Q2 2026 Vibra Energia SA Earnings Call

Speaker #2: Bom dia, senhoras e senhores. Sejam bem-vindos à videoconferência da Vibra para a discussão dos resultados referentes ao 2º trimestre de 2026. Esta videoconferência está sendo gravada e o replay poderá ser acessado no site da companhia.

Operator 2: Bom dia, senhoras e senhores. Sejam bem-vindos à videoconferência da Vibra para a discussão dos resultados referentes ao Q2 de 2026. Esta videoconferência está sendo gravada e o replay poderá ser acessado no site da companhia: www.ri.vibraenergia.com.br. A apresentação também está disponível para download. Informamos que todos os participantes estarão apenas assistindo à videoconferência durante a apresentação e, em seguida, iniciaremos a sessão de perguntas e respostas, quando mais instruções serão fornecidas. A tradução está disponível clicando no botão Interpretation. Após clicar, selecione o idioma da sua preferência. Para aqueles ouvindo a videoconferência em inglês, o áudio original em português pode ser silenciado clicando em Mute Original Audio, na parte inferior da plataforma. Antes de prosseguir, aproveito para reforçar que as declarações prospectivas têm como base as crenças e suposições da administração da Vibra e as informações atuais disponíveis para a companhia.

Speaker #2: www.ri.vibraenergia.com.br. The presentation is also available for download. We inform you that all participants will be in listen-only mode during the presentation. Afterwards, we will begin the Q&A session, when further instructions will be provided.

Speaker #2: A tradução está disponível clicando no botão "Interpretation". Após clicar, selecione o idioma de sua preferência. Para aqueles ouvindo a videoconferência em inglês, o áudio original em português pode ser silenciado clicando em "Mute original audio" na parte inferior da plataforma.

Speaker #2: Antes de prosseguir, aproveito para reforçar que as declarações prospectivas têm como base as crenças e suposições da administração da Vibra, e as informações atualmente disponíveis para a companhia.

Speaker #2: Essas declarações podem envolver riscos e incertezas, tendo em vista que dizem respeito a eventos futuros e, portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer.

Operator 2: Essas declarações podem envolver riscos e incertezas, tendo em vista que dizem respeito a eventos futuros e, portanto, que dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer. Investidores, analistas e jornalistas devem levar em conta que eventos relacionados ao ambiente macroeconômico, ao segmento e a outros fatores que podem fazer com que os resultados sejam materialmente diferentes daqueles expressados nas respectivas declarações prospectivas. Estão presentes nessa videoconferência o senhor Ernesto Pousada, CEO, e o senhor Maurício Teixeira, CFO, além da presença de alguns executivos da companhia. Gostaria agora de passar a palavra ao senhor Ernesto Pousada, que dará início à apresentação. Por favor, senhor Ernesto Pousada, pode prosseguir.

Speaker #2: Investidores, analistas e jornalistas devem levar em conta que eventos relacionados ao ambiente macroeconômico, ao segmento e a outros fatores podem fazer com que os resultados sejam materialmente diferentes daqueles expressos nas respectivas declarações prospectivas.

Speaker #2: Estão presentes nesta videoconferência o Sr. Ernesto Pousada, CEO, e o Sr. Maurício Teixeira, CFO, além da presença de alguns executivos da companhia. Gostaria agora de passar a palavra ao Sr.

Speaker #2: Ernesto Pousada, who will begin the presentation. Please, Mr. Ernesto Pousada, you may proceed.

Speaker #3: Bom dia a todos, bom dia a todas. É um prazer estar com vocês nesta conferência sobre os resultados do 2º trimestre de 2026. Hoje, em um ambiente um pouquinho diferente, estamos aqui no nosso escritório em São Paulo.

Ernesto Pousada: Bom dia a todos, bom dia a todas. É um prazer estar com vocês nessa conferência sobre o resultado do Q2 de 2026. Hoje no ambiente um pouquinho diferente, estamos aqui no nosso escritório em São Paulo. Passando para o primeiro slide, acho que esse foi um trimestre, o Q2, marcado pela evolução e essa estratégia consistente que a Vibra está construindo de crescimento de longo prazo. Essa é uma mensagem-chave que eu queria deixar com vocês nesse momento, em que a gente está passando, obviamente, o conflito do Oriente Médio e tem implicações no nosso negócio, mas o mais relevante é a estratégia de consistência, de evolução de margens e crescimento de longo prazo.

Speaker #3: Passando para o primeiro slide, eu acho que esse foi um trimestre, o 2º trimestre, marcado pela evolução e essa estratégia consistente que a Vibra está construindo de crescimento de longo prazo.

Speaker #3: Essa é uma mensagem-chave que eu queria deixar com vocês neste momento, em que a gente está passando, obviamente, pelo conflito do Oriente Médio e que tem implicações no nosso negócio.

Speaker #3: Mas o mais relevante é a estratégia de consistência de evolução de margens e crescimento de longo prazo. Para isso, eu queria lembrar ainda que, em abril, nós tivemos a eleição do nosso conselho de administração, que marcou uma continuidade da gestão, trazendo também mais complementariedade de competências e mais diversidade.

Ernesto Pousada: Pra isso, eu queria lembrar ainda que em abril nós tivemos a eleição do nosso conselho de administração, que marcou uma continuidade da gestão, trazendo também mais complementariedade de competências e mais diversidade, ou seja, um projeto de um corporation avançando com continuidade. O conflito no Oriente Médio, que obviamente coloca pressão no mercado doméstico, mas fundamentalmente a Vibra trabalhando pra manter os seus clientes abastecidos com responsabilidade e mantendo tanto a nossa rede Petrobras como também os nossos clientes do B2B abastecidos nesse momento. A proposta de valor. Seguimos, neste momento, avançando bastante no embandeiramento de postos. Mais um recorde, foram 230 novos postos neste trimestre, já completando 385 no semestre. Lembrando que o ano passado todo já havia sido um recorde, o ano passado com 404, e já estamos no primeiro semestre com 385 novos embandeiramentos e 100 novos contratos no B2B, totalizando 160 no semestre.

Speaker #3: Ou seja, projeto de corporation avançando com continuidade. O conflito no Oriente Médio, que obviamente coloca pressão no mercado doméstico, mas, fundamentalmente, a Vibra trabalhando para manter os seus clientes abastecidos com responsabilidade, mantendo tanto a nossa rede Petrobras como também os nossos clientes do B2B abastecidos nesse momento.

Speaker #3: A proposta de valor: seguimos, neste momento, avançando bastante no embandeiramento de postos, mais um recorde. Foram 230 novos postos neste trimestre, já completando 385 no semestre.

Speaker #3: Lembrando que, o ano passado todo, nós fizemos — já havia sido recorde o ano passado, com 404 — e já estamos aí no primeiro semestre com 385 novos embandeiramentos.

Speaker #3: E 100 novos contratos no B2B, totalizando 160 no semestre. Então, a nossa proposta de valor neste momento é que acho que ela vem de dois aspectos que são bastante relevantes: não só o conflito no Oriente Médio neste momento de maior pressão, mas também toda a questão do combate ao mercado irregular.

Ernesto Pousada: Então é a nossa proposta de valor nesse momento, que acho que vem de dois aspectos que são bastante relevantes, não só o conflito no Oriente Médio e esse momento de maior pressão, mas também toda a questão do combate ao mercado irregular. Isso é algo que está um pouco por baixo, escondido nesse momento de volatilidade do mercado, mas é isso que nos dá uma segurança da continuidade estrutural de futuro das nossas margens e do crescimento de market share. Falando de market share, crescemos em todos os segmentos no year over year. Rede de postos, mais 0.7 pontos percentuais e no B2B mais 0.8 pontos percentuais. Margem EBITDA ajustada recorrente de R$ 456 por metro cúbico. E aqui outro highlight do trimestre, a geração de caixa.

Speaker #3: Isso é algo que está pouco por baixo, escondido neste momento de volatilidade do mercado, mas é isso que nos dá uma segurança da continuidade estrutural de futuro das nossas margens e do crescimento de market share.

Speaker #3: Falando de market share, crescemos em todos os segmentos. No year-over-year, a rede de postos cresceu mais 0,7 ponto percentual, e no B2B mais 0,8 ponto percentual.

Speaker #3: A margem EBITDA ajustada recorrente é de R$456 por metro cúbico, e aqui outro highlight do trimestre é a geração de caixa. Tivemos fluxo de caixa operacional de R$3,8 bilhões e reduzimos a dívida líquida em R$2,6 bilhões, atingindo alavancagem de 1,3 vezes.

Ernesto Pousada: Temos um fluxo de caixa operacional de R$ 3.8 bilhões, e reduzimos a dívida líquida em R$ 2.6 bilhões, atingindo a alavancagem de 1.3 vezes. Então, construindo de novo, aproveitando esse momento pra que a gente possa construir a estratégia de longo prazo e desalavancagem, redução de dívida, e como consequência, o pagamento de menos juros. É esse o caminho que nós estamos trabalhando aqui na Vibra. Consequência disso tudo, remuneração ao nosso acionista. Anunciamos então, no segundo trimestre, uma JCP de R$ 550 milhões, o que totalizou, anunciado no primeiro semestre, R$ 952 milhões. E anunciamos agora em agosto, na sexta-feira, mais R$ 499 milhões de JCP, totalizando cerca de R$ 1.5 bilhões no ano, com yield de 4%. E, finalmente, o fortalecimento pro longo prazo.

Speaker #3: Então, construindo de novo, aproveitando este momento para que a gente possa construir a estratégia de longo prazo e desalavancagem, redução de dívida. E, por isso, como consequência, o pagamento de menos juros. Esse é o caminho que nós estamos trabalhando aqui na Vibra.

Speaker #3: Consequência disso tudo: remuneração ao nosso acionista. Anunciamos, então, no 2º trimestre, R$ 952 milhões, o que totalizou, anunciado no 1º semestre, R$ 952 milhões.

Speaker #3: E anunciamos agora, em agosto, na sexta-feira, mais R$ 499 milhões de JCP, totalizando cerca de R$ 1,5 bilhão no ano, com yield de 4%. E, finalmente, o fortalecimento para o longo prazo.

Speaker #3: Então, uma maior rede embandeirada, nós avançarmos no segmento que está cada vez com menos irregularidades; avançarmos no momento em que a nossa proposta de valor ganha muita relevância pela sustentabilidade, em crescer a rede embandeirada e termos um balanço mais saudável para os próximos anos.

Ernesto Pousada: Então uma maior rede em bandeirada, nós avançarmos no segmento que está cada vez com menos irregularidades, avançarmos no momento em que a nossa proposta de valor ganha muita relevância pela sustentabilidade, em crescer a rede em bandeirada e termos um balanço mais saudável pros próximos anos. Então, com isso, eu passo a palavra pro Maurício.

Speaker #3: Então, com isso, eu passo a palavra para o Maurício.

Speaker #4: Obrigado, Ernesto. Bom dia e obrigado a todos pela presença. No próximo slide, eu trago alguns números que reforçam as mensagens que o Ernesto passou.

Maurício Teixeira: Obrigado, Ernesto. Bom dia e obrigado a todos pela presença. No próximo slide, eu trago alguns números que reforçam as mensagens que o Ernesto passou. O EBITDA de BRL 4.5 billion, com crescimento de 200% em relação ao ano passado, margem EBITDA recorrente de BRL 456 por metro cúbico, volume crescendo 4% ano contra ano. O volume crescendo no trimestre, cresceu também no trimestre passado, então a gente passou o ponto de inflexão, vou mostrar no gráfico depois para frente como é que fica isso, mesmo num cenário de preço de derivados mais alto. Então o volume cresce com uma margem maior. Market share crescendo, e recorde de bandeiramentos no varejo. Desse EBITDA de BRL 4.5 billion, a maior parte dele se converteu em caixa. Quando a gente tira Capex e capital de giro, a gente converte BRL 3.8 billion em caixa operacional. E aqui temos dois efeitos.

Speaker #4: O EBITDA de 4,5%, com crescimento de 200% em relação ao ano passado; margem EBITDA recorrente de R$ 456 por metro cúbico; volume crescendo 4% ano contra ano. Então, o volume cresceu no trimestre, cresceu também no trimestre passado.

Speaker #4: Então, a gente passou o ponto de inflexão. Vou mostrar no gráfico depois, para frente, como é que fica isso, mesmo num cenário de preços de derivados mais altos.

Speaker #4: Então, o volume cresce, com uma margem maior. Market share crescendo e recorde de embarques no varejo. Desse EBITDA de 4,5%, a maior parte dele converteu em caixa.

Speaker #4: Quando a gente tira CAPEX e capital de giro, a gente converte R$ 3,8 bilhões em caixa operacional. E aqui tem dois efeitos: tem o efeito que a molécula está mais cara, então deveria aumentar o capital empregado.

Maurício Teixeira: Tem o efeito que a molécula está mais cara, então deveria aumentar o capital empregado. Por outro lado, a gente teve também um cliente de aviação relevante, que começou a utilizar prazo e pagamento conosco, que ele tinha direito e não usava, e consumiu aproximadamente BRL 580 million de capital de giro quando receber. Excluindo esse efeito, a gente vê que a nossa conversão foi muito forte. Então convertemos aqui BRL 3.8 billion de caixa, que foi usado prioritariamente para redução de dívida. BRL 2.6 billion de redução de dívida, a diferença são os juros acruados, e levando uma alavancagem de 1.3 vezes. E aí no próximo slide, a gente pode ver aqui a evolução, essa tendência. O volume, que durante muito tempo veio caindo e degradando durante o tempo.

Speaker #4: Por outro lado, a gente teve também cliente de aviação relevante, que começou a utilizar prazo e pagamento conosco, que ele tinha direito e não usava, e consumiu aproximadamente R$ 580 milhões de capital de giro quando recebeu.

Speaker #4: Excluindo esse efeito, a gente vê que a nossa conversão foi muito forte. Então, convertemos aqui R$ 3,8 bilhões de caixa, que foi usado prioritariamente para redução de dívida.

Speaker #4: R$ 2,6 bilhões de redução de dívida, a diferença são os juros acumulados, e levando uma alavancagem de 1,3 vezes. E aí, no próximo slide, a gente pode ver aqui a evolução dessa tendência, o volume, que durante muito tempo veio caindo e degradando durante o tempo.

Speaker #4: Ano passado foi o primeiro ponto de inflexão, com crescimento de volume, e no segundo trimestre deste ano a gente cresce 4% em relação ao mesmo trimestre do ano passado.

Maurício Teixeira: Ano passado foi o primeiro ponto de inflexão, com crescimento de volume, e no Q2 desse ano, a gente cresce 4% em relação ao mesmo trimestre do ano passado, da mesma forma que crescemos também no Q1 desse ano em relação ao passado. Então um ano de crescimento, de novo, 2026 em relação a 2025. O crescimento de volume, mesmo com a margem se expandindo. A gente vê a margem ajustada aqui embaixo de 476. Tem esse crescente de margem, que já vem acontecendo nos últimos anos, que tem a ver também com essa questão da redução da irregularidade, das ilegalidades no setor. Então mesmo com a margem mais alta e o preço do derivado mais alto, a gente cresceu o volume, e essa margem mais alta também não deixou a gente abrir mão da disciplina em custos.

Speaker #4: Da mesma forma, deste ano em relação ao passado. Então, um ano de crescimento de novo, 2026 em relação a 2025. O crescimento de volume, mesmo com a margem se expandindo.

Speaker #4: A gente vê a margem ajustada aqui embaixo de 4,75. Tem esse crescente de margem que já vem acontecendo nos últimos anos, que tem a ver também com essa questão da redução da irregularidade, das ilegalidades no setor.

Speaker #4: Então, mesmo com a margem mais alta, o preço derivado mais alto, a gente cresceu o volume, e essa margem mais alta também não deixou a gente abrir mão da disciplina em custos.

Speaker #4: No gráfico do meio, a gente vê as despesas ajustadas, que estão caindo em relação ao ano passado. Aqui a gente fez ela ajustada, reduzindo ou tirando o efeito do hedge e do MTM de trading, que são efeitos exclusivos da operação de trading, que são consolidados aqui.

Maurício Teixeira: No gráfico do meio, a gente vê as despesas ajustadas, que estão caindo em relação ao ano passado, aqui a gente fez ela ajustada, reduzindo ou tirando o efeito do hedge e do MTM de trading, que são efeitos exclusivos da operação de trading, que são consolidados aqui. Mas dando esse efeito, a gente vê que nossa despesa por metro cúbico caiu de BRL 89 para BRL 88 nesse trimestre, caindo mais ainda, BRL 102 para BRL 88, em relação ao trimestre passado. Então mesmo com margem mais alta, a gente continua com a disciplina e com foco em gestão de custos e despesas. Podemos passar para o próximo slide, onde a gente mostra um pouquinho do qualitativo e quantitativo das nossas principais linhas de negócio.

Speaker #4: Mas, purgando esse efeito, a gente vê que a nossa despesa por metro cúbico caiu de 39 reais para 88 nesse trimestre, caindo ainda mais ainda, de 102 para 88 em relação ao trimestre passado.

Speaker #4: Então, mesmo com a margem mais alta, a gente continua com a disciplina e com foco em gestão de custos e despesas. Por exemplo, vou passar para o próximo slide, onde a gente mostra um pouquinho qualitativo e quantitativo da nossa principal linha de negócio.

Speaker #4: Na rede de postos, já falamos do recorde trimestral, que é o número que a gente tem que reforçar e falar de novo aqui: 230 postos, só no 2º trimestre.

Maurício Teixeira: Na rede de postos, já falamos o recorde trimestral, que é algo que a gente tem que reforçar e falar de novo aqui, 280 postos só no Q2, reforçando o modelo e a proposta de valor de sem bandeirado Vibra com a marca Petrobras. A gente chega numa base de 7,556 postos e a gente mostra que são postos com mais qualidade. A gente cresceu o volume médio por posto, volume mensal, em 12% desse ano em relação ao ano anterior. Quer dizer, tem mais postos, tem um movimento natural de entradas de postos e saídas de postos, mas na média, os nossos postos estão produzindo mais 12%.

Speaker #4: Reforçando o modelo e a proposta de valor de ser embandeirado Vibra com a marca Petrobras. A gente chega numa base de 7.556 postos, e a gente mostra que são postos com mais qualidade.

Speaker #4: A gente cresceu o volume médio por posto, o volume mensal, em 12%, deste ano em relação ao ano anterior. Quer dizer, tem mais postos, tem movimento natural de entrada de postos e saída de postos, mas, na média, os nossos postos estão produzindo mais, 12% a mais.

Speaker #4: No B2B, a gente cresce o volume de diesel em 7%, fidelizamos 100 clientes com contratos de fornecimento, take or pay, em que eu garanto fornecimento para o cliente, que nesse momento de instabilidade preferiu não ter esse tipo de contrato.

Maurício Teixeira: No B2B, a gente cresce o volume de diesel em 7%, fidelizamos 100 clientes com contrato de fornecimento take-or-pay, em que eu garanto o fornecimento para o cliente, que nesse momento de instabilidade, os clientes preferiram ter esse tipo de contrato. Por outro lado, para a gente também dá previsibilidade, que esse cliente não vai ficar fazendo bid no mercado todo tempo, vai comprar com a gente pelo prazo do contrato de um ou dois anos. E o nosso market share aumentou no B2B em 0.8 pontos percentuais. Lubrificante tem sido um foco nos últimos anos. O lucro bruto cresceu 37%, o EBITDA foi recorde, crescendo 90%, e estamos escalando nossa operação na Argentina.

Speaker #4: Por outro lado, para a gente também dá previsibilidade que esse cliente não vai ficar fazendo bids no mercado todo o tempo, vai comprar com a gente pelo prazo do contrato de um ou dois anos.

Speaker #4: E o nosso market share aumentou no B2B em 0,8 pontos percentuais. Lubrificantes, tendo sido foco nos últimos anos, o lucro bruto cresceu 37%, o EBITDA foi recorde, crescendo 90%. Começando com as vendas lá, a operação vem crescendo; ainda, no todo, não é tão relevante, mas já vem escalando.

Maurício Teixeira: Começamos com as vendas lá, a operação vem crescendo, ainda no todo, não é tão relevante, mas já vem escalando Comerc, apresentando um EBITDA adjusted de R$ 228 milhões, em linha com o que a gente vinha planejando para o ano. Chegamos numa marca de 215 mil unidades consumidoras sendo atingidas diretamente pela nossa GD. Esse aqui é um diferencial da Comerc, que tem a geração distribuída e que atende clientes de varejo diretamente, 215 mil clientes já, um crescimento muito grande esse ano. E também no mercado livre, aumentamos em 586 clientes em relação ao ano passado. Aqui falando um pouco do ativo, da alocação de capital, nosso Capex foi de R$ 348 milhões no trimestre, inferior ao ano passado, e a gente vê que em distribuição, que é o embandeiramento, o patamar está inferior ao ano passado, mesmo tendo embandeirado muito mais do que a gente vem fazendo.

Speaker #4: Comércio, apresentando EBITDA da FCX de R$ 228 milhões, em linha com o que a gente vinha planejando para o ano. Chegamos a uma marca de 215 mil unidades consumidoras sendo atingidas diretamente pela nossa GD. Então, isso aqui é um diferencial da Comércio, que tem a geração distribuída e atende clientes de varejo diretamente. São 215 mil clientes já, um crescimento muito grande esse ano.

Speaker #4: E também, no Mercado Livre, aumentamos em 586 clientes em relação ao ano passado. Aqui, falando um pouco do ativo, da alocação de capital, nosso CAPEX foi de R$ 348 milhões no trimestre, inferior ao ano passado, e a gente vê que, em distribuição, que é o embandeiramento, o patamar está inferior ao ano passado, mesmo tendo embandeirado muito mais do que a gente vem fazendo.

Speaker #4: Quer dizer, a gente está sendo muito assertivo no modelo de embandeiramento, priorizando pagamento para bonificação postecipada e reduzindo o capital na frente, que é o CAPEX que a gente faz para embandeirar os postos.

Maurício Teixeira: A gente está sendo muito assertivo no modelo de embandeiramento, priorizando o pagamento pela bonificação post-anticipada e reduzindo o capital na frente, que é o Capex que a gente faz para embandeirar os postos. E a gente vê no lado direito, o nosso ROIC indo para 27%. E aqui o interessante ver que o capital empregado ano contra ano, andou de lado, foi de BRL 24.4 bi para BRL 24.6 bi, e o NOPAT dobrou. A gente está fazendo o dobro de NOPAT com o mesmo capital, alavancando o ROIC para 27%.

Speaker #4: E a gente vê no lado direito o nosso ROIC indo para 27%. E aqui o interessante é ver que o capital empregado, ano contra ano, andou de lado: foi de R$24,4 bilhões para R$24,6 bilhões, e o NOPAT dobrou. Quer dizer, a gente está fazendo o dobro de NOPAT com o mesmo capital, alavancando o ROIC para 27%.

Speaker #4: Naturalmente, esse capital deveria ter subido, pelo aumento do preço da molécula e também pelos efeitos de quando você receber de alguns clientes, mas a gente conseguiu, com a iniciativa que a gente está fazendo no balanço, de alongamento de prazo de fornecedores e redução do prazo de quando receber com diversos clientes, manter o capital empregado aqui e gerando mais retornos, com o mesmo capital.

Maurício Teixeira: Naturalmente, esse capital deveria ter subido pelo aumento do peso da molécula e também pelos efeitos de conta a receber de alguns clientes. Mas a gente conseguiu, com a iniciativa que a gente está fazendo no balanço, de alongamento de prazo de fornecedores e redução do prazo de conta a receber com diversos clientes, manter o capital empregado aqui e gerando mais retornos no mesmo capital. Indo para o lado do passivo, agora a gente vê a nossa dívida caindo, como o Ernesto falou, nossa prioridade das gerações de caixa tem sido reduzir endividamento. Viemos do patamar, 1 ano atrás, de BRL 21 billion de dívida para BRL 16 billion no fechamento do segundo trimestre, que é uma alavancagem de 1.3x. E essa dívida também está cada vez mais longa e mais barata. A gente está com prazo médio de 5 anos, com custo médio CDI mais 0.22.

Speaker #4: Indo para o lado do passivo, agora a gente vê a nossa dívida caindo. Como o Ernesto falou, nossa prioridade da geração de caixa tem sido reduzir endividamento.

Speaker #4: Viemos de um patamar, ano atrás, de R$ 21 bilhões de dívida para R$ 16 bilhões no fechamento do 2º trimestre, que é uma alavancagem de 1,3 vezes.

Speaker #4: E essa dívida também está cada vez mais longa e mais barata. A gente está com prazo médio de cinco anos, com custo médio de CDI mais 0,22.

Speaker #4: E no gráfico seguinte a gente vê como é que a gente evoluiu ao longo desse ano. O gráfico de cima, o perfil da dívida, no 4º trimestre de 2025, a gente tinha R$ 9,5 bilhões vencendo até 2029.

Maurício Teixeira: E no gráfico seguinte, a gente vê como é que a gente evoluiu ao longo desse ano. O gráfico de cima, perfil da dívida no Q4 de 2025. A gente tinha BRL 9.5 billion vencendo até 2029. A gente conseguiu alongar essa dívida, tendo só BRL 4.5 billion vencendo até 2029. A gente vê as barras de 2033, 2034 enchendo ali para frente, com custo menor. Então estamos hoje com CDI mais 0.22 e com perfil de dívida sem nenhuma consideração no curto prazo. Falamos do ativo, do passivo, e agora para o retorno ao acionista, a gente vê um total return para o acionista de 63% nos últimos 12 meses, considerando a valorização da ação, mais os proventos declarados, que é superior ao Ibovespa e muito superior também ao CDI. Quer dizer, a gente prezando pelo retorno ao acionista e a ação mostrando isso.

Speaker #4: A gente conseguiu alongar essa dívida, tendo só 4,5 bilhões vencendo até 2029, e a gente vê as barras de 2033, 2034 enchendo ali para frente, com custo menor.

Speaker #4: Então, estamos hoje com CDI mais 0,22 e com perfil de dívida sem nenhuma concentração no curto prazo. Já falamos do ativo e do passivo. Indo agora para o retorno para acionistas, a gente vê um total return para acionistas de 63% nos últimos 12 meses, considerando a valorização da ação mais os proventos declarados.

Speaker #4: Que é superior ao Ibovespa, e superior, muito superior também ao CDI. Quer dizer, a gente prezando pelo retorno ao acionista e a ação mostrando isso.

Speaker #4: E esse retorno também se dá em forma de caixa. A gente declarou até o momento payout de 24% do lucro do 1º semestre: R$ 952 milhões declarados, com corte em junho, e sexta-feira passada declaramos mais R$ 499 milhões, dando um total de R$ 1,451 bilhão de JCP declarado no ano, quase R$ 1,5 bilhão, como o Ernesto falou.

Maurício Teixeira: E esse retorno também está em forma de caixa. A gente declarou até o momento um payout de 24% do lucro do primeiro semestre, BRL 952 million declarados com corte de junho, e sexta-feira passada declaramos mais BRL 499 million, dando um total de BRL 1.451 billion em JCP declarado no ano, quase BRL 1.5 billion, como o Ernesto falou. E aí eu passo a palavra de volta para o Ernesto para as mensagens finais.

Speaker #4: E aí eu passo a palavra de volta para o Ernesto, para as mensagens finais.

Speaker #1: Obrigado, Maurício. Então, as mensagens finais: a gente encerra o trimestre estruturalmente mais forte para o longo prazo. Eu acho que esse tem sido o nosso esforço ao longo desse ano. Como eu disse, a gente tem uma rede embandeirada maior, que nos assegura resultados de longo prazo, uma rede de muita qualidade, e assegurando que nós vamos ter volumes e estar estruturalmente bem no longo prazo.

Ernesto Pousada: Obrigado, Maurício. Então, as mensagens finais, a gente encerra o trimestre estruturalmente mais forte para o longo prazo. Acho que esse tem sido o nosso esforço ao longo desse ano. Como eu disse, a gente tem uma rede embandeirada maior, que nos assegura resultados de longo prazo, uma rede de muita qualidade, e assegurando que nós vamos ter volumes estruturalmente no longo prazo, e um balanço bastante mais saudável, como o Maurício acabou de mostrar. A geração de caixa nos próximos ciclos vai continuar impulsionando a desalavancagem, que vai fortalecer ainda mais a nossa estrutura de capital, reduzindo o nosso pagamento de juros e permitindo uma maior flexibilidade na alocação de capital. Muito importante esse terceiro ponto, que a gente, no meio dessa volatilidade, acaba não falando muito, mas estruturalmente, o setor está evoluindo e subindo para um outro patamar, que é o combate às irregularidades e o aperfeiçoamento regulatório.

Speaker #1: E balanço bastante mais saudável, como o Maurício acabou de mostrar. A geração de caixa dos próximos ciclos vai continuar impulsionando a desalavancagem, o que vai fortalecer ainda mais a nossa estrutura de capital, reduzindo o nosso pagamento de juros e permitindo maior flexibilidade na alocação de capital.

Speaker #1: Muito importante esse terceiro ponto, que a gente, no meio dessa volatilidade, acaba não falando muito, mas estruturalmente o setor está evoluindo e subindo para outro patamar.

Speaker #1: Que é o combate às irregularidades e o aperfeiçoamento regulatório. Isso segue entre as prioridades da Vibra, e dando continuidade a esses avanços, eu estou citando aqui que a gente vai levar ao Congresso, a monofasia estadual do etanol, ainda este ano.

Ernesto Pousada: Isso segue entre as prioridades da Vibra e dando continuidade a esses avanços, eu estou citando um aqui que a gente vai levar ao Congresso, a monofasia estadual do etanol ainda este ano. Então estamos bastante positivos que nos próximos trimestres nós vamos ter sucesso também com a monofasia estadual do etanol, que é mais um avanço na direção do aperfeiçoamento regulatório, que certamente está mudando estruturalmente o setor. Nós permanecemos comprometidos e acho que o nosso foco número um na companhia tem sido o pleno abastecimento dos nossos clientes em todo o país, atuando com responsabilidade, segurança e disciplina comercial pra que os nossos clientes tenham o produto que precisam, onde eles precisam, a todo momento, e com isso a gente tem conseguido atender todos os nossos clientes em todo o Brasil. E finalmente, só pra fechar novamente, o fortalecimento da nossa proposta de valor.

Speaker #1: Então, estamos bastante positivos que, nos próximos trimestres, nós vamos ter sucesso aí também com a monofasia estadual do etanol, que é mais avanço na direção do aperfeiçoamento regulatório, que certamente está mudando estruturalmente o setor.

Speaker #1: Nós permanecemos comprometidos, e acho que o nosso foco número um na companhia tem sido o pleno abastecimento dos nossos clientes em todo o país. Atuando com responsabilidade, segurança e disciplina comercial para que os nossos clientes tenham o produto que precisam, onde eles precisam, a todo momento. Com isso, a gente tem conseguido atender todos os nossos clientes em todo o Brasil.

Speaker #1: E, finalmente, só para fechar, novamente, o fortalecimento da nossa proposta de valor. A gente vai continuar impulsionando, ainda nos próximos trimestres, a expansão da rede de postos e mais contratos com os clientes B2B, que isso vai certamente contribuir com a geração de valor no longo prazo.

Ernesto Pousada: A gente vai continuar impulsionando, ainda nos próximos trimestres, a expansão da rede de postos e mais contratos com os clientes B2B, que isso vai certamente contribuir com a geração de valor no longo prazo. Com isso, a gente conclui aqui.

Speaker #1: Com isso, a gente conclui aqui.

Speaker #2: Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas para investidores e analistas. Nossa primeira pergunta vem do Vicente Falanga, do Bradesco. Senhor Vicente, seu microfone já pode ser liberado.

Maurício Teixeira: Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas para investidores e analistas. Nossa primeira pergunta vem do Vicente Falanga do Bradesco. Senhor Vicente, seu microfone já pode ser liberado.

Speaker #3: Bom dia, Ernesto e Maurício, obrigado por pegarem minhas perguntas. Eu tenho duas aqui. A gente tem observado que as margens que a gente segue na NP, que é aquela de distribuição junto com a revenda, têm caído trimestre contra trimestre, aqui indo para o terceiro trimestre, no diesel e no etanol.

Vicente Falanga: Bom dia, Ernesto e Maurício, obrigado por pegar minhas perguntas. Eu tenho duas aqui. A gente tem observado que as margens que a gente segue na ANP, que é aquela de distribuição junto com a revenda, elas têm caído tri contra tri aqui, indo pro terceiro trimestre, no diesel e no etanol. Só que as margens de gasolina têm segurado muito bem. Queria entender duas coisas aqui, o que tem causado essa retraída na margem do diesel, mesmo com os cracks ainda altos, se foi a volta do PIS/Cofins. E segundo, se essa margem na gasolina, se a gente pode considerar essa como estrutural, principalmente devido à saída da Refit. E a segunda pergunta, o Rio de Janeiro está entregando um turnaround importante no quesito informalidade com o governador Ricardo Couto.

Speaker #3: Só que as margens da gasolina têm segurado muito bem. Queria entender duas coisas aqui: o que tem causado essa retração na margem do diesel, mesmo com os cracks ainda altos, se foi a volta do PIS/COFINS; e, segundo, se essa margem na gasolina, se a gente pode considerar essa sim como estrutural, principalmente devido à saída da Refit. E a segunda pergunta: o Rio de Janeiro está entregando um turnaround importante na questão da informalidade, com o governador Ricardo Couto. O estado deve implementar em breve solidariedade tributária e devedor contumaz, e a impressão é que muitos postos vão migrar para as bandeiras formais a partir de agora.

Vicente Falanga: O estado deve implementar em breve solidariedade tributária, Devedor Contumaz, e a impressão é que muitos postos vão migrar para as bandeiras formais a partir de agora. Queria entender como a Vibra tem se preparado para essa eventual oportunidade. Se eu puder uma terceira rápida aqui, se vocês puderem comentar um pouquinho o movimento de impacto de estoque no resultado do segundo trimestre. Obrigado.

Speaker #3: Queria entender como a Vibra tem se preparado para essa eventual oportunidade e, se eu puder, uma terceira rápida aqui: se vocês puderem comentar um pouquinho o movimento de impacto de estoque aí no resultado do segundo trimestre.

Speaker #3: Obrigado.

Speaker #1: Obrigado, Falanga. Eu pego as duas primeiras, a terceira eu passo para o Maurício aí. Margens do terceiro trimestre, então, você perguntou um pouquinho, eu acho que assim, a gente certamente, quando você vê as margens que você está acompanhando aí na NP, gasolina e etanol, certamente é algo mais estrutural, porque não tem praticamente nenhum efeito de guerra.

Ernesto Pousada: Obrigado, Falanga. Eu pego as duas primeiras, a terceira eu passo para o Maurício. Margens do terceiro trimestre, você perguntou um pouquinho. Eu acho que quando você vê as margens que você está acompanhando na ANP, gasolina e etanol, certamente é algo mais estrutural, porque não tem praticamente nenhum efeito de guerra. Aí está muito mais concentrado o efeito justamente no combate ao mercado irregular, que em alguns estados, como Rio de Janeiro, por exemplo, em especial a gasolina era bastante afetada pela quantidade de irregularidades que aconteciam no Rio de Janeiro, mas também em outros estados. Agora, o diesel está sujeito, Falanga, às volatilidades. Obviamente, como você tem uma parcela relevante do diesel importado, ele varia muito conforme mais, menos disponibilidade de diesel, o preço do diesel internacional, o preço do Brent internacional, ele acaba tendo uma oscilação diferente.

Speaker #1: E a gente, isso, e aí está muito mais concentrado o efeito justamente no combate ao mercado irregular, que em alguns estados, como o Rio de Janeiro, por exemplo, em especial a gasolina era bastante afetada pela quantidade de irregularidades que aconteciam no Rio de Janeiro, mas também em outros estados.

Speaker #1: Então, certamente. Agora, o diesel está sujeito, Falanga, às volatilidades. Obviamente, como você tem uma parcela relevante do diesel importado, ele varia muito conforme mais ou menos disponibilidade de diesel, preço do diesel internacional, preço do Brent internacional, e ele acaba tendo uma oscilação diferente. Mas, assim, o que nós estamos vendo aí para o terceiro trimestre: as margens certamente estarão acima do nível estrutural, provavelmente não no nível que nós vimos no segundo trimestre, mas ainda acima do nível estrutural.

Ernesto Pousada: Mas o que nós estamos vendo para o terceiro trimestre é que ainda as margens certamente estarão acima do nível estrutural, provavelmente não no nível que nós vimos no segundo trimestre, mas ainda acima do nível estrutural. O Rio de Janeiro, sem dúvida alguma, hoje talvez é o estado que está passando pela maior sanitização do ponto de vista de irregularidades. A gente está vendo, sim, um movimento grande de migração de bandeira branca para postos embandeirados. A Vibra tem feito um esforço bastante grande e temos conseguido liderar isso. Eu acho que claramente nossos números demonstram isso, a quantidade de embandeiramentos que a gente tem feito. O Rio de Janeiro vai continuar sendo um dos nossos focos nesse processo. Lembrando que a gente ainda tem trabalho a fazer no combate à irregularidade, entre eles o etanol.

Speaker #1: O Rio de Janeiro, sem dúvida alguma, hoje talvez é o estado que está passando pela maior sanitização do ponto de vista de irregularidades. E a gente está vendo, sim, um movimento grande de migração de bandeira branca para postos embandeirados, e a Vibra tem feito um esforço bastante grande e temos conseguido liderar isso. Eu acho que, claramente, nossos números demonstram isso, a quantidade de embandeiramentos que a gente tem feito, e o Rio de Janeiro vai continuar sendo um dos nossos focos nesse processo.

Speaker #1: Lembrando que a gente ainda tem trabalho a fazer no combate à irregularidade, entre eles o etanol. Essa monofasia estadual dos impostos de etanol ainda é importante, e a gente vai continuar esse trabalho. Porque, como eu disse, estruturalmente o que nós estamos vendo é que o setor está melhorando. Nós temos a volatilidade da guerra atuando, mas estruturalmente o setor evoluiu muito e vai continuar evoluindo, o que já posiciona a nossa possibilidade de crescimento e de margens melhores em um outro patamar, vis-à-vis o que nós tínhamos no ano passado. Certamente, quando a gente olha para este ano, a gente tem outro patamar de estoque.

Ernesto Pousada: Essa monofasia estadual dos impostos de etanol ainda é importante, e a gente vai continuar esse trabalho, porque é o que eu disse, estruturalmente, o que nós estamos vendo é que o setor está melhorando. Nós temos a volatilidade da guerra atuando, mas estruturalmente, o setor evoluiu muito e vai continuar evoluindo, o que já posiciona a nossa possibilidade de crescimento e de margens melhores, num outro patamar vis-à-vis o que nós tínhamos o ano passado. Certamente, quando a gente olha para esse ano, a gente tem um outro patamar de margens e volumes de estoque.

Speaker #3: Vicente, obrigado pela pergunta. Falando um pouquinho de estoque agora, existe aumento natural nas contas de balanço, seja ativo ou passivo, pelo valor maior da molécula.

Maurício Teixeira: Vicente, obrigado pela pergunta. Falando um pouquinho de estoque agora, existe um aumento natural nas contas de balanço, seja ativo ou passivo, pelo valor maior da molécula. Lembrando que o primeiro trimestre foi fechado com um custo médio de estoque, que tinha estoque antigo e estoque já comprado com preço mais alto. O segundo trimestre inteiro está com estoque a valor de mercado já atualizado. Então o estoque aumentou, contas a receber aumentou e o contas a pagar também aumentou. O a receber um pouco mais, por conta desse cliente específico, o a pagar também a gente teve mais prazo de trading, então aumentou um pouco mais, mas o estoque, quando a gente olha em dias de giro, ele está estável. É exclusivamente pelo preço médio da molécula mais cara.

Speaker #3: Lembrando que o primeiro trimestre foi fechado com uma molécula, custo médio de estoque, que tinha estoque antigo e estoque já comprado com preço mais alto.

Speaker #3: E o segundo trimestre inteiro está com o estoque a valor de mercado já atualizado. Então, o estoque aumentou quando receberam, aumentou, e o quanto a pagar também aumentou.

Speaker #3: Ou a receber um pouco mais por conta desses clientes específicos, ou a pagar também a gente teve mais prazo de trading também, então aumentou um pouco mais, mas o estoque, quando a gente olha em dias de giro, ele está estável.

Speaker #3: Exclusivamente pelo preço médio da molécula mais cara.

Speaker #1: Eu só queria fazer follow-up na pergunta anterior, porque tem dado relevante sobre o Rio de Janeiro, já que o Falanga perguntou aí sobre o Rio de Janeiro. Reportado pelo governo do Rio de Janeiro, a reclamação de impostos no Rio de Janeiro subiu 77%.

Ernesto Pousada: Eu só queria fazer um follow-up na pergunta anterior, porque tem um dado relevante sobre o Rio de Janeiro, já que o Falanga perguntou aí sobre o Rio de Janeiro. Reportado pelo governo do Rio de Janeiro, a arrecadação de impostos no Rio de Janeiro subiu 77%. Então a gente vê o resultado também para sociedade, para o estado do Rio de Janeiro, com uma arrecadação crescente, devido, basicamente, o combate às irregularidades. 77% com o efeito principal do efeito combustíveis.

Speaker #1: Então, assim, a gente vê o resultado também para a sociedade, para o estado do Rio de Janeiro, com uma arrecadação crescente devido basicamente ao combate às irregularidades: 77% com efeito principal do efeito combustíveis.

Speaker #3: Obrigado, pessoal.

Vicente Falanga: Obrigado, pessoal.

Speaker #2: Nossa próxima pergunta vem do Leonardo Marcondes, do Bank of America. Senhor Leonardo, o seu microfone já está liberado.

Operator 2: Nossa próxima pergunta vem do Leonardo Marcondes, do Bank of America. Senhor Leonardo, seu microfone já está liberado.

Speaker #1: Bom dia, pessoal. Bom dia, Ernesto, Maurício. Obrigado por pegarem minhas perguntas. Tenho duas aqui do meu lado também. A minha primeira é sobre alavancagem e alocação de capital.

Leonardo Marcondes: Bom dia, pessoal. Bom dia, Ernesto, Maurício. Obrigado por pegarem minhas perguntas. Tenho duas aqui do meu lado também. Minha primeira é sobre alavancagem e alocação de capital. Queria saber se vocês poderiam recapitular aqui com a gente o target de alavancagem que vocês consideram ideal para a empresa. E também, como a gente deve olhar para a estratégia de alocação de capital da Vibra, olhando para frente. Dado que a empresa tem uma conversão de EBITDA em caixa muito alta, então seria interessante para a gente entender um pouco melhor o que vocês pretendem fazer com todo esse caixa que a gente, pelo menos aqui, espera que vocês gerem. Minha segunda pergunta é sobre embandeiramento. Vocês destacaram bastante o trabalho que vocês têm feito na rede de postos.

Speaker #1: Queria saber se vocês poderiam recapitular aqui com a gente o target de alavancagem que vocês consideram ideal para a empresa, e também como a gente deve olhar para a estratégia de alocação de capital da Vibra olhando para frente.

Speaker #1: Dado que a empresa tem uma conversão de EBITDA em caixa muito alta, então seria interessante para a gente entender um pouco melhor o que vocês pretendem fazer com todo esse caixa que a gente, pelo menos aqui, espera que vocês gerem.

Speaker #1: E aí, minha segunda pergunta é sobre embandeiramento. Vocês destacaram bastante o trabalho que têm feito na rede de postos, mas queria entender um pouco do que a gente pode esperar de embandeiramento para o restante do ano e, se puder, falar um pouco também sobre como tem sido a estratégia de vocês nesse ponto, para poder entender um pouco melhor o número alto de embandeiramento vis-à-vis o baixo CAPEX apresentado, que foi destacado pelo Maurício na apresentação.

Leonardo Marcondes: Mas queria entender um pouco do que a gente pode esperar de embandeiramento para o restante do ano, e se puder falar um pouco também de como tem sido a estratégia de vocês nesse ponto, para poder entender um pouco melhor o número alto de embandeiramento, vis-à-vis o baixo Capex apresentado, que foi destacado pelo Maurício na apresentação. Obrigado.

Speaker #1: Obrigado.

Speaker #3: Eu começo aqui falando de alavancagem, mas depois eu passo para o Maurício. Só a alavancagem, eu acho que a gente atingiu 1,3 vezes. A gente sempre falou de estarmos abaixo de duas vezes, uma vez e meia, duas vezes. Obviamente, nós temos que esperar estabilizar um pouquinho mais o nosso EBITDA, e aí o nosso foco tem sido bastante em redução da dívida líquida.

Ernesto Pousada: Eu começo aqui falando de alavancagem, mas depois eu passo para o Maurício. A alavancagem, eu acho que a gente atingiu 1.3x. A gente sempre falou de estarmos abaixo de 2x, 1.5x. Obviamente, nós temos que esperar estabilizar um pouquinho mais o nosso EBIT, daí o nosso foco tem sido bastante em redução da dívida líquida. Esse tem sido o nosso foco e vai continuar sendo o nosso foco no segundo semestre. Obviamente, nesse nível de juros que nós temos no país, o nosso objetivo é, de fato, reduzir a nossa dívida para que a gente possa liberar mais capital. E eu até usei uma palavra no meu fechamento, que é reduzindo essa dívida, a gente tem mais flexibilidade na alocação de capital.

Speaker #3: Então, esse tem sido o nosso foco, e vai continuar sendo o nosso foco no segundo semestre. Obviamente, nesse nível de juros que nós temos no país, o nosso objetivo é, de fato, reduzir a nossa dívida para que a gente possa liberar mais capital.

Speaker #3: E aí, eu até usei uma palavra no meu fechamento, que é: reduzindo essa dívida, a gente tem mais flexibilidade na alocação de capital.

Speaker #3: A nossa alocação de capital, caso a gente tenha projetos interessantes que demandem capital, que sejam de bons retornos para os nossos acionistas, nós vamos considerar.

Ernesto Pousada: Nossa alocação de capital, caso a gente tenha projetos interessantes que demandem capital, que sejam de bons retornos para os nossos acionistas, nós vamos considerar. Se não, nós vamos aumentar a distribuição de proventos e dividendos para os nossos acionistas. Eu acho que isso está muito claro para a companhia, e será sempre tratado com muito foco, muita disciplina. Acho que a palavra que mais define essa questão da alocação de capital é disciplina na alocação de capital, entendemos a relevância disso para o futuro da companhia, e a gente vai continuar trabalhando nessa direção. Não sei se você quer acrescentar.

Speaker #3: Se não, nós vamos aumentar a distribuição de proventos e dividendos para os nossos acionistas. Eu acho que isso está muito claro para a companhia e será sempre tratado com muito foco, muita disciplina. Eu acho que a palavra que mais define essa questão da alocação de capital é disciplina na alocação de capital. Entendemos a relevância disso para o futuro da companhia e a gente vai continuar trabalhando nessa direção.

Speaker #3: Não sei se você quer acrescentar.

Speaker #1: Então, bem alinhado com isso, a prioridade número um da geração de caixa é reduzir dívida. A gente não sabe até quando os juros vão permanecer nesse patamar alto, então ter dívida mais baixa traz para a gente essa flexibilidade que o Ernesto falou, que a gente pode avaliar oportunidades. Estamos sempre avaliando oportunidades. Todos os dias aparece na nossa porta uma oportunidade, a gente olha e vê se faz sentido ou não faz sentido.

Maurício Teixeira: Bem alinhado com isso, a prioridade número um da geração de caixa é reduzir dívida. A gente não sabe até quando o juro vai permanecer nesse patamar alto, então ter dívida mais baixa traz pra gente essa flexibilidade que o Ernesto Pousada falou, que a gente pode avaliar a oportunidade. Estamos sempre avaliando a oportunidade, todo dia aparece na nossa porta uma oportunidade, a gente olha, vê se faz sentido, não faz sentido. Hoje a gente tem balanço pra fazer alguma coisa no passado não teria, mas não quer dizer que a gente vá fazer, necessariamente. A gente vai sempre avaliar. A gente vai, em primeiro momento, reduzir dívida pra ter esse balanço aberto e flexível. Se eu não tiver oportunidade de M&A, subir mais dividendos. Então a gente está com essa diretriz, mas a prioridade ainda é continuar.

Speaker #1: Hoje a gente tem balanço para fazer alguma coisa; coisa que no passado não teria, mas não quer dizer que a gente vai fazer necessariamente. A gente vai sempre avaliar.

Speaker #1: E a gente vai, em um primeiro momento, reduzir dívida para ter esse balanço aberto e flexível e, se não tiver oportunidade de M&A, distribuir mais dividendos.

Speaker #1: Então a gente está com essa diretriz, mas a prioridade ainda é continuar. Temos o quarto trimestre, plano bem, segundo semestre, plano bem ambicioso de redução de dívida, de liability management que está sendo implantado. Então, a gente vai continuar reduzindo, reduzindo essa dívida.

Maurício Teixeira: Temos no segundo semestre, um plano bem ambicioso de redução de dívida, de liability management, que está sendo implantado. Então a gente vai continuar reduzindo essa dívida e ficar sempre com um balanço aberto pra ou pagar mais dividendo ou avaliar oportunidade com retornos altos.

Speaker #1: E ter que ficar sempre com o balanço aberto para ou pagar mais dividendo ou avaliar oportunidade com retornos altos.

Speaker #3: Sobre a tua segunda pergunta de embandeiramento, a nossa estratégia é seguir crescendo, a nossa proposta de valor. Eu acho que o que nós estamos vendo hoje no mercado é, de fato, com o combate à irregularidade, a gente está vendo muita oportunidade de bandeiras brancas que enxergam mais valor na nossa proposta de valor.

Ernesto Pousada: Sobre a tua segunda pergunta, de embandeiramento, a nossa estratégia é seguir crescendo a nossa proposta de valor. Eu acho que o que nós estamos vendo hoje no mercado, de fato, com o combate à irregularidade, a gente está vendo muita oportunidade de bandeiras brancas, que enxergam mais valor na nossa proposta de valor. Principalmente, assegurando que a gente está em busca dos melhores operadores. O que ocorre é que hoje, o próprio consumidor está cada vez mais receoso de ir pra um posto bandeira branca. Então, a nossa proposta de valor está se fazendo valer. Isso se reflete em alguns KPIs que a gente mede. É a nossa capacidade de embandeirar mais postos, utilizando mais o posto antecipado, que eu pago por performance. Isso tem alguns benefícios, entre eles, a TIR aumenta muito desse projeto, que obviamente você paga no tempo.

Speaker #3: Principalmente assegurando que a gente está em busca dos melhores operadores. O que ocorre é que, hoje, o próprio consumidor está cada vez mais receoso de ir a posto bandeira branca.

Speaker #3: Então, assim, a nossa proposta de valor, ela está se fazendo valer. E isso se reflete em alguns KPIs que a gente mede, que é a nossa capacidade de embandeirar mais postos, utilizando mais o posto antecipado.

Speaker #3: Quando eu pago por performance, isso tem alguns benefícios. Entre eles, a TIR aumenta muito desse projeto, porque, obviamente, você paga no tempo. Isso assegura que primeiro tenha a performance para que depois você tenha o desembolso efetivo desse valor.

Ernesto Pousada: Assegura que primeiro tenha performance, pra que depois você tenha o desembolso efetivo desse valor. Então, o posto antecipado tem um impacto. Nós estamos também mantendo os nossos unitários de pagamento bastante sob controle também, inclusive com algumas reduções. Isso tudo me indica que nós estamos na direção certa. O mercado de bandeira branca, com uma procura bastante grande pra embandeirar com a Vibra, e o nosso pipeline segue bastante full. O nosso foco, cada vez mais, é a rede de postos Petrobras, é a nossa rede embandeirada. Vocês podem ver que a gente tem crescido mais aí, e o nosso foco é realmente que as bandeiras brancas se transformem e venham pra dentro da nossa rede, assegurando a qualificação e a qualidade dos bons operadores.

Speaker #3: Então, assim, o posto antecipado tem impacto. Nós estamos também mantendo os nossos unitários de pagamento bastante sob controle, inclusive com algumas reduções. O que isso tudo me indica é que nós estamos na direção certa.

Speaker #3: E o mercado de bandeira branca com uma procura bastante grande para o nosso, para embandeirar com a Vibra, e o nosso pipeline segue bastante full. O nosso foco, cada vez mais, é a rede de postos Petrobras, é a nossa rede embandeirada. Vocês podem ver que a gente tem crescido mais aí e o nosso foco é realmente que os bandeiras brancas se transformem e venham para dentro da nossa rede, assegurando a qualificação e a qualidade dos bons operadores.

Speaker #3: E ao mesmo tempo, fazendo o saneamento gradual da nossa base, postos menores que já não traziam tanta rentabilidade, ou não tinham tanto match com a nossa proposta de valor, a gente também vai fazendo esse saneamento gradual. Mas isso leva a um volume maior, significativamente maior. A gente está vendo que, trimestre a trimestre, a nossa rede está entregando cada vez mais resultado de volume e nós vamos seguir nessa direção de crescimento.

Ernesto Pousada: E, ao mesmo tempo, fazendo um saneamento gradual da nossa base, postos menores que já não traziam tanta rentabilidade ou não tinham tanto um match com a nossa proposta de valor, a gente também vai fazendo um saneamento gradual, mas isso leva a um volume significativamente maior. A gente está vendo que trimestre a trimestre, a nossa rede está entregando cada vez mais resultado de volume e nós vamos seguir nessa direção de crescimento.

Speaker #1: Está bem claro. Obrigado, pessoal.

Leonardo Marcondes: Está bem claro. Obrigado, pessoal.

Speaker #2: Nossa próxima pergunta vem do Gabriel Barra, do Citi. Senhor Gabriel, seu microfone já pode ser ativado.

Operator 2: Nossa próxima pergunta vem do Gabriel Barra, do Citi. Senhor Gabriel, seu microfone já pode ser ativado.

Speaker #3: Olá, Ernesto, Maurício, obrigado por pegarem minhas perguntas. Acho que tem dois pontos aqui que eu queria entender um pouco melhor. O primeiro ponto é sobre suprimento. Tem tido muita discussão sobre a questão da importação e como isso tem impactado os resultados das companhias.

Gabriel Barra: Olá, Ernesto, Maurício. Obrigado por pegar minhas perguntas. Acho que dois pontos aqui que eu queria entender um pouco melhor. Acho que o primeiro ponto sobre suprimento. Acho que tem tido muita discussão sobre a questão da importação, e como isso tem impactado os resultados das companhias, o uso ou não da subvenção. Eu queria mais brainstorm aqui, tentando entender um pouco a visão de vocês sobre como pensar nessa estratégia, até pelo uso da subvenção ou não, na importação de combustível para o Brasil. Se vocês têm adotado essa política, se não. Tive alguns players se habilitando, mas não usando.

Speaker #3: O uso ou não da subvenção, eu queria mais um brainstorming aqui, tentando entender um pouco a visão de vocês sobre como pensar nessa estratégia, até pelo uso da subvenção ou não na importação de combustível para o Brasil.

Speaker #3: Se vocês têm adotado essa política ou não, a gente viu alguns players se habilitando, mas não usando. Então eu queria ouvir um pouco de vocês, os prós e contras aqui, e como que vocês veem o uso da subvenção.

Gabriel Barra: Então eu queria ouvir um pouco de vocês os prós e contras aqui e como que vocês veem o uso da subvenção. O segundo ponto, talvez seja um pouco cedo demais para discutir isso, mas eu acho que já teve essa discussão algumas vezes, já perguntei isso em alguns calls passados, mas acho que é sempre importante a gente tentar entender um pouco melhor, é sobre a questão da marca. A gente tem uma eleição vindo por aqui, agora no próximo trimestre. Você tem uma discussão com a Petrobras super importante do uso da marca BR. Existe uma discussão, também, que eu queria até ouvir de vocês, qual é realmente o prazo para começar o processo de embandeiramento, uma vez que a Petrobras não queira refazer o contrato com vocês.

Speaker #3: O segundo ponto talvez seja uma pergunta, talvez até um pouco cedo demais para discutir isso, mas eu acho que a gente já teve essa discussão algumas vezes. Já perguntei isso em alguns calls passados, mas acho que é sempre importante a gente tentar entender um pouco melhor. É sobre a questão da marca.

Speaker #3: A gente tem uma eleição vindo por aí agora, no próximo trimestre. Você tem uma discussão com a Petrobras, super importante, do uso da marca BR, e existe uma discussão também que eu queria até ouvir de vocês: qual que é realmente o prazo para começar o processo de reembandeiramento, dado uma vez que a companhia, que a Petrobras, não queira refazer o contrato com vocês?

Speaker #3: E aí, eu queria ouvir também o que seriam os planos B e C aqui do lado de vocês, como vocês estão se preparando, ou se estão se preparando para isso, e possíveis impactos aqui na visão da companhia.

Gabriel Barra: Eu queria ouvir também o que seriam os planos B de vocês, do lado de vocês, como vocês estão se preparando ou se estão se preparando para isso, e os possíveis impactos na visão da companhia. Obrigado, pessoal, são essas duas.

Speaker #3: Obrigado, pessoal, são essas duas.

Speaker #1: Bom, Barra, obrigado pela pergunta. Acho que, falando sobre suprimento e importação, a Vibra vem seguindo importando os produtos para atender a demanda, principalmente o diesel, para atender os nossos clientes, a demanda dos nossos clientes, assegurando que os nossos clientes tenham produto e disponibilidade de produto para as suas necessidades.

Ernesto Pousada: Bombarro, obrigado pela pergunta. Falando sobre suprimento e importação, a Vibra seguiu importando os produtos, principalmente o diesel, para atender a demanda dos nossos clientes, assegurando que os nossos clientes tenham produtos e disponibilidade de produto para suas necessidades. Então a gente segue importando normalmente. É o que eu falei, a gente está numa agenda de longo prazo. A gente não olha muitas vezes somente o curto prazo, tentando construir aquela Vibra nos próximos cinco, 10 anos. Sobre a subvenção, a gente habilitou a Vibra, foi a primeira, na verdade, foi a primeira companhia das distribuidoras a se habilitar a obter a subvenção. Mas nós tomamos a decisão, até agora, dado alguns riscos operacionais que nós vimos, em não tomar o risco de operacionalizar essa subvenção.

Speaker #1: Então a gente segue importando normalmente. E é o que eu falei, a gente está numa agenda de longo prazo, a gente não olha muitas vezes somente o curto prazo, tentando construir aquela Vibra para os próximos cinco, dez anos.

Speaker #1: E sobre a subvenção, a gente habilitou a Vibra. Foi a primeira, na verdade, foi a primeira companhia distribuidora a se habilitar a obter a subvenção, mas nós tomamos a decisão até agora, dado alguns riscos operacionais que nós vimos, de não tomar o risco de operacionalizar essa subvenção.

Speaker #1: Então hoje nós não estamos nos utilizando de subvenção alguma, mas no entanto estamos habilitados e a qualquer momento que a gente achar que existem caminhos aí factíveis para a gente operacionalizar isso de maneira segura não colocando em risco nem imagem, riscos para a companhia, a gente pode vir a fazer.

Ernesto Pousada: Então hoje nós não estamos nos utilizando de subvenção alguma, mas, no entanto, estamos habilitados e a qualquer momento que a gente achar que existem caminhos factíveis, para a gente operacionalizar isso de maneira segura, não colocando em risco nem imagem, riscos para a companhia, a gente pode vir a fazer, mas neste momento, nós não estamos utilizando da subvenção. Sobre a marca, que você perguntou da marca Petrobras, a BR, nós temos primeiro a reforçar bastante orgulho e honra em estarmos com a marca Petrobras, nós queremos, e a nossa prioridade é continuar com esta marca. O nosso contrato vai até 2029 e depois nós temos seis anos para fazer o rebranding. Então nós temos até 2035, contratos que nós estamos assinando com revendedores e tudo. Nós temos ainda bastante tempo, para a gente poder usar.

Speaker #1: Mas, neste momento, nós não estamos utilizando da subvenção. Sobre a marca, que você perguntou, da marca Petrobras, a BR, nós temos, primeiro, que reforçar o bastante orgulho e honra em estarmos com a marca Petrobras. Nós queremos, e a nossa prioridade é, continuar com esta marca. O nosso contrato vai até 2029 e, depois, nós temos seis anos para fazer o rebranding.

Speaker #1: Então nós temos aí, até 2035, contratos que nós estamos assinando com revendedores e tudo. Nós temos ainda bastante tempo para a gente poder usar; obviamente, a partir de 29 nós vamos começar, teríamos que começar a retirar a imagem já de alguns postos, mas indo gradualmente, até que os últimos contratos fossem vencendo.

Ernesto Pousada: Obviamente, a partir de 2029, teríamos que começar a retirar a imagem já de alguns postos, mas indo gradualmente até que os últimos contratos fossem vencendo. Então, esse é caso a gente tenha que refazer, esse é o que está em contrato hoje, mas a nossa prioridade é negociar com a Petrobras. O momento não é agora, o momento está mais a partir do ano que vem ou talvez no outro, mas nós vamos trabalhar fortemente com isso e teremos sempre um plano B para que a gente possa trabalhar esse assunto da marca.

Speaker #1: Então, esse é o caso se a gente tiver que refazer; esse é o que está em contrato hoje. Mas a nossa prioridade é negociar com a Petrobras. O momento não é agora; o momento está mais para a partir do ano que vem ou talvez no outro. Mas nós vamos trabalhar fortemente nisso e teremos sempre um plano B, para que a gente possa trabalhar esse assunto da marca.

Speaker #2: Nossa próxima pergunta vem do Gustavo Cunha, do BTG. Senhor Gustavo, seu microfone já pode ser liberado.

Operator 2: Nossa próxima pergunta vem do Gustavo Cunha, do BTG. Senhor Gustavo, seu microfone já pode ser liberado.

Speaker #3: Bom dia, Ernesto. Bom dia, Maurício. Eu queria explorar um pouco mais o tema sobre o crescimento da carteira B2B. Vocês mencionaram a assinatura de mais de 100 novos contratos no trimestre, destacar esses ganhos como estruturais.

Gustavo Cunha: Bom dia, Ernesto. Bom dia, Maurício. Eu queria explorar um pouco mais o tema sobre o crescimento da carteira B2B. Vocês mencionaram a assinatura de mais cinco novos contratos no trimestre, destacaram esses ganhos como estruturais. Se vocês puderem detalhar um pouco melhor o perfil desses contratos, qual é o segmento, volume e prazo, para a gente ter uma ideia desses novos contratos B2B. E se eu puder fazer só um follow-up na dinâmica de depuração de rede, queria entender quanto a companhia ainda enxerga de posto com retorno abaixo do esperado e qual o potencial de depuração adicional que vocês enxergam que ainda deveria ser feito. Muito obrigado.

Speaker #3: Se vocês puderem detalhar um pouco melhor o perfil desses contratos: qual é o segmento, o volume e o prazo, para a gente ter uma ideia desses novos contratos B2B? E, se eu puder fazer só um follow-up na dinâmica de depuração de rede, queria entender quanto a companhia ainda enxerga de postos com retorno abaixo do esperado e qual o potencial de depuração adicional que vocês enxergam que ainda deveria ser feito.

Speaker #3: Muito obrigado.

Ernesto Pousada: Falando do crescimento da carteira do B2B, dos números de contratos. Tipicamente, esses contratos, em média, são contratos de dois anos. Aí você tem todos os segmentos, mas eram tipicamente em clientes de médio porte, ou são em clientes tipicamente de médio porte, que eram mais spot, e a gente vem fazendo um trabalho de uma maior fidelização, assegurando produtos. Obviamente, tem uma espécie de um take-or-pay, de um volume mínimo. A nossa busca no B2B é uma maior estabilidade no nível de venda para esses clientes, buscando margens melhores e volumes mais estáveis. Então esse é o trabalho que a gente vem fazendo de uma maneira geral no B2B e a gente vai observar isso ao longo dos próximos trimestres, cada vez mais o B2B estando mais estável, tanto em termos de volumes como em termos de margem.

Speaker #1: Falando do crescimento da carteira do B2B, com o número de contratos, tipicamente esses contratos, em média, são contratos de dois anos. Aí você tem todos os segmentos, mas eram tipicamente em clientes de médio porte, ou são em clientes tipicamente de médio porte, que eram mais spot, e a gente vem fazendo um trabalho de maior fidelização, assegurando produtos. Obviamente tem uma espécie de take or pay, de volume mínimo, para que a gente possa... a nossa busca no B2B é uma maior estabilidade no nível de venda para esses clientes, buscando margens melhores e volumes mais estáveis.

Speaker #1: Então, esse é o trabalho que a gente vem fazendo, de uma maneira geral, no B2B, e a gente vai observar isso ao longo dos próximos trimestres: cada vez mais o B2B estando mais estável, tanto em termos de volumes como em termos de margem.

Speaker #1: Essa é a construção que nós temos feito no B2B. De uma certa maneira, bastante semelhante com a rede, com o varejo, onde nós estamos procurando embandeirar, o que nos dá uma estabilidade maior do que ter cliente a todo momento, cliente spot.

Ernesto Pousada: Essa é a construção que nós temos feito no B2B. De uma certa maneira, bastante semelhante com a rede, com o varejo, onde nós estamos procurando embandeirar, onde aí nos dá uma estabilidade maior do que ter um cliente a todo momento, um cliente spot. Então esse é o trabalho que nós estamos falando. Sobre a depuração de rede, Gustavo, eu acho que a gente ainda tem um trabalho a fazer, mas ele é muito dinâmico. Final do ano passado, sim, a gente fez uma limpeza maior, mas é dinâmico, depende um pouco de trimestre a trimestre, as análises que nós vamos fazendo.

Speaker #1: Então, esse é o trabalho que nós estamos falando. Sobre a depuração de rede, Gustavo, eu acho que a gente ainda tem trabalho a fazer, mas ele é muito dinâmico. A gente não tem... a gente, no final do ano passado sim, fez uma limpeza maior, mas, assim, é dinâmico, depende um pouco de trimestre a trimestre, das análises que nós vamos fazendo. Isso tem um funil, é claro, em que a gente começa a analisar alguns desses postos potenciais para depuração, mas nós não temos um número fixo ainda faltando ser depurado, porque isso é dinâmico, depende desse funil, depende das reações de mercado. Alguns deles até estão no funil, aí saem do funil. Então, assim, o que eu posso dizer pra você é que não tem mais aquele número determinístico relevante que nós fizemos no final do ano passado; agora é um trabalho muito mais de ir vendo trimestre a trimestre, mês a mês, quais postos têm as oportunidades de sair da rede para que possam dar entrada a postos mais rentáveis.

Ernesto Pousada: Isso é um funil, é claro, em que a gente começa a analisar alguns desses postos potenciais para depuração, mas nós não temos um número fixo, ainda faltam ser depurados, porque isso é dinâmico. Depende desse funil, depende das reações de mercado, alguns deles até estão no funil, ou saem do funil. Mas o que eu posso dizer para você é que não tem mais aquele número determinístico relevante que nós fizemos no final do ano passado. Agora é um trabalho muito mais de ir vendo trimestre a trimestre, mês a mês, quais postos têm as oportunidades de sair da rede para que possam dar entrada a postos mais rentáveis.

Speaker #3: Perfeito, obrigado.

Gustavo Cunha: Perfeito, obrigado.

Speaker #2: Nossa próxima pergunta vem da senhora Monique Greco, do Itaú. Senhora Monique, seu microfone já pode ser liberado.

Operator 2: Nossa próxima pergunta vem da senhora Monique Greco, do Itaú. Senhora Monique, seu microfone já pode ser liberado.

Speaker #4: Olá, bom dia. Ernesto, Maurício, parabéns pelos resultados, obrigada pela oportunidade aqui de fazer perguntas. Eu vou fazer três. A primeira pergunta é sobre o que a gente acredita ser o nível de margem estrutural normalizada uma vez que o conflito se encerre e esse contexto de volatilidade se normalize. O que vocês estão esperando aí de patamar de margem estrutural para frente?

Monique Greco: Olá, bom dia, Ernesto, Maurício, parabéns pelos resultados. Obrigada pela oportunidade de fazer perguntas. Eu vou fazer três. A primeira pergunta é sobre o que a gente acredita ser o nível de margem estrutural normalizada, uma vez que o conflito se encerre e esse contexto de volatilidade se normalize. O que vocês estão esperando de patamar de margem estrutural para frente? Ainda sobre margem, olhando mais especificamente para o tri, a gente observou que a dinâmica de margem do segmento B2B foi superforte, a margem mais do que dobrou tri contra tri. O quanto disso vocês acreditam que é atribuível ao segmento de lubrificantes dentro dessa margem? A terceira pergunta é sobre despesas. O Maurício comentou ali, chamou a atenção para redução importante de despesa no trimestre, inclusive, no absoluto, e não apenas na despesa por metro cúbico.

Speaker #4: Ainda sobre margem, olhando mais especificamente para o tri, a gente observou que a dinâmica de margem do segmento B2B foi super forte; a margem mais do que dobrou tri contra tri. O quanto disso vocês acreditam que é atribuível ao segmento de lubrificantes dentro dessa margem?

Speaker #4: E a terceira pergunta é sobre despesas. O Maurício comentou ali, chamou a atenção para redução importante de despesa no trimestre, inclusive no absoluto e não apenas na despesa por metro cúbico. Queria entender um pouco quais foram as medidas que a companhia implementou e vem implementando para entregar essa redução e se esse nível aqui de despesa seria um nível recorrente para frente.

Monique Greco: Queria entender um pouco quais foram as medidas que a companhia implementou e vem implementando para entregar essa redução e se esse nível aqui de despesa seria um nível recorrente para frente. Obrigada.

Speaker #4: Obrigada.

Speaker #1: Obrigado, Monique. Falando um pouquinho de margem estrutural, eu acho que a gente olha ano atrás, dois anos atrás, e a gente vem trimestre a trimestre consistentemente melhorando as nossas margens, e a gente observa uma aceleração não só da melhora de margem, mas para voltar a crescer o volume já a partir do ano passado, como o Maurício mostrou na apresentação. E acho que tem algo de base que está melhorando e continua melhorando muito, que é o combate às irregularidades.

Ernesto Pousada: Obrigado, Monique. Falando um pouquinho de margem estrutural, a gente olha um ano atrás, dois anos atrás, e a gente vem, trimestre a trimestre, consistentemente, melhorando as nossas margens. A gente observa uma aceleração, não só da melhora de margem, mas para Vibra voltar a crescer volume já a partir do ano passado, como o Maurício mostrou na apresentação. Acho que tem algo de base que está melhorando, e continua melhorando muito, que é o combate às irregularidades. A gente já vinha operando, antes da guerra, com o patamar de margem acima de BRL 200 por metro cúbico. A gente tem bastante segurança que estaremos acima desse patamar, olhando para frente estruturalmente, porque você tem uma conjunção de fatores. Primeiro, o crescimento da rede bandeirada, esses contratos no B2B que nos asseguram muito mais volume.

Speaker #1: E a gente já vinha operando antes da guerra, com patamares de margens acima de R$200 por metro cúbico. E a gente tem bastante segurança de que estaremos acima desse patamar, olhando para frente estruturalmente, porque aí você tem uma conjunção de fatores.

Speaker #1: Primeiro, o crescimento da rede embandeirada, esses contratos no B2B que nos asseguram muito mais volume. O próprio movimento da guerra, o encerrar da guerra, ele não vai tirar o pouco que aqueles que tiveram consistência ao longo do dia a dia, do mês a mês, para assegurar os clientes com produto.

Ernesto Pousada: O próprio movimento da guerra, o encerrar da guerra, não vai tirar um pouco aqueles que tiveram consistência ao longo do dia a dia, do mês a mês, para assegurar os clientes com o produto. Então tudo isso é a nossa proposta de valor se valendo, além da contínua evolução, que ainda está acontecendo, no combate às irregularidades. Então a gente está bastante confiante, já vínhamos operando acima de BRL 200 por metro cúbico de margem recorrente antes da guerra, e a gente acredita que os patamares irão além disso. Margem do terceiro tri, na tua pergunta, sim, o Maurício mencionou, a gente vê um impacto relevante do negócio de lubrificantes no B2B. O B2B também evoluiu nas suas margens, mas o negócio de lubrificantes teve uma evolução significativa do EBITDA de lubrificantes. Acho que aí tem dois efeitos, né? Aí tem um efeito do negócio de lubrificantes.

Speaker #1: Então, tudo isso é a nossa proposta de valores, se valendo, além da contínua evolução que ainda está acontecendo no combate às irregularidades. Então, a gente está bastante confiante, já vínhamos operando acima de R$200 por metro cúbico de margem recorrente antes da guerra, e a gente acredita que os patamares irão além disso.

Speaker #1: Margem do terceiro tri, na tua pergunta, sim, o Maurício mencionou. A gente vê impacto relevante do negócio de lubrificantes no B2B. O B2B também evoluiu nas suas margens, mas o negócio de lubrificantes teve uma evolução, ele mostrou ali, teve uma evolução significativa do EBITDA de lubrificantes. Acho que aí tem dois efeitos: tem o efeito do negócio de lubrificantes, o negócio está cada vez com foco maior, uma presença maior, e isso vai fazer com que a gente continue o nosso processo de crescimento, mas também de expansão de margens e reposicionamento.

Ernesto Pousada: O negócio está cada vez com foco maior, uma presença maior, e isso vai fazer com que a gente continue o nosso processo de crescimento, mas também de expansão de margens e reposicionamento. Nós estamos aumentando muito a nossa presença de produtos de maior valor agregado. Produtos sintéticos hoje já estão representando um percentual bastante maior do que era dois anos atrás, e isso vem trazendo margens melhores para a companhia também. Então, estamos reposicionando o negócio de lubrificantes na busca de um crescimento expressivo que a gente acredita ainda possível nesse negócio. Na terceira, eu deixo o Maurício falar das despesas. Pode deixar.

Speaker #1: Nós estamos aumentando muito a nossa. Produtos de maior valor agregado, produtos sintéticos hoje já estão representando percentual bastante maior do que era dois anos atrás, e isso vai trazendo margens melhores para a companhia também.

Speaker #1: Então, estamos reposicionando o negócio de lubrificantes na busca de um crescimento expressivo que a gente acredita ainda ser possível nesse negócio. Na terceira, eu deixo o Maurício falar das despesas.

Speaker #1: Monique, obrigado pela pergunta. Falando em despesas, não tem uma bala de prata aqui que resolve esse controle de despesas, isso aqui é rotina, processo e governança em custo e despesas. Isso tem uma reunião mensal, tem dono de pacote de despesa, cada um apresenta para mim, eu acompanho semanalmente como é que está indo a evolução, forecast, iniciativas para redução de despesa. E a gente vê, por exemplo, o efeito que aconteceu no quarto trimestre do ano passado, que foi uma reorganização, que causou uma despesa one-off de rescisões, e agora este ano todo já aparece como recorrente essa economia.

Maurício Teixeira: Monique, obrigado pela pergunta. Falando em despesas, não tem uma bala de prata aqui que fez esse controle de despesas. Isso aqui é rotina, processo e governança em custos e despesas. Tem uma reunião mensal, tem dono de pacote de despesa, que cada uma apresenta para mim, eu acompanho semanalmente como é que está indo a evolução, forecast, iniciativas para redução de despesa. A gente vê, por exemplo, um efeito que aconteceu no Q4 do ano passado, que foi uma reorg, que causou uma despesa one-off de rescisões, que agora esse ano todo já aparece como recorrente essa economia. A gente tem, além disso, também em todas as linhas de despesa, desde viagens, consultoria, administrativas, gerais, a gente está olhando isso aí no detalhe, e eu acredito, sim, que esse nível é recorrente e é um patamar sustentável de despesa.

Speaker #1: E a gente tem, além disso, também, em todas as linhas de despesa, desde viagens, consultoria, administrativas gerais, a gente está olhando isso aí no detalhe. E eu acredito, sim, que esse nível é recorrente, é patamar sustentável de despesa.

Speaker #1: É, eu só queria reforçar, no momento que o Maurício tem liderado esse esforço bastante dentro da companhia, no momento de resultados como nós estamos tendo, nós estamos com o olho nas despesas também.

Ernesto Pousada: Eu só queria reforçar. O Maurício tem liderado esse esforço bastante dentro da companhia, no momento de resultados, como nós estamos tendo, nós estamos com olho nas despesas também. Então, esse patamar que vocês viram aí, eles, sim, devem ser patamares recorrentes. Em parte, a gente vinha falando o ano passado de algumas das ações que a gente tomou o ano passado, entre elas a reorganização que nós fizemos.

Speaker #1: Então, assim, esse patamar que vocês viram aí, ele sim deve ser patamar recorrente em parte. A gente vinha falando no ano passado de algumas das ações que a gente tomou no ano passado, entre elas a reorganização que nós fizemos.

Speaker #4: Obrigada.

Monique Greco: Obrigada

Speaker #2: Nossa próxima pergunta vem do Bruno Montanari, do Morgan Stanley. Senhor Bruno, seu microfone já pode ser liberado.

Operator 2: A próxima pergunta vem do Bruno Montanari, do Morgan Stanley. Senhor Bruno, seu microfone já pode ser liberado.

Speaker #5: Bom dia, pessoal. Obrigado por pegar a minha pergunta. Ernesto, queria voltar nesse tópico que você falou da importância do avanço na luta contra as irregularidades.

Bruno Montanari: Bom dia, pessoal, obrigado por pegar a minha pergunta. Ernesto, queria voltar nesse tópico que você falou, da importância do avanço na luta contra as irregularidades. Na visão de vocês, o que vocês esperam de avanço na agenda regulatória? Quais são os principais pontos, os pain points que ainda existem no mercado? Timeline, porque vocês imaginam que isso melhore entrando em 2027, talvez algo mais médio, longo prazo. Se puder comentar um pouco mais no detalhe, agradeço. A segunda pergunta também, tocando no ponto de lubrificantes, como que está a cabeça de vocês, para eventualmente um crescimento mais acelerado em lubrificantes e potencialmente envolvendo, de novo, movimentos inorgânicos? Muito obrigado.

Speaker #5: Na visão de vocês, o que vocês esperam de avanço na agenda regulatória? Quais são os principais pontos, os pain points que ainda existem no mercado?

Speaker #5: Timeline, porque vocês imaginam que isso melhore, entrando em 2027, talvez algo mais médio e longo prazo, enfim, se puder comentar pouco mais no detalhe, agradeço.

Speaker #5: E a segunda pergunta também, tocando no ponto de lubrificantes, como que está a cabeça de vocês para eventualmente um crescimento mais acelerado em lubrificantes e, potencialmente, envolvendo de novo movimentos inorgânicos?

Speaker #5: Muito obrigado.

Speaker #1: A agenda regulatória, como eu mencionei anteriormente, acho que o primeiro tema na pauta hoje, sem dúvida alguma, é a monofasia dos impostos estaduais do etanol. Então, esse é outro tema que sumiu um pouco nesse momento, mas que nós seguimos trabalhando, que é a mistura do biodiesel no diesel. Então, a monofasia do etanol, a gente espera que, ao longo do primeiro semestre de 2027, consiga concluir isso. Vamos ainda, enfim, mandar para o Congresso este ano, mas, até as conclusões das discussões, acreditamos que no primeiro semestre de 2027 a gente deve concluir.

Ernesto Pousada: A agenda regulatória, como eu mencionei anteriormente, acho que o primeiro tema na pauta hoje, sem dúvida alguma, é a monofasia dos impostos estaduais do etanol. Então esse é um. Um outro tema que sumiu um pouco nesse momento, mas que nós seguimos trabalhando, é a mistura do biodiesel no diesel. A monofasia do etanol, a gente espera ao longo do primeiro semestre de 2027, conseguir concluir isso. Vamos ainda mandar para o Congresso esse ano, mas até as conclusões das discussões, acreditamos que no primeiro semestre de 2027 a gente deve concluir. A questão do biodiesel no diesel, cada vez mais, parte por uma fiscalização da ANP, mas que agora já tem muito mais acesso a dados de quem está comprando, quem não está comprando, isso vai facilitar muito mais que a gente tenha essa agenda.

Speaker #1: A questão do biodiesel no diesel, cada vez mais parte por uma fiscalização da ANP, mas agora ela já tem muito mais acesso a dados de quem está comprando, quem não está comprando. Isso vai facilitar muito mais que a gente tenha essa agenda.

Speaker #1: E uma outra agenda que acabou migrando conforme a gente combateu no mercado das distribuidoras são duas questões. A bomba baixa, ou seja, aquele posto que acaba não abastecendo tudo que o cliente pediu e, com isso, lesando o consumidor ao mesmo tempo em que ele faz lucro à custa de lesar o consumidor, e também a alteração de produtos.

Ernesto Pousada: E uma outra agenda, que acabou migrando conforme a gente combateu no mercado das distribuidoras, duas questões. A bomba baixa, ou seja, aquele posto que acaba não abastecendo tudo que o cliente pediu, e acaba com isso lesando o consumidor, ao mesmo tempo que ele faz um lucro à custa de lesar o consumidor, e também a adulteração de produtos. Eles já são crimes menores, mas eles ainda afetam. A gente tem que continuar o trabalho assegurando que o Devedor Contumaz está sendo aplicado em todos os estados, assegurando que a solidariedade tributária também é levada aos estados. Então ainda existe uma briga relevante, mas eu acho, Bruno, que o ponto fundamental aqui é que essa agenda, que muita gente acreditava praticamente impossível de andar no nosso país, andou de maneira relevante nos últimos 12, 18 meses.

Speaker #1: Então, eles já são crimes menores, mas eles ainda afetam. E a gente tem que continuar o trabalho, assegurando que o devedor contumaz está sendo aplicado em todos os estados, assegurando que a solidariedade tributária também é levada aos estados. Então, ainda existe uma briga relevante.

Speaker #1: Mas eu acho, Bruno, acho que o ponto fundamental aqui é que essa agenda que muita gente acreditava praticamente impossível de andar no nosso país, ela andou de maneira relevante nos últimos 12, 18 meses.

Speaker #1: E o impacto do que já aconteceu nós ainda não estamos capturando totalmente no nosso resultado. Por isso que eu acredito que as alternativas de crescimento para a Vibra, de volume e de margens, ainda são expressivas, porque não foi ainda capturado tudo desse combate à irregularidade.

Ernesto Pousada: O impacto do que já aconteceu, nós ainda não estamos capturando totalmente nos nossos resultados. Por isso que eu acredito que as alternativas de crescimento para Vibra, de volume e de margens, ainda são expressivas, porque não foi ainda capturado tudo desse combate à irregularidade. Isso tem efeitos, às vezes, que vêm depois. É uma bandeira branca, que está tendo mais dificuldades e tudo. Aí o posto vizinho começa a ganhar mais volume, um posto Petrobras. Então nós ainda não capturamos tudo do que nós já vimos. Não está já nos nossos resultados. Sobre a pergunta de lubrificantes, nós temos uma agenda orgânica forte, de crescimento, e estamos conseguindo avançar com reposicionamento. Foi um ano bastante volátil, se você olhar os nossos volumes, eles ainda não refletem isso, mas a gente tem muita confiança.

Speaker #1: Isso tem efeitos, às vezes, que vêm depois. É uma bandeira branca que está tendo mais dificuldades e tudo, aí o posto vizinho começa a ganhar mais volume, posto Petrobras. Então, assim, nós ainda não capturamos tudo do que nós já vimos, não está já nos nossos resultados.

Speaker #1: Sobre a pergunta de lubrificantes, nós temos uma agenda orgânica forte, de crescimento, e estamos conseguindo avançar com reposicionamento. Foi um ano bastante volátil. Se você olhar os nossos volumes, eles ainda não refletem isso, mas a gente tem muita confiança de que estamos reposicionando a companhia na agenda de lubrificantes de uma outra maneira, em um movimento orgânico, expandindo para a Argentina e vamos continuar expandindo para o restante da América do Sul. M&A aqui sempre... hoje não existem discussões de M&A, mas é sempre uma agenda à qual estaremos atentos, caso faça sentido. Afinal de contas, lubrificantes está no nosso core; a companhia entende que é algo que tem uma oportunidade de crescimento relevante. Encontrando a oportunidade correta, com os retornos corretos, obviamente a companhia vai discutir e, eventualmente, realizar. Mas, enquanto não temos o M&A e o inorgânico, o nosso objetivo é seguir crescendo fortemente no orgânico, porque a gente ainda vê muita oportunidade de crescimento de volumes no Brasil, muita oportunidade de expansão para o Cone Sul da América do Sul, e a gente vai, sem dúvida alguma, ter resultados aí relevantes, cada vez mais relevantes, do nosso negócio de lubrificantes nos próximos trimestres.

Ernesto Pousada: Estamos reposicionando a companhia na agenda de lubrificantes de uma outra maneira, no movimento orgânico, expandindo para a Argentina e vamos continuar expandindo para o restante da América do Sul. M&A, hoje não existem discussões de M&A, mas é sempre uma agenda que estaremos atentos e que faça sentido. Afinal de contas, lubrificantes está no nosso core, a companhia entende que é algo que tem uma oportunidade de crescimento relevante, encontrando a oportunidade correta com os retornos corretos, obviamente, a companhia vai discutir, e eventualmente, realizar. Mas enquanto não temos o M&A e o inorgânico, o nosso objetivo é seguir crescendo fortemente no orgânico, que a gente ainda vê muita oportunidade de crescimento de volume no Brasil, muita oportunidade de expansão para o Cone Sul da América do Sul, e a gente vai, sem dúvida alguma, ter resultados cada vez mais relevantes do nosso negócio de lubrificante, nos próximos trimestres.

Speaker #5: Super claro, obrigado.

Bruno Montanari: Superclaro, obrigado.

Speaker #2: A sessão de perguntas e respostas está encerrada. Gostaríamos de passar a palavra ao CEO, senhor Ernesto Pousada, para que faça as considerações finais da companhia.

Operator 2: A sessão de perguntas e respostas está encerrada. Gostaríamos de passar a palavra ao CEO, senhor Ernesto Pousada, para que faça as considerações finais da companhia.

Speaker #1: Rapidamente, deixar aí uma mensagem para vocês de bastante otimismo. Otimismo para continuar, otimismo de longo prazo. Quando a gente vê a nossa rede embandeirada crescendo, a gente vê mais contratos de B2B sendo assinados, quando a gente vê o nosso balanço e as possibilidades, e a maior flexibilidade que teremos ao longo dos próximos trimestres e anos de alocação de capital, a gente enxerga que estamos posicionando a Vibra muito bem para o longo prazo, uma empresa que entrega de maneira consistente valor para os seus acionistas.

Ernesto Pousada: Rapidamente, deixar uma mensagem para vocês de bastante otimismo continuado, otimismo de longo prazo. Quando a gente vê a nossa rede em bandeirada crescendo, a gente vê mais contratos de B2B sendo assinados. Quando a gente vê o nosso balanço e as possibilidades e a maior flexibilidade que teremos ao longo dos próximos trimestres e anos de alocação de capital, a gente enxerga que estamos posicionando a Vibra muito bem posicionada para o longo prazo, uma empresa que entrega de maneira consistente valor para os seus acionistas. Ao mesmo tempo, que durante esse período de conflito no Oriente Médio, atuando com muita responsabilidade junto aos seus clientes, junto à sua rede em bandeirada, para assegurar que todos tenham os produtos disponíveis para poder seguirem os seus negócios adiante. Então, com isso, com essa mensagem de otimismo, a gente fecha o call aqui e agradeço muito a vocês. Muito obrigado.

Speaker #1: Ao mesmo tempo, durante esse período de conflito no Oriente Médio, atuamos com muita responsabilidade junto aos nossos clientes e à nossa rede embandeirada, para assegurar que todos tenham os produtos disponíveis para poder seguirem com seus negócios adiante.

Speaker #1: Então, com isso, com essa mensagem de otimismo, a gente fecha o call aqui e agradeço muito a vocês. Muito obrigado.

Speaker #4: Obrigado.

Bruno Montanari: Obrigado.

Operator 2: A videoconferência da Vibra está encerrada. Agradecemos a participação de todos e tenham um bom dia.

Speaker #2: A videoconferência da Vibra está encerrada. Agradecemos a participação de todos e tenham bom dia.

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