: É tão interessante dizer isso, porque são marcas, inclusive, assediadas por outros grupos que operam marca no Brasil, porque querem também ter essas marcas, porque sabem que as vendas por metro quadrado são altas, ou por grupos que operam, que não são de shopping, que operam outras marcas, ou também grupos de shopping que têm desejo de que essas marcas possam estar no portfólio deles. Precisa sempre lembrar disso, pra que a gente possa fazer os movimentos corretos dentro do retail. Eu acho que a gente tem tido uma performance muito boa, tem uma reação de venda superimportante. Eu acho que principalmente focado nas marcas que são Polo, Birkenstock, Louboutin e outras que a gente tem trazido como parte complementar do nosso mix e tem tido bastante sucesso.

Speaker #2: Então, precisa sempre lembrar disso, para que a gente possa fazer os movimentos corretos, dentro da retail. Eu acho que a gente tem tido uma performance muito boa, tem uma reação de venda super importante, eu acho que principalmente focado aí nas marcas que são Polo, Birkin, Louboutin e outras que a gente tem trazido, como parte complementar do nosso mix.

Speaker #2: E tem tido bastante sucesso. Eu acho que a diligência que a gente tem tido também nas negociações com essas marcas de buscar desconto nas nossas compras, de fazer as compras eficientes, tem ajudado a gente a melhorar a margem da retail.

Ciro Neto: Eu acho que a diligência que a gente tem tido também nas negociações com essas marcas, de buscar desconto nas nossas compras, de fazer as compras eficientes, tem ajudado a gente a melhorar a margem do retail. A gente olha pro futuro olhando muito nessa perspectiva, fazia, por exemplo, todo sentido a gente abrir a loja do RioSul. A loja está um sucesso, muitos dos clientes que já não frequentavam o RioSul e que frequentavam outro shopping na Zona Sul, apareceram na loja e disseram: "Fazia muito tempo que eu não vinha ao RioSul, eu estou vendo que o mix está mudando". Faz parte disso, de você realmente levar o produto adequado pra aquele mercado e o retail tem um papel importante.

Speaker #2: Então, a gente olha para o futuro olhando muito nessa perspectiva. Então, fazia, por exemplo, todo sentido a gente abrir a loja do Rio Sul. A loja está um sucesso, muitos dos clientes que já não frequentavam o Rio Sul e que frequentavam outros shoppings na Zona Sul apareceram na loja e disseram: "Fazia muito tempo que eu não vinha ao Rio Sul, eu estou vendo que o mix está mudando."

Speaker #2: Então, faz parte disso, de você realmente levar o produto adequado para aquele mercado e a retail tem papel importante, a gente tem pipe de crescimento mas crescimento muito focado em fazer essa complementariedade, assim como a gente fez lá no Rio Sul e como eu falei, a gente assinou também o contrato de Birkin com o Iguatemima e Campinas.

Ciro Neto: A gente tem um pipe de crescimento, mas um crescimento muito focado em fazer essa complementaridade, assim como a gente fez lá no RioSul. Como eu falei, a gente assinou também o contrato de Birkenstock com o Iguatemi Campinas. Faz parte dessa estratégia de diferenciação, os resultados vêm muito bons, as vendas continuam crescendo bastante forte, o que nos desafia a ter o melhor estoque, a trazer o melhor produto, a fazer a melhor negociação. A gente tem uma crença bastante grande que o retail faz parte desse nosso papel de ter mais uma frente, além dos nossos espaços de eventos, de todo o evento de relacionamento, de ter uma diretoria exclusiva de relacionamento, de ter uma diretoria exclusiva de mix, de olhar pra esse papel, de trazer um produto, realmente, onde o nosso cliente de alta renda tem interesse de comprar.

Speaker #2: Então, faz parte dessa estratégia de diferenciação, os resultados vêm muito bons, as vendas continuam crescendo bastante forte o que nos desafia a ter o melhor estoque, a trazer o melhor produto, a fazer a melhor negociação e a gente tem uma crença bastante grande que a retail faz parte desse nosso papel de ter mais uma frente além dos nossos espaços de eventos, de todos os eventos de relacionamento, de ter uma diretoria exclusiva de relacionamento, de ter uma diretoria exclusiva de mix, de olhar para esse papel de trazer produto realmente onde o cliente, o que o nosso cliente de alta renda tem interesse de comprar.

Marcelo Mota: Perfeito, super claro. Obrigado, Ciro.

Speaker #1: Perfeito, super claro. Obrigado, Ciro.

Operator 2: Obrigado, senhoras e senhores. Não havendo mais perguntas, retornamos a palavra ao senhor Ciro para suas considerações finais. Por favor, senhor Ciro, pode prosseguir.

Speaker #3: Obrigado, senhoras e senhores. Não havendo mais perguntas, retornamos a palavra ao senhor Ciro para suas considerações finais. Por favor, senhor Ciro, pode prosseguir.

Ciro Neto: Eu queria agradecer a todos, é um prazer de novo estar aqui com vocês. Lembrar sempre que tanto eu, o Guido e o time de RI e financeiro, a gente está sempre à disposição de vocês e agradecer a todos e desejar um bom dia. Um grande abraço.

Speaker #2: Eu queria agradecer a todos, é prazer de novo estar aqui com vocês. Lembrar sempre que tanto eu, o Guido e o time de RI, financeiro, a gente está sempre à disposição de vocês.

Speaker #2: E agradecer a todos aí e desejar aí bom dia. grande abraço.

Operator 2: Concluímos assim a teleconferência da Iguatemi. Obrigado pela participação de todos. Tenham uma boa tarde.

Speaker #3: Concluímos assim a teleconferência da Iguatemima. Obrigado pela participação de todos. Tenham uma boa tarde.

Operator 1: Goodbye

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Q2 2026 Iguatemi SA Earnings Call

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Q2 2026 Iguatemi SA Earnings Call

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Wednesday, August 5th, 2026 at 1:00 PM

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